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AP 470-1/20. l'i I 'I I. :i \ \:1 APENSO

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1 AP 470-1/20 l'i I 'I I :i \ \:1 APENSO 422

2 ."C~_"""..._ _--~==>=-~~~=, =-~ IE IPil--n-7-~-'(-,-'L-- t::, ( ";-L,, -<:;.::; ~ / - fj BANCO 00 BRASIL Senhor Gerente Executivo. Diretoria de Varejo - GEMEP 2002/088 Brasília (DF), 13 de setembro de j [i. 2.1 í3. 3.1,.,. A 4.1 Renovação de Datrocinio 'Casa de Espetáculos Tom Brasil". Gerente Execu:ivo. ORÇAMENTO' Não envolve orçamento. _ i ~~," Em correspondência de a Diretoria dt~.ti1arketing e Comunicação encaminhou-nos proposta formulada pelo Grupo Tom- Brasil para patrocínio de,jma casa de espetáculos. destacando os seguintes pontos em sua análise: '3 casa Tom Brasil é uma das principàis cá~as de espetáculos do País, tendo sido eleita recentemente, pelos -críticos de arte de São Paulo, como a melhor casa de espetáculos do Estado, sendo referência de qualidade na área de entretenimento"; 'i. 'trata-se de local apropriado para sub~ídiar as estratégias de segmentação e visualização destacadb,jj.da nossa marca. notadamente dos cartões de crêdito, onde aproximapanwnte 85% da bilheteria ê quitada com dinheiro plástico';.'.'além d;sso. o patrocfnio.permitirá desenvolver ações de relacionamento que possibilitarão alcançar os objetivos definidos no Plano Diretor. como: manter a liderémça em faturamento de cartões de crédito; aumentar a:ba 'ê de clientes usltérios de cartão de crédito; atrair clientes de alta renda no segmento pessoa física; amoliar a margem de contribuição dos negócios do segmento pessoa Jurídica; desenvolver estratégias visando a intensificação de uso do canal internet'. 42 Finalmente. manifesta-se aquela Diretoria favoravelmente ao acolhimento do pleito. tendo em vista que a parceria já existente com a casa. tem nos proporcionado a possibilidade de realização de eventos de qualidade para urna clientela segmentada. de alto poder aquisitivo e formadora de opinião, com reflexos positivos não só para a imagem da instituição junto à sociedade paulistana. mas, sobretudo nos negócios lunto ao público-alvo focado 4.3 As Superintendências Comercial e São Paulo I também manifestaram-se favoráveis à manutenção do patrocinio, tendo em vista a importància de aprofundar o relacionamento com seu público. onde açóes como as realiz:ij-d-~ na Casa Tom Brasil/, fortalecem a defesa da base de clientes frente _. \/ '\. concorrencla. \ \/.. ':;?ies:,c;1c'c7\~~v;-:\'e~~~r'\$"jljó"~ea\~s,)'.i-!:::t<s!jj'''ci Casa 1:)1"" B':s!:~ c,':; -v f\c_cl : ~~ :~~J. '.,.-. -~''L' :O'S'!E é'é. -~

3 g. BANCO DO BRASIL E P 27'(' :-;"~-P-'-R-C~""""'~""', '''',"",,-;;->"",,~,-,-:::,-,,-, =,,,,,~,-:,-,,~::,--<"'"};='1.='t=,,c~=~'=~ 7'''''''=='"'fi'''':t,...~, ~-'--~_-, -'-:-::'"'"""'"' -"=,,,"",,--c'" ',""-:,;-',1 5,1 -? J,_ 5,3 5.4 Levando em conta a manifestação da DIMAC, os ;::areceres favoráveis da Superintendência Comerciai de São Paulo e da Super São Paulo I (anexos), propomos nossa paf1iclpação no patrocinio da Nova Casa Tom Brasil, Por oportuno, info~mamos a disponibilidade de RS 2,000000,00 do fundo de incentivo VISANET e U$ ,00 de incentivo ViSA. que serão repassados à DIMAC, para realização do patrocínio, Os aspectos relacio~ados à efetivação e acompanhamento do contrato com o parceiro ficarão 3 cargo da D!MAC '10 âmbito de suas responsabilidades Institucionais, À sua consideração, ' ',~~.:- :.-<--,~ \_-"',,~ }---\.- )_é ~_ ''-i ~~ :.._-- \_2_\_t~-~i _<-_ ~_,--!- _(~j I,!.,-~- -' --' >..:-' j.~;)" ",~)~, \, -- :-~<--:"'c : I \', ~'C-:-0_ / 1, I I I l ",:_~ c :::,y.,;_~, ::-,,,,;2 ct.p~ ~:-- -;'-, 1 t I I.!J? ~--,I

4 E P 2778~j Dir::;tOíia d,= fjléirk?tillg '" COlllunic3C Bréisília (DF) S 30 Sr. Gerente Executivo. 1. Assunto 1.1 Fatrocínio àf~ova Casa de Espetáculos ;r orn Brasil" Competências e Alçadas 2.1 Comitê de Comunicação'- ~~ ,15 i 3. Orçamento 3.1 Nélo R!lVOlve orçamento do Ganco. 3.2 RS ,00 (três milhões de reais). s8ndo: RS ,00 (dois milhõps de reais) llo fundo de incpntivo VISANE'T o RS (ullll1lillldo ele reais) de incentivo VISA. Informações 4.1 Trata-sp de proposta formulada pelo Grupo Tom Brasil, para a Ilova serjg de} Casa Tom Brélsil, locéifizélda à Rua Bragan'Çôl Paulista, n 12fl1. Granja PaulistA - S;;o Paulo (Sf»), a 20 metros da fjlarginal Pinlleiros entre ôs pontes da Av. Joãu Dias '3 lw. ê,,1orumi:ji (Iocaliz:;çao GXirell18.ll1ento privilogiada. próximo Éls mais conceituadas ernpres3s do P8ís). \ I '\ \. "J \:'\ -- ", -I ' ;" ~ / ~--=--~:-~

5 E P 277~) <. -.' 4.2 O espé1ço. l~r,itl me, está previsto pjra s'~r sol1cl'jídü em Março de O ;orojé?ío, c;onl Sll'l arquitetura arrojada, tem como principal difiolencial d 'o'ersatllidade d? seus espaços. Pretende-se criar um universo Independente, COITl as soguintes 8str~.Jturas: I)ar e restaurante: com ambiente aconchegar:te e acolhedor, com música ao vivo. decoraçao mod"ma e caldápio variado; sala de espetáculos: com capacidade para acomodar confortavelmente até 2.300,Jessoas. com 3spaços moduláveis. camarotr?s e locais para i1tencjimento ::>3lsonalizado 2 patrocinadores e autoridades: espaço para show eje ['lista com capacidade pma espectadores Q cami1rotes e mezaninos para 300 pessoas: loja exclusiva: rorodutos TOM BrlASIL, CD's. song-books, livros. rcvistas e artigos de divulgação des patrocinarlores; saia de COllVFIlÇÓ:oS (seis): corn equ'pamentos de ::íudfô'; vídeo e infonnmica: sala de projeções: para projeções de filll1es de cirí'ellla, DVO e VIIS; carnarins (seis) ilpariamcntos (tipo fia!) para acomodação dos artióótas; est2cjunarnento: corn capacidade para atender veículos, com serviço de manobrist~1 fl poria. 4.4 Proposta financeirn: O valor solicitado envolve recursos ria ordem de RS 4.~iO().()O(),OO (quatro milhóes '" quir,hcntos milroais), com contrc:lto válido durante 45 meses.,ç. ' 1.> 4,5 Negociação: O valur do patrocínio foi negociado em RS ,00 (tros Illilh()e.s ele reais). com contrato valido dumnte :l6 meses, mantidas as contrilpartidas apresentadas. com acréscimo ele 01 (um) dia por dllo ['lclra a realização de eventcs dr interesse do patrocirlador. conforme estabelecido no item 4.1 abi1ixo A negociaçao implica ern ganho da ordem de I~S (seiscentos mil reais) levando-se em conta que o investimento proposto era da ordem de, RS (r:ern mil reais) poi' mês elo vigência do contrato. 4.6 Forma de Pagamento: Os recl'rsos ser,c\ü liber<1cjos para a /\géncia dr F'ublicidade LOl'ie. que os r8passi'lr{1 ['lara a patrocinaela em 3(tr8s) parecias iguais rlo valor de RS (um milhão ele reais), sendo a primeira no élto de a:;sirraturil elo (;oll:rclto o cjufls sucessivas, '-'ITI 30 '" 60!iiCls. a p?rtir elélque[a data, iot"lizé}lll!o ns 3.0UO.OCO,OO (três mi[h6es de reais) \/ '"\~x/..., ", 1-', ,, -

6 E P 2?7bi' n?6 4,7 Contrapartidas: [Cm contrapariirja ao patrocírlío o proponente disponibilizará as soguintes propriedades: i'romocionais: 04 back iigh;s nos espa\;(l$ ;ntemos 8 extemos da Casa; colocação de barlners nos espaços da CRSO. a critério do patrocinador: voicuiacão de comerciais nos telões ela Casa. com exibição 3té o início elos espetáculos: cotil de 12 (dcw) ingressos VI P p3fél patrocinitdor, em todos os espetcículos: exciusividarjo nil comercialização de todos os produtos definidos prlo patrocinrrlor: um dia por,'mo pilrd realiz3r evonto dr interesse do patrocinador: a"sinotura como "apres8ntador" dos espotáculos,:~m toda a mídir pafja: camarote,li, OS!ugarRs, exclusivo e perrnanentepà"'ra todos os espet;ículn~;; wellcome drillk i1 todos os corlvidados cio patrocinador; 50"0 de desconto nos valores de locação de eventos, além do dicl cerlido; 10% de descc!ilio rla compra de ingressos e outros serviços pam pagarnc,nto com o cartão do patrocinador. direito a realizar outras açéies promocionais que se julguem pertinentes. inclusive instalacão. ele terminal de auto atendime~to., f'uol i citá rias : anljllcios no Jorn81 Folha de SP. veiculados às quartas, quintas, sextas" sábados, semanalmente, durante a Nigência do contrato; illlllncios no Jornal Estado de sr, veicularios às quartas e sábados, sc"rné1nallllent", dur;;nte a vigéncj do contrato; anllncios no Jornal f}iéírio de Se', veiculados às sextas-feiras. sernr1llclílllentc. durante a vigência do contrato: alll'jilcios!lo Jcrnal Agora sr. veiculados às quart8s, quintas. sext8s e sál)ados, semanalmente. durante <1 vigência do contrato; chamadas na TV Globo, base Programa TV Sr1 (São Paulo e Grando São Paulo), no total de 30 ch,'lma,h; de 15" /mês, durante rt vigência do contrato; ch<1madas na Rádio Nova f3rasil FM. no total de 250 chamadils de 30"imés, durante a vigência do contrato; chamadas na Hádio Eldoréldo FM, no total de 250 chamadas de 30"imês. durante a vigência do contrato; 360 chamaclas cj() 1 rf/rjia em Eletromíclia, no total de challladas rle 10"/lI1ês. durilnte a vigência do contratn; ;)0000 Célr;<1ZeS de rua tripios/mês, colados elll locélis estréitégicos: insercóes!lil Revista \leja sr, 06 módulos c;cloridos por semana, durante a vigência do contrato\ ;,>-;/ \. - c",,o, - _',: -. '

7 E P 27'78(, lotai do Investimento Mídia/ano: RS IQUéltro milhões, seiscentos e sessenta e cinco mil, cluze:,tos e quatro rsais), calculados a preço de taljola. por ano de vigenci3 do cor~tral Análise 5.2 Sua marca está lotalmente consolidado.. com Ulll posicionamento junto ao!,.'úl;!íco 1\/8. composto por jornalistas. élrtistas. emprcs6rios, esflmtistas. políticos. entre cutros formadcres ele opiniao. 5.1 A Casa Tom Brasil é uma das principais casas de espetáculos do Pélís. telldo sido recentemente eleitél. pelos críticos de arte de S50 Pau'o, como a molhor casa de espetáculos do E:siado. Carélcteriza-so como I1ma opção de oferb de CUltWél ele alto :li"31 sm Sjo Piwlo íspi, sendo referência de quillidaele na área ele entretenilllento..y Desde" Sla ;;12uguraçáo, Ilá 7 anos. mais de 800 mil pessoas já passaram Ix'la,',~ Tcrn Brasil. -;.., 5.4 No local, il,flres8ntam-se os principais artistas brasileiros (Joao Gilberto, C:\etano V",loso, Gilberto Gil, Gill Costa Milton Nascimento. Pélulinho da Viola, r,j18ria Betllania. Oswaldu Monterlegro etc) e intemaciunais,,- 5.5 Entendemos iratar-se do local o.prgpriado para estratógias de segrnelltélção e visualizaçào clestélcada da nossa Illarca. notaeblll8nte dos Cartões ele Crédito. Destacamos o fo.to da Tom Brasil operar com cartão de crédito; aproximadamente 8S~o da billleteria é quitada com dinheiro'plástico. 5.5 II Casa rom Hrasil, ao longo di: sua existência, vem nos proporciollando a realização de eventos de qúalidad" para uma ciientela seglllentada. de altd poder êlquisitivo e formadora de opinião. com [('flexos positivos não so pam a imaçjem ela illstituicao junto à sociedade paulistana, mas, sobretudo, rp.flotimjo de forma si'jlliflc~lli'ia nos ne'gócios da Empresa junto 30 pl'jblico-alvo focado. 5.7 /\10111 di',,,n, o patrocínio ao projeto nos permitirá desemvolvur açoes de 1,,:lacionamento que possibilitarilo alcrlllçar' os objetivos definidos no Plano Diretor, tais como: Illanter a liderança em faturamenlo do Célrt02S de Crédito: aumentar a base de clientes usuários de Cartão eje Crédito; atrair clientes ele aita r,3ndil no seglll"nto Pessoa r'ísica: amp!i'lr a margem elo contribuiçi'io dos negócios elo segmento Pessoa Jurídica: llesenvolver cstratécli'1s visilndo a intellsificação de uso cio crnal intrjinet. 5.8 f, Dir"toria de Varejo, a SlIperintendénciél Comercial de São Paulo e a SUI'[[l SI" n18nifestalll-sr, favoráveis ;1 manlltençao do patrocínio (anpxos 1. 2 e 3, ie,;pectivamentel, tendo em vista él importância Gstratégica de aprofunclqr o roiaci(,na!ll2ntr) (';om seu público, consiciemnc!o, lambém. que as açbes apres8nt'),rdas rl:::/;; pr;jpost~ ~,:, ri81,~r.:~nl f1 defesa da baso de clientes frente à concorróncia. \ \,./ /1 " ~ ':C.!_, c _ ': >-': ~'-

8 ---- -?~ / t:. t-' P~r fir\ íi-lfoín:2trn')s que os aspectos rglack:!l3dos à,:fetivação 9 ":C'T,panhamel~'êl do Cêllitr'lto com o parceiro, ficarão a cargo da Dir\~AC 1\0 âmbito de suas rsspons8b i!idades institucionais t~ confornle solicitaçao formulada pela Diretoria ele Varejo (clrlexu 1 :. 6. Proposta --- I 6.1 Aprovar u pairocinio conforme item 3.2. nao impactancjo o orçamento do Banco. 6.2 Encamillhar ao Comitij rj." Comullicaçao para deliberação..-, 7. Parecer Preliminar De I Clcdrdo, '. Ao CDrnit0 de Administr3cão da DIMAC. I.. ;,/ fi n " 'J j t. '\ll\_ /1 -'.;"1 --'r'lf-(;,'~:-,,"i[:.ás P"'fe!r3 II,,,~, _./",,'1\<7 \\, ~/ 8: Despacho

9 --, -~. líllilllllllllllllllllllllll ~I _-,,---CC-." " ':_-_-_'-' k_' _._0 c;:. A loja 10::> ~ Rio Acir.:-3./I:'] i --, f"\'j2 "",t~~:o C:aliv~, :m -- Se..:!::lS. c~,t-o ' Ceo 343i).)-Q']" - R:-l A.c;~. Me;. 1 F~,-'e- (31) ~jz3g 2í)JQ Fax. (31) 3231-' 2'oi0:' " C"J " i. 17 ~-:>:':J 'S."~-S7 - J-.!',ç" <':5';-.:''-'a' j_"<.j~~(: :,'':;;::" Mt;n.x::pa!" l!sa....io,;;3,7&:" USJ.~~ 11'.'~"CU ~,!. 7'L'~~]A,".~ Ç'-;::F_~Ço.:(': "'R<OS,AÇJ.O"!õ 2E,"!V:ÇC5 ----_...,'--~W.I:S:::"!.->f' L S~,'~.o"C1.i i..'f'a L'~ ;õ!ó "i'.;'" S \.~,-:;:,- -~! i ' , '=-~':!;I>::;--_c.i:, ;~:::-:;'2i.J.eira cir H~i.'s ce PsgéIl'7-e-;',:) " ç.:- f"j,'3:: ~::-_ Tl":" 22/80 51! t'.n::ili' '22'';.'::",::;~_~Z~d:'~~' ~ ~o C;J..;"=l],>:) " Ufo 52 São "3 "::-:',"".r(~j :--:0 C-rl"'P~ L' ;:,::-.c-~-.!_",l:--t ':',,\...Q::l't.~,.-.;'~.-'. =." '~==='===

10 E P 277~j Brasil:al DF) 07 de outubro de 2002 A Companhia Brasileira de Meios de Pagamento Prezados Senhores: Segue em anexo os documentos fiscais abaixo relacionados para pagamento: _._---~.~~--.fr~jeto / J~~_: ~ W NF Fornecedor Data Venc. Valor BB-0021 i ~ DNA Propaganda C/apresent ,00 Todos os documentos foram faturados contra: CBMP Cla Brasileira de Meios de Pagamento R Baffin.32/60-5 ando - Jd. M.Adelaide - S.B. do Campo - SP - CEP CNPJ / INSC EST Isento ; INSC MUN ~ _.'.""--.-~.~-_. Os documentos estão sendo entregues no seguinte endereço: Av. Bg Faria lima Mezzanino - Itaim Bibi - CEP AlC Otávio Rittl_..-.. Léo Batista dos Santos Gerente de Divisão Banco do Brasil SA Te! (061) Nota Dl\.L\C::: ::::0S~( /

11 ,..~ E P 2'778;;; Diretoria de Marketing e Comunicação 2002/01912 Brasília(DF), 4 de outubro de 2002 DIRETORIA DE VAREJO Senhor Gerente Executivo, CAMPANHA VISA ELECTRON - FATURA - Repassamos, para pagamento nessa Diretoria, a Nota Fiscal/Fatura de Serviços 25537, emitida pela DNA P:opaganda, no valor de R$ ,00, referente à Campanha Visa Electron, objeto da Nota DIMAC 2002/1623, de Gerência d,~rlopagao;, e G..,"o da Macea ~~.~ Carlos Albertd, Reis Figueredo Gerente ExecUtivo em exercício,/

12 ... - ~;-":"'#' '...--, ~.. ~. :.....;- ~,~.,.. -=-".~~ E P 2778J PROPOSTAS DE JOB DE MARKETING ".',.KP.. ;~:L:ZAÇ~\O DOS RECURSOS DO FUNDO DE INCENTIVO VISANET EMISSOR!NCENTIVADOR: Banco do Brasil S.A... _ _.--_._ ;,.-.'.~",.;.:";;".~ '::oct:;::ar;'~3 é;ê puoiíciáade utilizando midia de massa em âmbito nacional, explorando o _ ~ ",2 '=:2~l':- ~gcsi '1 dinheiro, Melhorque cheque". ;,."..;--r:::,.--.-: "--,-'.--\.. ";>-- - ~_,2(, 3.=~:s-: i4-' ::ic5 2~7-::',"-", ~?~.~

13 r"i' \.. Diretoria de Marketing e COnlun:oaçao-2002/1623 BI'lsilla (DF), ;; i ele Agosto ele 2002 $20 Sr. C;erente Executj'./o r '1, Assunto '1.1 Propaganda e Publicidade Campanha ViSCl ElectlOll! 2. Competência r fi 2.1 Comité' de Cornllllicaçao - LlC :~ Orçamento -_.- _. 3.1 A proposta envolve o investimento de RS ,00 (qijai!d m:lhões e quinllentos mil reais) custeada por verba do Fundo E:::missor da 'IisanGt, referente a contrato com emissoras ele cartpes Visa. "~o --_ "-, 4. Informações ~. 4.1 A DirAtoria de Var~ demandou ação de COIllLJIlICaçaO pai a divulgação da função Electroll nos cartões BB, quo permite a IAalização do compras cem débito autdmáticcl em conta corrente (anexo 1). 4,2 O Banco do Brasil foi o primeiro banco a lançar o cal1ao de dl'bito internacional e o primeiro a incluir a funcao débito em seus cartões de crédito. 4.3 Atualmente existem cerca de 63 milhões de: cartões que possuem a funçi'lo débilo. A estimativa de crescimento do mercado mundial é de 25 /, ao ano, sendo que 110S EUA c Inglaterra as transações utilizando a fullçao débito ja ultrqpassaralll a função crédito. No Brasil as transações débito representam 1/f3 das operações com caruío. 4.4 Os grandes responsaveis pelo incremento do uso das üélllsaçoes eletrônicas no Biasi! folclill o avanço na élutorllilção comercial F' billlc:~ria. registrada 110S últimos 3'1GS, prircipélllllento após o Plano Real. e a disponibilizaçao de redes di'? COlm)11~C:-1CiiO IPJUL\./.', /1 r,,"< < /

14 2777:) DOI " O objetivo do Banco é ií1centivar d at!\/açjo p uso da fly1çao Visa E\ectron rios c:ar~ões UL:l',ca'~d e B8 Vis3 Electro,) ncs estabe!esil~lerltos 8f,!i.gdos, nos ~3';Ja:ll~!itGS ele r::ornuí?ls à vista 4.6 Os caltoes Visa Clectron estão sendo gradatlvmnente substituidos por cartões com 3S fu'lções débito c crédito. Contas novas e cartões Electran vencl(lcs est80 sendo processadds conforme a definição de débito/r:rédito. 4.7 O Banco oferece os diferenciais mercadológicos para portadores do Visa Eiec:ron cotyio: C» Dontuaçao das conlpras no CluiJ8 Ouro, desdí~ que o diente possua urn callão OL/rocard com fui1ç80 nédito ativa: acesso à iillha de crédito através do coe Eletrônico (somellte para clientes dos chequcjs especiais do Banco): e posslbilirlade de pré-datar compms até o l?razo de 90 dias (disponível para clientes que possuem limite CUC pré-á '" provado é' contrato do tipd 3 êlssinéldo-l -~'- 4.8 fv1uitos dos portadores dos célllõcs de débito e crédito desconhecem a íuilcionaliciade débito nos valias estabelecimentos comerciais cmdenciados, utilizando-os SDmente para Sllas transaçóp.s bancárias no ambiente do 13allco te Ila funç80 c8rtao de crédito. conforme desçrito no anexo 1. briefillg do procillto. 4.9 A base alual VISA do Banco crédito e dedébito \~ seguintes segmentos: t.. é"de cartões. sendo de (rlúmeros di' cartües 8tivados), atenej,c;ndo os clientes correntistas do BB. portadolos ele cartoes Ourocarcl; éldolesccntes correniistas do 8B Teen: ul1lversitários correntistas cio 8R Campus; clientes que possuem a Conta Especial Classic; clielltes que possuelll a Conta Especi81 Ouro e poupadores~ 4.10 Toda afiliação é realizada para vendas através de tefllllllais eleln'jilicos IPO S JU :eitol de trilha) confolme os seguintes parâmetros: a} afiliações com P.O.S~ para estabelecimentos que efetuem e submetam mensalmente mais de quinze transaçües COIll c3rtbes VISA ou C\ue queiram efetuar tlansações com cartâo Vis8 Electron. Ir:'j q b) afiliações com Leitor de Trilha para estabelecimentos que efetuem e submetam mensalmente até catorze transaçõos com cartiíes VISA. E's'e equipamer':o nao permite vencias com caríóes Electron. ~ fll/~" ~ {~ 'I I, J' V /

15 EP Ouiro nl:c31-'lsrno par3 realização de ver-:das via c::=utad d ) déb:to/cr6dito é 8 Ltriizacélo::1':> rov (p,cliito de vcnda), quc é um equipamento eietr6nico de r,ropnf,dad,e de esialjelecilt1ento de grande porto e integrante de seu sistemél ele a~ltürn8ção C:Orli21 Ci3.! (registradoras), canio os instalad-:)s nas lojas do C3rr8fo~lr, Extr-a. Riad~,u2io e~c, 4.12 As pesscas físicas e jurídicas que se utilizam dos ser'jiços de aflliacao á bél'ldeira ViSA têm as seguintes despesas: él) RS 39,00 \trinia,.; nove reais) como taxcl de afiliaçelo - custo lilcorrido COl,l o CélOélstro do estabelecimellto: b) 21uguelmensal cios terminais POS (afili3ç8o a partir de 01/11/01), POS cornpartllhado (é) partir de" 01/07/02) ',',"" Leitor de triiha (a part'r de 01/07/02), (', '.....RS 65,00;... R$ C\S.OO e.... RS c) cor~lissao sobre vendas/serviços efetuados: conforme tabelél (élnexo 2) IrlOv3ç:'ío I(;cenle introduzida pela VISA, ainda como piloto n3s praç:'ls de Sbo Paulo" Llrasilia é o débito "pré datada" através do c3rtão de débito. denominado cartão el",clre)ll Visa Net. versao para pagamento a pra70 em 30, fio e 90 diéls, com diferenci31 mercadológico de nao representar risco de inadimpiónciél pala o comerciante como ocorre COIll o ch"'que(anexo :i) Outm dado signific~jlvo quanto à utlli;:açào de canões Ourocarcl Visa pelos clientes BB foi a ;narca obtida em julilo/2002. onde foi ultrclpassada a ijal!eira de r~s 1 bilhão de faturanwnto mensal, com movimentação de: RS Illilhões colll operaçóes de crédito e R$ 342,8 milhõ(~s operações Visa no Brasil (anexo 4). com cartões de débito. f CitO histórico nas 4.15 Nos últimos 02 anos tem hélvido intensa campanhél publicil~rié) e neqocl<l1 das b,mdc;!ras Visa e fvbstc';lcad no Brasil, visando aulllentar a base d'2 clien~es de Célrtões, Resultado desse trabalho é a ampliação do número de transaç6es realizadas COIll cartões de crédito e débito, migradas de outros meios de pagamcnto COIllO o chequo e numerario. alllpliando as 31ternativas para portadores de cartões e as persfeectivas para utilização do produto. Muitos dos cheques e do 11umerário obtidos anteriormente elll canais tradicionais (caixa) e automatizados (T/\A) (~stão Sendo substituídos pc:r transélçcj(;s vlrtuais feitas corn cartões No ar18xo 4 estao listados dados sobre lransac6es de; cart6es Visa BB!lOS ú1tinios 04 ehlos. \ 4.17 fi. meta é ampliar o faturamento do Banco no Illercado de cartóes " consolidar a posição ele,!tlaiof falllamento Eiectron com vista a aui'lentar a l!1fluénci~, do Bé'!1CO ncl C():.llPO;iC;CiO ~c:()llàr:é, da Viscmo!. fj!))~- ", ) /

16 E P 2' Análise 5.1 ;'., ier.dênci'l Il,und:al c3i1linha nél direçao co liso líos cartões dclados,ja LiI1C30 débito,~o:to,)rincipal meio de pagamento. No Brasil, desde o Plano ReGI e com a implcliltacao do SPB. essa tendência vem se \Or!lélllC!O cada vez mais forte 5.2 Entretanto. pode-se listar algumas dificuldades para a disseminação da 'IPeão débito na utilizaç~o dos cal1fjes: r1ecessldade de acillturaç30 dos usuários proporcionadas :.leia função, como comodidade, nurner:àrio, spgurança e sirnplicidade de uso; para as facilidades substituiç30 de ch~que c~ bi custos elevados na afiliação e manutenção do convênio, dificultando a arllpliacão dil rede de credenciados; ~. "1-,% c) pouca agressividade ilils informações e",.cjivulgação do produto junto ao I:c'lblico lislliírio, tilllt(j quanto éjs funções qlianto aos locais creof:nciados: ti) rillhas de sisiemils e comunicação que prejudicill11 a imagem do produto 5,3 Cl aumento de utilizaçao do produto poderá gerar redução de custos para as ",stl~llturas traclicionais do Banco, como: a) diminuição na utilifaçi\o de cheques - caixas e TA/I, : redução da lliãodeobra necessc'lria,parij':'confecçiio (ICI\), cntreg;, e coiltrole p610 caixa e estrutura de abâ'stecirllejlto para o raa; possibilirbde do r0éldequclr IM dispensador de folllâs (detentor de teclado alíanulllérico) para outras full\:ões como o àcesso à internet; h) diminuição na utilizaçao oe numerário - reduçao ele infra-estrutura de ab3stecírnento para agê,ncias e puntus de atcndinlento externos e conseqüente illiljio nos altos custos envolvidos nesse processo; c) adoquaçao do parque de T/\A sem necessidade dr compra de novus equipilmentos, conseqljênciil dos itens anteriores. 5.4 Outro cenário que pressllpoe um trabalho amplo de aculturaçao na utiiizaçiío de instrumentos eletrônicos de pagalllento é o SP82, onde, segundo pretensôes elo l3acen, busccjr-se-á a otimilclçao cios reclnsos existentes, redllçao ele cusios. recluçá:j na cilwlação de cheques e do numerário hoje existentes. 5.5 f\ VisClnet possui grande iníl'?resse em divulgar as facilidades e beneficios ela uii!;z3çao da íji~ção d<':b,\o, tanto que illte':nsa call1panlla de publicidacje foi realizadil 8("; /2C02. I!tiii,;,:ando n"lídia de nlassél -- {1mlJito ndcional, exu!orando o cunceito Visa [id\ctrun!cju;c1 Cl cheque. Só que Illelhor'. ~C/. (--'- tj ;

17 EP 2'17?f} ~ 5.6 O aanr;o acornpanh8u a estratégi3 :::C!li,ijllr~a criativa rcfo,~çandü o!1)c'stnc),:=on::;i3íio '38 \J:s,~ ~:i )ctron ijual a ciinhe!ro kleihof cio qu ::; cheque"_ A estratég:a de j,vl:l'j3câd p~i'/;leg;cju 3 'llidia extcorior IlDS mercadds de Sjo PaulD, Rio de JaneilO. Belo Hu!izoilte. Brasília. Porto Alegre, Salvador, Recife e Cuntíba e de síl8pping, nas regi-les melíopolítallas de Brasilia, 8elo Horil'o!lte, RIO de,jélileilo e São po~jlll ,, ,7 A plcjposta 03ra a nova campanha segue as orientações estratégicas da campanha anterior, em sintonia com os objetivos propostos, Assim, a linha cliotiva c a estr8tégia de midia reforçam o mesmo conceito e os parâmetros utilizados anteriormente e alelloem ao Plano Diretor U objetivo inslitljcicjilal de Elevar a :)osição corrpetitiva na ofelia de produtos e sen;iços com tecnologia avaw:ada e ()ill l=:ar~::1is fia0 t-3dic:oilflis" 5, Proposta 5.1 PropOlliOS.._~ 8) apiovar Cl iinh~ cliativa e estratégia"de mídia da call1pcliillél para divu!gaçiío da ÍUrlçâo débito nos cartões BB. b) aprüvm o investimento de' RS".15UOOO,OO (qljatid milhôes e quinhentos mi! reais) na forma do item 3,1 DiVisão de r.~ídia 7, Despacho do Comitê de Administração da Diretoria de Marketing e Comunicacao \"-,-~/>/ _'" -,.-" , Despacho do Comíté' de Comunícacão APROVADO PELO COtUT~ DE COMUNICAÇÃO ' EH REUfill,o DE.;Ui...i;(!'1,..-' ;:>L()/~.~--~.-:.=:..- I

18 E P r) ~1 r-., t-"; r: ~ (.. I I,) 008 GEFIC-PT C17 Brasília (DF) 0107,2002 DE: DIREViGerência d ê) Fideli7ação e Banco Eietcônico P.t\RA: Diretoria de rv1arke:ing e Comunicação i IOESCRlÇÃO DO PEDIDO: Cilmpilnhil de divulgação da função Visa Electron dos I I CilrtÕP.S Ouror;ard e GB Visa Electron. ' I ~,~,I,_r~~I~e ~'~1'~:~~RIBUIÇÃO: (:1C2gm", bca's de e"tcegp.,~anuseio, ros~cºec'1 e Tiragem:. Entrega/Distribuição: Prazo: início de veiculação em julhoí?.o02. \ ORCAMENTO PREVISTO: vide Demanda de Comunicação anexa L_',~ ~,' ~'~ ' ~~,_~ ~, J IDESPACHO(;;,,'O:;:':2ndO aem::~",enda): -- -~~----~-- I., ":' I GECIN:_! ~, GEFIC:! GEFIE: i I GENOC: I -- I GEREC: I GEMEP: GEPRO: r-,,;(_~,: I /-'./

19 J E P "'J~j"!.' ':I{;'j ;:-,/--.7 J onn I i 1-'-- I Demanda de Comunicação Diretoria de Marketing e Comunicação. Gerência de Propaganda e Gestão da Marca Objeto da Demanda: Car:7pa.'1/73 (1;::ra f,icrcm:'"jnfar o uso cfa função \/isa EJectron nos cartões OL,rc23rci ~? 58 Visa EI-:-:ct'"()!7 1 i Público-Alvo: I X Pessoa Fisica 1_ f~gs:,()cl.jljrídico Público InterriO I ~ r-orrliadorcs de Opin;ão I I1 Gestor do Mercado: DIREV. Gestor(es) do(s) Produto(s):! Prefixo-dv: 8,,04 5 I Gcn-:e,D Solar P"tlliw _ Instituição Financoira e lrlvestidores lnstituciore.is Soci8dade en, Geral ~. --- _._ ,:c-,- cstrategia CoqJUI éúiv'-l X Plano Dlr']lol Plano Opcl"H.cionel ---._- - --"'-' _ ,;"..._- ~-" '--1, ~1~SSifi~~CãO' d~~cl~~nda: I! X Materl81 rrornocionat Permanento - rnerchantfising e [Jecas de apoio ao ro/acionamento. t\1dorial Plomociollal ds Ouortunic!2d8 - pgcils para promoçüo de venda~. pgças I I,.1. X.ns!,iuciDnais para e'iel~tds 1 Divu!naçOes UA oportunide1dc,'campanila de Oivu/gaçâo! X A.C:õ{~s d,~ Corn;~nic3cao Interna -- Cé1f77panha, di. L ;scmína(:60 ou capacitaçao 'I /\c6c~-~ ::J~I~O ::1 F~)T:;~}(jI")rC's d,') Opinião --.~it irnorcnsa c I!Jateriais de apoio 3D relacíolldnf?nto,-', ' / l' I I, 1\... / //:::Y. -..:.:-.~ ---_.~ ::.-c"~-'-~ :1

20 EP 010 Comunicação!-,._ _.. _-_. : "1. S t~fl :ã() 8~s::; ,c j_ ----~- I. Inc8p:ivo so IJSD c13 ful1 ;i3.0 V:S'"l E!ectJon dos cart6es 1 OUrOGai,j e G8 V;S3 Ele~:tion nos '::stabelccirnentt:: éj.filíç-ldos Vis3 e V1S~-1 Electron. para pas]8mcn1o de compr?s a dàb:io na conta corren.tg. o qu9 j~ foi feifo: cilrnpéml1a nos períodos de I.. Ii novemllfo '2001 a fevel eiro!2002 o rnaio/jllt1ho 2002! 2.01 \j~:;tj\i-;)s ~j8 L11~~(;tir~~ F-A~~mentar o faturã~~,e~10 BB no me;cado cj~ c~~rt6cs I I i L i ::3. PLJii!cos.~;r,.vol\'ic1os n2 2.;:\0! I :.:xi,)! nos c lillgrnq) I I ConsolicJar J posiç~o do BB 801T'0 Inaior féltulomcr1to Electron, com objetivo de aumentar a inf!u6ncil1 de: B2nco na composição acionária (ji1 Visanct ~---c-:-cc---,------, Público Externo -- PilanVarojo PF clicnt9s que néo ativamm a função Visa EIGctron 110 Ourocard e no BB VisJ F'1p.ctrun i ~!. Ohjo1i\JOS de corre.jnic;lç[~o por ). O ohjetivo é reforçar LI. conlunicaçao quanto ao uso! Pllb:icD-éllvo do mec,anismo da fllnção débito pjra compras \'i:l 1. rede Visa Eleclron. "------_._ _.-.---_... o_o, praçi: privileç]iar as rcgiücs rnetl-opolitanas de I. Brasília, Be!:> 11Dri7onto, Rio d8 Ja.neiro t:~ "',:",.:m1fl n~ (':,'li1l~)anl1~l 3nterior. Período: 2 Semestre/ PélUln" ti, i ji i R" Intcrm2çorJS ~dir:ion8is.,,~" 1 ~- Pri'Jilr:Oiar o uso elo rnírifas externas allcrr12tivas, corno na CarT1penila anterior: shjppings, out doors, tr~nsp()rtq coletivo, ele.._ _~~- I I \ j

21 EP 2?772 Visa Electron I ~ ~ Objetivos "" Públicos-alvo - c, "

22 ._--~. ~ Verba disponível I Concorrência "~.7,C I;. ;,.. ": I ~ L,-.:., ;:._~--"--_._-- ' "-~-~. -jill.;:",--

23 n13 EP 0'7 r-.( I' 1i... I (_ '., 1 l t..iltãc} l'c.~, õé>ll (' ' ~ ~ ' Anfllise do discurso da concorrência,-= ~.;: ' Campanha ~ u s:"::"-'=- < /1

24 E P 2'l7Ci~j Idéia criativa -: r-." - 0".. -r-;::. - :c, Conceito Compras com dcb!to direto nz1 conta. Igual a dinheiro. f,,'lclhol do que cheque. Atributos de venda I L lwjv ~ '----" J

25 f!15 E P Q'l"1(' _ f- (Ou Peças PUblicitárias Compras com debito direto na cont.1. Igual <) dinheiro. r.~('lhdr do qu ;:- cheque. ' ~-~-----

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

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