IMAGENS EM SALA DE AULA 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IMAGENS EM SALA DE AULA 1"

Transcrição

1 IMAGENS EM SALA DE AULA 1 Reinaldo Nishikawa 2 (UNOPAR) Continuidade de palavras não significa necessariamente continuidade de significados. (Carlo Ginzburg) Vivemos numa sociedade na qual as imagens adquiriram, ao longo dos séculos, uma quase absoluta credibilidade. Com o surgimento da fotografia no século XIX, multiplicaram-se seus usos e funções, que iam desde molduras fixadas nas lareiras das propriedades da elite aos retratos pitorescos e pornográficos destinados à diversão. A partir da premissa de que a fotografia é a transposição da realidade congelada no espaço/tempo, seria possível inferir que existem formas de ler uma imagem? No tocante aos textos escritos, é válido ressaltar que os compreendemos como construções históricas, na medida em que são elaborados por um indivíduo inserido num conjunto de relações sociais, econômicas, culturais e, entre outras, políticas. A linguagem, neste ínterim, é perpassada de signos que representam dado objeto, de modo que abre possibilidades para múltiplas leituras distintas. Estas, por sua vez, são também convenções ligadas a um espaço/tempo, condicionadas por diversos elementos, como autor, obra, edição e público. Tendo em vista estas considerações, pretendemos, neste artigo, contribuir para o estudo das imagens, apresentando a fotografia como um conjunto de relações, apropriações e representações da realidade, demonstrando as possibilidades de se ler uma fotografia, uma vez que a mesma é perpassada de protocolos de leitura, que funcionam como filtros interpretativos indicando sentidos pré-determinados pelo produtor. 1 Esse artigo é resultado parcial do projeto de extensão intitulado: Museu de Imagem e História desenvolvido na Universidade Norte do Paraná. 2 Doutorando em História Econômica pela Universidade de São Paulo. Docente do curso de História da Universidade Norte do Paraná UNOPAR. 2473

2 Os elementos que o produtor dissemina pela fotografia, na tentativa de assegurar, ou indicar a correta interpretação que se deveria dar a ele, fazem parte dos protocolos. Assim como, as apropriações do objeto pelo observador, que implica nesse caso, suas diferentes leituras do mesmo objeto, ou como disse Chartier, [...] cada leitor, a partir de suas próprias referências [...] dá um sentido mais ou menos singular, mais ou menos partilhado, aos textos de que se apropria. Significa que a leitura das imagens é produto e produtor de sentidos. Ao analisar uma imagem, devemos levar em consideração as diversas apropriações que fazemos. Portanto, seria possível ler uma imagem? Se utilizarmos como pressuposto que as imagens são convenções ligadas a um espaço e a um tempo e que acabam sendo condicionadas a diversos elementos exteriores, como, o autor, a edição e o público, como afirmar que a imagem é neutra? Em sala de aula, seria correto afirmar que uma imagem é uma transposição fiel de um acontecimento? O livro de Walter Benjamin anuncia uma leitura de uma imagem pintada por Paul Klee. Na descrição dada a imagem, encontramos um turbilhão de informações capazes das mais diversas concepções de tempo, modernidade, passado. Assim, na Tese 9, de seu livro, Benjamin descreve a obra Angelus Novus : Há um quadro de Klee que se chama Angelus Novus. Representa um anjo que parece querer afastar-se de algo que ele encara fixamente. Seus olhos estão escancarados, sua boca dilatada, suas asas abertas. O anjo da história deve ter esse aspecto. Seu rosto está dirigido para o passado. Onde nós vemos uma cadeia de acontecimentos, ele vê uma catástrofe única, que acumula incansavelmente ruína sobre ruína e as dispersa a nossos pés. Ele gostaria de deter-se para acordar os mortos e juntar os fragmentos. Mas uma tempestade sopra do paraíso e prende-se em suas asas com tanta força que ele não pode mais fechá-las. Essa tempestade o impele irresistivelmente para o futuro, ao qual ele vira as costas, enquanto o amontoado de ruínas cresce até o céu. Essa tempestade é o que chamamos progresso. 3 3 BENJAMIN, Walter. Magia, técnica, arte e política. São Paulo: brasiliense, 2002, p

3 Note que a descrição na verdade é uma leitura dada pela obra, referenciando determinada concepção de história, de perspectiva e de visão de tempo. Uma imagem pode gerar diferentes visões. Observe a imagem analisada por Walter Benjamin. Paul Klee. Angelus Novus, As imagens são parte integrante de um arcabouço epistemológico, criando um referencial de análise onde a capacidade de leitura também condiciona como o leitor faz a leitura do ícone. II. Livro didático e imagética Ao utilizarmos os livros didáticos como mananciais do conhecimento histórico, devemos nos atentar para algumas observações fundamentais. O livro didático é um instrumento pedagógico e/ou um depositário de conteúdos. O desafio, entrementes, é fazer a transição do saber acadêmico para o saber escolar, também conhecido como um processo de explicitação curricular. A grande questão é que os livros didáticos não apresentam tão somente conteúdos programáticos, mas demonstram como esses devem ser 2475

4 ensinados, transmitidos e avaliados. Portanto, os livros didáticos são também parte de um grande sistema de valores, de ideologias, de culturas, dentre outros interesses. O livro didático também acaba sendo, em muitos casos, o único suporte que o professor tem acesso. Essas características também devem ser levadas em consideração, sendo de uma importância considerável no sentido de relativizar o papel do docente nesse processo. Vejamos um exemplo. Determinado livro didático apresenta uma imagem. A imagem acaba sendo parte de um longo processo de criação, que deve ser contextualizado, analisado a relação tempo e espaço de produção, o período, o público, dentre outros elementos. Uma fotografia, nesse sentido, acaba reduzindo a escala de observação (foco), ignorando, dessa forma, toda dimensão existente; aquilo que a fotografia não mostra têm um valor na interpretação iconográfica. O valor da interpretação consiste na capacidade de análise dada ao objeto. O olhar do fotografo (agente) é de fundamental importância para uma desconstrução da imagem, afinal, é dele que parte a eleição privilegiada de focalizar determinada imagem ou determinada paisagem que (in)conscientemente já está estabelecida em sua memória. Dessa perspectiva ficamos com a relação existente em seu contexto histórico de produção. Pensando dessa maneira, as imagens são, segundo a perspectiva de Ciro F. Cardoso (1997), um ícone. Além dessa questão, o ícone-signo é considerado um elemento comunicativo por serem de percepção instantânea (CARDOSO, 1997:403). Quando pensamos em analisar esses elementos, devemos supor uma ação entre a imagem (produto) e o fotógrafo (produtor). Essa relação existe na medida que buscamos inferências nessa relação. A fotografia, enquanto componente desta rede complicada de significações, revela, através da produção da imagem considerada como fruto de trabalho humano, pauta-se em códigos convencionalizados socialmente, possuindo [...] um caráter conotativo que remete às formas de ser e agir do contexto no qual estão inseridos as imagens como mensagens. 4 4 CARDOSO, Ciro Flamarion & VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História Ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997, p

5 Assim, a compreensão da análise imagética deve se buscar aquilo que não foi revelado pelo olhar fotográfico. Muitas vezes, o espaço escolar exige uma demanda muito grande de informações e o grande problema enfrentado é transformar essa informação em conhecimento. O olhar fotográfico analisado em sala de aula deve ter como aspecto fundamental a relação entre signo e imagem, ou seja, os [...] aspectos da mensagem que a imagem fotográfica elabora [...] inserir a fotografia no panorama cultural [...] e entende-la como uma escolha realizada de acordo com uma dada visão de mundo. (idem) É indiscutível a importância da imagem fotográfica como uma marca cultural de uma determinada época, não apenas pelo passado ao qual nos refere, mas pelo passado que trás a tona. Esse passado revela um tempo e um espaço próprios, vivos. Em um sentido individual, envolve uma escolha a ser realizada; em um sentido coletivo, remete o indivíduo a sua época. Nesse sentido, a imagem deixa de ser uma imagem congelada no tempo para se tornar uma mensagem que se processa através do tempo. Seja uma imagem/documento, seja uma imagem/monumento. 5 A fotografia Louis Daguerre foi o inventor de um aparelho de captar imagens através de células sensíveis à luz. A base desse material eram matérias químicas a base de nitrato de prata. As primeiras fotografias serviam para decorar salas de jantar, rememorar antigas lembranças, dentre outros significados. Mas o surgimento da fotografia trouxe grandes e diferentes expectativas. Por um lado, a técnica fotográfica, a perfeição da imagem, a riqueza de detalhes deixavam maravilhados muitos que presenciaram tal invento e suas imagens; por outro, a idéia de que a fotografia aprisionava as almas dos retratados não era exclusivo de ignorantes, incultos. Segundo vários pensadores da época, a fotografia trazia como conseqüência, a perda da própria essência humana, sintetizada em uma teoria dos espectros, assim definida: 5 Para aprofundar a discussão sobre o papel da memória ver: LE GOFF, Jacques. História e Memória. São Paulo: Ed. Unicamp,

6 [...] cada corpo é composto por camadas sobrepostas de espectros. Na operação daguerreana (fotográfica), uma camada de espectro é extraída do corpo para sensibilizar a chapa [...] impregnada de sais de prata, que formarão os contrastes de luz na imagem. A cada chapa batida, um espectro a menos. O corpo vai perdendo sua consistência até desaparecer completamente. Decomposto, o sujeito passa a existir somente em fragmentos fotográficos. 6 Sendo assim, as diferentes interpretações podem alterar a maneira de se analisar a imagem fotográfica. Devemos estar atentos a escala de observação reduzida pelo olhar fotográfico, pois, ao mesmo tempo em que a imagem é rica em detalhes, é pobre quanto a um plano mais geral. Dessa forma, a fotografia reduz a realidade em uma parte, definida pelo plano. Mas essa parte da realidade sofre interferências de algo exterior a trama fotográfica? Como funciona esse mecanismo de leitura chamado legenda? As legendas possuem um papel capital em uma imagem; uma vez que ela, a fotografia, é uma linguagem não-verbal, será a legenda que trará inteligibilidade cognitiva a uma imagem, sendo expressa em poucas linhas e dispensando uma melhor observação no pictórico. Imaginemos as pessoas, ao verem uma fotografia, digamos, numa exposição. Sua primeira reação é olhar a foto, numa observação superficial. Em seguida, quando se lê a legenda, que o direciona e convence o interlocutor (observador) do que a fotografia representa, o sujeito retoma seu olhar para a imagem na tentativa de encontrar a mensagem que a legenda lhe propôs (sugeriu). Um elemento essencial dessa nostalgia é que os objetos naturais árvores, flores, animais criados pelos homens, e pássaros são valorizados por suas associações primeiras: eles trazem de volta lembranças da infância, de uma maneira mais vívida e imediata do que é capaz qualquer ser humano: os objetos naturais, ao contrário dos humanos, são percebidos enquanto classes, não como indivíduos, e uma primavera pode ser instantaneamente reconhecida como a mesma planta que vimos na infância, ao passo que uma pessoa não. Na análise fotográfica, devemos levar em consideração que essa imagem não demonstra uma visão geral de uma determinada sociedade, mas uma visão particular (a 6 DUBOIS, François. O ato fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 1994, p

7 do fotógrafo) que exprime uma dimensão do real, uma visão de mundo que se altera no movimento do foco. Em outras palavras, a imagem congelada e focalizada pelo fotógrafo não é uma verdade inquestionável, mas, é a tentativa de convencimento de que a sua fotografia demonstra é a totalidade de uma sociedade. A compreensão da cultura, enquanto forma de apreender e transformar as relações sociais, passa pela análise dos sistemas de signos. Referências Bibliográficas BENJAMIN, Walter. Magia, técnica, arte e política. São Paulo: brasiliense, CARDOSO, Ciro Flamarion & VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História Ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, DUBOIS, François. O ato fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 1994, p LE GOFF, Jacques. História e Memória. São Paulo: Ed. Unicamp, THOMAS, Keith. O homem e o mundo natural. São Paulo: Cia das Letras,

Endereço: Rua 1. Mércia ARAÚJO 2 Nelson SOARES 3 Faculdade Social da Bahia, Salvador, BA

Endereço: Rua 1. Mércia ARAÚJO 2 Nelson SOARES 3 Faculdade Social da Bahia, Salvador, BA Endereço: Rua 1 Mércia ARAÚJO 2 Nelson SOARES 3 Faculdade Social da Bahia, Salvador, BA RESUMO: O presente trabalho foi apresentado à disciplina Fotojornalismo II e consistiu na produção de um ensaio fotodocumental.

Leia mais

PIRENÓPOLIS EM FOCO Renata Oliveira Pina 1 ; Carlos Alberto Afonso de Lima 2 ; Marcos Gomes Vieira 2 ; João Guilherme da Trindade Curado 3

PIRENÓPOLIS EM FOCO Renata Oliveira Pina 1 ; Carlos Alberto Afonso de Lima 2 ; Marcos Gomes Vieira 2 ; João Guilherme da Trindade Curado 3 PIRENÓPOLIS EM FOCO Renata Oliveira Pina 1 ; Carlos Alberto Afonso de Lima 2 ; Marcos Gomes Vieira 2 ; João Guilherme da Trindade Curado 3 1 Bolsista PBIC/UEG, graduanda do Curso de Tecnologia em Gestão

Leia mais

Unidade IV. Ciência - O homem na construção do conhecimento. APRENDER A APRENDER LÍNGUA PORTUGUESA APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Unidade IV. Ciência - O homem na construção do conhecimento. APRENDER A APRENDER LÍNGUA PORTUGUESA APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA A A Unidade IV Ciência - O homem na construção do conhecimento. 2 A A Aula 39.2 Conteúdos: Anúncio publicitário: A construção de um anúncio publicitário. 3 A A Habilidades: Relacionar linguagem verbal

Leia mais

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem.

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. 1 Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. Cristiane Vinholes Jacomelli Prof(a). Dr(a) Maria do Carmo de Sousa

Leia mais

A PESQUISA NO CAMPO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL: MAIS UM OLHAR

A PESQUISA NO CAMPO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL: MAIS UM OLHAR A PESQUISA NO CAMPO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL: MAIS UM OLHAR Alexandre de Medeiros Motta 1 RESUMO O campo da comunicação é um espaço emocionante para ser sondado e explorado pela pesquisa, principalmente aquelas

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec. Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã/SP Área de conhecimento: Ciências Humanas e suas tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia

Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia E.E. Frontino Guimarães Sala 5 2ª Sessão Professor(es) Apresentador(es): Meire Pereira de França Roseli Fernandes Euquério Lima Realização: Foco Desenvolvimento da

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

OBJETIVOS DA AULA OBJETIVOS DA AULA 31/8/2012. Prof. Paulo Ayres Mattos

OBJETIVOS DA AULA OBJETIVOS DA AULA 31/8/2012. Prof. Paulo Ayres Mattos Teologia Módulo: Comunicação na Ação Pastoral Tema: Introdução às Regras da Comunicação Científica 2 Prof. Paulo Ayres Mattos OBJETIVOS DA AULA Compreender o que é um trabalho científico; Explorar o tema

Leia mais

Licenciatura em Espanhol

Licenciatura em Espanhol Licenciatura em Espanhol Rebeka Caroça Seixas Apresentação e Objetivos Estamos bem adiantados em nosso curso. Já falamos sobre o conceito de arte, conhecendo um pouco de cada linguagem artística. Hoje,

Leia mais

A PRÁTICA DE ENSINO DO CURSO DE PEDAGOGIA: UM EIXO ARTICULADOR ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA

A PRÁTICA DE ENSINO DO CURSO DE PEDAGOGIA: UM EIXO ARTICULADOR ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA A PRÁTICA DE ENSINO DO CURSO DE PEDAGOGIA: UM EIXO ARTICULADOR ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA Ana Teresa Silva Sousa (Base de Pesquisa Formar / UFPI) GT 02: Formação de Professores 1 CONTEXTUALIZANDO A FORMAÇÃO

Leia mais

O ANTIMONUMENTO COMO IMAGEM DA CONTEMPORANEIDADE: WALTER BENJAMIN, ROBERT POLIDORI E AS IMAGENS DE UM PENSAMENTO

O ANTIMONUMENTO COMO IMAGEM DA CONTEMPORANEIDADE: WALTER BENJAMIN, ROBERT POLIDORI E AS IMAGENS DE UM PENSAMENTO O ANTIMONUMENTO COMO IMAGEM DA CONTEMPORANEIDADE: WALTER BENJAMIN, ROBERT POLIDORI E AS IMAGENS DE UM PENSAMENTO SARAH CATÃO DE LUCENA Universidade Federal de Pernambuco Av. Professor Moraes Rêgo, 1235

Leia mais

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Autor Lourdes Maria Puls Introdução As imagens são utilizadas como meio de comunicação e expressão cultural

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema

Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema 1 Quando o historiador deixa de assistir e começa a analisar: Reflexões sobre a relação história e cinema Carlos Adriano F. de Lima Quando os irmãos Augusthe e Lois Lumiere apresentaram seu cinematógrafo

Leia mais

ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS N. 24/2015

ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS N. 24/2015 ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS N. 24/2015 TÓPICO DE ESTUDO: ANÁLISE DOS RESULTADOS/DEVOLUTIVA 1 DEVOLUTIVA DE AVALIAÇÃO: O QUE É ISSO? No contexto da sala de aula, talvez não exista outra prática curricular mais

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

OFICINAS DE CINEMA. Viviane Scalon Fachin

OFICINAS DE CINEMA. Viviane Scalon Fachin OFICINAS DE CINEMA Viviane Scalon Fachin Resumo Destacamos, neste trabalho, a utilização de vídeos educativos e demais produções cinematográficas para o ensino de História no Ensino Médio. Vivemos uma

Leia mais

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas

Leia mais

Imagem e informação: a fotografia como mensagem jornalística

Imagem e informação: a fotografia como mensagem jornalística Imagem e informação: a fotografia como mensagem jornalística Dra. Nísia Martins do Rosário Resumo A proposta desse trabalho é de averiguar a fotografia jornalística como veiculadora de sentidos e significação,

Leia mais

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa JONAS RIBEIRO ilustrações de Suppa Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva Deu a louca no guarda-roupa Supl_prof_ Deu a louca no guarda roupa.indd 1 02/12/2015 12:19 Deu a louca

Leia mais

Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP

Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP Willian Henrique Martins Faculdade de Ciência e Tecnologia UNESP Email: ehowill@hotmail.com

Leia mais

Caminhos para a aprendizagem

Caminhos para a aprendizagem Page 1 of 5 Home Comunicação pessoal Educação Tecnologias na Educação Educação a distância Identidade Caminhos para a aprendizagem inovadora José Manuel Moran Especialista em projetos inovadores na educação

Leia mais

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS PAUTA DO ENCONTRO Início : 13hs30 1. Parte teórica 20 2. Oficina elaboração de mapas conceituais e infográficos ( processo) 40 3. Socialização dos resultados ( produto) 40 4. Avaliação geral da proposta

Leia mais

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO Tatiana Galieta (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Introdução

Leia mais

O USO DA FOTOGRAFIA COMO FONTE DOCUMENTAL PARA O ESTUDO DA HISTÓRIA DA INFÂNCIA

O USO DA FOTOGRAFIA COMO FONTE DOCUMENTAL PARA O ESTUDO DA HISTÓRIA DA INFÂNCIA O USO DA FOTOGRAFIA COMO FONTE DOCUMENTAL PARA O ESTUDO DA HISTÓRIA DA INFÂNCIA Cândida Gomide Paixão UFMG A forma com a qual se tem reconstituído a História da Infância no Brasil ainda se mantém muito

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais- IFSULDEMINAS Universidade

Leia mais

A presença dos japoneses no Piauí. Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro

A presença dos japoneses no Piauí. Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro 1 A presença dos japoneses no Piauí Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro O tema deste artigo é a migração japonesa no Piauí, com destaque para as sobrevivências e rupturas na contemporaneidade

Leia mais

Palavras-chave: Fotografia, Ensino de História, Educação Histórica

Palavras-chave: Fotografia, Ensino de História, Educação Histórica 1 FOTOGRAFIA E ENSINO DE HISTÓRIA: MEDIADORES CULTURAIS NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO. Natalia Germano Gejão (Mestrado em História Social -UEL) Profª Drª Ana Heloisa Molina Palavras-chave: Fotografia,

Leia mais

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO Priscila Gomez Soares de Moraes 1 Fabrício Ziviani 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo questionar

Leia mais

O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo

O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo Jens Baumgarten UNIFESP Resumo O artigo apresenta o projeto acadêmico-intelectual do novo curso de graduação de História da Arte na Universidade

Leia mais

e-scrita ISSN 2177-6288

e-scrita ISSN 2177-6288 194 e-scrita ISSN 2177-6288 COMO LER IMAGENS? SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo. Melhoramentos. 2012. 184 p. (Coleção Como eu ensino). Rodrigo da Costa Araujo 1 Como ler imagens? Como elas

Leia mais

:: aula 3. :: O Cliente: suas necessidades e problemáticas. :: Habilidades a ser desenvolvidas

:: aula 3. :: O Cliente: suas necessidades e problemáticas. :: Habilidades a ser desenvolvidas :: Nome do Curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas :: Nome da Unidade Curricular Programação WEB :: Tema da aula O Cliente: levantamento de dados, suas necessidades e problemáticas. :: Fase / Etapa

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM RELATO ACERCA DO ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS EM UMA ESCOLA NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AMAZONAS

A LUDICIDADE NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM RELATO ACERCA DO ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS EM UMA ESCOLA NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AMAZONAS A LUDICIDADE NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM RELATO ACERCA DO ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS EM UMA ESCOLA NO MUNICÍPIO DE PARINTINS-AMAZONAS RESUMO: Glenda Gabriele Bezerra Beltrão; Wanessa da Silva Reis;

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

Novas Tendências na Educação para o Trabalho. UnB/FE/NEPET Profª Olgamir F. de Carvalho

Novas Tendências na Educação para o Trabalho. UnB/FE/NEPET Profª Olgamir F. de Carvalho Novas Tendências na Educação para o Trabalho UnB/FE/NEPET Profª Olgamir F. de Carvalho - Identifica-se consensualmente a informação, o conhecimento e as tecnologias de informação, como elementos fundamentais

Leia mais

O PAPEL DA ANIMAÇÃO CULTURAL

O PAPEL DA ANIMAÇÃO CULTURAL O PAPEL DA ANIMAÇÃO CULTURAL Graziany Penna Dias Resumo: O presente texto teve por objetivo discutir o papel da animação cultural no campo do lazer. Entendemos que esta discussão se fazer importante já

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE ARTES VISUAIS. www.artevisualensino.com.br FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO UL

CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE ARTES VISUAIS. www.artevisualensino.com.br FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO UL FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO UL CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE ARTES VISUAIS Professor Dr. Isaac A. Camargo AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: www.artevisualensino.com.br

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS Driely Xavier de Holanda Kátia Fabiana Lopes de Goes Valmira Cavalcante Marques Regina Celi Mendes Pereira Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

Introdução. Ione Santos Siqueira Marilda Shuvartz

Introdução. Ione Santos Siqueira Marilda Shuvartz A NECESSÁRIA ARTICULAÇÃO ENTRE MEIO AMBIENTE, SAÚDE E A INTERAÇÃO CIÊNCIA-TECNOLOGIA E SOCIEDADE: UMA PROPOSTA DE ENSINO DIANTE DA REALIDADE CONCRETA 1 Ione Santos Siqueira Marilda Shuvartz RESUMO: a presente

Leia mais

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI Resumo Rosangela de Sousa Cardoso Stabenow1 - UEL Cassiana Magalhães2 - UEL Grupo de Trabalho - Didática:

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

O QUE É LEITURA? Mestrado em Políticas Públicas da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). rosália.prados@gmail.com 1

O QUE É LEITURA? Mestrado em Políticas Públicas da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). rosália.prados@gmail.com 1 O QUE É LEITURA? Antonio Deusivam de Oliveira (UMC) * Rosália Maria Netto Prados (USP/UMC) ** Quando falamos em leitura, parece que estamos nos referindo a algo subjetivo; no entanto, uma das características

Leia mais

A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa

A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa Dra. Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin 1 Marina Kataoka Barros 2 Resumo Por meio desta comunicação, desejamos refletir sobre

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS DISCIPLINAS LABORATORIAIS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS DISCIPLINAS LABORATORIAIS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO A IMPORTÂNCIA DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS DISCIPLINAS LABORATORIAIS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO Fernanda Tavares Pacheco Psicóloga. Especialista em Docência Universitária/ Mestranda em Educação. Assistente

Leia mais

JOGOS DIDÁTICOS E O ENSINO DE HISTÓRIA: NARRAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA

JOGOS DIDÁTICOS E O ENSINO DE HISTÓRIA: NARRAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA JOGOS DIDÁTICOS E O ENSINO DE HISTÓRIA: NARRAÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA INTRODUÇÃO Juliana Karol de Oliveira Falcão¹ E-mail: julianakarol-16@hotmail.com Arthur Rodrigues de Lima² E-mail: arthur.rlima@hotmail.com

Leia mais

PINTURA COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO À INTERPRETAÇÃO TEXTUAL

PINTURA COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO À INTERPRETAÇÃO TEXTUAL PINTURA COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO À INTERPRETAÇÃO TEXTUAL NASCIMENTO, Edna Ranielly do. niellyfersou@hotmail.com CABRAL, Juliana da Silva. julianacabralletras@hotmail.com SILVA, Jobson Soares da. PIBIC/Universidade

Leia mais

Contribuições da comunicabilidade das imagens nos livros didáticos no processo de ensino-aprendizagem para alunos surdos

Contribuições da comunicabilidade das imagens nos livros didáticos no processo de ensino-aprendizagem para alunos surdos CONTRIBUIÇÕES DA COMUNICABILIDADE DAS IMAGENS DOS LIVROS DIDÁTICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PARA ALUNOS SURDOS ERNANI NUNES RIBEIRO (UFPE). Resumo Resumo de pesquisa de mestrado em educação que

Leia mais

Corpos em cena na formação crítica docente. Rosane Rocha Pessoa Universidade Federal de Goiás

Corpos em cena na formação crítica docente. Rosane Rocha Pessoa Universidade Federal de Goiás Corpos em cena na formação crítica docente Rosane Rocha Pessoa Universidade Federal de Goiás 1 Nosso trabalho na perspectiva crítica Objetivo: problematizar questões sociais e relações desiguais de poder

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Autora: Maria José Calado. Orientador: Professor Dr.Washington Luiz Martins (UFPE). Instituição Superior de

Leia mais

Esta é uma breve análise de uma peça publicitária impressa que trabalha com o

Esta é uma breve análise de uma peça publicitária impressa que trabalha com o Chapeuzinho Vermelho ou Branca de Neve? O sincretismo imagem, texto e sentido. 1 Autor: Fernanda Rodrigues Pucci 2 Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar um anúncio de publicidade impressa em

Leia mais

LIVRO TEXTO: UMA FERRAMENTA PARA A CIDADANIA

LIVRO TEXTO: UMA FERRAMENTA PARA A CIDADANIA LIVRO TEXTO: UMA FERRAMENTA PARA A CIDADANIA Marcos Henrique da Silva Passos (UFPI) José Machado Moita Neto GT 03 Construção de Saberes Docentes INTRODUÇÃO A Química é uma ciência fundamentalmente ligada

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

A TÉCNICA RODÍZIO DE PAINÉIS

A TÉCNICA RODÍZIO DE PAINÉIS A TÉCNICA RODÍZIO DE PAINÉIS Oscar Medeiros Filho oscarfilho@usp.br AMAN/ AEDB RESUMO O mundo passa por um período de rápidas transformações socioculturais. Impulsionadas pelo crescimento exponencial do

Leia mais

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA?

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO DE

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA EM GRUPO

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA EM GRUPO FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA EM GRUPO MONIKE CRISTINA SILVA BERTUCCI Universidade Federal de São Carlos mobertucci@yahoo.com.br RESUMO Este artigo relata uma

Leia mais

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL Resumo Fabiana Antunes Machado 1 - UEL/PR Rosana Peres 2 - UEL/PR Grupo de trabalho - Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Capes Objetiva-se

Leia mais

Palavras-chave: Memória, Patrimônio, Discurso. INTRODUÇÃO

Palavras-chave: Memória, Patrimônio, Discurso. INTRODUÇÃO AQUI TEM HISTÓRIA : LUGARES DE MEMÓRIA Adriely M. de Oliveira (C. Sociais UEL/ Bolsista IC/Fundação Araucária). Orientadora: Ana Cleide Chiarotti Cesário. Palavras-chave: Memória, Patrimônio, Discurso.

Leia mais

VI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO

VI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO REFLEXÕES SOBRE O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ACERCA DA EDUCAÇÃO Cristiane Silva Melo - UEM 1 Rosileide S. M. Florindo - UEM 2 Rosilene de Lima - UEM 3 RESUMO: Esta comunicação apresenta discussões acerca

Leia mais

Home Page : www.barralink.com.br/teatro e-mail : teatro@barralink.com.br ÍNDICE

Home Page : www.barralink.com.br/teatro e-mail : teatro@barralink.com.br ÍNDICE Home Page : www.barralink.com.br/teatro e-mail : teatro@barralink.com.br ÍNDICE TEATRO ESPÍRITA... 2 A VISÃO GERAL... 2 EXERCÍCIOS TEATRAIS DRAMATICIDADE COM ESPIRITUALIDADE... 2 DIREÇÃO TEATRAL... 3 O

Leia mais

História na escola: o presente questiona o passado

História na escola: o presente questiona o passado História na escola: o presente questiona o passado Disciplina: História Selecionador: Antonia Terra de Calazans Fernandes Categoria: Professor História na escola: o presente questiona o passado Refletir

Leia mais

UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão

UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão Eva Simone de Oliveira (acadêmica) e-mail: UNESPAR/Campo Mourão e- mail: Claudia Priori (Orientadora) INTRODUÇÃO

Leia mais

3ª FASE Prof.a Carolina Oliveira

3ª FASE Prof.a Carolina Oliveira 3ª FASE Prof.a Carolina Oliveira CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA 4º Bimestre Atividade Avaliativa de Ens. Religioso Aula 172 Conteúdo Contar histórias

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL I DA ESCOLA ESTADUAL BIJAMIM TAVARES DA SILVA DO 3º ANO.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL I DA ESCOLA ESTADUAL BIJAMIM TAVARES DA SILVA DO 3º ANO. EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL I DA ESCOLA ESTADUAL BIJAMIM TAVARES DA SILVA DO 3º ANO. Eliete Alves Barcelo 1 Priscylla Karoline Menezes 2 Introdução A utilização dos recursos naturais de forma

Leia mais

ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO

ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO ANEXO I, DA PORTARIA N 111 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO ENCCEJA/2003 ENSINO MÉDIO 1 - Matriz de Competências e Habilidades de Ciências da Natureza e Suas Tecnologias Ensino Médio EIXOS COGNITIVOS

Leia mais

AS FONTES DOCUMENTAIS: o entrelaçamento dos vestígios na produção da história educativa

AS FONTES DOCUMENTAIS: o entrelaçamento dos vestígios na produção da história educativa V CONGRESSO DE ENSINO E PESQUISA DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM MINAS GERAIS 1 AS FONTES DOCUMENTAIS: o entrelaçamento dos vestígios na produção da história educativa Luiz Miguel Galvão Queiroz 1 Paulo Sérgio

Leia mais

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59 Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br Graduada em pedagogia e fonoaudiologia, Pós-graduada em linguagem, Professora da Creche-Escola

Leia mais

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema Luciana Ferreira Pinto 1 1.Introdução Desde o início da Escola dos Anais, na França, os objetos de estudo da História vêm se modificando, exigindo

Leia mais

BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010.

BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010. 167 Armando Lourenço Filho BREDA, Mauro; GALATTI, Larissa; SCAGLIA, Alcides José; PAES, Roberto Rodrigues. Pedagogia do esporte aplicada às lutas. São Paulo: Phorte, 2010. Pedagogia do esporte aplicada

Leia mais

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE INPE-8984-PUD/62 CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE Vânia Maria Nunes dos Santos INPE São José dos Campos 2002 C A P Í T U L O 12

Leia mais

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Mara Pereira da Silva IFPA- CRMB pereiracantora1@hotmail.com RESUMO A pesquisa foi realizada mediante análise

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO, LETRAMENTO E AS PRÁTICAS DE ENSINO NO ESPAÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Formação. Métodos de alfabetização.

ALFABETIZAÇÃO, LETRAMENTO E AS PRÁTICAS DE ENSINO NO ESPAÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Formação. Métodos de alfabetização. ALFABETIZAÇÃO, LETRAMENTO E AS PRÁTICAS DE ENSINO NO ESPAÇO ESCOLAR Ana Claudia Rodrigues - Graduanda de Pedagogia - UEPB Aline Carla da Silva Costa - Graduanda de Pedagogia - UEPB Ana Paula Martins Costa

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP

Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP Proposta de Ensino de Geografia para o 3º ano do ensino fundamental rede de Escolas Municipais de Presidente Prudente SP Willian Henrique Martins Faculdade de Ciência e Tecnologia UNESP Email: willteenspirit@hotmail.com

Leia mais

A ILUSTRAÇÃO NO LIVRO DE LITERATURA INFANTO-JUVENIL: UM PROJETO EM ANDAMENTO

A ILUSTRAÇÃO NO LIVRO DE LITERATURA INFANTO-JUVENIL: UM PROJETO EM ANDAMENTO A ILUSTRAÇÃO NO LIVRO DE LITERATURA INFANTO-JUVENIL: UM PROJETO EM ANDAMENTO Maria da Graça Cassano 1 1 Dos fatores determinantes para a pesquisa O trabalho com a literatura infanto-juvenil desenvolvido

Leia mais

O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula

O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula SEQUÊNCIA DIDÁTICA Milton Garcia Silva São Paulo 2012 TEMA Modos de Morar em São Paulo Séculos XIX e XX. JUSTIFICATIVA Nota-se que os alunos possuem

Leia mais

Guia prático do alfabetizador

Guia prático do alfabetizador Guia prático do alfabetizador Maristela Marques de Almeida Silva Graduanda Normal Superior UNIPAC E-mail: sms@ufsj.edu.br Fone: (32)3371-8331 Data de recepção: 17/11/2009 Data de aprovação:16/12/2009 Resenha

Leia mais

JOGOS E O ENSINO DE MATEMÁTICA. META Apresentar como os jogos podem ser utilizados para abordar os conteúdos matemáticos.

JOGOS E O ENSINO DE MATEMÁTICA. META Apresentar como os jogos podem ser utilizados para abordar os conteúdos matemáticos. JOGOS E O ENSINO DE MATEMÁTICA Aula 5 META Apresentar como os jogos podem ser utilizados para abordar os conteúdos matemáticos. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: identificar formas de como

Leia mais

ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO

ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO Hélio de Moraes e Marques 1 Resumo: O ensino da filosofia possui características muito peculiares quanto ao seu método. Refiro-me à exposição pelo professor

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais

IV CONALI - Congresso Nacional de Linguagens em Interação Múltiplos Olhares 05, 06 e 07 de junho de 2013 ISSN: 1981-8211

IV CONALI - Congresso Nacional de Linguagens em Interação Múltiplos Olhares 05, 06 e 07 de junho de 2013 ISSN: 1981-8211 A SUSTENTABILIDADE EKOS-LÓGICA DA NATURA: DISCURSO PUBLICITÁRIO DE SI Bárbara SANTANA 1 (UNESP) Introdução A proposta deste artigo fundamenta-se no estudo da configuração discursiva da peça publicitária

Leia mais

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: Os textos publicitários

Leia mais

Laços: a sensibilidade do contato entre o idoso e o animal 1. Gabriela Andrade FERRAZ 2 Joyce GUADAGNUCI 3 Universidade Metodista de Piracicaba, SP

Laços: a sensibilidade do contato entre o idoso e o animal 1. Gabriela Andrade FERRAZ 2 Joyce GUADAGNUCI 3 Universidade Metodista de Piracicaba, SP Laços: a sensibilidade do contato entre o idoso e o animal 1 Gabriela Andrade FERRAZ 2 Joyce GUADAGNUCI 3 Universidade Metodista de Piracicaba, SP RESUMO O presente trabalho apresenta uma reportagem fotográfica

Leia mais

A INTENCIONALIDADE DA IMAGEM FOTOGRÁFICA POÉTICA E DA IMAGEM FOTOGRÁFICA NO JORNALISMO. Cibele Abdo Rodella 1

A INTENCIONALIDADE DA IMAGEM FOTOGRÁFICA POÉTICA E DA IMAGEM FOTOGRÁFICA NO JORNALISMO. Cibele Abdo Rodella 1 A INTENCIONALIDADE DA IMAGEM FOTOGRÁFICA POÉTICA E DA IMAGEM FOTOGRÁFICA NO JORNALISMO Cibele Abdo Rodella 1 cibeleabdo@gmail.com; cibeleabdo@cesumar.br Resumo: Este trabalho pretende discutir sobre a

Leia mais

UMA LEITURA DO DISCURSO ECOLÓGICO PROPAGADO COMO MARKETING NOS ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS

UMA LEITURA DO DISCURSO ECOLÓGICO PROPAGADO COMO MARKETING NOS ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS UMA LEITURA DO DISCURSO ECOLÓGICO PROPAGADO COMO MARKETING NOS ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS Considerações Iniciais Kiára de Sousa Batista (UEPB) kiaradeamparo@hotmail.com Luciana Fernandes Nery (UEPB) lucianafernandesnery@yahoo.com.br

Leia mais

Sumário. Introdução... 7

Sumário. Introdução... 7 3 Sumário Introdução... 7 1. Somos especialistas em linguagem corporal... 9 Como os homens se comunicam, 10Comunicação linguística, 10Comunicação não linguística, 10O ato de comunicação, 11Importante:

Leia mais

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 Patrícia Guedes 2 Comemorar 150 anos de Freud nos remete ao exercício de revisão da nossa prática clínica. O legado deixado por ele norteia a

Leia mais

O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Luiz Carlos Chiofi Universidade Estadual de Londrina - PDE luizquinzi@seed.pr.gov.br Marta Regina Furlan

Leia mais

É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina.

É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina. 7 12 Anos ESTAS IMAGENS SÃO UM RODOPIO!///////////////////// 3 CINEMA EM CASA!//////////////////////////////////////////////////// 4 QUE FEITIÇO É ESTE?/////////////////////////////////////////////////

Leia mais

Cognição: Piaget e Vygotsky

Cognição: Piaget e Vygotsky Cognição: Piaget e Vygotsky - 1 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DISCIPLINA - ERGONOMIA COGNITIVA Cognição: Piaget e Vygotsky Professor: Francisco Antônio

Leia mais

POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO

POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO 1 POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO RESUMO Colégio Londrinense Alunos (as): Laís Knott Oliveira Silva; Clóvis Begnozzi Neto; Lucas Assis; Rafael Noriaki Yamamoto Orientadora: Wiviane

Leia mais

O PAPEL DO ESTÁGIO NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1

O PAPEL DO ESTÁGIO NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 119 O PAPEL DO ESTÁGIO NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 Andreia Maria Cavaminami Lugle 2 Cassiana Magalhães 3 RESUMO: Esse artigo tem como objetivo refletir sobre o papel

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA

A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS NA FORMAÇÃO HUMANA Maria Elizabete Nascimento de Oliveira 1 PPGE /IE UFMT m.elizabte@gmail.com RESUMO A pesquisa em foco refere-se à relevância dos contos de fadas na

Leia mais

Cartão postal. CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz

Cartão postal. CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz Cartão postal CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz SINOPSE geral da série Chico, 6 anos, adora passar as tardes na estamparia de fundo de quintal do seu avô. Nela, Vô Manu construiu um Portal

Leia mais