MOTA-ENGIL AFRICA N.V.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MOTA-ENGIL AFRICA N.V."

Transcrição

1 MOTA-ENGIL AFRICA N.V. CÓDIGO DE PRÁTICAS DE NEGOCIAÇÃO TÍTULOS DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. POR PESSOAS RESTRITAS Adotado em novembro de 2014 no âmbito da cotação em bolsa da Mota-Engil Africa N.V. com efeitos a partir da admissão em bolsa e negociação na Euronext Amsterdão (sujeito a atualizações ocasionais)

2 1. Introdução No presente Código de Negociação de Ações, as seguintes expressões assumem os seguintes comunicados: «Sociedade Afiliada» significa (i) uma entidade legal ou empresa com quem a Sociedade mantenha uma relação no seio de um grupo, no sentido da Secção 2:24b do Código Civil holandês, (ii) uma entidade legal em que uma sociedade ou uma ou mais das suas subsidiárias, na sequência ou não de acordo estabelecido com outra sociedade com direito de voto, com capacidade de exercer, isoladamente ou em concertação com mais de metade dos direitos de voto em assembleia geral de membros ou acionistas dessa mesma entidade legal, (iii) uma entidade legal da qual uma sociedade ou uma ou mais das suas subsidiárias seja membro ou acionista e, na sequência ou não de acordo estabelecido com outra entidade que tenha direito de voto, isolada ou solidariamente, com capacidade para nomear ou destituir mais de metade dos membros da direção, do conselho de administração ou do conselho fiscal, mesmo que votem todos os elementos com direito de voto, e (iv) outra subsidiária de uma sociedade, conforme definido na Secção 2:24a do Código Civil holandês. «Instrumentos Financeiros Afiliados» significa: (i) (ii) ações ou certificados representativos de ações no capital de uma Sociedade Afiliada; outros instrumentos financeiros emitidos por uma Sociedade Afiliada que estejam cotados em bolsa ou admitidos à negociação num mercado regulado ou para os quais tenha sido solicitada a admissão a esse tipo de negociação; e (iii) instrumentos financeiros para os quais o valor é parcialmente determinado pelo valor dos instrumentos financeiros referidos em (i) ou (ii) supra (incluindo obrigações convertíveis em ações ou certificados representativos de ações no capital de uma Sociedade Afiliada, warrants e opções que, aquando do exercício, envolvem uma obrigação de transferência ou emissão de ações ou certificados representativos de ações do capital de uma Sociedade Afiliada, direitos de subscrição e dividendos em ações). «Pessoa Afiliada» significa: (i) (ii) cônjuges, parceiros registados ou em união de facto, ou outras pessoas que coabitem de modo similar com um Administrador ou Executivo; filhos de um Administrador ou Executivo que estejam sob a sua autoridade ou sujeitos a restrição legal e para quem um Administrador ou Executivo tenha sido nomeado como tutor; 2/11

3 (iii) outros familiares com relação de sangue ou outra de um Administrador ou Executivo que, na data da Transação, partilhassem um domicílio comum com o mesmo, durante pelo menos um ano; e (iv) entidades legais, fiduciários conforme mencionados na Secção 1, alínea c) da lei relativa à supervisão de sociedades fiduciários (Wet toezicht trustkantoren) ou sociedades em que a responsabilidade executiva está atribuída a um Administrador, Executivo ou uma pessoa conforme referida em (i), (ii) ou (iii) supra, que sejam controladas por um Administrador ou um Executivo, tendo sido criada para seu benefício ou cujos interesses económicos sejam na sua essência equivalentes aos seus. «AFM» significa a Autoridade Holandesa para os Mercados Financeiros (Stichting Autoriteit Financiële Markten). «Conselho de Administração» (bestuur) significa o órgão corporativo da Sociedade conforme referido na Secção 2:129a do Código Civil holandês, sendo composto pelos Administradores. «Período Fechado» significa: (i) (ii) o período de (2) meses antes da data da primeira publicação dos resultados anuais da Sociedade; o período de 21 dias antes da publicação dos resultados trimestrais da Sociedade, dos resultados semestrais da Sociedade e do anúncio de um dividendo (antecipado) pela Sociedade; (iii) o período de um (1) mês antes da primeira publicação de um prospeto relativo a uma oferta de ações na Sociedade, a menos que o período de tomada de decisão antes da publicação do prospeto seja inferior a (1) mês; neste caso, o Período Fechado será igual a este período mais breve; e (iv) qualquer outro período anunciado nos termos da Secção 7.4.e do Código de Negociação de Ações. «Sociedade» significa a Mota-Engil Africa N.V. «Compliance Officer» significa o Colaborador ou o contabilista externo da Sociedade nomeado como tal pelo Conselho de Administração. "Decreto relativo a Abuso de Mercado» significa o decreto holandês de 12 de outubro de 2006 que define regras de implementação de diversas disposições do Capítulo 5.4 do FSA (Besluit marktmisbruik Wet op het financieel toezicht). «Compliance Officer Adjunto» significa o Administrador que foi nomeado como tal pelo Conselho de Administrador. «Administrador(es)» significa o administrador executivo ou não executivo do Conselho de Administração. «Colaborador» significa um colaborador da Sociedade ou de Sociedades Afiliadas, no sentido mais lato possível. 3/11

4 «Executivo» significa qualquer Colaborador que não seja Administrador e que assuma funções executivas na Sociedade e em Sociedades Afiliadas, tendo consequentemente o poder para tomar decisões que afetam o desenvolvimento e as perspetivas futuros da Sociedade e das Sociedades Afiliadas e que pode possuir Informações Privilegiadas. «FSA» significa a lei holandesa relativa a supervisão financeira (Wet op het financieel toezicht). «Pessoa com Informações Privilegiadas» significa (i) Administrador, (ii) Executivos, (iii) Pessoas Afiliadas, (iv) Colaboradores designados como tal pelo Compliance Officer, e (v) terceiros designados como tal pelo Compliance Officer nos termos da Secção 7.4.c do Código de Negociação de Ações. «Lista de Pessoas com Informações Privilegiadas» significa o registo de Colaboradores (incluindo Administradores e Executivos) e terceiros (por ex. consultores da Sociedade) que, regular ou ocasionalmente, possam ter acesso a Informações Privilegiadas. «Informações Privilegiadas» significa o conhecimento de determinadas informações direta ou indiretamente relacionadas com a Sociedade e as Sociedades Afiliadas ou com a transação de Instrumentos Financeiros da MEAF, cujas informações não tenham sido reveladas publicamente e cujas informações, se reveladas publicamente, poderão afetar significativamente o preço dos Instrumentos Financeiros da MEAF ou o preço dos instrumentos derivados dos Instrumentos Financeiros da MEAF. «Instrumentos Financeiros da MEAF» significa: (i) (ii) ações ou certificados representativos de ações do capital da Sociedade; outros instrumentos financeiros emitidos pela Sociedade e que estão cotados ou admitidos para negociação num mercado regulado ou para os quais tenha sido solicitada a admissão a este tipo de negociação; e (iii) instrumentos financeiros para os quais o valor seja parcialmente determinado pelo valor dos instrumentos financeiros conforme referidos em (i) ou (ii) supra (incluindo obrigações convertíveis em ações ou certificados representativos de ações do capital da Sociedade, warrants e opções que, aquando do exercício, envolvem uma obrigação de transferência ou emissão de ações ou certificados representativos de ações do capital da Sociedade, direitos de subscrição e dividendos em ações). «Código de Negociação de Ações» significa este código de negociação de ações da Sociedade. «negociação» ou «negociar» significa a realização de transações diretas ou indiretas relacionadas com instrumentos financeiros, incluindo: (i) a aquisição direta ou indireta de instrumentos financeiros; 4/11

5 (ii) a venda direta ou indireta (a expensas próprias ou à expensas de terceiros) de instrumentos financeiros; (iii) a execução direta ou indireta de outra transação legalmente vinculativa com vista a adquirir ou alienar instrumentos financeiros (incluindo swaps de instrumentos financeiros, oferta de instrumentos financeiros, compra e venda de opções de instrumentos financeiros, exercício de opções sobre instrumentos financeiros e conversão de obrigações convertíveis); ou (iv) a realização da aquisição, venda ou execução conforme referidas em (i), (ii), ou (iii) supra. «Data da Transação» significa a data em que ocorre a negociação Nos termos da Secção 5:65 do FSA, o Conselho de Administração elaborou o Código de Negociação de Ações, em que são definidas as regras relacionadas com a detenção e a negociação de Instrumentos Financeiros da MEAF por todos os Colaboradores e Pessoas com Informações Privilegiadas O Código de Negociação de Ações é complementar aos regulamentos gerais relativos a abuso de informação privilegiada, segundo as regras e regulamentos em vigor na Holanda e qualquer outra obrigação resultante de regras e regulamentos aplicáveis não holandeses. 2. Diretrizes gerais ao lidar com Informações Privilegiadas Os Colaboradores deverão usar da devida precaução ao lidar com Informações Privilegiadas. Os Colaboradores não utilizarão Informações Privilegiadas para fins privados. Os Colaboradores deverão evitar o envolvimento (ou a aparência de envolvimento) de interesses profissionais e pessoais no âmbito de Informações Privilegiadas e outras informações relacionadas com o negócio Qualquer pessoa que pretenda tirar partido de Informações Privilegiadas é considerada culpada de «abuso de informação privilegiada» (handelen met voorwetenschap). O abuso de informação privilegiada é interdito por lei e é considerado crime. 3. Proibições aplicáveis aos Colaboradores Os Colaboradores que detenham Informações Privilegiadas estão proibidos de: a. transacionar Instrumentos Financeiros da MEAF; b. recomendar, instruir ou induzir terceiros, incluindo qualquer outro Colaborador, a transacionar Instrumentos Financeiros da MEAF, a menos que tal aconteça (i) no âmbito do cumprimento normal dos deveres e atividades do Colaborador, e (ii) o terceiro em causa seja submetido ao dever de confidencialidade neste âmbito; e c. revelar Informações Privilegiadas a terceiros, incluindo qualquer outro Colaborador, a menos que essa divulgação ocorra (i) no âmbito do cumprimento normal dos no 5/11

6 âmbito do cumprimento normal dos deveres e atividades do Colaborador, e (ii) o terceiro em causa seja submetido ao dever de confidencialidade neste âmbito. Os Colaboradores estão também proibidos de transacionar Instrumentos Financeiros da MEAF caso tal possa razoavelmente gerar a aparência de que o Colaborador recorreu a Informações Privilegiadas As proibições definidas na Secção 3.1 do Código de Negociação de Ações não se aplicarão a: a. transação de Instrumentos Financeiros da MEAF para cumprir uma obrigação legítima que já existia no momento em que o Colaborador teve acesso às Informações Privilegiadas; b. aceitação de opções no âmbito de um plano de participações de colaboradores, caso seja seguido um plano de ações consistente no que toca às condições e à periodicidade do plano de participações dos colaboradores; c. exercício de opções, conversão de obrigações convertíveis ou exercício de warrants ou direitos similares face a Instrumentos Financeiros da MEAF no âmbito de um plano de participações de colaboradores, na data do final da validade de tais direitos ou num período de cinco dias úteis antes do fim da validade; d. venda de Instrumentos Financeiros da MEAF adquiridos mediante o exercício de direitos conforme referido supra na alínea c., dentro do período referido na mesma alínea supra, desde que o Colaborador que exerce estes direitos (i) informe o Compliance Officer por escrito pelo menos quatro (4) meses antes da data de fim de validade da intenção de venda ou (ii) tiver concedido à Sociedade uma procuração irrevogável para efetuar a venda; e. aquisição de Instrumentos Financeiros da MEAF mediante o pagamento de dividendos (que não opções de dividendos em ações); e f. outras transações isentas nos termos da lei holandesa. 4. Proibições adicionais para Pessoas com Informação Privilegiada Além das proibições definidas na Secção 3.1 do Código de Negociação de Ações, todas as Pessoas com Informação Privilegiada estão proibidas de transacionar Instrumentos Financeiros da MEAF durante o Período Fechado, independentemente de deterem Informações Privilegiadas O Compliance Officer pode proibir Pessoas com Informação Privilegiada de transacionarem Instrumentos Financeiros da MEAF durante um determinado período de tempo fora do Período Fechado. 6/11

7 4.3. O Compliance Officer pode proibir as Pessoas com Informações Privilegiadas de transacionarem instrumentos financeiros de terceiros cotados em bolsa, caso seja necessário para evitar a aparência de abuso de mercado As proibições definidas na Secção 4.1, 4.2 e 4.3 do Código de Negociação de Ações não se aplica a: a. transações de Instrumentos Financeiros da MEAF para cumprir uma obrigação legítima que já existia no momento em que a Pessoa com Informações Privilegiadas teve acesso às Informações Privilegiadas; b. aceitação de opções no âmbito de um plano de participações de colaboradores, caso seja seguido um plano de ações consistente no que toca às condições e à periodicidade do plano de participações dos colaboradores; c. exercício de opções, conversão de obrigações convertíveis ou exercício de warrants ou direitos similares face a Instrumentos Financeiros da MEAF no âmbito de um plano de participações de colaboradores, na data do final da validade de tais direitos ou num período de cinco dias úteis antes do fim da validade; d. venda de Instrumentos Financeiros da MEAF adquiridos mediante o exercício de direitos conforme referido supra na alínea 3.2.c., dentro do período referido na mesma alínea supra, desde que o Colaborador que exerce estes direitos (i) informe o Compliance Officer por escrito pelo menos quatro (4) meses antes da data de fim de validade da intenção de venda ou (ii) tiver concedido à Sociedade uma procuração irrevogável para efetuar a venda; e. aquisição de Instrumentos Financeiros da MEAF mediante o pagamento de dividendos (que não opções de dividendos em ações); e f. outras transações isentas nos termos da lei holandesa. 5. Obrigações de determinadas Pessoas com Informações Privilegiadas Os Administradores têm de informar o AFM no prazo de duas (2) semanas após a sua nomeação sobre o número de Instrumentos Financeiros da MEAF e Instrumentos Financeiros Afiliados à sua disposição, bem como o número de votos associados aos Instrumentos Financeiros da MEAF e Instrumentos Financeiros Afiliados na Sociedade e Sociedades Afiliadas relevantes Os Administradores têm de informar imediatamente o AFM de (i) qualquer alteração no número de Instrumentos Financeiros da MEAF e Instrumentos Financeiros Afiliados à sua disposição, bem como de qualquer alteração ao número de Instrumentos Financeiros da MEAF e Instrumentos Financeiros Afiliados na Sociedade e Sociedades Afiliadas relevantes, e (ii) se a Sociedade adquirir outra sociedade, qualquer quantidade de Instrumentos Financeiros Afiliados à sua disposição e o número de votos associados aos Instrumentos Financeiros Afiliados nessa sociedade. 7/11

8 5.3. As Pessoas com Informações Privilegiadas têm de informar o Compliance Officer (i) três (3) dias úteis antes da transação pretendida e (ii) imediatamente após a transação de Instrumentos Financeiros da MEAF, realizada por sua conta As Pessoas com Informações Privilegiadas têm de informar a AFM o mais tardar quatro (4) dias úteis após uma transação de Instrumentos Financeiros da MEAF realizada por sua própria conta. As Pessoas com Informações Privilegiadas poderão solicitar ao Compliance Officer ou a um gestor de portefólio independente o cumprimento da obrigação de notificação junto da AFM. Esta delegação não isenta as Informações Privilegiadas da sua obrigação de notificar a AFM no período acima referido. 6. Período de imobilização Adicionalmente às disposições da Secção 4 do Código de Negociação de Ações, todas as Pessoas com Informações Privilegiadas estão proibidas de: a. vender Instrumentos Financeiros da MEAF no espaço de seis (6) meses após a sua aquisição; b. adquirir Instrumentos Financeiros da MEAF no espaço de seis (6) meses após a sua venda; e c. comprar opções ou subscrever Instrumentos Financeiros da MEAF que não seja no âmbito de um plano de participações de colaboradores, conforme referido na Secção 4.4.b e 4.4.b. do Código de Negociação por Pessoas com Informações Privilegiadas A disposição da Secção 4 do Código de Negociação de Ações permanecerá válida durante seis meses após a Pessoa com Informações Privilegiadas ter perdido essa capacidade. 7. Compliance Officer O Conselho de Administração deverá nomear e destituir o Compliance Officer. Caso o Conselho de Administração tenha nomeado um determinado Colaborador como Compliance Officer, um determinado outro Administrador, que não seja o Compliance Officer, será nomeado Compliance Officer Adjunto. O Compliance Officer Adjunto agirá como responsável pelo compliance em nome do Compliance Officer e em caso de ausência ou incapacidade do Compliance Officer O Conselho de Administração publicará um aviso no website da Sociedade informando (i) a identidade do Compliance Officer, e (ii) os dados de contacto do Compliance Officer O Compliance Officer assume as tarefas e os poderes que lhes foram atribuídos no Código de Negociação de Ações. O Conselho de Administração pode atribuir tarefas e poderes adicionais ao Compliance Officer. 8/11

9 7.4. O Compliance Officer tem os seguintes deveres e poderes: a. informar anualmente ao Conselho de Administração sobre todas as atividades e questões relevantes; b. manter um registo da Lista das Pessoas com Informações Privilegiadas; c. nomear temporariamente um Colaborador como Pessoa com Informações Privilegiadas se o Compliance Officer considerar que esse Colaborador em particular (i) possui ou poderá possuir Informações Privilegiadas, ou (ii) gera a impressão de estar a agir em violação das regras relativas a Informações Privilegiadas nos termos da lei holandesa; d. informar os Colaboradores e as Pessoas com Informações Privilegiadas constantes da Lista de Pessoas com Informações Privilegiadas, por escrito, sobre (i) a sua colocação na Lista de Pessoas com Informações Privilegiadas, (ii) as proibições relacionadas com a posse de Informações Privilegiadas, e (iii) as sanções impostas aquando da violação de proibições; e. publicar no website da Sociedade os períodos do ano seguinte que serão considerados Período Fechado, antes do dia 1 de janeiro de cada ano; f. conceder isenção das disposições da Secção 3.1 do Código de Negociação de Ações caso se verifiquem circunstâncias excecionais, mediante pedido por escrito; g. informar sobre qualquer destituição ou demissão de um Administrador junto da AFM; h. informar o Conselho de Administração de sociedades consideradas Sociedades Afiliadas para fins do Código de Negociação de Ações; i. proibir Pessoas com Informações Privilegiadas de transacionarem Instrumentos Financeiros da MEAF em qualquer altura durante um período indicado pelo Compliance Officer; j. proibir uma Pessoa com Informações Privilegiadas de transacionar instrumentos financeiros de terceiros, em qualquer altura durante um período indicado pelo Compliance Officer, se e na medida do necessário para evitar a aparência de abuso de mercado; e k. fornecer aos Colaboradores informações e recomendações a seu pedido. 8. Obrigação de informação O Compliance Officer tem o direito de realizar uma investigação sobre um determinado Colaborador no que diz respeito ao cumprimento destes regulamentos. O Colaborador é obrigado a colaborar nessa investigação e a fornecer ao Compliance Officer todas as informações relevantes, caso lhe seja solicitado. 9/11

10 8.2. O Colaborador é obrigado a instruir a instituição de instrumentos financeiros onde detém os instrumentos financeiros, numa conta de instrumentos financeiros, no sentido de fornecer ao Compliance Officer, caso este o solicite, todas as informações sobre qualquer transação de Instrumentos Financeiros da MEAF executada em nome do Colaborador O Compliance Officer deverá comunicar ao Conselho de Administração, por escrito, o resultado da sua investigação, depois de o Colaborador ter tido a oportunidade de responder a esse mesmo resultado. O Conselho de Administração informará o Colaborador das ações empreendidas na sequência do resultado da investigação. 9. Sanções 9.1. Caso um Colaborador ou uma Pessoa com Informações Privilegiadas viole uma ou mais disposições do Código de Negociação de Ações, a Sociedade e as Sociedades Afiliadas reservam-se o direito de impor as sanções que possam ser impostas a tal pessoa nos termos da lei holandesa e dos acordos (de contratação) estabelecidos, incluindo o despedimento sumário. A Sociedade e as Sociedades Afiliadas podem também decidir informar a AFM das conclusões que tenham alcançado. A violação de algumas disposições do Código de Negociação de Ações pode ser punida com pena de prisão ou multa. 10. Aplicabilidade do Código de Negociação de Ações O Código de Negociação de Ações aplica-se a Colaboradores e Pessoas com Informações Privilegiadas, a menos e na medida em que esteja expressamente definido em contrário no Código de Negociação de Ações O Código de Negociação de Ações aplica-se a qualquer Colaborador e Pessoa com Informações Privilegiadas, independentemente da qualidade em que realizam as suas ações. Consequentemente, o Código de Negociação de Ações aplica-se igualmente se a pessoa em questão transacionar Instrumentos Financeiros da MEAF em nome ou como representante de outra pessoa As disposições do Código de Negociação de Ações continuarão a aplicar-se ao Colaborador durante um período de seis (6) meses depois de ter deixado de ser Colaborador. 11. Alterações e suplementos Este Código de Negociação de Ações pode ser alterado e complementado em qualquer altura com uma resolução do Conselho de Administração. Estas alterações e suplementos entram em vigor no momento da sua publicação no website da Sociedade. 10/11

11 12. Lei aplicável O Código de Negociação de Ações rege-se pela lei holandesa. 13. Publicação do Código de Negociação de Ações O Código de Negociação de Ações foi disponibilizado no website da Sociedade e entrou em vigor a partir desse momento. O Código de Negociação de Ações será revisto anualmente. 11/11

COMUNICADO À IMPRENSA. Amesterdão, 26 de outubro de 2015

COMUNICADO À IMPRENSA. Amesterdão, 26 de outubro de 2015 COMUNICADO À IMPRENSA Amesterdão, 26 de outubro de 2015 MOTA-ENGIL AFRICA N.V. (sociedade anónima (naamloze vennootschap) constituída ao abrigo da lei dos Países Baixos, com sede social (statutaire zetel)

Leia mais

AVISO PARA EXERCÍCIO DE DIREITOS DE SUBSCRIÇÃO

AVISO PARA EXERCÍCIO DE DIREITOS DE SUBSCRIÇÃO Sonae Indústria, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede Social: Lugar do Espido, Via Norte, na Maia Capital Social integralmente subscrito e realizado: 700.000.000 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial

Leia mais

BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES

BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES SUMÁRIO PLANO DE OPÇÃO PARA AÇÃO... 3 SEÇÃO 1. DISPOSIÇÃO GERAL... 3 1.1 Propósito... 3 1.2 Administração... 3 1.3 Interpretação...

Leia mais

1. OBJETIVO E ÂMBITO. 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas

1. OBJETIVO E ÂMBITO. 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas 1. OBJETIVO E ÂMBITO 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas subsidiárias (juntamente com a Empresa, o Grupo ) comprometem-se a conduzir todos os seus

Leia mais

Política de Conflitos de Interesses

Política de Conflitos de Interesses Política de Conflitos de Interesses Índice Índice 2 Política de Conflitos de Interesses 3 1. Introdução... 3 2. A nossa política de conflitos de interesses... 3 3. Conflitos de interesses estudos de investimento...

Leia mais

.1 Comportamentos esperados

.1 Comportamentos esperados Normas de Conduta Normas de Conduta Este documento contém normas de conduta que devem ser respeitadas pelos diretores, auditores, líderes e todos os empregados do Grupo Pirelli, e também por todos que

Leia mais

VIX LOGÍSTICA S.A. CNPJ/MF nº 32.681.371/0001-72 NIRE: 32.300.029.612 (Companhia Aberta de Capital Autorizado)

VIX LOGÍSTICA S.A. CNPJ/MF nº 32.681.371/0001-72 NIRE: 32.300.029.612 (Companhia Aberta de Capital Autorizado) POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA VIX LOGÍSTICA S.A. 1. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 1.1. O objetivo da presente Política de Negociação é esclarecer as regras que deverão ser observadas pelos

Leia mais

Código de Ética Fevereiro de 2015

Código de Ética Fevereiro de 2015 Código de Ética Fevereiro de 2015 Índice 1. Âmbito de aplicação... 3 2. Ética... 3 2.1. Princípios e valores fundamentais... 3 2.2. Proibição de decisão em situação de conflito de interesses... 4 2.3.

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (Política de Voto para FII) SOMENTE PARA USO INTERNO Este material foi elaborado pela Leste Administração

Leia mais

Política de Negociação de Valores Mobiliários Política

Política de Negociação de Valores Mobiliários Política de Negociação de Valores Mobiliários de Negociação de Valores Mobiliários Versão 1.0 Data de criação 01/08/2012 Data de modificação Não Aplicável Tipo de documento Índice 1. PRINCÍPIOS GERAIS... 4 2. DEFINIÇÕES...

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. 1 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. Este código de ética e conduta foi aprovado pelo Conselho de Administração da INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. ( Companhia

Leia mais

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS (aprovada na RCA de 12.08.2009 e alterada nas RCA s de 14.06.2010, 04.11.2011 e 22.04.2014)

Leia mais

Bradespar S.A. Capítulo I Abrangência. Capítulo II Definições

Bradespar S.A. Capítulo I Abrangência. Capítulo II Definições Bradespar S.A. e de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Bradespar S.A. Capítulo I Abrangência Art. 1 o ) As Políticas de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e de Negociação de Valores Mobiliários

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e a revisão por parte de entidades idóneas, independentes e isentas.

Leia mais

Política de Divulgação de Informações Relevantes e Preservação de Sigilo

Política de Divulgação de Informações Relevantes e Preservação de Sigilo Índice 1. Definições... 2 2. Objetivos e Princípios... 3 3. Definição de Ato ou Fato Relevante... 4 4. Deveres e Responsabilidade... 5 5. Exceção à Imediata Divulgação... 7 6. Dever de Guardar Sigilo...

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Aprovada pelo Conselho de Administração em 03 de maio de 2012 1. INTRODUÇÃO Esta Política de Negociação estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados

Leia mais

A presente versão não substitui o original publicado em inglês.

A presente versão não substitui o original publicado em inglês. - 1 - COMISSÃO DE NOMEAÇÕES E REMUNERAÇÕES DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. TERMOS DE REFERÊNCIA A Mota-Engil Africa N.V. (a "Empresa") adotou uma estrutura de administração de um nível. De acordo com o Princípio

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias Gerais

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias Gerais Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias Gerais Capítulo I: Aplicação e Objeto 1.1. Pelo presente documento, a ARBITRAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. ( Gestora ) vem, nos termos do Código ANBIMA

Leia mais

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA LINX S.A.

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA LINX S.A. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA LINX S.A. Este Plano de Opção de Compra Ações da LINX S.A. ( Companhia ), aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária da Companhia realizada em 27 de abril de 2016

Leia mais

REGULAÇÃO MÍNIMA DO MERCADO DE CAPITAIS

REGULAÇÃO MÍNIMA DO MERCADO DE CAPITAIS MERCOSUL/CMC/DEC. N 8/93 REGULAÇÃO MÍNIMA DO MERCADO DE CAPITAIS TENDO EM VISTA: o Art. 1 do Tratado de Assunção, a Decisão N 4/91 do Conselho do Mercado Comum e a Recomendação N 7/93 do Subgrupo de Trabalho

Leia mais

BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº 08.613.550/0001-98 NIRE 33.3.0028096-1 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES

BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº 08.613.550/0001-98 NIRE 33.3.0028096-1 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº 08.613.550/0001-98 NIRE 33.3.0028096-1 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES 1. Objetivo da Outorga de Opções 1.1. O Plano de Opção de Compra de Ações da Brasil

Leia mais

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Janeiro de 2014 Versão 1.3 1. INTRODUÇÃO O presente Regulamento é fundamental para reger as operações-chave do programa de Certificação Profissional FEBRABAN.

Leia mais

PLANO DE INCENTIVOS DE LONGO PRAZO - OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES

PLANO DE INCENTIVOS DE LONGO PRAZO - OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES PLANO DE INCENTIVOS DE LONGO PRAZO - OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES O presente Plano de Incentivos de Longo Prazo - Opção de Compra de Ações é regido pelas disposições abaixo e pela legislação aplicável. 1.

Leia mais

A. Pessoas sujeitas à política ( Pessoas abrangidas )

A. Pessoas sujeitas à política ( Pessoas abrangidas ) 1 de 8 I. FINALIDADE Esta Política de Informações Privilegiadas ("Política") fornece diretrizes com respeito às transações de títulos da Modine Manufacturing Company (a "Empresa") e o tratamento de informações

Leia mais

BANCO PRIMUS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO SEDE OBJETO E DURAÇÃO DA SOCIEDADE

BANCO PRIMUS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO SEDE OBJETO E DURAÇÃO DA SOCIEDADE BANCO PRIMUS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO SEDE OBJETO E DURAÇÃO DA SOCIEDADE Artigo 1.º Natureza jurídica e denominação social A Sociedade, que adota a denominação de Banco Primus SA («a Sociedade»),

Leia mais

PROGRAMA DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES

PROGRAMA DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES PROGRAMA DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA OU SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES O presente Programa de Outorga de Opção de Compra ou Subscrição de Ações é regido pelas disposições abaixo. 1. Conceituação 1.1. O Programa

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de agosto

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL DE CURTO E MÉDIO PRAZO ZON OPTIMUS, SGPS, S.A. ( Sociedade ) Artigo 1º. (Objeto e Objetivos)

REGULAMENTO SOBRE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL DE CURTO E MÉDIO PRAZO ZON OPTIMUS, SGPS, S.A. ( Sociedade ) Artigo 1º. (Objeto e Objetivos) REGULAMENTO SOBRE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL DE CURTO E MÉDIO PRAZO ZON OPTIMUS, SGPS, S.A. ( Sociedade ) Artigo 1º (Objeto e Objetivos) 1. O presente Regulamento estabelece os termos e condições gerais aplicáveis

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

REGULAMENTO DE LISTAGEM DO

REGULAMENTO DE LISTAGEM DO REGULAMENTO DE LISTAGEM DO NívEL 2 ÍNDICE REGULAMENTO DE LISTAGEM DO NÍVEL 2 DE GOVERNANÇA CORPORATIVA... 5 OBJETO...5 DEFINIÇÕES...5 AUTORIZAÇÃO PARA NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS NO NÍVEL 2 DE GOVERNANÇA

Leia mais

Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH

Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH O presente documento é a Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH, Wilhelm-Wagenfeld-Str. 22, 80807 Munique (adiante

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIA

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIA POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIA Conformidade ao Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de Investimento Versão 2015/2 Editada em novembro de 2015 SUMÁRIO 1.

Leia mais

Política de Gestão de Risco de Fraude

Política de Gestão de Risco de Fraude Política de Gestão de Risco de Fraude Versão: 1.0-2015 Alterada: 2 de junho de 2015 Aprovado por: Conselho de Administração Data: 3 de junho de 2015 Preparado por: Conselho de Administração Data: 2 de

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas

Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Regulamento da CMVM n.º 1/2010 Governo das Sociedades Cotadas As alterações normativas recentes, quer a nível interno, quer a nível

Leia mais

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/15 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Licenciamento

Leia mais

PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA WEG S.A.

PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA WEG S.A. PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA WEG S.A. 1. OBJETIVO DO PLANO O Plano de Opções de Compra de Ações ( Plano ) tem por objetivo a outorga de Opções de compra de ações de emissão da WEG S.A. ( Companhia

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 44 4 de março de 2015 1281 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 18/2015 de 4 de março Transpõe parcialmente as Diretivas n. os 2011/61/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho,

Leia mais

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DE EMISSÃO DA VIA VAREJO S.A.

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DE EMISSÃO DA VIA VAREJO S.A. PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DE EMISSÃO DA VIA VAREJO S.A. 1 ÍNDICE 1 OBJETIVOS... 3 2 PARTICIPANTES... 3 3 ADMINISTRAÇÃO DO PLANO... 3 4 AÇÕES OBJETO DESTE PLANO... 5 5 OUTORGA DA OPÇÃO... 5 6 EXERCÍCIO

Leia mais

BRASIL FUNDOS IMOBILIÁRIOS Quadro Regulatório e de Fiscalidade. Mai/ 2010 1

BRASIL FUNDOS IMOBILIÁRIOS Quadro Regulatório e de Fiscalidade. Mai/ 2010 1 BRASIL FUNDOS IMOBILIÁRIOS Quadro Regulatório e de Fiscalidade Mai/ 2010 1 FII s - Características Fundos de Investimento Imobiliário (FII s) Criados em 1993 A sua supervisão é assegurada pela CVM Constituídos

Leia mais

Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais

Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais Alterações ao regime das ações preferenciais e das obrigações no Código das Sociedades Comerciais SECÇÃO V Ações preferenciais sem direito de voto Artigo 341º Emissão e direitos dos acionistas 1 O contrato

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO

REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA DE RÓDÃO REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO Índice PREÂMBULO...3

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto.

Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 162 da Organização

Leia mais

CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA

CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA Art. 1º - O presente Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para as Atividades Conveniadas ( Código ) estabelece normas relativas à atuação da ANBIMA Associação

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 3/2015 Capital de Risco, Empreendedorismo Social e Investimento Alternativo Especializado

Regulamento da CMVM n.º 3/2015 Capital de Risco, Empreendedorismo Social e Investimento Alternativo Especializado Regulamento da CMVM n.º 3/2015 Capital de Risco, Empreendedorismo Social e Investimento Alternativo Especializado (Revoga o regulamento da CMVM n.º 1/2008) A revisão do regime legal do capital de risco,

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS

REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS Nota Justificativa Os Municípios enquanto Autarquias Locais têm por objetivo

Leia mais

Page 1 of 6. Regulamentos da CMVM - 2003. Regulamento da CMVM n.º 11/2003

Page 1 of 6. Regulamentos da CMVM - 2003. Regulamento da CMVM n.º 11/2003 A CMVM Comunicados Sistema de Difusão de Informação Recomendações Estudos e Documentos Legislação e Publicações Apoio ao Investidor / Mediação de Conflitos Sistema de Indemnização aos Investidores Consultas

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO

Leia mais

POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS

POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS 1/5 POLÍTICA DE TRATAMENTO DE CLIENTES E TERCEIROS ÍNDICE 1. OBJETIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 1 2. DEFINIÇÕES... 1 3. PRINCÍPIOS E NORMAS DE ATUAÇÃO... 2 3.1. PRINCÍPIO DA NÃO DISCRIMINAÇÃO... 2 3.2.

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A.

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO DA J.P. MORGAN CORRETORA DE CÂMBIO E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. A J.P. Morgan Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. (a Corretora ), em atenção ao disposto no art.

Leia mais

PLANO DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES

PLANO DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES PLANO DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES 1. OBJETIVOS DO PLANO O presente PLANO DE OUTORGA DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES tem por objetivo estabelecer regras para que determinados colaboradores da JBS

Leia mais

REGULAMENTO NO. 2000/6 SOBRE O ESTABELECIMENTO DE UM GABINETE CENTRAL DE PAGAMENTOS DE TIMOR LESTE

REGULAMENTO NO. 2000/6 SOBRE O ESTABELECIMENTO DE UM GABINETE CENTRAL DE PAGAMENTOS DE TIMOR LESTE UNITED NATIONS United Nations Transitional Administration in East Timor UNTAET NATIONS UNIES Administration Transitoire des Nations Unies au Timor Oriental UNTAET/REG/2000/6 22 de Janeiro de 2000 REGULAMENTO

Leia mais

Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes da Quality Software S.A. ( Política de Divulgação )

Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes da Quality Software S.A. ( Política de Divulgação ) Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes da Quality Software S.A. ( Política de Divulgação ) Versão: 1.0, 08/03/2013 Fatos Relevantes v 1.docx 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVO... 3 2. PESSOAS SUJEITAS

Leia mais

BRASIL PLURAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA

BRASIL PLURAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO Brasil Plural Gestão de Recursos Ltda. Setembro de 2015 I. Definição e Finalidade 1. A presente Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleias Gerais de

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas pelas quais o Instituto de Gestão Financeira da Segurança

Leia mais

ODONTOPREV S.A. CNPJ/MF N.º 58.119.199/0001-51 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES

ODONTOPREV S.A. CNPJ/MF N.º 58.119.199/0001-51 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES ODONTOPREV S.A. CNPJ/MF N.º 58.119.199/0001-51 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES O presente Plano de Opção de Compra de Ações de Odontoprev S.A. ( Companhia ), aprovado pela Assembléia Geral Ordinária

Leia mais

PLANO DE INCENTIVO DE LONGO PRAZO - OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES GOL LINHAS AÉREAS INTELIGENTES S.A.

PLANO DE INCENTIVO DE LONGO PRAZO - OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES GOL LINHAS AÉREAS INTELIGENTES S.A. PLANO DE INCENTIVO DE LONGO PRAZO - OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA GOL LINHAS AÉREAS INTELIGENTES S.A. aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária realizada em 19 de outubro de 2012 1 PLANO DE INCENTIVOS

Leia mais

A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO

A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO -1- A COMISSÃO DE AUDITORIA DA MOTA-ENGIL AFRICA N.V. MANDATO A Mota-Engil Africa N.V. (a "Empresa") adotou um modelo de governação de um nível. Nos termos do disposto no princípio III.5 (e nas disposições

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2008R1234 PT 02.11.2012 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 1234/2008 DA COMISSÃO de 24 de Novembro de 2008 relativo

Leia mais

Rede INFO: abordagens eficazes aos princípios fundamentais

Rede INFO: abordagens eficazes aos princípios fundamentais Rede INFO: abordagens eficazes aos princípios fundamentais Setembro de 2014 A International Network of Financial Services Ombudsman Schemes (Rede INFO) é a associação mundial de mediadores de serviços

Leia mais

IMPORTANTE Deve ler o seguinte aviso antes de continuar. Memorando relativo à Solicitação Tabulation Agent Sociedade

IMPORTANTE Deve ler o seguinte aviso antes de continuar. Memorando relativo à Solicitação Tabulation Agent Sociedade Esta tradução portuguesa é disponibilizada exclusivamente para efeitos informativos. A versão inglesa do Memorando relativo à Solicitação é a versão prevalecente e, em caso de qualquer discrepância entre

Leia mais

REGULAMENTO DO 1 PROGRAMA DE INCENTIVO ATRELADO A AÇÕES DA DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. CNPJ 16.614.

REGULAMENTO DO 1 PROGRAMA DE INCENTIVO ATRELADO A AÇÕES DA DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. CNPJ 16.614. REGULAMENTO DO 1 PROGRAMA DE INCENTIVO ATRELADO A AÇÕES DA DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. CNPJ 16.614.075/0001-00 NIRE 31.300.025.837 15 de maio de 2015 TEXT_SP 9567220v1 / O presente

Leia mais

Segurança e saúde no trabalho

Segurança e saúde no trabalho Segurança e saúde no trabalho A empresa tem a responsabilidade legal de assegurar que os trabalhadores prestam trabalho em condições que respeitem a sua segurança e a sua saúde. A empresa está obrigada

Leia mais

Código de Ética. Mensagem do CEO

Código de Ética. Mensagem do CEO Mensagem do CEO Ao longo dos últimos 15 anos, a GATEWIT alcançou uma reputação global de confiança, ética e honestidade, que tem sido um pilar fundamental para o sucesso do negócio. Os valores que nos

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

Manual de Procedimentos e Regras para Agente Autônomo de Investimentos

Manual de Procedimentos e Regras para Agente Autônomo de Investimentos HSBC Corretora Manual de Procedimentos e Regras para Agente Autônomo de Investimentos "Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998 pertencem ao HSBC Bank Brasil S.A - Banco Múltiplo.

Leia mais

EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS

EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS Agosto de 2012 A Exploritas Administração Financeira Ltda ( Gestora ), gestora de Fundos de Investimento

Leia mais

Princípios Gerais de Negócios da ARCADIS Logos

Princípios Gerais de Negócios da ARCADIS Logos Princípios Gerais de Negócios da ARCADIS Logos Conteúdo 1 Página Capítulo 2 1. Introdução 3 2. Nossos Compromissos 3! Compromissos com a sociedade 3! Compromissos para com os clientes 4! Compromissos para

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872

DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872 DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872 Revista em Março de 2009 Entidades Municipais, Intermunicipais e Metropolitanas ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1 8 OBJECTIVO 9 FUNÇÕES EQUIVALENTES AO COMPROMISSO DO REVISOR

Leia mais

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Capítulo I Objecto e Âmbito do Regulamento Interno Artigo 1º O presente Regulamento tem como objecto a PROMUNDO

Leia mais

APESP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ENSINO SUPERIOR PRIVADO ESTATUTOS

APESP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ENSINO SUPERIOR PRIVADO ESTATUTOS APESP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ENSINO SUPERIOR PRIVADO ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO DENOMINAÇÃO, NATUREZA, DURAÇÃO, SEDE E FINS Artigo 1º Denominação e Natureza 1. A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DO ENSINO SUPERIOR

Leia mais

PLANO DE OPÇÃO DE AÇÕES. (aprovado na Assembléia Geral Extraordinária da SER EDUCACIONAL S.A. realizada em 12 de agosto de 2013)

PLANO DE OPÇÃO DE AÇÕES. (aprovado na Assembléia Geral Extraordinária da SER EDUCACIONAL S.A. realizada em 12 de agosto de 2013) PLANO DE OPÇÃO DE AÇÕES (aprovado na Assembléia Geral Extraordinária da SER EDUCACIONAL S.A. realizada em 12 de agosto de 2013) 1. OBJETIVOS DO PLANO O Plano de Opção de Ações ( Plano ) tem por objeto

Leia mais

Depósito Indexado Retorno Mercado Acionista abril/13 EUR Produto Financeiro Complexo. - Prospeto Informativo -

Depósito Indexado Retorno Mercado Acionista abril/13 EUR Produto Financeiro Complexo. - Prospeto Informativo - Depósito Indexado Retorno Mercado Acionista abril/13 EUR Produto Financeiro Complexo - Prospeto Informativo - Designação Classificação Caraterização do Produto Depósito Indexado Retorno Mercado Acionista

Leia mais

CONTRATO DE ASSINATURA, CESSÃO DE DIREITO DE USO, LICENÇA DE USO DE SOFTWARE E OUTRAS AVENÇAS.

CONTRATO DE ASSINATURA, CESSÃO DE DIREITO DE USO, LICENÇA DE USO DE SOFTWARE E OUTRAS AVENÇAS. CONTRATO DE ASSINATURA, CESSÃO DE DIREITO DE USO, LICENÇA DE USO DE SOFTWARE E OUTRAS AVENÇAS. MÓDULO SISTEMAS DE GESTÃO LTDA, com sede na cidade de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo, na Rua Amapá, 309

Leia mais

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador;

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador; 1) INTRODUÇÃO Ref.: Instrução CVM Nº 308, de 14 de maio de 1999, que dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, define os

Leia mais

Termos e condições UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS

Termos e condições UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS Termos e condições Bem-vindo à Amawebs.com! Ao usar o website da Amawebs.com, ou quaisquer produtos ou serviços na Amawebs.com, concorda com os termos e condições que se seguem, bem como todas as políticas,

Leia mais

INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS PARA PARTICULARES RENTING GO EXPRESS

INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS PARA PARTICULARES RENTING GO EXPRESS INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS PARA PARTICULARES RENTING GO EXPRESS Valor da retribuição a pagar pelo Cliente 4ª Valor da retribuição a pagar pelo Cliente 1. Os serviços prestados pela LeasePlan em conformidade

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIA

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIA POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIA 1. OBJETIVO O objetivo desta Política de Exercício de Direito de Voto é estabelecer regras no que diz respeito ao exercício do direito de voto em

Leia mais

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov.

Portaria. Gabinete da Ministra da Justiça Praça do Comércio, 1149-019 Lisboa, PORTUGAL TEL + 351 21 322 23 00 EMAIL gmj@mj.gov.pt www.portugal.gov. Portaria O Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica, celebrado entre a República Portuguesa e o Banco Central Europeu, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional,

Leia mais

REGULAMENTO DA CAMPANHA REDE AQUI É FRESCO 5 ANOS, 5 CARROS

REGULAMENTO DA CAMPANHA REDE AQUI É FRESCO 5 ANOS, 5 CARROS REGULAMENTO DA CAMPANHA REDE AQUI É FRESCO 5 ANOS, 5 CARROS PRIMEIRA.- EMPRESA ORGANIZADORA 1.1 UNIMARKETING, Marketing, Comercialização de Bens de Consumo e Serviços Promocionais, C.R.L com sede em Av.

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários MERCADO DE CAPITAIS 01/04/2015 CVM edita a Instrução nº 558/15, que regula a atividade de administração de carteiras de valores mobiliários A Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) divulgou, em 26 de

Leia mais

Linha de Crédito Comércio Investe - Documento de Divulgação - V.1

Linha de Crédito Comércio Investe - Documento de Divulgação - V.1 A presente linha de crédito surge como uma resposta às dificuldades das empresas no acesso ao financiamento, permitindo desta forma melhorar o suporte financeiro dos projetos aprovados no âmbito da Medida

Leia mais

I Definições aplicáveis às Políticas de Divulgação e de Negociação

I Definições aplicáveis às Políticas de Divulgação e de Negociação Política de Divulgação e Uso de Informações e Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da SARAIVA A Saraiva S.A. Livreiros Editores ( SARAIVA ou Sociedade ), sociedade com Registro de Capital

Leia mais

Condições Gerais do Caixadirecta Empresas

Condições Gerais do Caixadirecta Empresas Condições Gerais do Caixadirecta Empresas Cláusula 1ª - Objecto As presentes condições gerais regulam o Caixadirecta Empresas, sem prejuízo das disposições legais aplicáveis e daquilo que for especialmente

Leia mais

Política Institucional

Política Institucional ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA E ESCOPO... 2 3. DIRETRIZES E PRINCIPIOS GERAIS... 2 4. PROCEDIMENTOS RELATIVOS A POTENCIAIS CONFLITOS DE INTERESSE... 3 5. PROCESSO DECISÓRIO DE VOTO... 3 6. EXERCÍCIO

Leia mais

MINASMÁQUINAS S/A CNPJ/MF: 17.161.241/0001-15 NIRE:31300041727 Companhia Aberta ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO

MINASMÁQUINAS S/A CNPJ/MF: 17.161.241/0001-15 NIRE:31300041727 Companhia Aberta ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO MINASMÁQUINAS S/A CNPJ/MF: 17.161.241/0001-15 NIRE:31300041727 Companhia Aberta ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO Art. 1º - Sob a denominação de MINASMÁQUINAS S/A,

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. TODOS OS INVESTIMENTOS TÊM RISCO

Leia mais

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0 CLÁUSULA 1. OBJETIVO DA OUTORGA DE OPÇÕES 1.1 O objetivo do Plano de Opção

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PESSOAIS E NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS SUMÁRIO I - Objetivo... 2 II - Aplicação... 2 III - Regras de Conduta... 3 IV - Disposições Gerais... 6 ANEXO A - Autorização para

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO E SERVIÇO CONDIÇÕES PARTICULARES QWEB

REGULAMENTO GERAL DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO E SERVIÇO CONDIÇÕES PARTICULARES QWEB REGULAMENTO GERAL DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO E SERVIÇO CONDIÇÕES PARTICULARES QWEB ÍNDICE 1. PREÂMBULO... 3 2. ÂMBITO... 3 3. ALTERAÇÕES... 3 4. DEFINIÇÕES E REFERÊNCIAS... 3 5. ESQUEMA DE CERTIFICAÇÃO...

Leia mais

SPORTINGBET: PÁGINA DE JOGO RESPONSÁVEL

SPORTINGBET: PÁGINA DE JOGO RESPONSÁVEL OBSERVATÓRIO TRANSNACIONAL DE JOGO REMOTO Transparência Responsabilidade Social Corporativa A protecção dos consumidores exige a fixação de parâmetros rigorosos que garantam a idoneidade dos operadores.

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA AGENTES AUTÔNOMOS DE INVESTIMENTO BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA AGENTES AUTÔNOMOS DE INVESTIMENTO BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A. CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA AGENTES AUTÔNOMOS DE INVESTIMENTO BANCO COOPERATIVO SICREDI S.A. Versão: Maio 2013 Página 1 Introdução Alinhado com o disposto na Instrução CVM nº 497/11 ( ICVM 497/11 ), o Banco

Leia mais

MERCANTIL DO BRASIL FINANCEIRA S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS Sede: Belo Horizonte Minas Gerais E S T A T U T O

MERCANTIL DO BRASIL FINANCEIRA S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS Sede: Belo Horizonte Minas Gerais E S T A T U T O MERCANTIL DO BRASIL FINANCEIRA S.A. CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS Sede: Belo Horizonte Minas Gerais CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Prazo E S T A T U T O Art. 1º - A Mercantil do Brasil

Leia mais

TÍTULO I OBJETIVOS. Artigo 1.º Objetivos

TÍTULO I OBJETIVOS. Artigo 1.º Objetivos Regulamento da RIPD A Rede Ibero-americana de Proteção de Dados (RIPD) surge na sequência do acordo alcançado entre os representantes de 14 países ibero-americanos, participantes no Encontro Ibero-americano

Leia mais

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A.

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Médis - Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A. 1 O presente regulamento define as regras que orientam a função do Provedor do Cliente da Médis - Companhia Portuguesa

Leia mais

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e, DECRETO Nº 38.125 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2013 Cria a Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro S/A RIOSAÚDE e aprova seu Estatuto. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

Informações sobre Serviços de Investimento. Ações Corporativas, Validade e Ações Administrativas

Informações sobre Serviços de Investimento. Ações Corporativas, Validade e Ações Administrativas Informações sobre Serviços de Investimento Ações Corporativas, Validade e Ações Administrativas Introdução Nas Informações sobre Serviços de Investimento, a DEGIRO fornece uma descrição detalhada dos acordos

Leia mais