Formulário de Referência Vigor Alimentos S.A. Versão : Declaração e Identificação dos responsáveis 1

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1 Índice 1. Responsáveis pelo formulário Declaração e Identificação dos responsáveis 1 2. Auditores independentes 2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores Outras informações relevantes 3 3. Informações financ. selecionadas Informações Financeiras Medições não contábeis Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras Política de destinação dos resultados Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas Nível de endividamento Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento Outras informações relevantes Fatores de risco Descrição dos fatores de risco Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores Processos sigilosos relevantes Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em conjunto Outras contingências relevantes Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados Risco de mercado Descrição dos principais riscos de mercado 34

2 Índice Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado Alterações significativas nos principais riscos de mercado Outras informações relevantes Histórico do emissor 6.1 / 6.2 / Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM Breve histórico Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial Outras informações relevantes Atividades do emissor Descrição das atividades do emissor e suas controladas Informações sobre segmentos operacionais Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades Receitas relevantes provenientes do exterior Efeitos da regulação estrangeira nas atividades Relações de longo prazo relevantes Outras informações relevantes Grupo econômico Descrição do Grupo Econômico Organograma do Grupo Econômico Operações de reestruturação Ativos relevantes Bens do ativo não-circulante relevantes - outros Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados 88

3 Índice Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de tecnologia Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades Outras informações relevantes Comentários dos diretores Condições financeiras e patrimoniais gerais Resultado operacional e financeiro Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor Políticas contábeis críticas Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras Plano de negócios Outros fatores com influência relevante Projeções Projeções divulgadas e premissas Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas Assembleia e administração Descrição da estrutura administrativa Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/ Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e controladores 199

4 Índice Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos administradores Outras informações relevantes Remuneração dos administradores Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e conselheiros fiscais - por órgão Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a Método de precificação do valor das ações e das opções Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos diretores estatutários Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por qualquer razão que não a função que ocupam Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor Outras informações relevantes Recursos humanos Descrição dos recursos humanos Alterações relevantes - Recursos humanos Descrição da política de remuneração dos empregados 222

5 Índice Descrição das relações entre o emissor e sindicatos Controle 15.1 / Posição acionária Distribuição de capital Organograma dos acionistas Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor Transações partes relacionadas Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes relacionadas Informações sobre as transações com partes relacionadas Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado Capital social Informações sobre o capital social Aumentos do capital social Informações sobre desdobramentos, grupamentos e bonificações de ações Informações sobre reduções do capital social Outras informações relevantes Valores mobiliários Direitos das ações Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que os obriguem a realizar oferta pública Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no estatuto Volume de negociações e maiores e menores cotações dos valores mobiliários negociados Descrição dos outros valores mobiliários emitidos Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros 295

6 Índice Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros Outras informações relevantes Planos de recompra/tesouraria Informações sobre planos de recompra de ações do emissor Movimentação dos valores mobiliários mantidos em tesouraria Informações sobre valores mobiliários mantidos em tesouraria na data de encerramento do último exercício social Política de negociação Informações sobre a política de negociação de valores mobiliários Outras informações relevantes Política de divulgação Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações Descrição da política de divulgação de ato ou fato relevante e dos procedimentos relativos à manutenção de sigilo sobre informações relevantes não divulgadas Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de divulgação de informações Negócios extraordinários Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como operação normal nos negócios do emissor Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas atividades operacionais Outras informações relevantes 311

7 1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis Nome do responsável pelo conteúdo do formulário Cargo do responsável Gilberto Meirelles Xandó Baptista Diretor Presidente/Relações com Investidores Os diretores acima qualificados, declaram que: a. reviram o formulário de referência b. todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº 480, em especial aos arts. 14 a 19 c. o conjunto de informações nele contido é um retrato verdadeiro, preciso e completo da situação econômico-financeira do emissor e dos riscos inerentes às suas atividades e dos valores mobiliários por ele emitidos PÁGINA: 1 de 311

8 2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores Possui auditor? SIM Código CVM Tipo auditor Nome/Razão social Nacional KPMG Auditores Associados CPF/CNPJ / Período de prestação de serviço 01/01/2012 Descrição do serviço contratado Montante total da remuneração dos auditores independentes segregado por serviço Justificativa da substituição Auditoria das nossas demonstrações financeiras relativas ao período de 20 dias entre 1 de janeiro de 2012 e 20 janeiro de 2012 e ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de Revisão das nossas informações financeiras relativas ao período de três meses findo em 31 de março de R$ ,17 referentes aos serviços prestados conjuntamente à Companhia e à S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância da justificativa do emissor Nome responsável técnico Orlando Octávio de Freitas Júnior 01/01/ Período de prestação de serviço CPF Endereço Rua Dr. Renato Paes de Barros, 33, Itaim Bibi, São Paulo, IL, Brasil, CEP , Telefone (11) , Fax (11) , PÁGINA: 2 de 311

9 2.3 - Outras informações relevantes Não há outras informações consideradas relevantes para esta Seção 2 do Formulário de Referência. PÁGINA: 3 de 311

10 3.1 - Informações Financeiras - Individual Rec. Liq./Rec. Intermed. Fin./Prem. Seg. Ganhos (Reais) Últ. Inf. Contábil (31/03/2012) Exercício social (31/12/2011) Patrimônio Líquido , ,00 Ativo Total , ,00 Resultado Bruto ,52 0,00 Resultado Líquido ,30 0,00 Número de Ações, Ex-Tesouraria (Unidades) Valor Patrimonial de Ação (Reais Unidade) ,19 0, , , Resultado Líquido por Ação 0, , PÁGINA: 4 de 311

11 3.2 - Medições não contábeis EBITDA O EBITDA ou LAJIDA, que pode ser definido como lucros antes das receitas (despesas) financeiras líquidas, imposto de renda e contribuição social, depreciação e amortização e resultados não operacionais é utilizado como uma medida de desempenho por nossa administração. Nossa administração acredita que o EBITDA é uma medida prática, e bem aproximada da nossa geração operacional de caixa, e permite uma comparação efetiva dos reflexos de diferentes períodos. O EBITDA não é reconhecido pelas Práticas Contábeis Adotadas no Brasil ou pelas Normas Internacionais de Relatórios Financeiros (International Financial Reporting Standards IFRS) emitidas pelo Comitê Internacional de Normas Contábeis (International Accounting Standards Board IASB) e não representa o fluxo de caixa para os períodos apresentados, não devendo ser considerado como base para distribuição de dividendos, alternativa para o lucro líquido como indicador do desempenho operacional ou para o fluxo de caixa ou, ainda, como indicador de liquidez. A tabela abaixo demonstra, para os períodos indicados, a reconciliação do nosso resultado operacional com o EBITDA: Exercício Social encerrado em 31 de dezembro de 2011 (1) (em R$ milhares) Resultado antes da provisão para IRPJ e CSLL (27.484) Resultado Financeiro Líquido Depreciação e amortização EBITDA (1) Para melhor compreensão da nossa atual situação patrimonial, tendo em vista (i) não possuirmos movimentos em nossa demonstração de resultado no período compreendido entre nossa constituição, em 3 de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2011, exceto pela capitalização inicial de R$5,0 mil feita por nossa controladora JBS S.A. ( JBS ); e (ii) a capitalização efetuada pela JBS, em 17 de janeiro de 2012, por meio da cessão de investimento e ágio na S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor ( Vigor ), as informações referentes à nossa demonstração de resultado relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 apresentadas neste Formulário de Referência correspondem às informações consolidadas de nossa controlada Vigor. Para mais informações a esse respeito, veja o item 3.9 deste Formulário de Referência. PÁGINA: 5 de 311

12 3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras Nossas demonstrações financeiras consolidadas para o período de três meses findo em 31 de março de 2012, comparativas ao exercício social findo em 31 de março de 2011, foram aprovadas em 14 de maio de PÁGINA: 6 de 311

13 3.4 - Política de destinação dos resultados (a) Regras sobre retenção de lucros para os três últimos exercícios sociais Nos termos da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada ( Lei das Sociedades por Ações ), nossos acionistas podem deliberar, em assembleia geral e por proposta da administração, a retenção de parte do nosso lucro líquido para ser utilizado em investimentos. De acordo com nosso estatuto social, o lucro líquido do exercício terá a seguinte destinação: (i) 5% serão destinados, antes de qualquer outra destinação, para constituição da reserva legal, até que esta atinja o montante correspondente a 20% do nosso capital social; (ii) uma parcela, por proposta dos órgãos da administração, poderá ser destinada à formação de reserva para contingências e reversão das mesmas reservas formadas em exercícios anteriores; (iii) do saldo do lucro líquido remanescente, uma parcela será destinada ao pagamento de dividendo mínimo obrigatório não inferior a 25%; (iv) no exercício em que o montante do dividendo mínimo obrigatório ultrapassar a parcela realizada do lucro líquido do exercício, a assembleia geral poderá, por proposta dos órgãos de administração, destinar o excesso à constituição de reserva de lucros a realizar, observado o disposto no artigo 197 da Lei das Sociedades por Ações; e (v) os lucros que remanescerem após as deduções legais e estatutárias serão destinados à formação de reserva para expansão, que terá por fim financiar a aplicação em ativos operacionais, não podendo esta reserva ultrapassar o capital social. (b) Regras sobre distribuição de dividendos para os três últimos exercícios De acordo com nosso estatuto social, nossos acionistas terão o direito de receber como dividendo obrigatório, em cada exercício social, no mínimo 25% do lucro líquido do exercício, calculado nos termos do item (a) acima. Adicionalmente, a assembleia geral poderá atribuir aos membros do conselho de administração e da diretoria uma participação nos lucros, não superior a 10% do remanescente do resultado do exercício, limitada à remuneração anual global dos administradores, após deduzidos os prejuízos acumulados e a provisão para o imposto de renda e contribuição social, nos termos do artigo 152, parágrafo 1º da Lei das Sociedades por Ações. (c) Periodicidade das distribuições de dividendos Nossos acionistas terão direito de receber dividendos anualmente, calculados na forma descrita no item (b) acima. Adicionalmente, poderemos levantar balanços semestrais e ainda, em qualquer época, balanços extraordinários e o conselho de administração poderá, ad referedum da assembleia geral, declarar dividendos intermediários à conta de lucros acumulados ou de reserva de lucros existentes no último balanço anual ou semestral. (d) Restrições à distribuição de dividendos A Lei das Sociedades por Ações permite a suspensão da distribuição do dividendo obrigatório caso o conselho de administração informe à assembleia geral que a distribuição é incompatível com a nossa condição financeira. O conselho fiscal deve emitir seu parecer sobre a recomendação do conselho de administração. Ademais, o conselho de administração deverá apresentar à Comissão de Valores Mobiliários justificativa para a suspensão da distribuição dos dividendos dentro de cinco dias da realização da assembleia geral. Os lucros não distribuídos, em razão da suspensão mencionada, serão registrados como reserva especial e, caso não sejam absorvidos por prejuízos em exercícios subsequentes, deverão ser pagos a título de dividendos tão logo nossa condição financeira o permita. Além do descrito acima, não há outras restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação, por contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais. PÁGINA: 7 de 311

14 3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido Justificativa para o não preenchimento do quadro: Quadro não aplicável tendo em vista que não apresentamos movimentos em nossa demonstração de resultado no período compreendido entre nossa constituição, em 3 de janeiro de 2011, e 31 de dezembro de 2011, exceto pela capitalização inicial de R$5,0 mil feita por nossa controladora JBS S.A. ( JBS ). Para mais informações a esse respeito, veja o item 3.9 deste Formulário de Referência. PÁGINA: 8 de 311

15 3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas Desde nossa constituição, em 3 de janeiro de 2011, não declaramos dividendos à conta de lucros retidos ou reservas constituídas em exercícios sociais anteriores. PÁGINA: 9 de 311

16 3.7 - Nível de endividamento Exercício Social Montante total da dívida, de qualquer natureza Tipo de índice Índice de endividamento 31/03/ ,71 Índice de Endividamento 63, Descrição e motivo da utilização de outro índice 31/12/ ,58 Outros índices 71, As informações do presente item foram extraídas das demonstrações financeiras relativas ao período de 20 dias encerrado em 20 de janeiro de 2012, a qual reflete a capitalização efetuada na Companhia pela JBS S.A., em 17 de janeiro de 2012, por meio da cessão de investimento e ágio na S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor ("Vigor"). PÁGINA: 10 de 311

17 3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento Últ. Inf. Contábil (31/03/2012) Tipo de dívida Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total Garantia Real , , , , ,11 Quirografárias , , , , ,60 Total , , , , ,71 Observação Exercício social (31/12/2011) Tipo de dívida Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total Garantia Real , , ,77 0, ,71 Quirografárias , , , , ,88 Total , , , , ,59 Observação PÁGINA: 11 de 311

18 3.9 - Outras informações relevantes Fomos constituídos em 3 de janeiro de Em 17 de janeiro de 2012, nossa acionista JBS aprovou um aumento em nosso capital social, o qual foi subscrito e integralizado mediante a conferência da participação por ela então detida na Vigor, empresa atuante nos segmentos de lácteos e gorduras vegetais, a qual se tornou nossa subsidiária integral. Para mais informações a respeito deste aumento de capital, veja os itens 6.5 e 17.2 deste Formulário de Referência. As informações contábeis apresentadas neste Formulário de Referência são derivadas das nossas demonstrações financeiras consolidadas e compreendem: nossas informações financeiras consolidadas para o período de três meses findo em 31 de março de 2012, comparativas ao período de três meses findo em 31 de março de 2011, preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatórios Financeiros (International Financial Reporting Standards IFRS) emitidas pelo Comitê Internacional de Normas Contábeis (International Accounting Standards Board IASB ), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil; e nossas informações financeiras consolidadas para o período de 20 dias findo em 20 de janeiro de 2012 com defasagem de consolidação de 20 dias em relação a nossa investida Vigor, conforme permitido pelo IAS 27/CPC 36 (R2) Demonstrações Consolidadas, comparativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatórios Financeiros (International Financial Reporting Standards IFRS) emitidas pelo Comitê Internacional de Normas Contábeis (International Accounting Standards Board IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas previstas na legislação societária brasileira e os pronunciamentos, orientações e interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC e aprovadas pela CVM. Adicionalmente, dada nossa recente constituição, não apresentamos movimentos em nossa demonstração de resultado no período compreendido entre nossa constituição, em 3 de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2011, exceto pela capitalização inicial de R$5,0 mil feita por nossa controladora JBS. Dessa forma, eventuais referências neste Formulário de Referência a informações sobre nossa demonstração de resultado relativa ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 e ao período de três meses findo em 31 de março de 2011 correspondem às informações consolidadas de nossa controlada Vigor, de maneira a permitir uma melhor compreensão da nossa atual situação patrimonial por nossos investidores. Finalmente, tendo em vista nossa recente constituição, não possuímos informações relativas aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2009 e 2010, bem como nossas informações financeiras relativas aos períodos compreendidos entre 3 de janeiro de 2011 (data de constituição) e 31 de dezembro de 2011 e entre 1º de janeiro de 2012 a 20 de janeiro de 2012 não refletem, para o prazo integral, as atividades por nós desenvolvidas por meio da Vigor. Por esta razão, e tendo em vista que nossa participação na Vigor representa nosso único investimento na data deste Formulário de Referência, apresentamos a seguir as informações financeiras históricas da nossa controlada Vigor referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2009, 2010 e 2011 e aos períodos de três meses findos em 31 de março de 2011 e Tais informações contábeis têm o objetivo de propiciar comparabilidade às demonstrações financeiras, demonstrar o histórico das nossas atuais operações e comentar sobre os fatores que influenciaram o nosso desempenho nos períodos em questão. Tais informações financeiras são derivadas das demonstrações financeiras auditadas da Vigor para estes exercícios e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e IFRS. Para mais informações a respeito das demonstrações financeiras da Vigor, veja o item deste Formulário de Referência. PÁGINA: 12 de 311

19 3.9 - Outras informações relevantes INFORMAÇÕES FINANCEIRAS SELECIONADAS Exercício social encerrado em 31 de dezembro de (em R$ milhares) Patrimônio Líquido Ativo Total Rec. Liq./Rec. Intermed. Fin./Prem. Seg. Ganhos Resultado Bruto Resultado Líquido (7.579) Em 31 de dezembro de 2011 Em 31 de março de 2012 (em R$ milhares) Patrimônio Líquido Ativo Total Rec. Liq./Rec. Intermed. Fin./Prem. Seg. Ganhos Período de três meses findo em 31 de março de (em R$ milhares) Resultado Bruto Resultado Líquido MEDIÇÕES NÃO CONTÁBEIS O EBITDA ou LAJIDA, que pode ser definido como lucros antes das receitas (despesas) financeiras líquidas, imposto de renda e contribuição social, depreciação e amortização e resultados não operacionais é utilizado como uma medida de desempenho pela administração da Vigor. A administração da Vigor acredita que o EBITDA é uma medida prática, e bem aproximada da sua geração operacional de caixa, e permite uma comparação efetiva dos reflexos de diferentes períodos. O EBITDA não é reconhecido pelas Práticas Contábeis Adotadas no Brasil ou IFRS e não representa o fluxo de caixa para os períodos apresentados, não devendo ser considerado como base para distribuição de dividendos, alternativa para o lucro líquido como indicador do desempenho operacional ou para o fluxo de caixa ou, ainda, como indicador de liquidez. A tabela abaixo demonstra, para os períodos indicados, a reconciliação do resultado operacional com o EBITDA da Vigor: Exercício Social encerrado em 31 de dezembro de (em R$ milhares) Resultado antes da provisão para IRPJ e CSLL (27.484) Resultado Financeiro Líquido (18.379) Depreciação e amortização EBITDA PÁGINA: 13 de 311

20 3.9 - Outras informações relevantes Resultado antes da provisão para IRPJ e CSLL Resultado Financeiro Líquido Depreciação e amortização EBITDA Período de três meses findo em 31 de março de (em R$ milhares) Exercício Social NÍVEL DE ENDIVIDAMENTO Montante total da dívida Tipo de índice Índice de Endividament o Descrição e motivo da utilização de outro índice 31/12/ ,58 Outros Índices 0,11x Dívida Líquida / EBITDA, calculado pela divisão da Dívida Líquida pelo EBITDA dos últimos 12 meses em base pro forma. Definição de Dívida Líquida : Empréstimos e Financiamentos do passivo circulante e do não circulante, menos caixa e equivalentes de caixa do ativo circulante. Definição de EBITDA : EBITDA significa, para fins do cálculo do índice de endividamento, com relação a qualquer período, o lucro líquida com relação a esse período, antes dos impostos, das despesas ou receitas financeiras líquidas, das despesas de depreciação e amortização, do resultado não operacional, de despesas não recorrentes, de equivalência patrimonial e da participação minoritária, em bases pro forma. Para mais informações, veja a seção 3.2 deste Formulário de Referência. 31/03/ ,49 Outros Índices 0,20x Dívida Líquida / EBITDA, calculado pela divisão da Dívida Líquida pelo EBITDA dos últimos 12 meses em base pro forma. Definição de Dívida Líquida : Empréstimos e Financiamentos do passivo circulante e do não circulante, menos caixa e equivalentes de caixa do ativo circulante. Definição de EBITDA : EBITDA significa, para fins do cálculo do índice de endividamento, com relação a qualquer período, o lucro líquida com relação a esse período, antes dos impostos, das despesas ou receitas financeiras líquidas, das despesas de depreciação e amortização, do resultado não operacional, de despesas não recorrentes, de equivalência patrimonial e da participação minoritária, em bases pro forma. Para mais informações, veja a seção 3.2 deste Formulário de Referência. OBRIGAÇÕES DE ACORDO COM A NATUREZA E O PRAZO DE VENCIMENTO Últ. Inf. Contábil (31/03/2012) Tipo de Dívida Inferior a um ano Um a três anos Três a cinco anos Superior a cinco anos Total Garantia Real , , , , ,11 Garantia Flutuante Quirografária , , , , ,60 PÁGINA: 14 de 311

21 3.9 - Outras informações relevantes Total , , , , ,71 Observação Exercício social (31/12/2011) Inferior a um Três a cinco Superior a Tipo de Dívida ano Um a três anos anos cinco anos Total Garantia Real , , , ,71 Garantia Flutuante Quirografária , , , , ,09 Total , , , , ,59 Observação PÁGINA: 15 de 311

22 4.1 - Descrição dos fatores de risco a. Ao emissor Podemos não ser bem sucedidos na execução de nossa estratégia para prosseguir desenvolvendo nossos negócios e aumentar nossa receita e rentabilidade futura Nosso crescimento e o desempenho financeiro futuro dependerão, em parte, do sucesso na implementação de diversos elementos de nossa estratégia que dependem de fatores que estão fora do nosso controle. Os principais elementos da nossa estratégia são: Intensificar investimentos de marketing nas marcas; Aumentar o portfólio de marcas e produtos com maior valor agregado; Ampliar a rede de distribuição e capilaridade; e Buscar a excelência operacional. Não podemos assegurar que quaisquer de nossas estratégias serão executadas integralmente ou com sucesso. Particularmente, a indústria de alimentos é afetada principalmente por mudanças nas preferências, gostos e hábitos alimentares dos consumidores, regulamentações governamentais, condições econômicas regionais e nacionais, tendências demográficas e nos padrões de comercialização dos estabelecimentos comerciais. Alguns aspectos de nossa estratégia envolvem o aumento de gastos operacionais, o que pode não ser compensado pelo aumento de receita, resultando em queda de nossas margens operacionais. Nossa capacidade de endividamento é limitada em certas circunstâncias nos termos de nossos contratos de endividamento. Para maiores informações acerca destes contratos veja o item 10.1 (f) deste Formulário de Referência. Além disso, alguns elementos da nossa estratégia dependem de fatores que estão fora do nosso controle, como mudanças nas condições dos mercados em que atuamos e ações tomadas por concorrentes ou governos das jurisdições onde atuamos, os quais podem sofrer alterações a qualquer tempo. Qualquer falha na execução de elementos da nossa estratégia pode afetar negativamente o crescimento de negócio e nosso desempenho financeiro no futuro. Nosso negócio requer capital intensivo de longo prazo para implementação da nossa estratégia de crescimento A competitividade e a implementação da nossa estratégia de crescimento dependem da nossa capacidade de captar recursos para realizar investimentos. Não é possível garantir que seremos capazes de obter financiamento suficiente para custear nossos investimentos de capital e nossa estratégia de expansão, ou que sejamos capazes de obtê-lo a custos aceitáveis, seja devido a condições macroeconômicas adversas, seja em decorrência de nosso desempenho ou de outros fatores externos às nossas operações, o que poderá afetar adversamente nossa capacidade de implementar com sucesso nossa estratégia de crescimento. A implementação da nossa estratégia depende de fatores fora do nosso controle, tais como alterações das condições dos mercados nos quais operamos, ações de nossos concorrentes ou leis e regulamentações existentes a qualquer tempo. Caso não consigamos implementar com sucesso qualquer parte da nossa estratégia, nosso negócio, situação financeira e resultados operacionais poderão ser adversamente afetados. Nosso nível de endividamento pode prejudicar nossos negócios. PÁGINA: 16 de 311

23 4.1 - Descrição dos fatores de risco Em 31 de março de 2012, possuíamos um total de R$292,2 milhões de dívida consolidada em aberto em nosso balanço patrimonial. Nossa dívida consolidada pode: (i) dificultar o cumprimento de nossas obrigações; (ii) limitar nossa capacidade de obter financiamento adicional; (iii) exigir parcela significativa de nossa geração de caixa para redução da dívida, reduzindo assim nossa capacidade de utilizá-la para capital de giro e outras necessidades empresariais em geral; (iv) limitar nossa flexibilidade de planejamento e reação a modificações em nossos negócios e no setor no qual operamos; (v) diminuir nossas eventuais vantagens competitivas com relação a alguns de nossos concorrentes com dívida menor do que a nossa; e (vi) aumentar nossa vulnerabilidade a condições econômicas e setoriais adversas, incluindo alterações de taxas de juros, preços do óleo de soja e leite in natura ou desaquecimento de nosso negócio ou da economia. Nos termos dos contratos financeiros dos quais somos parte, estamos sujeitos a obrigações específicas, bem como a restrições à nossa capacidade de contrair dívida adicional. Firmamos contratos e compromissos financeiros que exigem a manutenção de certos índices financeiros ou o cumprimento de determinadas obrigações. Qualquer inadimplemento dos termos de tais contratos que não seja sanado ou renunciado por seus respectivos credores poderá acarretar o vencimento antecipado do saldo devedor das respectivas dívidas e/ou de outros contratos financeiros. Determinados financiamentos incorridos contêm cláusulas que nos impedem de contrair dívida, a menos que o nosso índice de alavancagem seja menor que 4,75:1,0. Além disso, alguns dos contratos celebrados por nós impõem restrições à nossa capacidade de distribuir dividendos, contrair dívidas adicionais, ou até mesmo de dar garantias a terceiros ou a novos financiamentos. Dessa forma, caso ocorra qualquer evento de inadimplemento previsto em tais contratos, nosso fluxo de caixa e as demais condições financeiras poderão ser afetados de maneira adversa. Para mais informações acerca das restrições às quais estamos sujeitos por conta dos contratos de endividamento dos quais somos parte veja o item 10.1 (f) deste Formulário de Referência. Nossos seguros podem não prover a cobertura completa dos riscos a que estamos sujeitos, ou podem não estar disponíveis a um custo razoável. Nossas operações estão sujeitas a diversos riscos, incluindo riscos relacionados a reclamações a respeito de produtos, recalls, danos de propriedade e danos pessoais. Atualmente, mantemos seguros que cobrem diversos desses riscos, entretanto, em muitos casos, tais seguros são caros e de difícil acesso, não havendo nenhuma garantia que futuramente eles possam ser mantidos mediante termos aceitáveis, ou em valores suficientes para nos proteger contra perdas eventuais. A ocorrência de perdas ou demais responsabilidades que não estejam cobertas por seguro ou que excedam nossos limites de seguro poderão acarretar significativos custos adicionais não previstos, podendo afetar adversamente nossos resultados operacionais. Riscos sanitários possíveis ou efetivos relacionados à indústria de alimentos poderão prejudicar a capacidade de venda de nossos produtos. Caso nossos produtos fiquem contaminados, podemos estar sujeitos a demandas e recalls de nossos produtos. Estamos sujeitos a riscos que afetam a indústria de alimentos de forma geral, inclusive relacionados a: Deterioração ou contaminação de alimentos; Evolução das preferências do consumidor, preocupações nutricionais e relacionadas à saúde; Demandas pelo consumidor por responsabilidade de produto; PÁGINA: 17 de 311

24 4.1 - Descrição dos fatores de risco Adulteração de produtos; Provável indisponibilidade e custos para obtenção de seguro de responsabilidade de produto; e Custos e interrupção de operações causados por recall de produto. Possuímos sistemas projetados para monitorar os riscos de segurança alimentar em todas as fases de seus processos. Porém, esses sistemas, mesmo quando funcionando com eficiência, podem não eliminar os riscos relacionados à segurança alimentar. Como consequência, podemos fazer um recall voluntariamente ou sermos obrigados a fazer um recall de nossos produtos caso estejam ou possam estar contaminados, deteriorados ou indevidamente rotulados. Podemos ser responsabilizados caso o consumo de qualquer de nossos produtos cause doenças ou morte. Essa responsabilização pode advir de medidas judiciais ingressadas pelo Ministério Público, agências de defesa do consumidor ou por consumidores, agindo individualmente. Tais medidas judiciais podem acarretar em pagamento de indenizações consideráveis ao erário público ou aos próprios consumidores. O valor dessas indenizações poderá exceder os limites das nossas apólices de seguro. A publicidade negativa com relação a qualquer risco sanitário percebido ou real associado aos nossos produtos também pode fazer com que nossos clientes percam a confiança na segurança e qualidade de nossos produtos alimentícios, o que poderia prejudicar a nossa capacidade de venda de tais produtos. Poderíamos, ademais, ser prejudicados por riscos sanitários, percebidos ou reais, associados a produtos similares fabricados por terceiros, na medida em que esses riscos façam com que os nossos clientes percam a confiança na segurança e qualidade desse tipo de produto em geral. Quaisquer desses acontecimentos poderão causar um efeito adverso relevante sobre nós, inclusive por meio do pagamento de indenizações que, consequentemente, podem nos causar riscos de imagem. Mudanças nas preferências do consumidor podem prejudicar nossos negócios. Em geral, a indústria alimentícia está sujeita a tendências, demandas e preferências dos consumidores. As tendências do setor alimentício mudam frequentemente e o fato de não conseguirmos prever, identificar ou reagir a essas mudanças de tendências poderia acarretar a redução da demanda e dos preços dos nossos produtos, podendo ter um efeito adverso relevante sobre nosso negócio, situação financeira, resultados operacionais e o preço de mercado de nossas ações. Nosso desempenho depende de relações trabalhistas favoráveis com nossos empregados. Qualquer deterioração em tais relações ou o aumento dos custos trabalhistas poderão afetar adversamente nossos negócios. Em 31 de março de 2012, possuíamos empregados, representados em sua maioria por sindicatos trabalhistas. Qualquer aumento significativo nos nossos custos trabalhistas, deterioração das relações trabalhistas, operações tartaruga ou paralisações em quaisquer de nossas unidades, seja em decorrência de atividades sindicais, movimentação dos empregados ou de qualquer outra forma, poderão causar um efeito adverso relevante em nossos negócios, em nossa situação financeira, em nossos resultados operacionais e no valor de mercado de nossas ações. Somos dependentes de certos membros de nossa administração ( Administração ), formada pelo conselho de administração e diretoria. PÁGINA: 18 de 311

25 4.1 - Descrição dos fatores de risco As nossas operações são dependentes de alguns membros da nossa Administração, especialmente com relação à definição e implementação de nossas estratégias e desenvolvimento de nossas operações. Com a eventual melhora no cenário econômico nacional e internacional, poderemos sofrer risco de que tais pessoas chaves deixem de integrar nosso quadro de colaboradores, bem como poderemos ainda enfrentar dificuldades para a contratação de nova pessoa chave com as mesmas qualificações daquela que possa eventualmente nos deixar. Para que tenhamos capacidade para reter essas pessoas chave em nosso quadro de colaboradores, poderá ser necessária alteração substancial na nossa política de remuneração, a fim de fazer frente com eventuais propostas a serem oferecidas pelo mercado, o que poderá acarretar em um aumento nos nossos custos. Ressaltamos ainda que, caso uma dessas pessoas chave da nossa Administração deixe de exercer suas atuais atividades, poderemos sofrer um impacto adverso relevante em nossas operações, o que poderá afetar nossos resultados e nossa condição financeira. Flutuações no valor do real em relação ao dólar poderão prejudicar o nosso desempenho financeiro e os nossos resultados operacionais. Em 31 de março de 2012, 63,0% do nosso endividamento era denominado em dólar. A variação cambial, especialmente a do real em relação ao dólar, pode ter um impacto significativo para nossos negócios. Não podemos assegurar que conseguiremos proteger substancialmente nosso endividamento denominado em dólares, no futuro. Além disso, a flutuação do real em relação ao dólar poderá impactar primariamente nossas despesas financeiras e também os custos operacionais, o que poderá causar um efeito adverso sobre nossos resultados operacionais e financeiros. Nosso negócio pode ser adversamente afetado de modo relevante em razão de condições climáticas ou outros acontecimentos extremos, imprevistos e fora do nosso alcance, em nossas áreas de operação. Nosso negócio pode ser adversamente afetado por alterações do clima nas áreas nas quais operamos. Além disso, desastres naturais, incêndio, bioterrorismo, pandemias ou condições climáticas extremas, inclusive inundações, secas, frio, calor excessivo, furacões e outras tempestades, podem prejudicar a saúde e/ ou crescimento do gado leiteiro e também prejudicar as nossas operações devido a quedas de energia, escassez de combustível, danos às instalações de produção e processamento e interrupções em rede de transporte, entre outras coisas. Quaisquer desses fatores, bem como falhas dos nossos sistemas de informação, poderiam prejudicar nossos resultados financeiros. O uso de instrumentos financeiros derivativos pode afetar negativamente os resultados das nossas operações, especialmente em um mercado volátil e incerto. Temos utilizado instrumentos financeiros derivativos para administrar o perfil de risco associado a taxas de juros e exposição de moeda de nossa dívida. Como resultado da crescente volatilidade e variação do real em relação ao dólar, podem ocorrer mudanças significativas no valor justo do portfólio de instrumentos derivativos e podemos incorrer em perdas líquidas de nossos instrumentos financeiros derivativos. O valor justo de instrumentos derivativos flutua com o tempo, como resultado dos efeitos de taxas de juros futuras e da volatilidade do mercado financeiro. Esses valores devem ser analisados em relação aos valores justos das operações subjacentes e como uma parte da nossa exposição média total a flutuações na taxa de juros e em taxas de câmbio. Como a valorização é imprecisa e variável, é difícil prever exatamente a magnitude do risco decorrente do uso de instrumentos derivativos no futuro. Podemos ser afetados negativamente por nossas posições nos derivativos financeiros. Nosso negócio pode ser adversamente afetado caso não possamos utilizar de forma eficaz ou proteger qualquer uma de nossas marcas. Acreditamos que nosso posicionamento competitivo é consideravelmente influenciado pelas decisões que tomamos com relação a nossas marcas. Durante os últimos anos, realizamos investimentos que visavam, entre outras coisas, fortalecer a presença de nossas marcas e melhorar sua identidade e seu reconhecimento. PÁGINA: 19 de 311

26 4.1 - Descrição dos fatores de risco Atualmente, mantemos a maior parte de nossas marcas registradas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial ( INPI ). No entanto, nossas marcas estão constantemente sujeitas à utilização indevida e/ou violação por parte de terceiros. Ademais, não podemos garantir que nossos pedidos de registros sejam deferidos pelo INPI ou que os registros já concedidos sejam objeto de pedido de nulidade por terceiros. No caso de deferimento do pedido de nulidade ou decisão judicial desfavorável com relação ao uso de uma de nossas marcas, seremos impossibilitados de utilizar determinada marca. Quaisquer desses fatores podem prejudicar nossos resultados operacionais e financeiros. Adicionalmente, alguns acontecimentos poderão causar uma desvalorização de nossas marcas. Se nossa estratégia de marketing não for bem sucedida, se formos incapazes de entregar os produtos nos prazos e qualidade exigidos, se a introdução de novos produtos não tiver êxito ou na ocorrência de outros acontecimentos que prejudiquem a competitividade de nossos produtos, nossa imagem corporativa, nossos resultados operacionais e nossos resultados financeiros poderão ser adversamente afetados. b. A seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle. Os interesses de nosso acionista controlador podem ser conflitantes com os interesses de nossos investidores. Nosso acionista controlador tem poderes para, entre outras coisas, eleger a maioria dos membros de nosso conselho de administração e determinar o resultado de deliberações que exijam aprovação de acionistas, inclusive em operações com partes relacionadas, reorganizações societárias, alienações de ativos, parcerias e a época do pagamento de quaisquer dividendos futuros, observadas as exigências de pagamento do dividendo obrigatório, impostas pela Lei das Sociedades por Ações. Nosso acionista controlador poderá ter interesse em realizar aquisições, alienações de ativos, parcerias, buscar financiamentos ou operações similares que podem ser conflitantes com os interesses dos nossos investidores e causar um efeito material adverso para nós. c. A seus Acionistas A relativa volatilidade e a falta de liquidez do mercado de capitais brasileiro poderão limitar substancialmente a capacidade dos nossos investidores de vender as ações de nossa emissão ao preço e na ocasião desejados. O investimento em valores mobiliários negociados em mercados emergentes, tal como o Brasil, envolve, com frequência, maior risco em comparação a outros mercados mundiais, sendo tais investimentos considerados, em geral, de natureza mais especulativa. O mercado brasileiro de valores mobiliários é consideravelmente menor, menos líquido, mais volátil e mais concentrado do que os principais mercados de valores mobiliários mundiais. Em 31 de dezembro de 2011, o valor total de capitalização das companhias listadas na BM&FBOVESPA S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros ( BM&FBOVESPA ) correspondia a aproximadamente R$2,29 trilhão. Essas características do mercado de capitais brasileiro poderão limitar consideravelmente a capacidade do investidor de vender as ações de nossa emissão ao preço e momento desejados, o que pode ter um efeito adverso relevante sobre a cotação das nossas ações. Os titulares de nossas ações poderão não receber dividendos. De acordo com a Lei de Sociedades por Ações e com nosso estatuto social, nossos acionistas fazem jus a um dividendo mínimo de pelo menos 25% de nosso lucro líquido anual, conforme determinado e ajustado. Esses ajustes do lucro líquido para os fins de cálculo da base dos dividendos incluem contribuições a diversas reservas que efetivamente reduzem o valor disponível para o pagamento de dividendos. A despeito da exigência do dividendo obrigatório, podemos optar por não pagar dividendos aos nossos acionistas em qualquer exercício fiscal se o nosso conselho de administração determinar que essas distribuições não seriam aconselháveis em vista de nossa condição financeira. PÁGINA: 20 de 311

27 4.1 - Descrição dos fatores de risco Podemos vir a precisar de capital adicional no futuro, por meio da emissão de valores mobiliários, o que poderá resultar em uma diluição da participação do investidor em nossas ações. É possível que tenhamos interesse em captar recursos no mercado de capitais por meio de emissão de ações e/ou colocação pública ou privada de títulos conversíveis em ações. A captação de recursos adicionais por meio da emissão pública de ações, que pode não prever direito de preferência aos nossos acionistas, poderá acarretar diluição da participação acionária do investidor em nosso capital social. d. Às suas controladas e coligadas Todos os fatores de risco apresentados neste item 4.1 também são aplicáveis à S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor e suas controladas. e. A seus Fornecedores Não aplicável. f. A seus clientes A consolidação dos nossos clientes poderá ter impacto negativo sobre os nossos negócios. Nossos clientes, tais como supermercados, clubes atacadistas e distribuidores de alimentos, realizaram consolidações nos últimos anos. Essas consolidações produziram clientes de grande porte, sofisticados, com maior poder de compra, e, portanto, mais aptos a operar com estoques menores, opondo-se a aumentos de preços e exigindo preços menores, aumento de programas promocionais e produtos especificamente personalizados. Esses clientes também podem usar espaço para exposição atualmente utilizado para os nossos produtos para seus produtos, de marca própria. Caso não sejamos capazes de reagir a essas tendências, o crescimento do nosso volume de vendas poderá diminuir, prejudicando nossos resultados financeiros e o preço das nossas ações. g. Aos setores da economia nos quais o emissor atue Atuamos em segmentos de alta concorrência, tendo como competidores desde pequenas empresas a grandes multinacionais, o que pode ter um efeito adverso para nós. Os segmentos de mercado em que atuamos são altamente competitivos e enfrentamos concorrência de outras companhias sólidas, com presença tanto nos mercados nacional quanto internacional, sendo que algumas delas têm maior facilidade do que nós para obter acesso a capital, tais como Unilever Brasil Ltda., Nestlé Brasil Ltda., Bunge Brasil S.A. e Danone Ltda. Ademais, estas empresas oferecem uma grande variedade de produtos nos segmentos em que atuamos, de modo a competir com a maior parte de nossas linhas de produtos. Enfrentamos, ainda, concorrência de pequenos produtores locais que possuem boa aceitação em certos mercados, além do fato de que novos concorrentes poderão entrar em nossos mercados. Qualquer um destes fatores pode ter um efeito adverso relevante para nós. Um aumento na concentração do mercado varejista pode forçar a uma redução nas margens praticadas pelas empresas do setor, afetando a rentabilidade dessas empresas, incluindo a nossa. Parcela relevante da produção das empresas do setor de alimentos, inclusive a nossa, é distribuída via mercado varejista. A concentração do mercado varejista em um número reduzido de grandes empresas que atuam nas mesmas regiões, o que acreditamos ter sido uma tendência mundial e que pode se verificar no Brasil, ainda que em menor intensidade, aumenta o poder de barganha dos clientes varejistas, que podem utilizar seu poder de mercado para forçar a redução dos preços praticados pelas empresas do setor. Essa redução de preços pode afetar negativamente o faturamento e a rentabilidade dessas empresas, incluindo a nossa. Além disso, a PÁGINA: 21 de 311

28 4.1 - Descrição dos fatores de risco continuidade da concentração dos setores varejistas pode provocar a diminuição da base de clientes das empresas do setor, elevando sua dependência dos grandes grupos varejistas, e, portanto, potencializando o poder de barganha desses clientes, podendo afetar adversamente nossa rentabilidade. As grandes redes varejistas normalmente selecionam fornecedores de produtos que possam atender suas necessidades nacionalmente. Se não vendermos nossos produtos para tais redes varejistas ou se os nossos produtos não estiverem colocados em lugares de destaque nas gôndolas de suas lojas, nossos volumes de venda podem ser reduzidos significativamente. Além disso, distribuidores nacionais ou regionais podem não querer fazer a distribuição de alguns de nossos produtos. Em razão do alto grau de consolidação dos distribuidores nacionais de produtos alimentícios, a decisão de qualquer desses distribuidores em não distribuir nossos produtos pode ter um impacto adverso nas nossas receitas. Eventuais crises de natureza fitossanitária que assolem os rebanhos leiteiros brasileiros podem reduzir a oferta de matérias-primas para o setor, ou provocar uma substancial elevação nos custos de aquisição de matéria-prima. As empresas do setor de lácteos têm no leite in natura sua matéria-prima mais importante. Por se tratar de um produto de origem animal, a qualidade do leite depende fundamentalmente da condição de saúde de suas matrizes produtoras (o gado leiteiro). Desta forma, eventuais problemas fitossanitários (tais como epidemias de febre aftosa), que impactem na saúde dos rebanhos leiteiros no Brasil, produzirão efeitos na oferta e na qualidade das matérias-primas disponíveis à indústria de lácteos, bem como elevarão seus custos de aquisição. Nossa exposição à volatilidade dos custos e demais eventos relacionados às principais matérias-primas de nossos principais produtos, particularmente em relação ao preço do óleo de soja bruto, do leite in natura e de nossas embalagens poderá ter um efeito adverso relevante em nossos custos operacionais. As principais matérias-primas de nossos principais produtos são o leite in natura e o óleo de soja bruto. Por serem commodities, os preços da soja e do óleo de soja bruto são fixados no mercado pela oferta e procura da soja. Como referencial dos preços praticados, o mercado se orienta, inclusive no Brasil, pelas cotações internacionais na Bolsa de Mercadoria de Chicago, nos Estados Unidos, estando sujeitos a variações em função das situações de oferta e demanda desses produtos no mercado internacional e à variação do dólar em relação ao real. O preço e a quantidade de leite in natura que adquirimos são negociados periodicamente com nossos fornecedores, de modo que os custos com a aquisição de leite in natura também podem variar periodicamente. Ademais, tanto a produção de leite como a de soja dependem de fatores climáticos e sanitários favoráveis para a sua produção e sujeitam-se aos riscos inerentes à atividade agropecuária. Caso ocorram situações climáticas desfavoráveis ou doenças e pragas atinjam os rebanhos de leite ou as regiões produtoras de soja, a produção de leite e soja no Brasil poderá ser diminuída, resultando no aumento significativo do preço dessas matérias-primas. Caso o preço da soja ou do leite in natura sofram um acréscimo significativo e não consigamos repassar esse aumento ao preço dos nossos produtos ou reduzir nossos custos operacionais para compensar esse aumento, nossa margem operacional será reduzida. As embalagens também são importantes componentes do nosso processo produtivo. O preço das embalagens é relativamente volátil, uma vez que está vinculado aos preços internacionais do petróleo, alumínio, celulose e outras commodities, que também são estabelecidos com base na oferta e demanda destes produtos no mercado internacional e na variação do dólar em relação ao real. Historicamente, o preço do petróleo sofre grandes flutuações devido a uma série de fatores, sobre os quais não temos e não teremos qualquer controle. h. À regulação dos setores em que o emissor atue A desobediência ao preceito de licenciamento pode acarretar sanções penais e administrativas, independentemente da responsabilidade de reparação de eventuais danos causados ao meio ambiente. Nossas atividades exercidas estão sujeitas a uma extensa legislação federal, estadual e municipal, relativa à preservação ambiental. A emissão de gases poluentes e a geração de PÁGINA: 22 de 311

29 4.1 - Descrição dos fatores de risco resíduos líquidos e sólidos devem obedecer a padrões de proteção ao meio ambiente, nos termos da Constituição Federal, bem como da legislação federal, estadual e municipal em vigor. Mudanças nas atuais leis e regulamentações ambientais que obriguem as empresas a realizar investimentos substanciais para o seu cumprimento poderão afetar nossos negócios, condição financeira ou o resultado de nossas operações. A não observância das leis e regulamentos ambientais pode resultar, independentemente da obrigação de reparar danos ambientais, na aplicação de sanções de natureza penal e administrativa. Conforme o disposto na Lei Federal n.º 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para as pessoas físicas (incluindo, entre outros, no exercício de suas funções, os diretores, administradores e gerentes de pessoas jurídicas), poderão ser aplicadas penas restritivas de direitos e privativas de liberdade, e, para as pessoas jurídicas, as penas poderão ser de multa, restritivas de direitos e prestação de serviços à comunidade. Administrativamente, as sanções podem variar desde imposições de advertências e multas, até a suspensão parcial ou total de atividades, podendo também incluir a perda ou restrição de incentivos fiscais e o cancelamento ou suspensão de linhas de financiamento junto a estabelecimentos oficiais de crédito, bem como a proibição de contratar com o poder público. Não se pode garantir que os custos de adequação das nossas atividades à legislação ambiental, ou que eventual ação ajuizada contra nós em decorrência de descumprimento à legislação ambiental não irão resultar em efeitos negativos sobre as nossas atividades, condição financeira e resultados operacionais. Alterações na legislação fiscal podem resultar em aumento de certos tributos diretos e indiretos, o que poderia reduzir a nossa margem líquida e afetar negativamente nosso desempenho financeiro. O governo brasileiro implementa, de tempos em tempos, modificações nos regimes fiscais que podem aumentar a nossa carga tributária e de nossos clientes. Tais modificações incluem alteração na incidência e edição de tributos temporários, cujos recursos seriam destinados a específicos fins governamentais. Não podemos prever as mudanças na legislação fiscal brasileira que podem ser propostas ou editadas. Futuras modificações na legislação fiscal podem resultar em aumento da nossa carga tributária e de suas subsidiárias, o que poderia reduzir nossa margem líquida e afetar negativamente nosso desempenho financeiro. i. Aos países estrangeiros onde o emissor atue Não aplicável, pois as vendas nos países estrangeiros não são relevantes para os nossos negócios. Para mais informações a esse respeito, veja o item 7.6 deste Formulário de Referência. PÁGINA: 23 de 311

30 4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco Atualmente, não identificamos cenário de aumento ou redução dos riscos mencionados no item 4.1 deste Formulário de Referência. PÁGINA: 24 de 311

31 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Somos parte em processos judiciais de natureza trabalhista, tributária e cível. De acordo os nossos advogados internos e externos, determinamos o valor provisionado com base em uma avaliação de probabilidade de perda, classificada como provável, possível ou remota. As provisões são constituídas para aquelas perdas consideradas possíveis e também para os casos em que tal provisionamento é prudente tendo em vista a experiência da nossa administração em situações similares. Apesar de constituirmos provisões para perdas que possam resultar de tais processos, o valor provisionado pode ser diferente das perdas efetivamente constituídas. Em 31 de março de 2012, éramos parte em aproximadamente 456 processos judiciais e administrativos, cujo total envolvido era de aproximadamente R$228,0 milhões. Desse valor, R$3,6 milhões referem-se a casos para os quais classificamos o risco de perda como provável ou possível. Não constituímos provisões para casos em que o risco de perda foi classificado como remoto (aproximadamente R$224,4 milhões). A tabela abaixo apresenta a posição consolidada de nossas provisões em 31 de março de de março de 2012 (em milhares de R$) Trabalhistas ,0 Cíveis ,0 Total ,0 Destacamos abaixo os processos judiciais de maior relevância em que nós e nossa controlada somos parte. Com relação a estes processos, apresentamos aqueles obtidos a partir de uma materialidade de R$5,0 milhões, o que representa 0,4% do nosso patrimônio líquido em 31 de março de 2012 (R$1.213,1 milhões). Dessa forma, apresentamos abaixo os processos cujos impactos financeiros, em caso de perda, superam a referida materialidade. Processo n.º Juízo Instância 7ª Vara das Execuções Fiscais Federais de São Paulo Primeira Data de instauração 18/06/2009 Partes no processo Valores, bens ou direitos envolvidos União x S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor R$ ,83 Principais fatos Trata-se de ação de execução fiscal para cobrança de COFINS do 1º Trimestre de Chance de perda Análise do impacto em caso de perda do processo Valor provisionado Remota O débito cobrado nesta execução foi incluído no parcelamento do REFIS IV. R$0,00 Processo n.º PÁGINA: 25 de 311

32 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Juízo Instância 10ª Vara das Execuções Fiscais Federais de São Paulo Primeira Data de instauração 04/11/2008 Partes no processo Valores, bens ou direitos envolvidos Principais fatos Chance de perda Análise do impacto em caso de perda do processo Valor provisionado União x S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor R$ ,97 Trata-se de ação de execução fiscal para cobrança de PIS e COFINS do ano de Remota O débito cobrado nesta execução foi incluído no parcelamento do REFIS IV. R$0,00 Processo n.º Juízo Instância 1ª Vara das Execuções Fiscais Federais de São Paulo Primeira Data de instauração 18/12/2007 Partes no processo Valores, bens ou direitos envolvidos Principais fatos Chance de perda Análise do impacto em caso de perda do processo Valor provisionado União x S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor R$ ,48 Trata-se de ação de execução fiscal para cobrança de COFINS do ano de Remota O débito cobrado nesta execução foi incluído no parcelamento do REFIS IV. R$0,00 Processo n.º Juízo Instância 1ª Vara das Execuções Fiscais Federais de São Paulo Primeira Data de instauração 07/03/2007 PÁGINA: 26 de 311

33 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes Partes no processo Valores, bens ou direitos envolvidos Principais fatos Chance de perda Análise do impacto em caso de perda do processo Valor provisionado União x S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor R$ ,05 Trata-se de ação de execução fiscal para cobrança de IRPJ do ano de Remota O débito cobrado nesta execução foi incluído no parcelamento do REFIS IV. R$0,00 Processo n.º Juízo Instância 2ª Vara das Execuções Fiscais Federais de São Paulo Primeira Data de instauração 29/09/2008 Partes no processo Valores, bens ou direitos envolvidos Principais fatos Chance de perda Análise do impacto em caso de perda do processo Valor provisionado União x S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor R$ ,54 Trata-se de ação de execução fiscal para cobrança de COFINS do ano de O débito cobrado nesta execução foi incluído no parcelamento do REFIS IV. Remota O débito cobrado nesta execução foi incluído no parcelamento do REFIS IV. R$0,00 Processo n.º Juízo Instância Serviço Anexo Fiscal de São Caetano do Sul Primeira Data de instauração 10/12/2008 Partes no processo Valores, bens ou direitos União x S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor R$ ,22 PÁGINA: 27 de 311

34 4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes envolvidos Principais fatos Chance de perda Análise do impacto em caso de perda do processo Valor provisionado Trata-se de ação de execução fiscal para cobrança de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS do ano de O débito cobrado nesta execução foi incluído no parcelamento do REFIS IV. Remota O débito cobrado nesta execução foi incluído no parcelamento do REFIS IV. R$0,00 Auto de Infração nº Juízo Instância Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná Primeira instância Administrativa Data de instauração 08/02/2012 Partes no processo Valores, bens ou direitos envolvidos Principais fatos Chance de perda Análise do impacto em caso de perda do processo Valor provisionado Secretaria da Fazenda do Estado do Paraná x S.A. Fábrica de Produtos Alimentícios Vigor R$ ,34 Trata-se de autuação por utilização de crédito de ICMS em desacordo com a legislação em 2 hipóteses: i. crédito de 7% em relação as saídas interestaduais de leite cru e; ii. crédito de 4% em relação as entradas de leite cru de produtores do Estado do Paraná. Remota A Companhia entende que houve erro na interpretação do fiscal nas duas hipóteses da autuação. No entanto, há controvérsia quanto à ocorrência ou não de processo de industrialização do leite recebido no estabelecimento autuado, de modo que há possibilidade de que o Auto de Infração seja mantido quanto à primeira hipótese supra mencionada. R$0,00 PÁGINA: 28 de 311

35 4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores Em 31 de março de 2012, não havia processos judiciais, administrativos ou arbitrais, que não estivessem sob sigilo, em que nós ou nossas controladas éramos parte e cujas partes contrárias eram administradores ou ex-administradores, controladores ou ex-controladores ou investidores nossos ou de nossas controladas. PÁGINA: 29 de 311

36 4.5 - Processos sigilosos relevantes Em 31 de março de 2012, não existiam processos sigilosos relevantes em que nós ou nossas controladas fôssemos parte. PÁGINA: 30 de 311

37 4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em conjunto Em 31 de março de 2012, éramos parte em oito processos de natureza fiscal, os quais podem ser descritos agrupadamente da seguinte forma: PROCESSOS FISCAIS REPETITIVOS Valores envolvidos (aproximados) Valor provisionado, se houver provisão Prática do emissor ou de suas controladas que causou tal contingência R$ ,28 R$0,00 Processos de Programa de Integração Social PIS - questionamento dos seguintes aspectos: (a) inconstitucionalidade do tributo instituído pela Lei Complementar n.º 7/70; (b) tributação de outras receitas operacionais de acordo com a Lei n.º 9.718/98; e (c) compensação dos valores devidos com títulos da dívida pública. PROCESSOS FISCAIS REPETITIVOS Valores envolvidos (aproximados) Valor provisionado, se houver provisão Prática do emissor ou de suas controladas que causou tal contingência R$ ,16 R$0,00 Processos de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS - questionamento dos seguintes aspectos: (a) aumento de alíquota de 2% para 3% de acordo com a Lei n.º 9.718/98 questionamento até julho de 2003; e (b) compensação dos valores devidos com títulos da dívida pública. Decisões desfavoráveis em processos judiciais ou administrativos que podem causar efeitos adversos nos nossos negócios, condição financeira e resultados operacionais. Em 31 de março de 2012, não figurávamos como parte em processos judiciais cujas decisões desfavoráveis em processos judiciais ou administrativos pudessem causar efeitos adversos nos nossos negócios, condição financeira e resultados operacionais. Para maiores informações a respeito dos processos judiciais ou administrativos de que somos parte, veja o item 4.3 deste Formulário de Referência. PÁGINA: 31 de 311

38 4.7 - Outras contingências relevantes Na presente data, não possuímos outras contingências relevantes. PÁGINA: 32 de 311

39 4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados Não aplicável, tendo em vista que somos um emissor nacional, com sede no Brasil, e com ações custodiadas neste país. PÁGINA: 33 de 311

40 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado Acontecimentos e a percepção de riscos em outros países, especialmente os Estados Unidos e países de economia emergente, podem prejudicar o preço de mercado dos valores mobiliários brasileiros, inclusive das ações de nossa emissão. O valor de mercado de valores mobiliários de companhias brasileiras é influenciado, em diferentes escalas, pelas condições econômicas e de mercado de outros países, incluindo outros países da América Latina e países de economia emergente. Embora a conjuntura econômica nesses países possa ser significativamente diferente da conjuntura econômica no Brasil, a reação dos investidores aos acontecimentos nesses outros países pode causar um efeito adverso sobre o valor de mercado dos valores mobiliários de emissores brasileiros. Crises em outros países de economia emergente podem reduzir o interesse dos investidores nos valores mobiliários dos emissores brasileiros, inclusive os valores mobiliários de nossa emissão. Isso poderia prejudicar o preço de mercado das ações de nossa emissão, além de dificultar o nosso acesso ao mercado de capitais e ao financiamento de nossas operações no futuro em termos aceitáveis, ou sob quaisquer condições. A economia brasileira também é afetada por condições econômicas e de mercado internacionais de modo geral, especialmente condições econômicas e de mercado dos Estados Unidos. Os preços das ações na BM&FBOVESPA, por exemplo, historicamente foram sensíveis a flutuações das taxas de juros dos Estados Unidos, bem como às variações dos principais índices de ações norte-americanos. Ainda, reduções na oferta de crédito e a deterioração das condições econômicas em outros países, incluindo, mas não limitado a, a crise da dívida que afeta alguns países da União Europeia, podem prejudicar os preços de mercado dos valores mobiliários brasileiros. Estamos sujeitos a variações nas taxas de câmbio e de juros. Em 31 de março de 2012, 63,0% do nosso endividamento era denominado em dólar, no entanto, não possuíamos empréstimos sujeitos a variações da taxa de juros. Oscilações nas taxas de câmbio e de juros correntes decorrem de diversos fatores fora do nosso controle. Caso as taxas de câmbio e de juros aumentem significativamente, nossas despesas financeiras aumentarão e nossa capacidade de obter financiamentos poderá diminuir, o que poderá afetar adversamente nossos resultados. Oscilações das taxas de juros poderão provocar efeito prejudicial no nosso negócio e nos preços de mercado das nossas ações. O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil estabelece as taxas básicas de juros para o sistema bancário brasileiro em geral. Em 31 de março de 2012, não havia saldo de dívidas em aberto (i) denominadas (ou conversíveis) em reais e atreladas a taxas do mercado financeiro brasileiro ou a índices de inflação, tais como TJLP, taxa de juros aplicadas em contratos financeiros firmados com o BNDES e taxa CDI; e (ii) denominadas em dólares e atreladas a LIBOR. No entanto, caso futuramente apresentemos saldo de dívidas nestas condições, uma elevação do CDI, da TJLP ou da LIBOR poderá ter impacto negativo nos nossos resultados, na medida em que pode aumentar nossos custos da dívida. A inflação e certas medidas tomadas pelo governo federal do Brasil para combatê-la, incluindo aumentos nas taxas de juros, poderão contribuir para a incerteza econômica no Brasil, e podem gerar um efeito adverso relevante sobre nossa condição financeira, nossos resultados operacionais e o preço de mercado de nossas ações. No passado, o Brasil registrou taxas de inflação extremamente altas. A inflação e certos atos do governo para combatê-la causaram, no passado, efeitos significativamente negativos sobre a economia brasileira. Desde a introdução do Plano Real, em julho de 1994, no entanto, a inflação brasileira tem sido substancialmente menor do que nos períodos anteriores. No ano de 1993, por exemplo, a inflação atingiu taxas de 2.477,2%, enquanto nos anos mais recentes de 2009, 2010 e 2011, atingiu taxas de 4,3%, 5,9% e 6,5%, respectivamente, segundo dados do IBGE. No entanto, pressões inflacionárias persistem e medidas adotadas para combatê-las, bem como a especulação sobre as medidas futuras que possam vir a ser adotadas pelo governo federal, têm gerado ao longo dos últimos anos um clima de incerteza econômica no Brasil e aumentado a PÁGINA: 34 de 311

41 5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado volatilidade do mercado de capitais brasileiro. O Brasil poderá vivenciar altos índices de inflação no futuro. As pressões inflacionárias podem levar a intervenções governamentais sobre a economia, incluindo a introdução de políticas que podem afetar adversamente o desempenho geral da economia brasileira, o que, por sua vez, poderia afetar adversamente nossas operações e o valor de mercado das nossas ações. A volatilidade do real em relação ao dólar, euro e outras moedas pode ter um efeito adverso relevante sobre nós e sobre o preço de mercado de nossas ações. Historicamente, a moeda brasileira sofreu frequentes desvalorizações. O governo federal implementou diversos planos econômicos e utilizou diversas políticas cambiais, incluindo desvalorizações repentinas, mini desvalorizações periódicas durante as quais a frequência dos ajustes variou de diária a mensal, sistemas de mercado de câmbio flutuante, controles cambiais e mercado de câmbio paralelo. De tempos em tempos, houve flutuações significativas da taxa de câmbio entre o real e o dólar e outras moedas. Segundo dados do Banco Central, no fechamento dos anos de 2009, 2010 e 2011, a taxa de câmbio entre o real e o dólar era de R$1,741, R$1,666 e R$1,876, respectivamente. Em 31 de março de 2012, a taxa de câmbio entre o real e o dólar era de R$1,822 por US$1,00. Uma parcela significativa do nosso endividamento é, e esperamos que continue sendo, denominada ou indexada em dólares norte americanos e em outras moedas estrangeiras. Nossa exposição a moedas estrangeiras, em 31 de março de 2012 era de, aproximadamente, R$184,0 milhões. Administramos parte de nosso risco cambial por meio de instrumentos derivativos em moeda estrangeira, sem que nossa exposição líquida por endividamento em moeda estrangeira esteja totalmente coberta por hedge. Além disso, é possível que não haja disponibilidade no mercado para a realização de operações de hedge a custos razoáveis. A menos que efetuemos, com sucesso, operações de hedge para toda nossa exposição em moeda estrangeira, qualquer desvalorização cambial pode ter um efeito adverso relevante nos nossos negócios e nos nossos resultados operacionais. Adicionalmente, uma desvalorização ou uma taxa de câmbio menos favorável poderia efetivamente aumentar a despesa de juros em relação à nossa dívida em dólares. PÁGINA: 35 de 311

42 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado a. Riscos para os quais se busca proteção Buscamos proteção contra riscos de crédito e riscos de variações de taxas de câmbio, taxas de juros e preços na compra de óleo de soja. Adicionalmente estamos implementado proteções contra riscos de variações do preço de compra do açúcar e do óleo de palma. b. Estratégia de proteção patrimonial (hedge) Possuímos uma política para gerenciamento de riscos cujo controle e gestão é de responsabilidade de nossa tesouraria, que se utiliza de instrumentos de controle através de sistemas adequados e profissionais capacitados na mensuração, análise e gestão de riscos. Nossas estratégias compreendem desde análises detalhadas das demonstrações financeiras de nossos clientes e consultas a órgãos de monitoramento de crédito e risco até a zeragem de exposições em mercados futuros em bolsa de valores e mercadorias. Uma vez identificadas nossas exposições, as unidades de negócio precificam e zeram nossos riscos junto à tesouraria, que consolida esses riscos e busca proteção com operações no mercado de bolsa de valores. Esses riscos são monitorados diariamente para corrigir exposições adicionais ocasionadas por riscos de "gaps" e controles de margens e ajustes. A discricionariedade da tesouraria em determinar os limites de posição necessários para minimizar nossa exposição a moedas e/ou taxas de juros está limitada aos parâmetros de análise do VAR (Value at Risk) da carteira de derivativos. c. Instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge) Risco de taxas de juros Nosso risco de taxa de juros sobre aplicações financeiras, empréstimos e financiamentos é reduzido através da estratégia de equalização das taxas contratadas à taxa CDI, por meio de contratos de mercado futuro em bolsa de valores. Risco de variação cambial Nosso risco de variação cambial sobre os empréstimos, financiamentos, contas a receber em moedas estrangeiras decorrentes de exportações, estoques e outras obrigações eventuais, denominadas em moeda estrangeira, é protegido por meio de uma estratégia de minimização da posição diária de ativos e passivos expostos à variação de taxas de câmbio, através da contratação de hedge de futuro de câmbio na BM&FBOVESPA e contratos de swap (troca de variação cambial por variação da taxa CDI), buscando o zeramento da posição. Risco de crédito Somos potencialmente sujeitos a riscos de créditos relacionados com as contas a receber. As estratégias de redução do risco de crédito baseiam-se na pulverização da carteira (não possuímos clientes ou grupo empresarial que represente mais de 10% do nosso faturamento consolidado), concessão de crédito relacionada com índices financeiros e operacionais saudáveis, análise detalhada da idoneidade financeira dos nossos clientes através do CNPJ próprio, empresas coligadas e CPF dos sócios, e através de consultas a órgãos de informações, além do monitoramento constante de nossos clientes. Risco de preço na compra de óleo de soja Nosso ramo de atuação está exposto à volatilidade dos preços do óleo de soja, cuja variação resulta de fatores fora do controle da nossa administração, tais como fatores climáticos, volume da oferta, custos de transporte, políticas agrícolas e outros. De acordo com nossa política de estoque, mantemos nossa estratégia de gestão de risco, atuando no controle físico, que inclui compras antecipadas, aliadas com operações no mercado futuro, e reduzindo a posição diária de contratos de compra de óleo de soja para entrega futura, através da contratação de hedge de futuro de óleo de soja na BM&FBOVESPA, visando o zeramento da posição e garantindo o preço de mercado. PÁGINA: 36 de 311

43 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado Adicionalmente estamos implementado proteções contra riscos das variações do preço de compra do açúcar e do óleo de palma. d. Parâmetros utilizados para o gerenciamento desses riscos Risco de Taxas de Juros Os parâmetros para cobertura levam em consideração a relevância da exposição líquida, baseados em valores, prazos e taxas de juros em comparação com a taxa CDI. Os controles internos utilizados para gerenciamento do risco e cobertura são feitos através de planilhas de cálculo e acompanhamento das operações efetuadas e cálculo do VAR para 1 dia, com intervalo de confiança de 99%. Risco de variação cambial O parâmetro para proteção se baseia na exposição líquida em moeda estrangeira, buscando reduzir a exposição excessiva aos riscos de variações cambiais, equilibrando nossos ativos não denominados em reais com nossas obrigações não denominadas em reais, protegendo assim nosso balanço patrimonial. Os controles internos utilizados para gerenciamento do risco e cobertura são feitos através de planilhas de cálculo e acompanhamento das operações efetuadas e cálculo do VAR para 1 dia, com intervalo de confiança de 99%. Risco de crédito Limitamos nossa exposição ao risco de crédito por cliente e por mercado, através de nossa área de análise de crédito e gestão da carteira de clientes. Desta forma, busca-se reduzir a exposição econômica a um dado cliente e/ou mercado que possa vir a representar perdas expressivas em caso de inadimplência. Risco de preço na compra de óleo de soja Os parâmetros para redução do risco de compra de óleo de soja são baseados na posição da carteira física dos contratos de compra de óleo de soja, considerando valores e prazos negociados. Nossos controles internos utilizados para gerenciamento do risco e cobertura são feitos através de planilhas de cálculo e acompanhamento das operações efetuadas e cálculo do VAR para 1 dia, com intervalo de confiança de 99%. e. Operação com instrumentos financeiros com objetivos diversos de proteção patrimonial (hedge) e quais são esses objetivos Operamos instrumentos financeiros com o objetivo exclusivo de proteção patrimonial (hedge). f. Estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos Nossa gestão de riscos é basicamente corporativa, sendo efetuada e controlada em nível global pela JBS S.A. Possuímos uma política formal para gerenciamento de riscos cujo controle e gestão é de responsabilidade da tesouraria, que se utiliza de instrumentos de controle através de sistemas adequados e profissionais capacitados na mensuração, análise e gestão de riscos. Nosso estatuto social concede ao conselho de administração a faculdade de criar comitês com objetivos definidos para assessorá-lo no desempenho de suas funções, os quais serão órgãos auxiliares, sem poderes deliberativos. Na data deste Formulário de Referência, todavia, os comitês, tais como o financeiro e de gestão de risco, não se encontram instalados. g. Adequação da estrutura operacional e controles internos para verificação da efetividade da política adotada Em nossa política de gerenciamento de riscos, monitorada permanentemente pelo Comitê Financeiro e por executivos financeiros da JBS S.A, que têm sob sua responsabilidade a definição PÁGINA: 37 de 311

44 5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado da estratégia da Administração na gestão desses riscos, determinando os limites de posição e exposição. Adicionalmente, não são permitidas operações com instrumentos financeiros de caráter especulativo. PÁGINA: 38 de 311

45 5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado Não houve qualquer alteração significativa nos principais riscos de mercado a que estamos expostos ou em nossa política de gerenciamento de riscos desde nossa constituição. PÁGINA: 39 de 311

46 5.4 - Outras informações relevantes Não existem outras informações relevantes sobre esta seção 5. PÁGINA: 40 de 311

47 6.1 / 6.2 / Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM Data de Constituição do Emissor 03/01/2011 Forma de Constituição do Emissor Sociedde por Ações País de Constituição Brasil Prazo de Duração Prazo de Duração Indeterminado Data de Registro CVM 02/04/2012 PÁGINA: 41 de 311

48 6.3 - Breve histórico A Vigor foi fundada em 1917 como uma pequena fábrica de leite condensado na cidade de Itanhandu, no Estado de Minas Gerais, e uma pequena operação de envase de leite pasteurizado, tendo sido a primeira empresa a fornecer leite pasteurizado na cidade de São Paulo. Na época, a Vigor processava menos de litros de leite por dia. Em novembro de 1982, a Vigor adquiriu o controle da Companhia Leco de Produtos Alimentícios ( Leco ), tornando-se uma das principais empresas de lácteos do país. Ao final do ano de 1982, sua capacidade instalada de processamento de leite pasteurizado e demais derivados atingia 1 milhão de litros por dia. Em fevereiro de 1984, a Vigor e a Leco obtiveram seus registros de companhias abertas e distribuíram ao público 12 milhões de ações preferenciais no valor total de US$8,3 milhões. Em 1986, com o intuito de diversificar sua produção, a Vigor firmou uma joint venture com a dinamarquesa Arla Foods, à razão de 50%, por meio da qual criaram a Dan Vigor Indústria e Comércio de Laticínios Ltda., cuja finalidade era produzir queijos brancos frescos como queijo minas frescal, cream cheese e requeijão, bem como introduzir no país a tecnologia de ultra filtração para a produção de queijos. Em 1990, a capacidade instalada de produção da Vigor já atingia sua atual capacidade de 1,5 milhões de litros de leite por dia, volume esse atingido após a aquisição da Leco e mediante outros investimentos na captação de leite. Em 21 de setembro de 1995, por meio de sua subsidiária Leco, a Vigor adquiriu a ROB Refino de Óleos Brasil Ltda., tradicional companhia de óleo vegetal, atuante nesse mercado desde Com a incorporação e consequente consolidação das operações de ambas as empresas, em novembro de 2001, a Vigor decidiu que sua subsidiária Leco atuaria somente no segmento de óleos vegetais, mais especificamente na industrialização, comercialização, importação, exportação e refino de produtos de origem vegetal e/ou animal, bem como seus subprodutos para fins alimentícios. Em março de 1998, a Vigor obteve seu registro junto à Securities and Exchange Commission e à New York Stock Exchange, aderindo ao programa de Nível 1 de ADR (American Depositary Receipt). Em setembro de 2001, a Vigor aderiu ao Nível 1 de Práticas Diferenciadas da BM&FBOVESPA, sendo uma das primeiras empresas nacionais de capital aberto a integrar o Índice de Governança Corporativa (IGC), de acordo com dados divulgados pela própria BM&FBOVESPA. Em junho de 2007, visando a um maior crescimento no mercado de lácteos, a Vigor adquiriu a Laticínios Serrabella Ltda. ( Serrabella ), empresa voltada exclusivamente para a fabricação de queijos especiais, oferecendo uma linha completa de produtos desenvolvidos artesanalmente. Em novembro de 2007, o controle indireto da Vigor foi adquirido pela Bertin S.A. ( Bertin ), sendo adotado um modelo de gestão compartilhada de controle. Essa transação permitiu que, em conjunto, os grupos Bertin e Vigor se tornassem um dos maiores players do segmento de carnes e lácteos da América Latina. Em 26 de dezembro de 2008, a Bertin realizou uma oferta pública de aquisição das ações da Vigor e da Leco e, desta forma, fechou o capital e adquiriu o controle de ambas as companhias. Em 29 de dezembro de 2009, foi aprovada a incorporação da totalidade das ações de emissão da Bertin pela JBS. Em contrapartida, os acionistas da Bertin receberam indiretamente, através da FB Participações S.A. ( FB Participações ), ações de emissão da JBS representando aproximadamente 28,7% do seu capital social. Posteriormente, em 31 de dezembro de 2009, foi aprovada a incorporação da Bertin pela JBS. Também em 29 de dezembro de 2009, foi aprovado o Protocolo e a Justificação, firmado em 18 de dezembro de 2009, tendo por objeto a incorporação, pela Vigor, da Leco e da Serrabella. Como consequência, a Vigor tornou-se titular de todos os bens, direitos e obrigações das sociedades incorporadas. Na mesma data, foi aprovada a emissão de novas ações da Vigor, sendo PÁGINA: 42 de 311

49 6.3 - Breve histórico 960 ações ordinárias e ações preferenciais, as quais foram totalmente subscritas e integralizadas pelos administradores da Leco, por conta de seus respectivos acionistas, mediante a versão do patrimônio líquido da Leco, pelo preço de emissão total de R$ ,50. Em 11 de agosto de 2010, foi aprovado em assembleia geral o grupamento das ações de emissão da Vigor, na proporção de ações ordinárias então existentes para 1 ação ordinária após o grupamento, e ações preferenciais então existentes para 1 ação preferencial, sem modificação do montante do seu capital social. Em 29 de dezembro de 2011, os acionistas da Vigor aprovaram em assembleia geral extraordinária um aumento em seu capital social no valor de R$250,0 milhões, bem como a conversão das ações preferenciais de sua emissão em ações ordinárias. Em 3 de janeiro de 2011, fomos constituídos sob a denominação social FG Holding International S.A., a qual foi alterada para Vigor Alimentos S.A. em 17 de janeiro de Em 17 de janeiro de 2012, nossos acionistas aprovaram um aumento em nosso capital social no valor de R$ ,4 mil, o qual foi integralmente subscrito pela JBS e integralizado mediante a conferência de sua participação então detida na Vigor. Como consequência, a Vigor tornou-se nossa subsidiária integral. PÁGINA: 43 de 311

50 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO DE AÇÕES DA VIGOR E DA LECO Principais condições do negócio Em dezembro de 2008, a Bertin realizou uma oferta pública de aquisição das ações da Vigor e da Leco, por meio da qual adquiriu a totalidade das: (i) ações ordinárias de emissão da Vigor em circulação no mercado, correspondentes a 0,002% das ações desta espécie e a 0,001% do capital social da Vigor; (ii) ações preferenciais de emissão da Vigor em circulação no mercado, correspondentes a 60,25% das ações desta espécie e a 25,31% do capital social da Vigor; (iii) ações ordinárias de emissão da Leco em circulação no mercado, correspondentes a 0,001% das ações desta espécie e a 0,001% do capital social da Leco; e (iv) ações preferenciais de emissão da Leco em circulação no mercado, correspondentes a 41,84% das ações desta espécie e a 12,99% do capital social da Leco. Sociedades envolvidas Efeitos resultantes da operação no quadro acionário Quadro acionário antes e depois da operação As ações da Vigor foram adquiridas pelo preço de R$5,77 por ação, enquanto as ações da Leco foram adquiridas pelo preço de R$1,47 por ação. Bertin, Vigor e Leco Por meio da OPA, a Bertin adquiriu o controle direto da Vigor e da Leco, as quais tiveram seus registros como companhias abertas cancelados. ANTES Bertin DEPOIS Bertin 74,7% 87,0% 99,4% 99,0% Vigor Leco Vigor Leco PÁGINA: 44 de 311

51 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas AQUISIÇÃO DE CONTROLE DAS EMPRESAS BERTIN E VIGOR PELA JBS Principais condições do negócio Em 16 de setembro de 2009, a J&F Participações S.A. ( J&F Participações ) e a ZMF Fundo de Investimentos em Participações S.A. ( ZMF Participações ), até então acionistas controladoras da JBS, e acionistas controladores da Bertin concordaram em iniciar um processo de associação da JBS com a Bertin. De acordo com o processo de associação acordado entre as partes: (i) os acionistas controladores da JBS concordaram em contribuir as ações da JBS por eles detidas, direta ou indiretamente, em troca de ações a serem emitidas por uma holding recém constituída, a FB Participações; e (ii) os acionistas controladores da Bertin concordaram em contribuir a totalidade de suas ações representativas de 73,1% do capital social da Bertin em troca de ações que seriam emitidas pela FB Participações. Em 23 de dezembro de 2009, os antigos controladores da JBS, J&F Participações e ZMF Participações, contribuíram a totalidade das e ações ordinárias de emissão da JBS detidas por cada acionista, respectivamente, em um aumento de capital da FB Participações, acionista controladora da JBS à época. Sociedades envolvidas Efeitos resultantes da operação no quadro acionário Quadro acionário depois da operação Em 31 de dezembro de 2009, a JBS concluiu o processo de associação com a Bertin, através de uma reorganização societária na qual, após a prévia incorporação da totalidade das ações de emissão da Bertin pela JBS, em 29 de dezembro de 2009, foi realizada a incorporação da Bertin pela JBS. Os acionistas controladores da Bertin contribuíram a totalidade das ações da JBS que tais acionistas receberam em virtude da incorporação de ações acima mencionada em um aumento de capital da FB Participações, no valor total de R$ ,13, mediante a emissão de novas ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal de emissão da FB Participações. Para maiores informações sobre o atual quadro societário da Vigor, vide a seção 15.1 deste Formulário de Referência. Bertin, Vigor, JBS, J&F Participações e ZMF Participações Incorporação de ações de emissão da Bertin pela JBS, totalizando o capital social da JBS ao montante de ações equivalentes a R$ ,00. DEPOIS FB Participações 59,13% JBS S.A. 99,05% Vigor PÁGINA: 45 de 311

52 6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas INCORPORAÇÃO DA LECO E DA SERRABELLA PELA VIGOR Principais condições do negócio Sociedades envolvidas Efeitos resultantes da operação no quadro acionário Quadro acionário antes e depois da operação Em 29 de dezembro de 2009 foi aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária o Protocolo e Justificação de Incorporação, firmado em 18 de dezembro de 2009, tendo por objeto a incorporação, pela Vigor, da Leco e da Serrabella. A Vigor passou a deter todos os bens, direitos e obrigações das sociedades incorporadas. Na mesma data, foi aprovada a emissão de novas ações, sendo 960 ações ordinárias e ações preferenciais, as quais foram totalmente subscritas e integralizadas pelos administradores da Leco, por conta de seus respectivos acionistas, mediante a versão do patrimônio liquido da Leco, pelo preço de emissão total de R$ ,50. Vigor, Leco e Serrabella Após a incorporação da Leco e da Serabella, a Vigor passou a ser subsidiária integral da Bertin com um capital social de R$ ,91, dividido em 948 ações. 100% ANTES Bertin 99,9% ON 1,087% PN 99,9% ON 35,6% PN DEPOIS Bertin 100% ON 99,97% PN Serrabella Vigor Leco Vigor PÁGINA: 46 de 311

53 6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial Até a presente data, não foi protocolado nenhum pedido requerendo a nossa falência e/ou nossa recuperação judicial ou extrajudicial. PÁGINA: 47 de 311

54 6.7 - Outras informações relevantes Todas as informações relevantes pertinentes a esta Seção 6 foram devidamente expostas nos itens acima. PÁGINA: 48 de 311

55 7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas Fomos constituídos em 3 de janeiro de 2011 e atualmente desenvolvemos nossas atividades por meio de nossa controlada Vigor e sua respectiva subsidiária Dan Vigor Indústria e Comércio de Laticínios Ltda. ( Dan Vigor ). Na data deste Formulário de Referência, somos líderes em diversos segmentos do setor de lácteos e uma das companhias líderes na produção de gorduras vegetais no Brasil, em termos de volume de vendas, volume de itens vendidos e market share. No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011 e no período de três meses findo em 31 de março de 2012, apresentamos, respectivamente, uma receita líquida consolidada de R$1.229,5 milhões e R$314,2 milhões e um EBITDA de R$44,2 milhões e R$24,9 milhões, que correspondem a 3,6% e 7,9% de margem. Mantemos uma linha diversificada de produtos de alta qualidade, de forma a atender o público consumidor em suas mais diversas necessidades e estamos constantemente empregando esforços na criação e lançamento de novos produtos para alavancar nosso crescimento. Nosso portfólio é composto por aproximadamente 367 produtos de varejo e foodservice de marcas nacionalmente reconhecidas como Vigor, Leco, Danúbio, Faixa Azul, Amélia, Serrabella, entre outras. Nossa história é marcada por aquisições, reestruturações e crescimento orgânico sustentável. Possuímos sete unidades fabris, que servem cerca de clientes diretos e indiretos, estrategicamente localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Goiás, e possuímos capacidade global de produção de aproximadamente toneladas/mês. Localização das unidades PÁGINA: 49 de 311

56 7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas Somos pioneiros no desenvolvimento e lançamento de produtos inovadores, que combinam ingredientes a base de gorduras vegetal e animal, atendendo a uma forte demanda por produtos com baixas calorias, mas que, ao mesmo tempo, exige um alto padrão de sabor e qualidade. Desta forma, pode-se destacar o lançamento de queijos processados com a tecnologia de ultrafiltração e do conceito de queijos light para os produtos queijo minas frescal e requeijão cremoso, acompanhando as novas tendências alimentares dos consumidores, os quais cada vez mais buscam produtos saudáveis. Graças a essa estratégia de lançamento de produtos inovadores, nossa participação no mercado de lácteos brasileiro tem sido crescente, com destaque para os segmentos (i) queijos especiais, como o queijo parmesão Faixa Azul oferecidos em forma ralada e cilíndrica; (ii) leites fermentados oferecidos nos tipos saborizados e light (único no mercado nacional); (iii) os iogurtes líquidos oferecidos nos tipos light, com proteína de soja, brancos, com polpa de frutas e com cereais; (iv) achocolatados; (v) cremes de leite, com 80% menos colesterol que o convencional; (v) leite do tipo longa vida e pasteurizado; (vi) chantilly spray; e (vii) margarina com manteiga. Tal crescimento foi sustentado pela aquisição de novas tecnologias, investimentos em novos equipamentos, parcerias estratégicas e expansão das bacias leiteiras que suprem as necessidades de matéria prima. Nossos produtos são vendidos principalmente à clientes varejistas como supermercados, clubes de atacado, outros distribuidores de varejo e empresas do setor de food service (tais como restaurantes, hotéis, distribuidores de serviços de alimentação e processadores complementares). PÁGINA: 50 de 311

57 7.2 - Informações sobre segmentos operacionais a. Produtos e serviços comercializados Produzimos e comercializamos cerca de 367 itens em 18 categorias de produtos, por meio de três segmentos de negócios distintos: (i) lácteos; (ii) gordurosos; e (iii) outros produtos processados. Cada um desses segmentos operacionais é administrado separadamente, considerando-se que cada um deles exige recursos diversos, inclusive diferentes abordagens de marketing. Segue abaixo descrição dos nossos segmentos de negócios: Lácteos O segmento de negócios de lácteos compreende a produção de derivados de leite, tendo como principais produtos iogurtes, leite fermentado, leite UHT, requeijão, queijos, manteiga, bebidas lácteas, queijos brancos frescos, queijos light, cream cheese, petit suisse e outras sobremesas. Graças à estratégia de lançamento de produtos inovadores, nossa participação no mercado de lácteos brasileiro tem sido crescente, com destaque para os segmentos (i) queijos especiais, como o queijo parmesão Faixa Azul, oferecidos em forma ralada e cilíndrica; (ii) leites fermentados oferecidos nos tipos saborizados e light (único no mercado nacional); (iii) os iogurtes líquidos oferecidos nos tipos light, com proteína de soja, brancos, com polpa de frutas e com cereais; (iv) achocolatados; (v) cremes de leite, com 80% menos colesterol que o convencional; (v) leite do tipo longa vida e pasteurizado; (vi) chantilly spray; e (vii) margarina com manteiga. Os produtos desenvolvidos por meio deste segmento de negócios são produzidos em nossas unidades industriais de São Paulo (SP), Cruzeiro (SP), Santo Inácio (PR), São Gonçalo do Sapucaí (MG) e Lavras (MG). Gordurosos O segmento de gordurosos compreende a produção de derivados de óleo vegetal, em especial margarina, maionese, cremes vegetais e óleos vegetais comestíveis. Com relação ao segmento de gordurosos, fomos pioneiros no desenvolvimento de produtos inovadores, que combinam ingredientes a base de gorduras vegetal e animal, atendendo a uma forte demanda por produtos com baixas calorias, mas que, ao mesmo tempo, exigem alto padrão de sabor e qualidade. Os produtos desenvolvidos por meio deste segmento de negócios são produzidos em nossa unidade industrial de São Caetano do Sul (SP) e Anápolis (GO). Outros produtos processados O segmento de outros produtos processados compreende a produção de massas, sucos, molhos e outros produtos processados. Os produtos desenvolvidos por meio deste segmento de negócios são produzidos em nossas unidades industriais de São Paulo (SP) e São Caetano do Sul (SP). b. Receita proveniente do segmento e sua participação em nossa receita líquida Indicamos a seguir a receita líquida de vendas gerada por cada um dos nossos segmentos de negócios e o seu peso relativo frente à nossa receita líquida total nos períodos de três meses encerrados em 31 de março de 2012 e 2011, bem como nos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2011, 2010 e 2009, conforme divulgadas em nossas demonstrações financeiras: PÁGINA: 51 de 311

58 7.2 - Informações sobre segmentos operacionais Período de três meses encerrado em 31 de março de Receita líquida % do total Receita líquida % do total (em R$ milhares, exceto percentuais) Lácteos ,6% ,7% Gordurosos ,0% ,4% Outros processados ,4% ,8% Total ,0% ,0% Exercício social encerrado em 31 de dezembro de (1) Receita líquida % do total Receita líquida % do total Receita líquida % do total (em R$ milhares, exceto percentuais) Lácteos ,2% ,1% ,8% Gordurosos ,8% ,1% ,6% Outros processados ,9% ,9% ,6% Total ,0% ,0% ,0% (1) As informações correspondem às informações consolidadas de nossa controlada Vigor. Para mais informações a esse respeito, veja os itens 3.9 e 10.1 deste Formulário de Referência. c. Lucro ou prejuízo resultante do segmento e sua participação em nosso lucro líquido Não calculamos o lucro ou prejuízo separadamente para cada um dos segmentos em que atuamos, tendo em vista que algumas contas apresentadas nas demonstrações de resultado, tais como despesas e receitas financeiras e imposto de renda e contribuição social, são calculados de forma consolidada. PÁGINA: 52 de 311

59 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais a. Características do processo de produção SEGMENTO DE LÁCTEOS Lácteos O processo produtivo de industrialização do leite se inicia com a coleta da matéria prima - leite in natura - nas fazendas de produtores rurais, onde, após a ordenha, é conservado em tanques isotérmicos de aço inoxidável sanitário, à temperatura entre 6 C e 8 C, e encaminhado para as unidades de fabricação (em caminhões também dotados de tanques isotérmicos e de aço inoxidável). No recebimento da matéria prima na fábrica, são realizadas análises para verificação de qualidade e padrão, consistindo basicamente na análise de acidez, crioscopia (que é o processo de verificação da quantidade de água no leite), densidade, teor de gordura, microbiologia, teste de antibióticos e extrato seco total e desengordurado. Uma vez aprovado, o leite é transferido para tanques isotérmicos de estocagem onde aguarda a transferência para a fabricação dos produtos. Qualquer que seja o produto a que se destine o leite, a primeira operação que se segue é a de pasteurização, acompanhada da padronização. A pasteurização consiste no processo de passagem do leite por equipamentos chamados pasteurizadores, onde ele é aquecido até a temperatura de 72 C a 75 C por 15 segundos e imediatamente resfriado à temperatura de 5º C. A finalidade dessa operação é destruir ou inativar os microrganismos patogênicos (coliformes, staphilococus aureo, leveduras, etc.) que podem transmitir doenças para o ser humano, mantendo intactas as qualidades nutritivas do leite. Simultaneamente à pasteurização e, dependendo da produção a que se destina, o leite é submetido à padronização, que consiste na uniformização e/ou redução do teor de gordura do leite. A partir daí, dependendo do derivado que se deseja produzir, o leite é submetido a um processamento específico, seguido de um processo de envasamento efetuado em máquinas também adequadas a cada tipo de produto. Todos os processamentos dos produtos, tanto nas fábricas de lácteos, como nas de gorduras vegetais, são feitos através de tubulações de aço inoxidável, com rotinas adequadas de higienização e limpeza, o mesmo acontecendo com os tanques de estocagem e processamento dos produtos e as máquinas de envase final. Uma vez processados, os produtos finais são conservados em câmaras frias com temperatura de 5ºC. No caso de produtos que exigem congelamento, como a manteiga, a temperatura atinge 20 C negativos. Na estocagem e maturação dos queijos parmesão, a temperatura das câmaras varia entre 14 C e 16 C. Durante as diferentes fases de produção, são efetuadas análises pelo nosso departamento de controle da qualidade (teores de gordura, umidade, ph, cor, odor, consistência, textura e análises microbiológicas), que garantem o padrão de qualidade dos produtos finais. Para melhor garantia dessa qualidade, nossas unidades industriais têm implantado o sistema HACCP Hazardous Analysis and Control of Critical Points, que identifica, analisa e controla os pontos críticos em todas as fases do processo. O transporte das mercadorias para os clientes também é feito, sempre que o produto exija resfriamento, à temperatura de 6 C a 8 C. Iogurtes O processo de fabricação de iogurtes tem início na mistura dos ingredientes no leite padronizado, num tanque sob forte agitação, seguida de pasteurização à temperatura de 92ºC a 95ºC com retardador de 3 a 5 minutos, homogeneização a alta pressão (150 bar) e resfriamento para a temperatura de fermentação (42ºC). PÁGINA: 53 de 311

60 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais O produto pasteurizado é então transferido para os tanques de fermentação, onde são adicionados os fermentos lácteos, cuja duração varia de 3 a 4 horas, até a obtenção do ph especificado de 4,5. Após a fermentação o iogurte é submetido a um resfriamento até 10ºC e enviado para tanques de estocagem para envase nas diversas embalagens do produto. O produto recebe a dosagem do Preparado de Frutas (polpa de fruta + corante + aroma), caracterizando o produto final. A embalagem primária é acondicionada em caixas de papelão, colocadas em paletes e armazenadas em câmaras frias a 5ºC. Creme de Leite Pasteurizado O creme de leite devidamente padronizado é submetido ao processo de pasteurização executado em trocador de calor a placas, aquecendo-se o produto até 90ºC com retardador de 30 segundos, sendo em seguida resfriado até 4ºC e transferido para os tanques de estocagem. Dos tanques de estocagem, o produto é bombeado para as máquinas de envase automático, cujas embalagens são colocadas em caixas de papelão e encaminhadas para a câmara fria em paletes, mantendo-se armazenadas à temperatura de 5ºC. Requeijão O processo de fabricação do requeijão tem início na pasteurização de leite entre 72ºC e 75ºC em trocador de calor a placas com retardador de segundos e resfriamento até 32ºC. Adiciona-se a cultura termofílica e o coalho em pó para coagulação por um período aproximado de 40 minutos. Em seguida, efetua-se o corte da coalhada com agitação mecânica e aquecimento até 40ºC, durante 10 minutos. Após esse tempo, retira-se totalmente o soro, e a massa é cortada em blocos, sendo acondicionada em caixas plásticas atóxicas com tampas adequadas, revestidas internamente com saco plástico esterilizado, aguardando-se a fermentação de aproximadamente 3 horas, até que atinja o ph de 5,1 a 5,2. A massa é armazenada em câmara fria até a utilização na etapa seguinte. A fabricação do requeijão propriamente dita tem início no aquecimento da massa fermentada em conjunto com todos os ingredientes, até o primeiro aquecimento de 80ºC por 2 minutos e o segundo aquecimento a 95ºC durante 6 minutos para uma completa fusão. O processamento ocorre num equipamento denominado Panela de Fusão, de onde o produto é bombeado para o tanque de estocagem e conservado à temperatura de 75ºC a 80ºC para ser envasado. A envasadora de copos efetua também a operação de recravação das tampas e a formação de vácuo nos copos, passando em seguida no túnel de resfriamento obtendo-se o produto à temperatura de 15ºC, quando são, então, encaixotados e armazenados na câmara fria a 10ºC. SEGMENTO DE GORDUROSOS Óleos Vegetais e Gorduras A matéria prima básica deste segmento é o óleo de soja bruto, obtido através do esmagamento dos grãos de soja adquiridos no mercado nacional. Também são usados óleos de milho, canola, girassol, palma, palmiste e algodão. A primeira etapa do nosso processo é constituída pelo refino do óleo bruto, compreendendo as operações de: neutralização, branqueamento e desodorização. A neutralização consiste na remoção da acidez livre do óleo bruto, através de procedimentos químicos e mecânicos de centrifugação. No branqueamento é feita a remoção de impurezas indesejáveis e de pigmentos para clarificar o produto. Na fase de desodorização procede-se à remoção de ácidos e graxas residuais, responsáveis pelo mau odor e paladar próprios do óleo, por meio de um processo de PÁGINA: 54 de 311

61 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais destilação com a injeção direta de vapor. A partir desta etapa, o produto pode seguir dois caminhos: direto para o envase como óleo comestível de mesa ou para a etapa a seguir descrita. A segunda etapa do processo é a hidrogenação, que consiste na injeção de gás hidrogênio num reator, em condições determinadas e na presença de um catalizador. Obtém-se assim a gordura vegetal hidrogenada que é a base para a fabricação das gorduras vegetais para usos industriais diversos (panificação, fabricação de biscoitos, bolos, sorvetes, chocolates, etc.) e para a fabricação das margarinas. As gorduras vegetais para uso industrial podem ter diferentes especificações, de acordo com a sua utilização final e, às vezes, atendem as especificações de clientes que precisam de um produto diferenciado. Na fabricação das margarinas, inicialmente é preparada uma emulsão, composta de uma fase aquosa, com ingredientes hidrossolúveis (sal e conservantes), e uma fase oleosa, constituída de gordura vegetal hidrogenada, com os ingredientes lipossolúveis (emulsificantes, aromas, etc.). Essa emulsão passa, então, por um processo de cristalização e homogeneização, findo o qual está pronta a margarina. O produto é então encaminhado para envase em diferentes tipos e tamanhos de embalagens. A fabricação da maionese inicia-se com a preparação de uma emulsão à base de uma fase aquosa (água, vinagre e sal) e de uma emulsão oleosa, óleo vegetal refinado, ovo integral pasteurizado e outros ingredientes. A mistura dessas duas emulsões, feita em proporções adequadas, passa por um equipamento emulsificador, até atingir a consistência especificada, obtendo-se assim a maionese. Em sua última etapa produtiva, o produto é encaminhado para envase em embalagens de diferentes tipos e tamanhos. SEGMENTO DE OUTROS PRODUTOS PROCESSADOS Sucos O processo de produção de sucos é iniciado com a adição de ingredientes sólidos, além de água, açúcar líquido e suco concentrado de fruta, via triblender. Os ingredientes são então misturados, permanecendo a uma temperatura entre 25ºC e 30ºC. As próximas etapas do processo produtivo consistem no resfriamento da mistura, a temperaturas entre 5ºC e 10ºC; no aquecimento/stork posterior, atingindo temperaturas entre 98ºC e 103ºC; novamente no resfriamento da mistura, chegando a temperaturas entre 15ºC e 20ºC; e finalmente no envase, no qual o produto final se encontra a temperaturas entre 18ºC e 23ºC. b. Características do processo de distribuição Fundamental para nossa estratégia em expandir nossa atuação para novos mercados e consolidar o atendimento ágil, seguro e de qualidade nos locais em que já atuamos, nossa logística está sempre alinhada com o dinamismo das operações comerciais no país inteiro. Por isso, nosso departamento de logística e documentação trabalha na busca de soluções inovadoras para cumprir com essa missão. SUPPLY CHAIN Buscando a modernização do nosso modelo de gestão e o melhor atendimento das demandas de um mercado em constante mutação, criamos uma divisão encarregada de administrar nossas práticas de supply chain. Desta forma, centralizamos, sob um único comando, as áreas de planejamento, suprimentos, captação de leite, distribuição e transporte, visando obter a maximização dos recursos e processos logísticos acima mencionados com o aproveitamento das diversas sinergias existentes entre nossos antigos departamentos. LOGÍSTICA Para cumprir essa missão, a divisão de logística, sediada em São Paulo, possui à sua disposição as seguintes ferramentas: PÁGINA: 55 de 311

62 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais (a) (b) (c) (d) (e) equipes qualificadas nas áreas acima mencionadas. estrutura de armazenagem de matérias primas, materiais auxiliares e de produtos acabados em nossas sete unidades industriais: São Paulo, São Caetano do Sul, São Gonçalo do Sapucaí, Santo Inácio, Lavras, Cruzeiro e Anápolis, com capacidade total de armazenagem de mais de toneladas de produtos acabados e posição pallet de matérias primas e materiais diversos. estrutura de centros de distribuição de produtos acabados nas cidades de Porto Alegre, Salvador e Recife, e sistema cross docking nas principais cidades do Brasil. Além destas filiais, distribuímos nossos produtos pelas fábricas de São Paulo e Anápolis. Nossas fábricas de São Caetano do Sul, Santo Inácio, Lavras, Cruzeiro e São Gonçalo centralizam nossos produtos para distribuição no centro de distribuição de São Paulo. frota de veículos 100% terceirizada, incumbidos da distribuição e entrega dos produtos para aproximadamente clientes e do transporte da matéria-prima entre nossos fornecedores e nossas unidades industriais. Os veículos também servem o canal de distribuição de mini distribuidores, distribuidores autônomos, domiciliares e os demais canais de distribuição (varejo e atacado), sendo o restante empregado no transporte entre fábricas e no transporte entre os produtores e as fábricas. Nossa logística de distribuição é unificada, ou seja, atende à nós e à nossas controladas. sofisticados sistemas de informações integrados, capazes de monitorar as operações, possibilitando a identificação de pontos críticos e a tomada de medidas corretivas. Nosso objetivo é a constante integração da atividade logística entre nossas linhas de negócios e nossas plantas produtivas, visando não apenas uma contínua melhoria nos produtos destinados a nossos consumidores, mas também a redução de custos operacionais e a consequente obtenção de vantagens competitivas. CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO Possuímos uma base de distribuição fundamentada em atender com supremacia os principais canais que comercializam nossas categorias de produtos, compreendida em distribuidores, mini distribuidores, distribuidores autônomos, supermercados, varejistas, atacadistas, indústrias de alimentos, restaurantes, hotéis, hospitais, dentre outros. Possuímos sete centros de distribuição com uma frota 100% terceirizada de 668 veículos. O gráfico abaixo apresenta o percentual de participação de cada canal de distribuição de nossos produtos na receita líquida acumulada em 2011: PÁGINA: 56 de 311

63 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Ainda que o setor varejista venha passando por processo de concentração, estamos presentes em um número ponderado de clientes sem que nenhum tenha uma participação relevante em nossa receita líquida, permitindo a pulverização de toda a operação. A logística de distribuição de nossos produtos e de nossas controladas tanto os lácteos como os gordurosos e outros é segmentada nos seguintes canais de distribuição, com as respectivas participações de volumes de vendas em termos percentuais: Distribuição das vendas (valor) por canal 31 de dezembro de 2011 (1) Canal Distribuição Varejo Brasil 24,61% Empreiteiros/Domicílios 17,94% Food Service 16,30% Grandes Redes 9,70% RCA's / Distribuidores 24,71% Outros 6,74% (1) As informações correspondem às informações consolidadas de nossa controlada Vigor. Para mais informações a esse respeito, veja os itens 3.9 e 10.1 deste Formulário de Referência. Quanto à segmentação regional das vendas, possuímos a seguinte posição (em % das vendas): Distribuição das vendas (valor) por região 31 de dezembro de 2011 (1) Região Distribuição São Paulo (Capital e Interior) 64,61% Rio de Janeiro 5,67% Paraná 4,06% Minas Gerais 4,22% Rio Grande do Sul 2,09% Goiás / DF / MS / MT 4,76% Outros 14,59% (1) As informações correspondem às informações consolidadas de nossa controlada Vigor. Para mais informações a esse respeito, veja os itens 3.9 e 10.1 deste Formulário de Referência. c. Características dos mercados de atuação, em especial: (i) participação em cada um dos mercados; e (ii) condições de competição nos mercados O SETOR DE LÁCTEOS Leite O leite, rico em proteínas, é uma das principais fontes de nutrientes da alimentação do brasileiro, sendo que, atualmente, não há um produto substituto capaz de competir com ele e seus derivados. O mais próximo substituto do leite de vaca seria o leite de soja, porém, a quantidade de nutrientes que possui é inferior, não sendo capaz de substituir plenamente o leite de vaca. Componentes (por 100g) Unidade Leite de Vaca Leite de Soja Energia... kcal Proteína... g 3,29 2,75 Carboidratos... g 4,66 1,81 Cálcio Ca... mg Fósforo P... mg Sódio Na... mg Zinco Zn... mg 0,38 0,23 PÁGINA: 57 de 311

64 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Fonte: United States Department of Agriculture. Além das suas qualidades nutricionais, o leite desempenha um importante papel na economia do país, graças ao emprego e a renda que as atividades relacionadas à sua produção e transformação promovem. Produção A produção mundial de leite teve nos últimos anos, considerando as projeções do Ministério da Agricultura dos Estados Unidos ( USDA ) para 2012, um crescimento médio anual de 1,6%, reflexo do crescimento médio anual de 9,1% da China e 4,5% da Índia, contrabalanceado por um decrescimento anual médio de 4,7% em outros países que não figuram entre os dez maiores produtores e de 2,6% na Ucrânia, 10º maior produtor mundial de leite. Em 2011, a produção mundial de leite atingiu a marca de 527,1 milhões de toneladas e, de acordo com estimativas do USDA, em 2012 deverá crescer 2,1% atingindo o total de 538,3 milhões de toneladas produzidas. Produção Mundial de Leite ( MT) (1) País % do Total Var. % 12/11 CAGR UE ,9 139,6 139,0 139,6 136,3 136,9 137,8 137,7 139,5 141,8 143,0 26,6% 0,8% 0,4% Índia 82,0 84,0 88,0 91,5 96,2 102,1 106,0 112,0 117,0 121,5 127,0 23,6% 4,5% 4,5% Estados Unidos 77,1 77,3 77,5 80,3 82,5 84,2 86,2 85,9 87,5 89,0 90,0 16,7% 1,2% 1,6% China 14,0 18,5 23,7 28,6 33,0 36,3 35,5 29,6 30,5 32,0 33,5 6,2% 4,8% 9,1% Rússia 33,5 33,0 32,0 32,0 31,1 32,2 32,5 32,6 31,9 31,8 31,9 5,9% 0,3% -0,5% Brasil 22,6 22,9 23,3 24,3 25,2 26,8 27,8 28,8 29,9 30,6 31,3 5,8% 2,3% 3,3% Nova Zelândia 14,5 14,9 14,6 14,7 15,3 15,9 15,6 17,0 17,2 18,7 19,1 3,6% 2,4% 2,8% Argentina 8,5 8,0 9,3 9,5 10,2 9,6 10,0 10,4 10,6 12,0 12,5 2,3% 3,8% 3,9% México 9,7 9,9 10,0 10,0 10,2 10,8 11,1 11,0 11,2 11,0 11,1 2,1% 0,9% 1,4% Ucrânia 14,1 13,7 14,1 13,7 13,2 12,3 11,8 11,6 11,2 11,1 10,9 2,0% -2,0% -2,6% Outros 45,5 44,4 43,4 41,2 38,7 38,0 28,3 28,0 27,9 27,7 28,0 5,2% 1,3% -4,7% Total 458,5 466,1 474,9 485,4 491,9 505,0 502,5 504,6 514,4 527,1 538,3 100,0% 2,1% 1,6% (1) Considera a produção de outros tipos de leite além do leite de vaca. Fonte: United States Department of Agriculture. Segundo o USDA, a União Europeia, maior produtor de leite do mundo, com produção de 141,8 milhões de toneladas em 2011, correspondendo a 26,9% do total produzido no mundo, teve um crescimento de 1,7% na produção de 2010 para 2011, porquanto os preços internos estão estimulando o aumento da produção em contrapartida à redução do tamanho do gado leiteiro. Embora os custos de produção, especialmente os de alimentação do gado, tenham aumentado substancialmente, os produtores estão adotando métodos de produção mais eficientes e o retorno por vaca esperado é de 1% a mais do que no último ano. As projeções para 2012 revelam aumento de 0,8% no volume produzido no continente, que deverá atingir 143,0 milhões de toneladas produzidas. Com um faturamento de cerca de R$330,9 bilhões em 2010, a indústria alimentícia brasileira representou 9,0% do PIB nacional no mesmo ano, sendo o setor de lácteos um dos mais representativos dessa indústria, ocupando o 4º lugar no ranking dos principais setores da indústria alimentícia, com um faturamento de aproximadamente R$26,4 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação. O Brasil detém a posição de sexto maior produtor de leite do mundo e maior da América Latina, sendo que no período sua produção teve um crescimento médio anual de 3,3%, acima PÁGINA: 58 de 311

65 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais do crescimento médio anual de 1,6% da produção mundial, refletindo o aumento do rebanho leiteiro e da produtividade por animal no país. Em 2011, o Brasil foi responsável pela produção de cerca de 30,6 milhões de toneladas de leite, o que representa 5,8% do total de leite produzido no mundo, tendo um crescimento de 2,2% em relação ao ano anterior. As projeções para 2012 revelam um aumento de 2,3% na produção nacional, que deverá atingir 31,3 milhões de toneladas produzidas. Rebanho Mundial de Vacas Leiteiras ( de cabeças) País % do Total Var. % 12/11 CAGR Índia 36,0 36,5 37,0 38,0 38,0 38,0 38,5 42,6 43,6 44,9 46,2 34,7% 2,9% 2,5% UE ,0 26,5 26,0 25,4 24,9 24,2 24,2 24,2 23,6 23,1 23,0 17,3% -0,3% -1,6% Brasil 15,6 15,3 15,2 15,1 15,3 15,9 16,7 17,2 17,6 18,2 18,6 14,0% 2,2% 1,8% Estados Unidos 9,1 9,1 9,0 9,1 9,1 9,2 9,3 9,2 9,1 9,2 9,2 6,9% -0,2% 0,1% Rússia 12,2 11,7 11,2 10,4 9,9 9,9 9,8 9,5 8,5 8,4 8,4 6,3% -0,2% -3,7% China 3,4 4,5 5,5 6,8 7,9 8,8 8,6 7,1 7,3 7,6 8,0 6,0% 4,7% 8,8% México 6,8 6,8 6,8 6,9 6,9 6,0 6,2 6,4 6,5 6,5 6,5 4,9% 0,0% -0,5% Nova Zelândia 3,7 3,8 3,9 4,0 4,1 4,2 4,2 4,6 4,7 4,8 4,9 3,7% 2,3% 2,8% Ucrânia 4,9 4,7 4,3 4,1 3,8 3,2 3,1 2,9 2,7 2,6 2,6 1,9% -2,7% -6,3% Argentina 2,2 2,0 2,0 2,1 2,2 2,2 2,2 2,1 2,1 2,2 2,2 1,7% 2,3% 0,2% Outros 10,1 10,0 9,2 8,5 7,3 7,2 3,8 3,8 3,7 3,7 3,7 2,8% 0,6% -9,6% Total 131,1 130,9 130,1 130,3 129,4 128,7 126,5 129,6 129,4 131,2 133,2 100,0% 1,6% 0,2% Fonte: United States Department of Agriculture. No período , o rebanho mundial de vacas leiteiras teve um crescimento médio anual de 0,2%, reflexo do crescimento médio anual de 2,5% do rebanho indiano, atualmente o maior do mundo com um total de 46,2 milhões de cabeças estimadas para 2012, contrabalanceado pelo decréscimo anual médio de 1,6% do gado leiteiro da Europa, segundo maior do mundo, correspondendo a um total de 23,0 milhões de cabeças em O rebanho brasileiro de vacas leiteiras é o terceiro maior do mundo, tendo atingido no período um crescimento anual médio de 1,8%, 1,6 pontos percentuais acima da média mundial. Em 2011, o rebanho brasileiro contava com 18,2 milhões de vacas leiteiras, o que corresponde a um crescimento de 3,4% em relação ao ano anterior. As projeções para o ano de 2012 revelam ainda um crescimento de 2,2% em relação a 2011, com o rebanho brasileiro atingindo 18,6 milhões de cabeças de vacas leiteiras. Ainda que possua o terceiro maior rebanho do mundo, o Brasil ocupa uma posição ruim no que diz respeito à produtividade, a qual é quase três vezes inferior a da Argentina e cinco vezes menor que a dos Estados Unidos. Entre os maiores produtores de leite do mundo, o Brasil está à frente somente da Índia e do México no quesito produtividade por vaca. Essa situação elucida o potencial de expansão da produtividade no Brasil, que será possível por meio de melhoramento genético do rebanho, maior profissionalização na gestão das fazendas, melhorias no manejo e na nutrição das vacas. Produtividade (quilo de leite por vaca) País Var. % 12/11 CAGR Estados Unidos 8,4 8,5 8,6 8,9 9,0 9,2 9,3 9,3 9,6 9,7 9,8 1,4% 1,7% UE ,0 5,1 5,1 5,3 5,3 5,5 5,5 5,5 5,7 6,0 6,0 1,2% 2,2% PÁGINA: 59 de 311

66 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Argentina 4,0 4,0 4,6 4,5 4,7 4,4 4,7 4,9 5,0 5,6 5,7 1,5% 4,1% China 6,6 5,1 4,3 3,6 3,2 3,1 3,2 4,0 4,1 4,0 3,9-2,3% -5,6% Ucrânia 2,8 2,8 3,2 3,3 3,4 3,7 3,7 4,0 4,0 4,1 4,1 0,4% 4,3% Nova Zelândia 3,9 3,9 3,7 3,7 3,7 3,8 3,7 3,7 3,7 3,9 3,9 0,1% 0,1% Rússia 1,1 1,5 2,0 2,6 3,2 3,6 3,5 3,0 3,5 3,7 3,8 4,9% 15,3% Brasil 2,1 2,2 2,1 2,1 2,0 2,0 1,9 1,9 1,8 1,7 1,7-1,8% -2,5% México 1,4 1,4 1,5 1,4 1,5 1,8 1,8 1,7 1,7 1,7 1,7 0,9% 2,1% Índia 1,0 1,0 1,0 1,0 1,1 1,1 1,2 1,1 1,2 1,2 1,2 1,8% 1,9% Média Mundial 3,1 3,1 3,2 3,2 3,3 3,4 3,4 3,4 3,4 3,4 3,5 0,2% 1,2% Fonte: United States Department of Agriculture. Apesar dos problemas de infraestrutura do país, que devem ser dirimidos paulatinamente pelo Governo por meio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e outras iniciativas similares, a disponibilidade de terras para expansão da agricultura e pastagens, baixo custo de suplementação do rebanho e possibilidade de incorporação de tecnologias para incremento da produtividade, tem atraído o olhar do investidor para o setor no país, pois tais fatores conferem ao Brasil uma vantagem competitiva. Entretanto, ainda se fazem necessárias melhorias na regulação, no fortalecimento de pesquisas e no desenvolvimento dos aspectos socioambientais pertinentes ao setor. Produção Brasileira de Leite por Unidades da Federação (bilhões de litros) Regiões % do Total Var. % 10/09 N 1,2 1,6 1,5 1,7 1,7 1,7 1,7 1,7 1,7 1,7 5,7% 0,5% 3,9% CAGR RO 0,5 0,6 0,6 0,6 0,7 0,6 0,7 0,7 0,7 0,8 2,6% 3,3% 6,0% AC 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,0 0,1% - 38,1% -7,9% AM 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,2% 6,0% 2,5% RR 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0% 0,0% -4,5% PA 0,5 0,6 0,6 0,6 0,7 0,7 0,6 0,6 0,6 0,6 1,8% -0,6% 2,3% AP 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0% 27,2% 8,6% TO 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,3 0,9% 4,7% 5,5% NE 2,3 2,4 2,5 2,7 3,0 3,2 3,3 3,5 3,8 4,0 13,0% 10,4% 6,5% MA 0,2 0,2 0,2 0,3 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,4 1,2% -2,9% 10,3% PI 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,3% 12,1% 1,3% CE 0,3 0,3 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 1,4% 1,7% 3,4% RN 0,1 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,7% 7,6% 5,4% PB 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,7% 10,5% 8,3% PE 0,4 0,4 0,4 0,4 0,5 0,6 0,7 0,7 0,8 0,9 2,9% 8,6% 10,4% AL 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,8% -0,7% -0,6% SE 0,1 0,1 0,1 0,2 0,2 0,2 0,3 0,3 0,3 0,3 1,0% 10,3% 11,3% BA 0,7 0,8 0,8 0,8 0,9 0,9 1,0 1,0 1,2 1,2 4,0% 24,1% 5,9% SE 8,6 8,7 8,9 9,2 9,5 9,7 9,8 10,1 10,4 10,9 35,6% 2,8% 2,7% MG 6,0 6,2 6,3 6,6 6,9 7,1 7,3 7,7 7,9 8,4 27,3% 3,6% 3,8% ES 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 1,4% 0,6% 2,1% RJ 0,4 0,4 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 1,6% 1,6% 1,0% SP 1,8 1,7 1,8 1,7 1,7 1,7 1,6 1,6 1,6 1,6 5,2% 0,3% -1,2% S 5,2 5,5 5,8 6,2 6,5 7,0 7,5 8,3 9,0 9,6 31,3% 8,6% 7,1% PR 1,9 2,0 2,1 2,4 2,5 2,7 2,7 2,8 3,3 3,6 11,7% 18,1% 7,4% SC 1,1 1,2 1,3 1,5 1,6 1,7 1,9 2,1 2,2 2,4 7,8% 5,3% 9,2% PÁGINA: 60 de 311

67 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais RS 2,2 2,3 2,3 2,4 2,5 2,6 2,9 3,3 3,4 3,6 11,8% 2,6% 5,6% CO 3,2 3,5 3,5 3,6 3,8 3,7 3,8 4,1 4,2 4,4 14,5% 4,1% 3,6% MS 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 1,7% 1,3% 1,5% MT 0,4 0,5 0,5 0,6 0,6 0,6 0,6 0,7 0,7 0,7 2,3% 3,7% 5,4% GO 2,3 2,5 2,5 2,5 2,6 2,6 2,6 2,9 3,0 3,2 10,4% 4,5% 3,6% DF 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,1% 24,1% -0,1% Brasil 20,5 21,6 22,3 23,5 24,6 25,4 26,1 27,6 29,1 30,7 100,0% 5,5% 4,6% Fonte: Pesquisa Pecuária Municipal / IBGE (Disponibilizado por Milkpoint). Historicamente, a produção brasileira de leite de vaca se manteve concentrada nas Regiões Sul e Sudeste do país, sendo que esse quadro se mantém até os dias atuais. Em 2010, a Região Sudeste do Brasil produziu um volume de 10,9 bilhões de litros, o que corresponde a 35,6% do total produzido no país. Já a Região Sul produziu um volume de 9,6 bilhões de litros, correspondendo a 31,3% do total produzido no país. O Estado de Minas Gerais é o maior produtor de leite do país com 27,3% de toda a produção nacional. Desde o ano 2000, a produção mineira de leite de vaca teve um crescimento médio anual de 3,8%, sendo que as principais regiões produtoras concentram-se no Triângulo Mineiro- Alto Paranaíba, Sul/Sudoeste e Zona da Mata. Segundo informações do Anuário Brasileiro da Pecuária, a atividade de produção de leite de vaca, entretanto, está presente em 845 municípios, abrangendo cerca de 220 mil propriedades, que representam em torno de 55% dos estabelecimentos agropecuários. O Estado de Minas Gerais contabiliza mais de duas mil unidades de processamento e, desde 2007, conta com o Pólo de Excelência do Leite e Derivados, o qual promove inovações no sistema agroindustrial, com foco em qualidade e segurança, exportação e consolidação da liderança do estado. Além disso, segundo informações da Informa Economics FNP, o Estado de Minas Gerais conta atualmente com o maior rebanho de vacas leiteiras do país, com 3,2 milhões de cabeças em O segundo maior Estado em produção leiteira é o Rio Grande do Sul, com 11,8% de toda a produção nacional e com um rebanho de 1,6 milhões de cabeças, de acordo com Milkpoint e Anuário Brasileiro da Pecuária Mapa de Distribuição do Rebanho Nacional de Vacas Leiteiras PÁGINA: 61 de 311

68 Formulário de Referência Vigor Alimentos S.A. Versão : Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Fonte: AnualPEC 2010, preparado por Vigor Consumo De acordo com dados e projeções do USDA, o consumo de leite no mundo teve no período um crescimento médio anual de 1,6%, devendo atingir em 2012 o patamar de 538,2 milhões de toneladas de leite consumidas, o que corresponde a um crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior. Isso se deve principalmente ao crescimento médio anual de 4,5% do consumo de leite na Índia, segundo maior consumidor mundial, com 127,0 milhões de toneladas de leite a serem consumidas em 2012 e ao crescimento anual médio de 9,1% no consumo da China, quarto maior consumidor mundial de leite e que passou de um consumo de apenas 14,0 milhões de toneladas de leite em 2002 para 33,5 milhões de toneladas de leite a serem consumidas em Consumo Mundial de Leite ( MT) País UE ,7 139,5 138,9 139,5 136,1 136,7 137,7 137,6 139,2 141,6 142,7 % do Total Var. CAGR % /11 26,5% 0,8% 0,4% Índia Estados Unidos 82,0 84,0 88,0 91,5 96,2 102,1 106,0 112,0 117,0 121,5 127,0 23,6% 4,5% 4,5% 77,1 77,3 77,5 80,3 82,5 84,2 86,2 85,9 87,5 89,0 90,0 16,7% 1,2% 1,6% China 14,0 18,5 23,7 28,6 33,0 36,3 35,4 29,6 30,5 32,0 33,5 6,2% 4,8% 9,1% Rússia 33,6 33,1 32,1 32,1 31,2 32,3 32,6 32,7 32,1 32,0 32,1 6,0% 0,3% -0,4% Brasil Nova Zelândia 22,7 22,9 23,3 24,3 25,2 26,8 27,8 28,8 30,0 30,6 31,3 5,8% 2,3% 3,3% 14,4 14,8 14,6 14,7 15,3 15,8 15,5 16,9 17,1 18,6 19,0 3,5% 2,4% 2,8% México 9,7 10,0 10,1 10,1 10,3 10,9 11,1 11,1 11,2 11,1 11,2 2,1% 0,9% 1,4% Argentina 8,5 8,0 9,3 9,5 10,2 9,5 10,0 10,3 10,6 12,0 12,4 2,3% 3,8% 3,9% PÁGINA: 62 de 311

69 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Ucrânia 14,1 13,7 14,1 13,7 13,2 12,3 11,7 11,6 11,2 11,1 10,9 2,0% -2,0% -2,6% Outros 45,4 44,4 43,3 41,1 38,6 38,0 28,3 28,0 27,9 27,7 28,1 5,2% 1,3% -4,7% Total 458,2 466,0 474,8 485,3 491,8 504,9 502,3 504,4 514,2 527,0 538,2 100,0% 2,1% 1,6% Fonte: United States Department of Agriculture. No Brasil, o crescimento anual médio do consumo de leite foi de 3,3%, ilustrando o grande potencial do setor. Além disso, segundo o USDA, em 2011 o Brasil fechou o ano como responsável por 5,8% do consumo mundial, com um valor de 30,6 milhões de toneladas de leite consumidas, porquanto o principal destino da produção brasileira de leite é o mercado interno, o qual, aquecido com o aumento do poder aquisitivo da população, combinado com a expansão de supermercados e lojas de conveniência, tem sido capaz de absorver o crescimento do setor. As projeções para 2012 revelam um aumento de 2,3% no consumo brasileiro, que deverá atingir 31,3 milhões de toneladas de leite consumidas. É válido ressaltar que o consumo de leite pode ser dividido em três categorias: (i) leite fluido; (ii) leite para fins industriais; e (iii) leite para alimentação animal. Segundo o USDA, em 2011 o consumo de leite no Brasil foi maior para fins industriais, com 60,7% do total consumido, que corresponde a um volume de 18,6 milhões de toneladas, seguido do leite fluido com 37,3%, correspondendo a um volume de 11,4 milhões de toneladas e por último o voltado para alimentação animal, com apenas 1,9% do total consumido correspondendo a um volume de 600 mil toneladas de leite. Categorias de Consumo de Leite no Brasil Fonte: United States Department of Agriculture. Conveniência e saúde crescem em importância para o consumidor em um país onde mais da metade da população vive em cidades. Os pais compram leite para seus bebês e tendem a continuar comprando até que as crianças cheguem à puberdade. Embora o consumo per capita de leite venha caindo em seis dos dez maiores países consumidores, a pesquisa global Tetra Pak Index indica que a demanda por produtos lácteos líquidos deve evoluir cerca de 30% entre 2010 e 2020, chegando a 350 bilhões de litros, o que vai impulsionar ainda mais o consumo de leite como um todo. Consumo per capita de Leite Fluido nos 10 Maiores Consumidores (Kg/Habitante/Ano) País Var. % 12/11 CAGR UE ,8 72,9 71,8 70,9 68,9 67,1 67,6 67,3 67,2 67,2 67,0-0,2% -0,9% Índia 31,9 31,9 32,9 33,4 36,0 37,9 39,1 41,7 42,0 42,6 42,9 0,6% 3,3% PÁGINA: 63 de 311

70 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Estados Unidos 93,8 93,6 93,1 92,7 92,8 91,9 92,3 91,9 91,6 91,3 91,0-0,3% -0,3% China 4,4 5,9 8,0 9,6 10,5 11,2 11,0 8,9 9,0 9,4 9,7 3,8% 9,1% Rússia 98,8 92,3 89,7 89,7 84,2 84,4 85,2 85,4 83,2 83,4 83,8 0,6% -1,8% Brasil 68,6 68,2 69,3 72,0 73,2 53,6 55,8 56,4 57,9 57,5 58,0 0,8% -1,8% Nova Zelândia 89,9 89,4 88,1 87,1 86,0 85,1 80,8 69,5 68,7 68,0 67,2-1,1% -3,2% México 39,8 41,9 41,3 40,1 39,9 39,1 38,5 46,5 45,6 40,7 40,1-1,3% 0,1% Argentina 52,8 53,9 46,9 46,5 48,7 48,3 49,7 52,4 52,7 53,5 54,1 1,2% 0,3% Ucrânia 127,3 107,6 107,7 115,5 130,1 78,3 76,1 75,6 116,5 119,1 117,5-1,4% -0,9% Outros 5,1 5,2 5,0 4,9 4,3 4,1 2,3 2,3 3,9 3,7 3,7-0,2% -3,4% Total 24,7 24,7 24,9 25,2 25,4 24,6 24,0 24,1 25,0 24,9 24,9 0,1% 0,1% Fonte: USDA e World Bank A pesquisa indica também que as economias emergentes na Ásia terão uma parcela maior no consumo de produtos derivados do leite, graças a uma melhora na renda dessas populações. Um aumento significativo do consumo desses produtos também é previsto para a África, enquanto que na América Latina e na América do Norte, os índices de consumo se elevam apenas sensivelmente e na Europa, permanecem estáveis. Consumo Mundial de Leite para Indústria ( MT) País % do Total Var. % 12/11 CAGR UE ,4 103,9 103,7 104,6 102,1 103,4 103,9 103,9 105,5 107,7 108,8 30,3% 1,0% 0,7% Índia 48,5 50,0 52,5 54,9 56,3 59,4 61,5 63,8 67,9 70,9 75,4 21,0% 6,3% 4,5% Estados Unidos 49,6 49,6 49,7 52,3 54,3 56,0 57,6 57,2 58,7 60,1 61,0 17,0% 1,6% 2,1% China 8,3 10,8 13,3 16,1 19,2 21,5 20,8 17,8 18,5 19,4 20,4 5,7% 5,0% 9,4% Brasil 10,2 10,3 10,4 10,7 11,0 16,1 16,7 17,4 18,1 18,7 19,2 5,4% 2,6% 6,5% Nova Zelândia 14,0 14,4 14,2 14,3 14,9 15,4 15,1 16,5 16,7 18,2 18,7 5,2% 2,4% 2,9% Rússia 16,2 16,7 16,2 16,4 16,4 17,6 17,8 17,9 17,8 17,8 17,8 5,0% 0,3% 1,0% Argentina 6,5 5,9 7,5 7,7 8,3 7,6 8,0 8,2 8,4 9,8 10,2 2,8% 4,2% 4,6% Austrália 9,6 8,6 8,3 8,2 8,2 7,2 7,2 7,0 7,0 7,2 7,3 2,0% 2,3% -2,6% México 5,6 5,6 5,8 5,8 6,0 6,6 6,9 5,9 6,1 6,4 6,5 1,8% 1,6% 1,4% Outros 21,3 21,4 21,6 19,5 17,7 19,2 15,9 15,9 13,7 13,4 13,3 3,7% -0,6% -4,6% Total 291,1 297,2 303,1 310,4 314,1 330,1 331,4 331,5 338,4 349,5 358,6 100,0% 2,6% 2,1% Fonte: United States Department of Agriculture. O consumo de leite para fins industriais tem apresentado aumentos constantes nos últimos anos devido ao aumento na procura por produtos industrializados derivados do leite. O consumo mundial total deste leite deverá atingir 358,6 milhões de toneladas em 2012, um aumento de 2,6% em relação ao ano anterior, impulsionado principalmente por crescimentos de 6,3% no consumo da Índia, de 5,0% no consumo da China e de 4,2% no consumo da Argentina. O crescimento médio anual do consumo de leite com fins industriais no período foi de 2,1%, movido por expressivos aumentos de 9,4% no consumo da China e de 6,5% no consumo brasileiro. O Brasil é o quinto maior consumidor deste tipo de leite, representando 5,4% do consumo mundial. O país apresentou o segundo maior crescimento no consumo no período , ficando atrás apenas da China. Queijos PÁGINA: 64 de 311

71 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais O queijo, derivado do leite, é um alimento rico em cálcio, proteína e fósforo. Existem diversos tipos de queijos produzidos em todo o mundo, resultado do uso do leite de diferentes mamíferos ou do acréscimo de diferentes teores de gordura, emprego de determinadas espécies de bactérias e bolores, e da variação no tempo de envelhecimento e nos tratamentos de transformação. A dieta animal e a adição de agentes aromatizantes tais como ervas, especiarias ou defumação além das condições de pasteurização do leite, também afetam o sabor final do produto. Segundo a Associação Brasileiras das Indústrias de Queijo (ABIQ), no Brasil é produzida uma grande variedade de queijos que refletem a formação cultural própria do país, assim como as preferências de consumo nacionais. A diversidade dos produtos abrange queijos mais tipicamente brasileiros e outros inspirados nos conhecimentos trazidos ao país por franceses, dinamarqueses, italianos e, mais recentemente, por ingleses e norte-americanos. As versões originais foram adaptadas às condições e à oferta de leite nas diferentes bacias leiteiras e foram se adequando à demanda nacional por cada tipo do produto. Além dos produzidos internamente, o Brasil importa diversos tipos de queijos principalmente de países do Mercosul, como Uruguai e Argentina. De acordo com estudo realizado pela Sebrae/ESPM, os principais tipos de queijos podem ser classificados da seguinte maneira: Commodities: Prato, Mussarela, Requejão Culinário, Queijo Ralado; Fundidos: Fatiados, Porcionados, Tabletes, Ingredientes Culinários; Frescos: Minas Frescal, Cottage, Ricota Processados: Cream Cheese, Requeijão Cremoso, Petit Suisse; Especiais: Camembert, Parmesão, Provolone, Gorgonzola O termo commodity (produto básico, primário, simples) é utilizado para se referir aos queijos largamente comercializados e de menor valor agregado, de forma a diferenciá-los dos queijos fundidos, processados e finos. Principais Tipos de Queijos Produzidos e Consumidos no Brasil Produto Origem Característica Principal Tipo de Leite Gado Mussarela Itália Meridional Massa semi-dura e filada Pasteurizado Prato Brasil Massa semi-cozida e macia Cru ou pasteurizado Vaca e Búfala Vaca Requeijão Brasil Processado e espalhável Pasteurizado Vaca Minas Frescal Mundial (primeiro queijo produzido no Brasil) Massa crua Pasteurizado Vaca Minas Padrão (Processado ou Pasteurizado) Brasil (MG) Massa densa e firme Pasteurizado Vaca Parmesão Coalho Itália (Parma) Brasil (NE) Massa cozida e de salga longa Massa semi-cozida ou cozida, semi-dura e elástica Pasteurizado Petit Suisse França Iogurte à base de queijo Pasteurizado Vaca Fonte: Sebrae/ESPM. Produção Cru Vaca Vaca PÁGINA: 65 de 311

72 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Segundo informações do USDA, a produção mundial de queijos foi concentrada na União Europeia e nos Estados Unidos, responsáveis, respectivamente, por 45,1% e 30,6% da produção mundial em 2011, que atingiu um total de 15,7 milhões de toneladas. A projeção para o ano de 2012 é que haja um crescimento de 2,2% na produção, impulsionado por aumentos de 8,1% na produção da Ucrânia, de 5,1% na da Nova Zelândia, de 4,9% na do México e de 3,7% na do Brasil, principalmente. O crescimento médio anual da produção mundial de queijos no período foi de 2,0%, devido principalmente a aumentos na produção de países como México (7,3%), Ucrânia (4,5%), Argentina (4,5%) e Brasil (4,1%). A produção brasileira de queijos corresponde a 4,4% da produção mundial, considerando os maiores produtores mundiais. Nos últimos dez anos, o Brasil apresentou um dos maiores níveis de crescimento na produção, o que evidencia o grande potencial que o país apresenta em termos da produção de queijos. Produção Mundial de Queijo ( MT) Países % do Total Var (%) 12/11 CAGR União Europeia 6,1 6,2 6,5 6,6 6,8 6,8 6,8 6,8 7,0 7,1 7,1 44,4% 0,7% 1,5% Estados Unidos 3,9 3,9 4,0 4,2 4,3 4,4 4,5 4,6 4,7 4,8 4,9 30,7% 2,6% 2,4% Brasil 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,6 0,6 0,6 0,6 0,7 0,7 4,4% 3,7% 4,1% Argentina 0,4 0,3 0,4 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,6 0,6 3,6% 3,6% 4,5% Rússia 0,3 0,3 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 2,6% -1,2% 2,1% Austrália 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 2,1% 2,2% -2,2% Canadá 0,4 0,3 0,3 0,4 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 1,9% 2,0% -1,2% México 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,2 0,2 0,2 0,3 0,3 0,3 1,7% 4,9% 7,3% Nova Zelândia 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 1,7% 5,1% -1,7% Ucrânia 0,1 0,2 0,2 0,3 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 1,2% 8,1% 4,5% Outros 0,6 0,6 0,6 0,6 0,6 0,6 0,1 0,1 0,1 0,8 0,9 5,6% 8,5% 3,7% Total 13,1 13,1 13,6 14,1 14,4 14,7 14,3 14,4 14,8 15,7 16,0 100,0% 2,2% 2,0% Fonte: USDA. De acordo com o Sebrae, o mercado brasileiro de queijos apresenta um grande número de pequenos e micro produtores que atuam regionalmente e fora do âmbito do Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura SIF. A presença desses pequenos produtores dificulta a obtenção de informações oficiais sobre a produção total de queijos no Brasil, uma vez que não há um registro oficial do que é produzido por essas empresas informais. A produção sob inspeção do SIF, conforme projeções feitas por especialistas do setor e pela ABIQ, representa aproximadamente 60% do total de queijos produzidos no país. O mercado nacional de queijos passou a apresentar crescimento mais expressivo a partir de 1994 com o Plano Real. De acordo com dados do USDA, naquele ano o mercado nacional cresceu 6,5% em relação ao ano anterior, passando de 310,0 mil toneladas produzidas em 1993 para 330,0 mil toneladas em Nos anos subsequentes, 1995 a 2001, o mercado de queijos continuou apresentando bons índices de crescimento (crescimento médio de 4,9%). Entre 2002 e 2012, este mercado apresentou crescimento médio anual de 4,1%, passando de 470,0 mil toneladas produzidas em 2002 para 700,0 mil toneladas estimadas em Produção Brasileira Por Tipo de Queijo (% do Volume Produzido em 2005) PÁGINA: 66 de 311

73 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Fonte: Sebrae/ESPM. Consumo Os principais consumidores de queijo no mundo são a União Europeia e os Estados Unidos, responsáveis conjuntamente por 76,6% do consumo global do produto. O consumo mundial de queijos atingiu cerca de 14,6 milhões de toneladas no ano de 2011, segundo dados do USDA, um aumento de 1,3% em relação ao ano anterior, resultado principalmente de crescimentos no Brasil (5,3%), Argentina (3,1%), Japão (2,4%) e Austrália (2,2%). As projeções para o ano de 2012 apontam um crescimento de 1,9% no consumo mundial, que deverá atingir 14,8 milhões de toneladas, devido principalmente a aumentos de 18,0% no consumo da Ucrânia e de 3,9% no consumo do México. No período , o consumo mundial do produto apresentou crescimento médio anual de 1,5%, resultado principalmente de aumentos de 5,2% no México, 4,8% na Rússia, 4,4% na Ucrânia e 4,2% no Brasil. O consumo de queijos no mercado brasileiro, considerando projeções do USDA, deve corresponder a 4,9% do consumo mundial, atingindo a marca de 721 mil toneladas em O crescimento médio anual do consumo nacional no período foi de 4,2%, acima dos 1,5% de crescimento alcançados pelo mercado global como um todo, evidenciando as perspectivas positivas para o setor no Brasil. Consumo Mundial de Queijo ( MT) Países % do Total Var (%) 12/11 CAGR União Europeia 5,7 5,8 6,1 6,2 6,3 6,3 6,4 6,4 6,4 6,5 6,5 44,1% 0,5% 1,4% Estados Unidos 4,0 4,0 4,1 4,2 4,4 4,5 4,5 4,5 4,6 4,7 4,8 32,5% 2,4% 2,0% Rússia 0,5 0,5 0,5 0,6 0,6 0,7 0,8 0,7 0,7 0,7 0,7 5,0% 1,5% 4,8% Brasil 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,6 0,6 0,6 0,7 0,7 0,7 4,9% 2,9% 4,2% Argentina 0,4 0,3 0,3 0,4 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 3,5% 3,2% 4,1% México 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 2,3% 3,9% 5,2% Canadá 0,4 0,3 0,4 0,4 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 2,2% 3,1% -0,8% Japão 0,2 0,2 0,3 0,3 0,2 0,3 0,2 0,2 0,2 0,3 0,3 1,7% 2,4% 0,5% Austrália 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 1,6% 2,2% 0,4% Ucrânia 0,1 0,1 0,1 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,1 0,1 0,1 1,0% 18,0% 4,4% - Outros 0,7 0,7 0,6 0,7 0,6 0,7 0,1 0,1 0,2 0,1 0,2 1,2% 18,2% 13,0% Total 12,8 12,9 13,4 13,9 14,1 14,5 14,1 14,1 14,4 14,6 14,8 100,0% 1,9% 1,5% PÁGINA: 67 de 311

74 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Fonte: USDA. Em termos per capita, o Brasil ocupa o sétimo lugar no ranking dos maiores consumidores, com um consumo de apenas 3,6 kg por habitante em 2011, número bastante inferior aos 15,1 kg consumidos por pessoa nos Estados Unidos, primeiro país no ranking. As estimativas para o ano de 2012 apontam para um aumento de 1,9% no consumo per capita brasileiro e um aumento de 1,6% no consumo norte-americano. O aumento mais expressivo do período deve acontecer no consumo da Ucrânia, que atualmente ocupa o oitavo lugar no ranking, que deve apresentar crescimento de 18,6% no consumo do produto por habitante. Apesar dos níveis ainda baixos de consumo no país, o consumo per capita do produto no Brasil sofreu um crescimento anual médio de 3,1% no período , passando de 2,7 kg por habitante em 2002 para 3,6 kg por habitante em 2012, o que corresponde ao quarto maior crescimento entre os países do ranking. Consumo per capita Mundial de Queijo (KG/Habitante/ano) Países Var (%) 12/11 CAGR União Europeia 11,8 11,9 12,4 12,6 12,8 12,7 12,8 12,7 12,8 12,9 12,9 0,1% 0,9% Estados Unidos 13,8 13,8 14,2 14,3 14,7 14,9 14,7 14,8 15,0 15,1 15,4 1,6% 1,1% Rússia 3,2 3,4 3,7 4,3 4,4 4,8 5,3 4,9 5,1 5,2 5,3 1,6% 5,1% Brasil 2,7 2,5 2,5 2,6 2,8 3,0 3,2 3,2 3,4 3,6 3,6 1,9% 3,1% Argentina 9,3 8,2 8,8 9,0 10,9 12,0 12,3 12,4 12,1 12,4 12,7 2,3% 3,1% México 2,0 2,0 2,0 2,2 2,1 2,4 2,3 2,8 3,0 2,9 3,0 2,6% 3,9% Canadá 11,4 11,0 11,2 11,3 9,4 9,7 9,3 9,4 9,3 9,3 9,5 2,0% -1,9% Japão 1,9 1,8 2,0 2,0 1,9 2,1 1,8 1,8 1,9 2,0 2,0 2,5% 0,5% Austrália 11,4 11,6 11,4 10,9 10,9 10,2 10,0 10,0 10,1 10,1 10,1 0,2% -1,2% Ucrânia 2,0 2,3 2,8 3,5 3,6 4,2 4,0 3,5 3,1 2,7 3,2 18,6% 5,0% Outros 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 16,8% -14,1% Total 2,1 2,0 2,1 2,1 2,2 2,2 2,1 2,1 2,1 2,1 2,1 0,7% 0,3% Fonte: USDA e World Bank. O queijo ainda não é um produto de consumo tradicional em todas as regiões do país, sendo consumido principalmente nas regiões Sudeste e Sul. No entanto, o recente aumento de renda das classes C, D e E tem contribuído para reverter essa situação, colaborando para um melhor desempenho do segmento de queijos brasileiro. Os dados da Pesquisa do Orçamento Familiar de 2008/09 do IBGE mostram o efeito renda no consumo de queijo das famílias. O gasto mensal em reais aumenta cerca de 18 vezes ao se comparar a faixa de renda mais baixa com a mais alta. Considerando que a renda deve continuar a crescer nos anos futuros, principalmente nos segmentos mais baixos da pirâmide salarial, as perspectivas para o consumo de queijos no país são bastante promissoras. O hábito alimentar da população brasileira inclui queijos basicamente no café-da-manhã (desjejum) e, eventualmente, no lanche que substitui o jantar, conforme informações da pesquisa Hábitos Alimentares, realizada por Toledo & Associados em No entanto, o percentual de domicílios brasileiros que compra algum produto da categoria de queijos chega a ser relativamente alto, aproximadamente 68,0% em Índices de Penetração Por Tipo de Queijo (%) PÁGINA: 68 de 311

75 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Fonte: LATIN PANEL, jun. 2002/maio O SETOR DE ÓLEO E GORDURAS VEGETAIS O Brasil é o quarto maior produtor mundial de soja. Parte dessa produção é exportada, seja em grãos a granel ou em produtos semi-processados, como óleo vegetal cru e farelo de soja. (Fonte: IBGE e Safras de Mercado, Abiove) Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento ( Conab ), a produção brasileira de grãos de soja foi de 57,2 milhões de toneladas na safra 2008/2009, de 68,7 milhões de toneladas na safra de 2009/2010 e de 75,3 milhões de toneladas na safra 2010/2011. De acordo com dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), 33,0 milhões de toneladas de soja em grão, 14,4 milhões de toneladas de soja em farelo e 1,5 milhões de toneladas de óleo de soja foram exportados em A projeção da safra de soja para 2011/2012, conforme dados da Conab, é de cerca de 72,0 milhões de toneladas. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais ( Abiove ), a capacidade instalada total da indústria de processamento de oleaginosas no Brasil é de aproximadamente 176,8 mil toneladas de grãos/dia. De acordo com a Abiove, o processamento de oleaginosas está concentrado nos Estados do Mato Grosso (20,7%), Paraná (20,2%), Rio Grande do Sul (17,2%), Goiás (11,8%) e São Paulo (9,5%). Parte da produção de óleo vegetal bruto destinado ao consumo doméstico é transformada em óleo vegetal refinado, margarinas para consumo domiciliar e industrial, e gordura vegetal para uso industrial e institucional. Além disso, o óleo vegetal bruto também pode ser destinado às indústrias químicas, defensivos agrícolas e ração animal. Os óleos vegetais refinados mais consumidos no Brasil são os de soja e os chamados especiais (Canola, Milho ou Girassol). A produção mundial de óleo de soja foi de 42,9 milhões de toneladas na safra 2011/2012, um aumento de 4,2% em relação à safra anterior, impulsionado por aumentos expressivos de 17,0% na Rússia, 9,3% na China, 6,9% em Taiwan, 4,5% na Argentina e 2,7% no Brasil. O Brasil é o quarto maior produtor de óleo de soja do mundo, com produção de 7,1 milhões de toneladas na safra 2011/2012, correspondente a 16,5% do total da safra em referência. Produção Mundial de Óleo de Soja ( MT) Países 2002/ / / / / / / / / / 2012 % do Total Var. 11/10 CAGR China 4,7 4,5 5,4 6,1 6,4 7,0 7,3 8,7 9,8 10,8 25,1% 9,3% 9,6% Estados Unidos 8,4 7,7 8,8 9,2 9,3 9,3 8,5 8,9 8,6 8,5 19,8% -0,6% 0,2% Argentina 4,4 4,7 5,1 6,0 6,4 6,6 5,9 6,5 7,2 7,5 17,5% 4,5% 6,1% PÁGINA: 69 de 311

76 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais Brasil 5,2 5,6 5,6 5,4 6,0 6,2 6,1 6,5 6,9 7,1 16,5% 2,7% 3,5% União Européia 3,0 2,5 2,6 2,5 2,7 2,7 2,4 2,3 2,2 2,2 5,2% 0,1% -3,2% Índia 0,6 1,0 0,8 1,2 1,2 1,5 1,3 1,3 1,7 1,7 4,0% 0,0% 12,2% México 0,7 0,7 0,6 0,7 0,7 0,7 0,6 0,6 0,6 0,7 1,5% 1,6% -1,4% Rússia 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,2 0,3 0,3 0,4 0,5 1,1% 17,0% 21,6% Taiwan 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 1,0% 6,9% 1,9% Japão 0,8 0,6 0,6 0,5 0,5 0,5 0,5 0,4 0,4 0,4 0,9% -2,4% -7,8% Outros 2,3 2,4 2,5 2,6 2,8 2,7 2,7 2,9 2,9 3,2 7,5% 9,2% 3,7% Total 30,5 30,3 32,6 34,9 36,5 37,8 35,9 38,9 41,2 42,9 100,0% 4,2% 3,9% Fonte: USDA. Consumo O consumo mundial de óleo de soja atingiu 43,0 milhões de toneladas na safra 2011/2012, um aumento de 4,9% em relação à safra anterior, impulsionado principalmente por aumentos de 11,9% na Argentina, 8,6% na China, 5,6% no Egito, 5,4% nos Estados Unidos e 3,5% no Brasil. O Brasil é responsável por 12,7% do consumo total do produto, sendo o terceiro maior consumidor mundial, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Consumo Mundial de Óleo de Soja ( MT) Países 2002/ / / / / / / / / / 2012 % do Total Var. 11/10 CAGR China 6,4 7,2 7,2 7,6 8,7 9,7 9,5 10,4 11,1 12,1 28,1% 8,6% 7,3% Estados Unidos 7,7 7,7 7,9 8,1 8,4 8,3 7,4 7,2 7,6 8,0 18,7% 5,4% 0,4% Brasil 2,9 3,0 3,1 3,1 3,4 4,0 4,3 5,1 5,3 5,5 12,7% 3,5% 7,3% Argentina 0,4 0,4 0,4 0,4 0,5 1,0 1,4 1,9 2,5 2,8 6,5% 11,9% 24,6% Índia 1,9 1,9 2,7 3,0 2,5 2,3 2,3 2,8 2,7 2,7 6,3% 1,9% 3,9% União Europeia 2,3 2,1 2,2 2,9 3,4 3,4 2,7 2,4 2,8 2,6 6,1% -5,0% 1,5% Egito 0,3 0,2 0,3 0,3 0,3 0,6 0,6 0,5 0,8 0,8 1,9% 5,6% 11,3% México 0,9 0,7 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 1,9% -4,2% -1,6% Irã 0,9 0,9 0,9 0,9 0,8 0,7 0,6 0,6 0,7 0,7 1,7% 2,4% -2,7% Algéria 0,1 0,0 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,4 0,5 0,5 1,1% 2,2% 20,3% Outros 6,3 6,1 6,1 6,3 6,4 6,4 6,1 6,2 6,3 6,5 15,1% 3,1% 0,3% Total 30,2 30,3 31,8 33,7 35,5 37,7 36,0 38,3 41,0 43,0 100,0% 4,9% 4,0% Fonte: USDA. O consumo de óleos vegetais, margarinas e gorduras vegetais no mercado brasileiro vêm apresentando crescimento marginal devido à alta penetração já existente nos lares brasileiros. Isto ocorre devido ao fato destes produtos serem de baixo valor agregado e, portanto, acessíveis a todas as camadas da população. Concorrência No segmento de lácteos, desenvolvemos atividades bastante diversificadas, produzindo praticamente todos os tipos de produtos, entre eles o leite pasteurizado, leite UHT (incluindo flavorizado), iogurte (regular e light), queijos (parmesão em lascas e ralados, minas frescal e cream cheese, queijos especiais), requeijão, manteigas, leite fermentado, cremes de leite e sobremesas. Em virtude da nossa versatilidade, temos concorrentes diferentes para cada tipo de produto. Os principais concorrentes do setor de lácteos são Nestlé, Danone, Parmalat e Perdigão. A tabela PÁGINA: 70 de 311

77 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais abaixo apresenta nossos principais concorrentes para cada produto lácteo, na data deste Formulário: Produto Leite Pasteurizado Leite UHT Leite UHT Flavorizado Iogurtes Queijo Requeijão Manteiga Leite Fermentado Creme de Leite Principais Concorrentes CCL Cooperativa Central de Laticínios CCL, Elegê, Batavo, LBR Nestlé, Quaker, Danone, Itambé, Pepsico Danone, Nestlé, Itambé, Batavo, Paulista Polenghi, Sancor Danone, Nestlé, LBR, Itambé Batavo, Paulista, Itambé Nestlé, Danone, Yakult Danone, Nestlé, Itambé, Batavo O mercado de gorduras vegetais alimentícias divide-se em quatro segmentos: (i) margarinas, (ii) maioneses; (iii) óleos comestíveis (soja, canola, girassol e azeite); e (iv) gorduras vegetais para o setor de food service (incluindo padarias). Em óleos comestíveis e gorduras vegetais, existem poucos e grandes concorrentes, tais como Cargill, Bunge e ADM. Por não sermos uma esmagadora de soja, possuímos uma participação pouco expressiva neste segmento. A tabela a seguir apresenta nossos principais concorrentes em cada mercado: Produto Margarina Maionese Óleo comestível Gordura Vegetal Principais Concorrentes Bunge, Brasil Foods, Unilever Brasil Foods, Bunge, Unilever Cargill, Bunge, ADM Bunge d. Eventual sazonalidade Atuamos em categorias de produtos que sofrem diferentes formas de sazonalidade no volume de vendas. No entanto, nosso portfólio de produtos nos permite que não soframos de maneira efetiva com tais efeitos sazonais, dada a grande diversidade de produtos que possuímos. Enquanto alguns produtos refrigerados, por exemplo, podem apresentar certa redução no volume de vendas no inverno, outros, tais como queijos e sobremesas, compensam tais reduções, apresentando aumento nos volumes vendidos. Da mesma maneira, enquanto determinados produtos podem sofrer reduções nos volumes vendidos no período do verão (principalmente produtos infantis nos meses de férias, já que grande parte de seu consumo está voltado para as merendas escolares), tais reduções são compensadas pelo aumento no volume de vendas de outros produtos, tais como cremes, maioneses, chantymix, entre outros, também associados ao período de festas de final de ano. e. Principais insumos e matérias primas, informando (i) descrição das relações mantidas com fornecedores, inclusive se estão sujeitas a controle ou regulamentação governamental, com indicação dos órgãos e da respectiva legislação aplicável; (ii) eventual dependência de poucos fornecedores; e (iii) eventual volatilidade em seus preços. LEITE O leite é a nossa principal matéria-prima. Possuímos duas fontes fornecedoras de leite: fazendeiros independentes e cooperativas produtoras de leite. Os fazendeiros independentes representam cerca de dois terços e as cooperativas produtoras de leite representam cerca de um terço do nosso fornecimento total de leite. Do total do leite fornecido, cerca de 45,92% são coletados em Minas Gerais, 22,38% em São Paulo, 25,84% no Paraná, e 5,86% em outros PÁGINA: 71 de 311

78 7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais estados. Compramos o leite diretamente de aproximadamente fazendeiros independentes e de cinco cooperativas. A aquisição do leite in natura é realizada no mercado spot. Possuímos um relacionamento de longa data com os nossos fornecedores e nunca experimentamos qualquer dificuldade na captação do leite. O leite é transportado a granel desde o ponto de coleta até as nossas fábricas localizadas em São Paulo, São Gonçalo do Sapucaí e Santo Inácio, por caminhões que possuem tanques isotérmicos de aço inox, que mantêm a temperatura do leite entre 5ºC e 7ºC. Pagamos o leite pelo preço de mercado, que varia de acordo com a distância das nossas fábricas ao ponto de coleta e a época do ano. O custo do leite é maior no período de fevereiro a agosto e menor no período de setembro a janeiro. Buscamos garantir o nosso fornecimento de leite ao (i) manter uma política competitiva de preços; (ii) oferecer aos nossos fornecedores financiamentos e investimentos em troca de fornecimentos de leite; (iii) financiar assistência veterinária para os nossos fornecedores, por meio do nosso plano de saúde veterinária; e (iv) manter relacionamento de longo prazo com os nossos fornecedores. Os eventuais custos relacionados são compensados pelo preço do leite que pagamos. Apesar de o leite in natura ser a principal matéria-prima no processo de produção de lácteos, dependendo da variação do preço de mercado, utilizamos, em algumas oportunidades, o leite em pó. O preço do leite é determinado pelas leis da oferta e demanda no mercado. De acordo com informações do AnualPEC 2011, no primeiro semestre de 2010 houve um excedente na produção leiteira, porém a relação preço e custo de produção se manteve boa. Já no segundo semestre, o preço do leite caiu, os custos de produção aumentaram e o dólar ficou mais barato, o que desestimula as exportações. Além disso, no segundo semestre de 2010, o clima se alterou em consequência do fenômeno La Niña, a seca afetou a produção de trigo na Rússia e de parte da Europa, e a China começou a comprar mais soja. O preço do leite encerrou o ano de 2010 em R$0,70/litro, de acordo com dados do CEPEA, enquanto alcançou R$0,84/litro no fechamento de ÓLEO DE SOJA No segmento de produtos à base de gorduras vegetais, a matéria-prima básica é o óleo de soja bruto, obtido por meio da moagem de grãos de soja. Em 2011, compramos cerca de 56 milhões de toneladas de óleo de soja bruto. Nosso principal fornecedor de óleo de soja bruto está localizado no Estado do Mato Grosso do Sul, responsável pela produção de 40% do óleo de soja bruto que consumimos. Os Estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, são responsáveis pelo fornecimento dos demais 60%, na proporção de 68,81%, 21,82% e 7,12%, respectivamente, sendo os demais 2,25% fornecidos por outros estados. Essas porcentagens podem variar de ano para ano por diversos fatores, tais como disponibilidade do produto, preços e quantidade de volume voltado para exportação. PÁGINA: 72 de 311

79 7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total a. Montante total de receitas provenientes do cliente Não possuímos clientes que sejam responsáveis por mais de 10% de nossa receita líquida total. b. Segmentos operacionais afetados pelas receitas proveniente do cliente Não possuímos clientes que sejam responsáveis por mais de 10% de nossa receita líquida total. PÁGINA: 73 de 311

80 7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades a. Necessidade de autorizações governamentais para o exercício das atividades e histórico de relação com a administração pública para obtenção de tais autorizações Licenciamento Ambiental Cumprimos com todas as leis e regulamentos municipais, estaduais e nacionais no que se refere à gestão ambiental, conforme disposto a seguir. Apesar de atender a todas as exigências legais da legislação ambiental, ainda não aderimos formalmente a nenhum padrão internacional de referência específica. Um dos principais instrumentos da legislação ambiental consiste no licenciamento exigido das atividades consideradas potencialmente poluidoras, nas quais se enquadram as atividades industriais desenvolvidas por nós. A legislação determina que o regular funcionamento de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras está condicionado ao prévio licenciamento ambiental. Este procedimento é necessário tanto para a implantação do empreendimento quanto para as ampliações nele procedidas, sendo que as licenças emitidas precisam ser renovadas periodicamente conforme os prazos estipulados pelo órgão ambiental competente. A competência para licenciar, no que se refere aos empreendimentos de impacto ambiental nacional ou regional é do IBAMA. Nos demais casos, a competência é dos órgãos ambientais estaduais ou municipais, caso o impacto seja local e o órgão municipal seja apto a licenciar tais atividades. O processo de licenciamento ambiental compreende, basicamente, a emissão de três licenças, todas com prazos determinados de validade: licença prévia, licença de instalação e licença de operação. Cada uma destas licenças é emitida conforme a fase em que se encontra a implantação do empreendimento e a manutenção de sua validade depende do cumprimento das condicionantes que forem estabelecidas pelo órgão ambiental licenciador. A ausência de licença ambiental, independentemente de a atividade estar ou não causando danos efetivos ao meio ambiente, caracteriza a prática de crime ambiental além de sujeitar o infrator a penalidades administrativas tais como multas que, no âmbito federal, podem chegar a R$10,0 milhões (aplicáveis em dobro ou no seu triplo, em caso de reincidência) e interdição de atividades. As demoras ou indeferimentos, por parte dos órgãos ambientais licenciadores, na emissão ou renovação dessas licenças, assim como a eventual impossibilidade da Companhia e suas controladas de atender às exigências estabelecidas por tais órgãos ambientais no curso do processo de licenciamento ambiental, poderão prejudicar, ou mesmo impedir, conforme o caso, a instalação e a operação dos seus empreendimentos. A legislação ambiental também impõe diversas outras obrigações, incluindo, por exemplo, a destinação final ambientalmente adequada de resíduos, o estabelecimento de planos de logística reversa e a responsabilidade pós consumo, e a obtenção de autorizações para a captação de água e para o lançamento de efluentes. TCFA As empresas consideradas potencialmente poluidoras estão também sujeitas ao pagamento da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental TCFA perante o IBAMA, e a depender do estado onde está situada, ao pagamento de Taxas de Controle e Fiscalização Ambiental estaduais. O valor da taxa do IBAMA varia de R$50,00 a R$2.250,00, de acordo com o porte e o potencial poluidor do empreendimento. Sua cobrança vigora desde março de 2001 e a falta do pagamento da taxa acarreta multa de 20% sobre valor devido, mais juros moratórios de 1%. Todas as nossas unidades industriais recolhem pontualmente a TCFA. Resíduos Sólidos Os resíduos sólidos gerados por nossas unidades industriais são remetidos a terceiros contratados para dar-lhes tratamento e destino final, nas condições da legislação vigente. PÁGINA: 74 de 311

81 7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades É importante ressaltar que, de acordo com a Política Nacional do Meio Ambiente, os danos ambientais geram responsabilidade objetiva daqueles que contribuírem direta ou indiretamente para sua ocorrência. Daí a relevância de um alto controle de todas as empresas contratadas para transportar ou dispor os resíduos gerados pela Companhia. A Vigor dispõe de CADRI Certificado de Autorização de Destinação de Resíduos Industriais referente aos resíduos gerados nas unidades do Estado de São Paulo. Atenta à implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e às Políticas Estaduais existentes, acompanhamos ativamente todas as discussões do setor de alimentos no sentido da criação de um plano setorial contemplando a implementação de um sistema de logística reversa que atenda aos critérios legais. Recursos Hídricos A Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei n.º 9.433/97) determina que o uso de corpos d água para fins de captação ou lançamento de efluentes deverão ser previamente autorizadas pelo Poder Público por meio de documento de outorga de direito de uso. Todas as nossas unidades industriais possuem outorgas para uso de corpos d água para fins de captação ou lançamento de efluentes. b. Política ambiental da Vigor e custos incorridos para o cumprimento da regulação ambiental e, se for o caso, de outras práticas ambientais, inclusive a adesão a padrões internacionais de proteção ambiental Para nós, que temos incorporados em nossa governança corporativa os conceitos de responsabilidade social, respeito ao meio ambiente, conduta ética e desempenho econômico, a sustentabilidade é um valor importante. Acreditamos que nosso desenvolvimento e crescimento empresarial devem estar associados à sustentabilidade de nossas ações. Assim, seguimos as boas práticas da governança e adotamos como linhas mestras a transparência junto a todos os públicos com que nos relacionamos, investimos constantemente na melhoria da cadeia produtiva em nossas unidades, com ênfase na redução de impactos ambientais, além de buscar formas de estreitar nossa relação com os colaboradores, familiares e a comunidade em geral por meio de iniciativas de caráter social. Possuímos uma política de sustentabilidade, cujas premissas incluem ser ecologicamente viável e correta, socialmente justa e culturalmente aceita, sempre fizeram parte do desenvolvimento e crescimento em todos os países em que atuamos. Nossa extensa experiência comprova a importância da redução dos impactos ambientais para manter um estreito relacionamento com as comunidades onde estamos presentes. Priorizamos nossa atuação pelo uso sustentável de materiais, pelos fatores climáticos, tratamento de resíduos, pelas parcerias com organizações justas, pela saúde, qualidade de vida e pela ética. Em 2011, foram investidos aproximadamente R$1,3 milhões em melhorias para o cumprimento da regulação ambiental e de outras práticas ambientais. c. Dependência de patentes, marcas, licenças, concessões, franquias, contratos de royalties relevantes para o desenvolvimento das atividades De modo a proteger as marcas relacionadas aos nossos produtos, bem como nossa reputação, possuímos um vasto portfólio de marcas, o qual é revisado e atualizado periodicamente. Depositamos junto ao INPI 138 pedidos de registro de marcas, em outros territórios depositamos 2 pedidos de registro de marcas. Detemos a titularidade de 307 registros de marcas em nosso nome, sendo 293 registros em território brasileiro e 14 no exterior. Além das marcas, não possuímos dependência de licenças, concessões, franquias, contratos de royalties relevantes para o desenvolvimento das atividades. PÁGINA: 75 de 311

82 Formulário de Referência Vigor Alimentos S.A. Versão : Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades Apresentamos, a seguir, algumas das marcas que depositamos perante o INPI. Para maiores informações sobre propriedade industrial, veja o item 9.1 (b) deste Formulário de Referência. Principais Marcas PÁGINA: 76 de 311

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