DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ VALE S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

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1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 6 Demonstração do Resultado Abrangente 7 Demonstração do Fluxo de Caixa 8 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2010 à 31/12/ DMPL - 01/01/2009 à 31/12/ DMPL - 01/01/2008 à 31/12/ Demonstração do Valor Adicionado 13 DFs Consolidadas Balanço Patrimonial Ativo 14 Balanço Patrimonial Passivo 15 Demonstração do Resultado 17 Demonstração do Resultado Abrangente 18 Demonstração do Fluxo de Caixa 19 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2010 à 31/12/ DMPL - 01/01/2009 à 31/12/ DMPL - 01/01/2008 à 31/12/ Demonstração do Valor Adicionado 24 Relatório da Administração 25 Notas Explicativas 68 Proposta de Orçamento de Capital 155 Outras Informações que a Companhia Entenda Relevantes 173 Pareceres e Declarações Parecer dos Auditores Independentes - Sem Ressalva 176

2 Índice Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente 178 Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras 179 Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores Independentes 180

3 Dados da Empresa / Composição do Capital Número de Ações (Mil) Último Exercício Social 31/12/2010 Do Capital Integralizado Ordinárias Preferenciais Total Em Tesouraria Ordinárias Preferenciais Total PÁGINA: 1 de 180

4 Dados da Empresa / Proventos em Dinheiro Evento Aprovação Provento Início Pagamento Espécie de Ação Classe de Ação Provento por Ação (Reais / Ação) Reunião do Conselho de Administração Reunião do Conselho de Administração Reunião do Conselho de Administração Reunião do Conselho de Administração 14/04/2010 Juros sobre Capital Próprio 30/04/2010 Ordinária 0, /04/2010 Juros sobre Capital Próprio 30/04/2010 Preferencial Preferencial Classe A 0, /10/2010 Juros sobre Capital Próprio 29/10/2010 Ordinária 0, /10/2010 Juros sobre Capital Próprio 29/10/2010 Preferencial Preferencial Classe A 0,55515 PÁGINA: 2 de 180

5 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2010 Penúltimo Exercício 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Contas a Receber Clientes Outras Contas a Receber Estoques Tributos a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Outros Ativos Circulantes Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Contas a Receber Outras Contas a Receber Tributos Diferidos Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos Créditos com Partes Relacionadas Créditos com Controladas Outros Ativos Não Circulantes Investimentos Imobilizado Intangível PÁGINA: 3 de 180

6 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2010 Penúltimo Exercício 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Obrigações Sociais e Trabalhistas Fornecedores Obrigações Fiscais Empréstimos e Financiamentos Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Outros Dividendos e JCP a Pagar Provisões Passivo Não Circulante Empréstimos e Financiamentos Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Tributos Diferidos Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos Provisões Patrimônio Líquido Capital Social Realizado Reservas de Capital Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva de Lucros a Realizar Reserva de Retenção de Lucros Reserva de Incentivos Fiscais Ações em Tesouraria Lucros/Prejuízos Acumulados Ajustes de Avaliação Patrimonial PÁGINA: 4 de 180

7 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2010 Penúltimo Exercício 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Ajustes Acumulados de Conversão PÁGINA: 5 de 180

8 DFs Individuais / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Despesas com Vendas Despesas Gerais e Administrativas Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais Resultado de Equivalência Patrimonial Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Resultado Líquido das Operações Continuadas Resultado Líquido de Operações Descontinuadas Lucro/Prejuízo Líquido das Operações Descontinuadas Lucro/Prejuízo do Período Lucro por Ação - (Reais / Ação) Lucro Básico por Ação PNA 5, , , ON 5, , , Lucro Diluído por Ação Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ PNA 6, , , ON 6, , ,00000 PÁGINA: 6 de 180

9 DFs Individuais / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes acumulados de conversão de moedas Ganho (perdas) não realiz investimentos disp. venda Hedge fluxo de caixa Resultado Abrangente do Período PÁGINA: 7 de 180

10 DFs Individuais / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Lucro liquido do periodo Resultado de participações societarias Resultado venda ativos Depreciação, amortização e exaustão IR e CS diferidos Var. monetaria e cambiais liquidas Baixa na alienação de bens Perdas (ganhos) liquidos não realizadas derivativos Dividendos/JCP recebidos Outros Variações nos Ativos e Passivos Contas a receber de clientes Estoques Outros ativos Caontas a pagar fornecedores Salários e encargos sociais Tributos e contribuições Outros passivos Caixa Líquido Atividades de Investimento Empréstimos e adiantamentos a receber Depósitos e garantias Adições em investimentos Adições ao imobilizado Recursos recebidos alienação invest/imobilizado Caixa Líquido Atividades de Financiamento Empréstimos de curto prazo adições Empréstimos de curto prazo baixas PÁGINA: 8 de 180

11 DFs Individuais / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ Empréstimos captados a longo prazo Pagamentos partes relacionadas Pagamentos instituições financeiras JCP e dividendos pagos a acionistas Ações em tesouraria Aumento de capital Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 9 de 180

12 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2010 à 31/12/2010 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Ações em Tesouraria Adquiridas Dividendos Juros sobre Capital Próprio Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Equiv. Patrim. s/result. Abrang. Controladas e Coligadas Ajustes de Conversão do Período Outros resultados abrangentes Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reservas Capitalização de reservas Saldos Finais PÁGINA: 10 de 180

13 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2009 à 31/12/2009 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Gastos com Emissão de Ações Ações em Tesouraria Adquiridas Dividendos Juros sobre Capital Próprio Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes de Instrumentos Financeiros Equiv. Patrim. s/result. Abrang. Controladas e Coligadas Ajustes de Conversão do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reservas Saldos Finais PÁGINA: 11 de 180

14 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2008 à 31/12/2008 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Ações em Tesouraria Adquiridas Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes de Conversão do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reservas Saldos Finais PÁGINA: 12 de 180

15 DFs Individuais / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ Receitas Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços Receitas refs. à Construção de Ativos Próprios Provisão/Reversão de Créds. Liquidação Duvidosa Insumos Adquiridos de Terceiros Custos Prods., Mercs. e Servs. Vendidos Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Outros Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Equivalência Patrimonial Receitas Financeiras Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Impostos, Taxas e Contribuições Remuneração de Capitais de Terceiros Remuneração de Capitais Próprios Lucros Retidos / Prejuízo do Período PÁGINA: 13 de 180

16 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2010 Penúltimo Exercício 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Contas a Receber Clientes Outras Contas a Receber Estoques Tributos a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Outros Ativos Circulantes Ativos Não-Correntes a Venda Outros Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Contas a Receber Outras Contas a Receber Tributos Diferidos Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos Despesas Antecipadas Créditos com Partes Relacionadas Créditos com Outras Partes Relacionadas Outros Ativos Não Circulantes Investimentos Imobilizado Intangível PÁGINA: 14 de 180

17 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2010 Penúltimo Exercício 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Fornecedores Obrigações Fiscais Empréstimos e Financiamentos Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Outros Dividendos e JCP a Pagar Provisões Outras Provisões Passivo Não Circulante Empréstimos e Financiamentos Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Débitos com Outras Partes Relacionadas Tributos Diferidos Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos Provisões Outras Provisões Patrimônio Líquido Consolidado Capital Social Realizado Reservas de Capital Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva de Lucros a Realizar Reserva de Retenção de Lucros Reserva de Incentivos Fiscais Ações em Tesouraria PÁGINA: 15 de 180

18 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2010 Penúltimo Exercício 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Lucros/Prejuízos Acumulados Ajustes de Avaliação Patrimonial Ajustes Acumulados de Conversão Participação dos Acionistas Não Controladores PÁGINA: 16 de 180

19 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Despesas com Vendas Despesas Gerais e Administrativas Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais Resultado de Equivalência Patrimonial Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Resultado Líquido das Operações Continuadas Resultado Líquido de Operações Descontinuadas Lucro/Prejuízo Líquido das Operações Descontinuadas Lucro/Prejuízo Consolidado do Período Atribuído a Sócios da Empresa Controladora Atribuído a Sócios Não Controladores Lucro por Ação - (Reais / Ação) Lucro Básico por Ação PNA 5, , , ON 5, , , Lucro Diluído por Ação Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ PNA 6, , , ON 6, , ,00000 PÁGINA: 17 de 180

20 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ Lucro Líquido Consolidado do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes acumulados de conversão de moedas Ganho (perdas) não realiz investimentos disp. venda Hedge fluxo de caixa Resultado Abrangente Consolidado do Período Atribuído a Sócios da Empresa Controladora Atribuído a Sócios Não Controladores PÁGINA: 18 de 180

21 DFs Consolidadas / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Lucro liquido do periodo Resultado de participações societarias Resultado venda ativos Depreciação, amortização e exaustão IR e CS diferidos Var. monetaria e cambiais liquidas Baixa na alienação de bens Perdas (ganhos) liquidos não realizadas derivativos Redução valor recup ativos Outros Variações nos Ativos e Passivos Contas a receber de clientes Estoques Outros ativos Contas a pagar fornecedores Salários e encargos sociais Tributos e contribuições Outros passivos Caixa Líquido Atividades de Investimento Dividendos/JCP recebidos Empréstimos e adiantamentos a receber Depósitos e garantias Adições em investimentos Adições ao imobilizado Recursos recebidos alienação invest/imobilizado Caixa liquido aquisição subsidiárias Investimentos de curto prazo PÁGINA: 19 de 180

22 DFs Consolidadas / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ Caixa Líquido Atividades de Financiamento Emprestimos de curto prazo adições Emprestimos de curto prazo baixas Emprestimos captados a longo prazo Emissão títulos conv ações pref Emissão títulos conv ações ord Pagamentos instituições financeiras JCP e dividendos pagos e acionistas Ações em tesouraria Aumento de capital Transações com acionistas não controladores Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 20 de 180

23 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2010 à 31/12/2010 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Ações em Tesouraria Adquiridas Dividendos Juros sobre Capital Próprio Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes de Instrumentos Financeiros Equiv. Patrim. s/result. Abrang. Coligadas Ajustes de Conversão do Período Outros Resultados Abrangentes Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reservas Capitalização de reservas Saldos Finais PÁGINA: 21 de 180

24 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2009 à 31/12/2009 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Gastos com Emissão de Ações Ações em Tesouraria Adquiridas Dividendos Juros sobre Capital Próprio Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes de Instrumentos Financeiros Equiv. Patrim. s/result. Abrang. Coligadas Ajustes de Conversão do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reservas Saldos Finais PÁGINA: 22 de 180

25 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2008 à 31/12/2008 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 5.01 Saldos Iniciais Ajustes de Exercícios Anteriores Ajustes iniciais de adoção de novas práticas Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Ações em Tesouraria Adquiridas Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes de Conversão do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reservas Saldos Finais PÁGINA: 23 de 180

26 DFs Consolidadas / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2010 à 31/12/2010 Penúltimo Exercício 01/01/2009 à 31/12/2009 Antepenúltimo Exercício 01/01/2008 à 31/12/ Receitas Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços Outras Receitas Receitas refs. à Construção de Ativos Próprios Provisão/Reversão de Créds. Liquidação Duvidosa Insumos Adquiridos de Terceiros Custos Prods., Mercs. e Servs. Vendidos Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Perda/Recuperação de Valores Ativos Outros Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Equivalência Patrimonial Receitas Financeiras Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Impostos, Taxas e Contribuições Remuneração de Capitais de Terceiros Remuneração de Capitais Próprios Lucros Retidos / Prejuízo do Período Part. Não Controladores nos Lucros Retidos PÁGINA: 24 de 180

27 Relatório da Administração Relatório da Administração 2010 OS DESAFIOS DA MINERAÇÃO A mineração é o indispensável suporte de uma economia moderna. O desenvolvimento econômico depende de forma crescente da disponibilidade de metais em volume e qualidade adequada para viabilizar a realização das mudanças estruturais extremamente necessárias para a contínua melhoria do bem estar de bilhões de pessoas em todo o mundo. A atividade mineradora requer a aplicação de sofisticados conhecimentos técnicos, o investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento e a alocação de consideráveis recursos para promover a sustentabilidade. Cada depósito mineral demanda o emprego de uma tecnologia específica e/ou de diferentes nuances da mesma tecnologia. A necessidade de conciliar de maneira contínua o planejamento de longo prazo da produção com a volatilidade da demanda no curto prazo, as complexas operações de logística em larga escala para a movimentação de centenas de milhões de toneladas, a natureza intensiva em capital do negócio e a criação de oportunidades de mobilidade econômica e social nas comunidades remotas onde se processam as operações são alguns dos desafios com que se defronta uma empresa de mineração como a Vale. A Vale tem conseguido vencer com elevado grau de sucesso os inúmeros desafios que se apresentam ao longo dos anos, criando ao mesmo tempo substancial valor para seus acionistas e para a sociedade como um todo. Como atesta o survey conduzido pela conceituada revista Barron s, a Vale é uma das 100 empresas mais respeitadas do mundo, sendo a mais respeitada da América Latina. UM ANO DE EXTRAORDINÁRIO DESEMPENHO O ano de 2009 caracterizou-se como período de transição, marcado por desempenho operacional e financeiro em patamar inferior aos dois anos anteriores, porém bastante robusto foi um ano de forte recuperação e de extraordinária performance resultantes da convergência das ações de duas forças principais. De um lado, as iniciativas desenvolvidas em 2009 em resposta à recessão global, com foco em transformações estruturais, começaram a apresentar retornos. De outro, a economia global, liderada pelas economias emergentes, que se constituem na principal fonte de expansão da demanda por minérios e metais, apresentou excepcional crescimento. Como conseqüência, o ano que passou registrou o melhor desempenho financeiro da história da Vale, com o registro de recordes de receitas, lucro operacional, margem operacional, geração de caixa e lucro. A qualidade do desempenho financeiro é ressaltada pelo valor recorde dos investimentos, que constroem novas plataformas para sustentar o crescimento ao longo do tempo. Do ponto de vista operacional, a produção de minério de ferro em 2010, de 308 milhões de toneladas, atingiu novo recorde, com Carajás ultrapassando pela primeira vez a marca de 100 milhões de toneladas. Com este nível de produção, equivalente a 1,67 vezes o do segundo maior produtor mundial de minério de ferro, a Vale consolida sua posição de liderança global. 1 1 Fonte: relatórios de produção das empresas de mineração. 1 PÁGINA: 25 de 180

28 Relatório da Administração Recordes também foram batidos na produção de pelotas, com 49 milhões de toneladas, bauxita, 14 milhões de toneladas, e carvão, metalúrgico e térmico, de 6,9 milhões de toneladas, evidenciando a excelência operacional como uma das marcas principais da Vale. A forte geração de caixa e a rigorosa disciplina na alocação de capital combinados à alta qualidade de nossos ativos têm nos permitido superar o desafio imposto pelo trilema clássico com que se defrontam empresas em expansão, envolvendo o financiamento do crescimento, a manutenção de um balanço saudável e a satisfação das aspirações dos acionistas pelo retorno de caixa no curto prazo. A Vale investiu US$ 12,7 bilhões na manutenção das operações existentes, em pesquisa e desenvolvimento e na execução de projetos, o que representou 99% do investimento orçado para O valor investido pela Vale em 2010 foi o mais elevado entre as empresas de mineração no mundo. Investimos adicionalmente US$ 6,7 bilhões na aquisição de vários ativos, entre eles destacando-se a compra por US$ 5,8 bilhões de minas e operações de fertilizantes fosfatados no Brasil. A Vale passou a ter o controle, com 99,8% das ações ordinárias com direito a voto, da Vale Fertilizantes, antiga Fosfértil. A Vale Fertilizantes incorporou os ativos de fertilizantes adquiridos da Bunge. As aquisições de ativos no Brasil juntamente com a conclusão do projeto da mina de rocha fosfática de Bayóvar, no Peru, fazem parte da implementação da estratégia da Vale em se transformar num dos maiores players globais de fertilizantes nos próximos anos. Adquirimos também 51% do projeto Simandou, na África Ocidental, o melhor depósito de minério de ferro ainda não explorado no mundo, dadas a quantidade e qualidade de suas reservas estimadas. Foram devolvidos aos acionistas US$ 5,0 bilhões em caixa, sendo US$ 3,0 bilhões mediante a distribuição de dividendos e juros sobre o capital próprio, e US$ 2,0 bilhões através da execução de programa de recompra de ações. Após dispêndio de quase US$ 25 bilhões em investimentos e retorno de caixa aos acionistas, conseguimos ainda reduzir a alavancagem de nosso balanço, terminando o ano com uma relação dívida total/ebitda de apenas 1,0. Nos últimos dez anos, de 2001 a 2010, a Vale criou valor para os acionistas no total de US$ 154,5 bilhões e distribuiu US$ 17,4 bilhões sob a forma de dividendos e juros sobre o capital próprio, destacando-se como uma das empresas líderes na geração de valor no mundo. Como agente global de sustentabilidade, investimos US$ 737 milhões em conservação e proteção do meio ambiente e US$ 399 milhões em ações sociais, somando desse modo dispêndio de US$ 1,136 bilhão em responsabilidade social corporativa. O valor investido foi o mais elevado da história da Vale, tendo aumentado em 45,5% em relação a Foram encerradas as greves nas operações de Sudbury, Voisey s Bay e Port Colborne no Canadá. O acordo alcançado contribui para a sustentabilidade da expansão de nossos negócios de metais base no Canadá, com a introdução de novo plano de pensão compreendendo regime de contribuição definida, e mudanças no antigo sistema de remuneração variável, que passou a permitir maiores estímulos à produtividade dos empregados nas operações canadenses. Os impostos gerados pela Vale em suas atividades no Brasil somaram R$ 12,467 bilhões em 2010, registrando aumento de 25,7% relativamente ao ano anterior. A Vale exportou do Brasil para o resto do mundo US$ 29,1 bilhões, passando a ser a maior exportadora brasileira. Nossas exportações líquidas - exportações menos importações - foram de US$ 27,7 bilhões, superando dessa forma em US$ 7,4 bilhões o superávit da balança comercial do Brasil em Desse modo, nossas exportações permitem a geração de recursos externos para o financiamento de importações de outras empresas, viabilizando aumento de investimentos que vão gerar empregos e renda para a sociedade brasileira. 2 PÁGINA: 26 de 180

29 Relatório da Administração Uma das mais importantes conseqüências da expansão de nossas atividades é a criação de novos postos de trabalho. Em dezembro de 2010, a Vale era responsável por empregos diretos, sendo empregados próprios e terceirizados, tendo havido aumento de empregos em relação a dezembro do ano anterior. Além disso, pessoas trabalhavam nos projetos da Vale contra no final de Utilizando-se coeficientes internacionalmente aceitos para a indústria de mineração, a empresa gerava com suas atividades um total de aproximadamente empregos. O DESEMPENHO FINANCEIRO EM 2010 A receita operacional da Vale alcançou o valor recorde de R$ 85,345 bilhões, tendo registrado crescimento de 71,3% relativamente a 2009, com aumento médio anual de 16,2% no período Os minerais ferrosos minério de ferro, pelotas, minério de manganês e ferro ligas contribuíram com 71,9% da receita total. Os metais não ferrosos níquel, cobre, produtos de alumínio, cobalto, metais do grupo da platina e outros concorreram com 17,0 % da receita, fertilizantes com 3,7%, serviços de logística 3,8%, carvão 1,6%, sendo os restantes 2,0% originados por outros produtos. As vendas para o mercado asiático foram responsáveis por 52,2%, a Europa por 19,0%, América do Sul 18,9%, América do Norte 5,3% e demais regiões por 4,6%. Em nível de país, a China foi a principal compradora de nossos produtos, com 32,3% da receita, seguida pelo Brasil com 16,8%, Japão com 10,9% e Alemanha 6,6%. Nossas exportações do Brasil para o resto do mundo alcançaram o recorde de US$ 29, 090 bilhões, com a Vale se tornando na maior exportadora do Brasil. As exportações líquidas exportações menos importações somaram US$ 27, 668 bilhões, sendo equivalentes a 136,5% do superávit da balança comercial brasileira. Nos últimos cinco anos as exportações líquidas da Vale atingiram US$ 77,187 bilhões, constituindo-se na empresa que mais contribui para o superávit da balança de comércio do Brasil com o exterior. O lucro operacional chegou a R$ 40,490 bilhões constituiu-se em novo recorde, superando em 35,7% a maior marca anterior, registrada em A margem operacional também foi recorde, com 48,7%, contra 27,2% em O EBITDA, lucro antes de despesas com juros, impostos, depreciação e amortização, alcançou R$ 46,378 bilhões, registrando desse modo um novo recorde, R$ 11,356 bilhões acima do recorde anterior obtido em O lucro líquido, de R$ 30,070 bilhões e de R$ 5,66 por ação, foi o mais elevado da história da Vale. Calculado de acordo com os critérios do BR GAAP (princípios gerais de contabilidade geralmente aceitos no Brasil), o lucro da Vale, de US$ 17,264 bilhões, foi o maior da indústria de mineração no mundo e também o mais elevado na história da mineração. INDICADORES FINANCEIROS SELECIONADOS em R$ milhões Receita operacional EBIT Margem EBIT (%) 44,4 45,3 42,3 27,2 48,7 EBITDA Lucro líquido Lucro líquido por ação (R$) 2,78 4,14 4,08 0,97 5,66 Exportações (US$ milhões) Exportações líquidas (US$ milhões) PÁGINA: 27 de 180

30 Relatório da Administração RECEITA OPERACIONAL BRUTA R$ bilhões 46,746 66,385 72,766 49,812 85, EBITDA ,378 R$ bilhões 22,758 33,619 35,022 18, LUCRO LÍQUIDO ,070 R$ bilhões 13,431 20,007 21,279 10, A SOLIDEZ FINANCEIRA A Vale desfruta de posição financeira bastante saudável, apoiada em forte geração de caixa, ampla liquidez e disponibilidade de linhas de crédito de curto e longo prazos e portfólio de dívida de baixo risco. Tal situação nos dá significativas vantagens competitivas para a execução de projetos de investimento e conseqüente criação sustentada de valor, numa atividade muito intensiva em capital e que requer prazos longos de planejamento. Em 31 de dezembro de 2010, nossa dívida total era de US$ 25,343 bilhões, com prazo médio bastante longo, de 9,6 anos. Isto concorre para a minimização dos riscos de refinanciamento, precaução extremamente importante, haja vista, por exemplo, que uma das causas fundamentais da crise financeira das economias periféricas da zona do Euro é justamente a grande concentração de vencimentos de dívida no curto prazo. 4 PÁGINA: 28 de 180

31 Relatório da Administração O custo médio da dívida é de 4,85% ao ano, compatível com o objetivo de minimização do custo de capital. Em 31 de dezembro de 2010, nossa posição de caixa era de US$ 9,377 bilhões, com a dívida líquida sendo de US$ 15,966 bilhões. A alavancagem, medida pela relação dívida total/ebitda, caiu para 1,0 contra 2,5 em dezembro de 2009, quando os efeitos da recessão global ainda se faziam sentir sobre nossa geração de caixa. A relação dívida total/enterprise value decresceu também, passando de 14,4% de 31 de dezembro de 2009 para 13,2% em dezembro de O índice de cobertura de juros, medido pela razão EBITDA/pagamento de juros, se elevou para 23,8 vezes contra 8,2 vezes em 31 de dezembro de Considerando as posições de hedge, 33% da dívida total em 31 de dezembro de 2010 era atrelada a taxas de juros flutuantes e 67% a taxas fixas, enquanto 96% do endividamento era denominado em dólares americanos e o restante em diversas moedas. De forma consistente com a estratégia de gestão de dívida, procuramos explorar oportunidades de captação de recursos no mercado global de capitais. A Vale fez seu debut no mercado de dívida em euros, com emissão de notas no valor de 750 milhões, com prazo de 8 anos e vencimento em março de 2018, cupom de 4,375% ao ano, pago anualmente. Fizemos uma emissão de bônus em dólares americanos no terceiro trimestre de 2010, no valor de US$ 1 bilhão, com vencimento em 2020 e cupom de 4,65% ao ano, e ao mesmo tempo reabrimos a emissão dos bônus com vencimento em 2039 e cupom de 6,875% ao ano, captando US$ 750 milhões, com rendimento para o investidor de 6,074%. Celebramos contratos com instituições oficiais de crédito de diversos países para a disponibilização de linhas de financiamento, com prazos e custos adequados para o financiamento de nossos projetos: (a) Export-Import Bank of China e Bank of China, linha de crédito de até US$ 1,229 bilhão, destinada ao financiamento da construção de navios; (b) Export Development Canadá (EDC), linha de crédito de US$ 1 bilhão para o financiamento de projetos de exportação no Canadá e compras de empresas canadenses; (c) Servizi Assicurati Del Commercio Estero (SACE), da Italia, garantia para linha de crédito de bancos comerciais de US$ 300 milhões, com vencimento de 10 anos. Em novembro de 2010, foram resgatadas as debêntures emitidas no mercado brasileiro em 2006 com quatro anos de prazo, com pagamento de US$ 870 milhões. Em junho de 2010, as notas obrigatoriamente conversíveis em ações, emitidas em junho de 2007, foram permutadas em ADRs, representativos de ações ordinárias e preferenciais classe A da Vale. A conversão envolveu ações ordinárias e ações preferenciais classe A, representando à época, 1,5% e 1,3%, respectivamente, do total de ações em circulação de cada classe. No contexto da estratégia de gestão de passivos financeiros, resgatamos antecipadamente a totalidade das notas de securitização de recebíveis de exportações emitidas em setembro de 2000 e julho de 2003, totalizando US$ 150 milhões. INDICADORES DE ENDIVIDAMENTO 2 em US$ milhões Dívida bruta Dívida líquida Dívida bruta / EBITDA (x) 2,5 1,2 1,0 2,5 1,0 EBITDA / pagamento de juros (x) 15,94 11,79 15,02 8,23 23,8 Dívida bruta / EV 25,7% 11,2% 27,0% 14,4% 13,2 EV = capitalização de mercado + dívida líquida 2 dados computados de acordo com os princípios de contabilidade geralmente aceitos nos Estados Unidos (USGAAP) 5 PÁGINA: 29 de 180

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