ÓRGÃO: UASG: ENDEREÇO DE ENTREGA: RESPONSÁVEL TÉCNICO:

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1 ÓRGÃO: UASG: ENDEREÇO DE ENTREGA: RESPONSÁVEL TÉCNICO: GRUPO 1 Item Quant. Descrição item R$ unitário R$ total SWITCH TIPO 01: Equipamento tipo Switch Gigabit Ethernet com capacidade de operação em camada 3 do modelo OSI; Deve ser compatível com os switches marca Cisco modelo 2960S já existentes na XXX; Deve ser fornecido com 24 (vinte e quatro) portas 10/100/1000BaseT, RJ-45; Deve ser fornecido com 4 slots SFP para conexão de transceivers com fibras ópticas multimodo e monomodo; Deve possuir 28 portas ativas simultaneamente; Deve possuir porta de console para total gerenciamento local, com conector RS-232 ou RJ- 45; Deve possuir capacidade de vazão de pelo menos 41 mpps, com switching bandwidth de 176 Gbps full duplex; Deve permitir configuração/administração remota através de interface gráfica web-based SSL, através de SSH e SNMPv3; Deve permitir a criação de três níveis de administração e configuração do switch: somente leitura, leitura e configuração das portas, acesso completo; Deve suportar empilhamento através de interface dedicada, com velocidade mínima de 20 Gbps, configurado em forma de anel. Deve-se utilizar portas específicas para este fim, de uso traseiro. Caso seja opcional, a porta e cabo de empilhamento não precisam ser fornecidos neste processo; Deve empilhar com switches PoE e não PoE. Os switches PoE devem prover alimentação conforme o padrão 802.3at, fornecendo até 30W por porta; Deve possuir funcionalidade que permita o autodescobrimento do equipamento conectado na porta do switch. Após este descobrimento, o switch deve aplicar sem intervenção humana as regras na porta (VLAN, ACL, velocidade) conforme o tipo de equipamento conectado; O equipamento deve permitir sua configuração automática com base em outro equipamento da rede, sem intervenção humana, permitindo a rápida substituição do equipamento. Ao ser ligado, o equipamento deve buscar esta configuração com base em parâmetros de DHCP previamente definidos; Deve implementar roteamento IP (Layer 3) com pelo menos 4 interfaces roteáveis, permitindo a , ,79 DEMANDA PARA REGISTRO

2 criação de pequenos backbones; Deve permitir o espelhamento do tráfego de uma porta (port mirroring) para outra porta do mesmo switch ou para uma porta de outro switch que estiver na rede. Deve permitir o espelhamento de tráfego nos switches 2960S já existentes na XXX; Deve possuir Jumbo Frame de 9k bytes; Deve possuir IGMP e MVR para tráfego de multicast; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1Q para criação de redes virtuais, e deve permitir a criação de no mínimo 128 VLANs com IDs entre 1 e 4094; Deve identificar automaticamente portas em que telefones IP estejam conectados e associá-las automaticamente a VLAN de voz; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x com as seguintes extensões: assinalamento de VLAN por usuário e Guest VLAN para usuários não autenticados. Para usuários sem cliente IEEE 802.1x instalado, deve possuir um portal Web para autenticação; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x de múltiplos usuários por porta, para o caso de links com switches não gerenciáveis. Apenas o tráfego dos usuários que se autenticarem será permitido; Deve permitir configurar quantos endereços MAC podem ser aprendidos em uma porta (port security), e permitir configurar qual ação será tomada quando esta regra for quebrada, alertar ou desativar a porta; Deve possuir Spanning Tree padrão IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree) e IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree) com filtros BPDU. Deve implementar pelo menos 64 instancias de STP; Deve possuir controle de banda (rate limiting) baseado em endereço IP de origem, endereço IP de destino, e portas TCP e UDP de origem e destino; Deve possuir o protocolo Network Timing Protocol (NTP) autenticado para a sincronização do relógio com outros dispositivos; Deve permitir a criação de listas de acesso (ACLs) baseadas em endereço IP de origem, endereço IP de destino, portas TCP e UDP de origem e destino, e dia e hora da semana; Deve possuir cliente DNS; Deve possuir DHCP Snooping para eliminação de falsos servidores de DHCP; Deve permitir a configuração de DHCP Server e DHCP Relay; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1AB para descobrimento de uplinks; Deve permitir o envio de mensagens geradas pelo sistema em servidor externo (syslog); As mensagens geradas pelo sistema devem ser enviadas para o servidor externo indicando a hora exata do acontecimento; Deve ser fornecido com fonte de alimentação interna com capacidade para operar em tensões de 110V ou 220V / 60Hz; Permitir a instalação de fonte redundante;

3 Gabinete padrão para montagem em rack de 19". LOCAIS DE ENTREGA: SWITCH TIPO 02: Equipamento tipo Switch Gigabit Ethernet com capacidade de operação em camada 3 do modelo OSI; Deve ser compatível com os switches marca Cisco modelo 2960S já existentes na XXX; Deve ser fornecido com 48 (quarenta e oito) portas 10/100/1000BaseT, RJ-45; Deve ser fornecido com 4 slots SFP para conexão de transceivers com fibras ópticas multimodo e monomodo; Deve possuir 52 portas ativas simultaneamente; Deve possuir porta de console para total gerenciamento local, com conector RS-232 ou RJ- 45; Deve possuir capacidade de vazão de pelo menos 77 mpps, com switching bandwidth de 176 Gbps full duplex; Deve permitir configuração/administração remota através de interface gráfica web-based SSL, através de SSH e SNMPv3; Deve permitir a criação de três níveis de administração e configuração do switch: somente leitura, leitura e configuração das portas, acesso completo; Deve suportar empilhamento através de interface dedicada, com velocidade mínima de 20 Gbps, configurado em forma de anel. Deve-se utilizar portas específicas para este fim, de uso traseiro. Caso seja opcional, a porta e cabo de empilhamento não precisam ser fornecidos neste processo; Deve empilhar com switches PoE e não PoE. Os switches PoE devem prover alimentação conforme o padrão 802.3at, fornecendo até 30W por porta; Deve possuir funcionalidade que permita o autodescobrimento do equipamento conectado na porta do switch. Após este descobrimento, o switch deve aplicar sem intervenção humana as regras na porta (VLAN, ACL, velocidade) conforme o tipo de equipamento conectado; O equipamento deve permitir sua configuração automática com base em outro equipamento da rede, sem intervenção humana, permitindo a rápida substituição do equipamento. Ao ser ligado, o equipamento deve buscar esta configuração com base em parâmetros de DHCP previamente definidos; Deve implementar roteamento IP (Layer 3) com pelo menos 4 interfaces roteáveis, permitindo a criação de pequenos backbones; Deve permitir o espelhamento do tráfego de uma porta (port mirroring) para outra porta do mesmo switch ou para uma porta de outro switch que estiver na rede. Deve permitir o espelhamento de tráfego nos switches 2960S já existentes na XXX; Deve possuir Jumbo Frame de 9k bytes; Deve possuir IGMP e MVR para tráfego de , ,26

4 multicast; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1Q para criação de redes virtuais, e deve permitir a criação de no mínimo 128 VLANs com IDs entre 1 e 4094; Deve identificar automaticamente portas em que telefones IP estejam conectados e associá-las automaticamente a VLAN de voz; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x com as seguintes extensões: assinalamento de VLAN por usuário e Guest VLAN para usuários não autenticados. Para usuários sem cliente IEEE 802.1x instalado, deve possuir um portal Web para autenticação; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x de múltiplos usuários por porta, para o caso de links com switches não gerenciáveis. Apenas o tráfego dos usuários que se autenticarem será permitido; Deve permitir configurar quantos endereços MAC podem ser aprendidos em uma porta (port security), e permitir configurar qual ação será tomada quando esta regra for quebrada, alertar ou desativar a porta; Deve possuir Spanning Tree padrão IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree) e IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree) com filtros BPDU. Deve implementar pelo menos 64 instancias de STP; Deve possuir controle de banda (rate limiting) baseado em endereço IP de origem, endereço IP de destino, e portas TCP e UDP de origem e destino; Deve possuir o protocolo Network Timing Protocol (NTP) autenticado para a sincronização do relógio com outros dispositivos; Deve permitir a criação de listas de acesso (ACLs) baseadas em endereço IP de origem, endereço IP de destino, portas TCP e UDP de origem e destino, e dia e hora da semana; Deve possuir cliente DNS; Deve possuir DHCP Snooping para eliminação de falsos servidores de DHCP; Deve permitir a configuração de DHCP Server e DHCP Relay; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1AB para descobrimento de uplinks; Deve permitir o envio de mensagens geradas pelo sistema em servidor externo (syslog); As mensagens geradas pelo sistema devem ser enviadas para o servidor externo indicando a hora exata do acontecimento; Deve ser fornecido com fonte de alimentação interna com capacidade para operar em tensões de 110V ou 220V / 60Hz; Permitir a instalação de fonte redundante; Gabinete padrão para montagem em rack de 19. LOCAIS DE ENTREGA: SWITCH TIPO 03: Equipamento tipo Switch Gigabit Ethernet com , ,40

5 capacidade de operação em camada 3 do modelo OSI; Deve ser compatível com os switches marca Cisco modelo 2960S já existentes na XXX; Deve ser fornecido com 24 (vinte e quatro) portas 10/100/1000BaseT, RJ-45; Deve prover alimentação PoE conforme o padrão IEEE 802.3at, provendo até 30W em cada porta. Deve possuir potencia total, exclusiva para PoE, de pelo menos 360W; Deve ser fornecido com 4 slots SFP para conexão de transceivers com fibras ópticas multimodo e monomodo; Deve possuir 28 portas ativas simultaneamente; Deve possuir porta de console para total gerenciamento local, com conector RS-232 ou RJ- 45; Deve possuir capacidade de vazão de pelo menos 41 mpps, com switching bandwidth de 176 Gbps full duplex; Deve permitir configuração/administração remota através de interface gráfica web-based SSL, através de SSH e SNMPv3; Deve permitir a criação de três níveis de administração e configuração do switch: somente leitura, leitura e configuração das portas, acesso completo; Deve suportar empilhamento através de interface dedicada, com velocidade mínima de 20 Gbps, configurado em forma de anel. Deve-se utilizar portas específicas para este fim, de uso traseiro. Caso seja opcional, a porta e cabo de empilhamento não precisam ser fornecidos neste processo; Deve empilhar com switches PoE e não PoE. Os switches PoE devem prover alimentação conforme o padrão 802.3at, fornecendo até 30W por porta; Deve possuir funcionalidade que permita o autodescobrimento do equipamento conectado na porta do switch. Após este descobrimento, o switch deve aplicar sem intervenção humana as regras na porta (VLAN, ACL, velocidade) conforme o tipo de equipamento conectado; O equipamento deve permitir sua configuração automática com base em outro equipamento da rede, sem intervenção humana, permitindo a rápida substituição do equipamento. Ao ser ligado, o equipamento deve buscar esta configuração com base em parâmetros de DHCP previamente definidos; Deve implementar roteamento IP (Layer 3) com pelo menos 4 interfaces roteáveis, permitindo a criação de pequenos backbones; Deve permitir o espelhamento do tráfego de uma porta (port mirroring) para outra porta do mesmo switch ou para uma porta de outro switch que estiver na rede. Deve permitir o espelhamento de tráfego nos switches 2960S já existentes na XXX; Deve possuir Jumbo Frame de 9k bytes; Deve possuir IGMP e MVR para tráfego de multicast; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1Q para criação de redes virtuais, e deve permitir a criação de no mínimo 128 VLANs com

6 IDs entre 1 e 4094; Deve identificar automaticamente portas em que telefones IP estejam conectados e associá-las automaticamente a VLAN de voz; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x com as seguintes extensões: assinalamento de VLAN por usuário e Guest VLAN para usuários não autenticados. Para usuários sem cliente IEEE 802.1x instalado, deve possuir um portal Web para autenticação; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x de múltiplos usuários por porta, para o caso de links com switches não gerenciáveis. Apenas o tráfego dos usuários que se autenticarem será permitido; Deve permitir configurar quantos endereços MAC podem ser aprendidos em uma porta (port security), e permitir configurar qual ação será tomada quando esta regra for quebrada, alertar ou desativar a porta; Deve possuir Spanning Tree padrão IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree) e IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree) com filtros BPDU. Deve implementar pelo menos 64 instancias de STP; Deve possuir controle de banda (rate limiting) baseado em endereço IP de origem, endereço IP de destino, e portas TCP e UDP de origem e destino; Deve possuir o protocolo Network Timing Protocol (NTP) autenticado para a sincronização do relógio com outros dispositivos; Deve permitir a criação de listas de acesso (ACLs) baseadas em endereço IP de origem, endereço IP de destino, portas TCP e UDP de origem e destino, e dia e hora da semana; Deve possuir cliente DNS; Deve possuir DHCP Snooping para eliminação de falsos servidores de DHCP; Deve permitir a configuração de DHCP Server e DHCP Relay; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1AB para descobrimento de uplinks; Deve permitir o envio de mensagens geradas pelo sistema em servidor externo (syslog); As mensagens geradas pelo sistema devem ser enviadas para o servidor externo indicando a hora exata do acontecimento; Deve ser fornecido com fonte de alimentação interna com capacidade para operar em tensões de 110V ou 220V / 60Hz; Permitir a instalação de fonte redundante; Gabinete padrão para montagem em rack de 19"; LOCAIS DE ENTREGA: SWITCH TIPO 04: Equipamento tipo Switch Gigabit Ethernet com capacidade de operação em camada 3 do modelo OSI; Deve ser compatível com os switches marca Cisco modelo 2960S já existentes na XXX; Deve ser fornecido com 48 (quarenta e oito) portas , ,46

7 10/100/1000BaseT, RJ-45; Deve prover alimentação PoE conforme o padrão IEEE 802.3at, provendo até 30W em cada porta. Deve possuir potencia total, exclusiva para PoE, de pelo menos 360W; Deve ser fornecido com 4 slots SFP para conexão de transceivers com fibras ópticas multimodo e monomodo; Deve possuir 52 portas ativas simultaneamente; Deve possuir porta de console para total gerenciamento local, com conector RS-232 ou RJ- 45; Deve possuir capacidade de vazão de pelo menos 77 mpps, com switching bandwidth de 176 Gbps full duplex; Deve permitir configuração/administração remota através de interface gráfica web-based SSL, através de SSH e SNMPv3; Deve permitir a criação de três níveis de administração e configuração do switch: somente leitura, leitura e configuração das portas, acesso completo; Deve suportar empilhamento através de interface dedicada, com velocidade mínima de 20 Gbps, configurado em forma de anel. Deve-se utilizar portas específicas para este fim, de uso traseiro. Caso seja opcional, a porta e cabo de empilhamento não precisam ser fornecidos neste processo; Deve empilhar com switches PoE e não PoE. Os switches PoE devem prover alimentação conforme o padrão 802.3at, fornecendo até 30W por porta; Deve possuir funcionalidade que permita o autodescobrimento do equipamento conectado na porta do switch. Após este descobrimento, o switch deve aplicar sem intervenção humana as regras na porta (VLAN, ACL, velocidade) conforme o tipo de equipamento conectado; O equipamento deve permitir sua configuração automática com base em outro equipamento da rede, sem intervenção humana, permitindo a rápida substituição do equipamento. Ao ser ligado, o equipamento deve buscar esta configuração com base em parâmetros de DHCP previamente definidos; Deve implementar roteamento IP (Layer 3) com pelo menos 4 interfaces roteáveis, permitindo a criação de pequenos backbones; Deve permitir o espelhamento do tráfego de uma porta (port mirroring) para outra porta do mesmo switch ou para uma porta de outro switch que estiver na rede. Deve permitir o espelhamento de tráfego nos switches 2960S já existentes na XXX; Deve possuir Jumbo Frame de 9k bytes; Deve possuir IGMP e MVR para tráfego de multicast; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1Q para criação de redes virtuais, e deve permitir a criação de no mínimo 128 VLANs com IDs entre 1 e 4094; Deve identificar automaticamente portas em que telefones IP estejam conectados e associá-las automaticamente a VLAN de voz; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x com as

8 seguintes extensões: assinalamento de VLAN por usuário e Guest VLAN para usuários não autenticados. Para usuários sem cliente IEEE 802.1x instalado, deve possuir um portal Web para autenticação; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x de múltiplos usuários por porta, para o caso de links com switches não gerenciáveis. Apenas o tráfego dos usuários que se autenticarem será permitido; Deve permitir configurar quantos endereços MAC podem ser aprendidos em uma porta (port security), e permitir configurar qual ação será tomada quando esta regra for quebrada, alertar ou desativar a porta; Deve possuir Spanning Tree padrão IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree) e IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree) com filtros BPDU. Deve implementar pelo menos 64 instancias de STP; Deve possuir controle de banda (rate limiting) baseado em endereço IP de origem, endereço IP de destino, e portas TCP e UDP de origem e destino; Deve possuir o protocolo Network Timing Protocol (NTP) autenticado para a sincronização do relógio com outros dispositivos; Deve permitir a criação de listas de acesso (ACLs) baseadas em endereço IP de origem, endereço IP de destino, portas TCP e UDP de origem e destino, e dia e hora da semana; Deve possuir cliente DNS; Deve possuir DHCP Snooping para eliminação de falsos servidores de DHCP; Deve permitir a configuração de DHCP Server e DHCP Relay; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1AB para descobrimento de uplinks; Deve permitir o envio de mensagens geradas pelo sistema em servidor externo (syslog); As mensagens geradas pelo sistema devem ser enviadas para o servidor externo indicando a hora exata do acontecimento; Deve ser fornecido com fonte de alimentação interna com capacidade para operar em tensões de 110V ou 220V / 60Hz; Permitir a instalação de fonte redundante; Gabinete padrão para montagem em rack de 19"; LOCAIS DE ENTREGA: SWITCH TIPO 05: Equipamento tipo Switch Gigabit Ethernet com capacidade de operação em camada 3 do modelo OSI; Deve ser compatível com os switches marca Cisco modelo 2960S já existentes na XXX; Deve ser fornecido com 24 (vinte e quatro) portas 10/100/1000BaseT, RJ-45; Deve ser fornecido com 2 slots SFP+ para conexão de transceivers SFP+ com fibras ópticas multimodo e monomodo. Estas portas devem aceitar SFP+ de 10GB e SFP de 1GB, permitindo a flexibilidade no , ,29

9 crescimento da rede, acrescentando-se ou alterando-se somente os transceivers; Deve possuir 26 portas ativas simultaneamente; Deve possuir porta de console para total gerenciamento local, com conector RS-232 ou RJ- 45; Deve possuir capacidade de vazão de pelo menos 65 mpps, com switching bandwidth de 176 Gbps full duplex; Deve permitir configuração/administração remota através de interface gráfica web-based SSL, através de SSH e SNMPv3; Deve permitir a criação de três níveis de administração e configuração do switch: somente leitura, leitura e configuração das portas, acesso completo; Deve suportar empilhamento através de interface dedicada, com velocidade mínima de 20 Gbps, configurado em forma de anel. Deve-se utilizar portas específicas para este fim, de uso traseiro. Caso seja opcional, a porta e cabo de empilhamento não precisam ser fornecidos neste processo; Deve empilhar com switches PoE e não PoE. Os switches PoE devem prover alimentação conforme o padrão 802.3at, fornecendo até 30W por porta; Deve possuir funcionalidade que permita o autodescobrimento do equipamento conectado na porta do switch. Após este descobrimento, o switch deve aplicar sem intervenção humana as regras na porta (VLAN, ACL, velocidade) conforme o tipo de equipamento conectado; O equipamento deve permitir sua configuração automática com base em outro equipamento da rede, sem intervenção humana, permitindo a rápida substituição do equipamento. Ao ser ligado, o equipamento deve buscar esta configuração com base em parâmetros de DHCP previamente definidos; Deve implementar roteamento IP (Layer 3) com pelo menos 4 interfaces roteáveis, permitindo a criação de pequenos backbones; Deve permitir o espelhamento do tráfego de uma porta (port mirroring) para outra porta do mesmo switch ou para uma porta de outro switch que estiver na rede. Deve permitir o espelhamento de tráfego nos switches 2960S já existentes na XXX; Deve possuir Jumbo Frame de 9k bytes; Deve possuir IGMP e MVR para tráfego de multicast; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1Q para criação de redes virtuais, e deve permitir a criação de no mínimo 128 VLANs com IDs entre 1 e 4094; Deve identificar automaticamente portas em que telefones IP estejam conectados e associá-las automaticamente a VLAN de voz; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x com as seguintes extensões: assinalamento de VLAN por usuário e Guest VLAN para usuários não autenticados. Para usuários sem cliente IEEE 802.1x instalado, deve possuir um portal Web para autenticação; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x de múltiplos

10 usuários por porta, para o caso de links com switches não gerenciáveis. Apenas o tráfego dos usuários que se autenticarem será permitido; Deve permitir configurar quantos endereços MAC podem ser aprendidos em uma porta (port security), e permitir configurar qual ação será tomada quando esta regra for quebrada, alertar ou desativar a porta; Deve possuir Spanning Tree padrão IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree) e IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree) com filtros BPDU. Deve implementar pelo menos 64 instancias de STP; Deve possuir controle de banda (rate limiting) baseado em endereço IP de origem, endereço IP de destino, e portas TCP e UDP de origem e destino; Deve possuir o protocolo Network Timing Protocol (NTP) autenticado para a sincronização do relógio com outros dispositivos; Deve permitir a criação de listas de acesso (ACLs) baseadas em endereço IP de origem, endereço IP de destino, portas TCP e UDP de origem e destino, e dia e hora da semana; Deve possuir cliente DNS; Deve possuir DHCP Snooping para eliminação de falsos servidores de DHCP; Deve permitir a configuração de DHCP Server e DHCP Relay; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1AB para descobrimento de uplinks; Deve permitir o envio de mensagens geradas pelo sistema em servidor externo (syslog); As mensagens geradas pelo sistema devem ser enviadas para o servidor externo indicando a hora exata do acontecimento; Deve ser fornecido com fonte de alimentação interna com capacidade para operar em tensões de 110V ou 220V / 60Hz; Permitir a instalação de fonte redundante; Gabinete padrão para montagem em rack de 19"; LOCAIS DE ENTREGA: SWITCH TIPO 06: Equipamento tipo Switch Gigabit Ethernet com capacidade de operação em camada 3 do modelo OSI; Deve ser fornecido com 24 (vinte e quatro) portas 100/1000BaseT, RJ-45; Deve permitir a instalação de módulo adicional com portas SFP de 1GB ou portas SFP+ de 10GB; Deve ser empilhável com os switches marca Cisco modelo WS-C3750G já existente na XXX; Deve ser fornecido com 2 (duas) portas para empilhamento com velocidade mínima de 64 Gbps. Deve permitir o empilhamento de até nove unidades. O cabo de empilhamento deve ser fornecido; Deve permitir a inserção de switches PoE+ e não PoE na pilha; Deve permitir a criação de esquema elétrico onde a , ,62

11 fonte redundante de um switch da pilha possa alimentar qualquer outro switch da pilha, desde que esteja empilhado. Este empilhamento deve acontecer no próprio switch, com suas fontes, sem a necessidade de dispositivos externos; Deve permitir configuração/administração remota através de interface gráfica web-based SSL, através de SSH e SNMPv3; Deve permitir a criação de três níveis de administração e configuração do switch: somente leitura, leitura e configuração das portas, acesso completo; Deve permitir o roteamento inter-vlans; Deve possuir 350 interfaces IP roteáveis; Deve permitir o espelhamento do tráfego de uma porta (port mirroring) para outra porta do mesmo switch ou para uma porta de outro switch que estiver na rede (empilhado ou não); Deve possuir Jumbo Frame de 9k bytes; Deve possuir IGMP e MVR para tráfego de multicast; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1Q para criação de redes virtuais, e deve permitir a criação de no mínimo 512 VLANs com IDs entre 1 e 4094; Deve identificar automaticamente portas em que telefones IP estejam conectados e associá-las automaticamente a VLAN de voz; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x com as seguintes extensões: assinalamento de VLAN por usuário e Guest VLAN para usuários não autenticados. Para usuários sem cliente IEEE 802.1x instalado, deve possuir um portal Web para autenticação; Deve possuir autenticação IEEE 802.1x de múltiplos usuários por porta, para o caso de links com switches não gerenciáveis. Apenas o tráfego dos usuários que se autenticarem será permitido; Deve possuir funcionalidade que permita o autodescobrimento do equipamento conectado na porta do switch. Após este descobrimento, o switch deve aplicar sem intervenção humana as regras na porta (VLAN, ACL, velocidade) conforme o tipo de equipamento conectado; O equipamento deve permitir sua configuração automática com base em outro equipamento da rede, sem intervenção humana, permitindo a rápida substituição do equipamento. Ao ser ligado, o equipamento deve buscar esta configuração com base em parâmetros de DHCP previamente definidos; Deve possuir funcionalidade para encriptação dos uplinks entre switches, garantindo a segurança dentro da rede; Deve permitir configurar quantos endereços MAC podem ser aprendidos em uma porta (port security), e permitir configurar qual ação será tomada quando esta regra for quebrada, alertar ou desativar a porta; Deve possuir Spanning Tree padrão IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree) e IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree) com filtros BPDU; Deve possuir controle de banda (rate limiting) baseado em endereço IP de origem, endereço IP

12 de destino, e portas TCP e UDP de origem e destino, com granularidade de 16kbps; Deve possuir o protocolo Network Timing Protocol (NTP) autenticado para a sincronização do relógio com outros dispositivos; Deve permitir a criação de listas de acesso (ACLs) baseadas em endereço IP de origem, endereço IP de destino, portas TCP e UDP de origem e destino, e dia e hora da semana; Deve possuir cliente DNS; Deve possuir DHCP Snooping para eliminação de falsos servidores de DHCP; Deve permitir a configuração de DHCP Server e DHCP Relay; Deve ser fornecido com capacidade instalada para operar em conformidade com o padrão IEEE 802.1AB para descobrimento de uplinks; Deve permitir que portas de uma mesma VLAN que não se comuniquem entre si (Private VLAN ou Port Isolation); Deve permitir a criação de scripts de configuração. Este script tem por finalidade a configuração automática das portas de acordo com o perfil do cliente conectado, seja ele uma estação de trabalho, uma câmera, um ponto de acesso ou outro dispositivo; Deve permitir o envio de mensagens geradas pelo sistema em servidor externo (syslog); As mensagens geradas pelo sistema devem ser enviadas para o servidor externo indicando a hora exata do acontecimento; Deve ser fornecido com fonte de alimentação interna com capacidade para operar em tensões de 110V ou 220V / 60Hz; Permitir a instalação de fonte redundante; Gabinete padrão para montagem em rack de 19". LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS FONTE REDUNDANTE: Fonte redundante para switch, totalmente compatível com o switch do item 04; Deve ser instalada internamente no equipamento, sem a necessidade de acessórios extras; Deve acompanhar cabo para empilhamento de energia, de modo que a fonte redundante opere para mais de um equipamento , ,12 LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS MÓDULO DE INTERFACE 1 GIGABIT: Módulo de interfaces totalmente compatível com o switch tipo 6; Deve adicionar 4 (quatro) portas 1 GB, conector SFP, somando-se as portas já existentes no switch; Não serão aceitas portas do tipo COMBO ou que desabilitem as portas nativas do switch; 2.416, ,20 LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS MÓDULO DE INTERFACE 10 GIBABIT: 9.426, ,12

13 Módulo de interfaces totalmente compatível com o switch tipo 6; Deve adicionar 2 (duas) portas 10GB, conector SFP+, somando-se as portas já existentes no switch. Não serão aceitas portas do tipo COMBO ou que desabilitem as portas nativas do switch; LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS TRANSCEIVER TIPO 1: Deve ser do mesmo fabricante e compatível com os switches tipo 01, 02, 03, 04, 05 e 06; Deve ser compatível com os switches marca Cisco modelo 2960S já existentes na XXX; Deve possuir conector LC para fibras ópticas multimodo; Deve operar com velocidade não inferior a 1000 Mbps; Deve ser compatível com o padrão SX para fibras ópticas de até 550m; 2.092, ,90 LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS TRANSCEIVER TIPO 2: Deve ser do mesmo fabricante e compatível com os switches tipo 05 e 06; Deve possuir conector LC para fibras ópticas multimodo; Deve operar com velocidade não inferior a 10 Gbps; Deve ser compatível com o padrão SR para fibras ópticas de até 400m de distância; 6.253, ,00 LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS CONTROLADOR WIRELESS REDUNDANTE: Entende-se por Controlador de Rede Sem Fio, equipamento(s) com interfaces RJ45 que se conectam a rede LAN (cabeada) e que controle(m) de maneira centralizada os pontos de acesso (pontos de acesso - APs), espalhados pela rede LAN e WAN deste órgão; Deve ser totalmente compatível e operar em redundância com as controladoras já existentes e operacionais na rede da XXX, marca Cisco, part number AIR-CT K9; Deve ser fornecido na forma de appliance; Deve ser fornecido em sua totalidade de hardware e software, estando apto a funcionar com todas as características solicitadas aqui neste termo de referencia; A solução deve permitir o tráfego IP, multicast e IPv6 através do Controlador (camada 2); Deve executar o controle, configuração e gerência dos APs, bem como otimizar o desempenho e a cobertura da radiofrequência (RF) oferecido pela solução; A solução de controladores deve: Possibilitar alta disponibilidade, com equipamento(s) redundante/cluster, de forma a manter o serviço e todos os APs ativos caso um dos controladores falhe por qualquer motivo. Não é , ,35

14 necessário o fornecimento de segunda unidade para redundância; A solução deve gerenciar a quantidade de 25 APs simultaneamente, permitindo o upgrade para até 500 AP s com adição de licenças; Deve suportar pelo menos 7000 clientes/usuários simultâneos conectados; Deve possuir pelo menos 8 interfaces Gigabit, no próprio equipamento, padrão 1000Base-T ou 1000Base-X. No caso de interface 1000 Base-X, com slot SFP ou XFP, deve acompanhar pelo menos 2 interfaces 1000Base-T com conector RJ-45. Cada porta deve possuir LEDS de status e atividade; Deve permitir o gerenciamento completo através de porta de console, padrão RJ-45 ou RS-232; A solução deve controlar APs de uso interno indoor e de uso externo outdoor em wireless mesh. Devem acompanhar licenças para habilitar tais funcionalidades para a quantidade total de pontos de acesso suportados pela controladora; A solução deve permitir o gerenciamento de pontos de acesso A/B/G/N, em qualquer quantidade, até o limite de suporte de pontos de acesso do equipamento; A solução deve permitir a adição de pontos de acesso que implementem análise de espectro (com granularidade melhor que 200 khz), em hardware dedicado a esta finalidade, sem impacto no tráfego de rede dos clientes. Desta maneira, a solução como um todo deve permitir o gerenciamento mais apurado no cenário RF, utilizando da melhor maneira os canais mais imunes a interferência, ruído e/ou sujeira e alertando ao administrador do sistema possíveis ações que devam ser tomadas para troubleshooting da solução; Deve possuir, em conjunto com pontos de acesso específico para isso, modo de operação de analisador de espectro, acessível remotamente, para análise e captura de dados brutos da condição do espectro quando necessário; O Controlador poderá estar diretamente e/ou remotamente conectado aos APs por ele gerenciados, inclusive via roteamento nível 3 da camada OSI; Gerenciamento das capacidades específicas de RF incluindo: Ajuste dinâmico de canais IEEE para otimizar a cobertura de rede e mudar as condições RF baseado em performance; Detecção de interferência e reajuste dos parâmetros de RF evitando problemas de cobertura e performance; Permitir balanceamento de carga de usuários de modo automático através de múltiplos pontos de acesso para otimizar a performance durante elevada utilização da rede; Controle dinâmico de potência: o sistema dinamicamente ajusta a saída de potência dos pontos de acesso individualmente para acomodar as condições de alterações da rede; Implementar mecanismos para detecção de pontos de acesso não autorizados (rogues) de forma integrada e automática, classificando-os como conhecidos, malicioso ou não classificado. Deve ser permitido ajustar um nível de sinal mínimo (RSSI)

15 para que o ponto de acesso vizinho (rogue) seja detectado como ponto de acesso não autorizado; Se um dos controladores falhar, os APs relacionados a este controlador deverão se associar a um controlador secundário de forma automática; Implementar sistema de balanceamento de carga para associação de clientes entre APs próximos, para otimizar a performance. Deve ser possível configurar um gatilho inicial para realização do balanceamento de carga; Ajustar dinamicamente o nível de potência e canal de rádio dos APs, de modo a otimizar o tamanho da célula de RF, garantindo desempenho e escalabilidade; Para alta disponibilidade, no evento de falha de um AP, Controlador deve automaticamente ajustar a potência dos pontos de acesso adjacentes (próximos) para dar cobertura de área onde o AP que falhou estava provendo o sinal, de modo a otimizar a cobertura WLAN; Implementar opção de escritório remoto (local switching). Neste modo não é necessário que todo o tráfego seja direcionado ao controlador antes de ser encaminhado ao restante da rede. Desta forma é possível a comunicação local seja com recursos de rede (impressoras, servidores) seja com outros usuários WiFi sem o controle prévio do controlador, otimizando a conexão em caso de pontos de acesso gerenciados sobre um link remoto (internet, WAN, MPLS). Deve ser possível escolher qual tráfego será enviado a controladora e qual tráfego sairá localmente; Deve operar com AP s remotos, mesmo acessado por NAT, através de túnel criptografado (VPN ou semelhante). Desta forma, é possível definir o IP público do controlador e fazer com que pontos de acesso remotos conectem-se automaticamente ao controlador através da Internet. Em caso de falha na comunicação entre controladora e ponto de acesso, o ponto de acesso deve continuar sua operação de transferência de dados aos clientes já conectados e aceitação de novos usuários sem ônus a rede WLAN local; A solução deve detectar, classificar e mitigar interferências não WiFi que impactem diretamente no funcionamento da rede em menos de 10 minutos; Implementar os padrões IEEE h e IEEE i; Permitir a atualização remota do sistema operacional e arquivos de configuração utilizados no equipamento; Administração e gerência através de navegador padrão (http/https), SSH, Telnet e interface console; Permitir o armazenamento de sua configuração em memória não volátil, podendo, numa queda e posterior restabelecimento da alimentação, voltar à operação normalmente na mesma configuração anterior à queda de alimentação; Permitir a gravação de eventos em log interno e externo (Syslog); Implementar SNMP v2c e v3 incluindo a geração de traps;

16 Possuir suporte a MIB II, conforme RFC 1213; Possuir indicadores luminosos (led) para a indicação do status; Implementar a localização de usuário de forma integrada. Implementar filtros baseado em endereços MAC, nome do AP e profile WLAN; Deve ser possível visualizar o endereço IP e demais informações do cliente, como nível de sinal, endereço MAC e usuário (caso esteja logado); Implementar o protocolo IEEE 802.1x; Implementar associação dinâmica de usuário a VLAN, com base nos parâmetros da etapa de autenticação fornecidos por servidor Radius; Deve possuir funcionalidade capaz de fazer a admissão de novos usuários de acordo com sua capacidade de operação, ou seja, a controladora deve escolher, sem intervenção do usuário ou administrador, em qual frequência o usuário se conectará, de acordo com hardware disponível do usuário e condições de rede, independente do SSID que o usuário estará conectando-se. Tal funcionalidade visa a dispersão de usuários conectados entre as diferentes faixas de frequência de operação do equipamento; Deve possuir funcionalidade capaz de tratar o tráfego de vídeo (multicast) para otimização de velocidade e qualidade de vídeo; Implementar tunelamento do tráfego entre o controlador e os respectivos APs gerenciados; A solução deverá operar com os padrões IEEE a/b/g/n, com diferentes rádios de diferentes padrões, sejam rádios operando nas frequências B/G/N, A/B/G, B/G ou qualquer uma das configurações. Também deve controlar rádio mesh outdoor, de forma a atender grandes áreas externas. Devem acompanhar todas as licenças necessárias para o funcionamento conforme os itens descritos neste processo; Suporte a mobilidade dos usuários em redes camada 2 e 3; Deve implementar SNTP para sincronização de tempo; Implementar WPA2 (Wireless Protected Access); Gerenciamento de políticas de segurança de usuários ou grupos de usuários wireless LAN. Incluindo: Segurança acima da camada 3 do modelo OSI - Autenticação WEB (Portal) para clientes conectados localmente ou remotamente (no mesmo site da controladora e clientes conectados em outros sites). A controladora deve suportar, pelo menos, 80 clientes na etapa de autenticação web. Todo o mecanismo de autenticação deve ser interno a controladora (website, lista de usuários, políticas); Listas de controle de acesso (ACLs) - restrições de IP, tipos de protocolos, portas, QoS e direção do fluxo de dados; Para fins de controle, deve permitir a restrição da quantidade de usuários conectados em um determinado domínio de mobilidade (SSID); Deve permitir setar uma taxa de velocidade máxima (rate limit) para um determinado usuário ou um determinado domínio de mobilidade (SSID), sem intervenção do administrador, obtendo o

17 parâmetro diretamente do servidor Radius. Esta funcionalidade de funcionar com pontos de acesso locais e pontos de acesso remoto (modo escritório remoto); Deve possuir funcionalidades de wips, diretamente na controladora, com intuito de ajudar a controladora no controle e identificação de tentativa de ataques a rede WLAN; Autenticação, Autorização e Accounting (AAA) em servidor RADIUS; Deverá gerenciar chaves de criptografia WPA v1 e v2 dos APs; Deverá gerenciar chaves de criptografia WEP (40 e 128 bits), TKIP e AES dos APs; Deve fazer a atualização de firmware dos pontos de acesso; Deve implementar, no mínimo, 16 (dezesseis) domínios de mobilidade (SSID), para o mesmo padrão wireless , permitindo configurações distintas de autenticação, QoS, criptografia, SSID e VLAN para cada domínio. Deve ser possível especificar em quais APs/Grupo de APs cada domínio será aplicado; Permitir realizar a autenticação baseada em WEB, sendo possível fazer a total customização da página de login, permitindo inserir no controlador a página customizada, incluindo imagens em arquivo compactado; Deve ser fornecido com fonte de alimentação, com capacidade para operar em tensões de 110V ou 220V / 60Hz; Deve suportar a instalação de fonte redundante interna ao equipamento; Deve ser garantida atualização de software/firmware do equipamento pelo período de garantia sem custos para este órgão. LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS EXPANSÃO PARA CONTROLADOR WIRELESS: Deve prover a expansão da quantidade de APs gerenciados no item anterior (controlador Wlan) e nas controladoras já existente na XXX; Deve ser totalmente compatível com as controladoras já existentes e operacionais na rede da XXX, marca Cisco, part number AIR-CT K9; Deve adicionar 25 APs ao número total de APs já suportados, respeitando o limite suportado pelo equipamento; Deve acompanhar todas as habilidades para pleno funcionamento; Deve ser garantida atualização de software/firmware do equipamento pelo período de garantia sem custos para este órgão , ,10 LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS PONTO DE ACESSO TIPO 1: A solução deverá ser composta de equipamentos do tipo thin Access point, ou seja, APs que permitam acesso a rede Ethernet via Wireless, que possuam todas as suas configurações centralizadas 5.383, ,40

18 em um Controlador do item 12; Deve ser totalmente compatível com as controladoras já existentes e operacionais na rede da XXX, marca Cisco, part number AIR-CT K9; Deve permitir a operação em forma reversa, ou seja, tipo fat Access point, onde é possível a operação sem a presença do controlador wireless. Tal funcionalidade deve ser ativada através de software / firmware e sem custos para este órgão durante o período de garantia; Hardware/unidade projetada com estrutura robusta, lacrada, sem espaços para problemas com poeira e/ou umidade, com facilidades para fixação em parede ou teto, capaz de operar em ambiente de escritório. Deve acompanhar todos os acessórios para fixação em teto e/ou parede; Temperatura de operação de 0 a 40º C; Implementar padrões IEEE a/b/g/n simultaneamente, com rádios distintos, permitindo configurações distintas para 2.4 e 5 GHz dentro do mesmo equipamento; Suporte integrado a Power Over Ethernet conforme o padrão 802.3af, com consumo máximo de 15 W; Cada AP deve suportar, no mínimo, 16 (dezesseis) SSIDs para o equipamento; Possuir 01(uma) interface Ethernet 10/100/1000, RJ 45 auto-sense; Deve possuir 01 (uma) interface de console, RJ-45 ou RS-232, para gerenciamento completo local através de cabo console; Deve possuir potência mínima de 100 mw em ambas as frequências; Deve possuir LED frontal com intuito de obter-se status do equipamento; Deve possibilitar implementação Plug-and-Play, através de cliente DHCP, de modo que toda configuração seja baixada da controladora automaticamente; Implementar gerenciamento automatizado de RF e potência, ou seja, os elementos da solução (Controlador + APs) devem definir sem intervenção manual os parâmetros de potência de transmissão e ajuste de canal de frequência, evitando interferências e sobreposição de canais; Suporte a WMM; Deverá implementar criptografia TKIP e AES; Deve suportar operação MIMO 2x3 com sensibilidade mínima de -88 dbm operando em IEEE n; Deve possuir 6 antenas internas ao equipamento, sendo duas para operação em 2.4 GHz com potência mínima de 4 dbi, duas para operação em 5 GHz com potencia mínima de 3 dbi e irradiação omnidirecional em ambas; O AP deve suportar arquitetura centralizada onde o AP opera de modo dependente do Controlador Central WLAN que faz o gerenciamento das políticas de segurança, qualidade de serviço (QoS) e monitoramento de RF, utilizando para isto o protocolo de gerenciamento de RF especifico; Para segurança, o AP deve suportar os padrões IEEE i, WPA2, WPA e, no mínimo, 06 (seis) tipos diferentes de protocolo EAP para

19 autenticação: TLS, TTLS, MSCHAPv2, PEAP, GTC e EAP-FAST. O AP deve suportar TKIP para criptografia WPA e AES para criptografia WPA2; Para autenticação de usuários, suportar autenticação segundo o padrão IEEE 802.1x com assinalamento de VLAN por usuário, conforme prédefinido em servidor Radius padrão de mercado (como por exemplo, FreeRadius e Microsoft IAS); Possuir sistema antifurto tipo Kensington Security Lock ou suporte específico para cadeado para proteção física do equipamento; Deve estar homologado pela Anatel na data do pregão; Deve ser fornecido com todas as licenças necessárias (caso exista) para habilitar todas as funcionalidades aqui descritas, inclusive sem limitação de quantidade de clientes conectados quando habilitado por licença; Deve ser garantida atualização de software/firmware do equipamento pelo período de garantia sem custos para este órgão. LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS PONTO DE ACESSO TIPO 2: A solução deverá ser composta de equipamentos do tipo thin Access point, ou seja, APs que permitam acesso a rede Ethernet via Wireless, que possuam todas as suas configurações centralizadas em um Controlador do item 12; Deve ser totalmente compatível com as controladoras já existentes e operacionais na rede da XXX, marca Cisco, part number AIR-CT K9; Hardware/unidade projetada com estrutura robusta, lacrada, sem espaços para problemas com poeira e/ou umidade, com facilidades para fixação em parede ou teto, capaz de operar em ambiente de escritório. Deve acompanhar todos os acessórios para fixação em teto e/ou parede; Temperatura de operação de 0 a 40º C; Implementar padrões IEEE a/b/g/n simultaneamente, com rádios distintos, permitindo configurações distintas para 2.4 e 5 GHz dentro do mesmo equipamento; Suporte integrado a Power Over Ethernet conforme o padrão 802.3af, com consumo máximo de 15 W; Cada AP deve suportar, no mínimo, 16 (dezesseis) SSIDs para o equipamento; Possuir 01(uma) interface Ethernet 10/100/1000, RJ 45 auto-sense; Deve possuir 01 (uma) interface de console, RJ-45 ou RS-232, para gerenciamento completo local através de cabo console; Deve possuir potência mínima de 100 mw em ambas as frequências; Deve possuir LED frontal com intuito de obter-se status do equipamento; Deve possibilitar implementação Plug-and-Play, através de cliente DHCP, de modo que toda configuração seja baixada da controladora automaticamente; Implementar gerenciamento automatizado de RF e 6.172, ,90

20 potência, ou seja, os elementos da solução (Controlador + APs) devem definir sem intervenção manual os parâmetros de potência de transmissão e ajuste de canal de frequência, evitando interferências e sobreposição de canais; Suporte a WMM; Deverá implementar criptografia TKIP e AES; Deve suportar operação MIMO 2x3 com sensibilidade mínima de -88 dbm operando em IEEE n; Deve possuir 6 antenas internas ao equipamento, sendo duas para operação em 2.4 GHz com potência mínima de 4 dbi, duas para operação em 5 GHz com potencia mínima de 3 dbi e irradiação omnidirecional em ambas; Deve possuir funcionalidade para identificação de interferências nas frequências 2.4 e 5 GHz, com granularidade menor que 500 KHz, identificando interferências provenientes de outros pontos de acesso, bluetooth, micro-ondas, telefones sem fio e qualquer outro dispositivo que possua transmissão nestas faixas de frequências. Estas interferências devem ser classificadas e mitigadas pelo próprio access point, quando possível; Deve fazer a análise de espectro nas frequências 2.4 e 5 GHz simultaneamente no mesmo AP, sem qualquer interferência na transmissão de dados, não utilizando para isso recursos do processador central do equipamento, sem perda de conectividade ou redução de velocidade no acesso; O AP deve suportar arquitetura centralizada onde o AP opera de modo dependente do Controlador Central WLAN que faz o gerenciamento das políticas de segurança, qualidade de serviço (QoS) e monitoramento de RF, utilizando para isto o protocolo de gerenciamento de RF especifico; Para segurança, o AP deve suportar os padrões IEEE i, WPA2, WPA e, no mínimo, 06 (seis) tipos diferentes de protocolo EAP para autenticação: TLS, TTLS, MSCHAPv2, PEAP, GTC e EAP-FAST. O AP deve suportar TKIP para criptografia WPA e AES para criptografia WPA2; Para autenticação de usuários, suportar autenticação segundo o padrão IEEE 802.1x com assinalamento de VLAN por usuário, conforme prédefinido em servidor Radius padrão de mercado (como por exemplo, FreeRadius e Microsoft IAS); Possuir sistema antifurto tipo Kensington Security Lock ou suporte específico para cadeado para proteção física do equipamento; Deve estar homologado pela Anatel na data do pregão; Deve ser fornecido com todas as licenças necessárias (caso exista) para habilitar todas as funcionalidades aqui descritas, inclusive sem limitação de quantidade de clientes conectados quando habilitado por licença; Deve ser garantida atualização de software/firmware do equipamento pelo período de garantia sem custos para este órgão. LOCAL DE ENTREGA: XXX - RS PONTO DE ACESSO TIPO 3: , ,46

21 A solução deverá ser composta de equipamentos do tipo thin Access point, ou seja, APs que permitam acesso a rede Ethernet via Wireless, que possuam todas as suas configurações centralizadas no controlador do item 12; Hardware/unidade projetada com estrutura robusta, lacrada, sem espaços para problemas com poeira, umidade, água e chuva, com facilidades para fixação em poste, capaz de operar em ambiente outdoor, com grau de proteção IP67. Deve acompanhar todos os acessórios para fixação em poste. Temperatura de operação de -20 a 55º C; Implementar padrões IEEE a/b/g/n simultaneamente, com rádios distintos, permitindo configurações distintas para 2.4 e 5 GHz dentro do mesmo equipamento; Suporte integrado a Power Over Ethernet; Cada AP deve suportar, no mínimo, 8 (oito) SSIDs para o equipamento; Possuir 01(uma) interface Ethernet 10/100/1000, RJ 45 auto-sense. Adicionalmente, deve possuir uma interface SFP para conexão de transceiver de fibra óptica. Ambas interfaces devem ser internas ao equipamento, evitando problemas provenientes da exposição ao tempo; Deve possuir 01 (uma) interface de console, RJ-45 ou RS-232, para gerenciamento completo local através de cabo console, interna ao equipamento; Deve possuir potência mínima de 28 dbm em ambas as frequências; Deve possuir LEDs externos com intuito de obter-se status do equipamento; Deve possibilitar implementação Plug-and-Play, através de cliente DHCP, de modo que toda configuração seja baixada da controladora automaticamente; Implementar gerenciamento automatizado de RF e potência, ou seja, os elementos da solução (Controlador + APs) devem definir sem intervenção manual os parâmetros de potência de transmissão e ajuste de canal de frequência, evitando interferências e sobreposição de canais; Deverá implementar criptografia TKIP e AES; Deve suportar operação MIMO 2x3 com sensibilidade mínima de -93 dbm operando em IEEE n; Deve possuir 3 antenas externas ao equipamento, tipo dual band, operação em 2.4 GHz com potência mínima de 4 dbi, e operação em 5 GHz com potencia mínima de 7 dbi e irradiação omnidirecional. As antenas devem ser preparadas para uso externo; Deve possuir funcionalidade para identificação de interferências nas frequências 2.4 e 5 GHz, com granularidade menor que 500 KHz, identificando interferências provenientes de outros pontos de acesso, bluetooth, micro-ondas, telefones sem fio e qualquer outro dispositivo que possua transmissão nestas faixas de frequências. Estas interferências devem ser classificadas e mitigadas pelo próprio access point, quando possível; Deve fazer a análise de espectro nas frequências 2.4 e 5 GHz simultaneamente no mesmo AP, sem qualquer interferência na transmissão de dados,

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