Revolução na indústria dos satélites com drones e balões

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1 Terça-feira, 25 de Março de 2014 n.º 105 MERCADO Tablets crescem na região MEA As vendas de tablets na região MEA (Médio Oriente e África) cresceram 111 por cento no quarto trimestre de 2013 face ao mesmo período de 2012, segundo dados publicados pela International Data Corporation (IDC). No total, durante o último trimestre do ano passado foram vendidos na região 3,45 milhões de tablets. Este enorme crescimento ficou a dever-se sobretudo ao mercado doméstico, graças às promoções de fim de ano realizadas na maior parte dos países da região, segundo Adriana Rangel, da IDC. O mercado das empresas registou um aumento sustentado no volume de compras de tablets durante o trimestre em análise, com negócios importantes a terem lugar em quase todos os países, particularmente no sector da educação. Só na Turquia, a General Mobile ganhou dois concursos relacionados com a educação, envolvendo 100 mil unidades, metade das quais destinadas à iniciativa FATIH. Recorde-se que esta iniciativa turca tem como objectivo colocar tablets nas mãos de todos os estudantes do quinto ao décimo segundo ano. Na África do Sul, a Huawei ganhou outro concurso que envolve o fornecimento de 90 mil unidades. Sem qualquer surpresa, o sistema operativo Android manteve a liderança na região MEA, totalizando 2,8 milhões de unidades vendidas durante o último trimestre de 2013, o que representa um crescimento de 16 por cento face ao trimestre anterior (terceiro trimestre de 2013). Pelo contrário, o sistema operativo da Apple (ios) registou um decréscimo no mesmo período, dado que o ipad mini com ecrã retina e o ipad Air não venderam como era esperado. O sistema operativo Windows perdeu uma quota de mercado considerável no último trimestre de 2013, registando um declínio de dois dígitos. No que se refere aos fabricantes, a Samsung ficou em primeiro lugar, apesar de ter registado uma quebra nas vendas. Mesmo assim vendeu 742 mil unidades no trimestre em análise. PAG. 27 TECNOLOGIA Revolução na indústria dos satélites com drones e balões O drone Solara 60 parece estar na mira do Facebook para constituir a base de uma rede de comunicações que leve a Internet às populações e regiões do globo actualmente info-excluídas. Fonte: http/titanaerospace.com. A Titan Aerospace produz actualmente os modelos de drones Solara 50 e Solara 60. Estes veículos aéreos não tripulados (VANTs) podem ser lançados com a ajuda de uma bateria interna, mas depois utilizam a energia solar para se manterem autónomos em termos energéticos. Podem subir até 20 quilómetros de altura e manter-se teoricamente em funcionamento durante cinco anos, sem precisarem de vir a terra. São estas características que despertaram o interesse do Facebook e da organização Internet.org para a criação de uma rede de comunicações capaz de levar a Internet a milhões de pessoas que ainda não têm acesso. Desde Outubro de 2013 que o CEO da Titan Aerospace é Vern Raburn, um nome conhecido do mundo da tecnologia e da aviação, já que tinha fundado e dirigido a Eclipse Aviation e trabalhado em empresas como a Lotus Development Corporation, Microsoft, ou Symantec Corporation. De acordo com Vern Raburn, a confluência de algumas tecnologias avançadas está finalmente a permitir concretizar um sonho que muitas pessoas têm perseguido nas últimas três décadas. Ou seja, a visão de um satélite atmosférico, que é agora realidade. Basicamente, esta visão consiste em disponibilizar o valor de um satélite espacial, mas com um custo muito inferior, podendo assim reformular e expandir toda a indústria ligada aos satélites. Os atmosats Solara podem facilitar o acesso a imagens da terra em tempo real e com alta resolução, a serviços de comunicações de dados e de voz, a serviços de mapeamento e de navegação, ou a sistemas de monitorização atmosférica. A aposta do Facebook no projecto Internet.org está a ser a sério, a avaliar pelas quantias gastas em aquisições. Por exemplo, a compra do serviço de mensagens What- sapp insere-se na estratégia e poderá ser rentabilizada, bem como a compra da Onavo, que trabalha em tecnologias de compressão de dados. Tudo se encaixa. Os sinais de comunicação com base nos drones não terão a mesma capacidade das tecnologias de telecomunicações tradicionais, pelo que será necessário conseguir bons rácios de compressão de dados para disponibilizar serviços Internet básicos. Mas porque razão os responsáveis do Facebook estão interessados em zonas do globo e pessoas actualmente info-excluídas e geralmente com baixo poder de compra? PAG. 22 UNIVERSIDADE DIGITAL Projecto One World Learning As distâncias são cada vez mais um problema do passado. Nos dias de hoje facilmente as tornamos curtas e depressa do longe se faz perto. As novas tecnologias são autênticas auto-estradas na promoção e difusão do conhecimento, e muitas são as áreas que sabem tirar o devido partido desta situação. O mundo alterou-se e a forma como comunicamos foi reinventada graças a esta multitude de escolhas trazida pela mão da tecnologia. A educação ganha igualmente com esta nova realidade em que a tecnologia joga a seu favor, permitindo que o ensino chegue onde antes muito dificilmente chegaria. O desejo de saber e conhecer pode agora ser satisfeito mais facilmente, numa relação em que os benefícios são muitíssimo maiores do que os custos. Desde logo, porque podem ser levadas a cabo algumas experiências, que de outro modo seriam igualmente importantes e cativantes, mas seguramente muito mais onerosas. Pensemos, por exemplo, em intercâmbios de estudantes. Deslocações, estadas, alimentação, são apenas algumas das complicações com as quais facilmente nos depararíamos se nos propuséssemos a organizar um encontro deste calibre. Como forma de evitar alguns destes problemas, surgiram com o tempo inúmeros projectos de intercâmbio entre escolas que usam a tecnologia de forma privilegiada. Ou seja, como meio de construir autênticas O projecto One World Learning baseia-se na telepresença, uma tecnologia que permite aos participantes terem uma experiência de comunicação cara a cara extremamente realista. Fonte: pontes entre margens que, à partida, parecem tão distantes.neste contexto, a educação à distância tem um contributo deveras precioso, e um desses exemplos que merece todo o destaque é o projecto de intercâmbio One World Learning (OWL), levado a cabo entre uma escola do Quénia e uma outra da Hungria. PAG. 23

2 22 TECNOLOGIA & GESTÃO TECNOLOGIA Revolução na indústria dos satélites com drones e balões Já imaginou poder aceder à Internet em qualquer parte do mundo, mesmo nas regiões mais remotas do planeta? Os drones da Titan Aerospace querem tornar essa ideia realidade num futuro próximo. Fonte: http/titanaerospace.com. As razões altruístas de levar a Internet a milhões de info-excluídos são sempre de louvar, mas não deixa de existir também o interesse em negócio a prazo. Ou seja, espera-se que com o tempo cada vez mais regiões e pessoas do globo actualmente desfavorecidas ganhem maior poder de compra. O curioso é que estas iniciativas podem agir como uma espécie de círculo virtuoso. A tecnologia começa por proporcionar informação para que essas pessoas e regiões desfavorecidas se possam juntar à economia do conhecimento e assim ganharem maior poder de compra, seguindo uma espiral crescente de acesso à tecnologia, à informação e a rendimentos cada vez mais elevados. Guerra entre Facebook e Google Convém sublinhar que a iniciativa Internet.org vai concorrer com o Project Loon da Google, que em vez de VANTs pretende utilizar balões. Como é referido no site da Google, muita gente pensa na Internet como uma comunidade global. No entanto, dois terços da po- pulação mundial ainda não têm acesso à Internet. Daí o projecto Loon, pensado para constituir uma rede de balões que viajam no espaço e permitem conectar as pessoas que vivem em áreas rurais e remotas, cobrindo as áreas que não têm cobertura por parte das redes de telecomunicações, ou permitindo que as pessoas se mantenham online em situações de desastres naturais que danifiquem as infra-estruturas terrestres de telecomunicações. Em termos tecnológicos, os balões do Project Loon flutuam na estratosfera a uma altura duas vezes superior aquela em que voam os aviões. Como na estratosfera existem vários níveis de vento e em cada um desses níveis o vento tem direcções e velocidades diferentes, os balões podem ir para onde são necessários subindo ou descendo nesses níveis para apanharem o vento que sopra na direcção desejada. Este é o princípio teórico do posicionamento dos balões. Depois as pessoas ligam-se à rede formada pelos vários balões, utilizando uma antena Internet especial que se coloca na sua casa, por exemplo. Os sinais de comunica- radiação UV, além das variações de temperatura serem enormes, podendo atingir os 80 graus centígrados negativos. Os balões precisam assim de ser concebidos para poderem suportar as condições a que vão estar sujeitos. Ao contrário dos drones, que poderão estar teoricamente cinco anos lá em cima, os balões só duram cerca de 100 dias. Se já pensou na hipótese de uma balão desses rebentar e o resto da tecnologia lhe ção viajam entre a antena e a rede de balões, ligando-se à Internet global em algum ponto. O Project Loon foi lançado em Junho de 2013 com um projecto experimental na Nova Zelândia. Os resultados desse projecto estão a ser utilizados para melhorar a tecnologia, estando já a ser realizada pesquisa também na Califórnia (Estados Unidos da América). A ideia é criar um anel de balões a voar em torno do globo, os quais fornecerão acesso à Internet a partir da terra. Os balões vão viajar a uma altitude entre 10 e 60 quilómetros e o Project Loon recorre a algoritmos de software para determinar para onde os balões precisam de ir, mudando cada um deles entre os vários níveis de vento para poderem ser encaminhados na direcção pretendida. Esta disposição dos vários balões pretende constituir a rede de comunicações que permita o acesso à Internet a partir da terra. Claro que existem alguns desafios tecnológicos. Por exemplo, a pressão do ar lá em cima é um por cento daquela que é registada ao nível do mar. Por outro lado, a estratosfera oferece menor protecção contra a A Google, como o Project Loon pretende fazer basicamente o mesmo que o Facebook com o projecto Internet.org. Ou seja, levar a Internet a milhões de pessoas que ainda não têm acesso. Só que a primeira pretende utilizar uma rede formada por balões, enquanto a segunda pretende recorrer a drones. Fonte: ções, ou onde essa cobertura ainda é escassa. Depois de ter adquirido o Instagram por mil milhões de dólares americanos em 2012 e de chegar a acordo para a aquisição do serviço de mensagens móveis WhatsApp recentemente por 19 mil milhões de dólares americanos (embora este negócio esteja a ser contestado por razões de privacidade), o Facebook parece estar agora interessado em adquirir a empresa de drones (ou VANTs veículos aéreos não tripulados) Titan Aerospace por 60 milhões de dólares americanos. A ser concretizada, esta aquisição daria ao Facebook a capacidade de conectar (via Internet sem fios) partes remotas do planeta, podendo fazer chegar a sua rede social e conteúdos virtuais a todo o mundo. Este objectivo foi deixado bem claro por Mark Zuckerberg na comunicação que realizou durante o Congresso Mundial de Mobilidade, que ternet.org, pretendem trabalhar com operadores, organizações de comunicações móveis (como a GSMA), empresas de tecnologia e governos para disponibilizar comunicações móveis que permitam o acesso à Internet de forma barata. Quem ainda não tem acesso à Internet, por questões de custos, falta de cobertura por parte de rede de telecomunicações (fixa ou móvel), passaria assim a dispor de serviços básicos, nomeadamente envio e recepção de mensagens, Wikipedia, previsão meteorológica, ou informação relacionada com questões de saúde, emprego e educação, além do acesso à rede social Facebook, evidentemente. A concretização deste projecto assentaria em três pilares: redução do custo da infra-estrutura, utilização dos dados com maior eficácia (sem desperdício de largura de banda), e a realização de vendas pontuais de serviços básicos (por exemplo, o pagamento de uma quantia extra para aceder a um conteúdo não incluído no pacote básico). Os drones podem tornar o acesso à Internet mais barato A Titan Aerospace está a desenvolver drones/satélite atmosféricos (atmosats) que podem voar a alturas quase orbitais, funcionando praticamente como satélite e que prometem revolucionar o mundo das comunicações e o acesso à Internet. Fonte: Os drones estão definitivamente na moda. Os militares olham-nos com enorme interesse, como forma de vigilância remota ou guerra à distância. As universidades estão a criar cursos nesta área, acreditando que vai ser geradora de uma quanti- dade significativa de empregos nos próximos anos. Agora o Facebook também está interessado nos drones para fazer chegar a sua rede social (e outros serviços Internet) a locais onde ainda não existe cobertura por parte das redes de telecomunica- cair acidentalmente em cima, fique a saber que essa hipótese foi prevista. A ideia é trazer os balões de volta de forma controlada, através da libertação de um gás no interior do mesmo. Mas mesmo que essa viagem descendente acabe por se descontrolar, haverá uma para-quedas para evitar descidas muito rápidas. Além de não querer matar ninguém, a Google certamente quererá salvaguardar a tecnologia presa ao balão para utilizações futuras ou reciclagem. Cada balão levará consigo um conjunto de painéis solares para fornecer energia suficiente a toda a electrónica complementar que permita o funcionamento durante a noite. Ainda segundo a informação veiculada pela Google, cada balão permite conectividade com o solo terrestre num diâmetro de cerca de 40 quilómetros e a velocidade de ligação é comparável à permitida pela 3G (comunicações móveis de terceira geração). Para a comunicação entre balões e com a terra, cada balão tem uma antena e recorre a te-cnologia de rádio-frequência. Actualmente são utilizadas bandas ISM (mais especificamente, as bandas de 2,4 e 5,8 GHz), que estão disponível para utilização generalizada. decorreu em Barcelona em finais de Fevereiro. Nessa apresentação, o fundador e director executivo do Facebook defendeu com unhas e dentes a inclusão de toda a população da terra por meio do projecto Internet.org, de que já falámos numa notícia publicada neste caderno na semana passada. A Titan Aerospace desenvolve um tipo de drone/satélite atmosférico que pode voar a alturas quase orbitais, funcionando praticamente como satélite. Tem ainda como vantagem o facto de utilizar a energia solar para o seu funcionamento. O objetivo do Facebook seria assim construir conjuntamente com a Titan Aerospace cerca de 11 mil drones desse tipo, de forma a cobrir digitalmente áreas como o continente Africano. O principal modelo em que a rede social estaria de olho é o Solara 60. Mark Zuckerberg e o Facebook, no âmbito da iniciativa In-

3 Projecto One World Learning UNIVERSIDADE DIGITAL O objectivo principal do projecto One World Learning é a promoção da compreensão das diferenças culturais entre pessoas e grupos. Fonte: mwww.icdt.hu. HUGO LAMEIRAS O projecto One World Learning foi pensado essencialmente para proporcionar uma educação não formal a alunos de escolas secundárias, para que aprendam mais sobre o mundo, usando para tal ferramentas próprias da educação à distância. Desta forma, nada melhor do que uma vivência cultural bem distinta do habitual, pois assim será bastante mais interessante travar ou aprofundar conhecimentos com culturas estrangeiras, dando sentido à necessidade de desenvolvimento de relações internacionais duradouras. O projecto One World Learning é composto por uma interacção regular entre dois grupos de pessoas, e cada grupo apresenta realidades culturais bem diferentes. Esta reciprocidade é feita em tempo real e está orientada para ser motivadora, fazendo uso de um currículo flexível e baseando-se na tecnologia de telepresença. Originalmente este projecto foi desenvolvido entre a Magnet High School, em Ongata Rongai, no Quénia, e a Berzsenyi Dániel Secondary School, em Bu- dapeste, na Hungria. Ao longo deste projecto a preocupação é abordar questões que sejam oportunas e que figurem na agenda do desenvolvimento internacional, tudo de uma forma bem diferente do tradicional. Além do mais, preocupa-se em não deixar de lado os principais pontos das Metas de Desenvolvimento do Milénio, centrando-se em questões acerca do desenvolvimento que são abordadas ao longo da educação convencional. A originalidade destas tele-aulas reside no facto de aqui se enfatizarem as necessidades e os interesses destes participantes especiais, ao invés de cumprirem apenas o que está previsto no currículo geral. Claro que um projecto desta envergadura requer muita preparação e dedicação. Como tal, os professores de ambos os lados que irão supervisionar as actividades ficam sujeitos a um curso preparatório para melhor ajudar os participantes a formular e conceptualizar questões pertinentes, usando para isso algumas actividades lúdicas e motivantes. Desta forma, os alunos são incentivados a discutir alguns dos grandes O projecto One World Learning destina-se a estudantes do ensino secundário, uma vez que são eles os membros mais inclusivos da sociedade e serão os novos adultos. Fonte: temas da vida, recebendo ajuda contínua para poderem lidar com questões que vão para além da sua zona de conforto. O objectivo principal é a promoção da compreensão das diferenças culturais entre pessoas e grupos. Tomando como referência as palavras de Nelson Mandela acerca deste assunto, devemos ter em conta que as nossas diferenças são a nossa força enquanto espécie e enquanto comunidade mundial. De uma forma mais específica, o projecto OWL pretende aumentar o conhecimento dos alunos sobre algumas questões que gozam de enorme importância na agenda do desenvolvimento global, nomeadamente temas relacionados com os direitos humanos, igualdade entre os géneros, conhecimento multicultural, saúde, consciência ambiental, ou visão económica. Com iniciativas deste género pretendese criar as fundações para desenvolver um método de educação não-formal e sustentável. TECNOLOGIA & GESTÃO 23 O projecto OWL destina-se a estudantes do ensino secundário, uma vez que são eles os membros mais inclusivos da sociedade. Eles serão os novos adultos e, além do mais, estão prestes a tomar algumas decisões importantes acerca do seu futuro, nomeadamente se vão continuar com os seus estudos, ou começar uma carreira no mercado de trabalho. Submeter estas pessoas, cujas idades se situam entre os 14 e os 18 anos, a este tipo de experiências vai seguramente determinar a sua atitude pessoal, que por sua vez irá certamente influenciar ainda mais o seu meio ambiente e a comunidade em que se inserem. Trata-se pois de plantar sementes para o futuro, dado que as sementes de hoje serão os frutos de amanhã. A telepresença, em que se baseia o projecto OWL, é uma tecnologia que permite aos participantes terem uma experiência de comunicação cara a cara extremamente realista, ao ponto de ser possível usar a maioria dos elementos da comunicação verbal e não-verbal. Deste modo, cada um toma o seu lugar, formando um círculo na mesa virtual, começando depois a discussão dos assuntos a abordar, tal como fariam se na realidade estivessem todos dentro da mesma sala. Uma das grandes vantagens que esta tecnologia nos oferece é o facto de permanecer praticamente invisível, devido à ilusão que cria. Por outro lado, o seu uso não exige qualquer experiência tecnológica. A experiência de uma comunicação realista é também assegurada pelo facto de não haver atraso entre a imagem e o som, como tantas vezes acontece. O projecto piloto levado a cabo entre uma escola do Quénia e outra da Hungria, como já vimos, teve a participação de 18 estudantes e dois professores. Essa participação traduziu-se numa sessão introdutória e em três tele-aulas de duas horas. Ao longo deste tempo foi possível determinar a viabilidade dos conceitos do projeto. A empresa de tecnologia Cisco, presente em cada um dos dois países, contribuiu igualmente para o sucesso desta iniciativa, ajudando através do acesso à parte tecnológica da telepresença utilizada no projeto. Por seu lado, os conteúdos foram desenvolvidos pelos professores das escolas participantes e tiveram por base os interesses e as necessidades de desenvolvimento dos alunos. Este processo permitiu ter uma ideia muito concreta do método de desenvolvimento de conteúdos aplicado e permitirá aplicar no futuro muitas das metodologias aqui testadas. Passando a uma análise mais pormenorizada, constatou-se que as tele-aulas mostraram que os diálogos entre os participantes contradizem em muitos aspectos os conceitos existentes que se referem a encontros multiculturais e de cooperação para o desenvolvimento. As reuniões tinham chamado a atenção para muitas questões anteriormente ignoradas, ao passo que outros problemas considerados importantes parecem perder a sua relevância na prática. Curiosamente, nenhum dos estudantes envolvidos teve problemas para se acostumar a este ambiente especial. Prova disso é o facto de não se ter notado nenhum sinal de desconforto e todos lidavam naturalmente com a situação. Além disso, pode-se concluir que durante o projeto piloto em análise, os alunos mostraram-se extremamente abertos e sem incorrerem em julgamentos de qualquer espécie. Mesmo em temas mais sensíveis, como religião, ou sexualidade, não se criou qualquer tipo de conflito. Os próprios alunos haveriam de explicar esta situação, já que tais questões, relacionadas com as diferenças naturais de opinião, costumam levantar alguma crispação. No entanto, os alunos estavam mais interessados em compreender a fundo a opinião que chegava do outro lado do que em julgá-la, o que não deixa de ser digno de nota. Com efeito, a educação serve justamente para difundir a tolerância e promover o debate de ideias. A compreensão do outro será a chave para a coexistência que todos desejamos. Podemos então concluir com o desenlace deste projecto que os jovens de hoje precisam de uma abordagem relativa à educação completamente diferente daquela que existe nos moldes actuais. Só assim poderemos atender às suas necessidades e interesses, visto que a abordagem usada na educação tradicional passa quase por completo ao lado daqueles que mais interessam: os alunos. O projecto One World Learning é composto por uma interacção regular entre dois grupos de alunos e cada grupo apresenta realidades culturais bem diferentes. Fonte:

4 24 TECNOLOGIA & GESTÃO CASO PRÁTICO Integração entre ERP e gestão de armazém para melhorar a logística dades, ou faculdades, pelo que destacamos aqui apenas o Hospital Militar, a Clínica Girassol, a Clínica Multiperfil, e a Clínica Sagrada Esperança. A necessidade Com sede em Luanda, a Tecnimed fornece uma grande variedade de sistemas, equipamentos, materiais e consumíveis necessários a hospitais, clínicas e centros de saúde, abarcando produtos para uma extensa listagem de áreas médicas. Fonte: LEONEL MIRANDA A Tecnimed foi criada em 1993, atribuindo-se a si mesma a missão de contribuir para o progresso, desenvolvimento e melhoria da qualidade dos serviços médicos à população angolana. Actualmente é uma das principais empresas do país na promoção de soluções hospitalares. Com sede em Luanda, fornece uma grande variedade de sistemas, equipamentos, materiais e consumíveis necessários a hospitais, clínicas e centros de saúde, abarcando produtos para uma extensa listagem de áreas médicas. Paralelamente à oferta de produtos, a Tecnimed assegura um serviço rápido, competente, eficaz e de confiança, incluindo programas de manutenção extensiva e formação completa de operadores à escala nacional. Em cooperação intensa com os seus parceiros de negócio, a empresa está altamente qualificada para possibilitar e implementar projectos chave na mão ajustados ao ambiente clínico de cada utente. Para isto tem contribuído o facto de ter apostado desde o início na formação dos seus técnicos. O grande objectivo da empresa é prestar aos seus clientes uma assistência técnica de qualidade, contando para isso com o apoio dos seus representados, com destaque para a Siemens - Healthcare. Na opinião de Rui Coelho, administrador da Tecnimed, foi De acordo com Rui Coelho, administrador da Tecnimed (ao centro na imagem), o sistema Eye Peak vai tornar os nossos serviços de logística mais eficientes, oferecendo informação mais precisa para a reposição de materiais e equipamentos, assim como de peças, acessórios e componentes. A qualidade dos nossos serviços de logística melhorou a olhos vistos com a aquisição desta ferramenta. esta a chave do sucesso da nossa empresa, permitindo-lhe destacar-se da concorrência. Somos líderes na área de electromedicina, pois somos a empresa que melhores marcas mundiais comercializa e que presta, muito provavelmente, a melhor assistência técnica após-venda. Esta orientação à excelência faz com que os melhores hospitais e clínicas sejam assegurados por equipamentos instalados e comercializados pela Tecnimed. A lista de nomes é extensa, incluindo hospitais, institutos, clínicas, centros médicos, materni- Tendo consciência de que ainda faltavam à empresa alguns passos para atingir o nível pretendido e com o objectivo sempre presente de melhorar os seus serviços, a Tecnimed implementou recentemente a solução de gestão de armazém Eye Peak. Integração entre o ERP Primavera e a gestão de armazém Eye Peak A Sinfic, através da sua unidade de negócio Soluções de Mobilidade, que comercializa as soluções de gestão de armazém e gestão de distribuição Eye Peak, é um Primavera Solutions Partner, com a solução Eye Peak Gestão de Armazém certificada pela Primavera, podendo assim complementar o ERP desta última. Esta complementaridade entre ERP e gestão de armazém fornece vantagens competitivas aos clientes de ambas as empresas. A parceria Primavera /Sinfic tem dado bons frutos em Angola e promete dar ainda muitos mais no futuro, graças ao crescente estreitamento de relações entre as duas empresas, a uma maior notoriedade conjunta no mercado nacional, e ao aumento de consciência por parte das empresas em geral relativamente aos ganhos concorrenciais proporcionados por uma boa solu- Dada a grande variedade de produtos comercializados pela Tecnimed e o facto de abarcar todo o território nacional, não é tarefa fácil assegurar toda a logística de fornecimento de produtos e serviços, incluindo a manutenção. Muitos acessórios e componentes (como por exemplo, placas de circuitos-impressos, tubos de Raios-X, ou circuitos integrados) têm que ser importados, pelo que é necessária uma logística bem organizada, como referiu Rui Coelho. A satisfação dos clientes passa assim em grande parte também pelos serviços de apoio logístico, além dos produtos de qualidade e da formação dos técnicos, evidentemente. Estes aspectos são ainda mais importantes quando se trata de instituições médicas, onde a resposta atempada e eficiente são requisitos fundamentais em prol da saúde da população em geral. Por exemplo, a Tecnimed fornece consumíveis para hospitais e clínicas, incluindo reagentes de laboratório, sangue de controlo para calibrar os equipamentos de laboratório de análises clínicas, filmes de Raios-X, eléctrodos, pa- ção de gestão de armazém e distribuição à medida das suas necessidades. A garantia desta integração é dada pelo facto da Primavera Business Software Solutions ter certificado formalmente a solução de gestão de armazém Eye Peak da Sinfic para integrar com o seu ERP. Mais concretamente, o Eye Peak Gestão de Armazém integra com a vertente de logística do ERP Primavera. De acordo com as caracte- rísticas de um Certified Product Primavera, a obtenção desta certificação significa que o Eye Peak Gestão de Armazém foi avaliado de modo a assegurar que cumpre vários requisitos, nomeadamente a total integração com a solução de ERP Primavera e a consequente partilha de informação entre os dois sistemas. Desta forma, as empresas que precisam de uma solução de gestão de armazém podem implementar o Eye Peak Gestão de Armazém e integrá-lo com o ERP, passando as duas soluções a funcio- pel para electrocardiografia, electroencefalografia e ecografia, entre outros. Alguns destes materiais têm prazos de validade bastante curtos, pelo que requerem uma atenção especial em termos logísticos. Outro caso flagrante é a importação de hélio líquido para o funcionamento dos equipamentos de Ressonância Magnética e a reposição de tubos para equipamentos de TAC e Raios-X. É neste contexto que assume uma enorme importância um sistema de gestão logística, dado que, como sublinhou Rui Coelho, o sucesso destas operações está muito dependente da rapidez da operação, assim como do célere desalfandegamento dos referidos materiais. Esta questão assume uma importância ainda mais abrangente quando a Tecnimed se prepara para, em parceria com empresas especializadas, ampliar e dinamizar o leque de serviços prestados às instituições hospitalares nacionais, com especial incidência no campo das suas necessidades correntes, em complemento do ingente esforço que o Executivo leva a cabo na melhoria da saúde das nossas populações. A solução A aquisição da solução de gestão integrada Primavera (ERP) há alguns anos atrás foi uma decisão oportuna, pois ajudou-nos a melhorar bastante os procedimentos de gestão. Graças a este e outros passos, a Tecnimed conquistou a certificação com as normas ISO, referiu Rui Coelho. No entanto, tendo consciência de que ainda faltavam à empresa alguns passos para atingir o nível pretendido e com o objectivo sempre presente de melhorar os seus serviços, implementou recentemente a solução de gestão de armazém Eye Peak. De acordo com Rui Coelho, o sistema Eye Peak vai tornar os nossos serviços de logística mais eficientes, oferecendo informação mais precisa para a reposição de materiais e equipamentos, assim como de peças, acessórios e componentes. A qualidade dos nossos serviços de logística melhorou a olhos vistos com a aquisição desta ferramenta. Estamos satisfeitos com este investimento, pois a empresa que nos presta serviços neste processo de implementação do Eye Peak é bastante profissional, o que nos conforta. nar como se fosse apenas uma. As vantagens proporcionadas às empresas pela integração do ERP com a solução de gestão de armazém Eye Peak são várias, nomeadamente uma visão integrada do negócio, melhoria na tomada de decisões, automatização de processos, aumento de produtividade, maior controlo e racionalidade da área logística, melhoria na gestão de recursos (humanos e não humanos), maior satisfação dos clientes, aumento dos lucros, redução de custos, maior fiabilidade da informação.

5 TECNOLOGIA & GESTÃO 25

6 26 TECNOLOGIA & GESTÃO As empresas precisam de marketing e não apenas de vendas GESTÃO Os fornecedores de serviços e de tecnologia precisam de se concentrar seriamente nas vendas trimestrais, já que são esses dados que normalmente representam a receita da empresa e determinam aquilo que se diz e escreve sobre a empresa, influenciando os mercados financeiros, os investidores, as empresas de análises, os meios de comunicação social, ou mesmo os funcionários. No entanto, é muito mais fácil e custa menos às empresas renovar clientes ou vender mais aos clientes existentes do que tentar aumentar os lucros através da conquista de novos clientes. As receitas provenientes dos clientes existentes ou recuperados são normalmente mais previsíveis e têm maiores margens de lucro, além de reduzirem a necessidade da empresa conquistar muitos novos clientes todos os trimestres. Por isso mesmo, muitas empresas consideram o valor do tempo de vida do cliente (ou CL V customer lifetime value) como um indicador chave de desempenho. Todd Berkowitz, analista na Gartner, escreveu num blog que as empresas podem aumentar as suas receitas até 20 por cento se seguirem uma abordagem programática ao marketing direcionado para os seus clientes actuais. Segundo ele, quando estudo após estudo mostra que é mais fácil e mais barato vender aos clientes existentes do que tentar conquistar novos clientes, os especialistas de marketing deveriam apostar mais nessa via. Além disso, os clientes leais e satisfeitos são extremamente importantes para influenciarem novos clientes. Os gestores de conta podem fazer um excelente trabalho na manutenção dessas contas, mas a verdade é que normalmente não são especialistas de marketing, nem especialistas de produto. Este facto constitui um problema, já que os clientes não querem apenas ter acesso a suporte ou à gestão básica da sua conta. Também exigem contacto frequente, ofertas à sua medida (direccionadas especificamente para as suas necessidades), documentação (nomeadamente white papers) e outras coisas que devem ser provenientes do marketing de produto e da gestão, e não das vendas. Mas não basta mudar de atitude e começar a orientar o marketing para os clientes existentes. É necessária uma abordagem pensada e programática. Existe uma enorme diferença entre fazer uma venda inicial ou alargar a utilização e fazer cross-selling e up-selling. A Gartner recomenda assim que se siga uma estrutura baseada em quatro passos: chegar a acordo quanto ao papel e aos objectivos de marketing; recolher, consolidar e correlacionar dados para identificar oportunidades escondidas; planear os conteúdos e as actividades para o percurso de compra dos clientes; capacitar os funcionários de campo e os parceiros para venderem aos clientes existentes. Cada um destes passos, especialmente os três últimos, pode começar por exigir bastante esforço e tempo. Apesar de normalmente estarem disponíveis muitos dados, nem todos têm a mesma importância, pelo que será necessário identificar aqueles que interessam realmente. Por sua vez, a análise dos dados costuma exigir ferramentas que funcionam com base em recursos, competências e suporte por parte dos departamentos de TI (tecnologias de informação). Quanto aos conteúdos direccionados aos clientes existentes, precisarão de ser criados ou modificados com base nos conteúdos exis- É muito mais fácil e custa menos às empresas renovar clientes ou vender mais aos clientes existentes do que tentar aumentar os lucros através da conquista de novos clientes. tentes. E se a força de vendas (particularmente os gestores de conta) e os parceiros não estiverem preparados para tirar partido do crossselling e do up-selling, será necessário dar-lhes formação e apoio para poderem ser bem sucedidos. Na realidade, a base de clientes deve ser vista como um activo por qualquer empresa, precisando de ser protegida e alimentada constantemente para proporcionar o máximo valor. Para tirarem partido deste activo, os especialistas de marketing precisam de aplicar um nível elevado de disciplina, rigor e esforço para aumentarem as receitas junto dos clientes existentes, tal como fariam para a conquista de novos clientes. Actividades de marketing consideradas como sendo extremamente importantes para os clientes manterem ou melhorarem a relação com os seus fornecedores, segundo o estudo de mercado realizado pela Gartner. que as tecnologias actuais baseadas em padrões (que lidam com o que está a acontecer ou aconteceu). A análise prescriptiva irá lidar (e modelar) com aquilo que pode acontecer com base num conjunto de condições. Por exemplo, será uma grande vantagem se conseguirmos prever quais as lojas de uma cadeia de retalho que terão falta de stock com base num evento promocional. Para Steve Steutermann, é importante que as empresas melhorem as suas capacidades de dados para colaborarem com os clientes. Aquelas que conseguirem essa melhoria serão as que irão beneficiar mais com a próxima geração de análise de dados. Tanto os fabricantes, como os retalhistas estão a colocar o enfoque em iniciativas direccionadas para o cliente como forma de conseguirem aumentar as receitas. Para os fabricantes, isto significa a necessidade de conceberem redes de fornecimento que respondam à procura, chegando aos consumidores móveis, eliminando as falhas nas transacções e personalizando a experiência de consumo. O suporte destas iniciativas exige que os fabricantes de produtos de grande consumo melhorem as suas capacidades de gestão da procura, de resposta à procura variável, de gestão das encomendas e de expedição. Tudo isto numa estrutura que não prejudique as margens de lucro. De acordo com a Gartner, a contínua volatilidade da procura está a aumentar a pressão para responder à procura e a fazer com que as empresas adoptem abordagens de redes integradas que abarquem toda a cadeia logística. Para o sucesso futuro de qualquer empresa que lide com produtos de grande consumo é imprescindível que seja capaz de utilizar dados relativos aos consumidores, de modo a melhorar a previsão da procura, reduzir o inventário, diminuir os custos e melhorar o serviço. As cadeias de fornecimento têm de inovar para aumentarem os lucros O crescimento das receitas nos produtos de grande consumo registou um declínio nos últimos dois anos, segundo a Gartner. Consequentemente, as empresas que comercializam este tipo de produtos precisam de repensar a forma como é distribuído o valor na cadeia de fornecimento. Na opinião de Steve Steutermann, analista na Gartner, as empresas de produtos de grande consumo continuam a enfrentar uma economia global incerta e espera-se que continue a aumentar a volatilidade na procura, colocando ainda mais desafios ao crescimento das receitas. Neste cenário, para se aumentarem as receitas é necessário encontrar novos mercados, aumentar a quota de mercado e melhorar a disponibilidade dos produtos nos pontos de venda. Os responsáveis pelas cadeias de fornecimento que puderem medir a disponibilidade dos produtos nos pontos de venda e colaborar com os retalhistas para melhorar essa disponibilidade e para gerir o inventário terão vantagem face aos fornecedores que não puderem utilizar dados dos clientes. No entanto, a utilização eficaz dos dados dos clientes exige o investimento num repositório de indicação de procura para harmonizar e limpar os dados do retalhista, de modo a poderem ser utilizados para análise. A análise baseada em dados de inventário e de consumo são actualmente exemplos de utilização de dados estruturados. Contudo, os dados não estruturados, como dados de lealdade, sentimento social, ou percepção dos consumidores começam também a ser utilizados para chegar aos consumidores, moldar a procura, ou melhorar o lançamento de novos produtos. A próxima geração de soluções de análise irá integrar dados estruturados e não estruturados para a tomada de decisão em tempo real, tornando-se mais prescriptivas do Para o sucesso futuro de qualquer empresa que lide com produtos de grande consumo é imprescindível que seja capaz de utilizar dados relativos aos consumidores, de modo a melhorar a previsão da procura, reduzir o inventário, diminuir os custos e melhorar o serviço. Para que as empresas consigam realizar esta transformação precisam de liderança, visão estratégica, definição de prioridades e capacidade de execução da estratégia organizacional. Será importante, portanto, investir na melhoria das competências das pessoas, na melhoria dos processos e na melhoria tecnológica, sempre em função daquilo que é valorizado pelos clientes.

7 TECNOLOGIA & GESTÃO 27 MERCADO Enorme crescimento das vendas de tablets na região MEA A Apple surgiu em segundo lugar, com vendas de 653 mil unidades. O terceiro lugar foi para a Lenovo (com vendas de 289 mil tablets), seguindo-se a Asus no quarto lugar (com 200 mil unidades vendidas) e finalmente a Huawei a fechar o top cinco com vendas de 128 mil tablets. Victoria Mendes, da IDC, é de opinião que, com o mercado dos PCs tradicionais a continuar a cair em 2014, segundo as previsões, o mercado dos tablets deverá continuar a crescer de forma significativa. Para este crescimento irá contribuir o facto dos fornecedores de PCs tradicionais se estarem a preparar para introduzir no mercado equipamentos híbridos. Ou seja, equipamentos que se parecem e funcionam como um tablet, mas que têm desempenhos elevados (semelhantes aos de um PC). O canal de vendas constituído pelos operadores de telecomunicações deverá aumentar a sua quota de mercado, dado que estão a propor várias vantagens aos clientes, nomeadamente em termos de preço e planos de pagamento. Quanto aos sectores de actividade, a educação continuará a ser o principal alvo dos fornecedores. Também se espera que o aumento da concorrência provoque uma descida acentuada dos preços dos tablets, superior mesmo a outras regiões do mundo. A Samsung foi quem vendeu mais tablets na região MEA nos últimos três meses de 2013, seguindo-se a Apple, Lenovo, Asus e Huawei. A imagem mostra o tablet Samsung Galaxy NotePro 12.2 Wi-Fi. Fonte: Vendas mundiais de PCs deverão continuar em queda este ano As vendas mundiais de PCs registaram uma queda de 9,8 por cento em 2013, tendo sido a maior queda registada neste mercado. Para 2014 as previsões continuam a apontar para novo declínio, desta vez de seis por cento, segundo previsões da IDC. Os mercados emergentes costumavam ser uma tábua de salvação para as vendas de PCs, mas actualmente é onde este mercado regista maiores quedas. O pior é que esta situação de declínio deverá continuar pelo menos até Se olharmos para o quadro, só conseguimos ver uma previsão de crescimento positivo de 2,6 por cento para os PCs portáteis nos mercados emergentes em 2018, algo que se reflecte na mesma categoria de equipamentos quando se consideram as vendas em termos mundiais, ou no global de vendas de PCs para esse ano nos mercados emergentes. Para a análise do quadro, convém ter em conta que a IDC considera que os mercados maduros incluem os Estados Unidos da América, Europa Ocidental, Japão e Canadá. Os mercados emergentes incluem a Ásia/Pacífico (excluindo o Japão), América Latina, Europa Central e de Leste, Médio Oriente e África. Em termos de classificação dos equipamentos, estão incluídos na categoria de PCs os desktops, mini notebooks e outros equipamentos portáteis que não tenham teclados destacáveis. Estão excluídos da categoria de PCs os equipamentos de mão (como os smartphones) e os tablets. Mercado dos PCs na região MEA Se considerarmos especificamente a região MEA (Médio Oriente e África), os dados da IDC revelam que as vendas de PCs (considerando desktops e portáteis) registaram uma quebra de 14,3 por cento no último trimestre de 2013 comparativamente a igual período de 2012, totalizando vendas de 4,5 milhões de unidades. As vendas de PCs portáteis diminuíram 18,2 por cento no mesmo período, com vendas registadas de 2,7 milhões de unidades. As vendas de PCs desktop desceram bastante menos (7,8 por cento) mas no total venderamse menos desktops do que portáteis, já que as vendas de desktops se ficaram por 1,8 milhões de unidades. Estes dados mostram que os utilizadores da região MEA continuaram a optar por maior mobilidade no último trimestre do ano passado, preferindo equipamentos mais leves, mais pequenos e com maior autonomia de bateria. Notase uma mudança dos desktops para os PCs portáteis e destes para os tablets e smartphones. Mesmo dentro do segmento dos PCs portáteis, nota-se uma mudança de preferência que privilegia os notebooks convertíveis e os notebooks ultrafinos em detrimento dos notebooks tradicionais, segundo Fouad Rafiq Charakla, da IDC. A adesão aos notebooks ultrafinos deve-se muito ao aumento da concorrência neste segmento e à consequente redução dos preços. No entanto, como a maior parte destes equipamentos não têm unidade de disco óptico, muitos utilizadores acabam por adquirir outros notebooks. Também se nota um crescimento nas preferências por PCs com interface táctil, sobretudo por parte do grande consumo. A HP foi líder de vendas de PCs na região MEA nos últimos três meses de 2013, apesar de ter vendido bastante menos unidades comparativamente aos mesmos meses de Na segunda posição aparece a Lenovo, registando o maior crescimento de vendas de PCs na região. A Dell, a Toshiba e a Acer ocupam respectivamente as terceira, quarta, e quinta posições, tendo registado todas quebras de vendas no período em análise. Este ano, o mercado de PCs deverá continuar a registar um declínio na região MEA, mas devido sobretudo à diminuição da procura de desktops, já que as vendas de portáteis deverão manter-se idênticas às registadas no ano passado, segundo a IDC. Vendas de PCs por região em 2012, 2013 e 2018, bem como crescimento dessas vendas nos mesmos anos, segundo dados e previsões da IDC. Vendas em milhões de unidades. Fonte: IDC, Fevereiro de Maior maturidade em tecnologias de informação no Médio Oriente e África As empresas industriais da região MEA (Médio Oriente e África) estão a aumentar o seu grau de maturidade relativamente às TI (tecnologias de informação). Consequentemente, a IDC espera que venham a registar um aumento significativo de produtividade e de competitividade. De acordo com Martin Kuban, analista na IDC, as empresas industriais da região MEA estão mais maduras na utilização que fazem das TI. A contínua industrialização e o optimismo por parte do mercado tiveram como consequência um aumento do investimento em TI. Para este ano de 2014, a IDC prevê que será um ano bastante dinâmico na região em termos de implementações de TI. As tecnologias da chamada terceira plataforma (mobilidade, computação em nuvem, social e big data) ainda são mercados de nicho na região MEA. No entanto, os orçamentos de TI para a implementação destas tecnologias têm vindo a aumentar, particularmente no que se refere à computação em nuvem. A mobilidade e o big data também já são vistos como novas tecnologias capazes de fornecer grande valor às empresas industriais da região. Por sua vez, as empresas industriais mais ágeis e de menor dimensão em particular estão cada vez mais a implementar ambientes de TI baseados nos modelos IaaS e SaaS (infra-estrutura sob a forma de serviço e software sob a forma de serviço). O estudo de mercado da IDC revelou ainda outros aspectos que podem ser considerados interessantes. aos activos são geralmente menos dinâmicas nos seus investimentos em TI e menos flexíveis na implementação de mudanças internas. Contudo, estão a mostrar alguns sinais de transformação, impulsionados principalmente pelas mudanças no ambiente externo e pela crescente concorrência. à marca estão a reforçar visivelmente a sua orientação ao cliente, apostando na colaboração em termos de cadeia de fornecimento e na inteligência de negócio para conseguirem ter sucesso num mercado cada vez mais competitivo e exigente. à engenharia continuam a apostar na qualidade e na excelência de fabrico, com a questão dos custos a encabeçar a maior parte das suas decisões de TI. à tecnologia são as que formam a cadeia de valor mais dinâmica. Reconhecem facilmente o valor inerente à utilização das TI no processo produtivo e, consequentemente, mostram grande entusiasmo quanto à adopção das tecnologias da terceira plataforma.

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