Ensino Superior LEgiSLação atualizada 14

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2 Ensino Superior Legislação Atualizada 14

3 PRESIDÊNCIA Presidente Gabriel Mario Rodrigues 1.º Vice-Presidente Carmen Luiza da Silva 2.º Vice-Presidente Getúlio Américo Moreira Lopes 3.º Vice-Presidente José Janguiê Bezerra Diniz Conselho da Presidência Candido Mendes de Almeida Édson Raymundo Pinheiro de Souza Franco Vera Gissoni Terezinha Cunha Paulo Antonio Gomes Cardim André Mendes de Almeida José Eugênio Barreto da Silva Eduardo Soares Oliveira Valdir Lanza Wilson de Mattos Silva Manoel Joaquim Fernandes de Barros Sobrinho Suplentes Fábio Ferreira de Figueiredo Eda Coutinho Barbosa Machado de Souza José Antonio Karam Fernando Leme do Prado Daniel Castanho Conselho Fiscal Julio Cesar da Silva José Loureiro Lopes Luiz Eduardo Possidente Tostes Marco Antonio Laffranchi Cláudio Galdiano Cury Suplentes Eliziário Pereira Rezende Jorge de Jesus Bernardo Diretoria Executiva Diretor-Geral Fabrício Vasconcellos Soares Vice-Diretor-Geral Sérgio Fiuza de Mello Mendes Diretor-Administrativo Décio Batista Teixeira Diretor-Técnico Antonio Carbonari Netto Organização Cecília Eugenia Rocha Horta Consultoria Celso da Costa Frauches Instituto Latino Americano de Planejamento Educacional Ilape Apoio Leandro Rodrigues Uessugue ABMES Pedro Luiz Casag rande Teixeira Ilape Editoração Eletrônica Valdirene Alves dos Santos Projeto Gráfico Grau Design Gráfico E59 Ensino superior : legislação atualizada. Cecília Eugenia Rocha Horta, Organizadora Brasília : ABMES, v. 14, 456p.: Il. ; 28cm. Anual Início: 1997 Descrição Baseada em: 13, 2009 ISSN Ensino superior. 2. Ensino superior Legislação. I. Título : legislação atualizada. II. Horta, Cecília Eugenia Rocha CDD 378 Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) SCS Quadra 07 Bloco A Sala 526 Edifício Torre Pátio Brasil Shopping Brasília - DF Tel.: (61) Fax: (61) Home page:

4 Apresentação A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) reúne nesta coletânea Ensino Superior: Legislação Atualizada, 14 as principais normas referentes ao ensino superior editadas no ano de Os capítulos referentes às leis, aos decretos, às resoluções e às portarias são antecedidos por sumários que indicam as normas transcritas e não transcritas (NT). O capítulo final Índice Remissivo é orientado por palavras-chaves que se destinam a facilitar as consultas dos leitores. Completa o trabalho a listagem atualizada dos Conselhos Profissionais com o propósito de permitir o acesso dos interessados às normas emitidas por tais órgãos. A coletânea, referência para os estudos sobre a legislação do ensino superior, representa um esforço da ABMES em também contribuir para orientar o desenvolvimento das atividades acadêmicas e administrativas das instituições de ensino superior brasileiras. Brasília, 31 de maio de Gabriel Mario Rodrigues Presidente

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6 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14 Sumário 1. Leis Decretos Resoluções Portarias Interministeriais Portarias do MEC Índice Remissivo Anexo Conselhos Profissionais

7 6 Emendas Constitucional

8 Ensino Superior Legislação Atualizada 1. Leis 7 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

9 8 Leis

10 Sumário 1. Leis Lei n.º , de 14 de janeiro de 2010: Altera a Lei n.º , de 12 de julho de 2001, que dispõe sobre o Fies (permite abatimento de saldo devedor do Fies aos profissionais do magistério público e médicos dos programas de saúde da família; utilização de débitos com o INSS como crédito do Fies pelas instituições de ensino) Lei n.º , de 24 de maio de 2010: Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do país. (Diário Oficial, Brasília, Seção1, p.3.)...nt Lei n.º , de 13 de julho de 2010: Altera a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, no tocante ao ensino da arte Lei n.º , de 1.º de setembro de 2010: Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais Libras Lei n.º , de 31 de dezembro de 2010: Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal CAUs. (Diário Oficial, Brasília, Seção1, p.1.)...nt 9 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

11 10 Leis

12 Lei n.º , de 14 de janeiro de 2010 Altera a Lei n.º , de 12 de julho de 2001, que dispõe sobre o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior Fies (permite abatimento de saldo devedor do Fies aos profissionais do magistério público e médicos dos programas de saúde da família; utilização de débitos com o INSS como crédito do Fies pelas instituições de ensino. O PRESIDENTE D A REPÚBLICA, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1.º Os arts. 1.º, 2.º, 3.º, 4.º, 5.º, 6.º, 9.º, 10, 11, 12 e 13 da Lei n.º , de 12 de julho de 2001, passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 1.º Fica instituído, nos termos desta Lei, o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - Fies, de natureza contábil, destinado à concessão de financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores não gratuitos e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação, de acordo com regulamentação própria. 1.º O financiamento de que trata o caput poderá, na forma do regulamento, ser oferecido a alunos da educação profissional técnica de nível médio, bem como aos estudantes matriculados em programas de mestrado e doutorado com avaliação positiva, desde que haja disponibilidade de recursos, observada a prioridade no atendimento aos alunos dos cursos de graduação. I - (revogado); II - (revogado); III - (revogado). 2.º São considerados cursos de graduação com avaliação positiva, aqueles que obtiverem conceito maior ou igual a 3 (três) no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - Sinaes, de que trata a Lei n.º , de 14 de abril de º Os cursos que não atingirem a média referida no 2.º ficarão desvinculados do Fies sem prejuízo para o estudante financiado º A participação da União no Fies dar-se-á exclusivamente mediante contribuições ao Fundo instituído por esta Lei, ressalvado o disposto nos arts. 10 e Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

13 6.º É vedada a concessão de novo financiamento a estudante inadimplente com o Fies ou com o Programa de Crédito Educativo de que trata a Lei no 8.436, de 25 de junho de (NR) Art. 2.º... 1.º... I - (Revogado);... 3.º As despesas do Fies com os agentes financeiros corresponderão a remuneração mensal de até 2% a.a. (dois por cento ao ano), calculados sobre o saldo devedor dos financiamentos concedidos, ponderados pela taxa de adimplência, na forma do regulamento. I - (revogado); II - (revogado); III - (revogado); IV - (revogado). 4º (Revogado).... (NR) Art. 3.º II - ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE, na qualidade de agente operador e de administradora dos ativos e passivos, conforme regulamento e normas baixadas pelo CMN. 1º IV - aplicação de sanções às instituições de ensino e aos estudantes que descumprirem as regras do Fies, observados os 5º e 6º do art. 4º desta Lei.... (NR) Art. 4.º São passíveis de financiamento pelo Fies até 100% (cem por cento) dos encargos educacionais cobrados dos estudantes por parte das instituições de ensino devidamente cadastradas para esse fim pelo Ministério da Educação, em contraprestação aos cursos referidos no art. 1º em que estejam regularmente matriculados. 1.º (Revogado) º (Revogado). 12 Leis

14 ... (NR) Art. 5.º II - juros a serem estipulados pelo CMN; III - oferecimento de garantias adequadas pelo estudante financiado ou pela entidade mantenedora da instituição de ensino;... V -... a) nos 12 (doze) primeiros meses de amortização, em valor igual ao da parcela paga diretamente pelo estudante financiado à instituição de ensino no último semestre cursado, cabendo ao agente operador estabelecer esse valor nos casos em que o financiamento houver abrangido a integralidade da mensalidade; b) parcelando-se o saldo devedor restante em período equivalente a até 3 (três) vezes o prazo de permanência do estudante na condição de financiado; VI - risco: as instituições de ensino participarão do risco do financiamento, na condição de devedores solidários, nos seguintes limites percentuais: a) (revogado);... 1.º Ao longo do período de utilização do financiamento, inclusive no período de carência, o estudante financiado fica obrigado a pagar os juros incidentes sobre o financiamento, na forma regulamentada pelo agente operador º Excepcionalmente, por iniciativa do estudante, a instituição de ensino à qual esteja vinculado poderá dilatar em até um ano o prazo de utilização de que trata o inciso I do caput, hipótese na qual as condições de amortização permanecerão aquelas definidas no inciso V também do caput A redução dos juros, estipulados na forma do inciso II deste artigo, incidirá sobre o saldo devedor dos contratos já formalizados. (NR) Art. 6.º Em caso de inadimplemento das prestações devidas pelo estudante financiado, a instituição referida no 3º do art. 3.º promoverá a execução das parcelas vencidas, conforme estabelecida pela Instituição de que trata o inciso II do caput do art. 3.º, repassando ao Fies e à instituição de ensino a parte concernente ao seu risco. 1.º Nos casos de falecimento ou invalidez permanente do estudante tomador do financiamento, devidamente comprovados, na forma da legislação pertinente, o saldo devedor será absorvido conjuntamente pelo Fies e pela instituição de ensino. 13 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

15 2.º O percentual do saldo devedor de que tratam o caput e o 1.º, a ser absorvido pela instituição de ensino, será equivalente ao percentual do risco de financiamento assumido na forma do inciso VI do caput do art. 5.º, cabendo ao Fies a absorção do valor restante. (NR) Art. 9.º Os certificados de que trata o art. 7.º serão destinados pelo Fies exclusivamente ao pagamento às mantenedoras de instituições de ensino dos encargos educacionais relativos às operações de financiamento realizadas com recursos desse Fundo. (NR) Art. 10. Os certificados de que trata o art. 7.º serão utilizados para pagamento das contribuições sociais previstas nas alíneas a e c do parágrafo único do art. 11 da Lei n.º 8.212, de 24 de julho de 1991, bem como das contribuições previstas no art. 3.º da Lei n.º , de 16 de março de º É vedada a negociação dos certificados de que trata o caput com outras pessoas jurídicas de direito privado. 2.º (Revogado). 3.º Não havendo débitos de caráter previdenciário, os certificados poderão ser utilizados para o pagamento de quaisquer tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, e respectivos débitos, constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa, ajuizados ou a ajuizar, exigíveis ou com exigibilidade suspensa, bem como de multas, de juros e de demais encargos legais incidentes.... (NR) Art Parágrafo único. O agente operador fica autorizado a solicitar na Secretaria do Tesouro Nacional o resgate dos certificados de que trata o caput. (NR) Art. 12. A Secretaria do Tesouro Nacional fica autorizada a resgatar antecipadamente, mediante solicitação formal do Fies e atestada pelo INSS, os certificados com data de emissão até 10 de novembro de 2000 em poder de instituições de ensino que, na data de solicitação do resgate, tenham satisfeito as obrigações previdenciárias correntes, inclusive os débitos exigíveis, constituídos, inscritos ou ajuizados e que atendam, concomitantemente, as seguintes condições:... Parágrafo único. Das instituições de ensino que possuam acordos de parcelamentos com o INSS e que se enquadrem neste artigo poderão ser resgatados até 50% (cinquenta por cento) do valor dos certificados, ficando estas obrigadas a utilizarem os certificados restantes, em seu poder, na amortização dos aludidos acordos de parcelamentos. (NR) Art. 13. O Fies recomprará, no mínimo a cada trimestre, ao par, os certificados aludidos no art. 9.º, mediante utilização dos recursos referidos no art. 2.º, ressalvado o disposto no art. 16, em poder das instituições de ensino que atendam ao disposto no art. 12. (NR) 14 Leis

16 Art. 2.º O Capítulo II da Lei n.º , de 12 de julho de 2001, passa a vigorar acrescido do seguinte art. 6.º-B: Art. 6.º-B. O Fies poderá abater, na forma do regulamento, mensalmente, 1,00% (um inteiro por cento) do saldo devedor consolidado, incluídos os juros devidos no período e independentemente da data de contratação do financiamento, dos estudantes que exercerem as seguintes profissões: I - professor em efetivo exercício na rede pública de educação básica com jornada de, no mínimo, 20 (vinte) horas semanais, graduado em licenciatura; e II - médico integrante de equipe de saúde da família oficialmente cadastrada, com atuação em áreas e regiões com carência e dificuldade de retenção desse profissional, definidas como prioritárias pelo Ministério da Saúde, na forma do regulamento. 1.º ( VETADO) 2.º O estudante que já estiver em efetivo exercício na rede pública de educação básica com jornada de, no mínimo, 20 (vinte) horas semanais, por ocasião da matrícula no curso de licenciatura, terá direito ao abatimento de que trata o caput desde o início do curso. 3.º O estudante graduado em Medicina que optar por ingressar em programa credenciado Medicina pela Comissão Nacional de Residência Médica, de que trata a Lei n.º 6.932, de 7 de julho de 1981, e em especialidades prioritárias definidas em ato do Ministro de Estado da Saúde terá o período de carência estendido por todo o período de duração da residência médica. 4.º O abatimento mensal referido no caput será operacionalizado anualmente pelo agente operador do Fies, vedado o primeiro abatimento em prazo inferior a 1 (um) ano de trabalho. 5º No período em que obtiverem o abatimento do saldo devedor, na forma do caput, os estudantes ficam desobrigados da amortização de que trata o inciso V do caput do art. 5.º. 6.º O estudante financiado que deixar de atender às condições previstas neste artigo deverá amortizar a parcela remanescente do saldo devedor regularmente, na forma do inciso V do art. 5.º. Art. 3.º O Capítulo IV da Lei n.º , de 12 de julho de 2001, passa a vigorar acrescido do seguinte art. 20-A: Art. 20-A. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE terá prazo de até 1 (um) ano para assumir o papel de agente operador do Fies, cabendo à Caixa Econômica Federal, durante este prazo, dar continuidade ao desempenho das atribuições decorrentes do encargo. 15 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

17 Art. 4.º Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação. Art. 5.º Ficam revogados o inciso I do 1.º e o 4.º do art. 2.º, os 1.º e 3.º do art. 4.º, a alínea a do inciso VI do art. 5.º e o 2.º do art. 10 da Lei nº , de 12 de julho de Brasília, 14 de janeiro de 2010; 189º da Independência e 122º da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Nelson Machado Fernando Haddad José Gomes Temporão Diário Oficial, Brasília, Seção 1, p Leis

18 Lei n.º , de 13 de julho de 2010 Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, no tocante ao ensino da arte. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1.º O 2.º do art. 26 da Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, passa a vigorar com a seguinte redação: Art º O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.... (NR) Art. 2.º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 13 de julho de 2010; 189º da Independência e 122 o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Fernando Haddad Diário Oficial, Brasília, Seção1, p Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

19 Lei n.º , de 1.º de setembro de 2010 Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais Libras. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1.º Esta Lei regulamenta o exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - Libras. Art. 2.º O tradutor e intérprete terá competência para realizar interpretação das 2 (duas) línguas de maneira simultânea ou consecutiva e proficiência em tradução e interpretação da Libras e da Língua Portuguesa. Art. 3.º ( VETADO) Art. 4.º A formação profissional do tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de: I - cursos de educação profissional reconhecidos pelo Sistema que os credenciou; II - cursos de extensão universitária; e III - cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por Secretarias de Educação. Parágrafo único. A formação de tradutor e intérprete de Libras pode ser realizada por organizações da sociedade civil representativas da comunidade surda, desde que o certificado seja convalidado por uma das instituições referidas no inciso III. Art. 5.º Até o dia 22 de dezembro de 2015, a União, diretamente ou por intermédio de credenciadas, promoverá, anualmente, exame nacional de proficiência em Tradução e Interpretação de Libras - Língua Portuguesa. 18 Leis

20 Parágrafo único. O exame de proficiência em Tradução e Interpretação de Libras - Língua Portuguesa deve ser realizado por banca examinadora de amplo conhecimento dessa função, constituída por docentes surdos, linguistas e tradutores e intérpretes de Libras de instituições de educação superior. Art. 6.º São atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de suas competências: I - efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdoscegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa; II - interpretar, em Língua Brasileira de Sinais Língua Portuguesa, as atividades didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamental, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares; III - atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos; IV - atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim das instituições de ensino e repartições públicas; e V - prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais. Art. 7.º O intérprete deve exercer sua profissão com rigor técnico, zelando pelos valores éticos a ela inerentes, pelo respeito à pessoa humana e à cultura do surdo e, em especial: I - pela honestidade e discrição, protegendo o direito de sigilo da informação recebida; II - pela atuação livre de preconceito de origem, raça, credo religioso, idade, sexo ou orientação sexual ou gênero; III - pela imparcialidade e fidelidade aos conteúdos que lhe couber traduzir; IV - pelas postura e conduta adequadas aos ambientes que frequentar por causa do exercício profissional; V - pela solidariedade e consciência de que o direito de expressão é um direito social, independentemente da condição social e econômica daqueles que dele necessitem; VI - pelo conhecimento das especificidades da comunidade surda. Art. 8.º ( VETADO) 19 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

21 Art. 9.º ( VETADO) Art. 10. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 1º de setembro de 2010; 189º da Independência e 122º da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto Fernando Haddad Carlos Lupi Paulo de Tarso Vanucchi Diário Oficial, Brasília, Seção 1, p Leis

22 Ensino Superior Legislação Atualizada 2 Decretos 21 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

23 22 Decretos

24 Sumário 3. Decretos Decreto n.º 7.114, de 19 de fevereiro de 2010: Dá nova redação aos dispositivos do Decreto n.º 6.092, de 24 de abril de 2007, que regulamenta o Auxílio de Avaliação Educacional AAE Decreto de 27 de maio de 2010: Reconduz e designa membros da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação Decreto n.º 7.219, de 24 de junho de 2010: Dispõe sobre o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Pibid. (Diário Oficial, Brasília, Seção1, p.4.).)...nt Decreto n.º 7.337, de 20 de outubro de 2010: Dispõe sobre as condições de amortização dos contratos de financiamento celebrados no âmbito do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior Fies Decreto n.º 7.338, de 20 de outubro de 2010: Dispõe sobre a integralização de cotas no Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo FGeduc Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

25 24 Decretos

26 Decreto n.º 7.114, de 19 de fevereiro de 2010 Dá nova redação a dispositivos do Decreto n.º 6.092, de 24 de abril de 2007, que regulamenta o Auxílio de Avaliação Educacional AAE. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei n.º , de 20 de julho de 2007, e na Medida Provisória n.º 479, de 30 de dezembro de 2009, Decreta: Art 1.º Os arts. 1.º, 2.º, 3.º, 5.º, e 6.º do Decreto n.º 6.092, de 24 de abril de 2007, passam a vigorar com a seguinte redação: Art. 1.º O Auxílio de Avaliação Educacional - AAE é devido ao servidor ou colaborador eventual que, em decorrência do exercício da docência ou pesquisa no ensino básico ou superior, público ou privado, participe, em caráter eventual, de processo de avaliação educacional de instituições, cursos, projetos ou desempenho de estudantes a ser executado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep, pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Capes e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - Fnde. Parágrafo único. Ato do Ministro de Estado da Educação definirá os processos de avaliação educacional sob responsabilidade do Inep, da Capes e do Fnde que ensejam o pagamento do AAE. (NR) Art. 2.º Caberá o pagamento do AAE em retribuição à participação em processos de avaliação referidos nos arts. 1.º e 2.º da Lei n.º , de 20 de julho de 2007, promovidos pelo Inep, pela Capes ou pelo Fnde, observados os valores fixados no Anexo a este Decreto. 1.º Os servidores do quadro de cargos efetivos ou comissionados da Capes, do Inep, do Fnde, da Financiadora de Estudos e Projetos - Finep e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq ou neles em exercício não poderão ser remunerados com o AAE.... (NR) 25 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

27 Art. 3.º O pagamento do AAE será efetuado pelo Inep, pela Capes e pelo Fnde, conforme o caso, mediante ordem bancária, em conta corrente pessoal, em até dez dias úteis posteriores à conclusão da atividade. 1.º A avaliação in loco será considerada atividade concluída quando o relatório de visita for recebido e aprovado pela direção ou coordenação responsável pelos processos de avaliação do Inep, da Capes ou do Fnde.... (NR) Art. 5.º Fica limitado a R$ ,00 (quarenta mil reais) o valor máximo que poderá ser pago, a cada pessoa física, em conjunto ou isoladamente, em cada exercício financeiro, a título de AAE. (NR) Art. 6.º As despesas decorrentes do AAE correrão à conta de dotações e limites previstos no orçamento anual consignadas ao Inep, a Capes e ao Fnde no grupo de despesas Outras Despesas Correntes. (NR) Art. 2.º O Anexo ao Decreto no 6.092, de 2007, passa a vigorar na forma do Anexo a este Decreto. Art. 3.º Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação. Art. 4.º Fica revogado o art. 4.º do Decreto n.º 6.092, de 24 de abril de Brasília, 19 de fevereiro de 2010; 189º da Independência e 122º da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Fernando Haddad João Bernardo de Azevedo Bringel Diário Oficial, Brasília, , - Seção 1, p Decretos

28 ANEXO Tabela de valores do auxílio de avaliação educacional - AAE Atividade Valor R$ Visita de avaliação in loco de instituições e de cursos de graduação e pós-graduação, inclusive educação a distância Até 1.200,00 Visita de avaliação in loco de cursos e pólos da Universidade Aberta do Brasil-UAB Até 400,00 Elaboração de estudos, análises estatísticas ou relatórios científicos de avaliação Até 2.000,00 Elaboração de estudos e relatórios científicos para subsídio e assessoramento no processo de avaliação de livros didáticos, dicionários, livros de literatura, periódicos, acervos complementares, obras teórico-metodológicas, tecnologias educacionais, produções intelectuais e técnicas e outros materiais didáticos. Até 2.000,00 Organização, divulgação e utilização estatística das informações produzidas nos processos de avaliação educacional Até 800,00 Participação em sessão de Comissão de Especialistas, ou sessão de colegiado com atribuição de avaliação educacional. Até 400,00 por dia de sessão Participação em oficinas de elaboração ou preparação de itens para avaliação de desempenho de estudantes Até 400,00 por dia de sessão Elaboração de itens de exames e questionários para avaliação de estudantes e professores da educação básica e de estudantes do ensino superior 100,00 a 250,00 * Revisão linguística de itens de exames e questionários para avaliação de estudantes e professores da educação básica e de estudantes do ensino superior. 50,00 a 100,00 * Revisão técnico-pedagógica de itens de exames e questionários para avaliação de estudantes e professores da educação básica e de estudantes do ensino superior. 100,00 a 150,00 * Correção de itens de provas discursivas ou de redação para avaliação de estudantes e professores da educação básica e de estudantes do ensino superior. 20,00 a 100,00 * Atividades de assistência técnica às redes de ensino para o desenvolvimento de avaliações da educação básica Até 400,00 por dia de assistência Emissão de parecer técnico sobre livros didáticos e dicionários Até 2.000,00 por obra, lote ou coleção ** Emissão de parecer técnico de tecnologias educacionais Até 1.300,00 por obra, lote ou coleção** Emissão de parecer técnico sobre obras teórico-metodológicas Até 800,00 por obra, lote ou coleção ** Emissão de parecer técnico sobre livros de literatura e acervos complementares dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Até 400,00 por obra, lote ou coleção ** * Valor a ser fixado em função da natureza, complexidade e extensão da atividade e a critério da entidade demandante. ** Número de obras ou planos a ser definido a critério da entidade demandante, em função da natureza, complexidade e volume. Continua Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

29 Continuação ANEXO Tabela de valores do auxílio de avaliação educacional - AAE Atividade Valor R$ Emissão de parecer técnico sobre livros de literatura e acervos complementares da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental. Até 300,00 por obra, lote ou coleção ** Emissão de parecer técnico de periódicos Até 200,00 por obra, lote ou coleção ** Atividades de supervisão e coordenação dos processos de avaliação de livros didáticos, dicionários, tecnologias educacionais, livros de literatura, acervos complementares, de obras teórico-metodológicas, de periódicos e de projetos apresentados em concursos, prêmios ou olimpíadas promovidas ou apoiadas pelo Ministério da Educação. 150,00 a 500,00 * Atividades de apoio pedagógico aos processos de avaliação de livros didáticos, dicionários, tecnologias educacionais, livros de literatura, acervos complementares, de obras teórico-metodológicas, de periódicos e de projetos apresentados em concursos, prêmios ou olimpíadas promovidas ou apoiadas pelo Ministério da Educação. 100,00 a 300,00 * Elaboração de estudos de avaliação ou emissão de parecer técnico dos requisitos de acessibilidade de livros didáticos e paradidático, dicionários, acervos complementares, tecnologias educacionais e outros materiais didáticos dirigidos ao público da educação especial. Até 500,00 por obra, lote ou coleção ** Atividade de coordenação e supervisão do processo de avaliação de planos de ações para desenvolvimento da educação básica Até 1.500,00 Por lote ** Atividade de assistência técnica, revisão e ou avaliação in loco de planos de ações para desenvolvimento da educação básica. Até 800,00 por lote ** Análise e parecer prévio de planos de ações para desenvolvimento da educação básica Até 60,00 por plano * Valor a ser fixado em função da natureza, complexidade e extensão da atividade e a critério da entidade demandante. ** Número de obras ou planos a ser definido a critério da entidade demandante, em função da natureza, complexidade e volume. 28 Decretos

30 Decreto de 27 de maio de 2010 Reconduz e designa membros da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 8.º, 1º e 6o, da Lei n.º 4.024, de 20 de dezembro de 1961, Resolve: RECONDUZIR os seguintes membros à Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, com mandato de quatro anos: MARIA IZABEL AZEVEDO NORONHA; MOZART NEVES RAMOS; e REGINA VINHAES GRACINDO. Brasília, 27 de maio de 2010; 189º da Independência e 122 o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Fernando Haddad Resolve: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 8º, 1º e 6o, da Lei n.º 4.024, de 20 de dezembro de 1961, DESIGNAR os seguintes membros para compor as Câmaras do Conselho Nacional de Educação, com mandato de quatro anos: 29 Ensino Superior: Legislação Atualizada 14

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010

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