AVALIAÇÃO DE FORMANDOS / EGRESSOS - UMA ANÁLISE, UMA PROPOSTA

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1 AVALIAÇÃO DE FORMANDOS / EGRESSOS - UMA ANÁLISE, UMA PROPOSTA Autor Áurea Maria da Piedade Vale INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA UFMG DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS R. Curitiba, 832 Belo Horizonte MG Fones (031) r. 267, 250 e 259 ou Res. (031) Fone/fax: (031) INTRODUÇÃO De acordo com a Lei 9.131, de 24 de novembro de 1995, regulamentada pela Portaria nº 249, de 18 de março de 1996, fica instituída a sistemática para realização anual do Exame Nacional de Cursos, como um dos elementos necessários para a avaliação periódica das instituições e dos cursos de nível superior de graduação. (Art. 1º Port. 249). O curso de Administração, como um curso de graduação, também será objeto desse Exame, o que nos propicia uma oportunidade para refletir sobre as circunstâncias e pertinência da avaliação a ser realizada. O perfil buscado par o profissional egresso dos Cursos de Administração possui características bem peculiares, pois além de formação técnica, eles deverão ter desenvolvido os valores (auto estima e confiança, responsabilidade social e justiça), de competência e habilidades. Estas habilidades incluíram trabalho em equipe, comunicação pessoal e criatividade, liderança, planejamento, iniciativa, tomada de decisão, visão holística, convivência com poder e risco, negociação e empreendimento, qualidade de se adaptar a novas situações (1º Seminário Nacional sobre Qualidade e Avaliação de Cursos de Administração, 1995). Face desse posicionamento, a avaliação a ser efetivada pelo Exame Nacional de Cursos, para ser coerente com seus objetivos deve avaliar esses valores, competências e habilidades. Existe uma estratégia de ensino/aprendizagem nos Cursos de Administração que busca estimular o desenvolvimento dessas características no aluno, através de atividades em campo, orientadas pela instituição e que os avalia no fim do processo. É o estágio Supervisionado. A utilização do Estágio Supervisionado como instrumento para a avaliação no Exame Nacional de Cursos em Administração apresenta vantagens não só para a própria avaliação, como também trará um incremento de qualidade dos cursos de Administração, na medida em que as características buscadas para o Administrador estarão em destaque. O EXAME NACIONAL DE CURSOS O Exame Nacional de Cursos tem como objetivo principal participar, como um dos indicadores de um amplo processo de avaliação do ensino que vem sendo desenvolvido sob diversas óticas, na busca de melhorar a qualidade do sistema educacional no Brasil. Fazem parte desse processo de avaliação do sistema educacional brasileiro, diversos programas que atuam desde a escola fundamental até os cursos e centros de pós-graduação.

2 O Exame Nacional de Cursos busca uma nova perspectiva para a avaliação dessa vez os alunos, como produto final das instituições e cursos será o objeto do estudo que qualificará a graduação. O Ministério da Educação e do Desporto, através da Secretaria de Informação e Avaliação Educacional, em seu documento Exame Nacional de Cursos Um instrumento de avaliação para a melhoria da qualidade do ensino de graduação maio de 1996, sinaliza para uma avaliação ampla quando afirma que esta nova instância avaliativa (...) além de subsidiar o estabelecimento de relações quanto às competências e conhecimentos básicos adquiridos pelos alunos durante o curso de graduação ou quando simplesmente afirma que o Exame verifica a aquisição de conhecimentos e habilidades básicas dos formandos, qualquer que seja a sua inserção social ou geográfica. O entendimento desse posicionamento não só nos orienta para a necessidade de ação consciente e dirigida para ocorrência do exame, como também nos abre enormes perspectivas sobre os tipos de ações que podem ser empreendidas. Isso pode ser extremamente útil na busca da integração do instrumento dom a habilitação. Cada curso, por suas peculiaridades técnicas, objetivos, fundamento teórico e demandas de mercado terá, por coerência, diferentes exigências quanto à forma de avaliação. Mesmo os cursos que oferecem uma formalização de habilitação comum, por professarem abordagens e enfoques diferentes, com tecnologias e metodologias próprias, e atenderem a peculiaridades regionais terão evidente necessidade de elementos particulares de avaliação que conduzam esses cursos a um padrão mínimo de qualidade e/ou a divulgação do diferencial de qualidade existente, respeitadas as dissimilaridades necessárias. Discutindo os Indicadores Qualitativos para a Avaliação dos Cursos de Administração, o 1º Seminário Nacional sobre Qualidade e Avaliação dos Cursos de Administração reafirma a necessidade de considerar a flexibilidade do processo. (...) Em lugar de impor formas rígidas e determinadas centralmente, o processo deve preservar a autonomia dos diversos cursos e respect ivos colegiados, na medida em que possibilita a abordagem de outras dimensões, a critério das necessidades e características dos cursos ao mesmo tem que permite planejamentos específicos para o desenvolvimento do processo em cada curso e definição de prioridades e cronogramas próprios (UDESC, Projeto Pedagógico, 1992). A Avaliação a ser efetivada nos cursos de Administração pelo Exame Nacional de Cursos leva a uma reflexão sobre características e perfil do Administrador, na busca de maior adequação destes com os instrumentos e com resultados. PERFIL DO ADMINISTRADOR A Escola Clássica da Administração, já no princípio do século, fala no Administrador, que algumas vezes quase se confunde com a figura de um feitor, como o profissional responsável e capaz de determinar objetivos, agrupar atividades, delegar autoridade, especificar responsabilidades e estabelecer relações formais entre os empregados das organizações. Com o surgimento do moderno grupo industrial em grandes fábricas, em zonas urbanas, todo o processo de controle passou por uma revolução fundamental. Era agora o proprietário ou gerente de uma fábrica, isto é, o empregador como veio a ser chamado, que tinha de obter ou exigir de seus empregados um nível de obediência e de cooperação que lhe permitisse exercer controle. (Urwick & Brech, citados em Braverman, 1977:68-69). Essas idéias evoluíram até nossos dias, passando pelo Administrador-Empreendedor, pelo especialista em funções, e pelo profissional cujo sucesso passou a ser associado à propensão a enfrentar riscos e à capacidade de comunicação e liderança e vê que a compreensão das forças do ambiente e a abertura à mudança são fundamentais para o exercício da função. (Ansoff, 1981) O Conselho Federal de Administração CFA realizou em 94/95 uma pesquisa de âmbito nacional, coordenada pela Professora Irene Carmen de Almeida Carvalho da UFRJ, que buscou identificar o Perfil do Administrador e o Mercado de Trabalho. Os atributos e as habilidades identificados como os mais procurados no mercado são responsabilidade, liderança, iniciativa, capacidade de trabalho em equipe, tomada de decisão, criatividade

3 que nos indica um perfil profissional desenvolvido a partir de um sólido embasamento teórico aliado a uma vivência prática que lhe propiciaria a confiança necessária para atuar no mercado. Já em 1937, Charles ª Beard, citado por Benedito Silva, quando destacava a importância da administração, principalmente na área pública: Não há matéria mais importante, desde as suas mínimas ramificações (como os custos unitários e a contabilidade) até a estrutura superior do corpo dirigente, - do que a matéria administrativa. O futuro do governo civilizado e mesmo, penso eu, o da própria civilização repousa em nossa habilidade para desenvolver uma ciência, uma filosofia e uma prática de administração capazes de fazer face às funções públicas da sociedade civilizada., mostrava uma percepção bastante avançada da Administração como um mecanismo social e a atuação do Administrador com uma razão de ser muito mais ampla que os horizontes de atender aos objetivos da produção e vendas de uma organização. Sendo a organização uma estratégia da sociedade para atingir seus objetivos, o ADMINISTRADOR é (ou deveria ser) um profissional voltado para o futuro, dotado para a formulação de políticas e estratégias capazes de assegurar à organização uma total adequação à sociedade global, por um tempo indefinido, garantindo à organização o trinômio fundamental sobrevivência/crescimento/equilíbrio e é claro, exercendo no presente as ações necessárias à consecução desse grande e permanente objetivo. O Administrador profissional é o homem que teria sido treinado para integrar objetivos conflitantes e para trabalhar com a medida lucro em função desses objetivos. Capaz de compatibilizar o curto com o médio e o longo prazo e de exercer o importante papel de estimulador em relação ao empresário, enquanto líder de um processo de construir uma filosofia lúcida de participação da sociedade (Vieira, 1980.). ANÁLISE DAS REFERÊNCIAS TEÓRICAS E LEGAIS A Portaria nº 249 do MEC determina no Parágrafo 1º do Artigo 1º que o exame avaliará os conhecimentos e competências técnicas adquiridos pelos alunos em fase de conclusão dos cursos de graduação e no Artigo 3º define que a abrangência, os objetivos e outras especificações necessárias à elaboração das provas a serem aplicadas para cada curso, serão definidos por comissões de curso designadas por Portaria Ministerial, detalhando em seu Parágrafo Único, Aliena a). Definir... os conteúdos programáticos a serem avaliados.... Ainda no Artigo 5º fala em... elaboração e aplicação dos Exames. E no Artigo 6º As provas serão elaboradas e aplicadas por... e principalmente no seu Parágrafo Único onde termos elaborar as provas..., imprimir, distribuir, organizar e aplicar as provas.... registrar o comparecimento e..., corrigir as provas.... (Grifos da autora). Todas estas definições e determinações destacadas nos remetem a uma situação proposta que pode induzir a determinadas distorções, no que tange à Administração, do objetivo básico colocado na Lei nº 9.131, dentre as quais duas merecem um destaque especial. Como discutido anteriormente, o perfil do Administrador, hoje, compreende uma multiplicidade de características técnicas, comportamentais e atitudinais muita ampla. Há também, fatores como ética e cultura. Uma prova escrita, no seu sentido mais clássico, baseada em conteúdo programático definidos com uma antecedência de cento e vinte dias, elaboradas, impressa, distribuídas, aplicadas, corrigidas, é um instrumento que por, mais bem elaborado que seja, não consegue captar toda a amplitude das características dessa profissão, pois elas envolvem um sem número de aspectos como capacidade analítica, comprometimento com resultados, criatividade, percepção ambiental, coerência técnica, capacidade de síntese e comunicação de idéias. Outros aspectos que merecem a atenção são as eventuais distorções que a perspectiva de ser objeto de avaliação pode gerar no comportamento e atuação de professores/diretores e cursos/instituições. A exemplo do que aconteceu em um primeiro momento com a relação terceiro grau / vestibular unificado, podemos ter um desvio do direcionamento dos cursos que poderão reduzir seus esforços colocados para formar bons profissionais para incrementá-los na produção de boas respostas no Exame Nacional de Cursos. UM INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO JÁ EXISTENTE

4 As deficiências da formação do Administrador, apontadas na pesquisa do CFA com maior freqüência, estão ligados diretamente à não vivência de atividades profissionais durante a sua formação e elas podem e tem sido suprido por uma estratégia de ensino/aprendizagem, reconhecida por lei, como indispensável à formação do Administrador. Estágio Supervisionado obrigatório, que pretende eliminar o gap existente entre os processos acadêmicos de aprendizagem e a vivenciação da prática de Administração, facultando ao aluno a oportunidade única, enquanto ainda estudante, de atuar, orientado por um professor e supervisionado por alguém da instituição onde o trabalho se realiza. O Estágio Supervisionado, criado pela lei 6.495, de 7 de dezembro de 1977, deve propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem a serem planejados e executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares a fim de constituírem em instrumento de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. (Grifo da autora). A Lei 6495 é regulamentada pelo Decreto , de 18 de agosto de 1982, e caracteriza o Estágio como Atividade de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante, pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu meio, sendo realizada na comunidade em geral, ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob a responsabilidade e coordenação da instituição de Ensino. O Art.4º define, em suas alíneas, os aspectos sob a responsabilidade e coordenação da instituição de Ensino, que inclui, além da inserção do estágio curricular na programação didático-pedagógica, a definição de carga horária, duração, jornada, a sistemática de organização, orientação, supervisão e finalmente a avaliação de estágio curricular. (Grifo da autora). Neste mesmo ambiente, temos no Novo Currículo de Cursos de Administração, aprovado pelo Seminário Nacional de Reforma Curricular, que além de outros direcionamentos, apresenta uma ênfase especial ao Estágio Supervisionado que passa a ser responsável por 300 (trezentas) horas -aula o que corresponde a 10% (dez por cento) da carga horária total do curso. O Estágio Supervisionado traz em seu íntimo quatro dimensões, propostas por Cosete Ramos (1988), que apresentam uma grande coerência com os elementos dessa análise, a saber: DIMENSÂO LEGAL, que envolvem Leis, Resoluções, Portarias, Decretos ou quaisquer outros documentos formais que possam ser emitidos pelos órgãos envolvidos CFE, MEC, Presidência, Instituições de Ensino. DIMENSÂO FINALÌSTICA, que encerra justificativa da existência do Estágio Curricular Supervisionado como parte de um continuum da formação integral do estudante e que se estenderia desde a área acadêmica intelectual (incluindo capacidades, atitudes, transmissão de conhecimentos e aquisição de habilidades) até a área de treinamento profissional (englobando o desenvolvimento de atividades específicas, acumulação de vivências e a aplicação de conhecimentos a problemas administrativos reais). (Ramos, 1988). Nessa dimensão, o Estágio é ainda considerado como uma atividade fundamental para a formação do estudante; momento e local de excelência para a preparação profissional; ocasião de testagem da prática docente/discente face ao mundo do trabalho; validação dos esforços interdisciplinares efetivados pela Direção/Professores durante o curso. (Ramos, 1988). DIMENSÂO OPERACIONAL, que define as relações do estágio com as demais disciplinas e as responsabilidades de todos os elementos envolvidos no processo empresa escola estudante. DIMENSÂO AVALIATIVA, que além de reconhecer condições que se prestam com facilidade ao processo de avaliação, demonstra que essa avaliação dada às características multifacetada do trabalho de campo possui uma riqueza de grande interesse para uma análise acurada do futuro Administrador, envolvendo nessa avaliação o estudante, o professor, a estrutura e processo de estágio, e o próprio curso como um todo.

5 Um dos momentos significativos das discussões do rumo dos cursos de Administração e dos futuros Administradores, o Currículo Pleno reforça a ênfase no estágio curricular como forma de se solidificar a integração teórico/prática, de aplicação de conhecimentos na realidade cotidiana. Deve ocorrer a transposição de tudo o que o aluno aprendeu com vistas que ele possa chegar a teorizar a partir das observações feitas junto às empresas e à comunidade. Enfatiza-se também o conjunto de ações através das quais os dirigentes dos cursos favoreceriam a realização de estágios adequados. UMA PROPOSTA Momento culminante no processo educativo de formação do futuro profissional de nível superior, o Estágio é, também uma insubstituível oportunidade de avaliação do ensino/aprendizagem, com ele estão sendo testados os Professores e a Universidade solidários no fracasso ou na vitória do aluno. (Gilberto Tristão Chefe do departamento de Administração da UNB, 1988) (Grifo da autora) Analisando as funções e objetivos desses diversos elementos envolvidos curso, exame, avaliação, administrador, estágio podemos visualizar como uma proposta coerente e viável a utilização de um instrumento de ensino/aprendizagem já existente e já testado e que também já se mostrou válido para uma avaliação compatível com o produto final pretendido pelo curso, como reforçaria os seus resultados. O Estágio Supervisionado, segundo sua proposta de ementa na UNB, compatível com a legislação pertinente, deve abranger Atividades técnicas no campo da Administração Pública ou de Empresa que objetivam: a) operacionalizar os conhecimentos teóricos adquiridos durante o Curso de Administração; b) desenvolver atitudes e comportamentos adequados à atuação profissional; c) sedimentar conteúdos, habilidades e aptidões através do exercício sistemático de conhecimento, análise e avaliação de situações administrativas globais e setoriais. (Ramos, 1988). Com o Estágio Supervisionado, como instrumento de avaliação do Exame Nacional de Cursos, no caso dos Cursos de Administração, estaríamos obedecendo à filosofia, objetivos e estruturação básica da Portaria Nº 249, de 18 de março de 1996, e teríamos amplos ganhos de resultados já que sua utilização, com esse propósito seria um estímulo ao crescimento do interesse e comprometimento dos segmentos envolvidos, enriquecimento do processo como estratégia de ensino/aprendizagem e da qualidade dos resultados do exame e do próprio Curso de Administração. Além de estarmos reduzindo a possibilidade de gerar distorções na avaliação e no próprio curso pela inserção de um instrumento alheio aos objetivos intrínsecos do Curso de Administração. Finalizando, a operaçionalização da avaliação do Exame Nacional de Cursos, via Estágio Supervisionado, não fugiria do preconizado na Portaria 249. Os cursos selecionados para participar comunicarão a SEDIAE o cadastro de seus formandos; os temas que foram registrados na fase de inicial do Estagio para aquele período e uma sugestão de cronograma de apresentação dos trabalhos. Depois de aprovar o cronograma, o SEDIAE identificará e indicará avaliadores qualificados segundo os temas, para compor junto com orientadores, supervisores e coordenadores de Estágio Supervisionado a Comissão de Avaliação e cumprir de forma efetiva os objetivos do Exame Nacional de Cursos. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Informação e Avaliação Educacional. Exame Nacional de Cursos Um instrumento de Avaliação para a Melhoria da Qualidade do Ensino de Graduação CARVALHO, Irene Carmem de Almeida. Et al. Perfil do Administrador e Mercado de Trabalho Pesquisa Nacional. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Administração, 1995 CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO. 1º.Seminário Nacional sobre Qualidade e Avaliação de Cursos de Administração Brasília, Decreto Nº , de 18 de agosto de Lei Nº 6.494, de 7 de dezembro de Lei Nº 9.131, de 24 de novembro de O SHAUGNESSY, J. Organização de Empresas. São Paulo: Atlas, 1973.

6 RAMOS, Cosete. Estágio Curricular em Administração Roteiro Pedagógico. Brasília: Universidade de Brasília/ Departamento de Administração Portaria Nº 249, de 18 de março de SILVA, Benedicto. A Era do Administrador Profissional, in Ensaios de Administração. Rio de Janeiro. Departamento Administrativo do Serviço Público, VIEIRA, Maurício R.. A Administração e o Administrador no Brasil de Hoje. Belo Horizonte: UFMG/FACE, 1980.

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