PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO"

Transcrição

1 OBJETIVOS DA SEÇÃO Após concluir com êxito esta seção, o aluno deve estar apto a: I. Descrever os requisitos gerais de instalação aplicado no Sistema de Cabeamento Siemon. II. III. IV. Descrever os requisitos de encaminhamento aplicado no Sistema de Cabeamento Siemon. Descrever os requisitos de cabos aplicado no Sistema de Cabeamento Siemon. Descrever os requisitos e as recomendações do Sistema de Cabeamento Siemon para o preparo e terminação dos cabos. V. Referir-se as recomendações do Sistema de Cabeamento Siemon em relação à sobra de cabo. The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, 2012 VI. Descrever os requisitos de Conexão de Hardware aplicados no Sistema de Cabeamento Siemon. = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-1

2 PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO (ASPECTOS GERAIS) O objetivo da presente seção é permitir a instalação correta de um sistema de cabeamento estruturado em edifícios comerciais, com base nas recomendações e requisitos de projeto e componentes previstas nas demais seções do presente manual. Embora estas práticas de instalação possam ser aplicadas a instalações novas ou já existentes, deve-se observar que a instalação de sistemas de cabeamento, durante a construção ou reforma de um edifício, é significativamente menos dispendiosa e invasiva do que quando o edifício está ocupado. As práticas de cabeamento são um fator significativo no desempenho e na facilidade de administração de sistemas de cabeamento instalados, pois estão relacionadas à maneira e ao cuidado com que as conexões e o gerenciamento dos cabos são executados. - 1 As práticas adequadas para o cabeamento horizontal e de backbone devem ser seguidas para assegurar o desempenho inicial e contínuo do sistema de cabeamento ao longo da sua vida útil. Isto é particularmente verdadeiro para cabos de maior desempenho, incluindo o cabeamento de cobre e de fibra óptica. Os cabos de cobre de alto desempenho são sensíveis a anomalias externas. Por exemplo, destrançar um par de condutores de cobre além do máximo especificado pelas normas pode causar um efeito adverso nas características de transmissão do par ou dos pares afetados. Desobedecer às exigências de raio de curvatura mínimo poderá também afetar as características de desempenho de transmissão do cabo. Quanto maior a frequência de transmissão, maior é o risco de que um cabo instalado incorretamente possa afetar o desempenho do sistema. Observação 1: Técnicas incorretas de instalação podem não ser discerníveis, quando um sistema de cabeamento admite Ethernet 10 BASE-T. No entanto, este mesmo sistema de cabeamento que suporta aplicações de desempenho mais altos, pode não suportar devidamente a aplicação. (referente ao Guia de Planejamento e Instalação Z- MAX encontrado no Web site Ally para praticas de instalação/projeto especifica para instalações de 10 Gigabit Ethernet) (www.simon.com/ally) Observação 2: Os cabos de fibra óptica também são sensíveis a anomalias externas. Abraçadeiras muito apertadas e sobrecarga nos conduítes podem causar perdas devido à curvatura. A compreensão da sensibilidade dos cabos de alto desempenho facilita entender porque a instalação correta é vital Os cabos de pares trancados balanceados horizontais e de backbone deverão ser instalados com hardware de conexão, jumpers de crossconnect e patch cords da mesma categoria ou superior. O desempenho de transmissão de componentes instalados que atendam às exigências de diferentes categorias de desempenho (isto é, cabos, conectores e patch cords que não estão habilitados para a mesma capacidade de transmissão), deve ser classificado pelo componente que apresentar o menor desempenho no enlace. The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, 2012 = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-2

3 Os parâmetros utilizados para caracterizar o desempenho de transmissão de um conector são: perda de inserção, NEXT, FEXT, perda de retorno e resistência em CC. Embora todos estes parâmetros sejam sensíveis às descontinuidades de transmissão provocadas por terminações de conectores, os desempenhos dos parâmetros NEXT e perda de retorno são particularmente susceptíveis ao destrançamento do condutor e outras práticas de instalação de má qualidade, que prejudicam o equilíbrio dos pares e causam variações de impedância. 2 Cabos de equipamentos/patchs fibra óptica multímodo devem ter o mesmo diâmetro de núcleo de um cabo Horizontal (50 µm ou 62.5 µm). Um sinal óptico será atenuado significativamente quando passar de núcleo de 50 µm para um núcleo de 62.5 µm e vice versa. O sistema somente funcionará se a perda resultante em db não fazer com que a perda total do circuito exceda a atenuação permitida para a aplicação a que se destina. Iluminação - 3 Espaço Livre Os espaços utilizados para executar alterações contínuas no sistema de cabeamento deverão ter no mínimo 500 lx (50 pés-velas) de luz, medidos no ponto de terminação. - 3 Espaços livres de serviço nos racks, gabinetes e compartimentos de equipamentos devem ser providos de acordo com códigos e regulamentos aplicáveis. The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, 2012 Estes espaços livres permitem o acesso para a manutenção e reparo dos equipamentos e também espaços para a passagem de cabos. Racks múltiplos agrupados em série requerem um encaminhamento único em torno de uma extremidade, enquanto racks múltiplos em paralelo podem compartilhar espaços livres. - 4 Recomenda-se que os espaços livres de serviço não sejam menores que 1 m (3 pés) onde o acesso para serviço seja necessário. PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO (ENCAMINHAMENTOS) Frequentemente pode-se notar a conveniência em fixar cabos a componentes estruturais presentes (por exemplo, conduítes). Tal prática inadequada gera três preocupações: 1. O cabo está sujeito à interrupção pela manutenção executada pelos funcionários naquela determinada estrutura. 2. A estrutura de suporte pode ser a rede de distribuição para um determinado serviço que pode causar degeneração do cabo. Este serviço pode apresentar riscos térmicos, elétricos e de umidade. = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-3

4 3. Todos os componentes estruturais são colocados dentro dos limites de uma determinada carga (capacidade de suportar peso). Adicionar mais cabos pode violar as condições de carga. 4. Pode violar os códigos locais ou nacionais Todos os sistemas de encaminhamento utilizados devem ser instalados de acordo com as instruções de seus fabricantes. Os cabos Horizontais e de Backbone de Edifício devem ser instalados em locais secos que ofereçam proteção contra níveis de umidade acima da faixa de operação pretendida do cabo da planta interna Os projetos de edifício com laje em nível onde os encaminhamentos são instalados no subterrâneo ou em lajes de concreto que ficam em contato direto com o solo, são considerados locais úmidos e, portanto não são permitidos em uma instalação no Sistema de Cabeamento Siemon sob Garantia. Observação: Tabelas de preenchimento de conduítes podem ser encontradas nas seções de Horizontal e de Backbone desse manual. (referente ao Guia de Planejamento e Instalação Z- MAX encontrado no Web site Ally para praticas de instalação/projeto especifica para instalações de 10 Gigabit Ethernet, Suportes dos Cabos Exemplos de Organização de Cabos Apropriados Os mecanismos de suporte de cabos não adjacentes, tais como apoios, anéis e ganchos, não devem ser espaçados entre si a uma distância superior a 1,5 m (5 pés). Todos os conduítes utilizados para lançamento dos cabos devem ser instalados de acordo com as especificações de seus fabricantes. Os apoios de cabos não devem ser espaçados entre si a uma distância superior a 1 m (3 pés). The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, Os cabos de telecomunicações devem ser sustentados por dispositivos projetados para tal finalidade e instalados independentemente de qualquer outro componente estrutural do edifício. 8-4 = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável)

5 Exemplo de Organização Inapropriado de Cabo - 8 Os cabos roteados verticalmente, como os cabos de backbone ou horizontais roteados entre pavimentos, devem ser sustentados por meio de grampos ou outros mecanismos. Estes suportes devem estar presentes pelo menos duas vezes por pavimento. Esta prática ajudará aliviar a tensão mecânica sobre os cabos devido à gravidade. The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, 2012 Exemplos de Práticas de Organização de Cabos = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-5

6 Capacidade do Encaminhamento - 9 A quantidade de cabos horizontais colocados em um suporte ou encaminhamento de cabo (ganchos, anéis, etc.), deve estar limitada, de forma que não provoque alterações na forma geométrica dos cabos durante o período de garantia. Observação 1: Recomenda-se minimizar os efeitos da "acomodação de cabos" reduzindo-se o tamanho e o peso do feixe de cabos, e usando suportes largos que não alterem a forma geométrica dos cabos. Bandejas de Cabos e Eletrodutos - 10 A capacidade máxima de um encaminhamento quando utilizadas bandejas de cabos e/ou eletrodutos não deve exceder 50% de utilização, limitado a um máximo de 150 mm (6 ) de profundidade interna (paras as bandejas). Para permitir expansão futura e facilitar a instalação e remoção de cabos recomendam-se que uma utilização inicial menor seja observada. Exemplo: Quantos cabos Categoria 5e poderão ser acomodados em uma bandeja de 76.2 mm (3 pol.) de profundidade por mm (12 pol.) de largura? O cabo possui um diâmetro de 5.6 mm (0.22 pol.). The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, 2012 MÉTRICO Área de um cabo = (Diâmetro do Cabo) 2 x 3,14 4 IMPERIAL Área de um cabo = (Diâmetro do Cabo) 2 x 3,14 4 = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-6

7 Área de um cabo = (5,6 mm) 2 x 3,14 4 Área de um cabo = 24,62 mm 2 Área da Bandeja do Cabo = Comprimento x Largura Área da Bandeja do Cabo = 304 mm x 76,2 mm Área da Bandeja do Cabo = ,76 mm 2 Área da Bandeja do Cabo ,76 mm 2 Área de um cabo 24,62 mm 2 = 944 Número de cabos x porcentagem de preenchimento Número máximo de cabos na bandeja 944x0,50=472 Área de um cabo = (0,22 pol.) 2 x 3,14 4 Área de um cabo = 0,038 pol 2 Área da Bandeja do Cabo = Comprimento x Largura Área da Bandeja do Cabo = 12 pol. x 3 pol. Área da Bandeja do Cabo = 36 pol 2 Área da Bandeja do Cabo 36 pol 2 Área de um cabo 0,038 pol 2 =948 Número de cabos x porcentagem de preenchimento Número máximo de cabos na bandeja 948x0,50=474 Observação 1: Verifique com o fabricante as larguras e profundidades disponíveis. Observação 2: Um quociente de ocupação calculado em 50% ocupará fisicamente o total da bandeja devido aos espaços entre os cabos e à colocação aleatória (veja a foto na página seguinte). Observação 3: O valor da porcentagem de ocupação é determinada dividindo-se a área seccional transversal do encaminhamento pela área transversal do cabo e multiplicando isso pela porcentagem de ocupação correspondente. The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, Um quociente de ocupação calculado em 50% ocupará fisicamente o total da bandeja devido aos espaços entre os cabos e à colocação aleatória. Para garantir espaço para futuras expansões e para facilitar o acréscimo e remoção dos cabos, recomenda-se um quociente menor de ocupação durante a fase inicial do projeto. Encaminhamento de Superfície e em Mobiliários - 11 A capacidade máxima de encaminhamento (Perímetro e Mobiliário) não deve ultrapassar uma utilização de 40%. É permitida uma utilização máxima = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-7

8 de 60% para acomodar acréscimos não planejados após a instalação inicial. Isto permite a acomodação de encaminhamentos em perímetro e em mobiliário que possuem coberturas que se abrem para possibilitar a colocação de cabos. Como os sistemas de conduíte são vedados ou fechados na sua extensão, a porcentagem de preenchimento deve ser menor que aquela para encaminhamentos abertos. Consulte a Seção Encaminhamento Horizontal deste manual para obter recomendações sobre utilização dos conduítes. Observação: O valor da porcentagem de ocupação se determina dividindo a área seccional transversal do encaminhamento pela área seccional transversal do cabo, e multiplicando-se pela porcentagem de ocupação correspondente. Encaminhamentos de Teto - 12 Os sistemas de suporte de cabo, para encaminhamento de cabeamento em tetos abertos, devem ser projetados e instalados de forma a estarem pelo menos a 75 mm (pol.) acima do teto acabado. Esta prática, junto com a conservação dos suportes de cabos próximos, evita que os cabos fiquem apoiados nas placas do teto e facilita o acesso à cavidade do teto. Buchas - 13 Os encaminhamentos não devem estar expostos a arestas cortantes que podem entrar em contato com cabos horizontais. Arestas de folha de metal expostas devem ser guarnecidas com buchas ou outros meios de proteção, de tal maneira que os cabos não venham a ser danificados durante ou após a instalação. PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO (CABOS) Tendo em vista que os cabos são utilizados em uma ampla variedade de ambientes (por exemplo, internos e externos, espaços para manipulação de ar e espaços não destinados à manipulação de ar), é importante selecionar um cabo que seja adequado ao ambiente no qual será instalado Além de atender às exigências de desempenho previstas nas demais seções desde manual, deve-se tomar cuidado adicional para assegurar que os cabos sejam adequados ao ambiente no qual serão instalados (por exemplo, a temperatura não deve afetar prejudicialmente o desempenho além dos limites de projeto de cada enlace). The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, As tensões máximas de tracionamento dos cabos ou os raios de curvatura mínimos não devem ultrapassar as especificações dos fabricantes. = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-8

9 Pode ser desejável a utilização de um dinamômetro (medidor de tensão mecânica) para assegurar que a tensão máxima de tracionamento não seja ultrapassada. Isto pode ser necessário para a maioria dos tracionamentos horizontais, entretanto, deverá ser considerado para tracionamentos interedifícios. - 7 Para instalação de cabos nas dependências (Edifícios ou Campus), com uma quantidade total de ângulos de tracionamento que ultrapassa 180 graus, deverá ser utilizado um dinamômetro ou tornel de ruptura (breakaway swivel), com uma capacidade nominal inferior às especificações do fabricante do cabo Devem ser instalados cabos em encaminhamentos e espaços que proporcionam uma proteção adequada contra intempéries e contra outros riscos típicos do ambiente. O uso de cabos projetados com um gel bloqueador de água é recomendável para todos os encaminhamentos que possam estar sujeitos a infiltração de umidade Não deve ser permitido o grampeamento de cabo em qualquer tipo de meio reconhecido. - 8 Quando cabos soltos forem agrupados e amarrados, tome cuidado para que não sejam estrangulados. Para isso, recomendam-se os gerenciadores de cabos série VCM da Siemon. The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, Não devem ser instalados cabos em um conduíte, gabinete, cubículo ou outro componente sobre um delimitador de curvatura ou margem que esteja além das exigências de raio de curvatura do fabricante. Observação: Certifique-se de carregar os conduítes de cabo de acordo com as instruções do fabricante do conduíte. Um número elevado de cabos em um conduíte pode criar um peso (carga) excessivo nos demais cabos abaixo deles, contra algum tipo de aresta. Conduítes, gabinetes, etc., providos de delimitadores de curvatura cuidadosamente projetados, também estão sujeitos à acomodação do cabo. A acomodação do cabo pode causar "dobras" por compressão que podem ocorrer a um cabo, ao longo do tempo, em consequência do peso dos cabos estendidos sobre estes em um conduíte. A acomodação do cabo ocorre devido ao projeto inadequado dos delimitadores de curvatura e/ou ao carregamento excessivo. Conjunto de Cabos Truncados (Par Trançado Balanceado e Fibra) - 19 O processo de instalação do conjunto de cabos truncados é similar a instalação típica de cabeamento. Entretanto, um cuidado especial deve ser tomado para evitar dano aos conectores no fim do conjunto. Também deve ser tomado cuidado quanto à rotação para evitar a torção do revestimento externo do conjunto. = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-9

10 - 20 A alça de tracionamento do cabo truncado pode ficar muito grande em diâmetro. Encaminhamentos para a distribuição de cabos truncados devem ser mensurados para garantir que há espaço suficiente à alça de tracionamento passar através sem causar danos aos conectores ou exceder o limite de tração. Tensão de Tracionamento do Cabo (Cabos de Pares Trançados Balanceados) - 9 As tensões máximas de tracionamento para cabos balanceados horizontais não devem ultrapassar 110 N (25 Ibf), para evitar que os condutores sejam esticados durante a instalação. Observação: A recomendação máxima para tensão de tracionamento de cabo de 4 pares descrita acima é apenas uma recomendação geral. Ela atende aos limites máximos da tensão de tracionamento de cada fabricante de cabo. Raios de Curvatura do Cabo (Pares Trançados Balanceados) - 21 O raio de curvatura mínimo, em condições sem carga, para cabos (UTP, F/UTP, e S/FTP) de 4 pares não deve ser inferior a 4 vezes seu diâmetro externo. O raio de curvatura mínimo para em condições sem carga para cabos multípara, híbridos e em feixe não deve ser menos que 10 vezes o diâmetro do cabo. Mantenha o raio maior que 4 vezes. O raio de curvatura mínimo sem carga para cabos em feixes, híbridos e multíparas, não deve ser inferior a dez vezes o diâmetro do cabo. Deve-se tomar um cuidado adicional para evitar a torção do cabo durante a instalação Durante todas as instalações de cabo e de todos os tipos reconhecidos de meios, as exigências mais rigorosas quanto aos raios de curvatura devem ser atendidas (aquelas mostradas acima ou dos fabricantes do cabo). The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, Recomenda-se que os cabos instalados em encaminhamentos sejam ancorados no início e no final de uma curvatura para assegurar que o raio mínimo de curvatura seja mantido. = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-10

11 Raio de Curvatura Mínimo e Tensão de Tracionamento Máxima (Fibra Óptica) - 23 O raio de curvatura para o cabo horizontal de 2 e 4 fibras não deve ser menor que 25 mm (1 ) sob condições de ausência de carga. Quando sob uma carga de tração máxima de 222 N (50 lbf), o raio de curvatura não deve ser menor que 50 mm (2 ) O raio de curvatura para o cabo backbone de fibra óptica intra-edifício não deve ser menor que aquele recomendado pelo fabricante. Na ausência de recomendação, o raio de curvatura aplicado não deve ser menor que 10 vezes o diâmetro externo do cabo, sob condições de ausência de carga, e não menor que 15 vezes o diâmetro externo do cabo quando este estiver sob condições de carga O raio de curvatura para o cabo backbone de fibra óptica inter-edifícios não deve ser menor que aquele recomendado pelo fabricante. Na ausência de recomendação, o raio de curvatura aplicado não deve ser menor que 10 vezes o diâmetro externo do cabo, sob condições de ausência de carga, e não menor que 20 vezes o diâmetro externo do cabo quando este estiver sob condições de carga, normalmente de N (600 lbf). Raio de Curvatura Mínimo para Patch Cords TP e Cabos de Equipamentos - 26 O raio de curvatura de patch cords e cordões de equipamentos, sem carga, não deve ser inferior a 6 mm (0,25 ) para UTP e 50 mm (2,0 ) para cabos F/UTP e S/FTP. The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, 2012 Sobra de Cabo - 11 Na Sala de Telecomunicações e Espaços de Telecomunicação, recomenda-se uma sobra de cabo mínima de 3 m (10 pés). Na Área de Trabalho, deve ser providenciada pelo menos 300 mm (12 ) de sobra de cabo por saída para cobre e 1 m (3 pés) por saída para fibra. Deverá ser fornecida uma sobra extra em ambas as extremidades, durante a instalação do cabo horizontal, para facilitar as operações de terminação e acomodar a eventual realocação de terminações na sala. O armazenamento da sobra de cabo deverá estar localizado próximo aos pontos de terminação. A sobra de cabo não é exigida no Sistema de Cabeamento Siemon. Embora atualmente não existam requisitos de raios de curvatura mínimos na indústria para tais loops de armazenamento de sobras, uma prática recomendada seria manter um diâmetro de 150 a 200 mm (6 a 8 ) em cada extremidade da figura do oito para evitar a degradação de desempenho do sistema de cabos ou uma bobina de diâmetro de 300 mm (12 in) irá maximizar a separação do cabo e irá minimizar alien crosstalk. O encaminhamento dos cabos podem também ser estendidas a um adicional de 3 m (10 ft.). = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-11

12 Cabeamento Exposto - 27 Os cabos que se estendem entre a Sala de Telecomunicações e a Sala de Equipamento não devem ficar expostos na Área de Trabalho ou outros locais de acesso público.e devem ficar protegidos por canaletas, conduítes, canaletas de superfície e outros encaminhamentos apropriados. The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, 2012 = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-12

13 PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO (HARDWARE DE CONEXÃO) Os hardwares de conexão localizam-se nos seguintes espaços para telecomunicações: Salas de Telecomunicação Espaços de Telecomunicação Salas de Equipamentos Infraestrutura de Entrada Áreas de Trabalho Eles são utilizados para atender aos seguintes elementos do cabeamento de telecomunicações: The Siemon Company (Confidencial) Janeiro 1, 2012 Cross-Connect Principal/Distribuidor de campus Backbone a backbone Backbone a equipamentos Cross-Connect Intermediário/Distribuidor de Edifício Backbone a backbone Backbone a equipamentos Cross-Connect Horizontal/Distribuidor de Piso Horizontal a backbone Horizontal a equipamentos MuTOA (Conjunto de Saída de Telecomunicações Multiusuário) CP (Ponto de Consolidação) Conector/Saída de Telecomunicações = Normativo (Obrigatório) =Informativo (Recomendável) 8-13

14 O hardware de conexão instalado corretamente oferece: Interconexões ou cross-connects como meio para conectar diversos elementos do sistema de cabeamento e equipamentos das dependências do cliente, utilizando jumpers de cross-connect, patch cords e cabos de equipamentos; Identificação de cabeamento horizontal e de backbone e administração, conforme descrito na seção Administração do presente manual; Gerenciamento ordenado de cabos; Capacidade para monitorar ou testar cabeamento e equipamento ativo; Proteção contra danos físicos e contra o ingresso de agentes contaminantes que possam afetar a continuidade; Densidade de terminação que seja eficaz no espaço, mas que também proporcione a facilidade de gerenciamento de cabo e uma administração contínua do sistema de cabeamento = Normativo (Obrigatorio) =Informativo (Recomendavel)

15 Montagem - 28 Os hardwares de conexão devem ser montados firmemente em paredes, pisos, racks, mobiliário modular ou outras superfícies estáveis e acessíveis As Tomadas/Saídas de Telecomunicações deverão ser montadas em locais e a alturas acima do piso, que sejam habituais para cada instalação. Observação: Para obter as exigências atuais sobre a altura de montagem de saída, consulte os códigos e regulamentos aplicáveis. = Normativo (Obrigatorio) =Informativo(Recomendavel) 8-15

16 Práticas de Instalação (Terminação) - 29 Todo hardware de conexão e todos os demais componentes do sistema de cabeamento devem ser instalados de forma a fornecer um desempenho de sinal ideal, por meio do preparo adequado do cabo, de práticas de terminação, de orientação e montagem que estejam em plena conformidade com as diretrizes do fabricante. Para requerimentos de instalação especificas do cabeamento horizontal 10G6A UTP para aplicação em 10 Gigabit referente ao modelo Z-MAX e Guia de Instalação estão localizados no web site Ally, Estão disponíveis instruções relativas à prática de instalação específica do produto, no manual de instruções de instalação incluído com o produto ou através do web site da Siemon Company (www.siemon.com), ou ainda através do contato com a The Siemon Company, bem como na parte prática de laboratório do curso de treinamento sobre o Sistema de Cabeamento da Siemon O hardware de conexão devem ser instalado para permitir um gerenciamento de cabo ordenado e bem organizado = Normativo (Obrigatorio) =Informativo (Recomendavel)

17 Os estudos indicam que a cordoalha trançada pode perder sua integridade estrutural, o que poderia eventualmente afetar o desempenho, a não ser que os patch cords/cordões de equipamento sejam bem controlados nos gerenciadores de fio que se alternam com os patch panels. Remoção da Capa do Cabo (Cabos TP Balanceados) - 31 Para reduzir o destrançamento de pares de cabo, o instalador deve retirar apenas a quantidade de capa necessária para a terminação do par trançado balanceado ligado ao hardware. Observação: A remoção do excesso da capa de cabo foi identificada como causadora de falhas de desempenho. = Normativo (Obrigatorio) =Informativo(Recomendavel) 8-17

18 Na realização da terminação do cabo, pode ser removida uma quantidade maior da capa para permitir segurar os pares com a mão. Entretanto, depois que o cabo foi terminado, a distância entre a terminação e a extremidade da capa, deve ser minimizada. Diagrama de Conexão (Cabos Balanceados TP) - 32 Todos os segmentos de cabos de pares trançados balanceados devem ser conectados diretamente, sem quaisquer transposições de pares ou condutores. Quando certas aplicações exigirem cross-over, estes deverão ser realizados externamente ao sistema de cabeamento. Algumas aplicações exigem o cross-over de pares entre unidades de equipamentos ativos, de forma a configurar devidamente as conexões de transmissão e recepção Caso sejam utilizados cordões de equipamentos para efetuar conexões que não são diretas, tais cordões deverão ser marcados com clareza. Para evitar a mistura, é preferível que o uso de tais cordões seja restrito à Sala de Telecomunicações. Terminação de Conectores (Cabos Balanceados TP) - 33 O grau de destrançamento de um par em consequência de terminação com hardwares de conexão não deve ser superior a 13 mm (0,5 ) para cabos categoria 5e ou acima, e não deve ser superior a 75 mm (3 ) para cabos categoria 3. Manter as torções dos pares de condutores o mais próximo possível da terminação mecânica reduz a deterioração do sinal. Observação: Os pares do cabo que se tornaram destrançados não deverão ser novamente trançados durante a instalação. O entrelaçamento adequado de pares é controlado pelo fabricante do cabo, e o entrelaçamento incorreto pode afetar negativamente o desempenho dos pares do cabo = Normativo (Obrigatorio) =Informativo (Recomendavel)

19 Para campos de terminação que exigem um acesso frequente, tais como os cross-connects utilizados para mudanças e alterações na rede, uma maneira de controlar a consistência da terminação é utilizar patch panels e patch cords conectados, que, combinados, atendem às exigências apropriadas de categoria. A utilização de patch cords para mudanças e alterações pode reduzir as variações de desempenho que podem ser imputáveis a práticas de cabeamento de campo inconsistentes ou de má qualidade. Conexões Múltiplas em Proximidade (Cabos Balanceados TP) - 34 Devido aos efeitos negativos combinados sobre o desempenho dos enlaces de cabos devido a conexões múltiplas próximas, em blocos e patch panels, o Sistema de Cabeamento Siemon requer que enlaces de cabos de pares trançados balanceados não sejam roteados através de mais de duas peças de hardware de conexão em um cross-connect. Diferenciação de Campos de Terminação (Cabos Balanceados TP) - 35 Quando cabos de diferentes categorias de desempenho de transmissão são usados, os cabos de diferentes categorias devem ser terminados em campos de terminação diferentes Se os cabos forem de diferentes classes de desempenho, suas terminações devem indicar estas diferenças por etiquetas marcadas com a categoria do cabo terminado. = Normativo (Obrigatorio) =Informativo(Recomendavel) 8-19

20 Por exemplo, se cabos Cat. 5e e Cat. 6 de uma mesma área de trabalho precisarem ser terminados em dois patch panels ou dois campos diferentes, cada um deles deve ser marcado com a identificação do desempenho apropriado. PRÁTICAS DE INSTALAÇÃO (FIBRA ÓPTICA) - 36 O Siemon Sistema de Cabeamento Siemon requer que os enlaces de fibra óptica não passem por mais de duas peças (partes) de hardware de conexão em um cross-connect O hardware de conexão óptico deve ser instalado para oferecer: a) Uma instalação limpa e bem organizada com fácil gerenciamento e em conformidade com as práticas de instalação adequadas; b) Codificação de cores, etiquetagem e documentação consistentes com as diretrizes do Sistema de Cabeamento Siemon. Capacidade Ambiental (Fibra Óptica) - 38 O hardware de conexão de fibra óptica deve ser protegido contra danos físicos e exposição direta à umidade e outros elementos corrosivos. Tal proteção pode ser realizada por meio da instalação interna ou protegendo estes componentes em caixas apropriadas ao ambiente. Limpeza da Fibra Óptica Contaminantes é a principal causa da alta perda de sistema e pode ser facilmente transferida entre conectores. Todo dia partículas podem ter resultados prejudiciais em fibras ópticas. Felizmente, empregando procedimentos de limpeza adequados e utilizando um bom método preventivo tal como tampas contra pó, em muitos casos esta perda pode ser melhorada ou eliminada. Para maior segurança é assegurado que todos os conectores estão limpos antes do 8-20 = Normativo (Obrigatorio) =Informativo (Recomendavel)

21 teste. Isto inclui ambos os sistemas de fibra óptica assim como o cordão de teste usado para testar o sistema. Método de Limpeza da Fibra Óptica - 39 Método de limpeza a seco deve usar varas de limpeza que minimizam a estática, são especialmente projetados para limpar fibra óptica e estão disponíveis para conectores MPO multi-fibras assim como conectores de fibra LC e SC Para uma contaminação significativa, métodos de solventes líquidos deve ser usado. As propriedades de quebramento da ligação estática que não deixa resíduo fazem esta uma ferramenta ideal para remover contaminação pesada ou persistente. Configuração (Conectores de Fibra Óptica) - 41 O conector óptico do lado do usuário (tomada/saída de telecomunicações) deve ser um dos seguintes estilos: SC LC Esses dois conectores duplex, juntamente com as metodologias apropriadas de conexão de fibras (posição de par reverso) irão estabelecer e manter a correta polaridade (isto é, pares de transmissão e recepção) dos sistemas de transmissão por fibra. Jumper/Conector SC-D Jumper/Conector LC Mantendo a polaridade apropriada A polaridade do cabeamento óptico é crucial para que as aplicações possam ser implementadas. O uso de polaridade reversa foi desenvolvido de modo que a administração das fibras de = Normativo (Obrigatorio) =Informativo(Recomendavel) 8-21

TESTE DO SISTEMA OBJETIVO DA SEÇÃO

TESTE DO SISTEMA OBJETIVO DA SEÇÃO OBJETIVO DA SEÇÃO I. Lembrar-se dos requisitos de equipamentos de testes para cabos de pares trançados balanceados e fibras ópticas e seu uso adequado. II. Lembrar-se dos requisitos de testes de enlace

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 3 Técnicas de cabeamento O cabeamento horizontal Compreende os segmentos de cabos que são lançados horizontalmente entre as áreas de trabalho e as salas de telecomunicações

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores 07. Introdução às práticas de instalação do Prof. Ronaldo Introdução

Leia mais

22/02/2014. Cabeamento estruturado garante: Organização; Flexibilidade; Desempenho; Escalabilidade; Simplificação do uso; Simplificação da manutenção.

22/02/2014. Cabeamento estruturado garante: Organização; Flexibilidade; Desempenho; Escalabilidade; Simplificação do uso; Simplificação da manutenção. Consiste de um conjunto de produtos de conectividade, empregados de acordo com regras específicas de engenharia; Tais produtos garantem conectividade máxima para os dispositivos existentes e preparam a

Leia mais

Graduação Tecnológica em Redes de Computadores. Infraestrutura de Redes de Computadores

Graduação Tecnológica em Redes de Computadores. Infraestrutura de Redes de Computadores Graduação Tecnológica em Redes de Computadores Infraestrutura de Redes de Computadores Euber Chaia Cotta e Silva euberchaia@yahoo.com.br Graduação Tecnológica em Redes de Computadores Administração Euber

Leia mais

Cabeamento Estruturado

Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado Infra-estrutura de cabeamento metálico ou óptico, capaz de atender a diversas aplicações proporcionando flexibilidade de layout, facilidade de gerenciamento, administração e manutenção

Leia mais

Infraestrutura de Redes Locais. Edmilson Carneiro Moreira

Infraestrutura de Redes Locais. Edmilson Carneiro Moreira Infraestrutura de Redes Locais Edmilson Carneiro Moreira Sumário Introdução Histórico Cabeamento Estruturado Conceitos Categorias e Classes de desempenho ANSI/TIA-568-C Referências [1] Paulo Sérgio Cabeamento

Leia mais

Aumentar Diminuir Procura Tela Cheia Imprimir

Aumentar Diminuir Procura Tela Cheia Imprimir ADAPTER CABLE M8v CATEGORIA 5 ENHANCED Sistemas de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagens, segundo requisitos da norma ANSI/TIA/EIA-568A, incluindo o adendo 5 (Categoria 5e), para

Leia mais

Cabeamento Estruturado. Norma 568

Cabeamento Estruturado. Norma 568 Cabeamento Estruturado Norma 568 1 Resumo Evolução da Norma; Onde e como utilizar a norma; Conhecer como a norma ANSI/EIA/TIA 568B está dividida em subsistemas; D e s c r e v e r a s c a r a c t e r í

Leia mais

Graduação Tecnológica em Redes de Computadores. Infraestrutura de Redes de Computadores

Graduação Tecnológica em Redes de Computadores. Infraestrutura de Redes de Computadores Graduação Tecnológica em Redes de Computadores Infraestrutura de Redes de Computadores Euber Chaia Cotta e Silva euberchaia@yahoo.com.br Graduação Tecnológica em Redes de Computadores Introdução ao cabeamento

Leia mais

Planejamento de Redes e Cabeamento Estruturado

Planejamento de Redes e Cabeamento Estruturado Planejamento de Redes e Cabeamento Estruturado Projeto e Instalação Prof. Deivson de Freitas Introdução Nenhuma área de tecnologia cresceu tanto como a de redes locais (LANs) A velocidade passou de alguns

Leia mais

Nome : Empresa : Cargo : Endereço : Telefone : FAX: E-mail : Site :

Nome : Empresa : Cargo : Endereço : Telefone : FAX: E-mail : Site : Nome : Empresa : Cargo : Endereço : Cidade: CEP: Telefone : FAX: E-mail : Site : Assinatura Local e Data IMPORTANTE: Preencher os dados completos e em letra legível pois, em caso de aprovação, as informações

Leia mais

CABEAMENTO ESTRUTURADO NORMAS AMERICANAS EIA/TIA

CABEAMENTO ESTRUTURADO NORMAS AMERICANAS EIA/TIA CABEAMENTO ESTRUTURADO NORMAS AMERICANAS EIA/TIA NORMAS AMERICANAS EIA/TIA EIA/TIA 568-B: Commercial Building Telecomunications Cabling Standard Essa norma de 2001 é a revisão da norma EIA/TIA 568-A de

Leia mais

FACULDADE DE INFORMÁTICA SALTO 2012. Projetos de Redes II. Tecnologia em Redes de Computadores

FACULDADE DE INFORMÁTICA SALTO 2012. Projetos de Redes II. Tecnologia em Redes de Computadores FACULDADE DE INFORMÁTICA SALTO 2012 Projetos de Redes II Tecnologia em Redes de Computadores Dias e horários Segundas-feiras 19:00 às 22:30 horas Valor das Avaliações PO1 Prova Oficial 1 PO1 (matéria somente

Leia mais

Aula 4a - Sistemas de Cabeamento

Aula 4a - Sistemas de Cabeamento Aula 4a - Sistemas de Cabeamento Prof. José Maurício S. Pinheiro 2010 1 Sistemas de Cabeamento Uma rede de computadores é um conjunto de recursos inter-relacionados e interligados com o objetivo de formar

Leia mais

FICHA TÉCNICA PATCH PANEL 24 PORTAS C5e RoHS

FICHA TÉCNICA PATCH PANEL 24 PORTAS C5e RoHS FICHA TÉCNICA PATCH PANEL 24 PORTAS C5e RoHS 1- Aplicação: Este produto aplica-se a sistemas de cabeamento estruturado, para tráfego de voz, dados e imagens, do tipo 10BASE-T, 100BASE-Tx, 155M ATM, 4/16MB

Leia mais

EIA/TIA 569-B infra-estrutura caminhos e espaços

EIA/TIA 569-B infra-estrutura caminhos e espaços ANSI EIA/TIA 569-B EIA/TIA 569-B infra-estrutura caminhos e espaços Conforme a EIA/TIA 569A a infra-estrutura é dividida nos seguintes subsistemas: Área de Trabalho; Percursos horizontais; Sala ou armário

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO FINALIDADE

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO FINALIDADE INTRODUÇÃO O presente manual define um sistema de cabeamento de telecomunicações para edifícios comerciais. A metodologia aqui definida abrange os princípios do projeto e as práticas de instalação do Sistema

Leia mais

FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR

FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR Tipo do Produto Cabos Ópticos Construção Dielétrico Tight Monomodo ou Multimodo Descrição Cabo óptico tipo "tight", constituído por fibras ópticas do tipo multimodo ou monomodo.

Leia mais

DISTRIBUIDOR INTERNO ÓPTICO DIO HDMOD

DISTRIBUIDOR INTERNO ÓPTICO DIO HDMOD DISTRIBUIDOR INTERNO ÓPTICO DIO HDMOD 2 Manual de Instalação DIO HDMOD Manual de Instalação DISTRIBUIDOR INTERNO ÓPTICO DIO HDMOD APRESENTAÇÃO FURUKAWA INDUSTRIAL S.A. Produtos Elétricos Empresa especializada

Leia mais

Noções de Cabeamento Estruturado Metálico

Noções de Cabeamento Estruturado Metálico Noções de Cabeamento Estruturado Metálico Roteiro Parâmetros elétricos Cuidados com cabos metálicos Normas 568 / 606 Elementos do cabeamento estruturado Cabeamento Embora pareça uma questão simples, um

Leia mais

Projeto de Cabeamento Estruturado

Projeto de Cabeamento Estruturado Projeto de Cabeamento Estruturado Sistema de Cabeamento Estruturado Subsistemas 1 Subsistema Cabeamento Horizontal 2 Subsistema Cabeamento Vertical 3 - Área de Trabalho - ATR 4 - Armário de Telecomunicações

Leia mais

PAINEL DE ACESSO FRONTAL CATEGORIA 5 ENHANCED

PAINEL DE ACESSO FRONTAL CATEGORIA 5 ENHANCED PAINEL DE ACESSO FRONTAL CATEGORIA 5 ENHANCED Aplicações imagens, segundo requisitos da norma ANSI/TIA/EIA-568A, uso interno, para cabeamento horizontal ou secundário, em salas de telecomunicações (cross-connect)

Leia mais

FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR

FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR Tipo do Produto Construção Cabos Ópticos Dielétrico Tight Monomodo ou Multimodo Descrição Cabo óptico tipo "tight", constituído por fibras ópticas do tipo multimodo ou monomodo.

Leia mais

FUTURAS MUDANÇAS NOS PADRÕES DE CABEAMENTO

FUTURAS MUDANÇAS NOS PADRÕES DE CABEAMENTO FUTURAS MUDANÇAS NOS PADRÕES DE CABEAMENTO A indústria de redes muda muito rapidamente. Um fato que tem contribuído para o crescimento explosivo das LANs, WANs e da Internet tem sido os padrões de cabeamento

Leia mais

CABO ÓPTICO FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR

CABO ÓPTICO FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR CABO ÓPTICO FIBER-LAN INDOOR/OUTDOOR Tipo do Produto Cabos Ópticos Família do Produto Construção TeraLan Dielétrico Tight Monomodo ou Multimodo Descrição Cabo óptico tipo "tight", constituído por fibras

Leia mais

Meios Físicos de Comunicação

Meios Físicos de Comunicação Meios Físicos de Comunicação Aula 2 Padrões de Cabeamento Meios Físicos de Comunicação - Padrões de Cabeamento 1 Conteúdo Padrões de Crimpagem Montagem e Organização Teste Tomadas e Emendas Recomendações

Leia mais

Aula 4b Elementos da Infraestrutura

Aula 4b Elementos da Infraestrutura Aula 4b Elementos da Infraestrutura Prof. José Maurício S. Pinheiro 2010 1 Elementos de Infra-estrutura São utilizados em projetos de sistemas de cabeamento para estabelecer o tráfego de voz, dados e imagens,

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 6 Cabeamento Residencial

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 6 Cabeamento Residencial APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 6 Cabeamento Residencial Cabeamento residencial Sistema que integra os serviços de telecomunicações em uma residência: Rede local de computadores, acesso à internet, controle

Leia mais

Meios de transmissão. Professor Leonardo Larback

Meios de transmissão. Professor Leonardo Larback Meios de transmissão Professor Leonardo Larback Meios de transmissão Na comunicação de dados são usados muitos tipos diferentes de meios de transmissão. A escolha correta dos meios de transmissão no projeto

Leia mais

TESTES E CERTIFICAÇÃO

TESTES E CERTIFICAÇÃO PROFESSOR NORBERTO - CABEAMENTO ESTRUTURADO TESTES E CERTIFICAÇÃO Para garantir a qualidade das instalações e a performance desejada é necessário que tenha-se certeza que a obra foi realizada dentro das

Leia mais

INTRODUÇÃO. Para permitir que os diversos fabricantes sejam capazes de produzir equipamentos e componentes que possam interagir.

INTRODUÇÃO. Para permitir que os diversos fabricantes sejam capazes de produzir equipamentos e componentes que possam interagir. INTRODUÇÃO Cabeamento para Voz e Dados Os novos cabeamentos para telecomunicações oferecem muito mais qualidade, flexibilidade, valor e função para as necessidades presentes e futuras. Hoje, a sobrevivência

Leia mais

Instalação de Serviços de Comunicação de Dados e Voz

Instalação de Serviços de Comunicação de Dados e Voz 1 Instalação de Serviços de Comunicação de Dados e Voz Prezado Usuário, A partir de agora você estará utilizando um sistema que integra Dados, Voz e Imagem em uma rede de alta confiabilidade, com equipamentos

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores - 1º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 01 Conceitos

Leia mais

NORMA ANSI/EIA/TIA 568 - B. Projeto Físico de Rede

NORMA ANSI/EIA/TIA 568 - B. Projeto Físico de Rede NORMA ANSI/EIA/TIA 568 - B O PADRÃO BASEIA-SE NOS SEIS PRINCIPAIS COMPONENTES DE UM SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO, QUE SÃO: 1 FACILIDADE DE ENTRADA (Entrance Facility) : É COMPOSTA POR HARDWARE DE

Leia mais

Cabo Óptico Pré Conectorizado Fanout

Cabo Óptico Pré Conectorizado Fanout Cabo Óptico Pré Conectorizado Fanout Tipo do Produto Cabo Óptico Pré-Conectorizado Descrição Cabo Óptico de construção tipo " tight buffer" (indoor ou indoor/outdoor) ou cordão multifibra (somente indoor)

Leia mais

Disciplina: Cabeamento de Redes Profª Érica Barcelos

Disciplina: Cabeamento de Redes Profª Érica Barcelos Disciplina: Cabeamento de Redes Profª Érica Barcelos CAPÍTULO 4 4. CABEAMENTO ESTRUTURADO- PARTE II Cada nível do subsistema estudado no capítulo anterior foi regulamentado por normas que visam padronizar

Leia mais

GUIA DO USUÁRIO. Dome fixo AXIS T90C10 IR-LED. Dome fixo AXIS T90C20 IR-LED PORTUGUÊS

GUIA DO USUÁRIO. Dome fixo AXIS T90C10 IR-LED. Dome fixo AXIS T90C20 IR-LED PORTUGUÊS GUIA DO USUÁRIO Dome fixo AXIS T90C10 IR-LED Dome fixo AXIS T90C20 IR-LED PORTUGUÊS Medidas de segurança Leia com atenção este guia de instalação até o final antes de instalar o produto. Guarde o guia

Leia mais

InfraEstrutura de Redes

InfraEstrutura de Redes Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul InfraEstrutura de Redes Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof:Eduardo M. de Araujo Site-http://www.professoreduardoaraujo.com Cabeamento Estruturado

Leia mais

Especificação Técnica Sistema de Cabeamento Estruturado

Especificação Técnica Sistema de Cabeamento Estruturado Especificação Técnica Sistema de Cabeamento Estruturado Patch Cord Tipo RJ-45 - RJ45 - CATEGORIA 5 Modelo: D8AU Patch Cord com comprimento aproximado de xx metros, com conectores modulares de 8 posições

Leia mais

ABNT NBR 14.565 Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado para Edifícios Comerciais e Data Centers Parte 2/2

ABNT NBR 14.565 Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado para Edifícios Comerciais e Data Centers Parte 2/2 ABNT NBR 14.565 Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado para Edifícios Comerciais e Data Centers Parte 2/2 ALUNO: REDES DE COMP. TURMA: RDN2 DATA: 12/11/2013 Av. Vitória, 950 Forte São João 29017-950

Leia mais

email: cookvendas@cookenergia.com Acesse nosso site: www.cookenergia.com Telefones: (55) 21 2609-4196 - (55) 21 9387-1021

email: cookvendas@cookenergia.com Acesse nosso site: www.cookenergia.com Telefones: (55) 21 2609-4196 - (55) 21 9387-1021 Cordões Ópticos Montados em Conectores, Especificação: SUMÁRIO: 1 Objetivo. 2 Referências Normativas. 3 Definições. 4 Condições Gerais. 5 Condições Específicas. 6 Inspeção. 7 Aceitação e Rejeição. 8 Procedimento

Leia mais

EM 1991 a EIA (Eletronic Industries Association) publicou um padrão para cabeamento de telecomunicações

EM 1991 a EIA (Eletronic Industries Association) publicou um padrão para cabeamento de telecomunicações Laboratório de Redes. Cabeamento Estruturado Pedroso 4 de março de 2009 1 Introdução EM 1991 a EIA (Eletronic Industries Association) publicou um padrão para cabeamento de telecomunicações de edifícios

Leia mais

DTN WEBEX NOVOS PRODUTOS

DTN WEBEX NOVOS PRODUTOS DTN WEBEX NOVOS PRODUTOS Conectividade 6A Linha de Bandejas Ópticas HDX Linha de Racks ITMAX Linha de Racks Fechados Acessórios de Organização Produtos de alta densidade FTP UTP Descarregado Azul/Branco/Bege

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 10 Testes e certificação

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 10 Testes e certificação APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 10 Testes e certificação Configuração de teste de campo para cabos de par trançado de 100 ohms Teste de Canal: Inclui os 90m do cabeamento horizontal, o patch cord do equipamento

Leia mais

REFORMA EDIFICAÇÃO PRINCIPAL INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS AVANÇADO IBIRAMA IBIRAMA/SC

REFORMA EDIFICAÇÃO PRINCIPAL INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS AVANÇADO IBIRAMA IBIRAMA/SC REFORMA EDIFICAÇÃO PRINCIPAL INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS AVANÇADO IBIRAMA IBIRAMA/SC MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE CABEAMENTO ESTRUTURADO ÍNDICE 1 Informativos gerais 2 Especificações e Tabelas

Leia mais

14 CABOS DE FIBRA ÓTICA

14 CABOS DE FIBRA ÓTICA FIBRA OTICA 4 4 CABOS DE FIBRA ÓTICA Fibra Ótica com diferentes tipos de cabos: Tight Buffer - Estrutura Fechada Fibra ótica com revestimento em PVC. Usado para ligações dentro de edifícios (cabos, cordões

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores 04. Meios Físicos de Transmissão Prof. Ronaldo Introdução n

Leia mais

2.5. Placas eletrônicas da central

2.5. Placas eletrônicas da central 2.5. Placas eletrônicas da central Placa eletrônica de laço Piezo Placa de laço Na placa eletrônica de laço podem ser ligados quatro laços de detecção, compostos por detectores de fumaça, detectores termovelocimétricos

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO M A N U A L B A T E R I A C H U M B O - Á C I D A S E L A D A MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO BATERIAS CHUMBO-ÁCIDAS SELADAS COM RECOMBINAÇÃO DE GÁS POWERSAFE VF ÍNDICE 1.0 INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO DO SUPORTE PARA VEÍCULO CRD TC7X CVCD1 01

GUIA DE INSTALAÇÃO DO SUPORTE PARA VEÍCULO CRD TC7X CVCD1 01 GUIA DE INSTALAÇÃO DO SUPORTE PARA VEÍCULO CRD TC7X CVCD1 01 2 Suporte para Veículo CRD-TC7X-CVCD1-01 A Zebra reserva o direito de fazer alterações em qualquer produto para melhorar a confiabilidade, as

Leia mais

Conversor de Mídia Intelbras KGM 1105

Conversor de Mídia Intelbras KGM 1105 Conversor de Mídia Intelbras KGM 1105 Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. O conversor de mídia Intelbras KGM 1105 é um produto com tecnologia Gigabit Ethernet

Leia mais

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

Leia mais

Cabeamento Estruturado. Prof. Marciano dos Santos Dionizio

Cabeamento Estruturado. Prof. Marciano dos Santos Dionizio Cabeamento Estruturado Prof. Marciano dos Santos Dionizio Norma ANSI/EIA/TIA 568B Divide um sistema de cabeamento em subsistemas: 1. Facilidades de Entrada (pela NBR14565: Sala de Entrada de Telecomunicações

Leia mais

RT1400. Display IRIG-B. Manual de Instruções

RT1400. Display IRIG-B. Manual de Instruções RT1400 Display IRIG-B Manual de Instruções Código do firmware: 07vrr Documento: rt1400.fw07-manual-pt-v02 Reason Tecnologia S.A. Todos os direitos reservados. Os produtos Reason são melhorados continuamente.

Leia mais

Catálogo de. Produtos LABORATÓRIO ÓPTICO FERRAMENTARIA / METALURGIA PRODUTOS INJETADOS MARCAS DISTRIBUÍDAS B5NX-CNC

Catálogo de. Produtos LABORATÓRIO ÓPTICO FERRAMENTARIA / METALURGIA PRODUTOS INJETADOS MARCAS DISTRIBUÍDAS B5NX-CNC FIBRAS ÓPTICAS E ACESSÓRIOS LABORATÓRIO ÓPTICO FERRAMENTARIA / METALURGIA B5NX-CNC PRODUTOS INJETADOS Catálogo de MARCAS DISTRIBUÍDAS Produtos R A Division of Cisco Systems, Inc. RACKS E ACESSÓRIOS Linha

Leia mais

Cabeamento Estruturado. Definição. Definição. Prof. Leandro Pykosz Leandro@sulbbs.com.br Redes de Computadores - UDESC

Cabeamento Estruturado. Definição. Definição. Prof. Leandro Pykosz Leandro@sulbbs.com.br Redes de Computadores - UDESC Cabeamento Estruturado Prof. Leandro Pykosz Leandro@sulbbs.com.br Redes de Computadores - UDESC Definição Entende-se por rede interna estruturada aquela que é projetada de modo a prover uma infra-estrutura

Leia mais

PV-2200 MANUAL DE INSTRUÇÃO

PV-2200 MANUAL DE INSTRUÇÃO Pág.:1 MÁQUINA: MODELO: NÚMERO DE SÉRIE: ANO DE FABRICAÇÃO: O presente manual contém instruções para instalação e operação. Todas as instruções nele contidas devem ser rigorosamente seguidas do que dependem

Leia mais

ENGENHARIA E PROJETOS ELÉTRICOS LTDA

ENGENHARIA E PROJETOS ELÉTRICOS LTDA APRESENTAÇÃO As especificações contidas neste memorial são referentes às instalações de cabeamento estruturado do prédio sede do Tribunal Regional do Trabalho 12ª Região TRT, localizado na Av. Jorn.Rubens

Leia mais

REDE DE FIBRA ÓPTICA

REDE DE FIBRA ÓPTICA REDE DE FIBRA ÓPTICA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Sumário 1. Cabos de fibras ópticas... 2 2. Emendas ópticas... 3 3. Interfaces ópticas... 4 4. Distribuidor geral óptico... 5 5. Cordões Ópticos... 5 6. Práticas

Leia mais

MANUAL SUSPENSÃO MECÂNICA SENSOR DE ÂNGULO

MANUAL SUSPENSÃO MECÂNICA SENSOR DE ÂNGULO 2015 MANUAL SUSPENSÃO MECÂNICA SENSOR DE ÂNGULO SUSPENSÃO MECÂNICA SENSOR DE ÂNGULO Passo 1: O primeiro passo é determinar qual versão do Sensor de Ângulo foi incluído no seu kit. Existe uma versão Direita

Leia mais

158516.182014.137447.4474.277995780.540

158516.182014.137447.4474.277995780.540 158516.182014.137447.4474.277995780.540 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Santa Catarina Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Ata de Realização do Pregão Eletrônico

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO 1. CABEAMENTO VERTICAL 1.1 INTRODUÇÃO

MEMORIAL DESCRITIVO 1. CABEAMENTO VERTICAL 1.1 INTRODUÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO 1. CABEAMENTO VERTICAL 1.1 INTRODUÇÃO O cabeamento vertical, ou cabeamento de backbone integra todas as conexões entre o backbone do centro administrativo e os racks departamentais,

Leia mais

UTP Unshielded Twisted Pair - UTP ou Par Trançado sem Blindagem: é o mais usado atualmente tanto em redes domésticas quanto em grandes redes

UTP Unshielded Twisted Pair - UTP ou Par Trançado sem Blindagem: é o mais usado atualmente tanto em redes domésticas quanto em grandes redes Definição Cabeamento para uso integrado em comunicações de voz, dados e imagem preparado de maneira a atender diversos layouts de instalações, por um longo período de tempo, sem exigir modificações físicas

Leia mais

REDE DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA

REDE DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA REDE DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Sumário: 1. Cabos de fibras ópticas... 2 2. Lançamento de Cabo Óptico... 3 3. Emendas ópticas... 3 4. Distribuidor Geral Óptico DGO... 3 5. Medições

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Conversores de Mídia Gigabit Intelbras KGM 1105 KGS 1115. Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras.

Conversores de Mídia Gigabit Intelbras KGM 1105 KGS 1115. Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. MANUAL DO USUÁRIO Conversores de Mídia Gigabit Intelbras KGM 1105 KGS 1115 Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. Os conversores de mídia KGM 1105 e KGS 1115

Leia mais

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES RESUMO 1º BIMESTRE - 2º SEMESTRE

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES RESUMO 1º BIMESTRE - 2º SEMESTRE APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES RESUMO 1º BIMESTRE - 2º SEMESTRE 1 1. CABEAMENTO ESTRUTURADO Cabeamento estruturado é a disciplina que estuda a disposição organizada e padronizada de conectores e meios

Leia mais

MANUAL TÉCNICO Amanco Ramalfort

MANUAL TÉCNICO Amanco Ramalfort Amanco Ramalfort Desenho e Dimensões Os tubos Amanco Ramalfort foram desenvolvidos para condução de água no trecho compreendido entre o ponto de derivação da rede de distribuição de água e o kit cavalete

Leia mais

ANSI/TIA/EIA-568-A/ISO/IEC 11.801... 78 TSB - 67... 82 TSB - 75... 83 TSB - 72... 84 TSB - 95... 85 ANSI/TIA/EIA-569-A... 86

ANSI/TIA/EIA-568-A/ISO/IEC 11.801... 78 TSB - 67... 82 TSB - 75... 83 TSB - 72... 84 TSB - 95... 85 ANSI/TIA/EIA-569-A... 86 4 R E S U M O D A S N O R M A S N O R M A S Introdução... 76 ANSI/TIA/EIA-568-A/ISO/IEC 11.801... 78 TSB - 67... 82 TSB - 75... 83 TSB - 72... 84 TSB - 95... 85 ANSI/TIA/EIA-569-A... 86 INTRODUÇÃO Cabeamento

Leia mais

Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO 23/09/2015. Topologias Lógicas x Topologias Físicas. Cabeamento Não-estruturado aula 26/08

Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO 23/09/2015. Topologias Lógicas x Topologias Físicas. Cabeamento Não-estruturado aula 26/08 Sistemas de Cabeamento SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO Uma rede de computadores é um conjunto de recursos inter-relacionados e interligados com o objetivo de formar um sistema em comum. PROF. FABRICIO

Leia mais

InfraEstrutura de Redes

InfraEstrutura de Redes Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul InfraEstrutura de Redes Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof:Eduardo M. de Araujo Site-http://www.professoreduardoaraujo.com Cabeamento Estruturado

Leia mais

CFOT-MF/UB. Interno / Externo

CFOT-MF/UB. Interno / Externo CFOT-MF/UB Tipo do Produto Cabos Ópticos Construção Dielétrico Núcleo Seco Tubo Loose (UB) ou Cordão Monofibra (MF) SM ou MM Descrição Conjunto constituído por cordões ópticos ("tight buffer") ou tubos

Leia mais

Categoria 6 Aumentada: Standards Update. Dr. Paulo S. Marin, Eng. Cabling Specialist Engineer paulo_marin@paulomarinconsultoria.eng.

Categoria 6 Aumentada: Standards Update. Dr. Paulo S. Marin, Eng. Cabling Specialist Engineer paulo_marin@paulomarinconsultoria.eng. Categoria 6 Aumentada: Standards Update Dr. Paulo S. Marin, Eng. Cabling Specialist Engineer paulo_marin@paulomarinconsultoria.eng.br 1 Resumo A nova norma, em desenvolvimento, ANSI/TIA/EIA-568-B.2-10

Leia mais

CABLING CABOS CONECTORES PATCH PANEL 19 ACESSÓRIOS

CABLING CABOS CONECTORES PATCH PANEL 19 ACESSÓRIOS CABLING CABOS 04 CONECTORES 05 PATCH PANEL 19 06 ACESSÓRIOS 07 02 CABLING CABLAGENS DE COBRE O EIA/TIA 568, de 1991, foi o primeiro padrão americano para os sistemas de cableamento estruturado. Em 1995,

Leia mais

Infraestrutura de Redes

Infraestrutura de Redes Infraestrutura de Redes Apresentação 01: Conceitos de Cabeamento Estruturado Prof. João Paulo Just - http://just.pro.br 1 Conceitos de Cabeamento Porque? Anteriormente: serviços como sistemas de alarmes,

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E DE ESPECIFICAÇÕES

MEMORIAL DESCRITIVO E DE ESPECIFICAÇÕES MEMORIAL DESCRITIVO E DE ESPECIFICAÇÕES SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO OBRA: ESCOLA DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE PROJETO PADRÃO PROPRIETÁRIO: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Tipos de Cabeamento de Rede. Prof. Rafael Gross rafael.gross@fatec.sp.gov.br

Tipos de Cabeamento de Rede. Prof. Rafael Gross rafael.gross@fatec.sp.gov.br Tipos de Cabeamento de Rede Prof. Rafael Gross rafael.gross@fatec.sp.gov.br Tipos de Cabeamento Cabo Coaxial; Cabo Par Trançado; Cabo de Fibra Óptica. Cabo Coaxial Um dos primeiros cabos utilizados em

Leia mais

InfraEstrutura de Redes

InfraEstrutura de Redes Faculdade Anhanguera de São Caetano do Sul InfraEstrutura de Redes Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof:Eduardo M. de Araujo Site-http://www.professoreduardoaraujo.com Line Cords e Patch Cables.

Leia mais

NOMES DOS AUTORES JEAN PIERRE AIRES DA SILVA RELATÓRIO FINAL DE PROJETO CABO UTP

NOMES DOS AUTORES JEAN PIERRE AIRES DA SILVA RELATÓRIO FINAL DE PROJETO CABO UTP Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática NOMES DOS AUTORES JEAN PIERRE AIRES

Leia mais

REDE DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA

REDE DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA REDE DE CABOS DE FIBRA ÓPTICA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Sumário 1. Cabos de fibras ópticas... 2 2. Lançamento de Cabo Óptico... 3 3. Emendas ópticas... 3 4. Distribuidor Geral Óptico DGO... 4 5. Medições

Leia mais

Características Técnicas Série Quasar

Características Técnicas Série Quasar Descrição do Produto A Série Quasar é uma linha de painéis tipo CCMi (centro de controle de motores inteligente) para baixa tensão e correntes até 3150 A, ensaiados conforme a norma NBR/IEC 60439-1 - TTA

Leia mais

Sistema de Cabeamento Estruturado Norma EIA/TIA - 606

Sistema de Cabeamento Estruturado Norma EIA/TIA - 606 Sistema de Cabeamento Estruturado Norma EIA/TIA - 606 EIA/TIA Órgão de normatização para infra-estrutura de telecomunicações. Norma para Administração da infra-estrutura de telecomunicações em edifícios

Leia mais

Luminárias LED Lumination (Série BT Versão UL - Opção EL Luz de Emergência)

Luminárias LED Lumination (Série BT Versão UL - Opção EL Luz de Emergência) GE Lighting Guia de Instalação Luminárias LED Lumination (Série BT Versão UL - Opção EL Luz de Emergência) DICAS DE SEGURANÇA IMPORTANTES AO UTILIZAR EQUIPAMENTO ELÉTRICO, DEVEM SEMPRE SER SEGUIDAS AS

Leia mais

Manual do Usuário - NKPROX

Manual do Usuário - NKPROX Manual do Usuário NKPROX Manual do Usuário - NKPROX Neokoros TI - Biometric Technology Índice 1 - Apresentação e Características Gerais...3 2 - Placa BMC - Especificações...4 2.1 - Conectores (pinagem

Leia mais

Capítulo 5 - Sistemas de Cabeamento Estruturado

Capítulo 5 - Sistemas de Cabeamento Estruturado Capítulo 5 - Sistemas de Cabeamento Estruturado Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 44 Roteiro Cabeamento Planejamento para o Cabeamento Estruturado Cabeamento Horizontal Cabeamento

Leia mais

sorayachristiane@globo.com

sorayachristiane@globo.com sorayachristiane@globo.com 1 CABEAMENTO ESTRUTURADO INTERNACIONAIS EIA/TIA 568 B - Sistemas de Cabeamento para Edificios Comerciais. EIA/TIA 569 A - Adequações e Estruturas Internas para Cabeamento em

Leia mais

Cabeamento Estruturado Metálico em Edifícios Comerciais

Cabeamento Estruturado Metálico em Edifícios Comerciais Cabeamento Estruturado Metálico em Edifícios Comerciais Cabeamento estruturado - definição Sistema de cabeamento capaz de prover tráfego de gêneros de informações diferenciadas dentro de um mesmo sistema

Leia mais

MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS IFSC- JOINVILLE SANTA CATARINA DISCIPLINA DESENHO TÉCNICO CURSO ELETRO-ELETRÔNICA MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 2011.2 Prof. Roberto Sales. MATERIAIS BÁSICOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS A

Leia mais

09/08/2015 DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES. Tecnologia em Jogos Digitais. Mídias (meios) de transmissão

09/08/2015 DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES. Tecnologia em Jogos Digitais. Mídias (meios) de transmissão Tecnologia em Jogos Digitais Mídias (meios) de transmissão DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE REDES DE COMPUTADORES Mídias físicas: composta pelo cabeamento e outros elementos componentes utilizados na montagem

Leia mais

PAINEL ELÉTRICO PARA FRITAR E GRELHAR

PAINEL ELÉTRICO PARA FRITAR E GRELHAR PAINEL ELÉTRICO PARA FRITAR E GRELHAR Mod. BE62TLL, BE62TRR, Mod. FTE-40B, FTE-40B/2 OFTE 40B 115.008 BE62TLC, BE63TLL, BE63TLR, Mod. FTE-60B, FTE-60B/2 OFTE 60B 115.009 BE63TLC, BE65TLL, BE65TMC Mod.

Leia mais

Camada Física Camada Física Camada Física Função: A camada Física OSI fornece os requisitos para transportar pelo meio físico de rede os bits que formam o quadro da camada de Enlace de Dados. O objetivo

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES TECNOLOGIA ETHERNET CRIMPAGEM

REDE DE COMPUTADORES TECNOLOGIA ETHERNET CRIMPAGEM SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES TECNOLOGIA ETHERNET CRIMPAGEM Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com TECNOLOGIA ETHERNET Crimpagem diz respeito

Leia mais

Microregistradora TMS-44

Microregistradora TMS-44 Microregistradora TMS-44 MANUAL DO USUÁRIO VERSÃO 1.0 Manual do Usuário Microregistradora TMS-44 Edição de Outubro de 2008 Este manual tem caráter técnico-informativo, sendo propriedade da SWEDA. Todos

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Cabeamento Fabricio Breve Um dos primeiros tipos de cabos utilizados em rede Possui dois fios, sendo um uma malha que envolve o cabo em toda a sua extensão Essa malha funciona como

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO BF CD3004 BF CC3004

MANUAL DO USUÁRIO BF CD3004 BF CC3004 MANUAL DO USUÁRIO BF CD3004 BF CC3004 BF CD3004 e BF CC3004 Câmera infravermelho Parabéns, por adquirir um produto Braforce. Todos os modelos produzem imagens coloridas quando o ambiente dispuser de iluminação

Leia mais

fibra optica:layout 1 27-01-2011 00:23 Page 23

fibra optica:layout 1 27-01-2011 00:23 Page 23 fibra optica:layout 1 27-01-2011 00:23 Page 23 Fibra Óptica fibra optica:layout 1 27-01-2011 00:23 Page 24 FIBRA ÓPTICA Fibra Óptica é um pedaço de vidro com capacidade de transmitir luz. Tal filamento

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Cabeamento Estruturado www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Cabeamento Estruturado é a disciplina que estuda a disposição organizada e padronizada

Leia mais

Anexo V: Solução de Pontos de rede local

Anexo V: Solução de Pontos de rede local Anexo V: Solução de Pontos de rede local 1. Objetivo: 1.1. Contratação de solução de Pontos de Rede de telecomunicação para conexão de diversos tipos de equipamentos eletrônicos como computadores, impressoras,

Leia mais

26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente?

26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente? CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CÓDIGO 05 UCs de Eletrônica e/ou de Telecomunicações 26. Dentre as dimensões a seguir, núcleo/casca, quais representam tipicamente fibras monomodo e fibras multimodos, respectivamente?

Leia mais