Dispositivos Móveis como Interface Comunicacional das Cidades Inteligentes 1. Aurélio Tsuguio SAKUMA

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1 Dispositivos Móveis como Interface Comunicacional das Cidades Inteligentes 1 2 Mauro de Souza VENTURA 3 Aurélio Tsuguio SAKUMA Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho campus de Bauru SP Resumo Este artigo busca demonstrar como as novas tecnologias alteram o cenário comunicacional urbano. A mobilidade de conexão através das redes telemáticas e dispositivos móveis traz novas formas de interagir com o espaço público. Se na internet fixa pouco importa o local físico de onde o usuário se conecta, com a internet móvel o local físico torna se parte fundamental dessa conexão, pois agora o físico pode fundir se com informações digitais, criando espaços híbridos. A incorporação de processos criativos aos espaços híbridos cria inovações que podem contribuir de diversas maneiras numa melhor relação entre a cidade e seus cidadãos, em direção do que chamamos de cidades ineligentes. Palavras chave Dispositivos móveis; mídias locativas; espaços híbridos; cidades inteligentes. Introdução O desenvolvimento tecnólogico nas últimas décadas trouxe uma série de aparatos info comunicacionais que alteraram não só a forma como as pessoas se comunicam e interagem entre si, mas também como interagem nos espaços urbanos desse novo século. Os novos paradigmas da comunicação trazidos pela cibercultura trazem desafios e oportunidades nunca antes imaginadas pelas pessoas, instituições e governos. A introdução estratégica dessas novas tecnologias ao cotidiano dos centros urbanos pode contribuir para a solução de problemas e melhoria da qualidade de vida nas cidades. 1 Trabalho apresentado no DT 6 Interfaces Comunicacionais do XIX Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste, realizado de 22 a 24 de maio de Prof. do Programa de Pós Graduação em Comunicação Midiádica, Universidade Estadual Paulista, e mail: 3 Mestrando do Programa de Pós Graduação em Comunicação Midiática, Universiade Estadual Paulista, 1

2 Se num primeiro momento da internet havia uma tendência de transpor tudo o que era possível para o mundo on line, as redes de relacionamento, trabalho, educação, fontes de informação e entrenimento, criando um certo isolamento físico do indivíduo na utilização dessa tecnologia. Com a implantação das redes telemáticas e a popularização dos dispositivos móveis, possibilitando uma conexão móvel, que conta ainda com sistemas de geolocalização, o indivíduo agora pode movimentar se livremente pela cidade, estando sempre conectado. Esse novo cenário de mobilidade de conexão criou inúmeras possibilidades de fusão de conteúdos online e espaços físicos, criando espaços híbridos da cidade ciborgue. O passo seguinte à hibridização do cenário urbano é a utilização dessas tecnologias para a formação de cidades inteligentes. A cibercultura é um termo relativamente recente, cunhado nos anos de 1990, à partir da incorporação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) ao cotidiano das pessoas. Esse processo tem início ainda nos anos de 1970, com o desenvolvimento da micro informática e das telecomunicações. Lemos (2003) define a cibercultura como a forma sócio cultural que emerge da relação simbiótica entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro eletrônica que surgiram com a convergência das telecomunicações com a informática na década de 70." O advento da internet e sua popularização, altera significativamente as relações entre pessoas, tempo, espaço, trabalho, educação e com os meios de comunicação. Lemos (2006) estabelece como as três leis fundadoras da cibercultura: emissão, conexão em rede e reconfiguração dos formatos midiáticos e práticas sociais. A emissão diz respeito à liberação do pólo de emissão. Com a internet, o usuário transcende o papel de receptor dos veículos de comunicação massiva. Agora o usuário pode produzir, recortar, adicionar, alterar e, principalmente, compartilhar conteúdos na internet. Já as tecnologias de informação e comunicação (TICs), conectam pessoas, máquinas, objetos, instituições, governos e locais, numa grande rede. Num primeiro momento, essa conexão se dá com a popularização dos computadores pessoais e o advento da internet, intensificando se com introdução dos dispositivos móveis que podem se conectar à internet através das redes de telefonia celular ou por redes wi fi. Atualmente vivemos uma era de 2

3 comunicação ubíqua, estamos sempre conectados, pois a conexão é que possibilita as relações em rede. As TICs não eliminam as antigas formas de relação ou as formas tradicionais de mediação da comunicação, ja que cibercultura não possui uma lógica de substituição, mas sim de adaptação e alteração das formas de se relacionar e de se comunicar. Essa alteração nas formas de se relacionar e se comunicar altera também as relações de consumo entre empresas e consumidores, criando uma nova economia da comunicação, como explica Lorenzo (2003): "No século XXI, terminar se á o que foi iniciado no século XX; as fronteiras da comunicação serão as do mundo das empresas e dos consumidores, como são até agora. Mas o capital do conhecimento, isto é, os conceitos, as idéias, os sons e as imagens serão os novos valores. Até agora, esse capital foi considerado propriedade privada, do mesmo modo que os bens físicos. Por isso, as novas empresas estão em pleno processo de concentração econômica, a fim de criar redes mundiais para os fornecedores e os usuários de bens comunicacionais. Os usuários emigram para novas formas de entretenimento, de informação e de cultura, desenhadas por empresas que manterão com eles uma relação de longa duração." (p.33) Lorenzo (2003) também reforça a idéia de ubiquidade, pois o fato de não estar conectado, além de isolar o indivíduo das relações sociais, também o exclui do papel de consumidor na nova economia: " No início da nova economia da comunicação, os clientes de classe média adquiriram computadores, filmes em vídeo ou em DVD, softwares integrados, câmeras digitais, etc. Atualmente, os produtos são cada vez menos comercializados, uma vez que as companhias estão interessadas em arrendar e gerir uma grande gama de serviços de informação, 3

4 plataformas e conteúdos educativos, recursos culturais e experiências pessoais. O negócio emigrou da venda do produto, para o arrendamento do tempo de experiência comunicativa do usuário." (p.34 5) Outra característica relevante da cibercultura diz respeito à noção de tempo e espaço, uma vez que conectados, podemos nos comunicar em tempo real, com pessoas em qualquer ponto do mundo, não importando sua localização geográfica, mas sim sua conexão com a internet. Dispositivos Móveis e Mídias Locativas Lemos (2007) define o telefone celular como Dispositivo Híbrido Móvel de Conexão Multirredes (DHMCM), caracterizando o como um dispositivo de comunicação portátil, que agrega diversas funções, além das ligações telefônicas, e permite conexões variadas, por bluetooth, telefonia 3G e wi fi, entre outras possibilidades. Adicionamos a definição de dispositivos móveis a outros artefatos tecnológicos como tablets, notebooks, e readers, entre outros. As características comuns dos DHMCM são sua portabilidade, multifuncionalidade, capacidade de processamento e memória e conexão com a internet. Os DHMCM subvertem a lógica da internet fixa, onde as relações se dão exclusivamente no ambiente on line e o espaço físico de onde o usuário se conecta pouco importa. Com os DHMCM, é possível uma interação com o espaço físico e pessoas próximas, através de aplicativos de realidade aumentada e geolocalização, criando o que Souza e Silva (2006) chama de espaços híbridos: "Os espaços híbridos combinam o físico e o digital num ambiente social criado pela mobilidade dos usuários conectados via aparelhos móveis de comunicação." Esses dispositivos possibilitaram novas formas de se comunicar com outras pessoas e ao mesmo tempo interagir com o espaço físico, recebendo, recolhendo e compartilhando dados em tempo real. É possível marcar encontros pessoais com pessoas próximas a partir de informações que estão em aplicativos online, registrar textos, áudios, fotos e vídeos de acontecimentos como manifestações, shows, competições, etc. e compartilhar em tempo real, através das redes socias na internet, participar de jogos baseados em geolocalização, obter 4

5 informações de locais sem tem que interagir com outras pessoas, entre outras possibilidades que os DHMCM proporcionam. Segundo Lemos (2007): Podemos definir mídia locativa (locative media) como um conjunto de tecnologias e processos info comunicacionais cujo conteúdo informacional vincula se a um lugar específico, ou seja, o pólo emissor das informções podem ser lugares ou objetos, dotados de informação digital, que podem ser acessados por DHMCM. Esses lugares/objetos utilizam as mídias locativas para fazer propaganda, fornecer informações, jogos e também oferecem uma releitura do local e novas possibilidades de interação. Lemos (2007) elenca as seguintes funções para as mídias locativas: realidade aumentada, mapeamento e rastreamento, geotags e anotações urbanas. A realidade aumentada permite a sobreposição de informações digitais aos espaços físicos, que podem ser vistos pelos DHMCM. O mapeamento e o rastramento permite que se identifique os fluxos informacionais e o deslocamento físico das pessoas, através sistemas de GPS dos DHMCM. As geotags tem por objetivo adicionar informções à mapas on line e as anotações urbanas permitem que o usuário interaja com espaços público através de informações digitais relacionadas ao local. Cidade ciborgue A incorporação das novas tecnologias e a instalação de redes telemáticas vêm modificando a percepção do espaço urbano, permitindo novas interações em espaços públicos, como manifestações poíticas ou artísticas, organizados pelas redes sociais na internet, mas qu se manifestam em locais públicos, como praças e avenidas das cidades. Essa nova percepção da cidade não substituí a cidade industrial, consolidada no século passado, mas a complementa e modifica. Na cibercultura, o fluxo de produto é substituído pelo fluxo de informções, como principal valor econômico, refletindo no papel e na infra estrutura das novas cidades: "Na cidade ciborgue, o espaço cibernético e o tempo real juntam se ao espaço físico e ao tempo cronológico. Não se trata de substituição das cidades de aço e concreto, mas de uma reconfiguração profunda. Assim, na 5

6 cidade ciborgue, passam a evidenciar se interações complementares entre a cidade física e a eletrônica e não sua desmaterialização ou substituição total. A cidade de concreto e aço não desaparece e não desaparecerá, muito pelo contrário. Podemos ver mesmo uma certa inter relação aguda entre os espaços eletrônicos e os espaços físicos. Estamos assistindo a mutações importantes no que venha a ser o espaço urbano (suas práticas, suas formas econômicas, o exercício da política, a constituição e transmissão da cultura) e não a sua dissolução no eletrônico virtual. O fato é que as potências intrínsecas do avanço tecnológico, de antemão, já determinam um futuro inexorável da entrada das cidades na lógica das redes telemáticas, a cidade ciborgue, tornando se necessária uma reflexão sobre todas as conseqüências dessas novas incorporações. " (Lemos, 2004) Durante as manifestações sociais de junho de 2013, que ocorreram em várias cidades do Brasil, ficou evidente a ampla utilização das redes sociais na Internet, através das redes telemáticas, permitindo um registro e compartilhamento imediato de imagens e vídeos das manifestações, com comentários dos próprios manifestantes e das pessoas que acompanhavam pelas redes sociais na internet. Casos semelhantes ocorreram durante a primavera árabe e o movimento Occupy Wall Street. Estes exemplos mostram como as redes telemáticas e os DHMCM foram utilizados para ocupção de um espaço físico urbano, como forma de expressar a insatisfação popular. Outros exemplos, como os flash mobs também são organizados de forma on line, para interação em espaços públicos. Uma série de outras atividades, como aplicativos e jogos que utilizam geolocalização, se aproveitam dessa característica híbrida da cidade ciborgue. Cidade Inteligente A cidade inteligente constitui um estágio posterior a cidade ciborgue, digital e conectada. Trata se de um conceito estratégico, que une a criatividade às demandas urbanas 6

7 das cidades que desenvolveram suas redes físicas e telemáticas, criando uma dinâmica de inovação constante, visando a melhoria dos serviços e qualidade de vida dessas cidades. Da relação entre a criatividade e o conhecimento, poderá surgir um novo conceito que integra as questões territoriais, interconectando o digital com o real, a cidade inteligente. A capacidade das cidades para gerarem e promoverem a inovação, a aprendizagem colectiva e o conhecimento, passa pela criação, nos territórios locais e regionais, de estruturas capazes de promover e assegurar estes elementos territorialmente em conjunto com a dimensão digital. Neste quadro, a relação estreita entre o tangível e o intangível é a grande referência neste conceito de cidade inteligente, onde a localização, tanto em forma de infra estruturas, como de conhecimento, é essencial na sobreposição do digital sobre o real e vice versa, sendo o inteligente um patamar posterior ao digital. Estes territórios estão munidos de um meio de informação, cientifícidade e inovação, e são receptivos à mudança imposta pela informação e globalização, sendo a sua flexibilidade reflectida no espaço, considerando os espaços inteligentes. (Fernandes, Gama, 2006) Essa nova configuração demanda novas formas de interagir nos espaços públicos, através de DHMCM, para que essa dinâmica funcione. Para isso alguns fatores devem ser levados em consideração, tais como educação, inclusão digital, participação do poder público, empresas privads e organizações da sociedade civil. Aplicativos Mobile Aplicados às Cidades Inteligentes Segundo um Manifesto de Aplicativos para Cidades Inteligentes(Smart Cities 4 Applications SCA), a cidade deve se tornar uma plataforma que auxilie desenvolvedores, 4 Disponível em 7

8 criatividade e os aplicativos. Esses aplicativos são orientados para o empoderamento dos cidadãos, conectando os aos locais públicos, onde a informação está disponível, interfaceada pelos dispositivos móveis e mídias locativas. Este Manifesto estabele que os SCA devem seguir sete elementos/características: 1. Sensivel sensores que percebam o ambiente; 2. Conectável Uma rede de dispositivos leva a informação percebida para a web; 3. Acessível A mais ampla informação sobre o ambiente é publicada na web, e deve ser acessível aos usuários; 4. Ubiquo O usuário pode obter a informação na web, principalmente pelos DHMCM, a qualquer tempo, em qualquer lugar; 5. Sociável O usuário pode publicar a informação através de sua rede social; 6. Compartilhável O objeto em si deve ser acessível e localizável; 7. Visível/aumentado Para adequar o ambiente físico, a informação deve ser vista não apenas invidualmente através de DHMCM, mas a olhos nus, como em placas de ruas, na maior parte dos lugares físicos. Estabelece também que os SCA devem se basear nos seguines temas: manufaturas inteligentes, novas ferramentas de produção, colaboração/compartilhamento de recursos através da internet, agricultura urbana, aplicativos relativos a dados abertos, aplicativos relativos a formas de energia inteligente, aplicativos relativos ao transporte inteligente, saúde inteligente, tecnologia, cultura, sustentabilidade e arte. Figuara 1 Aplicativos para Smart Cities A busca por aplicativos que melhorem a gestão pública e ofereçam serviços inovadores aos cidadãos parte de várias fontes, desde órgãos públicos às empresas start ups. Além disso existem iniciativas como as da Comissão Européia que, em parceria com a Campus Party, 8

9 premiaram desenvolvedores de SCA, utilizando a plataforma fi ware, na edição de 2014 em São Paulo. A seguir faremos a análise de dois SCA: o waze e o Cidadera. Waze É um sistema de navegação por GPS, criado em 2008 e adquirido pela Google em Diferencia se de um navegador convencional por permitir interações entre os usuários (wazers) através de mensagens pelo próprio aplicativo ou com amigos, através das redes sociais na internet. O aplicativo permite o tagueamento em tempo real de acidentes, condições climáticas, bloqueios, radares, congestionamentos, e outros incidentes de trânsito, possibilitando, inclusive, a adição de fotos ao local. Além disso é um aplicativo colaborativo, uma vez que os usuários podem editar e corrigir mapas e informar o preço dos combustíveis em postos já demarcados no mapa. Com ele é possível enviar mapas, rotas e localização através das redes sociais facebook e twitter. 9

10 Figura 2 Aplicativo permite comparação de preços entre postos próximos Além das contribuições dos usuários, o sistema automaticamente detecta a velocidade média dos usuários nas vias públicas, oferecendo rotas mais rápidas para se chegar ao destino e também memoriza rotas usuais dos motoristas que o utilizam. Figura 3 Placas indicam velocidade média nas vias e aplicativo indica rotas alternativas. Este é um exemplo típico de SCA adotado pelo poder público em parceria com a iniciativa privada. Segundo reportagem publicada na Revista Info, na edição de janeiro de 2014, a cidade do Rio de Janeiro construiu, em 2010, com parceria da IBM, um Centro de Operações, onde o Google compartilha dados do waze, que complementam as informações obtidas por cerca de 580 câmeras e mais de 7500 guardas municipais, munidos de celulares com GPS. Com os dados recolhidos no Centro de Operações, a prefeitura consegue 10

11 monitorar as condições de trânsito da cidade e reagir de forma mais ágil nas ocorrências de trânsito ou desastres ambientais. Cidadera 5 O Cidadera é um aplicativo em desenvolvimento por uma empresa start up do interior paulista, que tem por objetivo denunciar os problemas das cidades. Os problemas foram divididos nas seguintes categorias: acessibilidade, água e esgoto, alagamento, árvores, buracos, educação, energia, lixo, local público, mato alto, obra pública, pedestre, poluição do ar, poluição sonora, poluição visual, queimada, transporte, trânsito e saúde. Todas as categorias possuem sub categorias para serem denunciadas. O aplicativo é baseado em um mapa onde o denunciante pode optar por utilizar o GPS, estando no lugar da denúncia, ou digitar o endereço do local que se quer fazer a denúncia. Para fazer a denúncia, basta pressionar o local no mapa ou abrir o menu no canto superio direito do aplicativo. Dentro do menu o denunciante deve escolher a categoria e a sub categoria a ser denunciada. Dentro da denúncia é possível adicionar fotos e comentários à ocorrência. Figura 4 Menu do aplicativo Figura 5 Mapa do aplicativo Todas as denúncias são tagueadas no mapa e podem ser vistas por todos os usuários, que podem adicionar comentários à denúncia e apoiar a denúncia através de um botão na 5 Disponível no Play Store e App Store 11

12 parte inferior da tela, junto a um contador. Todas as denúncias, sejam próprias ou de terceiros, podem ser compartilhadas pelo facebook, twitter ou e mail. Junto com o aplicativo, a empresa está desenvolvendo uma plataforma para ser oferecida às prefeituras e organizações sociais, onde poderão monitorar, em tempo real, as denúncias feitas pelos usuários da cidade e prestar contas. Apesar da plataforma ainda não estar pronta, o aplicativo já se encontra disponível para instalação nos DHMCM. Considerações finais As novas tecnologias de conexão móvel alteram o cenário urbano e as relações sociais nos espaços públicos. Os DHMCM, com suas múltiplas funções possibilitam novas formas de interagir e perceber os espaços físicos, sendo utilizados como uma interface entre a cidade ciborgue e seus cidadãos. Diversas formas de manifestações sociais e artísticas mostraram o potencial dos DHMCM na mobilização de seus usuários em espaços públicos. Esse potencial pode ser revertido em melhorias reais das condições de vida nas cidades, passariam de ciborgue/informatizada/conectada para inteligente. Os aplicativos analisados neste artigo são apenas alguns exemplos do potencial que essas novas tecnologias podem trazer. Governos, empresas e sociedade civil já estão e deverão se valer cada vez mais dessas tecnologias para fins de gerenciamento, monitoramento, planejamento urbano, serviços, educação, entretenimento e manifestações artísticas e sociais. Para atingir o pleno potencial dessas novas tecnologias é necessário inserí las como elemento estratégico das cidades inteligentes. Para isso não basta uma infra estrutura de redes telemáticas associadas aos espaços públicos, mas passam também por um processo de acessibilidade, principalmente pela população mais carente e periférica da sociedade, para que de fato as tecnologias possam beneficiar a todos de forma participativa e democrática, através do empoderamento que os DHMCM podem trazer aos cidadãos. 12

13 Referências bibliográficas ARAUJO, Denize Correa. Hipertrópole Digital: a Cibermídia Como Cidade Rizomática. In LEMOS, André; BERGER, Christa; BARBOSA, Marialva. Narrativas Midiáticas Contemporâneas. Porto Alegre: Sulina, CUNHA, Paulo. Espaço Tecnológico e Espaço Comunicacional: Ciberespaço, Novas Centralidades, Novas Periferias. In: LEMOS, André; CUNHA, Paulo. Olhares Sobre a Cibercultura. Porto Alegre: Sulina, FERNANDES, Ricardo, and Rui GAMA. A Cidade Digital Vs. a Cidade Inteligente: Estratégias De Desenvolvimento Sócio Económico E/ou De Marketing Territorial. In: Actas Do 2º Congresso Luso brasileiro Para o Planeamento Urbano, Regional, Integrado e Sustentável. Universidade Do Minho, Braga Pt. (a 29 de setembro de 2006). LEMOS, André. Ciber cultura remix. In: ARAUJO, Denize Correa. Imagem (ir)realidade Comunicação e Cibermídia. Porto Alegre: Sulina, Cibercultura tecnologia e vida social na cultura contemporânea. 2nd ed. Porto Alegre: Sulina, Cibercultura. Alguns pontos para compreender a nossa época. In: LEMOS, André; CUNHA, Paulo. Olhares sobre a cibercultura. Porto Alegre: Sulina, Cidade ciborgue: a Cidade Na Cibercultura. Galaxia, no. 8, outubro 2004, pg Comunicação e Práticas Sociais No Espaço Urbano: As Características Dos Dispositivos Híbridos Móveis De Conexão Multirredes (DHMCM). Comunicação, Mídia e Consumo Vol. 4, no. 10, julho de 2007, pg Espaço, Mídia Locativa e Teoria Ator rede. Galaxia, no. 25, 2013, pg Midia Locativa e Territórios Informacionais, In: ARANTES, Priscila; SANTAELLA, Lúcia. Estéticas Tecnológicas, São Paulo: Educ,

14 LORENZO, Vilches. A migração Digital. Tradução: Maria Immacolata Vassalo LOPES. São Paulo: Loyola, LÉVY, Pierre. As Tecnologias Da Inteligência o Futuro Do Pensamento Na Era Da Informática. Translated by Carlos Irineu da Costa. 1 edição, 10 reimpressão. Rio de Janeiro: Editora 34, PEREIRA, Vinícius Andrade. Entendendo Os Meios: As Extensões De McLuhan. In: LEMOS, André; CUNHA, Paulo. Olhares Sobre a Cibercultura. Porto Alegre: Sulina, SOUZA E SILVA, Adriana. Do Ciber Ao Híbrido: Tecnologias Móveis Como Interfaces De Espaços Híbridos. In: ARAUJO, Denize Correa. Imagem (ir)realidade Comunicação e Cibermídia. Porto Alegre: Sulina,

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