UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA DE ENGENHARIA DE PROCESSAMENTO DIGITAL II PROJETO DE SOFTWARE

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1 UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA DE ENGENHARIA DE PROCESSAMENTO DIGITAL II JANAÍNA TRINDADE DE ÁVILA PROJETO DE SOFTWARE Controle de Motor de Indução e Inversor de Freqüência através da Porta Paralela do PC Canoas 2006

2 JANAÍNA TRINDADE DE ÁVILA PROJETO DE SOFTWARE Controle de Motor de Indução e Inversor de Freqüência através da Porta Paralela do PC Trabalho apresentado na disciplina de Engenharia de Processamento Digital II para obtenção do grau de aprovação no curso de Engenharia Elétrica na Universidade Luterana do Brasil. Professor: Luis Fernando Espinosa Cocian Canoas

3 SUMARIO 1 INTRODUÇÃO Formulação do Problema de Engenharia Objetivos Justificativa Cronograma Previsto e Executado Orçamento do Projeto METODOLOGIA Software Interfaces Gráficas e Fluxogramas Documentação: Classes e Funções Descrição da Funcionalidade do Software Descrição dos testes a serem realizados Hardware Descrição Esquemas Elétricos RESULTADOS E CONCLUSÕES Resultados Problemas técnicos encontrados e soluções implementadas Conclusões...31 Anexos...32 A 1. Código Fonte...33 A 2. Parâmetros do Inversor de Freqüência...38 A 3. Fotos do Projeto

4 1. INTRODUÇÃO 1.1 Formulação do Problema de Engenharia Controle de um motor de indução trifásico usando um inversor de frequência controlado pela porta paralela de um microcomputador. 1.2 Objetivo O objetivo principal do projeto é desenvolver um software para a comunicação de dados entre o microcomputador e o inversor de freqüência através da linguagem de programação visual C++ Builder. O microcomputador tem por função enviar sinais por meio da porta paralela, passando por um circuito eletrônico que trata os sinais do PC em relação aos sinais do inversor de freqüência. 1.3 Justificativa A linguagem de programação orientada a objetos descrita acima, disponibiliza uma interface de comunicação entre o usuário e o inversor de freqüência, permitindo o controle do inversor e motor a partir de botões criados no software com funções especificas, facilitando a operação a distância dos equipamentos. A vantagem principal da transmissão dos dados através da porta paralela é que podemos ter todos os bits de um byte ao mesmo tempo na saída (ou na entrada) do dispositivo o que significa uma velocidade maior ou ainda o controle simultâneo de 8 dispositivos. 4

5 1.4 Cronograma previsto e executado Data Data da Atividade Prevista Execução 20/05 01/06 Finalização da elaboração da proposta para o projeto. 25/05 06/06 Data limite para a entrega e elaboração das propostas. 29/06 29/06 Apresentação do projeto concluído. 13/07 11/07 Data limite para entrega do projeto de software. Tabela 1.1- Cronograma 1.5 Orçamento do projeto Item Descrição Qtde Preço Unit. R$ 01 Circuito eletrônico para tratamento dos sinais 01 10,00 02 Cabos de comunicação paralela 02 10,00 03 Inversor de Freqüência CFW-08 1,6A 220V ,00 04 Motor de Indução Trifásico 1/4CV- 2P- 220/380V 01 * 05 Software de comunicação em linguagem C++ Visual 01 - Valor Total do Projeto 620,00 Tabela 1.2- Orçamento * O motor foi patrocinado pela Empresa Indutec Comercial Elétrica - São Leopoldo 5

6 2. METODOLOGIA 2.1 Software A elaboração do software foi realizada em um ambiente de desenvolvimento integrado C++ Builder (IDE). O IDE (Integrated Development Environment) do C++ Builder é uma aplicação Windows que proporciona um ambiente de trabalho visual de tal forma que qualquer pessoa que estiver familiarizada com a utilização dos programas Windows como usuário não deverá fazer um grande esforço para usar o IDE com certa facilidade. O ambiente de desenvolvimento está dividido em cinco partes. - A janela principal que contém o menu principal, com uma barra de ferramentas e uma paleta de objetos componentes. O menu principal permite o acesso a todas as operações e possibilita a configuração do programa, permite o acesso rápido às operações que se realizam com mais freqüência e agrupa os objetos componentes que se podem incluir nas aplicações. Figura 2.1 A janela principal. 6

7 - O inspetor de objetos serve para alterar as propriedades dos objetos que formam a aplicação e para selecionar os eventos aos quais devem responder esses objetos. No software utilizamos basicamente dois objetos conforme descreve o quadro abaixo: Label Button Mostra um texto que o usuário não poderá selecionar nem manipular. Foram utilizados 6 Label s para mostrar atribuições de certos botões e visualizar informações que conseguimos ler através do programa. Cria um botão que o usuário pode pressionar para disparar eventos e ações. Utilizamos 6 Button s nomeados conforme suas funções. Tabela Erro! Nenhum texto com o estilo especificado foi encontrado no documento. Objetos utilizados no software. - O editor de quadros é uma janela que usualmente aparece pontilhada sobre a qual se colocam os objetos componentes para desenhar as janelas que formarão a aplicação. Figura 2.2 Janela do editor de quadros 7

8 - O editor de códigos O editor de código é um editor de texto multi-janela que serve para editar e ver o código da aplicação. Ele está perfeitamente integrado com o inspetor de objetos e com o editor de quadros. Figura 2.3 Janela do editor de códigos - O gerenciador de projetos. Um projeto é um conjunto de arquivos que trabalham em conjunto para criar um arquivo executável independente ou uma biblioteca dinâmica de funções (DLL Dynamic Link Library Biblioteca de conexão dinâmica.). Um grupo de projetos é um conjunto de projetos que cooperam entre si. Figura O Gerenciador de Projetos. 8

9 2.1.1 Interfaces Gráficas e Fluxogramas Interface Gráfica A figura abaixo onde mostra a janela do editor de quadros já compilada poderá ser usada como console onde o usuário terá todo o controle do hardware, possuindo a autonomia de ligar, desligar, e inverter a rotação de um motor elétrico. Figura 2.5 Janela do editor de quadros após compilação do programa 9

10 Fluxograma INICIO S LIGAR MOTOR? N LER LPT1? N N S FECHAR PROGRAMA? N INVERSOR HABILITADO? ACIONE BOTÃO LER S ACIONE BOTÃO HABILITA GERAL S FIM ACIONE BOTÃO LIGA MOTOR N LER LPT1? S LER LPT1? S ACIONE BOTÃO LER ACIONE BOTÃO LER N N INVERTER ROTAÇÃO? N DESLIGAR MOTOR? S S ACIONE BOTÃO RESET OU DESLIGA MOTOR ACIONE BOTÃO DESLIGA MOTOR A B 10

11 A B LER LPT1? S ACIONE BOTÃO LER LER LPT1? S ACIONE BOTÃO LER N ACIONE BOTÃO SENTIDO GIRO N FECHAR PROGRAMA? S LER LPT1? S ACIONE BOTÃO LER N N DESLIGAR MOTOR? N RESETAR LPT1? N S ACIONE BOTÃO DESLIGA MOTOR S ACIONE BOTÃO RESET LER LPT1? S ACIONE BOTÃO LER N SAIR DO PROGRAMA? N INICIO S FIM 11

12 2.1.2 Documentação: Classes e Funções A linguagem de programação orientada a objetos possibilita combinar num único registro campos que conterão dados e campos que são funções para operar os campos de dados do registro. Uma classe é considerada um tipo de dado e uma função é um conjunto de instruções desenhadas para cumprir uma tarefa particular e agrupadas numa unidade para referenciá-las A figura abaixo mostra as classes e funções utilizadas no desenvolvimento do software. Figura 2.6 Classes e Funções 12

13 2.1.3 Descrição da funcionalidade do software O software foi implementado utilizando o compilador Builder C++ versão 6.0, com o objetivo de realizar uma comunicação com um inversor de freqüência usando a interface de comunicação paralela de um microcomputador. O software possibilita inicialmente alguns controles básicos, podendo ser acrescentado controles adicionais conforme as necessidades, mediante a simples tarefa de acrescentar botões e outros objetos componentes com funções específicas. Com os botões criados no software obtemos as seguintes possibilidades, habilitar inversor de freqüência, ligar motor, inverter sentido de giro do motor, desligar motor, estes quatros eventos utilizam as entradas digitais do inversor de freqüência, existem outros dois botões que são utilizados mas não são ligados diretamente ao hardware. O RESET por exemplo é um botão que zera a os pinos da porta paralela, já o botão LER tem uma função especial que é conferir o valor que está sendo enviado para a porta certificando que os valores estão de acordo com a função do botão acionado. A tabela abaixo mostra com mais clareza o que ocorre quando pressionamos um botão qualquer e logo em seguida o botão LER. Botão Pressionado Porta Paralela Entrada Digital Botão Ler Pressionado Valor Decimal Valor Binário Habilita Geral D0 pino 2 DI1 borne Liga Motor D1 pino 3 DI2 borne Reset Sentido Giro D2 pino 4 DI3 borne Desliga Motor D3 pino 5 DI4 borne Tabela 2.2 Endereçamento e valores dos sinais 13

14 2.1.4 Descrição dos testes realizados Após a conclusão das implementações, correção dos erros de programação, execução e compilação, partimos para os testes práticos. Inicialmente o software foi testado em uma placa de led s para observar se a porta paralela realmente respondia de acordo com os comando reportados pela interface gráfica do compilador Builder C++. A comunicação obteve sucesso, então conectamos o inversor de frequencia na porta paralela através de um cabo e para verificarmos se existia comunicação, realizamos medidas com um multímetro, visualizamos que a porta estava mandando sinal para as entradas digitais do inversor, o próximo passo foi ligar um motor na saída do inversor, realizamos algumas adaptações que serão descritas no item 3.2 bem como todo o detalhamento do projeto do hardware. Figura Circuito de led s para teste da porta paralela 14

15 2.2 Hardware Descrição Para a comunicação de dados entre um PC e um dispositivo, foi necessário definir uma aplicação prática, neste caso resolvemos controlar um motor de indução usando um inversor de freqüências. Além do inversor, do motor, dos cabos e do PC, desenvolvemos um circuito eletrônico para isolar os sinais da porta paralela dos sinais das entradas digitais do inversor de freqüências. Neste item descreveremos detalhadamente cada dispositivo integrado no sistema bem como suas características principais. - PC: O microcomputador utilizado é um computador pessoal, com sistema operacional Windows XP; Figura 2.8 PC para simular o software 15

16 - Inversor de Freqüências: Equipamento destinado a controlar e variar a velocidade de motores elétricos de indução trifásicos. São equipamentos microprocessados, full digital, disponíveis com controle escalar e/ou vetorial e utilizam IGBT para chaveamento em alta freqüências. Utilizamos um inversor de frequêcias da marca Weg com controle escalar e as seguintes características: Mod: ML- 1.6/1AC HSE - Microline Rede Alimentação*: Vac 3,6 A - 50/60Hz Saída: Vac 1,6 A Hz * Alimentação monofásica em 220V. OBS: Não utilizar motores elétricos em que sua corrente nominal ultrapasse o valor de corrente de saída do inversor de freqüências. Figura 2.9 Inversor de Freqüência e suas características Figura 2.10 Inversor de freqüência com cabo de controle das DI s 16

17 Figura 2.11 Inversor de freqüência com cabo de alimentação - Motor Elétrico: Motor elétrico é uma máquina destinada a transformar energia elétrica em energia mecânica. Utilizamos um motor de indução trifásico da marca Kolbald com as seguintes características de placa. 3~ 220/380 V 1,73/1,0 A 0,37 KW 0,5 CV 2800 rpm 50HZ Tabela 2-3 Dados de placa do motor Figura 2.12 Motor elétrico com cabo de força 17

18 - Cabos: Foram utilizados diversos tipos de cabos : Cabo que interliga a porta paralela ao circuito eletrônico conforme fig. 2-12; Cabo que interliga o circuito eletrônico ao inversor conforme fig. 2-9; Cabo de alimentação do inversor de freqüências conforme figura 2-10; Cabo de alimentação do motor que é interligado com inversor de freqüências conforme figura Circuito Eletrônico: Este circuito é muito simples, basicamente serve para proteger e isolar a porta paralela das entradas digitais do inversor de freqüências. Montado em um protoboard, é constituído por 4 resistores de 2K2Ω, 4 transistores NPN BC 547. Figura 2.13 Circuito eletrônico montado em protoboard 18

19 2.2.2 Esquemas Elétricos - Inversor de Freqüência: Figura 2.14 Estrutura de um inversor de freqüência O motor trifásico de indução normal foi projetado para trabalhar a partir da rede de alimentação senoidal. O inversor de freqüência procura imitar esta alimentação senoidal através da geração de pulsos de alta freqüência onde a largura de cada pulso é controlada de forma que o valor médio resultante é uma senoide. A indutância própria do motor filtra essa alta freqüência dos pulsos de modo que a corrente resultante no motor é praticamente senoidal. Figura Instalação para inversor com entrada monofásica em (F-N) 19

20 Figura Esquema de Ligação do Inversor de Frequência 20

21 Figura Esquema do conector XC1(entradas digitais) 21

22 Figura Esquema de ligação das entradas digitais O esquema de ligação das entradas digitais foi baseado no modo de operação B2 comando a 3 fios (função liga/desliga) do manual do inversor de freqüência conforme a figura acima. Porém adicionamos mais uma função a fim de utilizar as 4 entradas digitais. A tabela abaixo explica a função de cada entrada digital, bem como os parâmetros relacionados. Entrada Digital XC1 Função Parâmetros Ajuste DI1 1 Liga P DI2 2 Desliga P DI3 3 Habilita Geral P DI4 4 Sentido de Giro P COM 5 Comum - - Parâmetros Relacionados Função Parâmetros Ajuste Referência para JOG P = freqüência Seleção Local/Remoto P = remoto Seleção de Comandos no Modo Local P = bornes Tabela 2.4 Função das Entradas Digitais e Parâmetros Relacionados 22

23 Figura Fluxograma para leitura/ alteração de parâmetros Observações: 1 - Para os parâmetros que podem ser alterados com motor girando, o inversor passa a utilizar imediatamente o novo valor ajustado. Para os parâmetros que só podem ser alterados com motor parado, o inversor passa a utilizar o novo valor ajustado somente após pressionar a tecla PROG. 2 Pressionando a tecla PROG após o ajuste, o último valor ajustado é automaticamente gravado, ficando retido até nova alteração. 3 Caso o último valor ajustado no parâmetro o torne funcionalmente incompatível com outro já ajustado ocorre indicação de E-24 Erro de programação. 4 A inibição do acesso à alteração de parâmetros é feita ajustando P000 num valor diferente de 5 ou desenergizando/energizando o inversor. 23

24 - Motor: O motor será alimentado por um inversor de freqüências monofásico, o inversor monofásico é alimentado por uma rede bifásica ou monofásica (F+N) em 220Vca e sua saída para o motor é 220Vca trifásico. Portanto o motor deverá ter a opção de ligação em 220 trífásico, no caso do motor utilizado neste projeto sua ligação foi delta ou triângulo conforme exemplifica a tabela e os esquemas abaixo: Tensão Elétrica Forma de Ligação 220 /380 / Y Tabela 2.5- Tensão de Ligação do motor elétrico Ligação Triângulo Figura Ligações do motor Figura Esquema e Diagrama do motor 24

25 - Cabos: O cabo que conecta o computador ao circuito eletrônico é um cabo especial para comunicação via porta paralela também conhecida como LPT. A figura abaixo mostra a pinagem padrão da porta LPT nos PCs, montada sob um DB-25 e as informações dos pinos presentes na mesma e sua funções. Figura Conector e descrição dos pinos para a porta paralela No projeto utilizamos apenas 5 pinos da porta paralela Pino Descrição Valor Binário Valor Decimal 2 D H 3 D H 4 D H 5 D H 25 Ground Figura Valores para endereço de dados 25

26 O cabo de sinal e controle que interliga o inversor ( conector XC1) ao circuito eletrônico possui uma bitola de 0,5mm², as fiações em XC1 devem ser feitas com cabo blindado e separadas das demais fiações (potência, controle, etc.) Caso o cruzamento destes cabos com os demais seja inevitável o mesmo deve ser feito de forma perpendicular entre eles, mantendo-se um afastamento mínimo de 5cm neste ponto. Figura Fiação de sinal e controle O cabo de alimentação utilizado no inversor de frequência é um cabo 3X1,5mm², com um plugue para tomada 2P+T universal. O cabo de alimentação utilizado no motor é um cabo 4X2,5mm² (3F+T) que interliga o motor elétrico ao inversor de freqüência. A fiação de saída do inversor para o motor elétrico deve ser instalada separada da fiação de entrada, bem como a fiação de sinal e controle. 26

27 - Circuito Eletrônico : Utilizamos o programa Microcap para elaborar o circuito eletrônico utilizado no projeto, para obter uma melhor visualização de como funciona os componentes empregados. A porta paralela envia um sinal de 5 VCD para o resistor ( 2K2Ω) serve para limitar a corrente na base do transistor (BC 547), este último serve como chave para as entradas digitais, quando as chaves fecham circula uma corrente de aproximadamente 13mA entre o coletor e emissor, originada do cartão de controle do inversor de frequência onde se localiza o conector XC1. Figura 2.27 Circuito Eletrônico 27

28 3. RESULTADOS E CONCLUSÕES 3.3 Resultados Os resultados obtidos coincidiram com o objetivo do projeto, após a elaboração do software utilizando-se de recursos técnicos através de pesquisas realizadas em revistas e livros sobre a porta paralela, corrigindo todos os erros e compilando o programa, conseguimos o primeiro resultado experimental através de um circuito de led s e resistores, para observar se o programa tem uma comunicação lógica com a LPT. Foi desenvolvido no software um meio de testar a saída da LPT através do acionamento de um botão. Em seguida adaptamos a porta paralela ao circuito eletrônico, com o multiteste conseguimos adquirir medidas do comportamento dos componentes em relação à saída de dados da porta LPT. Logo após adaptamos o circuito eletrônico às entradas digitais do inversor de freqüência e novamente com o multiteste verificamos o acionamentos das chaves (transistores), depois de muitos erros, consertos, medidas, conseguimos uma comunica;cão com o inversor e por fim conectamos o motor na saída do inversor. Tendo como resultado principal a comunicação realizada entre o PC e um dispositivo, o projeto se propõe a controlar um motor de indução trifásico usando um inversor de freqüência controlado por um microcomputador, e como resultados mais específico podemos relator que com este sistema desenvolvido temos a possibilidade de realizar os seguintes controles no motor elétrico: Habilitar, ligar, desligar e inverter rotação. 28

29 3.2 Problemas técnicos encontrados e soluções implementadas As primeiras dificuldades encontradas foram a falta de familiaridade com a linguagem orientada a objetos visual C++ e a funcionabilidade da porta paralela do PC. Estes dois problemas foram amenizados através de pesquisas na Internet e em revistas de eletrônica com temas específicos sobre porta paralela e exemplos de programas orientados a objetos. O problema seguinte foi no dimensionamento dos componentes do circuito eletrônico de interface entre porta paralela e inversor de freqüência. A solução encontrada foi calcular o valor dos resistores a fim de limitar a corrente de saída da porta paralela e na base do transistor, com um resistor de 2K2Ω conseguimos limitar a corrente em 2,6mA. Com o multiteste comparamos os valores calculados com os valores das variáveis medidas. No inversor de freqüência existem acionamentos típicos de operação via bornes em que as entradas digitais são parametrizadas de forma padrão limitando as possibilidades de atribuir certas funções através do software. Para obter um resultado lógico e satisfatório foi necessário aprofundar os estudos em cima do manual do inversor de reqüências, implementar, simular e modificar diversas vezes o programa. O inversor de freqüência apresentou um sintoma que não é característico de um inversor padrão, a descoberta deste defeito foi muito lenta, foram desperdiçados dois dias só para descobrir que o problema era nele. Após compilado o programa ao acionar os botões não se obtinha nenhuma resposta do inversor, o software foi revisto e refeito diversas vezes, foi nesta etapa que surgiu a necessidade de criar um botão com a função de ler a LPT com objetivo de verificar se a porta paralela estava recebendo os sinais corretamente. Verificamos que até este ponto estava tudo correto, e passamos a inspecionar os problemas de mau contatos desde a porta paralela até a entrada de sinal e controle do inversor, também não encontramos 29

30 nenhuma anormalidade. Finalmente ao resetar os parâmetros do inversor e modificar novamente os parâmetros utilizados neste projeto, o inversor começa a funcionar corretamente. Concluímos depois de varias tentativas que após a desenergização ao realimentarmos ele necessita ser resetado com os parâmetros de fábrica através do parâmetro P204, e ser parametrizado conforme a aplicação do projeto. Apenas verificando os parâmetros um a um nota-se que está tudo nornal, ou seja após desligado da fonte de energia ele não perde sua configuração, mas se não efetuarmos o procedimento acima de resetar e reparametrizar ele não funciona. A última dificuldade foi a aquisição de um motor compatível com as caracteríticas do inversor. O motor não deve ter sua corrente nominal acima da corrente do inversor. Após consulta em diversas empresas especializadas em motores elétricos, conseguimos adquirir um motor que atenda as características necessárias. O motor foi fornecido sem ônus, tendo em vista o interesse da empresa Indutec em incentivar o aprimoramento técnico de estudantes junto ao ensino técnico e nível superior, colocando-se a disposição para futuras consultas técnicas e comerciais. 30

31 3.3 Conclusões Foi estudado diferentes assuntos como linguagem de programação visual orientada a objetos, porta paralela, dimensionamento de circuitos eletrônicos, aplicação, instalação e parametrização de inversores de freqüências, motores suas características e ligações. Os seguintes assuntos foram estudados e colocados em prática obedecendo etapas prioritárias, como por exemplo, para acionar um inversor de freqüências através da LPT é preciso inicialmente elaborar um programa. Seguindo esta lógica foi desenvolvido o software e na seqüência o hardware. O resultado deste projeto mostra a possibilidade da comunicação de dados entre um PC e um ou mais dispositivos, o desafio de controlar um motor de indução usando um inversor de freqüência controlado pelo PC foi alcançado com sucesso. 31

32 ANEXOS 32

33 A1. Código Fonte 33

34 //************************************************************************ //CFW-08- Controle de Inversor de Frequência através da Porta Paralela. //Compilar com: C++Builder V6. //Autora: Janaína Trindade de Ávila //************************************************************************ // #include <vcl.h> #pragma hdrstop #include "UMain.h" #include "io.h" // #pragma package(smart_init) #pragma resource "*.dfm" TForm1 *Form1; struct STRegData { unsigned int D0:1; // Pino 2 unsigned int D1:1; // Pino 3 unsigned int D2:1; // Pino 4 unsigned int D3:1; // Pino 5 unsigned int D4:1; // Pino 6 unsigned int D5:1; // Pino 7 unsigned int D6:1; // Pino 8 unsigned int D7:1; // Pino 9 } stdata; // esta estrutura permitirá copiar bit a bit os valores do registrador da LPT1. union UData{ STRegData stdata; unsigned short int ucx; } udata; //

35 void fastcall TForm1::TForm1(TComponent* Owner): TForm(Owner) { if(loadiodll()==1) { // tenta carregar a dll ShowMessage("Faltou a dll no diretório do aplicativo"); return; } } // void fastcall TForm1::HabilitaGeralClick(TObject *Sender) { PortOut(0x378,1); //Habilita Geral } // void fastcall TForm1::LigaMotorClick(TObject *Sender) { PortOut(0x378,5); // Liga Motor } // void fastcall TForm1::ResetClick(TObject *Sender) { PortOut(0x378,0); //Reseta motor para inverter sentido giro } // void fastcall TForm1::DesligaMotorClick(TObject *Sender) { PortOut (0x378,2); //Desliga Motor } // void fastcall TForm1::RotacaoClick(TObject *Sender) { PortOut (0x378,12); // Inverte Sentido Giro } //

36 void fastcall TForm1::LerClick(TObject *Sender) { unsigned char ucx; unsigned int ucw; udata.ucx = PortIn(0x378); // armazena o endereço da binario de LPT1 ucw = PortIn(0x378); // armazena valor decimal de lpt1 Label3->Caption = AnsiString(ucw);// escreve no label 3 Label2->Caption = AnsiString(uData.stData.D7)+ AnsiString(uData.stData.D6)+ AnsiString(uData.stData.D5)+ AnsiString(uData.stData.D4)+ AnsiString(uData.stData.D3)+ AnsiString(uData.stData.D2)+ AnsiString(uData.stData.D1)+ AnsiString(uData.stData.D0); // escreve o valor binário no label 2 } // // #ifndef UMainH #define UMainH // #include <Classes.hpp> #include <Controls.hpp> #include <StdCtrls.hpp> #include <Forms.hpp> #include <Buttons.hpp> // class TForm1 : public TForm { published: // IDE-managed Components TLabel *Label2; TButton *HabilitaGeral; TLabel *Label3; TButton *LigaMotor; 36

37 TButton *Reset; TButton *DesligaMotor; TButton *Ler; TBitBtn *Rotacao; TLabel *SentidoGiro; TLabel *Label1; void fastcall HabilitaGeralClick(TObject *Sender); void fastcall LigaMotorClick(TObject *Sender); void fastcall ResetClick(TObject *Sender); void fastcall DesligaMotorClick(TObject *Sender); void fastcall LerClick(TObject *Sender); void fastcall RotacaoClick(TObject *Sender); private: // User declarations public: // User declarations fastcall TForm1(TComponent* Owner); }; // extern PACKAGE TForm1 *Form1; // #endif 37

38 A2 Parâmetros do Inversor de Frequência 38

39 39

40 40

41 41

42 42

43 43

44 A3. Fotos do Projeto 44

45 45

46 46

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