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1 SEMINÁRIO MOBILIZAÇÃO DE PESSOAS PARA O VOLUNTARIADO O n g B r a s i l S ã o P a u l o 0 6 / 1 2 /

2 Seminário Mobilização de Pessoas para o Voluntariado ONG Brasil /12/2012 O Centro de Voluntariado de São Paulo - CVSP tem sido um dos integrantes do comitê técnico do evento ONG Brasil (feira e congresso internacional das organizações sociais, do investimento Social privado e da participação em políticas publicas) desde sua primeira edição em Para a construção do conteúdo deste ano o tema inspirador escolhido por parte do comitê formado pelo Instituto Filantropia, Centro de Voluntariado de São Paulo-CVSP e Associação Brasileira de Captadores de Recursos/ São Paulo ABCR SP foi a Participação da sociedade para um Brasil melhor. Planejamos juntos seminários, em dois dias de trabalho que contemplassem: gestão das organizações sociais e seus aspectos jurídicos, mobilização de recursos e voluntariado. Com o apoio da Rede Brasil Voluntário e do Grupo de estudos de Voluntariado Empresarial, organizou o seminário do dia 6 de dezembro: Mobilização de Pessoas para o Voluntariado.

3 Como mobilizar e despertar o interesse de uma pessoa por algum assunto ou atividade? O ambiente e as outras pessoas tem o poder de provocar, estimular, inspirar, promover, facilitar... No voluntariado também é assim! O desafio da mobilização das pessoas para o voluntariado no ambiente da empresa, para o trabalho nas organizações sociais, para uma causa ou projeto, para situações emergenciais ou de desastres, dependem de excelentes ferramentas de comunicação. O voluntário precisa ser convidado e ao mesmo tempo se sentir parte, este é um dos grandes desafios: comunicar com emoção e clareza o que se espera do voluntário, onde, como, com quanto tempo e com quais talentos poderá contribuir; mostrar quais ferramentas podem ser usadas para monitoramento e avaliação do impacto das atividades, realizar o registro das ações e a divulgação dos resultados. Festejar, celebrar, a emoção de saber que faz parte de algo especial, de ver seu trabalho reconhecido e valorizado, mensagens de estímulo e incentivo a continuar. Interessante entendermos que mobilizar pessoas para o voluntariado é propagar uma causa importante e mundialmente reconhecida. Mas é preciso fazer a propaganda desse produto, chamar atenção das pessoas para que se identifiquem com ele! Fazer a publicidade da causa, projeto, organização, o publico que será beneficiado, o impacto positivo da doação do tempo, das habilidades e da atividade realizada. Tanta divulgação gera muita intenção, percebemos quantas pessoas são atraídas a contribuir principalmente para grandes eventos e situações emergenciais ou de desastres, porém é preciso transformar intenção em ação! Colocar a mão na massa, sair da zona de conforto. O Seminário foi embalado ao som da musica Talento em Movimento... Mas às vezes falta um pouco de movimento, sai do lugar, levanta daí o que você sabe fazer, faz falta por aí. Bota a mão na massa, não espere vá e faça também, este é o trecho da musica, uma chamada para levar as pessoas da intenção para a ação. Não pode parar por aí: o trabalho voluntário deve trazer bem estar, alegria, satisfação. Outros aspectos foram considerados para a construção do seminário: os diversos locais onde o voluntariado acontece, tais como no ambiente da empresa, em Programas de Voluntariado Empresarial, nas Organizações Sociais, de forma cada vez mais profissionalizada e o uso de mídias sociais e portais. Também os grandes eventos que acontecerão no Brasil nos próximos anos: Encontro Mundial da Juventude Católica, Copa do Mundo e Olimpíadas. Não pode ser esquecida a mobilização para as situações emergências e de desastres.

4 Contamos com voluntários para a realização do seminário: mediadores que prontamente aceitaram o convite, palestrantes que gentilmente compartilharam suas experiências e voluntários redatores, que com as anotações realizadas durante os painéis, possibilitaram a construção deste material. Nossos agradecimentos a Sandra Carvalho, Priscila Rodrigues, Thiago Baise e Cláudia Franciosi, nossos redatores voluntários. Roberta Rossi foi a responsável pelas fotos e Silvia Maria Louzã Naccache por reunir o material e finalizar o documento. A alegria de contar com evento que proporcionou visibilidade ao tema do voluntariado, além de oferecer um espaço para que organizações sociais, empresas e órgãos públicos possam debater e trocar experiências sobre os programas de voluntariado e o trabalho que realizam. Juntos, promovendo e valorizando o trabalho voluntário em nosso país, Na abertura do seminário a reflexão de Reinaldo Bulgareli: A consistência da proposta é fator determinante para a mobilização de qualquer forma de voluntariado

5 Painel 1 Mobilização de pessoas para o Voluntariado na empresa, nas organizações e em parceria com a comunidade. Na introdução do mediador Reinaldo Bulgarelli, comenta que em sua trajetória sempre se preocupou com a questão Mobilizar para quê? Nesse encontro, vamos tratar sobre o Como mobilizar. Portanto também quer muito aprender com os convidados que vão contar suas experiências. E em seguida convidou Flavio Carlos Seixas para compartilhar a experiência do Dia do Bem Fazer, do Instituto Camargo Correa, iniciativa que nasceu como comemoração do aniversario da empresa. Em 2012 foi realizada a 4a edição. Na sua fala destaca o poder convocatório da empresa para chamar os voluntários. Para a realização do Dia do Bem Fazer, é feito o contato com empresas parceiras do Grupo e com esse trabalho realizado nas empresas determinam pontos focais para a organização; pontos locais CIVICO Comitê de Incentivo ao Voluntariado e Interação com a Comunidade; mobilizam o Grupo de Voluntários - Grupo de Ação Ideal Voluntários.

6 A oportunidade de participação é oferecida às empresas do grupo e empresas convidadas. Flávio apresentou o que chamam de Ciclo de Mobilização: Dia do Bem Fazer > reconhecimento > avaliação > calendários (o Dia já está nos calendários das empresas, e isso é estratégico também) > alinhamento com as empresas > produção e logística > lançamentos > inscrições. O Ciclo mostra bem que estão durante todo o ano trabalhando para esse dia. Um dos segredos da mobilização é esse, segundo Flávio: o ano todo olhando para o evento a ser realizado. Outro aspecto importante é produzir uma comunicação atraente, cuidar da identidade visual, realizar lançamentos, construir uma marca desejada. Isso tudo usando ferramentas online e off-line. A iniciativa tem o objetivo de mudar a relação dos voluntários com a comunidade e Flávio observa que a autonomia dos voluntários, com isso, aumentou. Resultados: 23 empresas (entre parceiras e convidadas) 203 ações, 110 municípios, 11 países, voluntários, parceiros. Fábio Risério, do Grupo Promon teve no ano de 2012 a experiência de participar da iniciativa da Camargo Corrêa Dia do Bem Fazer, o que foi possível graças â confiança já estabelecido em parcerias anteriores. Juntar duas empresas envolve verificar questões de RH, questões jurídicas, questões comerciais, etc., o que dá trabalho, mas Fábio provoca: por que duas empresas que já possuem relação comercial não podem se unir também nas ações sociais? No caso do Dia do Bem Fazer, o fato de a Camargo Correa dar autonomia para a empresa que queira participar também ajuda. A empresa tem liberdade para realizar as ações voluntárias de acordo com o que já tem definido como linha do seu trabalho social. Destacou que o modelo participativo do programa da Promon, que preza pela definição das atividades em conjunto com os voluntários pode ser mantido. Fez diferença também para o sucesso da ação em parceria, a liderança exercida pela empresa que convidou, com sua experiência já consolidada. A comunicação também foi e deve ser feita com cuidado em se tratando de duas empresas juntas. Empresas que podem ser concorrentes em alguns momentos, parceiras comerciais, fornecedoras em outros momentos. Fábio observa que além das formas tradicionais de comunicação, o que é ainda mais efetivo é a mobilização boca a boca: nada mobiliza mais do que a pessoa que já fez o trabalho, já participou. Além do meio online, do off-line, temos o meio humano. É importante ter uma coordenação que cuide da gestão das iniciativas voluntárias. Outro aspecto que Fábio destacou é que a empresa, com a participação no Dia do Bem, consegue abrir o leque de ações que vão além do foco definido pelo programa de voluntariado já estabelecido.

7 Um dos questionamentos foi: Quais ações são realizadas no Dia do Bem Fazer? Flávio esclareceu que o Dia é um projeto dentro de um programa de voluntariado. São realizadas ações diversas de acordo com a comunidade (Festivais de Talento são um exemplo), mas frisou que esse é um momento de celebração. Existem as ações que são realizadas durante o ano todo. Os Grupos de Ação do programa Ideal Voluntario - GAIV são os responsáveis por isso. A orientação dada é para que os voluntários cumpram os compromissos assumidos, continuem com ações nos meses seguintes. É claro que muitos não retornam, mas o desejo é de que as ações sejam perenes. E para finalizar traz um dito, ilustrando o fato de que com o Dia do Bem Fazer, a empresa proporciona a experiência, essa vivência da ação social: as cabeças pensam onde os pés pisam". E ainda: Há um controle de voluntários que iniciaram no Dia do Bem Fazer e deram continuidade em outras ações? Este é um monitoramento difícil, por isso é transmitido orientações de comprometimento. Mas a questão do voluntariado perpassa por várias motivações, portanto focamos no benefício que a ação e o voluntário trarão naquele momento específico. A ideia central é: A cabeça pensa onde os pés pisam. O segundo aspecto a ser observado na mobilização de pessoas foi para organizações sociais e o convidado foi Júlio Lima TETO. A ONG TETO tem 6 anos: nasceu no Chile com o trabalho de jovens universitários, voluntários durante as férias escolares, em Curanilahue. Após o trabalho, voltavam às aulas e percebiam que precisariam continuar. Surgiu então o projeto Para Casas. Conseguiram construir as 2001 casas. E aí? Continuava o sentimento de que não poderiam parar. Com isso a organização foi crescendo e iniciou a expansão para outros países (em função também da ocorrência dos terremotos na América Latina). No Brasil começou no Pernambuco, mas iniciou mesmo os trabalhos em Hoje está presente em 19 países, com 50 escritórios, é "multinacional" social de mobilização dos jovens. O TETO existe porque existe situação de pobreza e Júlio fala que consideram pobreza (assim como CEPAL) a falta de acesso aos bens básicos, saúde, água, higiene. Preocupamse com a questão de famílias "invisíveis", que estão fora das estatísticas do IBGE. Constroem uma casa temporária, em uma situação emergencial (mesmo que o emergencial seja constante) porque acreditam que a casa é estruturante. É o mínimo de dignidade para se viver. O modelo é uma casa de madeira de 18m2, construída em 2 dias, barata e replicável. Não está indo dar a casa (não é uma ação puramente assistencialista, segundo Júlio) - querem que as famílias tenham força a partir dessa intervenção para buscar suas necessidades. Júlio frisou em sua fala a questão de se preocuparem com uma relação horizontal: conhecer as pessoas, as famílias, ouvi-las. Depois da primeira moradia, desenvolvem o Projeto de Habilitação Social, construindo planos de desenvolvimento construído em conjunto com os moradores.

8 Segundo Júlio, possuem uma visão de longo prazo, a partir das moradias. Não queremos dar nada, as famílias não querem presentes. Como mobiliza jovens 18 a 30 anos, o TETO é uma ferramenta que cria consciência social. Possibilita o contato dos que tiveram mais oportunidade com os que tiveram menos oportunidade. Possibilita um ambiente de trabalho conjunto que gera frutos. O vinculo estabelecido proporciona a oportunidade de desenhar os planos de educação, de saúde, etc. para a comunidade. O TETO é, portanto, um grande movimento que mobiliza jovens, mobiliza também empresas para o financiamento e para o envolvimento do voluntariado corporativo. Querem tornar o tema da pobreza prioritário no país. E quando conseguem levar jovens no farol percebem que já existe uma confiança da sociedade. Como as famílias são chamadas? Qual a forma de mobilização desse público beneficiado foi um dos aspectos observados. Júlio conta que mudar o nome para TETO (antes Um teto para meu país ) já foi pensando em facilitar a comunicação com as famílias. Antes eram vistos como jovens felizes que vão ajudar. Não é isso que querem. Querem mobilizar para a atuação em conjunto. No processo de envolvimento das famílias fazem entrevistas para saber como são as casas, como é a percepção da comunidade, condições de vida no local. Priorizam as famílias que têm potencial de superação. As famílias também precisam pagar R$150,00, têm que desmontar a casa em que vivem, cozinham para a equipe e constroem juntos. Isso tudo é importante para mostrar que elas têm que trabalhar para melhorar a qualidade de vida delas. Hoje existem exemplos também de moradores que estão se voluntariado para atuar em outras comunidades. O ano de 2012 for marcado pela criação de muitos portais na internet facilitadores entre quem quer ser voluntário e as oportunidades, além de muito outros que já existiam há muito anos, como V2V do portal do Voluntário, Voluntários On Line, do Instituto Voluntários em Ação de Florianópolis e os próprios sites dos Centros de voluntariado, como do CVSP. Vale conferir na internet: Voluntarius, Busca Voluntária entre outros, inclusive de redes internacionais. Esses portais oferecem oportunidades presenciais e também a distancia. Para falar sobre esse tema foram convidados Luis Madaleno, Daniel Morais, criadores do site ATADOS e eles falaram sobre mobilização por meio da Internet e das redes sociais. As redes sociais colocam em contato, fazem a conexão entre as pessoas. O que o voluntariado tem com isso? Bom, as redes ajudam nessa conexão, mas continuando nessa reflexão, o que eles verificaram foi de que mesmo com a ajuda das redes, algumas ONGs ainda conseguem mais visibilidade do que outras e eles apresentaram uma lista de motivos que passa por publicidade, uso da internet, tradição, etc. A proposta do Atados é justamente elevar a visibilidade das ONGs. E estão conseguindo! O mundo online é mais fácil e mais barato para as ONGs (mundo online), mas é importante cuidar da divulgação, conversa com os internautas/usuários, resposta, design, aproveitar as ferramentas gratuitas, convidar amigos.

9 Existem voluntários dispostos a ajudar nisso e é preciso manter o contato ativo pelo mundo off-line: gestão de voluntários eficiente, seleção de vagas, acolhimento e envolvimento, sentimento de pertencimento. O voluntário precisa ver o sentido do trabalho. O site Atados foi lançado há apenas um mês e já está tendo sucesso, as pessoas têm ficado 7 minutos no site, o que é um tempo médio bem alto. Ampliar o senso de comunidade na sociedade é um dos objetivos deles. Reinaldo comenta que é interessante notar que o mundo do voluntariado entrou antes do que o das ONGs para esse mundo online. Um dos questionamentos da plateia foi se eles ou algum desses outros portais já desenvolveram aplicativos para celulares, Ipad, etc. Acredita- se que não, mas acreditam que está bom assim: o voluntariado não é uma coisa só de celular, é realmente preciso gastar um tempo maior, procurar com calma uma oportunidade, entrar em contato com a ONG, não tão rápido. Ao mesmo tempo existe uma preocupação de todos em facilitar o sistema de busca para quem deseja participar e fazer a diferença, como completou a equipe do CVSP. Concluímos que quem realmente mobiliza entende que é preciso convencer a ir e convencer a ficar!

10 Painel 2 Mobilização de pessoas para o Voluntariado em grandes eventos e situações emergenciais e de desastre. A mediadora desse painel foi Ana Maria Warken do Vale Pereira, do Instituto Voluntário em Ação de Florianópolis. Junto ao IVA construíram material bastante importante sobre a mobilização e capacitação de pessoas para situações emergenciais junto com a defesa civil de Santa Catarina e fez a composição do grupo com todos os participantes do painel. A primeira a apresentação foi de Bianca Centurione da Cruz Vermelha Brasileira, regional São Paulo. A Cruz Vermelha fundada em 1907 nasce para prestar socorro via voluntariado: atua em 186 países e o voluntariado é um dos princípios da organização. Possuem o grupo de Voluntariado Oficial: formação institucional, termo adesão, vincula com instituição (direitos e deveres) e curso primeiro socorro para leigos. As formas captação são por meio do site Cruz Vermelha SP/Brasil, página do Facebook Cruz Vermelha, o site do CVSP e atualmente também do Atados e ainda nas palestras realizadas em outras instituições. Já o grupo de Voluntário Pontual acontece quando o quadro de voluntários é insuficiente para a demanda de trabalho, por exemplo no caso de grandes doações, situações emergenciais e de desastres.

11 Nessa situação as formas Captação: reportagem da organização, grupos de funcionários das empresas, Escoteiros, imprensa, pessoas que levam donativos e ficam trabalhando e ainda Universitários. A gestão dos voluntários pontuais: os voluntários oficiais coordenam os pontuais (orientação/protocolo) / 2008 a 2011 grandes calamidades aconteceram no Brasil, em 2008 eles arrecadaram 850 toneladas de alimentos e em 2011 passaram pela CVB 1052 voluntários pontuais. Destacou que não possuem dificuldade de mobilização, pois os próprios voluntários os procuram e oferecem ajuda. Porém, valorizam e praticam a importância do trabalho voluntário, que esta postura se expressa na carta de princípios da Cruz Vermelha, onde o voluntariado é um dos princípios. Apesar de não apresentarem dificuldade na captação de voluntários, acredita que a organização dos voluntários é fundamental para o bom desenvolvimento do trabalho e ainda o trabalho com muitas parcerias e deu destaque a parceria com a Defesa Civil e Transportadoras que ajudam no deslocamento das doações. A apresentação de Fabio Pinaud - Projeto RIO 2016 para Olimpíadas e Jogos Paraolímpicos iniciou com um lindo e emocionante Vídeo Institucional explicando como serão as Olimpíadas no Rio de janeiro em Ele é o responsável pela gestão dos voluntários e estão em fase de planejamento. A proposta é atrair, engajar e reter força de trabalho de 70 mil voluntários; formar uma força de trabalho voluntária capaz de realizar com sucesso os jogos e ainda representar a imagem da força de trabalho no Brasil para o mundo. Tem também em suas metas encorajar equipe a desenvolver preocupação social, serem zeladores e cuidadores para que esse legado seja um marco positivo nas comunidades e também, solidificar no Brasil um legado de voluntariado em longo prazo. O desejo é que cada voluntário considere esta experiência memorável. Para os eventos testes, serão mobilizados 20 mil voluntários, que formarão a rede para as próximas etapas. Existe a preocupação que na formação e capacitação de voluntários haja: alinhamento dos valores, flexibilidade e adaptabilidade, comprometimento, o foco em servir, um espírito de trabalho em equipe, senso de liderança. Serão divididos em dois grupos: generalista, que não precisa formação específica e o especialista precisa formação, tal como: médico, tradutor, etc. Todos precisam de tenacidade, trabalhar o compromisso com robustez e pro-atividade. O calendário para os próximos anos já está pronto: 2013 lançamentos organizações especialistas (parceiras) lançamento publico e inscrições para 2015 inicio treinamento, eventos testes e processo seletivo e em 2016 o fechamento eventos testes e seleção pronta. No planejamento a proposta é oferecer ao voluntário: treinamento geral e especifico e transporte publico, lembrando que o maio ganho será a experiência: diversidade e inclusão, ambiente de aprendizagem, alta performance, alto padrão do serviço. Importante a conscientização de todos de que haverá uma exposição do evento global. Serão muitos desafios tais como dominar o idioma do inglês.

12 Cultura voluntariado para essas situações ainda é fraca, captar 70 mil pessoas para um trabalho gratuito, patrocinador para aulas de inglês e serviço para o processo de seleção 2 anos antes. Seguindo o exemplo de Londres, criar um plano para depois das olimpíadas. Londres fez uma rede para que o mercado olhe de maneira diferente para estas pessoas (voluntários). Finalizamos o segundo painel com Flavio Lopes do Programa Voluntários das Nações Unidas VNU compartilhou sua experiência no Haiti e em El Salvador. Ele observou que em situações de desastre e emergência, não faltam voluntários dispostos a trabalhar. O que falta é a organização destas tantas pessoas. O VNU criado em 1971 na Assembleia Geral, promove voluntariado como engajamento e trabalha em parceria com agencia da ONU. Segundo estatística de voluntários no mundo o resultado é: média de 38 anos, 5 a 10 anos de experiência, 162 nacionalidades, 132 países, 62% homem e 38% mulher, interesse de muitos profissionais como engenheiros, médicos, administradores. E ainda esses voluntários estão: África e sul da Ásia 57% e 11% na América Latina. Flávio compartilhou sua vivência como voluntários das Nações Unidas em El Salvador, em uma comunidade de 15 mil pessoas, tragédia (morte de 300 pessoas) ano de O país declarou estado de emergência e não consegui dar conta de seus problemas internos. Apesar da dificuldade, o pais sofria com a chuva torrencial, os voluntários que chegaram na cidade para ajudar queriam fazer alguma ação para ajudar a população, começou a trabalhar com a proteção civil. A comunidade também se inspirava e começava a realizar algumas ações para ajudar o entorno. Também atuou no projeto Escolas Vivas, transformar escolas em polos de desenvolvimento, com segurança familiar, gestão de risco de desastre e agricultura orgânica: estudantes foram beneficiados, sete hortas escolares foram implementadas e com a parceria com mais de 15 organizações foi possível publica o Manual Escolas Vivas. Segundo Flavio, existe uma longa caminhada para falar sobre os desastres e ter voluntários preparados. Voluntariado é uma coisa muito profunda! Voluntárias são pessoas movidas por valores e ideais. Voluntários vão procurar fazer aquilo que tem a ver com o perfil dele uma maior consciência sobre o outro, pessoas menos egoístas que pensam de uma forma mais integrada e global. Flávio trouxe também complementando o tema do painel numero 1 a questão dos programas de Voluntariado Online, e seus dois aspectos: as rede sociais e sites como espaço para divulgação de oportunidades de trabalho voluntário presencial e ou não e ações de voluntariado a distancia que apresentam o seguinte perfil: 31 anos média, Países em desenvolvimento 62% e em 0utros países 38%. Para finalizar um convite para a participação no Myworld2015.org que futuro nós queremos? Acontecerá a partir de janeiro de 2013 uma nova avaliação dos objetivos do milênio as pesquisas vão começar e depois de todos os dados coletados, o UNV levará para a Assembleia Geral.

13 Recebemos antes do intervalo a visita do presidente da Fundação Pró Sangue e a campanha Passe a Bola: Seja um doador. Tivemos um intervalo bem especial: Café com autógrafo e bate papo com a autora Tatiana Piccardi da Associação Helena Piccardi de Andrade e Silva- AHPAS. O livro: A identidade do Voluntário no mundo do trabalho.

14 Painel 3 - Desafios para um sistema Nacional de Voluntariado A mediadora Cláudia Franciosi, da Parceiros Voluntários fez abertura lembrando que esta mesa é um novo espaço para falar da proposta de criação de um sistema nacional de voluntariado, que teve início em março de 2012, com o convite do Ministério das Relações Exteriores. Claudia lembrou que os debates foram acalorados, mostrando que precisamos ampliar as discussões em relação ao tema. Milton Rondó Filho, coordenador geral de Ações Internacionais de Combate à Fome, do Ministério das Relações Exteriores, enviou mensagem especial por vídeo e informou que não pode ir ao encontro por motivo de agenda, mas está a disposição para ajudar. Lembrando que as principais Leis nascem do dialogo da sociedade civil e governos, abriu espaço para que todos possam propor ideias e iniciativas para que seja criada uma politica nacional do voluntariado, sendo um estímulo para o reconhecimento dos voluntários no Brasil.

15 Em seguida, complementando a participação do Ministério, Ana Luisa, consultora da Unesco foi contratada para assessorar e sistematizar as discussões realizadas em março de 2012, compartilhou o resumo do documento: Perspectivas para um Sistema Nacional do Voluntariado Documento Final e disponibilizou versões completas impressas para os participantes da mesa e da plateia. Informou que é um documento aberto, onde todos podem comentar e propor iniciativas. Apresentando um resumo do documento final, Ana informou que os trabalhos englobam quatro frentes de trabalho: Marco Legal, Sistema Nacional de Voluntários, Gestão de Voluntários e Formação de Voluntários. O papel do Estado nesta iniciativa é incentivar e promover o voluntariado. O papel dos voluntários é promover o desenvolvimento humano e social, o bem estar, a transformação e a defesa dos direitos humanos. O sistema tem como função apoiar o voluntariado para o desenvolvimento social. Para que o sistema seja viável, a proposta é criar o Conselho Nacional de Voluntariado para definir a estrutura, estratégias e orientação da equipe técnica que irá implantar o Sistema. No documento final tem o organograma do processo. Observando os quatro grupos de trabalho criados no encontro de março, os aspectos de destaque são: Marco Legal: Organizar direitos e deveres dos voluntários e agentes de fomento, preocupação em não engessar o trabalho dos voluntários, revisão da Lei 9608/98 e como ela deve atender também a questão dos desastres e grandes eventos pensar a respeito da inclusão de um seguro. Com relação ao Sistema de Cadastro: a proposta de portal eletrônico, desafio da capacitação para uso da ferramenta e ainda a orientação para que o processo de seleção seja de responsabilidade das organizações, cadastrar ONGs com demandas de voluntários e cadastrar pessoas. Uma das preocupações é levar em consideração os cadastros já existentes. Gestão de Voluntários: construção de conteúdo e ter no sistema para disponibilização guias e normas. Formação Continuada: levantamento de boas práticas e proposta de encaminhamento e visibilidade e ainda a promoção de capacitações pela internet, vídeo, teleconferência etc. Outros aspectos a serem considerados foi o que o sistema chamou de reconhecimento que os voluntários necessitam de condições mínimas para atuar ajuda de custo), o seguro obrigatório e a criação de um fundo para apoiar programas de projetos de ações voluntárias. E ainda, rever e conhecer como isso acontece em outros lugares do mundo. Ana finalizou apontando os encaminhamentos, como a criação de um conselho consultivo e criação de um sistema para ser usado na Copa do Mundo e em Situações de Desastres, levando como aprendizagem para a criação de um Sistema Nacional. Dando continuidade ao debate, Michelle, começou sua fala informando que a ministra tem muito interesse neste tema, principalmente pela urgência do Brasil ter apoio do governo em situações de desastre. No Rio de Janeiro ficou claro que estávamos apenas no começo de um dialogo em conjunto com a sociedade civil, que a muito tempo se dedica a organização e fomento ao voluntariado.

16 Hoje o Governo quer apoiar neste processo. Segundo Michelle o documento apresentado é uma 1ª versão. A continuidade será aprender com demandas já existentes: emergência e desastres e os grandes eventos (Copa e Olimpíadas). Desejo de aproximação também com o Ministério dos Esportes para que nestes eventos possamos aprender e ser uma plataforma. que possa ser usada em outros momentos em relação ao voluntariado. Ainda neste contexto, os voluntários nos eventos passarão por treinamentos sobre direitos humanos. O trabalho com os voluntários na Copa e Olimpíada poderá ser um legado dos eventos para o voluntariado. Com este caminhar, Michele vê o processo em aberto, mas com andamento. Estando assim otimista de bons resultados. Para a conclusão dos trabalhos do dia, Ângela da Secretaria Nacional da Juventude trabalhar com o aprendizado do piloto dos eventos e em situações com desastres é um processo importante para o desenvolvimento do sistema nacional do voluntariado. Para Ângela, o Seminário de março mostrou o desafio que o governo tem neste projeto: o de integrar todas as ações do governo em relação ao tema e ainda o de valorizar e aprender com a Sociedade Civil. Mas o contexto que estamos envolvidos hoje são propícios para o tema, já que 1 em cada 4 brasileiros já fez ou faz trabalho voluntário. Muitos jovens estão participando de eventos nacionais como o foi no PAN, e é no Projeto Rondon. Assim como foi apresentado, antes do sistema vamos juntar esforços para fazer e aprender com os Grandes Eventos e com a Mobilização em situações de desastres. Ângela informou que este é um projeto que esta no foco do governo pelo Fórum de Direitos, onde avanços sociais foram conquistados no Brasil, e hoje uma ação articulada entre Governo e Sociedade Civil é necessária para termos avanços nos Valores de nossa sociedade. Para podermos viver melhor com as diferenças.

17 Em nome do Centro de Voluntariado de São Paulo, do Grupo de Estudos de Voluntariado Empresarial e da Rede Brasil Voluntário, organizadores do Seminário MOBILIZAÇÃO DE PESSOAS PARA O VOLUNTARIADO, agradecemos à UBM Brazil realizadora deste evento e ao Instituto Unibanco, que ofereceu o material que estamos distribuindo para os presentes. Agradecimentos a todos que participaram do nosso Seminário: palestrantes, mediadores, redatores. Rede Brasil Voluntário Grupo de Estudos de Voluntariado Empresarial

18 Currículos e Contatos Thiago Baise: coordenador do Centro de Ação Voluntária de Curitiba. Sandra Carvalho: Coordenadora da central de Voluntários de Guarulhos. Priscila Rodrigues: coordenadora de voluntários da Liga Solidária Claudia Sintoni: voluntária do Grupo de Estudos de Voluntariado Empresarial Silvia Maria Louzã Naccache: coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo. Roberta Rossi: Voluntária Grupo de Estudos de Voluntariado Empresarial.

19 Reinaldo Bulgarelli: Sócio-diretor da Txai Consultoria e Educação, empresa que atua na área de sustentabilidade e responsabilidade social empresarial. Coordenador dos cursos de sustentabilidade, responsabilidade social, diversidade e meio ambiente do Programa de Educação Continuada da FGV-SP. Fábio Riserio: Profissional com 12 anos de experiência na área de Responsabilidade Social e Terceiro Setor, atualmente é Gerente de Responsabilidade Social do Grupo Promon. Relações Públicas pela UNESP, Comunicação Empresarial pela ECA/USP e Inteligência de Mercado e MBA em Gestão de Sustentabilidade pela FIA. Flavio Carlos Seixas: Coordenador do programa de voluntariado do Grupo Camargo Corrêa. Formado em Psicologia e especialista em Movimentos Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais. Júlio Lima: Diretor de Construções na organização TETO (ex-um Teto para meu País) onde foi coordenador voluntário por dois anos, tendo passado pela área de Formação e Voluntariado. Formado em Informática para a Gestão de Negócios, trabalhou no setor privado por 6 anos e atuou como coordenador de cursos na Youth Action for Change. Luis Madaleno: um dos fundadores do Atados. Cursa o último ano de Administração de Empresas na USP. Fez intercâmbio na República Tcheca. Daniel Morais: É um dos fundadores do Atados. Cursa o último ano da graduação em Administração de Empresas na USP. Realizou intercâmbios para a Finlândia e para a Holanda pela universidade e trabalhou em consultoria de gestão de recursos. Ana Maria Warken do Vale Pereira: Fundadora e Diretora Executiva do Instituto Voluntários em Ação/SC e do ICom/Florianóplis organização que objetiva a difusão da cultura do voluntariado. Graduada em Serviço Social e pós-graduada em Desenvolvimento de Comunidade pela Universidade Federal de Santa Catarina. Bianca Ficotto Centurione: Coordenadora de voluntários da Cruz Vermelha Brasileira SP desde Graduada em psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Psicopatologia e Psicofarmacologia pelo Instituto Sedes Sapientiae.

20 Fábio Pinaud: Especialista em Recursos Humanos com 20 anos de atuação em empresas nacionais e multinacionais de grande porte. Administrador e Mestrando em Administração de Empresas pelo IBMEC-RJ. Gestor do Programa de Voluntários dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio Flavio Lopes: Coordenador Nacional dos Voluntarios das Nações Unidas para a Consulta da Agenda Pós Trabalhou como Voluntario Internacional para ONU em El Salvador para a redução do risco de desastres e segurança alimentar É formado em Psicologia Clínica e Social e Mestre em Ações Humanitária Internacional pela Universidade de Uppsala, Suécia. Claudia Franciosi: Gerente de Mobilização e Articulação da ONG Parceiros voluntários, onde atua desde Formada em Psicologia pela UNISINOS, com especialização em Terceiro Setor pelo GIFE - Grupo de Institutos Fundações e Empresas/SP, especialização em Elaboração de Projetos Sociais UFRGS e MBA em Gestão Empresarial FGV/RJ. Milton Rondó Filho: Coordenador-geral de Ações Internacionais de Combate à Fome do Ministério das Relações Exteriores. Ângela Cristina Santos Guimarães: Secretária-Adjunta da Secretaria Nacional de Juventude da Presidência da República e atual Presidenta do Conselho Nacional de Juventude Licenciada em Sociologia pela Universidade Federal da Bahia. Desde 2007 é parte do Conselho Nacional de Juventude. Fez parte da primeira gestão do Conselho de Juventude da Bahia, representando a União de Negros pela Igualdade. Michele Morais de Sá e Silva: Coordenadora-Geral de Acompanhamento de Projetos de Cooperação Internacional da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Tem PhD em Educação Comparada Internacional pela Columbia University, EUA. É mestre pelo Institute of Social Studies, em Haia, Holanda. Graduada em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília. Ana Luisa Alves Cordeiro: Atua na área gestão de projetos com foco em questões sociais. Prestou consultoria sobre voluntariado para a UNESCO e atualmente é sócia da empresa OFFICE - Projetos Socioeconômicos e Comunicação Ltda.

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