Ativo Nota 30/09/ /12/2013 Passivo Nota 30/09/ /12/2013

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4 DUDALINA S/A BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE SETEMBRO DE 2014 (Valores expressos em milhares de reais) Ativo Nota 30/09/ /12/2013 Passivo Nota 30/09/ /12/2013 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Contas a receber Empréstimos e financiamentos Estoques Salários,encargos sociais e participações Impostos a recuperar Impostos a pagar Outras contas a receber Financiamentos de impostos e incentivos fiscais Total do circulante Dividendos a pagar Outras contas a pagar Total do circulante Não circulante Não circulante Depósitos judiciais Fornecedores Impostos a recuperar Empréstimos e financiamentos Investimentos Financiamentos de impostos e incentivos fiscais Imobilizado Imposto de renda e contribuição social diferidos Intangível Provisão para riscos cíveis, previdenciários e trabalhistas Total do não circulante Total do não circulante Patrimônio líquido Capital social Reserva de lucros Ajuste de avaliação patrimonial Total do patrimônio líquido Total do ativo Total do passivo e patrimônio líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras intermediárias. 3

5 DUDALINA S/A DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO PARA OS NOVES MESES E TRIMESTRE FINDOS EM 30 DE SETEMBRO DE 2014 (Valores expressos em milhares de reais) Nota Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS 19 (53.129) (39.328) ( ) ( ) LUCRO BRUTO RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Comerciais 20 (26.827) (25.080) (81.152) (66.898) Administrativas e gerais 21 (4.456) (3.260) (11.968) (8.813) Remuneração e participações dos administradores 16 (2.374) (2.355) (6.755) (7.068) Participação dos empregados nos resultados (3.971) (3.862) (10.991) (10.519) Outras receitas e (despesas) operacionais líquidas (160) (25) (88) 189 (37.788) (34.582) ( ) (93.109) LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO RESULTADO FINANCEIRO Receitas financeiras Despesas financeiras 22 (2.424) (1.341) (4.826) (3.463) Variações cambiais líquidas 22 (445) (87) (21) (828) (678) LUCRO OPERACIONAL ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Imposto de renda e contribuição social correntes 23 (5.410) (5.004) (15.199) (13.180) LUCRO DO PERÍODO Resultado por ação - R$ 2,08 2,53 5,74 5,94 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras intermediárias 4

6 DUDALINA S/A DEMONSTRAÇÃO DE OUTROS RESULTADOS ABRANGENTES PARA OS NOVE MESES E TRIMESTRE FINDOS EM 30 DE SETEMBRO DE 2014 (Valores expressos em milhares de reais) Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 Lucro do período Outros resultados abrangentes Resultado abrangente do período As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras intermediárias. 5

7 DUDALINA S/A DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS NOVE MESES FINDO EM 30 DE SETEMBRO DE 2014 (Valores expressos em milhares de reais) Reservas de Lucros Notas Capital Social Reserva Legal Aumento de capital Ajuste de Avaliação Patrimonial Lucros Acumulados Total Saldo em 31/12/ Realização ajuste de avaliação patrimonial, líquido 17 (116) Integralização de capital: Reserva para aumento de capital (46.186) - Reserva legal (6.814) - Lucro líquido do período Saldo em 30/09/ Saldo em 31/12/ Realização ajuste de avaliação patrimonial, líquido 17 (116) Lucro líquido do período Destinações do lucro do período: - Dividendos antecipados 17 (1.488) (76.212) (77.700) Saldo em 30/09/ As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras intermediárias 6

8 DUDALINA S/A DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS NOVE MESES FINDO EM 30 DE SETEMBRO DE 2014 (Valores expressos em milhares de reais) Nota 30/09/ /09/2013 FLUXO DE CAIXA DE ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício antes do imposto de renda e contribuição social Ajustes para conciliar o lucro líquido ao caixa gerado nas atividades operacionais Participação dos empregados nos resultados Depreciação do imobilizado Amortização do intangível Ajuste a valor presente obrigações e recebíveis (1.310) 304 Benefício fiscal - PRODEC Juros sobre parcelamento de impostos Juros sobre empréstimos Provisão para créditos de liquidação duvidosa Provisão para perdas nos estoques 5 (808) (812) Perda na alienação de imobilizado Crédito decorrente de ação judicial PIS e COFINS sobre importações - (6.998) Provisão para riscos cíveis, previdenciários e trabalhaistas Variação nos ativos e passivos operacionais: Contas a receber (1.739) (3.884) Estoques (17.603) (17.035) Impostos a recuperar Outras contas a receber (1.677) (3.042) Depósitos judiciais (201) (201) Fornecedores (10.688) Salários,encargos sociais e participações Impostos a pagar (5.596) (1.175) Outras contas a pagar (3.205) 977 Imposto de renda e contribuição social - pagos (13.038) (12.267) Participação dos empregados nos resultados - pagos (13.895) (12.698) Juros - pagos (1.617) (1.225) (43.092) (55.514) Caixa gerado nas atividades operacionais FLUXO DE CAIXA DE ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisições de ativo imobilizado (8.311) (5.559) Aquisição de ativos intangíveis (4.270) (3.220) Valores recebidos na alienação de imobilizado Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos (12.535) (8.400) FLUXO DE CAIXA DE ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Dividendos pagos ( ) (22.783) Pagamento de empréstimos e financiamentos (4.076) (347) Amortização da divida do Refis (1.374) (1.234) Novos empréstimos e financiamentos Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamentos ( ) (13.904) AUMENTO (DIMINUIÇÃO) DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA NO PERÍODO (43.776) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras intermediárias. 7

9 DUDALINA S/A NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INTERMEDIÁRIAS PARA O TRIMESTRE FINDO EM 30 DE SETEMBRO DE 2014 (Expressas em milhares de Reais R$ mil, exceto quando indicado de outra forma) 1 CONTEXTO OPERACIONAL A Dudalina S/A ( Companhia ), com sede em São Paulo - SP, tem por objetivo social a exploração da indústria do vestuário, varejo e franquias, podendo ainda exportar ou importar. A Companhia conta com 6 unidades fabris nos Estados de Santa Catarina e Paraná, além de 103 lojas presentes em 23 Estados, sendo 72 próprias e 31 franquias. Os insumos utilizados na fabricação de seus produtos são basicamente os tecidos de algodão. 2 APRESENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INTERMEDIÁRIAS E PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS 2.1. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras intermediárias foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com o CPC 21 (R1), em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais compreendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC e aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade CFC Base de elaboração As demonstrações financeiras intermediárias foram elaboradas com base no custo histórico, conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de bens e serviços. Essas demonstrações financeiras intermediárias são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. Moeda estrangeira Na elaboração das demonstrações financeiras intermediárias as transações em moeda estrangeira, ou seja, qualquer moeda diferente da moeda funcional, são registradas de acordo com as taxas de câmbio vigentes na data de cada transação. No final de cada período de relatório, os itens monetários em moeda estrangeira são reconvertidos pelas taxas vigentes no fim do período. Os itens não monetários registrados pelo valor justo apurado em moeda estrangeira são reconvertidos pelas taxas vigentes na data em que o valor justo foi determinado. Os itens não monetários que são mensurados pelo custo histórico em uma moeda estrangeira devem ser convertidos, utilizando a taxa vigente da data da transação. 8

10 As variações cambiais sobre itens monetários são reconhecidas no resultado no período em que ocorrerem. O resumo das principais políticas contábeis adotadas pela Companhia na elaboração das demonstrações financeiras intermediárias são as seguintes: a) Caixa e equivalentes de caixa: Compreendem os saldos de caixa e depósitos bancários à vista e aplicações financeiras. Essas aplicações financeiras estão demonstradas ao custo, acrescido dos rendimentos auferidos até as datas de encerramento do período, e possuem vencimentos inferiores há 90 dias ou sem prazos fixados para resgate, com liquidez imediata, e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor e são utilizados pela Companhia no gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. b) Contas a receber de clientes: São demonstradas pelos valores nominais das notas fiscais, acrescidos de variação cambial e ajustados a valor presente até a data do balanço, quando relevante. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base em análise de risco de crédito e em montante considerado suficiente pela Administração da Companhia para cobrir prováveis perdas na realização das contas a receber de clientes, cujo saldo é apresentado deduzido dessa provisão. c) Estoques: Estão apresentados pelo menor valor entre o valor de custo e o valor líquido realizável. Os custos dos estoques são determinados pelo método do custo médio. O valor líquido realizável corresponde ao preço de venda estimado dos estoques, deduzido de todos os custos estimados para conclusão e custos necessários para realizar a venda. A provisão para perdas dos estoques é realizada com base na avaliação das matérias primas e estoques de produtos acabados que não possuem expectativa clara de utilização/venda, ou com expectativa de realização abaixo do custo dos estoques. d) Impostos a recuperar: Estão contabilizados pelo valor original e classificados de acordo com a expectativa de recuperação de tais créditos. e) Imobilizado: Os bens do ativo imobilizado estão demonstrados ao valor de custo, acrescido do ajuste de avaliação patrimonial reconhecido em 2010, deduzido de depreciação acumulada e perdas por redução ao valor recuperável, quanto aplicável. A depreciação é reconhecida com base na vida útil estimada de cada ativo pelo método linear, de modo que o valor do custo menos o seu valor residual após sua vida útil seja integralmente baixado (exceto para terrenos e imobilizado em andamento). A vida útil estimada, os valores residuais e os métodos de depreciação são revisados no final da data do balanço patrimonial e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. 9

11 Um item do imobilizado é baixado após alienação ou quando não há benefícios econômicos futuros resultantes do uso contínuo do ativo. Quaisquer ganhos ou perdas na venda ou baixa de um item do imobilizado são determinados pela diferença entre os valores recebidos na venda e o valor contábil do ativo e são reconhecidos no resultado. f) Intangível: O ativo intangível é formado substancialmente por valores pagos a título de fundo de comércio (pontos comerciais), bem como por softwares utilizados como ferramenta de gestão e, marcas e patentes. Estão registrados ao custo deduzido da amortização e das perdas por redução ao valor recuperável acumuladas, quando aplicável. A amortização é reconhecida linearmente com base na vida útil estimada dos ativos. A vida útil estimada e o método de amortização são revisados no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas estimativas é contabilizado prospectivamente. g) Provisões: As provisões são reconhecidas para obrigações presentes (legal ou presumida) resultantes de eventos passados, em que seja possível estimar os valores de forma confiável e cuja liquidação seja provável. O valor reconhecido como provisão é a melhor estimativa das considerações requeridas para liquidar a obrigação no final de cada período de relatório, considerando-se os riscos e as incertezas relativos à obrigação. Quando alguns ou todos os benefícios econômicos requeridos para a liquidação de uma provisão são esperados que sejam recuperados de um terceiro, um ativo é reconhecido se, e somente se, o reembolso for virtualmente certo e o valor puder ser mensurado de forma confiável. h) Redução do valor recuperável dos ativos tangíveis e intangíveis: No fim de cada exercício, a Companhia revisa o valor contábil de seus ativos tangíveis e intangíveis de vida útil definida para determinar se há alguma indicação de que tais ativos sofreram alguma perda por redução ao valor recuperável. Se houver tal indicação, o montante recuperável do ativo é estimado com a finalidade de mensurar o montante dessa perda, se houver. Quando não for possível estimar o montante recuperável de um ativo individualmente, a Companhia calcula o montante recuperável da unidade geradora de caixa à qual pertence o ativo. Se o montante recuperável de um ativo (ou unidade geradora de caixa) calculado for menor que seu valor contábil, o valor contábil do ativo (ou unidade geradora de caixa) é reduzido ao seu valor recuperável. A perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. i) Outros ativos e passivos circulantes e não circulantes: São demonstrados ao valor de custo ou realização, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes rendimentos/encargos, variações monetárias e ou cambiais auferidos/incorridos até a data do balanço. j) Reconhecimento de receitas: A receita é mensurada pelo valor justo da contrapartida recebida ou a receber, deduzida de quaisquer estimativas de devoluções, descontos comerciais e/ou bonificações concedidos ao comprador e outras deduções similares. 10

12 A receita de venda de produtos e/ou revenda de mercadorias é reconhecida quando todas as seguintes condições forem satisfeitas: Transferência ao comprador dos riscos e benefícios significativos relacionados à propriedade dos produtos; Inexistência na manutenção quanto ao envolvimento continuado na gestão dos produtos vendidos em grau normalmente associado à propriedade nem controle efetivo sobre tais produtos; O valor da receita pode ser mensurado com confiabilidade; É provável que os benefícios econômicos associados à transação fluam para a Companhia; e, Os custos incorridos ou a serem incorridos relacionados à transação podem ser mensurados com confiabilidade. Mais especificamente, a receita de venda de produtos e/ou revenda de mercadoria é reconhecida quando os produtos são entregues e a titularidade legal é transferida. k) Ajuste a valor presente: É reconhecido o ajuste a valor presente para os elementos integrantes do ativo e passivo decorrentes de operações de longo prazo, ou de operações de curto prazo, quando houver efeitos relevantes, tomando-se por base a data de origem da transação. l) Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido: O imposto de renda e a contribuição social são calculados e reconhecidos com base no Lucro Presumido observando-se o regime de competência das receitas tributáveis. Os recolhimentos destes impostos estão amparados pela legislação tributária e observam o regime de caixa ou ingresso efetivo das receitas tributáveis. Os impostos diferidos ativos e passivos são mensurados pelas alíquotas aplicáveis no período no qual se espera que o passivo seja liquidado ou o ativo seja realizado, com base nas alíquotas previstas na legislação tributária vigente no fim de cada período de relatório, ou quando uma nova legislação tiver sido substancialmente aprovada. A mensuração dos impostos diferidos ativos e passivos reflete as consequências fiscais que resultariam da forma na qual a Companhia espera, no fim de cada período de relatório, recuperar ou liquidar o valor contábil desses ativos e passivos. Os impostos diferidos foram constituídos sob o valor da mais valia reconhecido no ativo imobilizado quando da adoção do custo atribuído (terrenos e edificações), o qual será substancialmente realizado após a alteração do regime de tributação de presumido para o lucro real, o que com base nas projeções de faturamento, está estimada para o ano de 2016, ou antes deste período através de alienação dos respectivos bens, gerando assim um ganho de capital, razão pela qual foi utilizada a alíquota de 34%. 11

13 m) Estimativas contábeis: As estimativas contábeis foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos, de acordo com o julgamento da Administração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações financeiras intermediárias. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem provisão para créditos de liquidação duvidosa, provisão para perdas nos estoques, provisões para riscos, vida útil do ativo imobilizado e realização do intangível. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia revisa as estimativas e premissas, no mínimo, anualmente. n) Instrumentos financeiros: Ativos financeiros não derivativos A Companhia reconhece os empréstimos e recebíveis inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros (incluindo os ativos designados pelo valor justo por meio do resultado) são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a Companhia se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. A Companhia baixa um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Companhia transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma transação na qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tem o direito legal de compensar os valores e tem a intenção de quitar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. Empréstimos e recebíveis Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem caixa e equivalentes de caixa, contas a receber de clientes e outros ativos. 12

14 Passivos financeiros A Companhia reconhece títulos de dívida emitidos inicialmente na data em que são originados. Todos os outros passivos financeiros são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. A Companhia utiliza a data de liquidação como critério de contabilização. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tem o direito legal de compensar os valores e tem a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. Os passivos financeiros de empréstimos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são medidos pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. A Companhia tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: fornecedores, empréstimos e financiamentos, financiamento de impostos e incentivos fiscais, dividendos a pagar e outras contas a pagar. o) Resultado por ação: O cálculo de lucro básico por ação é feito através da divisão do lucro líquido do período pelo número de ações da Companhia. p) Participação dos funcionários e administradores nos resultados: Os funcionários têm direito a participação nos lucros, limitada a 12% do lucro líquido e com base em determinadas metas acordadas anualmente como, faturamento, produtividade e qualidade, e os administradores com base nas disposições estatutárias aprovadas pelos acionistas. O montante de participação é reconhecido no resultado no período com base no atendimento das respectivas metas. q) Apuração do resultado: As receitas e despesas são reconhecidas no resultado pelo regime de competência. 3 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 30/09/ /12/2013 Caixa e bancos Aplicações financeiras Total As aplicações financeiras referem-se, substancialmente, a certificados de depósitos bancários e fundos de renda fixa, remuneradas em média em 100% do CDI - Certificado de Depósito Interbancário e estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor. 13

15 4 CONTAS A RECEBER 30/09/ /12/2013 Clientes nacionais Clientes exterior Subtotal (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (2.237) (1.835) Total O prazo médio de vencimento das vendas de produtos e mercadorias é de 69 dias. O saldo de contas a receber de clientes tem a seguinte composição por idade de vencimento: 30/09/ /12/2013 A vencer Vencidos até 30 dias Vencidos de 31 à 90 dias Vencidos de 91 à 180 dias Vencidos a mais de 180 dias Subtotal ESTOQUES 30/09/ /12/2013 Produtos acabados Produtos para revenda Produtos em elaboração Matérias-prima Material de embalagem e secundário Adiantamento a fornecedores Importação em andamento (-) Provisão para perdas nos estoques (475) (1.283) Total O custo dos estoques reconhecido como despesa no período foi de R$ A provisão para perdas é constituída com base nos estoques cujas perspectivas de realização são avaliadas como remota. Esta análise é feita de forma individualizada para os estoques de matéria prima e para as sobras de coleções, quanto às perspectivas de realização, considerando o potencial de venda e/ou utilização no processo produtivo. A Administração espera que os estoques sejam realizados em um período inferior a 12 meses. 14

16 6 IMPOSTOS A RECUPERAR O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: 30/09/ /12/2013 COFINS a recuperar (a) PIS a recuperar (a) IPI a recuperar ICMS a recuperar Outros Total Parcela circulante Parcela não circulante (a) Referentes a créditos de PIS e COFINS decorrentes de decisão judicial transitada em julgado em maio de Decisão favorável ao pleito de redução da base de cálculo do PIS e COFINS nas importações, estabelecendo como base de cálculo apenas o valor aduaneiro, desconsiderando os valores adicionais do desembaraço e o valor da própria contribuição tal como previsto na Lei n /2004. Valores de crédito relativos ao período de maio de 2006 a outubro de O valor total dos créditos foi consumido até abril de IMOBILIZADO A composição do imobilizado é conforme segue: 30/09/ /12/2013 Custo Depreciação Depreciação Corrigido Acumulada Líquido Líquido Terrenos Edifícios e benfeitorias 4% (5.842) Máquinas, equipamentos e instalações 10% (8.558) Benfeitorias em imóveis de terceiros 25% (7.071) Móveis e utensílios 10% (2.707) Processamento de dados 20% (1.505) Veículos e outros 20% (451) Imobilizações em andamento (26.134)

17 A movimentação do ativo imobilizado nos primeiros nove meses de 2014 está demonstrada conforme a seguir: Custo 31/12/2013 Adições Baixas Transferências 30/09/2014 Terrenos Edifícios e benfeitorias Máquinas, equipamentos e instalações (141) Benfeitorias em imóveis de terceiros (111) Móveis e utensílios (32) Processamento de dados (13) Veículos e outros (110) (787) Imobilizações em andamento (4.151) (407) Depreciação Edifícios e Benfeitorias (4.977) (865) - - (5.842) Máquinas, equipamentos e instalações (7.392) (1.282) (8.558) Benfeitorias em imóveis de terceiros (4.388) (2.685) 2 - (7.071) Móveis e utensílios (1.841) (879) 13 - (2.707) Processamento de dados (1.258) (260) 13 - (1.505) Veículos e outros (349) (168) 66 - (451) (20.205) (6.139) (26.134) Total (197) A movimentação do ativo imobilizado no ano de 2013 está demonstrada conforme a seguir: Custo 31/12/2012 Adições Baixas Transferências 31/12/2013 Terrenos Edifícios e benfeitorias Máquinas, equipamentos e instalações (394) Benfeitorias em imóveis de terceiros (495) Móveis e utensílios (538) Processamento de dados (1.596) Veículos e outros (129) Imobilizações em andamento (4.364) (3.152) Depreciação Edifícios e Benfeitorias (3.841) (1.136) - - (4.977) Máquinas, equipamentos e instalações (6.482) (1.286) (7.392) Benfeitorias em imóveis de terceiros (1.997) (2.520) (4.388) Móveis e utensílios (1.444) (850) (1.841) Processamento de dados (2.574) (274) (1.258) Veículos e outros (222) (189) 62 - (349) (16.560) (6.255) (20.205) Total (542)

18 Garantias: Do montante de bens acima, R$ refere-se a imobilizado (Terrenos), dados em garantia em operações de financiamento de impostos. Em atendimento ao CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, a Companhia efetua no mínimo anualmente, uma análise de indicativos de desvalorização de seu ativo imobilizado, sendo que para o período findo em 30 de setembro de 2014, a Administração não encontrou a necessidade de constituição de provisão para o valor recuperável do ativo imobilizado. 8 INTANGÍVEL A composição do intangível é conforme segue: 30/09/ /12/2013 Custo Amortização Amortização Corrigido Acumulada Líquido Líquido Marcas e patentes Direito de uso software (a) (1.658) Pontos comerciais (b) (3.650) (5.308) (a) (b) Refere-se ao registro dos softwares adquiridos de terceiros que são amortizados pelo prazo de licença definido em contrato. Trata-se do registro dos pontos comerciais das lojas de marcas próprias que são amortizados pelo tempo de vigência dos contratos e da respectiva renovatória caso aplicável (prazos de 3 a 10 anos). A movimentação do ativo intangível nos primeiros nove meses de 2014 está demonstrada conforme a seguir: Custo 31/12/2013 Adições 30/09/2014 Marcas e patentes Direito de uso software Pontos comerciais Amortização Direito de uso software (1.327) (331) (1.658) Pontos comerciais (2.116) (1.534) (3.650) (3.443) (1.865) (5.308) Total

19 A movimentação do ativo intangível no ano de 2013 está demonstrada conforme a seguir: Custo 31/12/2012 Adições 31/12/2013 Marcas e patentes Direito de uso software Pontos comerciais Amortização Direito de Uso Software (992) (335) (1.327) Pontos comerciais - (2.116) (2.116) (992) (2.451) (3.443) Total FORNECEDORES O saldo dessa conta está composto pelos seguintes valores: 30/09/ /12/2013 Fornecedores nacionais Fornecedores exterior Subtotal Total Parcela circulante Parcela não circulante O prazo médio de vencimento das compras de produtos e mercadorias é de 58 dias. Os valores registrados em fornecedores referem-se substancialmente a compra de matérias primas e insumos, com exceção do valor registrado no não circulante, que se refere a compra de imobilizados e intangíveis. 18

20 10 EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS Custo médio Vencimento 30/09/ /12/2013 Capital de giro (a) Capital CDI + de 1,35% giro a.a. Out/ Finep (b) Finep 3,9% curto a.a. prazo Jan/ Finame Finame 5,9% curto a.a. prazo Mai/ ACC VC + 2,8% a.a. Jun/ Total Parcela circulante Parcela não circulante (a) (b) Capital de Giro financiamento com a característica de cédula de crédito bancário, para fins de fortalecimento do capital de giro. Em setembro de 2014, a Companhia contratou o montante de R$ , com 12 meses de carência e amortização em 13 parcelas trimestrais. No período de carência haverá o pagamento de juros pró-rata trimestralmente. FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) crédito para financiamento de inovação tecnológica que busque o desenvolvimento de produtos e/ou processos que envolva risco tecnológico e oportunidades de mercado. Em julho de 2013, a Companhia contratou o montante de R$ 9.600, com 18 meses de carência e prazo total de 91 meses para pagamento. No período de carência está sendo realizado o pagamento de juros pró-rata mensalmente. Garantias A operação de Capital de Giro não possui garantias e avais instituídos no contrato. As operações de FINEP estão garantidas por cartas fianças nos valores de cada liberação, mais os encargos incidentes. Os empréstimos e financiamentos na modalidade Finame estão garantidos por alienação fiduciária dos próprios bens adquiridos. Os contratos de ACC estão garantidos por notas promissórias. Cláusulas restritivas A operação de Capital de Giro apresenta cláusula restritiva relacionada a indicador financeiro, onde a relação Dívida Líquida versus EBITDA a ser apurado anualmente não poderá ser superior a 3 vezes o valor do EBITDA. As cláusulas restritivas dos demais contratos de empréstimos e financiamentos não estão relacionadas a índices financeiros e, em 30 de setembro de 2014, a Companhia atendia a todas as cláusulas previstas nos contratos. As principais estão listadas a seguir: Inadimplemento; Não atendimento das cláusulas contratuais; Emprestar e/ou onerar garantias; 19

21 11 SALÁRIOS, ENCARGOS SOCIAIS E PARTICIPAÇÕES 30/09/ /12/2013 Salários, honorários e participações a pagar Contribuições sociais a recolher Provisões de férias Participação dos empregados nos resultados Total IMPOSTOS A PAGAR 30/09/ /12/2013 Imposto de renda a pagar Contribuição social a pagar COFINS a pagar PIS a pagar ICMS a pagar Outros impostos a pagar Total FINANCIAMENTOS DE IMPOSTOS E INCENTIVOS FISCAIS 30/09/ /12/2013 Refis - Lei 9.964/00 (a) Refis - Lei /09 (b) ICMS - PRODEC (c) Ajuste a valor presente - PRODEC (3.580) (3.088) Total Parcela circulante Parcela não circulante (a) A Lei 9.964/00 instituiu o Programa de Recuperação Fiscal - REFIS Federal, destinado à regularização de débitos de pessoas jurídicas relativos a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal e pelo INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). Em 11 de abril de 2000, a Companhia protocolou seu pedido de enquadramento no REFIS Federal, e adotou como forma de pagamento 0,6% do faturamento, vinculando ao desempenho deste o número de parcelas. 20

22 A Companhia ofereceu em garantia imóveis nos municípios de Luiz Alves e Blumenau, bem como reconhece a obrigatoriedade do pagamento regular dos impostos, das contribuições e das demais obrigações como condição essencial para a manutenção das condições de pagamento previstas no Refis. Com a adoção ao REFIS, a Companhia possui a opção de tributação do IRPJ e CSLL, e PIS e COFINS pelo regime do lucro presumido até a liquidação do referido parcelamento. Com base nas projeções de faturamento, a liquidação do parcelamento está estimada para o ano de (b) Refis - Lei /09 - A Companhia formalizou pedido de adesão ao Refis em novembro de 2009, na modalidade de parcelamento instituída pela Lei /09 (REFIS IV), beneficiando-se da redução no saldo de multas e juros. Foram incluídos nesta modalidade débitos tributários e previdenciários não parcelados anteriormente, que eram objetos de discussões administrativas e judiciais. As adesões suportadas pelo respectivo programa foram parceladas em 180 meses, restando em 30 de setembro de 2014 um total de 121 parcelas. (c) ICMS - PRODEC (Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense) - Destinado a financiar a modernização de empreendimentos que contribuam para geração de empregos e renda à sociedade catarinense e que incrementem os níveis de tecnologia e competitividade da economia estadual. O incentivo, firmado em 24 de fevereiro de 2012, contempla o diferimento de 70% do saldo de ICMS a recolher apurado nas operações da Companhia, limitado a R$ (valor nominal) os quais serão contratados em etapas, de acordo com a implantação e respectiva comprovação do andamento dos projetos a que estão relacionados. O prazo máximo para a utilização do benefício é 200 meses. Em 30 de setembro de 2014, o valor de diferimento oriundo desse programa é de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2013) já incluído os juros correspondentes. O prazo para pagamento dos débitos fiscais incluídos no programa é de 48 meses, contados a partir da data da apuração do ICMS a recolher. Os valores diferidos são atualizados a uma taxa de juros de 3% ao ano. O incentivo, sob o qual há incidência de juros subsidiados pelo Governo do Estado de Santa Catarina, foi ajustado a valor presente a uma taxa de juros praticada usualmente no mercado CDI (Certificado de Depósitos Interbancários). A manutenção da Companhia nos programas de parcelamentos acima mencionados está condicionada ao atendimento de certas condições, sobretudo do pagamento das parcelas dos débitos, na forma da lei, e do pagamento dos tributos correntes, condições estas, que estão sendo cumpridas pela Companhia. 21

23 14 PROVISÃO PARA RISCOS CÍVEIS, PREVIDENCIÁRIOS E TRABALHISTAS A Companhia possui diversos processos em andamento de natureza cível, previdenciária e trabalhista, decorrentes do curso normal de seus negócios. Para as contingências consideradas como perda provável pelos assessores jurídicos da Companhia, foram constituídas provisões para riscos, sendo que a Companhia acredita que as provisões constituídas, conforme apresentado abaixo, são suficientes para cobrir as eventuais perdas com os processos judiciais e custas. 30/09/ /12/2013 Cíveis Previdenciárias Trabalhistas Total Trabalhistas Os processos trabalhistas relacionam-se, entre outras questões, a reclamações formalizadas por ex-funcionários, os quais buscam reivindicar diversos pleitos indenizatórios. Em 30 de setembro de 2014, não existe nenhum processo individualmente com valor representativo. Perdas possíveis Para os valores das contingências consideradas como perdas possíveis, conforme análise da administração e suportada pela opinião de seus assessores jurídicos, não foram constituídas provisões conforme definido pelas normas contábeis. Estas contingências estão distribuídas nas áreas tributária, trabalhista e cível, totalizando o montante de R$ (R$ em 31 de dezembro de 2013). Em 30 de setembro de 2014 não existem causas individualmente significativas. 15 OUTRAS CONTAS A PAGAR 30/09/ /12/2013 Comissões a pagar Indenização representantes Aluguel a pagar Outras contas a pagar Total

24 16 PARTES RELACIONADAS Remuneração do pessoal-chave da Administração A remuneração da Administração ocorre por meio de pagamento de honorários e participações. A Companhia não concede benefícios pós-emprego, benefícios de rescisão de contrato de trabalho ou outros benefícios de longo prazo para a Administração e seus empregados. As despesas com honorários e participação dos administradores totalizaram no trimestre R$ (R$ no mesmo período de 2013), incluindo os encargos sociais. 17 PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social Conforme AGE de 26 de abril de 2013, foi aprovado o aumento de capital no montante de R$ , sem alteração no número de ações, mediante incorporação do saldo da reserva legal no valor de R$ e incorporação parcial do saldo de reserva para aumento de capital no valor R$ Conforme Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de 30 de abril de 2014, a totalidade de ações preferenciais e ações preferenciais B foram convertidas em ações ordinárias, na proporção de uma ação ordinária para cada uma ação preferencial convertida, qualquer que seja a classe. Desta forma, em 30 de setembro de 2014, o capital social subscrito e integralizado é de R$ , representado por ações ordinárias sem valor nominal. b) Reserva legal É constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada exercício social nos termos do art. 193 da Lei 6.404/76, até o limite de 20% do capital social. c) Ajuste de Avaliação Patrimonial A conta de Ajuste de Avaliação Patrimonial é representada exclusivamente pela adoção do custo atribuído (deemed cost) em 01 de janeiro de 2010, realizado para os grupos de terrenos e edificações, os quais a Administração da Companhia identificou que os valores contábeis estavam substancialmente inferiores ao seu valor justo na adoção inicial dos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis). 23

25 Os efeitos deste ajuste estão demonstrados abaixo: 30/09/ /12/2013 Custo atribuído ao imobilizado Terrenos Edificações Total (-) Realização do custo atribuído (1.037) (861) IRPJ e CSLL diferidos (5.889) (5.949) Ajuste avaliação patrimonial líquido d) Dividendos e destinação do resultado do exercício Conforme definido no estatuto da Companhia, do resultado apurado no exercício: 5% será destinado para reserva legal; 25% no mínimo, para pagamento de dividendos aos acionistas; e O saldo remanescente será destinado a reserva para aumento de capital. Conforme deliberado em ata de reunião de diretoria em 17 de dezembro de 2013, foi aprovada a distribuição de dividendos antecipados e intercalares no valor R$ A distribuição fora efetuada entre os acionistas nas proporções de suas participações no capital social da Companhia na data da referida deliberação. Os pagamentos foram realizados em fevereiro de E também, conforme deliberado em ata de reunião do Conselho de Administração em 30 de setembro de 2014, foi aprovado a distribuição de dividendos intercalares no valor de R$ Destes, R$ foram distribuídos na mesma data e R$ foram distribuídos em 01 de outubro de Os dividendos ora aprovados serão imputados aos dividendos obrigatórios relativos ao exercício de RECEITA Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 Receita de vendas mercado interno Receita de vendas mercado externo Receita de revendas de produtos Receita de royalties Receita bruta de vendas Impostos sobre vendas (23.677) (21.341) (64.208) (56.059) Devoluções (10.903) (6.610) (26.754) (20.463) Deduções da receita (34.580) (27.951) (90.962) (76.522) Receita operacional liquida

26 19 CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 Matéria prima Salários, encargos e benefícios Serviços de terceiros Depreciação Energia elétrica Outros custos DESPESAS COMERCIAIS Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 Salários, encargos e benefícios Comissões Publicidade e propaganda Aluguéis e condomínios Fretes sobre vendas Depreciação Amortização ponto comercial Viagens e estadas Provisão para créditos de liquidação duvidosa Outras despesas DESPESAS ADMINISTRATIVAS E GERAIS Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 Salários, encargos e benefícios Serviços de terceiros Terceiro setor e doações Serviços de TI Viagens e estadas Depreciação Outras despesas

27 22 RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 RECEITAS FINANCEIRAS Juro sobre aplicações Outras receitas DESPESAS FINANCEIRAS Despesas com cobrança (1.082) (913) (2.405) (2.193) Juros passivos (9) (15) (147) (166) Juros sobre parcelamento de impostos (239) (227) (691) (627) Juros sobre empréstimos (125) (51) (335) (88) Despesas bancárias (76) (59) (224) (137) Descontos concedidos (62) (47) (204) (177) Outras despesas (831) (29) (820) (75) (2.424) (1.341) (4.826) (3.463) VARIAÇÕES CAMBIAIS LÍQUIDAS Variações cambiais ativas Variações cambiais passivas (1.060) (1.284) (1.468) (1.810) (445) (87) (21) (828) RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO (678) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 Imposto de renda Contribuição social Total do imposto corrente O imposto de renda e a contribuição social são calculados com base no lucro presumido, como a seguir demonstrado: Trimestre findo em 30/09/2014 Trimestre findo em 30/09/2013 Imposto de renda Contribuição social Imposto de renda Contribuição social Receita bruta de vendas (-) Devoluções (10.903) (10.903) (6.610) (6.610) Receita operacional Percentual de presunção 8% 12% 8% 12% Base de cálculo - imposto de renda e contribuição social Acréscimo rendimentos financeiros e outros Base de cálculo - imposto de renda e contribuição social após acréscimos % de tributos 15% 9% 15% 9% Tributo calculado sem adicional Base de cálculo do adicional 10% do IR % do adicional de IR 10% - 10% Despesa de imposto de renda e contribuição social

28 Nove meses findo em 30/09/2014 Nove meses findo em 30/09/2013 Imposto de renda Contribuição social Imposto de renda Contribuição social Receita bruta de vendas (-) Devoluções (26.754) (26.754) (20.463) (20.463) Receita operacional Percentual de presunção 8% 12% 8% 12% Base de cálculo - imposto de renda e contribuição social Acréscimo rendimentos financeiros e outros Base de cálculo - imposto de renda e contribuição social após acréscimos % de tributos 15% 9% 15% 9% Tributo calculado sem adicional Base de cálculo do adicional 10% do IR % do adicional de IR 10% - 10% Despesa de imposto de renda e contribuição social INSTRUMENTOS FINANCEIROS A Companhia mantém operações em instrumentos financeiros ativos e passivos, sendo que não há instrumentos financeiros derivativos em 30 de setembro de Conforme as condições estabelecidas pelo pronunciamento CPC 38, as operações que envolvem instrumentos financeiros ativos e passivos, conforme abaixo, estão registradas contabilmente pelos valores compatíveis com as atuais taxas de mercado para as operações de prazos e riscos similares. Empréstimos e recebíveis Os instrumentos financeiros incluídos nesse grupo são saldos provenientes de transações comuns como o contas a receber, outros ativos e também as aplicações financeiras mantidas pela Companhia. Todos estão registrados pelos seus valores nominais acrescidos, quando aplicável, de encargos e taxas de juros contratuais, cuja apropriação das despesas e receitas é reconhecida ao resultado do período. Outros passivos financeiros Os instrumentos financeiros incluídos nesse grupo são saldos provenientes de transações com fornecedores, contas e impostos a pagar e empréstimos e financiamentos mantidos pela Companhia. Todos estão registrados pelos seus valores nominais acrescidos, quando aplicável, de encargos e taxas de juros contratuais, cuja apropriação das despesas e receitas é reconhecida ao resultado do período. 27

29 Gerenciamento de riscos A Companhia participa de operações envolvendo instrumentos financeiros, todos registrados em contas patrimoniais, que se destinam a atender as suas necessidades operacionais, bem como a reduzir a exposição a riscos financeiros e riscos de mercado, aos quais a Companhia entende que está exposta, de acordo com sua natureza dos negócios e estrutura operacional. A administração desses riscos é efetuada por meio da definição de estratégias elaboradas e aprovadas pela Administração da Companhia, atreladas ao estabelecimento de sistemas de controles e determinação de limite de posições. Não são realizadas operações envolvendo instrumentos financeiros com finalidade especulativa. As descrições dos riscos da Companhia são descritos a seguir: a) Risco de crédito Para o risco de crédito de recebíveis de clientes são estabelecidos limites de crédito para cada cliente e os riscos são administrados por critérios específicos de análise de crédito. A Companhia adota política de apenas negociar com contrapartes que possuam capacidade de crédito e garantias suficientes, quando apropriado, como meio de mitigar o risco de perda financeira por motivo de inadimplência. A Companhia estabelece uma provisão para créditos de liquidação duvidosa no valor de R$ em 30 de setembro de 2014 (R$ em 31 de dezembro de 2013), que representa 1,85% do seu contas a receber (1,54% em 31 de dezembro de 2013), conforme mencionado na nota 4. b) Risco de liquidez Risco de liquidez é o risco relacionado a dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros que são liquidados com pagamentos à vista ou com outro ativo financeiro. A abordagem da Companhia na administração deste risco é de garantir que tenha liquidez suficiente para cumprir com suas obrigações sem causar perdas ou prejudicar as operações da Companhia. A Companhia administra sua carteira de aplicações financeiras observando critérios de concentração em instituições financeiras, além de seus ratings globais. A seguir estão os vencimentos de ativos e passivos financeiros: Ativos Financeiros 6 meses ou menos 6 a 12 meses 1 a 2 anos 2 a 5 anos Mais que 5 anos Total do fluxo Caixa e equivalentes de caixa Contas a receber

30 Passivos financeiros 6 meses ou menos 6 a 12 meses 1 a 2 anos 2 a 5 anos Mais que 5 anos Total do fluxo Empréstimos e financiamentos Financiamentos de impostos e incentivos fiscais Fornecedores c) Risco de mercado O risco de mercado compreende principalmente o risco financeiro decorrente da mudança na taxa de câmbio. Risco de moeda A Companhia mantém operações no mercado externo que estão expostas a riscos de mercado decorrentes de mudanças nas cotações de moedas estrangeiras. Qualquer flutuação da taxa de câmbio pode aumentar ou reduzir os referidos saldos. A composição dessa exposição é como segue: Nota 30/09/ /12/2013 Ativo Clientes exterior Passivo Fornecedores exterior 9 (16.032) (9.277) Empréstimos e financiamentos - ACC 10 (886) (2.108) (16.918) (11.385) Exposição líquida - (R$ mil) (10.149) (8.356) Exposição líquida - (US$ mil) (4.141) (3.567) Análise de sensibilidade sobre a exposição cambial Esta análise é baseada na variação da taxa de câmbio, na qual a variável de risco é avaliada com oscilação de 25% e 50%, em relação ao cenário provável estimado pela Companhia. Esta análise considera que todas as outras variáveis, especialmente as taxas de juros, são mantidas constantes. Desta forma, o quadro abaixo demonstra simulação do efeito da variação cambial no resultado futuro: Exposição cambial contábil Risco Divulgado Cenário provável (I) Cenário (II) Cenário (III) Taxa do dólar Alta dólar 2,4510 2,46 3,08 3,69 Posição ativa Posição passiva (16.918) (16.980) (21.260) (25.470) Exposição líquida (R$ mil) (10.149) (10.186) (12.754) (15.279) Exposição líquida (US$ mil) (4.141) (4.141) (4.141) (4.141) Impacto potencial (R$ mil) - (37) (2.605) (5.130) 29

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