SITUAÇÃO E VISÃO DE ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS ESTUPRO,PEDOFILIA E VIOLÊNCIA MORAL. Thaís Delabarba Valéria Pignaton Luz Wena Dantas Marcarini

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SITUAÇÃO E VISÃO DE ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS ESTUPRO,PEDOFILIA E VIOLÊNCIA MORAL. Thaís Delabarba Valéria Pignaton Luz Wena Dantas Marcarini"

Transcrição

1 SITUAÇÃO E VISÃO DE ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS ESTUPRO,PEDOFILIA E VIOLÊNCIA MORAL Thaís Delabarba Valéria Pignaton Luz Wena Dantas Marcarini

2 VIOLÊNCIA MORAL

3 Violência Moral VIOLÊNCIA MORAL, mais conhecido por Assédio Moral, é ato individual ou coletivo contra pessoas: caracteriza-se por ato intencional, sistemático e abusivo com o objetivo de apequenar, anular, fragilizar e destruir a integridade física, psíquica, emocional de pessoa ou um grupo de pessoas.

4 Violência Moral De acordo o Dicionário Jurídico Violência moralé o mesmo que coação moral. Erich Fromm estuda profundamente este tema, para ele violência moral é o desenvolvimento individual de um traço de caráter social.

5 Erich Fromm: Historicamente hávários tipos de sociedade fundadas na violência moral: as sociedades feudal, mercantilista, absolutista, escravagista, industrial, socialista, capitalista são alguns daqueles tipos.

6 Violência Moral Segundo a Organização Panamericana de Saúde (OPAS), 2007, violência em quaisquer de seus tipos e naturezas, é um problema multifacetário de Saúde Pública. Violência: é o uso intencional da força física ou do poder,real ou por ameaça, contra a pessoa mesma, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou comunidade que possa resultar em morte, lesão, danos psicológicos, problemas de desenvolvimento ou privação.

7 Tipos de Violência Moral Ainda segundo o OPAS, hátrês tipos básicos e gerais de violência: -violência auto-infligida (autoviolência); - violência interpessoal; -violência coletiva (social, política, econômica). A violência moral, ou assedio moral, éum subtipo da violência interpessoal.

8 Constituição Brasileira 5 de Outubro de Art.5 Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito á vida, á liberdade, á igualdade, á segurança e á prosperidade, nos termos seguintes: I-Homens e mulheres sóa iguais em direitos e obrigação, nos termos desta Constituição. II -ninguém seráobrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei; III-ninguém serásubmetido átortura nem a tratamento desumano ou degradante; V-éassegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da identificação por danos material,moral ou á imagem. De modo indireto, a Constituição Brasileira considera a violência moral um crime constitucional, notadamente nos parágrafos I, II,III,V do Artigo 5.

9

10 Significados de Violência Moral As palavras coação, assédio, agressão e tortura trazem o substrato vivencial de violação e de violentação da dignidade e da integridade psicofísica de uma pessoa humana A violência moral é o dano decorrente de todo comportamento, palavra, gesto, atitude abusivo e dirigido a uma pessoa ou a um grupo de pessoas com o propósito de degradá-lo, anulá-lo ou destruí-lo, gerando agravos, riscos e danos psicofísicos mais ou menos previsíveis e identificáveis, com possíveis prejuízos.

11 Violência Moral nas Profissões Especialistas em relações de trabalho apontam que os maiores fatores para o crescimento dos casos de assédio moral são o aumento da competitividade e, também, a maior conscientização do trabalhador por seus direitos.

12 As vítimas preferenciais, segundo a pesquisa, são as mulheres. Por uma questão histórica (o aumento da presença feminina no mercado de trabalho), o preconceito ainda é muito forte e elas ainda precisam provar competência nas funções. Há também casos de agressões a negros e homossexuais.

13 Formas de Agressão Existem dois tipos de constrangimento: - -vertical (de superior para subordinado e vice-versa) -horizontal (de colega para colega).

14 DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM Violência Moral a) ISOLAMENTO SOCIAL b)risco DE BAIXA AUTO-ESTIMA SITUACIONAL

15 ISOLAMENTO SOCIAL Definição:Solidão experimentada pelo individuo e percebida como imposta por outro e como estado negativo ou ameaçador. Características Definidoras Objetiva Subjetivo Afeto triste Expressa sentimento de rejeição Não comunicativo Expressa sentimentos de solidão imposta Procura ficar sozinho por outros. Retraído Experimenta sentimentos de diferença Preocupação com o próprio com relação a outros. pensamento Fatores relacionados Comportamento social inaceitável Fatores que contribuem para a ausência de relacionamentos pessoais satisfatório(p.ex.,demora em realizar tarefas de desenvolvimento). Recursos pessoais inadequados.

16 NIC-INTERVENÇÕES DE Enfermagem Intervenções de Enfermagem Sugeridas para a Solução do Problema: Aconselhamento Melhora da auto-estima Melhora da autopercepção Aumento da socialização Melhora do sistema de Apoio Construção de Relação Complexa Controle do Ambiente Facilitação da Visita Promoção de Esperança Presença Promoção da Normalidade Redução do estresse por Mudança Suporte Emocional

17 Nic-AUMENTO DA SOCIALIZAÇÃO Definição: Facilitação da capacidade de uma pessoa para interagir com outros indivíduos Atividades: Encorajar maior envolvimento nas relações já estabelecidas Encorajar a paciência no desenvolvimento de relações Encorajar as relações com pessoas que tenham interesses e metas comuns Encorajar atividades sociais e comunitárias Encorajar a partilha de problemas comuns com outras pessoas Encorajar a honestidade ao se apresentar aos outros Encorajar o envolvimento em interesses totalmente novos Encorajar o respeito pelos direito dos outros

18 AUMENTO DA SOCIALIZAÇÃO Atividades: Oferecer modelos de papel que expressam a raiva de forma adequada Confrontar o cliente quanto a prejuízos de julgamento, se adequado Solicitar e esperar comunicação verbal Oferecer feedback quando o cliente alcança as metas Encorajar o cliente a mudar de ambiente, como sair para caminhadas ou ir ao cinema Facilitar o envolvimento do cliente e o planejamento de futuras atividades Encorajar o planejamento de atividades especiais pro grupos menores

19 NOC-ISOLAMENTO SOCIAL Definição:solidão experimentada pelo indivíduo e percebida como imposta por outros e como um estado negativo ou ameaçador. Resultados Sugeridos: Ambiente Familiar Social Apoio Social Bem-estar Pessoal Envolvimento Social Gravidade da Solidão Habilidades de Interação Social

20 Nanda- RISCO DE BAIXA AUTO-ESTIMA SITUACIONAL Definição: Risco para desenvolver uma percepção negativa do próprio valor em resposta a uma situação atual. Fatores de Risco Alteração no desenvolvimento Controle diminuído do ambiente Distúrbio da imagem corporal Fracasso Mudanças de papel social Rejeição

21 NIC-INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM RISCO DE BAIXA AUTO-ESTIMA SITUACIONAL Aconselhamento Controle do Humor Grupo de Apoio Terapia de Grupo Tratamento do uso de Drogas Tratamento do uso de Drogas: Abstinência Melhora da auto-estima Melhora da imagem corporal

22 Nic-MELHORA DA AUTO-ESTIMA Definição: Assistência ao cliente para que aumente o julgamento a cerca do valor pessoal Atividades: Monitorar as afirmações do cliente em relação à auto-estima Determinar a lócus de controle do cliente Determinar a confiança que o cliente tem no próprio julgamento Encorajar o cliente a identificar seus pontos positivos Encorajar o contato visual na comunicação com os outros Reforças os pontos pessoais positivos identificados pelo cliente Propiciar experiências que aumentem a autonomia do cliente, quando adequado Auxiliar o cliente a identificar respostas positivas de outras pessoas Evitar criticas negativas Evitar provocações

23 PEDOFILIA

24 Pedofilia O conceito de pedofilia aponta para uma disfunção sexual. Éum tipo de parafilia,na qual o indivíduo sósente prazer com determinado objeto, não é uma doença. Para outros, a pedofilia éuma psicopatologia, perversão sexual com caráter compulsivo e obsessivo. O pedófilo échamado agressor sexual.

25 Tipos de Parafilia necrofilia (atividades sexuais com cadáver); zoofilia (com animais); hebefilia (com adolescentes). A Internet é, atualmente, o principal meio de divulgação da pedofilia, que movimenta milhões de dólares por ano e forma verdadeiros clubes com o objetivo de unir os pedófilos, adquirir fotos, vídeos, fazer turismo sexual e tráfico de menores.

26 Pedofilia A pedofilia éum transtorno de personalidade da preferência sexual, que se caracteriza pela escolha sexual por crianças, geralmente no início da puberdade,por volta dos 13 anos a menos. O indivíduo pedófilos deve ter 16 anos a mais, conforme os critérios estabelecidos pelo DSM (Classificação dos transtornos mentais feita pela Associação Americana de Psiquiatria).

27 Pedofilia Para a DSM, pedofilia édefinida como intensa atração sexual, fantasias sexuais ou outros comportamentos de caráter sexual por prépubescentes, por um período de ao menos seis meses. Nesse caso, o indivíduo com fantasias pedofílicas durante toda sua vida adulta, antes do início dos episódios maníacos ou depressivos, ilustra o caráter do pedófilo que apresenta intensas fantasias, mas não se engaja em atividades sexuais.

28 Infância Roubada Em aproximadamente 25% dos casos, o pedófilo foi uma criança molestada. O erotismo infantil está ligado à trajetória da humanidade. Em aproximadamente 450 culturas tradicionais, a idade perfeita para contrair matrimônio estáentre 12 e 15 anos.

29 Pedofilia Psicólogos especialistas em agressão infantil afirmam 80% dos casos de abuso sexual de crianças acontecem na intimidade do lar: pais, padrastos, tios e pessoas íntima como padres

30 Conseqüências da pedofilia Oabuso sexual de menores gera danos na estrutura e nas funções do cérebro da criança molestada, incluindo aquelas que desempenham papel importante na memória e nas emoções.

31 Pedofilia é crime No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu artigo 241, estabelece a pena de detenção de um a quatro anos e multa para quem fotografar ou publicar cena de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança e adolescente.

32 DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM PARA PEDOFILIA RISCO DA VIOLÊNCIA DIRECIONADA A OUTRO(1980, 1996)(pedófilo) SÍNDROME PÓS-TRAUMA (1986, 1998)(vítima) RISCO DA SÍNDROME DO PÓS-TRAUMA (1998)(vítima) Medo(vítima)

33 RISCO DA VIOLÊNCIA DIRECIONADA A OUTRO (pedófilo) NANDA Definição:Risco de apresentar comportamentos nos quais o indivíduo demonstra que pode ser física, emocional e/ ou sexualmente nocivo a outros. Fatores de risco Danos cognitivos (p. ex., deficiências de aprendizado, transtorno de déficit de atenção, funcionamento intelectual diminuído) Disponibilidade de arma(s) História de abuso de substância Historia de abuso de infância História de testemunhar violência na família Historia de violência contra outros ( p. ex., bater, chutar, cuspir, arranhar, jogar objetos, morder, tentativa de estupro, estupro, molestiamento sexual, urinar/ evacuar em alguém).

34 INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM nanda- RISCO DE VIOLÊNCIA DIRECIONADA A OUTROS Definição: Risco de comportamentos em que o individuo demonstra que écapaz de ser física, emocional/ e ou sexualmente prejudicial aos outros. Intervenções de Enfermagem Sugeridas Modificação do Comportamento Precauções contra Incêndios Prevenção do Uso de Drogas Assistência no Controle da Raiva Apoio á Proteção contra Abuso Controle do Ambiente: Prevenção contra Violência

35 NIC-ASSISTÊNCIA NO CONTROLE DA RAIVA Definição: Facilitação da expressão de raiva de forma adaptativa e não-violenta. Atividades: Estabelecer confiança e interações básicas com o cliente Usar uma abordagem calma e segura Prevenir dano físico caso a raiva esteja voltada a si ou terceiros (p. ex., contenção física e remoção de armas potenciais) Oferecer válvulas de escape física para a expressão da raiva ou tensão (p. ex., saco de boxe, esportes, argila e escrita de diário) Auxiliar o cliente a identificar a fonte da raiva Auxiliar o cliente a identificar a fonte da raiva Auxiliar o cliente a identificar a fonte da raiva

36 Nic-CONTROLE DO AMBIENTE: PREVENÇÃO CONTRA VIOLÊNCIA Definição: Monitoração e manipulação do ambiente físico para reduzir o potencial de comportamento violento a si, aos outros ou ao ambiente. Atividades: Colocar o cliente em um ambiente minimamente restritivo, que permita o nível necessário de observação Manter uma área de segurança reservada (p. ex., sala de isolamento) para colocar o cliente quando violento Monitorar a segurança dos utensílios que estejam sendo trazidos ao ambiente pelos visitantes Orientar as visitas e outros cuidadores sobre questões relevantes á segurança do paciente

37 NOC-RISCO DE VIOLÊNCIA DIRECIONADA A OUTROS Resultados sugeridos Autocontenção de Comportamentos Abusivo Autocontrole da Agressividade Autocontrole da Depressão Autocontrole da Impulsividade Autocontrole de Pensamento Distorcido Cessação de Abuso Controle de Riscos Comunitário: Violência

38 CESSAÇÃO DE ABUSO Definição: Evidências de que a vítima não é mais ferida ou abusada. Cessação de abuso Graduação Nenhuma 1 Limitada 2 Moderada 3 Substancial 4 Extensa 5 Indicadores Evidência de cessação de abuso físico Evidência de cessação de abuso emocional Evidência de cessação de abuso sexual Evidência de cessação de exploração financeira NA NA NA NA 1º edição 1997; 3º edição revisada

39 nanda-síndrome PÓS-TRAUMA Definição: Resposta mal- adequada e sustentada a evento traumático e opressivo. Características Definidoras Agressão Tristeza Alienação Vergonha Amnésia Ansiedade Medo Ataques de pânico Comportamento compulsivo Culpa Depressão Desesperança Dificuldade de concentração Estados de humor alterados Estupro Evitar as pessoas Hipervigilância

40 SÍNDROME PÓS-TRAUMA Fatores Relacionados Abuso (físico e psicológico) Testemunhar morte violenta Testemunhar mutilação Tortura Vitimização criminosa Lesão grave a entes queridos Lesão grave a si mesmo

41 NIC- SÍNDROME PÓS-TRAUMA Definição: Respostaprolongada de máadaptação evento traumático e opressivo. Intervenções de Enfermagem Sugeridas para a Solução do Problema: Aconselhamento Controle do Humor Melhora do Sistema de Apoio Melhora do Enfrentamento Terapia para trauma: Criança Redução da Ansiedade Intervenções Adicionais Optativas: Aumento da Socialização

42 NIC- ACONSELHAMENTO Definição:Uso de um processo interativo de ajuda enfocado ad necessidades, os problemas ou sentimento do paciente e da pessoa significativa para aumentar ou apoiar as habilidades de enfrentamento, soluções de problemas e relações inter-pessoais. Atividades: Estabelecer uma Relação Terapêutica baseado na confiança e no respeito Demonstrar empatia, cordialidade e autenticidade Estabelecer a duração da Relação de Aconselhamento Oferecer privacidade e garantir confiabilidade Oferecer informações concretas, conforme necessária Encorajar a expressão do sentimentos Determinar a forma como o comportamento familiar afeta o cliente

43 NOC-SÍNDROME PÓS-TRAUMA Definição: Resposta mal-adaptada sustentada a um evento traumático, opressivo Resultados Sugeridos Autocontenção do suicídio Autocontrole da Impulsividade Contenção de Automutilação Enfrentamento Recuperação do Abuso: Sexual

44 ENFRENTAMENTO Definição: Ações pessoais para controlar estressores que consomem os recursos individuais.pg.371.

45 ESTUPRO O estupro é considerado um dos crimes mais violentos. No caso do estupro contra menores de idade, também é possível falar-se em pedofilia.

46 ESTUPRO No Brasil com a nova Lei /2009, o Art. 213 do Código Penal foi alterado, não traz a expressão "mulher" e sim "alguém", logo, o homem, em tese, pode ser vítima de estupro.

47 ESTUPRO Atualmente a pena no País éde 6 a 10 anos de reclusão para o criminoso, aumentando para 8-12 anos se há lesão corporal da vítima.

48 ESTUPRO Se a vítima possui entre 14 a 18 anos de idade, e para 12 a 30 anos, se a conduta resulta em morte.

49 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1.MIRANDA,R.Crime Virtual,Violência Real.Disponível em: <http://www.censura.com.br/.acessado em 10 de jun. de Pontal,H.Disponívelem:<http://www.senado.gov.br/web/comunica/agencia/ent enda/pedofilia.htm.acessado em 10 de jun. de FERNANDES,C.Violência Moral na Enfermagem.Goiânia: AB Marsden,V. Pedofilia, transtorno bipolar e dependência de álcool e opioides.jornal brasileiro psiquiatra. vol.58 no.2 Rio de Janeiro Disponível em:< df.acessado em 10 de jun.de Felipe, Jane. Afinal, quem é mesmo pedófilo?.cad. Pagu no.26 Campinas Jan./June 2006.Disponivel em;< em:10 de jun.2010

50 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 6.FERNANDES,C.Violência Moral na Enfermagem.Disponível em:http://www.carlosfernandes.prosaeverso.net/visualizar.php?idt= Acesssado em 16 de jun de PERCÍLIA,E.Pedofilia.Disponivel em<http://www.brasilescola.com/sociologia/pedofilia.htm.acessado em 16 de jun de NANDA Internacional.Diagnósticos de Enfermagem da NANDA.São Paulo, Editora Artemed S.A.; NOC Classificação dos Resultados de Enfermagem.São Paulo,Editora Arte med S.A.; NIC Classificação das Intervenções de Enfermagem.São Paulo,Editora Artemed S.A.;2008.

51 Obrigado!!!

PROCESSOS DE PENSAMENTO PERTUBADOS LUZIANI SANTANA BOOSTEL MAYARA CELESTINA F. DA SILVA

PROCESSOS DE PENSAMENTO PERTUBADOS LUZIANI SANTANA BOOSTEL MAYARA CELESTINA F. DA SILVA PROCESSOS DE PENSAMENTO PERTUBADOS LUZIANI SANTANA BOOSTEL MAYARA CELESTINA F. DA SILVA O QUE É PENSAMENTO? Cognição, senciência, consciência, idéia e imaginação. O pensamento é considerado a expressão

Leia mais

2º ENCONTRO DE TÉCNICOS E AUXILIARES DE ENFERMAGEM DO COREN-BA. 26/09/2014 SUERDA F. DE SOUZA COAST/CESAT/DIVAST

2º ENCONTRO DE TÉCNICOS E AUXILIARES DE ENFERMAGEM DO COREN-BA. 26/09/2014 SUERDA F. DE SOUZA COAST/CESAT/DIVAST ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO: DESAFIO PARA A SAÚDE DO TRABALHADOR 2º ENCONTRO DE TÉCNICOS E AUXILIARES DE ENFERMAGEM DO COREN-BA. 26/09/2014 SUERDA F. DE SOUZA COAST/CESAT/DIVAST ASSÉDIO (VIOLÊNCIA) MORAL

Leia mais

AUTOVIOLÊNCIA. Dalila Santos Daniela Soares Colombi

AUTOVIOLÊNCIA. Dalila Santos Daniela Soares Colombi AUTOVIOLÊNCIA Dalila Santos Daniela Soares Colombi Automutilação Conceito: Comportamento autolesivo deliberado, causando dano tissular, com a intenção de provocar lesão não fatal para obter alívio de tensão.

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO 1 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Gracielly Oliveira, Hans Alves e Lucia Politi

Leia mais

Edson Vizzoni Psicólogo Especialista em TCC IBH Julho de 2014

Edson Vizzoni Psicólogo Especialista em TCC IBH Julho de 2014 Edson Vizzoni Psicólogo Especialista em TCC IBH Julho de 2014 "Personalidade é a organização dinâmica dos traços no interior do eu, formados a partir dos genes particulares que herdamos, das existências

Leia mais

Assédio Moral e Violência no Trabalho SINDSEP CAROLINA GRANDO, PSICÓLOGA - CRP 06/114283

Assédio Moral e Violência no Trabalho SINDSEP CAROLINA GRANDO, PSICÓLOGA - CRP 06/114283 Assédio Moral e Violência no Trabalho SINDSEP CAROLINA GRANDO, PSICÓLOGA - CRP 06/114283 O que você sempre quis saber sobre saúde mental relacionada ao trabalho e nunca teve a quem perguntar? Dividam-se

Leia mais

Riscos Psicossociais Associados à Violência nos Locais de Trabalho

Riscos Psicossociais Associados à Violência nos Locais de Trabalho Riscos Psicossociais Associados à Violência nos Locais de Trabalho Catarina Paulos 6 de Março de 2012 Auditório do IEFP VIOLÊNCIA NO LOCAL DE TRABALHO Uso intencional de poder contra uma pessoa ou um grupo,

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A figura do delinquente / transtornos da personalidade Vania Carmen de Vasconcelos Gonçalves* 1. INTRODUÇÃO Atualmente é comum nos depararmos diariamente com casos e relatos de violência,

Leia mais

Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria

Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria Programa Mínimo para Residência Médica em Psiquiatria A Comissão de Residência Médica em Psiquiatria da Associação Brasileira de Psiquiatria (CRMP-ABP) ao propor esse programa, recomenda o índice de no

Leia mais

PREVENÇÃO DE RECAÍDA

PREVENÇÃO DE RECAÍDA PREVENÇÃO DE RECAÍDA Alessandro Alves Noventa por cento do sucesso se baseia simplesmente em insistir. Woody Allen A recaída tem sido descrita tanto como um resultado a visão dicotômica de que a pessoa

Leia mais

Psicologia do Esporte

Psicologia do Esporte Psicologia do Esporte Luana Pilon Jürgensen Bacharel em Educação Física Unesp/Rio Claro (2010) LEPESPE (2008-2010) 2 Termo Nutrição UNIFESP/Baixada Santista (2011) Formação Graduação em Psicologia privilegia

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F.

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. dos Santos A aids é ainda uma doença ameaçadora. Apesar de todos os avanços no

Leia mais

Centro de Combate à Violência Infantil. O amor por princípio, a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes por vocação

Centro de Combate à Violência Infantil. O amor por princípio, a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes por vocação Centro de Combate à Violência Infantil O amor por princípio, a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes por vocação Centro de Combate à Violência Infantil Violência Física contra Crianças e

Leia mais

BULLYING PROFISSIONAL E O CONSTRANGIMENTO ILEGAL HIERÁRQUICO NO DIREITO ADMINISTRATIVO MILITAR

BULLYING PROFISSIONAL E O CONSTRANGIMENTO ILEGAL HIERÁRQUICO NO DIREITO ADMINISTRATIVO MILITAR BULLYING PROFISSIONAL E O CONSTRANGIMENTO ILEGAL HIERÁRQUICO NO DIREITO ADMINISTRATIVO MILITAR Eder Machado Silva * Resumo: O presente artigo tem por objetivo abrir uma discussão sobre essa visão de violência

Leia mais

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio TERAPIA DO LUTO Profa. Dra. Angela Maria Alves e Souza Enfermeira-Docente-UFC o suicídio desencadeia o luto mais difícil de ser enfrentado e resolvido

Leia mais

Dr. Eduardo Henrique Teixeira

Dr. Eduardo Henrique Teixeira Dr. Eduardo Henrique Teixeira CONCEITO Personalidade normal: Maneira (única) de cada indivíduo de reagir e de se relacionar com outros e com o ambiente. CONCEITO Personalidade anormal: Disposição, inata,

Leia mais

BULLYING: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS

BULLYING: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS BULLYING: UMA QUESTÃO DE DIREITOS HUMANOS Luiz Gustavo Fabris Ferreira 1 1. Introdução. 2. Conceito e caracterização do bullying. 3. Tipos de bullying e perfil dos agressores e vítimas. 4. O bullying e

Leia mais

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE ANDRADE 1, Fernando C. B. de; SANTOS 2, Carmen S. G. dos; VASCONCELOS 3, Maria Helena Venâncio; Centro de Educação/Departamento

Leia mais

KratsPsiquê. A depressão está muito ligada ao suicídio. Índices avaliados: níveis de tristeza, insatisfação, culpa, insônia, punição, etc.

KratsPsiquê. A depressão está muito ligada ao suicídio. Índices avaliados: níveis de tristeza, insatisfação, culpa, insônia, punição, etc. DEPRESSÃO A depressão está muito ligada ao suicídio. Índices avaliados: níveis de tristeza, insatisfação, culpa, insônia, punição, etc. BDI- Inventário de Depressão Beck: a medição é feita por escores

Leia mais

Questão Resposta Questão Resposta 1 21 2 22 3 23 4 24 5 25 6 26 7 27 8 28 9 29 10 30 11 31 12 32 13 33 14 34 15 35 16 36 17 37 18 38 19 39 20 40

Questão Resposta Questão Resposta 1 21 2 22 3 23 4 24 5 25 6 26 7 27 8 28 9 29 10 30 11 31 12 32 13 33 14 34 15 35 16 36 17 37 18 38 19 39 20 40 SIMULADO SOBRE TEORIAS DA PERSONALIDADE Aluno(a) A prova contém 40 questões de múltipla escolha. Utilize a folha de respostas abaixo para assinalar suas respostas. Ao final da prova, devolva apenas esta

Leia mais

Eventualmente tutores podem desafiar a coragem e independência de seus pares através de atividades de competição entre todos, mudando de vínculo

Eventualmente tutores podem desafiar a coragem e independência de seus pares através de atividades de competição entre todos, mudando de vínculo Uma experiência com a diversidade: crianças deficientes...crianças eficientes...educadores Uma experiência da inclusão reversa com pares tutores auxiliares de aula Nossa equipe com o primeiro grupo de

Leia mais

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2 1 O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2 RESUMO: Este artigo apresenta uma reflexão sobre a violência

Leia mais

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E ABUSO SEXUAL

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E ABUSO SEXUAL VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E ABUSO A S S O C I A Ç Ã O P R O J E C T O C R I A R Abuso sexual de crianças e violência doméstica Fenómenos epidémicos na sociedade Aumento de queixas Back-lash: movimento de reacção

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO ASSÉDIO MORAL E SEXUAL NO AMBIENTE DE TRABALHO

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO ASSÉDIO MORAL E SEXUAL NO AMBIENTE DE TRABALHO POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO ASSÉDIO MORAL E SEXUAL NO AMBIENTE DE TRABALHO Versão 1.0 RES nº 101/2014, 09/12/2014 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Aplicação... 3 3. Conceitos... 3 4. Referências... 4

Leia mais

apropriados para uma relação terapeuta e cliente possa ser segura.

apropriados para uma relação terapeuta e cliente possa ser segura. QUESTÕES ÉTICAS EM PSICOTERAPIA Dilemas éticos para o século XXI Roberto Faustino de Paula ÉTICA O termo ética vem do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa), significando um conjunto de valores

Leia mais

22ª JORNADA DA AMINT NOVEMBRO/2008 DEPRESSÃO E TRABALHO. MARIA CRISTINA PALHARES MACHADO PSIQUIATRA MÉDICA DO TRABALHO mcris1989@hotmail.

22ª JORNADA DA AMINT NOVEMBRO/2008 DEPRESSÃO E TRABALHO. MARIA CRISTINA PALHARES MACHADO PSIQUIATRA MÉDICA DO TRABALHO mcris1989@hotmail. 22ª JORNADA DA AMINT NOVEMBRO/2008 DEPRESSÃO E TRABALHO MARIA CRISTINA PALHARES MACHADO PSIQUIATRA MÉDICA DO TRABALHO mcris1989@hotmail.com DEPRESSÃO 1. Afeta pelo menos 12% das mulheres e 8% dos homens

Leia mais

COORDIGUALDADE Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidade e Eliminação da Discriminação no Trabalho

COORDIGUALDADE Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidade e Eliminação da Discriminação no Trabalho MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO COORDIGUALDADE Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidade e Eliminação da Discriminação no Trabalho Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região Av.

Leia mais

Campanha Anti-bullying. JMJ na luta de uma escola respeitosa e humanizada

Campanha Anti-bullying. JMJ na luta de uma escola respeitosa e humanizada Campanha Anti-bullying JMJ na luta de uma escola respeitosa e humanizada Se o mal é contagioso o bem também é. Deixemos-no contagiar pelo bem. Papa Francisco Caro jovem, família e educadores, Este material

Leia mais

Saúde Mental do Trabalhador. Grazieli Barbier Barros Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Pública e da família.

Saúde Mental do Trabalhador. Grazieli Barbier Barros Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Pública e da família. Saúde Mental do Trabalhador Grazieli Barbier Barros Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Pública e da família. Definição Para a OMS: Saúde é um estado de completo bem-estar físico mental e social,

Leia mais

Terapia Cognitivo-Comportamental dos Transtornos Alimentares Psicologia- Ulbra/Guaíba

Terapia Cognitivo-Comportamental dos Transtornos Alimentares Psicologia- Ulbra/Guaíba Terapia Cognitivo-Comportamental dos Transtornos Alimentares Psicologia- Ulbra/Guaíba Profa. Mestre Cláudia Galvão Mazzoni Fabiana Lima Rosinski Lisiane Botelho Ferreira Patrícia dos Santos Silveira Resumo:

Leia mais

Stress. Saúde Mental. ão.

Stress. Saúde Mental. ão. Saúde Mental Stress Se dura o tempo necessário para proteger o organismo de uma situação de risco, é saudável. Quando passa dias e dias sem controle, vira doença. O Stress, além de ser ele próprio e a

Leia mais

Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015

Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015 Bullying e Violência: O que temos e o que queremos 13 DE FEVEREIRO DE 2015 Bullying = Violência?? 2 Violência versus Bullying 3 São duas realidades que costumam andar lado a lado mas que não são sinónimos,

Leia mais

CARTILHA SOBRE RACISMO E INVIOLABILIDADE DE DOMICÍLIO DAS POPULAÇÕES CIGANAS, NÔMADES E DE RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA

CARTILHA SOBRE RACISMO E INVIOLABILIDADE DE DOMICÍLIO DAS POPULAÇÕES CIGANAS, NÔMADES E DE RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA Escola Superior Dom Helder Câmara CARTILHA SOBRE RACISMO E INVIOLABILIDADE DE DOMICÍLIO DAS POPULAÇÕES CIGANAS, NÔMADES E DE RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANA Introdução A Constituição da República Federativa

Leia mais

ASSÉDIO MORAL: Uma Realidade no Local de Trabalho

ASSÉDIO MORAL: Uma Realidade no Local de Trabalho ASSÉDIO MORAL: Uma Realidade no Local de Trabalho Conferência sobre Assédio Moral: Uma Realidade no Local de Trabalho? Ana Paula Viseu UGT 7 de Março de 2009 1 TIPOLOGIA DO ASSÉDIO Assédio sexual Assédio

Leia mais

PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA

PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA PROJETO APE E PROGRAMA ESCOLA DA FAMILIA O enfrentamento do BULLYING, além de ser uma medida disciplinar, também é um gesto cidadão tremendamente educativo, pois prepara os alunos para a aceitação, o respeito

Leia mais

ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO

ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO FERRAZ, Neila Borges 1 RESUMO O presente trabalho apresenta uma abordagem sobre o Assédio moral no ambiente de trabalho, tendo como a principal finalidade analisar

Leia mais

ASPECTOS JURÍDICOS ASSÉDIO MORAL

ASPECTOS JURÍDICOS ASSÉDIO MORAL ASPECTOS JURÍDICOS ASSÉDIO MORAL COMO ESTÃO OS PROCESSOS DE ASSÉDIO NO BRASIL. Atualmente, processos judiciais que envolvem assédio moral estão cada vez mais presentes na Justiça do Trabalho. No Brasil,

Leia mais

Curso de Psicologia CÓDIGO B108478 PROGRAMA

Curso de Psicologia CÓDIGO B108478 PROGRAMA Curso de Psicologia 1º período DISCIPLINA: ELEMENTOS DE ANATOMIA B108478 EMENTA: - Estudo de todos os órgãos e sistemas do organismo humano, destacando as funções pertinentes a cada estrutura. DISCIPLINA:

Leia mais

ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO

ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO Conceito: É toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, escritos, comportamento, atitude, etc.) que, intencional e freqüentemente, fira a dignidade e a integridade física

Leia mais

Faculdade de Medicina UFRGS Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal

Faculdade de Medicina UFRGS Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal Faculdade de Medicina UFRGS Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal Disciplina: Med 8834 - Psiquiatria Roteiro de Estudo de Caso Prof. Aristides Volpato Cordioli 1. DADOS DA IDENTIDADE DO PACIENTE

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física, da Atividade Física e do Esporte

Carta Internacional da Educação Física, da Atividade Física e do Esporte Carta Internacional da Educação Física, da Atividade Física e do Esporte Preâmbulo A Conferência Geral da UNESCO, 1. Recordando que, na Carta das Nações Unidas, os povos proclamaram sua fé nos direitos

Leia mais

Perturbações da Personalidade: Perturbação da Personalidade Borderline e Perturbação da Personalidade Evitante. Joana Gonçalves

Perturbações da Personalidade: Perturbação da Personalidade Borderline e Perturbação da Personalidade Evitante. Joana Gonçalves Perturbações da Personalidade: Perturbação da Personalidade Borderline e Perturbação da Personalidade Evitante Joana Gonçalves Perturbação da Personalidade Borderline Provavelmente a perturbação de personalidade

Leia mais

"PENSANDO NA PRÁTICA: IDENTIFICANDO OS SINAIS DE VIOLÊNCIA, AS CONSEQUÊNCIAS E OS MARCOS LEGAIS QUE RESPALDAM AS INTERVENÇÕES E GARANTEM DIREITOS"

PENSANDO NA PRÁTICA: IDENTIFICANDO OS SINAIS DE VIOLÊNCIA, AS CONSEQUÊNCIAS E OS MARCOS LEGAIS QUE RESPALDAM AS INTERVENÇÕES E GARANTEM DIREITOS "PENSANDO NA PRÁTICA: IDENTIFICANDO OS SINAIS DE VIOLÊNCIA, AS CONSEQUÊNCIAS E OS MARCOS LEGAIS QUE RESPALDAM AS INTERVENÇÕES E GARANTEM DIREITOS" SINAIS DE VIOLÊNCIA FÍSICA deve-se suspeitar dos casos

Leia mais

Transtornos de Personalidade e Implicações Forenses. Personalidade. Personalidade 26/09/2015. PUC Goiás Prof.ª Otília Loth

Transtornos de Personalidade e Implicações Forenses. Personalidade. Personalidade 26/09/2015. PUC Goiás Prof.ª Otília Loth Transtornos de Personalidade e Implicações Forenses PUC Goiás Prof.ª Otília Loth Personalidade Personalidade é uma totalidade relativamente estável e previsível de traços emocionais e comportamentais que

Leia mais

O Assédio Moral nas Organizações de Trabalho

O Assédio Moral nas Organizações de Trabalho O Assédio Moral nas Organizações de Trabalho Aline Peixoto Monteiro Psicóloga Organizacional Recrutamento, Seleção e Acompanhamento Desenvolvimento Humano Origem do Assédio Moral Década de 80: primeiros

Leia mais

Prevenção em saúde mental

Prevenção em saúde mental Prevenção em saúde mental Treinar lideranças comunitárias e equipes de saúde para prevenir, identificar e encaminhar problemas relacionados à saúde mental. Essa é a característica principal do projeto

Leia mais

O Código Penal dá tratamento moralista aos crimes sexuais e reflete claramente as relações de gênero de sua época:

O Código Penal dá tratamento moralista aos crimes sexuais e reflete claramente as relações de gênero de sua época: 61 O Código Penal dá tratamento moralista aos crimes sexuais e reflete claramente as relações de gênero de sua época: Não se nota preocupação dos legisladores com a proteção de crianças e adolescentes

Leia mais

RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA

RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA RELAÇÕES DE GÊNERO E VIOLÊNCIA Caro (a) Chesfiano (a), Você está recebendo uma série de publicações intitulada Para Viver Melhor, com informações atualizadas sobre temas diversos no campo da saúde física

Leia mais

Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes

Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes Quebrando Tabus Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes Maio de 2008 Lauro Monteiro Médico Pediatra Editor do Observatório da Infância www.observatoriodainfancia.com.br Importância de Vitória Vésperas

Leia mais

BULLYING O QUE É E QUAIS AS SUAS CONSEQUÊNCIAS?

BULLYING O QUE É E QUAIS AS SUAS CONSEQUÊNCIAS? BULLYING O QUE É E QUAIS AS SUAS CONSEQUÊNCIAS? Pesquisador: Leonan Carvalho da Silva Universidade Nove de Julho Departamento de Pós-graduação Lato Sensu em Psicopedagogia Eixo Temático: Teologia Prática:

Leia mais

Sumário 1 Diagnóstico Diferencial Passo a Passo...1 2 Diagnóstico Diferencial por Meio de Algoritmos...17

Sumário 1 Diagnóstico Diferencial Passo a Passo...1 2 Diagnóstico Diferencial por Meio de Algoritmos...17 Sumário 1 Diagnóstico Diferencial Passo a Passo...1 2 Diagnóstico Diferencial por Meio de Algoritmos...17 2.1 Algoritmo de Decisão para Baixo Desempenho Escolar... 22 2.2 Algoritmo de Decisão para Problemas

Leia mais

Prof. Msc. Carlos Roberto Fernandes. Kathyana Alves de Souza Kleber Ross

Prof. Msc. Carlos Roberto Fernandes. Kathyana Alves de Souza Kleber Ross Prof. Msc. Carlos Roberto Fernandes. Kathyana Alves de Souza Kleber Ross Sofrimento Espiritual (NANDA) Definição Capacidade prejudicada de experimentar e integrar significado e objetivo a vida por meio

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

MULHER DIREITOS. Conheça os seus. www.pedrokemp.com.br

MULHER DIREITOS. Conheça os seus. www.pedrokemp.com.br MULHER Conheça os seus DIREITOS www.pedrokemp.com.br www.pedrokemp.com.br Vive dentro de mim a mulher do povo. Bem proletária. Bem linguaruda, desabusada, sem preconceitos... Cora Coralina 2 GUIA DE DIREITOS

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO

ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO no campo do álcool, tabaco e outras drogas - ATOD Geraldo Mendes de Campos ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO no campo do álcool, tabaco e outras drogas - ATOD OBJETIVOS: - impedir ou retardar

Leia mais

Ao término da montaria, o aluno entrega o objeto identificador ao próximo da seqüência já organizada para que este vá até o cavalo a fim de realizar

Ao término da montaria, o aluno entrega o objeto identificador ao próximo da seqüência já organizada para que este vá até o cavalo a fim de realizar A EQUOTERAPIA COMO RECURSO TERAPÊUTICO APLICADO AO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DE ALUNOS DEFICIENTES MENTAIS Introdução Autora: Tatiana Naraya Puzzi de Campos Fisioterapeuta Itapetininga/SP Palavras-chave:

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA TOMBINI

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA TOMBINI CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA TOMBINI Palmitos, SC Jundiaí, SP Campo Grande, MS Cuiabá, MT 49 3647-9500 Avenida Brasil, 351 Centro 11 4525-2575 11 2923-0200 Rua Antônio Ovidio Rodrigues, 693 Parque Industrial

Leia mais

O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH

O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH Distúrbio Bipolar, também conhecido como mania e depressão, é uma desordem do cérebro que causa mudanças não previstas no estado mental da pessoa,

Leia mais

TDAH. Rosania Morales Morroni. Rosana Talarico Pereira. Cintia Souza Borges de Carvalho. http://itaquainclusao.blogspot.com

TDAH. Rosania Morales Morroni. Rosana Talarico Pereira. Cintia Souza Borges de Carvalho. http://itaquainclusao.blogspot.com TDAH Rosania Morales Morroni DIRIGENTE REGIONAL DE ENSINO Rosana Talarico Pereira SUPERVISOR DE ENSINO Cintia Souza Borges de Carvalho PCOP EDUCAÇÃO ESPECIAL http://itaquainclusao.blogspot.com Rede de

Leia mais

01 - A interface entre psicologia forense e avaliação psicológica: Um caso de disputa de guarda internacional.

01 - A interface entre psicologia forense e avaliação psicológica: Um caso de disputa de guarda internacional. Forense 01 - A interface entre psicologia forense e avaliação psicológica: Um caso de disputa de guarda internacional. 02 - A perícia psicológica e sua aplicabilidade na área jurídica. 03 - Análise de

Leia mais

11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido

11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A VIOLÊNCIA INFANTIL FRENTE AO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO

Leia mais

Organização de serviços. Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp

Organização de serviços. Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp Organização de serviços Coordenação: prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD INPAD Unifesp Declaração Declaro não receber nenhum financiamento público ou particular Qual a

Leia mais

PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD)

PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD) Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD) Autores

Leia mais

PAZ EM CASA, PAZ NO MUNDO o programa de prevenção a violência intrafamiliar e de gênero do Instituto Noos. Carlos Eduardo Zuma

PAZ EM CASA, PAZ NO MUNDO o programa de prevenção a violência intrafamiliar e de gênero do Instituto Noos. Carlos Eduardo Zuma Congreso Iberoamericano de Masculinidades y Equidad: Investigación y Activismo Panel 2: Violencia y masculinidad/segunda sesión Barcelona, 8 de outubro de 2011 PAZ EM CASA, PAZ NO MUNDO o programa de prevenção

Leia mais

A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560

A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560 A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560 A Sociedade muda (acentuando o problema das drogas nos últimos 30 anos) Ao

Leia mais

BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS FEMININAS E SEUS IMPACTOS PSICOLÓGICOS

BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS FEMININAS E SEUS IMPACTOS PSICOLÓGICOS UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ GISELE APARECIDA DE ARAÚJO METER BULLYING NAS ORGANIZAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DE PRÁTICAS FEMININAS E SEUS IMPACTOS PSICOLÓGICOS CURITIBA 2104 GISELE APARECIDA DE ARAÚJO METER

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SUPRIMENTO DE MATERIAL E SERVIÇOS GSS CÓDIGO DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SUPRIMENTO DE MATERIAL E SERVIÇOS GSS CÓDIGO DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS CÓDIGO DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS ELETRONORTE SUPERINTENDÊNCIA DE SUPRIMENTO DE MATERIAL E SERVIÇOS GSS CÓDIGO DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DE BENS E SERVIÇOS 1 2

Leia mais

PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E MARCO CIVIL DA INTERNET DANILO DONEDA

PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E MARCO CIVIL DA INTERNET DANILO DONEDA PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E MARCO CIVIL DA INTERNET DANILO DONEDA ANATEL ABRIL 2016 O QUE É PRIVACIDADE E PROTEÇÃO DE DADOS? POR QUE PROTEGÊ-LAS? COM O QUE PROTEGÊ-LAS? LEI E LEGISLAÇÃO O QUE É PRIVACIDADE

Leia mais

4. Mulheres, drogas e tratamento

4. Mulheres, drogas e tratamento 4. Mulheres, drogas e tratamento Apesar do consumo de drogas por mulheres vir aumentando nos últimos anos, dados do I Levantamento Domiciliar Sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil realizado por

Leia mais

Estruturas das Sessões em TCC

Estruturas das Sessões em TCC Estruturas das Sessões em TCC Eliana Melcher Martins - Mestre em Ciências pelo Depto. de Psicobiologia da UNIFESP - Especialista em Medicina Comportamental pela UNIFESP - Psicóloga Clínica Cognitivo Comportamental

Leia mais

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO E- BOOK GRATUITO Olá amigo (a), A depressão é um tema bem complexo, mas que vêm sendo melhor esclarecido à cada dia sobre seu tratamento e alívio. Quase todos os dias novas

Leia mais

Ser humano, sociedade e cultura

Ser humano, sociedade e cultura Ser humano, sociedade e cultura O ser humano somente vive em sociedade! Isolado nenhuma pessoa é capaz de sobreviver. Somos dependentes uns dos outros,e por isso, o ser humano se organiza em sociedade

Leia mais

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m

CASO CLINICO. Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m CASO CLINICO Cliente : A. G - 21 anos - Empresa familiar - Sexo: Masculino - Peso : 90 KIlos Altura: 1,90m Motivo da avaliação: Baixa auto estima, dificuldade em dormir, acorda várias vezes a noite. Relatou

Leia mais

Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. Carmen Lúcia de A. santos

Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. Carmen Lúcia de A. santos Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Carmen Lúcia de A. santos 2011 Nosologia e Psicopatologia "Psico-pato-logia" "psychê" = "psíquico", "alma" "pathos" = "sofrimento, "patológico" "logos" "lógica",

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ VIOLÊNCIA INFANTIL DOMÉSTICA: FORTE INFLUÊNCIA NO APRENDIZADO 2015 GISLAINE DOS SANTOS WEINFURTER

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ VIOLÊNCIA INFANTIL DOMÉSTICA: FORTE INFLUÊNCIA NO APRENDIZADO 2015 GISLAINE DOS SANTOS WEINFURTER VIOLÊNCIA INFANTIL DOMÉSTICA: FORTE INFLUÊNCIA NO APRENDIZADO 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ GISLAINE DOS SANTOS WEINFURTER VIOLÊNCIA INFANTIL DOMÉSTICA: FORTE INFLUÊNCIA NO APRENDIZADO CURITIBA 2015

Leia mais

De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino.

De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino. 1 AUTISMO Autismo é um distúrbio do desenvolvimento que se caracteriza por alterações presentes desde idade muito precoce, com impacto múltiplo e variável em áreas nobres do desenvolvimento humano como

Leia mais

Vivências da Homofobia na Adolescência

Vivências da Homofobia na Adolescência Vivências da Homofobia na Adolescência A homofobia é um termo conceitual, o qual se refere á aversão ou o ódio irracional aos homossexuais. A discriminação e a violência se materializam com práticas de

Leia mais

PRINCÍPIO DA IGUALDADE DIREITOS INDIVIDUAIS PRINCÍPIO DA ISONOMIA. Estrangeiro Não residente. Princípio da Legalidade.

PRINCÍPIO DA IGUALDADE DIREITOS INDIVIDUAIS PRINCÍPIO DA ISONOMIA. Estrangeiro Não residente. Princípio da Legalidade. DIREITOS INDIVIDUAIS PRINCÍPIO DA IGUALDADE Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do

Leia mais

AUTOCUIDADO AUTO-ESTIMA. Ana Sara Semeão Bruna Scherrer

AUTOCUIDADO AUTO-ESTIMA. Ana Sara Semeão Bruna Scherrer AUTOCUIDADO AUTO-ESTIMA Ana Sara Semeão Bruna Scherrer Déficit no AUTOCUIDADO para alimentação (1980, 1998) NANDA Definição: Capacidade prejudicada de desempenhar ou completar atividades de alimentação.

Leia mais

UM OLHAR SOBRE AUTOESTIMA DE MULHERES COM SINTOMAS DEPRESSIVOS NA VIVÊNCIA DE CONFLITOS NA RELAÇÃO CONJUGAL

UM OLHAR SOBRE AUTOESTIMA DE MULHERES COM SINTOMAS DEPRESSIVOS NA VIVÊNCIA DE CONFLITOS NA RELAÇÃO CONJUGAL UM OLHAR SOBRE AUTOESTIMA DE MULHERES COM SINTOMAS DEPRESSIVOS NA VIVÊNCIA DE CONFLITOS NA RELAÇÃO CONJUGAL Danila Rafaela do Nascimento Jeane Aparecida de Oliveira Silva Maria Betânia Soares da Rocha

Leia mais

ESCOLA DE PAIS.nee. Programa Escola de Pais.nee Formadora: Celmira Macedo

ESCOLA DE PAIS.nee. Programa Escola de Pais.nee Formadora: Celmira Macedo 1 PROGRAMA DA ESCOLA DE PAIS I. Introdução A escola de pais apresenta-se com um espaço de formação para famílias (preferencialmente famílias de crianças com necessidades especiais), estando igualmente

Leia mais

COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO. Versão 01-13

COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO. Versão 01-13 COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO Versão 01-13 1 C Ó D I G O D E É T I C A Introdução A ÉTICA é o ideal de conduta humana, desenvolvido

Leia mais

TERAPIA OCUPACIONAL PADRÃO DE RESPOSTA

TERAPIA OCUPACIONAL PADRÃO DE RESPOSTA TERAPIA OCUPACIONAL PADRÃO DE RESPOSTA QUESTÃO 38 Rosa está com 56 anos de idade e vive em um hospital psiquiátrico desde os 28 anos de idade. Em seu prontuário, encontra-se que ela é doente mental desde

Leia mais

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS Ganhar, nem sempre. Amadurecer, sempre. Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br www.justocantins.com.br Introdução É impossível imaginar uma empresa onde não

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 228, DE 2010

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 228, DE 2010 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 228, DE 2010 Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional), para incluir entre as incumbências dos estabelecimentos

Leia mais

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a violência como o uso deliberado da força física, ou o poder, como ameaça à própria pessoa, um terceiro,

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a violência como o uso deliberado da força física, ou o poder, como ameaça à própria pessoa, um terceiro, Ana Dantas A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a violência como o uso deliberado da força física, ou o poder, como ameaça à própria pessoa, um terceiro, um grupo ou uma comunidade, que cause ou

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA COMITÊ DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE. Relatório de atividades

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA COMITÊ DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE. Relatório de atividades ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA COMITÊ DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE Relatório de atividades Criado em março de 2012, o Comitê participou da Organização da 28ª RBA, tornando o evento acessível por

Leia mais

Violência Contra a Mulher no Brasil e em todo o Mundo

Violência Contra a Mulher no Brasil e em todo o Mundo Violência Contra a Mulher no Brasil e em todo o Mundo Joseana Macêdo Fechine Campina Grande outubro, 2010 Violência Contra a Mulher no Brasil e em todo o Mundo (FECHINE, J. M.) 1 Sumário Considerações

Leia mais

TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE CEREST ESTADUAL

TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE CEREST ESTADUAL TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE CEREST ESTADUAL Virginia Célia de B. Oliveira Psicóloga O NORMAL E O PATOLÓGICO Conceitos de Normalidade 1. O normal: Visão de saúde como o oposto à doença;

Leia mais

Compreendendo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência

Compreendendo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência Compreendendo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência Centro de Informação das Noções Unidas no Brasil Av. Marechal Floriano, 196 - Palácio Itamaraty 20080-002 Rio de Jnaeiro, RJ Tel.:

Leia mais

ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO

ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO ASSÉDIO MORAL NO AMBIENTE DE TRABALHO 1 CONCEITO Dano Moral Assédio Moral 2 Assédio Moral no Trabalho Conduta sem conotação sexual, ligada ao abuso de poder e caracterizada por práticas de humilhação e

Leia mais

ORIENTAÇÕES DE COMUNICAÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

ORIENTAÇÕES DE COMUNICAÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES A proteção e a promoção dos direitos da infância e adolescência também devem ser contempladas na forma como falamos e comunicamos este assunto. Alguns cuidados com a comunicação são fundamentais para proteger

Leia mais