INVISTA NOS PPR QUE VALEM A PENA

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1 Julho EDIÇÃO MENSAL Os conselhos financeiros da Deco Proteste Esta revista faz parte integrante da PROTESTE INVESTE n.º 806 INVISTA NOS PPR QUE VALEM A PENA Depois de estudarem mais de uma centena, os nossos analistas destacam apenas sete PPR GARANTIDO Evite os seguros de capitalização: o rendimento não justifica os custos Pág. 6 DESTAQUE Funcionários dos bancos desconhecem perfil dos seus clientes Pág. 14 FUNDOS É boa ideia investir no Brasil antes do Mundial e dos Jogos Olímpicos? Pág. 22 SAIBA COMO LUCRAR QUANDO OS MERCADOS ESTÃO A DESCER Pág. 16

2 sumário Esta revista faz parte integrante da PROTESTE INVESTE n.º 806 Propriedade/Redação DECO PROTESTE, Editores, Lda. Av. Eng.º Arantes e Oliveira, n.º 13, 1.º B, Lisboa. Editora registada sob o número NIPC: Diretor e editor Pedro Moreira. Redação Ana Filipa Gaspar, David Almas. Analistas financeiros Ações nacionais: João Sousa (banca); Luís Pinto (construção, cimento, bens de consumo, papel); Pedro Catarino (distribuição, media, autoestradas, serviços informáticos); Rui Ribeiro (telecomunicações, papel, energia); outros valores mobiliários e instrumentos financeiros: António Ribeiro, João Sousa, Jorge Duarte, Pedro Barata. Na análise do mercado externo, a PROTESTE INVESTE colabora com um grupo de organizações de consumidores europeias com as quais definiu metodologias de análise idênticas a quem cede e de quem recebe alguns conteúdos. São elas: Euroconsumers S.A. Avenue Guillaume 13b, L-1651 Luxembourg. Altroconsumo Edizioni Finanziarie S.R.L. Via Valassina 22, Milano. Test-Achats S.C. Rue de Hollande 13, 1060 Bruxelles. OCU Ediciones S.A. C/ Albarracín 21, Madrid. As análises publicadas na PROTESTE INVESTE são independentes e elaboradas de acordo com uma metodologia que poderá consultar no endereço As análises nunca são enviadas à entidade emitente dos instrumentos financeiros objeto de avaliação e, por isso, não estão sujeitas a alterações a pedido destas. A DECO PROTESTE e os responsáveis pela informação financeira não têm interesses suscetíveis de prejudicar a objetividade da mesma. Os nossos conselhos baseiam-se em análises internas e em fontes externas fiáveis. É impossível fazer previsões totalmente exatas ou garantir o sucesso total dos conselhos apresentados. Conselho de Gerência Vasco Colaço, Jorge Cancela e Luís Silveira Rodrigues, em representação da DECO, detentora de 25% do capital, e Daniel Stons, Armand de Wasch, Benoît Plaitin e Roland Counye, em representação da Euroconsumers que detém 75% do capital. Tiragem exemplares. Registo no ICS n.º Depósito legal n.º /96. Assinaturas Tel: Fax: Assinatura anual: 226,20 ( 18,85 por mês), 48 edições semanais de 12 páginas + 11 edições mensais de 32 páginas. Impressão Sogapal, Sociedade Gráfica da Paiã, S.A., Av. dos Cavaleiros, n.º 35 35A, Portela da Ajuda. Fotografia e ilustração Shutterstock, Ricardo Bento, Thinkstock/Getty Images. Todos os direitos de reprodução, adaptação e de tradução são reservados e a utilização para fins comerciais é proibida. Gráficos Thomson Financial Datastream e DECO PROTESTE. 7 PPR que valem a pena Há mais de uma centena de lugares para sua a poupança de reforma, mas apenas sete destinos certos para o seu dinheiro Aconselhamento fora do ritmo 8 14 Os gestores de conta estão a dar música aos clientes: os objetivos comerciais do banco sobrepõem-se aos interesses dos aforradores Mundo Descubra como as nossas recomendações estão espalhadas pelo globo. Garantido Não faz sentido pagar as comissões altas dos seguros de capitalização. Dossiê Conheça os planos de poupança-reforma que merecem o seu dinheiro e as estratégias alternativas para aforrar para a aposentação. Teste Nas aplicações para a reforma, os bancos e a seguradoras continuam agarrados aos PPR. Destaque Os objetivos comerciais dos bancos sobrepõem-se às metas dos clientes. Risco Saiba como especular sobre a queda das bolsas. Imobiliário Invista em imóveis além-fronteiras. Os ganhos podem ser superiores. Fundos Após vários meses positivos, a queda das bolsas e a apreciação do euro arrastaram muitos fundos. Fórum Que fazer ao dinheiro que se recebe de uma indemnização? Seja nosso fã no Facebook facebook.com/protesteinveste 2 Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013

3 Editorial Pedro Moreira Mais lidos no portal financeiro Não perca as últimas análises da PROTESTE INVESTE em SEGURO POSTAL VALOR CRESCENTE 2 Os Correios têm em comercialização este seguro com taxas mais interessantes do que os depósitos e vantagem na tributação do rendimento. AVALIAÇÃO A PEDIDO: OBRIGAÇÕES BES O nosso subscritor F.M. questiona-nos sobre o produto comercializado pelo BES com o ISIN XS Saiba do que se trata. PORTUGAL: BOLSA E JUROS MAIS VOLÁTEIS A crise política provocou fortes oscilações na bolsa de Lisboa e nas taxas de juro das Obrigações de Tesouro. CARTEIRA DE AÇÕES PROTESTE INVESTE SOBE 9,1% EM 2013 A nossa carteira de ações reforçou os ganhos nos últimos meses e, em 2013, acumula uma subida de 9,1%, acima da evolução média das bolsas europeias. Acompanhe a evolução da nossa carteira de ações em deco.proteste.pt/investe/carteira-pi. Junte-se aos mais de 5500 fãs na nossa nova página no Facebook. É uma forma de saber imediatamente das novidades. Ajude-nos a escolher os temas das nossas análises, coloque as suas dúvidas e eleja os ativos que iremos avaliar. A SUA PENSÃO ESTÁ EM RISCO Não há dúvida que as pensões de reforma estão em risco. Não será possível que a Segurança Social continue a pagar as reformas que tem vindo a pagar. A principal razão é simples: há cada vez menos jovens a contribuir para o sistema (devido à redução da taxa de natalidade) e há cada vez mais pensionistas (devido, principalmente, à redução da taxa de mortalidade). Todavia, uma nova pressão está a emergir: a subida da taxa de desemprego retira fundos ao sistema pela via dos subsídios de desemprego. Os últimos cálculos governamentais, elaborados a propósito do Orçamento do Estado para 2013, apontavam para a falência da Segurança Social até Contudo, as estimativas de desemprego eram otimistas: para 2013, o Governo assumia uma taxa de desemprego de 16,4%. Os últimos números oficiais registaram uma taxa de 17,7% no primeiro trimestre. É verdade que o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, criado em 1989, pretende adiar a falência durante alguns anos, mas este dinheiro terá um efeito apenas paliativo. Os próximos Governo apenas terão 3 remédios para a maleita do sistema previdencial: avançar substancialmente a idade de reforma, cortar significativamente nas pensões de reforma ou, mais provavelmente, combinar as 2 medidas anteriores. Os contribuintes que não queiram ser apanhados desprevenidos devem enfrentar o problema desde já. Poupar para a aposentação é crucial para todos os portugueses na vida ativa. É por isso que o Dossiê desta edição, que pode ler a partir da página 8, é tão importante: dá a conhecer as táticas certas para amealhar para a reforma. Os planos de poupança-reforma (PPR) são a opção mais tradicional. Embora estejam em comercialização mais de uma centena de PPR, distribuídos por muitos bancos, seguradoras e sociedades gestoras, os nossos analistas reduziram a oferta a apenas sete produtos que fazem sentido. Descubra- -os e, se o seu PPR não é um destas soluções financeiras, transfira o património para um deles. Nós salientamos o protocolo que celebrámos com a SGF: além dos PPR serem bons por si, há um conjunto de vantagens para os nossos subscritores, incluindo um prémio de fidelidade anual. Se não confia nos PPR (afinal, em geral, são caros e rendem pouco), desenhámos algumas estratégias de reforma alternativas aos planos. O importante é mexer-se antes que seja tarde demais.

4 MUNDO DIVERSIFICAÇÃO GLOBAL As nossas recomendações de ações estão espalhadas por todo o mundo. Conheça a localização das sedes das empresas cujos títulos recomendamos a compra INGLATERRA BP* Energia e serviços públicos GlaxoSmithKline* Farmacêuticas National Grid* Energia e serviços públicos CANADÁ Encana Energia e serviços públicos IRLANDA Accenture Tecnológico Rio Tinto Aço, não ferrosos e minas Sage Group Tecnológico Sainsbury* Distribuição Vodafone Group* Operadores de telecomunicações HOLAND Aegon Financeir ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA Apple Tecnológico AT&T* Operadores de telecomunicações Chevron* Energia e serviços públicos Computer Sciences Corp. Tecnológico Exelon Energia e serviços públicos General Electric* Industriais e serviços diversos Intel* Tecnológico Ion Geophysical Corp. Energia e serviços públicos Schnitzer Steel Aço, não ferrosos e minas Texas Instruments Tecnológico US Ecology Industriais e serviços diversos Western Union Financeiro Xerox Industriais e serviços diversos FRANÇA Axa Financeiro Bouygues Industriais e serviços diversos GDF Suez Energia e serviços públicos Orange Operadores de telecomunicações Veolia Environnement Energia e serviços públicos PORTUGAL EDP* Energia e serviços públicos Portugal Telecom Operadores de telecomunicações REN Energia e serviços públicos Sonaecom Operadores de telecomunicações BRASIL Telefônica Brasil Operadores de telecomunicações BÉLGICA Agfa-Gevaert Industriais e serviços diversos Atenor Group Bens de consumos Delhaize Distribuição Exmar Industriais e serviços diversos ITÁLIA Enel Energia e serv Generali Financeiro Intesa Sanpao Financeiro

5 A o LUXEMBURGO ArcelorMittal Aço, não ferrosos e minas Oriflame Cosmetics Bens de consumo SUÍÇA Novartis Farmacêuticas Zurich Insurance Group* Financeiro ISRAEL Teva Pharmaceutical Farmacêuticas HONG KONG Seaspan Industriais e serviços diversos ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA O dinamismo da economia americana, a atratividade da sua bolsa e as perspetivas de apreciação do dólar permitem que as empresas da terra do Tio Sam apresentem melhores oportunidades de negócio na bolsa. É um dos poucos mercados que acompanhamos que, como um todo, está ligeiramente barato. Assim, atrai 13 dos 46 conselhos de compra das 203 ações que acompanhamos todos os dias. Além disso, 5 títulos fazem parte da carteira de ações PROTESTE INVESTE: AT&T, Kimberly-Clark, Chevron, Intel e Kraft Foods Group. EUROPA O mercado europeu concentra a maioria dos nossos conselhos de compra: 29 dos 46 atualmente ativos. Em destaque está a bolsa londrina. Este mercado acolhe 7 conselhos de compra, em grande parte devido à bolsa da capital inglesa estar barata. Mas o facto de uma bolsa estar globalmente cara não significa que não existem boas oportunidades de compra. É o caso das bolsas de Bruxelas, Milão e Lisboa que, apesar de caras, não invalidam que alguns títulos sejam recomendados. As ações da National Grid, GlaxoSmithKline, Vodafone, Zurich Insurance Group, Sainsbury e BP são os títulos que preferimos neste mercado, razão pela qual fazem parte da carteira de ações PROTESTE INVESTE. RESTO DO MUNDO A nossa seleção de ações está muito concentrada nos Estados Unidos da América e na Europa, sobretudo pela facilidade de acesso ao mercado de capitais destas zonas geográficas. No entanto, não ficamos por aí. Entre as ações de compra, temos a Telefônica Brasil, a Encana do Canadá, a Seaspan de Hong Kong e a Teva Pharmaceutical de Israel. Recomendamos comprar todos estes títulos na bolsa de Nova Iorque, onde também estão cotadas, além do seu mercado original. iços públicos lo Entre 203 ações analisadas diariamente, recomendamos a compra destes 46 títulos Ações que recebem a recomendação de compra da nossa equipa de analistas. * Ações incluídas na Carteira PROTESTE INVESTE

6 GARANTIDO Seguros de capitalização GARANTIA DE RENDIMENTO PAGA-SE Os rendimentos garantidos pelos seguros de capitalização poderiam ser interessantes, mas as comissões têm um peso muito alto no resultado. Prefira Obrigações do Tesouro gra geral, são cobradas na entrega da aplicação, pela gestão corrente e no resgate antecipado. Em média, a soma da comissão de subscrição e da de resgate antecipado é de 2,8% do montante aplicado, ou seja, mais do que o ganho médio anual alcançado nos último quinquénio. No mercado, as comissões cobradas na entrega chegam aos 5,3% e no reembolso antecipado podem atingir os 3 por cento. A comissão anual de gestão chega aos 2 por cento. As comissões podem chegar a situações caricatas. Por exemplo, o seguro Liberty Poupança Mais garante um rendimento mínimo em 2013 de 2,9%, mas a comissão cobrada na entrega é de 3,1%, ou seja, os subscritores pagam mais para investir do que a seguradora garante neste ano. A ideia de não haver almoços grátis está perfeitamente embuída nos seguros de capitalização que garantem o capital investido: muitos promovem rendimentos mínimos garantidos que, depois de descontar as comissões, resumem-se a muito pouco. Apesar da sua designação, os seguros de capitalização não cobrem qualquer tipo de risco: são produtos financeiros que proporcionam um determinado rendimento a quem neles investir. Até poderiam ser uma alternativa aos planos de poupança-reforma sob a forma de seguro, pois têm mais liquidez (podem ser resgatados em qualquer altura sem restrições). Contudo, também têm custos elevados e o rendimento é pouco interessante quando comparado com outras alternativas. Os seguros de capitalização com capital garantido tiveram um rendimento anual bruto de 2,4%, em média, nos últimos 5 anos e de 3,3% em 2012, de acordo com as companhias de seguros. Das 28 seguradoras contactadas para participar neste estudo, apenas 14 aceitaram enviar informação sobre os seus produtos. Muitas referiram estar em fase de restruturação, outras não tiveram tempo para responder e algumas disseram claramente que não iam participar. Muitas seguradoras não têm interesse em mostrar o fraco desempenho dos seus produtos ou as suas elevadas comissões, recusando comparações com o mercado. Comissões e mais comissões A principal desvantagem dos seguros de capitalização são as pesadas comissões. Re- Eleja Obrigações do Tesouro A Solução Investimento Zurich e o Eurovida Aforro foram os mais rentáveis nos últimos 5 anos (3,7% e 3,5%, respetivamente). O Eurovida Poupança Segura foi o que mais se 5,3% É o valor máximo cobrado por cada entrega por produtos disponíveis no mercado 11,2% A taxa de imposto a cobrar no resgate a partir do oitavo ano torna os seguros mais atrativos 3,7% A Solução Investimento Zurich é um dos seguros de capitalização analisados mais rentáveis dos últimos cinco anos 6 Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013

7 RENTABILIDADE SEGUROS DE CAPITALIZAÇÃO BATEM INFLAÇÃO A rentabilidade dos seguros de capitalização conseguem normalmente superar a inflação, mas estes números não refletem as comissões de subscrição e de reembolso 3,4% 3,1% 3,6% 3,2% 2,7% 2,5% 2,6% 2,7% 1,4% 2,9% 3,6% 3,3% 2,8% NÚMEROS DO MÊS Julho de 2013 A dívida pública está novamente a dar que falar, com as taxas de rentabilidade líquida acima dos 5%. A incerteza política e económica diminui a cotação das OT em vários prazos, mas aumenta também o risco de reestruturação da dívida. Certificados de Aforro (1) Série C (taxa + prémio) 2,3% Séries B (taxa + prémio) 2,3% destacou em 2012 (12,4%), devido à aplicação em títulos de dívida pública, mas é um seguro com apenas 2 anos de existência. Em geral, as Obrigações do Tesouro apresentam rendimento superior ao dos seguros. Por exemplo, a OT Abril 2021 (que se vence dentro de quase 8 anos) adquirida à cotação do início de julho e mantida até ao vencimento proporciona um rendimento anual líquido de 4,6 por cento. Além disso, têm a garantia do Estado. A desvantagem é que, ao contrário dos seguros, não permitem entregas regulares e o mínimo recomendado para investir é 2500 euros, de forma a diluir os custos de bolsa. Taxa de imposto reduzida Ao contrário do que aconteceu no passado, os valores investidos não são dedutíveis à coleta do IRS. A principal vantagem dos seguros de capitalização face aos restantes produtos de poupança é a menor taxa de imposto sobre o rendimento. Os rendimentos são considerados da Categoria E e tributados à taxa liberatória de 28 por cento. Porém, quando o montante das entregas pagas na primeira metade de vigência do contrato representar pelo menos 35% da totalidade, são excluídos da tributação: 20% do rendimento se o resgate, vencimento ou adiantamento ocorrer após 5 e antes de 8 anos; ou 60% do rendimento se efetuado após 8 anos. Assim, se resgatar até ao quinto ano inclusive, é Seguros de capitalização -0,9% Inflação média tributado a 28%; entre o quinto e o oitavo ano inclusive, a taxa de imposto será de 22,4%; a partir do oitavo ano, é cobrado apenas 11,2 por cento. Apesar das vantagens fiscais para os investidores de longo prazo, as desvantagens ao nível de custos e de rentabilidade levam os nossos analistas a não recomendar seguros de capitalização aos investidores. Seguros mas pouco Todos os produtos financeiros têm mecanismos de segurança. Por exemplo, o Fundo de Garantia de Depósitos garante até 100 mil euros por titular de depósito. No caso dos seguros, cabe às companhias de seguros gerir as suas provisões técnicas, o que pode não ser suficiente para compensar os prejuízos. Em caso de falência ou fraude, o mecanismo protetor do investidor é claramente inferior ao de outras aplicações financeiras. Além das provisões técnicas, deveria existir um mecanismo compensatório externo, independente da seguradora, tal como o Fundo de Garantia de Depósitos ou o Sistema de Indemnização aos Investidores. No passado, já demos conta desta reivindicação ao Instituto de Seguros de Portugal e ao Ministério das Finanças. Consulte o nosso comparador de seguros em deco.proteste.pt/investe/ seguros-capitalizacao SOBE E DESCE 5,5% a 10 anos A incerteza política aumentou a taxa de rentabilidade líquida das Obrigações do Tesouro 18 milhões de euros Resgates de Certificados do Tesouro nos primeiros 5 meses. Aconselhamos a manter OS MELHORES DEPÓSITOS (1) 1 mês ActivoBank (Juros no Início) 1,4% Banif (Sup. Dep. 1,4% 3 meses Best (Dep. Novos Clientes) 2,9% Banco Big (Super Depósito) 2,7% 6 meses PrivatBank (E-Depósito) 2,5% Banco Big (Super Depósito) 2,3% 12 meses PrivatBank (E-Depósito) 2,9% Banco Invest (Novos) 2,7% TAXA MÉDIA DE UM DEPÓSITO DE 5000 EUROS A 12 MESES 0,9% (1) Taxa anual nominal líquida (TANL) à taxa de imposto de 28%.

8 DOSSIÊ Reforma 7 PPR QUE MERECEM O SEU DINHEIRO Descubra os planos de poupança e as estratégias de reforma certas para o seu património S erá que, no futuro, ainda poderemos contar com as pensões do Estado? Certamente. Mas serão suficientes para assegurar um nível de vida aceitável? Provavelmente não. É por isso que todos os portugueses devem preparar os seus complementos de reforma o mais cedo possível. Muitas pessoas não conseguirão manter o nível de vida de que usufruíram durante o período ativo apenas com a reforma atribuída pela Segurança Social, ainda que a esta se junte um eventual complemento proporcionado, por exemplo, pela empresa na qual trabalham. Para evitar a diminuição dos rendimentos quando chegar à reforma terá de poupar regularmente e rentabilizar da melhor forma todos os euros que for colocando de parte. O dinheiro de que não necessita no imediato nem para um objetivo preciso (compra de casa ou troca de automóvel, por exemplo) e pretenda acumular para a reforma ou para deixar aos seus herdeiros deve ser canalizado para um investimento de longo prazo. Adapte a estratégia à sua situação e aos montantes em causa. Benefício fiscal fora dos cortes Desde o seu nascimento em 1989, a principal vantagem dos planos de poupança- -reforma (PPR) era o benefício fiscal que proporcionavam à entrada. Até 2011, era possível deduzir 20% das entregas anuais efetuadas até 300, 350 ou 400 euros, consoante a idade do subscritor. Tais benefícios tinham um forte impacto na rentabilidade efetiva. No entanto, nesse ano mudaram as regras e, apesar de teoricamente se manterem os benefícios fiscais dos PPR, foram definidos limites máximos de deduções fiscais. Apenas quem tiver um rendimento anual até 7 mil euros poderá beneficiar das deduções fiscais máximas. Na prática, será muito difícil dada a provável escassez do rendimento. Para quem tem um rendimento anual entre 7 mil a 80 mil euros poderá deduzir entre 60 e 100 euros. Mas, nestes limites, incluem-se todas as despesas com benefícios fiscais (seguros, donativos). Por exemplo, quem tenha um seguro de vida pelo crédito à habitação, já não conseguirá usufruir deste benefício fiscal dos PPR. Apesar do benefício fiscal à entrada ser uma miragem, a vantagem fiscal à saída é um bónus para os investidores: a taxa de imposto pode ser reduzida face a outras aplicações financeiras, como depósitos, obrigações e ações. Assim, se a aplicação durar, pelo menos, 5 anos e se o resgate ocorrer dentro das condições previstas na lei (na aposentação, após os 60 anos, em caso de desemprego de longa duração, doença grave, incapacidade para o trabalho, falecimento do titular ou pagamento de prestação do crédito à habitação própria permanente), o rendimento será tributado a 8%, para entregas posteriores a Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013

9 Fundos batem os seguros Embora a tributação reduzida à saída seja uma vantagem, não deve subscrever o primeiro PPR que lhe propuserem. Primeiro, é preciso distinguir os PPR na forma de fundos de investimento ou de pensões dos PPR na modalidade de seguros de vida. As seguradoras normalmente garantem o capital investido dos seus PPR e, muitas vezes, um rendimento mínimo anual. São, naturalmente, menos arriscados do que os fundos PPR. Em 2012, a rentabilidade bruta média dos seguros PPR foi de 2,5%, enquanto os fundos PPR renderam 10,8 por cento. Um dos aspetos que sempre criticámos nos PPR são as pesadas comissões. São cobradas comissões de subscrição (por cada entrega), gestão e depósito, reembolso e transferência. Além disso, se compararmos as comissões aplicadas nos PPR com a dos fundos mistos, por exemplo, as diferenças são substanciais, como pode ver na figura ao lado. O custo de subscrição (e por cada entrega) é particularmente significativo nos seguros PPR de capital garantido, cobrando 1,3%, em média. Contudo, há seguros que cobram comissões exorbitantes: é o caso da seguradora España, S.A., que cobra até 9% nos seus PPR. Também o Prévoir PPR 2,5% cobra 5% por cada entrega: ainda que garanta um rendimento mínimo de 2,5%, as comissões anulam todo o rendimento e o aforrador ainda fica a perder. Existem muitos PPR que podem cobrar 3% e 3,5% por cada entrega: PPR Tranquilidade Plano Seguro e PPR Tranquilidade Plano Mulher, Reforma PPR da Ocidental, UniversAll PPR da Allianz, Viva PPR XXI da Groupama, Liberty PPR Mais e PPR Alico da MetLife. Nos PPR sob a forma de fundo, a comissão de subscrição é mais baixa: 0,7%, em média. Já a comissão de gestão (e depósito) é mais significativa nos fundos, cobrando, em média, 1,6 por cento, enquanto nos seguros é de 0,9%, em média. Existe ainda a comissão de transferência, mas está limitada a 0,5% no caso dos PPR com garantia de capital, pois os PPR que não garantem o capital não podem aplicar esta comissão. Descubra Escolhas Acertadas Depois de mergulharem na análise a 114 PPR em comercialização atualmente em Portugal, os nossos analistas encontram apenas 7 que podem merecer as suas poupanças de reforma. Por isso, se já tem um PPR e o desempenho deixa muito a desejar, deve transferi-lo para um PPR mais rentável e com menos comissões. Conheça-os COMISSÃO DE SUBSCRIÇÃO AINDA MUITO CAROS Os gestores dos planos de reforma ainda cobram elevadas comissões em comparação com os instrumentos de aforro mais próximos, os fundos mistos 0,7% Fundos PPR 1,3% Seguros PPR 0,0% Fundos mistos em detalhe no quadro que está em baixo. Os PPR são indicados para os aforradores entre 40 e 55 anos. Até aos 50 anos, opte por PPR sob a forma de fundos porque tem maior potencial de valorização: o Espírito Santo PPR e o PPR Património Reforma Conservador são os melhores nesta área. São dois fundos de risco diferente: o PPR Património Reforma Conservador é especialmente indicado para um investidor que aceite alguma exposição ao risco mas pouca, enquanto o Espírito Santo PPR, que QUE PPR DEVO ESCOLHER? Os planos de poupança-reforma são recomendados para quem tem entre 40 e 55 anos. Até aos 50 anos, opte por um PPR sob a forma de fundo. São os que oferecem maior potencial de longo prazo. Após os 50 anos, prefira um fundo ou um seguro que garanta o capital investido. Depois de analisarem mais de uma centena de produtos de reforma, os nossos analistas dizem que estes são os únicos que lhe devem interessar. Se tiver outro, pondere transferir para uma destas Escolhas Acertadas. RENTABILIDADE ANUAL BRUTA COMISSÃO MÁXIMA PRODUTO SEM CAPITAL GARANTIDO 2013* SUBSCRIÇÃO TRANSFERÊNCIA REEMBOLSO COMERCIALIZAÇÃO Espírito Santo PPR n.a. 23,2% 9,2% não tem não tem não tem ActivoBank, Banco Invest, BES, Best, ESAF PPR Património Reforma Conservador n.a. 13,7% 2,6% 3,0%** não tem 2,0%** SGF, mediadores de seguros COM CAPITAL GARANTIDO PPR SGF Garantido 1,0% 12,3% 5,6% 1,0%** 0,5%** 1,0%** SGF, mediadores de seguros PPR Garantia de Futuro n.a. 11,4% 3,2% não tem 0,5% 2,0% Futuro, Montepio Generali PPR + Seguro (prémios únicos) 3,0% 4,0% 4,7% 2,0% 0,5% 1,5% Generali Generali PPR + Seguro (prémios periódicos) 3,0% 4,0% 4,7% 2,5% 0,5% 1,5% Generali Allianz PPR Ativo 3,2% 4,0% 4,2% 2,0% não tem 2,0% Allianz * Rentabilidade mínima garantida em ** Ao abrigo do protocolo DECO/SGF, não há comissões de subscrição, de transferência, de arbitragem nem de resgate. n.a. = não aplicável. Fontes: APFIPP, ISP, entidades comercializadoras. Proteste Investe 806 edição mensal julho

10 DOSSIÊ tem obtido resultados superiores, é o mais arriscado das nossas Escolhas Acertadas. Atualmente tem cerca de um quinto da carteira aplicado no mercado acionista. A partir dos 50 anos, prefira planos com capital garantido, sejam seguros sejam fundos de pensões. Entre os seguros, as nossas recomendações são o Generali PPR + Seguro (com prémios únicos ou periódicos) e o Allianz PPR Ativo. Todos eles obtiveram rentabilidade brutas de 4% em 2012, entre 4,2% e 4,7% por cada um dos últimos 3 anos civis e garantem um rendimento mínimo de 3% ou mais em Ainda nas nossas preferências estão dois fundos com capital garantido: o PPR SGF Garantido (valorizou-se 12,3% em 2012) e o PPR Garantia de Futuro (11,4% em 2012). Descubra mais detalhes no quadro da página anterior. Ao abrigo do nosso protocolo, os associados da DECO podem subscrever o PPR Património Reforma Conservador e o PPR SGF Garantido junto da SGF sem pagarem comissões e recebendo um prémio anual de fidelidade de 0,5%. O PPR Património Reforma Conservador tem ainda uma bonificação de 1% por cada entrega. Saiba mais em deco.proteste.pt/investe/protocolos. Pagar a prestação com regras claras Quem constituir um plano de poupança para complemento da reforma poderá resgatá-lo numa das seguintes situações: a partir dos 60 anos ou quando se reformar por velhice, ou seja, a partir do momento em que lhe for atribuída a pensão de velhice de qualquer regime de proteção social. Também é possível resgatar o plano, sem penalização fiscal, em situações em que o subscritor ou algum dos membros do agregado familiar experimente especial dificuldade: desemprego de longa duração (trabalhadores que estejam há mais de 12 meses desempregados e inscritos em centros de emprego), doença grave, incapacidade permanente para o trabalho e falecimento do titular. Desde o início do ano que foi permitido usar o dinheiro aplicado num PPR para amortizar prestações bancárias relativas aos créditos contraídos para a compra de habitação própria e permanente. Contudo, alguns bancos colocaram obstáculos a muitos clientes, umas vezes por falta de informação e outras por pouca clareza da lei. Mas, após as exigências da DECO, inclu- 48,8% Foi a rentabilidade mais alta alcançada por um PPR em A marca pretende ao Alves Ribeiro PPR -2,0% O pior registo de 2012 entre os PPR em comercialização é do Misto BA PPR, da responsabilidade da seguradora España, S.A. 9,0% A comissão de subscrição mais elevada é também do Misto BA PPR da España, S.A, segundo os dados do Instituto de Seguros de Portugal sivamente no Parlamento, foi publicada, no início deste mês de julho, uma lei que clarifica as regras: o reembolso para pagamento das prestações com o crédito à habitação só se pode verificar quando as entregas que já tenham sido feitas há pelo menos 5 anos, tal como acontece para o resgate em caso de reforma por velhice e a partir dos 60 anos. Passam também a ser considerados os contratos do crédito à aquisição, construção e realização de obras de conservação ordinária e de beneficiação de habitação própria e permanente e os contratos de crédito à aquisição de terreno para construção de habitação própria e permanente. Fica ainda claro que o reembolso se destina ao pagamento de prestações vencidas, incluindo capital, juros remuneratórios e moratórios, comissões e outras despesas conexas com o crédito à habitação, bem como ao pagamento de cada prestação vincenda à medida e na data em que esta se venha a vencer. Além disso, o pedido e execução do reembolso do valor do PPR não podem ser causa para o banco alterar unilateralmente as condições do contrato de crédito, designadamente aumentando o spread do financiamento. O banco e a entidade seguradora não podem cobrar comissões e despesas ao aforrador pelo processamento e concretização do reembolso dos valores do PPR. Para usufruir do direito, só tem de pedir no banco uma declaração com o montante das prestações, vencidas ou não, e entregá- -la na instituição onde detém o PPR. Esta encarrega-se de transferir o dinheiro para o banco, que liquida as prestações. A amortização é sempre feita através do pagamento das prestações em atraso ou que se vão vencendo e não pela redução da dívida, como muitos consumidores nos têm questionado. Ou seja, não há uma antecipação do prazo de pagamento do crédito. Altos e baixos dos Certificados Os Certificados de Reforma são profundamente afetados pela dívida pública, nas quais têm de investir, pelo menos, 50% da sua carteira. Se, em 2011, perderam cerca de 1,9%, devido à descida da cotação das Obrigações do Tesouro (OT), em 2012, com a estabilização do mercado de dívida pública e a subida da cotação, recuperaram 9%. Contudo, as mudanças nos benefícios fiscais vieram acabar com o pouco interesse que existia nos Certificados de Reforma, ou seja, o facto de permitirem a acumulação do benefício fiscal com o dos PPR. Nos Certificados de Reforma, a dedução fiscal corresponde a 20% do montante aplicado com o limite de 350 euros, qualquer que seja a idade do subscritor. A diferença é que nos Certificados de Reforma as entregas são uma percentagem fixa do salário (2%, 4% ou 6%). Todavia, estes benefícios fiscais foram incluídos no mesmo limite das deduções dos PPR. Na prática, é como se não existissem! Têm ainda outra grande desvantagem: não permitem o resgate antecipado. RENTABILIDADE PPR DO ESTADO VOLÁTIL Depois de perder em 2011, os Certificados de Reforma ganharam 9% em ,1% 0,2% ,9% 9,0% Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013

11 POUPAR PARA A REFORMA Há mais opções além dos planos de poupança-reforma. Conheça outros caminhos para complementar as suas pensões futuras MENOS DE 40 ANOS 40 A 55 ANOS 55 A 65 ANOS Como ainda tem mais de duas décadas antes da aposentação, deve apostar em aplicações com forte componente de ações, diretamente ou indiretamente, através de fundos. Os PPR são uma opção nesta altura, mas após os 50 anos escolha um que garanta o capital. Se tem mais dinheiro, diversifique criando uma carteira de ações e de obrigações ou selecionando um fundo misto. A 10 anos ou menos da idade de reforma, é a altura de eliminar gradualmente o risco e transferir o montante aplicado nos vários títulos para aplicações mais conservadoras. PARA QUEM TEM ELEVADOS MONTANTES: A PARTIR DE 5000 Ações ou carteira agressiva de fundos Precisa de um mínimo aproximado de 10 mil euros para replicar esta carteira de fundos agressiva a 20 anos. Coroa sueca 5% Franco suíço 5% Zlóti polaco 10% Índia 5% Rússia 5% Brasil 5% China 5% Canadá 10% Ações 80% Obrigações 20% Reino Unido 20% EUA 20% Portugal 10% Carteira de fundos neutra a 10 anos Pode optar pela defensiva ou agressiva (pág. 22). Utilize o protocolo com a Optimize para replicar a carteira escolhida. Dólar americano 5% Euro taxa fixa 5% Franco suíço 5% Coroa dinamarquesa 5% Coroa sueca 10% Zlóti polaco 15% Portugal 5% Ações 55% Obrigações 45% Reino Unido 20% China 10% EUA 10% Suíça 5% Rússia 5% Depósitos ou dívida pública Com montantes elevados terá maior margem para negociar a taxa dos depósitos. Investigue junto do nosso comparador de taxas no portal financeiro, em deco.proteste.pt/investe/ depositos-a-prazo. As Obrigações do Tesouro são uma opção interessante com rendimento superior (5,5% a 10 anos atualmente)e pode diversificar com títulos de várias maturidades. Aproveite o nosso protocolo com a Optimize para comprar dívida pública. PARA QUEM TEM PEQUENOS MONTANTES: ENTREGAS DESDE 100 Fundo misto agressivo Estes fundos têm mais de metade da carteira em ações. Nos últimos 5 anos, a nossa escolha, CS PF (L) Growth Euro B, ganhou 3% por ano. TIPO Defensivos Neutros FUNDOS RECOMENDADOS LOCAIS DE SUBSCRIÇÃO Fundos mistos defensivos ou neutros Se estiver na casa dos 40 anos, prefira um fundo neutro e aos 50 transfira para um defensivo. É uma forma de ir diminuindo o risco da sua poupança de reforma. RENTABILIDADE ANUAL 1 ano 3 anos 5 anos CS PF (L) Income Euro B ActivoBank 4,6% 3,1% 4,4% UBS SF Yield EUR N ActivoBank, Best, Millennium bcp 3,9% 2,9% 3,7% Fidelity Euro Balanced A ActivoBank, Best 17,5% 8,6% 3,6% JPM Global Balanced EUR D ActivoBank, Best 6,3% 5,0% 4,3% Agressivos CS PF (L) Growth Euro B ActivoBank 9,7% 4,8% 3,0% Depósitos e Certificados de Aforro As aplicações com menos risco são menos rentáveis, mas procure sempre um rendimento acima da inflação, de modo a não perder poder de compra com o capital acumulado. Para pequenos montantes, as Obrigações do Tesouro não são adequadas, pois há custos de bolsa. Pode aplicar em dívida pública através dos Certificados de Aforro. Atualmente o rendimento líquido está nos 2,3%, mas encontra melhores taxas em depósitos para novos clientes ou novos montantes, como pode confirmar na página 7. Proteste Investe 806 edição mensal julho

12 TESTE Reforma AGARRADOS AOS PPR Quase todas as propostas opostas de aplicações aplicaçõ para complementar ar as pensões foram planos de poupança-reforma rma QUE ME ACONSELHAM PARA A REFORMA? O nosso investigador visitou 26 bancos e seguradoras, um balcão por cada um, solicitando informações sobre produtos indicados para poupar de forma programada para a reforma. Ele tem cerca de 40 anos e pretende fazer poupanças mensais de 50 euros para acumular um complemento para a sua reforma. AÇOREANA Documentação entregue de outro produto O PPR Programado foi o recomendado. A funcionária mencionou a vantagem da taxa garantida (entre 2,5% e 3%) e a participação nos resultados financeiros da empresa. Foi entregue documentação mas referente ao PPR Garantido, o que deixou o potencial cliente confuso. ALLIANZ Desvantagem na subscrição Foi proposto o Allianz PPR Ativo, um seguro com capital garantido. As principais vantagens apontadas foram a taxa de juro mínima calculada anualmente de acordo com as condições de mercado e os benefícios fiscais. Como desvantagem, foi apontada a comissão de 1,5% por cada entrega. AXA Sem produtos de reforma Na seguradora Axa foi referido que, no momento, a companhia não comercializava produtos de poupança para a reforma. BANCO BPI Vasto leque de soluções N a prática, os benefícios fiscais f dos planos de poupança-reforma (PPR) são uma miragem: as comissões cobradas e o baixo rendimento anulam por completo estas vantagens. Contudo, os bancos e as companhias de seguros continuam presos aos PPR para atraírem os seus clientes para a poupança de longo prazo. No mês passado, o nosso cliente-mistério visitou 26 instituições financeiras para aferir o que recomendam nesta altura para quem quer preparar um complemento de reforma. Quase todas as propostas envolveram a subscrição de PPR, especialmente sob a forma de seguro com capital garantido e um rendimento mínimo. Os benefícios 12 Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013 fiscais a segurança, as taxas mínimas fiscais, mínima garantidas e a participação nos resultados são as principais vantagens apontadas. Como desvantagem, algumas instituições referiram as comissões. Encontrámos produtos com comissões muito elevadas, como é o caso dos 5% cobrados pela Prévoir Vie. Em alguns casos, o potencial cliente foi remetido para a Internet para obter mais informações sobre os produtos (Banco Invest, Eurovida). Noutro caso, não foi dada qualquer explicação (Santander Totta). Outro dos problemas frequentes é a ausência de literatura técnica que o cliente possa ler com mais atenção (Banco Invest, Groupama, España, Eurovida, Liberty, Prévoir Vie). Foram apresentados PPR, seguros de capitalização, fundos de investimento e as contas de poupança. No caso dos PPR foi feita uma simulação com base nos dados apresentados. Foi entregue um panfleto publicitário, a simulação e a ficha técnica do seguros BPI Reforma Aforro PPR e do BPI Reforma Garantida 2 anos PPR. BANCO ESPÍRITO SANTO Taxa garantida de 3,75% A funcionária propôs 2 produtos financeiros: os seguros BES Vida PPR Super Poupança 4.ª série e o PPR Garantido BES. No primeiro destacou a taxa garantida de 3,75% nos primeiros 3 anos. Foram entregues as fichas comerciais dos produtos. BANCO INVEST PPR de alto risco O potencial cliente foi informado de que teria de constituir uma conta à ordem com um mínimo de 5000 euros para aceder aos produtos

13 de reforma. Foi ainda avisado que os PPR, que assumem a forma de fundos de investimento, são produtos de alto risco e sem garantia de capital. BARCLAYS PPR para diferentes perfis Quatro seguros foram propostos: PPR Rendimento Garantido, PPR Garantido, Vida Rendimento PPR e Vida PPR. Para clientes com perfil conservador, aconselharam os dois PPR de rendimento garantido; para os clientes de perfil pouco conservador, que não privilegiam a garantia de capital ou de rendimento, aconselharam o Vida rendimento PPR e o Vida PPR. BBVA Complementos de reforma de risco médio baixo O banco apresentou quatro fundos de pensões: o BBVA Solidez PPR, o PPR BBVA, o BBVA Protec ção 2015 e 2020, estes dois últimos de capital ga rantido. Foram recomendados como um com plemento de reforma com um risco médio baixo. CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS Duas opções de rentabilidade distinta O funcionário sugeriu o PPR Leve nas suas duas opções de investimento: o Leve Uni PPR e o Leve Duo PPR, com diferentes taxas de rentabilidade. Foram facultados os impressos para subscrição e uma ficha com as informações pré-contratuais. CRÉDITO AGRÍCOLA PPR ou fundo de pensões? O CA PPR e o fundo de pensões CA Vida foram as ideias apresentadas. A funcionária argumentou que os PPR são especialmente interessantes para clientes com profissões com menos garantias de segurança social: profissionais liberais, comerciais, agricultores. Os fundos de pensões foram indicados para quem pretenda diversificar as suas poupanças de médio e longo prazo, cujo risco varia consoante o fundo escolhido. ESPAÑA, S.A. Sem documentação O Plano Integral de Pensões e o Seguro Individual de Pensões foram propostos. Vantagens apontadas: capital garantido e bónus anual. Foram feitas duas simulações, mas nenhuma literatura técnica foi facultada ao cliente. EUROVIDA Vá pelos seus dedos O funcionário recomendou que procurasse na página on-line da seguradora os detalhes sobre os produtos financeiros, não tendo sido facultada qualquer informação em papel. GENERALI Apenas uma proposta O funcionário apresentou o PPR + Seguro, que tem uma taxa mínima garantida divulgada no início de cada ano, fez uma simulação de rendimento e facultou as condições gerais do seguro. GROUPAMA Produto sem risco? O funcionário apresentou o Viva PPR XXI, com uma taxa mínima garantida de 3% para este ano, que é um produto sem risco. Foi feita uma simulação para o caso apresentado, mas nenhuma ficha técnica foi facultada. LIBERTY SEGUROS Rendimento mínimo baixo O Liberty PPR Mais foi destacado com as vantagens da segurança, da participação nos resultados, da tributação mais baixa e das entregas variáveis. Atualmente, a taxa mínima garantida é apenas de 1,2%. Foi facultado apenas um pan fleto publicitário, sem literatura técnica detalhada. MAPFRE Taxa garantida de 3,8% O PPR Mapfre foi proposto como complemento de reforma que, além dos benefícios fiscais, garante um rendimento mínimo de 3,8% no primeiro ano e de 2,5% nos seguintes. Como desvantagens, o funcionário referiu as comissões de subscrição e de gestão. METLIFE Seguro rende mais que PPR Foi sugerido o PPR Metlife e o Vida Segura, um seguro de capitalização associado a seguro de vida. No caso do PPR foi apontada como vantagem a taxa mínima garantida de 1,8% e a participação de resultados. No caso do seguro, a taxa mínima garantida é de 2,5% e tem associado um seguro por morte ou invalidez. Foram dadas algumas folhas com características resumidas retiradas diretamente da página on-line da seguradora. MILLENNIUM BCP 2% para sempre O funcionário recomendou o PPR Taxa Garantida 2%+ pelo facto de ter uma rentabilidade mínima garantida de 2% durante todo o prazo. Salientou ainda a vantagem do benefício fiscal, mas também disse que não há garantias desse benefício se manter nos próximos anos. MONTEPIO Enchente de produtos Foram apresentados 8 produtos financeiros: 4 fundos PPR, 3 fundos de pensões e um plano de poupança em ações. Os PPR tinham políticas de investimento e perfis de risco diferentes, mas não foi dada qualquer orientação sobre o mais indicado para o potencial cliente. Foi facultado o prospeto simplificado apenas de um dos fundos. OPTIMIZE Mínimo de subscrição elevado PPR Ações, PPR Equilibrado e PPR Moderado fo ram os produtos indicados. No entanto, a fun cionária referiu que as entregas mensais deveriam ser, no mínimo, de 100 euros, acima dos 50 euros que o potencial cliente se propunha fazer. Não foi facultada literatura técnica, apenas o formulário de abertura de conta e um panfleto com a gama de produtos. PRÉVOIR VIE Uma solução dois-em-um O Prévoir Reforma 3, um seguro de capitalização associado a um seguro de vida, foi a sugestão, combinando assim o planeamento da reforma com uma garantia mínima de rentabilidade com uma proteção em caso de acidente. Como desvantagem foi referido o peso dos encargos deduzidos aos prémios entregues, que podem atingir os 5% e os 3% para entregas suplementares. Foi entregue um panfleto publicitário, mas nada de literatura técnica. REAL VIDA Rendimento garantido até 4,5% Foram propostos os produtos PPR Plano, PPR Único e Vértice 5 10.ª série. Este último é um seguro de capitalização com uma taxa de rendimento garantida de 4,5 por cento. O PPR Único garante o mesmo rendimento. Já o Plano PPR garante 2,8% em Foram facultadas as condições pré-contratuais dos seguros, com informações técnicas mais detalhadas. SANTANDER TOTTA Poucas palavras Foi sugerido o seguro Poupança Investimento PPR ICAE, sem grandes informações prestadas verbalmente. No entanto, foi entregue o prospeto e condições gerais. SGF Mínimo de subscrição elevado Foram apresentados vários fundos de pensões PPR. No entanto, nenhum deles se adequa à situação apresentada, pois o valor mínimo de cada aplicação é de 100 euros. A funcionária referiu necessitar de mais dados para traçar um perfil com mais rigor e facultou um questionário de perfil de investidor, bem como os prospetos simplificados de todos os fundos. TRANQUILIDADE VIDA Taxa mínima garantida de 2,25% As principais vantagens destacadas do PPR Garantido T foram os benefícios fiscais e a taxa mínima garantida de 2,25% no primeiro ano. Foi facultada uma ficha comercial. ZURICH Soluções de rendimento mínimo garantido A Solução PPR Zurich e a Solução Poupança Zurich foram as recomendações. Ambos têm como vantagem a taxa de juro mínima garantida e uma participação nos resultados. Como desvantagem, a funcionária referiu os encargos. Foi facultado um documento com as condições contratuais de ambos. 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14 DESTAQUE Inquérito ACONSELHAMENTO FORA DO RITMO Os gestores de conta estão a dar música aos seus clientes: os objetivos comerciais do banco sobrepõem-se aos interesses dos aforradores O s intermediários financeiros não estão a cumprir a Diretiva dos Mercados de Instrumentos Financeiros. Esta regulamentação obriga os bancos e outras instituições financeiras a fazerem um inquérito aos seus clientes para aferir quais os produtos mais adequados ao seu perfil. Porém, apenas 7% dos inquiridos portugueses revelou que preencheu um questionário sobre o seu perfil de investidor, o que é uma falha muito grave dos intermediários financeiros, mostra o nosso mais recente inquérito aos aforradores. Não conhecendo os seus clientes, é natural que as recomendações que os investidores recebem sejam muitas vezes desadequadas. A falha é ainda comprovada pelo facto de apenas em 52% dos casos o investidor ter sido questionado sobre os seus objetivos de investimento, em 42% sobre o horizonte temporal de investimento e em 31% sobre a sua tolerância ao risco, todos fatores decisivos na escolha de um produto. O nosso inquérito, que, além de Portugal, foi realizado na Bélgica, em Espanha e em Itália, indica que os gestores de conta e os funcionários bancários são a principal fonte de conselhos financeiros recebidos pelos investidores lusos. Mais de 90% dos aforradores que recorreram a algum tipo de aconselhamento obteve-o através do gestor de conta ou do funcionário que estava ao balcão do banco. A desadequação dos instrumentos financeiros aconselhados resulta frequentemente numa baixa satisfação com o conselheiro financeiro. Em Portugal, o nível de satisfação global atribuído pelos investidores é de 6,5 numa escala de 0 (muito insatisfeito) a 10 (muito satisfeito). Entre os países analisados, apenas os espanhóis se mostram mais insatisfeitos do que os portugueses no aconselhamento financeiro que recebem, ao passo que os italianos estão razoavelmente agradados com os seus conselheiros financeiros. Informação deficiente O item de avaliação que gera maior satisfação dos investidores (mas, ainda assim, com uma avaliação inferior a 7) é o da disponibilidade dos conselheiros financeiros. Entre os aspetos que suscitam menor satisfação, destacam-se sobretudo a comparação entre produtos de diferentes intermediários financeiros, a proatividade para disponibilizar informação adicional e o conhecimento das preferências do cliente. Embora estejam disponíveis para os seus clientes, nem sempre a informação parti- PERGUNTAS DO CONSELHEIRO CONSELHOS MAL INFORMADOS Apenas em menos de 7% dos casos o cliente preencheu um questionário sobre o seu perfil de investidor. É uma falha grave OBJETIVOS DE INVESTIMENTO HORIZONTE TEMPORAL DE INVESTIMENTO RENDIMENTOS PESSOAIS TOLERÂNCIA AO RISCO QUESTIONÁRIO SOBRE PERFIL DE INVESTIDOR 51,6% 41,9% 38,5% 31,1% 6,9% 14 Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013

15 lhada pelos conselheiros financeiros é suficiente. Na maioria dos casos, elementos como comissões de subscrição e de resgate e a maturidade do produto (data de vencimento) não foram referidos pelo intermediário financeiro. Além disso, o risco, a liquidez (facilidade em reaver o dinheiro em qualquer altura), as penalizações por resgate antecipado e o regime fiscal são também muitas vezes omitidos. Em contrapartida, aquilo que os investidores mais esperam do seu conselheiro financeiro é que explique os assuntos corretamente (77% dos casos) e que seja bem qualificado (70%), o que denota uma clara divergência com aquilo que, na prática, sucede em muitas situações. Falta de independência Nem tudo o que lhe diz o seu gestor de conta ou o funcionário ao balcão é de confiança. De facto, a independência dos conselheiro financeiro é outro dos aspetos que levanta dúvidas aos investidores. Com efeito, numa escala de 1 a 10, em que 1 corresponde a claramente influenciados por objetivos comerciais e 10 totalmente independentes, os portugueses atribuíram um grau de independência de 6,4 ao seu principal conselheiro financeiro, um valor relativamente baixo e que mostra que os objetivos comerciais do banco por vezes sobrepõem-se aos interesses dos clientes. Além disso, à pergunta sobre se sentiu pressão do seu conselheiro financeiro para AVALIAÇÃO DO CONSELHEIRO subscrever o produto recomendado, um quinto dos inquiridos disse que sentiu alguma ou muita pressão. Ainda assim, a grande maioria (85%) diz que confia, pelo menos na maior parte das vezes, nos conselhos que recebe do seu conselheiro financeiro. Além disso, apenas 43% dos inquiridos estariam dispostos a pagar para ter a certeza que os conselhos de investimento que recebem são completamente independentes, apesar de, em 58% dos casos, as pessoas terem mencionado a independência como uma das características que esperam que o seu conselheiro financeiro tenha. Crise não altera hábitos Outro aspeto que procurámos avaliar é se o comportamento financeiro mudou depois da crise financeira de E, também aqui, as conclusões não são as ideais: 62% dizem que não notaram qualquer diferença nos conselhos e nas informações que recebem por parte do seu principal conselheiro financeiro. Os restantes 38% notaram alguma diferença, nomeadamente no que diz respeito à informação prestada sobre o produto, aos riscos que lhe estão inerentes e, finalmente, sentiram que são encaminhados para aplicações financeiras com um risco menor. Por sua vez, do lado dos investidores, apenas 61% diz que alterou o seu comportamento no que diz respeito a investimentos desde o início da crise financeira, principalmente no sentido de privilegiar produ- CLIENTES POUCO SATISFEITOS Os portugueses estão pouco satisfeitos com os conselhos financeiros que recebem. Apenas os espanhóis se revelam mais insatisfeitos PORTUGAL ESPANHA ITÁLIA BÉLGICA CONSELHEIRO FINANCEIRO Gestores de conta em maioria A grande maioria dos portugueses que procura conselhos na subscrição de produtos financeiros fá-lo junto das instituições bancárias Mediador de seguros 5,6% Funcionário ao balcão 32,8% Corretor 3,8% Gestor de conta 57,8% tos de baixo risco, averiguar bem as garantias e a liquidez do produto. Esteja informado Aconselhamos os nossos leitores a averiguar sempre todos os detalhes dos produtos financeiros antes de os subscrever, a não investir em aplicações cujo funcionamento desconhece e a não acreditar em tudo o que lhe dizem, porque, como se comprova pelo nosso estudo, pode não ser suficiente para tomar uma boa decisão e, por vezes, até pode haver imprecisões ou erros na informação que lhe é transmitida. A PROTESTE INVESTE vai continuar a esclarecer os investidores sobre todos os temas relacionados com investimentos, a identificar as melhores oportunidades para aplicar as suas poupanças e a lutar pelos legítimos interesses dos pequenos aforradores. Boas ou más decisões de investimento podem significar muitos euros acumulados a mais ou a menos no futuro. Disponibilidade 6,9 6,0 8,0 7,6 Informação prestada sobre o produto 6,4 6,0 7,4 7,0 Conhecimento dos mercados financeiros 6,1 5,3 6,9 6,8 Conhecimento das finanças pessoais dos clientes 6,1 5,7 7,0 7,1 Diversidade de opções de investimento 6,1 5,2 6,6 6,5 Adequação do produto ao perfil de risco do cliente 6,1 5,4 7,4 6,8 Conhecimento das preferências dos clientes 5,7 5,5 7,1 6,8 Proatividade para disponibilizar informação adicional 5,7 5,5 7,0 6,4 Comparação entre produtos de vários intermediários 5,2 4,8 5,8 5,4 Satisfação global 6,5 5,9 7,5 6,9 Nota: Avaliação numa escala de 0 (muito insatisfeito) a 10 (muito satisfeito) FICHA TÉCNICA O inquérito aos investidores, realizado pela DECO PROTESTE em conjunto com as organizações congéneres da Bélgica, de Espanha e da Itália, reuniu 8055 respostas, das quais 1533 de Portugal. A idade média dos inquiridos é de 54 anos e 53% são homens. O questionário foi enviado em março de Proteste Investe 806 edição mensal julho

16 RISCO ETF curtos APOSTE NA QUEDA Lucrar quando os mercados estão a descer é simples com a compra de ETF. É uma alternativa para os investidores mais ousados G overnos caem, economias deslizam, divisas desabam, mercadorias desvalorizam, juros descambam. Embora os nossos analistas defendam que, a longo prazo, a tendência natural das bolsas é a subida, baseados em muitos estudos, é verdade que os movimentos de curto prazo nem sempre são no sentido ascende. Os instrumentos financeiros passam, invariavelmente, por movimentos de queda. PSI-20 cai quase 3% na quarta sessão de perdas consecutivas, lê-se num artigo de um jornal. Ouro toca mínimo de 3 anos ao descer abaixo dos 1200 dólares, reporta um sítio financeiro. A nossa equipa defende que os investimentos devem ser feitos, sempre que possível, no longo prazo. É preciso ter tempo suficiente para investir. Se não tiver alguns anos, recomendamos aplicações de risco inferior. Porém, muitos investidores gostam de especular pelo menos uma parte do seu património. Muitos não o sabem, mas é possível também especular e ganhar com a queda dos mercados. Estude antes de especular Há vários produtos financeiros que permitem implementar uma estratégia que ganhe com a descida das cotações. No entanto, o funcionamento de várias destas soluções tende a ser muito complexo e extremamente arriscado. É o caso dos futuros, warrants e contracts for difference (CFD). É possível perder o capital investido em poucas horas através destes instrumentos ou, até, incorrer em prejuízos superiores ao montante inicialmente investido! Os exchange-traded funds, fundos de investimento cotados na bolsa como se fossem ações e tradicionalmente conhecidos pelas iniciais ETF, são mais simples, o que pode limitar as perdas potenciais dos iniciados nas apostas nas quedas. Os ETF, que já abordámos em análises anteriores, são conhecidos por replicar fielmente a evolução dos índices da bolsa, sendo por vezes uma alternativa aos tradicionais fundos de investimento. Todavia, há ETF que replicam as bolsas, mas na direção oposta. São os chamados ETF curtos, por oposição aos ETF longos que replicam simplesmente o índice. Por exemplo, se o índice norte-americano Standard & Poor s 500 registar um ganho diário de 1%, o respetivo ETF curto perde 1 por cento. Se o S&P 500 cair 1%, o mesmo ETF ganha 1 por cento. Este tipo de fundo inclui na sua designação termos como short, bear ou reverse. Trata-se de uma forma simples e clara de obter ganhos quando as bolsas estão a deslizar. Naturalmente, há ETF curtos dedicados aos índices das principais bolsas mundiais (Estados Unidos da América, zona euro, Alemanha), setores económicos (financeiro, saúde, tecnológico) e matérias- -primas (ouro, petróleo, milho). No quadro da página seguinte apresentamos alguns 16 Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013

17 exemplos, mas no comparador do portal financeiro encontra uma seleção com mais de uma vintena de ETF que possibilitam os lucros em momentos de desvalorização. Especulação vs. cobertura A compra de um ETF curto, sem que se tenha uma outra exposição ao mercado (ações ou fundos), é uma postura tipicamente especulativa. O investidor aposta na queda das bolsas e será remunerado se estiver certo. Quando tem uma carteira de ações ou de fundos de investimento, a compra de um ETF curto pode escudar o património de um mau momento dos mercados. Nesta circunstância, diz-se que a estratégia é de cobertura de carteira (hedging, na terminologia inglesa). É frequentemente utilizada pelos grandes investidores, embora com recurso a instrumentos e metodologias muito mais sofisticadas. Neste âmbito, a compra de um ETF curto permite apenas uma aproximação simplista às estratégias de cobertura. Consiste sobretudo numa possibilidade teórica. VARIAÇÃO ANUAL IMPERFEIÇÃO A PRAZO Tal como é seu propósito, o ETF curto sobre o Euro Stoxx 50 gera um rendimento simétrico ao do índice. Contudo, em períodos longos, como de 1 ano, a inversão não é exata. 46,1% -44,4% 21,1% -27,1-5,8% -4,0% -17,1% 7,1% Euro Stoxx 50 Lyxor ETF Euro Stoxx 50 Daily Short 13,8% -20,2% ,3% -3,8% 2013 até junho DESVALORIZAÇÃO A SEU FAVOR A forte subida dos mercados em 2012 levou automaticamente a perdas nos ETF curtos. Ao invés, em 2011, o recuo das cotações foi-lhes favorável Rentabilidade anual ETF Código ISIN Bolsa ETFS Short All Commodities DJ-UBSCISM (DE) Bola de cristal A dificuldade da especulação não reside na falta de um produto simples para ganhar com as quedas dos mercados: há muitos ETF curtos. O grande obstáculo é conseguir antever com exatidão quando a bolsa registará um mau momento e durante quanto tempo. Não há consenso sobre as metodologias que pretendem prever o comportamento das bolsas no curto prazo. Por isso, a decisão de compra de um ETF curto residirá, sobretudo, num palpite por parte do investidor. A expectativa não precisa de se confirmar no imediato. Ao contrário, por exemplo, dos warrants, o tempo não joga contra o especulador. É possível manter o ETF curto até que o palpite se revele acertado. Contudo, essa postura tem dois grandes inconvenientes. Por um lado, dada a tendência de subida dos mercados no longo prazo, manter este tipo de ETF por um largo período de tempo pode levar apenas ao acumular de prejuízos e sem a possibilidade de sequer recuperar o capital investido. Por outro lado, em análises de médio e longo prazo, os resultados dos ETF curtos divergem do inverso do índice, como se pode ver na figura ao lado. Em 2010, o Lyxor ETF Euro Stoxx 50 Daily Short perdeu 4%, enquanto o índice subjacente deslizou 5,8 por cento. Cuidados a ter com a especulação Se pretende dar largas ao seu lado especulador, os ETF curtos são o instrumento mais adequado para iniciar a sua carreira. DE000A0V9XJ3 Frankfurt -4,1% 13,3% -12,5% ETFS Short Gold (DE) DE000A0V9X09 Frankfurt -11,1% -11,4% -20,3% db x-trackers S&P 500 Inverse Daily UCITS ETF 1C LU Frankfurt -17,1% -4,9% -10,7% Lyxor ETF Euro Stoxx 50 Daily Short FR Paris -20,2% 7,1% -4,0% db x-trackers Euro Stoxx 50 Short Daily UCITS ETF db x-trackers Stoxx Eur 600 Banks Short UCITS ETF LU Frankfurt -20,3% 7,3% -4,4% LU Frankfurt -28,2% 27,3% -1,0% São transacionados tal como as ações, mas terá de confirmar se o seu banco ou a sua corretora lhe permitem o acesso a estes mercados. Atualmente, os bancos mais voltados para os investimentos através da Internet, como o ActivoBank, o Banco Big e Best Bank, dispõem de uma seleção considerável de ETF curtos. Para evitar confusões, dada a semelhança das designações, convém saber o código ISIN do ETF que pretende comprar e é aconselhável acompanhar e familiarizar-se com a sua evolução, antes de avançar efetivamente com a transação. É importante ter a consciência de que especular não é investir. No momento atual de maior volatilidade dos mercados pode ser tentador ganhar com as quedas, mas estamos no campo dos palpites. Quando estes se revelam acertados, o investidor encaixa ganhos. No caso do ETF curtos acontece quando se prevê que os mercados venham a perder. Mas se as bolsas continuarem a subir, o detentor de um ETF curto vai perder dinheiro. Seja prudente e nunca dedique mais de 5% do seu património financeiro a produtos com estas características. Mais do que noutros casos, estabeleça logo à partida uma meta para o ganho que pretende e para a perda que está disposto a assumir. Se a evolução do ETF atingir uma dessas barreiras, venda de imediato. Consulte e compare a nossa seleção de ETF short em deco.proteste.pt/ investe/etf-curto Proteste Investe 806 edição mensal julho

18 IMOBILIÁRIO ANÁLISE Internacional INVISTA EM IMÓVEIS DE ALÉM-FRONTEIRAS Os ganhos que se podem retirar do mercado imobiliário nacional estão limitados. Pondere abrir a porta do seu património às propriedades estrangeiras, direta ou indiretamente A expectativa dos nossos analistas é negativa: aos preços médios do mercado, o investimento em imobiliário nacional não se justifica. Porém, faz sentido ter alguma exposição ao negócio dos imóveis: a baixa correlação com os mercados financeiros, demonstrada por vários estudos, permite que a inclusão de uma exposição ao imobiliário reduza o risco da carteira numa perspetiva de longo prazo. Num período de queda dos mercado de ações ou de obrigações, pode estimar-se que os imóveis continuem a gerar rendimento, através do pagamento das rendas, atenuando as perdas dos títulos presentes na carteira. Embora, em geral, agora não seja boa ideia comprar casa em Portugal para arrendar, essa regra não tem de ser aplicar forçosamente ao resto do mundo. Comprar e arrendar lá fora São vários os riscos, as dificuldades e os custos inerentes à compra de uma propriedade fora de Portugal com o objetivo de arrendar. No entanto, é possível encontrar oportunidades que justifiquem o investimento. Comece por informar-se sobre a legislação ANÁL relativa ao imobiliário e ao arrendamento do país onde pretende investir. De seguida, tente identificar todos os custos e procedimentos necessários para a compra do imóvel e posterior arrendamento. Procure conhecer o mercado para saber se o preço é atrativo, identificar as zonas com maior procura e quais as rendas praticadas. Tudo isto exige tempo e deslocações ao país em causa. Tem ainda de contratar consultores para o ajudar: um advogado, um contabilista e uma pessoa responsável pela gestão e manutenção do património. Os custos irão diminuir a rentabilidade e tornar o investimento menos atrativo. Se mesmo assim a rentabilidade lhe parecer elevada, investigue a situação económica do país. A evolução do preço do imobiliário e a sua comparação com o de outros países de características semelhantes podem alertá-lo para a existência de uma bolha imobiliária. Identifique quais as perspetivas de evolução da moeda local face ao euro. Se, após o investimento, a moeda local desvalorizar, poderá registar perdas em euros, mesmo que na moeda local esteja a obter rendimentos positivos. 18 Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013

19 ISE Alternativas de investimento Para quem não dispõe da quantia ou do tempo necessários para comprar um imóvel no estrangeiro, existem alternativas. Pode, por exemplo, comprar unidades de participação de um fundo de investimento mobiliário com exposição ao setor ou, diretamente na bolsa, adquirir exchange- -traded funds (ETF) que repliquem a performance de um índice imobiliário ou real estate investment trusts (REIT), que são entidades constituídas para investimentos específicos em ativos imobiliários, normalmente com benefícios fiscais. O Simon Property Group, listado na bolsa de Nova Iorque, é o maior REIT cotado no mundo. Os seus acionistas são donos de 22 milhões de metros quadrados, na sua maioria centros comerciais e espaços de retalho na América do norte, na Europa e na Ásia. Este tipo de investimento traz algumas vantagens: consegue reduzir substancialmente o valor aplicado, usufrui de maior diversificação ao adquirir uma parte de uma carteira de imóveis e não tem de gerir o património. Regra geral, o rendimento dos dividendos dos ETF focados no imobiliário e dos REIT tende a ser elevado, porque tendencialmente a maioria das rendas recebidas são transferidas para os acionistas. Atualmente, o Simon Property Group, por exemplo, apresenta um rendimento anual do dividendo de cerca de 3 por cento. Neste momento, os analistas da PROTESTE INVESTE não emitem recomendações sobre ETF especializados no imobiliário nem sobre REIT. Contacte o seu intermediário Se o seu intermediário financeiro permite a subscrição de fundos, procure e compare fundos do setor imobiliário. Tenha atenção à política de investimento. O fundo pode adquirir ações de empresas do setor imobiliário e, neste caso, está a aumentar a exposição ao mercado acionista. Em alternativa, o fundo pode investir em fundos de investimento imobiliários e REIT. Caso o seu banco possibilite a negociação na bolsa de Frankfurt, Paris, Londres ou Nova Iorque, pode também investir em ETF e REIT como se estivesse a negociar ações. Em breve retomaremos a análise do mercado imobiliário internacional, nomeadamente dos países mais atrativos para investir. Fique atento. EVOLUÇÃO DO PREÇO DAS CASAS Entre as principais economias, é na Alemanha que existe uma maior expectativa de valorização do preço das casas nos próximos 18 meses Estados Unidos da América -6,5% 1,6% Estável Estável Japão -2,4% -1,9% Ligeiramente positivo Ligeiramente positivo Austrália -4,9% -2,9% Estável Estável Alemanha 6,8% 3,5% 3,0% 3,0% França 3,7% -1,6% -5,0% -5,0% Reino Unido -0,5% 2,3% 1,5% 1,0% Espanha -7,1% -10,5% -8,0% -5,0% Portugal -0,8% -2,7% -1,5% 0,0% Fonte: S&P, OCDE e Fitch MERCADOS POUCO ATRATIVOS Em termos médios, estes mercados estão pouco atrativos. As rentabilidades apresentadas não incluem encargos nem impostos sobre os rendimentos Preço (m 2 ) Renda mensal (m 2 ) Rentabilidade brutapreço/renda anual Estados Unidos da América ,19 4,70% 21 Japão ,53 5,53% 18 Austrália ,53 4,94% 20 Alemanha ,62 4,12% 24 França ,62 2,99% 33 Reino Unido ,59 3,43% 29 Espanha ,53 3,98% 25 Portugal ,37 5,77% 17 Fonte: Global Property Guide 5 dicas para comprar um imóvel no estrangeiro 1 Utilize o rácio entre preço da casa e as rendas anuais para saber se o mercado imobiliário está atrativo. Quanto mais baixo for o valor, menor o tempo de recuperação do investimento. 2 Procure rácios preço/renda iguais ou inferiores a 13. Um rácio de 13 significa que a rentabilidade bruta do investimento em imobiliário ronda os 8%, assumindo que o imóvel está ocupado todo o ano. 3 Compare o preço por metro quadrado em regiões ou países vizinhos. Valores muito superiores são claros indícios de uma bolha imobiliária. 4 Identifique a tendência recente da evolução dos preços dos imóveis, assim como as expectativas de evolução de preços para os próximos anos. Em regra as tendências são de longo prazo. Se houve valorização nos últimos anos, é expectável que continue. 5 Considere a evolução da moeda local face ao euro e perspetivas futuras. A desvalorização da moeda local implica menores rentabilidades e, no limite, poderá eliminar os rendimentos, levando a registar perdas em euros. Proteste Investe 806 edição mensal julho

20 FUNDOS Comentário mensal E, NO ENTANTO, ELES CAEM Após muitos meses favoráveis, a maioria dos fundos recuou em junho, acompanhando a queda das bolsas e a apreciação do euro E obrigações também Nas obrigações, além do fator cambial, a subida generalizada das taxas de juro mundiais também teve efeitos nefastos. As maiores desvalorizações pertenceram ao fundo de dólar australiano (-6,0%), à categoria de libra esterlina (-4,9%) e de dólar canadiano (-4,0%). Atualmente, nenhuma destas categorias está incluída nas nossas carteiras de fundos. As perdas nas obrigações mais presentes nas recomendações foram menores: coroa sueca (-3,6%), zlóti polaco (-2,3%) e francos suíços (-0,1%). Em junho, só as obrigações nipónicas tiveram um ganho médio positivo (+1,1%), mas consideramos que ainda não é chegado o momento de apostar na dívida em ienes. O fim anunciado da política ultra-expansionista da Reserva Federal norte-americana e do dinheiro barato penalizou as bolsas. Este sentimento negativo atingiu particularmente os mercados emergentes, também a braços com o abrandamento das suas economias. Por cá, a praça lisboeta recuou em junho, mas foi a crise política que, já neste mês, provocou as maiores oscilações. Ações em queda A conjugação do recuo das bolsas com a apreciação do euro provocou perdas em quase todas as categorias de fundos. Nas ações, os mercados emergentes foram os mais atingidos: Brasil (-12,5%), Índia (-8,2%) e China (-7,7%). A nosso ver, estas bolsas têm sido excessivamente penalizadas pelos investidores e, por isso, continuamos a incluir fundos destes países nas carteiras para o longo prazo. Contudo, dado o risco elevado, o seu peso é limitado. A categoria de ações dos Estados Unidos da América, com -2,4%, registou uma das quedas mensais menos acentuadas. Em junho, pela positiva encontramos apenas a categoria de ações nipónicas (+1,7%). 20 Proteste Investe 806 edição mensal julho 2013 Alterações às carteiras Aproveitamos a apreciação do euro face às principais divisas e o melhor desempenho relativo do mercado acionista norte-americano para proceder a ajustamentos nas carteiras de fundos. Por um lado, o recuo de algumas moedas nos mercados cambiais torna as respetivas categorias de obrigações mais atrativas. Em termos transversais a todas as carteiras destacamos assim o reforço na aposta nas obrigações em coroas suecas e zlótis polacos. Menos interessantes, reduzimos o peso das obrigações em coroas dinamarquesas e da dívida da zona euro. Por outro lado, após o desempenho impressionante das bolsas norte-americanas temos vindo a encaixar mais-valias e a reduzir o seu peso nas carteiras. Ainda na parte dedicada às ações, a Poló- TAXA DE JURO NOS EUA FIM DO DINHEIRO BARATO O aumento das taxas de juro nos Estados Unidos da América implica que as instituições financeiras não conseguem dinheiro barato para investir nos mercados de capitais 4% 3% 2% 1% 3,68% Mar ,21% Jul 2012 Fev 2010 Dez 2010 Out 2011 Jul 2012 Jun 2013

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