Monitoramento Sismológico Bacias do Rio Claro e Rio Verde AHE Foz do Rio Claro. Execução do Programa de Monitoramento Sismológico Relatório Resumo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Monitoramento Sismológico Bacias do Rio Claro e Rio Verde AHE Foz do Rio Claro. Execução do Programa de Monitoramento Sismológico Relatório Resumo"

Transcrição

1 Monitoramento Sismológico Bacias do Rio Claro e Rio Verde AHE Foz do Rio Claro Execução do Programa de Monitoramento Sismológico Relatório Resumo Janeiro de 2009

2 Monitoramento Sismológico das Bacias do Rio Claro e Rio Verde,GO Execução do Programa de Monitoramento Sismológico Relatório Resumo Janeiro de 2009

3 I. Introdução De acordo com o contrato firmado entre as empresas responsáveis pelos AHE Foz do Rio Claro, Caçu, Barra dos Coqueiros, Salto e Salto do Rio Verdinho e nossa empresa, procedemos, durante o segundo semestre de 2008, à operação da rede de três estações sismográficas utilizada agora para o monitoramento sismológico da área de interesse das barragens dos cinco AHEs citados. Seguindo as recomendações especificadas para o monitoramento, a região lago deve ser permanentemente monitorada por uma rede de três estações sismográficas. Tal fato deve-se à necessidade de localizar, com precisão, os eventos que possam ocorrer no local de interesse da futura barragem. Para efetuar a localização dos eventos (incluindo-se aqui explosões em pedreiras na região dos reservatórios, sismos naturais ou induzidos naquela região, ou qualquer outra atividade local que possa gerar ondas sísmicas), necessitamos determinar quatro parâmetros para cada evento: a localização exata do epicentro (latitude e longitude), a profundidade do foco e a hora de origem (momento em que ocorreu o evento). Assim, necessitamos de, no mínimo, quatro dados de tempo de chegada das ondas medidos na estação, que seriam nossas fontes de dados. Como decidimos instalar um sismógrafo de três componentes em cada uma das três estações sismográficas instaladas, poderemos analisar tanto ondas P como ondas S, o que nos permite obter até seis leituras de tempos de chegada em cada estação sismográfica considerada. Isto explica o fato que, para o arranjo sismográfico mais simples e, portanto, menos oneroso, teremos três estações sismográficas, o que nos permitirá o registro da chegada das ondas P e das ondas S produzidas por um evento sísmico qualquer em cada uma das três estações instaladas. Foram realizadas, após a instalação da rede de três estações em Julho de 2008, visitas mensais à região das Bacias do Rio Claro e do Rio Verde, no canteiro de obras dos AHEs que abrigam cada uma das três estações, cumprindo o seguinte progama: a) Manutenção das três estações sismográficas. b) Recuperação dos registros registrados em cada uma das três estações instaladas. c) Testes e observações do reinício de operação de cada uma das três estações sismográficas, após a retirada dos dados de cada uma. Os dados obtidos para cada período mensal considerado foram então tratados, através da rotina de processamento de dados sismológicos normalmente empregada em observações deste tipo e os dados interpretados. Neste relatório, resumimos então os procedimentos seguidos na execução semestral do programa de monitoramento sismológico regional estabelecido para observação dos cinco AHEs do projeto. 2

4 II. Localização das Estações A localização das três estações sismográficas foi feita durante a viagem realizada à área citada no Sul do Estado de Goiás na fase de instalação das mesmas (etapa inicial do projeto). A seleção do local foi feita obedecendo aos seguintes critérios: a) Proximidade de alguma via de acesso, de forma a facilitar o acesso ao local e a operação e manutenção futura de cada uma das estações; b) Proximidade a alguma casa habitada da região, de forma que pudéssemos dispôr de apoio para a fase de instalação dos equipamentos, assim como de segurança para os equipamentos ali instalados; c) Disponibilidade de energia elétrica no local, para que pudéssemos operar, com corrente alternada, o carregador de baterias instalado em cada estação. O local selecionado (posições mostradas no Mapa anexado a este relatório) para cada uma das três estações foi aquele mostrado no mapa, onde foi instalado o conjunto de equipamentos correspondente a cada uma das três estações sismográficas. Desta forma, os equipamentos foram instalados em locais seguros, dentro do canteiro de obras em cada uma das três localidades, que dispõem de segurança permanente e nas proximidades da futura usina sendo construída em cada uma das três localidades. Apesar do sismômetro da estação estar sujeito a um maior ruído local, certamente associado ao tráfego no local, teremos boa segurança para os equipamentos e maior facilidade de acesso para a manutenção das estações. A energia elétrica em corrente alternada, necessária para o funcionamento do carregador da bateria da estação, foi obtida de uma ligação à rede elétrica local. Os equipamentos de cada uma das três estações incluem sismógrafos e sismômetros, dotados de sistema de aquisição e de registro para a obtenção adequada dos dados necessários ao monitoramento da região. III. Parâmetros de Funcionamento da Estação Para operação de cada uma das três estações sismológicas, foram selecionados parâmetros que permitissem a obtenção de dados para caracterização da atividade sismológica regional. Tais parâmetros indicam o modo de registro dos dados sismológicos coletados pelo sismômetro da estação instalada no âmbito do projeto. Os parâmetros foram selecionados de forma a podermos observar tanto a eventual sismicidade presente na região onde ficarão localizados os reservatórios de cada um dos AHEs envolvidos, assim como a observação dos chamados telessismos, que representam os registros de sismos que ocorreram em outras regiões da Terra e que tiveram magnitude 3

5 grande o suficiente para ter as ondas sismológicas correspondentes registradas pelas três estações que instalamos. IV. Atividades Realizadas Entre Julho e Dezembro de 2008 Na fase do projeto que é objeto deste relatório, seguimos a seguinte rotina de trabalho de tratamento dos dados sismológicos registrados pela rede: - Realização de testes, operação com um ganho maior no sistema de registro e recuperação mensal dos dados registrados no sistema de três estações sismográficas que compõem a rede; - Processamento mensal dos dados sismológicos coletados e elaboração do relatório de atividades do período. Com base no tratamento dos dados obtidos no período de Julho a Dezembro de 2008, podemos afirmar que nenhuma atividade sísmica local foi observada na região entre Julho e Dezembro de V. Atividades Previstas para o Período: Janeiro a Junho de 2009 Na fase seguinte do projeto, pretentemos conduzir as seguintes atividades: - Realização de testes, operação com um ganho maior no sistema de registro e recuperação mensal dos dados registrados no sistema de três estações sismográficas que compõem a rede; - Processamento dos dados sismológicos mensais coletados e elaboração dos relatórios mensais de atividades no período, com elaboração de um relatório-resumo de atividades do semestre em Julho de VI. Equipe Envolvida A equipe envolvida no processo de instalação e de início de operação da estação foi a seguinte: Prof. João Willy Corrêa Rosa (Coordenador) (PhD em Geofísica, MIT-USA, 1986) Prof. José Wilson Corrêa Rosa (PhD em Geofísica, MIT-USA, 1989, Pós-Doutor em Geofísica, Harvard University e MIT-USA) 4

6 VII. Conclusões Conseguimos, durante o período de Julho a Dezembro de 2008, conduzir normalmente o programa de monitoramento sismológico regional, com o início de operação da rede de três estações sismográficas para monitoramento dos AHEs da Bacia do Rio Claro e do Rio Verde, GO em Julho de 2008 e operação contínua da rede desde então. As estações têm como principal objetivo o monitoramento sismológico durante os períodos de construção das barragens, enchimento dos reservatórios e, finalmente, de vida útil dos lagos que serão formados pelo represamento dos rios envolvidos nos cinco empreendimentos envolvidos no projeto. Durante o período de observação correspondente a Julho-Dezembro de 2008, não foi observada nenhuma atividade sísmica local ou regional, havendo sido registrado um volume muito grande de ruídos associados aos três empreendimentos onde estão instaladas as três estações. Por outro lado, os eventuais registros de telessismos (sismos cujo epicentro foi localizado pelas redes internacionais de dados sismológicos) obtidos durante o período mostram que a rede opera com ganho razoável de sinal e com capacidade comprovada de utilização do monitoramento sismológico da região. Os trabalhos tiveram êxito graças ao apoio do pessoal da equipe de Gerenciamento Ambiental (Empresa Mais Verde Ltda.) e do Gerenciamento das Obras em cada um dos três canteiros de obras envolvidos, a quem dedicamos um merecido e sincero agradecimento. Concluída a fase de instalação e de operação deste primeiro semestre do programa, pretendemos agora, entre Janeiro e Junho de 2009, dar continuidade ao monitoramento planejado. Brasília, 15 de Janeiro de João Willy Corrêa Rosa WW Consultoria e Tecnologia Ltda SEPS 715/915 Centro Clínico Pacini Bloco D Sala Brasília, DF Fone (+61)

7

8 Fotos

9 Foto 1 Equipamentos instalados na localidade do AHE Foz do Rio Claro ( ). Foto 2 Detalhe dos equipamentos instalados na localidade do AHE Foz do Rio Claro.

10 Foto 3 Detalhe dos equipamentos instalados na localidade do AHE Foz do Rio Claro. Foto 4 Detalhe do sismômetro instalado na localidade do AHE Foz do Rio Claro.

11 Foto 5 Prédio onde estão localizados os equipamentos instalados na localidade do AHE Foz do Rio Claro. Foto 6 Detalhe dos equipamentos instalados na localidade do AHE Salto ( ).

12 Foto 7 Prédio onde estão localizados os equipamentos instalados na localidade do AHE Salto. Foto 8 Prédio onde estão localizados os equipamentos instalados na localidade do AHE Salto.

13 Foto 9 Sistema de monitoramento sismológico instalado no AHE Caçu. Foto 10 Testes de registro de dados na estação do AHE Caçu.

14 Foto 11 Prédio onde foram instalados os equipamentos de monitoramento do AHE Caçu. Foto 12 Prédio onde foram instalados os equipamentos de monitoramento do AHE Caçu.

Monitoramento Sismológico da UHE São José, RS. 4º Relatório Trimestral. Monitoramento Sismológico. Período: Outubro a Dezembro

Monitoramento Sismológico da UHE São José, RS. 4º Relatório Trimestral. Monitoramento Sismológico. Período: Outubro a Dezembro Monitoramento Sismológico da UHE São José, RS 4º Relatório Trimestral Monitoramento Sismológico Período: Outubro a Dezembro 2009 I. Introdução Seguindo as recomendações especificadas para o monitoramento,

Leia mais

8º Relatório Trimestral. Monitoramento Sismológico

8º Relatório Trimestral. Monitoramento Sismológico Monitoramento Sismológico da UHE São José, RS 8º Relatório Trimestral Monitoramento Sismológico Período: Outubro-Novembro-Dezembro 2010 I. Introdução Seguindo as recomendações especificadas para o monitoramento,

Leia mais

USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO

USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO Programa de Monitoramento Sismológico Avaliação Ocorrência Sismos Induzidos EMPRESA: WW Consultoria e Tecnologia Ltda. DATA DO RELATÓRIO: Janeiro de 2013 RESPONSÁVEL DA

Leia mais

3º BOLETIM MENSAL DE MONITORAMENTO DA FASE DE ENCHIMENTO (MC-02 EC-10)

3º BOLETIM MENSAL DE MONITORAMENTO DA FASE DE ENCHIMENTO (MC-02 EC-10) (Contrato Copel SLS/DCSE N o 45858/2009) 3º BOLETIM MENSAL DE MONITORAMENTO DA FASE DE ENCHIMENTO (MC-02 EC-10) PERÍODO SETEMBRO DE 2012 PROGRAMA DE MONITORAMENTO SISMOGRÁFICO DA USINA HIDROELÉTRICA DE

Leia mais

4º BOLETIM MENSAL DE MONITORAMENTO DA FASE DE ENCHIMENTO (MC-02 EC-11)

4º BOLETIM MENSAL DE MONITORAMENTO DA FASE DE ENCHIMENTO (MC-02 EC-11) (Contrato Copel SLS/DCSE N o 45858/2009) 4º BOLETIM MENSAL DE MONITORAMENTO DA FASE DE ENCHIMENTO (MC-02 EC-11) PERÍODO OUTUBRO DE 2012 PROGRAMA DE MONITORAMENTO SISMOGRÁFICO DA USINA HIDROELÉTRICA DE

Leia mais

PROGRAMA DE MONITORAMENTO SISMOLÓGICO

PROGRAMA DE MONITORAMENTO SISMOLÓGICO PLANO BÁSICO AMBIENTAL DO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO PROGRAMA DE MONITORAMENTO SISMOLÓGICO Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.8.2 Quanto à Área de Influência Direta (AID), realizar o seguinte

Leia mais

Plano Básico Ambiental

Plano Básico Ambiental Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Convencionais e Plano Básico Ambiental SEÇÃO VI - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO RÁDIOLÓGICO Projeto 3 Monitoramento Sismológico 0 Emissão inicial 14/06/2010

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE EPICENTROS E HIPOCENTROS

DETERMINAÇÃO DE EPICENTROS E HIPOCENTROS DETERMINAÇÃO DE EPICENTROS E HIPOCENTROS TREINAMENTO TÉCNICO: DA TEORIA A PRÁTICA Apostila de Treinamento (IAG-SISMO-042010) Elaborado por: Afonso Emidio de Vasconcelos Lopes Marcelo Assumpção SÃO PAULO

Leia mais

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires UHE Teles Pires P.06 - Programa de Monitoramento da Sismicidade Equipe Responsável pela Elaboração do Programa Responsável Registro Cadastro Técnico Profissional Federal IBAMA Alessandro Farinaccio CREA

Leia mais

6.3.3 - Programa de Monitoramento do Lençol Freático... 1/8. 6.3.3.1 - Justificativas... 1/8. 6.3.3.2 - Objetivos... 2/8

6.3.3 - Programa de Monitoramento do Lençol Freático... 1/8. 6.3.3.1 - Justificativas... 1/8. 6.3.3.2 - Objetivos... 2/8 2426-00-PBA-RL-0001-00 UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI ÍNDICE 6.3.3 - Programa de Monitoramento do Lençol Freático... 1/8 6.3.3.1 - Justificativas... 1/8 6.3.3.2 - Objetivos... 2/8 6.3.3.2.1 - Objetivo Geral...

Leia mais

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros Carlos Alexandre Cernach Silveira 2 Gabrielle Rodrigues de Macedo 2 Ludimila Lima da Silva 1 Mauro Silvio Rodrigues 2

Leia mais

PROJETO DE REABILITAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO ELETROBRAS BANCO MUNDIAL BANCO INTERNACIONAL PARA RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO - IBRD - Empréstimo: 7884 BR

PROJETO DE REABILITAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO ELETROBRAS BANCO MUNDIAL BANCO INTERNACIONAL PARA RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO - IBRD - Empréstimo: 7884 BR PROJETO DE REABILITAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO ELETROBRAS BANCO MUNDIAL BANCO INTERNACIONAL PARA RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO - IBRD - Empréstimo: 7884 BR TERMO DE REFERÊNCIA OBJETO: FORNECER ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Leia mais

Programa de Monitoramento de Pontos Propensos à Instabilização de Encostas e Taludes Marginais

Programa de Monitoramento de Pontos Propensos à Instabilização de Encostas e Taludes Marginais Programa de Monitoramento de Pontos Propensos à Instabilização de Encostas e Taludes Marginais Preparado Por Preparado Para ICF Consultoria do Brasil Ltda Av. das Américas, nº 700, Bloco 6, sala 251 Barra

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003

RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003 RESOLUÇÃO Nº 131, DE 11 DE MARÇO DE 2003 Dispõe sobre procedimentos referentes à emissão de declaração de reserva de disponibilidade hídrica e de outorga de direito de uso de recursos hídricos, para uso

Leia mais

GEOFÍSCA MÉTODOS SÍSMICOS MÉTODOS POTENCIAIS MÉTODOS GEOELÉTRICOS MÉTODOS GEOTÉRMICOS REFLEXÃO REFRAÇÃO GRAVIMETRIA MAGNETOMETRIA

GEOFÍSCA MÉTODOS SÍSMICOS MÉTODOS POTENCIAIS MÉTODOS GEOELÉTRICOS MÉTODOS GEOTÉRMICOS REFLEXÃO REFRAÇÃO GRAVIMETRIA MAGNETOMETRIA 28 de maio de 2013 GEOFÍSCA MÉTODOS SÍSMICOS REFLEXÃO REFRAÇÃO MÉTODOS POTENCIAIS GRAVIMETRIA MAGNETOMETRIA MÉTODOS GEOELÉTRICOS POLARIZAÇÃO INDUZIDA ELETRORRESISTIVIDADE POTENCIAL ESPONTÂNEO RADAR DE

Leia mais

c) A corrente induzida na bobina imediatamente após a chave S ser fechada terá o mesmo sentido da corrente no circuito? Justifique sua resposta.

c) A corrente induzida na bobina imediatamente após a chave S ser fechada terá o mesmo sentido da corrente no circuito? Justifique sua resposta. Questão 1 Um estudante de física, com o intuito de testar algumas teorias sobre circuitos e indução eletromagnética, montou o circuito elétrico indicado na figura ao lado. O circuito é composto de quatro

Leia mais

Implantação de Monitoramento da Barragem de Salto Caxias através de Auscultação Geodésica

Implantação de Monitoramento da Barragem de Salto Caxias através de Auscultação Geodésica Implantação de Monitoramento da Barragem de Salto Caxias através de Auscultação Geodésica Pedro Luis Faggion, Luis A. Koenig Veiga, Silvio Rogério Correia de Freitas, Carlos Aurélio Nadal Universidade

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 03 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre procedimentos referentes à emissão de Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH) e de outorga de direito de uso de recursos

Leia mais

Com tecnologias Open Source, Itaipu alcança benefícios que potencializam o programa de sustentabilidade da empresa

Com tecnologias Open Source, Itaipu alcança benefícios que potencializam o programa de sustentabilidade da empresa Com tecnologias Open Source, Itaipu alcança benefícios que potencializam o programa de sustentabilidade da empresa Perfil A construção da Itaipu Binacional considerado um trabalho de Hércules pela revista

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS Fórum de Debates da agpch LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS RAFAEL VOLQUIND Diretor Técnico 01 de Outubro de 2015 Porto Alegre RS Brasil IMPACTOS AMBIENTAIS DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

Leia mais

Brasília, 27 de abril de 2014.

Brasília, 27 de abril de 2014. Síntese das ações empreendidas pela equipe do Observatório Sismológico (SIS) da Universidade de Brasília (UnB) na visita a Montes Claros MG entre os dias 9 e 13 de abril de 2014 Brasília, 27 de abril de

Leia mais

Análise Técnica. 1. Introdução

Análise Técnica. 1. Introdução Análise Técnica 1. Introdução Este ensaio vem complementar os estudos realizados pelo Convênio de Cooperação Técnico-Científica para o Desenvolvimento do Projeto de Avaliação da Qualidade das Águas do

Leia mais

Análise da rede de monitoramento hidrometeorológico do estado de Sergipe

Análise da rede de monitoramento hidrometeorológico do estado de Sergipe Análise da rede de monitoramento hidrometeorológico do estado de Sergipe George Alves Monteiro 1 & Ana Paula Barbosa Ávila Macêdo 2 RESUMO: Este trabalho faz uma análise da rede de monitoramento hidrometeorológico

Leia mais

DOSSIÊ Sistema Alto Tietê

DOSSIÊ Sistema Alto Tietê Espaço das Águas Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sabesp DOSSIÊ Sistema Alto Tietê Fevereiro 2009 1. Histórico da Implantação

Leia mais

Projeto Básico Ambiental

Projeto Básico Ambiental Projeto Básico Ambiental 3. PLANO AMBIENTAL DE CONSTRUÇÃO 3.4 Programa de Saúde e Segurança 3.4.2 Projeto de Segurança e Alerta SETEMBRO 2011 RL-DS-001-802-020-29Set11=A Plano de sinalização viária e fluvial

Leia mais

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO 1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO Mobilização inicial até 30 de janeiro 2009 CAÇU E SÃO SIMÃO JANEIRO DE 2009 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO... 3 2.1. EMPREENDEDOR...

Leia mais

Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. Bertold Brecht

Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem. Bertold Brecht Do rio que tudo arrasta se diz que é violento Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem Bertold Brecht Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 3 Usinas Hidrelétricas

Leia mais

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP Armando Perez Flores (1) Bacharel em Química pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras

Leia mais

MODERNAS PRÁTICAS DE PROJETO

MODERNAS PRÁTICAS DE PROJETO AUTORES Palestrante: Eng Bruno Luiz Castro Martins Eng José Bernardino Botelho Eng José Henrique Rodrigues Lopes Eng Marcelo Miranda Botelho Eng Nathanael Villela de Ávila INTRODUÇÃO Os avanços nas tecnologias

Leia mais

PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 1/2008 (BRA/03/032)

PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 1/2008 (BRA/03/032) PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 1/2008 (BRA/03/032) SELECIONA PROFISSIONAL, COM O SEGUINTE PERFIL: CONSULTOR (Consultor por Produto - Serviços Não Continuados) Consultor Especialista em Projetos

Leia mais

A curiosa história do Engenheiro Billings, o homem que fez os rios correrem ao contrário, e mudou para sempre a cidade de São Paulo.

A curiosa história do Engenheiro Billings, o homem que fez os rios correrem ao contrário, e mudou para sempre a cidade de São Paulo. A curiosa história do Engenheiro Billings, o homem que fez os rios correrem ao contrário, e mudou para sempre a cidade de São Paulo. Engenheiro Billings, O homem que mudou São Paulo Capa de uma revista

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Iniciativa: SINDUSCON GOIÁS E FIEG

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Iniciativa: SINDUSCON GOIÁS E FIEG 1 ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL Iniciativa: SINDUSCON GOIÁS E FIEG Breve Histórico Segundo semestre de 2011 CEF procurou o Sinduscon- Goiás para tratar de problemas detectados nas obras M.C.M.V.

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI Relatório de Andamento N o. 01 (RTA-Jari-ProcessosErosivos-01/12) Preparado por: Especialmente para:

Leia mais

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 6 EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 6 EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO VALEC NAVA - 06 1 de 8 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 6 EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO VALEC NAVA - 06 2 de 8 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 6 EXTRAÇÃO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES...

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS Nome: Nº 6º Ano Data: / / 2015 Professor(a): Nota: (Valor 1,0/2,0) 3º e 4º Bimestres A Introdução Neste semestre, dirigimos nossa atenção para os temas do nosso estudo

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GPL VII 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO VII GRUPO DE ESTUDO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL

Leia mais

PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 3/2008 (BRA/03/032)

PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 3/2008 (BRA/03/032) PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 3/2008 (BRA/03/032) SELECIONA PROFISSIONAL, COM O SEGUINTE PERFIL: CONSULTOR (Consultor por Produto - Serviços Não Continuados) Consultor Especialista em Projetos

Leia mais

Concepção de instalações para o abastecimento de água

Concepção de instalações para o abastecimento de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade

Leia mais

UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI

UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI PLANO DE TRABALHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PCS Plano de Trabalho ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. OBJETIVO... 1 2.1. Objetivos Específicos... 1 3. PÚBLICO ALVO... 2 4. METAS... 2 5.

Leia mais

Capítulo 141-Regionalização hidrográfica

Capítulo 141-Regionalização hidrográfica Capítulo 141-Regionalização hidrográfica 141-1 Capítulo 141-Regionalização hidrográfica 141.1 Introdução O mundo passa por grandes transformações e os recursos hídricos deverão no séeculo XXI ser analisado

Leia mais

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires UHE Teles Pires P.38 - Programa de Apoio à Revitalização e Incremento da Atividade de Turismo Equipe Responsável pela Elaboração do Programa Responsável Registro Cadastro Técnico Profissional Federal IBAMA

Leia mais

Foto 01. Foto 02. Foto 03. Apresentação da Empresa. Dezembro de 2014. Foto 05

Foto 01. Foto 02. Foto 03. Apresentação da Empresa. Dezembro de 2014. Foto 05 U compromisso Um i com o desenvolvimento sustentável, em harmonia com o ambiente natural. nat ral Foto 01 Foto 02 Foto 03 F 04 Foto Apresentação da Empresa Dezembro de 2014 Foto 05 HISTÓRICO A ECSA Engenharia

Leia mais

INSPEÇÃO FORMAL DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA DAS BARRAGENS, ESTRUTURAS CIVIS ANEXAS, TALUDES E TUNELZINHO.

INSPEÇÃO FORMAL DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA DAS BARRAGENS, ESTRUTURAS CIVIS ANEXAS, TALUDES E TUNELZINHO. INSPEÇÃO FORMAL DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA DAS BARRAGENS, ESTRUTURAS CIVIS ANEXAS, TALUDES E TUNELZINHO. UHE SÁ CARVALHO CEMIG GERAÇÃO E TRANSMISSÃO S.A. GERÊNCIA DE SEGURANÇA DE BARRAGENS AG/SB 1. OBJETO

Leia mais

Observando os Rios. Programa de Educação Ambiental e Mobilização para Gestão em Recursos Hídricos, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica

Observando os Rios. Programa de Educação Ambiental e Mobilização para Gestão em Recursos Hídricos, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica Observando os Rios Programa de Educação Ambiental e Mobilização para Gestão em Recursos Hídricos, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica OBJETIVO: Capacitar cidadãos, usuários de água, sociedade

Leia mais

VARIABILIDADE TEMPORAL E ESPACIAL DO VENTO MÉDIO E DE RAJADA NO PARANÁ

VARIABILIDADE TEMPORAL E ESPACIAL DO VENTO MÉDIO E DE RAJADA NO PARANÁ VARIABILIDADE TEMPORAL E ESPACIAL DO VENTO MÉDIO E DE RAJADA NO PARANÁ José E. Prates (1) e-mail: jeprates@simepar.br Marcelo Brauer Zaicovski (1) e-mail: brauer@simepar.br Alexandre K. Guetter (1) e-mail:

Leia mais

Pela presente apresento as Sugestões referentes à Proposta para Aperfeiçoamentos à Resolução nº 395/1998.

Pela presente apresento as Sugestões referentes à Proposta para Aperfeiçoamentos à Resolução nº 395/1998. BACAL, BARRAGENS LTDA. OTIMIZAÇÃO DE PROJETOS, ENGENHARIA CIVIL, CUSTOS Rua Murillo Furtado nº 117/402, Bairro Petrópolis Porto Alegre/RS CEP 90470-440 Fone/Fax: (51) 3334.7883 - (21) 2540-4809 (21) 9871-6692

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação-Geral de Infraestrutura Urbana e Recursos Naturais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação-Geral de Infraestrutura Urbana e Recursos Naturais MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação-Geral de Infraestrutura Urbana e Recursos Naturais Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 037/COGUN/SEAE/MF Brasília, 05

Leia mais

CONCÓRDIA CURITIBANOS - MAFRA - PORTO UNIÃO RIO NEGRINHO / 1071 111 PABX/FAX: (047) 3641-5500 - CEP:

CONCÓRDIA CURITIBANOS - MAFRA - PORTO UNIÃO RIO NEGRINHO / 1071 111 PABX/FAX: (047) 3641-5500 - CEP: EDITAL UnC 022/2013 Dispõe sobre as inscrições para o processo de seleção para o curso de empreendedorismo ofertado pelo programa Jovem Empreendedor BOTA PRA FAZER no âmbito do Programa Valor Compartilhado,

Leia mais

REGULAMENTO TERRA FORTE - 1ª EDIÇÃO ANEXO 3

REGULAMENTO TERRA FORTE - 1ª EDIÇÃO ANEXO 3 1. Critérios Eliminatórios E1 E2 E3 E4 E E6 Critérios Eliminatórios Projeto não foi selecionado por meio do Edital INCRA/DD/DDA Nº 01/2013 para compor a carteira de projetos do INCRA Entidade está enquadrada

Leia mais

Instrução Normativa SEMARH nº 11 de 12/12/2011

Instrução Normativa SEMARH nº 11 de 12/12/2011 Instrução Normativa SEMARH nº 11 de 12/12/2011 Dispõe sobre o licenciamento dos sistemas de abastecimento de água e dos sistemas de esgotamento sanitário, no Estado de Goiás. O Secretário de Estado do

Leia mais

EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº

EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº ANEXO I EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 006/2015 PROJETO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA ALTEAMENTO DO NIVEL NOMAL DO RESERVATÓRIO DO CIPÓ E AMPLIAÇÃO DAS USINAS BORTOLAN E VÉU DAS NOIVAS 1 - INTRODUÇÃO Esta

Leia mais

SEÇÃO 9 PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO PALEONTOLÓGICO

SEÇÃO 9 PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO PALEONTOLÓGICO SEÇÃO 9 PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO PALEONTOLÓGICO Sumário 9. PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO PALEONTOLÓGICO... 1 9.1. Apresentação/Objetivos... 1 9.2. Fase de Execução... 1 9.3. Histórico...

Leia mais

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 10 PROCEDIMENTOS E ROTINAS PARA MONITORAMENTO AMBIENTAL DA CONSTRUÇÃO

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 10 PROCEDIMENTOS E ROTINAS PARA MONITORAMENTO AMBIENTAL DA CONSTRUÇÃO VALEC NAVA 10 1 de 13 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 10 PROCEDIMENTOS E ROTINAS PARA MONITORAMENTO AMBIENTAL DA CONSTRUÇÃO VALEC NAVA 10 2 de 13 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 10 PROCEDIMENTOS E ROTINAS PARA MONITORAMENTO

Leia mais

2 problemas principais podem requerer tratamento: Permeabilidade / Fluxo na Fundação e Ombreiras Conceitos e critérios diferentes para:

2 problemas principais podem requerer tratamento: Permeabilidade / Fluxo na Fundação e Ombreiras Conceitos e critérios diferentes para: IBC BRASIL Prof. Dr. Roberto Kochen Diretor Técnico Dezembro/2009 55 11 4195- FUNDAÇÔES DE BARRAGENS 2 problemas principais podem requerer tratamento: Deformabilidade Permeabilidade / Fluxo na Fundação

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO.

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. Patrícia Pinheiro da Cunha 1, Magda Beatriz de Almeida Matteucci

Leia mais

Relatório de vagas disponíveis - Bolsa Emprego

Relatório de vagas disponíveis - Bolsa Emprego CIVIL RCSC / REGIONAL DE CASCAVEL UNIVERSIDADE PARANAENSE Professor de Engenharia Civil Professor do curso de Engenharia Civil. requisito mínimo: pós-graduação Email : marcelor@unipar.br Telefone : (45)

Leia mais

Contribuições da ABRAGE à Audiência Pública 015/2006

Contribuições da ABRAGE à Audiência Pública 015/2006 Contribuições da ABRAGE à Audiência Pública 015/2006 1 Introdução O presente documento tem o objetivo de apresentar as contribuições da ABRAGE à Audiência Pública 015/2006. Esta Audiência possui o objetivo

Leia mais

No Brasil, número de escolas privadas de Medicina cresce duas vezes mais rápido que o de cursos públicos

No Brasil, número de escolas privadas de Medicina cresce duas vezes mais rápido que o de cursos públicos RADIOGRAFIA DO ENSINO MÉDICO No Brasil, número de escolas privadas de Medicina cresce duas vezes mais rápido que o de cursos públicos Do início de 2003 a 2015, a quantidade de cursos particulares de Medicina

Leia mais

A seguir, são fornecidas informações básicas sobre as características técnicas da UHE e de sua operação.

A seguir, são fornecidas informações básicas sobre as características técnicas da UHE e de sua operação. ANEXO II CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DAS UHE A exploração das Usinas Hidrelétricas, por cada uma das Concessionárias, será feita em conformidade com a legislação em

Leia mais

SELEÇÃO DE ALUNOS PARA INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE GRADUAÇÃO REITORIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA EDITAL 01/2015

SELEÇÃO DE ALUNOS PARA INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE GRADUAÇÃO REITORIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA EDITAL 01/2015 SELEÇÃO DE ALUNOS PARA INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE GRADUAÇÃO REITORIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA EDITAL 01/2015 O Reitor do Centro Universitário UNA, Prof. Átila Simões da Cunha, no uso de suas atribuições,

Leia mais

Localização e fotos de satélite das usinas hidrelétricas existentes na bacia do rio Ribeira do Iguape, SP e PR [#]

Localização e fotos de satélite das usinas hidrelétricas existentes na bacia do rio Ribeira do Iguape, SP e PR [#] Localização e fotos de satélite das usinas hidrelétricas existentes na bacia do rio Ribeira do Iguape, SP e PR [#] No rio Juquiá, em SP : 1. Barra CBA 40,4 MW Tapiraí 2. Serraria CBA 24 MW Juquiá 3. Alecrim

Leia mais

Sismologia. Ondas sísmicas

Sismologia. Ondas sísmicas Sismologia Ondas sísmicas A propagação de um distúrbio sísmico através de um meio heterogêneo é extremamente complexa. Por isso, antes de qualquer cálculo é necessário adotar suposições simplificadas.

Leia mais

RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE/2009

RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE/2009 RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS 1º SEMESTRE/2009 I. INTRODUÇÃO O mundo corporativo tem demonstrado muito interesse nos aspectos que se relacionam à adoção de metodologias de controles internos, motivado

Leia mais

ESTUDO SOBRE O PLANO INTEGRADO DE MELHORIA AMBIENTAL NA ÁREA DE MANANCIAIS DA REPRESA BILLINGS Relatório Final

ESTUDO SOBRE O PLANO INTEGRADO DE MELHORIA AMBIENTAL NA ÁREA DE MANANCIAIS DA REPRESA BILLINGS Relatório Final 32 PROJETO DE EXECUÇÃO DAS OBRAS 32.1 Cronograma de execução e estimativa do custo das obras (1) Cronograma de execução O cronograma de execução da obra, tal como apresentado na Figura 32.1.1, terá início

Leia mais

PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE USOS DO SOLO E CONTROLE DE PROCESSOS EROSIVOS E ESTABILIZAÇÃO DAS ENCOSTAS UHE FOZ DO RIO CLARO

PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE USOS DO SOLO E CONTROLE DE PROCESSOS EROSIVOS E ESTABILIZAÇÃO DAS ENCOSTAS UHE FOZ DO RIO CLARO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE USOS DO SOLO E CONTROLE DE PROCESSOS EROSIVOS E ESTABILIZAÇÃO DAS ENCOSTAS UHE FOZ DO RIO CLARO FRC-RS-ERO-CON-0901-0A JANEIRO 2009 CONSILIU Meio Ambiente & Projetos Empreendimento:

Leia mais

ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO

ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE ASTRONOMIA, GEOFÍSICA E CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS Departamento de Geofísica EXPOSIÇÃO ITINERANTE DO MUSEU DE CIÊNCIAS DA USP ÁGUA: UMA VIAGEM NO MUNDO DO CONHECIMENTO

Leia mais

RELATÓRIO SEMESTRAL PROGRAMA DE MONITORAMENTO DO NÍVEL PIEZOMÉTRICO UHE FOZ DO RIO CLARO

RELATÓRIO SEMESTRAL PROGRAMA DE MONITORAMENTO DO NÍVEL PIEZOMÉTRICO UHE FOZ DO RIO CLARO RELATÓRIO SEMESTRAL PROGRAMA DE MONITORAMENTO DO NÍVEL PIEZOMÉTRICO UHE FOZ DO RIO CLARO FRC-RA-PIE-CON-0901 JANEIRO 2009 CONSILIU Meio Ambiente & Projetos FRC-RS-PIE-CON-0901 Empreendimento: UHE Foz do

Leia mais

EDITAL. EDITAL DIR N o 12/2015 VIAGEM DE ESTUDOS INTERNACIONAL.

EDITAL. EDITAL DIR N o 12/2015 VIAGEM DE ESTUDOS INTERNACIONAL. EDITAL DIR N o 12/2015 VIAGEM DE ESTUDOS INTERNACIONAL. O Diretor Geral das Faculdades Integradas Machado de Assis FEMA, mantidas pela Fundação Educacional Machado de Assis, no uso das suas prerrogativas

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG

SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG Newton Morais e Silva (1) Engenheiro Mecânico pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestre em Computer Studies pela Essex University

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS UNIDADE ACADÊMICA - EMC ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS UNIDADE ACADÊMICA - EMC ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS UNIDADE ACADÊMICA - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Edital n 02 de NORMAS COMPLEMENTARES PARA O PROCESSO DE SELEÇÃO DE MONITORES

Leia mais

VISÃO 2011 Estar entre as 03 empresas do Brasil que mais avançaram na universalização dos serviços de água e esgotamento sanitário.

VISÃO 2011 Estar entre as 03 empresas do Brasil que mais avançaram na universalização dos serviços de água e esgotamento sanitário. MISSÃO Garantir o acesso aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, em cooperação com os municípios, buscando a universalização de modo sustentável, contribuindo para a melhoria da

Leia mais

Programa de Monitoramento do Lençol Freático do AHE Jirau

Programa de Monitoramento do Lençol Freático do AHE Jirau Programa de Monitoramento do Lençol Freático do AHE Jirau Preparado Por Preparado Para ICF Consultoria do Brasil Ltda. Av. das Américas, nº 700, Bloco 6, sala 251 Barra da Tijuca Rio de Janeiro, RJ CEP

Leia mais

Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético

Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético Caracterização da obra Ano orçamento: 2002 UF: DF Nome do programa de trabalho: Implantação de Sistema de Transmissão na Área de Goiás/Distrito

Leia mais

EDITAL Nº 49/2012 - PROCESSO DE BUSCA PARA PREENCHIMENTO DE UMA VAGA PARA FUNÇÃO GRATIFICADA DE COORDENADOR DE CONTABILIDADE

EDITAL Nº 49/2012 - PROCESSO DE BUSCA PARA PREENCHIMENTO DE UMA VAGA PARA FUNÇÃO GRATIFICADA DE COORDENADOR DE CONTABILIDADE EDITAL Nº 49/2012 - PROCESSO DE BUSCA PARA PREENCHIMENTO DE UMA VAGA PARA FUNÇÃO GRATIFICADA DE COORDENADOR DE CONTABILIDADE O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá IDSM está selecionando um

Leia mais

Gerenciamento de projetos. cynaracarvalho@yahoo.com.br

Gerenciamento de projetos. cynaracarvalho@yahoo.com.br Gerenciamento de projetos cynaracarvalho@yahoo.com.br Projeto 3URMHWR é um empreendimento não repetitivo, caracterizado por uma seqüência clara e lógica de eventos, com início, meio e fim, que se destina

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA EXTERNA DE PROJETOS FINANCIADOS PELO BID. (Documento AF-400)

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA EXTERNA DE PROJETOS FINANCIADOS PELO BID. (Documento AF-400) Banco Interamericano de Desenvolvimento TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA EXTERNA DE PROJETOS FINANCIADOS PELO BID (Documento AF-400) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.org

Leia mais

4º BOLETIM TRIMESTRAL DE MONITORAMENTO FASE OPERACIONAL (MC-04 EC-15)

4º BOLETIM TRIMESTRAL DE MONITORAMENTO FASE OPERACIONAL (MC-04 EC-15) (Contrato Copel SLS/DCSE N o 45858/2009) 4º BOLETIM TRIMESTRAL DE MONITORAMENTO FASE OPERACIONAL (MC-04 EC-15) PERÍODO ENTRE 21 DE JUNHO DE 2013 e 20 DE SETEMBRO DE 2013 PROGRAMA DE MONITORAMENTO SISMOGRÁFICO

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 052/2005

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 052/2005 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 052/2005 NOME DA INSTITUIÇÃO: NEOENERGIA S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: RESOLUÇÃO NORMATIVA EMENTA

Leia mais

EDITAL 022/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: ECONÔMICO FINANCERIA

EDITAL 022/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: ECONÔMICO FINANCERIA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 022/2010 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: ECONÔMICO FINANCERIA O Projeto BRA/06/032 comunica

Leia mais

Relatório de vagas disponíveis - Bolsa Emprego

Relatório de vagas disponíveis - Bolsa Emprego MODALIDADE : AGRIMENSURA REGIONAL DE CASCAVEL Topógrafo (a) Executar levantamentos geodésicos, por meio de levantamentos altimétricos e planimétricos, implantar no campo pontos de projeto, locando obras

Leia mais

ANEXO 10 TDR AUDITORES

ANEXO 10 TDR AUDITORES ANEXO 10 TDR AUDITORES PROJETO DE SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DE PERNAMBUCO PSHPE (N. DO EMPRÉSTIMO) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA PARA AUDITORIA DO XX ANO DO PROJETO DE

Leia mais

ANEXO VIII SISTEMA DE MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO

ANEXO VIII SISTEMA DE MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO ANEXO VIII SISTEMA DE MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO ANEXO VIII SISTEMA DE MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO p. 1 / 19 Sumário Sumário... 2 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ÍNDICE DE CUMPRIMENTO DE MARCOS - ICM... 5 2.1. Procedimento

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

AÇÕES, PROGRAMAS E PROJETOS

AÇÕES, PROGRAMAS E PROJETOS 1 de 6 Estudos e Projetos para infraestrutura portuária - Nacional Estudos e Planejamento para o Setor Portuário - Nacional Elaboração de Estudos de viabilidade econômica para construção de um cais com

Leia mais

Projeto DNIT PNCT. Panorama do projeto. (Modelo de trabalho, dificuldades e resultados) Velsis Sistemas e Tecnologia Viária

Projeto DNIT PNCT. Panorama do projeto. (Modelo de trabalho, dificuldades e resultados) Velsis Sistemas e Tecnologia Viária Projeto DNIT PNCT Panorama do projeto (Modelo de trabalho, dificuldades e resultados) Velsis Sistemas e Tecnologia Viária 1 Sediada em Curitiba PR, às margens da BR 277, a VELSIS atua no segmento de ITS

Leia mais

ANEXO II ao Edital de PREGÃO AMPLO Nº 13/2009

ANEXO II ao Edital de PREGÃO AMPLO Nº 13/2009 ANEXO II ao Edital de PREGÃO AMPLO Nº 13/2009 CADERNO DE ENCARGOS MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA DO SISTEMA ELÉTRICO, HIDRÁULICO E COMBATE A INCÊNDIO. COMPLEXO SEDE DA ANATEL E UNIDADE DE SOBRADINHO

Leia mais

Nº 1.0.0 Nº 1.2.0 Nº 1.2.8

Nº 1.0.0 Nº 1.2.0 Nº 1.2.8 Macroprocesso Processo Subprocesso Gerência GERÊNCIA REGIONAL Nº 1.0.0 Nº 1.2.0 Nº 1.2.8 1.2.8.1 Receber e analisar solicitação Receber solicitação de demanda de expansão do sistema de Supervisor de Unidade

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 68, de 22 de julho

Leia mais

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com. Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.br 1-15 INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior,

Leia mais

Projeto Geoimagem Introduzindo Diferencial Estratégico e Técnico aos Sistemas Corporativos de Informações Georreferenciadas da CEMIG

Projeto Geoimagem Introduzindo Diferencial Estratégico e Técnico aos Sistemas Corporativos de Informações Georreferenciadas da CEMIG 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Projeto Geoimagem Introduzindo Diferencial Estratégico e Técnico aos Sistemas Corporativos de Informações Georreferenciadas da CEMIG Carlos Alberto Moura CEMIG

Leia mais

5.3 - Plano de Gestão Ambiental - PGA... 1/9. 5.3.1 - Objetivos... 1/9. 5.3.2 - Justificativas... 1/9. 5.3.3 - Metas... 1/9

5.3 - Plano de Gestão Ambiental - PGA... 1/9. 5.3.1 - Objetivos... 1/9. 5.3.2 - Justificativas... 1/9. 5.3.3 - Metas... 1/9 2818-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV ESTREITO FERNÃO DIAS ÍNDICE... 1/9 5.3.1 - Objetivos... 1/9 5.3.2 - Justificativas... 1/9 5.3.3 - Metas... 1/9 5.3.4 - Metodologia... 2/9 5.3.5 - Público-alvo... 5/9 5.3.6

Leia mais

PORTARIA P RIOURBE Nº 307 DE 03 DE SETEMBRO DE 2014.

PORTARIA P RIOURBE Nº 307 DE 03 DE SETEMBRO DE 2014. PORTARIA P RIOURBE Nº 307 DE 03 DE SETEMBRO DE Dispõe sobre o desdobramento das metas estabelecidas no acordo de resultados celebrado entre o Município dorio de Janeiro e a Empresa Municipal de Urbanização

Leia mais

II Fórum Técnico - "Matriz Energética Brasileira" Altamira - 21/nov/2007 Categorias para Sistematização de Questões. Bloco Categoria Subcategoria

II Fórum Técnico - Matriz Energética Brasileira Altamira - 21/nov/2007 Categorias para Sistematização de Questões. Bloco Categoria Subcategoria Bloco Categoria Subcategoria II Fórum Técnico - "Matriz Energética Brasileira" Altamira - 21/nov/2007 Categorias para Sistematização de Questões 1. O empreendimento em geral 1.1. Materialização do empreendimento

Leia mais

Energia Solar em Habitações do Programa Minha Casa Minha Vida

Energia Solar em Habitações do Programa Minha Casa Minha Vida Energia Solar em Habitações do Programa Minha Casa Minha Vida Carlos Faria Café Coordenador técnico Cidades Solares Diretor Studio Equinócio Consultor GTZ PORTARIA Nº 93, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010 Dispõe

Leia mais

Relação de Documentos necessários para Aprovação de Projetos Particulares. Check-List. Gerência de Serviços Técnicos - Departamento de Projeto

Relação de Documentos necessários para Aprovação de Projetos Particulares. Check-List. Gerência de Serviços Técnicos - Departamento de Projeto Relação de Documentos necessários para Aprovação de Projetos Particulares Check-List Gerência de Serviços Técnicos - Departamento de Projeto Diretoria de Serviços Operacionais 1. RESUMO Relação de documentos

Leia mais

INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA DA URI URINOVA EDITAL Nº 004/2015 SELEÇÃO DE PROJETOS NO PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INTERNA

INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA DA URI URINOVA EDITAL Nº 004/2015 SELEÇÃO DE PROJETOS NO PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INTERNA INCUBADORA DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA DA URI URINOVA EDITAL Nº 004/2015 SELEÇÃO DE PROJETOS NO PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INTERNA A Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões URI, Campus

Leia mais

Gestão de Segurança de Barragens de Mineração

Gestão de Segurança de Barragens de Mineração Gestão de Segurança de Barragens de Mineração FIEMG, Novembro 2014 Paulo Franca Tópicos Sistema de gestão conceitos fundamentais Oportunidades/ pontos a serem considerados Tamanho do problema A cada ±30

Leia mais

A Universalização dos Serviços de Água e Esgoto em Porto Alegre. 2014 saneamento na rede Rio de Janeiro, 19 de maio 2010

A Universalização dos Serviços de Água e Esgoto em Porto Alegre. 2014 saneamento na rede Rio de Janeiro, 19 de maio 2010 A Universalização dos Serviços de Água e Esgoto em Porto Alegre 2014 saneamento na rede Rio de Janeiro, 19 de maio 2010 Foto João Fiorin Lago Guaíba - Porto Alegre - RS PERFIL DA INSTITUIÇÃO: atende 100%

Leia mais

AHE FOZ DO RIO CLARO GERÊNCIA E GESTÃO

AHE FOZ DO RIO CLARO GERÊNCIA E GESTÃO AHE FOZ DO RIO CLARO GERÊNCIA E GESTÃO RELATÓRIO SEMESTRAL Fevereiro a Julho/2008 Sumário Sumário... 2 RELATÓRIO DE GERÊNCIA E GESTÃO... 5 1. APRESENTAÇÃO... 5 2. ATENDIMENTO DOS PLANOS BÁSICOS AMBIENTAIS...

Leia mais