Unipampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Apicultura Profa. Lilian Kratz Semestre 2015/2

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1 Unipampa Campus Dom Pedrito Curso de Zootecnia Disciplina de Apicultura Profa. Lilian Kratz Semestre 2015/2

2 Limpeza e desinfecção das colméias Importante para: - qualidade de vida das abelhas - boa produção - evitar pragas e doenças As abelhas operárias são as responsáveis pela limpeza da colméia

3 Para controle de pragas e doenças recomendam-se: - manejo adequado - destruição dos favos doentes - seleção para resistência a pragas - mínimo uso de produtos químicos (ácidos acético, oxálico, fórmico e lático; óleos etéricos; soluções de enxofre; ANB?? acaricidas??). * contato com o mel: água fervente, vapor e sabão de coco. * para controlar formigas é proibido o uso de produtos químicos.

4 Quanto à higiene do manipulador e utensílios: Uniformes: Devem ser completos, bem conservados e limpos. Guardar em local livre de contaminantes. Troca deve ser diária. Sapatos devem ser brancos e sempre limpos. Mãos: escovadas unhas curtas lavar as mãos na troca de atividades. Equipamentos: Devem ser de uso exclusivo guardados livres de contaminantes.

5 Doenças das abelhas Queda na produção; Perda de enxames; Gastos e risco de contaminação com ANBs.

6 Fungo Ascosphaera apis. Cria GIZ introduzida por meio da alimentação das colmeias com pólen importado contaminado. Sintomas: Favos com falhas e opérculos geralmente perfurados; A morte ocorre na fase de pré-pupa ou pupa; Não apresenta cheiro pútrido; A cria morta apresenta coloração branca ou cinza-escuro e aspecto mumificado Controle: Medida preventiva: recomenda-se não utilizar pólen importado ou das regiões do Brasil onde a doença foi detectada para alimentação das colmeias.

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8 Cria Ensacada No Brasil, pólen da planta barbatimão (Stryphnodendron spp.); Favos com falhas e opérculos geralmente perfurados; A morte ocorre na fase de pré-pupa; Não apresenta cheiro pútrido; Coloração da cria: cinza, marrom ou cinza escuro. Controle: Evitar a instalação de apiários em locais com incidência da planta barbatimão; Utilizar alimentação artificial das colmeias na época de floração do barbatimão.

9 Cria Pútrida Européia Bactéria Melissococus pluton; Larvas são infectadas quando comem alimento contaminado; Favos com muitas falhas, opérculo perfurado; Larvas doentes ficam em posições anormais, podendo ficar contorcidas, nas paredes dos alvéolos. Controle Remoção dos quadros com cria doente; Trocar rainha suscetível por outra mais resistente; Evitar uso de equipamentos contaminados quando manejar colmeias sadias.

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11 Cria Pútrida Americana Bactéria Paenibacillus larvae As larvas são infectadas quando comem alimento contaminado Seu controle é bastante difícil Sintomas Favos falhados com opérculos perfurados, escurecidos e afundados. Morte na fase de pré-pupa ou pupa. Larvas com mudança de cor, passando do branco para amarelo até marrom-escuro; Cheiro pútrido. As larvas mortas apresentam consistência viscosa, principalmente quando apresentam coloração marrom-escura (teste do palito). Restos da cria já seca e muito escura coladas nas paredes do alvéolo

12 Controle Evitar ANBs para tratamento preventivo ou curativo (resistência). Marcar as colônias com sintomas de CPA. Relatar a ocorrência para sua associação e autoridades competentes, tais como: instituições de ensino e pesquisa que trabalhem com Apicultura, Confederação Brasileira de Apicultura (CBA), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Enviar amostras dos favos com sintomas para análise em laboratórios especializados no diagnóstico de doenças de abelhas. Limpar equipamentos de manejo e não utilizá-los nas colônias sadias; Destruir as colônias afetadas (fogo) Nunca utilizarem mel ou pólen importados para alimentação

13 Doenças e parasitoses de abelhas adultas Difíceis de serem diagnosticadas por apresentarem sintomas muito parecidos; Para confirmar só realizando exames em laboratórios especializados; Sintomas comuns: Dificuldades de vôo Andar vacilante Asas abertas Presença de abelhas mortas ou moribundas

14 Paralisia Acredita-se que seja causada por vírus; Abdome inchado, dificuldade de vôo, fezes amareladas, corpo c/ tremores e aspecto engordurado; Frente da colméia com abelhas moribundas. Tratamento trocar a colméia doente de lugar com outra forte substituir a rainha da colônia doente por outra nova

15 Nosemose Microsporídeos (fungos) - Nosema apis; Abelhas c/ tremores, dificuldade de locomoção, graves distúrbios digestivos; Muitas operárias mortas nos favos, alvado e frente da colméia; Fundo da colméia bem sujo de fezes; Rainhas suspendem às vezes a postura e são substituídas pelas operárias; Tratamento colméias sadias devem ser isoladas, evitar águas paradas perto do apiário, limpeza e desinfecção rigorosa das colmeias que alojaram abelhas doentes Antifúngicos??

16 Ácaro endoparasita Acarapis woodi Acariose O ácaro se aloja nas traquéias torácicas, perfurando-as e alimentando-se da hemolinfa (sangue das abelhas). O ataque do ácaro pode diminuir a longevidade das abelhas e, conseqüentemente, reduzir a população da colmeia, provocando perdas na produção. Sintomas Abelhas rastejando na frente da colmeia e no alvado, com as asas separadas, impossibilitadas de voar.

17 Outros organismos ÁCARO Varroa destructor Infesta crias e adultos, c/ preferência por crias de zangões. Adere-se principalmente na região torácica, próximo ao ponto de inserção das asas. Alimento: hemolinfa Consequências: redução do peso e da longevidade das abelhas e deformações nas asas e pernas Encontrado em todo país, mas com níveis baixos devido a resistência das abelhas africanizadas; Para controle não é recomendado produtos químicos e sim substituição das abelhas rainhas.

18 TRAÇAS-DA-CERA Duas espécies: Galleria mellonela (traça maior) e Achroia grisella (traça menor); Os ovos são depositados nos quadros e caixas de colméias fracas. As larvas alimentam-se da cera, construindo galerias nos favos onde depositam fios de seda. O controle químico não é recomendado, pois podem deixar resíduos na cera e mel. Recomenda-se medidas preventivas: manter sempre colméias fortes, não deixar colméias vazias e restos de cera, armazenar favos ou lâminas de cera em locais bem arejados, com claridade.

19 Galleria mellonela Achroia grisella

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21 FORMIGAS E CUPINS Formigas podem consumir o alimento (mel e pólen) e crias, além de causar grande desgaste e mortalidade das abelhas adultas na tentativa de defender a colônia. Em ataques severos, podem provocar o abandono da colméia. Cupins danificam a madeira das caixas e cavaletes, diminuindo sua vida útil e favorecendo a entrada de outros inimigos naturais. Medidas profiláticas: não colocar colméias diretamente sobre o solo, destruir ninhos de formigas e cupins próximos e realizar capinas frequentes ao redor do apiário.

22 Como enviar amostras de abelhas com sintomas de doença para análise em laboratório? Amostras de crias: coletar um pedaço de favo contendo crias que apresentem sintomas de doença. O favo deve ser envolto em papel absorvente. Evitar o envio de favos com muito mel. A presença de pólen pode auxiliar na identificação da cria ensacada. Amostras de abelhas adultas: coletar, no mínimo, 30 abelhas. As abelhas devem ser colocadas em caixas de fósforo ou qualquer outra caixa de madeira ou papelão. Acrescentar informações sobre a localização do apiário, características da região (clima, vegetação), uso de inseticidas nas proximidades do apiário, observações sobre os sintomas e danos.

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