Z Y G G O QUICK START ZYGGOT ON LINE TEMPERATURE MONITORING SYSTEM PARA SISTEMA ZYGGOT TEMPERATURA COM REDES DE FIBRAS ÓPTICAS - SÉRIE 2

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1 ZYGGOT ON LINE TEMPERATURE MONITORING SYSTEM sistema de diagnóstico de temperatura sistema de termografia on line sem contato monitoramento de temperatura e proteção on line de conexões internas e componentes para painéis de média e baixa tensão, motores e transformadores Z Y G G O T PARA SISTEMA ZYGGOT TEMPERATURA COM REDES DE FIBRAS ÓPTICAS SÉRIE 2 SENSORES MODELO: PARA 2 BATERIAS ZSP/2/7/D PARA 4 BATERIAS ZSP/4/7/D OPÇÕES DE RELÉS: MODELOS VZX, VZT E VZN Zyggot é Marca Registrada da Varixx Varixx e seu logo são marcas registradas Outras marcas são registradas por seus respectivos proprietários QUALIDADE TOTAL VARIXX ISO 9001:2000 QUICKSTART ZYGGOT TEMPERATURA SÉRIE 2 V2P: Versão para redes de fibras ópticas e relés VZX, VZT E VZN

2 PREPARAÇÃO DAS FIBRAS ÓPTICAS POLIMÉRICAS FIGURA A jig de teste mira laser alicate de corte de fibra FIGURA B MALETA DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO ZYGGOT Para cada fornecimento, a Varixx inclui a Maleta de Instalação e Manutenção Zyggot. Nesta maleta há ferramentas essenciais para a instalação e manutenção da rede de comunicação em fibra óptica polimérica. Tais ferramentas são: alicate de corte (Modelo ZT2), Jig de Teste e Miralaser. A figura A apresenta uma foto ilustrativa da maleta. É importante que esta maleta esteja em posse do usuário do Sistema Zyggot, a fim de executar eventuais manutenções de maneira adequada. PREPARAÇÃO DAS FIBRAS ÓPTICAS POLIMÉRICAS As fibras ópticas poliméricas podem ser fornecidas pela Varixx ou, diante de necessidades emergenciais, a Varixx disponibiliza a especificação do fabricante fornecedor, mostrada na tabela 1. Não é possível preparar as fibras sem as ferramentas adequadas e sem um treinamento prévio (gratuito se efetuado na Varixx ou no cliente, caso solicitado) ou sem os devidos cuidados que serão expostos aqui neste manual. O Sistema Zyggot Fibra Óptica possui o processo de instalação simples, porém, caso não sejam seguidos os passos adequadamente ou ocorrer erros de preparação das fibras, podem comprometer a confiabilidade e o correto funcionamento do sistema. A vantagem de se preparar as fibras no campo durante a instalação é que o comprimento das mesmas podem ser precisamente determinados para se evitar sobras e melhorar o acabamento do sistema. ALICATE DE CORTE MODELO Zt2 A figura B ilustra o alicate de corte (Modelo ZT2). Este alicate é um instrumento de corte e decapagem de fibra óptica. No entanto, para o Sistema Zyggot Fibra Óptica, é necessário somente efetuar o corte nas extremidades. Assim, devese posicionar a extremidade da fibra óptica polimérica na posição específica para corte e acionar o dispositivo de corte do alicate. atenção: A Varixx recomenda que o corte da fibra seja feita com a ferramenta indicada neste item. Não deve ser feita com estiletes, guilhotinas, facas, tesouras, alicates comuns entre outros instrumentos de cortes não indicados. MIRALASER A mira laser (figura C) é ferramenta essencial para o direcionamento do sensor para o alvo desejado e também essencial e indicado pela Varixx para a correta instalação (colagem) da fita Unidex na área de medição. JIG DE TESTE OU TESTADOR A figura D ilustra o Jig de Teste ou também chamado Testador. Este dispositivo permite efetuar testes por trecho da integridade da rede de comunicação de fibra óptica, verificando possíveis falhas através do led de sinalização no corpo do jig que, a partir da quantidade de vezes que ele piscar, resultará em um diagnóstico do problema FIGURA C FIGURA D TABELA 1 Índce Refrativo 1.49 Abertura Numérica 0.5 Faixa de Temperatura (55ºC ~ 85ºC) Atenuação <0.15 db/m Diâmetro da Fibra 1,04 mm Diâmetro da Capa 2,2 mm Peso Aproximado 5.6 g/m JIG sensor diagnóstico 1 1 sensor OK 1 0 sensor NOK: erro LED 10 3 sensor NOK: erro TX 10 0 sensor NOK: erro RX 8 0 jig NOK: bateria fraca 2

3 INSTALAÇÃO DOS SENSORES PASSO A PASSO FIGURA 1 Alvo Área de medição DEMARCAÇÃO DO ALVO E POSICIONAMENTO DOS SENSORES FIGURA 3 FIGURA 2 Sensor 1 Conforme figura 1, devese definir a área de medição no alvo desejado. Na sequência, tendo o diâmetro da área de medição, devese definir a distância de posicionamento do sensor entre área de medição e sensor. Na figura 2, é mostrado um exemplo de aplicação para sensores de 7º de abertura de ângulo de medição, que é o padrão. A distância entre a área de medição e o sensor é de 8 vezes o valor do diâmetro da área de medição já definida. Para sensores com outros ângulos de medição, devese utilizar recursos geométricos para o cálculo, ou então, a Varixx pode disponibilizar estas informações com a solicitação do cliente. Encaixe para mira laser Base de fixação TABELA 2 MATERIAL EMISSIVIDADE (1um) Ferro e aço 0,35 Ferro e aço oxidado 0,85 Alumínio 0,13 Alumínio Oxidado 0,40 Cobre 0,06 Cobre oxidado 0,80 Tijolo 0,80 Asfalto 0,85 Amianto 0,90 FIGURA 4 FIXAÇÃO DOS SENSORES 2 Fixe o sensor no local adequado utilizando os 4 parafusos que acompanha o produto. A base plástica possui 4 furos para esta finalidade. Veja figura 3. O ângulo em relação a perpendicular a superfície do alvo deve ser de no máximo 45º. A distância máxima até o alvo deve ser menor que 10 metros. DIRECIONAMENTO DO SENSOR COM A MIRALASER 3 Após a fixação dos sensores, devese acoplar a mira laser na parte frontal do sensor e efetuar um direcionamento da luz laser emitida, ajustandoo para o centro da área de medição definida. Assim, devese apertar o único parafuso presente no corpo plástico do sensor, garantindo o direcionamento para área de medição e impossibilitando qualquer movimentação. Devese conferir se realmente o sensor está imobilizado após estes ajustes. A mira laser compõe a Maleta de Instalação e Manutenção Zyggot (conforme ilustrado na página anterior). ROLO DE FITA UNIDEX E FITAS U N I D E X J Á C O R T A D A S ( 5 C M X 5 C M ) PA RA S E R E M C O LA DAS N A Á R E A D E MEDIÇÃO. FITA UNIDEX DE EMISSIVIDADE CONHECIDA 4 A fita Unidex é feita de teflon, possui características construtivas para suportar ambientes de altas temperaturas e tem como característica principal ter a emissividade conhecida de 0,95. Após a demarcação da área de medição no alvo desejado e a fixação dos sensores devese colar a fita Unidex na área de medição com o auxílio da mira laser. Se o material do alvo tiver baixa emissividade, cole a fita Unidex para cobrir a área a ser medida. Caso o alvo seja um local impossível de se usar a fita Unidex, leve em conta o índice de emissividade do alvo, de acordo com a tabela 2 (ou consulte a emissividade do material em questão), porém em pouquíssimos casos isso deve ser feito (exemplo: alvos líquidos etc). É altamente recomendável a sua utilização em todos os alvos como garantia da emissividade do material do alvo em questão e pela facilidade de calibração e melhor precisão das leituras. Em trabalhos recentes, a Varixx verificou que os materiais Helashirink, Epóxi e Raychem possuem emissividades semelhante à fita Unidex, o que garante para estes casos uma leitura precisa mesmo sem a fita colada nos alvos. Mesmo assim, a Varixx aconselha a utilização da fita para estas situações, já que não há estudos da variação da emissividade em função da depreciação ao longo do tempo destes materiais. A Varixx envia ao cliente a quantidade de fita Unidex compatível com a quantidade de sensores. A figura 4 apresenta o rolo de fita Unidex e as fitas já cortadas no formato padrão fornecidos pela Varixx. 3

4 INSTALAÇÃO DOS SENSORES PASSO A PASSO FIGURA 5 RX TX RX TX OBSERVE: A fibra óptica sempre sai do TX de um sensor e vai para o RX do próximo sensor e assim sucessivamente. RX TX FIGURA 6 ROSCA PLÁSTICA: RODE NO SENTIDO ANTIHORÁRIO, INSIRA A FIBRA E APERTE BEM ATÉ SENTIR UMA BOA FIXAÇÃO DA FIBRA. RX TX CONEXÃO DAS FIBRAS ÓPTICAS NOS SENSORES 5 Uma vez fixados todos os sensores, conecte as fibras ópticas poliméricas de acordo com o exemplo da figura 5. A fibra óptica sempre sai do TX de um sensor e vai para o RX do próximo sensor e assim sucessivamente. Para garantir a conexão, devese soltar a rosca plástica do conector do sensor girandoa no sentido antihorário, inserir a fibra óptica até o fim e apertar muito bem a rosca plástica do conector, girandoa com a mão no sentido horário. ATENÇÃO: Não é necessário o uso de ferramentas para esse processo de rosquear (figura 6). RAIOS DE CURVATURA DAS FIBRAS CONEXÃO DAS FIBRAS ÓPTICAS NO RELÉ 7 O relé Zyggot Temperatura suporta no máximo 125 sensores. Caso se use somente um canal, deve ser usado o canal 1, com no máximo 125 sensores. Caso se use os dois canais a soma do número de sensores dos dois canais deve ser de no máximo 125. ATENÇÃO: Certifiquese que os jumpers existentes no relé estão na posição original de fábrica (figura 9). A Varixx alerta que esses jumpers são de uso exclusivo do fabricante e fora da posição de fábrica o sistema pode não funcionar. FIGURA 8 perdas em função do raio de curvatura FIGURA 7 30 mm mínimo FIGURA 9 Posição correta dos Jumpers 6 As fibras poliméricas devem ter raio mínimo de curvatura de 30 mm para que não haja perdas (figura 7). É aceitável curvas de 90º para entrada e saídas de canaletas, desde que respeitado o raio mínimo de 30 mm. Evite curvas de 180º dentro de canaletas para esconder sobras. Observe o gráfico comportamental do aumento das perdas de sinais com a diminuição do raio de curvatura conforme figura 8. perdas (db) curva raio (mm)

5 INSTALAÇÃO DO RELÉ E CIRCUITOS DE COMANDO E PROTEÇÃO CONEXÃO DO COMANDO E PROTEÇÃO DO RELÉ 0 8 U m a v e z i n s t a l a d o mecanicamente todo o sistema, faça as conexões elétricas de baixa tensão. No caso de sensores, a alimentação é pelo conector na parte superior dos m e s m o s. P a r a o r e l é d e monitoramento e proteção, siga as conexões, de acordo com o esquema da figura 10 e em caso de dúvida consulte o manual para maiores detalhes. Estão disponíveis 8 entradas digitais, 4 saídas auxiliares digitais programáveis, uma saída de Alarme 1 e uma saída de Trip ou Alarme 2. Estão disponíveis ainda 4 entradas analógicas de 4 20 ma para monitorar grandezas externas. Estão disponíveis também uma entrada de Reset e uma entrada de Operação, que é usada para informar que o equipamento entrou em operação, iniciando a contagem de tempo de Warm Up. Os relés ZYGGOT p o s s u i a i n d a u m a p o r t a d e comunicação programável (RS232 / RS485) para comunicação com sistemas supervisórios ou CLPs com protocolo de comunicação Modbus RTU. Uma outra porta CAN com protocolo CsCAN permite ainda comunicação e expansão. Loop Power Ai1 J1/11A1 Ai2 J1/12A2 Ai3 J1/13A3 Ai4 J1/14A4 AI COMMOM J1/150V IN1 J1/1I1 IN2 J1/2I2 IN3 J1/3I3 IN4 J1/4I4 IN5 J1/5I5 IN6 J1/6I6 IN7 J1/7I7 IN8 J1/8I8 IN9 J1/9I9/H1 IN COMMON J1/100V IN10 J2/1I10/H2 IN11 J2/2I11/H3 IN12 J2/3I13/H4 OUT1ALARM Operação Reset J2/4R1 J2/5C1 OUT2TRIP J2/6R2 J2/7C2 SERIAL MODBUS MJ1 MJ2 OUT3AUX1 OUT4AUX2 OUT5AUX3 OUT6AUX4 ZYGGOT RELAY V V J2/8R3 J2/9C3 J2/10R4 J2/11C4 J2/12R5 J2/13C5 J2/14R6 J2/15C6 Modulo FIGURA 10 Opcional 24 VDC (Inserido na VAC ( VDC) trazeira do relé) RJ 5

6 PROCEDIMENTOS DE START UP FIGURA 11 INTEGRIDADE DAS FIBRAS ÓPTICAS e PROCEDIMENTOS DE START UP FIGURA 12 FIGURA 13 OVERLAY RELÉ VZX FIGURA 14 OVERLAY RELÉ VZT 9 Uma vez instalado todo o sistema, devese checar a integridade do mesmo, antes de efetuar toda a programação do relé de proteção e colocar o sistema em operação. Usamos aqui como exemplo um sistema com apenas 4 sensores conectados ao canal 1. Veja figura 11. Efetue as seguintes etapas: A Verifique todas as alimentações e conexões. B Entre no menu principal, submenu Sensores e programe o número de sensores correto nos dois canais. (neste exemplo 4 no canal 1 e 0 no canal 2). C Entre na tela de comando de Piscar led dos sensores (figura 12).Devese seguir as etapas, de acordo com cada modelo de relé utilizado. Relé VZX (figura 13): Pressione a tecla K9; Relé VZT (figura 14): Pressione a tecla K4. D Insira Sensor = 0 (todos os Leds dos sensores devem piscar ao comando Piscar ou Flash ). Relé VZX: Pressione a tecla Enter e o cursor no campo começará a piscar, podendo ser inserido o numero usandose as teclas 0 a 9 ou as setas para cima e para baixo. Tecle Enter para confirmar. Relé VZT: Toque com o dedo sobre o campo numérico e aparecerá o teclado numérico para inserir o número, diretamente no display. Tecle Enter para confirmar. E Pressione o comando Flash. Relé VZX: Pressione a tecla F1 (com o símbolo de um sino, que é a primeira tecla superior esquerda ao lado do display). Relé VZT: Pressione diretamente a tecla no display sensível ao toque. Se o sistema estiver OK, todos os sensores terão o seu LED piscando por aproximadamente 4 segundos. Veja a indicação da posição do led no sensor na figura 15. Podese repetir o comando de Flash quantas vezes for necessário para se observar todos os sensores. F Interpretação Se todos os sensores piscarem o sistema provavelmente estará OK mas há uma possibilidade de falha ainda na fibra X4 (Veja Tabela 3 próxima página), ou seja, a fibra de retorno ao relé. FIGURA 15 PISCA LED DO SENSOR 6

7 PROCEDIMENTOS DE START UP G Comande uma leitura (resultados não necessariamente corretos, se a programação não estiver completa, com os índices de emissividade). Vá para a tela de comando de leitura (figura 16). Relé VZX: Pressione K1 e selecione a tela de comando pelas teclas direcionais do lado direito do display. Relé VZT: Pressione a tecla F0 (primeira a esquerda) e selecione a tela de comando pelas teclas direcionais do lado direito do display. H Estando na tela de comando selecione Sim ou Yes no campo de resposta da pergunta Ler agora? ou Read Now. Relé VZX: Pressione Enter e selecione com as setas para cima e para baixo ou no Relé VZT: Pressione o próprio campo e escolha a opção. I Após a leitura, verifique se houve indicação de temperaturas para todos os sensores (telas das figuras 17 e 18 para alvo e corpo/ar, respectivamente). J Caso seja detectado problemas com integridade da rede de comunicação, devese utilizar o evento Flash comandando a partir do Jig de Teste, efetuando o teste de integridade por trecho, seguindo a tabela de diagnóstico de falhas etiquetada no corpo do jig de teste. LEDS Piscando NENHUM 1 1 e 2 1, 2 e 3 TODOS TABELA 3 Local da Falha Fibra X1 ou Sensor 1 Fibra X2 ou Sensor 2 Fibra X3 ou Sensor 3 Fibra X4 ou Sensor 4 Sistema OK (excluir falha em X4) FIGURA 16 FINALIZANDO O STARTUP 13 Programação total Uma vez checada a integridade do sistema, termine a programação total do sistema, pelo próprio relé de proteção ou pelo programa de configuração pelo PC (consulte o manual). Efetue várias leituras e cheque a consistência das mesmas em relação a temperaturas de alvos conhecidas e temperatura ambiente. Simule atuações de alarmes e trips, reduzindo os níveis de algum dos pontos provisoriamente para valores abaixo da temperatura atual e cheque a atuação dos contatos de saída, de acordo com a configuração efetuada. Cheque também (se forem utilizadas), as indicações das entradas analógicas e indicações das entradas digitais externas. FIGURA 17 FIGURA 18 7

8 QUICKSTART ZYGGOT TEMPERATURA SÉRIE 2 V2P: Versão para redes de fibras ópticas e relés VZX, VZT E VZN QUALIDADE TOTAL VARIXX ISO 9001:2000 Zyggot é Marca Registrada da Varixx Varixx e seu logo são marcas registradas Outras marcas são registradas por seus respectivos proprietários R u a P h e l i p p e Z a i d a n M a l u f, p i r a c i c a b a s p D i s t r i t o I n d u s t r i a l U n i l e s t e C E P fone: (19) (19) fax : (19) p a r a m a i s i n f o r m a ç õ e s : i n f v a r i x x. c o m. b r c o n h e ç a n o s s o s i t e : w w w. v a r i x x. c o m. b r d o i s a n o s d e g a r a n t i a p a r a t o d a l i n h a s u p o r t e t é c n i c o e s p e c i a l i z a d o e m t o d o o B r a s i l

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