NOTA TÉCNICA 0037_V1_2014 TRANSPORTE COLETIVO URBANO LINHAS CIRCULARES

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1 NOTA TÉCNICA 0037_V1_2014 TRANSPORTE COLETIVO URBANO LINHAS CIRCULARES Jaraguá do Sul (SC), Abril de 2014.

2 ALINHAMENTO ESTRATÉGICO Jaraguá Ativa: Cidade inteligente e sustentável, cidade para pessoas. Visão: Ser referência internacional na indicação de caminhos estratégicos para o desenvolvimento sustentável da Cidade. Missão: Ser o indutor das tomadas de decisões do Poder Público e da Sociedade, através de critérios técnicos. Macro Diretriz: JARAGUÁ ATIVA Programa: AMBIENTE SUSTENTÁVEL Iniciativa estratégica: JARAGUÁ MÓVEL Prefeito: Dieter Janssen Vice-Prefeito: Jaime Negherbon Presidente do INSTITUTO JOURDAN: Benyamin Parham Fard Elaboração: Arq. Aurélio Luiz Junckes Eng. Benyamin Parham Fard, MBA Eng. Thais Liane Henning, Esp. Nota Técnica 0037_V1_2014

3 APRESENTAÇÃO Jaraguá do Sul cresceu nos últimos 19 anos, mais de 53%, com a população residente de mais de 92% em área urbana (IBGE, 2010). A frota de veículos, entretanto, somente considerando os últimos 5 anos, cresceu aproximadamente 24%. A cidade é o 5º município com o maior PIB em SC (5,3 bi R$), sendo no Brasil, a 103ª economia e em população encontra-se no ranking em 185º lugar. Entre montanhas e dois rios, Jaraguá do Sul, fundada em 25/07/1876, faz parte da mesorregião do Vale do Itapocú, formada por 7 municípios. Uma cidade com um pouco mais de habitantes, ocupando uma superfície de 532,59 km², sendo 118,33 km² de área urbana, 409,80 km² de área rural e área de núcleo urbano isolado de 4,46 km². Limita-se com os municípios de Campo Alegre ao norte, Blumenau, Massaranduba, Pomerode e Rio dos Cedros ao sul; Guaramirim, Joinville e Schroeder ao leste e com Corupá ao oeste. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA, o transporte público coletivo é o meio de transporte mais utilizado pelos brasileiros dentro da cidade (44,3%), seguido pelo carro (23,8%), por moto (12,6%), a pé (12,3%) e, por último, pela bicicleta (7,0%) (IPEA, 2011).Na mesma pesquisa, a opinião predominante dos brasileiros (31,3%), quando perguntados sobre a qualidade do transporte público coletivo em suas cidades, é de que o serviço é Regular. Numa visão geral, o transporte público coletivo no Brasil tem inovado pouco em relação à tecnologia, gestão e prestação de serviços aos usuários (DUARTE; LIBARDI; DUDUS, 2008). Neste sentido, priorizar a reformulação, modernização e efetivação de mecanismos de controle do sistema de transporte coletivo urbano em Jaraguá do Sul, bem como da sua infraestrutura, além da integração dos diferentes modos de transporte, da fixação de metas de qualidade e desempenho, fazem parte do rol das ações necessárias para a garantia da melhoria da eficiência e da eficácia e da promoção do aumento do número de passageiros e a equidade no acesso aos serviços de transporte público coletivo. Benyamin Parham Fard Presidente do INSTITUTO JOURDAN Nota Técnica 0037_V1_2014

4 SUMÁRIO 1 JARAGUÁ ATIVA INTRODUÇÃO OBJETIVO O TRANSPORTE COLETIVO ANÁLISE DO ATUAL SISTEMA DAS PROPOSTAS DAS LINHAS CIRCULARES OBJETIVOS METAS (DIRETRIZES) AÇÕES Comparativo - Linha Circular / Veículo Particular ETAPAS DE IMPLANTAÇÃO DAS LINHAS CIRCULARES i) PRIMEIRA ETAPA LINHA AZUL (CENTRAL) ii) Segunda Etapa LINHA VERMELHA (OESTE) iii) Terceira Etapa LINHA VERDE (LESTE) CONSIDERAÇÕES FINAIS Nota Técnica 0037_V1_2014

5 1 JARAGUÁ ATIVA A Macro Diretriz Jaraguá Ativa (FARD; SILVEIRA; HENNING, 2013) define a Política de Desenvolvimento Sustentável de Jaraguá do Sul, onde são apontados direcionamentos e ações de curto, médio e longo prazo para o Município. A Macro Diretriz é dividida em quatro programas que, por sua vez, são divididos em três iniciativas estratégicas cada, e essas se desdobram em diversas ações. Os quatro programas são denominados, respectivamente, de Inovação Empreendedora, Ambiente Sustentável, Economia Ativa e Cidade Inteligente. Figura 1 - Macro Diretriz Jaraguá Ativa Fonte: Fard, Silveira e Henning (2013). Nota Técnica 0037_V1_2014 4

6 2 INTRODUÇÃO Fatores importantes para auxiliar na caracterização da qualidade de vida de uma sociedade e por consequência, definir seu grau de desenvolvimento econômico e social, remetem à facilidade dos deslocamentos de pessoas, que está diretamente ligado as características do sistema de transporte público coletivo (FERRAZ E TORRES, 2004). O Plano Diretor de Jaraguá do Sul, dentro das disposições que tratam das estratégias para a melhoria da mobilidade e acessibilidade, prioriza entre outras ações, a reformulação e modernização do sistema de transporte coletivo urbano. O estudo analisa e propõe, entre outras ações em andamento de requalificação do atual sistema, o planejamento e implantação de linhas circulares na área central da cidade. No entanto, apesar de sua importância, a implantação de novas linhas não basta para a restruturação do Sistema de Transporte Público de passageiros de Jaraguá do Sul, embora perpasse pelo levantamento dos itinerários e o planejamento de novas linhas, deverá considerar: as metas e objetivos do Sistema de Transporte; dos condicionantes socioeconômicos e ambientais; do levantamento de necessidades, considerando a representatividade da oferta existente e do comportamento das demandas; dos componentes do sistema, considerando a categoria de prioridade de trajetos, da tecnologia a ser adotada e do tipo de serviço/operação, da seleção dos modais de transporte, do desenho preliminar do sistema e da avaliação, através da análise comparativa e eleição do sistema (NORONHA, 2011). Estudos que serão objetos do Plano Municipal de Transporte Público Coletivo e Mobilidade Urbana de Jaraguá do Sul. 3 OBJETIVO A Nota Técnica apresenta a análise relacionada, dentro de contexto de requalificar o atual sistema de transporte de Jaraguá do Sul, para implantação das Linhas Circulares na área central e adjacentes ao Centro. A proposta contempla ainda, a adoção de veículos puramente elétricos, com piso baixo e janelas grandes, proporcionando visão panorâmica do ambiente, que aliados as demais intervenções em estudo e projetadas, tais como: de qualificação da infraestrutura, da promoção da acessibilidade, da adoção de um novo mobiliário urbano que prioriza a segurança, a durabilidade e conforto dos usuários, o projeto de restruturação do terminal central e/ou implantação de mini terminais, além de propor a integração do sistema com os demais modais de transporte existentes e projetados, da fixação de metas e indicadores de qualidade e desempenho, vindo de encontro a atender as necessidades de deslocamentos e de conforto dos atuais passageiros e potencializando a migração de novos usuários para o sistema, reduzindo assim o uso de veículos particulares nas viagens urbanas. Nota Técnica 0037_V1_2014 5

7 4 O TRANSPORTE COLETIVO O Transporte coletivo é um dos serviços considerados de caráter essencial à população, definido como o transporte de passageiros acessível a toda população mediante pagamento individualizado, com itinerários e preços fixados pelo Poder Público (Constituição do Brasil, 1988 e BRASIL, 2012). Planejar o sistema de transportes de uma cidade envolve a determinação das necessidades viárias, de trânsito e tráfego, ou seja, adequações da infraestrutura, levantamentos de ofertas e demandas e a definição do modal adequado para o atendimento desse processo. Seu planejamento resulta no transporte eficiente, otimizado, a custos módicos, e na qualificação do meio ambiente, no desenvolvimento das atividades econômicas, nas finanças públicas e na qualidade de vida da população. (NORONHA, 2011). Figura 2 Comparativo de ocupação da via. Fonte: Podemos observar, conforme figura 02 e segundo o Professor Garrone Reck, que o transporte Coletivo:... não apresentam a versatilidade do automóvel transporte portaaporta, livre escolha do trajeto, consecução do deslocamento no horário mais conveniente etc. Por outro lado apresentam como uma grande vantagem a economia de espaço público para sua efetivação (em especial nas áreas centrais e locais com deficiência de espaço para circulação e estacionamento) exigindo menos de 10% de área viária em comparação com o transporte particular (por automóvel) (Apostila Transporte Público UFPR). Nota Técnica 0037_V1_2014 6

8 Nesta mesma vertente, segundo o especialista americano, Camp Oakley : A cidade que quiser resolver o problema da locomoção de seus habitantes com automóveis ampliará cada vez mais as áreas centrais de circulação e estacionamento, até o extremo em que não existirão mais os edifícios; aí, deixará de existir também a cidade (BRANCO, 1981) 5 ANÁLISE DO ATUAL SISTEMA De maneira geral, os principais fatores que influem na qualidade e eficiência do transporte público coletivo, estão relacionados à acessibilidade, confiabilidade, segurança, características do veiculo, lotação e tempo de viagem. Da análise do atual sistema de transportes de Jaraguá do Sul denota-se, preliminarmente, quanto a sua estruturação, não ser hierarquizado, quanto ao traçado no território, são predominantemente radiais, fazendo a ligação do centro aos bairros, exceto as linhas compromisso cujo objetivo é o atendimento com viagens diretas a um ou mais polos de atração, e a sobreposição de funções exercidas operacionalmente por cada linha. De acordo com a pesquisa Origem e Destino, realizada em Jaraguá do Sul pelo Instituto de Pesquisa Catarinense IPC, em setembro de 2011, constatou-se que 45% dos entrevistados utilizam o transporte coletivo pelo menos 04 vezes por semana. Metade dos usuários considera o transporte como bom e ótimo, enquanto os outros 50% consideram o transporte regular, ruim ou péssimo, pela falta de horários, lotação e atraso. Na mesma pesquisa, constatou-se que o tempo médio de deslocamento em ônibus é de 35 minutos. Porém quase 30% dos usuários levam mais de 30 minutos do ponto de ônibus onde termina o trajeto até o seu destino final, ou seja, quase o mesmo tempo que permanece no ônibus, precisa ser percorrido a pé para se chegar ao seu destino final. 6 DAS PROPOSTAS DAS LINHAS CIRCULARES A priorização do transporte coletivo apresenta vantagem a economia do espaço público, em especial na área central, com deficiência de espaço para circulação e principalmente para estacionamento, sendo que para sua efetivação faz-se necessário menos de 10% da área viária em comparação com o transporte particular (por automóvel) ( RECK, UFPR). Minimizando congestionamentos e acidentes de trânsito, emissão da poluição atmosférica, diminuição da necessidade de investimentos em ampliação do sistema viário, estacionamentos em via pública, proporcionando uma ocupação mais racional do solo (eficiente e humana) além do aumento de eficiência econômica da cidade (FERRAZ, TORRES, 2004). Nota Técnica 0037_V1_2014 7

9 Linhas Circulares, conforme RECK, são as linhas que tem um itinerário perimetral a uma região (área central, por exemplo) percorrendo-o num único sentido e com apenas um ponto terminal (e de controle operacional), atendendo a função de captação/distribuição principalmente para os deslocamentos em áreas densas (centro) ou rarefeitas (novos loteamentos). No caso, previsto por este estudo, a linha terá circulação continua, em período pré-definido (ex.: das 08 horas às 20 horas), sem terminal ou ponto final. 6.1 OBJETIVOS A implantação das Linhas Circulares, de forma conjunta ou parcial, tem como objetivos: Qualificação da circulação de pedestres e do transporte urbano; Melhoria da circulação entre bairros; Melhoria da acessibilidade aos equipamentos e serviços urbanos e de transporte; Redução de acidentes; Melhoria na infraestrutura; Melhoria na qualidade ambiental; Resgatar antigos e conquistar novos usuários. 6.2 METAS (DIRETRIZES) A implantação das Linhas Circulares para alcançar os objetivos, tem as seguintes metas fundamentais: Tratamento urbanístico diferenciado ao sistema de transporte, ao sistema viário, cicloviário e de pedestrianização; Diminuir a circulação de veículos particulares, principalmente na área central; Priorização da circulação do transporte coletivo, de veículos não motorizados e à pedestrianização; Qualificar o serviço de transporte coletivo; Sistema com rota padrão e intervalos constantes e confiáveis; Integração dos diversos modais de transporte; Aumentar o número de usuários de transporte coletivo. 6.3 AÇÕES Para cumprimentos das metas, são primordiais as seguintes ações: Adoção de dois veículos para cada linha circular, trafegando simultaneamente, mas com distância predefinida entre os veículos, para reduzir o tempo de viagens e espera. A frequência inicialmente projetada é de 10 a 15 minutos; Viabilizar subsídios para adoção da tarifa diferenciada, a R$1,00, através da criação de um fundo de custeio, tornando o uso do sistema mais atrativo, em virtude da Nota Técnica 0037_V1_2014 8

10 economia em relação ao transporte particular ver tabela 6.3.1; Estudo para a adoção de faixas preferenciais do transporte coletivo, alargamento de calçadas, esquinas ampliadas e rebaixadas, implantação ciclovias e de ciclofaixas; Implantação de novos abrigos de passageiros com maior durabilidade, conforto, segurança e informação aos usuários do transporte coletivo; Adoção de ônibus elétrico, com piso rebaixado (Figura 03); Estudo para reformulação/readequação do terminal central e de implantação de mini-terminais. Figura 3 Ônibus elétrico Piso baixo Fonte: Adamo Bazani (2013) Comparativo - Linha Circular / Veículo Particular A Tabela 1, na qual esta considerada apenas o custo do combustível, não sendo computados custos diretos de depreciação, gestão e manutenção do veículo e estacionamento, além de custos indiretos como saúde e meio ambiente, serve para comprovar que o sistema ao adotar algum tipo de subsidio, que venha a garantir uma passagem de aproximadamente R$ 1,00, será extremamente vantajoso para o usuário deixar o automóvel em casa e passar a utilizar o transporte coletivo, no momento em que este estiver circulando em horário e trajetos definido, que garanta a confiabilidade do usuário. Alcançando a tarifa aproximada de R$ 1,00, comparada a um trajeto de 4,5 km, media do percurso intermediário das linhas, uma vez que o usuário não utilizará o sistema para uma viagem completa, podemos verificar que neste percurso, o usuário do transporte individual Nota Técnica 0037_V1_2014 9

11 (automóvel) terá o gasto de R$ 1,10 como custo médio de combustível, considerando o valor de R$ 2,92 a R$ 3,02 / Litro. Tabela 1 Consumo médio Automóvel Fonte: Elaborado pelos autores (2013) ETAPAS DE IMPLANTAÇÃO DAS LINHAS CIRCULARES O estudo prevê a implantação gradual de três (03) linhas circulares de transporte coletivo projetadas, sendo a linha Azul Central, a 1º etapa a ser implantada, com 02 ônibus convencionais e um reserva, substituídos posteriormente para os veículos elétricos. O traçado das Linhas está definido na figura 3, com as seguintes extensões: a. Circular 01 LINHA AZUL 7,5 km b. Circular 02 LINHA VERMELHA 9,0 km; c. Circular 03 LINHA VERDE 10,5 km A extensão das linhas considerou que uma linha circulares deve ser curta, favorecendo um deslocamento rapido, pois o usuário não fará um deslocamento semicircular caso exista a possibilidade de consegui através de uma linha convencional existente, chegar a seu destino em tempo menor. Nota Técnica 0037_V1_

12 Figura 4 Linhas Circulares Fonte: Elaborado pelos autores (2013). Figura 5 Integração Linhas existentes com Linhas Circulares Fonte: Elaborado pelos autores (2013). Nas figuras 4 e 5, podemos verificar a interligação existente entre as linhas, Nota Técnica 0037_V1_

13 possibilitando a integração do sistema circular, garantindo maior mobilidade, flexibilidade e abrangência do usuário, garantida pela proximidade aos polos geradores ou pontos de interesse da cidade. A escolha para a implantação da Linha Circular Azul, além de considerar as características das vias que seriam utilizadas e os pontos de interesse, utilizou os dados da pesquisa de 2011, de forma a atender o maior número possível de usuários, conforme observado na figura 6 e 7. Figura 6 MATRIZ ORIGEM/DESTINO-Por bairro de origem(%) Fonte: Pesquisa Origem/Destino Set Vol II Pesquisa Domiciliar Figura 7 MATRIZ ORIGEM/DESTINO-Por bairro de destino (%) Fonte: Pesquisa Origem/Destino Set Vol II Pesquisa Domiciliar Nota Técnica 0037_V1_

14 As figuras permitem observar, que a população atingida, tanto na origem, quanto no destino, chega a aproximadamente 20% dos entrevistados. i) PRIMEIRA ETAPA LINHA AZUL (CENTRAL) A 1ª etapa, denominada Linha Azul, deve ser implantada em aproximadamente 02 meses, sendo o trajeto definido conforme figura 6, passando pelo bairro Centro e Vila Nova. Figura 6 Trajeto Linha Azul Fonte: Ipplan (2013). Podemos observar, através da figura 6, que o trajeto da Linha Azul, prioriza o sentido norte/sul da cidade, passando por vias estruturais com grande trafego de veículos e com faixas preferenciais já implantadas, o que, somado aos pontos de interesse, relacionados na figura 7, tornará o sistema atrativo ao usuário, em virtude da rapidez, conforto, integração e interesse. Nota Técnica 0037_V1_

15 Figura 7 Pontos de Interesse Linha Azul Fonte: Elaborado pelos autores (2013). Nota Técnica 0037_V1_

16 ii) Segunda Etapa LINHA VERMELHA (OESTE) A 2ª e 3ª etapas serão implantadas, após avaliação da 1º etapa e com a elaboração do Plano de Transporte e Mobilidade Urbana. A 2ª etapa, denominada Linha Vermelha, com trajeto definido conforme figura 8, contempla os bairros Centro, Vila Lenzi, Nova Brasília, Vila Nova, Jaraguá Esquerdo e Barra do Rio Molha. Figura 8 Trajeto Linha Vermelha Fonte: Elaborado pelos autores (2013). Podemos observar que o trajeto da Linha Vermelha, da mesma forma que a Linha Azul, prioriza o sentido norte/sul da cidade, passando, em sua maior parte, por bairros com índice populacional elevado, por vias estruturais com grande trafego de veículos e com possibilidade de implantação, em algumas vias, de faixas preferenciais para transporte coletivo, mas que demanda de analise mais profunda de todo o sistema viário do entorno. Seu percurso, somado aos pontos de interesse, relacionados na figura 9, tornará o sistema atrativo ao usuário, principalmente pela economia, integração e polos geradores. Nota Técnica 0037_V1_

17 Figura 9 Pontos de Interesse - Linha Vermelha Fonte: Elaborado pelos autores (2013). Nota Técnica 0037_V1_

18 iii) Terceira Etapa LINHA VERDE (LESTE) A 3ª etapa será implantada em conjunto ou subsequente a 2ª etapa, também após avaliação de todo o sistema e elaboração do Plano de Transporte e Mobilidade Urbana, com o trajeto definido conforme figura 10, passando pelo bairro Centro, Vila Lalau e Ilha da Figueira. Figura 10 Trajeto Linha Verde Fonte: Elaborado pelos autores (2013). Podemos Constatar que o trajeto da Linha Verde, diferente das etapas anteriores, prioriza o sentido leste/oeste da cidade, passando, em sua maior parte, por bairros com índice populacional elevado e centro de bairro consolidado, caso do bairro Ilha da Figueira, seu traçado, coincide com vias estruturais com elevado trafego de veículos locais e de passagem. Vias que possibilitam a implantação, na maior parte do trageto, de faixas preferenciais para transporte coletivo, mas que demanda uma analise mais profunda de todo o sistema viário. Seu percurso, somado aos pontos de interesse, relacionados na figura 11, tornará o sistema atrativo, permitindo economia, integração e rapidez. Nota Técnica 0037_V1_

19 Figura 11 Pontos de Interesse - Linha Verde Fonte: Elaborado pelos autores (2013). 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Em síntese, os dados desta nota técnica, corroboram para a importância das Linhas Circulares, principalmente quando subsidiadas e atendem diversos polos geradores de trafego, além de estarem inseridas dentro das regiões mais densamente povoadas do município (ver figura 12). Nota Técnica 0037_V1_

20 Figura 12 Densidade populacional Fonte: Elaborado pelos autores, adaptado de IBGE (2010). Importante opção de transporte para a população, principalmente por estar integrada ao transporte existente, ao não motorizado, visto que seu traçado segue paralelo ao Sistema Cicloviário implantado e projetado (ver figura 13) e linhas de transporte coletivo existente (ver figura 14), culminando com a integração dos modais, a partir do Plano de Transporte e Mobilidade, criando opções que possibilitem a diminuição de veículos em circulação, tornado o transporte coletivo e cicloviário mais atrativo, rápido e confiável. Conforme RECK, Estas linhas normalmente têm grande aceitação do usuário, pois além de atenderem um razoável número de deslocamentos internos permitem uma boa complementação às demais linhas, aumentando virtualmente a sua área de atendimento, pela melhor condição de distribuição e captação de usuários. Nota Técnica 0037_V1_

21 Figura 13 Expansão Cicloviária Geral Fonte: Elaborado pelos autores (2013). Figura 14 Mapa Transporte Coletivo Fonte: Elaborado pelos autores (2013). Nota Técnica 0037_V1_

22 REFERÊNCIAS FARD, B. P.; SILVEIRA, M. M. da; HENNING, T. L. Macro Diretriz Jaraguá Ativa (Nota Técnica 0004_V0_2013 A). Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul, Jaraguá do Sul, Trabalho não publicado; JARAGUÁ DO SUL. Lei Municipal Complementar 65/2007. Plano Diretor. Jaraguá do Sul, IPC Instituto de Pesquisa Catarinense, Pesquisa Origem-Destino, Jaraguá do Sul, Apostila Transporte Público - Professor Garrone Reck - Departamento de Transporte da UFPR FortalBus - Nota Técnica 0037_V1_

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