UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ GUSTHAVO TORRES DA VEIGA PEREIRA MAPEAMENTO GRÁFICO DE REDE DE COMPUTADORES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ GUSTHAVO TORRES DA VEIGA PEREIRA MAPEAMENTO GRÁFICO DE REDE DE COMPUTADORES"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ GUSTHAVO TORRES DA VEIGA PEREIRA MAPEAMENTO GRÁFICO DE REDE DE COMPUTADORES São José 2005

2 2 GUSTHAVO TORRES DA VEIGA PEREIRA MAPEAMENTO GRÁFICO DE REDE DE COMPUTADORES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à banca examinadora do Curso de Ciência da Computação na Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI, Centro de Educação São José, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação. Orientador: Prof. Alexandre Moraes Ramos São José 2005

3 3 GUSTHAVO TORRES DA VEIGA PEREIRA MAPEAMENTO GRÁFICO DE REDE DE COMPUTADORES Este trabalho de Conclusão de Curso foi considerado adequado para a obtenção do título de Bacharel em Ciências da Computação e aprovado pelo Curso de Ciências da Computação, da Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Educação de São José. São José, XX de novembro de Apresentada à Banca Examinadora formada pelos professores: Prof. Alexandre Moraes Ramos UNIVALI CE de São José Orientador Prof. Marcelo Maia Sobral, membro da banca examinadora. Prof. Alessandra Schweitzer, membro da banca examinadora.

4 4 RESUMO Para o gerenciamento de uma rede de computadores, uma das necessidades que um administrador de rede tem é ter em mãos uma documentação adequada. Para isto, é preciso utilizar ferramentas que mostrem ao administrador, por exemplo, como a rede está organizada, gerando mapas contendo a topologia da rede e as informações dos equipamentos. A documentação feita por essas ferramentas ajuda o administrador a tomar decisões quando surge algum problema, mas para utilizar essas ferramentas, muitas vezes é necessário adquirir licenças de uso, o que pode inviabilizar a comprar das mesmas devido ao seu alto valor. Este trabalho visa implementar uma ferramenta de uso livre para o auxílio na documentação de uma rede, utilizando a arquitetura TCP/IP e o protocolo SNMP. É discutido neste trabalho uma rápida revisão sobre redes e seu gerenciamento, uma analise das ferramentas existentes no mercado e ao final é demonstrado a ferramenta desenvolvida, levantando alguns pontos como o método utilizado para a busca dos computadores na rede local e comparando-a com as demais ferramentas. Palavras Chaves: Gerenciamento, Rede de Computadores, Documentação, Topologia, TCP/IP, SNMP.

5 5 ABSTRACT For the management of a computer network, it is necessary that a network administrator has in hands an adequate documentation. For this, it is necessary to use tools that they show to the administrator, for example, how the net is organized, generating maps that contents the topology of the network and the equipments informations. The documentation made for these tools helps the administrator to take decisions when some problem appears, but to use these tools, many times it is necessary to acquire use licenses, what it can make impracticable to buy those tools due to its the high value. This work aims to implement a free tool for the aid in the documentation of a computer network, using standard protocols as TCP/IP and SNMP. A fast revision on nets and its management is argued in this work, one analyzes of the existing tools in the market and to the end the developed tool is demonstrated, raising some points as the method used for the search of the computers in the local net and the comparison with the other tools. Key Words: Management, Computer Network, Documentation, Layout, TCP/IP, SNMP.

6 6 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1- Abordagem multiponto e ponto-a-ponto. Retirado de Dantas (2002, p. 149) Figura 2 - Topologia em barra Figura 3 - Topologia em anel Figura 4 - Topologia em estrela Figura 5 - Exemplo de MAN. Retirado Dantas (2002, p. 201) Figura 6 Arquitetura Transmission Control Protocol/Internet Protocol (TCP/IP). (DANTAS, 2002, 119) Figura 7 Relacionamento entre gerente e agente. (DIAZ; JR., 2001, p.10) Figura 8 - Diagrama de conexões de servidores Figura 9 - Diagrama de conexões de switches Figura 10 - Diagrama de conexões de redes e roteadores Figura 11 - Diagrama de conexões de switches, servidores e roteadores Figura 12 - Diagrama de conexões customizado Figura 13 - Diagrama de conexões de equipamentos Figura 14 - Diagrama de conexões de hubs Figura 15 - Diagrama de conexões de impressoras Figura 16 - Diagrama de conexões de roteadores Figura 17 - Escolha do switch a ser feito o mapeamento Figura 18 - Diagrama de conexões de um switch e os equipamentos conectados a ele Figura 19 - Diagrama de conexões de um switch e os servidores e roteadores conectados a ele Figura 20 - Diagrama de conexões de um switch e as impressoras conectadas a ele... 48

7 7 Figura 21 - Diagrama de conexões de uma rede sem switch Figura 22 - Diagrama de conexões de uma rede sem switch Figura 23 - Diagrama de conexões de uma rede com switch Figura 24 - Diagrama dos dispositivos encontrados na rede Figura 25 - Dispositivos com erro de identificação Figura 26 - Visão de um único switch demonstrando a falha de reconhecimento dos equipamentos Figura 27 - Diagrama com a visão da rede por completo Figura 28 - Diagrama dos dispositivos encontrados numa rede sem switch Figura 29 - Diagrama demonstrando a desordem no mapeamento da rede Figura 30 - Diagrama demonstrando como a ferramenta mostra a conexão do switch Figura 31 - A ferramenta não interconecta os equipamentos Figura 32 - Diagrama demonstrando a interconexão entre os equipamentos Figura 33 - Módulo Principal Figura 34 Módulo de layout Figura 35 Inclusão de um switch em um layout Figura 36 Inclusão de um computador em um layout Figura 37 Layout gerado sem a busca de informações em uma rede Figura 38 Início de uma busca pela rede Figura 39 - Tabela ARP recuperada através da função Get_ARPTable Figura 40 Resultado obtido com a função Figura 41 Layout gerado pelo aplicativo desenvolvido Figura 42 Diagrama de Classes Figura 43 Diagrama de Seqüência... 83

8 8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO APRESENTAÇÃO PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo geral Objetivos específicos Escopo e Delimitação RESULTADOS ESPERADOS JUSTIFICATIVA ASPECTOS METODOLÓGICOS ESTRUTURA DO TRABALHO CRONOGRAMA REDE DE COMPUTADORES CLASSIFICAÇÃO DE REDE Local Area Network (LAN) Metropolitan Area Network (MAN) Wide Area Network (WAN) ETHERNET EQUIPAMENTOS DE REDE Hub Switch Roteador ARQUITETURA TCP/IP Camada de Aplicação Camada de Transporte Camada de Inter-Rede Subcamada de acesso ao meio VLAN CONSIDERAÇÕES FINAIS GERENCIAMENTO DE REDES MODELOS DE GERENCIAMENTO Gerenciamento de redes segundo o modelo Internet Gerenciamento de redes segundo o modelo OSI SNMP... 36

9 Agentes MIBs Gerentes Protocolo SNMP SNMPv SNMPv CONSIDERAÇÕES FINAIS FERRAMENTAS DISPONÍVEIS NO MERCADO MICROSOFT VISIO 2003 PROFESSIONAL + FLUKE LAN MAPSHOT Server Connections Switch (Spanning Tree) Diagram Broadcast Domains Key Devices Connections Custom Device Connections Host Connections Fluke Network Tools Connections Hub Connections Printer Connections Router Connections Single Switch Detail Diagram LANSURVEYOR IPSWITCH WHATSUP PROFESSIONAL COM NETWORK SUPERVISOR COMPARAÇÃO DAS FERRAMENTAS Descobrimento da Rede Mapeamento Gráfico da Rede Precisão Recursos Adicionais DESCRIÇÃO DO SISTEMA MÓDULO PRINCIPAL MÓDULO DE DESENHO MÓDULO DE REDE CONCLUSÃO ANÁLISE DA APLICAÇÃO DESENVOLVIDA Descobrimento da Rede Mapeamento Gráfico da Rede Precisão Recursos Adicionais COMPARAÇÃO COM AS FERRAMENTAS ANALISADAS Descobrimento da Rede... 73

10 Mapeamento Gráfico da Rede Precisão Recursos Adicionais PROBLEMAS OCORRIDOS DURANTE O DESENVOLVIMENTO Recuperação do endereço MAC Recuperação do nome do equipamento Montagem do Layout TRABALHOS FUTUROS Referências bibliográficas ANEXOS DIAGRAMA DE CLASSES USE CASE UC01 Busca dos Equipamentos UC02 Desenho dos Equipamentos DIAGRAMA DE SEQUÊNCIA UC01 Busca dos Equipamentos... 83

11 11 1 INTRODUÇÃO 1.1 APRESENTAÇÃO Atualmente, as redes de computadores chegam a ser formadas por milhares de computadores. Para o administrador de uma dessas redes, se o projeto desta rede não foi documentado, tornase difícil conhecê-la e administrá-la, o que se torna ainda mais complicado se o administrador juntou-se à organização depois da implantação da mesma, ficando sem conseguir tomar uma decisão até conseguir conhecê-la por completo. Ocorrem situações em que os sistemas sequer possuem um mínimo de documentação, necessária para organizar um plano de ação ou o troubleshooting (resolução de problemas) da rede propriamente dito. Consequentemente, o tempo para identificar e resolver problemas torna-se consideravelmente maior. Em redes pequenas este fato não chega a ser um problema "fora de controle", mas em redes grandes não haver uma documentação adequada prejudica bastante e demanda um tempo suficiente para causar grandes prejuízos (ETPC, 2005, pg1). Para o mapeamento da topologia desta rede, o administrador tem algumas opções, entre elas: percorrer fisicamente o seu cabeamento ou utilizar um software para mapeá-la logicamente demonstrando assim suas interconexões. Este mapeamento da topologia física pode ajudar em muito na tomada de decisões sobre que ações um administrador deve tomar para resolver determinado tipo de problema, como por exemplo a perda de conexão de um setor ou apenas alguns equipamentos.

12 PROBLEMA A má documentação de uma rede causa uma série de dificuldades ao seu administrador, como por exemplo, a dificuldade em identificar rapidamente problemas que venham a surgir, seja da simples perda de conexão de uma impressora de rede ou a total paralisação da rede. Neste caso, A documentação atualizada fornece informações a respeito de como a rede deve ser e de como deve operar, além de onde encontrar recursos caso surjam problemas (GIUNGI, 1998, p. 128). As ferramentas de gerência nos ajudam a detectar problemas quando eles ocorrem, ou antes mesmo de ocorrerem. Gerenciar uma rede sem o auxílio de instrumentação adequada é uma tarefa bastante árdua e que muito provavelmente não oferecerá uma boa qualidade de gerência. Gerenciar uma rede sem ferramenta alguma, ou com ferramentas inadequadas que, por exemplo, não nos dêem uma boa visão dos principais elementos da rede é o mesmo que ir para a guerra cego e sem armas (LOPES, SAUVÉ, NICOLLETTI, 2003, p. 10). Segundo Pinheiro (2003, p. 1),... um projeto com uma documentação com poucos detalhes [...] e que sua implantação não foi feita por pessoal qualificado, estará sujeita a problemas difícil localização e solução, criando dificuldades para o gerenciamento. Além de dificultar a identificação de um problema, redes de computadores mal documentadas podem vir a ter pontos problemáticos, prejudicando assim o seu desempenho e confiabilidade, o que na maioria das vezes passa despercebido por não se possuir um correto mapeamento da rede. 1.3 OBJETIVOS Objetivo geral O objetivo geral deste trabalho é implementar uma ferramenta que pesquisará uma rede de computadores e apresentará de forma gráfica a sua topologia, identificando, quando possível, os equipamentos que a formam Objetivos específicos 1) Construir um protótipo que possibilite ao usuário a montar graficamente uma topologia de uma rede qualquer;

13 13 2) Pesquisar uma rede para o seu reconhecimento e apresentação gráfica do seu layout; 3) Identificar os equipamentos de uma rede utilizando um protocolo de gerenciamento; Escopo e Delimitação Este trabalho não tem como objetivo implementar uma ferramenta de gerenciamento de redes. O objetivo é implementar uma ferramenta capaz de gerar o diagrama das conexões dos equipamentos de uma rede local e identificá-los demonstrando algumas características como o nome do equipamento, o endereço IP e o endereço MAC. A ferramenta somente percorrerá a sub-rede onde está sendo executado o aplicativo, não percorrendo sub-redes diferentes. 1.4 RESULTADOS ESPERADOS Ao final do projeto, prover uma ferramenta que habilite ao administrador desenhar uma topologia de uma rede, mesmo não estando conectado em uma. Também será possível que a ferramenta percorra uma rede local e gere graficamente a sua topologia, identificando os equipamentos conectados nela. 1.5 JUSTIFICATIVA O gerenciamento de redes de computadores é uma atividade que envolve um grande número de tecnologias oferecidas por diferentes produtos. Produtos estes, na sua grande maioria com um alto custo de aquisição/implantação. Sendo assim, na maioria das vezes os administradores utilizam produtos de utilização livre, denominados freeware, sem custo de aquisição, mas que não incluem alguns recursos e características que um programa pago possui. Quando não estamos bem instrumentados, não somos capazes de descobrir problemas e por conseqüência, não seremos capazes de solucioná-los. (LOPES, SAUVÉ, NICOLLETTI, 2003, p. 10). Segundo Pinheiro (2003, p.1) o documento mais importante é o desenho esquemático que especifica a rota dos cabos e o mapa da alocação dos equipamentos na rede.

14 14 Este trabalho visa estudar uma pequena parcela do gerenciamento de redes de computadores: o mapeamento e a identificação dos componentes de uma rede, sendo eles switches,roteadores, impressoras, entre outros. 1.6 ASPECTOS METODOLÓGICOS Para o cumprimento dos objetivos propostos será feito um levantamento bibliográfico, com o propósito de pesquisar livros, artigos e materiais na internet para a fundamentação teórica. A partir do levantamento será feita a revisão bibliográfica, onde será utilizado o levantamento realizado na etapa anterior. Após o término da revisão bibliográfica, serão comparadas algumas ferramentas com o objetivo de levantar suas carências, vantagens e desvantagens. 1.7 ESTRUTURA DO TRABALHO Este trabalho está estruturado na seguinte forma: O Capítulo 1 é descrito a introdução do trabalho, sendo demonstrado o problema, a proposta do trabalho e a justificativa do mesmo. No capítulo 2 é feita uma abordagem sobre rede de computadores, onde será descrito algumas topologias de rede, uma rápida passagem sobre ethernet e alguns protocolos utilizados. No capitulo 3 é dado uma introdução sobre gerência de rede, descrevendo os modelos Internet e OSI e também dando uma breve introdução sobre SNMP. No capítulo 4 é feito uma análise de ferramentas existentes no mercado, sendo analisados itens como a geração do layout da rede, os métodos de descobrimento da rede e a precisão na descoberta dos equipamentos. No capítulo 5 é feita uma descrição do sistema demonstrando quais os passos são seguidos para percorrer e descobrir os equipamentos da rede. No capítulo 6 é apresentado a conclusão do trabalho, juntamente com a avaliação da ferramenta desenvolvida, utilizando os critérios utilizados no capítulo 4 e é feita uma comparação da ferramenta desenvolvida com as ferramentas analisadas anteriormente.

15 CRONOGRAMA Mês/Ano Etapas Fev /05 Mar/05 Abr/05 Mai/05 Jun /05 1 Revisão Bibliográfica X X X X X 3 Construção do Ambiente 4 Construção da Pesquisa na rede 5 Identificação dos Equipamentos Mês/Ano Etapas Jul/05 Ago/05 Set/05 Out/05 Nov/05 1 Revisão Bibliográfica X 2 Construção do Ambiente X X 3 Construção da Pesquisa na rede X X 4 Identificação dos Equipamentos X X 1. Revisão Bibliográfica Será realizada uma revisão bibliográfica dos conceitos de redes de computadores. Abordagens e pesquisas já realizadas serão revistas como técnicas e protocolos de monitoramento de redes já utilizadas para a sua elaboração.

16 16 2. Construção do Ambiente Nessa etapa será construído o ambiente gráfico da ferramenta que permitirá a criação do layout de uma rede, atendendo o objetivo Construção da Pesquisa na rede Nessa etapa será implementado a função que irá percorrer a rede e buscar os equipamentos nela conectados, atendendo o objetivo Identificação dos Equipamentos Nessa etapa será implementado a função que irá reconhecer os equipamentos e identificá-los no layout, atendendo o objetivo 3.

17 17 2 REDE DE COMPUTADORES Uma rede de computadores são dois ou mais computadores interligados que trocam informações entre si. Segundo Tanenbaum (1999, p. 2)... vamos usar o termo rede de computadores quando quisermos falar de um conjunto de computadores autônomos interconectados. Dois computadores estão interconectados quando podem trocar informações. 2.1 CLASSIFICAÇÃO DE REDE Local Area Network (LAN) As LANs, também conhecidas como redes locais, são redes que interligam equipamentos em um prédio ou campus e possuem extensão de até no máximo alguns quilômetros. Elas se diferem dos outros tipos de rede devidos a algumas características, como por exemplo, tamanho, tecnologia de transmissão, topologia, baixa latência e baixa taxa de erros. Segundo Dantas (2002, p. 145) uma rede local é uma facilidade de comunicação que provê uma conexão de alta velocidade entre processadores, periféricos, terminais e dispositivos de comunicação de uma forma geral em um único prédio (ou campus). Segundo Starlin (1998, p. 27) O IEEE define uma rede local como um sistema de comunicação de dados que permite um numero de dispositivos independentes se comunique diretamente um com o outro, dentro de uma área geográfica com tamanho moderado e através de um canal de comunicações de taxas de dados razoáveis. Tecnologia de Transmissão Existem dois modos de interconexão entre computadores em LANs, a abordagem multiponto ponto-a-ponto. Na abordagem multiponto, os computadores estão conectados a um meio,

18 18 onde todos utilizam esse meio para se comunicar. Na abordagem ponto-a-ponto, cada computador está conectado a outro diretamente, onde a comunicação por aquele meio só é feita pelos dois computadores interconectados. Figura 1- Abordagem multiponto e ponto-a-ponto. Retirado de Dantas (2002, p. 149) Topologias de Rede Barra: usa um único segmento de barramento aos quais todos os equipamentos se conectam diretamente a ele. Zacker e Doyle (1998, p. 20) definem que nada mais é do que um único cabo longo com pontas desconectadas ao qual todos os computadores da rede estão conectados. Traz algumas vantagens como: simples instalação, relativamente pouca manutenção, menor cabeamento comparados a outras topologias, mais fácil de aumentar o tamanho da rede (usando repetidores de sinal) e um baixo custo. Dantas (2002, p.152) cita que como desvantagem desta topologia, na medida em o tamanho da rede vai aumentando pode proporcionar o aumento de colisões e aumento da taxa de erros.

19 19 Outra desvantagem é que Como qualquer circuito ligado em série, a topologia em barramento é inerentemente não-confiável, uma vez que qualquer interrupção no cabo acaba gerando uma interrupção de serviços em todas as estações (ZACKER; DOYLE, 1998, p. 20). Figura 2 - Topologia em barra Topologia em anel: Esta topologia conecta um equipamento ao próximo e o último ao primeiro. Isso cria um anel físico do cabo. Na topologia em anel, cada computador, obedecendo a um determinado sentido, é conectado a um computador vizinho. Por sua vez o segundo computador é conectado a um vizinho e assim por diante formando um anel. O último computador se interliga ao primeiro fechando o círculo do anel (DANTAS, 2002, p.153). Mas esta topologia possui uma grande desvantagem, pois quando um computador da rede falha, toda a rede está comprometida. Também há a necessidade de parar toda a rede para a manutenção, adição ou remoção de equipamentos da mesma. (DANTAS, 2002, p.153)

20 20 Figura 3 - Topologia em anel Topologia em estrela: Esta topologia conecta todos os cabos ao ponto central de concentração. Esse ponto é normalmente um hub ou switch. A topologia em estrela é a ligação de todos os computadores a um equipamento central numa forma de ligação dupla ponto-a-ponto. Este equipamento central é conhecido como concentrador (hub) (DANTAS, 2002, p.150). Segundo Dantas (2002, p. 151), pode-se implementar a comunicação entre os computadores de duas formas, por difusão (broadcast), onde a mensagem enviada ao concentrador é espalhada para todos os computadores, ou comutada (switched), que direciona a mensagem diretamente para o computador destinatário. Dantas (2002, p.151) ainda define que em relação ao tratamento de sinal, os concentradores podem ser classificados como ativos, onde o sinal que chega é regenerado antes de ser repassados, ou passivos, que não no nível de sinal. Possui algumas vantagens como a facilidade de instalação, manutenção, reconfiguração, facilidade de gerenciamento e a possibilidade de expansão através da adição de novos concentradores. Ao contrário da topologia em anel, a falha de um dos equipamentos não

21 21 atrapalha no desempenho da rede e é possível retirar um computador da rede sem ter que paralisar a mesma. (DANTAS, 2002, p. 151) Se há uma desvantagem da topologia em estrela, trata-se do custo adicional imposto pela compra de um ou mais hubs. Entretanto, normalmente esta despesa é compensada pela maior facilidade de instalação do cabo de par trançado e pelo menor custo em relação ao cabo coaxial (ZACKER; DOYLE, 1998, p. 21). Mais recentemente, a topologia estrela voltou a ser bastante utilizada nas LANs através de dispositivos concentrados. Estes equipamentos utilizados nessa topologia tem características de altas taxas de transferência e confiabilidade aliadas aos baixos índices de erro, que representam um fator diferencial do uso da topologia estrela. [..] Mesmo a tecnologia Ethernet está hoje baseada na topologia física estrela, embora a topologia lógica continue funcionando como uma barra (DANTAS, 2002, p.151). Mas, como desvantagem, se um concentrador falhar, todos os equipamentos conectados nele estarão fora da rede. Outra desvantagem é o custo elevado em comparação com outras tecnologias, e em caso de uma rede muito grande, há necessidade de vários concentradores para redirecionamento de mensagens (DANTAS, 2002, p. 151). Figura 4 - Topologia em estrela

22 Metropolitan Area Network (MAN) Também conhecida como redes metropolitanas, uma MAN tem o objetivo de ligar duas ou mais redes numa área maior que alguns quilômetros, interconectando dois escritórios numa mesma cidade, por exemplo. Segundo Dantas (2002, p. 200) As redes metropolitanas podem ser entendidas como aquelas redes que provêm à ligação das redes locais em uma área metropolitana, oferecendo serviços tais como interligação de centrais telefônicas e transmissão de dados e voz. Figura 5 - Exemplo de MAN. Retirado Dantas (2002, p. 201) A principal razão para se tratar as redes metropolitanas como uma categoria especial é que elas têm e utilizam um padrão especial, chamado DQDB (Distributed Queue Dual Bus), que consiste em dois barramentos aos quais todos os computadores se conectam. (TANEMBAUM, 1996, pg.12) Um aspecto fundamental de uma MAN é que há um meio de difusão aos quais todos os computadores são conectados. Comparado com os outros tipos de redes, esse projeto é extremamente simples. (TANEMBAUM, 1996, pg.12)

23 Wide Area Network (WAN) Também conhecida como rede geograficamente distribuída, essa rede é utilizada para atender uma área maior que uma cidade. Ela possui uma taxa de transmissão menor quanto comparada com uma LAN e também apresenta mais erros. Quando as distâncias envolvidas na interligação dos computadores são superiores a uma área metropolitana, podendo ser a dispersão geográfica tão grande quanto à distância entre continentes, a abordagem correta é a rede geograficamente distribuída. (DANTAS, 2002, p. 206). Uma rede geograficamente distribuída, ou WAN, abrange uma ampla área geográfica, com freqüência um país ou continente. (TANEMBAUM, 1998, p. 12). Atualmente a diferença entre LAN e WAN é menos evidente, pois as novas tecnologias podem tornar algumas WANs tão rápidas quanto as LANs. (ZACKER; DOYLE, 1998, p. 91). 2.2 ETHERNET A ethernet é uma tecnologia de enlace para redes locais que utiliza o protocolo CSMA/CD. Este protocolo tem como características: a detecção de erros é feita durante a transmissão; enquanto a transmissão ocorre, o computador fica ouvindo o meio o tempo todo. Caso uma colisão ocorrer, a transmissão é abortada; Após a detecção da colisão, o computador aguarda por um tempo para uma nova tentativa de transmissão; e os quadros devem ter um tamanho mínimo para que todos os computadores possam detectar a colisão. Esta tecnologia de enlace utiliza a tecnologia de transmissão multiponto, ou seja, é uma rede onde vários computadores utilizam a mesma enlace física para a transmissão dos dados. Para realizar a transmissão, os computadores com placa ethernet primeiro detectam se o meio onde será feita a transmissão está livre. Segundo Arnett (1997, p. 38), este método costuma ser descrito como ouvir antes de se comunicar. Se for detectado que o meio está ocupado, a transmissão não é feita, e após um determinado período é feito mais uma tentativa de transmissão. Caso fosse feita a transmissão dos dados com o canal ocupado, é causada uma colisão.

24 24 Arnett (ARNETT, 1997,39) também fala que quando ocorre uma colisão, as estações envolvidas abortam a transmissão e elas aguardam um tempo aleatório para a retransmissão, sendo que assim são reduzidas as chances de uma nova colisão. Esta redução de chance de colisão é devido a um algoritmo chamado de backoff, que determina um atraso de modo que diferentes estações tenham que esperar tempos diferentes antes que nova tentativa de transmissão seja feita. Inicialmente, quando a ethernet foi criada, ela atingia velocidades de até 3 Mbps (DANTAS, 2002, 158). Quando ela foi padronizada, ela atingia a velocidade de até 10 Mbps, podendo ter um cabeamento de até 2500 metros, sendo que cada cabo possui no máximo 500 metros (DANTAS, 2002, 165). Mais tarde foi apresentado um novo padrão, chamado 100BASET, também chamado de Fast Ethernet, que atingia velocidade de transmissão de até 100 Mbps. Esse padrão surgiu através de pesquisas, devido à necessidade de uma maior taxa de rendimento da rede. Esta necessidade veio à medida que os aplicativos e os tipos de dados se tornaram cada vez maiores e com mais demandas. Com a criação desse padrão, surgiram três especificações, conhecidas como 100BASET4, 100BASETX e 100BASEFX. Elas utilizam o CSMA/CD como protocolo de acesso ao meio e são compatíveis com as placas de rede antigas de 10 Mbps, pois utilizam a função dupla de velocidade de 10 e 100 Mbps. 100BASET4 Dantas (2002, 174) define que a especificação 100BASET4 representa uma rede 100 Mbps, CSMA/CD, que opera sobre quatro pares da categoria 3, 4 e 5 de cabos de pares trançados sem blindagem (UTP) ou com blindagem (STP). Esse padrão é bastante similar ao 10BASET, pois é baseada num concentrador ou hub. A diferença está na melhor detecção de colisões ocasionadas pela redução da área de rede para 250 metros e distância entre os nós para até 100 metros. (DANTAS, 2002, p. 174).

25 25 100BASETX Dantas (2002, 176) define que a especificação 100BASETX representa uma rede 100 Mbps, CSMA/CD, que opera sobre dois pares da categoria 5 de cabos de pares trançados sem blindagem (UTP). Dantas (2002, 176) fala que a diferença entre essa especificação e o padrão 100BASET4 é a freqüência do clock utilizado (125 MHz no 100BASETX e 25 MHz no 100BASET4) e a codificação utilizada (4B5B no 100BASETX e 8B6T MHz no 100BASET4) 100BASEFX Dantas (2002, 176) define que a especificação 100BASET4 representa uma rede 100 Mbps, CSMA/CD, que opera sobre fibra multimodo. Também define que neste padrão, o comprimento máximo entre nós é de 412 metros e que utiliza a mesma codificação que o padrão 100BASETX. A pouco tempo foi padronizado pelo IEEE uma nova versão do ethernet, chamado de gigabit ethernet. Esse padrão atinge velocidades de até 1 Gbps e utiliza além de cabo par trançado, fibra ótica e cabos de cobre para a conexão entre os equipamentos. 2.3 EQUIPAMENTOS DE REDE Hub Os hubs são dispositivos para redes locais (LANs) que trabalham na camada física, pois eles somente repassam os dados que chegam a ele para todas as portas. Eles utilizam a topologia em barra internamente, mas podem trabalhar nas outras topologias. Um exemplo disso seria na topologia em estrela, onde o hub funciona como peça central, retransmitindo as informações recebidas pelos outros equipamentos. Existem diferentes classificações de hubs. Pode-se classificar primeiramente se são hubs ativos ou passivos. São ativos quando reforçam o sinal que recebem, permitindo que a extensão dos cabos aumente. Já os passivos somente repassam os sinais, não permitindo a extensão dos cabos.

26 26 Outra classificação seria se são hubs inteligentes ou burros. Os hubs inteligentes permitem algum tipo de gerenciamento por software para detectar e isolar problemas na rede (ZACKER; DOYLE, 1998, p. 496). Já os hubs burros somente repassam os dados que recebem, não permitindo nenhum tipo de gerenciamento Switch Em primeira vista, os switches se parecem muito com os hubs. Ele foi projetado para atender à demanda por maior largura de banda em redes ethernet. Ambos possuem a função de concentração, ou seja, permitem que vários dispositivos se conectem a um ponto na rede. Mas ao contrário do hub, os switches podem segmentar uma rede sem agregar latência, dividindo a rede em vários segmentos de um único nó, de forma que o tráfego dentro de cada nó flua à velocidade máxima permitida pela porta. Ele trabalha na camada de enlace, ou seja, eles processam as informações que chegam analisando o endereço MAC e repassam elas somente para o destinatário correto. Pode-se dizer que o switch cria uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre origem e o destino. Com isso é possível mais de um equipamento transmitam informações ao mesmo tempo, aumentando a vazão de mensagens na rede aproveitando melhor o canal e diminuindo o número de colisões. Mas essa característica não impede que duas ou mais máquinas tentem transmitir informações para o mesmo destino. Quando essa colisão ocorre, o switch guarda a informação que chegou em um buffer até a máquina destino estar livre p/ receber esses dados Roteador O roteadores trabalham na camada de redes. A diferença entre switch e roteador é porque os roteadores são responsáveis por interligar redes distintas, ou seja, conseguem trocar informações entre sub-redes diferentes, mesmo que essas utilizem protocolos de rede que não possam ser roteáveis. Os roteadores operam na camada de rede do modelo OSI. Cada rede individual em um ambiente roteado é identificado com um endereço de rede exclusivo. (ZACKER; DOYLE, 1998, p. 29).

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana Rede de Computadores Parte 01 Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações

Leia mais

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede Interconexão de redes locais Existência de diferentes padrões de rede necessidade de conectá-los Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos LAN-LAN LAN: gerente de um determinado setor de uma empresa

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Conteúdo 1 Topologia de Redes 5 Escalas 5 Topologia em LAN s e MAN s 6 Topologia em WAN s 6 2 Meio Físico 7 Cabo Coaxial 7 Par Trançado 7 Fibra Óptica 7 Conectores 8 Conector RJ45 ( Par trançado ) 9 Conectores

Leia mais

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede Rede de Computadores Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações nos

Leia mais

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s: Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES 08/2013 Material de apoio Conceitos Básicos de Rede Cap.1 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica.

Leia mais

09/06/2011. Profª: Luciana Balieiro Cosme

09/06/2011. Profª: Luciana Balieiro Cosme Profª: Luciana Balieiro Cosme Revisão dos conceitos gerais Classificação de redes de computadores Visão geral sobre topologias Topologias Barramento Anel Estrela Hibridas Árvore Introdução aos protocolos

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Rafael Freitas Reale Aluno: Data / / Prova Final de Redes Teoria Base 1) Qual o tipo de ligação e a topologia respectivamente

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores... 1 Mobilidade... 1 Hardware de Rede... 2 Redes Locais - LANs... 2 Redes metropolitanas - MANs... 3 Redes Geograficamente Distribuídas - WANs... 3 Inter-redes... 5 Software de Rede...

Leia mais

MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP

MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP A internet é conhecida como uma rede pública de comunicação de dados com o controle totalmente descentralizado, utiliza para isso um conjunto de protocolos TCP e IP,

Leia mais

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores

prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores prof.edney@superig.com.br Redes de Computadores Apresentação do professor, da disciplina, dos métodos de avaliação, das datas de trabalhos e provas; introdução a redes de computadores; protocolo TCP /

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Motivação Realidade Atual Ampla adoção das diversas tecnologias de redes de computadores Evolução das tecnologias de comunicação Redução dos

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Arquitetura Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 A arquitetura de redes tem como função

Leia mais

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO)

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) Par Trançado UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) O cabo UTP é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa, que não possui

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula Complementar - EQUIPAMENTOS DE REDE 1. Repetidor (Regenerador do sinal transmitido) É mais usado nas topologias estrela e barramento. Permite aumentar a extensão do cabo e atua na camada física

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

1 Lista de exercícios 01

1 Lista de exercícios 01 FRANCISCO TESIFOM MUNHOZ 2007 1 Lista de exercícios 01 1) No desenvolvimento e aperfeiçoamento realizado em redes de computadores, quais foram os fatores que conduziram a interconexão de sistemas abertos

Leia mais

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Conhecer os modelo OSI, e TCP/IP de cinco camadas. É importante ter um padrão para a interoperabilidade entre os sistemas para não ficarmos

Leia mais

Aula 03 Regras de Segmentação e Switches

Aula 03 Regras de Segmentação e Switches Disciplina: Dispositivos de Rede II Professor: Jéferson Mendonça de Limas 4º Semestre Aula 03 Regras de Segmentação e Switches 2014/1 19/08/14 1 2de 38 Domínio de Colisão Os domínios de colisão são os

Leia mais

Camada de Enlace de Dados - Apêndice. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Camada de Enlace de Dados - Apêndice. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Camada de Enlace de Dados - Apêndice Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Endereço MAC; ARP Address Resolution Protocol; DHCP Dynamic Host Configuration Protocol; Ethernet Estrutura do quadro Ethernet;

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Agenda Motivação Objetivos Histórico Família de protocolos TCP/IP Modelo de Interconexão Arquitetura em camadas Arquitetura TCP/IP Encapsulamento

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. Dr. Rogério Galante Negri

Redes de Computadores. Prof. Dr. Rogério Galante Negri Redes de Computadores Prof. Dr. Rogério Galante Negri Rede É uma combinação de hardware e software Envia dados de um local para outro Hardware: transporta sinais Software: instruções que regem os serviços

Leia mais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Conteúdo deste módulo Equipamentos usados nas Redes; Modelos de Camadas; Protocolos

Leia mais

Capítulo 11: Redes de Computadores. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 11: Redes de Computadores. Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 11: Redes de Computadores Prof.: Roberto Franciscatto REDES - Introdução Conjunto de módulos de processamento interconectados através de um sistema de comunicação, cujo objetivo é compartilhar

Leia mais

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa

Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues. Atividade Avaliativa 1ª Exercícios - REDES LAN/WAN INSTRUTOR: MODALIDADE: TÉCNICO APRENDIZAGEM DATA: Turma: VALOR (em pontos): NOTA: ALUNO (A): 1. Utilize 1 para assinalar os protocolos que são da CAMADA DE REDE e 2 para os

Leia mais

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Edson Rodrigues da Silva Júnior. Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Fevereiro

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Redes de computadores e telecomunicação Objetivos da Unidade III Apresentar as camadas de Transporte (Nível 4) e Rede (Nível 3) do

Leia mais

Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012

Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012 Prof. Wilton O. Ferreira Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE 1º Semestre / 2012 As redes de computadores possibilitam que indivíduos possam trabalhar em equipes, compartilhando informações,

Leia mais

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes Tecnologia e Infraestrutura Conceitos de Redes Agenda Introdução às Tecnologias de Redes: a) Conceitos de redes (LAN, MAN e WAN); b) Dispositivos (Hub, Switch e Roteador). Conceitos e tipos de Mídias de

Leia mais

Informática Aplicada I. Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull

Informática Aplicada I. Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull Informática Aplicada I Sistemas Operacionais Projeto e Implementação Andrew S. Tanenbaum Albert S. woodhull 1 Conceito de Sistema Operacional Interface: Programas Sistema Operacional Hardware; Definida

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Topologias Tipos de Arquitetura Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 REDES LOCAIS LAN -

Leia mais

Fundamentos de Redes de Computadores. Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro

Fundamentos de Redes de Computadores. Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro Fundamentos de Redes de Computadores Camadas física e de enlace do modelo OSI Prof. Ricardo J. Pinheiro Resumo Camada física. Padrões. Equipamentos de rede. Camada de enlace. Serviços. Equipamentos de

Leia mais

Interconexão de Redes

Interconexão de Redes Interconexão de Redes Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II Introdução... 2 Repetidor... 2 Hub... 2 Bridges (pontes)... 3 Switches (camada 2)... 3 Conceito de VLANs... 3 Switches (camada

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

Redes de Computadores IEEE 802.3

Redes de Computadores IEEE 802.3 Redes de Computadores Ano 2002 Profª. Vívian Bastos Dias Aula 8 IEEE 802.3 Ethernet Half-Duplex e Full-Duplex Full-duplex é um modo de operação opcional, permitindo a comunicação nos dois sentidos simultaneamente

Leia mais

switches LAN (rede de comunicação local)

switches LAN (rede de comunicação local) O funcionamento básico de uma rede depende de: nós (computadores) um meio de conexão (com ou sem fios) equipamento de rede especializado, como roteadores ou hubs. Todas estas peças trabalham conjuntamente

Leia mais

Introdução a Ciência da Computação REDES DE COMPUTADORES

Introdução a Ciência da Computação REDES DE COMPUTADORES Introdução a Ciência da Computação REDES DE COMPUTADORES Professor: Carlos Henrique E-mail: carlos_hvr@yahoo.com.br Definição Inicial Tipos de Redes Servidores Arquitetura de Protocolos Topologia de Redes

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES LAN MAN WAN

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES LAN MAN WAN SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES LAN MAN WAN - Prof. Airton / airton.ribeiros@gmail.com - Prof. Altenir / altenir.francisco@gmail.com 1 REDE LOCAL LAN - Local Area Network

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação A camada de enlace, cujo protocolo é utilizado para transportar um datagrama por um enlace individual, define o formato dos pacotes trocados entre os nós nas extremidades, bem como

Leia mais

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet

O Nível de Enlace nas Redes Locais. Ethernet. Ethernet O Nível de Enlace nas Redes Locais Como já foi visto, o nível de enlace deve fornecer uma interface de serviço bem definida para o nível de rede. deve determinar como os bits do nível físico serão agrupados

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 2 - MODELO DE REFERÊNCIA TCP (RM TCP) 1. INTRODUÇÃO O modelo de referência TCP, foi muito usado pela rede ARPANET, e atualmente usado pela sua sucessora, a Internet Mundial. A ARPANET é de grande

Leia mais

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br Revisão Karine Peralta Agenda Revisão Evolução Conceitos Básicos Modelos de Comunicação Cliente/Servidor Peer-to-peer Arquitetura em Camadas Modelo OSI Modelo TCP/IP Equipamentos Evolução... 50 60 1969-70

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT. Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY SLOAN SCHOOL OF MANAGEMENT 15.565 Integração de Sistemas de Informação: Fatores Tecnológicos, Estratégicos e Organizacionais 15.578 Sistemas de Informação Global:

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Metro-Ethernet (Carrier Ethernet) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Ethernet na LAN www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique

Leia mais

Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1.

Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1. Exercícios de Redes de Computadores Assuntos abordados: Conceitos gerais Topologias Modelo de referência OSI Modelo TCP/IP Cabeamento 1. (CODATA 2013) Em relação à classificação da forma de utilização

Leia mais

ARP. Tabela ARP construída automaticamente. Contém endereço IP, endereço MAC e TTL

ARP. Tabela ARP construída automaticamente. Contém endereço IP, endereço MAC e TTL ARP Protocolo de resolução de endereços (Address Resolution Protocol) Descrito na RFC 826 Faz a tradução de endereços IP para endereços MAC da maioria das redes IEEE 802 Executado dentro da sub-rede Cada

Leia mais

Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet:

Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet: Comunicação em uma rede Ethernet A comunicação em uma rede local comutada ocorre de três formas: unicast, broadcast e multicast: -Unicast: Comunicação na qual um quadro é enviado de um host e endereçado

Leia mais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Topologias de Redes; Meios de Transmissão; Arquitetura de Redes; Conteúdo deste

Leia mais

RCO2. Redes Locais (LANs): Arquitetura IEEE 802

RCO2. Redes Locais (LANs): Arquitetura IEEE 802 RCO2 Redes Locais (LANs): 1 Conjunto de padrões no escopo das camadas de enlace e física 2 Exemplos de padrões partes da arquitetura IEEE 802: 3 Alguns padrões da família IEEE 802: 802.2 LLC 802.3 Equivalente

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

Técnico em Redes de Computadores. Equipamentos e Acessórios

Técnico em Redes de Computadores. Equipamentos e Acessórios Técnico em Redes de Computadores Equipamentos e Acessórios Componentes de uma Rede Uma rede é um sistema composto de um arranjo de componentes: Cabeamento Hardware Software Cabeamento Componentes de uma

Leia mais

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br Tópicos Modelos Protocolos OSI e TCP/IP Tipos de redes Redes locais Redes grande abrangência Redes metropolitanas Componentes Repetidores

Leia mais

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES Página 1 CONHECIMENTO ESPECÍFICO 01. Suponha um usuário acessando a Internet por meio de um enlace de 256K bps. O tempo mínimo necessário para transferir um arquivo de 1M byte é da ordem de A) 4 segundos.

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose)

Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) 1. Quais são os tipos de redes de computadores e qual a motivação para estudá-las separadamente? Lan (Local Area Networks) MANs(Metropolitan Area Networks) WANs(Wide

Leia mais

RCO2. Redes Locais (LANs): Características e requisitos

RCO2. Redes Locais (LANs): Características e requisitos RCO2 Redes Locais (LANs): Características e requisitos 1 Aplicações de LANs LANs para computadores pessoais Baixo custo Taxas de transmissão limitadas Redes de conexão Interconexão de sistemas maiores

Leia mais

Interligação de Redes

Interligação de Redes REDES II HETEROGENEO E CONVERGENTE Interligação de Redes rffelix70@yahoo.com.br Conceito Redes de ComputadoresII Interligação de Redes Quando estações de origem e destino encontram-se em redes diferentes,

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Lembrando...desempenho de redes ethernet Instituto de Informátic ca - UFRGS Redes de Computadores Equipamentos de Interconexão de redes Aula 12! Ethernet emprega meio compartilhado para transmitir dados

Leia mais

Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012

Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012 Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012 2 INTRODUÇÃO Com a informatização dos sistemas nas empresas veio também o aumento da competitividade e isso fez com que a qualidade dos serviços fosse questionada. O

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES - I UNI-ANHANGUERA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROF.

REDES DE COMPUTADORES - I UNI-ANHANGUERA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROF. 1 REDES DE COMPUTADORES - I UNI-ANHANGUERA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS CURSO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROF. MARCIO BALIAN E L A B O R A Ç Ã O : M Á R C I O B A L I A N / T I A G O M A

Leia mais

Topologias e abrangência das redes de computadores. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com

Topologias e abrangência das redes de computadores. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Topologias e abrangência das redes de computadores Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Objetivos Tornar os alunos capazes de reconhecer os tipos de topologias de redes de computadores assim como

Leia mais

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways

Equipamentos de Redes. Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Equipamentos de Redes Placas de Rede, Repetidores, Hubs, Pontes,, Switches, Roteadores, Gateways Placas de Rede Placas de Rede Preparação dos quadros para que possam ser enviados pelos cabos. A placa de

Leia mais

Rede de Computadores

Rede de Computadores Escola de Ciências e Tecnologia UFRN Rede de Computadores Prof. Aquiles Burlamaqui Nélio Cacho Luiz Eduardo Eduardo Aranha ECT1103 INFORMÁTICA FUNDAMENTAL Manter o telefone celular sempre desligado/silencioso

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

Redes de Dados. Aula 1. Introdução. Eytan Mediano

Redes de Dados. Aula 1. Introdução. Eytan Mediano Redes de Dados Aula 1 Introdução Eytan Mediano 1 6.263: Redes de Dados Aspectos fundamentais do projeto de redes e análise: Arquitetura Camadas Projeto da Topologia Protocolos Pt - a Pt (Pt= Ponto) Acesso

Leia mais

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes 1 Redes de Dados Inicialmente o compartilhamento de dados era realizado a partir de disquetes (Sneakernets) Cada vez que um arquivo era modificado ele teria que

Leia mais

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

Projeto de Redes. Topologias padrão Principais componentes Utilizações Adequadas

Projeto de Redes. Topologias padrão Principais componentes Utilizações Adequadas Definir: Identificar as diferentes Topologias Objetivos: Descrever Vantagens/Desvantagens Topologia Adequada A topologia impacta sobre: Tipo de equipamentos utilizados A capacidade de cada equipamento

Leia mais

Equipamentos de Redes de Computadores

Equipamentos de Redes de Computadores Equipamentos de Redes de Computadores Romildo Martins da Silva Bezerra IFBA Estruturas Computacionais Equipamentos de Redes de Computadores... 1 Introdução... 2 Repetidor... 2 Hub... 2 Bridges (pontes)...

Leia mais

Topologia de rede Ligação Ponto-a-Ponto

Topologia de rede Ligação Ponto-a-Ponto TIPOS DE REDE Tipos de Redes Locais (LAN - Local Area Network), Redes Metropolitanas (MAN - Metropolitan Area Network) e Redes Remotas (WAN - Wide Area Network). Redes que ocupam um pequeno espaço geográfico

Leia mais

Interconexão redes locais (LANs)

Interconexão redes locais (LANs) Interconexão redes locais (LANs) Descrever o método de funcionamento dos dispositivos bridge e switch, desenvolver os conceitos básicos de LANs intermediárias, do uso do protocolo STP e VLANs. Com o método

Leia mais

MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata.

MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata. MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata. A MIB é o conjunto dos objetos gerenciados. Basicamente são definidos três tipos de MIBs: MIB II, MIB experimental

Leia mais

Redes de Computadores e Teleinformática. Zacariotto 4-1

Redes de Computadores e Teleinformática. Zacariotto 4-1 Redes de Computadores e Teleinformática Zacariotto 4-1 Agenda da aula Introdução Redes de computadores Redes locais de computadores Redes de alto desempenho Redes públicas de comunicação de dados Computação

Leia mais

Redes de Alta Velocidade

Redes de Alta Velocidade Redes de Alta Velocidade IEEE 802.3z e IEEE 802.3ab Gigabit Ethernet Redes de Alta Velocidade IEEE 802.3z e IEEE 802.3ab Gigabit Ethernet Parte I IEEE 802.3 Ethernet Parte II IEEE 802.3u Fast Ethernet

Leia mais

RCO2. LANs, MANs e WANs Visão geral

RCO2. LANs, MANs e WANs Visão geral RCO2 LANs, MANs e WANs Visão geral 1 LAN, MAN e WAN Classificação quanto a alcance, aplicação e tecnologias Distâncias: WAN: : distâncias arbitrariamente longas MAN: : distâncias médias (urbanas) LAN:

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Rede de Computadores II Slide 1 SNMPv1 Limitações do SNMPv1 Aspectos que envolvem segurança Ineficiência na recuperação de tabelas Restrito as redes IP Problemas com SMI (Structure Management Information)

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

Rede de Computadores Modulo I Conceitos Iniciais

Rede de Computadores Modulo I Conceitos Iniciais Rede de Computadores Modulo I Conceitos Iniciais http://www.waltercunha.com Bibliografia* Redes de Computadores - Andrew S. Tanenbaum Editora: Campus. Ano: 2003 Edição: 4 ou 5 http://www.submarino.com.br/produto/1/56122?franq=271796

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br TI Aplicada Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br Conceitos Básicos Equipamentos, Modelos OSI e TCP/IP O que são redes? Conjunto de

Leia mais

O modelo ISO/OSI (Tanenbaum,, 1.4.1)

O modelo ISO/OSI (Tanenbaum,, 1.4.1) Cenário das redes no final da década de 70 e início da década de 80: Grande aumento na quantidade e no tamanho das redes Redes criadas através de implementações diferentes de hardware e de software Incompatibilidade

Leia mais

A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações.

A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações. Topologia em estrela A topologia em estrela é caracterizada por um determinado número de nós, conectados em uma controladora especializada em comunicações. Como esta estação tem a responsabilidade de controlar

Leia mais

Uma LAN proporciona: Topologias. Tipos de rede:

Uma LAN proporciona: Topologias. Tipos de rede: Tipos de rede: Estritamente falando, uma rede local ou LAN (Local Area Network) é um grupo de computadores que estão conectados entre si dentro de uma certa área. As LANs variam grandemente em tamanho.

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Redes I Fundamentos - 1º Período Professor: José Maurício S. Pinheiro Material de Apoio III DISPOSITIVOS

Leia mais

Curso de extensão em Administração de Redes

Curso de extensão em Administração de Redes Curso de extensão em Administração de Redes Italo Valcy - italo@dcc.ufba.br Ponto de Presença da RNP na Bahia Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia Administração de Redes,

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet. Prof. Dr. S. Motoyama

Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet. Prof. Dr. S. Motoyama Aula 06 Redes Locais: Acessos Múltiplos e Ethernet Prof. Dr. S. Motoyama Redes Locais (Local area networks, LANs) Início da década de 80 IBM s token ring vs. DIX (Digital, Intel, e Xerox) Ethernet IEEE

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES LAN e WAN: Topologias e Equipamentos

REDES DE COMPUTADORES LAN e WAN: Topologias e Equipamentos Administração de Empresas 2º Período Informática Aplicada REDES DE COMPUTADORES LAN e WAN: Topologias e Equipamentos Prof. Sérgio Rodrigues 1 INTRODUÇÃO Introdução Este trabalho tem como objetivos: definir

Leia mais

Curso de Redes de Computadores

Curso de Redes de Computadores Curso de Redes de Computadores EMENTA Objetivo do curso: abordar conceitos básicos das principais tecnologias de rede e seus princípios de funcionamento. Instrutor: Emanuel Peixoto Conteúdo CAPÍTULO 1

Leia mais

Introdução ao Protocolo TCP/IP. Prof. Gil Pinheiro UERJ/FEN/DETEL

Introdução ao Protocolo TCP/IP. Prof. Gil Pinheiro UERJ/FEN/DETEL Introdução ao Protocolo TCP/IP Prof. Gil Pinheiro UERJ/FEN/DETEL Introdução ao Protocolo TCP/IP Protocolo Inter Redes Histórico Estrutura do Protocolo TCP/IP Equipamentos de Interconexão Endereçamento

Leia mais

Re R d e e d s e Ygor Colen Morato

Re R d e e d s e Ygor Colen Morato Redes Ygor Colen Morato Histórico : Década 50 primeiros computadores, chamados de Mainframes. Processamento em lote ou batch. Década 60 primeiros terminais interativos. Porém sem capacidade de processamento.

Leia mais

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia Aula 3 Gerenciamento de Redes Cenário exemplo Detecção de

Leia mais

Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs

Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs Protocolo Ethernet e Dispositivos de Interconexão de LANs Prof. Rafael Guimarães Redes de Alta Velocidade Tópico 4 - Aula 1 Tópico 4 - Aula 1 Rafael Guimarães 1 / 31 Sumário Sumário 1 Motivação 2 Objetivos

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais