ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO DE INTERLIGAÇÃO POR FIBRA ÓPTICA. CIRCUITOS 1, 2 e 3 EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 008/2010

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1 ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO DE INTERLIGAÇÃO POR FIBRA ÓPTICA CIRCUITOS 1, 2 e 3 EDITAL DE TOMADA DE PREÇOS Nº 008/2010 OBJETIVO A presente discriminação técnica objetiva fixar as condições para a execução da interligação por fibra óptica, de acordo com o projeto básico existente, com o objetivo de prover a interligação via fibra óptica entre: Circuito 1: Entre a Sede Central da DME Distribuição S/A Rua Pernambuco nº. 265 ao Almoxarifado - Rua São José nº. 345 continuando até a Subestação Interligação Av. Liliza Ottoni, Circuito 2: Entre a Sede Central da DME Distribuição S/A Rua Pernambuco nº. 265 ao Almoxarifado - Av. Silvio Monteiro dos Santos continuando até a UHE Antas I Cascata das Antas. Circuito 3: Entre a Subestação Osório da DME Distribuição S/A continuando até UHE Antas I Cascata das Antas. Na interligação será utilizada fibra óptica mono-modo de 12 pares e todos os pares deverão ser conectorizados aos DIO s em seus sites. Faz parte integrante deste Memorial a representação gráfica com plantas, cortes, esquemas e detalhes necessários, que possibilitem a definição dos métodos construtivos (normas de execução), as especificações técnicas e quantitativas de materiais, equipamentos e serviços, tudo de acordo com as normas vigentes, em especial a NBR / DETALHAMENTO TÉCNICO Para que o objetivo possa ser alcançado da melhor forma possível, é imprescindível que a empresa Contratada para realizar o serviço siga todas as definições técnicas detalhadas neste documento. CFOA-SM-AS80-G-24-NR Página 1 de 29

2 O cabo óptico escolhido foi o geleado, auto-sustentável para aplicações externas, projetado para instalações aéreas de até 80 metros de vão livre, com 24 fibras individualmente coloridas, com elemento central dielétrico de vidro resina cilíndrico de alta resistência mecânica, sendo todo o conjunto recoberto com uma capa externa em polietileno resistente aos raios UV e a intempéries (proteção contra a penetração de umidade), construído conforme a norma Bellcore GR 20 para sistemas de cabeamento externo. O cabo deve suportar todas as aplicações de transmissão de dados em alta velocidade, incluindo: IEEE FOILR 10 Mbps IEEE BASE-F 1000 Mbps IEEE BASE SX/FX 1 Gb/s FDDI 100 Mbps ATM 155/622 Mbps 1,2/2,4 Gb/s Fibre Channel FC-PH 266 1,062Gb/s O cabo utilizado deve atender às normas e certificados: ABNT NBR Cabo óptico dielétrico auto-sustentado ITU-T Recomendación G.652.D: Characteristics of a single-mode optical fibre and cable Internacional ISSO/IEC Européias EM Americana ANSI/TIA/EIA-568-B Bellcore GR-409 Certificados de Homologação ANATEL / CONSIDERAÇÕES INICIAIS Serão descritos neste memorial todos aqueles fatores considerados imprescindíveis à boa execução da obra. Os dados informados graficamente não serão descritos textualmente. Todas as vezes que houver necessidade de inter-relacionar dados, o texto reportará aos desenhos, complementando assim a informação. Todas as especificações contidas neste documento foram calcadas na boa técnica, devendo ser rigorosamente cumpridas, assim como as informações gráficas executadas em suas minúcias. Consta também deste processo planilha de quantitativos e custos, que inclui material, mão-deobra e BDI. Esta planilha orçamentária apresentada é meramente exemplificada e deve ser recalculada pelo licitante levantando todos os quantitativos e custos. Se houver qualquer Página 2 de 29

3 discrepância, esta deverá ser comunicada à DMED, antes da abertura da licitação para eventuais correções. As modificações e alterações não previstas e complementação de dados propositadamente destinadas a uma definição in loco, deverão ser tratadas diretamente com a fiscalização da DMED. Todas as dúvidas e casos omissos deverão ser exclusivamente definidos com explícita anuência da DMED. Recomendamos aos envolvidos na elaboração das propostas para execução, bem como aos técnicos que estarão ligados diretamente à obra, a leitura detalhada e na íntegra deste documento, acompanhando-se inclusive pelas pranchas gráficas e planilhas de quantitativos, a fim de se obter uma perfeita compreensão de todas as partes que o compõem. As modificações feitas pela empresa Contratada para execução sem prévio conhecimento da DMED, implicarão em sua responsabilidade direta. Os projetos, especificações e planilhas de quantitativos não eximem de responsabilidade o profissional responsável técnico pela execução da obra. Sobre as Planilhas de Quantitativos deve-se salientar que a Contratada não se deve limitar a elas caso surjam outras necessidades não previstas para a perfeita execução dos serviços. SERVIÇOS PRELIMINARES Placa da Obra Deverá ser fixada uma placa de obra, dimensões de (2,00 x 3,00) m, em local visível a ser indicado pela fiscalização da obra, sendo do padrão utilizado pela DME Distribuição S/A. Placa do CREA Deverá ser fixada uma placa com os dados da obra e do RT, dimensões de (1,00 x 1,00) m, em local visível a ser indicado pela fiscalização da obra, sendo do padrão exigido pelo CREA. CONDIÇÕES GERAIS 1. Na execução dos serviços, a Contratada deve observar as condições estabelecidas na Norma Regulamentadora NR 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade" e outras aplicáveis, que fixam as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas e, também, de usuários e terceiros. Página 3 de 29

4 2. A Contratada somente poderá iniciar a construção da sua rede de telecomunicações na infra-estrutura da rede de distribuição de energia elétrica, após a sua liberação pela DMED. 3. Na realização de tarefas da Contratada na infra-estrutura da DMED, os seus funcionários devem portar além dos equipamentos de segurança obrigatórios, o crachá da empresa e identificação no veículo. 4. Todos os serviços que necessitarem de desligamento da rede de distribuição de energia elétrica por motivo de construção da rede de telecomunicações da Contratada, deve ser agendado com antecedência na DMED. 5. São de responsabilidade da Contratada a observância às normas quanto aos critérios de projeto, os cálculos dos esforços resultantes, a flecha máxima admissível, considerações quanto às condições de temperatura e ação de velocidade do vento críticas da região. 6. As distâncias mínimas de segurança entre condutores das redes de telecomunicações e o solo, em situações mais críticas de flechas dos cabos (flecha máxima a 50º C), devem obedecer aos limites estabelecidos na NBR 5433 e NBR As distâncias mínimas dos cabos da rede da Contratada em relação ao solo, inclusive para atendimento aos seus clientes nas situações mais desfavoráveis, serão as seguintes (FIG. A): Sobre pistas de rolamento de rodovias e ferrovias - 6,00 m Sobre pistas de rolamento e cruzamentos de ruas e avenidas - 5,00 m Sobre locais onde haja tráfego de máquinas agrícolas, entradas de prédios e passagem particular de veículos 4,50 m Sobre ruas e vias exclusivas a pedestres 3,00 m. 8. As distâncias mínimas entre os condutores da rede de distribuição de energia elétrica e os de rede de comunicação, nas condições mais desfavoráveis serão as seguintes: Tensão Máxima entre fases Até 600 V De 600 V a V De V a V Distâncias Mínimas 0,70 m 1,50 m 1,80 m 9. O PONTO DE FIXAÇÃO que será utilizado exclusivamente para a fixação de cabos de telecomunicações, deve ser instalado na infra-estrutura da rede de distribuição aérea de energia elétrica, na FAIXA DE OCUPAÇÃO de 0,50 m, situada no poste entre 5,20 m e 5,70 m em relação ao solo, e na posição definida pela DMED. Página 4 de 29

5 10. A Contratada deve identificar seu cabo em todos os postes por onde passar a sua rede, e essa identificação deve ser legível, por meio de plaqueta de plástico com resistência à radiação ultravioleta, de 40 x 90 mm, com espessura de 3 mm, sendo o fundo amarelo e letras em preto com a indicação do tipo de cabo, nome do proprietário, rota e o telefone de contato para emergências. A plaqueta deve ser fixada a 300 mm do poste, por meio de material resistente a intempéries e inclinada a 45 para o lado da rua. Ver especificação e montagem na FIGURA D dessa norma. 11. Em hipótese alguma as braçadeiras ou cintas para a fixação de equipamentos e ancoragem dos cabos da rede de telecomunicações podem ser instaladas sobre condutores elétricos da iluminação pública e/ou equipamentos da DMED, assim como, de outras concessionárias no poste (FIG. E e F). 12. O conjunto de emenda óptica e reserva técnica da Contratada não poderá ser fixado no poste da DMED, devendo ser instalado no vão, presa no cabo, conforme FIGURAS B e C. 13. A Contratada deve utilizar-se sempre do dinamômetro, do termômetro, tabelas de trações e flechas de montagem do cabo e escala métrica isolada (vara telescópica), na execução de sua rede na infra-estrutura da DMED. 14. A Contratada deve comunicar por escrito à DMED o término da execução de sua rede de telecomunicações na infra-estrutura da rede de distribuição de energia elétrica. 15. A Contratada deverá adotar o Livro de Ordem, conforme Resolução CONFEA, de 21/08/ Casos omissos deverão ser analisados previamente pela DMED. NOTAS IMPORTANTES: a.) A instalação do novo poste nº P207 do circuito 2, as alterações e substituições dos demais postes, se necessário, serão realizadas pela equipe do DME-PC. b.) Nas travessias de ruas e avenidas a fibra óptica deverá ser posicionada na altura máxima permitida, observando-se o afastamento mínimo exigido até a rede de distribuição de energia elétrica. ÍNDICE DAS FIGURAS FIGURAS FIG. A - Afastamentos Mínimos. Página 5 de 29

6 FIG. B - Caixa de Emenda Instalada no Meio do Vão. FIG. C - Reserva Técnica para Fibra Óptica Instalada no Meio do Vão. FIG. D - Plaqueta de Identificação de Cabos do Usuário do Poste. FIG. E - Ancoragem da Fibra Óptica em Poste com Equipamentos da DMED FIG. F - Ancoragem em Poste do Cabo de Fibra Óptica FIG. A Afastamentos Mínimos entre Condutores da Rede de Telecomunicações e Rede de Distribuição de Energia Elétrica ao Longo do Vão PLAQUETA IDENTIFICAÇÃO NEUTRO FASE A FASE B FASE C CONTROLE REDE TELECOMUNICAÇÕES FAIXA DE OCUPAÇÃO PLAQUETA IDENTIFICAÇÃO h 600 VER NOTA 2 NOTAS: 1- Devem ser obedecidas as distâncias mínimas "h", do cabo da CONTRATADA mais crítico (ponto de fixação inferior da faixa e ocupação) ao solo; 2- A distância de 0,70 m dos cabos, fios e cordoalhas das redes de telecomunicações à rede de energia elétrica até V, refere-se a distância mínima de segurança entre o ponto de fixação superior da faixa de ocupação e o condutor inferior da rede secundária; Página 6 de 29

7 FIG. B - Caixa de Emenda Instalada no Meio do Vão CONJUNTO DE ANCORAGEM DE CABO ÓPTICO FITA DE AÇO 2000 CORDOALHA CABO DE FIBRA ÓPTICA PLAQUETA IDENTIFICAÇÃO FIO DE ESPINAR CAIXA DE EMENDA PLAQUETA IDENTIFICAÇÃO FIG. C - Reserva Técnica para Fibra Óptica Instalada no Meio do Vão CONJUNTO DE ANCORAGEM DE CABO ÓPTICO 300 RESERVA TÉCNICA ± CORDOALHA CABO DE FIBRA ÓPTICA PLAQUETA IDENTIFICAÇÃO FIO DE ESPINAR PLAQUETA IDENTIFICAÇÃO Página 7 de 29

8 FIG D - Plaqueta de Identificação de Cabos da DMED CABO ÓPTICO AMARRAÇÃO DA PLAQUETA COM FIO DE ESPINA R ISOLADO SUPORTE 300 PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO INCLINADA 45º PARA A RUA DME Distribuição S/A TIPO DE CABO: CFOA-SM-AS80-G-24-NR ROTA: TELEFONE DE EMERGÊNCIA: Fundo: amarelo Letras: Pretas Dimensões da placa: (90 mm X 40 mm X 3 mm) Material da placa: PVC acrílico Letras: (15 mm X 3 mm) OBS.: É obrigatória a colocação de uma plaqueta de identificação, presa no cabo com fio de espina e fixado a 300 mm do poste por onde passar o cabo. Página 8 de 29

9 FIG. E - Ancoragem da Fibra Óptica em Poste com Equipamentos da DMED CHAVE DE MANOBRA OU TUBO DE DESCIDA DE CABOS DE ENERGIA SUPORTE OLHAL RETO COM ROSCA CABO ÓPTICO COM AMARRAÇÃO FINAL (PONTA DE CABO) CONJUNTO DE ANCORAGEM FIG. F - Ancoragem em Poste do Cabo de Fibra Óptica CONJUNTO DE ANCORAGEM OLHAL RETO COM ROSCA CABO ÓPTICO Devido à limitação da faixa de ocupação no poste para a passagem dos cabos dos usuários, toda a ancoragem (amarração final), deve ser feita com conjunto de ancoragem, porca de olhal, prolongador e manilha sapatilha. Página 9 de 29

10 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Descrição do Circuito 1 da Sede Central até a SE Interligação A rede de interligação de fibra óptica Circuito 1 se iniciará na Sede Central da DME Distribuição S/ A, situada na Rua Pernambuco n 265. Contando com uma Reserva Técnica inicial RT 01 próxima ao poste 01, a fibra seguirá subindo a Rua Pernambuco no sentido da Avenida Champagnat até encontrar com a Rua Amazonas onde descerá e encontrará a segunda Reserva Técnica RT 02 no poste 05. Descendo a Praça Getúlio Vargas, passando em frente ao Complexo Cultural da Urca esquina com a Avenida João Pinheiro estará a terceira Reserva Técnica RT 03 entre o poste 10 e o poste 11. Página 10 de 29

11 No poste 11 a fibra descerá e atravessará o Ribeirão de Caldas através de um duto existente e voltará para a rede aérea no poste 12, passando pelo poste 13 e seguindo até o outro lado da Avenida João Pinheiro no poste 14, onde estará outra Reserva Técnica RT 04. A partir deste ponto a fibra percorrerá a Avenida João Pinheiro em direção a oeste, no sentido contramão do tráfego da avenida. A Reserva Técnica RT 05 será entre o poste 25 e 26 e a RT 06 entre o poste 36 e 37; seguindo até encontrar a primeira emenda E 01 (Conjunto de Emenda Óptica) e a Reserva Técnica RT 07 no poste 42. Ainda pela Avenida João Pinheiro, no poste 53 estará a RT 08. Logo em seguida virando 90 à esquerda na Rua Capitão Orlando M. Barreto e seguindo pela Avenida Senador Salgado Filho margeando o Parque Municipal Antônio Molinari estará outra Reserva Técnica RT 09 no poste 67. Na esquina da avenida com a Travessa São José, a fibra cruzará para o lado oposto da rua e seguirá pela Travessa São José, onde logo encontrará a Reserva Técnica RT 10 no poste 82. No poste 84 a fibra descerá por tubulação existente e irá até o Laboratório da DMED, onde correrá por eletro calha aérea existente até o CPD, onde descerá por tubulação embutida a ser executada, até o RACK existente no local. A fibra retornará pelo mesmo trajeto até o poste 84, e em seguida a rede encontrará, entre os postes 85 e 86, a Reserva Técnica RT 11 e continuará no sentido sul até a Praça dos Operários, virando a direita na Rua Padre Cletus Francis Cox, onde encontrará a Reserva Técnica RT12 entre os postes 99 e 100. A fibra seguirá em direção da PUC Poços e encontrará a Reserva Técnica RT 13 entre os postes 112 e 113; continuará no sentido do Bairro Maria Imaculada pela Rua Padre André Hector Bouchard encontrando com a Reserva Técnica RT 14 próxima ao poste 126, a RT15 entre os postes 140 e 141, e a segunda emenda E 02. Continuando pela mesma rua a fibra encontrará com a Reserva Técnica RT 16 no poste 153, e após passar em frente da entrada do Bairro Campo das Antas chegará ao poste 161. Neste ponto ela virará a direita seguindo no sentido da SE INTERLIGAÇÃO, passando pela Reserva Técnica RT 17 próxima ao poste 164. Seguirá subindo pela mata até encontrar a Rua Liliza Ottoni, quando virará a 90 à esquerda, encontrando com a última Reserva Técnica deste circuito a RT 18 entre os postes 179 e 180. Neste poste descerá pela tubulação subterrânea existente, passará por 8 caixas de passagens e entrará no prédio onde encontrará o DIO. Neste trecho deverá ser executada a interligação subterrânea entre as CE (Caixa Existente) 06 e CE 07. Descrição do Circuito 2 da Sede Central até a Usina Antas I Página 11 de 29

12 A rede se iniciará a partir da Sede Central da DME Distribuição S/A, situada na Rua Pernambuco n 265, exatamente como o Circuito 1, e seguirá sentido oeste encontrando com a Reserva Técnica RT 20 próxima ao poste 203 e a Reserva Técnica RT 21 entre os postes 204 e 205. Continuando no mesmo sentido pela Avenida Champagnat no sentido ao Bairro Vila Cruz encontrará a RT 22 entre os postes 214 e 215; a RT 23 entre os postes 225 e 226, a RT 24 entre os postes 236 e 237, e entre os postes 243 e 244 a RT 25 a primeira emenda deste circuito E 01. Já na Av. Antônio Togni, entre os postes 254 e 255 terá a RT 26, e a RT 27 entre os postes 262 e 263. No poste 267 a fibra atravessará para o outro lado da avenida e após passar pelos postes 268 e 269 retornará para o mesmo lado no poste 270 onde encontrará a RT 28. Seguindo pela mesma avenida, entre os postes 286 e 287 ficará a RT 29, entre os postes 295 e 296 a Reserva Técnica RT 30 e também a segunda emenda E 02. Passando atrás do shopping Minas Sul, a fibra encontrará entre os postes 301 e 302 a RT 31 e continuará até o cruzamento com a Avenida Sílvio Monteiro dos Santos, onde encontrará com a RT 32 entre os postes 308 e 309. Neste poste a fibra óptica atravessará a avenida e próximo ao poste 310 teremos a RT 33. No mesmo sentido, entre os postes 317 e 318 teremos a RT 34, no poste 319 a fibra entrará no Almoxarifado Central utilizando a tubulação existente e passando por 6 caixas de passagens, sendo que será necessário construir a interligação subterrânea entre as caixa CX. 05 e CX. 06; chegando até ao rack existente onde teremos uma Reserva Técnica de aproximadamente 10 metros de fibra óptica. Partindo do rack, seguirá no sentido inverso até o poste 319, onde seguirá sentido Usina Antas 1, encontrando com Reserva Técnica RT 35 entre os postes 320 e 321, a Reserva Técnica RT 36 entre os postes 332 e 333, e a Reserva Técnica RT 37 entre os postes 343 e 344. Ao chegar ao poste 345 a fibra óptica atravessará a Avenida Sílvio Monteiro dos Santos até o poste 346 e acompanhará por linha aérea o posteamento no sentido da tubulação da DMED, passando pela RT 38 no poste 350 e chegando ao poste 352, onde descerá até a primeira caixa de passagem e encontrará a tubulação subterrânea. Em seguida passará por mais duas caixas de passagens até entrar no primeiro prédio, onde percorrerá pelas canaletas. Ao sair deste prédio entrará em uma tubulação e seguirá até encontrar o segundo prédio, por onde passará pelas canaletas. Ao sair, seguirá pela tubulação subterrânea que interliga este prédio com o terceiro prédio. Ao entrar neste prédio, seguirá novamente por canaletas até encontrar uma tubulação e subirá para o segundo pavimento onde será conectada ao rack. Descrição do Circuito 3 Subestação Osório à Usina Antas I A rede de interligação de fibra óptica iniciará na Subestação Osório da DME Distribuição S/A. A fibra óptica partirá do Distribuidor Óptico Interno DIO, localizado na sala de telecomunicações do pavimento superior da SE Osório e descerá através de um novo furo no piso por tubulações até o Página 12 de 29

13 pavimento inferior. Seguirá por canaletas até a caixa de passagem, ambos existentes, (ver projeto) chegando no poste 401, localizado ainda dentro da Subestação, aonde começa o circuito aéreo da fibra óptica. Contando com uma Reserva Técnica inicial RT 01 próxima ao poste 402, a fibra descerá por posteamento existente até a Avenida Osório Luiz Dias sentido Bairro Vale das Antas, tendo sua segunda Reserva Técnica RT 02 entre os postes 412 e 413. A fibra continuará na Avenida Osório Luiz Dias e entre os postes 425 e 426 deverá ser instalada a terceira Reserva Técnica, RT 03. Após atravessar o bairro Vale das Antas a fibra segue pelo posteamento existente até atravessar o Ribeirão das Antas contando com a Emenda E 01 e a RT 04 que serão instaladas entre os postes 430 e 431, conforme projeto. A partir desta posição ela entrará na Avenida Sílvio Monteiro dos Santos no sentido Usina Antas I, seguindo por posteamento existente até o poste 439, aonde será instalada outra Reserva Técnica, RT 05. Após a fibra começa a descer até a Usina Antas I, aonde encontra a sexta Reserva Técnica RT 06 que será fixada entre os postes 442 e 443. No poste 444 será instalada uma nova tubulação de descida até a caixa de passagem existente CX 01, que já possui ligações subterrâneas até a caixa de passagem - CX 04 (ver projeto). Neste ponto será instalada uma tubulação externa ao prédio que subirá até o pavimento superior e paralelo as demais tubulações existentes entrará no prédio. A fibra deverá correr rente ao teto, (canaletas externas), até o vão entre as duas janelas existentes e descerá por esta parede até o DIO que será instalado neste local. Requisitos básicos para cabeamento Todas as caixas de emendas novas a serem instaladas devem ter capacidade para 24 (vinte e quatro) fibras. Devem ser instaladas caixas de sobrepor para cada curva de 90, como por exemplo, antes da emenda do cabo óptico no rack. Deverá ser considerada, em todo percurso, a proteção mecânica dos cabos e o raio de curvatura mínimo recomendado pelo fabricante. Todos os cordões e cabos ópticos, bem como elementos de terminação (DIO s e extensões ópticas), deverão ser de um mesmo fabricante. O cabo de fibra óptica deverá ser terminado em Distribuidor Interno Óptico. Os cabos óticos de acesso devem penetrar na edificação para atingir o DIO - Dispositivo Interno Ótico. Todo cabo ótico, instalado em locais acessíveis (rack, DIO, túnel de cabo, ponto de acesso, caixa subterrânea, caixa de sobrepor) deverá possuir plaquetas de identificação. Os furos de entrada e saída para eletroduto/tubos em caixas de passagem devem ser selados após a instalação dos tubos prevenindo a inundação da caixa. As caixas de passagem devem ser instaladas com a tampa ao nível do piso. A canalização para a passagem de cabos óticos geleados do tipo loose não poderá conter cabos elétricos. No interior das edificações, todo o cabeamento deverá estar dentro de canalizações, não sendo permitido cabeamento exposto. No interior do rack, todos os cabos, distribuidores óticos e suas Página 13 de 29

14 portas deverão estar devidamente identificados de forma não repetida e de fácil percepção de seu destino e origem. Esta identificação deve ser de fácil leitura e de remoção apenas por ferramenta, não devendo desaparecer com o manuseio normal dos componentes. O projeto prevê sobra de cabo nos seguintes pontos e quantidades: 1. Pontos de Emenda: 30 m de cabo para cada ponta de cabo. 2. Reserva Técnica: 60 m de cabo a cada 500 m (as RT estão preferencialmente próximas às travessias). 3. Chegada aos racks: 10 m de reserva Os valores das Flechas e Tensões provocadas pelos cabos devem ser obtidos nas tabelas fornecidas pelo fabricante. O fornecimento deverá atender ao seguinte escopo SISTEMAS EXTERNOS: utilização da estrutura predial existente para passagem do cabeamento, compreendendo a instalação de suportes e tubulações de descidas e entrada predial. INSTALAÇÃO DE CABOS ÓTICOS: instalação dos cabos óticos a serem fornecidos pela Contratada, incluindo emendas por fusões, caixas de emenda externas e internas, instalação de caixas de equipamentos, cordões óticos e distribuidores óticos instalados em racks distribuídos nos prédios. Requisitos básicos de Infra-estrutura A instalação de toda a infra-estrutura para a passagem do cabeamento de fibra ótica deverá obedecer às exigências estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), e pelas EIA/TIA (Electronic Industries Association/ Telecommunications Industry Association) nas normas 568A, 569, 570, 606, e TSB-72, disponíveis através da ABNT. Adicionalmente, todos os componentes e procedimentos usados na instalação devem ser de acordo com as especificações dos fabricantes destes componentes, de forma a não invalidar garantias dadas por eles. Nos pontos onde os cabos deixarem postes para descerem à rede de dutos subterrânea, deverá ser instalado um eletroduto de ferro galvanizado, na bitola especificada para o trecho, externamente ao poste, fixado através de abraçadeiras, iniciando no interior da caixa de passagem e terminando próximo da altura onde o cabo irá ser fixado ao poste, respeitando-se o raio mínimo de curvatura do cabo. Todas as obras necessárias serão de responsabilidade da Contratada e devem ser executadas com material apropriado. A abertura de qualquer alvenaria, mesmo que em nível de acabamento, deverá ser recomposta nos mesmos padrões que encontrados anteriormente à obra. Os cabos são auto-sustentados e assim para o cálculo dos esforços horizontais será considerado o peso do cabo multiplicado pelo comprimento do vão. Página 14 de 29

15 O serviço de instalação em postes deverá ser executado com toda a aparelhagem de segurança necessária e por funcionários experientes neste tipo de serviço. Qualquer acidente ou dano a material público ou privado, será de total responsabilidade da Contratada. Sempre que cabos precisarem atravessar alvenaria, deverão estar protegidos por eletrodutos. Para isso o diâmetro do furo deve ser o suficiente para a passagem deste eletroduto. O arremate do furo deverá ser devidamente executado, de forma que todos os elementos de revestimento (azulejos, pintura, placas cerâmicas) da parede que estiverem danificados ao redor do furo deverão ser reconstituídos, de forma a manter a forma original da parede. Sempre que cabos precisarem passar de instalação em eletroduto na parte interna de um prédio para instalação posteada na parte externa, ao deixar o eletroduto, o cabo deverá ser fixado apropriadamente (isolador) à alvenaria mais próxima, para evitar que o esforço de tração, proveniente da instalação posteada, se reflita no trecho do cabo que trafega dentro do eletroduto. No que diz respeito à instalação de eletrodutos No acesso aos prédios dos sites poderá ser utilizado eletroduto ou calha para cabos, de materiais adequados para o uso. Os eletrodutos deverão possuir diâmetro interno suficiente para a passagem do cabo ótico previsto agora e futuramente. Para tanto, deverão respeitar a razão de 60% de ocupação para dutos e eletrodutos, devendo ter diâmetro mínimo de 32 mm. De maneira geral, quando dois ou mais cabos fizerem o mesmo percurso entre o rack e o início da parte posteada dos seus trajetos, eles devem compartilhar o mesmo eletroduto. Deverá ser deixada previsão para o lançamento futuro de cabos adicionais entre o rack e o início da posteação externa no site. Em túnel de cabo, forro e sala de equipamentos pode-se utilizar calha com tampa para cabos. Durante a instalação deverá ser tomada a devida precaução para proteger os eletrodutos de danos mecânicos. As pontas dos eletrodutos deverão ser vedadas de maneira apropriada durante a instalação, sempre que o trabalho seja interrompido e, quando do término, deverão ser vedadas com tampões apropriados. Os tampões deverão ser mantidos, exceto durante a inspeção e teste, até que os cabos de fibras óticas sejam enfiados. Os eletrodutos deverão ser inspecionados antes de sua instalação, deixando-os inteiramente limpos e livres de umidade, detritos ou sujeira, por meio de ar comprimido, limpadores de tubos ou outros métodos apropriados. A Contratada poderá aproveitar os eletrodutos subterrâneos existentes na passagem sob a Avenida João Pinheiro e na entrada de acesso ao Almoxarifado Central, mas caso encontre obstrução nos mesmos deverá providenciar a instalação de novo eletroduto que obedecerá aos seguintes procedimentos mínimos: Todos os eletrodutos a serem instalados em ambiente subterrâneo deverão ser de 3, com superfícies interna e externa lisas. A instalação dos eletrodutos deve ser feita através de abraçadeiras fixadas por meio de parafusos com buchas em quantidade e tamanho conforme Página 15 de 29

16 necessidade de cada local. Deverão ser utilizadas as derivações e acessórios tais como curvas, buchas, arruelas etc, apropriados não sendo aceitas adaptações inadequadas. A fixação dos eletrodutos pode ser feita através de espaçadores ou tirantes chumbados na laje em quantidade e tamanho conforme necessidade de cada local. A fixação que necessitar ser feita em vigamentos ou tesouras deverá empregar tirantes, abraçadeiras, chumbadores, ou outros dispositivos adequados, de modo a constituírem um sistema de boa aparência e firme suficientemente para suportar o peso dos cabos de fibras óticas e os esforços ocorridos durante a enfiação. As emendas entre eletrodutos devem ser feitas com material apropriado, ou seja, luvas. Não será admitida a união de dutos por solda. Ao longo do encaminhamento dos eletrodutos devem-se instalar caixas de passagem a cada 20 m (trechos retos) ou sempre que houver mudança de direção em 90º. As caixas de passagem devem ter dimensões mínimas de 30x30x10 cm (comprimento, altura e profundidade) e tampas removíveis. Nos casos em que não for possível a instalação de caixas de passagem nas mudanças de direção de 90º, pode-se utilizar curvas com raio de curvatura superior a 20 vezes o diâmetro do cabo. É terminantemente proibido utilizar duas curvas reversas em um mesmo trecho de eletroduto. Todas as curvaturas feitas na obra deverão ser executadas com máquinas de curvar ou outros dispositivos aprovados (curvas pré-fabricadas), o qual não reduzirá o diâmetro interno do eletroduto, nem causará dano às camadas protetoras. A curvatura deverá ser isenta de dobras. Não deverá ser aplicado calor. Os eletrodutos não deverão ser sujeitos a esforços de qualquer espécie (tração, compressão e torção). Os eventuais danos produzidos na superfície onde forem instalados deverão ser reparados antes da instalação dos parafusos a eles associados. Na Sede Central da DMED deverá ser executada uma tubulação enterrada entre o Poste 1 e o quadro interno tubulado, conforme projeto, seguindo os procedimentos acima especificados, atendendo às normas NBR , NBR e em conformidade às normas ANATEL, cintados em campo com uma fita metálica de advertência/localização no sentido longitudinal do eletroduto e com guias de nylon nº. 2 para futuros lançamentos de cabos. A tubulação será enterrada em vala com profundidade de 90 cm e envelopada com concreto onde haja movimentação de veículos. Para a instalação do eletroduto poderá ser utilizado o método tradicional por escavação. PROTEÇÃO ELÉTRICA 1 - Informações Gerais Somente para os casos de cabos ópticos espinados, onde estão as RT e CEO, é necessário sua proteção elétrica para controlar ou atenuar potenciais elétricos de terceiros que possam causar danos pessoais ou danificar a rede de cabos ópticos da DMED. O aterramento deverá prover proteção elétrica contra as seguintes fontes de problemas: Página 16 de 29

17 (a) Raio; (b) Contato elétrico; (c) Indução; (d) Elevado potencial de terra; As redes aéreas de comunicações de dados da DMED serão instaladas em posteação em uso mútuo de energia elétrica, telecomunicações, TV a cabo, controle de tráfego, etc. Os sistemas de proteção elétrica da interligação por cabos de fibra ótica da DMED deverão ser realizados de forma independente de outras redes. 2 - Rede de Aterramento O sistema de aterramento instalado em ambiente externo deve seguir as seguintes recomendações: (a) Haste de aterramento de aço ou aço cobreada com 2,4 m de comprimento e diâmetro mínimo de 15 mm; (b) Cabo de aço ou aço cobreado de no mínimo 6,3 mm de diâmetro para interligação dos pontos de aterramento e as hastes; (c) Conectores mecânicos ou solda exotérmica para conexão das hastes ao cabo de aço ou aço cobreado; (d) Conectores mecânicos tipo CHT para conexão entre cordoalha de aço ou cabo de aço cobreado; (e) As hastes de aterramento devem estar distanciadas de 3 m, no mínimo. 3 - Pontos de Aterramento e Vinculação da Rede Aérea O aterramento da cordoalha de sustentação do cabo deve ser projetado de maneira que a resistência equivalente para terra em qualquer ponto, não seja superior a 13Ω. Como o sistema de aterramento será projetado de forma independente, este não deve ser vinculada a outro sistema de aterramento. ESPECIFICAÇÕES GERAIS Para a execução do serviço a Contratante fornecerá todos os materiais, além dos demais acessórios necessários a execução do serviço, como ferragens, braçadeiras, dielétricos e conjuntos de ancoragem. A descrição dos materiais a serem entregues para execução do serviço e suas quantidades é feita a seguir: Página 17 de 29

18 CABOS DE FIBRA ÓTICA - CFOA-SM-AS-G Cabo de fibra óptica auto-sustentado, geleado, com as seguintes características: 1. Construção do tipo loose, com núcleo preenchido por composto de geléia sintética; 2. Constituído de 24 (vinte e quatro) fibras ópticas do tipo mono-modo com diâmetro de 9/125 μm (núcleo/casca) revestidas em acrilato; 3. Projetado para instalações aéreas externas auto-sustentadas com vãos livres de até 80m (oitenta metros); 4. Totalmente dielétrico. DIO - DISTRIBUIDORES ÓTICOS Distribuidores Óticos (DIO) com 24 portas Unidades de DIO s devem atender as seguintes especificações: 1. Fixação em rack padrão 19, com altura de 1U; 2. Capacidade para até 24 (vinte e quatro) fibras; 3. Inclui 12 (doze) extensões ópticas duplex conectorizadas, em fibra óptica Monomodo 9/125μm, com conectores a serem definidos no local, polimento SPC; 4. Gaveta deslizante, para facilitar a instalação de cabos ópticos e extensões ópticas; 5. Painel frontal articulável permitindo maior facilidade nas manobras e gerenciamento dos cordões ópticos; 6. Áreas de emenda e de adaptadores ópticos, bem como o armazenamento do excesso de fibras, devem ser internos ao produto; 7. Dois acessos laterais e/ou dois acessos traseiros, todos com sistema de fixação do cabo e ancoragem do elemento de tração; 8. Produto resistente e protegido contra corrosão, para as condições especificadas de uso em ambientes internos (EIA-569); 9. Acompanhado de todos os acessórios necessários para a montagem, incluindo parafusos de fixação, protetores de emendas, braçadeiras plásticas para fixação de cabos, anilhas para identificação de cabos, bandeja de emendas e outros; 10. Todas as fibras do cabo óptico deverão ser conectorizadas no DIO. As emendas das fibras ópticas do cabo com as extensões ópticas deverão ser feitas por processo de fusão. CEO CONJUNTO DE EMENDA ÓTICA O projeto prevê a utilização de conjuntos de emendas para 24 (vinte e quatro) fibras. As caixas de emendas óticas (CEO) utilizadas no projeto atendem as características citadas abaixo. Página 18 de 29

19 Dados Operacionais e Funcionais 1. Deve ser fornecido com todos os acessórios necessários para a montagem completa, na sua capacidade nominal; 2. Deve garantir a proteção das emendas e cabos contra a entrada de umidade; 3. Deve possuir massa e dimensões tais que sua instalação possa ser realizada por apenas uma pessoa; 4. Deve permitir a substituição de partes e componentes sem a necessidade de interrupção do sistema de transmissão que trafegam pelas fibras do cabo principal; 5. Deve permitir sangria, isto é: realizar derivação de algumas fibras sem interferir ou cortar outras fibras do cabo; 6. O CEO linear ou de topo deve possibilitar pelo menos duas derivações; 7. Os estojos do CEO devem acomodar 3 (três) unidades básicas; 8. Deve vir equipado com sistema de fixação em poste ou caixa subterrânea; 9. Deve prover método para identificar as unidades básicas pertinentes ao processo de emenda; 10. Não deve exigir aplicação adicional de pinturas, graxas ou revestimentos para proteção externa, quando da sua instalação; 11. Deve ser equipado com válvula pneumática que permita a aplicação de pressão e verificação da hermeticidade após o fechamento; 12. O acesso a uma emenda, em qualquer estojo, não deve acrescentar riscos às outras emendas e fibras instaladas no conjunto; 13. Deve apresentar um sistema para fixação dos estojos ou bandejas; Página 19 de 29

20 14. O sistema de fixação dos estojos deve ser tal que permita o seu movimento ou acesso sem riscos aos demais estojos com fibras e emendas instaladas; 15. Deve permitir a substituição dos elementos selantes e de vedação; 16. Os estojos de emenda devem ser capazes de acomodar, proteger e organizar emendas por fusão, emendas mecânicas e divisores ópticos passivos (splitter); 17. Deve ser tal que garanta a isolação das emendas dos esforços de tração decorrentes dos procedimentos de instalação e operação; 18. Uma vez estabelecida a continuidade dos elementos condutores do cabo não deve ser afetada por subseqüentes reentradas no interior do CEO; 19. O CEO montado, quando aplicável para cabos ópticos com elemento metálico de tração, proteção ou supervisão deve proporcionar condições para permitir a continuidade elétrica da blindagem do cabo, assim como sua vinculação com o elemento metálico de tração, quando este existir, através de conector de blindagem; 20. Deve possuir acessórios e procedimentos apropriados para possibilitar o aterramento da blindagem do cabo. Dados Dimensionais e Materiais 1. Todos os parafusos, porcas ou elementos de fixação envolvida no fechamento do CEO, quando houver, devem ser do tipo prisioneiros; 2. O fabricante deverá especificar o torque máximo de montagem dos parafusos e porcas; 3. O projeto do conjunto de emenda, bem como do estojo de emenda, aliado ao posicionamento das emendas, não deve provocar curvatura na fibra com raio menor do que 30 mm. Deve também prever espaço para acomodação do excesso técnico de fibra, necessário para futuras manutenções; 4. Os materiais empregados na fabricação do CEO devem ser compatíveis entre si, bem como com os materiais dos outros produtos presentes na sua aplicação; 5. Os materiais metálicos, empregados na construção do CEO, devem ser resistentes ou protegidos contra variadas formas de corrosão durante a vida útil do produto, nas condições previstas de utilização do mesmo; 6. Os materiais metálicos, empregados na construção do CEO, não devem provocar corrosão galvânica entre si, ou em contato com outros materiais metálicos, presentes nas condições normais de aplicação; 7. Os materiais poliméricos empregados na construção do CEO, não devem sofrer degradação ou deformação no seu ambiente de aplicação, que comprometam o desempenho dos mesmos durante sua vida útil, nas condições previstas de utilização do produto; 8. Os materiais poliméricos empregados na construção do CEO devem ser resistentes ao ataque dos solventes usualmente utilizados na confecção de emendas; Página 20 de 29

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