BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS FEMININAS E SEUS IMPACTOS PSICOLÓGICOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS FEMININAS E SEUS IMPACTOS PSICOLÓGICOS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ GISELE APARECIDA DE ARAÚJO METER BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS FEMININAS E SEUS IMPACTOS PSICOLÓGICOS CURITIBA 2104

2 GISELE APARECIDA DE ARAÚJO METER BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES: Identificação De Práticas Femininas E Seus Impactos Psicológicos Trabalho de conclusão de curso apresentado junto a Pós Graduação de Gestão Estratégica de Pessoas da Universidade Tuiuti do Paraná. Orientador: Letícia Baggio. CURITIBA 2014

3 3 RESUMO Muito tem se falado em bullying e também de suas consequências, termo de origem inglesa utilizado para definir tiranização e ameaça o bullying é uma afirmação de poder através de agressão, feito de forma intencional e repetitiva. O bullying está inserido em diversos aspectos da vida das pessoas, inclusive dentro do âmbito profissional. Considerando a relevância do tema, a presente pesquisa objetivou identificar a ocorrência do bullying feminino e o impacto deste tipo de conduta nas relações organizacionais. Participaram desta pesquisa 307 indivíduos de ambos os sexos de diferentes cargos e empresas em 21 estados do país, com idade entre 18 e 61 anos. Para a realização desta pesquisa, foi elaborado um questionário contendo 19 perguntas, sendo 2 abertas e 11 fechadas. Os resultados apontaram que 57% dos entrevistados relataram ter sofrido bullying no ambiente de trabalho e que atualmente se tem um equilíbrio desta prática nas organizações, com uma pequena diferença de margem percentual, apontando que mulheres praticam mais bullying nas empresas. Outro fator apontado foi a importância de se adotar políticas claras de bullying nas organizações, uma vez que 89% dos entrevistados acreditam ser necessário adotar tais medidas e em contraste apenas 6% das empresas foram apontadas como tendo este item incluso de forma escrita no regulamento interno. O bullying é uma agressão social e psicológica que merece conscientização coletiva, inclusive no meio organizacional, pois este tipo de comportamento é uma forma de ataque mais sofisticado e merece a mesma atenção que agressões convencionais. Palavras-chave: bullying feminino, organizações, impactos psicológicos, bullying empresarial.

4 4 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO MÉTODO Participantes Instrumento Procedimento RESULTADOS E DISCUSSÃO CONHECIMENTO SOBRE A PRÁTICA DO BULLYING E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS IDENTIFICAÇÃO DE OCORRÊNCIA DE BULLYING PRATICADO POR MULHERES IDENTIFICAÇÃO DE VÍTIMAS DE INTIMIDAÇÃO FEITA POR MULHERES IDENTIFICAÇÃO DE COMPORTAMENTOS ADOTADOS POR MULHERES IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS DO BULLYING FEMININO IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS DO BULLYING MASCULINO SENTIMENTOS RELATADOS POR VÍTIMA DE BULLYING VOCÊ JÁ PRATICOU BULLYING NO AMBIENTE DE TRABALHO? VOCÊ JÁ FOI VÍTIMA DE BULLYING POR COLEGAS DE TRABALHO? VOCÊ ACREDITA SER IMPORTANTE ADOTAR POLÍTICAS CLARAS SOBRE BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES? EXISTEM POLÍTICAS SOBRE BULLYING NA EMPRESA EM QUE TRABALHA? CONCLUSÃO REFERENCIAS... 23

5 5 1. INTRODUÇÃO Muito tem se falado em bullying atualmente e também de suas consequências, tema recorrente em salas de aula e nas escolas o bullying é um termo de origem inglesa utilizado para definir tiranização, intimidação e ameaça ou seja, é uma afirmação de poder através de agressão, feito de forma intencional e repetitiva, causando dor e angustia à vítima que normalmente acaba tendo sua autoestima rebaixada, e sentese cada vez mais fragilizada para reagir aos ataques. Esta não é uma prática recorrente somente entre crianças, adolescentes e jovens. O bullying está inserido em diversos aspectos da vida das pessoas, inclusive dentro do âmbito profissional. o ambiente externo, influencia as emoções, o humor e o afeto do trabalhador o que pode facilitar ou dificultar o desenvolvimento de um clima propício ao bem-estar no trabalho o que coloca em risco a médio e logo prazo tanto a saúde do trabalhador quanto a da própria organização (CHIAVENATO, 2004, p. 208). A intimidação ocorre em forma de agressão, assedio ofensa e grosseria dirigida a um funcionário por outros no trabalho. Isto pode ir das formas mais leves de incivilidade, envolvendo principalmente comportamento rude e desrespeitoso até formas violentas de abuso e crueldade, reconhecido no campo organizacional como um fenômeno potencialmente danoso tanto para indivíduos como para empresas. (SPECTOR, 2011, p. 402). É importante ressaltar que o bullying tem características diferentes da agressão isolada, pois é compreendido como uma pratica repetitiva contra outro individuo criando assim um padrão de comportamento frequente, afetando assim o relacionamento interpessoal na organização. A constante interação entre os níveis individual, interpessoal, organizacional e societário constitui uma rede complexa, dinâmica e interdependente. Na inserção em contextos organizacionais e sociais específicos, o individuo se desenvolve e constrói sua identidade, não menos complexa do que o contexto onde ele se insere (ZANELLI & SILVA, 2008, p. 32) Sabemos que o ambiente de trabalho, afeta significativamente a vida pessoal do trabalhador, segundo ZANELLI & SILVA (2008, pg. 19), na perspectiva psicológica o trabalho é uma categoria central no desenvolvimento do conceito de si mesmo e uma fonte autoestima, desta forma, um ambiente de trabalho onde a pratica do

6 6 bullying é constante, deve ser analisado este aspecto não somente como um problema individual, mas também social, que afeta o sistema, podendo interferir também na sustentabilidade organizacional. No que se refere aos grupos, podemos dizer segundo (Bock, Furtado & Teixeira, 2002, pg. 220) que: quando um conjunto de pessoas se estabelece os fenômenos grupais passam a atuar sobre cada um individualmente e sobre o grupo como um todo, ao que chamamos de processo grupal. A coesão é a forma encontrada pelo grupo para que seus membros sigam as regras estabelecidas, desta forma o integrante é avaliado em seus comportamentos para que assim possa adentrar ou não ao grupo. Durante muitos anos, o ambiente organizacional foi visto como um campo constituído de grupos de atuação predominantemente masculino, a partir da última década do séc. XIX, com o advento do processo de modernização do Brasil, o final da escravidão e do regime monárquico, atrelado à crescente urbanização, imigrações, migrações internas e industrialização houve-se uma expansão arregimentaria de um numero significativo de mulheres para mercado de trabalho, consolidando assim a presença feminina no universo do trabalho. (Matos & Borelli, 2012, p.127) Com esta inédita configuração do ambiente de trabalho, composta por homens e mulheres, formou-se um novo padrão nas relações organizacionais, constituindo assim um insólito paradigma no estabelecimento de vínculos grupais. Com a entrada das mulheres no mercado de trabalho, características consideradas femininas também foram incorporadas, transformando assim as relações e o ambiente de trabalho como um todo. No que se refere ao bullying feminino no ambiente de trabalho apesar de a mulher ser vista hoje como mais truculenta do que jamais foi vista em outros tempos, ainda segundo (RACHEL SIMMONS, 2004, pg. 12) existe uma cultura de agressão oculta, onde elas brigam utilizando a linguagem corporal e os relacionamentos em vez de punhos e facas. Neste mundo a amizade é uma arma e a dor provocada por um grito, não é nada em comparação com o dia de silencio de alguém. há gesto mais devastador que um dar as costas. O bullying é uma agressão social e psicológica que merece conscientização coletiva, pois este tipo de comportamento é uma forma de ataque mais sofisticado e merece a mesma atenção que agressões convencionais. Pensando desta forma, politicas

7 7 acerca deste tipo de pratica, devem ser explicitas nas organizações, abrangendo tanto aspectos considerados de prevalência feminina ou masculina nas relações grupais do ambiente de trabalho pois: Os valores organizacionais influenciam as representações cognitivas de necessidades próprias de cada ser humano. A correspondência entre representações individuais e valores organizacionais pressupõem que estas duas categorias se alinham na forma de intenções comuns, almejada tanto pelos trabalhadores como pelos gestores. A congruência de propósitos é fundamental para a realização das pessoas e o êxito dos propósitos organizacionais. (ZANELLI & SILVA, 2008, p. 110) Considerando a importância da problemática apresentada, o objetivo da presente pesquisa foi identificar a dinâmica do bullying feminino nas organizações e os impactos psicológicos desta prática na vida dos trabalhadores, além de verificar a vigência de politicas que inibam este tipo de conduta no ambiente de trabalho.

8 8 2. MÉTODO 2.1 Participantes A presente pesquisa, contou com a participação de 306 indivíduos de ambos os sexos ocupantes de cargos de CEO s, diretores, gerentes e funcionários que trabalham em organizações de pequeno, médio e grande porte de diferentes empresas em 21 estados do país, com idade entre 18 e 61 anos. 2.2 Instrumento Para a realização desta pesquisa, foi elaborado pela autora, um questionário contendo 19 perguntas, sendo 2 abertas e 11 fechadas. As perguntas objetivaram investigar as praticas de bullying dentro das empresas, bem como a ocorrência do bullying feminino nas organizações e suas consequências no impacto psicológico dos trabalhadores. 2.3 Procedimento O questionário foi aplicado pela autora da pesquisa, em parceria com o RH Portal. Os dados foram respondidos de maneira individual e voluntária pelos participantes deste estudo, que foram previamente esclarecidos sobre o termo de consentimento livre e esclarecidos, estando cientes de que os dados coletados seriam utilizados para fins de pesquisa, bem como a identidade dos participantes mantida em sigilo.

9 9 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Para a análise e discussão dos resultados obtidos, foram selecionados os questionamentos de maior relevância para o contexto do bullying feminino nas organizações, em relação as questões abertas, a análise de dados foi realizada a partir da técnica de Análise de Conteúdo de Bardin (2009), que se trata de um conjunto de técnicas de análise das comunicações, buscando a verificação dos objetivos anteriormente propostos. A principal pretensão da Análise de Conteúdo é vislumbrar a possibilidade da descoberta do verdadeiro significado do conteúdo existente a priori, independente e anterior à elaboração do projeto de pesquisa. O primeiro questionamento objetivou investigar o conhecimento dos participantes acerca do termo bullying e seus impactos psicológicos. Entre os entrevistados, 82% responderam ter consciência do que se tratava o bullying e quais eram seus impactos psicológicos, 13%, respondeu que sabiam do que se tratava o bullying, porém desconheciam seus impactos psicológicos, 4% responderam saber pouco sobre o assunto e 1% afirmou desconhecer totalmente do que se trata o bullying. Podemos observar que atualmente a grande maioria dos respondentes conhece o termo e sabe quais são os impactos psicológicos deste tipo de prática, no entanto ainda é necessário um maior aprofundamento neste aspecto pois uma parcela significativa apontou conhecer o termo, sem saber realmente seus impactos psicológicos.

10 10 4. CONHECIMENTO SOBRE A PRÁTICA DO BULLYING E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS Na ilustração 1, pode-se observar que 58% dos respondentes afirmaram já ter sofrido bullying por colegas de trabalho e 42% responderam que nunca foram vitimas deste tipo de prática. 42% Dados de Pesquisa 2014 N = 306 Sim Sim 58% Dados de Pesquisa 2014 N = 306

11 11 5. IDENTIFICAÇÃO DE OCORRÊNCIA DE BULLYING PRATICADO POR MULHERES Na ilustração 2 percebe-se através das respostas dos entrevistados a ocorrência do bullying feminino nas organizações, apontando que 71% dos respondentes já presenciou algum tipo de agressão no ambiente de trabalho, praticado por mulheres. Sendo que 40% apontam que observaram esta pratica ao menos uma vez e 31% presenciaram algum tipo de agressão praticado por mulheres mais de uma vez durante sua vida profissional, 29% dos participantes responderam não ter presenciado agressões no ambiente de trabalho praticado por mulheres. Sim, pelo menos uma vez 40% 29% Sim, mais de uma vez 31% Sim, mais de uma vez Sim, pelo menos uma vez Dados de Pesquisa 2014 N = 306

12 12 6. IDENTIFICAÇÃO DE VÍTIMAS DE INTIMIDAÇÃO FEITA POR MULHERES Na ilustração 3, observa-se que ao serem questionados quanto à intimidação feminina nas empresas, 61% dos entrevistados responderam afirmativamente, ou seja, que de alguma forma já se sentiram intimidados por uma mulher no contexto organizacional, enquanto 39% afirmaram nunca ter se sentido intimidados por uma mulher no ambiente de trabalho. 39% Sim 61% Sim Dados de Pesquisa 2014 N = 306

13 13 7. IDENTIFICAÇÃO DE COMPORTAMENTOS ADOTADOS POR MULHERES Quanto aos comportamentos e formas de agressividade praticada por mulheres no ambiente de trabalho, 36% dos respondentes apontam a fofoca como a dinâmica principal de agressividade praticada por mulheres, seguida de exclusão grupal representando 20% das respostas, humilhação evidenciado em 15% dos questionamentos, apelido maldoso relatado em 12%, xingamentos representaram um total de 9% dos respondentes, 9% relatam nunca terem sofrido nenhum tipo de agressividade por parte de mulheres e 1% apontou a agressão física como comportamento adotado por mulheres para expressar agressividade no ambiente de trabalho. Nunca sofri Xingamento 9% 9% Agressão Física 1% Fofoca 36% Fofoca Exclusão Grupal Humilhação 15% Apelido maldoso Humilhação Xingamento Apelido Maldoso 12% Exclusão Grupal 20% Nunca Agressão Física Dados de Pesquisa 2014

14 14 8. IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS DO BULLYING FEMININO Na ilustração 5, procurou-se identificar as práticas do bullying feminino, 63% dos respondentes afirmou que mulheres praticam bullying de ambos os tipos, 23% indicou a forma velada como maneira de agressão e 14% apontou a prática exercida abertamente nos casos de bullying feminino dentro das empresas. De forma velada 23% De ambas as formas 62% Abertamente 15% Abertamente De ambas as formas De forma velada Dados de Pesquisa 2014 N = 306

15 15 9. IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS DO BULLYING MASCULINO Na ilustração 6, procurou-se identificar as práticas do bullying caracterizada por pessoas do sexo masculino. A partir da análise, constatou-se que 50% das respostas, apontam a pratica do bullying como exercida de forma aberta e velada proporcionalmente, 32% acredita que a prática aberta do bullying é mais praticada por homens no ambiente de trabalho, enquanto 18% atribui a forma velada do bullying como caracteristicamente masculino nas organizações. De forma velada 18% Abertamente 32% Abertamente De ambas as formas De forma velada Dados de Pesquisa 2014 De ambas as formas 50% N = 306

16 SENTIMENTOS RELATADOS POR VÍTIMA DE BULLYING A figura7 mostra que, quanto ao sentimento relatado pelas vitimas em relação à prática de bullying existe uma série de impactos psicológicos identificáveis, o que evidenciaria que o bullying pode ser identificado por um movimento cíclico de comportamentos, inicialmente agressivos até chegar ao desenvolvimento de um sentimento de vergonha, o que poderia impactar diretamente na autoestima do individuo e na sua produtividade dentro do ambiente de trabalho. Isolamento Medo 4% 4% Desmotivação 5% Baixa Autoestima 10% Tristeza 9% Impotencia 11% Dados de Pesquisa 2014 Angustia 4% Ansiedade 2% Raiva 22% Vergonha 12% Humilhação 16% Raiva Humilhação Vergonha Impotencia Baixa autoestima Tristeza Desmotivação Medo Isolamento Angustia

17 VOCÊ JÁ PRATICOU BULLYING NO AMBIENTE DE TRABALHO? Na figura 8, procurou-se representar a prática do bullying no ambiente de trabalho, com a intenção de evidenciar comportamentos potencialmente agressivos dentro das organizações. Dentre os participantes desta pesquisa, 46% afirmou não ter praticado bullying no ambiente de trabalho, 32% afirmaram não saber dizer se já praticaram bullying, 15% respondeu que já praticaram de forma velada e 7% afirmou que já praticaram bullying de forma aberta contra um colega de trabalho. Os dados apontam que existe uma necessidade de esclarecimento quanto ao bullying, além de uma comunicação mais aberta entre empresa e seus colaboradores pois um número expressivo afirmou não saber se já praticaram bullying o que pode ser visto como falta de informação e comunicação dentro do ambiente empresarial. Sim abertamente 7% Sim, de forma velada 15% 46% sei dizer Sim, abertamente Sim, de forma velada sei dizer 32% N = 306

18 VOCÊ JÁ FOI VÍTIMA DE BULLYING POR COLEGAS DE TRABALHO? O gráfico 09 procurou identificar dentre os participantes desta pesquisa, as vítimas de bullying dentro do ambiente de trabalho. O que se pode observar foi que dentre os entrevistados, 58% afirmaram já ter sofrido bullying por um colega, dentro do ambiente de trabalho e 42% disseram que não sofreram bullying ao longo de sua vida profissional. 42% Sim 58% Sim Dados de Pesquisa 2014 N = 306

19 VOCÊ ACREDITA SER IMPORTANTE ADOTAR POLÍTICAS CLARAS SOBRE BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES? Na ilustração 10, pode-se observar a importância que os respondentes disseram ter em relação a políticas claras de anti-bullying dentro das organizações. Dos respondentes, 89% acreditam ser importante adotar tais praticas, 8% afirmaram ser indiferente quanto a políticas de anti-bullying e 3% disseram não ver importância em adotar tal procedimento dentro das organizações. 3% indiferente 8% SimN = 218 Indiferente Sim 89%

20 EXISTEM POLÍTICAS SOBRE BULLYING NA EMPRESA EM QUE TRABALHA? O gráfico 11, refere-se a políticas claras de anti-bullying nas organizações. O que se percebe é que a maioria dos respondentes, 66% afirmou que não existem políticas de bullying na empresa em que trabalham 20% não souberam dizer, 9% afirmaram que existe política falada e 5% responderam que na empresa em que trabalham existem políticas escritas no que se refere à prática de bullying. Sim, de forma escrita 5% Sim, de forma falada 9% sei dizer 20% sei dizer Sim, de forma escrita Sim, de forma falada 66% N = 306

21 CONCLUSÃO A motivação inicial pelo qual esta pesquisa foi realizada era inicialmente comparar dados de uma pesquisa realizada pelo instituto do bullying nos Estados Unidos (WorkplaceBullyingInstitute), que apontava as mulheres como maiores praticantes deste tipo de violência no ambiente de trabalho. Houve-se a intenção de verificar a mesma probabilidade no Brasil e para isto, fatores culturais poderiam influenciar o comportamento no ambiente de trabalho. Apesar de o bullying ser uma prática cada vez mais recorrente e até mesmo impensada, o que se pode notar é que há um equilíbrio de gêneros no que se refere ao bullying no Brasil. Este estudo apontou que existem diferenças comportamentais de gênero no que se refere à prática do bullying, mas que elas não diferem tanto entre homens e mulheres, sendo que ambos praticam das duas maneiras (aberto e de forma velada). Outro fator que deve ser ressaltado e talvez possa ser considerada a grande descoberta desta pesquisa é que o Bullying no ambiente de trabalho tem um ciclo bastante nocivo para as organizações. Por ser uma prática difícil de ser identificada, pode devastar uma equipe sem que se perceba de imediato. O ciclo do Bullying se inicia com a raiva, passando para o sentimento de humilhação, vergonha, impotência, baixa autoestima e tristeza. E o que se percebe é que já no segundo estágio impacta na produtividade do individuo e a partir do penúltimo estágio pode envolver stress, afastamento e em ultimo grau, depressão ou até mesmo fobia social. Assim como o bullying é bastante difícil de ser identificado, as empresas também parecem ter uma grande dificuldade de falar sobre o tema. Talvez por acreditarem não ser de grande relevância, ou não perceberem que isto pode ser uma bombarelógio prestes a explodir. É preciso lembrar que estudos anteriores a esta pesquisa sobre o bullying feminino nas organizações ou o aprofundamento de como isto pode ser trabalhado dentro das empresas, não foram encontrados. Acredita-se que o primeiro passo é a profilaxia uma vez que a prática é de difícil identificação em alguns casos. O ideal é que o primeiro passo a ser dado seja a instauração de políticas claras de anti-bullying, além de muita conversa sobre o tema, por isso palestras, cartilhas, conversas

22 22 grupais, questionários ou qualquer outro meio que possa ajudar a esclarecer a diferença entre brincadeira e bullying são válidas. Vale lembrar que o bullying para ser caracterizado como tal, deve ocorrer pelo período mínimo de um mês e ao menos uma vez por semana. Casos esporádicos podem ser tratados como agressão verbal, mas não como bullying. Outro fator que deve ser ressaltado é que o bullying é um tipo de violência e para tanto, deve ser tratado como tal.

23 REFERENCIAS BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70, BOCK, A. M. B.; Furtado, O.; Teixeira, M. de L. T. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, BULLYING CORPORATIVO PREJUDICA EMPRESAS E COLABORADORES. Acesso em 18/11/2013. Disponível em: BULLYING É MAIOR ENTRE MULHERES NO AMBIENTE DE TRABALHO. Acesso em 20/10/2013. Disponível em: CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: O Capital Humano das Organizações. São Paulo: Atlas, MATOS, Maria Izilda& BORELLI, Andrea. Espaço feminino no mercado produtivo. In: PINSKY, Carla Bassanezi& PEDRO, Joana Maria (org.). Nova história das mulheres. São Paulo: Contexto, SIMMONS, Rachel. Garota Fora do Jogo: a Cultura da Agressão nas Meninas. Trad: T. M. Rodrigues Rio de Janeiro: Rocco, SPECTOR, Paul E. Psicologia nas Organizações, São Paulo: Ed. Saraiva, ZANELLI, J. C. & Silva, N. Interação humana e gestão: a construção psicossocial das organizações de trabalho. São Paulo: Casa do Psicólogo, 20086

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA?

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? Autores: ANA BÁRBARA DA CONCEIÇÃO SANTOS, AYSLAN MELO DE OLIVEIRA, SUSANA DE CARVALHO, INTRODUÇÃO No decorrer do desenvolvimento infantil,

Leia mais

OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*)

OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*) OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*) Joilson Oliveira Malta Administrador público e Assistente técnico da Diretoria Legislativa da Câmara Municipal de Salvador Mat.2031 Este artigo tem

Leia mais

BULLYING NA ESCOLA: UM ESTUDO COM ALUNOS E PROFISSIONAIS DE ESCOLAS PÚBLICAS

BULLYING NA ESCOLA: UM ESTUDO COM ALUNOS E PROFISSIONAIS DE ESCOLAS PÚBLICAS BULLYING NA ESCOLA: UM ESTUDO COM ALUNOS E PROFISSIONAIS DE ESCOLAS PÚBLICAS CARVALHO, João Eloir PUCPR/ GELL joao.eloir@pucpr.br Eixo temático: Violências nas escolas Agência Financiadora: não contou

Leia mais

BULLYING. Patrícia Gonoring

BULLYING. Patrícia Gonoring BULLYING Patrícia Gonoring A tragédia de Realengo, em que Wellington Menezes de Oliveira, o responsável pelo massacre, teria sido vítima de bullying na mesma escola em que mais tarde se transformara de

Leia mais

ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI CE

ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI CE ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI

Leia mais

Entidades atuam para combater o bullying, dentre elas o Ministério Público do Paraná

Entidades atuam para combater o bullying, dentre elas o Ministério Público do Paraná Entidades atuam para combater o bullying, dentre elas o Ministério Público do Paraná O Ministério Público do Paraná (MP-PR) tem desenvolvido ações para divulgar a Lei Federal 13.185, editada no ano passado,

Leia mais

5 Conclusão. FIGURA 3 Dimensões relativas aos aspectos que inibem ou facilitam a manifestação do intraempreendedorismo. Fonte: Elaborada pelo autor.

5 Conclusão. FIGURA 3 Dimensões relativas aos aspectos que inibem ou facilitam a manifestação do intraempreendedorismo. Fonte: Elaborada pelo autor. 5 Conclusão Este estudo teve como objetivo a análise dos diversos fatores que influenciam tanto de maneira positiva quanto negativa no exercício do papel dos gerentes e também dos elementos que facilitam

Leia mais

OS IMPACTOS DO BULLYING CORPORATIVO À SAÚDE E À PRODUTIVIDADE DOS FUNCIONÁRIOS

OS IMPACTOS DO BULLYING CORPORATIVO À SAÚDE E À PRODUTIVIDADE DOS FUNCIONÁRIOS OS IMPACTOS DO BULLYING CORPORATIVO À SAÚDE E À PRODUTIVIDADE DOS FUNCIONÁRIOS É possível matar alguém só com palavras? A humilhação, gesto, palavras ofensivas no ambiente de trabalho ou qualquer outro

Leia mais

O TRABALHO DE UMA PSICÓLOGA ORGANIZACIONAL COM UMA FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIVERSIDADE. Eliane Pereira Messias¹; Sérgio Domingues²

O TRABALHO DE UMA PSICÓLOGA ORGANIZACIONAL COM UMA FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIVERSIDADE. Eliane Pereira Messias¹; Sérgio Domingues² 439 O TRABALHO DE UMA PSICÓLOGA ORGANIZACIONAL COM UMA FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIVERSIDADE Eliane Pereira Messias¹; Sérgio Domingues² Resumo: Este trabalho apresenta o resultado de uma entrevista realizada

Leia mais

1 O CONTEXTO DO CURSO

1 O CONTEXTO DO CURSO REFLEXÕES ACERCA DAS QUESTÕES DE GÊNERO NO CURSO PEDAGOGIA: LICENCIATURA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL MODALIDADE A DISTÂNCIA Lívia Monique de Castro Faria Bolsista de Apoio Técnico a Pesquisa /FAPEMIG. Universidade

Leia mais

Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015

Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015 Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015 Bullying = Violência?? 2 Violência versus Bullying 3 São duas realidades que costumam andar lado a lado mas que não são sinónimos,

Leia mais

ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/)

ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/) ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/) Arminda Aberastury foi pioneira no estudo da psicanálise de crianças e adolescentes na América Latina. A autora

Leia mais

Bullying - A Agressividade Entre Pares. A Agressividade Entre Pares

Bullying - A Agressividade Entre Pares. A Agressividade Entre Pares Bullying - A Agressividade Entre Pares A Agressividade Entre Pares Conceito de Bullying Dan Olweus (1991), definiu o conceito de Bullying afirmando que um aluno está a ser provocado/vitimado quando ele

Leia mais

SEXUALIDADE, BULLYING E INDISCIPLINA: RELATOS DE ESCOLA

SEXUALIDADE, BULLYING E INDISCIPLINA: RELATOS DE ESCOLA SEXUALIDADE, BULLYING E INDISCIPLINA: RELATOS DE ESCOLA PESTANA, Francieli 1 ; RIBEIRO, Crislley 2 ; AMORIM, Leandra³; FLORES, Alexandre 4. INTRODUÇÃO: Entre os séculos XV e XII, a infância passou a ser

Leia mais

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina?

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina? Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web Quem é a professora responsável? Qual o objetivo da disciplina? Como estudar e obter nota para aprovação? Qual é a bibliografia básica?

Leia mais

DataSenado. Secretaria de Transparência DataSenado. Março de 2013

DataSenado. Secretaria de Transparência DataSenado. Março de 2013 Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher DataSenado Março de 2013 Mulheres conhecem a Lei Maria da Penha, mas 700 mil ainda sofrem agressões no Brasil Passados quase 7 desde sua sanção, a Lei 11.340

Leia mais

INICIANDO UM PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DE SEGURANÇA COMPORTAMENTAL: AVALIANDO A CULTURA E O CLIMA DE SEGURANÇA

INICIANDO UM PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DE SEGURANÇA COMPORTAMENTAL: AVALIANDO A CULTURA E O CLIMA DE SEGURANÇA INICIANDO UM PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DE SEGURANÇA COMPORTAMENTAL: AVALIANDO A CULTURA E O CLIMA DE SEGURANÇA 2013 Luciano Nadolny Licenciatura em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA

GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA www.uniube.brpropepmestradorevista GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA SILVA, Eduardo Alex Carvalho Ribeiroi Lívia Rodrigues Acadêmico do Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas do Centro Federal

Leia mais

O FENÔMENO BULLYING NA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES

O FENÔMENO BULLYING NA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES O FENÔMENO BULLYING NA PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES Cristian Ericksson Colovini 1 Mara Regina Nieckel da Costa 2 RESUMO O presente trabalho apresenta um estudo sobre a relação entre o Fenômeno Bullying e

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 385 VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE

Leia mais

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ 19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ Waldemar dos Santos Cardoso Junior (Universidade Federal do Pará /Campus Universitário

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

O CIRCO: UM ENFOQUE NA PERCEPÇÃO DE COMPETÊNCIA DO ARTISTA CIRCENSE

O CIRCO: UM ENFOQUE NA PERCEPÇÃO DE COMPETÊNCIA DO ARTISTA CIRCENSE 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 O CIRCO: UM ENFOQUE NA PERCEPÇÃO DE COMPETÊNCIA DO ARTISTA CIRCENSE Eduardo Rafael Llanos Parra 1 ; Marcela Garcia de Santana 1 ; Vânia de Fátima Matias

Leia mais

UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão

UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão Eva Simone de Oliveira (acadêmica) e-mail: UNESPAR/Campo Mourão e- mail: Claudia Priori (Orientadora) INTRODUÇÃO

Leia mais

5. LIDERANÇA E PODER NAS ORGANIZAÇÕES

5. LIDERANÇA E PODER NAS ORGANIZAÇÕES 5. LIDERANÇA E PODER NAS ORGANIZAÇÕES A conceituação de poder varia de acordo com o contexto em que se está inserido. São pessoas que exercem poder e este é exercido sobre alguém, portanto, neste caso

Leia mais

SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2

SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2 SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ADOLESCÊNCIA Marcia Manique Barreto CRIVELATTI 1 Solânia DURMAN 2 INTRODUÇÃO: Durante muitos anos acreditou-se que os adolescentes, assim como as crianças, não eram afetadas pela

Leia mais

Paulo de Lima. Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ).

Paulo de Lima. Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ). Tema 04: Dimensão Sócio- Política- Ecológica (Processo de participação- conscientização. Qual a minha relação com a sociedade? ). Titulo 03: Droga, Álcool e cidadania Paulo de Lima (Mestrando em Educação

Leia mais

Estudo sobre o Uso de Drogas entre estudantes do Ensino Médio e EJA na Escola Estadual Silveira Martins/Bagé-RS

Estudo sobre o Uso de Drogas entre estudantes do Ensino Médio e EJA na Escola Estadual Silveira Martins/Bagé-RS Estudo sobre o Uso de Drogas entre estudantes do Ensino Médio e EJA na Escola Estadual Silveira Martins/Bagé-RS *Elenilson F. Alves 1 (PQ), *Clarissa M. Sousa 2 (FM), *Juliana O. Ehlers 1 (IC), *Tais B.

Leia mais

Desmotivação no Trabalho

Desmotivação no Trabalho Desmotivação no Trabalho Carolline de MORAIS¹ RGM 89552 Karen C. P. S. PENHAVEL¹ RGM 88579 Renata SORIO¹ RGM 88861 Romerianne BATISTA¹ RGM 088671 Orientadora² : Viviane Regina de Oliveira Silva Resumo

Leia mais

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF.

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline

Leia mais

Cap.QOD Cristianne Freitas Cap.QOD Carla Bullé Cap.QOD Helyane Conserva Cap.QOD Fátima Ribeiro. Cap.QOM Maria do Carmo

Cap.QOD Cristianne Freitas Cap.QOD Carla Bullé Cap.QOD Helyane Conserva Cap.QOD Fátima Ribeiro. Cap.QOM Maria do Carmo Cap.QOD Cristianne Freitas Cap.QOD Carla Bullé Cap.QOD Helyane Conserva Cap.QOD Fátima Ribeiro Cap.QOD Adriana Paula Cap.QOM Maria do Carmo Desde pequenos que somos confrontados com situações quer de conflito,

Leia mais

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Por Zilda Knoploch, presidente da Enfoque Pesquisa de Marketing Este material foi elaborado pela Enfoque Pesquisa de Marketing, empresa

Leia mais

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS Roberta A. dos Santos 1* (IC), Karen.L. Cruz 1 (IC) Verno Krüger 2 (PQ) beta x@hotmail.com 1-

Leia mais

Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010.

Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. O Global e o Contextualtual no Aprendizado Gerencial de Multinacionais Uma Perspectiva Brasileira Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. Américo da Costa Ramos Filho 22 de março de 2010. OBJETIVO

Leia mais

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MOTIVAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO NA EMPRESA MAHRRY CONFECÇÕES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP

TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA

RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA Caro (a) Chesfiano (a), Você está recebendo uma série de publicações intitulada Para Viver Melhor, com informações atualizadas sobre temas diversos no campo da saúde física

Leia mais

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE ANDRADE 1, Fernando C. B. de; SANTOS 2, Carmen S. G. dos; VASCONCELOS 3, Maria Helena Venâncio; Centro de Educação/Departamento

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING O Código de Conduta Ética é um instrumento destinado a aperfeiçoar os relacionamentos da organização e elevar o clima de confiança nela existente. Este Código tem

Leia mais

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA PARA MOTORISTAS

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA PARA MOTORISTAS AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA PARA MOTORISTAS Profª Adriane Picchetto Machado CRP 08/2571 A história da Psicologia do Trânsito não é uma história muito longa, na verdade é uma história muito igual: há muitos anos,

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Organizações Nenhuma organização existe

Leia mais

Liderança Ciclo Motivacional Clima Organizacional Cultura Organizacional

Liderança Ciclo Motivacional Clima Organizacional Cultura Organizacional Clima Organizacional Cultura Organizacional Disciplina: Gestão de Pessoas Página: 1 Aula: 09 O líder pode ser definido como uma pessoa capaz de unir outras através de esforços combinados para atingir determinado

Leia mais

PERCEPÇÕES SOBRE A INCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIJUÍ NO MERCADO DE TRABALHO 1

PERCEPÇÕES SOBRE A INCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIJUÍ NO MERCADO DE TRABALHO 1 PERCEPÇÕES SOBRE A INCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIJUÍ NO MERCADO DE TRABALHO 1 Ana Cláudia Bueno Grando 2, Eliana Ribas Maciel 3. 1 Trabalho de Conclusão de curso apresentado a banca

Leia mais

O Ambiente de trabalho em equilíbrio e livre de ASSÉDIO MORAL E SEXUAL

O Ambiente de trabalho em equilíbrio e livre de ASSÉDIO MORAL E SEXUAL O Ambiente de trabalho em equilíbrio e livre de ASSÉDIO MORAL E SEXUAL APRESENTAÇÃO Para contribuir com o desenvolvimento das pessoas em uma organização e torná-las ainda mais produtivas, é preciso um

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES.

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. Iasmini Nicoli Galter 1, Mayla Gava ¹, Henrique Tabelini ¹, Elias Terra Werner².

Leia mais

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007 Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho

Leia mais

convicções religiosas...

convicções religiosas... apresenta Cartilha O termo DISCRIMINAR significa separar; diferenciar; estabelecer diferença; distinguir; não se misturar; formar grupo à parte por alguma característica étnica, cultural, religiosa etc;

Leia mais

Gráfico 1 Jovens matriculados no ProJovem Urbano - Edição 2012. Fatia 3;

Gráfico 1 Jovens matriculados no ProJovem Urbano - Edição 2012. Fatia 3; COMO ESTUDAR SE NÃO TENHO COM QUEM DEIXAR MEUS FILHOS? UM ESTUDO SOBRE AS SALAS DE ACOLHIMENTO DO PROJOVEM URBANO Rosilaine Gonçalves da Fonseca Ferreira UNIRIO Direcionado ao atendimento de parcela significativa

Leia mais

3 Metodologia da pesquisa

3 Metodologia da pesquisa 3 Metodologia da pesquisa Neste capítulo será abordada a caracterização da pesquisa abrangendo o tipo de pesquisa escolhido, critérios para seleção dos entrevistados, os procedimentos adotados para a coleta

Leia mais

ASSÉDIO MORAL: Uma Realidade no Local de Trabalho

ASSÉDIO MORAL: Uma Realidade no Local de Trabalho ASSÉDIO MORAL: Uma Realidade no Local de Trabalho Conferência sobre Assédio Moral: Uma Realidade no Local de Trabalho? Ana Paula Viseu UGT 7 de Março de 2009 1 TIPOLOGIA DO ASSÉDIO Assédio sexual Assédio

Leia mais

Campanha Anti-bullying. JMJ na luta de uma escola respeitosa e humanizada

Campanha Anti-bullying. JMJ na luta de uma escola respeitosa e humanizada Campanha Anti-bullying JMJ na luta de uma escola respeitosa e humanizada Se o mal é contagioso o bem também é. Deixemos-no contagiar pelo bem. Papa Francisco Caro jovem, família e educadores, Este material

Leia mais

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS.

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. Fernando Toledo Ferraz - ferraz@cybernet.com.br Departamento de Engenharia de Produção Myriam Eugênia R.

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO ESPECIAL: A RELAÇÃO DE PARCERIA ENTRE PROFESSORES QUE TRABALHAM NO MODELO DE ENSINO COLABORATIVO

EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO ESPECIAL: A RELAÇÃO DE PARCERIA ENTRE PROFESSORES QUE TRABALHAM NO MODELO DE ENSINO COLABORATIVO EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO ESPECIAL: A RELAÇÃO DE PARCERIA ENTRE PROFESSORES QUE TRABALHAM NO MODELO DE ENSINO COLABORATIVO Patrícia Santos de Oliveira¹ Melina Thais da Silva² RESUMO A proposta de trabalho

Leia mais

3. Sustentabilidade e Responsabilidade Social Empresarial

3. Sustentabilidade e Responsabilidade Social Empresarial 3. Sustentabilidade e Responsabilidade Social Empresarial GESTOR SOCIAL EMPRESARIAL OU GESTOR EMPRESARIAL SOCIAL? É notório, no cenário mundial, o crescente número de empresas de diversas naturezas e portes

Leia mais

GERENCIAMENTO DE CONFLITO: ESTUDO DE CASO NO CAPRINOS CULINÁRIA REGIONAL. Anderson Augusto Farias de Goes, Rodrigo Guimarães anderson.goes@hotmail.

GERENCIAMENTO DE CONFLITO: ESTUDO DE CASO NO CAPRINOS CULINÁRIA REGIONAL. Anderson Augusto Farias de Goes, Rodrigo Guimarães anderson.goes@hotmail. GERENCIAMENTO DE CONFLITO: ESTUDO DE CASO NO CAPRINOS CULINÁRIA REGIONAL Anderson Augusto Farias de Goes, Rodrigo Guimarães anderson.goes@hotmail.com INTRODUÇÃO No respectivo trabalho, iremos abordar um

Leia mais

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO Sobre o curso: A criatividade, produtividade e a estabilidade emocional são a base para o progresso de qualquer natureza, mas, infelizmente, a rotina, responsabilidades

Leia mais

LEITURA CORPORAL DO COMPORTAMENTO AGRESSIVO E SUAS CONSEQUÊNCIAS

LEITURA CORPORAL DO COMPORTAMENTO AGRESSIVO E SUAS CONSEQUÊNCIAS LEITURA CORPORAL DO COMPORTAMENTO AGRESSIVO E SUAS CONSEQUÊNCIAS Resumo Márcia Maria Rovani A proposta deste trabalho é entender o comportamento agressivo através de estudos na abordagem da psicologia

Leia mais

[Diapositivo 2] Porquê a escolha desta população?

[Diapositivo 2] Porquê a escolha desta população? 1 De que falamos quando falamos de preconceito contra a homoparentalidade: Atitudes face à competência parental e ao desenvolvimento psicossocial das crianças. Jorge Gato [Diapositivo 1] Gostava de partilhar

Leia mais

Aula 10. Delegação X Empowerment

Aula 10. Delegação X Empowerment Aula 10 Delegação X Empowerment Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br DELEGAÇÃO X EMPOWERMENT Delegar significa orientar o colaborador para que execute uma determinada atividade no lugar

Leia mais

Os brasileiros diante da microgeração de energia renovável

Os brasileiros diante da microgeração de energia renovável Os brasileiros diante da microgeração de energia renovável Contexto Em abril de 2012, o governo através da diretoria da agência reguladora de energia elétrica (ANEEL) aprovou regras destinadas a reduzir

Leia mais

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS XXII Semana de Educação da Universidade Estadual do Ceará 31 de agosto a 04 de setembro de 2015 A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Leia mais

CONTINUA... QUESTÕES GABARITADAS QUESTÃO 01. (CESPE - 2011 - TRE-ES - Analista - Psicologia Específicos). Julgue os itens a seguir, a respeito das diferentes visões acerca das organizações e do trabalho.

Leia mais

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Faculdade de Tecnologia Senac Goiás Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Trabalho de Gestão de Pessoas Alunos: Nilce Faleiro Machado Goiânia,4 de dezembro de 2015 1 Sumário Capa...1 Sumário...2 Introdução...3

Leia mais

Anais da Jornada Científica Integração: Educação, Sociedade e Tecnologia

Anais da Jornada Científica Integração: Educação, Sociedade e Tecnologia MARKETING DE RELACIONAMENTO UTILIZADO COMO FERRAMENTA PARA APRIMORAR A RELAÇÃO ENTRE O PÚBLICO INTERNO: ESTUDO DE CASO REALIZADO NA EMPRESA DALCAR NA CIDADE DE BACABAL MA MOURA, Íthalo Bruno Grigório de

Leia mais

Cross-Cultural Study of Leadership In Public Relations and Communication Management - Etapa Brasil. julho 2012

Cross-Cultural Study of Leadership In Public Relations and Communication Management - Etapa Brasil. julho 2012 Cross-Cultural Study of Leadership In Public Relations and Communication Management - Etapa Brasil julho 2012 Metodologia e Perfil de Entrevistados Método Amostra por conveniência Questionário (quantitativo)

Leia mais

SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA

SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA Bárbara Lea Guahyba 1 Mara Regina Nieckel da Costa 2 RESUMO O artigo aqui apresentado tem como tema a inclusão social de pessoas portadoras de síndrome de

Leia mais

Psicologia do Trabalho

Psicologia do Trabalho Psicologia do Trabalho Caderno de Questões Prova Discursiva 2015 01 A saúde não é apenas ausência de doença, mas também o completo bem-estar biológico, psicológico e social. (Organização Mundial de Saúde,

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE DO PARANÁ

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE DO PARANÁ ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL DE UMA COOPERATIVA DE PROFISSIONAIS DO RAMO DE AGRONEGÓCIO DO NOROESTE

Leia mais

TÉCNICAS DE MOTIVAÇÃO APLICADAS A EMPRESAS

TÉCNICAS DE MOTIVAÇÃO APLICADAS A EMPRESAS TÉCNICAS DE MOTIVAÇÃO APLICADAS A EMPRESAS Rogéria Lopes Gularte 1 Resumo: No presente trabalho procuramos primeiramente definir o que é motivação, e como devemos nos comportar com as diferentes necessidades,

Leia mais

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Gisllayne Rufino Souza UFPB gisllayne.souza@gmail.com Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO COM OS COLABORADORES DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO COM OS COLABORADORES DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO COM OS COLABORADORES DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO Bruno Samways dos Santos (UTFPR) bruno.samways@gmail.com Thais Distefano Wiltenburg (PUC) thais_distefano@hotmail.com

Leia mais

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA Rogério Santos Grisante 1 ; Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: A prática da expressão corporal na disciplina de Artes Visuais no Ensino Fundamental II pode servir

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga IlanaPinsky Maria Carmen Viana Divulgação: Maio de 2014. 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Subsecretaria

Leia mais

Palavras chave: Formação de Professores, Tecnologias Assistivas, Deficiência.

Palavras chave: Formação de Professores, Tecnologias Assistivas, Deficiência. FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES PARA ATUAÇÃO COM ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIAS Gislaine Coimbra Budel PUC PR Elaine Cristina Nascimento PUC PR Agência Financiadora: CAPES Resumo Este artigo apresenta

Leia mais

V Encontro de Pesquisa em Educação Física 1ª Parte ESTUDO SOBRE A AGRESSIVIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL DO MUNICÍPIO DE MARECHAL CÂNDIDO RONDON PR

V Encontro de Pesquisa em Educação Física 1ª Parte ESTUDO SOBRE A AGRESSIVIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL DO MUNICÍPIO DE MARECHAL CÂNDIDO RONDON PR ESTUDOS E REFLEXÕES V 5 - Nº 9 PÁGS. 33 A 42 V Encontro de Pesquisa em Educação Física 1ª Parte RECEBIDO EM: 00-00-0000 ACEITO EM: 00-00-0000 ARTIGO ORIGINAL ESTUDO SOBRE A AGRESSIVIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL

Leia mais

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS YARA DE MATOS MENDES 1, WEMERTON LUÍS EVANGELISTA 2, MYRIAM ANGÉLICA DORNELAS 3, RITA DE CÁSSIA DA SILVA COSTA 4 RESUMO

Leia mais

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOPATOLOGIA FUNDAMENTAL Recife, de 05 a 08 de setembro de 2002

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOPATOLOGIA FUNDAMENTAL Recife, de 05 a 08 de setembro de 2002 VI CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOPATOLOGIA FUNDAMENTAL Recife, de 05 a 08 de setembro de 2002 CO/42 O MAL-ESTAR QUE VEM DA CULTURA ORGANIZACIONAL, Pinheiro, Adriana de Alencar Gomes, Socióloga e Psicóloga,

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais 5.1. Conclusões A presente dissertação teve o objetivo principal de investigar a visão dos alunos que se formam em Administração sobre RSC e o seu ensino. Para alcançar esse objetivo,

Leia mais

Discentes do curso de psicologia,centro Universitário de Maringá (CESUMAR), Maringá - Pr- Brasil, umbelinajusto@wnet.com.br 2

Discentes do curso de psicologia,centro Universitário de Maringá (CESUMAR), Maringá - Pr- Brasil, umbelinajusto@wnet.com.br 2 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 SINTOMAS DE TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE: UMA ANÁLISE SOBRE A UTILIZAÇÃO DE METILFENIDATO NA

Leia mais

O Assédio Moral nas Organizações de Trabalho

O Assédio Moral nas Organizações de Trabalho O Assédio Moral nas Organizações de Trabalho Aline Peixoto Monteiro Psicóloga Organizacional Recrutamento, Seleção e Acompanhamento Desenvolvimento Humano Origem do Assédio Moral Década de 80: primeiros

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU TÍTULO: QUALIDADE DE VIDA, HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO NAS EMPRESAS EM BOTUCATU E REGIÃO - SOB A ÓTICA DOS ALUNOS DO 5º E 7º SEMESTRE DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DA UNIFAC BOTUCATU CATEGORIA:

Leia mais

Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai. Um Paradigma que Cai por Terra. Capítulo

Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai. Um Paradigma que Cai por Terra. Capítulo Capítulo 1 Um Paradigma que Cai por Terra Se for um bom negócio, faça. Entretanto, se não for, não faça. Essa frase, que aqui utilizo à guisa de epígrafe, foi-me dita por meu pai quando eu ainda era uma

Leia mais

PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA

PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA O enfrentamento do BULLYING, além de ser uma medida disciplinar, também é um gesto cidadão tremendamente educativo, pois prepara os alunos para a aceitação, o respeito

Leia mais

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I Síndrome de Down - Parte I Conteúdos: Tempo: Síndrome de Down 5 minutos Objetivos: Auxiliar o aluno na compreensão do que é síndrome de Down Descrição: Produções Relacionadas: Neste programa de Biologia

Leia mais

A PERCEPÇÃO DE JOVENS E IDOSOS ACERCA DO CÂNCER

A PERCEPÇÃO DE JOVENS E IDOSOS ACERCA DO CÂNCER A PERCEPÇÃO DE JOVENS E IDOSOS ACERCA DO CÂNCER Levi Ramos Baracho; Jordano da Silva Lourenço, Kay Francis Leal Vieira Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ INTRODUÇÃO O câncer ainda é tido como

Leia mais

DORES SILENCIOSAS: o sintoma da automutilação como possível consequência de quadros de depressão

DORES SILENCIOSAS: o sintoma da automutilação como possível consequência de quadros de depressão DORES SILENCIOSAS: o sintoma da automutilação como possível consequência de quadros de depressão Lucivani Soares Zanella* Patricia Zimermann** JUSTIFICATIVA De acordo com Giusti (2013), a automutilação

Leia mais

Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Psicologia Integral Disciplina: Antropologia II. Sexualidade, Desvio e Norma Permissões e Limites

Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Psicologia Integral Disciplina: Antropologia II. Sexualidade, Desvio e Norma Permissões e Limites Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho Psicologia Integral Disciplina: Antropologia II Sexualidade, Desvio e Norma Permissões e Limites Mariana Cervi Marques Fernandes RA 922901 Resumo Dos

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

Prof a Lillian Alvares. Faculdade de Ciência da Informação Universidade de Brasília. Gestão da Informação

Prof a Lillian Alvares. Faculdade de Ciência da Informação Universidade de Brasília. Gestão da Informação Prof a Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação Universidade de Brasília Gestão da Informação Conceito Apesar de numerosas discussões acerca do significado, conteúdo e uso da Gestão da Informação......

Leia mais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais Evolução da Disciplina Modelos de Gestão Aula 1: Principais Modelos das Teorias da Administração Aula 2: Origem, Evolução, Classificação e Tipologia das Organizações Aula 3: Termos comuns às Organizações;

Leia mais

Gestão de pessoas: revisão de conceitos

Gestão de pessoas: revisão de conceitos Glaucia Falcone Fonseca Chegamos ao final de nosso curso e vale a pena fazer uma retrospectiva sobre os principais aspectos da gestão de pessoas, algo tão importante no atual mundo do trabalho, caracterizado

Leia mais

PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA E EMANCIPAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE TRABALHO COM JOVENS

PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA E EMANCIPAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE TRABALHO COM JOVENS PSICOLOGIA SOCIAL COMUNITÁRIA E EMANCIPAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE TRABALHO COM JOVENS ARANTES, João Henrique Magri jh_arantes@yahoo.com.br PPGE/UFMT 1 PINTO, Evelyn Gonçalves de Arruda evelyn_pse@yahoo.com.br

Leia mais

ATUAÇÃO DO PROFESSOR DIANTE DO BULLYING NA SALA DE AULA: PREVENÇÃO E COMBATE

ATUAÇÃO DO PROFESSOR DIANTE DO BULLYING NA SALA DE AULA: PREVENÇÃO E COMBATE 1 ATUAÇÃO DO PROFESSOR DIANTE DO BULLYING NA SALA DE AULA: PREVENÇÃO E COMBATE Autora: Bartira Araújo da Silva Faculdades Integradas de Patos- FIP Bartira.araujo.silva@gmail.com Coautora Prof.ª Ms.Maria

Leia mais

ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: AS ESPACIALIDADES COMO COMPONENTES DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NA CIDADE DE PONTA GROSSA PR NO ANO DE

ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: AS ESPACIALIDADES COMO COMPONENTES DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NA CIDADE DE PONTA GROSSA PR NO ANO DE 146 Anais Semana de Geografia. Volume 1, Número 1. Ponta Grossa: UEPG, 2014. ISSN 2317-9759 ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: AS ESPACIALIDADES COMO COMPONENTES DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NA CIDADE DE PONTA

Leia mais

8º Congresso de Pós-Graduação AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: UM ESTUDO DOS POSSÍVEIS IMPACTOS NO COMPORTAMENTO DOS COLABORADORES

8º Congresso de Pós-Graduação AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: UM ESTUDO DOS POSSÍVEIS IMPACTOS NO COMPORTAMENTO DOS COLABORADORES 8º Congresso de Pós-Graduação AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: UM ESTUDO DOS POSSÍVEIS IMPACTOS NO COMPORTAMENTO DOS COLABORADORES Autor(es) MARCELA FRANCIELE DA SILVA NAZATTO Orientador(es) GRAZIELA GRAZIANO

Leia mais

RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS NO TURISMO: UM ESTUDO DE CASO EM UM HOTEL NO MUNICÍPIO DE TORRES RS

RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS NO TURISMO: UM ESTUDO DE CASO EM UM HOTEL NO MUNICÍPIO DE TORRES RS RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS NO TURISMO: UM ESTUDO DE CASO EM UM HOTEL NO MUNICÍPIO DE TORRES RS Autores: Marta SANTOS Graduada em Gestão do Turismo pelo IFC Campus Avançado Sombrio. Fabiano Procópio DAROS

Leia mais

Apresentação. Cultura, Poder e Decisão na Empresa Familiar no Brasil

Apresentação. Cultura, Poder e Decisão na Empresa Familiar no Brasil Apresentação Cultura, Poder e Decisão na Empresa Familiar no Brasil 2 No Brasil, no final da década de 1990, as questões colocadas pela globalização, tais como o desemprego, a falta de qualificação de

Leia mais

O FILME COMO RECURSO TECNOLÓGICO EDUCACIONAL NAS AULAS DE LÍNGUA INGLESA *

O FILME COMO RECURSO TECNOLÓGICO EDUCACIONAL NAS AULAS DE LÍNGUA INGLESA * O FILME COMO RECURSO TECNOLÓGICO EDUCACIONAL NAS AULAS DE LÍNGUA INGLESA * Fernanda da Silva Alvissu Prizoto Universidade de Taubaté ** RESUMO: O tema desta pesquisa é a sugestão de trabalho com filme

Leia mais

O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ RESUMO

O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ RESUMO O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ CORRÊA, D. M. W²; SILVEIRA, J. F²; ABAID, J. L. W³ 1 Trabalho de Pesquisa_UNIFRA 2 Psicóloga, graduada no Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria,

Leia mais