Construindo a Ciência

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Construindo a Ciência"

Transcrição

1 Construindo a Ciência O trabalho científico Prof. Luiz Ferraz Netto [Léo] Devemos tomar cuidado para extrair de uma experiência apenas o conhecimento que ela fornece --- e parar aí; senão seremos como o gato que se senta na chapa quente de um fogão. Ele nunca mais se sentará de novo na chapa quente de um fogão --- e isto está bem; mas ele também nunca mais se sentará em uma chapa fria. MARK TWAIN Introdução - Carros eletro-solares Que belos carros eletro-solares não!? É comum que, veiculados pelos meios de comunicação, tomemos conhecimento de novos descobrimentos os quais, sem dúvida, nos causam profundas admirações. Por vezes ficamos a pensar e a nos indagar: 'Como trabalham os homens e mulheres que realizam tais descobrimentos?", "Que método seguem até chegar a obter certos resultados que, além de aceitos e reconhecidos pelos cientistas do mundo todo, se convertem em pontos de partida para aplicações importantes para a humanidade?". No exemplo acima, destacamos os magníficos carros eletro-solares, que se movimentam convertendo energia solar em energia elétrica e a seguir em energia mecânica. No que tais construtores se basearam para obter energia elétrica a partir de energia solar? Como realizaram tais trabalhos? Pois bem, quem inicia sua vida científica fazendo tais indagações, começou bem. Já está pronto para ser apresentado ao Método que habitualmente caracterizam tais trabalhos de homens e mulheres que participam da Construção da Ciência, e as reflexões sobre ele. Nos itens a seguir descreveremos as principais características do trabalho próprio das ciências experimentais, dos quais, Física e Química tomam parte. O trabalho científico é um trabalho planejado O trabalho dos cientistas se caracteriza por ser um trabalho muito bem planejado, com alguns objetivos iniciais e algumas fases ou etapas que habitualmente, porém não sempre, ocorrem em certa ordem, uma em continuação de outras. O trabalho planejado permite aos cientistas abordar problemas, explicar fenômenos, realizar descobrimentos e obter conclusões de caráter geral. fenômeno = qualquer modificação observável e passível de repetição. (Léo) 1

2 O trabalho científico objetiva buscar soluções Quando um cientista ou grupo de cientistas trata de estudar algum fenômeno da Natureza, normalmente começa por enquadra-lo como uma 'questão' cuja resposta ele desconhece. Ou seja, o homem de ciência entende que a busca para a explicação de um fato é tal e qual à apresentação do enunciado de um problema para o qual ele deve encontrar uma solução. fenômeno da Natureza = fenômeno que ocorre na Natureza. fato = fenômeno de reconhecimento indiscutível. A razão pela qual um cientista decide estudar um determinado fenômeno e não outro, prende-se ao pessoal interesse que esse fenômeno lhe desperta e com a preparação acadêmica que tem, ainda que, as vezes, também é influenciado pela real necessidade da sociedade, uma vez que, um certo trabalho científico tem, em determinadas ocasiões, um marcante caráter social. assim, por exemplo, o médico britânico Edward Jenner ( ) investigou a forma de combater a varíola e descobriu uma vacina contra ela, solucionando assim graves problemas que essa enfermidade produzia na sociedade de sua época. varíola = doença contagiosa, já erradicada, provocada por um vírus. vacina = medicamento que previne o ser vivo a contrair a doença; geralmente feita com o material do agente causador da doença. O trabalho científico apóia-se em conhecimentos já existentes Para realizar seu trabalho, os cientistas não partem de 'zero'. Suas investigações aproveitam os conhecimentos já consolidados que existem sobre o objeto de seu estudo. Devido a isso, se diz que a Ciência é acumulativa, quer dizer, que os novos conhecimentos se constroem sobre os anteriores e, dessa forma, tais conhecimentos vão se ampliando. Nas bibliotecas científicas podemos encontrar todo o conhecimento científico acumulado. Assim, ainda que Jenner tenha obtido uma vacina para a varíola, não conseguiu estabelecer a origem para esse mal, e tivemos que esperar até que o francês Louis Pasteur ( ), baseando-se nos trabalhos de Jenner, descobriu a causa da enfermidade. 2

3 Interior da Sala de Espelhos de um Museu de Ciências Na atualidade, os grandes descobrimentos científicos do presente e do passado, junto com muitos que se supõe conquistar no futuro, podem ser contemplados nos Museus de Ciências O trabalho científico é qualitativo e quantitativo O cientista, em seu trabalho, realiza observações do tipo qualitativo apenas naquelas nas quais não é necessário tomar medidas. Nestas observações se analisa um determinado fenômeno, procurando-se estabelecer por que motivo ele acontece, que fatores intervêm nele, que relação tem com outros fenômenos etc. Em geral, esse é um primeiro procedimento entre o fato observado e a tentativa de descreve-lo. Porém, sempre que pode, o cientista efetua também medições rigorosas e precisas naquelas que quantifica e, se possível, formula matematicamente suas observações e conclusões. Isso ocorre, sobre tudo, nas ciências experimentais como o são a Física e a Química. Matemática é ferramenta forte na estruturação das ciências. O trabalho em Física ou em Química responde a um mesmo planejamento, porém se caracteriza por utilizar técnicas experimentais diferentes em cada um deles. Assim, por exemplo, para determinar a velocidade de propagação do som em diferentes meios, os cientistas constataram em primeiro lugar que essa velocidade dependia da massa específica (ou densidade absoluta) do meio (aspecto qualitativo) e logo depois puderam, com equipamento adequado, medir a velocidade do som em diferentes meios (aspecto quantitativo), obtendo que, no ar ele se propaga a 340 m/s, na água a m/s, no ferro a m/s etc. O trabalho científico chega a resultados Quando um trabalho científico termina, os resultados a que chegou têm valor universal, ou seja, baseando-se neles poderemos predizer que, sempre que se tomem as mesmas condições em que foi feito o trabalho, se produzirá o mesmo fenômeno que foi observado e explicado. Para que uma teoria científica tenha esse valor universal deverá ser comprovada repetidas vezes nos laboratórios e na realidade, mas, ainda assim, nunca poderemos estar seguros de que no futuro não possa ocorrer uma dessas experiências na qual a citada teoria não se confirme. Basta que, apenas em um caso, uma experiência contradiga uma teoria para que esta torne-se inválida. O histórico da ciência mostra-nos diversas dessas 'quedas de teorias'e suas substituições por novas. Todas as teorias científicas têm um caráter provisório, e podem modificar-se quando se encontram outras que explicam de uma forma mais completa o fenômeno ou fenômenos que pretendiam explicar. O trabalho científico é um trabalho de equipe Ainda que no princípio os cientistas concebessem suas idéias e experimentassem sobre elas solitariamente, na atualidade essa forma de trabalho está totalmente superada. Hoje em dia, homens e mulheres de ciência se associam em equipes mais ou menos numerosas e entre eles labutam organizadamente com a intenção de explicar os fatos e fenômenos que estudam. 3

4 Fases do Método Científico Introdução As ciências experimentais como a Física e a Química, utilizam o denominado método científico experimental, cujas principais fases iremos analisar a seguir, utilizando-nos de um caso real. Para tanto, propomos que você se imagine como se já fosse um cientista e tivesse como incumbência dar uma explicação a um fenômeno natural como, por exemplo, o arco-íris. Como você planejaria sua atividade e que passos darias até encontrar resposta a todas as perguntas que envolvem o fenômeno do arco-íris? No decorrer desse texto vamos tentar guia-lo por esse caminho onde você será o principal protagonista. A observação do fenômeno Observação do arco-íris Uma vez definido o fenômeno de estudo, a primeira coisa a fazer é observar seu acontecimento, as circunstâncias em que se produz e suas características. Esta observação deve ser reiterada (deve ser realizada várias vezes; deve ser repetida), minuciosa (deve-se tentar apreciar o maior número possível de detalhes), rigorosa (deve ser realizada com a maior precisão possível) e sistemática (deve ser efetuada de forma ordenada). Em que circunstâncias aparece o arco-íris? A observação reiterada e sistemática do fenômeno lhe permitirá constatar que o arco-íris aparece quandochove (mais tarde você poderá simular uma chuva, em laboratório, e não precisará mais ficar aguardando 'chover')e, além disso, que há sol (mais tarde, no laboratório, um boa lâmpada irá simular o Sol). A mesma seqüência de observações fará com que você perceba que o arco-íris só será visível quando você estiver situado entre o sol e a chuva, de costas para o Sol. Você anotará em seu caderninho de campo: "O arco-íris não é visto de qualquer lugar que eu fique e, quando o vejo, estou de costas para o Sol entre o sol e a chuva". Na ilustração acima, onde você deverá estar? Onde está o Sol? Qual é a forma do arco-íris? A forma do conhecido arco-íris é a de um arco de circunferência. Entretanto, você não deverá anotar apenas isso em seu caderno de campo. Anote também: "Será que observado do alto de uma montanha o tamanho desse arco aumenta? diminui? O raio médio da circunferência se altera? Se eu estivesse num avião teria ele, ainda, a forma de um arco?" Que cores ele nos mostra e em que ordem aparecem? 4

5 Poderás observar (apenas usando seus olhos) que existe sete cores diferentes no arco-íris e que são, de dentro para fora do arco: violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho. Em busca de informações Você não é a primeira pessoa a observar um arco-íris, com certeza. Assim, como passo seguinte e com o objetivo de confirmar e reafirmar as observações efetuadas, deve-se consultar livros, enciclopédias ou revistas científicas que já descrevem algo sobre o fenômeno que está sendo, mais uma vez, estudado. Não esqueça que nos livros encontram-se os conhecimentos científicos acumulados através da história. Por esse motivo, a busca de informações e a utilização dos conhecimentos existentes são imprescindíveis em todo trabalho científico. Coincidem as informações que encontrou com aquelas obtidas durante suas observações? A consulta de qualquer livro de Física Elementar lhe confirmará que as conclusões a que chegou através de suas observações são corretas. Ou seja: a) O arco-íris só aparece e pode ser visto quando chove e, além disso, há sol. b) O arco-íris sempre apresenta as mesmas cores e essas se sucedem na mesma ordem. Atende para o fato de que esse livro texto elementar não deu resposta ás suas dúvidas anotadas em seu caderno de campo; talvez outros livros as dêem. Que outras informações puderam ser colhidas nos livros consultados? A consulta de livros e revistas poderão lhe informar que, por exemplo, por vezes, parecem dois arcos-íris, se bem que um deles é bem mais tênue que o outro e, portanto, mais difícil de se ver. A formulação de hipóteses Arco-íris principal e secundário. 5

6 O cientista formula uma hipótese. Depois de observar o fenômeno e de reunir documentação suficiente sobre observações já efetuadas por outros, o cientista deve buscar uma argumentação que permita explicar e justificar cada uma das características de tal fenômeno. Como primeiro passo desta fase, o cientista começa a fazer várias conjecturas ou suposições a partir das quais, posteriormente, mediante uma série de comprovações experimentais, elegerá como explicação do fenômeno a mais completa e simples, a que melhor se ajuste aos conhecimentos gerais da ciência no momento. Essa explicação racional, razoável e suficiente se denomina hipótese científica. O arco-íris é um fenômeno luminoso? Parece que sim, posto que só se produz quando existe uma fonte luminosa (o Sol). Sua existência tem algo a ver com água? A resposta também é afirmativa, posto que o arco-íris só aparece quando chove. É um fenômeno de reflexão ou de refração? Parece que, a princípio, podemos descartar a reflexão, posto que o aparecimento do fenômeno não se observa em nenhum corpo opaco refletor. Por sua vez, podemos propor a hipótese de que o arco-íris seja um fenômeno de refração da luz e que seu aparecimento se dê por causa da decomposição da luz solar quando essa passa através das gotas de água da chuva. É uma hipótese razoável. A comprovação experimental Uma vez formulada a hipótese, o cientista deve comprovar que esta é válida em todos os casos e, para tanto, deve realizar experiências nas quais se reproduzam o mais fielmente possível as condições naturais nas quais se verifique o fenômeno estudado. Se sob tais condições o fenômeno acontece, a hipótese terá validade, ou seja, será uma proposição verdadeira nas condições estipuladas. Como faremos para reproduzir as condições de aparecimento do arco-íris? Comecemos por simular uma chuva e, para tanto devemos ter água caindo em gotas. Não é difícil fazer isso, basta pegar uma mangueira de regar o jardim e apertar a extremidade de saída com as mãos de modo a fazer um jato fino e largo. Máquinas de lavar, elétricas, permitem o ajuste desse fluxo com facilidade. Dirija o jato para cima e dê suas costas para o Sol. Pronto, você reproduziu 6

7 com fidelidade os requisitos indispensáveis para o aparecimento do arco-íris; simulou uma chuva, há sol e você se colocou entre ambos. Que acontecerá quando você realizar essa experiência? Se seguiu todos os passos descritos acima, poderá comprovar que no horizonte da 'chuva' irá aparecer um pequeno arco-íris. Poderemos admitir como válida a hipótese formulada? Tudo indica que sim, porque com as mesmas condições que se dão na Natureza, porém em escala reduzida (tudo de tamanho menor), conseguimos obter um arco-íris. Simulação do arco-íris. Trabalhando no laboratório Uma das principais atividades do trabalho científico é a de realizar medidas sobre as diversas variáveis que intervêm no fenômeno que se estuda e que são susceptíveis de serem medidas. Se nos prendermos ao experimento descrito acima dificilmente você poderá tirar alguma medida, por isso, é conveniente repetir a experiência em um lugar adequado onde isso possa ser feito, ou seja, num laboratório. Estas experiências realizadas nos laboratórios se denominam 'experiências científicas' e devem cumprir os seguintes requisitos: a) Devem permitir realizar uma observação sobre a qual possa-se extrair dados. b) Devem permitir que os distintos fatores que intervêm no fenômeno (luminosidade, temperatura etc.) possam ser individualmente controlados. c) Devem permitir que se possam realizar (repetir) tantas vezes quanto necessárias e por distintos operadores. Habitualmente, em ciências experimentais, os trabalhos de laboratório permitem estabelecer modelos, que são situações ou suposições teóricas mediante as quais se efetua uma analogia (formalização)(equivalência) entre o fenômeno que ocorre na Natureza e o experimento que realizamos. Como poderemos fazer uma montagem em laboratório na qual se possa efetuar medidas sobre o fenômeno arco-íris? Com a ajuda de seu professor você poderá realizar sem muita dificuldade uma experiência sobre o arco-íris. Para tanto deverá preparar um modelo no qual se verifique as seguintes equivalências: 7

8 na Natureza no Laboratório O Sol se substitui por uma fonte de luz (projetor) os raios de Sol se substitui por um estreito feixe de luz procedente da fonte uma gota de chuva se substitui por um balão cheio de água o fundo do céu se substitui por uma tela na qual se recolhe a luz Montagem de laboratório para a observação do arco-íris e seu esquema explicativo. Efetuando-se a montagem acima ilustrada e dirigindo o feixe de luz proveniente da fonte para o balão cheio de água (e isso pode ser substituído por um bulbo de lâmpada incandescente da qual se extraiu seu 'miolo'), poderá observar projetado sobre a tela, uma em seguida a outra, as cores que formam o arco-íris. Como explicaremos o que ocorreu? Quando o estreito feixe de luz branca atinge a região [A] do balão e penetra na água ele muda de direção ampliando a abertura do feixe (observe a região interna de [A] para [B]). Ao chegar na região [B], ao sair da água, novamente ocorre outra mudança de direção e nova ampliação da abertura do feixe --- é o fenômeno da refração que se faz acompanhar da decomposição da luz branca. As luzes coloridas provenientes dessa decomposição atingem a tela. Cada gota da chuva, nas condições citadas, tem esse comportamento. Devida a essas milhares gotas de chuva que participam dessa decomposição é que se torna possível ver o arco-íris no horizonte. Além dessa importante observação, o experimento permite medir os diferentes ângulos de desvio de cada uma das cores em relação ao estreito feixe incidente inicial. É um experimento científico, preenchendo os requisitos básicos. Assim, se comprova que a formação do arco-íris pode ser explicada pelas leis que regem a refração da luz. O tratamento dos dados As medidas efetuadas sobre os fatores que intervêm em um determinado fenômeno devem permitir encontrar algum tipo de relação matemática entre as grandezas físicas que caracterizam o fenômeno em estudo. Para chegar a essa relação matemática os cientistas procuram seguir dois passos prévios: a análise dos fatores pertinentes e a construção de tabelas e gráficos. 1 Análise dos fatores - O estudo em profundidade de um fenômeno requer, em primeiro lugar, a determinação de todos os fatores que nele intervêm. Para que esse estudo se realize de forma mais simples, fixa-se uma série de grandezas que não variem (variáveis controladas) e se estuda a maneira como varia uma dada grandeza (variável dependente) quando se produz uma variação de outra grandeza (variável independente). Assim, se reconhecidamente existem 10 fatores intervindo num dado fenômeno, fixam-se os valores de 8 deles, variamos deliberadamente (de modo muito 8

9 bem determinado) um dos dois restantes e se determina, mediante cuidadosas medidas que variação sofreu aquele fator restante. Isso se repete ciclicamente até esgotar toda a série. Eis um exemplo prático: queremos estudar o alongamento que uma mola que tem uma das suas extremidades fixa experimenta, quando colocamos 'pesos aferidos' na outra extremidade. Há um conjunto de grandezas que, de início, poderão ser consideradas com valores invariáveis (temperatura do recinto onde se faz o experimento, a pressão barométrica dentro do mesmo, a umidade relativa do ar etc.), que correspondem ás variáveis controladas. Nesse caso, a medida da deformação da mola (seu alongamento) será a variável dependente e o 'peso' (massa aferida ou massor) que colocamos na extremidade livre será a variável independente (nós escolhemos os valores desses pesos). 2 A construção de tabelas e gráficos - A construção de tabelas consiste em ordenar os dados numéricos obtidos para a variável dependente em correspondência com os dados numéricos da variável independente. Sempre devemos especificar asunidades com as quais se medem essas duas variáveis em jogo. Normalmente se utilizam de parêntesis em continuação a seus nomes. No caso da mola, a tabela poderia ser assim: massa colocada (g) alongamento (cm) 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5. Montagem do experimento e a relação linear (y = k.x). A representação gráfica consiste em transferir os dados das medidas (pares ordenados) para um sistema de eixos cartesianos ortogonais onde, normalmente, a variável independente se faz corresponder ao eixo X (eixo das abscissas) enquanto que a variável dependente se faz corresponder ao eixo Y (eixo das ordenadas). Denominamos 'ajuste do gráfico' ao procedimento mediante o qual se determina qual a melhor linha que passa (que se ajusta) por todos os pontos (ou pela maioria deles) do gráfico, representativo dos pares ordenados. Na maioria dos casos, os gráficos que se obtém são linhas retas, o que indica que a relação entre as grandezas físicas representadas é da forma Y = k.x, onde k é uma constante. Veja ilustração acima. Em outros casos, a relação entre as grandezas pode ser do tipo 'parabólico', o que matematicamente se representará por Y = k.x 2, ou do tipo 'hiperbólico', cuja expressão será da forma X.Y = k. 9

10 Relação 'parabólica' (y = k.x 2 ) e Relação 'hiperbólica' (x.y = k). As conclusões e a comunicação de resultados A análise dos dados e a comprovação das hipóteses levam os cientistas a emitirem suas conclusões, que podem ser empíricas, ou seja, baseadas na experimentação ou dedutivas, ou seja, obtidas mediante um processo de raciocínio do qual se parte de uma verdade conhecida (premissa verdadeira) até chegar á explicação do fenômeno. A imprensa científica comunica os resultados obtidos pelos investigadores. Uma vez bem solidifica essas conclusões, estas devem ser comunicadas e divulgadas para o restante da comunidade científica para que sirvam de ponto de partida para outros descobrimentos ou como fundamento de uma aplicação tecnológica prática. Qual o caminho trilhado para se chegar á explicação da formação do arco-íris? O primeiro cientista que estudou de forma rigorosa a decomposição da luz foi Isaac Newton ( ) e suas publicações serviram para que, posteriormente, a formação do arco-íris pudesse ser bem explicada. Mais adiante ainda, a tecnologia aproveitou o fenômeno da refração da luz e foram inventados numerosos instrumentos ópticos, como máquinas fotográficas, projetores etc. em cujo funcionamento intervêm esse fenômeno. A elaboração de Leis e Teorias O estudo científico de todos os aspectos de um fenômeno natural leva á elaboração de leis e teorias. * Uma lei científica é uma hipótese que tenha sido comprovada sua validade. * Uma teoria científica é um conjunto de leis que explicam um determinado fenômeno ou grupo deles. Assim, por exemplo, a hipótese comprovada de que o arco-íris se forma devido á refração que a luz branca (solar) experimenta ao atravessar as gotas de chuva, é uma lei integrante de um conjunto de leis que regem outros fenômenos luminosos (reflexão, dispersão, difração etc.). Esse conjunto é conhecido como a Teoria sobre a luz. Tanto as leis como as teorias devem cumprir os seguintes requisitos: 10

11 a) Devem ser gerais, ou seja, não devem explicar apenas casos particulares de um fenômeno. b) Devem ser comprovadas, ou seja, devem estar alavancadas (avalizadas)(corroboradas)(assentadas) pela experimentação. c) Devem, quando possível, estar 'matematizadas', ou seja, devem poder expressar-se mediante funções matemáticas. As teorias científicas têm validade até que sejam incapazes de explicar determinados fatos ou fenômenos, ou até que algum descobrimento novo comprovado se oponha a elas. A partir de então, os cientistas começam a elaborar outra teoria que possa explicar esses novos descobrimentos. A Ciência é conhecimento evolutivo e não estacionário. A que conclusão você chegaria se viesse a ver um arco-íris em um dia sem chuva? De acordo com o que até agora foi estudado, a teoria da luz exige que, para que se produza o arco-íris é preciso que chova, para que as gotas de água possam decompor a luz solar em suas sete cores. Se no ambiente não houver água, teremos que repensar sobre a mencionada teoria e tentar completá-la com outros argumentos (novas hipóteses, novas comprovações) que passem a explicar o fenômeno observado. Se tal não for possível toda teoria cairá por terra. 11

12 Aplicações praticas Tema 1- Relação entre o crescimento de uma planta de vaso e a quantidade de água das regas O crescimento das plantas de vaso depende de um conjunto bastante amplo de fatores: a luminosidade, a ventilação, a umidade e a temperatura do recinto em que se encontram, o tamanho do vaso, a quantidade e o tipo de terra que contém, e da quantidade de água com que as regamos. Como nesse experimento pretendemos apenas estudar a relação entre o crescimento da planta e a quantidade de água utilizada em sua rega, deveremos manter constante os demais fatores para cada planta. Para tanto, as plantas selecionadas devem ser colocadas no mesmo recinto (veja ilustração acima), participando da mesma luminosidade, ventilação, umidade, temperatura; devem ter vasos de mesmo tamanho e contendo terra do mesmo tipo e quantidade. [Nota: A ilustração corresponde às exigências? Resposta: Não. Observe que as plantas estão a diferentes distâncias da janela, assim não poderemos garantir uma iluminação equivalente, nem a mesma ventilação. De que modo você colocaria as plantas sobre a mesa?] Assim, esses fatores fixos constituem as 'variáveis controladas', a 'variável dependente' será a altura da planta e como 'variável independente' adotamos a quantidade de água utilizada para as regas. A hipótese que admitiremos relacionar essas duas últimas quantidades variáveis é a seguinte: O crescimento de cada planta dependerá diretamente da quantidade de água com que se rega. Para verificar ou comprovar a hipótese acima, podemos tomar duas plantas da mesma espécie, situadas no mesmo ambiente e que tenham alturas iniciais iguais. Podemos decidir, por exemplo, regar a planta A com 10 cm 3 de água e a planta B com 20 cm 3. A rega deve ser feita sempre na mesma hora do dia, por exemplo, às 17 horas. [Advertência: O texto proposto é apenas um texto-modelo. Usar apenas duas plantas e fazer apenas uma série de medidas é arriscado. Várias repetições devem ser feitas pois, por algum motivo não controlado, a planta poderia crescer mais ou menos a despeito da quantidade de água fornecida.] Ao cabo de cinco semanas de regas, nas condições pré-fixadas, poderemos ter colhido os seguintes dados: Para elaborar as conclusões, convém representar graficamente estes resultados, com o que obteremos as linhas retas indicadas na figura acima. [Advertência: Os dados acima são postos apenas para fins de exemplo. Não são dados reais de alguma experiência.] Observando essas representações gráficas podemos afirmar que, quanto maior a quantidade de água utilizada na rega, maior será o crescimento da planta. Ou seja, a hipótese posta resultou ser, pelo menos provisoriamente, verdadeira. 12

13 Como a relação entre as variáveis dependente (altura da planta h) e independente (quantidade de água), no decorrer do tempo t, vem dada por uma linha reta, poderemos 'matematizar' o resultado escrevendo uma expressão da forma: y = k.x + b ou h = k.t + b, onde k e b são constantes a serem determinadas e conceituadas. A constante b, em ambos os casos, refere-se à altura inicial das plantas; para t = 0, temos h Ao = h Bo = 9,5 cm. A constante k, em ambos os casos, refere-se à 'rapidez' do crescimento e pode ser calculada, por exemplo, usando-se dos dados da segunda e quinta semana; teremos: Planta A : k A = h/ t = (12,0-10,5)/(5-2) = 0,5 cm/semana; então: h A = 0,5.t + 9,5 (equação da planta A) Planta B : k B = h'/ t' = (13,4-11,0)/(5-2) = 0,8 cm/semana; então: h B = 0,8.t + 9,5 (equação da planta B) [Nota: A quantidade de água não estará sempre correlacionada com o crescimento de forma positiva: a relação deve corresponder mais a uma curva com um pico na 'quantidade ótima' de água --- que dependerá de cada espécie ensaiada. A função entre crescimento e tempo possivelmente não será linear.] Tema 2- Trabalhe como um cientista; o detetive da ciência. Nessa atividade propomos que você faça a análise de um fenômeno seguindo todos os passos que explicamos no desenvolvimento do Método Científico Experimental. O fenômeno que propomos é o processo de oxidação do ferroexposto á intempérie. As fases de trabalho que deverá realizar são as seguintes: 1. Observação - Contemple atentamente diversos objetos de ferro que se encontrem na intempérie (um depósito de ferro velho ao ar livre é ambiente ideal!): latarias de automóveis, faróis, tubulações de água, cercas metálicas etc., e observe se alguma de suas partes se encontra estragada (enferrujada, 'comida' pela ferrugem). Anote as características que diferenciam essas regiões danificadas daquelas que não estão. 2. Documentação - Procure em um dicionário (se for técnico, melhor ainda), enciclopédia ou internet o significado das palavras "oxidação" e "ferrugem". 3. Formulação de hipótese - Analise qual das seguintes propostas é a causa do porquê algumas regiões do ferro encontram-se danificadas: : A qualidade do ferro varia de uma região para outra na mesma peça; : A umidade ambiente prejudica o material e o corrói; : A pintura que recobre o material é de má qualidade. 4. Experimentação - Separe um prego de ferro e deixe-o durante alguns dias (se possível em dias úmidos) exposto ao relento (coloque-o sobre um muro, por exemplo). : Que alterações observou nesse prego? Seu aspecto tem alguma semelhança com as regiões danificadas naqueles materiais que observou na primeira fase deste estudo? : Em vista desse resultado, qual das propostas da fase anterior lhe parece mais adequada para explicar o fenômeno? Por quê? 5. Elaboração de teorias - Após a realização desse trabalho, que teoria você proporia a respeito dos efeitos que se produzem no ferro exposto a intempérie? Enuncie-a por escrito. Bom sucesso. 13

14 Atividades A1- Verdadeiro(V) ou Falso(F) 1.Todas as etapas do trabalho científico se sucedem na mesma ordem. 2.As necessidades da sociedade influem no trabalho científico. 3.O progresso científico se realiza de forma contínua e não em saltos. 4.Em um trabalho científico é necessário realizar medidas das grandezas que intervêm no processo. 5.As teorias científicas são aceitas universalmente e não são mais revisadas. 6.A comprovação experimental antecede a observação dos fenômenos. Justifique suas respostas. A2- Comprove seus conhecimentos 1. Indique a fase do Método Científico Experimental a que pertence cada uma dessas propostas: a) Procurar em um dicionário o significado da palavra 'refração'. b) Contemplar o céu estrelado numa noite de verão. c) Representar graficamente a velocidade do carro que o transporta, a cada minuto de viagem. d) Supor que vemos a Lua de noite porque nosso satélite reflete a luz solar. e) Medir a temperatura na qual 'fervem' vários líquidos. 2. Complete os espaços em branco correspondentes às fases do Método Científico Experimental: A3- Análises e Questões 1. Os agricultores têm fama de serem bons observadores e de prever com bastante exatidão o tempo que vai fazer no dia seguinte. Em que se diferencia a observação que fazem os agricultores daquelas realizadas pelos meteorologistas para as previsões do tempo? Você acredita nas 'previsões' do "Homem do Tempo" da TV? Comente. 2. Imagine que se descubra um fenômeno que está em contradição com uma teoria já formulada. Analise se são corretas as seguintes afirmações: a) O fenômeno há de ser falso, uma vez que não é apoiado pela teoria. b) Temos que modificar a teoria, porque essa tem que estar de acordo com o fenômeno. c) Se deve repetir a experiência, talvez por ter sido mal realizada o fenômeno resultou ser falso. 3. Muitos periódicos publicam semanalmente suplementos dedicados à Ciência. Consiga alguns desses suplementos e classifique as notícias que trazem segundo pertençam a Física, Química, Biologia, Geologia ou Medicina. Que conclusões poderá tirar quanto ao número de notícias que aparecem de cada uma dessas ciências? 4. Em uma lagoa existem algas de quatro cores diferentes: vermelhas, amarelas, verdes e marrons, e rãs que se alimentam delas. Se em um momento determinado pudéssemos observar os estômagos de todas as rãs dessa lagoa, como seriam as possíveis misturas de algas que se encontram em seus interiores? 5. Um granjeiro quer investigar se existe alguma relação entre a quantidade de vitamina A que ele dá para as galinhas e o número de ovos que elas põem. Para isso esse separa as galinhas em vários grupos e passa a alimentá-las com doses (quantidades) diferentes para cada grupo. 14

15 Supondo que todos os grupos são criados sob mesmas condições de luminosidade, temperatura etc., conteste: a) O granjeiro está realmente realizando uma experiência científica? Por quê? b) Como você formularia a hipótese daquilo que se pretende comprovar? c) Quais são as variáveis controladas e quais são as variáveis dependente e independente? d) A que conclusão chegaria o granjeiro em função dos distintos resultados que se poderiam colher? 6. A tabela a seguir fornece dados sobre a velocidade de um automóvel em alguns instantes de seu movimento: Instantes (s) Velocidades (km/h) Represente graficamente esses dados e conteste: a) Que ocorre com o automóvel no instante t = 0 s? b) Qual é sua velocidade no instante t = 10 s? c) Como é o gráfico de sua velocidade em função do tempo? d) Qual a 'equação da velocidade' desse carro? e) Se o tipo de movimento não variar, qual será a velocidade do automóvel no instante t = 35 s? 7. Ao medir a temperatura de uma determinada massa de água que estamos aquecendo, obtivemos a seguinte tabela: tempo (min) temperatura ( o C) a) Construa o gráfico cartesiano (temperatura versus tempo), com os dados da tabela, e responda: b) Qual a expressão matemática que relaciona essas duas grandezas? c) Qual a unidade da constante de proporcionalidade? 8. A tabela seguinte refere-se ao volume que uma dada massa de gás ocupa em função de sua pressão: Volume (cm 3 ) Pressão (atm) 1,00 1,25 1,60 2,00 4,00 Represente esses dados graficamente e obtenha a expressão matemática que relaciona as duas grandezas envolvidas. 15

OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a dispersão da luz em um prisma.

OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a dispersão da luz em um prisma. UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA CURSO DE FÍSICA LABORATÓRIO ÓPTICA REFLEXÃO E REFRAÇÃO OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a

Leia mais

Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico.

Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico. Introdução Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico. A confecção do experimento permitirá também a observação da dispersão

Leia mais

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº09 Prof. Paulo Henrique

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº09 Prof. Paulo Henrique Nome: Ano: º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº09 Prof. Paulo Henrique Assunto: Interpretação e Análise de gráficos 1. O que é importante na hora de analisar um gráfico? Atenção

Leia mais

1. Introdução. 2. Fontes de luz. Óptica geométrica

1. Introdução. 2. Fontes de luz. Óptica geométrica 1. Introdução Óptica geométrica Vamos iniciar nosso estudo, fazendo uma breve introdução sobre a óptica geométrica. Quando estudamos a Óptica nos centramos na compreensão da natureza e propriedades da

Leia mais

Turma: 2201 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni

Turma: 2201 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni Colégio Zaccaria TELEFAX: (0 XX 21) 3235-9400 www.zaccaria.g12.br Lista de exercícios Física II (Recuperação) 2º Período 2014 Aluno(a): N.º Turma: 2201 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni QUESTÃO 1

Leia mais

Tópico 8. Aula Prática: Movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado (Trilho de ar)

Tópico 8. Aula Prática: Movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado (Trilho de ar) Tópico 8. Aula Prática: Movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado (Trilho de ar) 1. OBJETIVOS DA EXPERIÊNCIA 1) Esta aula experimental tem como objetivo o estudo do movimento retilíneo uniforme

Leia mais

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas.

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas. ÓPTICA Conceito A óptica é um ramo da Física que estuda os fenomenos relacionados a luz ou, mais amplamente, a radiação eletromagnética, visível ou não. A óptica explica os fenômenos de reflexão, refração

Leia mais

Técnicas de Medidas e Tratamento de Dados Experimentais

Técnicas de Medidas e Tratamento de Dados Experimentais IQ-UFG Curso Experimental de Química Geral e Inorgânica Técnicas de Medidas e Tratamento de Dados Experimentais Prof. Dr. Anselmo Introdução A interpretação e análise dos resultados são feitas a partir

Leia mais

REFRAÇÃO DA LUZ - Definições ÂNGULOS - Incidência - Reflexão - Refração Índice de Refração Absoluto de um Meio (n) Analisando as Grandezas

REFRAÇÃO DA LUZ - Definições ÂNGULOS - Incidência - Reflexão - Refração Índice de Refração Absoluto de um Meio (n) Analisando as Grandezas ÓPTICA GEOMÉTRICA MENU DE NAVEGAÇÃO Clique em um item abaixo para iniciar a apresentação REFRAÇÃO DA LUZ - Definições ÂNGULOS - Incidência - Reflexão - Refração Índice de Refração Absoluto de um Meio (n)

Leia mais

Medidas elétricas I O Amperímetro

Medidas elétricas I O Amperímetro Medidas elétricas I O Amperímetro Na disciplina Laboratório de Ciências vocês conheceram quatro fenômenos provocados pela passagem de corrente elétrica num condutor: a) transferência de energia térmica,

Leia mais

Atira mais em cima! O pessoal está reunido na casa de Gaspar e

Atira mais em cima! O pessoal está reunido na casa de Gaspar e A U A UL LA Atira mais em cima! O pessoal está reunido na casa de Gaspar e Alberta. O almoço acabou e todos conversam em torno da mesa. - Eu soube que você está interessado em ótica - diz Gaspar a Ernesto.

Leia mais

Escola: ( ) Atividade ( ) Avaliação Aluno(a): Número: Ano: Professor(a): Data: Nota:

Escola: ( ) Atividade ( ) Avaliação Aluno(a): Número: Ano: Professor(a): Data: Nota: Escola: ( ) Atividade ( ) Avaliação Aluno(a): Número: Ano: Professor(a): Data: Nota: Questão 1 (OBMEP RJ) O preço de uma corrida de táxi é R$ 2,50 fixos ( bandeirada ), mais R$ 0,10 por 100 metros rodados.

Leia mais

Assim caminha a luz. Logo após o jantar, Roberto e Ernesto saem. Em linha reta...

Assim caminha a luz. Logo após o jantar, Roberto e Ernesto saem. Em linha reta... A UU L AL A Assim caminha a luz Logo após o jantar, Roberto e Ernesto saem para dar uma volta. - Olha, pai, como a Lua está grande! - diz Ernesto. - É, aparentemente isso é verdade. Mas pegue essa moeda

Leia mais

Refração luminosa. antes de estudar o capítulo PARTE II

Refração luminosa. antes de estudar o capítulo PARTE II PARTE II Unidade E capítulo 13 Refração luminosa seções: 131 Considerações preliminares 132 Leis da refração 133 Dioptro plano 134 Lâmina de faces paralelas 135 Prisma 136 Refração da luz na atmosfera

Leia mais

15/09/2015 1 PRINCÍPIOS DA ÓPTICA O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar.

15/09/2015 1 PRINCÍPIOS DA ÓPTICA O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar. O QUE É A LUZ? A luz é uma forma de energia que não necessita de um meio material para se propagar. PRINCÍPIOS DA ÓPTICA A luz do Sol percorre a distância de 150 milhões de quilômetros com uma velocidade

Leia mais

Óptica. Feixe de Raios Paralelos: A luz do sol que atinge a terra pode ser considerada um feixe de raios paralelos.

Óptica. Feixe de Raios Paralelos: A luz do sol que atinge a terra pode ser considerada um feixe de raios paralelos. Óptica Os fenômenos ópticos que observamos através do nosso aparelho de visão (Olho Humano) são todos devidos às propriedades da luz. Para estudarmos a óptica, ou seja, os efeitos sofridos pela luz, utilizaremos

Leia mais

o oxigênio comporta-se B como um gás ideal de massa molar M = 32 g, calcule a temperatura T do sistema.

o oxigênio comporta-se B como um gás ideal de massa molar M = 32 g, calcule a temperatura T do sistema. Lista de Exercícios de Recuperação do 3 Bimestre Instruções gerais: Resolver os exercícios à caneta e em folha de papel almaço ou monobloco (folha de fichário). Copiar os enunciados das questões. Entregar

Leia mais

Exercícios Refração Dudu Física

Exercícios Refração Dudu Física Exercícios Refração Dudu Física 1.(UFPR-10) Descartes desenvolveu uma teoria para explicar a formação do arco-íris com base nos conceitos da óptica geométrica. Ele supôs uma gota de água com forma esférica

Leia mais

Introdução: Mas, todas estas lentes podem ser na verdade convergentes ou divergentes, dependendo do que acontece com a luz quando esta passa por ela.

Introdução: Mas, todas estas lentes podem ser na verdade convergentes ou divergentes, dependendo do que acontece com a luz quando esta passa por ela. Introdução: Com este trabalho experimental pretende-se observar o comportamento de feixes ao atravessar lentes e, ao mesmo tempo, verificar o comportamento dos feixes ao incidir em espelhos. Os conceitos

Leia mais

A Temperatura de cor - Texto extraído de:

A Temperatura de cor - Texto extraído de: 77 A Temperatura de cor - Texto extraído de: BALAN, W.C. A iluminação em programas de TV: arte e técnica em harmonia. Bauru, 1997. 137f. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Poéticas Visuais) Faculdade

Leia mais

Lista de Exercícios Revisão 1º Ano do Ensino Médio

Lista de Exercícios Revisão 1º Ano do Ensino Médio Lista de Exercícios Revisão 1º Ano do Ensino Médio 1) (UFOP MG) Quando observamos uma colher dentro de um corpo de vidro transpente, cheio com água, temos que as ptes imersa e emersa da colher não se alinham.

Leia mais

Esta actividade demonstra que a luz branca que vemos habitualmente é na realidade uma mistura de luzes de várias cores.

Esta actividade demonstra que a luz branca que vemos habitualmente é na realidade uma mistura de luzes de várias cores. Disco de Newton As ondas de luz colorida misturam-se para produzir a luz branca. Cartolina Tesoura Régua Marcadores Motor de um brinquedo ou palito de espetadas Suporte universal Recorta um círculo de

Leia mais

Física. Resolução das atividades complementares. F7 Introdução à Óptica geométrica

Física. Resolução das atividades complementares. F7 Introdução à Óptica geométrica Resolução das atividades complementares 3 Física F7 Introdução à Óptica geométrica p. 10 1 (FMTM-MG) O princípio da reversibilidade da luz fica bem exemplificado quando: a) holofotes iluminam os atores

Leia mais

Como n lente = n meioa, não há refração. Ou seja, o sistema óptico não funciona como lente.

Como n lente = n meioa, não há refração. Ou seja, o sistema óptico não funciona como lente. 01 Como n lente = n meioa, não há refração. Ou seja, o sistema óptico não funciona como lente. Como n lente < n meiob, a lente de bordas finas opera como lente divergente. Resposta: A 1 02 A gota de água

Leia mais

Curso Wellington Física Óptica Espelhos Esféricos Prof Hilton Franco. 1. Em relação aos espelhos esféricos, analise as proposições que se seguem:

Curso Wellington Física Óptica Espelhos Esféricos Prof Hilton Franco. 1. Em relação aos espelhos esféricos, analise as proposições que se seguem: 1. Em relação aos espelhos esféricos, analise as proposições que se seguem: (1) A reta definida pelo centro de curvatura e pelo vértice do espelho é denominada de eixo secundário. (3) O ponto de encontro

Leia mais

Derivação Implícita e Taxas Relacionadas

Derivação Implícita e Taxas Relacionadas Capítulo 14 Derivação Implícita e Taxas Relacionadas 14.1 Introdução A maioria das funções com as quais trabalhamos até agora é da forma y = f(x), em que y é dado diretamente ou, explicitamente, por meio

Leia mais

MÓDULO 9. A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais:

MÓDULO 9. A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais: A COR DE UM CORPO MÓDULO 9 A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais: luz branca vermelho alaranjado amarelo verde azul anil violeta A cor que um corpo iluminado

Leia mais

1- Fonte Primária 2- Fonte Secundária. 3- Fonte Puntiforme 4- Fonte Extensa

1- Fonte Primária 2- Fonte Secundária. 3- Fonte Puntiforme 4- Fonte Extensa Setor 3210 ÓPTICA GEOMÉTRICA Prof. Calil A Óptica estuda a energia denominada luz. 1- Quando nos preocupamos em estudar os defeitos da visão e como curá-los, estamos estudando a Óptica Fisiológica. Estudar

Leia mais

LISTA DE RECUPERAÇÃO 3º ANO PARA 07/12

LISTA DE RECUPERAÇÃO 3º ANO PARA 07/12 LISTA DE RECUPERAÇÃO 3º ANO PARA 07/12 Questão 01) Quando uma pessoa se aproxima de um espelho plano ao longo da direção perpendicular a este e com uma velocidade de módulo 1 m/s, é correto afirmar que

Leia mais

QUEDA LIVRE. Permitindo, então, a expressão (1), relacionar o tempo de queda (t), com o espaço percorrido (s) e a aceleração gravítica (g).

QUEDA LIVRE. Permitindo, então, a expressão (1), relacionar o tempo de queda (t), com o espaço percorrido (s) e a aceleração gravítica (g). Protocolos das Aulas Práticas 3 / 4 QUEDA LIVRE. Resumo Uma esfera metálica é largada de uma altura fixa, medindo-se o tempo de queda. Este procedimento é repetido para diferentes alturas. Os dados assim

Leia mais

Aula 1: Medidas Físicas

Aula 1: Medidas Físicas Aula 1: Medidas Físicas 1 Introdução A Física é uma ciência cujo objeto de estudo é a Natureza. Assim, ocupa-se das ações fundamentais entre os constituíntes elementares da matéria, ou seja, entre os átomos

Leia mais

Matemática - UEL - 2010 - Compilada em 18 de Março de 2010. Prof. Ulysses Sodré Matemática Essencial: http://www.mat.uel.

Matemática - UEL - 2010 - Compilada em 18 de Março de 2010. Prof. Ulysses Sodré Matemática Essencial: http://www.mat.uel. Matemática Essencial Equações do Primeiro grau Matemática - UEL - 2010 - Compilada em 18 de Março de 2010. Prof. Ulysses Sodré Matemática Essencial: http://www.mat.uel.br/matessencial/ Resumo: Notas de

Leia mais

SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO.

SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FÍSICA 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. Leia atentamente as instruções que se seguem. 1 - Este Caderno de Provas contém seis questões, constituídas de itens e subitens,

Leia mais

Exemplos de aceleração Constante 1 D

Exemplos de aceleração Constante 1 D Exemplos de aceleração Constante 1 D 1) Dada a equação de movimento de uma partícula em movimento retilíneo, s=-t 3 +3t 2 +2 obtenha: a) A velocidade média entre 1 e 4 segundos; e) A velocidade máxima;

Leia mais

Material Extra de Física

Material Extra de Física Material Extra de Física ONDAS 01. (F. M. Triângulo Mineiro MG) ENTÃO MAFALDA, O QUE ESTÁ ACHANDO DO MAR? ATÉ AGORA, UM INDECISO f (10 14 m) λ (10-7 m) 6,7 Violeta Azul 4,8 5,6 Verde x Amarelo 5,8 5,0

Leia mais

Questão 57. Questão 58. alternativa D. alternativa C. seu mostrador deverá indicar, para esse mesmo objeto, o valor de

Questão 57. Questão 58. alternativa D. alternativa C. seu mostrador deverá indicar, para esse mesmo objeto, o valor de OBSERVAÇÃO (para todas as questões de Física): o valor da aceleração da gravidade na superfície da Terra é representado por g. Quando necessário, adote: para g, o valor 10 m/s ; para a massa específica

Leia mais

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Após a entrega do exercício D (folha síntese do projeto de pesquisa, vamos rever o projeto de pesquisa e a introdução da tese. Após a aula, além do exercício D

Leia mais

Comprovação dos índices de refração

Comprovação dos índices de refração Comprovação dos índices de refração 1 recipiente de vidro; 1 bastão de vidro, e Glicerina. 1. Encha até a metade o recipiente com glicerina, depois basta afundar o bastão de vidro na glicerina e pronto!

Leia mais

Lista de exercícios de recuperação. 3º E.M. - Matemática

Lista de exercícios de recuperação. 3º E.M. - Matemática Lista de exercícios de recuperação 3º E.M. - Matemática 1) As equações das retas r e s da figura são, respectivamente, a) r: -x + y - 5 = 0 e s: x + y - 5 = 0. b) r: -5x + y - 5 = 0 e s: 5x + y - 5 = 0.

Leia mais

Construindo a câmara escura

Construindo a câmara escura Construindo a câmara escura Shizue Introdução Captar e registrar imagens tornou-se possível com a câmara escura de orifício. Essa câmara nada mais é do que uma lata, preta por dentro para não refletir

Leia mais

Volume 8 óptica. Capítulo 49 Espelhos Planos

Volume 8 óptica. Capítulo 49 Espelhos Planos Volume 8 óptica Vídeo 49.1 Vídeo 49.2 Vídeo 49.3 Vídeo 49.4 Vídeo 49.5 Vídeo 49.6 Vídeo 49.7 Vídeo 49.8 Vídeo 49.9 Capítulo 49 Espelhos Planos Um feixe de micro-ondas refletido por uma placa metálica plana

Leia mais

Cinemática Unidimensional

Cinemática Unidimensional Cinemática Unidimensional 1 INTRODUÇÃO Na Cinemática Unidimensional vamos estudar o movimento de corpos e partículas, analisando termos como deslocamento, velocidade, aceleração e tempo.os assuntos que

Leia mais

a) O tempo total que o paraquedista permaneceu no ar, desde o salto até atingir o solo.

a) O tempo total que o paraquedista permaneceu no ar, desde o salto até atingir o solo. (MECÂNICA, ÓPTICA, ONDULATÓRIA E MECÂNICA DOS FLUIDOS) 01) Um paraquedista salta de um avião e cai livremente por uma distância vertical de 80 m, antes de abrir o paraquedas. Quando este se abre, ele passa

Leia mais

Neste ano estudaremos a Mecânica, que divide-se em dois tópicos:

Neste ano estudaremos a Mecânica, que divide-se em dois tópicos: CINEMÁTICA ESCALAR A Física objetiva o estudo dos fenômenos físicos por meio de observação, medição e experimentação, permite aos cientistas identificar os princípios e leis que regem estes fenômenos e

Leia mais

Física PRÉ VESTIBULAR / / Aluno: Nº: Turma: PRÉ-VESTIBULAR. No vácuo, todas as ondas eletromagnéticas. independentemente de sua frequência.

Física PRÉ VESTIBULAR / / Aluno: Nº: Turma: PRÉ-VESTIBULAR. No vácuo, todas as ondas eletromagnéticas. independentemente de sua frequência. PRÉ VESTIBULAR Física / / PRÉ-VESTIBULAR Aluno: Nº: Turma: ONDAS Física Dudu 01. F.M. Triângulo Mineiro MG. III) No vácuo, todas as ondas eletromagnéticas caminham com uma mesma velocidade, independentemente

Leia mais

Tópico 8. Aula Prática: Sistema Massa-Mola

Tópico 8. Aula Prática: Sistema Massa-Mola Tópico 8. Aula Prática: Sistema Massa-Mola. INTRODUÇÃO No experimento anterior foi verificado, teoricamente e experimentalmente, que o período de oscilação de um pêndulo simples é determinado pelo seu

Leia mais

QUESTÕES. t = 7, o valor de t é o número: SIMULADO. Olá pessoal! Como vocês estão?

QUESTÕES. t = 7, o valor de t é o número: SIMULADO. Olá pessoal! Como vocês estão? Olá pessoal! Como vocês estão? Nesse artigo apresento a vocês um simulado com questões de Raciocínio Lógico, Matemática e Matemática Financeira. Para os candidatos aos cargos de Auditor e Analista Tributário

Leia mais

MATERIAL DIDÁTICO A REALIDADE DOS SISTEMAS DE EQUAÇÕES

MATERIAL DIDÁTICO A REALIDADE DOS SISTEMAS DE EQUAÇÕES MATERIAL DIDÁTICO A REALIDADE DOS SISTEMAS DE EQUAÇÕES Prof. ANTONIO ROBERTO GONÇALVES Aprendizagem de Conceitos Se você precisa encontrar o volume de um silo de milho, a distância percorrida por um carro

Leia mais

Formação de imagens por superfícies esféricas

Formação de imagens por superfícies esféricas UNIVESIDADE FEDEAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPATAMENTO DE FÍSICA Laboratório de Física Geral IV Formação de imagens por superfícies esféricas.. Objetivos:. Primeira parte: Espelho Côncavo

Leia mais

Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro

Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro Objetivo As práticas que serão trabalhadas nesta aula têm os objetivos de

Leia mais

Bom trabalho! DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL. SÉRIE: 2 a EM NOME COMPLETO:

Bom trabalho! DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL. SÉRIE: 2 a EM NOME COMPLETO: DISCIPLINA: FÍSICA PROFESSOR: Erich/ André DATA: 17/12/2015 VALOR: 20,0 NOTA: ASSUNTO: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 2 a EM Circule a sua turma: Funcionários: 2 o A 2ºB Anchieta:2 o NOME COMPLETO:

Leia mais

Objetivos: Construção de tabelas e gráficos, escalas especiais para construção de gráficos e ajuste de curvas à dados experimentais.

Objetivos: Construção de tabelas e gráficos, escalas especiais para construção de gráficos e ajuste de curvas à dados experimentais. 7aula Janeiro de 2012 CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS I: Papel Milimetrado Objetivos: Construção de tabelas e gráficos, escalas especiais para construção de gráficos e ajuste de curvas à dados experimentais. 7.1

Leia mais

O maior ângulo entre os espelhos, para que se possam enxergar onze imagens inteiras desse objeto, será de: a) 20 b) 30 c) 45 d) 60 e) 120

O maior ângulo entre os espelhos, para que se possam enxergar onze imagens inteiras desse objeto, será de: a) 20 b) 30 c) 45 d) 60 e) 120 Colégio Jesus Adolescente Ensino Médio 1º Bimestre Disciplina Física Setor B Turma 1º ANO Professor Gnomo Lista de Exercício Bimestral Aulas 6 a 8 1) A figura a seguir representa um raio de luz incidindo

Leia mais

Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP

Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP 1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP Alguns experimentos de óptica básica Este item é composto por um conjunto de peças avulsas que permitem

Leia mais

APLICAÇÕES DE EQUAÇÕES 1ª. ORDEM

APLICAÇÕES DE EQUAÇÕES 1ª. ORDEM APLICAÇÕES DE EQUAÇÕES 1ª. ORDEM Decaimento radioativo Resultados experimentais mostram que elementos radioativos desintegram a uma taxa proporcional à quantidade presente do elemento. Se Q = Q(t) é a

Leia mais

TC 6 Revisão UECE 1 a. fase Física Prof. João Paulo

TC 6 Revisão UECE 1 a. fase Física Prof. João Paulo 1. (IFSP 2011) Os fenômenos luminosos são estudados há muito tempo. A luz, como qualquer onda eletromagnética, tem grandes aplicações na engenharia e na medicina, entre outras áreas. Quando a luz atinge

Leia mais

Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva EF e EM. PIBID - FÍSICA Disciplina: Física 1º Ano EM Turma:A Atividade Experimental Conteúdo: Colisões

Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva EF e EM. PIBID - FÍSICA Disciplina: Física 1º Ano EM Turma:A Atividade Experimental Conteúdo: Colisões Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva EF e EM. PIBID - FÍSICA Disciplina: Física 1º Ano EM Turma:A Atividade Experimental Conteúdo: Colisões Aluno(a): Nº: Data: / /2014 INTRODUÇÃO: a) Se você pudesse escolher

Leia mais

TIPOS DE REFLEXÃO Regular Difusa

TIPOS DE REFLEXÃO Regular Difusa Reflexão da luz TIPOS DE REFLEXÃO Regular Difusa LEIS DA REFLEXÃO RI = raio de luz incidente i normal r RR = raio de luz refletido i = ângulo de incidência (é formado entre RI e N) r = ângulo de reflexão

Leia mais

As Cores das Estrelas

As Cores das Estrelas 1 As Cores das Estrelas Jane Gregorio-Hetem, Eduardo Brescansin de Amôres, Raquel Yumi Shida (IAG-USP) 1.INTRODUÇÃO O que aprenderei nesta atividade? Você aprenderá como os astrônomos calculam a temperatura

Leia mais

REVISÃO PARA AVALIAÇÃO 1º BIMESTRE CIÊNCIAS

REVISÃO PARA AVALIAÇÃO 1º BIMESTRE CIÊNCIAS REVISÃO PARA AVALIAÇÃO 1º BIMESTRE CIÊNCIAS 1) A partir das informações dadas, enumere as informações, em ordem sequencial, de acordo com as etapas do método científico: ( ) Conclusões ( ) Possíveis respostas

Leia mais

Leitura e interpretação de gráficos: Cada vez mais os vestibulares exigem essa competência

Leitura e interpretação de gráficos: Cada vez mais os vestibulares exigem essa competência Leitura e interpretação de gráficos: Cada vez mais os vestibulares exigem essa competência Por: George Schlesinger Existem diversos tipos de gráficos: linhas, barras, pizzas etc. Estudaremos aqui os gráficos

Leia mais

Atividade 7. Figura 1 (1) Figura 2 (2)

Atividade 7. Figura 1 (1) Figura 2 (2) Atividade 7 1) PROBLEMATIZAÇÃO: No dia-a-dia não é difícil nos depararmos com situações em que há o emprego de superfícies curvas refletindo luz. Dentre elas, podem ser citados os espelhos esféricos e

Leia mais

Apostila 2 Capítulo 8. Página 305. Reflexões. Gnomo

Apostila 2 Capítulo 8. Página 305. Reflexões. Gnomo Apostila 2 Capítulo 8 Página 305 Reflexões Fenômenos Ópticos Reflexão Refração Absorção Tipos de Reflexão Reflexão Especular Reflexão Difusa Na reflexão especular os raios de luz que entram paralelos são

Leia mais

Valor verdadeiro, precisão e exatidão. O valor verdadeiro de uma grandeza física experimental às vezes pode ser considerado

Valor verdadeiro, precisão e exatidão. O valor verdadeiro de uma grandeza física experimental às vezes pode ser considerado UNIDADE I Fundamentos de Metrologia Valor verdadeiro, precisão e exatidão O valor verdadeiro de uma grandeza física experimental às vezes pode ser considerado o objetivo final do processo de medição. Por

Leia mais

CI202 - Métodos Numéricos

CI202 - Métodos Numéricos CI202 - Métodos Numéricos Lista de Exercícios 2 Zeros de Funções Obs.: as funções sen(x) e cos(x) devem ser calculadas em radianos. 1. Em geral, os métodos numéricos para encontrar zeros de funções possuem

Leia mais

GUIA DO PROFESSOR ATIVIDADE: RAIO DA TERRA

GUIA DO PROFESSOR ATIVIDADE: RAIO DA TERRA GUIA DO PROFESSOR ATIVIDADE: RAIO DA TERRA 1 - RESUMO DA ATIVIDADE Como exemplo de um método de medida, vamos mostrar como há três séculos antes de Cristo, Eratóstenes mediu o raio da Terra, utilizando

Leia mais

EXPERIMENTO N o 6 LENTES CONVERGENTES INTRODUÇÃO

EXPERIMENTO N o 6 LENTES CONVERGENTES INTRODUÇÃO EXPERIMENTO N o 6 LENTES CONVERGENTES INTRODUÇÃO Ao incidir em uma lente convergente, um feixe paralelo de luz, depois de passar pela lente, é concentrado em um ponto denominado foco (representado por

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA Mestrando Patrese Coelho Vieira Porto Alegre, maio de 2012 O presente material é uma coletânea

Leia mais

a) I b) II c) III d) IV e) V

a) I b) II c) III d) IV e) V 1. (Cesgranrio 1991) Sobre uma lente semiesférica de vidro incide um raio de luz, cuja direção é paralela ao eixo óptico da lente. Qual dos raios (I, II, III, IV ou V) indicados na figura a seguir que

Leia mais

AULA 2 A Propagação da Luz, sua Reflexão e Refração

AULA 2 A Propagação da Luz, sua Reflexão e Refração AULA 2 A Propagação da Luz, sua Reflexão e Refração Objetivos: refletir sobre os resultados dos experimentos feitos; estudar os resultados já estabelecidos sobre a propagação, a reflexão e a refração da

Leia mais

Espelho, espelho meu...

Espelho, espelho meu... A UU L AL A Espelho, espelho meu... No meio do trânsito ouve-se a sirene da ambulância. Ernesto vira-se e pergunta ao pai: - Por que as letras escritas no capô da ambulância estão todas invertidas? Figura

Leia mais

Correlação e Regressão Linear

Correlação e Regressão Linear Correlação e Regressão Linear A medida de correlação é o tipo de medida que se usa quando se quer saber se duas variáveis possuem algum tipo de relação, de maneira que quando uma varia a outra varia também.

Leia mais

grandeza do número de elétrons de condução que atravessam uma seção transversal do fio em segundos na forma, qual o valor de?

grandeza do número de elétrons de condução que atravessam uma seção transversal do fio em segundos na forma, qual o valor de? Física 01. Um fio metálico e cilíndrico é percorrido por uma corrente elétrica constante de. Considere o módulo da carga do elétron igual a. Expressando a ordem de grandeza do número de elétrons de condução

Leia mais

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis O objetivo deste texto é apresentar os principais procedimentos

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA O trabalho se inicia com uma avaliação diagnóstica (aplicação de um questionário) a respeito dos conhecimentos que pretendemos introduzir nas aulas dos estudantes de física do ensino médio (público alvo)

Leia mais

Refração. a)o ângulo de refração b)o desvio feito pelo raio ao se refratar

Refração. a)o ângulo de refração b)o desvio feito pelo raio ao se refratar Refração 1- Um raio de luz propaga-se no ar com velocidade 3x10 8 m/s e atinge a superfície da água sob o ângulo de incidência de 60 e o ângulo de refração igual a 45. Determine a velocidade da água. 2-Um

Leia mais

Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz

Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz Polarização Polarização: Propriedade das ondas transversais Ondas em uma corda Oscilação no plano vertical. Oscilação no plano horizontal. Onda

Leia mais

GUIÃO DO PROFESSOR EXPLORA. Luz 2º CEB. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor Caderno do aluno Recursos online

GUIÃO DO PROFESSOR EXPLORA. Luz 2º CEB. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor Caderno do aluno Recursos online GUIÃO DO PROFESSOR EXPLORA Luz Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor Caderno do aluno Recursos online 2º CEB Introdução O Explora é uma verdadeira floresta de fenómenos naturais.

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES 2ª SÉRIE

LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES 2ª SÉRIE LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES FÍSICA - A - 2012 ALUNO: TURMA: CARTEIRA: MATRÍCULA: DATA: / / Unidade 01 - Introdução à Óptica Geométrica Unidade 02 - Reflexão da Luz REFAZER OS EXERCÍCIOS DO LIVRO:

Leia mais

NOTAS DE AULA 01. Introdução. Movimentos lineares. Biomecânica: Introdução à Mecânica 1

NOTAS DE AULA 01. Introdução. Movimentos lineares. Biomecânica: Introdução à Mecânica 1 Biomecânica: Introdução à Mecânica 1 NOTAS DE AULA 01 Introdução A Biomecânica, para a descrição do movimento humano, se baseia na Mecânica. Por exemplo, se estudarmos características do movimento como

Leia mais

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DISCIPLINA: FÍSICA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE MODELO VASCO

Leia mais

Você acha que o rapaz da figura abaixo está fazendo força?

Você acha que o rapaz da figura abaixo está fazendo força? Aula 04: Leis de Newton e Gravitação Tópico 02: Segunda Lei de Newton Como você acaba de ver no Tópico 1, a Primeira Lei de Newton ou Princípio da Inércia diz que todo corpo livre da ação de forças ou

Leia mais

Grupo: Ederson Luis Posselt Geovane Griesang Ricardo Cassiano Fagundes

Grupo: Ederson Luis Posselt Geovane Griesang Ricardo Cassiano Fagundes Curso: Ciências da computação Disciplina: Física aplicada a computação Professor: Benhur Borges Rodrigues Relatório experimental 05: Formação da imagem e propagação retilínea da luz; Medida da distância

Leia mais

FÍSICA. Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2

FÍSICA. Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2 FÍSICA Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2 28 d Leia com atenção a tira da Turma da Mônica mostrada abaixo e analise as afirmativas que se seguem, considerando os princípios da Mecânica Clássica.

Leia mais

Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas

Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas AULA 22.2 Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas Habilidades: Frente a uma situação ou problema concreto, reconhecer a natureza dos fenômenos envolvidos, situando-os dentro do

Leia mais

Metodologia Científica

Metodologia Científica Metodologia Científica Prof. William Costa Rodrigues FAETEC/IST Paracambi 2007 Metodologia Científica: Conceitos e Definições É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Terminologia e Definições Básicas No curso de cálculo você aprendeu que, dada uma função y f ( ), a derivada f '( ) d é também, ela mesma, uma função de e

Leia mais

Física Simples e Objetiva Mecânica Cinemática e Dinâmica Professor Paulo Byron. Apresentação

Física Simples e Objetiva Mecânica Cinemática e Dinâmica Professor Paulo Byron. Apresentação Apresentação Após lecionar em colégios estaduais e particulares no Estado de São Paulo, notei necessidades no ensino da Física. Como uma matéria experimental não pode despertar o interesse dos alunos?

Leia mais

γ = 5,0m/s 2 2) Cálculo da distância percorrida para a velocidade escalar reduzir-se de 30m/s para 10m/s. V 2 2

γ = 5,0m/s 2 2) Cálculo da distância percorrida para a velocidade escalar reduzir-se de 30m/s para 10m/s. V 2 2 OBSERVAÇÃO (para todas as questões de Física): o valor da aceleração da gravidade na superfície da Terra é representado por g. Quando necessário, adote: para g, o valor 10 m/s 2 ; para a massa específica

Leia mais

LISTA 2. 4. y = e 2 x + y 1, y(0) = 1

LISTA 2. 4. y = e 2 x + y 1, y(0) = 1 MAT 01167 Equações Diferenciais LISTA Resolva: 1. x y y = x sen x. y + y tan x = x sen x cos x, y0) =. x + 1) dy dx x y = 1 4. y = e x + y 1, y0) = 1 5. x y + x + x + ) dy dx = 0 ) x 6. Resolva a equação

Leia mais

introdução à Óptica Geométrica

introdução à Óptica Geométrica PARTE II Unidade E capítulo 10 introdução à Óptica Geométrica seções: 101 Conceitos fundamentais 102 Princípios da Óptica Geométrica antes de estudar o capítulo Veja nesta tabela os temas principais do

Leia mais

Eu não nasci de óculos!

Eu não nasci de óculos! A U A UL LA Eu não nasci de óculos! Enquanto Roberto conversa com Gaspar, Ernesto coloca os óculos de Roberto e exclama: - Puxa, estou enxergando tudo embaralhado. Tudo meio turvo! - É como você tivesse

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.3. SALTO PARA A PISCINA

ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.3. SALTO PARA A PISCINA ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.3. SALTO PARA A PISCINA Questão: Como projectar um escorrega para um parque aquático, de um, de modo que os utentes possam cair em segurança numa determinada zona da piscina?

Leia mais

PRATICA EXPERIMENTAL. Introdução:

PRATICA EXPERIMENTAL. Introdução: PRATICA 2: Corpos em queda livre PRATICA EXPERIMENTAL Introdução: Ao deixar um corpo cair próximo da terra, este corpo será atraído verticalmente para baixo. Desprezando-se se a resistência do ar, todos

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 1ª SÉRIE

LISTA DE EXERCÍCIOS 1ª SÉRIE 1. (Uemg 2014) Em uma aula sobre Gravitação, o professor de Física resolveu escrever um poema e mostrá-lo a seus alunos: O Sol e a Lua num balé em torno da Terra. Ora a Lua está entre o Sol e a Terra.

Leia mais

Tema: Imagens. Problema: Será que a imagem de um objeto é igual em qualquer tipo de espelho?

Tema: Imagens. Problema: Será que a imagem de um objeto é igual em qualquer tipo de espelho? Tema: Imagens Atividade experimental nº. 1 Problema: Será que a imagem de um objeto é igual em qualquer tipo de espelho? 1. Nesta experiência desafiamos-te a observar a tua imagem em três tipos de espelhos.

Leia mais

04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A. , sendo m A. e m B. < m B.

04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A. , sendo m A. e m B. < m B. 04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A e m B, sendo m A < m B, afirma-se que 01. Um patrulheiro, viajando em um carro dotado de radar a uma

Leia mais

SUBÁREA DE FÍSICA E QUÍMICA PLANEJAMENTO ANUAL PARA A DISCIPLINA DE FÍSICA 2ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO 2014. Identificação e Conteúdo Programático

SUBÁREA DE FÍSICA E QUÍMICA PLANEJAMENTO ANUAL PARA A DISCIPLINA DE FÍSICA 2ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO 2014. Identificação e Conteúdo Programático UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO - CEPAE ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E MATEMÁTICA SUBÁREA DE FÍSICA E QUÍMICA PLANEJAMENTO ANUAL

Leia mais

FÍSICA. Prova de 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. Duração desta prova: TRÊS HORAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FAÇA LETRA LEGÍVEL

FÍSICA. Prova de 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. Duração desta prova: TRÊS HORAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FAÇA LETRA LEGÍVEL FÍSICA Prova de 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. Leia atentamente as instruções que se seguem. 1 - Este caderno contém oito questões, constituídas de itens e subitens, abrangendo um total de doze páginas,

Leia mais