Serviços de Directoria

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1 Universidade da Beira Interior Departamento de Informática Unidade Curricular Serviços de Directoria Licenciatura em Tecnologias e Sistemas de Informação

2 Cap. 2 Sumário ü Domain Name System (DNS) ü Whois ü X.500 ü Lightweight Directory Access Protocol (LDAP)

3 Whois - Introdução O whois surgiu com o objectivo de manter uma lista actualizada com todas as redes ligadas à Internet. Funciona com o modelo Cliente/Servidor O whois é uma base de dados centralizada. Possui informação sobre as redes IP existentes. Centraliza informações sobre os responsáveis pela gestão de cada uma das redes IP registadas. Especificado no RFC 954. Existem Servidores específicos para áreas geográficas. Funciona como serviço standalone, e também através da Internet.

4 Modo de Funcionamento O serviço funciona em modo Cliente/ Servidor, independentemente do modo como é utilizado. Cliente Whois Servidor Whois Programa Cliente Query Resultados Envia a Query Recebe os Resultados Processa a Query Devolve os Resultados

5 Modo de Funcionamento O whois é usualmente um programa utilizado em ambientes UNIX para aceder a servidores whois. O Servidor é baseado em TCP e utiliza o porto 43. A troca de informações entre o cliente e o servidor é efectuada utilizando NVT ASCII (Network Virtual Terminal).

6 Servidores Existem actualmente, três áreas principais para registar redes. EUROPA RIPE NCC - Réseaux IP Européens Network Coordination Centre whois.ripe.net AMÉRICA ARIN - American Registry for Internet Numbers whois.ripe.net nic.ddn.mil ÁSIA/PACÍFICO APNIC - Asia Pacific Network Information Centre whois.apnic.net MUNDO Internic rs.internic.net

7 Acesso ao Serviço O Serviço whois pode ser acedido de várias formas: Utilizando um cliente whois (whois em UNIX). Utilizando uma sessão telnet Correio Electrónico Via WWW Dependendo do tipo de acesso pode ser requerido mais conhecimento sobre os comandos (caso do whois no UNIX).

8 O serviço whois disponibiliza a seguinte informação: inetnum Gama de endereços IP da rede netname Designação da rede descr Identificação da entidade admin-c Administrador tech-c Técnico de apoio à gestão nic-hdl código único que identifica cada pessoa address morada mnt-by identifica quem pode manter o objecto changed identificação quem e a data em que se efectuaram alterações source origem da informação

9 Informação disponibilizada Query à base de dados RIPE (Réseaux IP Européens) whois procurando a Rede

10 Informação disponibilizada inetnum: netname: UBI-BLOCK-1 descr: Universidade da Beira Interior descr: Covilha country: PT admin-c: AN520-RIPE admin-c: JCP36-RIPE admin-c: JPDC1-RIPE admin-c: MMC5-RIPE tech-c: PF498-RIPE tech-c: PAdJ2-RIPE status: ASSIGNED PA mnt-by: AS1930-MNT source: RIPE # Filtered person: Jose Pacheco de Carvalho address: Universidade da Beira Interior address: Rua Marques de Avila e Bolama address: P-6200 Covilha address: Portugal phone: fax-no: nic-hdl: JPDC1-RIPE mnt-by: AS1930-MNT source: RIPE # Filtered (...)

11 Informação disponibilizada Query à base de dados RIPE whois procurando o Nome Pacheco Carvalho

12 Informação disponibilizada Query à base de dados RIPE whois procurando através do NIC Handler JPDC1-RIPE (único para cada pessoa)

13 Resumo O whois é um Serviço Internet que: Se encontra centralizado. Disponibiliza informações sobre redes IP. Disponibiliza informações sobre organizações (morada, telefone e fax). Contacto dos Administradores da rede. Funciona em diversos meios (telnet, whois, WWW e Correio Electrónico)

14 Algumas Referências Internet Livros TCP/IP Administration, Craig Hunt TCP/IP Illustrated I, W. Richard Stevens RFC s

15 Algumas Referências (RFC s relacionados c/ whois) Número Título Autor(es) RFC2958 The application/whoispp-response Content-type L. Daigle, P. Faltstrom RFC2957 The application/whoispp-query Content-Type L. Daigle, P. Faltstrom RFC2345 Domain Names and Company Name Retrieval J. Klensin, T. Wolf, G. Oglesby RFC2167 Referral Whois (RWhois) Protocol V1.5 S. Williamson, M. Kosters, D. Blacka, J. Singh, K. Zeilstra RFC1914 How to Interact with a Whois++ Mesh P. Faltstrom, R. Schoultz, C. Weider RFC1913 Architecture of the Whois++ Index Service C. Weider, J. Fullton, S. Spero RFC1835 Architecture of the WHOIS++ service P. Deutsch, R. Schoultz, P. Faltstrom, C. Weider RFC1834 Whois and Network Information Lookup Service, J. Gargano, K. Weiss Whois++ RFC1739 A Primer On Internet and TCP/IP Tools G. Kessler, S. Shepard RFC1714 Referral Whois Protocol (RWhois) S. Williamson, M. Kosters RFC1580 FYI0023 Guide to Network Resource Tools EARN Staff RFC1373 Portable DUAs T. Tignor RFC0954 WHOIS K. Harrenstien, M.K. Stahl, E.J. Feinler

16 Cap. 2 Sumário ü Domain Name System (DNS) ü Whois ü X.500 ü Lightweight Directory Access Protocol (LDAP)

17 X.500 O X.500 foi a primeira tentativa de criar um serviço de directoria para disponibilizar informações comuns a várias aplicações. X.500 é um conjunto de protocolos estandardizados definido pela ISO e ITU Principais características: Base de Dados distribuída Mecanismo de procura de informação flexível Espaço de Nomes Homogéneo Serviço padronizado e aberto.

18 Estrutura do X.500 As informações do Serviço de Directoria X.500 estão armazenadas na Directory Information Base (DIB): Cada entrada na DIB aponta para um objecto Objecto: Utilizador nome: Joel sobrenome: Rodrigues Atributos Entrada Objecto Atributo 1 (tipo, valores) Atributo 2 (tipo, valores)... Atributo n (tipo,valores)

19 Estrutura do X.500 Os objectos podem conter outros objectos constituindo uma estrutura hierárquica em forma de árvore. objectos que contêm outros objectos são chamados containers. Uma rede de computadores ou domínio pode ser representado como uma sub-árvore na directoria. objectos que não contêm outros objectos são chamados folhas (leaf).

20 Esquema de Nomes Classe (RDN) Raiz () RDN= DN = DN: Distinguished Name País (P) RDN: P=uk RDN: P=pt DN: P=pt Organização (O) RDN: O=ac RDN: O=ubi DN: O=ubi, P=pt Unidade Organizacional (UO) RDN: UO=ic RDN: UO=dei RDN: UO=di RDN: UO=di, O=ubi, P=pt Pessoa (CN) RDN: CN=pacheco RDN: CN=pedro DN: CN=Pedro, UO=di, O=ubi, P=pt

21 Serviço de Nomes Parte da Directory Information Tree (DIF) C =PT O = Universidade da Beira Interior OU =Departamento de Informática CN = Servidores Host_Name = mail Host_Name = dns

22 Name Space do X.500 Duas entradas na DIF com Host_Name como RDN. Atributo Valor Atributo Valor País PT Country PT Locality Organization OrganizationalUnit Covilhã Universidade da Beira Interior Departamento de Informática Locality Organization OrganizationalUnit Covilhã Universidade da Beira Interior Departamento de Informática CommonName Main server CommonName Main server Host_Name dns Host_Name mail Host_Address Host_Address

23 Nomes Um nome é utilizado para identificar cada objecto na directoria. Existem dois tipos de nomes: Distinguished Name (DN): Nome único Consiste no caminho completo que identifica o objecto desde a raiz cn=pedro, ou=di, o=ubi.pt Relative Distinguished Name (RDN): Nome único relativo Identifica o objecto através de um atributo cn=pacheco

24 Modelo Funcional do X.500 DSP (Directory Service Protocol). Protocolo que especifica a comunicação entre servidores. Essa comunicação só ocorre quando uma consulta não pode ser satisfeita pelo servidor local DAP (Directory Access Protocol). Protocolo de acesso, que padroniza a comunicação entre o cliente e o servidor X.500

25 Modelo Funcional do X.500 DUA (Directory User Agent) Nome dado ao software do cliente que interage directamente com o servidor X.500 O desenvolvimento de aplicações que interagem com o DSA (Directory System Agent) é feita através de um conjunto de API's padronizadas pelo protocolo de acesso. DSA (Directory System Agent) Denominação dada ao software do servidor responsável por atender as requisições dos clientes.

26 Modelo Funcional do X.500 DSP (Directory Service Protocol). DAP (Directory Access Protocol) DAP DUA DSA DSP DSP DSA DSP DUA (Directory User Agent) DSP DSA DSP DSA DSA DSP DSA Directoria X. 500 DAP DUA DSA (Directory System Agent)

27 Algumas Referências Building an X.500 Directory Service in the US, RFC1943, May Building Naming and Structuring Guidelines for X.500 RFC1617 The COSINE and Internet X.500 Schema. RFC1274prop Introducing a Directory Service, SURFnet report innovatie/afgesloten/x500/introducing/ Naming Guidelines for the AARNet X.500 Directory Service, RFC 1562 CCITT Blue Book, Volume VIII - Fascicle VIII.8, Replication and Distributed Operations extensions to provide an Internet Directory using X.500, RFC1276prop ISO transport services on top of the TCP: Version: 3, M. Rose, D. Cass, RFC1006std35 Recommendations for an X.500 Production Directory Service, RFC1803 Managing the X.500 Root Naming Context, D. Chadwick, RFC2120exp A Revised Catalog of Available X.500 Implementations,RFC1632 A Naming Scheme for c=us, RFC1255

28 Cap. 2 Sumário ü Domain Name System (DNS) ü Whois ü X.500 ü Lightweight Directory Access Protocol (LDAP)

29 Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) O X.500 é demasiado complexo para muitas aplicações LDAP: Versão simplificada do X.500 Muito usado em Serviços Internet Protocolo da camada de Aplicação que usa TCP Utiliza servidores principais e secundários para melhorar o desempenho Exemplos de implementações LDAP: Active Directory (Windows 2000) Novell Directory services iplanet directory services (Netscape)

30 Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) Utilização típica: user profiles, access privileges, network resources Desenvolvido pela Universidade de Michigan em conjunto com a Internet Engineerig Task Force (IETF) O LDAP está actualmente na versão 3: LDAPv3

31 Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) Diversos RFC s descrevem o funcionamento do LDAP: RFC Protocolo RFC Modelo de Nomes RFC API RFC conjunto de caracteres internacionais UTF-8 RFC LDAPv3 (specification of the LDAP on-the-wire protocol) RFC LDAPv3 (Attribute Syntax Definitions) RFC LDAPv3 (UTF-8 String Representation of Distinguished Names) RFC LDAPv3 (The String Representation of LDAP Search Filters ) RFC LDAPv3 (The LDAP URL Format) RFC Summary of the X.500(96) User Schema for use with LDAPv3 RFC Authentication Methods for LDAP RFC LDAPv3: Extension for Transport Layer Security RFC LDAPv3 Technical Specification

32 LDAP Actua com Múltiplos Serviços de Directoria CONSULTAR INSERIR, MODIFICAR, APAGAR LDAP LDAP cliente INTERNET TCP/IP TCP/IP SERVIÇO DE directoria

33 Arquitectura do LDAP A arquitectura LDAP é cliente-servidor. O servidor LDAP pode ser de dois tipos: Actuar como uma ponte com outro servidor de directoria (ex: X.500) Ser um servidor standalone. LDAP como front-end de serviços X500 DAP CLIENTE LDAP LDAP PROCESSO LDAP PROCESSO X500 X500 SERVIDOR LDAP DAP X500

34 Arquitectura do LDAP LDAP como front-end de serviços X.500 cliente LDAP LDAP servidor LDAP DAP servidor X500 DAP servidor X500

35 Arquitectura do LDAP LDAP como stand-alone LDAP servidor LDAP cliente LDAP LDAP servidor LDAP

36 Servidores LDAP Standalone e Referral Quando um servidor LDAP não conhece a resposta a uma pergunta do cliente, indica outro servidor LDAP (chamado referral) ou uma lista de servidores LDAP para o cliente consultar. LDAP CLIENTE LDAP LDAP Servidor LDAP Servidor LDAP LDAP Servidor LDAP

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