MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO FCS(PO13-01)

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1 1. OBJETIVO MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO FCS(PO13-01) Este procedimento tem como objetivo orientar os instaladores credenciados Furukawa nas instalações de cabeamento estruturado. 2. APLICAÇÃO Em toda e qualquer instalação de cabeamento estruturado com produtos Furukawa da linha FCS. 3. DOCUMENTOS RELACIONADOS Norma ANSI/TIA/EIA 568 General Requirements Norma ANSI/TIA/EIA 569 Commercial Building. Standard for Telecomm Unications. Pathways and Spaces Norma ANSI/TIA/EIA 570 Residential and Light Commercial Norma ANSI/TIA/EIA 606 Administration Standard for Commercial Telecomunications Infraestructure Norma ANSI/TIA/EIA 607 Commercial Building Grouding for Telecommunications Norma NBR Cabeamento de Telecomunicações para Edifícios Comerciais Norma NBR 5410 Instalações Elétricas 4. DEFINIÇÕES ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas ACR: Attenuation to Crosstalk Ratio ANSI: American National Standards Institute CCITT: Consultative Commitee for International Telephone and Telegraph CDDI: Copper Distibuted Data Interface CPD: Centro de Processamento de Dados DG: Distribuidor Geral EIA: Electronics Industry Association FEXT: Far End Crosstalk 1

2 5. PROCEDIMENTO 5.1. Premissas Um dos objetivos de um sistema de cabeamento estruturado é disponibilizar aos usuários uma infra-estrutura de telecomunicações que permita a interligação entre os diferentes pontos (estações de trabalho) de uma empresa, assim como entre estes e os serviços públicos de transmissão de dados e de telefonia. Estes sistemas devem ser projetados e instalados segundo padrões definidos em diversas normas internacionais, para que suportem as aplicações desenvolvidas para estes ambientes. Outra meta é estabelecer o desempenho e os critérios técnicos das várias configurações de sistemas de cabeamento e seu inter-relacionamento e a conexão de seus respectivos elementos. Deve-se observar que apenas os requisitos mínimos são identificados nas normas de cabeamento estruturado. 5.2 Constituição de um Sistema de Cabeamento Estruturado Tanto nos cabeamentos horizontais quanto em backbones, a topologia física à ser adotada será tipo estrela, contendo os seguintes elementos principais: Armário de telecomunicações cabeamento horizontal backbone área de trabalho entrada de serviços sala de equipamentos Área de Trabalho A área de trabalho é o ponto da edificação onde o usuário utiliza os serviços de 2

3 telecomunicações, e que deve ser atendido por espelho ou tomada com no mínimo dois pontos de conexão. Tomadas em área de trabalho Cabeamento Horizontal O cabeamento horizontal destina-se a interligação entre a área de trabalho e o armário de telecomunicações. A topologia do cabeamento horizontal fisicamente forma uma estrela. Isso significa que cada tomada/conector de telecomunicações tem sua própria posição mecânica de terminação no cross-connect horizontal no armário de telecomunicações Armário de Telecomunicações O armário de telecomunicações é o ponto de transição entre o backbone e os caminhos horizontais. Ele deve ser dedicado para funções de telecomunicação e facilidades de suporte. Usualmente temos um por andar. Armário de telecomunicações Backbone O cabeamento do backbone fornece interconexões entre armários de telecomunicações, salas de equipamentos e instalações de entrada. Ele inclui os cabos de backbone, cross-connects intermediários e principais, terminações de cabos e patch cables usados para conexões entre backbones. Isto inclui, também, terminações de cabo usadas para conectar o cabeamento de backbone no crossconnect horizontal Sala de Equipamentos As salas de equipamento propiciam o espaço requerido para acomodar equipamentos 3

4 de telecomunicação de uso comum por vários andares de um prédio. Sala de equipamentos Entrada de Serviços Ponto da edificação onde os serviços de telecomunicação fazem a transição para a parte externa da rede. É na entrada de serviços que o cabeamento da operadora de telefonia se conecta ao cabeamento da rede local e é também na entrada de serviços que a rede local conecta-se com o cabeamento externo, em MAN s ou WAN s. Entrada de serviços 5.3 RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS Embora este manual não aborde detalhadamente as normas de projeto e instalação de sistemas de cabeamento estruturado, ele apresenta os requisitos que são decisivos para que esse tenha o desempenho previsto. O seu conteúdo foi planejado para que os Instaladores familiarizem-se com os procedimentos exigidos para a correta instalação dos produtos FCS da Furukawa. A prática adequada de instalação é parte fundamental para a longevidade e desempenho de um sistema de cabeamento Recomendações Gerais Para garantir o melhor desempenho do sistema e de todos os materiais instalados, as seguintes condições devem ser observadas: A instalação deverá ser realizada em concordância com todas as demais recomendações deste documento. 4

5 Atendimento das normas sobre cabeamento estruturado e infra-estrutura Recomendações Específicas Área de Trabalho A norma 568 exige que no mínimo duas tomadas/conectores de telecomunicações sejam fornecidas para cada área de trabalho. Exemplo de tomadas de dados e voz Uma das tomadas/conectores pode ser atendida por um cabo UTP de 100 Ohms de 4 pares, Categoria 5e ou superior. A outra tomada/conector pode ser atendida por um segundo cabo UTP ou qualquer outro meio reconhecido (fibra óptica multimodo). Caso a opção seja UTP, requerida a Categoria 5e. Como no padrão 568, a Furukawa orienta que cada cabo UTP de quatro pares seja terminado em um conector modular de 8 posições tipo RJ-45 na tomada/conector da área de trabalho. Esta orientação elimina especificamente a possibilidade de uso de um único cabo de 4 pares aberto e com os pares divididos entre 2 conectores na área de trabalho. Ao optarmos por um meio físico horizontal, teremos que escolher as tomadas e os conectores para terminá-la. Os conectores também devem ser da mesma ou superior categoria ao do cabo selecionado. Exemplo: em um cabo categoria 5e podemos instalar tanto um conector categoria 5e quanto um conector categoria 6 ou 6A. O padrão 568 não admite derivações em ponte. Entenda-se derivação em ponte como a ocorrência de derivações múltiplas dos mesmos pares de cabo. Se, por exemplo, um dado ramal telefônico requerer uma extensão em outra área de trabalho, a conexão de múltipla ocorrência deve ser feita no bloco conector específico dentro do distribuidor geral (DG), e dois cabos de 4 pares distintos devem ser levados a cada área de trabalho atendida pelo ramal telefônico. É aceitável a utilização de um único cabo de 4 pares para duas aplicações diferentes, contanto que tais serviços não interfiram um no outro e que um dispositivo seja utilizado externamente à tomada de telecomunicações para dividir os sinais. Adaptador FURUKAWA Adaptador Y para divisão de sinais em um mesmo cabo 5

6 Não é recomendável a instalação de uma tomada de área de trabalho em um local onde haja a probabilidade de ser movida e consequentemente danificada pelo usuário final. Elas devem ser firmemente montadas em locais fixos e permanentes. A instalação de um cabo sem terminação é admitida quando cabos múltiplos forem destinados a uma área específica do edifício, de difícil acesso para recabeamento. Quando isto é feito, o cabo deve ser deixado atrás de um espelho cego, identificado como tomada de telecomunicação. As exigências adicionais quando do uso de cabos ópticos na parte horizontal do sistema de cabeamento são: Capacidade para terminar no mínimo duas fibras ópticas em um adaptador SC; Ponto apropriado para a fixação do cabo; Capacidade para armazenar 1m de cabo de fibras ópticas: a tomada também deve permitir o armazenamento de fibras. Isto é necessário para permitir folga suficiente para terminação. Fornecer um raio mínimo de curvatura de 30 mm Armário de Telecomunicações Exemplo de Armário de Telecomunicações O armário de telecomunicações de cada piso é um ponto de transição entre o backbone e os caminhos horizontais. Deve ser dedicado a funções de telecomunicações e suportar tais facilidades. Era uma prática comum localizar a aparelhagem de telecomunicações em armários 6

7 que compartilham com materiais de manutenção do edifício. Atualmente essa prática não é mais aceitável nos armários de telecomunicações. Recomenda-se que cada andar tenha seu próprio armário de telecomunicações. Isso ajuda a limitar a distância dos caminhos horizontais e permite uma boa administração dos cabos. Contudo, se as distâncias horizontais e verticais permitirem que o cabeamento chegue até as áreas de trabalho de um outro andar, um único armário pode atender a vários andares, nesta condição o cabo instalado deve ter o revestimento tipo CMR. Distribuição de rack s por andar para cabeamento horizontal Os armários devem atender a um espaço de piso de até m 2. A recomendação para o dimensionamento do armário de telecomunicações tem como base a área média de uma área de trabalho, que é 10 m 2 de espaço útil. A iluminação deverá proporcionar boa visibilidade de todas as áreas do armário de telecomunicações (valor mínimo sugerido: 540 lux, medido a 1 m acima do piso acabado). O aterramento é fator importante na localização de falhas intermitentes dos sistemas. Deve ser prevista uma interligação do armário com o eletrodo principal de aterramento do prédio. O cabeamento horizontal e o backbone devem ser terminados no armário de telecomunicações. Essas terminações não podem ser empregadas na administração de deslocamentos, expansões e modificações do sistema de cabos. Um cross-connect ou interconexão precisa ser utilizado para administrar o sistema. Essa medida também elimina a prática de terminar o cabo horizontal com um conector modular macho e ligá-lo diretamente aos equipamentos da rede. Exemplos de Cross Connect 7

8 Cabeamento Horizontal Existem dois tipos principais de meios para utilização em sistemas de cabeamento horizontal: Cabo de par trançado sem blindagem (UTP) de 100 Ohms de 4 pares, revestimento CM. Cabo de fibra óptica 62,5/125 µm ou 50/125 µm de 2 ou mais fibras. A Furukawa fabrica cabos que atendem todos os critérios acima, e utiliza a UL e a ETL para ratificar suas avaliações, de modo a assegurar uma instalação com garantia. O cabo óptico horizontal deve ser de fibras ópticas multimodo 62,5/125 µm e 50/125 µm, com no mínimo duas fibras, envolvidas por um revestimento de proteção. Os cabos UTP multipares (incluindo o Multi-Lan 25 Pares) são aceitos no cabeamento vertical, desde que os limites de distâncias estabelecidos na seção Backbone (Cabeamento Vertical) sejam respeitados. Não é permitido uso de cabos UTP de 25 pares para interligação entre o armário de telecomunicações e um MUTO (Multi User Telecommunications Outlet) ou um ponto de consolidação (normalmente Bloco 110-IDC). O cabo horizontal é limitado a um máximo de 90 metros. Os patch cables não devem ultrapassar 6 metros. Três metros adicionais foram deixados para os cordões que ligam equipamentos na área de trabalho. O comprimento total de patch cord ou jumpers de cross-connect não deve ultrapassar 10 metros. Recomenda-se adotar os valores de 6 e 3 metros para não ter que verificar se um lance ultrapassou o limite de 10 metros ao se executar remanejamentos, ampliações ou modificações. A limitação para distância horizontal de cabos de fibras ópticas também é de 90 metros. O Artigo da ANSI/NFPA 70 (Ref D.3) aplica-se, entre outros, aos itens a seguir: Separação entre cabos de energia e telecomunicações; Separação e divisores dentro de esteiras; Separação dentro de caixas ou compartimentos de tomadas Cabos metálicos (característica de flamabilidade) : Os cabos metálicos podem ser classificados quanto a sua retardância a chama, o que implica diretamente nos locais onde sua instalação é permitida por norma,como segue: 8

9 CMX = Instalações residenciais com pouca concentração de cabos e sem fluxo de ar forçado. A região de exposição do cabo não deve ser superior a 3m (instalações residenciais). CM = Aplicação genérica para instalações horizontais em instalações com alta ocupação, em locais sem fluxo de ar forçado. CMR (riser) = Indicados para instalações verticais em shafts prediais ou instalações que ultrapassem mais de um andar, em locais sem fluxo de ar forçado. CMP (plenum) = Para aplicação horizontal em locais fechados, com ou sem fluxo de ar forçado. (Dutos de ar condicionado, locais confinados). A característica de flamabilidade está associada a composição química do material de revestimento do cabo. A Classe de flamabilidade vem gravada na capa do cabo. Gravada também na capa do cabo, poderá vir a informação LSZH, (Low Smoke Zero Halogen) o que significa que o material de revestimento de cabo é livre de halogênios, o que contribui para a baixa emissão de gases tóxicos e fumaça, contribuindo diretamente na conservação do meio ambiente Backbone (Cabeamento Vertical) O cabeamento do backbone fornece interconexões entre armários de telecomunicações, salas de equipamentos e entrada de serviços. Inclui os cabos de backbone, cross-connects intermediários e principais, terminações mecânicas (blocos 110, patch panels e distribuidores ópticos) e patch ou adapter cables usados para conexões entre backbones. Isto inclui terminações mecânicas usadas para conectar o cabeamento de backbone no cross-connect horizontal. O cabeamento entre edifícios também faz parte do cabeamento de backbone. Como no cabeamento horizontal, a topologia física deve ser em estrela. Na arquitetura de backbone são permitidos no máximo dois níveis de cross-connects. Isto significa que a partir de um cross-connect horizontal, pode-se passar por somente um crossconnect (intermediário) para alcançar o cross-connect principal. A restrição a dois níveis de cross-connect é imposta para limitar a degradação do sinal em sistemas passivos e simplificar movimentos, acréscimos e alterações. O cross-connect principal também pode ser o único cross-connect de backbone necessário para alcançar o cross-connect horizontal. Não devem ser usados poços de elevador como caminhos do backbone. Os poços de elevador nem sempre são facilmente acessíveis e podem possuir fontes de elevadas EMI - Interferências Eletromagnéticas. Os caminhos de backbone mais comuns são sleeves ou conduítes de um piso para outro. Estes sleeves devem apresentar sistemas corta-fogo apropriados por razões de segurança e responsabilidade. Não é recomendável manter um caminho de backbone aberto se não houver um técnico junto do mesmo efetuando passagem de cabos ou outra operação. Os cabos de backbone admitidos são cabos UTP de 100 Ohms, fibra óptica multimodo de 62,5/125 µm ou 50/125 µm e a fibra óptica monomodo. Os cabos metálicos para backbone podem ser: cabo UTP de 100 Ohms 25 pares Categoria 5, 4 pares Categoria 5e, Categoria 6 ou Categoria 6A. A fibra multimodo deve ser de índice gradual, com diâmetro nominal do 9

10 núcleo/revestimento de 62,5/125 µm ou 50/125 µm. Qualquer cabo de fibra óptica Furukawa atende esses requisitos. Exemplo de utilização de fibras ópticas para interligações de armários 10

11 As limitações de distância para um backbone são as seguintes: HC HC A MC C IC B IC: intermediate cross-connect MC: main cross-connect HC: horizontal cross-connect Segmento Rede da Fibra Multímodo Fibra Monomodo Par Metálico HC para MC (A) 2000 m 3000 m 800 m HC para IC (B) 300 m 300 m 300 m IC para MC (C) 1700 m 2700 m 500 m A distância de backbone do IC ao MC (C) pode ser aumentada se a distância de HC a IC (B) for menor que a máxima, mas o total das duas não deve exceder o limite de distância do HC ao MC (A). Dessa forma: Em um backbone com fibras multimodo, a distância de backbone do IC ao MC (C) pode-se aumentar se a distância de HC a IC (B) for menor que 500 m, mas o total das duas não deve exceder 2000 m. Em um backbone com fibras monomodo, a distância de backbone do IC ao MC (C) pode-se aumentar se a distância de HC a IC (B) for menor que 500 m, mas o total das duas não deve exceder 3000 m. Em um backbone com cabo de pares metálicos, a distância de backbone do IC ao MC (C) pode-se aumentar se a distância de HC a IC (B) for menor que 500 m, mas o total das duas não deve exceder 800 m. As distâncias especificadas para os cabos de pares metálicos estão baseadas no cabeamento de voz. Para aplicações cuja largura de banda for maior que 5 MHz (transmissão de dados, por exemplo), o cabeamento UTP deve estar limitado a um total de 90 metros (A ou B e C). No mínimo, deve-se escolher a Categoria necessária para suportar a aplicação. Para aplicações de voz: Os patch cables e adapter cables de MC e IC deverão ser < 20 m (considere 11

12 aproximadamente 10 m em cada extremidade) Para aplicações de dados: Os patch cables e adapter cables de MC e IC deverão ser < 10 m (considere aproximadamente 5 m em cada extremidade) Cabeamento Óptico Centralizado (FTTD) Quando a topologia adotada for do tipo cabeamento óptico centralizado, descrita no boletim TSB-72 - Centralized Optical Fiber Cabling Guidelines, deverá ser adotado o método interconectado. No método interconectado, os cabos horizontais e de backbone são conectados numa relação 1 para 1 em um gabinete ou painel de ligações no armário de telecomunicações. Os cabos de backbone conectam-se na parte interna ou lado tronco do painel de ligações ou gabinete e os cabos horizontais na parte frontal ou lado do usuário. Parte interna de um distribuidor interno óptico Neste método a porção horizontal do caminho está limitada a 90 m, enquanto que a distância total da área de trabalho à sala de equipamentos pode ser de até 300 m. Deve-se deixar espaço suficiente nos cabeamentos de backbone e horizontal para permitir que o sistema seja convertido para uma topologia em estrela convencional. Lembre-se que a distância de backbone máxima para uma fibra multimodo em uma topologia em estrela convencional é de m Sala de Equipamentos Deve-se considerar a sala de equipamentos distinta dos armários de telecomunicações, pois geralmente contém equipamentos que exigem mais sistemas de apoio avançados. Assim como os armários de telecomunicações, a sala deve ser dedicada exclusivamente às funções de telecomunicações e facilidades de suporte. Sala de equipamentos 12

13 As salas de equipamentos devem ficar longe de fontes de interferência eletromagnética, a uma distância que reduzirá a interferência a 3,0 V/m em todo o espectro de freqüências. Deve-se ter atenção especial a transformadores, motores e geradores de energia elétrica, equipamento de raio X ou transmissores de radar e dispositivos de vedação por indução. Máquinas fotocopiadoras também devem ser consideradas como uma fonte potencial de interferência eletromagnética. As salas de equipamentos também devem atender a todos os requisitos solicitados para os armários de telecomunicações Cabeamento para Escritórios Abertos (Zone Cabling) Para conseguir-se flexibilidade adicional ao instalar cabeamento em escritórios abertos, as comissões TIA redigiram o TSB-75 Additional Horizontal Cabling Practices for Open Offices (Práticas Adicionais de Cabeamento Horizontal para Escritórios Abertos). Também denominado zone cabling. O documento tem por propósito propiciar flexibilidade em cabeamento horizontal, através da especificação de procedimentos opcionais no cabeamento de escritórios abertos. Há duas maneiras de conseguir essa flexibilidade: a tomada de telecomunicações multi-usuário (Multi User Telecommunications Outlet) e o ponto de consolidação (Consolidation Point). A tomada de telecomunicações multi-usuário provê a terminação dos cabos horizontais em uma única posição. Áreas de trabalho individuais são ligadas à tomada por patch/adapter cables (tais como passagens em móveis modulares), conectando diretamente os equipamentos da área. Estes cabos podem ter 20 m no máximo. A tomada de telecomunicações multi-usuário deve ser dimensionada para atender entre seis e doze áreas de trabalho. Deve ser fixada de modo permanente e posicionada de tal forma que remanejamentos das áreas de trabalho não venham a requerer seu deslocamento. Os adapter cables devem ser identificados com o número da área de trabalho na extremidade junto ao conjunto e com o identificador do conjunto e o número da porta no lado da área de trabalho. Os adapters na área de trabalho devem conter a identificação da conexão na sala de equipamentos e dentro da sala de equipamento deve haver a identificação da área de trabalho onde estes estão conectados. O comprimento dos adapter cables para tomadas multi-usuário é limitado pela distância entre a tomada multi-usuários e o armário de telecomunicações. Deve-se utilizar as fórmulas abaixo para determinar o comprimento máximo do adapter cable: 13

14 Comprimento do Cabo H [m] Comprimento Máximo Adapter Cable W [m] Comprimento Máximo Total de Patch+Adapter Cables C [m] m max 27 C = (102 - H)/1,2 W= C - 7< 20m A tabela acima relaciona valores calculados por intermédio dessas fórmulas. Em nenhum caso o comprimento do adapter cable poderá ultrapassar 20m. Deve-se observar que o comprimento total do canal (C+H) não excede o limite de 100 m. Outra solução para flexibilizar cabeamentos horizontais é o ponto de consolidação. O ponto de consolidação aplica-se em locais que tenham a necessidade de remanejamentos das áreas de trabalho. Caso esses remanejamentos sejam freqüentes, a solução é o uso de tomadas de telecomunicação multi-usuário. O ponto de consolidação deve ser fixo em uma posição que evite re-alocação quando as áreas de trabalho estiverem sendo remanejadas. Pode-se combinar o uso de um ponto de consolidação com uma tomada de telecomunicações multi-usuários na mesma ligação horizontal. 14

15 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO FCS(PO13-01) Cabeamento Horizontal 90 m (295 ft.) Armário de Telecomunicações Ponto de Consolidação Telefone (110 block) Estação de Trabalho Áreas de Trabalho Não deve-se usar mais de um ponto de consolidação no mesmo lance horizontal. As limitações de distância de um ponto de consolidação são as mesmas de cabeamento horizontal regular, um total de 90 m. Recomenda-se que o ponto de consolidação fique pelo menos 15 m distante do armário de telecomunicações, para ajudar a evitar o fenômeno de NEXT em enlace curto. As posições de terminação no ponto de consolidação devem ser rotulados com as identificações de cada cabo horizontal terminado nele. O documento TSB-75 Additional Horizontal Cabling Practices for Open Offices não cobre o uso de cabos de 25 pares ou conectores de 25 pares com um tomada de telecomunicações multi-usuários. O fato do documento não prescrever especificamente cabo UTP de 25 pares para cabeamento horizontal significa que ele não é permitido nesse contexto. 5.3 RECOMENDAÇOES PARA INSTALAÇÃO Métodos de Distribuição para Cabeamento Horizontal Duto sob o piso e piso celular Piso elevado Conduíte Calha Teto Percurso em Móveis e Divisórias As orientações da Furukawa giram em torno do impacto que cada método pode causar no desempenho de transmissão do cabeamento de comunicações, uma vez que a infra-estrutura empregada para as distribuições de cabos não é parte integrante de um 15

16 sistema de cabeamento estruturado. A Norma EIA/TIA-569 apresenta recomendações detalhadas sobre cada um desses métodos de distribuição Distribuição por dutos sob piso e piso celular Ao utilizarem um mesmo duto sob o piso ou um sistema de piso celular, os cabeamentos de alimentação elétrica e de comunicações deverão ser instalados em dutos ou células separadas. Além disso, quando os dois tipos de cabeamento entrarem num mesmo dispositivo, estes devem ser separados, de modo a assegurar o isolamento das extremidades expostas da fiação elétrica. Exemplo de tomada em malha sob piso Distribuição em piso elevado Quando houver piso elevado que permita instalar a distribuição, devem ser implementadas rotas exclusivas para a passagem do cabeamento do armário de telecomunicações até cada uma das áreas de trabalho. Uma configuração em teia de aranha não é recomendável. TC A utilização de rotas dedicadas permite uma manutenção mais fácil do cabo de comunicação e sua administração fica mais simplificada. Cabos de energia deverão cruzar cabos de comunicação em ângulos retos, minimizando-se a interferência destes. 16

17 Cabos em eletrocalha sob o piso elevado Distribuição por conduíte Conduítes com muitas curvas de 90 ou com comprimen to maior que 30 m podem criar dificuldades na instalação de cabos e causar danos ao puxar o cabo. Não deve ser ultrapassado o raio mínimo de curvatura dos cabos dentro do conduíte; desta forma, o raio interno de qualquer curva de um conduíte deve ter pelo menos 6 vezes seu diâmetro interno. Se um conduíte tiver diâmetro de 5 cm, o raio interno de qualquer curvatura deve ser de 30,5 cm. Quando o diâmetro do conduíte ultrapassar 50 mm, o raio interno deve ter pelo menos 10 vezes o diâmetro interno do conduíte. No caso de fibra óptica, o raio interno de uma curvatura sempre deve ter pelo menos 10 vezes o diâmetro interno do conduíte. O raio mínimo de curvatura de cabo de fibra óptica deve ser de 10 vezes seu diâmetro externo. Um trecho de conduíte proveniente de um armário de telecomunicações pode atender até três tomadas. Isso tem o propósito de fazer com que a manutenção de um cabo em um único conduíte afete o mínimo de usuários. A taxa de ocupação de conduítes utilizados para distribuir cabeamento de comunicação deve ser de 40% no máximo. O NEC não limita a taxa de ocupação para cabos de energia em baixa tensão - mas muitos profissionais adotam essa mesma taxa de ocupação. Não se recomenda o uso de conduítes metálicos, mesmo os flexíveis, devido a problemas de desgaste de cabo. Exemplo de ponto por conduíte terminado em condulete Exemplo de ocupação de eletrodutos (40%) em função do diâmetro dos cabos: 17

18 Diâmero externo Quantidade & diâmetro do cabo em milímetros do eletroduto 3,3 4,6 5,6 6,1 7,4 7,9 9,4 13,5 16mm 1/2" mm 3/4" mm 1" mm 1 1/4" mm 1 1/2" mm 2" mm 2 1/2" mm 3" mm 3 1/2" # # # # # # mm Distribuição 4" por # eletrocalha # # # # # Os circuitos de alimentação elétrica (120/240 VCA) e cabos de comunicação podem passar pela mesma esteira multicanal desde que separados por uma barreira física. Exemplo de eletrocalha com cabos de dados e elétrica separados por septo Para as eletrocalhas recomenda-se preferencialmente as do tipo lisa com tampa que evitam o acúmulo de sujeira. Não devese instalar eletrocalhas acima de aquecedores, linhas de vapor ou incineradores. Exemplo de ocupação de eletrocalhas (50%) em função do diâmetro dos cabos: Categoria Tipo de cabo Diâmetro Eletrocalhas - ocupação 50% (largura x altura em mm) mm 50x x x x x x 250 Cat.6A F/UTP 8, U/UTP 8, F/UTP 7, F/UTP indoor/outdoor 7, Cat.6 U/UTP 6, U/UTP indoor/outdoor 6, F/UTP industrial 8, U/UTP industrial 7, F/UTP 6, F/UTP indoor/outdoor 5, Cat.5e U/UTP 4, U/UTP indoor/outdoor 6, F/UTP industrial 7, U/UTP industrial 7, Para a instalação de um sistema de eletrocalhas, deve-se, obrigatoriamente, utilizar as derivações (curvas, flanges, "Ts", desvios, cruzetas, reduções etc...) nas medidas e 18

19 funções compatíveis. Obrigatoriamente essas derivações devem ser do tipo suave, não contendo ângulos agudos que superem o mínimo raio de curvatura dos cabos, prejudicando o desempenho do sistema Distribuição pelo teto O cabo ou haste que suporta o forro pode ser utilizado para suportar cabos, desde que autorizados pelo Responsável Técnico das obras civis do edifício. Os cabos de comunicação não devem ser instalados diretamente sobre o forro. Os cabos devem ser montados, em calhas ou canaletas, com um afastamento mínimo de 3 (7,62 cm) entre estas e o forro. Quando grandes quantidades de cabos forem agrupados no teto, tal como nas proximidades do armário de telecomunicações, suportes especiais deverão ser projetados e instalados para atender o peso adicional. Assim como no piso elevado, também deve-se implementar rotas especiais para distribuição de cabeamento de comunicação. O uso de rotas dedicadas propicia uma manutenção mais fácil e simplifica a administração Percurso nos móveis e divisórias A maior parte dos fabricantes de móveis modulares inclui compartimentos para cabos em seus interiores. Uma vez que o desempenho do sistema de cabeamento é afetado pelo método de terminação e a distribuição do excesso de cabo, deve-se tomar cuidado para assegurar os raios de curvatura mínimos atrás da tomada/conector de telecomunicações. Exemplo de pontos instalados diretamente no móvel Técnicas e Cuidados para o Lançamento de Cabos UTP Os cabos UTP devem ser lançados mediante o auxílio de cabos-guia, obedecendo aos seguintes procedimentos: Os cabos UTP devem ser lançados ao mesmo tempo em que são retirados das caixas ou bobinas e preferencialmente de uma só vez, ou seja, nos trechos onde há lançado mais que um cabo em um duto; isso deverá ser feito lançando todos os cabos de uma só vez. Deve-se respeitar a taxa de ocupação dos dutos e dimensionamento dos eletrodutos que se encontram descritos na tabela da Norma TIA/EIA

20 Os cabos UTP devem ser lançados obedecendo-se o raio de curvatura mínima do cabo que é de 4 vezes o diâmetro do cabo, ou seja, 21,2 mm. Exemplo de curvatura de cabos em infraestrutura Os cabos UTP devem ser lançados obedecendo à carga de tracionamento máximo, que não deverá ultrapassar o valor de 11,3 kgf, pois tracionamentos excessivos causam o alongamento dos condutores e alteram suas características elétricas e construtivas. Os cabos UTP não devem ser estrangulados, torcidos ou prensados, com o risco de provocar alterações nas características originais; No caso de grandes sobras de cabos UTP, deve-ser armazenar preferencialmente em bobinas, devendo-se evitar o bobinamento manual com os braços, que pode provocar torções no cabo; Cuidado com a reutilização de cabos UTP de outras instalações; Cada lance de cabo UTP não deverá ultrapassar o comprimento máximo de 90 metros permitido por norma, incluindo as sobras; Todos os cabos UTP devem ser identificados com materiais resistentes ao lançamento, para serem reconhecidos e instalados em seus respectivos pontos; Não utilize produtos químicos, como vaselina, sabão, detergentes, etc., para facilitar o lançamento dos cabos UTP no interior de dutos, pois esses produtos podem atacar a capa de proteção dos cabos UTP, reduzindo-lhes a vida útil. O ideal é que a infraestrutura esteja dimensionada adequadamente para não haver necessidade de utilizar produtos químicos ou a tracionamentos excessivos que aos cabos haja; Evite lançar cabos UTP no interior de dutos que contenham umidade excessiva e não permita que os cabos UTP fiquem expostos a intempéries, pois não possuem proteção para tal; Os cabos UTP não devem ser lançados em infra-estruturas que apresentem arestas vivas ou rebarbas tais que possam provocar danos; Evitar que sejam lançados próximos a fontes de calor, pois a temperatura máxima de operação permitido ao cabo é de 60ºC; Os cabos UTP devem ser decapados somente nos pontos de conectorização; 20

21 Jamais poderão ser feitas emendas nos cabos UTP, com o risco de provocar um ponto de oxidação e provocar falhas na comunicação; Se instalar os cabos UTP na mesma infra-estrutura que os cabos de energia e/ou aterramento, deve haver uma separação física de proteção e devem ser considerados circuitos com 20A/127V ou 13A/240V e em infra-estruturas metálicas que não estejam em concordância com as normas das instalações elétricas; Quando a infra-estrutura não for composta de materiais metálicos. CUIDADO com fontes de energia eletromagnética como condutores elétricos, transformadores, motores elétricos, reatores de lâmpadas fluorescentes (mínimo de 120mm), estabilizadores de tensão, no-breaks, etc. Após o lançamento, os cabos UTP devem ser acomodados adequadamente de forma que os mesmos possam receber acabamentos, isto é, amarrações e conectorizações. A acomodação deverá obedecer aos seguintes cuidados: - Os cabos UTP devem ser agrupados em forma de chicotes, evitando-se trançamentos,estrangulamentos e nós. Posteriormente devem ser amarrados com velcros para que possam permanecer fixos sem, contudo, apertar os cabos excessivamente. - Manter os cuidados quando lançamento, como: os raios mínimos de curvatura, torções, prensamento e estrangulamento. - Tomadas: deve ser deixado folga de 30cm. - Nas Salas de Telecomunicações: 3 metros. - Nas terminações, isto é, nos racks ou brackets evitar que o cabo fique exposto minimizando assim os riscos de serem danificados acidentalmente SISTEMA UTP Um sistema é tão confiável quanto sua conexão mais frágil. Dessa forma, utilize material de conexão, cabos para elementos de conexão e jumpers que satisfaçam ou excedam a Categoria do cabo a ser instalado. Planeje as rotas de seus cabos de forma que a extensão total dos mesmos seja de 90 m ou menos. Ao rotear os cabos procure evitar sempre as fontes de interferência eletromagnética, tais como motores e transformadores utilizados em elevadores ou copiadoras, por exemplo. Luminárias fluorescentes podem induzir tensões em cabos de telecomunicações sempre que são ligadas ou desligadas. Mantenha uma distância de pelo menos 120 mm em relação a lâmpadas fluorescentes. Cabos de telecomunicações e energia nunca devem ser instalados no mesmo conduíte ou na mesma caixa sem uma separação física. Evite fontes de calor, como dutos de aquecimento e tubulações de água quente, pois podem afetar as características de atenuação do cabo. Os cabos isolados com PVC 21

22 podem exibir mudanças significativas de atenuação com a variação da temperatura. Um suporte adequado significa evitar que os cabos sejam esmagados e que a isolação seja cortada ou rompida, além da eliminação do excesso de tensão mecânica sobre os mesmos. A utilização de bandejas ou calhas para cabos é um bom método para se atingir esses objetivos. Outra alternativa é o uso de ganchos em forma de J, largos e com pontas chanfradas. Os cabos são fabricados segundo rigorosas especificações de projeto. A quantidade de trançamento por metro e par e a disposição dos pares entre si são alguns exemplos. As orientações a seguir envolvem fatores que podem comprometer a geometria dos pares, resultando em degradação do desempenho de transmissão. É muito importante que sejam respeitadas, especialmente em instalações de Categoria 5e ou superior. Mantenha um raio mínimo de curvatura equivalente a quatro vezes o diâmetro do cabo. Dessa forma, se um cabo possuir um diâmetro externo de 6 mm, por exemplo, o raio mínimo de curvatura deverá ser de 24 mm. O vinco do revestimento do cabo, pela dobragem ou aperto excessivo das fitas de cabos, altera o formato do seu núcleo, desloca os pares e distorce a simetria. Esse tipo de dano tende a ser permanente, apesar dos esforços para removê-lo. As torções feitas no cabo podem provocar vincos e até mesmo romper seu revestimento. Uma tensão excessiva de puxamento pode também provocar distorções no revestimento do cabo, que por sua vez altera a geometria dos condutores no interior desse revestimento. Isto pode ter um efeito adverso sobre o desempenho do cabo. O limite de puxamento para cabos UTP de 4 pares é de 11 kgf. Não utilizar grampeadores para instalações do cabeamento, pois podem esmagar o revestimento do cabo. São recomendáveis: Braçadeiras plásticas ajustáveis (tipo Hellerman) IMPORTANTE Ao aplicar a braçadeira ela não deve marcar a capa do cabo, se isso ocorrer significa que o 22

23 aperto foi excessivo, remova esta braçadeira e instale uma nova com menos força de aperto. Tiras de velcro removíveis Exemplo de cabos amarrados com velcro Observar, como parâmetros mínimos, os requisitos da 568 mencionados como: O material de conexão utilizado no cabeamento UTP de 100 Ohms deverá ser instalado de modo que haja o mínimo de prejuízo para o sinal, mediante a preservação do trançamento dos pares de fios tão próximo quanto possível do ponto de terminação mecânica. A quantidade de destrançamento de um par, como resultado de uma terminação em uma peça de conexão, não deverá ser superior a 13 mm. Permanece inalterada esta prática de seguir o requisito mais severo, um destrançamento de no máximo 13 mm, para as Categorias 5e e 6. Ao fazer uma terminação em cabo UTP, remova apenas o revestimento de cabo necessário para efetuar a terminação. Mantenha o revestimento tão próximo quanto possível do ponto de terminação, de forma a não comprometer a geometria do cabo. Mantenha o trançamento dos pares individuais até 13mm do ponto de terminação. Caso um dos pares perca o trançado, corte esse pedaço do cabo e comece novamente. As tentativas de ajustar o trançado do cabo ou trançar novamente um dos pares poderão alterar a geometria do cabo e provocar uma degradação no desempenho da transmissão. Procure sempre seguir as instruções da Furukawa quando for instalar os produtos. Deixe uma folga mínima de 300 mm por trás da placa frontal (espelho) ou painel. Remova o revestimento do cabo somente até o ponto necessário para efetuar a terminação. CUIDADO: não danifique os condutores. Segure o cabo firmemente no ponto em que os pares saem do revestimento, enquanto os posiciona na ordem azul, laranja, verde e marrom, da esquerda para a direita. Introduza os condutores individuais utilizando uma ferramenta de inserção 110 de uma só posição. A extensão de destrançamento em cada par, como resultado da terminação, não deverá ser superior a 13 mm. É recomendada a utilização de ferramenta de inserção e de apoio da Furukawa. 23

24 Ferramenta de Inserção Ferramenta de Apoio Os cabos devem ser roteados e terminados começando-se pelas extremidades do painel e prosseguindo em direção ao centro do mesmo. Os cabos devem ser roteados por ambos os lados do patch panel e não apenas por um dos lados, a fim de facilitar o gerenciamento dos cabos. O raio mínimo de curvatura do cabo, conforme definição das normas TIA/EIA 568, deve equivaler a 4 vezes o diâmetro do cabo. Exemplo de terminação em Patch Panel pelos dois lados do equipamento É preciso seguir as precauções de gerenciamento dos cabos, incluindo a eliminação do esforço causado pela tensão mecânica sobre os mesmos. Deve-se utilizar dispositivos adequados de condução e identificação de cabos, para viabilizar a organização e o gerenciamento dos diferentes tipos de cabos nos armários de telecomunicações. Os conectores RJ45 podem ser instalados na configuração T568A ou, opcionalmente, na configuração T568. A Furukawa recomenda a configuração T568A para novas instalações, por tratar-se da codificação de pinagem mais usual no mercado brasileiro e por ser compatível com todos os aplicativos de rede em uso atualmente. Todos os conectores modulares de 8 posições, instalados no mesmo sistema, devem ter a mesma configuração de pino/par. A utilização de patch/adapter cable montados em fábrica ajudará a assegurar a consistência na terminação e a minimizar variações no desempenho. O desempenho de transmissão de patch/adapter cable UTP deve ser maior ou da mesma Categoria que o sistema em que será instalado Conectorização de Cabos UTP 24

25 Os cabos UTP podem ser terminados em conectores modulares de 8 vias ou na nomenclatura americana RJ-45 macho e fêmea ou conectores IDC. Para isto são utilizadas: ferramenta de terminação Ferramentas convencionais: (punch down tool) ou conexão 110- IDC e alicate de crimpar. Deve-se tomar os seguintes cuidados: No momento de qualquer conectorização, os pares trançados dos condutores não deverão ser destorcidos mais que a medida de 13mm. Na medida do possível, os cabos deverão ser destrançados e decapados o mínimo possível. Ferramentas específicas: Este alicate projetado para atender a linha Premium, Cat 5e e Cat 6 crimpa e corta simultaneamente os oito condutores. Com o alinhamento preciso dos pontos de compressão e com um limitador de esforço, o sistema deste alicate garante uma crimpagem correta. (Disponível na rede de distribuidores FURUKAWA). No momento da conectorização, atentar para o padrão de pinagem (T-568 A ou B) dos conectores RJ-45 e patch panels. Após a conectorização, tomar o máximo cuidado para que o cabo não seja prensado, torcido ou estrangulado Instalação de Conectores Modulares de 8 Vias Conector macho. 1. Decapar a capa externa do cabo cerca de 20mm. 2. Posicionar os pares de condutores lado a lado, com o cuidado de não misturar os fios entre si. Seguir a seguinte ordem: 1&2. Verde/Branco-Verde, 3&6. Laranja/Branco- Laranja, 4&5. Azul/Branco-Azul, 7&8.Marrom/Branco-Marrom. 3. Destorcer os pares expostos e posicionar os condutores, conforme as cores prédeterminadas pela TIA/EIA 568; 25

26 Padrões de conectorização. 4. Cortar as pontas dos condutores expostos de forma que os condutores fiquem paralelos entre si. Decapagem de cabo UTP: MÁXIMO 13mm 5. Inserir o cabo no conector com a trava voltada para baixo. Certificar que os condutores estão nas posições corretas e totalmente inseridos no conector nas respectivas cavidades. A capa externa do cabo UTP deve ser inserida até a entrada dos condutores nas cavidades dos contatos. 6. Inserir o conector no alicate de crimpar mantendo-o devidamente posicionado e crimpar firmemente. Alicate de Crimpagem O raio de curvatura mínimo para os patch cables deve ser de 6 mm para cabo UTP e 26

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