Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS)"

Transcrição

1 Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS) (PROPOSTA) Plano de Trabalho 10º Termo de Cooperação e AssistênciaTécnica MS Opas/OMS Brasília, maio de

2 1. Introdução A necessidade de organização de um sistema de planejamento do Sistema Único de Saúde SUS ficou explicitada durante o processo de formulação do Plano Nacional de Saúde (PNS) , mais especificamente por ocasião da discussão de sua gestão, monitoramento e avaliação, por um grupo consultivo ad hoc, mobilizado pela Secretaria Técnica da Rede Interagencial de Informação para a Saúde (Ripsa). Após a aprovação do PNS, o Ministério da Saúde decidiu trabalhar essa necessidade mediante a construção de uma proposta com profissionais que atuam na área de planejamento dos estados e municípios. Promoveu, então, em outubro e novembro de 2005, oficinas macrorregionais destinadas a identificar bases para a organização e o funcionamento do Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS). A estratégia indicada para tal foi a apresentação, por parte do MS e dos Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais e Municipais de Saúde - - Conass e Conasems de subsídios às discussões nos referidos eventos. As oficinas reuniram, além dos órgãos e entidades do próprio MS, quatro representantes de cada Unidade Federada: dois de todas as Secretarias Estaduais e dois de Secretarias Municipais (um de todas as capitais e um de município com até 50 mil habitantes), cuja indicação foi solicitada aos Cosems, conforme sugerido pelo Conasems. O PlanejaSUS é, pois, resultado das idéias e indicações que se constituíram maioria nessas oficinas, geradas em grupos de trabalho e nos encaminhamentos aprovados nas respectivas plenárias. Trata-se de uma construção coletiva que está se dando na prática de sua operacionalização. É importante ressaltar que essas oficinas passaram a se constituir fóruns essenciais de discussão acerca do PlanejaSUS, nas quais busca-se manter os mesmos participantes, agregando novos, de modo a ampliar a sua capilaridade e agilizar o processo de consolidação. Um dos objetivos permanentes das OM é avaliar o desenvolvimento do PlanejaSUS e programar as suas atividades anuais. Em 2006, foram realizadas duas oficinas de cada macrorregional (Nordeste, Sul e Sudeste, Centro-Oeste e Norte), que tiveram como objetivos principais: elaborar os respectivos programas de trabalho regionais do Sistema, aperfeiçoar o documento do PlanejaSUS, avaliar o cumprimento da programação de 2006 e definir as ações em Conceito e objetivos Na conformidade das proposições indicadas nas oficinas macrorregionais anteriormente referidas, define-se como Sistema de Planejamento do Sistema Único de Saúde PlanejaSUS a atuação contínua, articulada, integrada e solidária das áreas de planejamento das três esferas de gestão do SUS. Para o seu funcionamento, são claramente definidos os objetivos e as responsabilidades de cada uma dessas esferas, de forma a conferir efetiva direcionalidade ao processo de planejamento no âmbito do SUS, neste compreendido o monitoramento e a avaliação. Na condição de sistema, e consoante à diretriz relativa à direção única do SUS em cada esfera de gestão, o PlanejaSUS não envolve nenhuma forma de hierarquização entre as respectivas áreas de planejamento. Nesse sentido, a sua organização e operacionalização baseiam-se em processos que 2

3 permitam o seu funcionamento harmônico entre todas as esferas do SUS. Para tanto, tais processos deverão ser objeto de pactos objetivamente definidos, com estrita observância dos papéis específicos de cada um, assim como das respectivas peculiaridades, necessidades e realidades sanitárias. O desenvolvimento de papéis específicos visa, principalmente, potencializar e conferir celeridade ao PlanejaSUS, tanto na sua implantação, quanto no seu funcionamento contínuo. O PlanejaSUS tem por objetivo geral coordenar o processo de planejamento no âmbito do SUS, tendo em conta as diversidades existentes nas três esferas de governo, de modo a contribuir oportuna e efetivamente para a sua consolidação e, conseqüentemente, para a resolubilidade e qualidade da gestão, das ações e dos serviços prestados à população brasileira. Inicialmente, a atuação do PlanejaSUS terá expressão concreta na formulação dos instrumentos assumidos como comuns às três esferas de gestão, conforme conceitos, estrutura básica e processos mínimos definidos Operacionalização O processo de implantação do PlanejaSUS teve início em janeiro de 2006, com a instalação de seu Comitê de Operacionalização, instituído pela Portaria Nº. 251, de 6 de fevereiro de 2006, proposto nas primeiras oficinas macrorregionais, realizadas em outubro e novembro de As propostas desse Comitê são submetidas à deliberação da CIT. Nesse sentido, foi criado o Grupo de Planejamento, vinculado à Câmara Técnica da CIT. Cabe a esse Grupo, integrado por representantes da SPO/SE/MS, do Conass e do Conasems analisar as propostas e promover o encaminhamento devido, com vistas à tomada de decisão por parte da CIT, tendo em conta, em especial, o Pacto pela Saúde. Já o Comitê de Operacionalização é integrado por dirigentes e técnicos das áreas de planejamento das três esferas de gestão do SUS, sendo: 15 representantes titulares, dos quais 10 são oriundos das SES e SMS e cinco da esfera federal (todos com os respectivos suplentes). Cabe ao Comitê elaborar a proposta de programa de trabalho do PlanejaSUS; propor a pauta e apoiar a organização das OM anuais; e promover e acompanhar a implementação do PlanejaSUS no âmbito nacional e das respectivas regiões. As representações estaduais e municipais, por regiões, são indicadas pelas plenárias das OM. Como referido, o funcionamento do PlanejaSUS, em âmbito nacional, é pautado em programa de trabalho anual, formulado a partir da avaliação de desempenho e desenvolvimento deste Sistema. A partir da programação nacional do PlanejaSUS, devem ser formulados os programas regionais e/ou estaduais e municipais, tendo em conta as diversidades, necessidades e desenvolvimento do Sistema de Planejamento em cada região. O Sistema de Planejamento do SUS está regulamentado pela Portaria Nº , de 1º de dezembro de 2006 (ANEXO 1), na qual estão estabelecidos os instrumentos básicos, que dão expressão concreta à atuação deste Sistema (Plano de Saúde, Programação Anual em Saúde e Relatório Anual de Gestão). As orientações gerais acerca desses instrumentos foram aprovadas pela Portaria Nº , de 29 de dezembro de 2007 (ANEXO 2). 3

4 1.3. Perspectivas e desafios Como parte integrante do ciclo de gestão, o PlanejaSUS deve estar próximo dos níveis de decisão do SUS, buscando, além da pactuação tripartite de bases funcionais de planejamento, monitoramento e avaliação do SUS, a participação social e a integração intra e intersetorial, considerando os determinantes e condicionantes de saúde. Para o alcance dos objetivos esperados, estão identificadas algumas condições e medidas importantes. Tais condições e medidas ou eixos norteadores podem gerar duplo benefício: de um lado, a celeridade no atendimento de necessidades importantes da gestão do SUS, de que são exemplos instrumentos estratégicos decorrentes do processo de planejamento e, de outro, a conformação ágil do PlanejaSUS, tendo em vista o caráter concreto de algumas medidas indicadas no presente documento. Entre as condições necessárias, estão o apoio ao PlanejaSUS, sobretudo por parte dos gestores, incorporando o planejamento como instrumento efetivo para a gestão do SUS. Esse apoio deve ser buscado principalmente junto às Comissões Intergestores (CIB e CIT), ao Conass, ao Conasems e aos Conselhos de Secretários Municipais de Saúde (Cosems). Trata-se de tarefa a ser assumida, inicialmente, por todos os profissionais que atuam em planejamento no SUS, para o que deve também ser buscada a contribuição da academia, de organismos internacionais como as Organizações Pan-Americana e Mundial da Saúde Opas/OMS, e das associações envolvidas com a questão, como a Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz e a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco). Outra condição importante é a adesão institucional, operacionalizada por meio da oficialização do PlanejaSUS, como foi o caso da edição das citadas Portarias Nº e Nº , que, respectivamente, regulamenta e aprova orientações gerais de funcionamento deste Sistema; pactuação das iniciativas entre as três esferas de gestão do SUS; capacitação de recursos humanos para o processo de planejamento no SUS; geração de informações gerenciais para a tomada de decisão; adequação do arcabouço legal relativo ao planejamento; cooperação técnica e financeira para o planejamento no SUS; provimento de estrutura e infra-estrutura para o desenvolvimento da atividade de planejamento. Para o enfrentamento dessas questões, estão sendo adotadas algumas medidas estratégicas que visam dotar as três esferas de gestão de condições básicas para a implementação do PlanejaSUS em seus respectivos âmbitos. Uma dessas medidas foi a criação de incentivo financeiro para a organização das ações de planejamento nos estados e municípios Portaria Nº. 376, de 16 de fevereiro de 2007, a ser repassado em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde, segundo plano de trabalho aprovado nas Comissões Intergestores Bipartite (CIB). Outra iniciativa importante diz respeito à instituição da série de cadernos de planejamento, que têm por objetivos divulgar, informar e fornecer subsídios aos profissionais que atuam nesta área no SUS. Até então, já foram produzidos e distribuídos dois cadernos: o primeiro trata da Organização e funcionamento do PlanejaSUS e, o outro, dos Instrumentos Básicos comuns às três esferas de gestão Plano de Saúde, Programação Anual e Relatório Anual de Gestão, com a definição, estruturas básicas e processos mínimos de formulação. 4

5 É importante assinalar que se encontra em desenvolvimento o programa de trabalho nacional voltado à implementação do PlanejaSUS em 2007, elaborado a partir das ações propostas nas oficinas macrorregionais realizadas nos meses de outubro e novembro de A seguir, as ações programadas para a) Consolidar, analisar e divulgar os resultados da pesquisa nacional, tornando-os subsídios para a construção dos programas de trabalho do PlanejaSUS. b) Elaborar material informativo (releases, folders etc.) para intensificar a divulgação do PlanejaSUS. c) Participar e promover ampla divulgação do PlanejaSUS e resultados alcançados nos colegiados de gestão, nos eventos da saúde e afins. d) Elaborar e implementar plano nacional de capacitação que contemple cursos de atualização e especialização na área de planejamento e gestão, considerando as necessidades apontadas nos âmbitos nacional, estadual e municipal. e) Prestar apoio técnico, financeiro e logístico para estruturação dos setores de planejamento estaduais e municipais, como na elaboração dos programas de trabalho estaduais. f) Criar uma rede de intercâmbio e cooperação entre as três esferas, para divulgação de informações, experiências bem sucedidas de planejamento e troca de informações. g) Efetivar a implementação da página do PlanejaSUS no site do MS. h) Construir e institucionalizar os instrumentos de monitoramento e avaliação para o PlanejaSUS. i) Produzir e tornar disponível software, relacionado aos instrumentos do PlanejaSUS, como ferramenta de apoio às áreas de planejamento das SES e das SMS. j) Propor a criação da câmara técnica de planejamento no Conass e no Conasems. Desse programa para 2007, cabe destacar a pesquisa, iniciada no segundo semestre do ano passado, destinada a traçar o perfil do planejamento no SUS, que abrange todas as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. Assinale-se que foi feita uma análise preliminar dos dados coletados até 26 de janeiro do corrente ano, com o objetivo de fornecer alguns indicativos para subsidiar a elaboração dos planos de trabalho estaduais, a ser aprovado pela CIB, que se constitui critério para o repasse do incentivo financeiro mencionado anteriormente. Essa pesquisa continua em fase de coleta de dados em alguns estados em que se faz necessária a complementação da amostra mínima exigida 5

6 para inferências e projeções. Após a complementação da amostra, a proposta é de que se dê continuidade de forma que essa coleta de dados abranja todos os municípios. Registre-se, ainda que, desde o dia 1º de fevereiro passado, se encontra disponível na internet o sítio do PlanejaSUS ( Nele estão reunidos todos os documentos e agenda de eventos, estando em fase de levantamento, junto aos participantes do PlanejaSUS, informações acerca de experiências bem sucedidas em planejamento para divulgação nesse sítio. A despeito dessas medidas estratégicas já adotadas, são grandes os desafios para a implementação e consolidação do PlanejaSUS em todo o País. Entre os desafios a serem enfrentados nos próximos anos, estão a: difusão de uma cultura de planejamento que integre e qualifique as ações do SUS nas três esferas de governo; mobilização dos gestores para a adoção do planejamento como instrumento estratégico de gestão do SUS; mobilização da academia na legitimação e qualificação do PlanejaSUS; implementação de um programa de capacitação de profissionais que atuam em planejamento em todos os estados e municípios do País, centrado no PlanejaSUS e nos seus instrumentos básicos; promoção do processo ascendente de planejamento; ampliação da capilaridade do PlanejaSUS e da celeridade do processo de sua implementação; identificação, definição e difusão de instrumentos que possibilitem o desenvolvimento efetivo do monitoramento e da avaliação nas três esferas de governo. 2. Cooperação técnica Na 11ª Oficina de Trabalho Interagencial (OTI) da Ripsa, realizada em 20 e 21 de maio de 2004, a Subsecretaria de Planejamento e Orçamento da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde (SPO/SE/MS) apresentou o Plano Nacional de Saúde (PNS) que, na ocasião, estava em processo de elaboração com características inovadoras, pela ampla participação dos atores envolvidos na implementação do SUS. No debate que se seguiu à apresentação, foi destacada a relevância da iniciativa, o mérito do processo participativo adotado e o interesse demonstrado pelo MS em se valer da experiência da Ripsa no desenvolvimento do PNS. Nesse sentido, a OTI recomendou à Secretaria Técnica da Ripsa discutir mecanismos que viabilizassem essa participação. Assim, em 23 de julho de 2004, como assinalado no item 1 precedente, a Secretaria Técnica da Ripsa reuniu na Opas um grupo consultivo ad hoc convidado para dar contribuições ao documento preliminar elaborado pela SPO, sobretudo com referência aos aspectos de gestão, monitoramento e avaliação do PNS. Participaram profissionais de grande experiência no tema e identificados com os trabalhos da Ripsa. Em síntese, o grupo constatou que a sistemática adotada na construção do Plano reproduzia a organização interna do Ministério da Saúde, 6

7 dificultando a visualização de problemas prioritários a serem trabalhados e, conseqüentemente, as funções de gestão, monitoramento e avaliação do processo e de seus resultados. No entanto, considerou de grande alcance o trabalho iniciado pela SPO/SE, com relevância estratégica para o desenvolvimento do SUS. Houve grande disposição do grupo de contribuir para a sua continuidade e aperfeiçoamento, mediante análise minuciosa do conteúdo do PNS. Nesse sentido, a Secretaria Técnica da Ripsa aprovou a constituição de Comitê Temático Interdisciplinar (CTI) para tratar de Informação para a gestão do Plano Nacional de Saúde (CTI-PNS-Ripsa), cuja primeira reunião foi realizada em 28 de setembro 2005, na qual se definiu a versão final do esquema básico de funcionamento e a operacionalização deste Comitê. Os resultados do trabalho do CTI/Ripsa foram apresentados ao primeiro escalão do Ministério da Saúde e aos coordenadores da área de planejamento em reunião realizada no dia 18 de outubro de O trabalho desenvolvido permitiu ao CTI identificar um conjunto de recomendações voltadas ao desenvolvimento futuro desse processo de acompanhamento em especial do PNS e do Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS) e da relação da Ripsa para com o fornecimento de informações que auxiliem os processos de gestão. No tocante ao desenvolvimento do próximo Plano, propôs um novo recorte de análise situacional, que considere pelo menos três eixos: (i) as condições de saúde da população e a organização de serviços (e aí incluídas as responsabilidades e competências); (ii) os processos e as condições de gestão do SUS; e os (iii) determinantes e condicionantes das condições de saúde (as responsabilidades compartilhadas). Isso significa, entre outras medidas, uma revisão dos cinco recortes do PNS Entendeu o CTI que a formulação de objetivos e diretrizes deve ser feita de forma mais agregada, segundo a proposição de novos recortes, de tal maneira que se possa definir metas compatíveis com o desenvolvimento do Plano. A proposição de metas pelas áreas técnicas deve levar em conta indicadores que sejam aplicáveis ao processo de monitoramento. Nesse âmbito, observou que não há, aparentemente, dificuldade para qualquer área técnica fornecer os dados correspondentes para auxiliar a avaliação, o cumprimento e o acompanhamento do Plano. Embora nem todos esses dados estejam nos sistemas de informação, os mecanismos de gestão de cada área ou setor se encontram hoje de tal forma que é possível oferecê-los no tempo oportuno ao acompanhamento do Plano, o que é um avanço significativo. Particularmente em relação a metas para o próximo Plano, todavia, é imprescindível que se tenha em conta o seu monitoramento, quais serão as fontes de dados ou estudos que possibilitarão o cálculo de indicadores e que, portanto, permitirão o processo de acompanhamento. Nesse sentido, sugeriu que a proposição de novos indicadores sejam orientados pelo modelo que a Ripsa adota, já há algum tempo, chamado de ficha de qualificação, que apresenta, de forma padronizada, desde a conceituação, até a fonte de dados e a base de cálculo. Essa padronização é fundamental para que se garanta certa unidade de apreciação ou de análise no processo de acompanhamento do Plano. Uma outra questão importante, a partir do novo plano elaborado, é a programação anual, com a definição de ações, metas, indicadores e recursos. 7

8 Em relação ao Sistema de Planejamento do SUS PlanejaSUS, o CTI reconheceu a grande relevância dessa iniciativa para orientar as ações de saúde. Considera que deve estar organicamente associada àquilo que foi estabelecido no Pacto pela Saúde O PlanejaSUS requer o engajamento de todas as esferas de gestão e a adoção, com as adaptações correspondentes, das mesmas linhas gerais que se estabelecem no PNS, sob o entendimento de que esse é um plano nacional e, portanto, resultado de uma pactuação nacional entre gestores. Considerando as recomendações feitas, na 14ª Oficina de Trabalho Interagencial (OTI)/Ripsa, realizada nos dias 20 e 21 de novembro de 2006, a SPO/SE/MS propôs, e obteve a aprovação, de continuidade do CTI, com os seguintes propósitos: avaliação final do cumprimento do PNS ; acompanhamento do processo de construção do PNS ; e acompanhamento do processo de implementação do PlanejaSUS. Embora a análise feita constitua um modelo básico para o monitoramento e avaliação do desenvolvimento do Plano Nacional de Saúde objeto básico do trabalho do Comitê, a proposta da SPO é que o CTI apóie a avaliação final do PNS, haja vista o resíduo que o acompanhamento realizado identificou e apontou as possíveis causas e alternativas. Por outro lado, as áreas de planejamento do MS, dos estados e de municípios têm concentrado esforços na construção do PlanejaSUS, cuja regulamentação foi pactuada na Comissão Intergestores Tripartite no dia 9 de novembro As perspectivas são muito boas, tanto em relação à construção do PNS para o próximo período, quanto para o processo de planejamento no âmbito do SUS. Todas as recomendações em relação ao PNS estão sendo incorporadas. A demanda de acompanhamento do próprio desenvolvimento do PlanejaSUS, por parte do CTI, deve-se ao caráter inovador e inédito desta iniciativa estruturante, com potencial para possibilitar um salto de qualidade, em termos de planejamento e informação para a saúde. Trata-se, portanto, de um aprendizado que está se dando na prática e de forma coletiva, num País com uma enorme diversidade. Além disso, as áreas de planejamento no SUS apresentam grande carência de recursos, de toda natureza. Dessa maneira, o PlanejaSUS precisa desse olhar crítico de avaliação e de toda a experiência que o CTI tinha e teve também por conta dos problemas que foram identificados. 3. Termo de Ajuste Em decorrência dos importantes resultados alcançados com a cooperação técnica estabelecida com a Ripsa, foi proposta a formalização desta cooperação, visando assegurar a sua continuidade e propiciar os meios necessários ao desenvolvimento de ações estratégicas identificadas. Considerando que o Sistema de Planejamento do SUS PlanejaSUS e os instrumentos resultantes de seu processo entre os quais plano de saúde e relatório de gestão são estratégicos para conferir capacidade resolutiva à gestão, foi proposto um termo de ajuste ao Termo de Cooperação 15 8

9 (TC 15), estabelecido entre a Opas/OMS e o Ministério da Saúde em Entre os objetivos específicos do TC 15, que tem por objeto a implementação do Programa de Reestruturação Estratégica e Melhoria da Gestão, destacam-se a: concepção de modelos de gestão, instrumentalização, monitoramento e avaliação das etapas do processo de reeestruturação ; apoio ao desenvolvimento de modelo para o levantamento de informações relativas ao processo de mudança ; e participação e acompanhamento do processo de discussão interna e da institucionalização do modelo de gestão baseados nos princípios da qualidade, da administração gerencial e do planejamento estratégico. Nesse sentido, em outubro de 2006, a Opas/OMS e o MS firmaram o 10º Termo de Ajuste ao TC 15, cujo objeto, em síntese, é o fortalecimento de estruturas organizacionais que priorizem um novo modelo de gestão coerente com as diretrizes do SUS, mediante a implementação e consolidação do PlanejaSUS e dos instrumentos resultantes do seu processo, quais sejam o Plano de Saúde, a Programação Anual de Saúde e o Relatório Anual de Gestão, conforme as Portarias Nº e Nº , ambas editadas em O 10º TA está concebido para propiciar a necessária cooperação e assistência técnica à referida implementação e consolidação do PlanejaSUS, no período , envolvendo recursos no montante de R$ ,00 (oito milhões, sessenta e seis mil e cem reais), que serão transferidos à Opas/OMS em parcelas anuais, estabelecidas no mencionado Termo. A implementação do 10º TA será baseada em um conjunto de ações, identificadas no item seguinte deste Plano, destinadas a viabilizar o cumprimento dos Programas Nacionais de Trabalho do PlanejaSUS, estabelecido anualmente em oficinas específicas para tal, das quais participam profissionais que atuam em planejamento nas três esferas de gestão do SUS. A execução do plano de trabalho estabelecido é de responsabilidade da Secretaria de Planejamento e Orçamento do Ministério da Saúde, que, além de suas atribuições técnicas e gerenciais, detém o papel fundamental de coordenador e dinamizador do PlanejaSUS, em nível nacional, e de fomento e disseminação das atividades de planejamento desenvolvidas no âmbito do SUS. Durante todas as fases de implementação do Plano de Trabalho, será desenvolvido, em caráter permanente, o processo de monitoramento e avaliação, de modo a permitir, oportunamente, o redirecionamento das ações. O acompanhamento da implementação do PlanejaSUS contará também com o apoio do seu Comitê de Operacionalização, integrado por dirigentes e técnicos das áreas de planejamento das três esferas de gestão do SUS e do Grupo de Planejamento, vinculado à Câmara Técnica da Comissão Intergestores Tripartite-CIT. Cabe a esse Grupo, integrado por representantes da SPO/SE/MS, do Conass e do Conasems analisar as propostas e promover o encaminhamento devido, com vistas à tomada de decisão por parte da CIT. O gerenciamento e monitoramento dos recursos consignados no TA serão realizados pelo MS e pela Opas/OMS, por intermédio, respectivamente, da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento da Secretaria Executiva (SPO/SE) do Ministério da Saúde e da Unidade Técnica de Informação para Decisão de Políticas de Saúde, da Opas/OMS. 9

10 4. Implementação A seguir, são apresentadas as ações prioritárias do Plano de Trabalho do 10º TA ao TC 15, para o biênio , com o correspondente montante de recursos financeiros necessários. Ações prioritárias em 2007/ Capacitação de profissionais que atuam em planejamento das esferas federal, estadual e municipal na implementação do PlanejaSUS e coordenação dos processos de formulação dos seus instrumentos básicos (Plano de Saúde, Programação Anual e Relatório Anual de Gestão). Capacitar profissionais das esferas federal, estadual e municipal em 2007e em 2008, em cursos de curta duração. Promover a realização de 5 cursos de especialização de planejamento em saúde, regionalizados, em Subtotal Formulação, edição, impressão e distribuição dos cadernos 3, 4, 5, 6, 7 e 8, 9 10 e 11 da série Planejamento. s Produzir dois 10 mil exemplares do caderno 3 (análise do arcabouço legal relativo ao planejamento). Produzir 5 mil exemplares do caderno 4 (relatório das atividades do CTI-PNS 2006) Produzir 10 mil exemplares do caderno 5 (o planejamento e a superação da peça orçamentária) Produzir 7 mil exemplares do caderno 6 (Plano Pluarianual da saúde ) Produzir 10 mil exemplares do caderno 7 (Plano Nacional de Saúde )

11 Produzir 15 mil exemplares do caderno (Monitoramento e avaliação) Produzir a reimpressão dos cadernos 1 e mil exemplares cada. Produzir 10 mil exemplares do caderno 9 (Perfil da áreas de planejamento dos Estados e municípios) Produzir 10 mil exemplares do caderno (avaliação final do PNS ) Subtotal Realização das oficinas macrorregionais de avaliação e programação do PlanejaSUS. Recurso Financeiro(R$1,00) Realizar 6 oficinas macrorregionais ao ano. Subtotal Apoio técnico e financeiro a Estados para a realização de oficinas de trabalho para a organização e a implementação do sistema de planejamento no âmbito dos estados. Apoiar a realização de 27 oficinas de trabalho nos estados e Distrito Federal em Subtotal Realização de reuniões do Comitê de Assessoramento na implementação do PlanejaSUS. Realizar 3 reuniões ao ano Subtotal

12 6. Cooperação técnica aos estados e municípios na implementação do PlanejaSUS e no desenvolvimento de processos de formulação/adequação dos planos de saúde. Prestar cooperação técnica aos 26 estados e ao Distrito Federal Subtotal Elaboração e monitoramento do Plano Nacional de Saúde (PNS) Realizar 4 oficinas de trabalho para a elaboração PNS Apoiar a realização e participar de 3 reuniões do CTI/ Ripsa ao ano para monitoramento e avaliação do PNS Subtotal Realizar levantamento sobre Perfil das áreas de planejamento das secretarias estaduais e municipais de saúde. Assessorar 26 estados e o Distrito Federal na aplicação dos questionários de pesquisa. Elaborar relatório final e divulgá-lo em eventos promovidos pelos estados. Recurso Financeiro(R$1,00) Subtotal Contratação de consultores para apoiar a implementação do PlanejaSUS. Contratar 6 consultores ao ano para apoiar o desenvolvimento das ações de implementação do PlanejaSUS e de formulação do PNS e do PPA Subtotal

13 10. Elaboração e distribuição de material de divulgação do PlanejaSUS Elaborar e distribuir banners, cartazes, folders, blocos, pastas e outros materiais de divulgação Subtotal TOTAL 2007/2008 AÇÃO Recursos financeiros (R$1,00) Total

Sistema Único de Saúde. Uma construção coletiva

Sistema Único de Saúde. Uma construção coletiva Sistema Único de Saúde Uma construção coletiva Planejamento no arcabouço legal do SUS Leis Orgânicas da Saúde Portaria N. 399, de 22/02/2006 (divulga o Pacto pela Saúde) Portaria N. 699, de 30/03/2006

Leia mais

PLANEJAMENTO. Sistema de Planejamento do SUS. Uma construção coletiva. Orientações gerais para elaboração de instrumentos de planejamento

PLANEJAMENTO. Sistema de Planejamento do SUS. Uma construção coletiva. Orientações gerais para elaboração de instrumentos de planejamento MINISTÉRIO DA SAÚDE SÉRIE Sistema de Planejamento do SUS Uma construção coletiva CADERNOS DE PLANEJAMENTO VOLUME 6 Orientações gerais para elaboração de instrumentos de planejamento Programação Anual de

Leia mais

Fóruns Regionais de VISA: Política e práticas em vigilância sanitária

Fóruns Regionais de VISA: Política e práticas em vigilância sanitária Fóruns Regionais de VISA: Política e práticas em vigilância sanitária Brasília, 2010. Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva Ministro da Saúde José Gomes Temporão Diretor Presidente da Anvisa

Leia mais

Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS. Planejamento Regional Integrado

Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS. Planejamento Regional Integrado Oficina Nacional Planejamento no Âmbito do SUS Planejamento Regional Integrado Brasília DF, novembro de 2014 LEGISLAÇÃO ANTERIOR AO DECRETO - VIGENTE Lei 8142/90-1º. art. 1 A Conferência de Saúde reunir-se-á

Leia mais

PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013

PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013 PORTARIA No- 2.135, DE 25 DE SETEMBRO DE 2013 Estabelece diretrizes para o processo de planejamento no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que

Leia mais

PORTARIA Nº 1.599, DE 30 DE SETEMBRO DE 2015

PORTARIA Nº 1.599, DE 30 DE SETEMBRO DE 2015 PORTARIA Nº 1.599, DE 30 DE SETEMBRO DE 2015 Dispõe sobre o Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade dos Centros de Especialidades Odontológicas (PMAQ-CEO). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso da atribuição

Leia mais

A Importância do Planejamento na construção do SUS. Carmen Teixeira

A Importância do Planejamento na construção do SUS. Carmen Teixeira A Importância do Planejamento na construção do SUS Carmen Teixeira A importância do planejamento O planejamento está voltando à moda, depois de mais de uma década de predomínio do ideologismo neoliberal

Leia mais

Organização e funcionamento do Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS)

Organização e funcionamento do Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS) MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Subsecretaria de Planejamento e Orçamento Organização e funcionamento do Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS) Série B. Textos Básicos de Saúde Brasília 2006

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador. Sub-E I X O 4-4ª C N S T Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador PLANEJAMENTO DO SUS Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador FINANCIAMENTO DA

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 2015 uma década de existência do SUAS Decisão política de priorização, na agenda federal, da atenção às populações mais vulneráveis, do

Leia mais

PLANEJASUS. A Importância do Planejamento na Gestão do SUS

PLANEJASUS. A Importância do Planejamento na Gestão do SUS PLANEJASUS A Importância do Planejamento na Gestão do SUS Sumário 1. A importância do planejamento 2. Antecedentes: a Saúde nos Planos de Desenvolvimento 3. Emergência do planejamento em saúde (75-79)

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA 4 A DESCENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO

SAÚDE PÚBLICA 4 A DESCENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO SAÚDE PÚBLICA 4 A DESCENTRALIZAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO OBJETIVOS DAS NOBs a)promover integração entre as esferas de governo definindo responsabilidades na consolidação do SUS; b)operacionalizar

Leia mais

PORTARIA Nº 2.048, DE 3 DE SETEMBRO DE 2009. Aprova o Regulamento do Sistema Único de Saúde (SUS).

PORTARIA Nº 2.048, DE 3 DE SETEMBRO DE 2009. Aprova o Regulamento do Sistema Único de Saúde (SUS). PORTARIA Nº 2.048, DE 3 DE SETEMBRO DE 2009 Aprova o Regulamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art.

Leia mais

Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS): uma construção coletiva trajetória e orientações de operacionalização

Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS): uma construção coletiva trajetória e orientações de operacionalização MINISTÉRIO DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS): uma construção coletiva trajetória e orientações de operacionalização Brasília - DF 2009 MINISTÉRIO

Leia mais

NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS

NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS Atualização da Minuta de portaria para a Assembleia do CONASS em 21/03/2012 1. Contextualização Pessoas com deficiência são

Leia mais

INSTRUTIVO SES/MG COSEMS/MG Nº 01, EM 11 DE MAIO DE 2012

INSTRUTIVO SES/MG COSEMS/MG Nº 01, EM 11 DE MAIO DE 2012 Grupo Condutor do Processo de Implantação do Decreto 7508/2011 Subgrupo 3: Instrumentos de Gestão/Financiamento 1 INSTRUTIVO SES/MG COSEMS/MG Nº 01, EM 11 DE MAIO DE 2012 Orienta os gestores municipais

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. Aprova as Diretrizes Gerais do Sistema Brasileiro de Tecnologia - SIBRATEC.

Leia mais

NOTA TÉCNICA 34 2013. Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS

NOTA TÉCNICA 34 2013. Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS NOTA TÉCNICA 34 2013 Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS Brasília, 24 de agosto de 2013 I NTRODUÇÃO NOTA TÉCNICA 34 2013 Nesta Nota Técnica vamos analisar a proposta do

Leia mais

PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE

PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE NOTA TÉCNICA 16/2011 PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE Brasília, 23 de maio de 2011. PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE 1. INTRODUÇÃO: O Programa Academia da Saúde foi instituído no âmbito do Sistema Único de Saúde através

Leia mais

PLANEJAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Brasília, outubro de 2011

PLANEJAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Brasília, outubro de 2011 PLANEJAMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Brasília, outubro de 2011 PLANEJAMENTO DA SAÚDE INTEGRADO: ASPECTOS CONSIDERADOS PRESSUPOSTOS INSTRUMENTOS Plano de Saúde, Programação Anual de saúde e Programação

Leia mais

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO: O OLHAR DA GESTÃO DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO: O OLHAR DA GESTÃO DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE POLÍTICA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO: O OLHAR DA GESTÃO DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE Coordenação Geral de Educação em Saúde e Gestão Subsecretaria de Gestão do Trabalho e da Educação

Leia mais

Art. 5º O gestor compromitente, ao celebrar o TAS, obrigase

Art. 5º O gestor compromitente, ao celebrar o TAS, obrigase Nº 170, sexta-feira, 4 de setembro de 2009 1 61 ISSN 1676-2339. Ministério da Saúde GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N o - 2.046, DE 3 DE SETEMBRO DE 2009 Regulamenta o Termo de Ajuste Sanitário - TAS, instituído

Leia mais

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MANUAL INSTRUTIVO Sumário Introdução... 3 Atividades a serem desenvolvidas dentro

Leia mais

Atenção Básica agora é Prioridade!

Atenção Básica agora é Prioridade! Atenção Básica agora é Prioridade! Hêider A. Pinto 1 Rodolfo S. Koerner 2 Diego C. A. Silva 3 Em apenas 10 meses de Governo Dilma Rousseff já podemos afirmar que a Atenção Básica entrou na agenda central

Leia mais

Política Nacional de Educação Permanente em Saúde

Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Política Nacional de Educação Permanente em Saúde Portaria GM/MS nº 1.996, de 20 de agosto de 2007 substitui a Portaria GM/MS nº 198, de 13 de fevereiro de 2004 e Proposta de Alteração Pesquisa de Avaliação

Leia mais

Regimento Interno da Comissão Intergestores Bipartite CIB/SC

Regimento Interno da Comissão Intergestores Bipartite CIB/SC ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL, TRABALHO E RENDA COLEGIADO ESTADUAL DE GESTORES MUNICIPAIS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Regimento Interno da Comissão Intergestores Bipartite

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma

Leia mais

PORTARIA Nº 648/GM DE 28 DE MARÇO DE 2006.

PORTARIA Nº 648/GM DE 28 DE MARÇO DE 2006. PORTARIA Nº 648/GM DE 28 DE MARÇO DE 2006. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família

Leia mais

MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS

MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS MINISTÉRIO DO TURISMO SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS DE TURISMO DEPARTAMENTO DE PRODUTOS E DESTINOS Categorização dos Municípios das Regiões Turísticas do Mapa do Turismo Brasileiro PERGUNTAS E RESPOSTAS

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO DO SUS GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE Baseado no Livro 2 dos Cadernos de Planejamento do PLANEJASUS Elaborado

Leia mais

SUS Sistema Único de Saúde. Desafio político administrativo do modelo universalizado de Gestão

SUS Sistema Único de Saúde. Desafio político administrativo do modelo universalizado de Gestão SUS Sistema Único de Saúde Desafio político administrativo do modelo universalizado de Gestão Princípios Constitucionais do SUS fatores determinantes e condicionantes da saúde : meio físico, meio socio-econômico

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

Rede de Atenção à Saúde

Rede de Atenção à Saúde Rede de Atenção à Saúde Aparecida Linhares Pimenta Secretaria de Saúde de Diadema-SP Vice presidente do CONASEMS (Contribuições de Silvio Fernandes, assessor do CONASEMS) Desde o início da construção do

Leia mais

Projeto Capacitação online de gestores e conselheiros da saúde IDISA-ONLINE

Projeto Capacitação online de gestores e conselheiros da saúde IDISA-ONLINE Projeto Capacitação online de gestores e conselheiros da saúde IDISA-ONLINE Projeto Cooperação e Capacitação online de gestores e conselheiros da saúde Projeto de Cooperação envolvendo a Secretaria de

Leia mais

Lei 141/2012 - Comentários

Lei 141/2012 - Comentários Lei 141/2012 - Comentários Áquilas Mendes Prof. Dr. Livre-Docente de Economia da Saúde da FSP/USP e do Departamento de Economia da PUC-SP agosto/2012 BREVE CONTEXTO DA LEI 141/2012 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PROJETO BRA/10/007

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PROJETO BRA/10/007 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PROJETO BRA/10/007 BOAS PRÁTICAS EM REDES NA IMPLANTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: SIPIA CONSELHO

Leia mais

Sistema de Planejamento do SUS

Sistema de Planejamento do SUS MINISTÉRIO DA SAÚDE Sistema de Planejamento do SUS Uma construção coletiva Avaliação do desenvolvimento do Plano Nacional de Saúde - 2004-2007 Um pacto pela saúde no Brasil MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria

Leia mais

unidades, serviços e ações que interagem para um objetivo comum: a promoção, proteção e recuperação da Saúde.

unidades, serviços e ações que interagem para um objetivo comum: a promoção, proteção e recuperação da Saúde. O SISTEMA DE SAÚDE PÚBLICA EM SANTA CATARINA Fevereiro/2013 SUS S O SUS é um SISTEMA, um conjunto de unidades, serviços e ações que interagem para um objetivo comum: a promoção, proteção e recuperação

Leia mais

Matriz de Ações 2013. As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Região Central - RS

Matriz de Ações 2013. As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Região Central - RS Matriz de Ações 2013 As ações constantes neste relatório estão sendo executadas no Território da Cidadania: Região Central - RS Matriz de Ações 2013 1 Min. da Saúde - MS 1 Piso de Atenção Básica Fixo Matriz

Leia mais

O PAPEL DOS MUNICÍPIOS DO RIO GRANDE DO SUL NA AMPLIAÇÃO DO ATENDIMENTO EM CRECHE ÀS CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS

O PAPEL DOS MUNICÍPIOS DO RIO GRANDE DO SUL NA AMPLIAÇÃO DO ATENDIMENTO EM CRECHE ÀS CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS O PAPEL DOS MUNICÍPIOS DO RIO GRANDE DO SUL NA AMPLIAÇÃO DO ATENDIMENTO EM CRECHE ÀS CRIANÇAS DE 0 A 3 ANOS Débora Brondani da Rocha Bacharel em Direito e Auditora Pública Externa do TCERS Hilário Royer-

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.006, DE 27 DE MAIO DE 2004

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.006, DE 27 DE MAIO DE 2004 PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.006, DE 27 DE MAIO DE 2004 OS MINISTROS DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE e, no uso da atribuição, que lhes confere o inciso II do parágrafo único do artigo 87 da Constituição

Leia mais

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde

NOTA TÉCNICA 16 2013. Política Nacional de Educação Popular em Saúde NOTA TÉCNICA 16 2013 Política Nacional de Educação Popular em Saúde Brasília, 20 de maio de 2013 INTRODUÇÃO A Política Nacional de Educação Popular em Saúde PNEP-SUS foi apresentada e aprovada no Conselho

Leia mais

(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação

(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação (Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014 (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação Instrumento Diagnóstico - PAR Municipal 2011-2014 A gestão que prioriza

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE

CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DA 3ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CEST/RS (ATUALIZADO PELA RESOLUÇÃO CES/RS Nº 02/2014) CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A 3ª

Leia mais

Políticas de recursos humanos no sistema de saúde brasileiro: estudo avaliativo

Políticas de recursos humanos no sistema de saúde brasileiro: estudo avaliativo Políticas de recursos humanos no sistema de saúde brasileiro: estudo avaliativo Coordenação Geral Dra. Celia Regina Pierantoni, MD, DSc Professora Associada do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva

Leia mais

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ Setembro/2010 APRESENTAÇÃO Este documento denominado Metodologia é o primeiro produto apresentado

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS Maria Iolanda de Oliveira 1 Rita de

Leia mais

RELATO DA PRÁTICA INOVADORA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL

RELATO DA PRÁTICA INOVADORA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL RELATO DA PRÁTICA INOVADORA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL 1. NOME DA PRÁTICA OU IDÉIA INOVADORA Projeto De Volta Pra Casa - Linha de Cuidado Aplicada à Assistência Social - Fortalecendo a Convivência Familiar

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO GUANAMBI 2005 CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1º - O Núcleo de Pesquisa e Extensão () do Departamento

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 14.310, DE 30 DE SETEMBRO DE 2013. (publicada no DOE n.º 189, de 1º de outubro de 2013) Institui o Sistema

Leia mais

PORTARIA No- 2.681, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013

PORTARIA No- 2.681, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013 PORTARIA No- 2.681, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013 Redefine o Programa Academia da Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos

Leia mais

Avanços e desafios do Contrato Organizativo da Ação Pública de Saúde- COAP na Região de Baturité - Ce

Avanços e desafios do Contrato Organizativo da Ação Pública de Saúde- COAP na Região de Baturité - Ce Avanços e desafios do Contrato Organizativo da Ação Pública de Saúde- COAP na Região de Baturité - Ce Leo Felyppe Ferreira Sappi 1, Simary Barreira Cunha Ribeiro 2, Maria do Socorro Lopes Dantas 3 e Maria

Leia mais

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas,

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PROJETO DE LEI N o, DE DE DE 2010 Dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e o Fundo Nacional de Economia Solidária, e dá outras providências.

Leia mais

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015.

DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. Secretaria Estadual De Saúde Conselho Estadual De Saúde - RJ DELIBERAÇÃO CES Nº 130 /2015 De, 10 de junho de 2015. APROVA O REGIMENTO IN- TERNO DA 7ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO. O

Leia mais

PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU

PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NO SISTEMA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SNDU EIXO 1 PARTE 1 - A PARTICIPAÇÃO E O CONTROLE SOCIAL NO SNDU DEVERÃO SER EXERCIDOS: (i) no âmbito federal, pelo Conselho

Leia mais

PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA

PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA 1 INTRODUÇÃO O Programa Saúde na Escola PSE foi instituído pelo Decreto Presidencial Nº. 6.286/2007 como uma política intersetorial Ministério da Saúde e Educação na perspectiva

Leia mais

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO As Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e Educação

Leia mais

O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil

O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil 15 O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil Amarilis Maria Muscari Riani Costa Magali das Graças Machado Rafael de Oliveira Tavares Ruth Gelehrter da Costa Lopes Introdução

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

Administração, planejamento e assessoria social: as múltiplas faces da gestão de serviços sociais

Administração, planejamento e assessoria social: as múltiplas faces da gestão de serviços sociais Administração, planejamento e assessoria social: as múltiplas faces da gestão de serviços sociais NASCIMENTO, C. C. S. 1 ;SILVEIRA, R. B. B. 2 ; MONTEFUSCO, C. 3 ; Resumo O projeto de ensino ora apresentado

Leia mais

Portaria nº 1.555, de 30 de julho de 2013 Perguntas e respostas mais frequentes

Portaria nº 1.555, de 30 de julho de 2013 Perguntas e respostas mais frequentes MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E INSUMOS ESTRATÉGICOS Esplanada dos Ministérios. Bloco G, Ed. Sede, 8º Andar CEP:

Leia mais

ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS

ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS O ACOMPANHAMENTO E APOIO NO ÂMBITO DO SUAS LINHA DO TEMPO Acompanhamento e Apoio Técnico no SUAS 2005 2007 2008 NOB-SUAS Prevê a habilitação

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS

POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Políticas de Saúde Departamento de Formulação de Políticas de Saúde POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS Série C. Projetos, Programas e Relatórios, n. 25 Brasília, maio de

Leia mais

EDITAL 03 Perfil 3 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PROJETO UNESCO 914BRZ3018

EDITAL 03 Perfil 3 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PROJETO UNESCO 914BRZ3018 EDITAL 03 Perfil 3 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL PROJETO UNESCO 914BRZ3018 DESENVOLVIMENTO DA DEMOCRACIA PARTICIPATIVA POR MEIO DA ESPECIALIZAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE E DOS

Leia mais

Planejamento e financiamento para a qualificação das ações de alimentação e nutrição na Atenção Básica à Saúde

Planejamento e financiamento para a qualificação das ações de alimentação e nutrição na Atenção Básica à Saúde Planejamento e financiamento para a qualificação das ações de alimentação e nutrição na Atenção Básica à Saúde Introdução O Município Y tem uma população de aproximadamente 3 milhões de habitantes. A Secretaria

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N 0 DE 2013. (Do Sr. Zé Silva / MG)

CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N 0 DE 2013. (Do Sr. Zé Silva / MG) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N 0 DE 2013 (Do Sr. Zé Silva / MG) Institui o Sistema Nacional de Trabalho, Emprego e Renda (SINTER), cria o Sistema Único de Trabalho (SUT) e dá outras providências.

Leia mais

DA GESTÃO DO PROGRAMA

DA GESTÃO DO PROGRAMA DA GESTÃO DO PROGRAMA 1. INTRODUÇÃO O Programa Nacional de Apoio à Modernização da Gestão e do Planejamento dos Estados e DF (PNAGE) tem por objetivo geral melhorar a efetividade e a transparência institucional

Leia mais

Gestão da saúde indígena O Modelo Brasileiro de Atenção à Saúde Indígena

Gestão da saúde indígena O Modelo Brasileiro de Atenção à Saúde Indígena Primer Foro Nacional de Salud de los Pueblos Indígenas San José Costa Rica 26, 27 y 28 de octubre de 2005 Gestão da saúde indígena O Modelo Brasileiro de Atenção à Saúde Indígena Edgard Dias Magalhaes

Leia mais

INSTRUTIVO PARA O PLANO DE IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA AMAMENTA E ALIMENTA BRASIL

INSTRUTIVO PARA O PLANO DE IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA AMAMENTA E ALIMENTA BRASIL INSTRUTIVO PARA O PLANO DE IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA AMAMENTA E ALIMENTA BRASIL Brasília Agosto de 2015 A Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB) visa o fortalecimento das ações de promoção, proteção

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 321, DE 2014 Altera a Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para definir critérios de mérito no processo de gestão

Leia mais

Atualizações das Leis Municipais Encontro Estadual dos Gestores e Técnicos da Assistência Social da Bahia

Atualizações das Leis Municipais Encontro Estadual dos Gestores e Técnicos da Assistência Social da Bahia Atualizações das Leis Municipais Encontro Estadual dos Gestores e Técnicos da Assistência Social da Bahia DIREITO Normativas Política Pública # direito LOAS atualizada Elaboração Âncoras Nacional Universalidade

Leia mais

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX INTRODUÇÃO A extensão universitária é, na realidade, uma forma de interação que deve existir permanentemente entre a universidade e os diversos setores da sociedade. Assim, a

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS MINISTÉRIO DA SAÚDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA RESUMO DAS ATIVIDADES DO PRÓ-SAÚDE NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA UFG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS MINISTÉRIO DA SAÚDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA RESUMO DAS ATIVIDADES DO PRÓ-SAÚDE NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA UFG UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS MINISTÉRIO DA SAÚDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA RESUMO DAS ATIVIDADES DO PRÓ-SAÚDE NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA UFG As atividades do Pró-Saúde para o primeiro ano de desenvolvimento

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES SOBRE O PACTO PELA SAÚDE

PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES SOBRE O PACTO PELA SAÚDE PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES SOBRE O PACTO PELA SAÚDE PRAZOS...2 PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE...2 SISPACTO...3 VIGILÂNCIA EM SAÚDE...4 ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL E HOSPITALAR...5 PROGRAMAÇÃO PACTUADA E INTEGRADA...5

Leia mais

Art. 1º Fica modificada a redação da Seção V do Título IV da Lei Complementar nº 49, de 1º de outubro de 1998, que passa ter a seguinte redação:

Art. 1º Fica modificada a redação da Seção V do Título IV da Lei Complementar nº 49, de 1º de outubro de 1998, que passa ter a seguinte redação: Art. 1º Fica modificada a redação da Seção V do Título IV da Lei Complementar nº 49, de 1º de outubro de 1998, que passa ter a seguinte redação: Art. 32 O Conselho Estadual de Educação é órgão colegiado

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

componente de avaliação de desempenho para sistemas de informação em recursos humanos do SUS

componente de avaliação de desempenho para sistemas de informação em recursos humanos do SUS Informação como suporte à gestão: desenvolvimento de componente de avaliação de desempenho para sistemas de Esta atividade buscou desenvolver instrumentos e ferramentas gerenciais para subsidiar a qualificação

Leia mais

II SEMINÁRIO BRASILEIRO DE EFETIVIDADE DA PROMOÇÃO DA SAÚDE DECLARAÇÃO SOBRE COOPERAÇÃO ENTRE PAÍSES NA EFETIVIDADE DA PROMOÇÃO DA SAÚDE

II SEMINÁRIO BRASILEIRO DE EFETIVIDADE DA PROMOÇÃO DA SAÚDE DECLARAÇÃO SOBRE COOPERAÇÃO ENTRE PAÍSES NA EFETIVIDADE DA PROMOÇÃO DA SAÚDE II SEMINÁRIO BRASILEIRO DE EFETIVIDADE DA PROMOÇÃO DA SAÚDE DECLARAÇÃO SOBRE COOPERAÇÃO ENTRE PAÍSES NA EFETIVIDADE DA PROMOÇÃO DA SAÚDE O II Seminário Brasileiro de Efetividade da Promoção da Saúde (II

Leia mais

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação Foto: João Bittar PDE Plano de Desenvolvimento da Educação Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva Secretária de Educação Básica Ministério da Educação Garantir o direito de aprender, para todos e para

Leia mais

NOTA TÉCNICA 27/2011

NOTA TÉCNICA 27/2011 Proposta de alteração do cumprimento da carga horária obrigatória destinada aos profissionais médicos das Equipes de Saúde da Família - ESF disposta na Política Nacional de Atenção Básica 1 NOTA TÉCNICA

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Palestrante: Carolina Ferri

SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Palestrante: Carolina Ferri SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Palestrante: Carolina Ferri Programa de Saúde da Família Estratégia de reorientação do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implantação de equipes

Leia mais

Stela M. Pedreira Secretária Executiva do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo Belfari Garcia Guiral Assistente Técnico

Stela M. Pedreira Secretária Executiva do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo Belfari Garcia Guiral Assistente Técnico Stela M. Pedreira Secretária Executiva do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo Belfari Garcia Guiral Assistente Técnico 1988 - Constituição Federal 1988 - Constituição Federal Sistema Único de Saúde

Leia mais

PROGRAMA TV ESCOLA - PROJETO DE GESTÃO COMPARTILHADA 1999/2000

PROGRAMA TV ESCOLA - PROJETO DE GESTÃO COMPARTILHADA 1999/2000 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA-SEED DEPARTAMENTO DE POLÍTICA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA -DEPEAD COORDENAÇÃO DE PLANEJAMENTO EM EAD/COPEAD. PROGRAMA TV ESCOLA - PROJETO DE

Leia mais

PROJETO LABORATÓRIO DE GESTÃO ESCOLAR Elaboração: Jânua Caeli Gervásio Galvão 1 APRESENTAÇÃO

PROJETO LABORATÓRIO DE GESTÃO ESCOLAR Elaboração: Jânua Caeli Gervásio Galvão 1 APRESENTAÇÃO PROJETO LABORATÓRIO DE GESTÃO ESCOLAR Elaboração: Jânua Caeli Gervásio Galvão 1 APRESENTAÇÃO Este Projeto fundamenta-se na premissa que o gestor é o agente central responsável por gerir a instituição escolar,

Leia mais

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde

O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde Informativo interativo eletrônico do CNS aos conselhos de Saúde Brasília, junho de 2006 Editorial O papel dos conselhos na afirmação do Pacto pela Saúde A aprovação unânime do Pacto pela Saúde na reunião

Leia mais

*CD150492355162* COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

*CD150492355162* COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA 1 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 1.836, DE 2007 (Apensos: PL nº 3.054, de 2008; PL nº 960, de 2011; PL nº 3.383, de 2012; PL 4.746, de 2012; PL nº 691, de 2015; PL nº2.578,

Leia mais

Academia da Saúde: um Espaço de Promoção da Saúde no Território

Academia da Saúde: um Espaço de Promoção da Saúde no Território SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ATENÇÃO BÁSICA Academia da Saúde: um Espaço de Promoção da Saúde no Território HÊIDER AURÉLIO PINTO Diretor do Departamento de Atenção Básica/SAS/MS Rio de Janeiro, agosto de

Leia mais

Lista de verificação de aspectos de relevância para o gerenciamento de contratos de gestão na Administração Pública

Lista de verificação de aspectos de relevância para o gerenciamento de contratos de gestão na Administração Pública MINISTERIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO Lista de verificação de aspectos de relevância para o gerenciamento de contratos de gestão na Administração Pública Banco de Dados/Roteiro

Leia mais

CENTRO LÚCIO COSTA (CLC) PROGRAMA DE FORMAÇÃO Novembro 2013

CENTRO LÚCIO COSTA (CLC) PROGRAMA DE FORMAÇÃO Novembro 2013 CENTRO LÚCIO COSTA (CLC) PROGRAMA DE FORMAÇÃO Novembro 2013 Datam de 2008 as primeiras negociações entre o Governo do Brasil e a UNESCO para a criação de um Centro de Categoria II (CC2) sediado no Rio

Leia mais

18/05/2015 PACTO PELA SAÚDE

18/05/2015 PACTO PELA SAÚDE PACTO PELA SAÚDE O Pacto firmado entre os três gestores do SUS a partir de uma unidade de princípios: respeita as diferenças regionais, agrega os pactos anteriormente existentes, reforça a organização

Leia mais

Briefing para Produção de Material - Assessoria de Comunicação SEDESE - ASSCOM

Briefing para Produção de Material - Assessoria de Comunicação SEDESE - ASSCOM SECRETARIA DE TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Subsecretaria de Assistência Social Diretoria de Proteção Especial Briefing para Produção de Material - Assessoria de Comunicação SEDESE - ASSCOM 1. Descrição:

Leia mais

Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO. 1- Como aderir à proposta AMQ?

Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO. 1- Como aderir à proposta AMQ? Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO 1- Como aderir à proposta AMQ? A adesão é realizada através do preenchimento e envio do Formulário de Cadastramento Municipal no site do projeto. O gestor municipal da saúde

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família Faculdade Sagrada Família DISCIPLINA: Gestão Escolar 4º período de Pedagogia Prof Ms. Marislei Zaremba Martins Texto: Equipe da Área de Educação Formal - Instituto Ayrton Senna A gestão da educação precisa

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO EM. Versão 1.2

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO EM. Versão 1.2 GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA Planejamento, Programação, Pactuação e Monitoramento das ações de Visa Versão 1.2 ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO (APLAN/ANVISA)

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 1. Contexto Roteiro 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

CREAS - Institucional. O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)?

CREAS - Institucional. O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)? CREAS - Institucional O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)? Considerando a definição expressa na Lei nº 12.435/2011, o CREAS é a unidade pública estatal de abrangência

Leia mais

Oficina Cebes DESENVOLVIMENTO, ECONOMIA E SAÚDE

Oficina Cebes DESENVOLVIMENTO, ECONOMIA E SAÚDE RELATÓRIO Oficina Cebes DESENVOLVIMENTO, ECONOMIA E SAÚDE 30 de março de 2009 LOCAL: FLÓRIDA WINDSOR HOTEL No dia 30 de março de 2009, o Cebes em parceria com a Associação Brasileira de Economia da Saúde

Leia mais