Yeda Duarte Maria Lucia Lebrão Daniella Pires Nunes Tabatta Renata P Brito

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2 Yeda Duarte Maria Lucia Lebrão Daniella Pires Nunes Tabatta Renata P Brito

3 United Nations, 2007

4 Todas as idades aumentarão 35% United Nations, 2007

5 Entre 65 e 84 anos aumentará 164% United Nations, 2007

6 Entre 85 e 99 anos aumentará 301% United Nations, 2007

7 100 anos aumentarão 746% United Nations, 2007

8 ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO NO BRASIL

9 11% ( 60 anos) homens mulheres

10 Previsão: Censo 2010:

11 Censo 2010: O ESTADO DE SÃO PAULO 15 de novembro de 2009

12 1% vive em instituições 75% independentes para o autocuidado 25% com alguma incapacidade 99% vivem na comunidade Os idosos do Brasil 60% com alguma doença crônica Giacomin, 2012

13 1,7 milhão vive em instituições 16,5 milhões independentes para o autocuidado 5,5 milhões com alguma incapacidade 660 mil acamados Os idosos do Brasil 13,2 milhões com alguma doença crônica Giacomin, 2012

14 Cerca de 9 milhões de idosos necessitando de cuidados de longa duração

15 Sociedade mais solidária Cultura de Cuidados de Longa Duração

16 O que acontece em São Paulo? Dona Maria Pupy

17 1,4 mi de pessoas idosas ( 60 anos)

18 Estudo SABE Saúde, Bem-estar e Envelhecimento Estudo longitudinal de múltiplas coortes sobre as condições de vida e saúde dos idosos do Município de São Paulo

19 A 00 A 06 A 10 A 15 2,143 1, B 06 B 10 B to 64 anos 60 to 64 anos C 10 C D 15

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21 Distribuição (%) dos idosos segundo doenças crônicas referidas. São Paulo, Estudo SABE, Doenças crônicas % Número de doenças Nenhuma 16,6 Uma 28,0 Duas ou mais 55,4 Doenças crônicas referidas Hipertensão 67,0 Diabetes 25,0 DPOC 9,2 Doença cardiovascular 22,9 Acidente vascular cerebral 7,0 Doença osteoarticular 31,9 Osteoporose 19,4

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23 Idosos vulneráveis à fragilização Idosos Independentes Dr. José Luiz Telles - MS

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26 ATIVIDADES BÁSICAS DE VIDA DIÁRIA

27 ESTRATÉGIAS DIFERENCIADAS DE AÇÃO INTERSETORIALIDADE LINHA DE CUIDADO AO IDOSO FRÁGIL Atenção Domiciliar Reabilitação Prevenção secundária ILPIs INDEPENDENTE Promoção Prevenção Reabilitação Preventiva Atenção Básica Suporte Social Ministério da Saúde, 2006

28 25 Distribuição (%) dos idosos segundo dificuldade referida no desempenho das atividades de vida diária. São Paulo. Estudo SABE, , , ,4 12,3 10 9,3 8,62 8,6 8,2 5 2,9 0

29 Vestir (21,4%) Usar transporte (17,6%) Mobilizar-se (17,0%) Compras (13,4%) Tomar medicamento (12,3%) Administrar $ (9,3%) Ir ao Banheiro (8,6%) NECESSIDADE MÍNIMA NECESSIDADE MODERADA ESTUDO SABE BRITO; NUNES; LEBRÃO; DUARTE, 2010 modificado de RAMOS, et al., 1993 NECESSIDADE DE CUIDADO Andar (8,6%) Tomar banho (8,2%) Comer(2,9%) NECESSIDADE MÁXIMA

30 Distribuição (%) dos idosos segundo necessidade de cuidado. São Paulo. Estudo SABE, ,7 37,1 43,5 7,6 Autocuidado Necessidade mínima Necessidade moderada Necessidade máxima

31 Distribuição (%) dos idosos segundo características demográficas e necessidade de cuidado. Estudo SABE, Características Autocuidado Necessidade mínima Necessidade moderada Necessidade máxima Sexo* Homem 69,3 8,0 16,0 6,7 Mulher 55,4 9,4 22,1 13,1 Idade* 60 a 69 anos 71,9 7,8 14,2 6,1 70 a 79 anos 56,0 9,2 24,2 10,6 80 anos e mais 33,1 4,0 29,1 33,8 Estado civil* Com companheiro 67,0 7,7 17,0 8,3 Sem companheiro 54,3 7,6 22,0 16,1 *p<0,05

32 Distribuição (%) dos idosos segundo características sociodemográficas e necessidade de cuidado. Estudo SABE, Características Autocuidado Necessidade mínima Necessidade moderada Necessidade máxima Mora sozinho Não Sim 61,2 8,0 19,2 11,6 60,4 5,8 21,3 12,5 Renda suficiente* Não 58,8 9,4 23,4 12,5 Sim 67,3 6,7 16,7 9,3 Escolaridade* Analfabeto 32,6 3,0 38,1 26,7 1 a 3 anos 51,5 11,7 25,3 11,5 4 a 7 anos 62,1 9,3 16,0 12,6 8 anos e mais 80,6 4,5 10,7 4,1 *p<0,05

33 Distribuição (%) dos idosos segundo doenças crônicas e necessidade de cuidado. Estudo SABE, Características Autocuidado Necessidade mínima Necessidade moderada Necessidade máxima Número de doenças* Nenhuma 37,5 4,6 51,2 6,7 Uma 42,8 4,7 45,5 7,0 Duas ou mais 34,1 10,0 40,3 15,6 Hipertensão Não 38,8 6,4 46,2 8,6 Sim 36,2 8,2 42,3 13,3 Diabetes* Não 39,8 7,3 43,0 9,8 Sim 29,0 8,8 45,0 17,3 Doença pulmonar * Não 37,7 7,0 43,7 11,6 Sim 31,1 14,1 41,3 13,1 *p<0,05

34 Distribuição (%) dos idosos segundo doenças crônicas e necessidade de cuidado. Estudo SABE, Características Autocuidado Necessidade mínima Necessidade moderada Necessidade máxima Doença cardíaca* Não 38,9 6,8 43,7 10,6 Sim 30,8 10,5 43,0 15,7 AVE* Não 38,7 7,7 44,2 9,4 Sim 16,1 6,7 34,7 42,5 Doença articular* Não 38,3 6,0 45,6 10,1 Sim 34,7 11,3 39,1 14,9 Osteoporose* Não 38,7 6,3 45,2 9,8 Sim 30,8 13,6 36,2 19,4 *p<0,05

35 Distribuição (%) dos idosos com DUAS DOENÇAS CRÔNICAS segundo utilização dos serviços de saúde e necessidade de cuidado. Estudo SABE, Características Autocuidado Necessidade mínima Necessidade moderada Necessidade máxima Consulta nos últimos 12 meses Nenhuma 9,3 6,6 10,1 13,0 Uma consulta 7,6 3,4 5,7 7,2 Duas consultas 14,1 4,0 14,1 12,6 Três ou mais consultas 69,0 86,0 70,1 67,2 Serviços de urgência/emergência Não 84,5 76,8 67,8 68,6 Sim 15,5 23,2 32,2 31,4 Hospitalização Não 86,8 94,5 89,6 71,1 Sim 13,2 5,5 10,4 28,9 Dificuldade no acesso Não 79,3 62,6 71,5 52,9 Sim 20,1 37,4 28,5 47,1

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37 Camarano, 2013 PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO FAMÍLIA CUIDADO DO IDOSO, JUNTO COM A SOCIEDADE E O ESTADO CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO DE 1994 ESTATUTO DO IDOSO DE 2003

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39 AS TAXAS DE FECUNDIDADE ESTÃO DIMINUINDO 1,8 2010

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45 Duarte et al, 2005

46 Nunes e Brito, 2014

47 A DEMANDA POR CUIDADOS ESTÁ AUMENTANDO E A CAPACIDADE DA FAMÍLIA BRASILEIRA PARA CUIDAR DE SEUS MEMBROS IDOSOS MAIS DEPENDENTES ESTÁ REDUZINDO

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49 Torna-se necessário repensar o modelo assistencial incorporando cuidados inovadores E compreendendo que os cuidados de longa duração representam uma nova responsabilidade social

50 Giacomin, 2012 O CUIDADO NO BRASIL A sociedade brasileira não esperou a decisão do Estado: ela constituiu cuidadores para o cuidado dos idosos.

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52 Giacomin, 2012 O CUIDADO NO BRASIL Estes cuidadores não dispõem de formação padrão, no entanto, apoiam as famílias e as instituições na prestação dos cuidados emandados pelos idosos.

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54 Giacomin, 2012 O CUIDADO NO BRASIL Trabalham como empregados domésticos, aguardando a regulamentação da profissão. Não são profissionais de saúde.

55 O CUIDADO NO BRASIL Nos países desenvolvidos, o cuidado formal oferecido pelo sistema de saúde superpõe-se ao cuidado informal fornecido pela família. OMS, 2007 No Brasil, embora previstos em leis, não existem estruturas de cuidado intermediário nem política de cuidadores. CF 1988, PNI 1994; PNSI, 1999; EI, 2003 Giacomin, 2012

56

57 Os idosos não estão sendo assistidos na plenitude de suas necessidades pela falta de reconhecimento da sociedade das mudanças demográficas e suas novas demandas.

58 Os idosos estão tendo seu direito de viver de forma plena, com qualidade e dignidade negados e as famílias, ao tentarem assisti-los mais plenamente e não conseguindo, carregam a culpa por não fazê-lo e são criminalizadas por essa mesma sociedade.

59 O crescente aumento do cuidado formal aumenta a responsabilidade das políticas públicas em todas as sociedades

60 O Cuidador formal de Idosos já é uma realidade no cenário nacional. Área Pública e, predominantemente, na área privada

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64 APROVADO PROJETO QUE REGULAMENTA PROFISSÃO DE CUIDADOR DE PESSOA IDOSA EM 12/09/2012 AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS EM 08/10/2013 SOBRE O PL 4702/2012 SENADO FEDERAL CÂMARA DOS DEPUTADOS CONGRESSO NACIONAL BRASÍLIA

65 Projeto de Lei passa por três Comissões: Comissão de Seguridade Social e Família CSSF Comissão de Trabalho, DE Administração e de Serviço Público CTASP Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania- CCJC

66 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES EM RELAÇÃO AO CONTEXTO HOSPITALAR

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68 FORMAÇÃO EM GERONTOLOGIA não é uniforme pouco ou nenhum conteúdo específico sobre envelhecimento nos currículos de graduação os professores, nem sempre, dominam essa área de conhecimento

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75 Temos Direito a uma Política de Cuidados

76 O que não é digno, não é direito Immanuel Kant

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PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

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