GESTÃO DA PECUÁRIA LEITEIRA GPL versão 1.0 maio / 1.999

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1 GESTÃO DA PECUÁRIA LEITEIRA GPL versão 1.0 maio / Autores : Engº Agrº Milton S. Matsushita Engº Agrº Odílio Sepulcri Méd. Vet. Luiz Augusto Pfau EMATER Paraná Vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná

2 SUMÁRIO 1. MANUAL DO USUÁRIO Introdução Informações Gerais Configuração básica Instalação da Planilha Operação do Sistema GPL (criação de nova planilha) Operação do Sistema GPL (trabalho em planilha existente) Tela 02 Índices de Atualização Tela 03 Rebanho Tela 04 Capital Produtivo Tela 05 Custo de Produção de Silagem, Feno e Pasto Anual Tela 06 Despesas e Receitas Efetuadas no Mês Tela 07 Pesagem Mensal do Leite INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DA BOVINOCULTURA DE LEITE Introdução Diagnóstico Planejamento Conceitos e definições dos Indicadores de Resultados Referências Bibliográficas ANEXOS Anexo I Tabela de vida Útil para Benfeitorias, Máquinas, Equipamentos e Animais Anexo II Ciclo Gerencial da Atividade Leiteira... 33

3 1 1. INTRODUÇÃO GESTÃO DA PECUÁRIA LEITEIRA GPL versão 1.0 Mai/1.999Mai/1.999 MANUAL DO USUÁRIO Milton Satoshi Matsushita Odilio Sepulcri Luiz Augusto Pfau Segundo Gomes (1.999), a correta apropriação do custo de produção da atividade leiteira é complexa, em razão de algumas características: Produção conjunta e simultânea de carne, leite e forragem. Elevada participação da mãodeobra familiar, cuja apropriação de custos é sempre muito subjetiva. Produção contínua na qual é feito um corte, por período, para análise anual ou semestral. Altos investimentos em terras, benfeitorias, máquinas e animais, cuja apropriação dos custos também tem elevada dose de subjetividade. Em função dessa complexidade, é necessário uma boa interação do técnico, que está determinando o custo, com o produtor, para uma interpretação dos resultados mais próximos da realidade. A atividade leiteira tem produção conjunta de carne e leite, pois quando se trata do rebanho leiteiro temse como resultado a produção de leite e de animais (bezerros que nascem, novilhas que crescem, vacas que são descartadas, etc). É muito difícil separar o que vai para produção de leite e o que vai para a produção de animais. Para tanto, conforme o mesmo autor, há necessidade de utilizar uma metodologia adequada para separar tais custos. Para separar o custo da atividade leiteira global (carne e leite) e o Custo só do leite, utilizase distribuir os custos proporcionalmente à renda bruta de cada setor. Exemplo: Dados hipotéticos Renda Bruta anual da atividade leiteira: Venda anual de leite : litros x o preço do litro de leite (R$0,25) = R$ ,00. Venda anual de animais R$12.000,00. Renda Bruta total da atividade leiteira R$ ,00 + R$ ,00 = R$ ,00 Custo anual da atividade leiteira: R$ ,00 Cálculos: Composição percentual Da Renda Bruta anual do leite: R$ ,00 : R$ ,00 = 80,6%; Composição percentual da renda bruta anual dos animais: R$ ,00 : R$ ,00 = 19,4%; Renda bruta da atividade leiteira por litro: R$ ,00 : litros (l) = R$ 0,31 por litro;

4 2 Custo da atividade leiteira por litro : R$ ,00 : litros = R$ 0,26 por litro; Custo do leite: Custo anual da atividade: R$ ,00 x 80,6% =R$ ,00; Custo por litro de leite: R$ 41912,00 : litros = R$ 0,21 por litro. Conclusão: preço do leite (R$ 0,25 / litro) é comparado com o custo do leite (R$ 0,21 / litro) e não com o custo da atividade (R$ 0,26 / litro); custo da atividade leiteira (R$ 0,26 / litro) é comparável com a renda bruta total da atividade (R$ 0,31 / litro). Veja que a comparação do preço do leite com o custo do leite indica lucro, enquanto o preço do leite com o custo da atividade leiteira indica prejuízo. No exemplo verificase que a venda de animais no período analisado poderá influir muito no custo de produção da atividade leiteira. Se houver a venda de muitos animais no período, o custo será baixo, ocorrendo o contrário se nada vendeu. Para calcular as receitas provenientes dos animais necessita comparar o inventário dos animais no início do ano com o inventário no final do ano (balanço animal), da seguinte forma: Número de unidades animais ( U.A.) no início do ano + Nº de U.A. nascidos + Nº de U.A. comprados Nº de U.A. mortos Nº de U.A. consumidos/vendidos Nº U.A. descarte/doação = Nº de U.A. no final do ano. Uma unidade animal é calculada para um animal de 450 kg. Para efeito de cálculo consideramse os seguintes pesos por categoria animal: 1 touro corresponde a 1,2 UA 1 vaca corresponde a 1UA 1 fêmea de 23 anos corresponde a 1,0 UA 1 fêmea de 12 anos corresponde a 0,7 UA 1 fêmea até 1 ano corresponde a 0,4 UA 1 macho de 23 anos corresponde a 1,0 UA 1macho de 12 anos corresponde a 0,7 UA 1 macho até 1 ano corresponde a 0,4 UA Os animais crescem, se desenvolvem e mudam de categoria durante o ano. Para efetuar esse cálculo considerase esta mudança de categorias. Exemplo: Uma fêmea de 12 anos no início do ano corresponde a 0,7 UA e no final do ano terá 23 ano e corresponderá a 1 UA. Estas unidades animais deverão ser transformadas em valores de mercado mantendose sempre o mesmo preço por categoria animal, no início e no final do ano. Este cálculo é necessário para verificar se a venda de animais significa renda ou descapitalização.

5 3 2. INFORMAÇÕES GERAIS O Sistema Gestão da Pecuária Leiteira GPL é uma planilha desenvolvida em Excel, com o objetivo de acompanhar e analisar os custos só do leite e da atividade leiteira, diagnosticar e planejar a atividade na propriedade rural. O Sistema permite a subdivisão das propriedades em categoria de produtores, conforme seu nível tecnológico e capitalização, para que possam ser analisadas separadamente. As categorias a serem utilizadas são as mesmas do Programa Paraná 12 Meses (PS/PSM1, PSM2, PSM3, Empresário Familiar, Empresário Rural). QUADRO 1 VARIÁVEIS CLASSIFICATÓRIAS DO PÚBLICO VARIÁVEIS CATEGORIA Código ÁREA (Ha) CAPITAL PRODUTIVO (benfeitorias, equipamentos e animais) (R$) Participação da Mãodeobra Familiar (%) Produção Diária (litros) PS / PSM1 1 <15 < 9.000,00 > 80 < 100 l PSM2 2 <30 < ,00 > 50 < 100 l PSM3 3 <50 < ,00 > l E.FAMILIAR > ,00 > l E. RURAL 5 >100 > ,00 < 50 >200 l Período de análise de atividade A abertura do acompanhamento da 01 de janeiro de cada ano e o encerramento será 31 de dezembro do mesmo ano. Isto permite o acompanhamento da atividade leiteira, compreendendo os períodos de leite cota (01/março a 31/agosto) e extracota (01/setembro a 28/fevereiro), caso haja interesse de análise desses períodos separadamente. 3. CONFIGURAÇÃO BÁSICA : O equipamento necessário para um bom funcionamento do sistema Gestão da Pecuária Leiteira GPL, deverá conter a seguinte configuração mínima : Micro computador do tipo Pentium 100 Mhz Memória RAM com 16 Mb Unidade de disco de 3,5 Windows 95 ou posterior Excel 97 ou posterior Espaço em disco de 10 Mb ou superior (dependendo do número de propriedades acompanhadas) Impressora Jato de tinta colorida 4. INSTALAÇÃO da PLANILHA : 4.1 Manterse na Tela Principal do Windows 4.2 Criar uma nova pasta chamada GPL Clicar com o botão direito do mouse

6 4 Novo (selecionar a opção novo) Pasta (selecionar a opção pasta) Alterar o nome da pasta : Nova pasta para GPL 4.3 Copiar a planilha GPL Gestão da Pecuária Leiteira.XLS para a pasta GPL. A partir do Windows, selecionar seqüencialmente as opções abaixo : Iniciar Programas Windows Explorer Selecionar : Disco flexível de 3½ (A:) Clicar sobre a planilha GPL Gestão da Pecuária Leiteira.XLS e arrastar até a pasta GPL Fechar o Windows Explorer 5. OPERAÇÃO DO SISTEMA GPL Gestão da Pecuária Leiteira (criação de nova planilha). O sistema GPL Gestão da Pecuária Leiteira poderá ser carregado a partir da tela principal do Windows, localizando e executando duplo clique sobre a pasta GPL, que mostrará todos os arquivos existentes nesta pasta. Selecionar a planilha matriz GPL Gestão da Pecuária Leiteira para gerar as cópias com as novas propriedades. Criar uma nova planilha (nova propriedade). Após executar o duplo clique sobre a pasta GPL, selecionar e dar duplo clique sobre a planilha matriz GPL Gestão da Pecuária Leiteira, que apresentará a tela abaixo com uma planilha em branco, que deverá ser salva com um nome que identifique o produtor, seguindo os passos abaixo : TELA 01 TELA PRINCIPAL DO GPL Gestão da Pecuária Leiteira Planilha GPL GESTÃO DA PECUÁRIA LEITEIRA GPL versão 1.0 maio / Autores : Engº Agrº Milton S. Matsushita Engº Agrº Odílio Sepulcri Méd. Vet. Luiz Augusto Pfau EMATER Paraná Vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná

7 5 A partir da tela principal do sistema, selecionar seqüencialmente as opções abaixo : Arquivo Salvar como Salvar em : selecionar a pasta GPL Nome do arquivo : PedroSilvaD (abreviatura do diagnóstico da propriedade do sr. Pedro da Silva) Salvar E na seqüência fechar a planilha. Obs.: Repetir esta seqüência de operações para cada novo produtor a ser digitado. Nenhuma informação deverá ser digitado na planilha matriz GPL Gestão da Pecuária Leiteira, esta deverá ser mantida inalterada para servir de base para gerar novas planilhas. 6. OPERAÇÃO DO GPL Gestão da Pecuária Leiteira (trabalho em planilha existente). a) Abrir uma planilha já existente (com informações de uma propriedade existente). Após executar o duplo clique sobre a pasta GPL na tela principal do Windows, selecionar e dar duplo clique sobre a planilha desejada, que será aberto, permitindo a entrada de dados, emissão de relatórios e gráficos. Para facilitar o uso do sistema GPL Gestão da Pecuária Leiteira, utilizamos o seguinte padrão : a1) Nomenclatura das planilhas : Entrada de Dados planilhas iniciadas com ED EDÍndice : Identificação do produtor e da propriedade. Índices de preços que devem ser atualizados mensalmente. EDRebanho : Composição mensal do rebanho mortes, vendas/consumo, compra, nascimento, descarte/doação. EDCapital : Forrageira, capital em benfeitorias, máquinas e equipamentos. EDSilagem : Custo de silagem, pasto anual de inverno, feno ou pasto anual de verão. EDCustos : Receitas mensais e despesas efetuadas e consumidas no mês. EDProdução : Pesagem mensal do leite. EDQualidade : Pagamento ou desconto por qualidade. Relatórios planilhas iniciadas com Rel RelCustos : Relatório das receitas e despesas mensais da propriedade, totais e média do período. Quadro de resumo, indicadores técnicos e econômicos da atividade leiteira total e só do leite.

8 6 RelResumo : Relatório com resumo dos principais indicadores técnicos e econômicos da atividade leiteira total e só do leite. RelProdução : Relatórios de pesagem mensal do leite. Gráficos planilhas iniciadas com Gr GrCustosAtiv : Gráfico de linha demonstrando mensalmente a evolução da renda bruta, custo variável, custo operacional efetivo, custo operacional total e custo total da atividade leiteira total. GrCustosLeite : Gráfico de linha demonstrando mensalmente a evolução da renda bruta, custo variável, custo operacional efetivo, custo operacional total e custo total só do leite. GrLeite : Gráfico de linha demonstrando a evolução da produção mensal, média do período de cota e extracota, e média anual. GrPreço : Gráfico de barras com análise comparativa por litro de leite, contemplando a renda bruta, custo variável, custo operacional efetivo, custo operacional efetivo mais a depreciação, custo operacional e custo total. GrProdução : Gráficos com a produção mensal de cada animal em produção. a.2) Forma de apresentação das células : Somente é permitido incluir, alterar ou excluir dados das planilha de entrada de dados (iniciadas por ED), e cujas células possuem o fundo em cor amarelo claro. Por outro lado as células com fundo em cor verde claro estão todas protegidas, porque apresentam automaticamente os resultados de cálculos. a.3) Identificação : Os campos contendo as informações da identificação não precisam ser digitados da segunda tela em diante, uma vez que o sistema trará estas informações da tela anterior.

9 7 TELA 02 ÍNDICES DE ATUALIZAÇÃO Planilha EDÍndice EMATER Paraná Vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná GPL Gestão da Pecuária Leiteira 1 Identificação : Nº de meses acompanhados : Região : Município : Comunidade : Produtor : Período de Análise : Jan/99 a Dez99 Categoria (1 a 5) : ÍNDICES PARA ATUALIZAÇÃO : Indicadores Valor do salário mínimo (mensal) R$ Valor do dólar comercial de compra (média mensal)r$/us$ Preço Médio do Leite Cota (média mensal) R$ / litro Preço Médio do Leite ExtraCota (média mensal) R$ / litro Gordura Valor acrescido ou descontado R$ / Kg Proteina Valor acrescido ou descontado R$ / litro Qualidade Valor acrescido ou descontado R$ / litro Jan99 Fev99 Mar99 Abr99 Valor descarte Matrizas (Preço carne) R$ / cab. Vida útil média (nº lactações por vaca) Retribuição ao Fator Terra (%) Retribuição aos Outros Fatores de Capital (%) 1.2. OUTRAS INFORMAÇÕES DA PROPRIEDADE : Área Total (própria + arrendada) da Propriedade (Ha) Superfície Agrícola Útil (SAU) da Propriedade (Ha) Mãodeobra permanente (Fam.+Contrat.) (Eq. D.H./mês) Renda Bruta Total da Propriedade (R$ / ano) Número de meses acompanhados : Informar o número de meses em que a propriedade está sendo acompanhada (com dados digitados). Região : Nome da região onde está localizada a propriedade em estudo. Município : Nome do município onde está localizada a propriedade. Comunidade : Nome da comunidade onde está localizada a propriedade do produtor em estudo. Produtor : Informar o nome do produtor que está sendo acompanhado / estudado. Período de análise : Informar o período inicial em que a propriedade está sendo analisada, digitandose sempre o mês/ano. Ex: Jan/99. Categoria (1 a 5) : Informar a categoria a que pertence o produtor, conforme quadro 1 do presente manual Índices para atualização : Metodologia de coleta de dados e informações : A coleta de dados é de responsabilidade do técnico. Ela será feita através de visitas mensais à propriedade acompanhada, às cooperativas, com informações do produtor e com observações visuais in loco do técnico. A qualidade da informação, baseada em fatos e dados é de fundamental importância para uma análise confiável da exploração, e para que suas conclusões

10 8 possam contribuir decisivamente na diminuição dos riscos da tomada de decisão e ação por parte do produtor. Informar os valores dos indicadores conforme solicitado no quadro apresentado na tela 02. Os indicadores a seguir deverão ser preenchidos mensalmente, junto com as informações da propriedade : valor do salário mínimo do mês em reais; valor médio do dólar comercial de compra; preço médio do leite cota; preço médio do leite extracota; preço médio do mês da gordura, proteína e qualidade. Os indicadores seguintes deverão ter seus valores mantidos constante durante todo o ano de acompanhamento : valor de descarte das matrizes (preço de carne), vida útil média das matrizes em números de lactações por vaca; retribuição ao fator terra (uniformizar em 3 % ao ano); retribuição aos outros fatores de capital benfeitorias, máquinas, equipamentos, pastagens, animais de produção e circulante (uniformizar em 6 % ao ano). Obs.: Depreciação (R$ / mês) Considerar a depreciação dos animais de produção somente nos seguintes casos: Matrizes quando se tratar de sistemas de produção altamente especializado, onde produzem somente leite não possuindo as fases de cria, recria com produção das matrizes. Neste caso as matrizes são adquiridas já cobertas, próximo da fase de cria. Quando for considerada a depreciação das matrizes, deverá ser preenchido a vida útil média (nº de lactações por vaca). Quando a vida útil for deixada como zero, não será calculada a depreciação das matrizes Outras informações (de toda propriedade) : Os indicadores seguintes deverão ser coletados de toda a propriedade, não só da atividade leiteira, durante todo o ano : área total (própria + arrendada) da propriedade (Ha); superfície agrícola útil (ha); mãodeobra permanente (familiar + contratada) (eq. dias homens / mês) renda bruta total da propriedade (R$/ano).

11 9 TELA 03 REBANHO Planilha EDRebanho EMATER Paraná Vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná GPL Gestão da Pecuária Leiteira 1 Identificação : Nº de meses acompanhados : 12 Região : Município : Comunidade : Produtor : Período de Análise : Jan/99 a Dez/99 Categoria : 3. REBANHO 3.1. e 3.2. COMPOSIÇÃO DO REBANHO, MORTES E COMERCIALIZAÇÃO EM NÚMERO DE CABEÇAS 3.3. NASCIMENTOS E DESCARTES DE BEZERROS Jan99 Fev99 Valor ini mor venda com nas desc/ ini mor venda comcio tes cons. pra cim. doaç. cio tes cons. pra CATEGORIA unitário (R$ / cab) (cab) (cab) (cab) (cab) (cab) (cab) (cab) (cab) (cab) (cab) Vacas em lactação Vacas secas Touros Novilhas 1 a 2 anos Novilhas 2 a 3 anos Machos 1 a 2 anos Bezerras (até 1 ano) Bezerros (até 1 ano) 3.3. VACAS INSEMINADAS CATEGORIA Vacas Inseminadas Jan99 Fev99 Mar99 Abr99 Mai99 Jun99 Os campos seguintes devem ser digitados seguindo a seqüência apresentada na tela de entrada de dados do rebanho. 3.1, 3.2, 3.3 Nascimentos e descartes de bezerros : Valor dos animais (R$/cab.) informar o valor de cada animal em produção. Este valor deve ser constante durante o ano para a mesma unidade animal, para evitar que haja aumento ou diminuição de patrimônio com a variação do preço do mesmo animal, portanto deverá ser preenchido no início do ano e estes valores permanecerão até o final do ano. Os campos discriminados por categoria deverão ser digitados mensalmente : nº de animais no início do mês, nº de mortes de animais, nº de animais vendidos e/ou consumidos, nº de animais comprados, nº de bezerros e bezerras nascidos e nº de animais descartados ou doados. No final de cada ano será feito um balanço animal, comparando o rebanho do início do ano com o rebanho do final do ano, conforme explicado na página 2 do presente manual Vacas inseminadas : Informar o número de vacas ou novilhas inseminadas no mês do levantamento.

12 10 TELA 04 CAPITAL PRODUTIVO Planilha EDCapital EMATER Paraná Vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO LEITEIRO 1 Identificação : Região : Nº de meses acompanhados : Município : 12 Comunidade : Produtor : Período de Análise : Jan99 a Dez99 Categoria : Forrageira De Pastagem perene De Napier De Cana De Leguminosa Para Silagem Para Feno Pastagem Anual Inverno uso ativ. Terra Nua (R$/Ha) Área (Ha) Valor Total (R$) CAPITAL EM BENFEITORIAS : * VU total e amp. = meses uso Data Valor Novo VU * Valor re Data Valor re VU * ESPECIFICAÇÃO ativ. construção (R$) total sidual (%) Reforma forma (R$) amp. CAPITAL EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS : * VU total e amp. = meses uso Data Valor Novo VU * Valor re Data Valor re VU * ESPECIFICAÇÃO ativ. Aquisição (R$) total sidual (%) Reforma forma (R$) amp. SUPERFÍCIE FORRAGEIRA (pastagens perenes) : * VU total e amp. = meses Data Valor Novo VU * Valor re Data Valor re VU * ESPECIFICAÇÃO Implantação (R$) total sidual (%) Reforma forma (R$) amp. De Pastagem perene De Napier De Cana De Leguminosa Os campos seguintes devem ser digitados seguindo a seqüência apresentada na tela de entrada de dados de capital. FORRAGEIRA : Informar o % de ocupação do solo com a forrageira nos 12 meses do ano. Exemplo : napier = 100 % de ocupação; aveia = 50 % de ocupação, pois ocupou a área durante 6 meses e os 6 meses restantes foram ocupados por outra cultura; o valor em R$ / ha da terra nua e a área em ha com pastagem perene, napier, cana, leguminosas, silagem, feno e pastagem anual de inverno.

13 11 Observação as áreas não podem ser repetidas, a somatória de todas as áreas de forrageira deve totalizar a área de pastagens da propriedade, sem repetição. CAPITAL EM BENFEITORIAS : Tem o objetivo de informar as benfeitorias da propriedade disponíveis para a produção de leite e seu percentual de utilização que irá influir no custo do mesmo. Estes dados deverão ser coletados no início do ano e atualizados sempre que houver alteração (construção ou reforma de benfeitorias). Especificação : informar todas as benfeitorias que são utilizadas na produção de leite. % de uso : informar o percentual em que esta benfeitoria é utilizada na produção de leite. Ex.: Estábulo 100%; armazém 10% de utilização para a produção deleite. Data de construção : informar a data em que a benfeitoria foi construída. Valor novo : informar o valor total para construir uma benfeitoria no mesmo padrão da atual. Vida útil (V.U.) total : informar a vida útil total da benfeitoria em nº de meses. Valor residual em (%) : informar o valor residual em percentual da benfeitoria após esgotada a vida útil (valor da sucata). Anexo 1. Data da reforma : informar se a benfeitoria foi reformada e em que data. Valor da reforma : (R$) informar o valor gasto na reforma da benfeitoria. Vida útil (V.U) ampliada : informar o total de vida útil restante após a reforma, em número de meses tabela (anexo 1). CAPITAL EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS : Tem o objetivo de informar o capital disponível em máquinas e equipamentos disponíveis para a produção de leite, em sua totalidade ou com uso parcial, expresso em percentual de uso. O seu preenchimento segue o mesmo raciocínio utilizado para benfeitorias. Valor residual em (%) : informar o valor residual em percentual das máquinas e equipamentos após esgotada a vida útil (valor da sucata). Em geral o seu valor residual varia de 5 % a 15 %. Como referência seguir a tabela (anexo 1). SUPERFÍCIE FORRAGEIRA (PASTAGENS PERENES) : Este campo tem a finalidade de calcular a depreciação das forrageiras perenes. O seu preenchimento segue o mesmo raciocínio utilizado para benfeitorias e máquinas e equipamentos. Data de implantação : informar a data em que foi implementada a pastagem perene. Valor novo : informar o valor correspondente ao custo atualizado da implantação da pastagem. Vida útil : informar o n de meses correspondente à vida úti l da pastagem. Geralmente para pastagem perene são utilizados 60 a 96 meses (5 a 8 anos). Valor residual : para efeito de superfície forrageira considerar o valor residual zero. Data da reforma : informar a data em ocorreu a reforma na pastagem. Valor da reforma : informar o valor correspondente ao custo da reforma da pastagem. Vida útil (V.U) ampliada : informar o número total de meses restante, após a ampliação da vida útil com a reforma. Para informar sobre as forrageiras napier, cana e leguminosa seguir o mesmo raciocínio utilizado para pastagem perene.

14 12 CUSTO DE PRODUÇÃO DE SILAGEM, FENO E PASTO ANUAL DE INVERNO Planilha EDSilagem EMATER Paraná Vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná GPL Gestão da Pecuária Leiteira 1 Identificação : Nº de meses acompanhados : 12 Região : Município : Comunidade : Produtor : Período de Análise : Jan99 a Dez99 Categoria : Silagem Custo de Produção de SILAGEM (total) PRODUÇÃO Quant. (Kg) Perdas (%) Preparo do Solo : DESPESAS Quantidade Valor (R$) Insumos : Tratos culturais : Colheita : RESUMO DO CUSTO DE PRODUÇÃO SILAGEM Produção Total (Kg) Total de Despesas (R$) Custo médio (R$ / Kg) Custo de Produção de PRODUÇÃO Feno Quant. (Kg) Feno Perdas (%) Preparo do Solo : DESPESAS Quantidade Valor (R$) Insumos : Tratos culturais : Colheita : RESUMO DO CUSTO DE PRODUÇÃO Feno Produção Total (Kg) Total de Despesas (R$) Custo médio (R$ / Kg) Custo de Produção de Pasto Anual Inverno (total) PRODUÇÃO Quant. (Kg) Perdas (%) Pasto anual de inverno Preparo do Solo : DESPESAS Quantidade Valor (R$) Insumos : Tratos culturais : Colheita : RESUMO DO CUSTO DE PRODUÇÃO PASTO ANUAL DE INVERNO Produção Total (Kg) Total de Despesas (R$) Custo médio (R$ / Kg) Os campos seguintes devem ser digitados seguindo a seqüência apresentada na tela de entrada de dados de silagem. Esta planilha é composta de três custos : silagem, feno e pasto anual de inverno, cujo preenchimento segue o mesmo raciocínio para todos.

15 13 A segunda planilha que está preenchida como feno, permite alteração inclusive da exploração, podendo ser alterado para pastagem anual de verão ou outra forragem utilizada na atividade leiteira. Produção : Silagem, feno e pasto anual de inverno. Quantidade (Kg) : informar a quantidade total em Kg produzida. Perdas (%) : informar em % as perdas que ocorrem normalmente no processo de utilização da silagem, feno. Indicar efetivamente as perdas ocorridas na propriedade. Preparo do solo : Informar as despesas ocorridas com preparo do solo as quantidades e os valores referentes ao custeio da área total. As despesas que são apropriadas à este item são : Combustível, lubrificante, reparo de máquinas, aluguel de máquinas, mãodeobra contratada, mãodeobra familiar (proporcional a 13 salários mínimos por ano), despesas com tração animal quando for o caso. Insumos : informar as despesas ocorridas com insumos (quantidade e valor) no custeio total (fertilizantes, sementes, fungicidas, inseticidas, herbicidas, etc). Tratos Culturais : informar as despesas ocorridas com tratos culturais (quantidade e valor) no custeio da área total. Colheita : informar as despesas ocorridas com a colheita (transporte, picagem, ensilagem, quantidade e valor) no custeio da área total. Observação : informar as despesas efetivamente ocorridas para evitar duplicação ou omissão de despesas. Exemplo : quando usar trator próprio para o preparo do solo, relacionar as despesas com combustível, manutenção e reparos do trator e não o custo da hora de aluguel do trator. Devese informar o que realmente custa ou o que efetivamente se paga. TELA 06 DESPESAS EFETUADAS NO MÊS E CONSUMIDAS PELOS ANIMAIS NO MÊS Planilha EDCustos

16 14 EMATER Paraná Vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná GPL Gestão da Pecuária Leiteira 1 Identificação : Região : Nº de meses acompanhados : Município : 12 Comunidade : Produtor : Período de Análise : Jan99 a Dez99 Categoria : DESPESAS EFETUADAS NO MÊS E CONSUMIDAS PELOS ANIMAIS NO MÊS EM ESTUDO ESPECIFICAÇÃO Jan99 Fev99 Mar99 Quantidade Valor (R$) Quantidade Valor (R$) Quantidade Valor (R$) Mãodeobra familiar Mãodeobra fixa contrat. Mãodeobra eventual Silagem Feno Pasto anual de inverno Ração vacas lactação Ração vacas secas Ração novilhas Ração bezerras Ração machos Leite dado a bezerros Resíduos para alimentação Sal comum Sal Mineral Combustível Milho (rolão ou grãos) Semem Adubo Vacinas Medicamentos Lubrificantes Material higiene/limpeza Transporte do leite Agrotóxicos usados expl. Consertos benf./instal. Consertos máq./equip. INSS (Funrural) Energia elétrica Juros de financiamento Impostos, taxas, ITR Aluguel de máquinas Outras desp. variáveis RECEITAS DA PROPRIEDADE NO MÊS ESPECIFICAÇÃO Teor de gordura no leite Leite cota Leite excesso Remuneração qualidade Leite vendido consumidor Leite ácido Leite consumido propr. Leite fabricação derivados Venda derivados do leite Venda esterco Venda de animais Serviços prestados terc. Outras receitas explor. Quantidade Jan99 Valor (R$) Quantidade Fev99 Valor (R$) Quantidade Mar99 Valor (R$)

17 15 DESPESAS EFETUADAS NO MÊS E CONSUMIDAS PELOS ANIMAIS NO MÊS EM ESTUDO Estes campos devem ser digitados mês a mês, sendo composto por quantidade e valor, e sempre deverão conter os totais utilizados no mês. Informar somente os custos ainda não informados nas planilhas anteriores. Mãodeobra familiar : informar a quantidade de mãodeobra familiar em dias (oito horas) utilizada na exploração durante o mês. Esta quantidade deve ser corrigida para 176 horas de trabalho por mês. O que corresponde a 22 dias de 8 horas trabalhados por mês (22 x 8 = 176 horas/mês). Exemplo : se uma pessoa trabalha 8 horas por dia na exploração de leite durante 30 dias, totalizando 240 horas/mês. Corrigindo este valor temos : 240 / 176 = 1,36. O que corresponde a 1,36 pessoas trabalhando na exploração, respeitandose os finais de semana e feriados. Para mãodeobra fixa e eventual, informar os número de dias trabalhados e também o valor pago. Silagem, Feno e Pasto de inverno : nestes campos somente devem ser digitados as quantidades utilizadas no mês. O valor será calculado automaticamente, a partir do custo unitário definido na planilha EDSilagem. Ração para vacas, novilhas, bezerros e machos : informar a quantidade de ração dada no mês à cada categoria animal e o valor total respectivo do custo da ração dada. Leite dado a bezerros : informar a quantidade mensal de leite utilizada para os bezerros e seu respectivo preço. Resíduos para alimentação : informar a quantidade mensal de resíduos utilizados para alimentação dos animais e o respectivo custo. Informar somente os resíduos alimentares que já não foram citados em outros itens como ração e silagem. Sal comum e mineral : informar a quantidade em kg mensal de sal utilizada na alimentação dos animais e seu respectivo preço total. Combustível : informar a quantidade de combustível mensal e seu valor utilizado na produção de leite. Atenção para não repetir as quantidades já citadas no custo da forragem (silagem, feno e pasto anual de inverno) para não duplicar os custos. Milho grãos ou rolão : citar a quantidade mensal em kg e seu valor utilizado na alimentação dos animais (citar o preço de custo e não de mercado). Sêmem : informar a quantidade de doses de semem utilizadas mensalmente e seu respectivo valor. Adubo : informar a quantidade de adubo mensal e seus respectivos valores utilizados para a produção de alimentos. Citar somente o adubo não informado nos custos de produção de silagem, feno e pasto anual de inverno. Também não deverão ser relacionados os adubos utilizados em reforma de pastagem, estas devem ser lançadas como valor de reforma na planilha EDCapital. Vacinas : informar o valor mensal gasto com vacinas. Medicamentos : informar o valor mensal gasto com medicamentos. Lubrificantes : informar o valor mensal gasto com lubrificantes utilizadas nas máquinas e motores da exploração leiteira. Citar somente a quantidade que não foi relacionada em silagem, fenação, pastagem de inverno e reforma de pastagem. Material higiene/ limpeza : informar o valor mensal gasto com material de limpeza para higienização das instalações e equipamentos.

18 16 Transporte do leite : informar o valor pago para o transporte do leite. Se o leite for transportado com veículo próprio informar despesas reais para este transporte (combustível, lubrificante, reparos), etc. Agrotóxicos usados na exploração : informar o valor gasto em agrotóxico. Somente os não citados anteriormente. Consertos de benfeitorias e instalações : informar o valor das despesas com tais consertos. Não incluir o valor de reformas que já foi computado na planilha EDCapital em benfeitorias. Considere como conserto aqueles gastos que melhoram as condições físicas das benfeitorias e instalações, porém sem modificar a vida útil do bem. Consertos de máquinas/ equipamentos : seguir o mesmo raciocínio de benfeitorias. Informar o valor das despesas com tais consertos. Não incluir o valor de reformas, já computados na planilha EDCapital em máquinas e equipamentos. INSS (FUNRURAL) : informar o valor mensal pago na venda do leite e eventualmente de animais, derivados e subprodutos. Energia elétrica : Consideramse somente as despesas realizadas na condução da atividade leiteira. Quando a energia tem uso comum com outras atividades, as despesas devem ser rateadas pelo critério da Renda Bruta. Exemplo : Se a renda bruta total de uma propriedade é de R$ ,00, sendo R$75.000,00 proveniente da pecuária de leite, esta assume 75% da despesa com energia elétrica. Juros de financiamento : Informar o valor dos juros efetivamente pagos de crédito rural referente ao custeio da atividade leiteira (custo variável). Impostos, taxas / ITR : Informar o valor gasto com impostos e taxas, proporcional para a atividade leiteira e rateada por 12 meses, apropriando em cada mês a parcela correspondente. Aluguel de máquinas : Informar o valor do aluguel pago na contratação de máquinas para a atividade leiteira. Outras despesas variáveis : Informar, se houver, outras despesas variáveis com a atividade leiteira e que não foram relatadas nos itens anteriores. RECEITAS DA PROPRIEDADE NO MÊS Teor de gordura no leite : Informar o teor médio mensal total da gordura do leite em percentual. Leite cota : Informar a quantia e o valor total mensal de litros de leite cota comercializados. Leite excesso : Informar a quantidade e o valor total mensal de litros de leite excesso comercializados. Remuneração qualidade : Informar a quantidade e o valor total mensal referente à remuneração da qualidade do leite, que não foram citadas nos itens anteriores. Leite vendido consumidor : Informar a quantidade e o valor total mensal de litros de leite vendidos ao consumidor. Leite ácido : Informar a quantidade em litros e o valor total mensal de leite ácido comercializado. Leite consumido na propriedade : Informar a quantidade mensal de litros de leite consumidos na propriedade e o seu valor total. Leite fabricação derivados : Informar a quantidade total em litros utilizados para a fabricação de derivados de leite.

19 17 Venda de derivados do leite : Informar o valor total da venda mensal de derivados de leite. Venda de esterco : Informar a quantidade e o valor total mensal referente à venda de esterco. Venda de animais : Informar a quantidade de cabeças de animais vendidos no mês e o valor total desses animais. Serviços prestados terceiros : Informar, quando for o caso, o total de receitas de serviços prestados para terceiros proveniente da estrutura organizada para a produção de leite. Outras receitas de exploração : Informar outras receitas provenientes da exploração leiteira que ainda não foram referidas nos itens anteriores. TELA 07 PESAGEM MENSAL DE LEITE Planilha EDProdução EMATER Paraná Vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná GPL Gestão da Pecuária Leiteira 1 Identificação : Nº de meses acompanhados : 12 Região : Município : Comunidade : Produtor : Período de Análise : Jan99 a Dez99 Categoria : PESAGEM MENSAL DE LEITE ANIMAIS nº nome do animal Data Jan99 Fev99 início Mar99 Abr99 Mai99 PESAGEM MENSAL DO LEITE Inicialmente devem ser cadastrados o número e o nome dos animais, e a data de início de produção. Se o animal já está produzindo desde o ano anterior, preencher o campo data de início com o primeiro dia do início do período de análise. Todos os meses devem ser preenchidos a data da pesagem do leite, e a produção total diária em litros, de cada um dos animais acompanhados. Estas informações devem ser digitados a partir da ficha do controle leiteiro.

20 18 INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DA BOVINOCULTURA DE LEITE 1. INTRODUÇÃO: Odilio Sepulcri Milton S. Matsushita Luiz Augusto Pfau Em qualquer país capitalista o que se espera de uma empresa ou de qualquer atividade econômica é a geração de riqueza. Para identificar a riqueza gerada, basta calcular tudo o que se produz para o mercado ou consumo, menos tudo o que se gasta para produzir. Como resultado temse a riqueza gerada ou o valor agregado que poderá ser positivo ou negativo. Conforme apresentado na fórmula a seguir: (Receitas Custos = Lucro ou Prejuízo). A sobrevivência de um empreendimento, dentre outros fatores, darseá pela sua capacidade de gerar lucro. O cenário atual caracterizase por acentuado ambiente concorrencial e acelerada evolução tecnológica. Cada vez mais as decisões precisam ser tomadas com agilidade, rapidez e precisão (Pozzebon & Freitas; Revista de Administração, outdez/1996). Os avanços contínuos na tecnologia de comunicação, na ciência da computação, na ciência da informação e nos sistemas de informação geram progressos sociais e econômicos substanciais, tornando a informação mais disponível, acessível e útil, subsidiando a tomada de decisões. Segundo Freitas (1997, p.25), a eficácia no tratamento da informação depende, em grande parte, da forma com que ela é administrada e do bom entendimento de certos conceitos e relações. Não é concebível que um importante e caro recurso não seja tratado com um grau de seriedade e competência que assegure à organização, na figura dos usuários, um bom suporte informacional. O setor agropecuário, mesmo com a necessidade de manejar um grande volume de informações, apresenta um maior grau de resistência a mudanças, não conseguindo acompanhar a evolução dos demais setores, ficando marginalizado dos avanços da informática aplicada. Tofler (apud Freitas et al.,1997, p.28) acredita que a informação é mais importante do que os fatores terra, trabalho, capital e matéria prima. A maior atenção dos agricultores está voltada aos aspectos tecnológicos, onde muitas culturas já estão sendo desenvolvidas com tecnologias modernas e com alta produtividade da terra, porém com utilização deficiente das informações. Percebese pelos estudos existentes no Paraná, que há possibilidade de ganhos nas propriedades rurais com uma eficiente gestão das informações, que gere indicadores padrões, facilitadores e agilizadores de tomada de decisões. Os desafios crescentes que a modernidade e a globalização introduziram nas empresas, só poderão ser superados através da melhoria na qualidade e na velocidade das informações a serem utilizadas para a tomada de decisões. Segundo Tapscott et al. (1995, p. XXI e XXII), a tecnologia da informação está passando por sua primeira mudança de paradigma impulsionada de um lado pelas exigências de ambientes empresariais novos e competitivos, e, por outro lado, pelas profundas mudanças ocorridas na natureza dos computadores. Mudança de paradigma é fundamentalmente uma nova maneira de ver alguma coisa. A mudança de paradigma é freqüentemente exigida em função de

21 19 novos desenvolvimentos ocorridos em ciência, tecnologia, arte e outras áreas de atuação. A sociedade moderna passa por mudanças significativas em todos os setores, onde a informação e a tecnologia de informação são elementos fundamentais e podem representar o diferencial competitivo entre as organizações que serão vencedoras ou fracassadas. A sua evolução devem ser acompanhadas pelos homens e pelas organizações. A defasagem tecnológica ocorre a partir do momento em que o homem não conhece ou não utiliza as novas tecnologias que são desenvolvidas e incorporadas ao trabalho de determinada área. Para o pleno entendimento do trabalho a ser desenvolvido, é oportuno descrevermos alguns conceitos básicos : Dado e informação :...podese entender o dado como um elemento da informação (um conjunto de letras ou dígitos) que, tomado isoladamente, não transmite nenhum conhecimento, ou seja, não contém um significado intrínseco Bio (1988, p.29); Dados são materiais brutos que precisam ser manipulados e colocados em um contexto compreensivo antes de se tornarem úteis Burch & Strater (apud Freitas et al.,1997,p.26); Informação é um dado processado de uma forma que é significativa para o usuário e que tem valor real ou percebido para decisões correntes ou posteriores Davis (apud Freitas et al.,1997, p.26); Podemos dizer que dado é um conjunto de fatos e valores (numéricos, alfabéticos, alfanuméricos ou gráficos), sem significado próprio. Informação é o conjunto de dados organizados, definido pelo ser humano, com significado próprio para uma aplicação específica. Sistema de informação e Tecnologia da informação : O sistema de informação da empresa é o conjunto interdependente das pessoas, das estruturas da organização, das tecnologias de informação hardware e software, dos procedimentos e métodos que deveriam permitir à empresa dispor no tempo desejado das informações de que necessita ou necessitará para seu funcionamento atual e para sua evolução. Tecnologia da informação é todo e qualquer dispositivo que tenha capacidade para tratar dados e ou informações, tanto de forma sistêmica como esporádica, quer esteja aplicada no produto, quer esteja aplicada no processo. Cruz (1998, p.20); Segundo Freitas et al.,1997, p.34 A competitividade do mercado está sempre exigindo dos competidores respostas rápidas e eficientes. A informação é, sem dúvida, um importante fator de diferenciação. A velha frase informação é poder deve ser complementada com informação é vantagem competitiva. Para tanto, a empresa rural necessitase medir e analisar os resultados, identificar os pontos críticos para agregação de valores e aprimorálos, controlar as operações para garantir os resultados esperados.

22 20 Neste sentido, o primeiro passo em qualquer atividade agropecuária é a apuração dos indicadores de resultados: Quanto dinheiro minha propriedade / empresa rural está gerando? Quanto dinheiro está custando para operála? Quais são os fatos e dados que gerarão os indicadores para medir os resultados? Feito isto, se o produtor / empresário rural está satisfeito com os resultados, procedese a melhoria contínua e repetese o processo produtivo, mantendose o padrão de qualidade e produtividade já atingidos. Por outro lado, se os resultados não satisfazem os objetivos do produtor / empresário rural, devese buscar as causas desse resultado insatisfatório, fazendo um diagnóstico para identificar onde se encontram as causas dos problemas que afetam os resultados da empresa ou da atividade, para orientar a tomada de decisão e ação para correção do problema (planejamento). A tomada de decisão e a ação correta estão tornandose cada vez mais importantes na gestão das propriedades / empresas rurais. Diariamente surgem problemas (resultado indesejável de um trabalho, ou de um processo), que precisam ser resolvidos, dificultados pelos recursos escassos de pessoal, de tempo ou de custeio. Toma a melhor decisão quem tem a melhor informação. Assim, identificar bem os problemas, suas causas e priorizálas é uma questão fundamental na tomada de decisão. Para isto é necessário métodos que privilegiem fatos e dados concretos. Este processo de diagnóstico e planejamento passa pelas seguintes etapas: Identificar o problema que restringe o rendimento máximo da atividade; Observar o problema; Analisar as causas do problema; Buscar alternativas para solução do problema; Avaliar as alternativas que agregam valor; Escolher a melhor alternativa para solução do problema; Agir para corrigir o problema. As causas dos resultados insatisfatórios na atividade leiteira decorrem de processos ineficientes ou mal gerenciados. Esta ineficiência poderá estar nas áreas de domínio da propriedade / empresa rural a seguir: Na área comercial ou de marketing: como estão as relações com os clientes e fornecedores na cadeia produtiva e qual a eficiência das operações de compra e venda; Na área técnica ou de produção: em função da tecnologia inadequada ou aplicada incorretamente, do baixo desempenho e baixa qualidade das pastagens, do baixo desempenho e qualidade do rebanho; Na área humana: em função de pessoal com baixa capacitação, trabalhador sem condições de trabalho, desmotivados, com salários baixos, falta de reconhecimento, falta de definição clara de atribuições gerando ineficiência operacional; Na área de finanças: em função da falta de controle e de previsão de entrada e saída de dinheiro, da falta de análise de viabilidade dos investimentos, da falta de elaboração de orçamentos, da aplicação de recursos em atividades não produtivas ou de baixo retorno econômico; Na área administrativa / gerencial: em função de falta de planejamento, falta de organização da propriedade, da deficiência da direção e do

23 21 comando da propriedade na implantação do plano de produção. Na falta de controle e registros das ações em função de falta de instrumental apropriado, da falta de hábitos de anotações, gerando deficiência no sistema de informações internas e externas da propriedade, o que acarretará em riscos na tomada de decisão, podendo afetar o processo de geração de riquezas. 2. DIAGNÓTICO: Diagnóstico é o resultado da análise de um sistema de informações da propriedade/ empresa e de seu ambiente de negócio, que consiste em coletar dados, registrar, medir, analisar, ordenar, processar, sintetizar as informações e comparálas com uma situação desejada e possível (onde estou, onde quero e posso chegar). Para o diagnóstico da atividade leiteira, num primeiro momento, buscase ampliar, expandir as observações e análise em todos os setores da atividade, numa visão abrangente e global, mapeandose os pontos fortes, fracos, restrições, riscos e oportunidades que afetam seus resultados. Um diagnóstico nesta visão enfocará todo o processo produtivo, ou seja, suas entradas, processamento, saídas e suas relações com clientes e fornecedores na cadeia produtiva. (fluxograma anexo II). 2.1 O diagnóstico e a análise no enfoque das receitas: Calcular e analisar a renda bruta RB anual da e sua distribuição mensal; Calcular e analisar o preço de venda dos produtos; Analisar o atendimento e as relações com os clientes; Analisar o leque de produtos que compõem a renda bruta; Analisar qual produto contribui com maior percentual da renda bruta; Medir e analisar a qualidade dos produtos; Calcular e analisar o valor agregado ao produto. Após, tentase responder as seguintes questões: Podese aumentar as receitas mantendose os mesmos custos? Podese obter melhores preços nos produtos produzidos? Quais itens poderão estar influenciando na diminuição das receitas? 2.2 O diagnóstico e a análise no enfoque dos custos: Calcular e analisar os custos variáveis totais da atividade CVT; Calcular e analisar os custos operacionais efetivos COE; Calcular e analisar os custos operacionais totais COT; Calcular e analisar os custos fixos CF; Calcular e analisar os custos totais CT; Calcular e analisar as perdas, desperdícios, ociosidades que estão aumentando os custos; Calcular e analisar o custo por unidade do produto; Analisar o atendimento e as relações com os fornecedores. Após, tentase responder as seguintes questões: Quais itens contribuem com maiores percentuais de custos? Qual o custo por unidade de produto em relação ao preço de venda? Podese reduzir os custos operacionais mantendose as mesmas receitas? É possível reduzir os custos fixos mantendose as mesmas receitas?

24 22 Podese adquirir insumos com a mesma qualidade a preços menores? Podese conseguir insumos substitutivos a preços mais baixos e com a mesma eficiência? 2.3 O diagnóstico, a análise no enfoque das margens e do fluxo financeiro (desempenho parcial e global): Calcular e analisar a margem bruta MB da atividade por fator de produção envolvido (terra, capital e trabalho); Calcular e analisar a margem líquida da atividade ML; Calcular e analisar o lucro da atividade L; Calcular e analisar o retorno do capital aplicado na atividade (lucro / capital); Elaborar e analisar o fluxo mensal de entrada e saída de dinheiro; Calcular e analisar o ponto de equilíbrio do produto PE. Após, tentase responder as seguintes questões: As margens estão cobrindo todos os custos; Como está a sobrevivência da atividade no curto e no longo prazo; O fluxo de entrada e saída de dinheiro permite o giro da atividade sem dependência de dinheiro externo; O retorno do capital é compatível com seu custo oportunidade? O ponto de equilíbrio está muito próximo da renda bruta? 2.4 O diagnóstico, a análise no enfoque do cliente e do mercado: Analisar quem são os clientes; Analisar quais são as exigências dos clientes; Analisar que tipo de produto tem melhor preço; Analisar quais as características que o produto deve ter; Analisar como o produto deve ser classificado e embalado? Analisar em que época do ano o produto tende a ter melhor preço; Analisar quem são os concorrentes; Analisar se possui diferencial competitivo que o destaca dos concorrentes; Analisar se existe condição de competir nesse mercado. 2.5 O diagnóstico, a análise no enfoque da eficiência técnica, operacional e de seus coeficientes técnicos: A eficiência de um determinado processo produtivo depende tanto do nível tecnológico empregado (padrão tecnológico), nível de insumos utilizados para sua transformação, como da eficiência das operações realizadas, envolvendo conhecimento, precisão, pontualidade e oportunidade (padrão operacional). Neste campo devese analisar a produção de forragem e o uso do solo, a reprodução animal, a produção animal, a estrutura produtiva e sua escala de produção, a área humana (gerência e trabalhadores) A eficiência técnica, operacional da produção de forragem e do uso do solo: Analisar a área com forragem e calcular a disponibilidade de forragem durante todo o ano (cálculo de oferta e demanda); Medir e analisar a qualidade da forragem disponível; Calcular e analisar a produtividade da forragem em quilogramas de matéria seca por área; Medir, analisar a fertilidade do solo e seu uso sustentável;

25 23 Analisar a apropriação da forrageira ao animal e às características do solo e clima; Analisar o percentual de área com forrageira em relação à área total da propriedade; Analisar a disponibilidade e a qualidade da água de superfície A eficiência técnica e operacional da reprodução animal: Medir e analisar o intervalo entre partos; Analisar a idade do primeiro parto; Medir e analisar o número de dias de lactação por vaca; Medir e analisar o percentual de mortalidade dos bezerros; Analisar a data de parição e de secagem; Analisar a data da inseminação e a confirmação de prenhez; Medir e analisar o intervalo entre o parto e o primeiro serviço A eficiência técnica e operacional da produção animal: Medir e analisar a produtividade por vaca e por área (l/vaca/ano, l/ha/ano); Calcular e analisar o percentual de vacas sobre o rebanho total; Calcular e analisar o percentual de vacas em lactação em relação ao total de vacas do rebanho; Medir e analisar o número médio de bezerros produzidos por vaca e por ano; Analisar a dinâmica do rebanho por categoria animal (período em que permanece em cada área de pasto); Medir e analisar o escore corporal; Analisar e checar o calendário sanitário do rebanho; Verificar os exames das doenças de rotina A eficiência técnica, operacional da estrutura produtiva da propriedade e sua escala de operação: Analisar o tamanho e a qualidade do rebanho; Analisar o tamanho das instalações, sua adequação e uso; Analisar a disponibilidade de máquinas, equipamentos, sua adequação e uso; Medir e analisar os resultados físicos da produção (volume produzido): produção total de leite, produção total de animais, diferença real de inventário animal; Calcular e analisar o capital total da propriedade/ empresa rural A eficiência técnica,operacional e gerencial da área humana: Analisar o número total de pessoas, o número de equivalentehomem (Eq.h) e o número total de dias disponíveis para o trabalho na propriedade durante o ano; Analisar a produtividade dos trabalhadores e o uso efetivo da mãodeobra; Analisar a motivação dos trabalhadores; Analisar a gerência e suas relações com os trabalhadores, clientes, fornecedores e as operações de compras e vendas;

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