Documento de Requisitos Dr. Plantão

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1 Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Graduação em Ciência da Computação Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Documento de Requisitos Dr. Plantão Professor: Jaelson Freire Brelaz de Castro Equipe: Bruno de Assis Pereira João Pedro Marcolino Cordeiro {bap2, Recife, Junho de 2015

2 Dr. Plantão 2015 Índice 1. Introdução Motivação Problema Atores Levantamento de dados Entrevistas Descrição do Processo BPMN Processo de Administração de Plantões Anuais (Com o Dr Plantão) Sub-processo de alocação de plantões Sub-processo de manutenção de plantões Processo de administração de plantões (sem o Dr Plantão) Sub-processo de alocação de plantões Sub-processo de alocação de médicos veteranos Statechart Novos cadastros Alocação de Plantões Manutenção de Plantões Requisitos Requisitos Funcionais Requisitos Não-Funcionais Requisitos de Produto Requisitos de Processo Requisitos Externos Modelagem dos Requisitos i* Modelo de Dependência Estratégica Modelo Racional Estratégico Casos de Uso NRF Framework Conclusão Relatório da Equipe Referências Anexo A Artefatos coletados

3 Anexo B Imagens completas das modelagens

4 Índice de Ilustrações Figura 1 - Processo de Administração de Plantões Anuais... 7 Figura 2 Sub-processo de alocação de plantões... 8 Figura 3 Sub-processo de manutenção de plantões anuais... 9 Figura 4 Processo geral sem o Dr Plantão Figura 5 Sub-processo de alocação de plantões sem o Dr Plantão Figura 6 Sub-processo de alocar médicos veteranos sem o Dr Plantão Figura 7 Statechart do processo de administração dos plantões, parte 1, Novos Cadastros Figura 8 Statechart do processo de administração de plantões, parte2: alocação de plantões 12 Figura 9 Statechart do processo de administração de plantões, parte 3: Manutenção de plantões Figura 10 Modelo de dependência estratégica, parte Figura 11 Modelo de dependência estratégica, parte Figura 12 Modelo Racional Estratégico, parte Figura 13 Modelo Racional Estratégico, parte Figura 14 Modelo Racional Estratégico, parte Figura 15 Diagrama de casos de uso do sistema Figura 16 Diagrama de requisitos não funcionais, parte Figura 17 Diagrama de requisitos não funcionais, parte Figura 18 Diagrama de requisitos não funcionais, parte Figura 19 Calendário de plantões - Coopanest-PE Figura 20 Lista de médicos cooperados - Coopanest-PE Figura 21 Modelo de dependência estratégica Figura 22 Modelo Racional Estratégico Figura 23 Diagrama de requisitos não funcionais

5 1. Introdução Este é o projeto final da disciplina de Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas do Centro de Informática da UFPE ministrada pelo professor Jaelson Castro com o objetivo de produzir um documento de requisitos sobre um problema do mundo real. O problema abordado por nossa equipe é o problema de gerenciamento de plantões médicos de uma cooperativa. Uma cooperativa precisa lidar com uma série de problemas relacionados à constante troca de plantões por parte dos médicos e problemas referentes a localizações geográficas que tornam difíceis às atividades relacionadas ao gerenciamento de plantões. Para resolver esse problema ofereceremos um sistema que forneça à cooperativa a possibilidade gerenciar os médicos e instituições associadas, criar alocações públicas de plantões médicos, gerenciar saldos de plantões, realizar trocas de plantões; e para os médicos cooperados, que esse sistema possibilite visualizar os seus plantões, realizar solicitações de afastamento e se alocar para realização de plantões. Este projeto apresenta e descreve artefatos que compõem a especificação do sistema descrito. No entanto, vários detalhes técnicos deixaram de ser especificados devido ao limite de páginas imposto. 4

6 1.1. Motivação A Coopanest-PE é uma sociedade cooperativa de anestesiologistas, regida pela Lei Nacional do Cooperativismo (Lei 5764 de 1971), com o objetivo de firmar contratos e cobrar os honorários dos Médicos Anestesiologistas a ela associados. Atua desde o ano de 1976, criado a partir da Sociedade Pernambucana de Anestesia, e conta com mais de 400 cooperados. A cooperativa gerencia os plantões dos cooperados de modo a manter um controle sobre onde e quando os plantonistas darão plantão. Além disso, essa instituição possui informações quanto à disponibilidade dos médicos para saber se estes poderão dar o plantão conforme determinado. A Coopanest-PE também possui controle sobre o saldo de plantões de cada médico, sabendo assim se este está devendo plantões ou não. Atualmente, a Coopanest-PE utiliza planilhas do Excel para manter registro sobre informações relacionadas aos plantões dos cooperados e aos dados cadastrais dos médicos. Todas essas informações foram obtidas através de entrevistas e encontros que ocorreram com os gerentes da Coopanest-PE e cooperados. O grande número de tarefas realizados pela cooperativa e a utilização dos atuais sistemas de informação pela Coopanest-PE geram vários problemas Problema A forma de acesso de um cooperado as informações referentes ao gerenciamento de plantões em cooperativas é explorado de forma básica, uma vez que o acesso às informações é feito por meio de planilhas eletrônicas, arquivos PDF e/ou formulários de papel pode-se observar como as informações eram armazenadas no Anexo A. Tornando dispendiosa a recuperação da informação destinada a cada pessoa. Além disso, uma série de problemas relacionados à constante troca de plantões por parte dos médicos e problemas referentes a localizações geográficas tornam difíceis às atividades relacionadas ao gerenciamento de plantões. Para resolver esse problema ofereceremos um sistema, o Dr. Plantão, que fornecerá à cooperativa a possibilidade gerenciar os médicos e instituições associadas, criar alocações públicas de plantões médicos, gerenciar saldos de plantões, realizar trocas de plantões; e para os médicos cooperados, que esse sistema possibilite visualizar os seus plantões, realizar solicitações de afastamento e se alocar para realização de plantões. Este documento apresentará artefatos que compõem a especificação do sistema descrito nos tópicos subsequentes Atores Os atores são usuários e/ou outros dispositivos externos que desenvolvem algum papel em relação ao sistema. Dispositivos externos podem ser hardwares e/ou softwares que, como os usuários, geram informações para o sistema ou necessitam de informações que são geradas pelo sistema. No sistema proposto teremos como atores três níveis de usuários: Cooperativa: Ator que representa o gerente da cooperativa e todas as atividades que este realiza; dr plantão (Sistema): Ator que representará o sistema proposto com todas as suas funcionalidades; 5

7 Médico: Ator que representa um cooperado dentro da cooperativa e todas as atividades que este realiza; Hospital: Ator que representa um hospital que irá fornecer informações e que faz parte do processo de gerenciamento de plantões da cooperativa Levantamento de dados Os dados que foram utilizados para este documento foram obtidos através de entrevistas com médicos e cooperativas. As entrevistas foram realizadas no início, durante o desenvolvimento do sistema objetivando deixar mais claro o que uma cooperativa e seus médicos estavam esperando do sistema, e saber se o que estava sendo desenvolvido estava de acordo com as expectativas dos stakeholders Entrevistas Entrevista com a Coopagreste, em Caruaru Áudio gravado Primeira entrevista para entender melhor como eles trabalham com os plantões Entrevista com a Coopanest, em Recife Apresentação para o gerente executivo da cooperativa da proposta em criar o software em parceria com eles Proposta aceita e outra entrevista marcada Segunda entrevista com a Coopanest Entrevista com a médica responsável (Dra. Nádia Duarte) pelo gerenciamento dos plantões dessa cooperativa. Levantamento de requisitos. Terceiro encontro com a Coopanest Apresentação da primeira versão para Dra. Nádia e seu auxiliar, Dr. Valdir Rizzuto. Recolhimento de feedbacks para melhorias e alterações no software. Quarto encontro com a Coopanest Apresentação de uma versão mais finalizada do software. Encontro marcado para mostrar o sistema aos médicos cooperados. Quinto encontro com a Coopanest e seus médicos Apresentação para os médicos da parte do sistema que eles vão utilizar Segundo levantamento de requisitos. Outro encontro marcado para apresentar o sistema pronto e dar uma aula de como utilizá-lo. 2. Descrição do Processo Através da utilização de técnicas de modelagem para descrição de sistemas como BPMN (Business Process Modeling Notation) e Statechart objetivamos facilitar o entendimento do usuário sobre o funcionamento do sistema e também utilizar essas notações para obter feedbacks sobre o sistema BPMN Com BPMN realizamos duas modelagens uma que apresenta o funcionamento da cooperativa sem o dr plantão, e uma que apresenta o cenário da cooperativa utilizando o sistema proposto. Durante a descrição textual de cada diagrama, os trechos sublinhados se relacionam diretamente com um elemento do diagrama em questão, e seguem a mesma ordem do fluxo apresentado no diagrama, facilitando o acompanhamento. 6

8 Processo de Administração de Plantões Anuais (Com o Dr Plantão) Figura 1 - Processo de Administração de Plantões Anuais Cooperativas de plantonistas normalmente adotam períodos fixos de tempo para manter um calendário fixo de plantões. No caso da Coopanest-PE, todo início de ano, novos médicos cooperados se juntam a cooperativa, assim também como novos hospitais podem passar a serem servidos pelos cooperados. Dessa maneira, anualmente, o processo geral começa com uma fase de atualização dos dados dos médicos e hospitais já presentes no sistema, assim como o cadastro de novos médicos e o cadastro de novos hospitais. Todas essas tarefas são realizadas por um funcionário da cooperativa através do sistema. Após a fase inicial de atualização, acontece o processo de alocação dos plantões que irão vigorar esse ano e, após esses plantões estarem definidos, o processo de manutenção desses plantões é realizado. Como essas duas ultimas atividades são complexas, elas foram modeladas como sub-processos e seus diagramas são apresentados e descritos a seguir. 7

9 Sub-processo de alocação de plantões Figura 2 Sub-processo de alocação de plantões O processo de alocação de plantões se inicia quando os hospitais que são atendidos informam a cooperativa os horários de plantões que precisam ser atendidos esse ano. Após isso, um funcionário da cooperativa acessa o sistema e cria um novo evento de alocação de plantões, informando os hospitais, médicos e plantões disponíveis a serem alocados. A seguir, apenas para os médicos veteranos, acontecem as seguintes tarefas: o sistema gera uma lista de médicos contendo a ordem de prioridade de escolha de cada um, de acordo com um critério específico definido pela cooperativa. Logo depois, os médicos são notificados que eles devem acessar o sistema para informar quais plantões eles desejam atender. Após todos os médicos informarem suas respectivas preferências, o sistema automaticamente aloca os plantões para os médicos seguindo a lista de prioridade mencionada anteriormente. Logo depois, essas mesmas tarefas são realizadas novamente para os médicos novatos. Com isso, o novo calendário de plantões, que será utilizado durante o ano atual, está pronto e é divulgado para os médicos e hospitais que estavam cadastrados no evento de alocação. 8

10 Sub-processo de manutenção de plantões Figura 3 Sub-processo de manutenção de plantões anuais Durante o decorrer do ano acontece o processo de manutenção dos plantões e dados dos médicos cooperados. Não é incomum, por exemplo, um médico tirar uma licença de férias ou de saúde pelo menos uma vez por ano. Além disso, médicos normalmente costumam adotar um substituto para cobrir um eventual plantão que o primeiro não conseguiria atender. Em ambos os casos, a cooperativa é informada e ela auxilia o médico a encontrar um substituto. Assim, o processo começa com a cooperativa recebendo uma requisição de mudança de um médico. Logo em seguida, essa requisição é classificada de acordo com o seu tipo e tratada, como descrito a seguir: Se a requisição for de licença, um novo registro de licença é cadastrado no sistema e um plantonista substituto é definido; Se a requisição for de uma simples substituição, um novo registro de substituição é cadastrado no sistema e plantonista substituto é definido; Por último, se a requisição for de atualização de dados, o respectivo cadastro é atualizado. Depois de finalizado o processamento da requisição, o processo volta a esperar outras requisições, até que o prazo de duração anual dos plantões em vigor expire e isso cause o fim desse sub-processo. 9

11 Processo de administração de plantões (sem o Dr Plantão) Para comparação, os diagramas a seguir apresentam o processo utilizado pela cooperativa sem o uso do Dr Plantão. Como se pode observar, a maior parte das tarefas era executada manualmente por um funcionário da cooperativa. Além disso, o processo de alocação de plantões tomava bastante tempo e recurso, pois os médicos eram contatados um a um para informarem suas preferências. Devido ao limite de páginas desse projeto, a descrição detalhada desses diagramas foi omitida. Figura 4 Processo geral sem o Dr Plantão Sub-processo de alocação de plantões Figura 5 Sub-processo de alocação de plantões sem o Dr Plantão 10

12 Sub-processo de alocação de médicos veteranos Figura 6 Sub-processo de alocar médicos veteranos sem o Dr Plantão 2.2. Statechart O diagrama a seguir, dividido em três partes para melhorar a visibilidade, representa o mesmo processo descrito para o BPMN anteriormente, mas com algumas mudanças, feitas para explorar a sintaxe disponibilizada por Statecharts. Como o fluxo seguido por esse diagrama é o mesmo descrito nos diagramas BPMN acima, a descrição textual dos diagramas BPMN pode ser usada para acompanhar o processo sem prejudicar a compreensão. As principais mudanças representadas nos diagramas a seguir foram: 1. O cadastro de médicos e hospitais novos pode ser feito em qualquer ordem, ou até ao mesmo tempo, mas o processo só avança uma vez que ambas as partes estejam completas (representado pelo estado ortogonal Novos Cadastros e pelo ponto de sincronização que segue esse estado). 2. Caso a requisição recebida durante a fase de manutenção de plantões não pertença a nenhum dos três tipos definidos, o processo volta a aguardar outras requisições (representado pela transição default no ponto de condição do estado Manutenção de plantões ). 3. O processamento de uma requisição feita durante a fase de manutenção dos plantões pode ser interrompida caso o prazo de um ano expire. Essa requisição continuará a ser processada durante a próxima fase de manutenção (representado pela transição de entrada plantoessetornamativos no ponto de histórico do estado Manutenção de plantões ) Novos cadastros Figura 7 Statechart do processo de administração dos plantões, parte 1, Novos Cadastros 11

13 Alocação de Plantões Figura 8 Statechart do processo de administração de plantões, parte2: alocação de plantões Manutenção de Plantões Figura 9 Statechart do processo de administração de plantões, parte 3: Manutenção de plantões 3. Requisitos 3.1. Requisitos Funcionais Os requisitos funcionais têm o papel de definir o comportamento do sistema, ou seja, são todas as ações que o sistema deve realizar. 12

14 [RF01] Login Descrição do caso de uso: O usuário deve poder entrar no sistema com sua conta. Seja ele um médico ou uma cooperativa. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: login e senha do usuário Saídas e pós-condição: Retornar a página inicial daquele usuário [RF02] Logout Descrição do caso de uso: Uma vez dentro do sistema, o usuário deve poder sair da sua conta. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Requisição do usuário para sair. Saídas e pós-condição: Resposta do sistema deslogando o usuário [RF03] Registrar Médico Descrição do caso de uso: Uma vez dentro do sistema, uma cooperativa pode adicionar um novo médico plantonista, passando os dados necessários. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Estar no sistema como cooperativa, dados do médico (CRM, nome, , carga horária ) Saídas e pós-condição: O médico deverá ser registrado no banco de dados [RF04] Registrar Hospital Descrição do caso de uso: O usuário cooperativa deve poder adicionar um novo hospital, passando apenas o nome dele Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Estar no sistema como cooperativa, nome do 13

15 hospital Saídas e pós-condição: O hospital deverá ser registrado no banco de dados [RF05] Registrar Plantão Descrição do caso de uso: O usuário cooperativa tem a opção de adicionar um plantão em um hospital, associando-o a um médico já existente e passando os dados necessários Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Estar no sistema como cooperativa, dados necessários (tipo de plantão, dia, turno, médico responsável, hospital ) Saídas e pós-condição: O plantão é registrado no banco de dados. [RF06] Registrar Licença Descrição do caso de uso: Quando um médico entra de licença, a cooperativa registra essa licença nas informações do médico, passando os dados necessários. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Estar no sistema como cooperativa, dados necessários (motivo da licença, início, fim ) Saídas e pós-condição: A licença é registrada nas informações do médico. Se o dia final da licença ainda não chegou, o médico deverá ser marcado como com licença. Uma vez passado esse dia, ele volta a ser sem licença. [RF07] Registrar chamada pública Descrição do caso de uso: Uma cooperativa pode iniciar uma chamada pública para começar um novo período de plantões. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Estar no sistema como cooperativa, selecionar 14

16 os hospitais e médicos que participaram dessa chamada. Saídas e pós-condição: Assim que a cooperativa termina de criar a chamada pública, os médicos devem poder entrar no sistema e selecionar essa chamada para escolherem seus plantões. O período atual é guardado no sistema e o novo é reposto no lugar dele [RF08] Registrar plantão de substituição Descrição do caso de uso: A cooperativa deve ser capaz registrar plantão que serão de substituição Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Deve haver um plantão e mais de um médico Saídas e pós-condição: Um novo plantão que irá representar uma substituição semântica de outro plantão. [RF09] Editar Perfil Descrição do caso de uso: Um usuário (cooperativa ou médico) pode mudar informações básicas no seu perfil, como nome e senha. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Novos dados. Saídas e pós-condição: Se não houver nenhuma entrada fora do padrão, as alterações são salvas no banco de dados. [RF10] Excluir hospital Descrição do caso de uso: A cooperativa deve ser capaz de remover um hospital do sistema Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: O hospital deve existir. Saídas e pós-condição: O hospital é excluído do banco de dados, assim como todos os plantões que estavam associados a ele. 15

17 [RF11] Excluir médico Descrição do caso de uso: A cooperativa deve ser capaz de remover um médico do sistema Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: O médico deve existir. Saídas e pós-condição: O médico é excluído do banco de dados. Todos os plantões que ele dava agora devem ser vagos e disponíveis para os outros médicos [RF12] Excluir plantão Descrição do caso de uso: A cooperativa deve ser capaz de remover um plantão do sistema Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: O plantão deve existir. Saídas e pós-condição: Caso o plantão excluído seja de um plantão de substituição, a substituição associada a ele deve ser desfeita. O plantão é excluído. [RF13] Visualizar lista de médicos Descrição do caso de uso: Um usuário deve ter acesso a uma lista com todos os médicos que fazem parte da cooperativa Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Nome do médico (podendo ser em branco para que sejam retornados todos os médicos) Saídas e pós-condição: Uma lista com os médicos que se encaixam com aquela pesquisa [RF14] Visualizar Plantão Descrição do caso de uso: Um usuário deve ser capaz de visualizar as 16

18 informações associadas a um determinado plantão Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Devem existir plantões registrados no sistema e estes pertencerem a cooperativa requisitante. Saídas e pós-condição: Uma visualização com os dados referentes ao plantão é retornada. [RF15] Visualizar Hospitais Descrição do caso de uso: Um usuário deve ser capaz de visualizar as informações referentes aos hospitais que ele esta associado. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Devem existir hospitais registrados no sistema. Saídas e pós-condição: Uma lista com todos os hospitais que o usuário tem acesso. [RF16] Visualizar Histórico da Cooperativa Descrição do caso de uso: Usuário cooperativa solicita ao servidor a visualização do histórico da Cooperativa em questão. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: Usuário através da interface clicando em um botão Saídas e pós-condição: Lista com o histórico de plantões da Cooperativa [RF17] Solicitar Plantão Descrição do caso de uso: Usuário Médico poderá solicitar uma alocação em um Plantão de uma Chamada Pública quando estiver na sua vez de escolher plantões. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: O médico solicita ao servidor uma alocação de 17

19 um plantão através da tela da Chamada Pública em questão. Saídas e pós-condição: O servidor responde ao usuário se a solicitação foi aprovada ou não. [RF18] Participar de Chamada Pública Descrição do caso de uso: Usuário Médico poderá solicitar a participação em uma Chamada Pública de Plantões. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: O médico solicita ao servidor a participação em uma chamada pública. Saídas e pós-condição: O servidor responde se o médico foi aceito (colocando-o na chamada pública) ou não (enviando uma mensagem). [RF19] Visualizar Calendário da Cooperativa Descrição do caso de uso: Usuário Médico poderá visualizar o calendário da Cooperativa em que está alocado. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: O médico solicita ao servidor a visualização do calendário clicando em um botão. Saídas e pós-condição: O servidor retorna ao usuário a tela do calendário da cooperativa juntamente com todos os plantões associados aquele calendário. [RF20] Visualizar Plantão de uma Chamada Pública Descrição do caso de uso: Usuário Médico poderá visualizar os dados de um determinado Plantão de uma Chamada Pública. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: O médico solicita ao servidor a visualização do Plantão. Para isso, ele já deverá estar na chamada pública. Saídas e pós-condição: O servidor retorna ao usuário a tela com os dados referentes ao plantão solicitado. [RF21] Visualizar Perfil 18

20 Descrição do caso de uso: Usuário Médico poderá visualizar os dados do seu perfil. Prioridade: Essencial Importante Desejável Entradas e pré-condições: O médico logado acessa os dados do seu perfil através de uma aba. Saídas e pós-condição: Resposta do servidor com os dados do médico em questão Requisitos Não-Funcionais Os requisitos não-funcionais, também conhecidos como requisitos que definem a qualidade do sistema, tem a finalidade de apontar quais características se esperam do sistema Requisitos de Produto [NFR01] Controlar automaticamente os créditos e débitos dos médicos a partir dos plantões que eles deram ou deixaram de dar Descrição: O cálculo referente aos plantões que os plantonistas tem de crédito ou débito é feito de forma automática pelo sistema. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR02] Avisar ao médico quando for sua vez de escolher seus plantões Descrição: O sistema notifica o médico através da plataforma uma vez que está na vez do médico em questão de escolher os seus plantões Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR03] A tarefa de realizar a mudança dos plantões durante o processo de alocação de plantões deve ser realizado em até um minuto Descrição: A realização de mudança dos plantões é um processo realizado pelo sistema e este não deve exceder o limite de execução de um minuto Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR04] O sistema só pode ficar no máximo uma hora offline por mês Descrição: Restrição quanto ao período máximo de tempo que o sistema 19

21 pode ficar offline por mês. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR05] Corretude Descrição: O calendário de plantões gerado pelo processo de alocação de plantões deve ser correto, i.e. todas as preferências cadastradas pelos médicos foram atendidas. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR06] Completude Descrição: O calendário de plantões gerado pelo processo de alocação de plantões deve ser completo, i.e. todos os médicos que participaram do processo devem possuir plantões alocados. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR07] Integridade Descrição: As informações mantidas pelo sistema, como saldos de médicos, licenças e horários de plantões, não devem possuir inconsistências ou contradições. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR08] Fácil manipulação de dados Descrição: O sistema deve apresentar qualquer informação requisitada pelo usuário de forma clara e estruturada, disponibilizando maneiras de pesquisar e ordenar essas informações quando possível, de modo a facilitar a manipulação dos dados. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR09] Mensagens de erro Descrição: As mensagens de erro apresentadas ao usuário devem ser claras. Prioridade: Essencial Importante Desejável 20

22 [NFR10] Confirmar ações Descrição: Ações que alteram o estado do sistema, como atualizações e deleções de dados feitas pelo usuário, só devem ser executadas após uma mensagem de confirmação tenha sido exibida ao usuário e aceita pelo mesmo. Prioridade: Essencial Importante Desejável Requisitos de Processo [NFR11] O sistema deve ser desenvolvido como um sistema web Descrição: Restrição quanto à forma de desenvolvimento do sistema. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR12] O sistema deve ser acessível via plataformas mobile Descrição: Restrição quanto à forma de acesso ao sistema. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR13] O sistema deve ser desenvolvido utilizando o framework Django Descrição: Restrição quanto à forma de desenvolvimento do sistema. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR14] O sistema dever ser modularizado Descrição: Restrição quanto à forma de desenvolvimento do sistema. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR015] Confidencialidade Descrição: O acesso aos dados mantidos pelo sistema só deve ser permitido após a identificação e autorização do usuário requisitando o acesso. Prioridade: Essencial Importante Desejável 21

23 Requisitos Externos [NFR016] Orçamento Descrição: O custo pré-estabelecido com a instituição para o desenvolvimento do sistema não poderá ser superado. Prioridade: Essencial Importante Desejável [NFR017] Tempo de Desenvolvimento Descrição: O tempo total de desenvolvimento do sistema não pode superar o tempo estimado no contrato. Prioridade: Essencial Importante Desejável 3.3. Modelagem dos Requisitos Nesta seção são apresentados os modelos utilizados para representar visualmente as interdependências e relações entre os requisitos funcionais, não funcionais e os atores que fazem parte do sistema i* Os modelos de Dependência Estratégia e o modelo Racional Estratégico foram cortados em partes para melhor visualização e se encontram a seguir. Figuras desses modelos completos podem ser encontradas no Anexo B. 22

24 Modelo de Dependência Estratégica Figura 10 Modelo de dependência estratégica, parte 1 23

25 Figura 11 Modelo de dependência estratégica, parte 2 Com esse modelo podemos observar como os atores envolvidos nesse sistema se relacionam e quais dependências eles apresentam uns sobre os outros. Também podemos observar de maneira superficial quais ações, tarefas e objetivos a organização pretende alcançar. A cooperativa, por exemplo, depende do recurso plantões oferecidos disponibilizado pelo Hospital. Outro tipo de dependência que podemos observar é a de objetivo, a cooperativa depende do sistema para que ela possa alcançar o objetivo de visualizar plantões por semana ou mês de todos os médicos. A dependência de tarefa também pode ser observada, o médico 24

26 depende do dr plantão para que ele possa realizar a tarefa de visualizar plantões por semana ou mês seguindo um processo bem definido. Por fim, também temos a presença de softgoals, o médico depende do sistema para alcançar o soft-goal Avisar ao médico quando for sua vez de selecionar seus plantões ; essa é uma condição que o médico deseja alcançar, mas que não existe um critério para determinar se esse tipo de dependência foi alcançado Modelo Racional Estratégico Figura 12 Modelo Racional Estratégico, parte 1 25

27 Figura 13 Modelo Racional Estratégico, parte 2 26

28 Figura 14 Modelo Racional Estratégico, parte 3 Esse modelo tem como finalidade explicitar como um ator específico se organiza de modo a atingir os seus objetivos. Assim podemos observar o relacionamento entre os diferentes objetos e tarefas. No caso apresentado, temos o modelo do Médico e o modelo da Cooperativa, em ambos podemos observar como estes atores se comportam de modo a atingir os seus objetivos. 27

29 No modelo Racional Estratégico podemos observar a decomposição de tarefas, como exemplo temos a tarefa Cadastrar médicos, hospitais, plantões da Cooperativa que é decomposto nas tarefas Obter dados cadastrais do médico, Obter dados cadastrais do hospital e Obter dados dos plantões. Também podemos observar o relacionamento de meio-fim ; o Médico, por exemplo, realiza a tarefa Emitir pedido de licença com a finalidade de alcançar o objetivo Obter licença. Por fim, temos o conceito de Contribuição onde tarefas, recursos, objetivos ou soft-goals contribuem de forma positiva ou negativa para que um soft-goal seja alcançado, por exemplo, o soft-goal Processo de escolhar ser simples e intuitivo e o objetivo Definir lista de plantões contribuem de forma positiva e negativa, respectivamente, para alcançar o soft-goal Pouco esforço do Médico Casos de Uso Figura 15 Diagrama de casos de uso do sistema A descrição dos casos de uso equivale à descrição dos requisitos feitas na seção NRF Framework Os requisitos não funcionais listados anteriormente foram modelados utilizando o framework NFR. Os requisitos foram refinados a partir de sete categorias: disponibilidade, funcionalidade, segurança, performance, usabilidade, acessibilidade e manutenabilidade. Ligações de contribuição do tipo And e Or foram utilizadas para expressar refinamentos necessários e suficientes, respectivamente. Além disso, ligações do tipo Help e Hurt foram usadas para expressar influência positiva ou negativa sobre outros requisitos, respectivamente. Além disso, observa-se que Disponibilidade é um requisito crítico no sistema. O diagrama que contém o modelo foi dividido em três partes para melhor visualização e se encontra a seguir. Uma figura do modelo completo pode ser encontrada no Anexo B. 28

30 Figura 16 Diagrama de requisitos não funcionais, parte 1 29

31 Figura 17 Diagrama de requisitos não funcionais, parte 2 30

32 Figura 18 Diagrama de requisitos não funcionais, parte 3 31

33 4. Conclusão O desenvolvimento desse projeto propiciou o exercício de todo o conhecimento teórico obtido ao longo da disciplina. Foram realizadas tarefas de elicitação de requisitos e sua consequente análise para que tal documento fosse concluído de acordo com o esperado. A realização dos diferentes tipos de modelos permitiu que a o problema fosse melhor compreendido e que se pudesse chegar à um consenso de como o sistema deveria ser desenvolvido de forma a atender aos requisitos da Coopanest-PE. 5. Relatório da Equipe Nome do membro Papel Esforço na equipe (%) Assinatura Bruno de Assis Pereira 50% João Pedro Marcolino Cordeiro 50% 32

34 Referências [1] G. Kotonya and I. Sommerville. Requirements Engineering: Processes and Techniques, John Wiley & Sons, [2] Ian Sommerville. Engenharia de Software. 6ª Edição, Makron Books, [3] Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas, Disponível em: < [4] Coopanest-PE: Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas, Disponível em: <http://www.coopanestpe.com.br/> 33

35 Anexo A Artefatos coletados Figura 19 Calendário de plantões - Coopanest-PE Figura 20 Lista de médicos cooperados - Coopanest-PE 34

36 Anexo B Imagens completas das modelagens Figura 21 Modelo de dependência estratégica Figura 22 Modelo Racional Estratégico 35

37 Figura 23 Diagrama de requisitos não funcionais 36

38 37

1. INTRODUÇÃO. 1.1. Sobre a Organização. 1.2. O Problema Identificado

1. INTRODUÇÃO. 1.1. Sobre a Organização. 1.2. O Problema Identificado HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão Data Descrição Autor (Login) 01 04/11 Levantamento dos requisitos Jcblc 02 06/11 Reunião para Estruturação do documento de Requisitos bpn, Jcblc 03 10/11 Elaboração do capítulo

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