Este documento é propriedade exclusiva da Cisco Systems, Inc. É concedida permissão para cópia e impressão deste documento para distribuição não

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Este documento é propriedade exclusiva da Cisco Systems, Inc. É concedida permissão para cópia e impressão deste documento para distribuição não"

Transcrição

1 Este documento é propriedade exclusiva da Cisco Systems, Inc. É concedida permissão para cópia e impressão deste documento para distribuição não comercial e uso exclusivo pelos instrutores no curso CCNA 4: Tecnologias WAN de um membro oficial do Programa Cisco Networking Academy.

2 Laboratório 1.1.4a Configuração do NAT Objetivo Configurar um roteador para que use tradução de endereços de rede (NAT) para converter endereços IP internos, normalmente privados, para endereços públicos externos. Fundamentos / Preparação Um ISP alocou a uma empresa o endereço IP CIDR (Classless interdomain routing) /27. Isso equivale a 30 endereços IP públicos. Como a empresa tem um requisito interno de mais de 30 endereços, o gerente de IT decidiu implementar o NAT. Os endereços para alocação estática e para alocação dinâmica. O roteamento será feito entre o ISP e o roteador do gateway usado pela empresa. Serão usadas uma rota estática entre o ISP e roteadores do gateway e uma rota padrão entre o roteador do gateway e o ISP. A conexão do ISP com a Internet será representada por um endereço de loopback no roteador do ISP. Instale cabos em uma rede semelhante àquela do diagrama acima. Qualquer roteador que atenda aos requisitos de interface exibidos no diagrama acima pode ser usado. Isso inclui os seguintes itens e todas as suas possíveis combinações: Roteadores série 800 Roteadores série CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4a Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

3 Roteadores série 1700 Roteadores série 2500 Roteadores série 2600 Consulte o gráfico que se encontra no final do laboratório para identificar corretamente os identificadores de interface a serem usados no equipamento durante o laboratório. A saída de configuração usada neste laboratório é produzida com base em roteadores série A saída com qualquer outro roteador poderá ser ligeiramente diferente. Siga as seguintes etapas em cada roteador, a menos que receba outra instrução específica. Estabeleça uma sessão do HyperTerminal. Observação: Consulte as instruções para remover a configuração e reinicializar o roteador apresentadas no final deste laboratório. Execute as etapas ali descritas em todos os roteadores desta designação do laboratório antes de prosseguir. Etapa 1 Configurar os roteadores Configure todos os itens a seguir, de acordo com o gráfico: Nome do host Senha do console Senha do terminal virtual Enable Password s Se tiver problemas durante esta configuração, consulte a folha de referência de configuração que se encontra no final deste laboratório para obter ajuda. Etapa 2 Salvar a configuração No prompt do modo EXEC privilegiado, em ambos os roteadores, digite o comando copy running-config startup-config. Etapa 3 Configurar os hosts com o endereço IP, a máscara de sub-rede e o gateway padrão corretos Cada estação de trabalho deve ser capaz de fazer ping no roteador conectado. Se o ping não tiver obtido êxito, solucione o problema conforme necessário. Verifique se a estação de trabalho recebeu um endereço IP e um gateway padrão específicos. Se você estiver executando Windows 98, verifique com o uso de Start > Run > winipcfg (Iniciar > Executar > winipcfg). Se estiver executando Windows 2000 ou superior, verifique com o uso de ipconfig em uma janela do DOS. Etapa 4 Verificar se a internetwork está funcionando a. Nos hosts conectados, faça ping na interface FastEthernet do roteador do gateway padrão. b. O ping do primeiro host foi bem-sucedido? c. O ping do segundo host foi bem-sucedido? d. Se a resposta for não para uma dessas perguntas, solucione os problemas de configuração do roteador e do host. Faça novo ping, até que ambos sejam bem-sucedidos CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4a Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

4 Etapa 5 Criar uma rota estática a. Crie uma rota estática do ISP para o roteador do Gateway. Foram alocados os endereços /27 para acesso à Internet fora da empresa. Use o comando ip route para criar uma rota estática. ISP(config)#ip route b. A rota estática está na tabela de roteamento? c. Que comando verifica o conteúdo da tabela de roteamento? d. Se a rota não estava na tabela de roteamento, dê uma razão para isso. Etapa 6 Criar uma rota padrão a. Do roteador do Gateway para o roteador do ISP, crie uma rota estática para a rede , usando o comando ip route. Isso encaminhará qualquer tráfego com endereço de destino desconhecido ao ISP definindo um Gateway de Último Recurso no roteador do Gateway. Gateway(config)#ip route b. A rota estática está na tabela de roteamento? c. Tente fazer ping de uma das estações de trabalho ao endereço IP da interface serial do ISP. d. O ping foi bem-sucedido? e. Por quê? Etapa 7 Definir o pool de endereços IP públicos utilizáveis Para definir o pool de endereços IP públicos utilizáveis, use o comando ip nat pool: Gateway(config)#ip nat pool public-access netmask Etapa 8 Definir uma lista de acesso que corresponderá aos endereços IP privados internos Para definir a lista de acesso para que corresponda aos endereços privados internos, use o comando access list: Gateway(config)#access-list 1 permit Etapa 9 Definir a tradução NAT da lista interna para o pool externo Para definir a tradução NAT, use o comando ip nat inside source: Gateway(config)#ip nat inside source list 1 pool public-access CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4a Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

5 Etapa 10 Especificar as interfaces As interfaces ativas no roteador precisam ser especificadas como internas ou externas com relação à NAT. Para isso, use o comando ip nat inside ou ip nat outside: Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip nat inside Gateway(config-if)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip nat outside Etapa 11 Verificar a configuração a. Configure um dos PCs da LAN com o endereço IP /24 e um endereço de gateway padrão No PC, faça ping no endereço Se obtiver êxito, verifique a tradução NAT no roteador do Gateway, usando o comando show ip nat translations. b. Qual é a tradução dos endereços de host locais internos? = = c. O endereço global interno está atribuído? d. O endereço local interno está atribuído? Ao concluir as etapas anteriores, finalize o laboratório fazendo o seguinte: Faça logoff digitando exit Desligue o roteador Remova e guarde os cabos e o adaptador CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4a Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

6 Folha de referência de configuração Esta folha contém os comandos básicos de configuração para os roteadores do ISP e do Gateway: ISP Router#configure terminal Router(config)#hostname ISP ISP(config)#enable password cisco ISP(config)#enable secret class ISP(config)#line console 0 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#line vty 0 4 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#interface loopback 0 ISP(config-if)#ip add ISP(config-if)#no shutdown ISP(config-if)#exit ISP(config)#interface serial 0 ISP(config-if)#ip add ISP(config-if)#clock rate ISP(config-if)#exit ISP(config)#ip route ISP(config)#end ISP#copy running-config startup-config Destination filename [startup-config]? Gateway Router#configure terminal Router(config)#hostname Gateway Gateway(config)#enable password cisco Gateway(config)#enable secret class Gateway(config)#line console 0 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#line vty 0 4 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip add Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip add Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#ip route CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4a Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

7 Apagando a configuração e reinicializando o roteador Entre no modo EXEC privilegiado, digitando enable. Se for solicitada uma senha, digite class (se isso não funcionar, pergunte ao instrutor). Router>enable No modo EXEC privilegiado, insira o comando erase startup-config. Router#erase startup-config Erasing the nvram filesystem will remove all files! Continue? [confirm] Pressione Enter para confirmar. A resposta deverá ser: Erase of nvram: complete Agora no modo EXEC privilegiado, insira o comando reload. Router#reload System configuration has been modified Save? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Proceed with reload? [confirm] Pressione Enter para confirmar. Na primeira linha da resposta, aparecerá: Reload requested by console. Após o roteador ser recarregado, o prompt da linha será: Would you like to enter the initial configuration dialog? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Press RETURN to get started! Pressione Enter. O roteador está pronto para o laboratório designado CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4a Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

8 Resumo da do Roteador Roteador Roteador (806) Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) 1600 Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 1700 FastEthernet 0 (FA0) FastEthernet 1 (FA1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 2500 Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 2600 FastEthernet 0/0 (FA0/0) FastEthernet 0/1 (FA0/1) Serial 0/0 (S0/0) Serial 0/1 (S0/1) Para saber exatamente como o roteador está configurado, observe as interfaces. Isso identificará que tipo e quantas interfaces o roteador possui. Não há como listar efetivamente todas as combinações de configurações para cada classe de roteadores. O que é fornecido são os identificadores para possíveis combinações de interfaces no dispositivo. Esse gráfico de interfaces não inclui nenhum outro tipo de interface, embora um roteador específico possa conter um. Um exemplo disso poderia ser uma interface ISDN BRI. A seqüência de caracteres entre parênteses é a abreviatura legal que pode ser usada no comando IOS para representar a interface CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4a Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

9 Laboratório 1.1.4b Configuração do PAT Objetivo Configurar um roteador para que use PAT (Port Address Translation, tradução de endereços de porta) para converter endereços IP internos, normalmente privados, para endereços públicos externos. Fundamentos / Preparação Aidan McDonald acaba de receber uma conexão de Internet de linha DSL com um ISP local em sua casa. O ISP alocou apenas um endereço IP para ser usado na porta serial do seu dispositivo de acesso remoto. Assim, todos os PCs da LAN de Aidan, cada um com seu próprio endereço IP privado, compartilhará um endereço IP público no roteador que usa PAT. O roteamento do roteador doméstico ou do gateway para o ISP será feito com o uso de uma rota padrão para Serial 0 do roteador do Gateway. A conexão do ISP com a Internet será representada por um endereço de loopback no roteador do ISP. Instale cabos em uma rede semelhante àquela do diagrama. Qualquer roteador que atenda aos requisitos de interface exibidos no diagrama acima pode ser usado. Isso inclui os seguintes itens e todas as suas possíveis combinações: Roteadores série 800 Roteadores série CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

10 Roteadores série 1700 Roteadores série 2500 Roteadores série 2600 Consulte o gráfico que se encontra no final do laboratório para identificar corretamente os identificadores de interface a serem usados no equipamento neste laboratório. A saída de configuração usada neste laboratório é produzida com base em roteadores série A saída com qualquer outro roteador poderá ser ligeiramente diferente. Siga as seguintes etapas em cada roteador, a menos que receba outra instrução específica. Estabeleça uma sessão do HyperTerminal. Observação: Consulte as instruções para remover a configuração e reinicializar o roteador apresentadas no final deste laboratório. Execute as etapas ali descritas em todos os roteadores desta designação do laboratório antes de prosseguir. Etapa 1 Configurar os roteadores Configure todos os itens a seguir, de acordo com o gráfico: Nome do host Senha do console Senha do terminal virtual Enable Password s Se tiver problemas durante a configuração, consulte o Laboratório 1.1.4a Configuração da NAT. Etapa 2 Salvar a configuração No prompt do modo EXEC privilegiado, em ambos os roteadores, digite o comando copy running-config startup-config. Etapa 3 Configurar os hosts com o endereço IP, a máscara de sub-rede e o gateway padrão corretos Cada estação de trabalho deve ser capaz de fazer ping no roteador conectado. Se o ping não tiver obtido êxito, solucione o problema conforme necessário. Verifique se a estação de trabalho recebeu um endereço IP e um gateway padrão específicos. Se você estiver executando Windows 98, verifique com o uso de Start > Run > winipcfg (iniciar > Executar > winipcfg). Se estiver executando Windows 2000 ou superior, verifique com o uso de ipconfig em uma janela do DOS. Etapa 4 Verificar se a internetwork está funcionando a. Nos hosts conectados, faça ping na interface FastEthernet do roteador do gateway padrão. b. O ping do primeiro host foi bem-sucedido? c. O ping do segundo host foi bem-sucedido? d. Se a resposta for não para uma dessas perguntas, solucione os problemas de configuração do roteador e do host. Faça novo ping, até que ambos sejam bem-sucedidos CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

11 Etapa 5 Criar uma rota padrão a. Adicione uma dota padrão à interface serial 0 do roteador do gateway. Isso encaminhará qualquer tráfego com endereço de destino desconhecido ao ISP. Use o comando ip route para criar uma rota padrão. Gateway(config)#ip route serial 0 b. A rota está na tabela de roteamento? c. Tente fazer ping de uma das estações de trabalho no endereço IP da interface serial do ISP. d. O ping foi bem-sucedido? e. Por quê? f. Que comando verifica o conteúdo da tabela de roteamento? Etapa 6 Definir uma lista de acesso que corresponderá aos endereços IP privados internos Para definir a lista de acesso para que corresponda aos endereços privados internos, use o comando access list: Gateway(config)#access-list 1 permit Etapa 7 Definir a tradução PAT da lista interna para o endereço externo Para definir a tradução PAT, use o comando ip nat inside source. Esse comando, com a opção de sobrecarga, criará uma tradução de endereço de porta usando o endereço serial 0 IP como base: Gateway(config)#ip nat inside source list 1 interface serial 0 overload Etapa 8 Especificar as interfaces As interfaces ativas no roteador precisam ser especificadas como internas ou externas com relação à PAT. Para isso, use o comando ip nat inside ou ip nat outside: Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip nat inside Gateway(config-if)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip nat outside CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

12 Etapa 9 Verificar a configuração a. Configure um PC da LAN interna com o endereço IP /24 e um gateway padrão Nos PCs, faça ping no endereço da Internet Se obtiver êxito, faça Telnet no mesmo endereço IP. Em seguida, verifique a tradução PAT no roteador do gateway, usando o comando show ip nat translations. b. Qual é a tradução dos endereços de host locais internos? = = c. O que representa o número após os dois-pontos? d. Por que todos os comandos para PAT mostram NAT? Ao concluir as etapas anteriores, finalize o laboratório fazendo o seguinte: Faça logoff digitando exit Desligue o roteador Remova e guarde os cabos e o adaptador CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

13 Folha de referência de configuração Esta folha contém os comandos básicos de configuração para os roteadores do ISP e do Gateway: ISP Router#configure terminal Router(config)#hostname ISP ISP(config)#enable password cisco ISP(config)#enable secret class ISP(config)#line console 0 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#line vty 0 4 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#interface loopback 0 ISP(config-if)#ip address ISP(config-if)#exit ISP(config)#interface serial 0 ISP(config-if)#ip address ISP(config-if)#no shutdown ISP(config-if)#clock rate ISP(config-if)#exit ISP(config)#ip route ISP(config)#end ISP#copy running-config startup-config Gateway Router#configure terminal Router(config)#hostname Gateway Gateway(config)#enable password cisco Gateway(config)#enable secret class Gateway(config)#line console 0 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#line vty 0 4 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip address Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip address Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#ip route CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

14 Apagando a configuração e reinicializando o roteador Entre no modo EXEC privilegiado, digitando enable. Se for solicitada uma senha, digite class (se isso não funcionar, pergunte ao instrutor). Router>enable No modo EXEC privilegiado, insira o comando erase startup-config. Router#erase startup-config Erasing the nvram filesystem will remove all files! Continue? [confirm] Pressione Enter para confirmar. A resposta deverá ser: Erase of nvram: complete Agora no modo EXEC privilegiado, insira o comando reload. Router#reload System configuration has been modified Save? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Proceed with reload? [confirm] Pressione Enter para confirmar. Na primeira linha da resposta, aparecerá: Reload requested by console Após o roteador ser recarregado, o prompt da linha será: Would you like to enter the initial configuration dialog? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Press RETURN to get started! Pressione Enter. O roteador está pronto para o laboratório designado CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

15 Resumo da do Roteador Roteador Roteador (806) Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) 1600 Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 1700 FastEthernet 0 (FA0) FastEthernet 1 (FA1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 2500 Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 2600 FastEthernet 0/0 (FA0/0) FastEthernet 0/1 (FA0/1) Serial 0/0 (S0/0) Serial 0/1 (S0/1) Para saber exatamente como o roteador está configurado, observe as interfaces. Isso identificará que tipo e quantas interfaces o roteador possui. Não há como listar efetivamente todas as combinações de configurações para cada classe de roteadores. O que é fornecido são os identificadores para possíveis combinações de interfaces no dispositivo. Esse gráfico de interfaces não inclui nenhum outro tipo de interface, embora um roteador específico possa conter um. Um exemplo disso poderia ser uma interface ISDN BRI. A seqüência de caracteres entre parênteses é a abreviatura legal que pode ser usada no comando IOS para representar a interface CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

16 Laboratório 1.1.4c Configurando Endereços NAT Estáticos Objetivo Configurar um roteador para que use tradução de endereços de rede (NAT) para converter endereços IP internos, normalmente privados, para endereços públicos externos. Configurar mapeamento IP estático para permitir acesso externo a um PC interno. Fundamentos / Preparação O ISP alocou a uma empresa o endereço IP CIDR (Classless interdomain routing) /27. Isso equivale a 30 endereços IP públicos. Como a empresa tem um requisito interno de mais de 30 endereços, o gerente de IT decidiu implementar o NAT. Os endereços serão reservados para alocação estática e para alocação dinâmica. O roteamento entre o ISP e o roteador do gateway será feito com o uso de uma rota estática entre o ISP e o gateway e de uma rota padrão entre o gateway e o ISP. A conexão do ISP com a Internet será representada por um endereço de loopback no roteador do ISP. Instale cabos em uma rede semelhante àquela do diagrama. Qualquer roteador que atenda aos requisitos de interface exibidos no diagrama acima pode ser usado. Isso inclui os seguintes itens e todas as suas possíveis combinações: Roteadores série 800 Roteadores série 1600 Roteadores série CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4c Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

17 Roteadores série 2500 Roteadores série 2600 Consulte o gráfico que se encontra no final do laboratório para identificar corretamente os identificadores de interface a serem usados no equipamento neste laboratório. A saída de configuração usada neste laboratório é produzida com base em roteadores série A saída com qualquer outro roteador poderá ser ligeiramente diferente. Siga as seguintes etapas em cada roteador, a menos que receba outra instrução específica. Estabeleça uma sessão do HyperTerminal. Observação: Consulte as instruções para remover a configuração e reinicializar o roteador apresentadas no final deste laboratório. Execute as etapas ali descritas em todos os roteadores desta designação do laboratório antes de prosseguir. Etapa 1 Configurar os roteadores Configure todos os itens a seguir, de acordo com o gráfico: Nome do host Senha do console Senha do terminal virtual Enable Password s Se tiver problemas durante esta configuração, consulte a folha de referência de configuração que se encontra no final deste laboratório para obter ajuda. Etapa 2 Salvar a configuração No prompt do modo EXEC privilegiado, em ambos os roteadores, digite o comando copy running-config startup-config. Etapa 3 Configurar os hosts com o endereço IP, a máscara de sub-rede e o gateway padrão corretos Cada estação de trabalho deve ser capaz de fazer ping no roteador conectado. Se o ping não tiver obtido êxito, solucione o problema conforme necessário. Verifique se a estação de trabalho recebeu um endereço IP e um gateway padrão específicos. Se você estiver executando Windows 98, verifique com o uso de Start > Run > winipcfg (iniciar > Executar > winipcfg). Se estiver executando Windows 2000 ou superior, verifique com o uso de ipconfig em uma janela do DOS. Etapa 4 Verificar se a internetwork está funcionando a. Nos hosts conectados, faça ping na interface FastEthernet do roteador do gateway padrão. b. O ping do primeiro host foi bem-sucedido? c. O ping do segundo host foi bem-sucedido? d. Se a resposta for não para uma dessas perguntas, solucione os problemas de configuração do roteador e do host. Faça novo ping, até que ambos sejam bem-sucedidos CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4c Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

18 Etapa 5 Criar uma rota estática a. Crie uma rota estática do ISP para o roteador do Gateway. Foram alocados os endereços /27 para acesso à Internet fora da empresa. Use o comando ip route para criar uma rota estática: ISP(config)#ip route b. A rota está na tabela de roteamento? c. Que comando verifica o conteúdo da tabela de roteamento? d. Se a rota não estava na tabela de roteamento, dê uma razão para isso. Etapa 6 Criar uma rota padrão a. Adicione uma rota padrão do roteador do Gateway para o roteador do ISP usando o comando ip route. Isso encaminhará qualquer tráfego com endereço de destino desconhecido ao ISP: Gateway(config)#ip route b. A rota está na tabela de roteamento? c. Tente fazer ping de uma das estações de trabalho no endereço IP da interface serial do ISP. d. O ping foi bem-sucedido? e. Por quê? Etapa 7 Definir o conjunto de endereços IP públicos utilizáveis Para definir o conjunto de endereços IP públicos utilizáveis, use o comando ip nat pool: Gateway(config)#ip nat pool public_access netmask Etapa 8 Definir uma lista de acesso que corresponderá aos endereços IP privados internos Para definir a lista de acesso para que corresponda aos endereços privados internos, use o comando access list: Gateway(config)#access-list 1 permit Etapa 9 Definir a tradução NAT da lista interna para o conjunto externo Para definir a tradução NAT, use o comando ip nat inside source: Gateway(config)#ip nat inside source list 1 pool public_access CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4c Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

19 Etapa 10 Especificar as interfaces As interfaces ativas no roteador precisam ser identificadas como internas ou externas com relação à NAT. Para isso, use o comando ip nat inside ou ip nat outside. Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip nat inside Gateway(config-if)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip nat outside Etapa 11 Configurar o Mapeamento Estático a. A estação de trabalho #1, /24, será designada como o servidor público WWW. Assim, ela precisa de um endereço IP público permanente. Esse mapeamento é definido com o uso do mapeamento NAT estático. b. Configure um dos PCs da rede local com o endereço IP /24 e um endereço de gateway padrão Para configurar um mapeamento NAT IP estático, use o comando ip nat inside source static no prompt do modo EXEC privilegiado: Gateway(config)#ip nat inside source static Isso mapeia permanentemente para o endereço interno c. Observe a tabela de tradução: Gateway#show ip nat translations O mapeamento aparece na saída do comando show? Etapa 12 Verificar a configuração a. Na estação de trabalho verifique se ela é capaz de fazer ping em b. O ping foi bem sucedido? c. Por quê? d. No roteador do ISP, faça ping no host com a tradução NAT estática digitando ping e. Quais foram os resultados do ping? Ele obteve êxito? f. Por quê? g. No roteador do ISP, faça ping em Se obtiver êxito, verifique a tradução NAT no roteador do Gateway, usando o comando show ip nat translations. h. Qual é a tradução dos endereços de host locais internos? = = CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4c Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

20 Ao concluir as etapas anteriores, finalize o laboratório fazendo o seguinte: Faça logoff digitando exit Desligue o roteador Remova e guarde os cabos e o adaptador CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4c Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

21 Folha de referência de configuração Esta folha contém os comandos básicos de configuração para os roteadores do ISP e do Gateway: ISP Router#configure terminal Router(config)#hostname ISP ISP(config)#enable password cisco ISP(config)#enable secret class ISP(config)#line console 0 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#line vty 0 4 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#interface loopback 0 ISP(config-if)#ip address ISP(config-if)#exit ISP(config)#interface serial 0 ISP(config-if)#ip address ISP(config-if)#clock rate ISP(config-if)#exit ISP(config)#ip route ISP(config)#end ISP#copy running-config startup-config Gateway Router#configure terminal Router(config)#hostname Gateway Gateway(config)#enable password cisco Gateway(config)#enable secret class Gateway(config)#line console 0 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#line vty 0 4 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip address Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip address Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#ip route CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4c Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

22 Apagando a configuração e reinicializando o roteador Entre no modo EXEC privilegiado, digitando enable. Se for solicitada uma senha, digite class (se isso não funcionar, pergunte ao instrutor). Router>enable No modo EXEC privilegiado, insira o comando erase startup-config. Router#erase startup-config Erasing the nvram filesystem will remove all files! Continue? [confirm] Pressione Enter para confirmar. A resposta deverá ser: Erase of nvram: complete Agora no modo EXEC privilegiado, insira o comando reload. Router#reload System configuration has been Save? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Proceed with reload? [confirm] Pressione Enter para confirmar. Na primeira linha da resposta, aparecerá: Reload requested by console. Após o roteador ser recarregado, o prompt da linha será: Would you like to enter the initial configuration dialog? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Press RETURN to get started! Pressione Enter. O roteador está pronto para o laboratório designado CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4c Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

23 Resumo da do Roteador Roteador Roteador (806) Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) 1600 Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 1700 FastEthernet 0 (FA0) FastEthernet 1 (FA1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 2500 Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 2600 FastEthernet 0/0 (FA0/0) FastEthernet 0/1 (FA0/1) Serial 0/0 (S0/0) Serial 0/1 (S0/1) Para saber exatamente como o roteador está configurado, observe as interfaces. Isso identificará que tipo e quantas interfaces o roteador possui. Não há como listar efetivamente todas as combinações de configurações para cada classe de roteadores. O que é fornecido são os identificadores para possíveis combinações de interfaces no dispositivo. Esse gráfico de interfaces não inclui nenhum outro tipo de interface, embora um roteador específico possa conter um. Um exemplo disso poderia ser uma interface ISDN BRI. A seqüência de caracteres entre parênteses é a abreviatura legal que pode ser usada no comando IOS para representar a interface CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório 1.1.4c Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

24 Laboratório Verificando as Configurações NAT e PAT Objetivo Configurar um roteador para NAT (Network Address Translation, tradução de endereços de rede) e PAT (Port Address Translation, tradução de endereços de porta) Testar a configuração e verificar estatísticas de NAT/PAT Fundamentos / Preparação O ISP alocou a uma empresa o endereço IP CIDR público /30. Isso equivale a dois endereços IP públicos. Como a empresa tem um requisito interno de mais de 30 endereços, o gerente de IT decidiu usar NAT com PAT. O roteamento entre o ISP e o roteador do gateway é feito com o uso de uma rota estática entre o ISP e o gateway e de uma rota padrão entre o gateway e o ISP. A conexão do ISP com a Internet será representada por um endereço de loopback no roteador do ISP. Instale cabos em uma rede semelhante àquela do diagrama acima. Qualquer roteador que atenda aos requisitos de interface exibidos no diagrama acima pode ser usado. Isso inclui os seguintes itens e todas as suas possíveis combinações: Roteadores série 800 Roteadores série CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

25 Roteadores série 1700 Roteadores série 2500 Roteadores série 2600 Consulte o gráfico que se encontra no final do laboratório para identificar corretamente os identificadores de interface a serem usados no equipamento durante o laboratório. A saída de configuração usada neste laboratório é produzida com base em roteadores série A saída com qualquer outro roteador poderá ser ligeiramente diferente. Siga as seguintes etapas em cada roteador, a menos que receba outra instrução específica. Estabeleça uma sessão do HyperTerminal. Observação: Consulte as instruções para remover a configuração e reinicializar o roteador apresentadas no final deste laboratório. Execute as etapas ali descritas em todos os roteadores desta designação do laboratório antes de prosseguir. Etapa 1 Configurar os roteadores Configure todos os itens a seguir, de acordo com o gráfico: Nome do host Senha do console Senha do terminal virtual Enable Password s Se tiver problemas durante a configuração, consulte o Laboratório 1.1.4a Configuração da NAT. Etapa 2 Salvar a configuração No prompt do modo EXEC privilegiado, em ambos os roteadores, digite o comando copy running-config startup-config. Etapa 3 Configurar os hosts com o endereço IP, a máscara de sub-rede e o gateway padrão corretos Cada estação de trabalho deve ser capaz de fazer ping no roteador conectado. Se o ping não tiver obtido êxito, solucione o problema conforme necessário. Verifique se a estação de trabalho recebeu um endereço IP e um gateway padrão específicos. Se você estiver executando Windows 98, verifique com o uso de Start > Run > winipcfg (iniciar > Executar > winipcfg). Se estiver executando Windows 2000 ou superior, verifique com o uso de ipconfig em uma janela do DOS. Etapa 4 Verificar se a internetwork está funcionando a. Nos hosts conectados, faça ping na interface FastEthernet do roteador do gateway padrão. b. O ping do primeiro host foi bem-sucedido? c. O ping do segundo host foi bem-sucedido? d. Se a resposta for não para uma dessas perguntas, solucione os problemas de configuração do roteador e do host. Faça novo ping, até que ambos sejam bem-sucedidos. Etapa 5 Criar uma rota estática a. Crie uma rota estática do ISP para o roteador do Gateway. Foram alocados os endereços /30 para acesso à Internet fora da empresa. Use o comando ip route para criar uma rota estática CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

26 ISP(config)#ip route b. A rota estática está na tabela de roteamento? c. Que comando verifica o conteúdo da tabela de roteamento? d. Se a rota não estava na tabela de roteamento, dê uma razão para isso. Etapa 6 Criar uma rota padrão a. Adicione uma rota padrão do roteador do Gateway para o roteador do ISP usando o comando ip route. Isso encaminhará qualquer tráfego com endereço de destino desconhecido ao ISP: Gateway(config)#ip route b. A rota estática está na tabela de roteamento? c. Tente fazer ping de uma das estações de trabalho no endereço IP da interface serial do ISP. d. O ping foi bem-sucedido? e. Por quê? Etapa 7 Definir o conjunto de endereços IP públicos utilizáveis Para definir o conjunto de endereços IP públicos utilizáveis, use o comando ip nat pool: Gateway(config)#ip nat pool public-access netmask Etapa 8 Definir uma lista de acesso que corresponderá aos endereços IP privados internos Para definir a lista de acesso para que corresponda aos endereços privados internos, use o comando access list: Gateway(config)#access-list 1 permit Etapa 9 Definir a tradução NAT da lista interna para o conjunto externo Para definir a tradução NAT, use o comando ip nat inside source: Gateway(config)#ip nat inside source list 1 pool public-access overload Etapa 10 Especificar as interfaces As interfaces ativas no roteador precisam ser identificadas como internas ou externas com relação à NAT. Para isso, use o comando ip nat inside ou ip nat outside: CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

27 Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip nat inside Gateway(config-if)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip nat outside Etapa 11 Verificar a configuração a. Nas estações de trabalho, faça ping no endereço Abra várias janelas do DOS em cada estação de trabalho e faça Telnet no endereço Em seguida, visualize as traduções NAT no roteador do Gateway, com o comando show ip nat translations. b. Qual é a tradução dos endereços de host locais internos? = = Etapa 12 Verificar Estatísticas de NAT e de PAT a. Para visualizar as estatísticas de NAT e de PAT, digite o comando show ip nat statistics no prompt do modo EXEC privilegiado. b. Quantas traduções ativas ocorreram? c. Quantos endereços há no conjunto? d. Quantos endereços foram alocados até agora? Ao concluir as etapas anteriores, finalize o laboratório fazendo o seguinte: Faça logoff digitando exit Desligue o roteador Remova e guarde os cabos e o adaptador CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

28 Folha de referência de configuração Esta folha contém os comandos básicos de configuração para os roteadores do ISP e do Gateway: ISP Router#configure terminal Router(config)#hostname ISP ISP(config)#enable password cisco ISP(config)#enable secret class ISP(config)#line console 0 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#line vty 0 4 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#interface loopback 0 ISP(config-if)#ip address ISP(config-if)#exit ISP(config)#interface serial 0 ISP(config-if)#ip address ISP(config-if)#no shutdown ISP(config-if)#clock rate ISP(config-if)#exit ISP(config)#ip route ISP(config)#end ISP#copy running-config startup-config Gateway Router#configure terminal Router(config)#hostname Gateway Gateway(config)#enable password cisco Gateway(config)#enable secret class Gateway(config)#line console 0 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#line vty 0 4 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip address Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip address Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#ip route CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

29 Apagando a configuração e reinicializando o roteador Entre no modo EXEC privilegiado, digitando enable. Se for solicitada uma senha, digite class (se isso não funcionar, pergunte ao instrutor). Router>enable No modo EXEC privilegiado, insira o comando erase startup-config. Router#erase startup-config Erasing the nvram filesystem will remove all files! Continue? [confirm] Pressione Enter para confirmar. A resposta deverá ser: Erase of nvram: complete Agora no modo EXEC privilegiado, insira o comando reload. Router#reload System configuration has been modified Save? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Proceed with reload? [confirm] Pressione Enter para confirmar. Na primeira linha da resposta, aparecerá: Reload requested by console. Após o roteador ser recarregado, o prompt da linha será: Would you like to enter the initial configuration dialog? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Press RETURN to get started! Pressione Enter. O roteador está pronto para o laboratório designado CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

30 Resumo da do Roteador Roteador Roteador (806) Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) 1600 Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 1700 FastEthernet 0 (FA0) FastEthernet 1 (FA1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 2500 Ethernet 0 (E0) Ethernet 1 (E1) Serial 0 (S0) Serial 1 (S1) 2600 FastEthernet 0/0 (FA0/0) FastEthernet 0/1 (FA0/1) Serial 0/0 (S0/0) Serial 0/1 (S0/1) Para saber exatamente como o roteador está configurado, observe as interfaces. Isso identificará que tipo e quantas interfaces o roteador possui. Não há como listar efetivamente todas as combinações de configurações para cada classe de roteadores. O que é fornecido são os identificadores para possíveis combinações de interfaces no dispositivo. Esse gráfico de interfaces não inclui nenhum outro tipo de interface, embora um roteador específico possa conter um. Um exemplo disso poderia ser uma interface ISDN BRI. A seqüência de caracteres entre parênteses é a abreviatura legal que pode ser usada no comando IOS para representar a interface CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

31 Laboratório Solução de Problemas de NAT e de PAT Objetivo Configurar um roteador para NAT (Network Address Translation, tradução de endereços de rede) e PAT (Port Address Translation, tradução de endereços de porta) Solucionar problemas de NAT e de PAT usando debug Fundamentos / Preparação O ISP alocou a uma empresa o endereço IP CIDR público /30. Isso equivale a quatro endereços IP públicos. Como a empresa tem um requisito interno de mais de 30 endereços, o gerente de IT decidiu usar NAT com PAT. O roteamento entre o ISP e o roteador do gateway é feito com o uso de uma rota estática entre o ISP e o gateway e de uma rota padrão entre o gateway e o ISP. A conexão do ISP com a Internet será representada por um endereço de loopback no roteador do ISP. Instale cabos em uma rede semelhante àquela do diagrama acima. Qualquer roteador que atenda aos requisitos de interface exibidos no diagrama acima pode ser usado. Isso inclui os seguintes itens e todas as suas possíveis combinações: Roteadores série 800 Roteadores série 1600 Roteadores série CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

32 Roteadores série 2500 Roteadores série 2600 Consulte o gráfico que se encontra no final do laboratório para identificar corretamente os identificadores de interface a serem usados no equipamento durante o laboratório. A saída de configuração usada neste laboratório é produzida com base em roteadores série A saída com qualquer outro roteador poderá ser ligeiramente diferente. Siga as seguintes etapas em cada roteador, a menos que receba outra instrução específica. Estabeleça uma sessão do HyperTerminal. Observação: Consulte as instruções para remover a configuração e reinicializar o roteador apresentadas no final deste laboratório. Execute as etapas ali descritas em todos os roteadores desta designação do laboratório antes de prosseguir. Etapa 1 Configurar os roteadores Configure todos os itens a seguir, de acordo com o gráfico: Nome do host Senha do console Senha do terminal virtual Enable Password s Se tiver problemas durante a configuração, consulte o Laboratório 1.1.4a Configuração da NAT. Etapa 2 Salvar a configuração No prompt do modo EXEC privilegiado, em ambos os roteadores, digite o comando copy running-config startup-config. Etapa 3 Configurar os hosts com o endereço IP, a máscara de sub-rede e o gateway padrão corretos Cada estação de trabalho deve ser capaz de fazer ping no roteador conectado. Se o ping não tiver obtido êxito, solucione o problema conforme necessário. Verifique se a estação de trabalho recebeu um endereço IP e um gateway padrão específicos. Se você estiver executando Windows 98, verifique com o uso de Start > Run > winipcfg (iniciar > Executar > winipcfg). Se estiver executando Windows 2000 ou superior, verifique com o uso de ipconfig em uma janela do DOS. Etapa 4 Verificar se a internetwork está funcionando a. Nos hosts conectados, faça ping na interface FastEthernet do roteador do gateway padrão. b. O ping do primeiro host foi bem-sucedido? c. O ping do segundo host foi bem-sucedido? d. Se a resposta for não para uma dessas perguntas, solucione os problemas de configuração do roteador e do host. Faça novo ping, até que ambos sejam bem-sucedidos. Etapa 5 Criar uma rota estática a. Crie uma rota estática do ISP para o roteador do Gateway. Foram alocados os endereços /30 para acesso à Internet fora da empresa. Use o comando ip route para criar uma rota estática: ISP(config)#ip route CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

33 b. A rota estática está na tabela de roteamento? c. Que comando verifica o conteúdo da tabela de roteamento? d. Se a rota não estava na tabela de roteamento, dê uma razão para isso. Etapa 6 Criar uma rota padrão a. Adicione uma rota padrão do roteador do Gateway para o roteador do ISP usando o comando ip route. Isso encaminhará qualquer tráfego com endereço de destino desconhecido ao ISP: Gateway(config)#ip route b. A rota estática está na tabela de roteamento? c. Tente fazer ping de uma das estações de trabalho no endereço IP da interface serial do ISP. d. O ping foi bem-sucedido? e. Por quê? Etapa 7 Definir o conjunto de endereços IP públicos utilizáveis Para definir o conjunto de endereços IP públicos utilizáveis, use o comando ip nat pool: Gateway(config)#ip nat pool public-access netmask Etapa 8 Definir uma lista de acesso que corresponderá aos endereços IP privados internos Para definir a lista de acesso para que corresponda aos endereços privados internos, use o comando access list: Gateway(config)#access-list 1 permit Etapa 9 Definir a tradução NAT da lista interna para o conjunto externo Para definir a tradução NAT, use o comando ip nat inside source: Gateway(config)#ip nat inside source list 1 pool public-access overload Etapa 10 Especificar as interfaces Nas interfaces ativas no roteador é necessário que sejam especificadas como internas ou externas com relação à NAT. Para isso, use o comando ip nat inside: Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip nat inside CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

34 Etapa 11 Verificar a configuração a. Ative a depuração para o processo de NAT digitando debug ip nat no prompt do modo EXEC privilegiado. b. O comando debug mostra algum resultado? c. Se a tradução estivesse ocorrendo, haveria algum resultado do comando debug. Durante a verificação da configuração atual do roteador do gateway, nota-se que a instrução ip nat outside não foi inserida na interface serial 0. Para essa configuração, digite: Gateway(config)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip nat outside Nas estações de trabalho, faça ping no endereço Se o comando ip nat outside tiver sido inserido corretamente, deverá haver algum resultado do comando debug ip nat. d. O que significa a linha NAT*: S= ? -> ? e. Para interromper os resultados da depuração, digite undebug all no prompt do modo EXEC privilegiado. Ao concluir as etapas anteriores, finalize o laboratório fazendo o seguinte: Faça logoff digitando exit Desligue o roteador Remova e guarde os cabos e o adaptador CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

35 Folha de referência de configuração Esta folha contém os comandos básicos de configuração para os roteadores do ISP e do Gateway: ISP Router#configure terminal Router(config)#hostname ISP ISP(config)#enable password cisco ISP(config)#enable secret class ISP(config)#line console 0 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#line vty 0 4 ISP(config-line)#password cisco ISP(config-line)#login ISP(config-line)#exit ISP(config)#interface loopback 0 ISP(config-if)#ip add ISP(config-if)#exit ISP(config)#interface serial 0 ISP(config-if)#ip add ISP(config-if)#no shutdown ISP(config-if)#clock rate ISP(config-if)#exit ISP(config)#ip route ISP(config)#end ISP#copy running-config startup-config Destination filename [startup-config]? Gateway Router#configure terminal Router(config)#hostname Gateway Gateway(config)#enable password cisco Gateway(config)#enable secret class Gateway(config)#line console 0 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#line vty 0 4 Gateway(config-line)#password cisco Gateway(config-line)#login Gateway(config-line)#exit Gateway(config)#interface fastethernet 0 Gateway(config-if)#ip add Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#interface serial 0 Gateway(config-if)#ip add Gateway(config-if)#no shutdown Gateway(config-if)#exit Gateway(config)#ip route CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

36 Apagando a configuração e reinicializando o roteador Entre no modo EXEC privilegiado, digitando enable. Se for solicitada uma senha, digite class (se isso não funcionar, pergunte ao instrutor). Router>enable No modo EXEC privilegiado, insira o comando erase startup-config. Router#erase startup-config Erasing the nvram filesystem will remove all files! Continue? [confirm] Pressione Enter para confirmar. A resposta deverá ser: Erase of nvram: complete Agora no modo EXEC privilegiado, insira o comando reload. Router#reload System configuration has been modified Save? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Proceed with reload? [confirm] Pressione Enter para confirmar. Na primeira linha da resposta, aparecerá: Reload requested by console. Após o roteador ser recarregado, o prompt da linha será: Would you like to enter the initial configuration dialog? [yes/no]: Digite n e pressione Enter. Press RETURN to get started! Pressione Enter. O roteador está pronto para o laboratório designado CCNA 4: Tecnologias WAN v 3.1 Laboratório Copyright 2003, Cisco Systems, Inc.

Laboratório 1.1.4a Configuração do NAT

Laboratório 1.1.4a Configuração do NAT Laboratório 1.1.4a Configuração do NAT Objetivo Configurar um roteador para que use tradução de endereços de rede (NAT) para converter endereços IP internos, normalmente privados, para endereços públicos

Leia mais

Laboratório 1.1.4b Configuração do PAT

Laboratório 1.1.4b Configuração do PAT Laboratório 1.1.4b Configuração do PAT Objetivo Configurar um roteador para que use PAT (Port Address Translation, tradução de endereços de porta) para converter endereços IP internos, normalmente privados,

Leia mais

Laboratório 2.3.1 Configurando o Processo de Roteamento OSPF

Laboratório 2.3.1 Configurando o Processo de Roteamento OSPF Laboratório 2.3.1 Configurando o Processo de Roteamento OSPF Objetivo Configurar um esquema de endereçamento IP para a área 0 OSPF. Configurar e verificar o roteamento OSPF (Open Shortest Path First) Fundamentos

Leia mais

Laboratório 3.2.3 Verificando a Configuração Básica de EIGRP

Laboratório 3.2.3 Verificando a Configuração Básica de EIGRP Laboratório 3.2.3 Verificando a Configuração Básica de EIGRP Objetivo Configurar um esquema de endereçamento IP para a rede. Configurar e verificar o funcionamento do EIGRP (Enhanced Interior Gateway Routing

Leia mais

Laboratório 3.2.1 Configurando o Roteamento EIGRP

Laboratório 3.2.1 Configurando o Roteamento EIGRP Laboratório 3.2.1 Configurando o Roteamento EIGRP Objetivo Configurar um esquema de endereçamento IP para a rede. Configurar e verificar o funcionamento do EIGRP (Enhanced Interior Gateway Routing Protocol);

Leia mais

Laboratório 1.2.3 Revisão da Configuração Básica do Roteador com RIP

Laboratório 1.2.3 Revisão da Configuração Básica do Roteador com RIP Laboratório 1.2.3 Revisão da Configuração Básica do Roteador com RIP Objetivo Cabear e configurar as estações de trabalho e os roteadores Configurar um esquema de endereçamento IP usando redes classe B

Leia mais

Laboratório 2.3.4 Configurando a Autenticação OSPF

Laboratório 2.3.4 Configurando a Autenticação OSPF Laboratório 2.3.4 Configurando a Autenticação OSPF Objetivo Configurar um esquema de endereçamento IP para a área OSPF (Open Shortest Path First). Configurar e verificar o roteamento OSPF. Introduzir a

Leia mais

Laboratório 1.2.4 Convertendo RIP v1 para RIP v2

Laboratório 1.2.4 Convertendo RIP v1 para RIP v2 Laboratório 1.2.4 Convertendo RIP v1 para RIP v2 Objetivo Configurar RIP v1 nos roteadores. Converter para RIP v2 nos roteadores. Fundamentos / Preparação Instale uma rede semelhante à ilustrada no diagrama.

Leia mais

Laboratório 11.2.1a Configuração de listas de acesso padrão

Laboratório 11.2.1a Configuração de listas de acesso padrão Laboratório 11.2.1a Configuração de listas de acesso padrão Objetivo Configurar e aplicar uma ACL padrão, para permitir ou negar tráfego específico. Testar a ACL, para determinar se os resultados desejados

Leia mais

Laboratório 9.3.6 Configurando o roteamento Inter-VLAN

Laboratório 9.3.6 Configurando o roteamento Inter-VLAN Laboratório 9.3.6 Configurando o roteamento Inter-VLAN Objetivo Criar uma configuração básica de switch e verificá-la. Criar várias VLANs, nomeá-las e atribuir várias portas a elas. Criar uma configuração

Leia mais

Laboratório 8.2.4 Verificando Configurações de VLANs.

Laboratório 8.2.4 Verificando Configurações de VLANs. Laboratório 8.2.4 Verificando Configurações de VLANs. Objetivo Criar uma configuração básica de switch e verificá-la. Criar duas VLANs. Nomear as VLANs e atribuir várias portas a elas. Testar a funcionalidade,

Leia mais

Laboratório - Gerenciamento de arquivos de configuração de roteador com software de emulação de terminal

Laboratório - Gerenciamento de arquivos de configuração de roteador com software de emulação de terminal Laboratório - Gerenciamento de arquivos de configuração de roteador com software de emulação de terminal Topologia Tabela de Endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-Rede Gateway

Leia mais

Laboratório - Configuração de NAT Dinâmico e Estático

Laboratório - Configuração de NAT Dinâmico e Estático Topologia Tabela de Endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-rede Gateway padrão Objetivos Gateway G0/1 192.168.1.1 255.255.255.0 N/A S0/0/1 209.165.201.18 255.255.255.252 N/A ISP

Leia mais

Laboratório - Configuração de NAT dinâmico e estático

Laboratório - Configuração de NAT dinâmico e estático Topologia Tabela de Endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-Rede Gateway padrão Objetivos Gateway G0/1 192.168.1.1 255.255.255.0 N/A S0/0/1 209.165.201.18 255.255.255.252 N/A ISP

Leia mais

Laboratório 6.2.8 Procedimento de Recuperação de Senha de um Switch Catalyst da Série 2950

Laboratório 6.2.8 Procedimento de Recuperação de Senha de um Switch Catalyst da Série 2950 Laboratório 6.2.8 Procedimento de Recuperação de Senha de um Switch Catalyst da Série 2950 Objetivo Criar e verificar uma configuração básica de switch. Modificar senhas e usar o procedimento de recuperação

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº6

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº6 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº6 Configuração básica de um router Configuração do protocolo de routing RIP 1 Objectivo

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº 4

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº 4 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº 4 Configuração Básica de um Switch; Configuração de VLANs 1 Objectivo Criar e verificar

Leia mais

Laboratório 11.2.2b Listas de acesso simples e estendidas

Laboratório 11.2.2b Listas de acesso simples e estendidas Laboratório 11.2.2b Listas de acesso simples e estendidas 262-294 CCNA 2: Roteadores e Roteamento, Conc. Básicos v 3.1 - Laboratório 11.2.2b Copyright 2003, Cisco Systems, Inc. Objetivo Situação Neste

Leia mais

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento Capítulo 3 - Configurando um Roteador 1 Objetivos do Capítulo Dar nome a um roteador; Definir senhas; Examinar comandos show; Configurar uma interface

Leia mais

Arquivos de configuração alternativos e da restauração

Arquivos de configuração alternativos e da restauração Arquivos de configuração alternativos e da restauração Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Fazer um backup da configuração Usar um Servidor TFTP para Fazer Backup

Leia mais

Laboratórios de Tecnologias. Cisco. em Infraestrutura de Redes. Samuel Henrique Bucke Brito. Novatec

Laboratórios de Tecnologias. Cisco. em Infraestrutura de Redes. Samuel Henrique Bucke Brito. Novatec Laboratórios de Tecnologias Cisco em Infraestrutura de Redes Samuel Henrique Bucke Brito Novatec Copyright 2012 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998.

Leia mais

CARLOS RAFAEL GUERBER EXERCÍCIOS ROTEADOR

CARLOS RAFAEL GUERBER EXERCÍCIOS ROTEADOR CARLOS RAFAEL GUERBER EXERCÍCIOS ROTEADOR Mafra 2009 Exercício 1 Utilizando o bloco de endereços 200.0.0.0/24, proponha uma solução para configurar os IP s da rede abaixo: 1 2 3 4 10.0.0.1/24 10.0.0.2/24

Leia mais

Laboratório - Configuração de um endereço de gerenciamento do switch

Laboratório - Configuração de um endereço de gerenciamento do switch Laboratório - Configuração de um endereço de gerenciamento do switch Topologia Tabela de Endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-Rede Gateway Padrão Objetivos S1 VLAN 1 192.168.1.2

Leia mais

Laboratório Configuração do SNMP

Laboratório Configuração do SNMP Topologia Tabela de Endereçamento Objetivos Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-Rede Gateway padrão R1 G0/1 192.168.1.1 255.255.255.0 N/A S0/0/0 192.168.2.1 255.255.255.252 N/A R2 S0/0/0 192.168.2.2

Leia mais

Laboratório 5.2.7 Estabelecendo uma Conexão de Console para um Roteador ou Switch

Laboratório 5.2.7 Estabelecendo uma Conexão de Console para um Roteador ou Switch Laboratório 5.2.7 Estabelecendo uma Conexão de Console para um Roteador ou Switch Objetivo Criar uma conexão de console desde um PC até um roteador ou switch usando o cabo apropriado Configurar o HyperTerminal

Leia mais

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento Capítulo 2 - Introdução aos Roteadores 1 Objetivos do Capítulo Descrever a finalidade e operação básica do IOS; Identificar vários recursos do IOS; Identificar

Leia mais

Configurando o Roteador Prof. Isaías Lima. Carregar o arquivo de texto para configurar outro roteador usando o HyperTerminal.

Configurando o Roteador Prof. Isaías Lima. Carregar o arquivo de texto para configurar outro roteador usando o HyperTerminal. Laboratório / ECO Configurando o Roteador Prof. Isaías Lima Objetivos: Capturar a configuração atual de um roteador para um arquivo de texto ASCII com o HyperTerminal do Windows XP. Editar ou modificar

Leia mais

GUIA LAB I - REDES DE COMPUTADORES / ECO008 PROF. ISAÍAS LIMA INICIANDO O ROTEADOR MODO DE SETUP

GUIA LAB I - REDES DE COMPUTADORES / ECO008 PROF. ISAÍAS LIMA INICIANDO O ROTEADOR MODO DE SETUP GUIA LAB I - REDES DE COMPUTADORES / ECO008 PROF. ISAÍAS LIMA Objetivo: Neste laboratório você aprenderá comandos básicos do roteador. Existem diferentes formas de se conectar ao roteador, mas a primeira

Leia mais

Aula 03 Comandos Básicos do IOS Cisco

Aula 03 Comandos Básicos do IOS Cisco Disciplina: Dispositivos de Rede I Professor: Jéferson Mendonça de Limas 3º Semestre Aula 03 Comandos Básicos do IOS Cisco 2014/1 Roteiro de Aula Correção Exercícios Aula Anterior O que é o Roteador? Componentes

Leia mais

Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples

Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples Laboratório 11.2.3b Listas de acesso estendidas para DMZ simples Objetivo Situação Neste laboratório, será explorado o uso de listas de acesso estendidas para criação de uma Zona Desmilitarizada (DMZ).

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Antes de começar a configurar o seu switch, você deve estabelecer suas conexões. Existem dois tipos de conexões: através da porta de console e através da porta Ethernet. A porta

Leia mais

Laboratório - Acesso a dispositivos de rede com SSH

Laboratório - Acesso a dispositivos de rede com SSH Topologia Tabela de endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de subrede Gateway padrão Objetivos R1 G0/1 192.168.1.1 255.255.255.0 ND S1 VLAN 1 192.168.1.11 255.255.255.0 192.168.1.1 PC-A

Leia mais

Laboratório - Identificação e Solução de Problemas de Configuração de VLAN

Laboratório - Identificação e Solução de Problemas de Configuração de VLAN Laboratório - Identificação e Solução de Problemas de Configuração de VLAN Topologia Tabela de Endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-rede Gateway padrão S1 VLAN 1 192.168.1.2 255.255.255.0

Leia mais

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento. Capítulo 5 - Gerenciamento do Software Cisco IOS

CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento. Capítulo 5 - Gerenciamento do Software Cisco IOS CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento Capítulo 5 - Gerenciamento do Software Cisco IOS 1 Objetivos do Capítulo Descrever a seqüência e a importância da inicialização do IOS nos roteadores

Leia mais

Laboratório - Estabelecimento de uma sessão de console com Tera Term

Laboratório - Estabelecimento de uma sessão de console com Tera Term Laboratório - Estabelecimento de uma sessão de console com Tera Term Topologia Objetivos Parte 1: Acessar um switch da Cisco através da porta de console serial Conectar-se a um switch da Cisco usando um

Leia mais

Capítulo 2 Laboratório 2.2 Comandos Show

Capítulo 2 Laboratório 2.2 Comandos Show Capítulo 2 Laboratório 2.2 Comandos Show ÍNDICE 1 Objetivo do Laboratório... 3 2 Topologia... 3 3 Exercício Proposto... 4 3.1 Verificando o Processo de Inicialização... 4 3.2 Verificando a Configuração

Leia mais

O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida.

O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida. O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida. 1 Quando protocolos sem conexão são implementados nas camadas mais inferiores do

Leia mais

Laboratório - Definição de Configurações Básicas do Switch

Laboratório - Definição de Configurações Básicas do Switch Topologia Tabela de Endereçamento Objetivos Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de Sub-rede Gateway padrão S1 VLAN 99 192.168.1.2 255.255.255.0 192.168.1.1 PC-A NIC 192.168.1.10 255.255.255.0 192.168.1.1

Leia mais

Montagem e Configuração de Redes de Computadores

Montagem e Configuração de Redes de Computadores Montagem e Configuração de Redes de Computadores Roteadores Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com Apresentação Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com Ementa Introdução a redes de computadores

Leia mais

Comandos Packet Tracer

Comandos Packet Tracer Comandos Packet Tracer Professor Victor Sotero 1 Interface do Usuário Utiliza uma estrutura hierárquica; O IOS que é o sistema próprio da cisco, fornece um serviço de interpretação de comandos, conhecido

Leia mais

Laboratório 7.4.1: Configuração básica DHCP e NAT

Laboratório 7.4.1: Configuração básica DHCP e NAT Diagrama de topologia Tabela de endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de sub-rede S0/0/0 10.1.1.1 255.255.255.252 R1 Fa0/0 192.168.10.1 255.255.255.0 Fa0/1 192.168.11.1 255.255.255.0

Leia mais

Configurando Interfaces e roteamento entre dois roteadores Cisco

Configurando Interfaces e roteamento entre dois roteadores Cisco Configurando Interfaces e roteamento entre dois roteadores Cisco Para esse exemplo, usarei o Packet Tracer (download aqui). Esse software foi desenvolvido pela própria Cisco para que os interessados pudessem

Leia mais

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Topologia Objetivos Parte 1: Acessar a tabela de roteamento de host Parte 2: Examinar as entradas da tabela de roteamento de host IPv4 Parte

Leia mais

Using Express Setup on a Catalyst 2950 Series Switch for Initial Installation

Using Express Setup on a Catalyst 2950 Series Switch for Initial Installation Using Express Setup on a Catalyst 2950 Series Switch for Initial Installation Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Iniciando a configuração rápida Introduzindo

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Sumário 1. Fundamentos e Infraestrutura de Redes de Computadores... 5 1.1. Laboratório 01 IP... 6 1.2. Laboratório 02 IP... 8 1.3. Laboratório 03 DHCP... 10 1.4. Laboratório 04 NAT... 13 1.5. Laboratório

Leia mais

Introdução Fourth level à Tecnologia Cisco

Introdução Fourth level à Tecnologia Cisco Instituto Federal do Ceará IFCE Campus de Canindé Prof. DSc. Rodrigo Costa - rodrigo.costa@ifce.edu.br Introdução à Tecnologia Cisco Definições Básicas Mercado em Redes Componentes Básicos Funcionamento

Leia mais

CST em Redes de Computadores

CST em Redes de Computadores CST em Redes de Computadores Dispositivos de Rede I Aula 03 Configuração Básica Cisco IOS Prof: Jéferson Mendonça de Limas O que é um Roteador? O roteador é composto de: CPU (Processador) RAM ROM Sistema

Leia mais

Aula pratica 4 Testar Conexões TCP/IP em Redes Industrias Usando os comandos Ping e Net View (1.a Parte)

Aula pratica 4 Testar Conexões TCP/IP em Redes Industrias Usando os comandos Ping e Net View (1.a Parte) 1 Aula pratica 4 Testar Conexões TCP/IP em Redes Industrias Usando os comandos Ping e Net View (1.a Parte) Objetivo: Esta aula tem como objetivo apresentar aos alunos como testar a conectividade de uma

Leia mais

CISCO PACKET TRACER. Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br)

CISCO PACKET TRACER. Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br) CISCO PACKET TRACER Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br) INTRODUÇÃO Packet Tracer v5.3 é um simulador de redes desenvolvido pela Cisco Systems ; Capaz de simular o funcionamento

Leia mais

Suporte de NAT para conjuntos múltiplos utilizando mapas de rota

Suporte de NAT para conjuntos múltiplos utilizando mapas de rota Suporte de NAT para conjuntos múltiplos utilizando mapas de rota Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Informações de Apoio Abordagem de lista de acesso Método de

Leia mais

Atividade PT 5.3.4: Configurando ACLs estendidas Diagrama de topologia

Atividade PT 5.3.4: Configurando ACLs estendidas Diagrama de topologia Diagrama de topologia All contents are Copyright 2007-2009 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. This document is Cisco Public Information. Página 1 de 8 Tabela de endereçamento Dispositivo Interface

Leia mais

Dynamips, Dynagen e GNS3. Emuladores para dispositivos de rede. Jefferson Rosa.

Dynamips, Dynagen e GNS3. Emuladores para dispositivos de rede. Jefferson Rosa. Dynamips, Dynagen e GNS3. Emuladores para dispositivos de rede. Jefferson Rosa. Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba, 17 Novembro

Leia mais

DHCP-proxy do modem a cabo nat em cable modens Cisco

DHCP-proxy do modem a cabo nat em cable modens Cisco DHCP-proxy do modem a cabo nat em cable modens Cisco Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções NAT dinâmico contra o NAT estático Configuração usando o comando cable-modem

Leia mais

Semestre 4 do CCNA Prova final baseada em habilidades Treinamento do aluno Diretrizes para o instrutor Visão geral e administração da prova

Semestre 4 do CCNA Prova final baseada em habilidades Treinamento do aluno Diretrizes para o instrutor Visão geral e administração da prova Semestre 4 do CCNA Prova final baseada em habilidades Treinamento do aluno Diretrizes para o instrutor Visão geral e administração da prova Esta prova deve ser utilizada nas aulas regulares do CCNA ministradas

Leia mais

Capítulo 2. Laboratório 2.1. Introdução ao Packet Tracer, Roteadores, Switches e Inicialização

Capítulo 2. Laboratório 2.1. Introdução ao Packet Tracer, Roteadores, Switches e Inicialização Capítulo 2 Laboratório 2.1 Introdução ao Packet Tracer, Roteadores, Switches e Inicialização tel (41) 430457810 ou (41) 4063-7810 - info@dltec.com.br - www.dltec.com.br INDICE 1 Objetivo do Laboratório...

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS E REDES DOMAIN NAME SYSTEM

GESTÃO DE SISTEMAS E REDES DOMAIN NAME SYSTEM GESTÃO DE SISTEMAS E REDES DOMAIN NAME SYSTEM OUTLINE CONFIGURAR O SETUP CONFIGURAR O DNS O obje0vo passa por criar um cenário com as seguintes redes: Uma rede para 6 servidores (Rede 0-172.16.0.0/29);

Leia mais

Parte 2 Usando o CLI do Roteador

Parte 2 Usando o CLI do Roteador Parte 2 Usando o CLI do Roteador O acesso à CLI Comand Line Interface, é feita pelo usuário no roteador com um terminal ou remotamente. Quando acessamos um roteador, devemos efetuar login nele antes de

Leia mais

Nota: Lista Roteadores Teoria e Comandos Professor: Roberto Leal Aluno: Data: Turma: Número: Redes Locais e Metropolitanas

Nota: Lista Roteadores Teoria e Comandos Professor: Roberto Leal Aluno: Data: Turma: Número: Redes Locais e Metropolitanas Redes Locais e Metropolitanas Nota: Lista Roteadores Teoria e Comandos Professor: Roberto Leal Aluno: Data: Turma: Número: Folha de Exercícios Exercícios Parte 1 Teoria do Roteamento Questão 1: Quais são

Leia mais

Laboratórios de Tecnologias. Cisco. em Infraestrutura de Redes. 2a Edição. Samuel Henrique Bucke Brito. Novatec

Laboratórios de Tecnologias. Cisco. em Infraestrutura de Redes. 2a Edição. Samuel Henrique Bucke Brito. Novatec Laboratórios de Tecnologias Cisco em Infraestrutura de Redes 2a Edição Samuel Henrique Bucke Brito Novatec Copyright 2012, 2014 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei

Leia mais

Perguntas mais freqüentes sobre o Cisco 675

Perguntas mais freqüentes sobre o Cisco 675 Perguntas mais freqüentes sobre o Cisco 675 Perguntas Introdução Como eu conecto meu PC ao Cisco 675 através da porta de gerenciamento? Como eu faço um cabo de gerenciamento para o Customer Premises Equipment

Leia mais

Configuração e guia de Troubleshooting do roteador Cisco DSL - Configuração passo a passo do PPPoE com um endereço IP estático

Configuração e guia de Troubleshooting do roteador Cisco DSL - Configuração passo a passo do PPPoE com um endereço IP estático Configuração e guia de Troubleshooting do roteador Cisco DSL - Configuração passo a passo do PPPoE com um endereço IP estático Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções

Leia mais

Roteiro para Prática 01 GNS e comandos da Cisco

Roteiro para Prática 01 GNS e comandos da Cisco Ponto de Presença da RNP na Bahia PoP-BA/RNP Universidade Federal da Bahia Departamento de Ciência da Computação Curso de Extensão em Administração de Redes Instrutor: Italo Valcy Roteiro para Prática

Leia mais

Comutação de rede local e sem fio Manual de laboratório do aluno

Comutação de rede local e sem fio Manual de laboratório do aluno Comutação de rede local e sem fio Manual de laboratório do aluno Este documento é de propriedade exclusiva da Cisco Systems, Inc. É concedida permissão para imprimir e copiar este documento para distribuição

Leia mais

Administração de Sistemas

Administração de Sistemas Administração de Sistemas Orlando Sousa Aula 6 Listas de controlo de acesso (ACLs) NAT Listas de controlo de acesso Permite filtrar tráfego (efectua testes aos pacotes de dados. Ex: nega ou permite em

Leia mais

Switch>: User mode Limitado a comandos básicos de monitoramento.

Switch>: User mode Limitado a comandos básicos de monitoramento. Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Laboratório de Redes I Professor Eduardo Maroñas Monks Resumo de Comandos Cisco IOS (Switch 2960) versão 1b Modos

Leia mais

Configurando uma rede Frame Relay + EIGRP

Configurando uma rede Frame Relay + EIGRP Configurando uma rede Frame Relay + EIGRP Para configurarmos uma rede Frame Relay, é importante antes de tudo definir as redes para melhor nos orientarmos. Iremos trabalhar com 3 filiais, sendo: SP, RJ,

Leia mais

PIX/ASA: Alternativo e restauração os arquivos de configuração da ferramenta de segurança usando o servidor TFTP

PIX/ASA: Alternativo e restauração os arquivos de configuração da ferramenta de segurança usando o servidor TFTP PIX/ASA: Alternativo e restauração os arquivos de configuração da ferramenta de segurança usando o servidor TFTP Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Produtos Relacionados

Leia mais

Laboratório 1.1.7 Usando ping e tracert a partir de uma Estação de Trabalho

Laboratório 1.1.7 Usando ping e tracert a partir de uma Estação de Trabalho Laboratório 1.1.7 Usando ping e tracert a partir de uma Estação de Trabalho Objetivo Aprender a usar o comando TCP/IP Packet Internet Groper (ping)a partir de uma estação de trabalho. Aprender a usar o

Leia mais

Suporte Técnico. Conteúdo da embalagem. Guia de Instalação do N300 Wireless ADSL2+ Modem Router DGN2200v4

Suporte Técnico. Conteúdo da embalagem. Guia de Instalação do N300 Wireless ADSL2+ Modem Router DGN2200v4 Suporte Técnico Agradecemos por escolher os produtos NETGEAR. A NETGEAR recomenda o uso exclusivo de recursos oficiais de suporte da NETGEAR. Com o dispositivo instalado, localize o número de série no

Leia mais

Capítulo 10: DHCP. Conceitos Essenciais de Roteamento e Switching. Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores

Capítulo 10: DHCP. Conceitos Essenciais de Roteamento e Switching. Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 10: DHCP Conceitos Essenciais de Roteamento e Switching Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers Presentation_ID 1

Leia mais

6.8.3.10 Lab - Configurar o Roteador Sem Fio no Windows XP

6.8.3.10 Lab - Configurar o Roteador Sem Fio no Windows XP IT Essentials 5.0 6.8.3.10 Lab - Configurar o Roteador Sem Fio no Windows XP Introdução Imprima e preencha este laboratório. Neste laboratório, você vai configurar e testar as configurações sem fio no

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº2

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº2 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº2 Configuração de TCP/IP numa rede de computadores Utilização de Ipconfig, Ping e Tracert

Leia mais

Capítulo 4 - Aprendendo sobre Outros Dispositivos

Capítulo 4 - Aprendendo sobre Outros Dispositivos CCNA 2 Conceitos Básicos de Roteadores e Roteamento Capítulo 4 - Aprendendo sobre Outros Dispositivos 1 Objetivos do Capítulo Aprender a ativar e desativar o CDP; Usar o comando show cdp neighbors; Determinar

Leia mais

6.3.2.7 Lab - Configurando uma placa de rede para usar DHCP no Windows 7

6.3.2.7 Lab - Configurando uma placa de rede para usar DHCP no Windows 7 5.0 6.3.2.7 Lab - Configurando uma placa de rede para usar DHCP no Windows 7 Introdução Imprima e preencha este laboratório. Neste laboratório, você irá configurar uma placa de rede Ethernet para usar

Leia mais

EA080- Laboratório de Redes de Computadores Laboratório 2 Virtualização (Relatório Individual) Prof. Responsável: Mauricio Ferreira Magalhães

EA080- Laboratório de Redes de Computadores Laboratório 2 Virtualização (Relatório Individual) Prof. Responsável: Mauricio Ferreira Magalhães EA080- Laboratório de Redes de Computadores Laboratório 2 Virtualização (Relatório Individual) Prof. Responsável: Mauricio Ferreira Magalhães A virtualização de processadores é uma tecnologia que foi inicialmente

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Uma Rede de Computadores consistem em dois ou mais dispositivos, tais como computadores, impressoras e equipamentos relacionados, os

Leia mais

Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga

Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga RIP O objetivo desse roteiro é mostrar como o pacote Quagga pode ser utilizado para construir roteadores com suporte a protocolos de roteamento utilizando

Leia mais

Guia de Instalação de Software

Guia de Instalação de Software Guia de Instalação de Software Este manual explica como instalar o software por meio de uma conexão USB ou de rede. A conexão de rede não está disponível para os modelos SP 200/200S/203S/203SF/204SF. Fluxograma

Leia mais

Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga

Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga OSPF O objetivo desse roteiro é mostrar como o pacote Quagga pode ser utilizado para construir roteadores com suporte a protocolos de roteamento utilizando

Leia mais

Primeiros passos em um roteador Cisco

Primeiros passos em um roteador Cisco Primeiros passos em um roteador Cisco Daniel B. Cid, daniel@ossec.net http://www.ossec.net Desde que comecei a escrever artigos tratando sobre o alguns dispositivos da Cisco, especialmente sobre o PIX

Leia mais

CONFIGURAÇÃO DE ROTEADORES CISCO. Prof. Dr. Kelvin Lopes Dias Msc. Eng. Diego dos Passos Silva

CONFIGURAÇÃO DE ROTEADORES CISCO. Prof. Dr. Kelvin Lopes Dias Msc. Eng. Diego dos Passos Silva CONFIGURAÇÃO DE ROTEADORES CISCO Prof. Dr. Kelvin Lopes Dias Msc. Eng. Diego dos Passos Silva ROTEADOR Roteador CISCO 2600: INTERFACES DE UM ROTEADOR - Interface p/ WAN - Interface p/ LAN - Interface p/

Leia mais

Capítulo 11: NAT para IPv4

Capítulo 11: NAT para IPv4 Unisul Sistemas de Informação Redes de Computadores Capítulo 11: NAT para IPv4 Roteamento e Switching Academia Local Cisco UNISUL Instrutora Ana Lúcia Rodrigues Wiggers Presentation_ID 1 Capítulo 11 11.0

Leia mais

Aula Prática Roteador

Aula Prática Roteador Aula Prática Roteador INTRODUÇÃO Os roteadores são os equipamentos empregados na função de interconexão das redes como, por exemplo, redes IP. Diferentes redes IPs enviam suas informações/tráfego por meio

Leia mais

VLANs and IP networks. 1. Computadores ligados ao Switch

VLANs and IP networks. 1. Computadores ligados ao Switch LAB-VLANs 1 VLANs and IP networks Manuel P. Ricardo João Neves Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto LAB-VLANs 2 1. Computadores ligados ao Switch Bancada x, computador y Computadores gnuxy

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Prof. João Henrique Kleinschmidt Prática Packet Tracer Configuração de switches e roteadores

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Prof. João Henrique Kleinschmidt Prática Packet Tracer Configuração de switches e roteadores Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Prof. João Henrique Kleinschmidt Prática Packet Tracer Configuração de switches e roteadores 1 Configuração de um switch No Packet Tracer, insira um switch e

Leia mais

Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3

Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3 Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3 http://www.dslink.com.br/ Índice Como conectar o modem DSLink 260E ao meu computador?... 3 Configurando o modem como

Leia mais

Exercício Prático: Conexão Router 1841 Fa0/0 192.168.1.1 255.255.255.0 Switch (PRINCIPAL) Fa0/1 trunk ------ Router (EMPRESA

Exercício Prático: Conexão Router 1841 Fa0/0 192.168.1.1 255.255.255.0 Switch (PRINCIPAL) Fa0/1 trunk ------ Router (EMPRESA UNISUL UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIDADE DIBI MUSSI DISCIPLINA/UA REDE DE COMPUTADORES PROFª ANA LÚCIA R. WIGGERS Exercício Prático: Fa 0/0 IP 192.168.1.1/24 Dispositivo

Leia mais

Interconexão de Redes. Aula 03 - Roteamento IP. Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br

Interconexão de Redes. Aula 03 - Roteamento IP. Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Interconexão de Redes Aula 03 - Roteamento IP Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Revisão Repetidor Transceiver Hub Bridge Switch Roteador Domínio de Colisão Domínio de Broadcast

Leia mais

Guia de Introdução do IBM Security SiteProtector System SP3001

Guia de Introdução do IBM Security SiteProtector System SP3001 Guia de Introdução do IBM Security SiteProtector System SP3001 Este documento fornece orientação durante o processo de conexão e execução da configuração inicial do dispositivo IBM Security SiteProtector

Leia mais

Trabalho de VLANs e Redes IP

Trabalho de VLANs e Redes IP Trabalho de VLANs e Redes IP FEUP/DEEC Redes de Banda Larga MIEEC 2008/09 José Ruela Bancada de trabalho Configuração inicial Inicialmente todos os computadores gnuxy devem estar configurados na mesma

Leia mais

GERENCIAMENTO E MONITORAMENTO DE REDES

GERENCIAMENTO E MONITORAMENTO DE REDES 1º ENTREGÁVEL - AM CURSO TECNÓLOGO DE REDES DE COMPUTADORES TERCEIRO SEMESTRE - 2015 GERENCIAMENTO E MONITORAMENTO DE REDES Prof.: João Gilberto Pinho 2 TRCR Cristiano Gama RM: 70320 Iago Gomes RM: 71277

Leia mais

Laboratório - Gerenciamento dos arquivos de configuração do dispositivo usando TFTP, flash e USB

Laboratório - Gerenciamento dos arquivos de configuração do dispositivo usando TFTP, flash e USB Laboratório - Gerenciamento dos arquivos de configuração do dispositivo usando TFTP, flash e USB Topologia Tabela de endereçamento Dispositivo Interface Endereço IP Máscara de subrede Gateway padrão Objetivos

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Configuração TCP/IP no Windows 7

Professor: Macêdo Firmino Configuração TCP/IP no Windows 7 Professor: Macêdo Firmino Configuração TCP/IP no Windows 7 Se você tem mais que um computador ou outros dispositivos de hardware, como impressoras, scanners ou câmeras, pode usar uma rede para compartilhar

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia,

Leia mais

Windows 98 e Windows Me

Windows 98 e Windows Me Windows 98 e Windows Me "Etapas preliminares" na página 3-27 "Etapas de instalação rápida em CD-ROM" na página 3-28 "Outros métodos de instalação" na página 3-28 "Solução de problemas do Windows 98 e Windows

Leia mais