Bebê no útero materno visto com uso de ultra som (som de frequência muito alta)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Bebê no útero materno visto com uso de ultra som (som de frequência muito alta)"

Transcrição

1 PRODUÇÃO E PERCEPÇÃO DE SONS Autores: Arjuna C. Panzera Dácio G. Moura Bebê no útero materno visto com uso de ultra som (som de frequência muito alta) Tópico Complementar VII do CBC de Ciências Habilidades Básicas recomendadas no CBC: Identificar a presença de vibração em fenômenos de produção de sons. Utilizar o modelo ondulatório para descrever a propagação de sons. Reconhecer as qualidades dos sons (altura, intensidade e timbre) e associá-las a características do modelo ondulatório (frequência, amplitude e forma de onda). Descrever estruturas e funcionamento do ouvido humano. Discutir o problema de perdas auditivas relacionadas à exposição a ruídos. Organização do texto: Informação História Atividades Projetos I. Introdução Som é uma forma de energia. Um som intenso pode quebrar coisas e danificar nosso ouvido. O som também pode nos dar prazer, como, por exemplo, através de uma música. O som nos permite conversar. Sons de alta frequência (ultra som) nos permite ver bebês antes de nascer, ver o sangue fluindo nas artérias do coração e ver outros órgãos internos do corpo. Neste módulo vamos estudar: Como o som é produzido? Como ele chega até nossa orelha? Como escutamos? E o que diferencia um som de outro?

2 O som é produzido quando alguma coisa vibra. Uma corda de violão ou a membrana de um tambor ao vibrar transmite essa vibração para as partículas de ar ao seu redor. Essas partículas vibrando, transmitem a vibração para as partículas vizinhas e esse efeito se repete fazendo a vibração se propagar (espalhar) através do ar. Quando essa vibração atinge os nossos ouvidos percebemos o som. O som se propaga através da vibração das partículas do ar. Ele também pode se propagar através de líquidos e sólidos por meio da vibração de suas partículas. O som precisa de um meio material para se propagar, ou seja, é preciso que haja partículas que possam vibrar. Astronauta em órbita ao lado de sua nave espacial Um astronauta no espaço pode conversar diretamente com os companheiros que estão na nave espacial? Quais seriam as funções dos cabos que ligam o astronauta à nave? Baleias e golfinhos se comunicam através de som na água Podemos escutar porque a vibração das partículas de ar faz vibrar o tímpano da nossa orelha. A vibração da membrana do tímpano provoca pequenos sinais elétricos que chegam até o cérebro através dos nervos. O cérebro interpreta esses sinais como som. Representação do aparelho auditivo humano

3 II Como os sons são produzidos Podemos produzir som fazendo vibrar uma régua presa em uma extremidade. A régua vibrando, ao subir, faz as partículas de ar se ajuntar (compressão) na parte de cima da régua e faz as moléculas se separarem (rarefação) na parte de baixo da régua. Quando a régua desce ocorre o contrário. Enquanto a régua vibra, as regiões de compressão e rarefação em torno da régua vão se alternando continuamente. Essas regiões de compressão e rarefação vão se espalhando em todas as direções em torno da régua. Essa propagação é semelhante ao que ocorre quando jogamos uma pedra na água parada de um lago. Dizemos que o som se propaga como uma onda. Ondas na superfície da água de um lago (http://www.colegiosaofrancisco.com.br - 22/10/08) Atividade 1 Objetos vibrando produzem som. a) Prenda uma régua por uma extremidade. Faça a régua vibrar. Observe o som produzido pela vibração. Observe a alteração do som quando você aumenta ou diminui a parte vibrante da régua.

4 b) Coloque gominhas ou enrole um elástico em volta de uma caixa de papelão ou metal. Faça as gominhas vibrarem. Observe o som produzido pela vibração. Observe a alteração do som quando você estica mais e menos a gominha. c) Coloque água em várias garrafas com diferentes níveis. Sopre lateralmente na boca da garrafa para fazer vibrar a coluna de ar que está acima do nível da água. Observe como o som produzido varia de acordo com o tamanho da coluna de ar. (Note que se você bater na garrafa, você provocará vibração da garrafa juntamente com a coluna de água e o som será diferente; você poderá observar também os sons das várias garrafas). d) Prenda, com uma fita adesiva, uma folha de papel fino na frente do autofalante de um aparelho de som. Ligue o som numa música e observe o que ocorre com a folha de papel. Observe as alterações na vibração do papel quando o som varia. Sinais elétricos fazem o cone vibrar, reproduzindo o som. e) Segure um balão cheio de ar na frente da sua boca. Emita um som falando alto e sinta com as mãos a vibração do balão.

5 III O som se propagando O som se propaga como uma onda. Existem vários tipos de ondas que se propagam através da vibração (oscilação) das partículas que constituem o meio material: ondas sonoras, ondas numa corda, ondas numa mola, ondas na superfície da água. Existe outro tipo de onda que se propaga sem a necessidade de meio material. Essas ondas são chamadas de ondas eletromagnéticas. Elas se propagam através do vácuo por meio de variações de campos elétrico e magnético. A luz, os raios X, as ondas de radio e TV, as micro-ondas são exemplos de ondas do tipo eletromagnética. Representação de ondas Os três elementos que caracterizam uma onda são: amplitude, frequência, comprimento de onda. Representação dos elementos de uma onda

6 A velocidade com que a onda se propaga não depende desses elementos que caracterizam uma onda. A velocidade de propagação das ondas num determinado meio depende apenas das características do meio material (temperatura, densidade e elasticidade). Por exemplo, a velocidade de propagação de qualquer tipo de onda sonora através do ar é de 340 m/s (quando a temperatura é de 20º C). Velocidade do Som em diversos meios na temperatura de 25ºC Meio Velocidade (m/s) Ar 346 Água Álcool Vidro Ferro Granito Atividade 2 - A velocidade do som em diferentes meios a) A velocidade do som é maior no ar ou na água? b) O que significa dizer que um avião é super sônico? c) Lembrando do que ocorre numa tempestade, quando vemos raios e escutamos trovões, responda: qual velocidade é maior, a do som ou da luz? d) Observando a tabela acima indique em qual meio a velocidade do som é maior. Atividade 3 - Som encanado O som pode se propagar através de tubos de ar. O ar dentro de tubos torna-se um bom condutor de som. Essa propriedade gera muitas aplicações. a) Pegue uma mangueira de água do tipo usado para molhar plantas. A mangueira deverá estar completamente vazia. Veja se você consegue conversar com uma pessoa usando a mangueira como se fosse um telefone: você numa extremidade e a pessoa na outra extremidade. Veja se você consegue ouvir o som através da mangueira mesmo quando ela faz curvas. Esse método de comunicação era comum em navios permitindo a conversa entre uma pessoa na ponte de comando e uma pessoa na casa de máquinas do navio. b) Estetoscópios são aparelhos que os médicos usam para auscultar os pulmões e o coração dos pacientes. Você pode fazer um estetoscópio simples. Coloque a ponta de um funil na extremidade de uma pequena mangueira de borracha. Tente ouvir sons fracos usando o seu estetoscópio. As vibrações do ar encanado permitem que você escute sons muito fracos que você não poderia ouvir sem o estetoscópio.

7 IV. Qualidades do som Quando alguma coisa vibra, ela produz som que se propaga através do meio material que está ao redor. Uma régua presa numa extremidade, ao vibrar produz som. A rapidez com que a régua vibra é chamada de frequência da vibração. O valor da frequência indica quantas vezes a extremidade da régua sobe e desce em cada segundo. A frequência da régua pode ser escrita, por exemplo, assim: f = 30 vezes/seg. Isso significa que a ponta da régua sobe e desce 30 vezes por segundo. O nosso olho não consegue ver com detalhes um objeto que vibra com frequência maior do que 10 vezes/segundo. Você consegue ver a régua vibrando? O conceito de frequência se aplica a qualquer coisa que vibra ou que se repete como o eixo de um motor girando ou um fenômeno que se repete periodicamente. Vimos que quando a régua vibra, ela transmite a vibração para as moléculas de ar ao seu redor. Ao redor da régua ocorrem compressão e rarefação de ar que se alternam repetidamente com uma frequência igual à frequência de vibração da régua. Assim, ao redor da régua é produzido o som que se propaga em todas as direções. Dizemos que o som possui uma frequência de vibração igual à frequência de vibração do objeto que o produziu. Uma característica importante de uma onda sonora é a sua frequência. A frequência é um fator que define a qualidade de um som. Há sons puros, que possuem uma única vibração, ou seja, uma única frequência e há também sons que são compostos por várias frequências que se superpõem. O barulho é uma mistura desordenada de sons de várias frequências. As notas musicais são sons de determinada frequência que foram definidas pelo efeito agradável que produz em nosso ouvido. As notas musicais se diferenciam umas das outras pela frequência. A tabela abaixo mostra as frequências de notas musicais numa escala média. A frequência pode ser expressa também em Hz (Hertz), sendo: 1 Hz = ciclo (vezes) / segundo. Normalmente ouvimos sons cuja frequência varia entre 20 Hz a Hz. Os sons com frequência superior a são denominados ultra-sons e não podem ser detectados pelos humanos. Os cães e morcegos, entretanto, podem escutar sons com frequência superior a Hz. As ondas sonoras com frequência inferior a 20 Hz são produzidas, por exemplo, por abalos sísmicos (terremotos) e também não são detectadas por nossos ouvidos. Notas musicais Frequência (Hz) Dó 262 Ré 294 Mi 330 Fá 349 Sol 392 Lá 440 Si 494 Quanto maior é a frequência de um som, mais agudo ele é. Quanto menor a frequência, mais grave é o som. Na tabela acima, vemos que a nota Fá é mais aguda do que as notas Dó, Ré e Mi. Vemos também que o Dó é a nota mais grave e o Si é a nota mais aguda da tabela. Se multiplicarmos ou dividirmos as frequências da tabela por um número inteiro (2, 3, 4,.) obteremos as mesmas notas musicais mais agudas ou mais graves. É comum dizer também que "mais agudo" é o mesmo que "mais alto"; "mais grave" é o mesmo que "mais baixo". Nesse caso, "som alto" e "som baixo" não se tratam da intensidade do som. A intensidade do som está relacionada com a amplitude da vibração. No caso da régua vibrante, se puxamos mais a ponta da régua, fazendo mais força, estamos aumentando a amplitude da vibração, mas a frequência de vibração da régua não mudará, pois a frequência só depende do comprimento da parte vibrante da régua. Se tocamos uma determinada nota num violão, puxando muito ou puxando pouco a corda, a nota musical será a mesma, com igual frequência de vibração da corda, e, portanto, do som produzido, será o mesmo. Puxando muito ou puxando pouco a corda, estaremos mudando apenas a intensidade do som e não a sua frequência.

8 Atividade 4 - Analisando sons a) Repetindo o que você já fez: pegue duas garrafas idênticas e coloque diferentes quantidades de água nelas. Sopre lateralmente sobre a boca de cada garrafa e compare os sons produzidos nas duas garrafas. Qual é mais agudo? Verifique se a qualidade do som produzido tem relação com o tamanho da coluna de ar que vibra dentro da garrafa. b) Agora bata nas garrafas com um lápis ou alguma outra haste e compare os sons produzidos pelas duas garrafas. Qual é mais agudo? Note que agora o objeto que vibra é a própria garrafa juntamente com a coluna de água de seu interior. Verifique se a qualidade do som produzido tem relação com o tamanho da garrafa-água que vibra. c) Pegue um violão e toque uma de suas cordas. Depois, pressionando com o dedo essa corda em uma das posições do braço do violão, toque novamente a corda. Compare os sons produzidos numa e noutra situação. Verifique se a frequência do som produzido tem relação com o tamanho da corda que vibra. A frequência de vibração de uma corda de violão (e do som que ela emite) depende dos seguintes fatores: comprimento da corda, tração (força) aplicada na corda, espessura da corda e tipo da corda (nylon, aço, etc.). Um piano funciona de modo semelhante a um violão. No piano, cada tecla está ligada a um martelinho que bate sobre uma corda metálica do tipo de um violão. Sistema de produção de som de um piano (01/12/2009) Atividade 5 -Analisando sons II Abaixo estão mostrados vários pares de objetos que produzem som quando vibram. a) Analise cada par e diga qual objeto produz um som mais agudo.

9 b) Qual dos animais mostrados nas figuras abaixo emite som mais grave? Qual emite o som mais agudo? Qual a relação entre o tamanho do animal e a frequência do som emitido? bp2.blogger.com/ ogaratusa.wordpress.com

10 Dois sons de mesma frequência e mesma intensidade soam de maneira diferente quando são emitidos por instrumentos diferentes. Por exemplo, a mesma nota musical de um piano e de um violão é percebida de maneira diferente. Isso ocorre por que as ondas produzidas, apesar de terem a mesma frequência e intensidade, têm formas diferentes. A nota emitida por cada instrumento é o resultado da vibração não só da corda, mas também de outras partes do instrumento, como as peças de madeira, as outras cordas, etc. O que escutamos é uma superposição de sons que o nosso ouvido consegue distinguir. Chamamos detimbre essa qualidade do som que nos permite distinguir sons de diferentes fontes mesmo que tenham mesma frequência e intensidade. É o timbre que nos permite distinguir a voz de uma pessoa. O timbre da voz pode ser usado para identificação de pessoa da mesma maneira que a impressão digital. O timbre da voz de uma pessoa muda um pouco conforme suas condições emocionais. O timbre da voz depende se a pessoa está muito triste ou muito alegre. V. A Poluição sonora Ondas sonoras de mesma frequência e diferentes timbres produzidas por diversas fontes De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a poluição sonora é um dos maiores problemas ambientais da atualidade. Ruídos podem causar irritação e problemas emocionais. Escutar sons, mesmo que agradáveis, como música, com volume muito alto pode causar surdez, dores de cabeça, distúrbios digestivos, falta de concentração e aumento dos batimentos cardíacos. É cada vez maior o número de pessoas com problemas de audição. Estima-se que 10% da população sofre de algum tipo de deficiência auditiva. A poluição sonora afeta muitos trabalhadores que lidam com máquinas barulhentas e convivem com o barulho das cidades. Muitos jovens são também afetados por causa do hábito comum de ouvir musica com volume alto.

11 Dois tipos de surdez Os sons fazem vibrar uma membrana de nossa orelha chamada tímpano (veja figura). O movimento do tímpano é transmitido a um conjunto de três pequenos ossos do tamanho de grãos de arroz: martelo, bigorna e estribo. A vibração desses ossinhos, por sua vez, produz vibrações em um líquido que preenche uma estrutura óssea com aparência de um caramujo: a cóclea. A cóclea transforma as vibrações em impulsos nervosos que são, então, enviados ao cérebro pelo nervo auditivo. Detalhes de parte da orelha Explosões ou infecções podem produzir surdez. No caso de explosão, o tímpano pode se romper. No caso de infecção, o tímpano pode ter seu movimento prejudicado pelas secreções (pus). Esse tipo de "surdez" é provocado pela dificuldade de vibração do tímpano e dos ossinhos a ele ligados. Na maior parte dos casos, esse tipo de surdez tem cura. Outro tipo de surdez é provocado pela exposição a sons muito intensos por longos períodos de tempo. Nesse caso, células da cóclea são danificadas para sempre. Esse tipo de surdez desenvolve-se lentamente e quando é notada muitas vezes já não tem cura. Se um trabalhador ficar exposto ao som de um mesmo tipo de máquina durante muito tempo, ele perderá gradualmente a capacidade de escutar sons com frequências iguais àquelas emitidas pela máquina. Dentistas, cabeleireiros, operadores de serra, trabalham com máquinas que produzem sons de alta frequência (ruídos agudos). Nossos ouvidos são mais sensíveis aos sons agudos que aos graves. Por essa razão, sons de alta frequência são mais prejudiciais à audição. Uma pessoa com dificuldade de entender o que outras pessoas falam ou que aumentam o som da televisão acima do normal, provavelmente precisa ir ao médico. É preciso prevenir a surdez, pois, ela se desenvolve gradualmente e pode não ter cura. Atividade 6 - Vibrações transmitidas através do crânio a) Morda a ponta de um barbante fino. Estique a outra ponta com uma das mãos. Com a outra mão faça o barbante vibrar. Você escutará o barbante vibrar porque o som produzido é transmitido diretamente à sua cóclea através dos ossos do crânio. Alguém perto de você não poderá escutar a vibração do barbante. b) Aproveite para verificar como a frequência de vibração do barbante depende da tensão do barbante, do seu comprimento e da sua espessura. c) Quando escutamos a nossa própria voz, escutamos o som por duas vias: pela vibração do crânio, e pelo som que vem através do ar. Quando ouvimos nossa voz através de gravação, não a reconhecemos totalmente. Explique porque isso ocorre. Atividade 7 - Causas de surdez a) O hábito de escutar musica com o volume muito alto é comum entre os jovens. Esse hábito provoca um tipo de surdez conhecida com surdez sensorial. De acordo com o que você já estudou, esse tipo de surdez é reversível ou irreversível? b) Muitos torcedores levam foguetes para os estádios de futebol apesar da proibição. Um foguete ao estourar

12 próximo aos ouvidos de uma pessoa pode causar danos ao aparelho auditivo. Que danos podem ocorrer à orelha humana nesses casos? Esses danos são reversíveis ou irreversíveis? VI. Medindo a intensidade do som Os sons transmitem energia. A intensidade de energia que chega aos ouvidos depende da potência da fonte geradora do som e da distância da fonte até ao ouvido. Quando queremos falar para um grande grupo temos que produzir uma "voz mais potente" ou usar um microfone e alto-falantes. Esses equipamentos são capazes de produzir sons com energia muito superior à energia produzida por nossa voz. Esses equipamentos são chamados de amplificadores. Existe um limite para a quantidade de energia que pode ser recebida pelas nossas orelhas sem causar danos. Essa quantidade é muito pequena. Nosso aparelho auditivo é capaz de perceber quantidades mínimas de energia. Ele é extremamente sensível e por isso pode ser danificado se for submetido a grandes quantidades de energia sonora. Existem estudos que indicam que nossas orelhas podem ficar expostas no máximo a 0,9 milésimos de Joule, ao longo de todo um dia. Para termos uma ideia do valor da energia máxima que o nosso ouvido suporta, vamos comparar esse valor com os seguintes valores: para aumentar a temperatura de um grama de água de 1 ºC precisamos de 4,18 joules de energia; para levantar uma massa de 1 quilograma até 1 metro de altura precisamos de 10 joules de energia. Esses valores mostram que 0,9 milésimos de joule é uma energia muito pequena. A intensidade ou volume do som num certo instante pode ser medida por um aparelho chamado decibelímetro. A intensidade do som está relacionada com a amplitude da onda sonora. A unidade de medida da intensidade sonora é chamada de 1 bel (em homenagem A. Graham Bell, inventor do telefone). 1 decibel (db) é igual a 0,1 bel (um décimo de bel). Nessa escala de medidas, o som de menor intensidade que conseguimos escutar tem o valor de 0 db (zero decibéis). O som mais intenso que conseguimos escutar sem sentir dor tem o valor de 120 db. A figura abaixo mostra algumas intensidades sonoras medidas em decibéis.

13 Valores de intensidades sonoras em diversas situações do nosso cotidiano Vimos que o limite de intensidade sonora que podemos ouvir sem sentir dor é de 120 db. Portanto, para nós, esse é um som muito forte. Entretanto, a potência sonora de 120 db quando comparada à potência desenvolvida por outros dispositivos utilizados no nosso dia a dia é muito pequena. Um LED (light emission diodo) é uma pequena lâmpada colorida usada para indicar, por exemplo, a função liga/desliga em equipamentos eletrônicos. Apesar de um LED usar pouca energia, a potência que ele utiliza é 300 vezes maior do que a potência de um som de 120 db. Isso nos mostra que o sistema auditivo é extremamente sensível e que ele deve ter sido muito importante na sobrevivência da espécie. Para preservar a audição, a legislação brasileira estabelece limites para intensidades sonoras a que as pessoas podem ser submetidas em ambientes de trabalho. A tabela abaixo mostra valores de nível de ruído (db), tempo de exposição e valor da energia suportável. Tempo máximo de exposição diária Nível de ruído Energia Sonora recebida em joules 8 h 85 db 0,9 milésimos 4 h 90 db 1,4 milésimos 2 h 95 db 2,3 milésimos 1 h 100 db 3,6 milésimos 30 min 105 db 5,7 milésimos 15 min 110 db 8,9 milésimos Atividade 8 Nível de Ruído Em 1994, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) instituiu o "Selo Ruído" para ser usado pelos fabricantes de aparelho eletrodomésticos que geram ruído. O cabeleireiro trabalha cerca de 4 horas por dia com o secador de cabelo ligado. Esse valor de tempo corresponde a soma de todos os intervalos em que o aparelho está ligado. O cabeleireiro deseja comprar um novo secador e resolve comparar dois modelos disponíveis nos quais estão afixados os selos abaixo.

14 Com base na tabela anterior responda: a) Qual o tempo máximo de exposição ao ruído emitido pelo secador YT01? b) Qual o tempo máximo de exposição ao ruído emitido pelo secador YT02? c) Por qual dos dois aparelhos o cabeleireiro deve optar? Explique Módulo Didático: PRODUÇÃO E PERCEPÇÃO DE SONS Currículo Básico Comum - Ciências Ensino Fundamental Autor(es): Arjuna C. Panzera e Dácio G. Moura Centro de Referência Virtual do Professor - SEE-MG / março 2009

Freqüência dos sons audíveis: entre 20Hz (infra-sônica) e 20.000Hz (ultra-sônica, audíveis para muitos animais).

Freqüência dos sons audíveis: entre 20Hz (infra-sônica) e 20.000Hz (ultra-sônica, audíveis para muitos animais). Ondas Sonoras: - São ondas longitudinais de pressão, que se propagam no ar ou em outros meios. - Têm origem mecânica, pois são produzidas por deformação em um meio elástico. - As ondas sonoras não se propagam

Leia mais

Perda Auditiva Induzida Pelo Ruído

Perda Auditiva Induzida Pelo Ruído Anatomia do Ouvido O ouvido consiste em três partes básicas o ouvido externo, o ouvido médio, e ouvido interno. Perda da audição, por lesão do ouvido interno, provocada pela exposição ao ruído ou à vibração

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Humana OUVIDO: SENTIDO DA AUDIÇÃO E DO EQUILÍBRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

Anatomia e Fisiologia Humana OUVIDO: SENTIDO DA AUDIÇÃO E DO EQUILÍBRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana OUVIDO: SENTIDO DA AUDIÇÃO E DO EQUILÍBRIO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição novembro/2006 OUVIDO: SENTIDO DA AUDIÇÃO E DO EQUILÍBRIO SUMÁRIO Sobre a Bio Aulas... 03

Leia mais

CAPÍTULO 08/ MÓDULO 01: ONDAS.

CAPÍTULO 08/ MÓDULO 01: ONDAS. FÍSICA PROF. HELTON CAPÍTULO 08/ MÓDULO 01: ONDAS. MOVIMENTO PERIÓDICO Um fenômeno é periódico quando se repete identicamente em intervalos de tempos iguais. Exemplos: DEFINIÇÕES: Amplitude: distância

Leia mais

Página 1 de 5 Sequência Didática As ondas sonoras e suas propriedades físicas Utilizando elementos cotidianos e instrumentos musicais, explique à classe os conceitos físicos do som e os limites saudáveis

Leia mais

21-12-2015. Sumário. Comunicações. O som uma onda mecânica longitudinal

21-12-2015. Sumário. Comunicações. O som uma onda mecânica longitudinal 24/11/2015 Sumário UNIDADE TEMÁTICA 2. 1.2 - O som uma onda mecânica longitudinal. - Produção e propagação de um sinal sonoro. - Som como onda mecânica. - Propagação de um som harmónico. - Propriedades

Leia mais

Sistema Sensorial. Biofísica da Audição

Sistema Sensorial. Biofísica da Audição Sistema Sensorial Biofísica da Audição Falar pelos cotovelos... Ouvir pelos joelhos... SENTIDO DA AUDIÇÃO - FINALIDADE Detectar predadores, presas e perigo Comunicação acústica intra - específica Som propagação

Leia mais

ESPECIALIZAÇAO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ACÚSTICA

ESPECIALIZAÇAO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ACÚSTICA ESPECIALIZAÇAO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ACÚSTICA INTRODUÇÃO É o segmento da Física que interpreta o comportamento das ondas sonoras audíveis frente aos diversos fenômenos ondulatórios. Acústica

Leia mais

Um papinho, um violão e a bendita construção!

Um papinho, um violão e a bendita construção! Um papinho, um violão e a bendita construção! A UU L AL A Após o passeio pela praia, Maristela e Ernesto voltaram para casa. Tomaram um banho e esperaram os amigos que iam chegar. O Sol já estava se pondo

Leia mais

Ciências E Programa de Saúde

Ciências E Programa de Saúde Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Educação Ciências E Programa de Saúde 18 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE SP Grandes realizações são possíveis quando se dá atenção aos pequenos

Leia mais

Esse barulho me deixa surda!

Esse barulho me deixa surda! Esse barulho me deixa surda! A UU L AL A Você já reparou na quantidade de ruídos ao seu redor? Basta ficar dez segundos prestando atenção aos sons para notar o som da TV, um carro passando, um cachorro

Leia mais

TONALIDADE X FREQUÊNICA

TONALIDADE X FREQUÊNICA Som, notas e tons TONALIDADE X FREQUÊNICA O violão é um instrumento musical e o seu objetivo é fazer música. Música é a organização de sons em padrões que o cérebro humano acha agradável (ou pelo menos

Leia mais

Expressão Musical - Som

Expressão Musical - Som Expressão Musical - Som 1º Ciclo Dos 6 aos 10 anos Página U m a Q u e s t ã o d e S e x o ( s ) É uma exposição orientada, preferencialmente, para alunos do 3ºciclo e do secundário. No entanto, alguns

Leia mais

Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA. Ondas Sonoras. Prof. Luis Gomez

Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA. Ondas Sonoras. Prof. Luis Gomez Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA Ondas Sonoras Prof. Luis Gomez SUMÁRIO Introdução Ondas sonoras. Características de som Velocidade do som Ondas sonoras em propagação Interferência Potencia, intensidade

Leia mais

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 32 ACÚSTICA

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 32 ACÚSTICA FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 32 ACÚSTICA (FIOLHAIS, C. Física divertida. Brasília: UnB, 2001 [Adaptado].) Em qual das situações a seguir está representado o fenômeno descrito no texto? a) Ao se esconder

Leia mais

O Sentido da Audição Capítulo10 (pág. 186)

O Sentido da Audição Capítulo10 (pág. 186) O Sentido da Audição Capítulo10 (pág. 186) - Possibilita a percepção de sons diversos (fala, canto dos pássaros, barulho das ondas do mar, chacoalhar das folhas ao vento); - Os sons são transmitidos por

Leia mais

Objectivos. Classificação dos Sons. Agradáveis Úteis Incómodos / Ruído

Objectivos. Classificação dos Sons. Agradáveis Úteis Incómodos / Ruído Ruído Objectivos Classificação dos Sons Agradáveis Úteis Incómodos / Ruído O som como uma Onda O som propaga-se com um movimento ondulatório, no qual as cristas das ondas são substituídas por compressões

Leia mais

Ondas Sonoras. Velocidade do som

Ondas Sonoras. Velocidade do som Ondas Sonoras Velocidade do som Ondas sonoras são o exemplo mais comum de ondas longitudinais. Tais ondas se propagam em qualquer meio material e sua velocidade depende das características do meio. Se

Leia mais

4-Relacione o fenômeno ondulatório da coluna A com a situação descrita na coluna B, numerando os parênteses.

4-Relacione o fenômeno ondulatório da coluna A com a situação descrita na coluna B, numerando os parênteses. Exercícios acústica 1-O que permite decidir se uma dada nota musical provém de um piano ou de um trombone é: a) a diferença entre as alturas dos sons; b) a diferença entre os timbres dos sons; c) a diferença

Leia mais

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 24

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 24 AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 24 9º NO DO ENSINO FUNDAMENTAL - 1º ANO DO ENSINO MÉDIO OBJETIVO Diversos experimentos, usando principalmente água e materiais de fácil obtenção, são

Leia mais

ÓRGÃOS DOS SENTIDOS (2)

ÓRGÃOS DOS SENTIDOS (2) Disciplina: Biologia Série: 6ª série - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Órgãos dos sentidos (2) ÓRGÃOS DOS SENTIDOS (2) A Audição O ouvido é o órgão coletor dos estímulos externos,

Leia mais

Unidade 7. Ondas, som e luz

Unidade 7. Ondas, som e luz Unidade 7 Ondas, som e luz ONDA É uma perturbação ou oscilação que se propaga pelo meio (ar, água, sólido) e no vácuo (ondas eletromagnéticas). Ex: Abalos sísmicos, ondas do mar, ondas de radio, luz e

Leia mais

Comunicação da informação a curta distância. FQA Unidade 2 - FÍSICA

Comunicação da informação a curta distância. FQA Unidade 2 - FÍSICA Comunicação da informação a curta distância FQA Unidade 2 - FÍSICA Meios de comunicação É possível imaginar como seria o nosso mundo sem os meios de comunicação de que dispomos? Os * * * * Aparelhos de

Leia mais

O decibel e seus mistérios - Parte II

O decibel e seus mistérios - Parte II O decibel e seus mistérios - Parte II Autor: Fernando Antônio Bersan Pinheiro Já aprendemos como podemos relacionar decibéis e potências, e já vimos como isso é legal para compararmos potências de sistemas

Leia mais

5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 21

5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 21 Aula 1 Ondas sonoras harmônicas Na aula passada deduzimos a equação de onda para ondas sonoras propagando-se em uma dimensão. Vimos que ela pode ser escrita em termos de três variáveis medidas em relação

Leia mais

5 (FGV-SP) A nota lá da escala cromática musical é tida como referência na afinação dos instrumentos. No violão comum de 6 cordas, a quinta corda

5 (FGV-SP) A nota lá da escala cromática musical é tida como referência na afinação dos instrumentos. No violão comum de 6 cordas, a quinta corda 1 - (UFSCAR-SP) Sabemos que, em relação ao som, quando se fala em altura, o som pode ser agudo ou grave, conforme a sua freqüência. Portanto, é certo afirmar que: a) o que determina a altura e a freqüência

Leia mais

O SOM. 2. Um fenómeno vibratório que produz essa sensação;

O SOM. 2. Um fenómeno vibratório que produz essa sensação; O SOM Segundo a Diciopédia, o som pode ser: 1. Física: sensação auditiva produzida por vibrações mecânicas de frequência compreendida entre determinados valores (20 e 20 000 vibrações por segundo, em média);

Leia mais

CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM

CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM ARAGUAÍNA, DEZEMBRO DE 2015 A FÍSICA NA MÚSICA A música, de um modo

Leia mais

INTRODUÇÃO À ACÚSTICA

INTRODUÇÃO À ACÚSTICA INTRODUÇÃO À ACÚSTICA 1. Introdução As sociedades industriais com o seu desenvolvimento tecnológico têm contribuído para o aumento dos níveis de ruído, sendo um dos principais factores de risco para a

Leia mais

Qual gráfico expressa as intensidades das forças que a Terra exerce sobre cada satélite em função do tempo?

Qual gráfico expressa as intensidades das forças que a Terra exerce sobre cada satélite em função do tempo? 1. (Enem 2013) A Lei da Gravitação Universal, de Isaac Newton, estabelece a intensidade da força de atração entre duas massas. Ela é representada pela expressão: F G mm d 1 2 2 onde m1 e m2 correspondem

Leia mais

Curso de Capacitação Básica em Ultrassonografia haroldomillet.com

Curso de Capacitação Básica em Ultrassonografia haroldomillet.com Curso de Capacitação Básica em Ultrassonografia haroldomillet.com PRINCÍPIOS FÍSICOS DO ULTRASSOM O ultrassom é uma onda mecânica, longitudinal produzida pelo movimento oscilatório das partículas de um

Leia mais

O SOM E SEUS PARÂMETROS

O SOM E SEUS PARÂMETROS O SOM E SEUS PARÂMETROS Você já percebeu como o mundo está cheio de sons? Mas você já parou para pensar o que é o SOM? Pois bem, som é tudo o que nossos ouvidos podem ouvir, sejam barulhos, pessoas falando

Leia mais

Você sabia que, por terem uma visão quase. nula, os morcegos se orientam pelo ultra-som?

Você sabia que, por terem uma visão quase. nula, os morcegos se orientam pelo ultra-som? A U A UL LA Ultra-som Introdução Você sabia que, por terem uma visão quase nula, os morcegos se orientam pelo ultra-som? Eles emitem ondas ultra-sônicas e quando recebem o eco de retorno são capazes de

Leia mais

O Ouvido Humano e a Audição

O Ouvido Humano e a Audição 36 Capítulo 4 O Ouvido Humano e a Audição Neste capítulo faremos um estudo sobre o ouvido humano, a fisiologia da audição e a sensibilidade do nosso sistema auditivo. 1. Conceitos básicos sobre a anatomia

Leia mais

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º BIMESTRE

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º BIMESTRE EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º BIMESTRE NOME Nº SÉRIE : 2º EM DATA : / / BIMESTRE 3º PROFESSOR: Renato DISCIPLINA: Física 1 ORIENTAÇÕES: 1. O trabalho deverá ser feito em papel almaço e deverá conter

Leia mais

ATIVIDADES FÍSICAS PARA SURDOS

ATIVIDADES FÍSICAS PARA SURDOS ATIVIDADES FÍSICAS PARA SURDOS Profª. Ms. * Introdução A deficiência auditiva traz algumas limitações para o desenvolvimento do indivíduo, uma vez que a audição é essencial para a aquisição da língua oral.

Leia mais

FÍSICA: SOM E AUDIÇÃO HUMANA

FÍSICA: SOM E AUDIÇÃO HUMANA FÍSICA: SOM E AUDIÇÃO HUMANA Laura Rita Rui a (laurarui@cpovo.net) Maria Helena Steffani b (helena.steffani@ufrgs.br) a Mestrado Profissional em Ensino de Física IF - UFRGS b Departamento de Física - IF-UFRGS

Leia mais

NOTA FUNDAMENTAL Desse conjunto de sons simultâneos, o que é mais bem identificado é o som da nota principal ou também chamada de nota fundamental.

NOTA FUNDAMENTAL Desse conjunto de sons simultâneos, o que é mais bem identificado é o som da nota principal ou também chamada de nota fundamental. Sons Harmônicos Esse assunto é extenso e bastante complexo, sendo objeto de estudo de diversos cursos especializados e de uma vasta literatura no campo da física e da matemática. Como esse não é nosso

Leia mais

TD DE FÍSICA/DATA: 10/05/2014

TD DE FÍSICA/DATA: 10/05/2014 Fundação Universidade Estadual do Ceará - FUNECE Curso Pré-Vestibular - UECEVest Fones: 3101.9658 / E-mail: uecevest_itaperi@yahoo.com.br Av. Doutor Silas Munguba, 1700 Campus do Itaperi 60714-903 Fone:

Leia mais

Professora Florence. Resposta:

Professora Florence. Resposta: 1. (G1 - ifsp 2012) Ondas eletromagnéticas só podem ser percebidas pelos nossos olhos quando dentro de determinada faixa de frequência. Fora dela não podem ser vistas, apesar de ainda poderem ser detectadas

Leia mais

Aula 01. Revisão Final. Julio Cesar

Aula 01. Revisão Final. Julio Cesar Aula 01 Revisão Final Julio Cesar 07. (ENEM/2010) As ondas eletromagnéticas, como a luz visível e as ondas de rádio, viajam em linha reta em um meio homogêneo. Então, as ondas de rádio emitidas na região

Leia mais

DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO

DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO Diz-se que a capacidade auditiva deficiente não pode ser curada nem corrigida devido ao fato de que a perda da audição produzida pelo ruído é sempre permanente. O ouvido humano

Leia mais

Além do Modelo de Bohr

Além do Modelo de Bohr Além do Modelo de Bor Como conseqüência do princípio de incerteza de Heisenberg, o conceito de órbita não pode ser mantido numa descrição quântica do átomo. O que podemos calcular é apenas a probabilidade

Leia mais

Escola Secundária Emídio Navarro. Fisica e Quimica 11ºano CT3

Escola Secundária Emídio Navarro. Fisica e Quimica 11ºano CT3 Escola Secundária Emídio Navarro Fisica e Quimica 11ºano CT3 Ana Catarina Rato, nº2. Daniel Costa, nº9. Herlander Barreto, nº13. Professora Manuela Teixeira Fevereiro de 2010 0 Índice Introdução 1 Som:

Leia mais

Física PRÉ VESTIBULAR / / Aluno: Nº: Turma: PRÉ-VESTIBULAR

Física PRÉ VESTIBULAR / / Aluno: Nº: Turma: PRÉ-VESTIBULAR PRÉ VESTIBULAR Física / / PRÉ-VESTIBULAR Aluno: Nº: Turma: Exercícios: Doppler, cordas e tubos sonoros. 01. Observe as afirmações referentes às ondas sonoras: I) Sons de maior frequência têm maior velocidade.

Leia mais

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 12

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 12 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 12 AUDIÇÃO HUMANA A função do ouvido é captar e converter ondas de pressão em sinais elétricos que são transmitidos ao cérebro para produzir

Leia mais

2013 Questão 1: Pressão atmosférica e pressão hidrostática GABARITO: A Resolução Questão 2: Equação fundamental da ondulatória

2013 Questão 1: Pressão atmosférica e pressão hidrostática GABARITO: A Resolução Questão 2: Equação fundamental da ondulatória 2013 Questão 1: Pressão atmosférica e pressão hidrostática Para realizar um experimento com uma garrafa PET cheia d'agua, perfurou-se a lateral da garrafa em três posições a diferentes alturas. Com a garrafa

Leia mais

(D) A propriedade que permite reconhecer dois sons correspondentes à mesma nota musical, emitidos por fontes sonoras diferentes, é a frequência.

(D) A propriedade que permite reconhecer dois sons correspondentes à mesma nota musical, emitidos por fontes sonoras diferentes, é a frequência. Escola Físico-Química 8. Ano Data Nome N.º Turma Professor Classificação 1. O som é produzido pela vibração de uma fonte sonora. Essa vibração, ao propagar-se num meio material, como, por exemplo, o ar,

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO PRANCHA DE CABELOS CADENCE CHIARO PRO

MANUAL DO USUÁRIO PRANCHA DE CABELOS CADENCE CHIARO PRO MANUAL DO USUÁRIO PRANCHA DE CABELOS CADENCE CHIARO PRO Obrigado por adquirir a Prancha de cabelos Chiaro PRO um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É Muito importante ler atentamente este

Leia mais

INSTRUTOR Zeh Blackie. CURSO DE GUITARRA Nível Básico. 7º Passo

INSTRUTOR Zeh Blackie. CURSO DE GUITARRA Nível Básico. 7º Passo INSTRUTOR Zeh Blackie CURSO DE GUITARRA Nível Básico 7º Passo Copyright -Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada destes materiais, no todo ou em parte, constitui violação do direitos

Leia mais

Roteiro 25 Interferência sonora e batimento sonoro

Roteiro 25 Interferência sonora e batimento sonoro Roteiro 25 Interferência sonora e batimento sonoro 1 INTRODUÇÃO A interferência sonora consiste em um recebimento de duas ou mais ondas de fontes diferentes. Neste caso, teremos uma região do espaço na

Leia mais

Física Experimental - Acústica - Conjunto acústico Schuller Mac - EQ044

Física Experimental - Acústica - Conjunto acústico Schuller Mac - EQ044 Índice Remissivo... 4 Abertura... 6 Guarantee / Garantia... 7 Certificado de Garantia Internacional... 7 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos

Leia mais

Plano de Aula CIÊNCIAS. Escutando os sons

Plano de Aula CIÊNCIAS. Escutando os sons Plano de Aula CIÊNCIAS Escutando os sons Escutando os sons. 08 p.; il. (Série Plano de Aula; Ciências) ISBN: 1. Ensino Fundamental Ciências 2. Ser humano e saúde 3. Educação Presencial I. Título II. Série

Leia mais

FÍSICA. Professor Felippe Maciel Grupo ALUB

FÍSICA. Professor Felippe Maciel Grupo ALUB Revisão para o PSC (UFAM) 2ª Etapa Nas questões em que for necessário, adote a conversão: 1 cal = 4,2 J Questão 1 Noções de Ondulatória. (PSC 2011) Ondas ultra-sônicas são usadas para vários propósitos

Leia mais

EXTERNATO MATER DOMUS. RUA PASCAL, 1403 CAMPO BELO SP CEP 04616/004 - Fone: 5092-5825

EXTERNATO MATER DOMUS. RUA PASCAL, 1403 CAMPO BELO SP CEP 04616/004 - Fone: 5092-5825 EXTERNATO MATER DOMUS RUA PASCAL, 1403 CAMPO BELO SP CEP 04616/004 - Fone: 5092-5825 MATÉRIA: FÍSICA PROFESSORA: RENATA LEITE QUARTIERI ALUNO: Nº Série: 3º TURMA: Única DATA: / /2015 ASSINATURA DO PAI/RESP.

Leia mais

O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica

O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica A U L A 3 Metas da aula Descrever a experiência de interferência por uma fenda dupla com elétrons, na qual a trajetória destes

Leia mais

3.1. Classifique: 3.1.1. o tipo de movimento da formiga. 3.1.2. o tipo de movimento da barata.

3.1. Classifique: 3.1.1. o tipo de movimento da formiga. 3.1.2. o tipo de movimento da barata. Escola Secundária Vitorino Nemésio Segundo teste de avaliação de conhecimentos de Física e Química A Componente de Física 11º Ano de Escolaridade Turma C 10 de Dezembro de 2008 Nome: Nº Classificação:

Leia mais

FISIOLOGIA DA AUDIÇÃO

FISIOLOGIA DA AUDIÇÃO FISIOLOGIA DA AUDIÇÃO Profa. Geanne Matos de Andrade Depto de Fisiologia e Farmacologia AUDIÇÃO Modalidade sensorial que permite aos animais eaohomenpercebersons Som é a pertubação vibratória do ambiente

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo II Aula 05 1. Introdução A mecânica dos gases é a parte da Mecânica que estuda as propriedades dos gases. Na Física existem três estados da matéria

Leia mais

Sistemas Multimédia. Ano lectivo 2006-2007. Aula 11 Conceitos básicos de Audio Digital. MIDI: Musical Instrument Digital Interface

Sistemas Multimédia. Ano lectivo 2006-2007. Aula 11 Conceitos básicos de Audio Digital. MIDI: Musical Instrument Digital Interface Sistemas Multimédia Ano lectivo 2006-2007 Aula 11 Conceitos básicos de Audio Digital Sumário Aúdio digital Digitalização de som O que é o som? Digitalização Teorema de Nyquist MIDI: Musical Instrument

Leia mais

A MEDICINA DO SOM. O ouvido humano é constituído de três partes: Ouvido externo Ouvido médio Ouvido interno

A MEDICINA DO SOM. O ouvido humano é constituído de três partes: Ouvido externo Ouvido médio Ouvido interno A MEDICINA DO SOM 1 O ouvido humano é constituído de três partes: Ouvido externo Ouvido médio Ouvido interno Figura 1: O sistema auditivo www.corpohumano.hpg.ig.com.br Figura 2: Componentes do sistema

Leia mais

CAPÍTULO 6 Termologia

CAPÍTULO 6 Termologia CAPÍTULO 6 Termologia Introdução Calor e Temperatura, duas grandezas Físicas bastante difundidas no nosso dia-a-dia, e que estamos quase sempre relacionando uma com a outra. Durante a explanação do nosso

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL II

ENSINO FUNDAMENTAL II ENSINO FUNDAMENTAL II Valor: 2,0 Nota: Data: / /2015 Professor: Vagner Disciplina: ciências Nome: n o : Ano: 8º 3º bimestre ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO (CIÊNCIAS) Faça uma pesquisa com o seguinte tema: Patologias

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo ESPECTROS SONOROS Plano de aula Autor: Prof. Alessandro Washington Daniel (E.E. José Chaluppe) Alunos da 2ª série Ensino Médio da E.E. José Chaluppe Bruna Alves Freires Teixeira Oscar Hugo Lunguinho Falchetto

Leia mais

Empurra e puxa. Domingo, Gaspar reúne a família para uma. A força é um vetor

Empurra e puxa. Domingo, Gaspar reúne a família para uma. A força é um vetor A U A UL LA Empurra e puxa Domingo, Gaspar reúne a família para uma voltinha de carro. Ele senta ao volante e dá a partida. Nada. Tenta outra vez e nada consegue. Diz então para todos: O carro não quer

Leia mais

Introdução a eletroestética

Introdução a eletroestética Agentes físicos: Introdução a eletroestética -Corrente elétrica, ondas eletromagnéticas, ondas ultrasônicas -Calor -Luz -Água -Movimento Interação dos agentes físicos (aparelhos) x tecido biológico (pele/corpo

Leia mais

OSCILAÇÕES E ONDAS E. E. Maestro Fabiano Lozano

OSCILAÇÕES E ONDAS E. E. Maestro Fabiano Lozano OSCILAÇÕES E ONDAS E. E. Maestro Fabiano Lozano Professor Mário Conceição Oliveira índice Oscilações e ondas...1 Tipos de Ondas...2 Tipo de deslocamento das ondas...2 Movimento ondulatório...2 Ondas Mecânicas...3

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Ultrassom Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13 Sensor Smart Ultrassom 1. Introdução Os sensores de ultrassom ou ultrassônicos são sensores que detectam

Leia mais

O Nosso Corpo Volume XXIV O Ouvido Parte 2

O Nosso Corpo Volume XXIV O Ouvido Parte 2 O Nosso Corpo Volume XXIV um Guia de O Portal Saúde Outubro de 2010 O Portal Saúde Rua Braancamp, 52-4º 1250-051 Lisboa Tel. 212476500 geral@oportalsaude.com Copyright O Portal Saúde, todos os direitos

Leia mais

PRANCHA DE CABELOS MODELLE CADENCE PAC167

PRANCHA DE CABELOS MODELLE CADENCE PAC167 PRANCHA DE CABELOS MODELLE CADENCE PAC167 Obrigado por adquirir a Prancha de Cabelo Modelle Cadence, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É Muito importante ler atentamente este manual de

Leia mais

Como erguer um piano sem fazer força

Como erguer um piano sem fazer força A U A UL LA Como erguer um piano sem fazer força Como vimos na aula sobre as leis de Newton, podemos olhar o movimento das coisas sob o ponto de vista da Dinâmica, ou melhor, olhando os motivos que levam

Leia mais

Equacionando problemas

Equacionando problemas Reforço escolar M ate mática Equacionando problemas Dinâmica 2 1º Série 2º Bimestre DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO Matemática Ensino Médio 1ª Campo Algébrico Simbólico Função polinomial do 1 grau Aluno

Leia mais

Vou encomendar uma haste de madeira para pendurar uma cortina. O que preciso fazer para comprar a haste do tamanho certo?

Vou encomendar uma haste de madeira para pendurar uma cortina. O que preciso fazer para comprar a haste do tamanho certo? Todos os dias medimos coisas, nas mais variadas ocupações e atividades. Afinal, o que é medir? Aqui está uma lista de casos para que você e seu grupo analisem e indiquem o que medimos em cada situação:

Leia mais

Ciências Físico-Químicas

Ciências Físico-Químicas Teste Intermédio de Ciências Físico-Químicas Versão 1 Teste Intermédio Ciências Físico-Químicas Versão 1 Duração do Teste: 90 minutos 14.03.2012 9.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de

Leia mais

Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos

Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos Ondas sonoras: Experimentos de Interferência e Ondas em Tubos Relatório Final de Atividades apresentado à disciplina de F-809. Aluna: Cris Adriano Orientador: Prof. Mauro de Carvalho Resumo Este trabalho

Leia mais

APOTEC VESTIBULINHOS 2012. Ciências Naturais Física. Resolução. F p = A. Resolução

APOTEC VESTIBULINHOS 2012. Ciências Naturais Física. Resolução. F p = A. Resolução Pré-simulado 4 26. (UFMG-MG) As figuras mostram um mesmo tijolo, de dimensões 5cm x 10cm x 20cm, apoiado sobre uma mesa de três maneiras diferentes. Em cada situação, a face do tijolo que está em contato

Leia mais

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE IV FIBRA ÓPTICA

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE IV FIBRA ÓPTICA APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE IV FIBRA ÓPTICA 1 REDE DE COMPUTADORES IV 1. Introdução FIBRA ÓPTICA É um filamento de vidro ou de materiais poliméricos com capacidade de transmitir luz. Tal filamento

Leia mais

CORRENTE CONTÍNUA E CORRENTE ALTERNADA

CORRENTE CONTÍNUA E CORRENTE ALTERNADA CORRENTE CONTÍNUA E CORRENTE ALTERNADA Existem dois tipos de corrente elétrica: Corrente Contínua (CC) e Corrente Alternada (CA). A corrente contínua tem a característica de ser constante no tempo, com

Leia mais

www.modelix.com.br Página 01

www.modelix.com.br Página 01 OBJETIVO Este guia tem como objetivo a capacitação ao uso dos componentes mais específicos e o entendimento de seus modos de funcionamento. A Modelix está disponibilizando este guia junto a uma vasta gama

Leia mais

Automação Industrial Parte 5

Automação Industrial Parte 5 Automação Industrial Parte 5 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Sensores capacitivos -Sensores de proximidade capacitivos estão disponíveis em formas e tamanhos

Leia mais

V.7. Noções Básicas sobre o uso da Potência e do Torque do Motor.

V.7. Noções Básicas sobre o uso da Potência e do Torque do Motor. V.7. Noções Básicas sobre o uso da Potência e do Torque do Motor. V.7.1. Torque Quando você faz força para desrosquear uma tampa de um vidro de conservas com a mão, se está aplicando torque. O torque é

Leia mais

É muito importante que você leia atentamente todas as instruções antes de utilizar o seu climatizador.

É muito importante que você leia atentamente todas as instruções antes de utilizar o seu climatizador. Manual É muito importante que você leia atentamente todas as instruções antes de utilizar o seu climatizador. SUMÁRIO 1 - Precauções de Segurança...pag. 03 2 - Especificações Técnicas...pag. 04 3 - Conheça

Leia mais

Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio

Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é introduzir e preparar o estudante para o uso de dois instrumentos muito importantes no curso: o gerador de funções e

Leia mais

Resumo sobre o Sistema Auditivo Humano

Resumo sobre o Sistema Auditivo Humano Universidade Federal de Minas Gerais Pampulha Ciências da Computação Resumo sobre o Sistema Auditivo Humano Trabalho apresentado à disciplina Processamento Digital de Som e Vídeo Leonel Fonseca Ivo 2007041418

Leia mais

CAPÍTULO 2 ASTROFÍSICA OBSERVACIONAL

CAPÍTULO 2 ASTROFÍSICA OBSERVACIONAL INPE-7177-PUD/38 CAPÍTULO 2 ASTROFÍSICA OBSERVACIONAL Francisco José Jablonski * INPE São José dos Campos 2003 2-2 ASTROFÍSICA OBSERVACIONAL LISTA DE FIGURAS... 2-5 2.1 O ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO... 2-7

Leia mais

Fonte: Ruído e a Cidade Instituto do Ambiente

Fonte: Ruído e a Cidade Instituto do Ambiente Ruído Como se define Define-se ruído, como sendo um som sem interesse ou desagradável para o auditor. O ruído (som) pode ser mais ou menos intenso, composto por uma só tonalidade ou composto por várias

Leia mais

Sistema Vestíbulo-Coclear. Matheus Lordelo Camila Paula Graduandos em Medicina pela EBMSP

Sistema Vestíbulo-Coclear. Matheus Lordelo Camila Paula Graduandos em Medicina pela EBMSP Sistema Vestíbulo-Coclear Matheus Lordelo Camila Paula Graduandos em Medicina pela EBMSP Salvador BA 27 de março de 2012 Componentes Orelha Externa Pavilhão Auditivo Meato Acústico Externo até a membrana

Leia mais

Aula 00 Aula Demonstrativa

Aula 00 Aula Demonstrativa Aula 00 Aula Demonstrativa Apresentação... Relação das questões comentadas... 10 Gabaritos... 11 www.pontodosconcursos.com.br 1 Apresentação Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Esta é a aula demonstrativa

Leia mais

Musica: Arte e Tecnologia

Musica: Arte e Tecnologia Musica: Arte e Tecnologia Jorge Kaschny e Marcos Ferreira Vitória da Conquista (2008) O que é o som? Uma onda mecânica longitudinal, ou ainda, uma onda de pressão. Alternativamente, podemos dizer, que

Leia mais

À medida que o ser humano aprende qualquer coisa, as ligações entre grupos de neurônios mudam a sua composição química.

À medida que o ser humano aprende qualquer coisa, as ligações entre grupos de neurônios mudam a sua composição química. 2 Índice 1 - Objetivo... 3 2 Arquivo Mental... 4 3 - Filtros Cerebrais... 9 4 - Paradigmas e Percepções... 13 5 - Alterações do Mapa Mental... 16 Resumo... 22 Saiba mais...... 24 3 1 - OBJETIVO Este texto

Leia mais

PRINCIPIOS DA ULTRA-SONOGRAFIA. Profa. Rita Pereira

PRINCIPIOS DA ULTRA-SONOGRAFIA. Profa. Rita Pereira PRINCIPIOS DA ULTRA-SONOGRAFIA Profa. Rita Pereira Ecografia ou Ultrassonografia SOM: onda mecânica,portanto precisa de um meio material para se propagar. Meios: ar, líquidos, materiais sólidos.. Produção

Leia mais

Física. Disciplina Curso Bimestre Série. Física Ensino Médio 3 3ª. Habilidades Associadas

Física. Disciplina Curso Bimestre Série. Física Ensino Médio 3 3ª. Habilidades Associadas Física Aluno Caderno de Atividades Pedagógicas de Aprendizagem Autorregulada - 03 3ª Série 3 Bimestre Disciplina Curso Bimestre Série Física Ensino Médio 3 3ª Habilidades Associadas 1. Compreender os fenômenos

Leia mais

Atividade 1: Para onde vão os alimentos que comemos?

Atividade 1: Para onde vão os alimentos que comemos? Oficina 4: Corpo Humano Nesta oficina serão trabalhadas duas atividades sobre alimentação, uma sobre as articulações e outra sobre a quantidade de ar que respiramos. Atividade 1: Para onde vão os alimentos

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO HD-424pro HD-424 HD-80 HD-55 HD-38of HD-58mini

MANUAL DO USUÁRIO HD-424pro HD-424 HD-80 HD-55 HD-38of HD-58mini MANUAL DO USUÁRIO HD-424pro HD-424 HD-80 HD-55 HD-38of HD-58mini Parabéns! Bem-vindo a uma nova vida criada pelos aparelhos auditivos da SOLAR EAR. A leitura deste manual de usuário é o primeiro passo

Leia mais

1. CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

1. CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA GRUPO 5.2 MÓDULO 6 Índice 1. Crianças com Deficiência Auditiva...3 1.1. Os Ouvidos... 3 1.2. Mecanismo da Audição... 3 2. Saúde Auditiva...4 3. Definição de Deficiência Auditiva...5 3.1. Classificação...

Leia mais

= + + = = + = = + 0 AB

= + + = = + = = + 0 AB FÍSIC aceleração da gravidade na Terra, g 0 m/s densidade da água, a qualquer temperatura, r 000 kg/m 3 g/cm 3 velocidade da luz no vácuo 3,0 x 0 8 m/s calor específico da água @ 4 J/(ºC g) caloria @ 4

Leia mais

Bancada de visualização de escoamentos: maquetes

Bancada de visualização de escoamentos: maquetes MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Bancada de visualização de escoamentos: maquetes RELATÓRIO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

MATERIAL DE APRESENTAÇÃO DO SCRATCH

MATERIAL DE APRESENTAÇÃO DO SCRATCH MATERIAL DE APRESENTAÇÃO DO SCRATCH 1 Scratch é uma nova linguagem de programação que permite a criação de histórias, animações, jogos e outras produções. Tudo pode ser feito a partir de comandos prontos

Leia mais

FÍSICA-2011. Questão 01. Questão 02

FÍSICA-2011. Questão 01. Questão 02 Questão 01-2011 UFBA -- 2ª 2ª FASE 2011 A maioria dos morcegos possui ecolocalização um sistema de orientação e localização que os humanos não possuem. Para detectar a presença de presas ou de obstáculos,

Leia mais

Quando Aparelhos Auditivos Não Bastam

Quando Aparelhos Auditivos Não Bastam Esta é a promessa da Cochlear para você. Líder global em soluções auditivas, a Cochlear se dedica a trazer o dom da audição a pessoas de todo o mundo. As soluções auditivas da Cochlear reconectaram mais

Leia mais