CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTOS. Haroldo R. Levy Neto Vice-Presidente do CCA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTOS. Haroldo R. Levy Neto Vice-Presidente do CCA"

Transcrição

1 Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais CERTIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTOS Haroldo R. Levy Neto Vice-Presidente do CCA 05/04/2002

2 OBJETIVO DAS CERTIFICAÇÕES DA ABAMEC Através do novo sistema de Certificação - Nacional (CNPI - Certificado Nacional do Profissional de Investimentos) e Internacional (CIIA - Certified International Investment Analyst), vai elevar o padrão dos profissionais brasileiros de investimentos aos níveis internacionais.

3 ACIIA - Association of Certified International Investment Analysts Fundadores (Inglaterra - junho 2000): ABAMEC NACIONAL - Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais EFFAS - European Federation of Financial Analysts Societies ASAF - Asian Securities Analysts Federation

4 ACIIA - Association of Certified International Investment Analysts Características: - Associação sem fins lucrativos; - Responsável pelos exames, hoje em 9 línguas; - Certifica internacionalmente, contando com a participação de associações de 12 países: Brasil, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça, Bélgica, Rússia, Japão, Índia, China e Hong Kong; - A Abamec Nacional tem um membro no Board da ACIIA e um no IEC - International Examinations Committee (revisor dos exames).

5 COMITÊ DE CERTIFICAÇÃO DA ABAMEC - CCA Presidente: RONALDO A. DA FROTA NOGUEIRA Vice-Presidente: HAROLDO REGINALDO LEVY NETO Integrantes: MARINA MITIYO YAMAMOTO LUCY SOUSA FRANCISCO D ORTO NETO LUIZ FERNANDO LOPES FILHO

6 COMITÊ DE CERTIFICAÇÃO DA ABAMEC - CCA As associações nacionais, no caso do Brasil a ABAMEC, através do CCA, têm o poder de decidir quem pode ser incluído como candidato aos exames com base nas peculiaridades locais, levando em consideração por exemplo: Experiência profissional; Grau de escolaridade; Nível de reconhecimento profissional, etc Certos documentos podem ser exigidos dos candidatos para atestar a experiência profissional como: Declaração; Carta de referência; Registro em carteira de trabalho.

7 O que faz o CCA? Funciona de acordo com as regras estabelecidas no Regulamento de Certificação dos Profissionais de Investimentos, no seu Estatuto e nas Normas da ACIIA, e tem como principais atividades as seguintes:

8 -Manter o intercâmbio com os membros da ACIIA; - Definir e disponibilizar os padrões dos cursos e provas, de acordo com normas da ACIIA; - Preservar e manter atualizadas todas as Normas e Regulamentos, assim como aplicar as penalidades pedidas pelo Comitê de Ética da ABAMEC NACIONAL, contidas nesses documentos no que diz respeito à certificação; - Manter cadastro atualizado dos analistas certificados ou em processo de certificação; - Firmar convênios e manter entendimentos com os órgãos reguladores e outras entidades sobre o tema.

9 CERTIFICAÇÕES DA ABAMEC CIIA - Certified International Investment Analyst CNPI - Certificado Nacional do Profissional de Investimentos O que são? O CIIA que inclui o CNPI é o certificado internacional que vai comprovar a qualificação técnica necessária e harmonizar os conhecimentos de profissionais que atuam nos mercados financeiro e de capitais globais.

10 Para cada país há um exame nacional que compõe a certificação para o CIIA assim, para atuar no Brasil, temos o exame para o CNPI. Por exemplo; se um analista foi certificado internacionalmente, fazendo os exames aqui no Brasil e, quiser atuar em outro país, terá que prestar o exame nacional daquele país para completar a sua qualificação e poder usar o CIIA lá.

11 Quem é a responsável pela certificação? A responsabilidade pelo CIIA é da ACIIA em primeira instância, e depois, de cada Associação membro da ACIIA, no caso brasileiro, a ABAMEC, que é totalmente responsável pelo CNPI mas, deve reportar-se ao International Examinations Committee (IEC) e à ACIIA. para ratificação. Quem organiza e fiscaliza o processo de certificação e os profissionais já certificados? O CCA nomeado pela ABAMEC que funciona com base em regras estabelecidas no Regulamento de Certificação, no seu Estatuto e nas normas na ACIIA.

12 Quem julga conforme as penalidades previstas nos regulamentos, os casos trazidos pelo CCA? - No caso do CNPI é o Comitê de Ética da ABAMEC NACIONAL (CEAN). - No caso do CIIA, o CEAN analisa e envia à ACIIA para o seu julgamento. Quem aplica as penalidades tanto para os candidatos em processo de certificação quanto para os já certificados? CNPI - ABAMEC NACIONAL. CIIA - ACIIA

13 Porque obtê-las? -Para se enquadrar às necessidades que a responsabilidade desse tipo de profissional exige hoje nos mercados financeiro e de capitais globais. -Para certificar a capacidade técnica desse profissional; -Para dar segurança aos empregadores e investidores de que este profissional está submetido a um Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional que oferecem salvaguardas às suas recomendações/orientações/operações isentando-as de quaisquer tipos de outros interesses. -Para se diferenciar de outros certificados, já que o CIIA garante que o profissional tenha os conhecimentos comuns do mercado internacional mas também, conheça os aspectos específicos do seu mercado local.

14 Quem pode obtê-las? Todos os profissionais que atuem ou supervisionem quem atue, a pelo menos 2 anos para o CNPI e 3 anos para o CIIA, durante os últimos 5 anos, no mercado financeiro ou de capitais em alguma das atividades que existem nestes mercados e que estão especificadas no Manual de Certificação da ABAMEC, podem submeter à ABAMEC o formulário de inscrição para os exames (outras podem ser consultadas via CCA).

15 Exemplos gerais: - analistas e gestores de todos os tipos de ativos; - consultores financeiros; - contadores e auditores; - economistas e estrategistas; - profissionais de bancos de investimentos em geral.

16 Como obtê-las? Para obter o CNPI é necessário o seguinte: - Ser cadastrado na ABAMEC NACIONAL (Preencher uma ficha completa que deve ser aprovada pelo CCA). - Assinar o Termo de Adesão ao Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional e ao Regulamento da Certificação do Profissional de Investimentos da ABAMEC. - Passar pelo exame de certificação do CNPI, se não estiver incluído na regra transitória para os sócios das ABAMECs regionais, cadastrados até 31/12/2001, conforme foi amplamente divulgado. - Ter 2 anos nos últimos 5 anos (da data de aprovação no exame) de experiência em áreas do mercado financeiro ou de capitais.

17 Como obtê-las? Para obter o CIIA é necessário o seguinte: - Ser cadastrado na ABAMEC NACIONAL (Preencher uma ficha completa que deve ser aprovada pelo CCA). - Assinar o Termo de Adesão ao Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional, ao Regulamento da Certificação do Profissional de Investimentos da ABAMEC e às Normas e Regulamentos da ACIIA. - Ter o CNPI e ser aprovado nos exames Foundation e Final, num prazo máximo de 5 anos, contados a partir do seu primeiro registro no Foundation, caso contrário terá que refazer todas as provas internacionais. - Ter 3 anos nos últimos 5 anos (da data de aprovação no último exame) de experiência em áreas do mercado financeiro ou de capitais.

18 O que não é impedimento para obtê-las? - Não ser sócio de alguma das regionais da ABAMEC. - Não ter curso superior completo. Como não ter necessidade de fazer o Foundation? - Até junho de 2004, todos os candidatos que tiverem Mestrado (estrito senso) ou CFA, podem pedir a isenção do Exame Foundation. Estes pedidos serão analizados pelo CCA, que decidirá caso a caso. - O pedido deve ser feito através de carta ao CCA, acompanhado da comprovação de experiência mínima e, do Mestrado ou do CFA.

19 Como mantê-las? - Ter experiência profissional de pelo menos 2 anos (CNPI) e 3 anos (CIIA), nos últimos 5 anos, no mercado financeiro ou de capitais, ou ter participado de cursos de reciclagem, reconhecidos e aprovados pelo CCA, num total de 60 horas, nestes mesmos períodos, contados retroativamente à data da renovação da certificação. - Ter participado de cursos de reciclagem, reconhecidos e aprovados pelo CCA, num total de 30 horas, nos últimos 2 anos (CNPI) e 3 anos (CIIA), contados retroativamente à data da renovação da certificação. Esta condição passa a ser exigida a partir de 31/12/2004.

20 Como mantê-las? - Renovar anualmente, a assinatura do Termo de Adesão ao Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional e ao Regulamento da Certificação do Profissional de Investimentos da ABAMEC para o CNPI e também às Normas e Regulamentos da ACIIA para o CIIA. - Respeitar todas as regras de conduta de um CNPI ou CIIA. - Estar cadastrado na ABAMEC NACIONAL e em dia com a contribuição anual de R$50,00 para o CNPI e de R$150,00 para o CIIA.

21 Quem é o responsável pelos exames? CNPI -A ABAMEC é a responsável e, celebrou a parceria com a FIPECAFI / USP para a elaboração, aplicação e a correção dos exames, processo que será fiscalizado pelo CCA e supervisionado pelo IEC. CIIA (Foundation e Final) - O IEC é o responsável pela elaboração e a ABAMEC é a responsável pela tradução, aplicação e a correção, sendo que hoje, os dois últimos itens estão a cargo da FIPECAFI/USP.

22 Quais as principais vantagens em ser sócio de uma das regionais da ABAMEC? - As regionais oferecem diversos cursos, seminários, reuniões com empresas, discussões, posicionamentos e pareceres sobre temas do mercado em geral e, orientações aos seus associados gratuitamente ou a preços menores do que para outros interessados. - O sócio terá preços especiais para os exames de certificação.

23 Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais MAIS INFORMAÇÕES PODEM SER ENCONTRADAS NOS SEGUINTES SITES:

Workshop. Apimec 6 meses da implementação das regras de autorregulação

Workshop. Apimec 6 meses da implementação das regras de autorregulação Workshop Apimec 6 meses da implementação das regras de autorregulação 27 de abril de 2011 Apimec e CVM Instrução CVM nº 483, em vigor desde 01/10/2010 Estabelece as novas regras aplicáveis aos analistas

Leia mais

Manual de Educação Continuada do Profissional CFP

Manual de Educação Continuada do Profissional CFP Manual de Educação Continuada do Profissional CFP A Educação Continuada dos profissionais certificados CFP é imprescindível para a continuidade do uso da marca. É a garantia de que o profissional certificado

Leia mais

RELATÓRIO DE ANÁLISE Audiência Pública SDM nº 02/15 - Processo RJ 2015-1673

RELATÓRIO DE ANÁLISE Audiência Pública SDM nº 02/15 - Processo RJ 2015-1673 RELATÓRIO DE ANÁLISE Audiência Pública SDM nº 02/15 - Processo RJ 2015-1673 Objeto: Aprovação de exames de certificação para fins de obtenção de autorização como administrador de carteiras de valores mobiliários.

Leia mais

Workshop. Apimec 6 meses da implementação das regras de autorregulação

Workshop. Apimec 6 meses da implementação das regras de autorregulação Workshop Apimec 6 meses da implementação das regras de autorregulação 27 de abril de 2011 Agenda WELCOME-COFFEE - 8h30 9h00 ABERTURA - LUCY SOUSA - 9h00 9h20 ESTÁGIO ATUAL DA SUPERVISÃO - VINÍCIUS CORRÊA

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 1 FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO PIO XII CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 O currículo

Leia mais

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Dispõe sobre a NBC P 5 sobre o Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas

Leia mais

Perguntas freqüentes Projeto Serviços e Cidadania

Perguntas freqüentes Projeto Serviços e Cidadania Perguntas freqüentes Projeto Serviços e Cidadania 1. Sobre o Projeto 1.1. O que é o Projeto Serviços e Cidadania? É um canal de serviços gratuitos que oferece apoio nas áreas de gestão, jurídica e comunicação

Leia mais

REGULAMENTO DA CERTIFICAÇÃO POR EXPERIÊNCIA

REGULAMENTO DA CERTIFICAÇÃO POR EXPERIÊNCIA REGULAMENTO DA CERTIFICAÇÃO POR EXPERIÊNCIA 2010 1 1. Este Regulamento traz as regras adotadas pelo ICSS para a Certificação por Experiência de Profissionais, através do reconhecimento da sua capacitação

Leia mais

C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES

C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES Com o objetivo de melhorar o nível de confiabilidade e segurança das certificações emitidas pelas ASSESPRO REGIONAIS a favor de seus associados,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério da Educação Secretária de Educação Profissional e Tecnológica Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério da Educação Secretária de Educação Profissional e Tecnológica Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério da Educação Secretária de Educação Profissional e Tecnológica Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO TECNOLOGICO

Leia mais

IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil

IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil Ano X - Nº 77 - Julho/Agosto de 2014 IFRS A nova realidade de fazer Contabilidade no Brasil Profissionais da Contabilidade deverão assinar prestações de contas das eleições Ampliação do Simples Nacional

Leia mais

A Indústria de Fundos de Investimento no Brasil. Luiz Calado Gerente de Certificação da ANBID

A Indústria de Fundos de Investimento no Brasil. Luiz Calado Gerente de Certificação da ANBID A Indústria de Fundos de Investimento no Brasil Luiz Calado Gerente de Certificação da ANBID A ANBID A ANBID Associação Nacional dos Bancos de Investimentos Criada em 1967, é a maior representante das

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE RONDÔNIA REQUERIMENTO PARA CRT (Certidão de Responsabilidade Técnica)

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE RONDÔNIA REQUERIMENTO PARA CRT (Certidão de Responsabilidade Técnica) CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE RONDÔNIA REQUERIMENTO PARA CRT (Certidão de Responsabilidade Técnica) Eu, Enfermeiro (a), inscrito (a) sob n.º COREN-RO, em / / Endereço Residencial: Nº, Bairro:, Cidade:,

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E ADESÃO AO PROJETO SETORIAL LATITUDE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E ADESÃO AO PROJETO SETORIAL LATITUDE MANUAL DE PROCEDIMENTOS E ADESÃO AO PROJETO SETORIAL LATITUDE Pelo presente instrumento a Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT apresenta o Manual de Procedimentos e Adesão referente às regras

Leia mais

21º Congresso APIMEC: O Papel do Mercado de Capitais em um Mundo Sustentável. Autorregulação e a Atividade do Profissional de Investimento

21º Congresso APIMEC: O Papel do Mercado de Capitais em um Mundo Sustentável. Autorregulação e a Atividade do Profissional de Investimento 21º Congresso APIMEC: O Papel do Mercado de Capitais em um Mundo Sustentável Autorregulação e a Atividade do Profissional de Investimento Marcelo Giufrida - Presidente da ANBIMA Agosto/2010 REPRESENTA

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

NORMATIVO SARB 009/2013, de 27 de junho de 2013. DISPOSIÇÕES GERAIS 1. DO OBJETIVO

NORMATIVO SARB 009/2013, de 27 de junho de 2013. DISPOSIÇÕES GERAIS 1. DO OBJETIVO O Conselho de Autorregulação Bancária, com base no art. 1 (b), do Código de Autorregulação Bancária, sanciona as regras abaixo dispostas, formalizando preceitos comuns a todas as signatárias da autorregulação

Leia mais

REQUISITOS PARA FILIAÇÃO AO SINFAC-PA

REQUISITOS PARA FILIAÇÃO AO SINFAC-PA REQUISITOS PARA FILIAÇÃO AO SINFAC-PA DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: 1- Cópia do Contrato Social ou Estatuto, registrado na Junta Comercial; 2- Cartão do CNPJ atualizado; 3- Formulários de Dados Cadastrais preenchidos

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e do Ministério da Saúde para seleções via PNUD/UNESCO/OPAS

Ministério do Desenvolvimento Social e do Ministério da Saúde para seleções via PNUD/UNESCO/OPAS SECRETARIA ESTADUAL DA SAUDE Torna-se público no site da Secretaria Estadual da Saúde www.saude.rs.gov.br, o MANUAL PARA CONTRATAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇO PARA CONSULTORIA NO ÂMBITO DOS PROJETOS DE

Leia mais

PARÂMETROS RECOMENDADOS PELO SINFAC-PA:

PARÂMETROS RECOMENDADOS PELO SINFAC-PA: REQUISITOS PARA FILIAÇÃO AO SINFAC-PA DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: 1- Cópia do Contrato Social ou Estatuto, registrado na Junta Comercial; 2- Cartão do CNPJ atualizado; 3- Formulários de Dados Cadastrais preenchidos

Leia mais

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL MANUAL DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL Março 2015 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 CAPÍTULO 1 CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL... 5 CAPÍTULO 2 ÁREAS DE CONHECIMENTO... 6 Operações... 6 Back Office... 6 Compliance... 7 Risco...

Leia mais

Normatização do cadastro - Geriatria Formação profissional em Geriatria Educação continuada em Geriatria

Normatização do cadastro - Geriatria Formação profissional em Geriatria Educação continuada em Geriatria Normatização do cadastro - Geriatria Formação profissional em Geriatria Educação continuada em Geriatria Ficha de cadastro de atividades de Formação Profissional Ficha de cadastro de atividades de Educação

Leia mais

2.1.3.1 Atender aos requisitos de qualificação básica para membro da Diretoria;

2.1.3.1 Atender aos requisitos de qualificação básica para membro da Diretoria; POLÍTICA DE ELEIÇÕES DO PMI RIO I ABRANGÊNCIA Esta política se aplica ao processo de Eleições bianual promovido pelo PMI RIO em acordo com o Estatuto do chapter. II - REQUISITOS PARA O CREDENCIAMENTO:

Leia mais

Educação Profissional Continuada (Continuing Professional Education CPE)

Educação Profissional Continuada (Continuing Professional Education CPE) Diretriz Administrativa de Requisitos de Educação Profissional Continuada nº 4: 2011 Educação Profissional Continuada (Continuing Professional Education CPE) Objetivo Este documento contém os requisitos

Leia mais

Faculdades Ibmec-MG. Regulamento de Atividades Complementares do Curso de Graduação em Relações Internacionais

Faculdades Ibmec-MG. Regulamento de Atividades Complementares do Curso de Graduação em Relações Internacionais Faculdades Ibmec-MG Regulamento de Atividades Complementares do Curso de Graduação em Relações Internacionais I. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES: Art.1. O presente regulamento tem por finalidade estatuir

Leia mais

Art. 18º. Cabe ao Aluno Beneficiado:

Art. 18º. Cabe ao Aluno Beneficiado: SISTEMA DE INCLUSÃO EDUCACIONAL ESTUDE JÁ BRASIL REGULAMENTO I DO SISTEMA Art. 1. - O ESTUDE JÁ BRASIL é um sistema de INCLUSÃO EDUCACIONAL e tem por objetivos: I incentivar o cadastramento de cidadãos

Leia mais

Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores REALIZAÇÃO

Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores REALIZAÇÃO Programa Integrado de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores REALIZAÇÃO OBJETIVO GERAL ESTABELECER E IMPLEMENTAR UM MODO INTEGRADO PARA O DESENVOLVIMENTO E QUALIFICAÇÃO DOS FORNECEDORES DAS PRINCIPAIS

Leia mais

Diretrizes do Fundo Solar: Apoio a microgeração fotovoltaica. Promovido por

Diretrizes do Fundo Solar: Apoio a microgeração fotovoltaica. Promovido por Diretrizes do Fundo Solar: Apoio a microgeração fotovoltaica Promovido por Texto atualizado em 22 de Maio de 2013 Índice 1. Contextualização... 3 2. Objetivo... 3 3. Público-Alvo... 3 4. Entidades promotoras...

Leia mais

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 I. FINALIDADE A finalidade do Comitê de Auditoria da AGCO Corporation (a Empresa ) é auxiliar o Conselho Diretor (o Conselho )

Leia mais

MENU DE SERVIÇOS PARA PESSOA JURÍDICA (MENU PJ)

MENU DE SERVIÇOS PARA PESSOA JURÍDICA (MENU PJ) MENU DE SERVIÇOS PARA PESSOA JURÍDICA (MENU PJ) INSCRIÇÃO DE PESSOA JURÍDICA REGISTRO DE ALTERAÇÃO CONTRATUAL SUBSTITUIÇÃO DE RESPONSÁVEL TÉCNICO CERTIDÃO DE REGULARIDADE RENOVAÇÃO DO CERTIFICADO DE INSCRIÇÃO

Leia mais

EDITAL PARA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR EXPERIÊNCIA DE ADMINISTRADORES ÊNFASE RECURSOS HUMANOS

EDITAL PARA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR EXPERIÊNCIA DE ADMINISTRADORES ÊNFASE RECURSOS HUMANOS EDITAL PARA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR EXPERIÊNCIA DE ADMINISTRADORES ÊNFASE RECURSOS HUMANOS O Conselho Federal de Administração torna público que estarão abertas, no período de XX de XXXX de 2013

Leia mais

Dispõe sobre Certificação do Atuário Responsável Técnico e do Atuário Independente e sobre Eventos de Educação Continuada.

Dispõe sobre Certificação do Atuário Responsável Técnico e do Atuário Independente e sobre Eventos de Educação Continuada. RESOLUÇÃO IBA N 05/2013 Dispõe sobre Certificação do Atuário Responsável Técnico e do Atuário Independente e sobre Eventos de Educação Continuada. O Instituto Brasileiro de Atuária - IBA, por decisão de

Leia mais

Política de Associação

Política de Associação Política de Associação Constam a seguir as orientações e os termos que definem a relação entre os associados e a Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação. 1. Informações Gerais A Rede Brasileira de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DOS ESPECIALISTAS EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL SOGAOR

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DOS ESPECIALISTAS EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL SOGAOR REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DOS ESPECIALISTAS EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL SOGAOR CAPÍTULO I: Objetivos Art. 1º - A Associação Gaúcha dos Especialistas em Ortodontia e Ortopedia Facial (SOGAOR),

Leia mais

Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para a Atividade de Gestão de Patrimônio Financeiro no Mercado Doméstico

Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para a Atividade de Gestão de Patrimônio Financeiro no Mercado Doméstico Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para a Atividade de Gestão de Patrimônio Financeiro no Mercado Doméstico CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES Art. 1º. Para os fins deste Código de Regulação e Melhores

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

EDITAL N. 001/2015 PROJETO DE PESQUISA PIBIC/PIBITI/CNPQ/UNISALESIANO 2015/2016

EDITAL N. 001/2015 PROJETO DE PESQUISA PIBIC/PIBITI/CNPQ/UNISALESIANO 2015/2016 EDITAL N. 001/2015 PROJETO DE PESQUISA PIBIC/PIBITI/CNPQ/UNISALESIANO 2015/2016 A Pró-Reitoria de Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária, no uso de suas atribuições legais, torna público o presente edital

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE NBC PA 13(R1), DE 16 DE MAIO DE 2014.

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE NBC PA 13(R1), DE 16 DE MAIO DE 2014. NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE NBC PA 13(R1), DE 16 DE MAIO DE 2014. Dá nova redação à NBC PA 13 que dispõe sobre o Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de Auditores Independentes

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GRADE CURRICULAR 2008-2010 RIO CLARO 2010 1 REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I Da Origem, Finalidades e das Modalidades Art. 1º -

Leia mais

CAPÍTULO I Do objetivo

CAPÍTULO I Do objetivo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA GABINETE DO REITOR SECRETARIA DE APOIO INTERNACIONAL - SAI EDITAL Nº 008, DE 20 DE MAIO DE 2015 O presente edital visa regular a seleção de estudantes

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Eixo tecnológico: Gestão e Negócios C. H. Semanal: 10

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Eixo tecnológico: Gestão e Negócios C. H. Semanal: 10 PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Tópicos Especiais de Contabilidade Módulo: III Eixo tecnológico:

Leia mais

Análise interna do estado organizacional do Colégio de Contadores. Validação do CCCh. como organismo regulador da profissão.

Análise interna do estado organizacional do Colégio de Contadores. Validação do CCCh. como organismo regulador da profissão. 1 Aspectos gerais do Processo no Chile. Análise interna do estado organizacional do Contadores. Estudo Crítico interno e externo. Plano Estratégico Global para o Colégio. Validação do CCCh. como organismo

Leia mais

EDITAL 1/2014 DE SELEÇÃO INTERNA DE CANDIDATOS AO PROGRAMA GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS CNPq/CAPES

EDITAL 1/2014 DE SELEÇÃO INTERNA DE CANDIDATOS AO PROGRAMA GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS CNPq/CAPES EDITAL 1/2014 DE SELEÇÃO INTERNA DE CANDIDATOS AO PROGRAMA GRADUAÇÃO SANDUÍCHE NO ÂMBITO DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS CNPq/CAPES A Universidade Católica de Brasília é participante do Programa Ciência

Leia mais

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO O presente Regulamento institui a normatização adotada pelo Conselho

Leia mais

Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para a Atividade de Gestão de Patrimônio Financeiro no Mercado Doméstico CAPÍTULO I DEFINIÇÕES

Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para a Atividade de Gestão de Patrimônio Financeiro no Mercado Doméstico CAPÍTULO I DEFINIÇÕES Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para a Atividade de Gestão de Patrimônio Financeiro no Mercado Doméstico CAPÍTULO I DEFINIÇÕES Art. 1º - Para os fins deste Código de Regulação e Melhores

Leia mais

Regulamento Interno. de Estágios

Regulamento Interno. de Estágios Regulamento Interno de Estágios Índice Apresentação... 3 Capítulo 1 Caracterização e objetivo do estágio... 3 Capítulo 2 - Oferta de vagas de estágio... 4 Capítulo 3 - Duração do estágio... 5 Capítulo

Leia mais

Diretrizes Nacionais em Ligas

Diretrizes Nacionais em Ligas Diretrizes Nacionais em Ligas Acadêmicas de Medicina Introdução As Ligas Acadêmicas são entidades constituídas fundamentalmente por estudantes, em que se busca aprofundar temas em uma determinada área

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO EXAME DE SUFICIÊNCIA CATEGORIA ESPECIAL PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE ATUAÇÃO EM PERÍCIA MÉDICA

EDITAL DE CONVOCAÇÃO EXAME DE SUFICIÊNCIA CATEGORIA ESPECIAL PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE ATUAÇÃO EM PERÍCIA MÉDICA EDITAL DE CONVOCAÇÃO EXAME DE SUFICIÊNCIA CATEGORIA ESPECIAL PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE ATUAÇÃO EM PERÍCIA MÉDICA Pelo presente edital, a Sociedade Brasileira de Perícias considerando: Médicas, o

Leia mais

REGRAS APLICÁVEIS AOS AGENTES AUTONOMOS DE INVESTIMENTOS NA LEROSA

REGRAS APLICÁVEIS AOS AGENTES AUTONOMOS DE INVESTIMENTOS NA LEROSA Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 497, de 03 de junho de 2011 e tem a finalidade de regular as atividades entre os agentes autônomos de investimentos e a LEROSA (ESCRITÓRIO LEROSA S/A CORRETORES

Leia mais

REQUISITOS PARA FILIAÇÃO AO SINFAC PA

REQUISITOS PARA FILIAÇÃO AO SINFAC PA REQUISITOS PARA FILIAÇÃO AO SINFAC PA DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: 1 Cópia do Contrato Social ou Estatuto, registrado na Junta Comercial; 2 Cartão do CNPJ atualizado; 3 Formulários de Dados Cadastrais preenchidos

Leia mais

CAMPUS VI POETA PINTO DO MONTEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS

CAMPUS VI POETA PINTO DO MONTEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS CAMPUS VI POETA PINTO DO MONTEIRO PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR POR PRAZO DETERMINADO O Coordenador do Curso de Ciências Contábeis Campus VI da Universidade Estadual da Paraíba - UEPB,

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades Art. 1º A Associação dos ex alunos do Centro Universitário do Distrito Federal doravante

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.772/2005 (Publicada no D.O.U. de 12.08.2005, Seção I, p. 141-142) Revogada pela Resolução CFM nº 1984/2012 Institui o Certificado de Atualização Profissional

Leia mais

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: ASSISTÊNCIA SOCIAL

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: ASSISTÊNCIA SOCIAL CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: ASSISTÊNCIA SOCIAL ENTIDADES ABRANGIDAS: Entidades que atuam na área de assistência social (Art. 18 da Lei nº 12.101/2009)

Leia mais

SELEÇÃO PARA BOLSAS DE ESTUDO DO CONVÊNIO ANP/UFMA PRH 39

SELEÇÃO PARA BOLSAS DE ESTUDO DO CONVÊNIO ANP/UFMA PRH 39 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação SELEÇÃO PARA BOLSAS DE ESTUDO DO CONVÊNIO ANP/UFMA

Leia mais

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP 1.INTRODUÇAO...... 3 2.ONDE CONSEGUIR INFORMAÇÔES?... 4 Normas USP... 4 Site EACH...4 Sistema de atendimento da Comissão de

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UEMA PIBIC-CNPq/UEMA/FAPEMA EDITAL UEMA/PPG Nº 03/2015

PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UEMA PIBIC-CNPq/UEMA/FAPEMA EDITAL UEMA/PPG Nº 03/2015 PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UEMA PIBIC-CNPq/UEMA/FAPEMA EDITAL UEMA/PPG Nº 03/2015 A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual do Maranhão - PPG UEMA em conjunto

Leia mais

1 Requerimento devidamente preenchido, fornecido pelo Conselho Municipal de Assistência Social, assinado pelo representante legal da Entidade;

1 Requerimento devidamente preenchido, fornecido pelo Conselho Municipal de Assistência Social, assinado pelo representante legal da Entidade; VI- Promover o atendimento e o assessoramento aos beneficiários da Lei Orgânica da Assistência Social e a defesa e garantia dos seus direitos. Em se tratando de entidade da área de saúde, a entidade deve

Leia mais

REGULAMENTO PROJETO SERVIÇOS E CIDADANIA

REGULAMENTO PROJETO SERVIÇOS E CIDADANIA REGULAMENTO PROJETO SERVIÇOS E CIDADANIA Este documento descreve as práticas gerais de uso do PROJETO SERVIÇOS E CIDADANIA do Grupo Paranaense de Comunicação, administrado pelo Instituto GRPCOM. O PROJETO

Leia mais

Conselho Regional de Educação Física 11ª Região - Mato Grosso do Sul

Conselho Regional de Educação Física 11ª Região - Mato Grosso do Sul Informações necessárias para registro de Pessoa Jurídica: Cópia do comprovante de inscrição no CNPJ atualizado; Cópia da declaração de firma individual ou do contrato social, ata ou estatuto que a constituiu;

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CASTANHAL TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CASTANHAL TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE CASTANHAL TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º. Este Regulamento dispõe sobre o Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito

Leia mais

REGULAMENTO DE CERTIFICAÇÃO DO BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL (BBO)

REGULAMENTO DE CERTIFICAÇÃO DO BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL (BBO) REGULAMENTO DE CERTIFICAÇÃO DO BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL (BBO) Artigo 1 o O BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL (BBO) tem como um de seus objetivos certificar ortodontistas,

Leia mais

EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 02/2014 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO

EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 02/2014 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO EDITAL DE CHAMAMENTO INTERNO DE PROJETOS Nº 0/04 ANEXO I FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE PROPONENTE Nome da Entidade CNPJ Dirigente da Entidade. HISTÓRICO DA PROPONENTE..

Leia mais

Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência EDITAL novas ou de renovação de Iniciação Científica todas 1. Objetivos do Programa

Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência EDITAL novas ou de renovação de Iniciação Científica todas 1. Objetivos do Programa EDITAL O Vice-Presidente de Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (VPPLR- FIOCRUZ), responsável pelas cotas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Relatório de Estágio é um documento que relata todas as atividades desenvolvidas pelo aluno durante o período de estágio.

Leia mais

Diretrizes para obtenção do Selo Solar

Diretrizes para obtenção do Selo Solar Diretrizes para obtenção do Selo Solar Outorgado por em Parceria com Dezembro de 2014 2 Índice 1. Contextualização...4 2. Objetivo...4 3. Público-Alvo...4 4. Entidade promotora...5 5. Entidade parceira...5

Leia mais

EDITAL FAPERGS/CAPES 13/2013 CIÊNCIAS, MATEMÁTICA E HUMANIDADES CMH PROGRAMA DE BOLSAS DE MESTRADO NAS ÁREAS DE ENSINO DE

EDITAL FAPERGS/CAPES 13/2013 CIÊNCIAS, MATEMÁTICA E HUMANIDADES CMH PROGRAMA DE BOLSAS DE MESTRADO NAS ÁREAS DE ENSINO DE EDITAL FAPERGS/CAPES 13/2013 PROGRAMA DE BOLSAS DE MESTRADO NAS ÁREAS DE ENSINO DE CIÊNCIAS, MATEMÁTICA E HUMANIDADES CMH A FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FAPERGS e em parceria

Leia mais

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 78, DE 9 DE JULHO DE 2015.

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 78, DE 9 DE JULHO DE 2015. PORTARIA CNMP-PRESI Nº 78, DE 9 DE JULHO DE 2015. Dispõe sobre o Plano de Incentivo ao Estudo de Idioma Estrangeiro - PLI, do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

EDITAL FAPERGS/CAPES 013/2012 CIÊNCIAS, MATEMÁTICA E HUMANIDADES CMH PROGRAMA DE BOLSAS DE MESTRADO NAS ÁREAS DE ENSINO DE

EDITAL FAPERGS/CAPES 013/2012 CIÊNCIAS, MATEMÁTICA E HUMANIDADES CMH PROGRAMA DE BOLSAS DE MESTRADO NAS ÁREAS DE ENSINO DE EDITAL FAPERGS/CAPES 013/2012 PROGRAMA DE BOLSAS DE MESTRADO NAS ÁREAS DE ENSINO DE CIÊNCIAS, MATEMÁTICA E HUMANIDADES CMH A FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FAPERGS e em parceria

Leia mais

PROMOÇÃO POR SELEÇÃO- CICLO 2013. Lei Complementar 640/12

PROMOÇÃO POR SELEÇÃO- CICLO 2013. Lei Complementar 640/12 PROMOÇÃO POR SELEÇÃO- CICLO 2013 Lei Complementar 640/12 O que é Promoção? É a passagem do servidor Público Efetivo de uma classe para a outra, em sentido vertical, na mesma referência, por meio de seleção.

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 166/2008. O Secretário Municipal de Transportes, no uso de suas atribuições legais, e:

RESOLUÇÃO N.º 166/2008. O Secretário Municipal de Transportes, no uso de suas atribuições legais, e: RESOLUÇÃO N.º 166/2008 O Secretário Municipal de Transportes, no uso de suas atribuições legais, e: CONSIDERANDO as RESOLUÇÕES 219 DE 11/01/2007 e 251 de 24/09/2007 do CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN

Leia mais

Universidade de Brasília Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação

Universidade de Brasília Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação RESOLUÇÃO DO DECANATO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO N. 4/2006 Regulamenta o Programa de Iniciação Científica da Universidade de Brasília. O Decano de Pesquisa e Pós-Graduação, no uso das atribuições que

Leia mais

Curso Preparatório Para Exame de Certificação de Agentes Autônomos de Investimento e Empregados de Instituições Financeiras UFSC - CSE

Curso Preparatório Para Exame de Certificação de Agentes Autônomos de Investimento e Empregados de Instituições Financeiras UFSC - CSE Curso Preparatório Para Exame de Certificação de Agentes Autônomos de Investimento e Empregados de Instituições Financeiras PROMOÇÃO: APOIO: UFSC - CSE Florianópolis Outubro/2008 1. INTRODUÇÃO A Associação

Leia mais

FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL São Luís 2015 NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os

Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os aspectos, os seus direitos e as suas obrigações. O original

Leia mais

SELEÇÃO PARA BOLSAS DE ESTUDO DO CONVÊNIO ANP/UFMA PRH 39

SELEÇÃO PARA BOLSAS DE ESTUDO DO CONVÊNIO ANP/UFMA PRH 39 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação SELEÇÃO PARA BOLSAS DE ESTUDO DO CONVÊNIO ANP/UFMA

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO SEDPAC Nº 15/2015 CRITÉRIOS PARA HABILITAÇÃO PARA ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PARA INTEGRAR O COMITRATE

ANEXO RESOLUÇÃO SEDPAC Nº 15/2015 CRITÉRIOS PARA HABILITAÇÃO PARA ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PARA INTEGRAR O COMITRATE ANEXO RESOLUÇÃO SEDPAC Nº 15/2015 CRITÉRIOS PARA HABILITAÇÃO PARA ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PARA INTEGRAR O COMITRATE Dispõe dos critérios de habilitação e da comprovação da regularidade da personalidade

Leia mais

Edital para Exposição de Oportunidades de Negócios na 5ª Edição da SEMANA SEBRAE DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 2015 I DA CONVOCAÇÃO II DO EVENTO

Edital para Exposição de Oportunidades de Negócios na 5ª Edição da SEMANA SEBRAE DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 2015 I DA CONVOCAÇÃO II DO EVENTO I DA CONVOCAÇÃO O SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SEBRAE/RJ, entidade associativa de direito privado, sem fins lucrativos, comunica e convida empresas do setor

Leia mais

Manual do Candidato à Certificação CFP

Manual do Candidato à Certificação CFP Manual do Candidato à Certificação CFP As marcas CFP, CERTIFIED FINANCIAL PLANNER e pertencem ao Financial Planning Standards Board Ltd. para uso fora do território norteamericano. O Instituto Brasileiro

Leia mais

4. DOS REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO

4. DOS REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO EDITAL Nº 001/2011 Dispõe sobre o processo seletivo para ingresso no Curso Pré-vestibular ofertado pelo Município de Juazeiro/BA, através da Secretaria de Educação e Esporte. O Secretário Municipal de

Leia mais

Programa de Aprendizagem em Consultoria Acadêmica - CONSAC. Processo de Seleção de Empresas. EDITAL nº 2/2015

Programa de Aprendizagem em Consultoria Acadêmica - CONSAC. Processo de Seleção de Empresas. EDITAL nº 2/2015 Programa de Aprendizagem em Consultoria Acadêmica - CONSAC Processo de Seleção de Empresas EDITAL nº 2/2015 Brasília, 20 de Novembro de 2015 Apresentação É com satisfação que a Projetos Consultoria Integrada,

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE MONITORES, INSTRUTORES E GUIAS DE ESCALADA DA AGUIPERJ

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE MONITORES, INSTRUTORES E GUIAS DE ESCALADA DA AGUIPERJ REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE MONITORES, INSTRUTORES E GUIAS DE ESCALADA DA AGUIPERJ CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1. Este Regulamento de Comportamento Ético tem por objetivo estabelecer normas

Leia mais

EDITAL N.º 219/2012 TESTE DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA - 2º SEMESTRE/2012

EDITAL N.º 219/2012 TESTE DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA - 2º SEMESTRE/2012 EDITAL N.º 219/2012 TESTE DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA - 2º SEMESTRE/2012 O VICE-REITOR da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), no uso de suas atribuições legais e estatutárias, nos termos da

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇAO DE CONSULTORIA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇAO DE CONSULTORIA 1 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇAO DE CONSULTORIA TR 01/2015 1. OBJETO: Contratação de Consultoria para elaboração do Relatório de Atualização da Cartografia Nacional das Experiências de Tomada de

Leia mais

REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Cadastro Nacional de Empresas Comprometidas

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA. RESOLUÇÃO N 02/2007, de 24 de setembro de 2007.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA. RESOLUÇÃO N 02/2007, de 24 de setembro de 2007. INSTITUTO BRASILEIRO DE ATUÁRIA RESOLUÇÃO N 02/2007, de 24 de setembro de 2007. Dispõe sobre a Certificação do Atuário Responsável Técnico e do Atuário Independente O Instituto Brasileiro de Atuária -

Leia mais

Regulamento Geral. Programas Executivos IBMEC MG. REGULAMENTO GERAL PROGRAMAS EXECUTIVOS IBMEC BELO HORIZONTE Reprodução Proibida

Regulamento Geral. Programas Executivos IBMEC MG. REGULAMENTO GERAL PROGRAMAS EXECUTIVOS IBMEC BELO HORIZONTE Reprodução Proibida Regulamento Geral Programas Executivos IBMEC MG 0 TÍTULO I - DAS FINALIDADES Art. 1º - Os Programas CBA, MBA e LL.M. são atividades docentes do Ibmec MG, dirigidos à formação e aperfeiçoamento dos participantes,

Leia mais

COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 001/2012 EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TERCEIROS PESSOA JURÍDICA TIPO: MELHOR TÉCNICA

COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 001/2012 EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TERCEIROS PESSOA JURÍDICA TIPO: MELHOR TÉCNICA COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 001/2012 EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TERCEIROS PESSOA JURÍDICA TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Estudos de Cultura Contemporânea CEDEC, entidade privada sem fins lucrativos,

Leia mais

CERTIFICADO DE FILIAÇÃO

CERTIFICADO DE FILIAÇÃO CERTIFICADO DE FILIAÇÃO Processo de Certificação do Observatório Social 1 É papel do OSB zelar pela marca Observatório Social. Assim, o OSB conduz anualmente um processo de certificação das organizações

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. O presente Código de Conduta da Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (a Companhia ), visa cumprir com as disposições do Regulamento

Leia mais

EDITAL Nº. 003/2013 EDITAL COMPLEMENTAR ÀS CHAMADAS PÚBLICAS DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS GRADUAÇÃO SANDUÍCHE

EDITAL Nº. 003/2013 EDITAL COMPLEMENTAR ÀS CHAMADAS PÚBLICAS DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS GRADUAÇÃO SANDUÍCHE EDITAL Nº. 003/2013 EDITAL COMPLEMENTAR ÀS CHAMADAS PÚBLICAS DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS GRADUAÇÃO SANDUÍCHE A (SCI) e a Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal de Itajubá, abrem inscrições

Leia mais

8º SALÃO DE TURISMO DO ESPÍRITO SANTO E 3º SALÃO DE ARTESANATO DO ESPÍRITO SANTO.

8º SALÃO DE TURISMO DO ESPÍRITO SANTO E 3º SALÃO DE ARTESANATO DO ESPÍRITO SANTO. 1 APRESENTAÇÃO DE CASOS/EXEMPLOS DE SUCESSO NA IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO ROTEIROS DO BRASIL 8º SALÃO DE TURISMO DO ESPÍRITO SANTO E 3º SALÃO DE ARTESANATO DO ESPÍRITO SANTO.

Leia mais

5º PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR

5º PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR 5º PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR R E G U L A M E N T O 1. O PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR 1.1. O PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR é uma iniciativa do Comitê Consultivo

Leia mais

PROCESSO SELETIVO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MONTE BELO. Edital Nº 03/2012

PROCESSO SELETIVO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MONTE BELO. Edital Nº 03/2012 1 PROCESSO SELETIVO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MONTE BELO Edital Nº 03/2012 A Fundação Educacional Monte Belo, com sede, Rua Aleixo Neto, nº 355, Santa Lúcia Vitória/ES, CEP 29057-200, torna pública a realização

Leia mais

Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT

Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT Professor Samuel Graeff prof.samuel@uniuv.edu.br COBIT O que e? COBIT significa Control Objectives for Information and related Technology - Objetivos

Leia mais

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 497, de 03 de junho de 2011 e tem a finalidade de regular as atividades entre os agentes autônomos de investimentos e

Leia mais

GUIA DO CANDIDATO INSPETORES DE PINTURA INDUSTRIAL

GUIA DO CANDIDATO INSPETORES DE PINTURA INDUSTRIAL 1 de 9 1 OBJETIVO Fornecer as informações necessárias para a qualificação e certificação de Inspetores de Pintura Industrial níveis 1 e 2, segundo os critérios estabelecidos na norma ABNT NBR 15218 e demais

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS GERENCIAS DE MANHUAÇU COORDENAÇÃO DE PROJETOS PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

FACULDADE DE CIÊNCIAS GERENCIAS DE MANHUAÇU COORDENAÇÃO DE PROJETOS PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE CIÊNCIAS GERENCIAS DE MANHUAÇU COORDENAÇÃO DE PROJETOS PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

Leia mais

ANER - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS ESTATUTO SOCIAL ÍNDICE

ANER - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS ESTATUTO SOCIAL ÍNDICE ANER - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS ESTATUTO SOCIAL ÍNDICE CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINALIDADE CAPÍTULO II DOS ASSOCIADOS, DIREITOS E DEVERES CAPÍTULO III DA CATEGORIA DE ASSOCIADOS

Leia mais