MUSEU DO AZULEJO APRESENTAÇÃO

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1 MUSEU DO AZULEJO APRESENTAÇÃO O Museu Nacional do Azulejo tem por missão recolher, conservar, estudar e divulgar exemplares representativos da evolução da Cerâmica e do Azulejo em Portugal, promovendo as boas práticas de Inventariação, Documentação, Investigação, Classificação, Divulgação, Conservação e Restauro da Cerâmica e, muito em especial, do Azulejo. Integra também a missão do MNAz a salvaguarda patrimonial da igreja e dos demais espaços do antigo Mosteiro da Madre de Deus. O MNAz procura constituir-se como referência nacional e internacional, seja pela especificidade das suas coleções e dos seus espaços musealizados, seja pela excelência dos conhecimentos que lhe compete produzir e apoiar. O Centro das suas atividades é a Cerâmica de Revestimento, pelo que deve constituir-se como entidade de referência e apoio à formação académica e profissional, à investigação científica e tecnológica nas áreas da cerâmica de revestimento, cabendo-lhe apoiar as entidades públicas e privadas que tutelam patrimónios construídos com revestimentos cerâmicos, por todo o país. Através das suas atividades, o museu dá a conhecer a história do Azulejo em Portugal procurando chamar a atenção da sociedade para a necessidade e importância da proteção daquela que é a expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa no mundo: o Azulejo.

2 HISTÓRIA O Museu Nacional do Azulejo é um dos mais importantes museus nacionais, pela sua coleção singular, o Azulejo, expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa, e pelo edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Mosteiro da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor ( ). DE ANEXO DA CASA PIA A ANEXO DO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA Após as intervenções de José Maria Nepomuceno e de Liberato Telles, os edifícios do Convento e Igreja da Madre de Deus foram sendo objeto de inúmeras reparações e alteração dos espaços sempre como parte integrante do Asilo D. Maria Pia. Para o local foram sendo conduzidos e armazenados painéis de azulejo, provenientes de outros locais, que inicialmente se destinavam à decoração do interior do edifício, mas que acabaram por ali permanecer guardados em caixotes.

3 Surgiu, então a hipótese de colocar sob a tutela do Museu Nacional de Arte Antiga diversos monumentos, a fim de poder ser feita a sua salvaguarda patrimonial, ficando estabelecido, numa carta do seu diretor João Couto datada de 15 de Dezembro de 1954, que a Igreja e dependências da Madre de Deus, em Xabregas, deveriam ser consideradas como anexos do Museu Nacional de Arte Antiga. OS 500 ANOS DO NASCIMENTO DA RAINHA D. LEONOR Com o objetivo de realizar uma exposição comemorativa dos 500 anos do nascimento da Rainha D, Leonor a Fundação Calouste Gulbenkian custeou as despesas com grandes obras de restauro, designadamente, no claustro e pinturas, da Igreja da Madre de Deus. No ano de 1957 iniciaram-se os trabalhos preparatórios tendo-se considerado dever classificar todo o conjunto como Monumento Nacional, e por despacho ministerial de homologação no dia 12 de Novembro de 1957, ficou determinado a sua integração no Museu Nacional de Arte Antiga através de orientações políticas específicas de salvaguarda patrimonial. Quando, no dia 7 de Janeiro de 1958, a exposição terminou, os edifícios foram entregues à tutela daquele museu, tendo sido logo levantada a questão de aproveitamento dos espaços para a instalação de um Museu do Azulejo. UM MUSEU DE AZULEJOS Procedeu-se à transferência dos azulejos para a Madre de Deus, tendo-se ocupado da montagem e organização o Engenheiro João Miguel dos Santos Simões, vogal efetivo da Academia Nacional de Belas Artes, responsável pela Brigada de Estudos de Azulejaria da Fundação Calouste Gulbenkian e conservador-ajudante do Museu Nacional de Arte Antiga. Em 1965, o Diretor Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, concluindo que iria estudar a possibilidade de abrir o Museu ao público, na parte dada como montada, considerou indispensável criar determinadas condições para as sua concretização.

4 Numa informação datada de 12 de Dezembro de 1967, Santos Simões refere-se à exposição, ocorrida a 30 de Setembro, sobre o Museu do Azulejo, informando que ainda que este possa ser aberto ao público, tal como se encontra, conviria que se abreviassem os trabalhos de pequenas reparações e acabamentos. No dia 3 de Fevereiro de 1971, Santos Simões, numa carta dirigida à diretora do Museu Nacional de Arte Antiga, solicita a necessidade de haver uma reunião urgente entre todas as instituições intervenientes no Convento da Madre de Deus/Museu do Azulejo, de forma a ser revisto o problema da sua imperiosa inauguração. De modo a continuar as tarefas iniciadas por Santos Simões, Rafael Salinas Calado, foi convidado, em 1973, por Maria José Mendonça para se ocupar da Secção de Cerâmica do Museu Nacional de Arte Antiga, localizada desde 1959 no antigo Convento da Madre de Deus. O Decreto-Lei nº 404/80, de 26 de Setembro, concedeu ao Museu do Azulejo a emancipação, tornando-o Nacional e autonomizando-o em relação ao Museu Nacional de Arte Antiga, do qual constituía um anexo desde 18 de Dezembro de 1965.

5 EXPOSIÇÕES 1 - EXPOSIÇÕES PERMANENTES Ocupando vários espaços das antigas alas conventuais do edifício, a exposição permanente do MNAz documenta a história do azulejo em Portugal desde o século XVI à atualidade. Retábulo de Nossa Senhora da Vida Lisboa,Marçal de Matos, c.1580 Faiança policroma 500 x 465 cm Proveniente da antiga Igreja de Sto. André, Capela de Nossa Senhora da Vida, Lisboa MNAz Invº 138 Em estreita ligação com o património azulejar apresentado são integrados no discurso expositivo outros objetos de cerâmica pertencentes às coleções do museu.

6 A exposição permanente integra ainda a igreja, o coro, a capela de Santo António e a capela da Rainha D. Leonor. 2 EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS Com periodicidade variável, decorrem no MNAz diversas exposições temporárias.

7 INFORMAÇÕES ÚTEIS Contactos: Museu Nacional do Azulejo Rua da Madre de Deus, 4, Lisboa Telf: (+351) Fax: (+351) Site: Horário: Terça-feira a Domingo das 10 h às 18 h Última entrada às 17h30 Encerrado: Segunda-feira, Domingo de Páscoa e feriados do Ano Novo, 1º de Maio e 25 de Dezembro Preçário: Bilhete Normal: 5 Descontos: Pessoas com idade igual ou superior a 65 anos: 2,5 Portadores de deficiência: 2,5 Cartão Jovem (apenas para o próprio e mediante apresentação de cartão identificativo): 2 Bilhete de Família: 50% de desconto para os filhos menores (15-18) desde que acompanhados por um dos pais Bilhete de Grupo: Aquisição entre: 100 a 200 bilhetes 5% de desconto; 201 a 500 bilhetes 10% de desconto; Mais de % de desconto Desde que adquiridos com uma antecedência mínima de 24 horas. Pode ser adquirido com a antecedência de um ano. Entrada livre: Domingos e Feriados até às 14.00; Visitantes até aos 14 anos; Portadores do pré-comprado Lisboa Card; Membros da APOM/ICOM, Academia Nacional de Belas Artes, Academia Internacional de Cultura Portuguesa, Academia Portuguesa da História (mediante comprovação documental); Investigadores (devidamente credenciados); Jornalistas e Profissionais de Turismo (devidamente credenciados e no desempenho das suas funções); Professores e alunos de qualquer grau de ensino no âmbito de visitas de estudo, desde que comprovadas documentalmente a sua condição (cartão pessoal) e o contexto da visita (por documento emitido pela respetiva instituição de ensino); Amigos e Mecenas do MNAz; Membros de Associações de Amigos dos Museus; Funcionários dos serviços e organismos do Ministério da Cultura, desde que devidamente identificados. Passes dos Museus e Palácios do IMC: -Passe dos museus e palácios IMC dois dias - 7 Euros. -Passe dos museus e palácios IMC cinco dias - 11 Euros. -Passe dos museus e palácios IMC sete dias - 14 Euros.

8 Restaurante e cafetaria: Encerra à segunda-feira Terça-feira a Domingo das 10 h - 18 h Loja: Funciona no horário do Museu. Encerra às 17h45 Biblioteca: Segunda a Sexta- feira das 10h00-12h30 e das 14h00-17h00 Transportes Autocarros: Frente ao Museu: 718, 742, 794, 759 (noturno). Av. Infante D. Henrique: 28 e 759 Metro: Estação de Santa Apolónia ( a 20 m do MNAz ) com ligação de autocarros Comboios: Estação de Santa Apolónia ( a 20 m do MNAz ) com ligação de autocarros Localização: Ver mapa... Acessibilidades: O Museu Nacional do Azulejo dispõe de: Elevador e rampas Casas de banho adaptadas a pessoas em cadeira de rodas Cadeira de rodas requisitável Este Museu é membro do GAM (Grupo para a Acessibilidade nos Museus)

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