NORMA TÉCNICA NT-006/2010 R-02

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NORMA TÉCNICA NT-006/2010 R-02"

Transcrição

1 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT NORMA TÉCNICA /2010 R-

2 FOLHA DE CONTROLE

3 I APRESENTAÇÃO Esta Norma tem por objetivo estabelecer os procedimentos aplicáveis ao compartilhamento de infraestrutura de linhas de distribuição aéreas, do sistema elétrico da Coelce, por empresas concessionárias de serviços de telecomunicações, TV a cabo, etc, sendo parte integrante do contrato, visando garantir a segurança, a qualidade e a confiabilidade dos serviços de energia elétrica. Esta Norma Técnica R-, substitui a R-01. Elaboração: José Deusimar Ferreira Normas e Procedimentos : Antônio Ribamar Melo Filgueira Sandra Lúcia Alenquer da Silva Normas e Procedimentos Normas e Procedimentos Equipe de Consenso: Keyla Sampaio Câmara Rizonaldo Alves Paes Francisco Wilton Ferreira Costa Ismália Moraes Goncalves de Moura Fábio da Rocha Ribeiro Normas e Procedimentos Relacionamento com Novos Negócios Relacionamento com Novos Negócios Gestão da Informação Técnica Projetos Obras MT e BT Fortaleza - Metropolitana Apoio: Pedro Paulo Menezes Neto Normas e Procedimentos

4 II S U M Á R I O 1 OBJETIVO CAMPO DE APLICAÇÃO REFERÊNCIAS NORMATIVAS TERMINOLOGIA CONDIÇÕES TÉCNICAS E OPERACIONAIS INSTALAÇÃO AFASTAMENTOS MÍNIMOS A SEREM OBSERVADOS FAIXA DE OCUPAÇÃO INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA OCUPANTE EM POSTE ATERRAMENTO OUTRAS CONDIÇÕES SOLICITAÇÃO DE COMPARTILHAMENTO APRESENTAÇÃO DO PROJETO Memorial descritivo com projeto do local em 3 (três) vias Planta Construtiva da Rede de Telecomunicações ANÁLISE E ACEITAÇÃO DO PROJETO EXECUÇÃO DA OBRA...10 ANEXO A - SOLICITAÇÃO DE COMPARTILHAMENTO...11 DESENHOS : AFASTAMENTOS MÍNIMOS OCUPAÇÃO DE POSTE COM REDE SECUNDÁRIA CONDUTOR NU : AFASTAMENTOS MÍNIMOS OCUPAÇÃO DE POSTE COM REDE SECUNDÁRIA CONDUTOR PRÉ-REUNIDO : PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO...15

5 1/15 1 OBJETIVO Definir as condições técnicas e operacionais para compartilhamento de infraestrutura, postes de linhas de distribuição aéreas, com redes de telecomunicações, no sistema elétrico da Coelce, sendo integrante do contrato firmado entre as partes. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO As prescrições contidas nesta Norma se aplicam ao compartilhamento de postes das instalações elétricas de linhas de distribuição aéreas, da área de concessão da Coelce em linhas de baixa tensão, média tensão e excepcionalmente em alta tensão, com empresas de telecomunicações mediante autorização, permissão ou concessão expedido pela ANATEL. Os casos eventuais não previstos nesta Norma devem ser formalizados e submetidos previamente à apreciação da Coelce. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS 3.1 Normas da ABNT NBR 15688, Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus; NBR 15214, Rede de distribuição de energia elétrica - Compartilhamento de infraestrutura com redes de telecomunicações. 3.2 Aneel Resolução Conjunta Nº 001, Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infraestrutura entre os Setores de Energia Elétrica, Telecomunicações e Petróleo, de 24/11/1999 ANEEL/ANATEL/ANP; Resolução nº 581, que estabelece os requisitos mínimos aplicáveis do disposto no caput do artigo 5º do Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infraestrutura entre os Setores de Energia Elétrica, Telecomunicações e Petróleo, de 29/10/20 da ANEEL. 3.3 Ministério do Trabalho e Emprego NR 10, Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. 3.4 Normas Coelce P, Plano de Ocupação de Infraestrutura da Coelce; CP-001, Rede de Distribuição Aérea de Média e de Baixa Tensão; PE-038, Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V; PE-031, Rede Primária de Distribuição Aérea de Energia Elétrica Urbana e Rural; 4 TERMINOLOGIA 4.1 Detentora ou Coelce Concessionária ou permissionária de energia elétrica, que detém, administra ou controla, direta ou indiretamente, uma infraestrutura de linha de distribuição aérea. 4.2 Solicitante Pessoa jurídica Detentora da concessão, autorização ou permissão para a exploração de serviços de telecomunicações de interesse coletivo, interessada no compartilhamento de infraestrutura disponibilizada pela Coelce. 4.3 Compartilhamento É o uso conjunto de uma infraeestrutura.

6 2/ Infraestrutura Postes de Linhas de Distribuição Aéreas de Média e Baixa Tensão, de propriedade da Coelce, disponibilizados para compartilhamento. 4.5 Ocupante Pessoa jurídica possuidora de concessão, autorização ou permissão para explorar serviços de telecomunicações de interesse coletivo, que ocupa a infraestrutura disponibilizada pela Detentora, mediante contrato celebrado entre as partes. 4.6 Capacidade Excedente É a infraestrutura disponível para compartilhamento com outros agentes do setor de telecomunicações, devidamente outorgados pela ANATEL (autorização, permissão e concessão). 4.7 Ocupação Instalação de qualquer fio ou cabo efetuada por um Ocupante de serviços, em poste da Detentora. 4.8 Ponto de Fixação Ponto de instalação do suporte de sustentação mecânica do cabo, fio ou cordoalha da rede da Ocupante, dentro da faixa de ocupação destinada ao compartilhamento, no poste da Detentora. A disponibilização de pontos de fixação nos postes para compartilhamento está condicionada à existência de capacidade excedente no trajeto de interesse da Solicitante. 4.9 Faixa de Ocupação Espaço na infraestrutura da Detentora, onde são definidos, pela mesma, os pontos de fixação destinados, exclusivamente, a instalação de cabos, fios e fibras óticas da Ocupante Plano de Ocupação de Infraestrutura Documento por meio do qual a Detentora disponibiliza informações de suas infraestruturas, ligadas diretamente ao objeto das outorgas expedidas pelo Poder Concedente, qualificando a capacidade excedente a ser disponibilizada, bem como as condições técnicas a serem observadas pela Solicitante para a contratação do compartilhamento, seguindo o que determina a Resolução ANEEL Nº Equipamento Dispositivo de propriedade da Detentora ou da Ocupante, com função de transformação, regulação, manobra, proteção, medição, alimentação ou emenda, necessários à prestação dos serviços Espinamento de Cabos (Cabo Espinado) Processo utilizado para executar a sustentação dos condutores aos cabos mensageiros, que consiste em envolver ambos por um fio isolado ou arame de espinar, de aço galvanizado, de isolamento termoplástico, instalado helicoidalmente. O uso do cabo espinado visa otimizar o espaço de ocupação. 5 CONDIÇÕES TÉCNICAS E OPERACIONAIS 5.1 Instalação Os padrões de projeto e construção a serem utilizados na infraestrutura disponibilizada pela Coelce devem estar de acordo com os valores e definições desta Norma, das normas NBR e NBR da ABNT e das demais normas da Coelce Reservada a capacidade necessária à Coelce, o excedente pode ser disponibilizado ao compartilhamento, quando da solicitação, mediante a análise da viabilidade técnica, do projeto apresentado pela Solicitante.

7 3/ A aplicação desta norma não exime a Ocupante da responsabilidade quanto aos aspectos técnicos que envolvam suas instalações, tais como: projeto, construção, qualidade dos serviços e dos materiais empregados Na execução dos serviços, a Ocupante deve observar as condições estabelecidas na Norma Regulamentadora NR 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade e outras aplicáveis, que fixem as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas e, também, de usuários e terceiros Quando do uso de postes por mais de uma empresa a Coelce se exime de qualquer responsabilidade com relação a possíveis interferências entre os sistemas, cabendo a estes instalar filtros para rádio-interferência e proteções contra induções eletromagnéticas. Neste caso, deve haver entendimento entre as Ocupantes, quanto à melhor distribuição dos cabos dentro da faixa de ocupação, com obrigatoriedade de identificação destes, de maneira a indicar a qual a Ocupante pertencem Havendo necessidade de modificação ou adaptação da infraestrutura da Coelce e dos demais Ocupantes, para permitir novo compartilhamento, os custos decorrentes devem ser de responsabilidade da Solicitante. Tais adequações devem ter seus cronogramas de execução acordados entre as partes, excetuando-se as medidas necessárias para segurança de terceiros e das instalações e as que impeçam a entrada de novos Ocupantes, que devem ser aplicadas de imediato Não é permitida a utilização de postes de linha de distribuição de alta tensão, a partir de 69 kv, para fins de compartilhamento com serviços de telecomunicações, exceto em situações de conveniência e interesse da mesma, após aprovação em comitê interno Quando permitida a utilização das estruturas de 69 kv devem ser observados os seguintes aspectos técnicos: a) será permitido um máximo de (duas) fixações, na faixa de ocupação definida, sendo 01 (uma) para reserva técnica e 01 (uma) para utilidade pública. Neste caso somente é permitido o uso de fibra ótica. b) Por questões de segurança, qualidade e confiabilidade do sistema elétrico, o acesso de ocupantes às infraestruturas somente se dará com a autorização da Coelce. 5.2 Afastamentos Mínimos a serem observados Os afastamentos mínimos que constam nas Tabelas 1 e 2 e nos desenhos e 006., são sempre relativos às partes energizadas e não ao ponto de fixação A distância entre condutores consecutivos de ocupantes dentro da faixa de ocupação, nos pontos de fixação, deve ser 100 mm, devendo manter essa mesma distância entre as flechas correspondentes. Quando necessário, por limitações técnicas dos condutores da Ocupante, o limite máximo permitido da flecha pode ser no máximo 200 mm, para um único Ocupante, por faixa, devendo neste caso, o condutor da Ocupante estar instalado no limite inferior da faixa de ocupação A distância mínima de segurança do condutor da rede da Ocupante em relação ao solo, instalado no limite inferior da faixa de ocupação, em situações de flecha mais desfavoráveis (flecha máxima a 50ºC) deve ser conforme Tabela 1.

8 4/15 Tabela 1: Distâncias mínimas de segurança entre os condutores e o solo Natureza do Logradouro Distâncias mínimas (h) ( mm ) Vias exclusivas de pedestre em áreas rurais 3000 Vias exclusivas de pedestre em áreas urbanas 3000 Estradas rurais e áreas de plantio com tráfego de máquinas agrícolas 6500 Ruas e avenidas 5000 Entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos 4500 Rodovias federais 7000 Ferrovias não eletrificadas e não eletrificáveis 6000 NOTAS: 1: Em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis, a distância mínima do condutor ao boleto dos trilhos é de 12m para tensões até 36,2kV; 2: Em rodovias estaduais, a distância mínima do condutor ao solo deve obedecer à legislação específica do órgão estadual As distâncias mínimas de segurança entre condutores das linhas de energia elétrica e de Iluminação Pública e os cabos ou cordoalhas da rede da Ocupante, nas condições mais desfavoráveis (flecha máxima a 50 C), devem estar conforme Tabela 2: Tabela 2: Distâncias mínimas de segurança entre condutores da rede elétrica e cabos da rede de telecomunicações Tensão Máxima entre as Fases Distâncias Mínimas (mm) Até V 600 Acima de V até V Acima de V até V NOTA: Nas redes urbanas que não contenham rede secundária, deve ser mantida a reserva de espaço para instalação futura da rede, observando os respectivos afastamentos. 5.3 Faixa de Ocupação Os suportes (cinta ou outro dispositivo) para fixação das cordoalhas ou cabos da rede da Ocupante devem ser instalados no poste da Coelce na faixa de 500 mm destinada a essas ocupações, conforme indicado nos desenhos e 006., respeitando-se a quantidade e posição dos pontos de fixação disponibilizados Os pontos de fixação, na área de ocupação reservada para o compartilhamento, devem estar distribuídos da seguinte forma: a) Para vãos máximos até 45 m: será permitido um máximo de 06 (seis) fixações, na faixa de ocupação definida, sendo 01 (uma) para reserva técnica; 01 (uma) para utilidade pública e 04 (quatro) para prestadores de serviços de telecomunicação de interesse coletivo; b) Para vãos entre 45 e 80m: em razão das maiores distâncias entre esses postes (maior flecha no meio do vão), quando houver necessidade de implantar estrutura para manter a distância de segurança, não será permitida a intercalação de estrutura por parte da Ocupante;

9 5/15 Nota: Para esses vãos, em razão das maiores distâncias, deve ser permitido apenas 01 (uma) fixação, obedecendo às distâncias definidas nas normas da Coelce. c) Quando houver necessidade de implantar estrutura para manter a distância de segurança, na área urbana ou rural, somente a Coelce pode projetar e executar serviços dessa natureza. Os custos associados devem ser de responsabilidade financeira da solicitante A rede da Ocupante deve ser instalada do mesmo lado do poste por onde passa a linha de distribuição secundária existente ou prevista pela Coelce, inclusive nos postes com transformador. No caso de não existir a linha de distribuição secundária deve ser instalada na face voltada para a rua Nas linhas de distribuição urbanas ou rurais que possuam somente MT deve-se manter a reserva de espaço para instalações futuras de linhas de distribuição de BT, observando os respectivos afastamentos, conforme desenhos e A ocupação do poste deve ser feita de forma ordenada e uniforme, não devendo ultrapassar os limites do ponto de fixação destinado a outras ocupantes, mesmo que a área adjacente esteja desocupada. A instalação de um Ocupante não deve utilizar pontos de fixação que invada a área destinada a outros Ocupantes, conforme estabelecido no item 5.2.2, bem como o espaço exclusivo das linhas de distribuição de BT e de iluminação pública, conforme desenhos e Nos casos em que a altura do ponto de fixação destinada à Ocupante não atenda as distâncias de segurança mínimas estabelecidas na Tabela 1, observando-se principalmente as travessias, esta deve optar por outras alternativas, como: travessia subterrânea ou circuito independente Nos casos de travessias de rodovias estaduais e federais, ferrovias ou em proximidades de aeroportos é necessária a autorização do órgão competente, que deve ser solicitada pela Ocupante A soma dos diâmetros dos fios e cabos, instalados na posteação, não deve exceder a faixa destinada a Ocupante, observando aspectos técnicos de segurança, estéticos e operacionais da rede de distribuição de energia elétrica. Na sua instalação, os fios e cabos devem ser tensionados, agrupados (não necessariamente amarrados entre si) de modo a garantir uma mesma catenária, mantendo a uniformidade ao longo do vão Sempre que técnica e economicamente viável, devem ser buscadas alternativas para derivações da Ocupante, com vistas à redução da quantidade de fios e cabos instalados nos postes Deve ser evitada coincidência de ponto de ancoragem da cordoalha ou cabo da rede da Ocupante com o fim de linha da linha de energia elétrica da Coelce e/ou da rede de outra(s) ocupante(s), bem como a coincidência de emendas de cabos no mesmo poste em que houver emenda de cabo de outra ocupante A emenda do cabo da Ocupante não pode ser fixada no poste da Coelce, devendo ser instalada no vão e presa na cordoalha do cabo A rede da Ocupante deve possuir plaquetas de identificação com fundo de cor amarela e letras indeléveis na cor preta, contendo o nome da Ocupante, o tipo do cabo, conforme Desenho , instaladas em todos os postes A plaqueta deve ter dimensões de 100x50mm com 2 mm de espessura e deve ser fabricada com Poliestireno de Alto Impacto (HIPS), isolante e resistente aos raios solares, corresponde a um poliestireno modificado com elastômeros de polibutadieno. Esta resina é obtida pela polimerazação de uma solução de estireno-butadieno A plaqueta deve ser fixada ao cabo através de abraçadeira de nylon, resistente a UV, nas duas extremidades Excepcionalmente, nas estruturas em que haja a necessidade de afastamento da rede da Ocupante em relação a edificações e/ou equipamentos, pode ser utilizada uma ferragem ou

10 6/15 dispositivo afastador, de uso exclusivo de cada Ocupante, desde que não obstrua o espaço reservado a outras ocupantes A derivação para assinantes da Ocupante deve ser feita diretamente de seu ponto de fixação, determinado pela Coelce As trações de projeto das cordoalhas e cabos da Ocupante auto-sustentados devem considerar as condições de temperatura e velocidade de vento crítica da região A Ocupante deve fornecer à Coelce as respectivas informações relativas aos valores de trações horizontais para instalação de cordoalhas e/ou cabos que serão utilizados nos projetos e na construção A Ocupante deve utilizar-se, sempre, do dinamômetro, do termômetro e das tabelas de trações e flechas de cabo, para fixação de seus cabos nos postes da Coelce, de modo a manter a estabilidade da estrutura No caso de intercalação de postes, para sustentação da rede da Ocupante, estes devem ser implantados pela Coelce e ter características idênticas aos instalados e altura que permita apoiar a rede de energia elétrica existente ou prevista naquele vão. Na área rural em que as condições técnicas da rede de energia elétrica não permitam a intercalação, deve ser feito outro traçado, distante de, no mínimo, 4 metros do eixo da mesma É vedada a colocação da rede da Ocupante em disposição horizontal exceto para cruzeta de extensão, para permitir o afastamento mínimo de obstáculos no caminhamento da rede, inclusive curvas ou viradas de esquina. Neste caso, deve ser apresentado o projeto contendo os detalhes da fixação Em hipótese alguma as abraçadeiras ou cintas para fixação de cabos da rede da Ocupante podem ser instaladas sobre condutores e/ou equipamentos da Coelce e de outras Ocupantes É vedada a fixação do condutor da Ocupante em mais de um ponto de fixação no mesmo poste, exceto por limitação técnica da Ocupante e aprovada previamente pela Coelce. 5.4 Instalação de Equipamentos da Ocupante em Poste Os equipamentos da rede da Ocupante devem ser instalados na cordoalha, com exceção dos armários de distribuição, potes de pupinização, caixas terminais, fontes de alimentação, subidas e descidas laterais, que podem ser fixados no poste. Esses equipamentos devem ser instalados de modo que a face superior fique a uma distância mínima de 200 mm abaixo do limite inferior da faixa de ocupação e a face inferior no máximo a 1100 mm desse limite, conforme Desenhos e 006., de forma a evitar situações de risco ou comprometimento da segurança da infraestrutura e de terceiros As dimensões dos equipamentos da rede da Ocupante, para instalação em postes, não devem exceder a 600 mm de largura, 600 mm de altura e 400 mm de profundidade Juntamente com o projeto de rede devem ser apresentados desenhos com os detalhes da instalação e as características do equipamento; os equipamentos somente podem ser instalados nos postes após aprovação do projeto pela Coelce É vedada a instalação equipamentos energizáveis da Ocupante (caixas de derivação, armários de distribuição, caixa terminal, potes de pupinização, fontes de alimentação e outros equipamentos similares) em postes localizados em esquina, bem como naqueles que já tenham equipamentos da Coelce, tais como: transformadores, religadores, seccionalizadores, capacitores, pára-raios, caixas para medidores, ou que tenham equipamentos de outra Ocupante É vedada a instalação de quaisquer equipamentos ao longo da cordoalha ou em poste, onde já exista equipamento mesmo que seja de outra Ocupante.

11 7/ Os equipamentos alimentados pela rede de energia elétrica devem ser identificados na sua face frontal, com o nome da Ocupante, tensão e potência nominal A instalação de equipamento da Ocupante na infraestrutura da Coelce deve atender as especificações técnicas pertinentes, de forma a evitar situações de risco ou comprometimento da segurança da infraestrutura e de terceiros Em hipótese alguma as abraçadeiras ou cintas de fixação de equipamentos da Ocupante podem ser instaladas sobre condutores e/ou equipamentos da Coelce e de outras Ocupantes A caixa de emenda e a reserva técnica do cabo óptico da Ocupante devem ficar, preferencialmente, no vão da rede, a uma distância mínima de 2000 mm do poste, ou ser instaladas em caixa subterrânea a distância de 600 mm do poste Os equipamentos de telecomunicações instalados ao longo do vão, exceto caixas de emendas de cabo óptico, respeitados os espaços destinados às demais ocupantes, devem ser fixados na cordoalha, a uma distância mínima de 600 mm do poste Não é permitido à Ocupante instalar equipamento multiplicador de linha de assinantes (Unidades Terminais de Assinantes UTA) em postes da Coelce Não é permitida a instalação de plataformas, suportes ou apoios, para operação de equipamentos da Ocupante, nos postes da Coelce. 5.5 Aterramento A rede da Ocupante deve possuir aterramentos e proteções contra curto-circuito e sobtensões independentes dos da Coelce, de modo que não transfiram tensões para as instalações de terceiros O condutor de descida do aterramento da Ocupante deve ser independente e protegido com material resistente, de forma a impedir quaisquer danos a ele e contatos eventuais com terceiros O diâmetro do conjunto cordoalha/cabos espinados da rede da Ocupante, por ponto de fixação, não pode ser superior a 65 mm Os equipamentos de telecomunicações devem possuir aterramentos e proteções contra curtos-circuitos e sobretensões independentes dos da Coelce, de modo que não transfiram tensões para as instalações de terceiros A resistência de aterramento deve ser de 10 ohms Os aterramentos dos cabos e equipamentos devem ser independentes e distanciados pelo menos 25 m em relação aos da rede de energia elétrica e dos outros ocupantes, se houver. 5.6 Outras Condições As redes das Ocupantes devem estar eletricamente isoladas entre si e dos postes da Coelce O esforço resultante vertical mínimo a ser considerado em postes tangentes em redes urbanas será de 20 dan por cabo, para vãos máximos de 40 m. Quando necessário, qualquer valor superior deve ser indicado no projeto. (Esforço axial no poste) O esforço resultante vertical mínimo a ser considerado em postes tangentes em rede rurais será de 40 dan por cabo, para vãos máximos de 80 m. Quando necessário, qualquer valor superior deve ser indicado no projeto. (Esforço axial no poste) Caso haja necessidade de execução de serviços que resultam em substituições, reforços, aumento de altura, estaiamento ou modificações nas instalações existentes, estes serão executados pela Coelce mediante pedido formal e a expensas da Ocupante Quando a necessidade citada no item for da Coelce, as ocupantes farão suas adequações sem ônus para a Coelce.

12 8/ Quando a necessidade citada no item for de interesse de terceiro, ou ocasionado por danos (abalroamentos, etc), estes custos serão de responsabilidade do terceiro Devem ser evitadas relocações de postes que tenham derivações subterrâneas ou equipamentos de difícil remoção Se a rede pretendida pela Ocupante estiver em área planejada pela Coelce como futura rede subterrânea, não será permitida ocupação dos postes As Ocupantes devem apresentar projetos eletro-eletrônicos das fontes de alimentação, no sentido de garantir o aspecto de proteção e o não paralelismo em caso de falta de energia As caixas de derivação e demais equipamentos metálicos a serem instalados devem ser isolados do poste. Em cada poste pode ser instalada uma única caixa de derivação (Terminal de Acesso de Redes TAR). 5.7 Solicitação de Compartilhamento A empresa que se interessar em compartilhar postes da Coelce deve dirigir-se a Área Comercial da mesma, com a solicitação por escrito, conforme modelo do Anexo A e, para permitir a análise da viabilidade do compartilhamento, conter no mínimo as seguintes informações: Nome / Razão Social, nº do CNPJ e endereço; Localidade e endereços de interesse do compartilhamento; Quantidade de postes que pretende ocupar, indicando o código do poste da Coelce de início e término do trecho, por rua ou avenida; Especificações técnicas dos cabos, acessórios, ferragens e equipamentos que serão utilizados; Eventual necessidade de instalação de equipamentos na infra-estrutura (finalidade, especificação e quantidade); Aplicação / Tipo de serviço a ser prestado. Cópia do ato de outorga expedido pela ANATEL (autorização/permissão/concessão), referente aos serviços a serem prestados; e Cópia do anteprojeto técnico de ocupação da infraestrutura que pretende compartilhar, contendo previsão dos esforços mecânicos que serão aplicados e a identificação das localidades e logradouros públicos nos respectivos trajetos de interesse. 5.8 Apresentação do Projeto Após solicitação de compartilhamento analisada e aceita pela Coelce, a Solicitante deve submeter o projeto de extensão ou modificação de suas instalações para análise prévia e aprovação, contendo, no mínimo, as seguintes informações e documentos: Memorial descritivo com projeto do local em 3 (três) vias O memorial técnico descritivo deve conter as seguintes informações técnicas sobre o projeto: a) Objetivo da obra, incluindo o número do contrato se já existente; b) Identificação do Projetista, do Cliente; b) Localização geográfica do projeto, citando o distrito e o município; c) Características mecânicas e trações de projeto das cordoalhas e dos condutores a serem utilizados, bem como as características dimensionais e a massa dos equipamentos a serem instalados nos postes; d) Resumo informativo do projeto constando o número de pontos nos postes a serem utilizados, acrescentados, retirados e se forem em etapas, quais as quantidades;

13 9/15 e) Orçamento detalhado das alterações propostas na rede pertencente à Coelce para atender o compartilhamento de postes; f) Uma via da Anotação de Responsabilidade Técnica ART; g) Licença junto aos órgãos responsáveis, nos casos de travessias de linhas férreas, rodovias ou aproximação de aeroportos; h) Licença emitida pelo órgão responsável pela preservação do meio ambiente, quando a obra for instalada em áreas de preservação ambiental; i) Termo de permissão de passagem para redes que eventualmente cruzem terrenos de terceiros; j) Quaisquer outras informações de interesse, para a perfeita compreensão do projeto Planta Construtiva da Rede de Telecomunicações As plantas devem ter boa apresentação, ser perfeitamente legíveis, devendo conter: Projeto do local em 3 (três) vias, com indicação dos postes a serem utilizados (existentes e a serem acrescentados), em escala 1:1000 ou 1:500, no sistema métrico, com legenda em português dos equipamentos a instalar; No projeto, em todos os postes devem ser informadas as coordenadas geográficas em UTM e a codificação dos postes (CSI e CSC), quando existir; Indicação, mostrando em detalhes as características físicas e elétricas e ponto de fixação no poste da rede a ser instalada; Dados construtivos, elétricos e mecânicos dos condutores a serem utilizados; Indicação dos pontos de descida ou subida para rede subterrânea da Ocupante; Indicação dos pontos de aterramento; Indicação dos pontos de alimentação; Para vãos até 45m: informação do esforço resultante total dos cabos e equipamentos a instalar em intensidade, direção, sentido e ponto de aplicação, transferidos a 0.20 m do topo dos postes sujeitos a esforços, exceto nos casos que atendem o item 5.6.2; (Esforço axial no poste ); Para vãos acima de 45m até 80m: informação do esforço resultante dos cabos e equipamentos a serem instalados em intensidade, direção, sentido e ponto de aplicação em cada poste, na temperatura de 0ºC sem vento ou com vento máximo de 110 Km/h, exceto nos casos que atendam o item 5.6.3; Para vãos maiores onde se apresente uma catenária, esta deve ser projetada a 50º C mantendose a distância de segurança, conforme previsto nesta Norma; Especificações técnicas dos equipamentos, em português; Detalhes de fixação dos equipamentos na cordoalha e sua localização, conforme item 5.4; Detalhes da instalação dos equipamentos nos postes: vistas frontal e lateral do poste com indicação da posição do equipamento e dos demais componentes da estrutura, indicação das dimensões do equipamento e distâncias em relação ao solo, rede secundária, iluminação pública e das redes dos demais Ocupantes; Quando houver necessidade de implantar estrutura para complementação do projeto apresentado, o interessado apresenta a solicitação a Coelce para adequação da rede ao seu projeto, onde os custos associados devem ser de responsabilidade financeira da solicitante.

14 10/ Análise e Aceitação do Projeto Os projetos elaborados devem ser analisados pela Coelce ou empresa devidamente autorizada pela Coelce, observando-se que: a) O projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com: as normas e padrões da Coelce, normas da ABNT e as Normas e Resoluções expedidas pelos órgãos oficiais competentes; b) Uma vez aceito o projeto, a Coelce deve devolver 1 (uma) via ao interessado; c) Toda e qualquer modificação no projeto já aceito, somente pode ser feita através do responsável pelo mesmo, mediante consulta à Coelce; d) A Coelce não receberá a obra caso haja discordância com o projeto aceito; e) Os projetos já analisados e aceitos perderão a validade caso não sejam executados no período de 6 (seis) meses. A validade do projeto pode ser prorrogado por mais 6 (seis) meses, desde que durante este período as condições do sistema permaneçam e os documentos técnicos não tenham sido revisados Execução da Obra A Ocupante somente poderá iniciar a execução da obra de instalação dos cabos de sua rede nos postes, após o aceite do projeto pela Coelce ou empresa devidamente autorizada pela Coelce A ocupante deve fornecer a relação de suas contratadas. Na realização das tarefas, os funcionários das contratadas devem portar, além dos equipamentos de segurança, a identificação pessoal e dos seus veículos. Todos os serviços que necessitarem desligamentos devem ser agendados com a Coelce Quando a ocupante precisar realizar serviços onde haja necessidade de desligamento da rede elétrica e a mesma não puder aguardar a programação de desligamento, poderá contratar os serviços de turma de linha viva de um parceiro cadastrado na Coelce A ocupante ou sua contratada deve utilizar-se sempre, do dinamômetro, do termômetro, tabelas de trações e flechas de montagem do cabo e escala métrica isolada (vara telescópica), na execução de sua rede na infra-estrutura da Coelce.

15 11/15 Anexo A - Solicitação de Compartilhamento (Local, data) Companhia Energética do Ceará Coelce Rua Padre Valdevino, 150 Joaquim Távora Fortaleza-CE Assunto: Solicitação de Compartilhamento de Postes da Coelce. Prezados Senhores, Solicitamos o compartilhamento de postes de propriedade da Coelce, para o uso único e exclusivo de instalação de rede de telecomunicação desta empresa, nos termos do art. 11 da Resolução Conjunta nº 001/99 da ANEEL, ANATEL e ANP. A instalação da rede de telecomunicação desta empresa obedecerá ao Plano de Ocupação e a Norma Técnica de compartilhamento de Infra-Estrutura da Coelce, as Normas Técnicas Brasileiras e as determinações do Poder Concedente. Desde já, comprometemo-nos a: 1. Projetar e construir as obras atendendo as Normas Técnicas da Coelce e da ABNT e de acordo com o projeto analisado e aceito pela Coelce; 3. Não iniciar/construir obras cujo projeto ainda não tenha sido aceito pela Coelce; 4. Não interferir nas linhas elétricas / instalações da Coelce e demais ocupantes; e 5. Cumprir as demais determinações contidas na. Informamos, ainda, que estamos cientes de que o não cumprimento destes requisitos e demais normas técnicas e recomendações da Coelce, ensejará o impedimento do compartilhamento de postes da Coelce para a prestação de quaisquer tipos de serviços, sem prejuízo das sanções legais, civis e criminais, que poderão advir. Reconhecemos, também, que, ocorrendo qualquer das infrações descritas acima, tanto o Projetista como o Construtor, ambos responsáveis pelo projeto e execução da obra, sofrerão as sanções pertinentes. Para esclarecimento ou resposta para esta solicitação, deve ser enviada correspondência, fax (indicar número do fax) ou (indicar ) para (nome / cargo / área), para o seguinte endereço: (rua, número, bairro, cidade, CEP). Atenciosamente. (Nome) (Cargo)

16 12/15 DESENHOS

17

18

19 TIPO DE CONDUTOR NOME DA OCUPANTE

006/2013 NORMA TÉCNICA NT-006/2013 R-03 COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA DE LINHA DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

006/2013 NORMA TÉCNICA NT-006/2013 R-03 COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA DE LINHA DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA 006/2013 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DA REDE 006/2013 NORMA TÉCNICA /2013 R- FOLHA DE CONTROLE I NOV/2012 APRESENTAÇÃO Esta Norma tem por objetivo estabelecer os procedimentos aplicáveis

Leia mais

Compartilhamento de Infraestrutura de Rede de Distribuição Aérea com Redes de Telecomunicações

Compartilhamento de Infraestrutura de Rede de Distribuição Aérea com Redes de Telecomunicações ID-4.044 Compartilhamento de Infraestrutura de Rede de Distribuição Aérea com Redes de Telecomunicações Diretoria de Engenharia Gerência de Serviços Técnicos ELABORADO: Luiz Eduardo R. Magalhães Gerência

Leia mais

006/2015 NORMA TÉCNICA NT-006/2015 R-04 COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA DE LINHA DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

006/2015 NORMA TÉCNICA NT-006/2015 R-04 COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA DE LINHA DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DA REDE 006/2015 NORMA TÉCNICA /2015 R- FOLHA DE CONTROLE FOLHA DE CONTROLE I APRESENTAÇÃO Esta Norma tem por objetivo estabelecer os procedimentos aplicáveis

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo ESPECIFICAÇÃO VERSÃO Nº ATA Nº DATA DATA DA VIGÊNCIA 01-18/01/2013 29/01/2013 APROVADO POR SEBASTIÃO J. SANTOLIN - DTES- SUMÁRIO 1. RESUMO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...

Leia mais

COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO COM REDES DE TELECOMUNICAÇÕES

COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO COM REDES DE TELECOMUNICAÇÕES ANEXO 1 COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO COM REDES DE TELECOMUNICAÇÕES Diretoria Técnica Planejamento e Engenharia - 2 - COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

NORMA TÉCNICA DA DISTRIBUIÇÃO NTD - 04 MANUAL TÉCNICO DE COMPARTILHAMENTO DE POSTES

NORMA TÉCNICA DA DISTRIBUIÇÃO NTD - 04 MANUAL TÉCNICO DE COMPARTILHAMENTO DE POSTES NORMA TÉCNICA DA DISTRIBUIÇÃO NTD - 04 MANUAL TÉCNICO DE COMPARTILHAMENTO DE POSTES 29.09.2000 3/18 PÁG. 1. OBJETIVO... 3/18 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 3/18 3. S COMPLEMENTARES... 3/18 4. TERMINOLOGIA...

Leia mais

3. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

3. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 1. OBJETIVO Esta Norma estabelece os procedimentos e condições técnicas mínimas para permitir o compartilhamento da infra-estrutura da Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. CEMAT com empresa prestadora

Leia mais

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO EMISSÃO: CT-DEZEMBRO/03 REVISÃO: CT-FEVEREIRO/04 FOLHA : 1 / 3 SUMÁRIO 1 - OBJETIVO 2 - CAMPO DE APLICAÇÃO 3 - NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4 - DEFINIÇÕES 5 - CONDIÇÕES

Leia mais

HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior

HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior Compartilhamento de Postes da Rede de Energia Elétrical Processo Planejar, Ampliar e Melhorar o Sistema Elétrico Atividade Obras de Distribuição Código Edição Data VR01.02-01.015 2ª Folha 1 DE 15 16/10/2008

Leia mais

COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS NTC - 001 NORMA DE COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA

COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS NTC - 001 NORMA DE COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS NTC - 001 NORMA DE COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA Outubro 2008 Companhia Energética de Alagoas-CEAL Superintendência de Projetos e Obras-SPP Gerencia de Projetos e Obras

Leia mais

ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA

ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA NORMA TÉCNICA CELG D Compartilhamento de Infraestrutura com Redes de Telecomunicações e Demais Ocupantes NTC-15 Revisão 2 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. OBJETIVO 1 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 2 3. NORMAS E DOCUMENTOS

Leia mais

DEPARTAMENTO DE DISTRIBUIÇÃO

DEPARTAMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 1 OBJETIVOS Esta norma estabelece os requisitos, condições técnicas mínimas e os procedimentos a serem seguidos na elaboração e apresentação de projetos de compartilhamento de infraestrutura das redes

Leia mais

3.4 Equipamento Dispositivo de propriedade da Distribuidora ou da Ocupante, com forma, dimensões e massa perfeitamente definidos e especificados.

3.4 Equipamento Dispositivo de propriedade da Distribuidora ou da Ocupante, com forma, dimensões e massa perfeitamente definidos e especificados. Norma: ENERGIA ELÉTRICA Processo: PROJETO E CONSTRUÇÃO Subprocesso: INSTALAÇÃO ELÉTRICA DE CONSUMIDORES 1/16 Primeira Edição: Edição: Data: 1. OBJETIVO Estabelecer critérios para aprovação de projetos

Leia mais

NORMA TÉCNICA CELG D. Estruturas para Redes de Distribuição Aéreas Rurais Classes 15 e 36,2 kv. NTC-06 Revisão 1

NORMA TÉCNICA CELG D. Estruturas para Redes de Distribuição Aéreas Rurais Classes 15 e 36,2 kv. NTC-06 Revisão 1 NORMA TÉCNICA CELG D Estruturas para Redes de Distribuição Aéreas Rurais Classes 15 e 36,2 kv NTC-06 Revisão 1 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. INTRODUÇÃO 1 2. OBJETIVO 2 3. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Leia mais

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-009

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-009 NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-009 NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-009 CRITÉRIOS PARA COMPARTILHAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DA REDE ELÉTRICA DE DISTRIBUIÇÃO SUMÁRIO 1. OBJETIVOS......... 1 2. CAMPO

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA I-313.0015 COMPARTILHAMENTO DE

Leia mais

CRITÉRIO DE PROJETO CP 015 DISTRIBUIÇÃO AÉREA ECONÔMICA - DAE

CRITÉRIO DE PROJETO CP 015 DISTRIBUIÇÃO AÉREA ECONÔMICA - DAE CRITÉRIO DE PROJETO CP 015 DISTRIBUIÇÃO AÉREA ECONÔMICA - DAE DOCUMENTO NORMATIVO CRITÉRIO DE PROJETO DISTRIBUIÇÃO AÉREA ECONÔMICA - DAE Código Página Revisão Emissão CP 015 I 1 JAN/2004 APRESENTAÇÃO A

Leia mais

N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 11768 Procedimento 1.0 Luis Henrique F. Pinto 05/10/2007 1 de 29

N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: 11768 Procedimento 1.0 Luis Henrique F. Pinto 05/10/2007 1 de 29 1. OBJETIVO Esta Norma define os procedimentos técnicos para atendimento das solicitações de Compartilhamento de Postes do sistema elétrico da RGE, para instalação de redes telefônicas, TV a cabo e outros

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 581, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 581, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 581, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos aplicáveis ao cumprimento do disposto no "caput" do art. 5º do Regulamento Conjunto

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE MPN-DP-01/MN-3 TÍTULO: INSTALAÇÕES BÁSICAS DE BT ISOLADA Página 1 MPN-DP-01/MN-3 TÍTULO: INSTALAÇÕES BÁSICAS DE BT ISOLADA ÍNDICE CAPÍTULO Página 1. OBJETIVO 4 2. APLICAÇÃO 4 3. AFASTAMENTOS MÍNIMOS 5

Leia mais

DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA DT-104/2010 R-03

DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA DT-104/2010 R-03 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA /2010 R- FOLHA DE CONTROLE I APRESENTAÇÃO A presente Decisão Técnica R substitui a R02 e visa estabelecer instruções técnicas para

Leia mais

NT - CRITÉRIOS PARA PROJETOS DE REDES E LINHA AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO IT - APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO E SUBESTAÇÃO REBAIXADORA

NT - CRITÉRIOS PARA PROJETOS DE REDES E LINHA AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO IT - APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO E SUBESTAÇÃO REBAIXADORA Página 1 de 1. OBJETIVO 2. ÂMBO DE APLICAÇÃO 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. ANEXOS 6. VIGÊNCIA. APROVAÇÃO Página 2 de 1. OBJETIVO Esta norma estabelece as condições exigíveis

Leia mais

Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição de energia.

Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição de energia. fls. 1/11 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição

Leia mais

DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA DT-068/2010 R-03

DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA DT-068/2010 R-03 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT DECISÃO TÉCNICA DT-068/2010 R-03 FOLHA DE CONTROLE DECISÃO TÉCNICA Código Página Revisão Emissão DT-068 I 03 OUT/2010 APRESENTAÇÃO As prescrições

Leia mais

MA NU AL DE PR OC ED IM EN TO S

MA NU AL DE PR OC ED IM EN TO S MA NU AL DE PR OC ED IM EN TO S SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA I-313.0015 COMPARTILHAMENTO

Leia mais

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO DE REDE DE ENERGIA ELÉTRICA NAS FAIXAS DE DOMÍNIO SOB JURISDIÇÃO DO DERBA

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO DE REDE DE ENERGIA ELÉTRICA NAS FAIXAS DE DOMÍNIO SOB JURISDIÇÃO DO DERBA 1. OBJETIVO Estabelecer instruções, critérios e condições para implantação de rede de transmissão e/ou distribuição de energia elétrica nas faixas de domínio das rodovias sob jurisdição do DERBA, assim

Leia mais

1.1. Locação da rede de distribuição

1.1. Locação da rede de distribuição 1. Rodovias O uso da faixa de domínio das estradas de rodagem estaduais e federais delegadas, é regulamentada pela Decisão Normativa nº 35, de 18 de agosto de 2003, emitida pelo DAER/RS. 1.1. Locação da

Leia mais

DIRETORIA TÉCNICA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT 034/2008 PADRÃO DE ESTRUTURA PE-034/2008 R-02 ESTRUTURAS ESPECIAIS

DIRETORIA TÉCNICA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT 034/2008 PADRÃO DE ESTRUTURA PE-034/2008 R-02 ESTRUTURAS ESPECIAIS DIRETORIA TÉCNICA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT 034/2008 PADRÃO DE ESTRUTURA PE-034/2008 R-02 ESTRUTURAS ESPECIAIS FOLHA DE CONTROLE PADRÃO DE ESTRUTURA ESTRUTURAS ESPECIAIS Código Página

Leia mais

CRITÉRIOS DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS TRAVESSIA DE OCUPAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO

CRITÉRIOS DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS TRAVESSIA DE OCUPAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO 1/16 1. Rodovias O uso da faixa de domínio das estradas de rodagem estaduais e federais delegadas, é regulamentada pela Decisão Normativa nº 35, de 18 de agosto de 2003, emitida pelo DAER/RS. 1.1. Locação

Leia mais

Redes Protegidas Compactas - Critérios para Projetos e Padronização de Estruturas. Norma. Revisão 03 07/2014 NORMA ND.12

Redes Protegidas Compactas - Critérios para Projetos e Padronização de Estruturas. Norma. Revisão 03 07/2014 NORMA ND.12 Redes Protegidas Compactas - Critérios para Projetos e Padronização de Estruturas Norma 07/2014 NORMA ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Rua Ary Antenor de Souza, 321 Jd. Nova

Leia mais

NORMA TÉCNICA CELG. Estruturas para Redes Aéreas Isoladas em Tensão Secundária de Distribuição. NTC-18 Revisão 2

NORMA TÉCNICA CELG. Estruturas para Redes Aéreas Isoladas em Tensão Secundária de Distribuição. NTC-18 Revisão 2 NORMA TÉCNICA CELG Estruturas para Redes Aéreas Isoladas em Tensão Secundária de Distribuição NTC-18 Revisão 2 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. INTRODUÇÃO 1 2. OBJETIVO 2 3. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Leia mais

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS

DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS CAPÍTULO 2: ESQUEMA GERAL DA TUBULAÇÃO TELEFÔNICA. RECOMENDAÇÕES A tubulação telefônica é dimensionada em função da quantidade de pontos telefônicos previsto para cada parte do edifício. Cada ponto telefônico

Leia mais

INTRODUÇÃO POSTES ATERRAMENTO ESTAIAMENTO CONDUTORES

INTRODUÇÃO POSTES ATERRAMENTO ESTAIAMENTO CONDUTORES 3$'5 2'((6758785$6 '(/,1+$6(5('(6 PARTE 1 ASPECTOS GERAIS INTRODUÇÃO POSTES ATERRAMENTO ESTAIAMENTO CONDUTORES Gerência de Planejamento e Engenharia Processo de Engenharia e Obras ASPECTOS GERAIS PARTE

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO CT - 56 SOLICITAÇÃO DE ATENDIMENTO TÉCNICO ATRAVÉS DOS CANAIS DE ATENDIMENTO ELETRÔNICO. Página 1 de 16

COMUNICADO TÉCNICO CT - 56 SOLICITAÇÃO DE ATENDIMENTO TÉCNICO ATRAVÉS DOS CANAIS DE ATENDIMENTO ELETRÔNICO. Página 1 de 16 Página 1 de 16 COMUNICADO TÉCNICO CT - 56 SOLICITAÇÃO DE ATENDIMENTO TÉCNICO ATRAVÉS DOS CANAIS DE ATENDIMENTO ELETRÔNICO Diretoria de Engenharia e Serviços Gerência de Engenharia da Distribuição Gerência

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo PADRÃO TÉCNICO VERSÃO Nº ATA Nº DATA DATA DA VIGÊNCIA 00-13/07/2009 13/07/2009 APROVADO POR José Rubens Macedo Junior SUMÁRIO 1. RESUMO...3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...3 3.

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-144/2013 R-00

DECISÃO TÉCNICA DT-144/2013 R-00 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DA REDE DT-144/2013 DECISÃO TÉCNICA DT-144/2013 R-00 INSTALAÇÃO DE CAIXA DE PROTEÇÃO SECUNDÁRIA NA REDE DE BAIXA TENSÃO FOLHA DE CONTROLE DECISÃO TÉCNICA INSTALAÇÃO

Leia mais

Relação de Documentos necessários para Aprovação de Projetos Particulares. Check-List. Gerência de Serviços Técnicos - Departamento de Projeto

Relação de Documentos necessários para Aprovação de Projetos Particulares. Check-List. Gerência de Serviços Técnicos - Departamento de Projeto Relação de Documentos necessários para Aprovação de Projetos Particulares Check-List Gerência de Serviços Técnicos - Departamento de Projeto Diretoria de Serviços Operacionais 1. RESUMO Relação de documentos

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ESTRUTURAS PARA MONTAGEM DE REDES AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO URBANA SECUNDÁRIA COM CABOS MULTIPLEXADOS APRESENTAÇÃO

PADRONIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ESTRUTURAS PARA MONTAGEM DE REDES AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO URBANA SECUNDÁRIA COM CABOS MULTIPLEXADOS APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO 1-1 SUMÁRIO SEÇÃO 1 Apresentação SEÇÃO 2 Engastamento de postes SEÇÃO 3 Afastamentos mínimos SEÇÃO 4 Instalações básicas SEÇÃO 5 Cruzamentos SEÇÃO 6 Rabichos SEÇÃO 7 Aterramento 1 OBJETIVO

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo PADRÃO TÉCNICO VERSÃO Nº ATA Nº DATA DATA DA VIGÊNCIA 01-17/09/2012 22/10/2012 ENGENHARIA E SISTEMAS TÉCNICOS (DTES-ES) APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI (DTES-ES) SUMÁRIO

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO CT - 59. CRITÉRIOS PARA ATENDIMENTO DE CLIENTES COM CARGA INSTALADA ACIMA DE 75 kw. Página 1 de 11. Diretoria de Engenharia

COMUNICADO TÉCNICO CT - 59. CRITÉRIOS PARA ATENDIMENTO DE CLIENTES COM CARGA INSTALADA ACIMA DE 75 kw. Página 1 de 11. Diretoria de Engenharia Página 1 de 11 COMUNICADO TÉCNICO CT - 59 CRITÉRIOS PARA ATENDIMENTO DE CLIENTES COM CARGA INSTALADA ACIMA DE 75 kw Diretoria de Engenharia Diretoria de Operações e Planejamento Diretoria Comercial Gerência

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO REFERÊNCIA: DADOS DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: DESCRIÇÃO SUMÁRIA DA OBRA:

MEMORIAL DESCRITIVO REFERÊNCIA: DADOS DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: DESCRIÇÃO SUMÁRIA DA OBRA: MEMORIAL DESCRITIVO REFERÊNCIA: Projeto de três trechos de Rede Aérea de Fibra Óptica para a Prefeitura Municipal de São Lourenço do Oeste. DADOS DO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: Nome do Responsável Técnico:

Leia mais

Critérios Básicos para Elaboração de Projetos de Redes de Distribuição Aérea Especial DAE

Critérios Básicos para Elaboração de Projetos de Redes de Distribuição Aérea Especial DAE ITA - 006 Rev. 0 Setembro / 2003 Critérios Básicos para Elaboração de Projetos de Redes de Distribuição Aérea Especial DAE Praça Leoni Ramos n 1 São Domingos Niterói RJ Cep 24210-205 http:\\ www.ampla.com

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM MÉDIA TENSÃO 13.8KV CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA RUA OSVALDO PRIMO CAXILÉ, S/N ITAPIPOCA - CE 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

DEFINIÇÕES. Entrada de energia. Entrada de serviço

DEFINIÇÕES. Entrada de energia. Entrada de serviço 1 Entrada de energia DEFINIÇÕES Instalação de responsabilidade do consumidor, compreendendo ramal de entrada, poste particular ou pontalete, caixas, dispositivos de proteção, eletrodo de aterramento e

Leia mais

CRITÉRIO DE PROJETO CP-003/2006 R-01

CRITÉRIO DE PROJETO CP-003/2006 R-01 DIRETORIA TÉCNICA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT CRITÉRIO DE PROJETO CP-003/2006 R-0 REDE DE DISTRIBUIÇÃO RURAL MONOFILAR DEPARTAMENTO DE NORMAS E PROCEDIMENTOS CP-003/2006 R-0 DOCUMENTO

Leia mais

ÍNDICE NTD-15 MONTAGEM DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL TRIFÁSICA E MONOFÁSICA 13,8 E 34,5 KV

ÍNDICE NTD-15 MONTAGEM DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL TRIFÁSICA E MONOFÁSICA 13,8 E 34,5 KV ÍNDICE APRESENTAÇÃO....2 1-OBJETIVO...3 2-AMPLITUDE... 3 3-RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO...3 4-INSTRUÇÕES GERAIS...3 5-CONDUTORES...4 6-PROCEDIMENTOS...5 6.1- Afastamentos padronizados...5 6.2-Engastamento

Leia mais

NORMA TÉCNICA CELG. Simbologia para Projetos de Redes de Distribuição de Energia Elétrica Urbanas e Rurais NTC-64

NORMA TÉCNICA CELG. Simbologia para Projetos de Redes de Distribuição de Energia Elétrica Urbanas e Rurais NTC-64 NORMA TÉCNICA CELG Simbologia para Projetos de Redes de Distribuição de Energia Elétrica Urbanas e Rurais NTC-64 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. INTRODUÇÃO 1 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3. TIPOS

Leia mais

2.5. Obras todas as obras e/ou serviços que utilizam a faixa de domínio, no sentido transversal e/ou longitudinal ou em áreas localizadas;

2.5. Obras todas as obras e/ou serviços que utilizam a faixa de domínio, no sentido transversal e/ou longitudinal ou em áreas localizadas; 1. OBJETIVO Estabelecer instruções, critérios e condições para implantação de rede de telecomunicações (cabos metálicos ou de fibras ópticas) nas faixas de domínio das rodovias sob jurisdição do DERBA,

Leia mais

PADRÃO TÉCNICO SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA COM CONDUTORES NUS PT.DT.PDN.03.05.012 01 POSTE DE CONCRETO DE SEÇÃO DUPLO T

PADRÃO TÉCNICO SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA COM CONDUTORES NUS PT.DT.PDN.03.05.012 01 POSTE DE CONCRETO DE SEÇÃO DUPLO T SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO PADRÃO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA COM CONDUTORES NUS PT.DT.PDN.03.05.012 01 APROVADO POR PAULO JORGE TAVARES DE LIMA DSEE 11/12/2014 DATA SUMÁRIO

Leia mais

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-004 INSTALAÇÕES BÁSICAS PARA CONSTRUÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO URBANA

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-004 INSTALAÇÕES BÁSICAS PARA CONSTRUÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO URBANA NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-004 INSTALAÇÕES BÁSICAS PARA CONSTRUÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO URBANA SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ASPECTOS GERAIS... 1 3. EXCEÇÕES... 1 4. TENSÕES DE FORNECIMENTO...

Leia mais

ENGENHARIA E PROJETOS ELÉTRICOS LTDA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO

ENGENHARIA E PROJETOS ELÉTRICOS LTDA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO OBRA: SUBESTAÇÃO 500KVA PROPRIETÁRIO: TRT TRIBUNAL REGIONALDO TRABALHO 12ºREGIÃO RESPONSÁVEL TÉCNICO: ENG. EMERSON CESAR PADOIN PADOIN ENGENHARIA E PROJETOS LTDA MEMORIAL

Leia mais

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTE - 028

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTE - 028 NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTE - 028 MONTAGEM DE S PRIMÁRIAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA AÉREA, RURAL, COM CONDUTORES NUS - 13,8 E 34,5 kv DIRETORIA DE ENGENHARIA CORPORATIVA INDICE 1- OBJETIVO...

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-068/2006 R-02 TRANSPORTE DE POSTE E DE RESÍDUOS DE CONCRETO

DECISÃO TÉCNICA DT-068/2006 R-02 TRANSPORTE DE POSTE E DE RESÍDUOS DE CONCRETO DECISÃO TÉCNICA DT-068/2006 R-02 TRANSPORTE DE POSTE E DE RESÍDUOS DE CONCRETO DOCUMENTO NORMATIVO DECISÃO TÉCNICA TRANSPORTE DE POSTES E DE RESÌDUOS DE CONCRETO Código Página Revisão Emissão DT-068 I

Leia mais

ANDAIMES SUSPENSOS (Alterado pela Portaria SIT n.º 30, de 20 de dezembro de 2001)

ANDAIMES SUSPENSOS (Alterado pela Portaria SIT n.º 30, de 20 de dezembro de 2001) NR-18 Andaime Suspenso Mecânico ANDAIMES SUSPENSOS (Alterado pela Portaria SIT n.º 30, de 20 de dezembro de 2001) NR-18.15.30 Os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio dos andaimes

Leia mais

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-005 INSTALAÇÕES BÁSICAS PARA CONSTRUÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO RURAL

NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-005 INSTALAÇÕES BÁSICAS PARA CONSTRUÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO RURAL NORMA DE DISTRIBUIÇÃO UNIFICADA NDU-005 INSTALAÇÕES BÁSICAS PARA CONSTRUÇÃO DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO RURAL SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. ASPECTOS GERAIS... 2 3. EXCEÇÕES... 2 4. TENSÕES DE FORNECIMENTO...

Leia mais

NT 6.005. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Felisberto M. Takahashi Elio Vicentini. Preparado.

NT 6.005. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Felisberto M. Takahashi Elio Vicentini. Preparado. NT.005 Requisitos Mínimos para Interligação de Gerador de Consumidor Primário com a Rede de Distribuição da Eletropaulo Metropolitana com Paralelismo Momentâneo Nota Técnica Diretoria de Planejamento e

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE MPN-DP-1/MN-3 29/5/212 RES nº 85/212, 29/5/212 TÍTULO: INSTALAÇÕES BÁSICAS DE BT ISOLADA Página 1 MPN-DP-1/MN-3 29/5/212 RES nº 85/212, 29/5/212 TÍTULO: INSTALAÇÕES BÁSICAS DE BT ISOLADA ÍNDICE CAPÍTULO

Leia mais

PLANO DE CURSO PARCERIA SENAI

PLANO DE CURSO PARCERIA SENAI PLANO DE CURSO PARCERIA SENAI 1 - NOME DO CURSO: Projetos de RDI / RDP: RDI: Redes de Distribuição Aéreas Isoladas; RDP: Redes de Distribuição Aéreas Protegidas (Compactas). 2 - ÁREA: Eletrotécnica Sub

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais A

Instalações Elétricas Prediais A Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 7 Simbologia de Projetos Elétricos Porto Alegre - 2012 Tópicos Projeto de instalações elétricas prediais Simbologia para instalações

Leia mais

PADRÃO DE ESTRUTURA PE 031 R 03 REDE PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE ENERGIA ELÉTRICA URBANA E RURAL

PADRÃO DE ESTRUTURA PE 031 R 03 REDE PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE ENERGIA ELÉTRICA URBANA E RURAL PADRÃO DE ESTRUTURA PE 031 R 03 REDE PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA DE ENERGIA ELÉTRICA URBANA E RURAL DOCUMENTO NORMATIVO Código PADRÃO DE ESTRUTURA PE - 031 Página I REDE PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

Leia mais

PADRÃO DE ENTRADA DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS MANUAL SIMPLIFICADO

PADRÃO DE ENTRADA DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS MANUAL SIMPLIFICADO PADRÃO DE ENTRADA DE E N E R G I A E L É T R I C A E M INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS MANUAL SIMPLIFICADO www.celesc.com.br PADRÃO DE ENTRADA DE E N E R G I A E L É T R I C A E M INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS MANUAL

Leia mais

Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição. Professor Jorge Alexandre A. Fotius

Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição. Professor Jorge Alexandre A. Fotius Aula 08 Instalações Elétricas de Distribuição Professor Jorge Alexandre A. Fotius Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Redes Aéreas Em áreas urbanas com baixa densidade

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA Código NTD-. Data da emissão 1.. Data da última revisão 31.. Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares 3 Definições Condições

Leia mais

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHOS PUBLICITÁRIOS A SEREM INSTALADOS NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DAS RODOVIAS

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHOS PUBLICITÁRIOS A SEREM INSTALADOS NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DAS RODOVIAS INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE A SEREM INSTALADOS NAS FAIXAS DE DOMÍNIO DAS RODOVIAS DO SISTEMA RODOVIÁRIO DO DISTRITO FEDERAL 1. OBJETIVO Estabelecer complementação visando instruir

Leia mais

POSTE DE CONCRETO PARA APLICAÇÃO EM ENTRADAS DE SERVIÇO

POSTE DE CONCRETO PARA APLICAÇÃO EM ENTRADAS DE SERVIÇO Exigências Mínimas 1 Objetivo Estabelecer as condições mínimas para construção de postes de concreto armado ou concreto protendido, destinados à utilização em entradas de serviço de unidades consumidoras,

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO À ENERSUL

PROCEDIMENTOS DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO À ENERSUL T Í T U L O ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO Nº APROVAÇÃO DATA DATA DA R3 DCMD 01/09/2014 01/10/2014 CONTROLE DE REVISÃO Data Responsáveis Descrição 01/09/2014 R3 Elaboração: Eng. Alberto J.

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ESTRUTURAS PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA COM CABOS COBERTOS FIXADOS EM ESPAÇADORES APRESENTAÇÃO

PADRONIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ESTRUTURAS PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA COM CABOS COBERTOS FIXADOS EM ESPAÇADORES APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO 1-1 SUMÁRIO SEÇÃO 1 Apresentação SEÇÃO 2 Engastamento de postes SEÇÃO 3 Afastamentos mínimos SEÇÃO 4 Instalações básicas SEÇÃO 5 Amarrações SEÇÃO 6 Cruzamentos SEÇÃO 7 Conexões e Emendas SEÇÃO

Leia mais

NOTA TÉCNICA 6.008. Página 1 de 24. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição

NOTA TÉCNICA 6.008. Página 1 de 24. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição Página 1 de 4 NOTA TÉCNICA 6.008 REQUISITOS MÍNIMOS PARA INTERLIGAÇÃO DE GERADOR PARTICULAR COM A REDE DE DISTRIBUIÇÃO DA AES ELETROPAULO UTILIZANDO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA COM INTERRUPÇÃO

Leia mais

NTE - 011 PADRÕES PRÉ-FABRICADOS

NTE - 011 PADRÕES PRÉ-FABRICADOS NORMA TÉCNICA NTE - 011 PADRÕES PRÉ-FABRICADOS 1. OBJETIVO Esta norma tem por objetivo padronizar, especificar e fixar os critérios e as exigências técnicas mínimas relativas à fabricação e o recebimento

Leia mais

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Norma 05/2014 NORMA ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejamento e Operação

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

ENE065 Instalações Elétricas I

ENE065 Instalações Elétricas I 12/03/2012 ENE065 Instalações Elétricas I Prof.: Ivo Chaves da Silva Junior ivo.junior@ufjf.edu.br Informações ENE065 http://www.ufjf.br/ivo_junior/ ENE065_NOTURNO Generalidades Sistema Elétrico de Potência

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO À ENERSUL

PROCEDIMENTOS DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO À ENERSUL PROCEDIMENTO DA DISTRIBUIÇÃO VERSÃO Nº R1 DATA DATA DA VIGÊNCIA 15/07/2013 Histórico de Revisões Revisão Alterações Data R0 - Versão Inicial. 21/06/2013 R1 - Acrescentado Medição Agrupada, Cabinas e Postos

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO À ENERSUL

PROCEDIMENTOS DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ELÉTRICO À ENERSUL PROCEDIMENTO DA DISTRIBUIÇÃO VERSÃO Nº R0 DATA DATA DA VIGÊNCIA 15/07/2013 Histórico de Revisões Revisão Alterações Data R0 - Versão Inicial. 21/06/2013 Página 2 de 10 1. ENCAMINHAMENTO Para apresentação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 001, DE 24 DE NOVEMBRO DE 1999 (*) Vide alterações e inclusões no final do texto

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MANUAL DE PROCEDIMENTOS SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA I-313.0002 PROCEDIMENTOS PARA

Leia mais

COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS PLANO DE OCUPAÇÃO DE INFRAESTRUTURA

COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS PLANO DE OCUPAÇÃO DE INFRAESTRUTURA COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS PLANO DE OCUPAÇÃO DE INFRAESTRUTURA Outubro 2008 1 Companhia Energética de Alagoas-CEAL Superintendência de Projetos e Obras-SPP Gerencia de Projetos e Obras de Distribuição-GPD

Leia mais

MONTAGEM DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL-13,8kV e 34,5kV

MONTAGEM DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL-13,8kV e 34,5kV MONTAGEM DE S DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA NTD-14 NTD 14 MONTAGEM DE S DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA CONTROLE DE VERSÕES NTD-14 - MONTAGEM DE S DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA Nº.: DATA VERSÃO 1 13/07/4 0 2 03/9 1 NTD 14 MONTAGEM

Leia mais

Realizar novas ligações. Executa ligação BT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior

Realizar novas ligações. Executa ligação BT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras do Programa Minha Casa Minha Vida com Telemedição Processo Atividade Realizar novas ligações Executa ligação BT Código

Leia mais

POP-04.0001. Transporte, armazenamento, preservação, manuseio, instalação e ensaios de cabos elétricos

POP-04.0001. Transporte, armazenamento, preservação, manuseio, instalação e ensaios de cabos elétricos 1 Objetivo Procedimento Operacional Pág.: 1/15 Determinar as condições exigíveis de acondicionamento, transporte, armazenamento e movimentação de bobinas de condutores elétricos, visando à integridade

Leia mais

Projeto de Rede Telefônica

Projeto de Rede Telefônica Projeto de Rede Telefônica Prof. Manoel Henrique Sequencia Definições e materiais. Caixas de distribuição Blocos de terminais Caixas de passagem Tubulação Entrada Primária Secundária Cabos telefônicos

Leia mais

ANEXO XIII - PROJETO BÁSICO

ANEXO XIII - PROJETO BÁSICO Contratação de Serviços de Engenharia para Instalação de Novos Pontos de IP e Complementação da Eficientização do Sistema de Iluminação Pública de Porto Alegre ANEXO XIII - PROJETO BÁSICO 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Sumário ORIENTAÇÃO TÉCNICA - DISTRIBUIÇÃO OTD 035.02.04 REDE CONVENCIONAL TRANSFORMADORES

Sumário ORIENTAÇÃO TÉCNICA - DISTRIBUIÇÃO OTD 035.02.04 REDE CONVENCIONAL TRANSFORMADORES Sumário 1. Objetivo 2. Âmbito de Aplicação 3. Documentos de Referência 4. Requisitos Ambientais 5. Condições Gerais 6. Estruturas Trifásicas com Transformadores 6.1. Estrutura M1 com Transformador 6.2.

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE ENERGIA EM ALTA TENSÃO

MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE ENERGIA EM ALTA TENSÃO MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE ENERGIA EM ALTA TENSÃO Responsável Técnico: Proprietário / Responsável Legal: Marcos Antônio de Sordi Instituto Federal de Ciência e Eng.º Eletricista CREA PR-73895/D Tecnologia

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA BRASÍLIA - DF

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA BRASÍLIA - DF INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA - DF 1 - MEMORIAL DESCRITIVO 2 MEMORIAL DESCRITIVO

Leia mais

005/2012 NORMA TÉCNICA NT-005/2012 R-01

005/2012 NORMA TÉCNICA NT-005/2012 R-01 005/2012 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT 005/2012 NORMA TÉCNICA NT-005/2012 R-01 FOLHA DE CONTROLE NORMA TÉCNICA Código Página Revisão Emissão NT-005 I 01 AGO/2012 APRESENTAÇÃO Esta

Leia mais

NT 6.010. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Elio Vicentini Ermínio Belvedere João Martins.

NT 6.010. Nota Técnica. Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia. Elio Vicentini Ermínio Belvedere João Martins. NT 6.010 Requisitos Mínimos Para Interligação de Gerador de Consumidor Secundário com a Rede de Distribuição da Eletropaulo Metropolitana com Paralelismo Momentâneo Nota Técnica Diretoria de Planejamento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO 002/2012/3300/3000 SERVIÇOS DE SURVEY E PROJETOS DE REDES DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA PARA OS ESTADOS DA REGIÃO NORTE.

TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO 002/2012/3300/3000 SERVIÇOS DE SURVEY E PROJETOS DE REDES DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA PARA OS ESTADOS DA REGIÃO NORTE. TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO 002/2012/3300/3000 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE SURVEY E PROJETOS DE REDES DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA PARA OS ESTADOS DA REGIÃO NORTE. 1. OBJETIVO: 1.1.

Leia mais

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO DE POLIDUTOS NAS FAIXAS DE DOMÍNIO SOB JURISDIÇÃO DO DERBA

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO DE POLIDUTOS NAS FAIXAS DE DOMÍNIO SOB JURISDIÇÃO DO DERBA 1. OBJETIVO Estabelecer instruções, critérios e condições para implantação de polidutos (oleodutos, gasodutos, tubulações diversas, etc) nas faixas de domínio das rodovias sob jurisdição do DERBA, assim

Leia mais

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS RELACIONADOS COM A IMPLANTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DAS REDES DE ENERGIA ELÉTRICA EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DE INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DA BAHIA 1. OBJETIVO

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DE INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DA BAHIA 1. OBJETIVO 1. OBJETIVO Estabelecer instruções, critérios e condições para implantação de adutoras de água e emissário de esgoto nas faixas de domínio das rodovias sob jurisdição do DERBA, assim como orientar quanto

Leia mais

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTD-RE- 001

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTD-RE- 001 NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTD-RE- 001 MONTAGEM DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO COMPACTA PROTEGIDA CLASSE 15 kv DIRETORIA DE ENGENHARIA CORPORATIVA página APRESENTAÇÃO 1. OBJETIVO...03 2. CAMPO DE APLICAÇÃO...03

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol.

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

NORMA TÉCNICA CELG D. Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição. NTC-05 Revisão 2

NORMA TÉCNICA CELG D. Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição. NTC-05 Revisão 2 NORMA TÉCNICA CELG D Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição NTC-05 Revisão 2 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. INTRODUÇÃO 1 2. OBJETIVO 2 3. CAMPO DE APLICAÇÃO 3 4. TERMINOLOGIA

Leia mais

PASSAGEM SUPERIOR E INFERIOR Revisão 26/06/12

PASSAGEM SUPERIOR E INFERIOR Revisão 26/06/12 Em atenção à solicitação de autorização para construção de Passagem Superior e Inferior, informamos que para abertura do processo e análise do pedido, serão necessários os documentos abaixo para cada Passagem.

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA Código NTD-00.024 Data da emissão 05.11.2009 Data da última

Leia mais

Critérios Construtivos do Padrão de Entrada

Critérios Construtivos do Padrão de Entrada Notas: Critérios Construtivos do Padrão de Entrada A fiação do ramal de saída deve ser a mesma fiação do ramal de entrada. O padrão de entrada na zona rural deverá ficar no mínimo de 10 metros e no máximo

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Regras práticas para projeto elétrico Iluminação, TUG, TUE Recomendações práticas Alguns símbolos diferentes (outra concessionária) Página do Professor - Manuel Rendón UFJF Manual

Leia mais

PADRÕES DE ESTRUTURA DE LAAT

PADRÕES DE ESTRUTURA DE LAAT PADRÕES DE ESTRUTURA DE LAAT PE-044 Padrão de LAAT Convencional sem Cabo Pára-raios PE-045 Padrão de LAAT Convencional com Cabo Pára-raios PE-046 Padrão de LAAT Compacta sem Cabo Pára-raios PE-047 Padrão

Leia mais

NORMA TÉCNICA. NTE-001 MONTAGEM DE REDES PRIMÁRIAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA COM CABOS COBERTOS CLASSE 15 kv. Cuiabá Mato Grosso - Brasil

NORMA TÉCNICA. NTE-001 MONTAGEM DE REDES PRIMÁRIAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA COM CABOS COBERTOS CLASSE 15 kv. Cuiabá Mato Grosso - Brasil NORMA TÉCNICA NTE-001 MONTAGEM DE REDES PRIMÁRIAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA COM CABOS COBERTOS CLASSE 15 kv Cuiabá Mato Grosso - Brasil APRESENTAÇÃO 1- OBJETIVO...04 2- CAMPO DE APLICAÇÃO...04

Leia mais