A Formação em Administração como Requisito para o Exercício da Função Gerencial no Brasil

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1 A Formação em Administração como Requisito para o Exercício da Função Gerencial no Brasil Resumo Autoria: Sylvia Constant Vergara O presente estudo foi motivado por indagações reflexivas provocadas pela legislação que define requisitos necessários a quem exerce função gerencial, notadamente a Resolução Normativa n.293/2004, editada pelo Conselho Federal de Administração. Segundo tal Resolução, proprietários de empresas, sócios e gerentes que exercem funções relacionadas à administração, estão obrigados ao registro profissional no conselho da classe, o que significa dizer que devem, necessariamente, ser graduados em administração. Esta obrigatoriedade suscitou aqui a seguinte questão: no exercício gerencial, até que ponto os conhecimentos adquiridos no curso de graduação em Administração e a filiação ao conselho da classe são contributivos? Na busca de obtenção de resposta foi realizada pesquisa bibliográfica e de campo. Os resultados da pesquisa revelaram: (a) as práticas de gestores de empresas são baseadas em grande medida nas competências e habilidades adquiridas na vivência profissional, bem como via educação gerencial, independentemente da área da graduação do indivíduo, embora esta seja importante; (b) a filiação ao conselho da classe pouco tem apresentado evidências de seu papel contributivo. Indagações finais suscitadas e sugestões também são apresentadas. 1 Introdução No mundo, números referentes aos cursos de administração vêm crescendo a cada ano. O Brasil não está imune a essa expansão tanto em relação à graduação quanto à pós-graduação (CASTRO, 1981; FLEURY, 1983; FRIGA, BETTIS e SULLIVAN, 2004; NICOLINI, 2003; PFEFFER e FONG, 2003). No Brasil, o último Censo da Educação Superior, realizado em 2003, aponta a existência de cursos de graduação em administração no Brasil, os quais formaram pessoas (INEP, 2003). Considerando que há pouco mais de 50 anos, o curso era oferecido em apenas duas escolas, a Escola Brasileira de Administração Pública (EBAP) i, e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP), ambas da Fundação Getulio Vargas, pode-se dizer que o crescimento foi significativo. No que concerne à pós-graduação stricto sensu (mestrado, doutorado e mestrado profissionalizante), por volta de 1980 já havia, pelo menos, 55 programas oferecendo o curso de administração, enquanto em 1978 existiam 18 (CASTRO, 1981). A partir de 1990 a expansão foi maior, contabilizando-se cerca de 80 programas em 2006 (BERTERO, 2007). Nos últimos anos, cresceu, também, o número de estudos voltados para as competências do administrador, a carreira e o mercado de trabalho (FERREIRA, 2002; LACOMBE, 2002; LOPES, 2002; TREVISAN e WITTMANN, 2002). Muitos estudos sinalizam para as mudanças que vêm ocorrendo no atual ambiente de negócios e tecem duras críticas ao ensino de administração que, segundo eles, não acompanhou essa dinâmica. Aktouf (1996, p.13), por exemplo, afirma que, como administrador, percebeu, algumas vezes, o quanto era profundo o fosso entre a realidade concreta e as teorias aprendidas. Nicolini (2003) compara as escolas de administração a fábricas e os bacharéis a produtos, calcados no modelo mecanicista. Lopes (2002) discute a fragmentação do ensino e a ênfase no repasse do conhecimento teóricoconceitual. Bennis e O Toole (2005) argumentam que a educação administrativa perdeu seu 1

2 rumo, desvinculando-se de conhecimentos e habilidades necessárias à prática gerencial. Pfeffer e Fong (2003) levantam dúvidas sobre o impacto do ensino de administração na carreira dos alunos e nas práticas empresariais. No âmbito dos conselhos profissionais, circulam críticas semelhantes, que agregam a percepção do mercado: verificamos que a qualidade do ensino está sofrível. E não sentimos isto apenas pelo resultado do provão, mas também pelo contato que temos com as empresas (CRA-RJ, 2005, p.3). Observa-se, no entanto, que as fragilidades percebidas não são recentes. Há mais de 20 anos, Castro (1981) apontava o problema da qualidade do ensino. Prestes Motta, por sua vez, em 1983 alertava que pouco ou nada tinha sido feito, em 30 anos, em termos de preparar aspirantes à administração para as questões que enfrentariam em um futuro próximo. À luz dos argumentos desses autores é possível depreender que o ensino de administração parece estar desconectado da realidade organizacional ou, pelo menos, não dar conta dela. Tem-se, então, de um lado a procura crescente por cursos de administração; de outro, críticas a tais cursos. Como ingrediente adicional provocador de reflexões, tem-se, também, a regulamentação da profissão de administrador pela Lei n , de 9 de setembro de 1965 e a obrigatoriedade definida pela Resolução Normativa n. 293/2004, editada pelo Conselho Federal de Administração (CFA) de que proprietários de empresas, sócios e gerentes, que exercem funções relacionadas à administração, sejam registrados no Conselho Regional de Administração (CRA), o que significa dizer que esses profissionais devem ser, necessariamente, graduados em administração. Tal obrigatoriedade expressa, portanto, a regulamentação da profissão e revela a crença segundo a qual administradores são formados em sala de aula. O espaço de trabalho do administrador, contudo, é ocupado também por profissionais não graduados em administração que, sobre a regulamentação da profissão de administrador levantam questionamentos, muitas vezes valendo-se das chamadas revistas de negócios ou de atualidades. A revista Exame (2005a), por exemplo, publicou nota intitulada Burocracia, a qual dizia ter o Conselho Federal de Administração colocado mais uma pedra no caminho das empresas brasileiras. Na revista Veja, Cláudio de Moura Castro por duas vezes trouxe o assunto à tona. Primeiro, falou sobre o tapetão medieval (2005) Para o autor, as corporações de ofício medievais, que não existem mais, foram reencarnadas nos sindicatos e conselhos de classe, como o CFA. Isso significa que nossas organizações não poderiam, por exemplo, contratar nomes consagrados na área, como Peter Drucker, Michael Porter, Peter Senge. Extrapolando os exemplos de Castro, pode-se dizer que no âmbito brasileiro não poderiam contratar Roger Agnelli, economista, presidente da CVRD, Jorge Gerdau Joahannpeter, advogado, presidente da Gerdau, Antonio Ermírio de Moraes, engenheiro, presidente da Votorantin e tantos outros. No ano seguinte, Castro (2006), inspirado mais uma vez em resoluções do CFA, retomou o assunto, questionando a idolatria ao diploma. Sua posição contraria a de outro colaborador da revista mencionada: Stephen Kanitz (2007). Segundo este, o governo brasileiro é gerido por pessoas no exercício ilegal da profissão, trazendo prejuízos ao país. No que concerne à crença na formação do administrador em sala de aula, reflexões são provocadas, como a de Motta (1999), o qual ressalta a existência de habilidades gerenciais que são aprendidas e que podem ser desenvolvidas na experiência, na prática cotidiana. Diante dessa complexidade, a questão que aqui se coloca é a seguinte: no exercício gerencial, até que ponto os conhecimentos adquiridos no curso de graduação em Administração e a 2

3 filiação ao conselho da classe são contributivos? Para obter uma resposta foram realizadas pesquisas bibliográfica e de campo. O artigo está composto por sete seções, além desta Introdução. A seção 2 apresenta a evolução da área de administração, no país. A seção seguinte trata da formação em administração. Na seção 4, indicam-se conhecimentos necessários ao gestor. Na quinta seção apresenta-se a metodologia utilizada na pesquisa de campo. A seção 6 expõe os resultados desta pesquisa. Na sétima seção são apresentadas as conclusões a que o estudo permitiu chegar, outras indagações, bem como sugestões para uma nova agenda de pesquisas. 2 Evolução da Área de Administração no Brasil Refletir sobre a formação em administração como requisito para a função gerencial requer investigar a trajetória da área no país. Ela teve alguns marcos, como o seu surgimento, a regulamentação da profissão de administrador e a expansão do ensino, nos dias atuais. Entende-se como marco inicial da área a criação da Escola Álvares Penteado, no Rio de Janeiro, e da Academia de Comércio, em São Paulo, escolas que começaram a oferecer o ensino de administração em nível superior, em 1902 (ANDRADE, 1995). Em 1931, foi criado no país o Ministério da Educação. Em seguida, surgiu o Curso Superior de Administração e Finanças, que conferia aos concluintes o diploma de bacharel em ciências econômicas (NICOLINI, 2003). Nessa época, iniciava-se no país a reforma do primeiro governo Vargas ( ), a qual seguia os modelos prescritos nas teorias administrativas predominantes nos países mais desenvolvidos. Em 1938, a administração pública ganhou repercussão com a criação do Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP), órgão central de pessoal, material, orçamento e organizações e métodos (BRESSER PEREIRA, 1998). O ano de 1938 marcou, também, a criação da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas do Rio de Janeiro, com o fim de estimular o ensino de ciências econômicas, o que incluía o ensino de administração. Em 1941, surgiu a Escola Superior de Administração de Negócios, um empreendimento que contou com recursos oriundos da classe empresarial paulista, despertada que esta foi para o interesse na formação de profissionais destinados à indústria e ao comércio (ANDRADE, 1995). Em 1945, o até então Curso Superior de Administração e Finanças ganhou a denominação de Curso de Ciências Econômicas, o que pode ser entendido como uma tentativa de consolidar a profissão de economista e deixar à margem a formação do administrador. O ensino superior de administração ganhou contornos mais específicos com a criação de duas escolas: a EBAP/FGV (atual EBAPE), em 1952, no Rio de Janeiro, e a EAESP/FGV, em 1954, em São Paulo. As duas escolas nasceram em um contexto que carecia de técnicos competentes para atuar nas repartições públicas e privadas, com vistas ao desenvolvimento do país (FISCHER, 1993). Em 9 de setembro de 1965, a Lei n passou a regulamentar e dispor sobre a profissão de técnico em administração. Passados mais de 40 anos desta regulamentação, a área apresenta uma evolução muito rápida em termos de número de cursos de graduação, de pós-graduação e, conseqüentemente, de alunos matriculados. No Brasil e no mundo, a evolução em termos quantitativos veio, no entanto, acompanhada de críticas ao ensino, cada vez mais contundentes. O ponto crucial parece ser a falta de 3

4 conectividade entre o que se ensina nas escolas e o que se pratica nas organizações (AKTOUF, 1996; BENNIS e O TOOLE, 2005; FERRAZ et al., 2005; LOPES, 2002; PFEFFER e FONG, 2003). Por outro lado, há aqueles que discutem uma questão um pouco mais polêmica: pode-se ensinar administração? 3 A Formação em Administração Bresser Pereira (1974), em estudo clássico na área, definiu três tipos de administradores: o administrador patrimonial, o administrador político e o administrador profissional. O primeiro é aquele que detém a propriedade e daí deriva o seu poder. É o empresário e, em segundo plano, seus herdeiros. O segundo tipo é aquele que detém prestígio político. É o profissional que ocupava (e ainda ocupa) muitas empresas estatais. O terceiro tipo é aquele que surge em virtude do desenvolvimento econômico e, por conseguinte, da necessidade de guiar as organizações segundo critérios de eficiência e eficácia. Para o autor, o que distingue os administradores profissionais não é o fato de terem concluído o curso de administração e, conseqüentemente, possuírem um diploma. Bresser não nega a importância de tal curso, que poderá ser de extraordinária ajuda (BRESSER PEREIRA, 1974, p.23), mas não o considera essencial. Ele alerta ainda que, assim como o curso de graduação, o cargo ocupado não diferencia aqueles que são, de fato, administradores. O que os diferencia é a competência. Pode-se daí depreender que a posse de um diploma não garante competência administrativa, embora esta possa ser nutrida pela formação em administração. Posição semelhante à de Bresser Pereira (1974) é a de Levitt (1974), quando afirma não ser por meio do diploma que o administrador comprova seus méritos. A comprovação se dá por meio de sua ficha de serviços, como a constatação de Mintzberg e Lampel, citados por Pfeffer e Fong (2003), permite ratificar. Aqueles autores investigaram quem eram os protagonistas de grandes feitos no mundo corporativo nos últimos tempos, concluindo que os gestores (CEOs) mais citados na pesquisa não tinham curso de administração. Entre eles, Galvin, da Motorola, e Gates, da Microsoft sequer tinham diploma de graduação. Pesquisa realizada pela Revista Exame (2005b) apontou resultados semelhantes, mostrando que a formação não é o que determina se um profissional vai chegar ao topo. O ponto fundamental são os resultados entregues pelo indivíduo ao longo de sua carreira. Se é assim, qual o caminho para aqueles que almejam exercer a função gerencial? Pode-selhes ensinar administração? Deve-se? Recorrendo, mais uma vez, a Levitt (1974), percebe-se que há duas respostas: sim e não. Ele sintetiza: podemos ensinar o que um administrador faz, mas não, por meio desse ensino, capacitar alguém a fazê-lo; [...]. Saber se alguém será capaz de administrar, ou de administrar bem, não está inteiramente em função daquilo que lhe foi ensinado, da maneira como lhe foi ensinado, de quão brilhante ele seja, ou de até que ponto ele se encontra motivado a pôr em prática o que lhe foi ensinado (LEVITT, 1974, p ). Para Levitt (1974), os fatores críticos são a personalidade e o modo de agir do profissional. O autor defende que a administração não é algo mecânico. Técnicas administrativas podem ser ensinadas, mas a capacidade de converter a aplicação de tais técnicas em resultados positivos varia de profissional para profissional, seja ele um administrador ou não. A visão de Motta (1999) permite complementar as considerações de Levitt (1974) acerca do ensino de administração para os que se propõem a administrar. Veja-se: 4

5 existem habilidades gerenciais que têm de ser conquistadas na experiência do diaa-dia, enfrentando-se as contradições e mutações da empresa moderna. Outras sistematizadas e já em grande número podem ser ensinadas e apreendidas por aqueles que se dedicam à gerência como profissão (MOTTA, 1999, p.23). Funções gerenciais têm sido exercidas por profissionais de diferentes áreas, sob a alegação de que nas organizações as competências prevalecem sobre a formação acadêmica (ANDRADE et al., 2004, 2006). Não obstante, indivíduos de diversas áreas têm buscado conhecimentos da área de administração para o aprimoramento de sua prática profissional, o que levou os cursos de pós-graduação a experimentarem um boom, nos últimos tempos (PFEFFER e FONG, 2003). Para autores como Motta (1999), o desenvolvimento de habilidades gerenciais é essencial tanto para os profissionais graduados em outras áreas, quanto para aqueles graduados em administração, pois se trata de algo complementar à formação. Para Mintzberg e Goslin (2003), administradores não podem ser criados em uma sala de aula, mas é nesse local que administradores que já experimentaram a prática podem melhorar profundamente suas capacidades. À luz desses posicionamentos, pode-se inferir que administração pode ser ensinada, mas os conhecimentos obtidos em sala de aula, embora importantes, por si só não são suficientes para as práticas gerenciais. Há de se lhes agregar conhecimentos obtidos na experiência do dia-adia. O indivíduo se capacita, na medida em que reflete sobre o que aprendeu na escola e no trabalho, e o põe em prática. 4 Conhecimentos Necessários ao Gestor Pode-se dizer que, no passado, bacharéis em administração foram preparados, como pontua Motta (1999, p ), para serem técnicos, analistas, projetistas, para interferirem na realidade através de passos seqüenciais, previamente estruturados segundo uma lógica de natureza científica. A questão é que o contexto mudou, mas o tecnicismo parece permanecer entranhado nas escolas e, por conseguinte, na formação de administradores. Embora, com Paes de Paula (2001), admita-se que o domínio dos conteúdos técnicos seja fundamental ao administrador, não se pode deixar de reconhecer que a ênfase tecnicista pode levar à obsolescência prematura do conhecimento desses profissionais, até porque restringe sua visão sobre gestão. Andrade et al. (2004), em pesquisa realizada com administradores, professores e empregadores, apresentam competências, consideradas fundamentais no dia-a-dia dos administradores: visão do todo, capacidade de identificar problemas, formular e implantar soluções e assumir o processo decisório em todas as suas fases. Os resultados da referida pesquisa confirmam, de certo modo, o entendimento de acadêmicos que têm voltado sua atenção para as demandas do mercado de trabalho. Para Paes de Paula (2001), por exemplo, o atual ambiente de negócios exige profissionais com visão ampla, capacidade de redefinir e estruturar problemas, postura ética, capacidade de inovar, entre outras competências. Bastos (1996) observa que o profissional dos novos tempos deve ter um perfil pautado na flexibilidade, na criatividade, na adaptabilidade, na visão abrangente e na formação cultural. Por seu turno, Ferraz et al. (2005), entende que a capacidade de transformar conhecimentos em ação é fundamental para que os gestores respondam às exigências do mercado. Diante desses posicionamentos, resgata-se a pergunta: conhecimentos adquiridos no curso de graduação em administração são contributivos ao exercício da função gerencial? Para 5

6 respondê-la, foram convidadas pessoas que exercem funções gerenciais. A pesquisa de campo obedeceu à metodologia a seguir explicitada. 5 A Metodologia Utilizada na Pesquisa de Campo No campo, a pesquisa foi realizada no período compreendido entre novembro de 2005 e fevereiro de Considerou-se como universo da pesquisa gerentes de organizações públicas e privadas localizadas no município do Rio de Janeiro. A amostra, do tipo nãoprobabilística, foi selecionada com base no critério de acessibilidade, além do recurso de snowballing (TAYLOR e BOGDAN, 1984). Foram realizadas 51 entrevistas semiestruturadas. Chegou-se a esse número no momento em que os dados começaram a se repetir, estabelecendo o que se denomina ponto de saturação. Como Gaskell (2002) nos lembra, entrevistas semi-estruturadas não são reféns do número de pessoas entrevistadas, já que o que elas visam é explorar diferentes opiniões. Quando isso acontece, pode-se lhes dar por encerradas. As entrevistas foram conduzidas com base em um roteiro atrelado a categorias de análise previamente definidas. O tratamento dos dados foi realizado com base no método de análise de conteúdo (VERGARA, 2006). Esse método visa à identificação do que está sendo dito a respeito de determinado assunto. Implica categorização. A operacionalização do método se dá, basicamente, a partir da definição do tipo de grade a ser utilizado: aberta, fechada ou mista. A primeira permite a definição de categorias à medida que os dados vão sendo coletados e tratados. A segunda exige a definição preliminar das categorias, isto é, antes da coleta dos dados. Por fim, a grade mista combina características das duas anteriores No presente estudo, elegeu-se a grade fechada, com categorias definidas a priori (LAVILLE e DIONNE, 1999). Foram estabelecidas cinco categorias de análise: graduação, conhecimentos necessários à prática gerencial, pós-graduação, retorno da formação acadêmica em termos de carreira, registro no conselho de classe. Os resultados da pesquisa são apresentados na próxima seção. 6 Resultados da Pesquisa de Campo Os resultados obtidos são frutos do tratamento que privilegiou tanto a freqüência com que determinados elementos apareceram nas transcrições das entrevistas quanto a relevância do que era abordado por cada um dos sujeitos da pesquisa (VERGARA, 2006). Os resultados são apresentados a seguir, considerando as cinco categorias definidas. Graduação No atual contexto de expansão do ensino universitário (INEP 2003), os dados obtidos no campo revelaram que dos 51 entrevistados, 48 (94,1%) tinham concluído o curso de graduação, conforme apresentado na Tabela 1. Entre os graduados, cinco concluíram dois cursos superiores. Dos três entrevistados que não possuem nível superior, dois estão em fase de curso. Um deles cursa Economia e o outro é aluno do curso de Administração. Tabela 1: Formação Acadêmica - Graduação Entrevistados f % Graduados 48 94,1 Não-graduados 03 5,9 Total

7 Os resultados da pesquisa mostram, ainda, que Engenharia, Administração e Economia são os cursos de graduação que prevalecem entre aqueles escolhidos pelos entrevistados, conforme a Tabela 2 permite visualizar. Pode-se dizer que os resultados são semelhantes aos apontados pela Revista Exame (2005b). Tabela 2: Cursos de Graduação Curso f % Engenharia 12 25,0 Economia 09 18,7 Administração 08 * 16,7 Psicologia 04 8,2 Comunicação Social 03 6,2 Letras 02 4,2 Pedagogia 02 4,2 Pedagogia e Direito 01 2,1 Direito 01 2,1 Direito e História 01 2,1 Química 01 2,1 Estatística e Ciências Atuariais 01 2,1 Informática 01 2,1 Engenharia e Informática 01 2,1 Administração e Informática 01 * 2,1 Total Esses resultados parecem confirmar o fato de que, no momento da contratação ou da promoção à função gerencial, o curso de graduação escolhido pelo candidato tem importância relativa. Resultado semelhante foi encontrado por Andrade et al. (2004, 2006), cuja pesquisa indicou que, entre os empregadores, predomina o entendimento de que para assumir uma função gerencial o nível de qualificação é graduação em qualquer área, e especialização em administração. O que prevalece, de fato, no momento da contratação, são as habilidades e as competências do candidato. Conhecimentos Necessários à Prática Gerencial Durante a realização das entrevistas, pôde-se observar que quando o assunto se voltava para os conhecimentos necessários à prática gerencial, poucos entrevistados hesitaram em dar suas respostas. A maioria declarou que conhecimentos relacionados à administração, como marketing, produção, finanças, recursos humanos, entre outros, são necessários ao dia-a-dia de um gerente. Há quem acredite no conhecimento adquirido na prática, sem, no entanto, desprezar aquele adquirido na academia, como revelam os depoimentos a seguir: Eu acho que o dia-a-dia acaba te ensinando. Acho que você acaba adquirindo conhecimento com a experiência, mas o conhecimento teórico é importante também. (Entrevistada graduada em Letras) Para gerenciar, você sempre precisa de conhecimentos ligados à administração. É algo que eu não tenho do meio acadêmico, mas tenho com a minha experiência aqui na empresa.(entrevistado graduado em Informática) Pode-se dizer que, na visão dos entrevistados, conhecimentos ligados à administração são necessários, porém menos como conhecimento técnico de uma determinada área funcional e 7

8 mais como a possibilidade de desenvolver habilidades analíticas, sintéticas, sistêmicas, comportamentais, em uma visão generalista. O depoimento, a seguir, ilustra esse ponto. Os conhecimentos relacionados à administração são indispensáveis, não em nível profundo, mas de forma generalista. Tanto que eu busquei, além da prática empresarial, que eu tenho há muito tempo, uma especialização em gestão empresarial. (Entrevistada graduada em Psicologia) Esse resultado é, de certa forma, congruente com os dados obtidos por Andrade et al. (2004). A pesquisa dos autores revelou que, na visão de administradores, professores e empregadores, os conhecimentos necessários ao administrador são pautados na visão ampla e articulada do conjunto das áreas de conhecimento, compatíveis com a característica predominante no que diz respeito à identidade do administrador (articulador com visão sistêmica). O resultado é, também, coerente com outra pesquisa realizada por Andrade et al (2006), segundo a qual graduados em administração indicam esses conhecimentos como as maiores contribuições requeridas pelo mercado, que tiveram em seus cursos. Os depoimentos dos entrevistados revelaram, ainda, que profissionais estão voltando aos bancos escolares em busca dos conhecimentos relacionados à área de administração. A opção escolhida foi a pós-graduação, categoria analisada a seguir. Pós-Graduação No contexto atual de expansão dos cursos de pós-graduação (CASTRO, 1981; PFEFFER e FONG, 2003), os resultados da pesquisa permitem inferir que os gestores estão dando importância à educação continuada (MINTZBERG e GOSLING, 2003; MOTTA, 1999). Dos 09 profissionais graduados em Administração, seis (66,6%) buscaram cursos na área de gestão, assim como dos 39 profissionais graduados em outras áreas, 32 (82%) os buscaram. Percentualmente, a busca maior se deu, portanto, entre os graduados em outras áreas que não Administração, como a Tabela 3 sintetiza. Tabela 3: Formação Acadêmica Pós-Graduação Entrevistados Pós-graduados (f) Pós-graduados% Graduados em Administração (09) 06 66,6 Graduados em outras áreas (39) 32 82,0 Total (48) 38 79,2 Os cursos de pós-graduação mais procurados pelos profissionais entrevistados são os de especialização ou lato sensu, o que já era de certa forma esperado, uma vez que esses cursos estão mais alinhados às expectativas e necessidades de quem atua no mercado. Os cursos foram escolhidos por 86,8% dos profissionais pós-graduados. Já os cursos stricto sensu, conhecidos pela sua natureza acadêmica, foram eleitos por 13,2% dos sujeitos pós-graduados. A Tabela 4 mostra os cursos procurados pelos sujeitos da pesquisa, levando-se em consideração as categorias lato sensu e stricto sensu. Tabela 4: Formação Acadêmica Pós- Graduação Lato Sensu e Stricto Sensu Pós-Graduação F Cursos F % Lato Sensu 44 Gestão Empresarial 11 22,5 Recursos Humanos 08 16,4 8

9 Stricto Sensu 05 Total de cursos concluídos Marketing 05 10,3 Finanças 04 8,3 Qualidade e Produtividade 03 6,1 Telecomunicações 02 4,1 Administração Hospitalar 01 2,0 Comércio Exterior 01 2,0 Economia Empresarial 01 2,0 Sistemas de Informação 01 2,0 Análise de Sistemas 01 2,0 Segurança do Trabalho 01 2,0 Engenharia Econômica 01 2,0 Direito Empresarial 01 2,0 Seguros 01 2,0 Psicanálise 01 2,0 Psicoterapia 01 2,0 Mestrado em Administração 04 8,3 Mestrado em Sistemas de Gestão 01 2,0 49 Total de cursos concluídos Como é possível observar, o curso que encabeça a lista é o de gestão empresarial, mais generalista. Seguem-se-lhe os cursos ligados às funções básicas da administração, ou seja, recursos humanos, marketing, finanças e produtividade. Esses cursos, incluindo o de gestão empresarial, respondem por 63,6% do total. Considerando os cursos stricto sensu, esse percentual ultrapassa os 70 pontos. Esse resultado permite inferir que conhecimentos ligados à administração são buscados por profissionais que já ocupam cargos gerenciais, logo, são importantes para a sua prática, como argumentam Mintzberg e Gosling (2003). Os depoimentos a seguir ilustram esse entendimento: Fiz o MBA em Gestão Empresarial porque eu percebi que o curso de Comunicação Social me dava uma parte do conhecimento, mas ele não contribuía para a gestão em áreas que eu não tinha conhecimento, como logística, marketing... Eu também tinha a necessidade de entender o modelo mental dos meus pares, quando eu ia sentar com o gerente de logística, por exemplo... para entender a demanda deles... eu não conhecia o mundo deles... então, era complicado prestar um serviço. Aí, eu fiz esse MBA que me valeu muito. (Entrevistada graduada em Comunicação Social MBA em Gestão Empresarial) Quando o profissional de Psicologia vai para o mercado atuar em RH, o que a gente sente no primeiro momento é um vazio muito grande, com relação aos conhecimentos de administração e até mesmo de estatística. (Entrevistada graduada em Psicologia MBA em Recursos Humanos) Pode-se perceber, também, que parte da motivação para a volta aos bancos escolares se deve ao preconceito em relação à formação em algumas áreas, consideradas, de certa forma, periféricas. É o que mostra, por exemplo, o depoimento a seguir: Eu, como lingüista, não assumiria uma posição gerencial nunca, porque infelizmente ainda existe um certo preconceito em relação à formação. Eu não acho que eu estava limitada do ponto de vista da capacidade para assumir uma posição gerencial, mas do ponto de vista da formação ainda existe uma certa renegação do mercado, se você não for engenheiro ou administrador. Então, eu busquei essa especialização para garantir a minha sustentabilidade no mercado, em termos de carreira. (Entrevistada graduada em Letras MBA em Recursos Humanos) 9

10 Apesar da grande procura pela educação continuada, ainda não se pode afirmar plenamente que tal investimento trouxe retornos imediatos aos entrevistados, em termos de carreira. É o que se percebe na análise da próxima categoria. Retorno da Formação Acadêmica em Termos de Carreira A categoria retorno da formação acadêmica em termos de carreira foi definida para tentar compreender a possível relação entre o conhecimento formal, adquirido nos bancos escolares, e o avanço dos gestores na carreira. Na visão de grande parte dos entrevistados, essa é uma relação de difícil medição. Prevalece o entendimento de que o título em si não traz retorno. A formação contribui de maneira indireta, sob a forma de aplicação de conhecimentos, como revelam os depoimentos a seguir. Acho que essa relação imediata é difícil de avaliar. Esses cursos contribuíram para eu me tornar quem eu sou, mas eles foram um dos ingredientes. Eu não conseguiria estabelecer uma relação direta.(entrevistado graduado em Engenharia - Mestre em Administração de Empresas) Não sei se exatamente o curso, mas a aplicação do meu conhecimento dentro da organização, sim. O título do curso não me deu nada. Na verdade, foi a aplicação do que eu aprendi e apreendi no curso que me fez crescer na organização. (Entrevistada graduada em Economia, MBA em Recursos Humanos) Há, no entanto, uma pequena parcela que declarou ter obtido retorno direto, proveniente do investimento na formação acadêmica, como revela o próximo depoimento. O nível de atribuições e responsabilidades que eu tinha antes e depois do MBA mudou. O patamar salarial também mudou. Então, sem dúvida, o curso agregou.(entrevistado graduado em Economia, com pós-graduação em Finanças) Há, ainda, aqueles que acreditam ser a formação acadêmica um pré-requisito e não algo que possa alavancar uma carreira. É algo necessário em um processo seletivo, como se pode observar no trecho a seguir. Eu acho que os cursos me ajudaram a estar pronto para agarrar algumas oportunidades, para ter uma base, para responder a um desafio, mas eu não diria que alavancou o meu currículo. Hoje em dia, olhando para fora da [nome da empresa], eu diria que ele [o curso] é muito mais um pré-requisito, dependendo das posições gerenciais para as quais você se candidataria do que alguma coisa que vai te dar algo a mais. Você, geralmente, disputa com todo mundo e todos têm uma pós. Quem não tem uma pós já está atrás. (Entrevistado graduado em Engenharia, com pós-graduação em Telecomunicações) De modo geral, pode-se dizer que a formação acadêmica é essencial para a obtenção ou a consolidação de conhecimentos formais. No entanto, a aplicação de tais conhecimentos é que poderá conferir (ou não) vantagens ao profissional, conforme argumentam Bresser Pereira (1974); Levitt (1974); Mintzberg e Gosling (2003). Registro no Conselho de Classe Os dados aqui obtidos foram fornecidos pelos 48 entrevistados que concluíram curso de graduação. Os resultados revelaram que 62,5% dos entrevistados são registrados no conselho 10

11 de sua categoria profissional. Considerando-se, apenas, os graduados em administração, esse percentual sobe para 88,9%. Andrade et al., em 2004, encontraram o percentual de 20% e na pesquisa de 2006, o de 91,78%, mais próximo dos resultados do presente estudo. A Tabela 5 permite visualizar os resultados obtidos. Tabela 5: Registro no Conselho de Classe Curso Superior f Registro no Conselho de Classe Registro no Conselho de Classe Sim (f) Não (f) Sim (%) Não (%) Administração ,9 11,1 Outros ,4 43,6 Total ,5 37,5 Indagados sobre os motivos que os levaram ao registro profissional, os resultados revelaram, em primeiro lugar, a questão da obrigatoriedade (BRASIL, 1965; BRASIL, 2004), seguida da tentativa de fortalecer a categoria. Os trechos a seguir ilustram essa percepção. Sou registrada no CRA, porque é demandante mesmo, até mesmo porque tenho responsabilidade como administradora. Não somos uma OAB, mas temos regras que eu acho que são importantes, com relação à ética, à condução dos negócios. (Entrevistada graduada em Administração) É a categoria que eu escolhi... eles têm conquista para esta categoria. Acho que é um pouco de tentar ajudar uma classe, mas discordo dessa coisa de que o gestor tem que ser administrador. Discordo disso. Pode ser qualquer formação ou não ter formação, para se chegar a um nível de gestão. Pode ser engenheiro... a maioria que chega ao topo são engenheiros... é natural. Nisso, eu discordo da classe.(entrevistada graduada em Administração) Os resultados da pesquisa mostram, ainda, que muitos não sabem ser o registro no conselho da classe uma obrigação do administrador, não uma opção. Veja-se: Sou registrado no CREA porque é obrigatório, ao contrário da administração, que eu só fiquei sabendo depois, que é possível optar. Eu achava que todos os conselhos obrigavam. Na engenharia, você não tem escolha. Você é regulado o tempo todo pelo conselho... cada obra que você faz, cada projeto. Eu acho que para o profissional é importante essa filiação. (Entrevistado graduado em Engenharia) O desconhecimento com relação ao papel dos conselhos também emergiu, tal como na pesquisa apresentada por Andrade et al. (2004, 2006), segundo a qual, não raro, administradores, professores e empregadores confundem a atuação dos CRAs com a dos sindicatos. Pode-se perceber, também, uma crítica às ações do CFA, com menção a uma suposta tentativa de reserva de mercado. A transcrição a seguir remete às matérias da Revista Exame (2005b) e às considerações de Castro (2005) acerca do tapetão medieval. Não sou registrado [no CREA], porque sou engenheiro mas não trabalho na área. Acho que o CRA tem uma visão um tanto corporativista, entendendo que administração não pode ser delegada a outro profissional que não aquele graduado em administração. E o que você encontra no mercado é que praticamente ninguém que ocupa cargo de ponta é graduado em administração. Então, é uma tentativa de reserva de mercado, que vai na contramão do que o mundo real te mostra.(entrevistado graduado em Engenharia) 11

12 Pode-se dizer que, apesar do elevado número de entrevistados registrados no conselho de sua categoria, especialmente os administradores, os conselhos, de forma geral, pouco têm contribuído para a prática profissional cotidiana desses sujeitos. O registro é, basicamente, uma obrigação profissional ou uma exigência das empresas. Neste sentido, o papel do CFA, segundo graduados em administração e seus professores, é fiscalizar o atendimento a essa obrigatoriedade (ANDRADE et al, 2006) Os resultados aqui apresentados permitiram chegar-se a conclusões. Elas são expostas a seguir. 7 Para concluir O presente estudo se propôs a investigar a formação em administração, a inclusão em conselho da classe e a função gerencial. Ele foi norteado pelo seguinte questionamento: até que ponto os conhecimentos adquiridos no curso de graduação em Administração e a filiação do egresso deste curso no conselho da classe são contributivos às práticas gerenciais? Iluminados pela revisão bibliográfica que se fez acerca da expansão dos cursos de administração, das críticas a tais cursos, da regulamentação da profissão e das críticas que se lhes fazem, os dados que levaram à construção das respostas apresentadas são oriundos de investigação de campo. Os resultados da pesquisa revelam que a maioria dos gestores entrevistados tem formação em nível superior, o que era de certa forma esperado, considerando-se a expansão do ensino universitário no Brasil. Por outro lado, apesar do crescimento quantitativo dos cursos de graduação em Administração, Engenharia é o que predomina entre os entrevistados. Administração e Economia aparecem empatados, em segundo lugar. Esses resultados permitem concluir que na ocasião da contratação ou da promoção, o curso de graduação do candidato tem importância relativa. Há, no mercado, um entendimento de que a graduação em Administração não é um requisito indispensável para a função gerencial, mas a performance na função, sim. A posse do diploma não garante competência administrativa. No entanto, os dados obtidos no campo mostram, também, que os entrevistados entendem serem necessários à prática gerencial conhecimentos relacionados à administração, tais como gestão empresarial, marketing, produção, finanças e recursos humanos. Muitos dos entrevistados foram em busca de tais conhecimentos, recorrendo a cursos de pós-graduação. Essa circunstância permite inferir que se a posse de um diploma não garante competência, esta pode, no entanto, ser nutrida e melhorada com cursos da área de administração, na medida em que tais cursos enriqueçam os conhecimentos obtidos na experiência do dia-a-dia. No que concerne ao retorno da formação acadêmica na carreira, como promoção, salário e outras recompensas, prevalece a percepção de que o título em si não traz retornos visíveis, mas os conhecimentos adquiridos contribuem para o avanço na carreira. Os resultados da pesquisa revelaram, ainda, que o registro no conselho profissional, seja o CRA ou outro, é uma questão polêmica. Os motivos que levaram os gestores entrevistados ao registro no conselho da classe são, principalmente, a obrigatoriedade legal e conseqüente exigência da organização, e a tentativa de fortalecer a categoria. Por outro lado, aqueles que não aderiram ao conselho revelaram, de modo geral, que não trabalham na área em que se formaram ou que não percebem vantagens no registro. Merecem destaque, ainda, dados que 12

13 revelaram um entendimento equivocado acerca da profissão de administrador e das questões legais a ela inerentes. Além disso, apesar de, durante as entrevistas, não ter sido feita menção à Resolução editada pelo CFA, a questão do corporativismo veio à tona na fala dos entrevistados, com referência à suposta tentativa de reserva de mercado. Os resultados permitem inferir, de modo geral, que o registro no conselho profissional pouco tem apresentado evidências de sua contribuição ao dia-a-dia profissional dos indivíduos, o que pode levar a crer na existência de uma lacuna entre os órgãos e seus profissionais. A revisão da literatura sobre o tema, associada aos dados empíricos, revelou que, desde o início, mais precisamente desde a criação do Curso Superior de Administração e Finanças, a administração já tinha sua identidade ofuscada por outras áreas, sobretudo pelas ciências econômicas (ANDRADE, 1995). Esse embate é, portanto, histórico. A Resolução editada pelo CFA é, sem dúvida, uma tentativa de impor limites e garantir aos administradores o exercício de suas funções, conferindo-lhes identidade. Os resultados da pesquisa revelaram, no entanto, que, a despeito da Resolução, organizações abrigam em seus quadros gestores graduados em diferentes áreas, ocupando cargos gerenciais em função de suas habilidades e competências e não da opção que fizeram para o ingresso em um curso de graduação. Robustecem-se, aqui, as críticas que vêm sendo feitas aos cursos de administração. Estariam eles desconectados das necessidades das organizações? Ou, se conectados estão, o que pesa mesmo é o desempenho do profissional? Administração deve ser somente curso de pós-graduação? O presente estudo revela que as práticas gerenciais são baseadas em grande medida nas competências e habilidades adquiridas na vivência profissional, bem como nos conhecimentos adquiridos via educação gerencial, independentemente da área de formação do indivíduo na graduação. Pode-se inferir que o mercado segue a lógica da competência, dos resultados obtidos pelo gestor ao longo de sua carreira. Por sua vez, o registro no conselho de classe parece contribuir pouco para as práticas gerenciais. Formação em administração é tema que admite abordagens diversas, sobretudo se considerarmos que ela é uma disciplina híbrida, como bem lembrou Aktouf (2005). O presente estudo privilegiou a relação entre a academia, o conselho de classe e o mercado, tendo sido instigado por uma reflexão sobre o contido na Resolução Normativa n.293/2004, editada pelo CFA. Os resultados apresentados podem estimular novos estudos que o contrariem, abrindo-se saudável polêmica, como também podem estimular a academia, o CFA e o ambiente empresarial a repensarem suas decisões. O estudo aqui exposto, além de não esgotar o tema, também suscita outras questões. Pode-se, por exemplo, perquirir os possíveis impactos das Resoluções Normativas 300 e 301/2005 do CFA na formação de futuros administradores. Tais resoluções reservam, com exclusividade, aos administradores com registro profissional em Conselho Regional de Administração, o direito ao exercício das atribuições do cargo de coordenador de curso de graduação, bem como do magistério das matérias técnicas dos campos da Administração e Organização. Delimitar o que é matéria técnica parece, portanto, crucial. Que disciplina, por exemplo, seria permitido a alguém como Peter Drucker, um não graduado em Administração, lecionar? A questão é polêmica e fica, aqui, a sugestão para outros pesquisadores, administradores ou não, avançarem na discussão. A metáfora de Ribeiro (2003) Fellini não via filmes - pode aquecer ainda mais as discussões. Referências 13

14 AKTOUF, Omar. A administração entre a tradição e a renovação. São Paulo: Atlas, Ensino de administração: por uma pedagogia para a mudança. Organizações & Sociedade, v.12, n.35, p , out./dez ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. O ensino de administração pública: histórico e diagnóstico (Reflexões sobre a formação do administrador) f. Dissertação (Mestrado em Administração Pública), Escola Brasileira de Administração Pública, Fundação Getulio Vargas, Rio de Janeiro. ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de et al. Pesquisa nacional sobre o perfil, formação, atuação e oportunidades de trabalho do administrador. Brasília: Conselho Federal de Administração, 2004, BASTOS, Antonio Virgilio Bittencourt. A escolha e o comprometimento com a carreira: um estudo de caso entre profissionais e estudantes de administração. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 20., 1996, Angra dos Reis. Anais... Angra dos Reis: ANPAD, BENNIS, Warren G.; O TOOLE, James. How business schools lost their way. Harvard Business Review, v. 83, n. 5, p , May BERTERO, Carlos Osmar. A docência numa universidade em mudança. Cadernos Ebape. Número Especial: PCDA, Fundação Getulio Vargas, janeiro BRASIL Lei 4.769, de Dispõe sobre o exercício da profissão de administrador e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 13 set Conselho Federal de Administração. Resolução Normativa n.293, de Dispõe sobre o registro de Administrador de Sociedade e de Gerente, como preposto da empresa, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 out BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos. Empresários e administradores no Brasil. São Paulo: Brasiliense, Reforma do Estado para a cidadania: a reforma gerencial brasileira na perspectiva internacional. São Paulo: Editora 34; Brasília: ENAP, CASTRO, Cláudio de Moura. O ensino da administração e seus dilemas: notas para debate. Revista de Administração de Empresas, v.21, n.3, p.58-61, jul./set Tapetão medieval. Veja, Edição 1900, p.24, 13 abr A idolatria do diploma. Veja, Edição 1961, p.22, 21 jun CRA-RJ - CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO RIO DE JANEIRO. Exame de proficiência. Administração, n.66, jul./ago EXAME. Burocracia. Edição 837, ano 39, n.4, p.42, mar./2005a. Disponível em: Acesso em: 28 jun Quem são eles. Edição 835, ano 39, n.2, p.20-26, fev./2005b. Disponível em: Acesso em: 02 ago FERRAZ, Serafim Firmo de Souza et al. Análise da formação em administração na perspectiva das inclinações profissionais. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 29., 2005, Brasília. Anais... Brasília: ANPAD, FERREIRA, Renato Guimarães. Em busca de trabalho: posições, disposições e decisões ao término de um curso de graduação. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 26., 2002, Salvador. Anais... Salvador: ANPAD, FISCHER, Tânia. A formação do administrador brasileiro na década de 90: crise, oportunidade e inovações nas propostas de ensino. Revista de Administração Pública, v.27, n.4, p.11-20, out./dez

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