REQUERIMENTO Nº, DE 2011

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1 REQUERIMENTO Nº, DE 2011 Requeremos, nos termos do artigo 13, 2º da Constituição do Estado de São Paulo e do artigo 34 da XIII Consolidação do Regimento Interno, a constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, composta por 5 (cinco) Deputados, com a finalidade de, no prazo de 120 (cento e vinte) dias, investigar eventuais ilícitos administrativos e criminais cometidos por agentes públicos e privados envolvidos na celebração, no controle e na execução dos contratos de gestão firmados entre a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina SPDM e o Governo do Estado de São Paulo, diretamente, ou por intermédio de Secretarias e órgãos a ele vinculados, em especial da Secretaria de Estado da Saúde, no período de 1998 a JUSTIFICATIVA Os motivos e documentos que ensejam o presente requerimento são os seguintes. A SPDM é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social pela Lei Estadual nº 846, de 4 de junho de 1998, e é responsável pela gestão de, pelo menos, 17 unidades de saúde, voltadas desde a atenção básica à atenção ambulatorial e hospitalar, construídas e equipadas pelo Estado de São Paulo, a saber: Hospital Brigadeiro São Paulo Hospital de Clínicas Luzia de Pinho Melo Mogi das Cruzes Hospital Estadual de Diadema Hospital Geral de Pirajussara - Taboão da Serra Núcleo de Gestão Assistencial Maria Zélia Farmácia de Alto Custo - Núcleo de Gestão Assistencial Várzea do Carmo Farmácia de Alto Custo Santo André Farmácia de Alto Custo Campinas Centro de Saúde Santa Cruz Centro de Saúde Dr. Lívio Amato (Vila Mariana) Centro de Apoio Psico-Social Prof Luiz da Rocha Cerqueira (CAPS Itapeva) Centro Estadual de Análises Clínicas da Zona Leste (CEAC Zona Leste) Assistência Médica Ambulatorial AMA MAURÍCIO PATÊ Assistência Médica Ambulatorial AMA SÍTIO MANDAQUI

2 Assistência Médica Ambulatorial AMA LADEIRA ROSA Assistência Médica Ambulatorial AMA JARDIM PAULISTANO Assistência Médica Ambulatorial AMA JARDIM JOAMAR A SPDM também é mantenedora do Hospital São Paulo, campo de ensino e treinamento da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), que, por sua vez, é signatária de convênios com o Governo Federal, visando ao financiamento e à expansão de suas atividades. Referidos convênios, contudo, padecem de irregularidades, de acordo com manifestações proferidas pela Controladoria Geral da União - CGU e pelo Tribunal de Contas da União - TCU, o que culminou com a adoção de uma série de outras tantas providências, por parte do Ministério Público Federal - MPF. Tais irregularidades dizem respeito à malversação dos recursos públicos ali empenhados, sobretudo no que concerne à gestão de recursos humanos, uso indevido de imóveis, compras sem licitação, preços praticados, irregularidades na política de expansão da assistência e, sobretudo, conflito de interesses na relação entre UNIFESP e SPDM. Segundo se extrai dos autos da Auditoria de Gestão de nº / , realizada pela Controladoria Geral da União sobre as atividades realizadas pela Unifesp no exercício de 2008, a unidade participou de diversos convênios cujos recursos não transitaram pelo SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal), foram repassados diretamente da concedente para a SPDM - Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina - entidade particular mantenedora do Hospital São Paulo, que funciona também como hospital universitário da Unifesp. De acordo com o citado relatório, no entanto, não se sabe exatamente quanto desses recursos é utilizado efetivamente no Hospital e quanto é dirigido para atividades administrativas da SPDM: Basicamente foram verificadas três situações em que a Unifesp figura como convenente: na primeira a Unifesp figura como convenente de direito e de fato, ou seja, ela mesma recebe os recursos da concedente e executa o objeto do convênio; na segunda, a Unifesp figura apenas como convenente de direito, pois recebe os recursos, mas transfere-os (assim como a execução do objeto) para a SPDM - Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina -, entidade privada mantenedora de seu hospital universitário (Hospital São Paulo); e na terceira situação, a Unifesp figura também como convenente apenas de direito, mas não chega a receber os recursos da concedente, pois os mesmos são transferidos desta diretamente para a SPDM, que figura como interveniente, mas que de fato é a executora do objeto do convênio. Nesta última situação, os recursos não transitam pelo Siafi. (grifos nossos). No SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal), estão registrados quatro convênios nos quais a Unifesp é concedente de recursos, no montante de R$ ,29. Nesses convênios, os recursos foram repassados à SPDM e os valores constam no SIAFI como "a comprovar".

3 Ainda segundo o relatório exarado pela Corregedoria Geral da União, para os casos relativos à terceira situação descrita anteriormente, a SPDM recebeu, em 2008, diretamente dos órgãos repassadores (Prefeituras Municipais, ou Governos Estaduais), cerca de R$ ,54 para gerir, em nome da Unifesp, equipamentos e programas de saúde no Estado de São Paulo (excluído o Hospital São Paulo), dos quais apenas cerca de R$ ,00 transitaram pelo SIAFI. Convênio Valor Anual (R$) Secretaria de Estado da Saúde de SP - Hosp. Mogi das Cruzes ,00 Secretaria de Estado da Saúde de SP - Núcleo Maria Zélia ,00 Secretaria de Estado da Saúde de SP - Núcleo Várzea do Carmo Secretaria de Estado da Saúde de SP - CAPS Itapeva (Centro de Atenção Psicossocial Prof. Luis da Rocha Cerqueira) Secretaria de Estado da Saúde de SP - Centro Saúde Lívio Amato(V.Mariana) , , ,00 Secretaria de Estado da Saúde de SP - Núcleo Santa Cruz ,00 Prefeitura de Embu ,00 Prefeitura de Guarulhos Hospital Pimentas ,00 Prefeitura de Campinas Hospital Ouro Verde ,00 Prefeitura de São Paulo - PSF ,62 Prefeitura de Peruíbe PSF ,21 Prefeitura de Caraguatatuba - PSF ,31 Prefeitura de Suzano - PSF ,91 Prefeitura de São Sebastião - PSF ,41 Prefeitura de Campos do Jordão - PSF ,94 Prefeitura de Barueri - PAB / PSF ,36 Prefeitura de Diadema - PSF ,08 Prefeitura de Lorena - PSF ,74 TOTAL ,54 Fonte: Controladoria Geral da União Vale destacar que as irregularidades relacionadas a repasses de recursos a unidades hospitalares e ambulatoriais, construídas e equipadas pelo Estado de São Paulo e

4 administradas pela SPDM, em negrito na tabela acima, perfazem o montante de R$ ,96. Por outro lado, a grande participação de municípios no processo aponta para a necessidade de que as respectivas Câmaras Municipais avaliem a pertinência de que os acordos correspondentes sejam por elas investigados. Além da possível atuação fraudulenta da SPDM, a CGU também aponta outras práticas em desacordo com a legislação, como contratação de empresas prestadoras de serviços e aquisição de material hospitalar sem licitação pública, e fracionamento de despesas na aquisição de material médico-hospitalar. Em 2008, a Unifesp empenhou mais de 70% de suas despesas com contratações de bens e serviços nas modalidades "dispensa de licitação" e "inexigibilidade de licitação"; ou seja, menos de 30% das despesas empenhadas no exercício se referiram a contratações feitas por processo licitatório, conforme quadro a seguir: Modalidade de Licitação Valor total empenhado em 2008 (R$) Pregão ,27 26,1 Convite ,82 0,4 Tomada de Preços ,96 1,2 Concorrência 0,00 0,0 Dispensa de Licitação ,44 26,5 Inexigibilidade de Licitação ,28 45,7 Total ,77 100,0 Fonte: relatório Controladoria Geral da União % sobre o total Na análise dos recursos humanos da Unifesp, também foi constatada a existência de uma série de irregularidades, a saber: servidores ocupantes de Cargos de Direção da Unifesp, acumulando atividades com vínculo celetista na SPDM; funcionários da SPDM exercendo atividades em departamentos da Unifesp, com possibilidade de conflito de interesses; profissionais atuando na Unifesp contratados por outras entidades pelo regime da CLT, sem concurso público; servidores de outros órgãos e esferas governamentais requisitados pela Unifesp, exercendo atividades externas à Universidade; e falta de cumprimento por servidores da Unidade, da carga horária semanal.

5 A exemplo de outras Organizações Sociais, a atuação da SPDM vem ocorrendo em detrimento da valorização dos servidores públicos estaduais que atuam nessas unidades. Outras ilegalidades relacionadas à gestão de recursos humanos também foram identificadas em processos administrativos instaurados pelo Ministério Público Federal (Inquérito Civil Público nº / ) e pelo TCU (acórdão 6330/2009), que comprovaram que professores atendem pacientes em consultas médicas particulares e exercem a função de representantes técnicos de empresas privadas perante o Conselho Regional de Medicina. Com base nesses fatos relacionados a gestão irregular dos recursos humanos, o Ministério Público Federal protocolou três ações civis públicas por ato de improbidade administrativa contra 20 professores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Todos eles são acusados de exercer atividades remuneradas não autorizadas, em desobediência ao regime de dedicação exclusiva da Universidade. Entre os demandados, nove, além de violar a exclusividade, ainda se dedicavam à gerência, administração ou representação técnica de sociedades comerciais, o que é vedado pelo Estatuto do Servidor Público Federal. O MPF avalia que o prejuízo ao erário causado pela conduta ilegal dos 20 professores seja da ordem de R$ 1,4 milhão. De outra parte, em 2009, a Promotoria de Justiça de Direitos Humanos - área da saúde pública, do Ministério Público do Estado de São Paulo, propôs ação civil pública contra o Estado de São Paulo; a APDM, o ex-secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, e o ex-diretor presidente da SPDM, Ulysses Fagundes Neto, onde se requereu a declaração de nulidade do contrato de gestão celebrado em abril de 2007 entre o Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Saúde, e a APDM, visando à implantação, operacionalização da gestão e realização de exames laboratoriais no Centro Estadual de Análises Clínicas da Zona Leste (CEAC Zona Leste). A ação é resultado de inquérito civil onde se apurou que, um mês após a criação do CEAC - Zona Leste, o Estado transferiu a gestão integral da unidade pública para a SPDM, dando início ao desmantelamento dos serviços laboratoriais que existiam na rede pública. Porém, um dia antes da assinatura do contrato de gestão, a SPDM transferiu a totalidade do objeto contratado à Associação Fundo de Incentivo à Psicofarmacologia (AFIP), que não é qualificada como Organização Social da Saúde (OSS) e que somente poderia ser contratada mediante prévia licitação. Nesse particular, destaca-se a necessidade de se investigar o papel da SPDM no processo de terceirização e quarteirização de responsabilidades por elas assumidas, seja na área de apoio diagnóstico-terapêutico, como é o caso da AFIP, seja em outras áreas. Além das supostos ilícitos acima apontados, a imprensa tem noticiado, ao longo dos últimos anos, outras irregularidades relacionadas à SPDM. De acordo com matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo, caderno Cotidiano, em 28/06/2010, intitulada Suspeitas de Fraude barram expansão da Unifesp, para a construção do Campus da Baixada Santista, uma empresa teria sido contratada informalmente para preparar projetos do campus após uma negociação verbal, sendo escolhida para um serviço de R$ 515 mil. A MHA Engenharia não entregou todos os projetos. Questionada, a empresa disse ter sido autorizada a trabalhar pela Unifesp por e-

6 mail, sem assinar nada antes. Houve, segundo o TCU, um "contrato verbal", após uma negociação suspeita. Tais irregularidades teriam atrasado a entrega das obras em dois anos. Ainda de acordo com a matéria, a Unifesp teria prometido a entrega da obra até dezembro de 2010, o que, de acordo com nossas informações, não ocorreu. Segundo a mesma matéria, o TCU apontou um sobrepreço de 15%, a título de "administração", em um contrato com o IAB (Instituto dos Arquitetos do Brasil), para a realização do concurso para escolher o melhor projeto arquitetônico para a unidade de Diadema, além de repasse ilegal do gerenciamento da obra à Fundação de Apoio à Unifesp. Diante disso, a fundação foi afastada em outubro de 2009, a obra parou e só foi retomada em Em que pese o quadro preocupante acima descrito, o que tornaria, no mínimo, desaconselhável ao Estado de São Paulo firmar com a SPDM qualquer tipo de avença, no dia 1º de janeiro de 2010, ela assumiu a gestão do Hospital Estadual Brigadeiro, o que obriga o Parlamento Estadual a investigar as razões que levaram os gestores públicos a celebrarem o citado Contrato de Gestão com uma Organização Social da Saúde que vinha sendo acusada de tão vasto leque de ilicitudes. Faz-se mister, portanto, que as autoridades estaduais, mais precisamente os representantes do povo no Poder Legislativo estadual, se debrucem sobre os fatos elencados e outros já de conhecimento dos órgãos de controle citados para verificar o cumprimento de providências legais por parte da Associação Paulista de Desenvolvimento da Medicina SPDM, entidade qualificada como Organização Social nos termos da Lei Estadual nº 846, de 4 de junho de 1998, principalmente porque sobrevive às custas de recursos públicos e há a necessidade de apuração de eventual prática de ilícitos penais ou administrativos por parte de agentes públicos que atuam na Secretaria de Estado da Saúde e demais órgãos do Governo do Estado, detentor de, pelo menos, dezessete equipamentos de saúde cuja gestão foi entregue àquela entidade. Nesse sentido, considerando que as informações e os documentos acima citados apontam para a possível ocorrência de ilícitos administrativos cometidos por agentes públicos, com a participação de particulares, que importam em atos de improbidade administrativa, capitulados na Lei nº 8.429/92, em especial em seus artigos 10 e 11, bem como em atos tipificados como crimes pela legislação penal vigente, requer-se a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito, com a finalidade de apurar os fatos relatados, em especial a conduta dos agentes públicos e privados envolvidos na celebração, no controle e na execução dos contratos de gestão firmados entre o Governo do Estado de São Paulo, diretamente, ou por intermédio de Secretarias e órgãos a ele vinculados, em especial da Secretaria de Estado da Saúde, e a Associação Paulista de Desenvolvimento da Medicina SPDM, no período de 1998 a Sala das Sessões, em

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