2 - MATERIAIS E MÉTODOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2 - MATERIAIS E MÉTODOS"

Transcrição

1 Reflexões sobre as mudanças climáticas e a dinâmica da malária na Amazônia Marly Satimi Shimada 1,Angela Imakawa 2 1 Aluna do curso de Especialização em Saúde Ambiental Centro de Pesquisa Leônidas e Maria Deane FIOCRUZ Amazônia Rua Terezina, 476. Adrianópolis Manaus AM. Brazil, Universidade do Estado do Amazonas,UEA-Darcy Vargas,1200.Pq Dez Manaus AM. ABSTRACT: The climate variability is being progressively more debated in Brazil. Its impact affects directly the human health, specially the epidemiological aspects of Brazilian north region. Some aspects of the climate effects can increase the spreading rate of diseases like malaria, as well as the environmental conditions are propitious to the reproduction and survival of pathological agents and vectors. The climate changes can accelerate not only the transmission cycles but also extend their geographical distribution, both for higher latitudes or altitudes Palavras-chave: Variabilidade Climática, malária, Amazônia 1 INTRODUÇÃO A malária é um grave problema de Saúde Pública no mundo, colocando em risco 40% da população de mais de 100 países. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que ocorra no mundo cerca de 300 a 500 milhões de novos casos e um milhão de mortes ao ano (WHO, 2002). No Brasil, sabe-se que a grande maioria dos focos concentra-se nos Estados da Amazônia Legal, com cerca de 99,7% dos casos registrados, sendo considerado um dos principais problemas de saúde pública na região (ASSIS, 2007). O aquecimento global do planeta tem gerado uma preocupação sobre a possível expansão da área atual de incidência de algumas doenças transmitidas por insetos (TAUIL, 2002). Porém, devem-se levar em conta que são múltiplos os fatores que influenciam a dinâmica da doença transmitida por vetores, além dos fatores ambientais (vegetação, clima, hidrologia, topografia); como os sócio-demográficos (migrações e densidade populacional); além dos biológicos (ciclo vital dos insetos vetores de agentes infecciosos) e dos médicosociais ( estado imunológico da população, efetividade dos sistemas locais de saúde e dos programas específicos de controle de doenças, etc.) e as origens históricas da doença na região, estes dois últimos sempre muito esquecidos nas apressadas análises causais entre o impacto das mudanças climáticas e as doenças vetoriais (OPAS/OMS, 2008). Na Amazônia, a presença da floresta equatorial de clima quente úmido, adicionandose as inter-relações dos fatores ambientais, ambos desempenham papel importante no risco de transmissão de malária que podem ser divididos em dois grupos: meio natural e meio antrópico (modificado e influenciado pela ação humana). O meio natural inclui a topografia, hidrologia, tipo de solo e clima, e demais aspectos da fisiografia da bacia hidrográfica. Enquanto que no meio antrópico, pode-se citar as migrações populacionais, a ocupação 1

2 desordenada nas áreas rurais, assim como nas margens de rios, o uso inadequado de corpos d água, etc. Além disso, a quantidade de chuva potencializa o risco de transmissão no final da estação chuvosa, quando os solos estão mais úmidos e a variação do nível da água dos rios e igarapés propicia a formação de criadouros de mosquitos em suas margens (CRUZ, et al., 2008). O ciclo de vida dos vetores, assim como das águas de rios e lagos que participam da cadeia de transmissão de doenças, está fortemente relacionado à dinâmica ambiental dos ecossistemas onde estes vivem. Neste contexto, a presente pesquisa tem como objetivo um estudo comparativo dos casos de malária do ano de 2005, onde houve uma grande seca e do ano de 2009, que foi o caso de uma cheia extrema. 2 - MATERIAIS E MÉTODOS A área de estudo, o Estado do Amazonas, caracteriza-se por ser o maior do Brasil ocupando uma extensão territorial de ,680 km². Trata-se de um estudo qualitativo de caráter descritivo, com informações de dados secundários de casos de malária que foram obtidos junto ao banco de dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica Malária (SIVEP Malária) do Ministério da Saúde. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO As mudanças climáticas podem ser entendidas como qualquer mudança no clima ao longo dos anos, devido à variabilidade natural ou como resultado da atividade humana (IPCC, 2007a). O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) divulgou recentemente que há 90% de chance do aquecimento global observado nos últimos 50 anos ter sido causado pela atividade humana (IPCC, 2007b), através do aumento das emissões de gases de efeito estufa. Esse aumento nas emissões de gases estufa poderá induzir um aquecimento da atmosfera, o que pode resultar em uma mudança no clima mundial a longo prazo (McMICH AEL, 2003). As mudanças climáticas refletem o impacto de processos socioeconômicos e culturais, como o crescimento populacional, a urbanização, a industrialização e o aumento do consumo de recursos naturais e da demanda sobre os ciclos biogeoquímicos (McMICHAEL, 1999; CONFALONIERI et al, 2002) Os mecanismos dos impactos dos eventos climáticos sobre a saúde humana podem ser apreciados, de forma resumida no esquema abaixo: 2

3 Figura 1: Variabilidade climática, vulnerabilidade social e saúde no Brasil, Confalonieri, Para discutir sobre as questões climáticas no Brasil é importante primeiro diferenciar a variabilidade natural do clima das mudanças climáticas e, em seguida, distinguir que mudanças climáticas podem resultar tanto do aquecimento global como também de alterações da cobertura vegetal. Eventos extremos relacionados à variabilidade intra-sazonal e inter anual do clima comumente são causados pela instabilidade da interação bidirecional dos oceanos tropicais com a atmosfera global. As mudanças climáticas globais afetarão a saúde humana principalmente por meio de alterações nos padrões das doenças infecciosas endêmicas transmitidas pela água (exemplo: cólera, leptospirose) ou por vetores animais (malária, dengue, leishmanioses, arboviroses). Ao serem criadas condições ambientais mais favoráveis à reprodução e à sobrevivência de patógenos e vetores, as mudanças climáticas poderão acelerar os ciclos de transmissão bem como estender as suas áreas de distribuição geográfica, tanto para latitudes quanto para altitudes maiores. Outro aspecto associado com as mudanças climáticas diz respeito às alterações nos eventos extremos, tais como as tempestades, furacões, ondas de calor e inundações. Projeta-se que as mudanças climáticas globais modificarão a distribuição dos padrões locais metereológicos, principalmente a prevista intensificação do ciclo hidrológico. Isso pode ter conseqüências com relação a fatalidades associadas com acidentes e com epidemias de doenças transmissíveis, decorridos dos desastres climáticos. Em última instância, a diversidade biológica, em todos os seus níveis, mantém seu papel estratégico e permite a possibilidade de adaptação das populações humanas e de outras espécies às pressões ambientais externas cada vez mais importantes nos cenários futuros. Esses cenários, principalmente os relacionados às mudanças climáticas globais, sinalizam um rearranjo importante na distribuição geográfica e abundância das espécies. O aumento de apenas alguns graus na temperatura poderá deslocar o habitat de muitas espécies para latitudes e altitudes mais altas, alterando, assim, a incidência de doenças antes restritas a determinadas regiões. Esse parece ser o caso da malária, cujas espécies de Plasmodium necessitam de temperaturas altas (entre 20 e 35 C depe ndendo da espécie) para completar a fase de esporogenia nos mosquitos (vetores) que, por sua vez, também poderão ampliar suas distribuições geográficas em conseqüência dos mesmos fatores abióticos. Devemos ter ainda em mente que os diferentes processos de mudanças ambientais globais interagem entre si e podem potencializar os seus efeitos sobre a saúde humana. 3

4 4 CONCLUSÕES As flutuações climáticas sazonais produzem um efeito na dinâmica das doenças vetoriais como, por exemplo, a maior incidência da dengue no verão e da malária na Amazônia durante o período de estiagem. Os eventos extremos introduzem considerável flutuação que podem afetar a dinâmica das doenças de veiculação hídrica, e que podem se agravar com as enchentes ou secas que afetam a qualidade e o acesso à água. Mas no caso de 2005, como mostra o gráfico houve um aumento considerável de casos de malária, e tivemos uma seca extrema. Já ano de 2009 houve uma grande cheia, e menos casos de malária em relação ao ano de Casos de malária de 2003 a 2009 no Estado do Amazonas Figura 2: Casos de malária de 2003 a 2009, Sivep-malária. A ocorrência da infecção malárica é perfeitamente entendida e simples, no entanto as relações estabelecidas entre o mosquito e homem com o ambiente tornam complexos a compreensão das características que determinam a ocorrência de maior ou menor número de casos. Portanto, não se podem desvincular as questões ambientais da dinâmica da malária, esta caracterizada como doença e os fatores a ela relacionados. Os problemas de saúde pública constituem um componente crítico das dimensões humanas nas mudanças ambientais globais. O estabelecimento de critérios de qualidade ambiental depende, em grande parte, da mensuração dos seus efeitos sobre os sistemas biológicos, em especial sobre a saúde e a sobrevivência humana. A avaliação dos efeitos sobre a saúde relacionados com os impactos das mudanças climáticas é extremamente complexa e requer uma avaliação integrada com uma abordagem interdisciplinar dos profissionais de saúde, climatologistas, cientistas sociais, biólogos, físicos, químicos, epidemiologistas, dentre outros, para analisar as relações entre os sistemas sociais, econômicos, biológicos, ecológicos e físicos e suas relações com as alterações climáticas. 4

5 Não se conhece o suficiente sobre a ampla gama de possíveis conseqüências para a saúde dos complexos processos que fazem parte das mudanças globais. Portanto, mais pesquisas se fazem necessárias, tanto em nível conceitual quanto empírico. 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSIS, M.C. A relação entre a dinâmica da Malária e problemas sócio-ambientais na bacia do Rio Purus. In: III Simpósio Nacional de Geografia da Saúde I Fórum Internacional de Geografia da Saúde. Curitiba, 08 a 11 de outubro de CONFALONIERI, U. et al. Mudanças globais e desenvolvimento: importância para a saúde. Informe Epidemiológico do SUS, v. 11, n.3, p , CONFALONIERI, U. Variabilidade climática, vulnerabilidade social e saúde no Brasil. Terra Livre, SP, Ano 19-vol I n.20, p , IPCC. Intergovernmental Panel on Climate Change. The Science of Climate Chang. The Scientific Basis Contribution of Working Group 1 to the IPCC, The assessment report, Cambridge University, 2001a MC MICHAEL, A.J. From hazard to habitat: rethinking environment and health. Epidemiology, v. 10, n. 4, p , Global climate change and health: an old story writ large, p In: MCMICHAEL, A.J. et al. (eds). Climate change and human health. Risks and responses. Genebra: WHO, 2003 OPAS.Organización Panamericana de la salud. Evaluación de los efectos de la contaminación del aire en la salud América Latina y el Caribe TAUIL, P.L. Controle de doenças transmitidas por vetores no sistema único de saúde. Informe Epidemiológico SUS, v. 11, n. 2, p ,

Mudança Climática Global e Saúde: Perspectivas para o Brasil

Mudança Climática Global e Saúde: Perspectivas para o Brasil ARTIGO Mudança Climática Global e Saúde: Perspectivas para o Brasil Ulisses E. C. Confalonieri e Diana P. Marinho DCB/ENSP/Fiocruz http://www.ensp.fiocruz.br/ pmags@ensp.fiocruz.br ENSP - Escola Nacional

Leia mais

POSSÍVEIS EFEITOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL ORIENTAL DO RN

POSSÍVEIS EFEITOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL ORIENTAL DO RN Revista do CERES Volume 1, Número 2 2015 http://www.cerescaico.ufrn.br/ceres/ POSSÍVEIS EFEITOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL ORIENTAL DO RN POSSIBLE EFFECTS OF CLIMATE CHANGE ON THE EASTERN COAST

Leia mais

Alterações climáticas, riscos ambientais e problemas de saúde: breves Considerações

Alterações climáticas, riscos ambientais e problemas de saúde: breves Considerações Alterações climáticas, riscos ambientais e problemas de saúde: breves Considerações Dirley dos Santos Vaz 1 dirleygeografia@hotmail.com RESUMO As alterações climáticas sempre estiveram presentes no nosso

Leia mais

Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas

Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas Emília Hamada Pesquisador, Embrapa Meio Ambiente, Jaguariúna - SP A mudança climática global começou a ser discutida

Leia mais

Introdução a Mudanças Climáticas e Inventários de Emissões de GEE

Introdução a Mudanças Climáticas e Inventários de Emissões de GEE CLIMA Introdução a Mudanças Climáticas e Inventários de Emissões de GEE Curitiba, PR 9 de novembro de 2009 Laura Valente de Macedo, Diretora Regional, ICLEI Governos Locais pela Sustentabilidade, Secretariado

Leia mais

RISCOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL E LIMITES À ADAPTAÇÃO

RISCOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL E LIMITES À ADAPTAÇÃO RISCOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO BRASIL E LIMITES À ADAPTAÇÃO Carlos A. Nobre, José A. Marengo, Wagner R. Soares, Eduardo Assad, Roberto Schaeffer, Fabio R. Scarano, Sandra S. Hacon Apoio: Embaixada do

Leia mais

Combatendo as causas das mudanças climáticas

Combatendo as causas das mudanças climáticas WWF-Brasil SHIS EQ QL 06/08 Conj. E 2º andar Lago Sul 71620-430 Brasília-DF Brasil Tel: +55 61 3364-7400 Fax: +55 61 3364-7474 Panda@wwf.org.br http://www.wwf.org.br Combatendo as causas das mudanças climáticas

Leia mais

ANÁLISE DE TENDÊNCIAS NA TEMPERATURA E PRECIPITAÇÃO EM LONDRINA, ESTADO DO PARANÁ

ANÁLISE DE TENDÊNCIAS NA TEMPERATURA E PRECIPITAÇÃO EM LONDRINA, ESTADO DO PARANÁ ANÁLISE DE TENDÊNCIAS NA TEMPERATURA E PRECIPITAÇÃO EM LONDRINA, ESTADO DO PARANÁ WILIAN DA S. RICCE 1, PAULO H. CARAMORI 2, HEVERLY MORAIS 3, DANILO A. B. SILVA 4, LETÍCIA TRINDADE ATAÍDE 5 1 Eng. Agrônomo,

Leia mais

Ciclo do Carbono. Lediane Chagas Marques

Ciclo do Carbono. Lediane Chagas Marques Ciclo do Carbono Lediane Chagas Marques Carbono É o quarto elemento mais abundante do universo, depois do Hidrogênio, Hélio e Oxigênio; Fundamental para a Vida; No planeta o carbono circula através dos

Leia mais

OPINIÃO Aquecimento Global: evidências e preocupações

OPINIÃO Aquecimento Global: evidências e preocupações OPINIÃO Aquecimento Global: evidências e preocupações Maurício Serra Pode-se dizer que a relação entre o homem e a natureza é historicamente uma relação de conflitos na medida em que o homem tem contribuído

Leia mais

Uma Síntese do Quarto Relatório do IPCC

Uma Síntese do Quarto Relatório do IPCC RESENHA Uma Síntese do Quarto Relatório do IPCC Por Ana Maria Heuminski de Avila Universidade Estadual de Campinas Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura - CEPAGRI CIDADE

Leia mais

Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Relatório de Atividades em Evento de Sustentabilidade FIESC 2012

Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Relatório de Atividades em Evento de Sustentabilidade FIESC 2012 Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa Relatório de Atividades em Evento de Sustentabilidade FIESC 2012 Julho de 2012 A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro

Leia mais

Apostila. Diêgo Lôbo diego@essetalmeioambiente.com E esse tal Meio Ambiente? www.essetalmeioambiente.com

Apostila. Diêgo Lôbo diego@essetalmeioambiente.com E esse tal Meio Ambiente? www.essetalmeioambiente.com Apostila Diêgo Lôbo diego@essetalmeioambiente.com E esse tal Meio Ambiente? www.essetalmeioambiente.com Índice 1. Terra e seu clima 03 o Introdução 03 o Nossa atmosfera 03 o Clima e tempo 06 o Efeito estufa

Leia mais

Mudanças Climáticas O clima está diferente. O que muda na nossa vida

Mudanças Climáticas O clima está diferente. O que muda na nossa vida 1 Mudanças Climáticas O clima está diferente. O que muda na nossa vida 2 Se você tem menos de 15 anos, praticamente já nasceu ouvindo falar de temas até então raros, como aquecimento global, mudanças climáticas,

Leia mais

VARIABILIDADE, ANOMALIA E MUDANÇA CLIMÁTICA

VARIABILIDADE, ANOMALIA E MUDANÇA CLIMÁTICA VARIABILIDADE, ANOMALIA E MUDANÇA CLIMÁTICA 1. INTRODUÇÃO Profs. Luiz Roberto Angelocci e Paulo César Sentelhas Material didático da disciplina LCE306 -Meteorologia Agrícola - Turmas 1,4,5 e 6 Departamento.

Leia mais

PROJEÇÕES DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL PARA CENÁRIOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPEROÁ - PB

PROJEÇÕES DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL PARA CENÁRIOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPEROÁ - PB PROJEÇÕES DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL PARA CENÁRIOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO TAPEROÁ - PB Madson T. SILVA 1, Edicarlos P. de SOUSA 2, Sonaly D. de OLIVEIRA 3, Vicente de Paulo

Leia mais

O futuro clima do Brasil. Marcos César Alvarez. José A. Marengo

O futuro clima do Brasil. Marcos César Alvarez. José A. Marengo O futuro clima do Brasil Marcos César Alvarez José A. Marengo Dossiê Clima Justiça brasileira RESUMO Eventos climáticos extremos recentes, como as enchentes na Bacia do Rio Madeira em 2014 e as secas atuais

Leia mais

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Workshop Adaptação às mudanças climáticas e os desafios da gestão ambiental integrada no Brasil O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Diretoria de Recursos Hídricos Ministério

Leia mais

ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE TEMPERATURA MÍNIMA DO BRASIL

ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE TEMPERATURA MÍNIMA DO BRASIL ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE TEMPERATURA MÍNIMA DO BRASIL RENATA RIBEIRO DO VALLE GONÇALVES 1 e EDUARDO DELGADO ASSAD 2 1 Engenheira Cartógrafa, doutoranda da Faculdade de Engenharia Agrícola Feagri /Unicamp,

Leia mais

Como as alterações climáticas podem afetar as cidades, as organizações e as empresas

Como as alterações climáticas podem afetar as cidades, as organizações e as empresas Como as alterações climáticas podem afetar as cidades, as organizações e as empresas Thelma Krug Pesquisadora, INPE Membro do Conselho do IPCC Congresso Internacional de Sustentabilidade São José dos Campos,

Leia mais

CLIMATOLOGIA E MUDANÇAS GLOBAIS VARIAÇÕES DECADAIS CLIMA DO FUTURO MUDANÇAS CLIMÁTICAS

CLIMATOLOGIA E MUDANÇAS GLOBAIS VARIAÇÕES DECADAIS CLIMA DO FUTURO MUDANÇAS CLIMÁTICAS Variabilidade Climática Eduardo Sávio P. R. Martins CLIMATOLOGIA E MUDANÇAS GLOBAIS SUMÁRIO CLIMA DO PRESENTE Conceitos Balanço de energia Circulação Atmosférica Circulação Atmosférica Sistemas Climáticos

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E ÁREA COLHIDA NO RIO GRANDE DO NORTE E PARAÍBA

RELAÇÃO ENTRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E ÁREA COLHIDA NO RIO GRANDE DO NORTE E PARAÍBA RELAÇÃO ENTRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E ÁREA COLHIDA NO RIO GRANDE DO NORTE E PARAÍBA 1 Carlos Antônio Costa dos Santos; 2 José Ivaldo Barbosa de Brito RESUMO O objetivo deste trabalho é estimar e verificar

Leia mais

EFEITO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARACATU

EFEITO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARACATU EFEITO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARACATU RÔMULA F. DA SILVA 1 ; ELOY L. DE MELLO 2 ; FLÁVIO B. JUSTINO 3 ; FERNANDO F. PRUSKI 4; FÁBIO MARCELINO DE

Leia mais

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Diversidade global de climas Motivação! O Clima Fenômeno da atmosfera em si: chuvas, descargas elétricas,

Leia mais

Adaptação à mudança do clima*

Adaptação à mudança do clima* Agropecuária: Vulnerabilidade d e Adaptação à mudança do clima* Magda Lima - Embrapa Meio Ambiente Bruno Alves - Embrapa Agrobiologia OCB Curitiba Março de 2010 * Apresentação baseada em artigo publicado

Leia mais

CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA

CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA CAPÍTULO 7 EFEITO ESTUFA Será que o homem já se conscientizou do poder destrutivo das suas mãos? Hoje, é freqüente ouvirmos falar do efeito estufa Mas quem é esse vilão que nos apavora? O efeito estufa

Leia mais

Mudança do clima: Principais conclusões do 5º Relatório do IPCC

Mudança do clima: Principais conclusões do 5º Relatório do IPCC Mudança do clima: Principais conclusões do 5º Relatório do IPCC ILIDIA DA ASCENÇÃO GARRIDO MARTINS JURAS Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

Módulo 1 A Ciência da Mudança do Clima

Módulo 1 A Ciência da Mudança do Clima Módulo 1 A Ciência da Mudança do Clima Gás Porcentagem Partes por Milhão Nitrogênio 78,08 780.000,0 Oxigênio 20,95 209.460,0 Argônio 0,93 9.340,0 Dióxido de carbono 0,0379 379,0 Neônio 0,0018 18,0 Hélio

Leia mais

Nome: ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Nome: ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Disciplina: Geografia Ano / Série: 6ª ano Professor (a):gabriel Moreira Perona Data: / / 2014 Roteiro de Recuperação Nome: ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA

PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA EJA Ensino Fundamental 2º Segmento GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS PLANO DE AULA/ROTINA DIÁRIA Fase/Ano: 4ª Fase 6º e 7º Ano Ano Letivo: 2014 Componente Curricular: Geografia Professores do Estúdio: Jefferson

Leia mais

O aquecimento global e a extinção de espécies

O aquecimento global e a extinção de espécies Maiara Cecchin O aquecimento global e a extinção de espécies Resumo: Nas últimas décadas houve a aceleração do processo de aquecimento global, ligado fortemente às atividades antropogênicas insustentáveis,

Leia mais

Unidade I Geografia física mundial e do Brasil.

Unidade I Geografia física mundial e do Brasil. Unidade I Geografia física mundial e do Brasil. 1 1.2 Conteúdo: A Dinâmica Climática no Brasil. 2 1.2 Habilidade: Localizar os diferentes tipos de climas existentes no território brasileiro. 3 Jorge Ben

Leia mais

COLÉGIO SALESIANO DOM BOSCO

COLÉGIO SALESIANO DOM BOSCO COLÉGIO SALESIANO DOM BOSCO A DINÂMICA ATMOSFÉRICA CAPÍTULO 1 GEOGRAFIA 9º ANO Vanessa Andrade A atmosfera é essencial para a vida, porque além de conter o oxigênio que respiramos, ela mantém a Terra quente,

Leia mais

FATORES DE INSTALAÇÃO, PERMANÊNCIA E PROLIFERAÇÃO DA DENGUE NO RECIFE-PE: UMA ABORDAGEM SOCIOLÓGICA.

FATORES DE INSTALAÇÃO, PERMANÊNCIA E PROLIFERAÇÃO DA DENGUE NO RECIFE-PE: UMA ABORDAGEM SOCIOLÓGICA. FATORES DE INSTALAÇÃO, PERMANÊNCIA E PROLIFERAÇÃO DA DENGUE NO RECIFE-PE: UMA ABORDAGEM SOCIOLÓGICA. Edmilton Amaro da Hora Filho* RESUMO Este trabalho apresenta os fatores de instalação, permanência e

Leia mais

Geografia do Brasil - Profº Márcio Castelan

Geografia do Brasil - Profº Márcio Castelan Geografia do Brasil - Profº Márcio Castelan 1. (Uerj 2007) As figuras a seguir apresentam os mapas com a atuação das massas de ar no inverno e no verão brasileiros e o climograma da cidade de Cuiabá. De

Leia mais

Patrícia de Lima Martins

Patrícia de Lima Martins Patrícia de Lima Martins 1. INTRODUÇÃO Relevância da problemática ambiental 1.1. PROBLEMÁTICA AMBIENTAL Muitos dos problemas ambientais são provocados pela ação antrópica. Estes problemas afetam a: Fauna

Leia mais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais (ENSP/FIOCRUZ) Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres (CEPEDES) Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) AS MUDANÇAS SOCIOAMBIENTAIS

Leia mais

INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA CORPORATIVAS UNIMED CUIABÁ

INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA CORPORATIVAS UNIMED CUIABÁ INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA CORPORATIVAS UNIMED CUIABÁ Abril de 2016 Av. Historiador Rubens de Mendonça, 4193 Bosque da Saúde Cuiabá/MT www.acaoverde.org.br (65) 3611 1606 Sumário

Leia mais

Eventos climáticos extremos: suas causas e seus efeitos sobre as populações vulneráveis e a pobreza

Eventos climáticos extremos: suas causas e seus efeitos sobre as populações vulneráveis e a pobreza Eventos climáticos extremos: suas causas e seus efeitos sobre as populações vulneráveis e a pobreza MOACIR JOSÉ SALES MEDRADO CURITIBA PARANÁ- 22 DE MARÇO DE 2013 O MUNDO MODERNO Mais do que nunca, dependemos

Leia mais

ESTUDO MUDANÇA DO CLIMA

ESTUDO MUDANÇA DO CLIMA ESTUDO MUDANÇA DO CLIMA Ilidia da Ascenção Garrido Martins Juras Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial Desenvolvimento Urbano e Regional ESTUDO DEZEMBRO/2009

Leia mais

ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO SAZONAL NAS CIDADES DE MACAPÁ-AP E SANTARÉM-PA NA REGIÃO AMAZONICA BRASILEIRA-ANO-2009.

ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO SAZONAL NAS CIDADES DE MACAPÁ-AP E SANTARÉM-PA NA REGIÃO AMAZONICA BRASILEIRA-ANO-2009. ESTUDO DO CONFORTO TÉRMICO SAZONAL NAS CIDADES DE MACAPÁ-AP E SANTARÉM-PA NA REGIÃO AMAZONICA BRASILEIRA-ANO-2009. MAGANO JÚNIO, H. 1 ; ANTÔNIO C. LÔLA DA COSTA 2 ; JOÃO DE A. SILVA JUNIOR 3 ; INGRID M.

Leia mais

Ficha de trabalho: Questionários

Ficha de trabalho: Questionários Ficha de trabalho: Questionários Objectivos: As lições têm como objectivo incentivar os alunos a compreender melhor o impacto das alterações climáticas. Recursos: Disponíveis em www.climatechange.eu.com:

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos. Prof. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos. Prof. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 1º Ano Fatores climáticos Prof. Claudimar Fontinele Latitude É a medida em graus de localização em relação à linha do Equador de um ponto dado

Leia mais

VARIABILIDADE DE ÍNDICES DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA NA AMAZÔNIA OCIDENTAL

VARIABILIDADE DE ÍNDICES DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA NA AMAZÔNIA OCIDENTAL VARIABILIDADE DE ÍNDICES DE PRECIPITAÇÃO E TEMPERATURA NA AMAZÔNIA OCIDENTAL Santos, D.C. (1) ; Medeiros, R.M. (1) ; Correia, D. S. () ; Oliveira, V.G. (3) ; Brito, J.I.B. () dariscorreia@gmail.com (1)

Leia mais

Sinais. O mundo está a mudar

Sinais. O mundo está a mudar Sinais O mundo está a mudar O nosso Planeta está a aquecer, do Pólo Norte ao Polo Sul. Os efeitos do aumento da temperatura estão a acontecer e os sinais estão por todo o lado. O aquecimento não só está

Leia mais

MANEJO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO: ESTUDO DE CASO DOS DIVERSOS USOS DAS ÁGUAS DO RESERVATÓRIO DE ITAPARICA

MANEJO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO: ESTUDO DE CASO DOS DIVERSOS USOS DAS ÁGUAS DO RESERVATÓRIO DE ITAPARICA MANEJO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO: ESTUDO DE CASO DOS DIVERSOS USOS DAS ÁGUAS DO RESERVATÓRIO DE ITAPARICA Maria de Lourdes Almeida Gonçalves (1); Sara Maria Gomes Pinheiro (1); Emerson

Leia mais

Professor: Márcio Luiz

Professor: Márcio Luiz Capítulo 14 Meio Ambiente Global Geografia 1ª Série Conteúdo complementar O Tratado de Kyoto Acordo na Cidade de Kyoto Japão (Dezembro 1997): Redução global de emissões de seis gases do efeito estufa em

Leia mais

Em resposta ao artigo intitulado De quem é a Culpa, publicado no site AC 24H no dia 30/11/2014

Em resposta ao artigo intitulado De quem é a Culpa, publicado no site AC 24H no dia 30/11/2014 ESTADO DO ACRE SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE SEMA Em resposta ao artigo intitulado De quem é a Culpa, publicado no site AC 24H no dia 30/11/2014 Em resposta ao artigo intitulado De quem é a Culpa,

Leia mais

Fenômenos e mudanças climáticos

Fenômenos e mudanças climáticos Fenômenos e mudanças climáticos A maioria dos fenômenos climáticos acontecem na TROPOSFERA. Camada inferior da atmosfera que vai do nível do mar até cerca de 10 a 15 quilômetros de altitude. Nuvens, poluição,

Leia mais

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR CLIMAS DO BRASIL São determinados pelo movimento das massas de ar que atuam no nosso território. É do encontro dessas massas de ar que vai se formando toda a climatologia brasileira. Por possuir 92% do

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE

MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E BIODIVERSIDADE Mudanças Climáticas Temperatura Precipitação Nível do Mar Saúde Agricultura Florestas Recursos Hídricos Áreas Costeiras Espécies e Áreas Naturais Mudanças Climáticas

Leia mais

A Agenda de Adaptação no âmbito do Plano Nacional sobre Mudança do Clima e perspectivas para a Política Nacional sobre Mudança do Clima

A Agenda de Adaptação no âmbito do Plano Nacional sobre Mudança do Clima e perspectivas para a Política Nacional sobre Mudança do Clima A Agenda de Adaptação no âmbito do Plano Nacional sobre Mudança do Clima e perspectivas para a Política Nacional sobre Mudança do Clima Workshop de Adaptação às Mudanças Climáticas e os desafios da gestão

Leia mais

LINHA DE PESQUISA: DINÂMICAS DA NATUREZA

LINHA DE PESQUISA: DINÂMICAS DA NATUREZA Clima urbano e qualidade socioambiental Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim João Lima Sant Anna Neto Este projeto tem como objetivo identificar como se processa a produção do clima urbano em cidades

Leia mais

Os principais tipos climáticos mundiais

Os principais tipos climáticos mundiais Os principais tipos climáticos mundiais Os principais tipos climáticos mundiais 1 massas de ar -Definição - Origens - Tipos - Frentes (fria e quente) 2 Climas -O que define os climas? - Tipos de climas

Leia mais

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DAS ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS DA UMIDADE RELATIVA NO TRIANGULO MINEIRO

ANÁLISE EXPLORATÓRIA DAS ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS DA UMIDADE RELATIVA NO TRIANGULO MINEIRO ANÁLISE EXPLORATÓRIA DAS ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS DA UMIDADE RELATIVA NO TRIANGULO MINEIRO Érico Anderson de Oliveira 1 CEFET-MG ericoliv@dcsa.cefetmg.br Ruibran Januário dos Reis 2 PUCMINAS ruibrandosreis@gmail.com

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 08/2013 de 05/03/2013)

CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 08/2013 de 05/03/2013) Objetivo do Boletim CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BOLETIM INFORMATIVO DO VIGIAR/RS VIGIAR/NVRAnB/DVAS/CEVS/SES-RS (nº 08/2013 de 05/03/2013) Disponibilizar informações do Instituto Nacional de

Leia mais

OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO. Profº Júlio César Arrué dos Santos

OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO. Profº Júlio César Arrué dos Santos OS CICLOS BIOGEOQUÍMICOS: ÁGUA, CARBONO E NITROGÊNIO Profº Júlio César Arrué dos Santos Ciclo da Água Fonte: http://www.aguasdevalongo.net/veolia/infantil/default.asp O ciclo da água que está apresentado

Leia mais

AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS. João Paulo Nardin Tavares

AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS. João Paulo Nardin Tavares AQUECIMENTO GLOBAL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS João Paulo Nardin Tavares INTRODUÇÃO Já podemos sentir o aquecimento global No último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão

Leia mais

MALÁRIA, MEIO AMBIENTE E MUDANÇAS CLIMÁTICAS: A DINÂMICA AMBIENTAL E A TRANSMISSÃO NA AMAZÔNIA

MALÁRIA, MEIO AMBIENTE E MUDANÇAS CLIMÁTICAS: A DINÂMICA AMBIENTAL E A TRANSMISSÃO NA AMAZÔNIA Anais da 61ª Reunião Anual da SBPC - Manaus, AM - Julho/2009 MALÁRIA, MEIO AMBIENTE E MUDANÇAS CLIMÁTICAS: A DINÂMICA AMBIENTAL E A TRANSMISSÃO NA AMAZÔNIA Wanderli P. Tadei 1, Ilea B. Rodrigues 1, Joselita

Leia mais

AQUECIMENTO GLOBAL: ATÉ ONDE É ALARMANTE? Angela Maria Magosso Takayanagui Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP 2015

AQUECIMENTO GLOBAL: ATÉ ONDE É ALARMANTE? Angela Maria Magosso Takayanagui Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP 2015 AQUECIMENTO GLOBAL: ATÉ ONDE É ALARMANTE? Angela Maria Magosso Takayanagui Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto USP 2015 Principais Questões Ambientais - Séc. XXI Superaquecimento da Terra Extinção da

Leia mais

Elementos e fatores climáticos

Elementos e fatores climáticos Elementos e fatores climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade,

Leia mais

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ 8-6-2012 TEMA III A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ Ano Lectivo 2011/2012 Geologia Joana Pires nº15 12ºB Glaciares Os glaciares são massas de gelo que se originam á superfície terrestre devido à acumulação,

Leia mais

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 30 O CLIMA NO BRASIL

GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 30 O CLIMA NO BRASIL GEOGRAFIA - 3 o ANO MÓDULO 30 O CLIMA NO BRASIL Como pode cair no enem (PUC Adaptado) ºC 30 20 10 0 mm 500 350 250 150 1811 mm anuais 50 0 Baseado no climograma e nas afirmativas a seguir, responda a

Leia mais

Aplicações do Sensoriamento Remoto em Saúde: estado da arte e necessidades brasileiras

Aplicações do Sensoriamento Remoto em Saúde: estado da arte e necessidades brasileiras Escola Nacional de Saúde Pública Fundação Oswaldo Cruz Aplicações do Sensoriamento Remoto em Saúde: estado da arte e necessidades brasileiras Virginia Ragoni de Moraes Correia (virginia@dpi.inpe.br) Marilia

Leia mais

I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - COBESA MUDANÇAS CLIMÁTICAS: IMPACTOS NAS CIDADES, NO SANEAMENTO AMBIENTAL E NA SAÚDE

I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - COBESA MUDANÇAS CLIMÁTICAS: IMPACTOS NAS CIDADES, NO SANEAMENTO AMBIENTAL E NA SAÚDE I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - COBESA MUDANÇAS CLIMÁTICAS: IMPACTOS NAS CIDADES, NO SANEAMENTO AMBIENTAL E NA SAÚDE Osvaldo Soliano Pereira, Ph.D. Salvador Julho 2010 Conteúdo

Leia mais

INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS E SAÚDE NO MUNICÍPIO DE TEFÉ- AM

INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS E SAÚDE NO MUNICÍPIO DE TEFÉ- AM INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS E SAÚDE NO MUNICÍPIO DE TEFÉ- AM Rodrigo de Oliveira Silva Graduando em Geografia Bolsista de iniciação científica rodrigo_geo13@hotmail.com CEST/UEA Natacha Cíntia Regina Aleixo

Leia mais

Nº Professor (a): MICHELLE VIEIRA EXERCÍCIOS DE REVISÃO 3º BIMESTRE REGIÃO NORTE

Nº Professor (a): MICHELLE VIEIRA EXERCÍCIOS DE REVISÃO 3º BIMESTRE REGIÃO NORTE Aluno (a): Nº Professor (a): MICHELLE VIEIRA Disciplina: GEOGRAFIA Ensino: Fundamental II 7º Ano Turma: Data: / /2015 EXERCÍCIOS DE REVISÃO 3º BIMESTRE CONTEÚDO: Unidades 1 à 4 (Apostila Vol. 3) REGIÃO

Leia mais

GEOGRAFIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo.

GEOGRAFIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo. GEOGRAFIA 01 Um dos passos para o domínio das técnicas de orientação é o conhecimento da Rosa dos Ventos, que é constituída por pontos cardeais, colaterais, subcolaterais e intermediários. Observe a Rosa

Leia mais

4º ano. Atividade de Estudo - Ciências. Nome:

4º ano. Atividade de Estudo - Ciências. Nome: Atividade de Estudo - Ciências 4º ano Nome: 1- Imagine que o quadriculado abaixo seja uma representação da composição do ar. No total, são 100 quadradinhos. PINTE, de acordo com a legenda, a quantidade

Leia mais

Elementos Climáticos CLIMA

Elementos Climáticos CLIMA CLIMA Elementos Climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade, do

Leia mais

VULNERABILIDADES ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

VULNERABILIDADES ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS VULNERABILIDADES ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Daniel Conrado 1 Déborah Eliane Andrade Munhoz 2 Magna Cunha dos Santos 3 Reynaldo França Lins de Mello 4 Valmira Braga e Silva 5 1 Bacharel em Administração pela

Leia mais

O AQUECIMENTO GLOBAL

O AQUECIMENTO GLOBAL 1 O AQUECIMENTO GLOBAL Manuel Alfonso Díaz Muñoz Na década passada o ex-vice-presidente dos Estados Unidos e prêmio Nobel da Paz em 2007 Al Gore alertava que o nível do mal poderia subir por acima dos

Leia mais

Estudo comparativo dos limites legais de Emissões Atmosféricas no Brasil, EUA e Alemanha.

Estudo comparativo dos limites legais de Emissões Atmosféricas no Brasil, EUA e Alemanha. Estudo comparativo dos limites legais de Emissões Atmosféricas no Brasil, EUA e Alemanha. Ricardo de Lima Silva (1) ; Cristiane Ferreira Pimenta (2) ; Prof. Neimar Freitas Duarte (3). (1) Mestrando em

Leia mais

Um Problema Urbano - Gerenciamento de Resíduos Sólidos e as Mudanças Ambientais Globais

Um Problema Urbano - Gerenciamento de Resíduos Sólidos e as Mudanças Ambientais Globais Um Problema Urbano - Gerenciamento de Resíduos Sólidos e as Mudanças Ambientais Globais Juliana Matos Seidel (Unicamp) Engenheira Química, Doutoranda do Programa de Ambiente e Sociedade / NEPAM juseidel@hotmail.com

Leia mais

A EXPANSÃO URBANA E A EVOLUÇÃO DO MICROLIMA DE MANAUS Diego Oliveira de Souza 1, Regina Célia dos Santos Alvalá 1

A EXPANSÃO URBANA E A EVOLUÇÃO DO MICROLIMA DE MANAUS Diego Oliveira de Souza 1, Regina Célia dos Santos Alvalá 1 A EXPANSÃO URBANA E A EVOLUÇÃO DO MICROLIMA DE MANAUS Diego Oliveira de Souza 1, Regina Célia dos Santos Alvalá 1 1 Centro de Ciências do Sistema Terrestre. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. São

Leia mais

Dia Mundial do Meio Ambiente 2007

Dia Mundial do Meio Ambiente 2007 Dia Mundial do Meio Ambiente 2007 Haroldo Mattos de Lemos Presidente, Instituto Brasil PNUMA Vice Presidente, ISO TC 207 (ISO 14000) Presidente, Conselho Técnico da ABNT Presidente, Conselho Empresarial

Leia mais

Adaptação às Mudanças Climáticas: o papel essencial da água UN Water Resumo Executivo

Adaptação às Mudanças Climáticas: o papel essencial da água UN Water Resumo Executivo Adaptação às Mudanças Climáticas: o papel essencial da água UN Water Resumo Executivo A água é o principal meio através do qual as mudanças climáticas influenciam os ecossistemas e assim o sustento e o

Leia mais

Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR. Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto

Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR. Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR META Apresentar alguns fenômenos radioativos como fontes de energia do sistema atmosférico e as formas de transmissão de calor, para que o aluno compreenda a instabilidade

Leia mais

Avaliação de impactes das alterações climáticas: como fazer?

Avaliação de impactes das alterações climáticas: como fazer? Avaliação de impactes das alterações climáticas: como fazer? Miguel Coutinho 1 e Margaret Pereira 2 IDAD Instituto do Ambiente e Desenvolvimento, Campus Universitário, 3810-193 AVEIRO, Portugal Resumo:

Leia mais

CAPÍTULO 9. El Niño/ Oscilação Sul (ENOS) Nota: Para mais informações, consulte o PowerPoint: Kousky-Lecture-18-enso-cycle.ppt

CAPÍTULO 9. El Niño/ Oscilação Sul (ENOS) Nota: Para mais informações, consulte o PowerPoint: Kousky-Lecture-18-enso-cycle.ppt INMET: CURSO DE METEOROLOGIA SINÓTICA E VARIABILIDADE CLIMÁTICA CAPÍTULO 9 El Niño/ Oscilação Sul (ENOS) Nota: Para mais informações, consulte o PowerPoint: Kousky-Lecture-18-enso-cycle.ppt El Niño Originalmente,

Leia mais

Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e impactos no Brasil Jose A. Marengo CPTEC/INPE

Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e impactos no Brasil Jose A. Marengo CPTEC/INPE Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e impactos no Brasil Jose A. Marengo CPTEC/INPE Foreign & Commonwealth Office Desastre climático e midiático. Uma coisa é produzir dados, outra é torná-los inteligíveis

Leia mais

Os fenômenos climáticos e a interferência humana

Os fenômenos climáticos e a interferência humana Os fenômenos climáticos e a interferência humana Desde sua origem a Terra sempre sofreu mudanças climáticas. Basta lembrar que o planeta era uma esfera incandescente que foi se resfriando lentamente, e

Leia mais

5º Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC)

5º Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) 5º Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) Jean Pierre Ometto, INPE/CCST jean.ometto@inpe.br Audie ncia Pu blica, Ca mara dos Deputados, 11 de dezembro, 2014 Quais saõ as

Leia mais

A Importância de Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Governos Locais

A Importância de Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Governos Locais VIII Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí I Seminário dos Estudantes de Pós Graduação A Importância de Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Governos Locais (1) Leonardo

Leia mais

Professores: Clodoaldo e Jaime

Professores: Clodoaldo e Jaime Professores: Clodoaldo e Jaime A atmosfera é uma camada gasosa que envolve a Terra composta por vários gases. Ela é dividida em camadas de acordo com a altitude e as propriedades físicas, e composição

Leia mais

Os impactos ambientais de maior incidência no país

Os impactos ambientais de maior incidência no país Os impactos ambientais de maior incidência no país Segundo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais Perfil dos Municípios Brasileiros/MUNIC 2008, realizada regularmente pelo Instituto Brasileiro de

Leia mais

RESOLUÇÕES E COMENTÁRIOS DAS

RESOLUÇÕES E COMENTÁRIOS DAS 1 RESOLUÇÕES E COMENTÁRIOS DAS QUESTÕES ( ) I Unidade ( ) II Unidade ( x ) III Unidade FÍSICA E GEOGRAFIA Curso: Ensino Fundamental Ano: 1.º Turma: ABCDEFG Data: / / 11 009 Física Profs. 1. Resolução I

Leia mais

Preservação da Floresta Amazônica: primeiras reflexões? Gabriella Machado Nobre 1. Resumo:

Preservação da Floresta Amazônica: primeiras reflexões? Gabriella Machado Nobre 1. Resumo: Preservação da Floresta Amazônica: primeiras reflexões? 1 Gabriella Machado Nobre 1 Resumo: O artigo problematiza discursos sobre a necessidade da preservação da Amazônia, considerando seus recursos naturais

Leia mais

VARIABILIDADE ANUAL DA TEMPERATURA MÉDIA EM SÃO LUIS

VARIABILIDADE ANUAL DA TEMPERATURA MÉDIA EM SÃO LUIS VARIABILIDADE ANUAL DA TEMPERATURA MÉDIA EM SÃO LUIS Carlos Márcio de Aquino Eloi 1, Barbaro Moya 2, Sandra Oliveira Sá 3,7, Ewaldo Eder Carvalho Santana 4, Jucivan Ribeiro Lopes 5, Gunter de Azevedo Reschke

Leia mais

Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2014. Londrina, de. Nome: Turma: Tempo: início: término: total: MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2014. Londrina, de. Nome: Turma: Tempo: início: término: total: MUDANÇAS CLIMÁTICAS Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2014. Londrina, de. Nome: Turma: Tempo: início: término: total: Edição III MMXIV Fase 3 - parte 2 MUDANÇAS CLIMÁTICAS Grupo B Questão 1 Observe que a sequência

Leia mais

18º Seminário de Iniciação Científica e 2º Seminário de Pós-graduação da Embrapa Amazônia Oriental ANAIS. 12 a 14 de agosto

18º Seminário de Iniciação Científica e 2º Seminário de Pós-graduação da Embrapa Amazônia Oriental ANAIS. 12 a 14 de agosto 18º Seminário de Iniciação Científica e 2º Seminário de Pós-graduação da Embrapa Amazônia Oriental ANAIS 12 a 14 de agosto 2014 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério

Leia mais

ESTUDO SOBRE ALGUMAS TÉCNICAS DE GEOENGENHARIA PARA REDUZIR O AQUECIMENTO GLOBAL

ESTUDO SOBRE ALGUMAS TÉCNICAS DE GEOENGENHARIA PARA REDUZIR O AQUECIMENTO GLOBAL ESTUDO ESTUDO SOBRE ALGUMAS TÉCNICAS DE GEOENGENHARIA PARA REDUZIR O AQUECIMENTO GLOBAL Ilidia da Ascenção Garrido Martins Juras Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização

Leia mais

Clima e Vegetação. Clima e Vegetação. Prof. Tiago Fuoco

Clima e Vegetação. Clima e Vegetação. Prof. Tiago Fuoco Clima e Vegetação O Continente Americano possui a maior extensão Norte-Sul entre todos os continentes do globo e está localizado em todas as zonas climáticas da Terra. Os climas presentas na América são:

Leia mais

Unidade I Geografia física mundial e do Brasil.

Unidade I Geografia física mundial e do Brasil. 2 GEOGRAFIA Unidade I Geografia física mundial e do Brasil. 1.1 Conteúdos: Apresentação do Plano didático pedagógico; A Dinâmica Climática da Atmosfera. 3 1.1 Habilidade: Identificar a diferença entre

Leia mais

Projeto Escola em Ação Material de apoio

Projeto Escola em Ação Material de apoio Projeto Escola em Ação Material de apoio Módulo 1 Mudanças Climáticas e o Projeto Escola em Ação Realização COEP www.coepbrasil.org.br 2010 Cuidar do planeta a que todos têm direito....no meio de uma magnífica

Leia mais

Malária. Perceber a importância da presença do homem na mudança dos ecossistemas principalmente na Amazônia.

Malária. Perceber a importância da presença do homem na mudança dos ecossistemas principalmente na Amazônia. Malária 1) Objetivo Geral Estudar a relação entre o desmatamento, o aumento dos casos de malária, assim como os animais em extinção principalmente na Região Norte do país. 2) Objetivo Específico Perceber

Leia mais

Meio ambiente físico e Ecossistemas

Meio ambiente físico e Ecossistemas Meio ambiente físico e Ecossistemas (4 créditos, MAFE 126152 Turma B) Prof. Murilo S. Dias Dep. Ecologia, ICB/UnB Terças 21h-22h40 Sextas 19h-20h40 1 Objetivos do curso Entender os diferentes níveis de

Leia mais

MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS. São Carlos, 25 de fevereiro de 2010

MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS. São Carlos, 25 de fevereiro de 2010 MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS São Carlos, 25 de fevereiro de 2010 A BACIA HIDROGRÁFICA COMO UNIDADE DE PLANEJAMENTO OCUPAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA O DESMATAMENTO DAS BACIAS OCUPAÇÃO DA BACIA

Leia mais

Crise da água: causas, consequências e enfrentamentos. O papel do direito e dos serviços ecossistêmicos no enfrentamento da crise hídrica

Crise da água: causas, consequências e enfrentamentos. O papel do direito e dos serviços ecossistêmicos no enfrentamento da crise hídrica Crise da água: causas, consequências e enfrentamentos O papel do direito e dos serviços ecossistêmicos no enfrentamento da crise hídrica Local da Fala O reflexo da mudança climática nos recursos hídricos

Leia mais