O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA E SUAS IMPLICAÇÕES NA VIDA DO OPERÁRIO FRANCANO/SP

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1 O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA E SUAS IMPLICAÇÕES NA VIDA DO OPERÁRIO FRANCANO/SP Andresa Alves de Carvalho 1 Helen Barbosa Raiz Engler No referido artigo pretende-se discutir o processo de reestruturação produtiva e seus direcionamentos impostos à produção calçadista da cidade de Franca/SP e conseqüentemente aos trabalhadores deste setor, principalmente em relação ao desemprego e a precarização do trabalho. O estudo evidencia que durante os anos 1990, o processo de reestruturação produtiva atingiu as organizações pautadas na divisão do trabalho realizando um movimento que cruzou todas as fronteiras geográficas, políticas, econômicas, culturais e sociais atingindo de maneira drástica a classe trabalhadora. Em face da indústria calçadista de Franca/SP como principal pólo empregador da cidade, realizamos tal pesquisa com os seguintes objetivos: estudar as alterações ocorridas no setor calçadista francano e conseqüentemente as mudanças que estas causaram á identidade do operário, e o estranhamento deste em relação ao que produz e a si próprio; identificar os fatores que levaram ás mudanças no setor calçadista e na organização do trabalho. Assim entendemos que o processo de reestruturação produtiva conduziu os trabalhadores a um quadro cada vez maior de precarização das condições e relações de trabalho, intensificação do uso da força de trabalho, mudanças na aplicação dos direitos trabalhistas. Para apreender este quadro das mudanças relatadas, realizei e realizo pesquisas teóricas e observações diretas do processo de trabalho, entrevistas com trabalhadores das fábricas, com trabalhadores domiciliares, e com representantes dos trabalhadores; e com trabalhadores que trabalham em regime de terceirização em unidades produtivas especializadas na confecção de determinadas partes do calçado e que são submetidas às fábricas de calçados (bancas e ateliês). As bancas e os ateliês são muito heterogêneos no que se refere ao tamanho, número de empregados e na forma de relação de trabalho estabelecidas com seus funcionários. Coexistem unidades que empregam centenas de 1 Discente do 4º ano de Serviço Social da Faculdade de História, Direito e Serviço Social UNESP/Franca, Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa Mentalidades e Trabalho: do local ao global e Bolsista PIBIC/CNPq. mail:

2 trabalhadores sob relações formais de trabalho com unidades menores, que funcionam em fundos de quintais, e as que empregam trabalhadores sem contrato formal de trabalho, registrado em carteira e, onde as condições de trabalho são extremamente precárias, insalubres e inseguras, com jornadas de trabalho superiores a dez horas diárias, sem folgas semanais. A reestruturação produtiva pode ser vista pode ser vista sob dois enfoques. O primeiro ressalta a reorganização dos setores industriais, que é caracterizado pela realização de grandes investimentos nos setores de ponta, como informática, química fina, novos materiais, biotecnologia, telecomunicações. Já o segundo, enfatiza a adoção do novo paradigma tecnológico e organizacional, com a introdução, por um lado, de novas tecnologias de base microeletrônica e, por outro, a introdução de novos padrões de organização do trabalho (o modelo japonês ); acompanhados por um processo de individualização das relações estabelecidas entre capital/trabalho, com o conseqüente enfraquecimento dos órgãos representativos dos trabalhadores, os sindicatos 2. Na reorganização dos setores industriais, os avanços tecnicocientíficos (informática, telecomunicações, robótica, bioteconologia e outros) e a difusão de rede de informação reforçaram e facilitaram o processo de globalização. Estabeleceram um intercâmbio acelerado (reduzindo o espaço e o tempo), não só na esfera econômica (mercados, tecnologia de produção), mas atingindo também, os hábitos, os padrões culturais e de consumo. A classe trabalhadora, debilitada por causa do desemprego, resultante do maciço investimento tecnológico, ou ficou desamparada, ou foi absorvida pelo setor de serviços, uma economia fluida e que não permite a formação de uma consciência de classe. Para a classe trabalhadora os avanços tecnocientíficos implicaram em um aumento significativo do desemprego e da elitização do emprego, pois com um maior número de máquinas nas indústrias tornou-se necessário um menor contingente de mãode-obra, e, no entanto para manuseá-las necessitava-se de mão-de-obra mais qualificada. Assim, a inserção das máquinas tornou-se um processo de exclusão, onde 2 Entre 1980 e 1990, na maior parte das sociedades ocidentais capitalistas industrializadas, a taxa de sindicalização o número de filiados de todos os sindicatos em relação à população assalariada caiu. Como prova das dificuldades enfrentadas pelos sindicatos tem - se no governo Collor a implantação de uma política econômica recessiva, evidentemente desfavorável à organização e à luta sindical. Ou seja, os sindicatos nesse período foram reduzidos a espaço de manobra, colocando em risco suas práticas de ação e suas conquistas.

3 para continuar integrado nas indústrias era necessário à adequação à tecnologia, o que não era de alcance de todos, visto que o conhecimento também se tornou uma mercadoria. A implementação dessas mudanças, foi baseada no modelo japonês ou toyotismo (conjunto de métodos e técnicas de organização da produção e do trabalho). O modelo japonês de empresa e de organização social e gerencial do trabalho referenciado como uma forma de organização da produção e do trabalho cuja finalidade seria a de combinar as exigências de qualidade e quantidade, contrapondo-se à especialização proposta pelo taylorismo, através da polivalência, da rotação de tarefas e do trabalho em grupo. Outra importante característica desse modelo é a produção enxuta. Estão relacionados ao modelo japonês sistemas de organização da produção como o just in time, o Kanban, os CCQ e as células de produção, por exemplo. (NAVARRO, 2006, p.216) O just in time, foi e é apresentado como um sistema de organização da produção que é orientado para produzir determinado produto na quantidade necessária e no momento certo. A produção é orientada pela demanda e o kanban seria o sistema de informação que alimenta o sistema just in time, controlando a quantidade da produção em cada etapa do processo. Os círculos de controle de qualidade (CCQs) são formados por grupos de trabalhadores que se reúnem para discutir e buscar soluções para os problemas da produção. Do ponto de vista do capital, essa nova concepção de empresa implica na necessidade de uma força de trabalho também flexível (polivalente), mais qualificada, que deve ter várias preocupações e realizar diversos tipos de tarefas, como operar as máquinas, fazer a manutenção, difundir informações, realizar o controle de qualidade, etc. O resultado é um tipo de trabalhador com maior iniciativa e maior capacitação do que o trabalhador fordista 3, em particular aqueles pertencentes ao núcleo central da mão-de-obra da empresa, que torna dispensável algumas das funções de gerência e controle exercidas pelos níveis hierárquicos intermediários, anteriormente existentes. No entanto, para que tudo isto ocorra é necessário uma maior participação e 3 O Fordismo é um sistema racional de produção em massa, que transformou radicalmente a indústria automobilística na primeira metade do século XX. O trabalhador fordista, apesar de estar sendo explorado, de realizar tarefas repetitivas, podia ter condições de existência com o mínimo de conforto, propiciadas pelo emprego com alguma estabilidade, decorrente da escassez de mão-de-obra qualificada e da forte organização sindical.

4 envolvimento dos trabalhadores, no sentido da total identificação de seus objetivos e interesses com os da empresa. Nesse sentido, a ideologia da parceria e da qualidade e os programas de qualidade total, juntamente com o alto nível de desemprego, se destacam enquanto instrumentos de convencimento e cooptação dos trabalhadores utilizados pelas empresas. No Brasil, o processo de reestruturação produtiva iniciou-se timidamente já na segunda metade da década de 80, acelerando-se rapidamente a partir dos anos 90, com a abertura econômica implementada pelo Governo Collor. Centrado principalmente na adoção de novas formas de gestão/organização da produção, esse processo vem se aprofundando mais recentemente, com a política de estabilização consubstanciada no Plano Real, com a subvalorização do dólar frente ao real e uma grande facilidade para importação, que vêm exigindo das empresas transformações em ritmo acelerado e associações com capitais estrangeiros, para poderem sobreviver. O Plano Collor expôs de forma brutal a indústria nacional à concorrência internacional. O Brasil era um país superfechado, com indústrias superprotegidas. [...] Isso expôs muitos setores a uma concorrência altamente prejudicial, porque o país não estava, como ainda não está preparado para evitar a entrada de produtos altamente subsidiados ao mercado interno. (NAVARRO, 2006, p. 202) Quanto aos setores industriais, estes para atender as mudanças exigidas em curso no processo produtivo pela globalização, realizaram amplos programas de reestruturação, adotando, por exemplo, à terceirização, objetivando assim o aumento da competitividade e a redefinição de suas estratégias de competição e expansão. Porém, alguns setores da indústria brasileira sentiram de forma diferenciada os impactos desse novo ambiente competitivo, como é o caso do setor calçadista francano. O setor calçadista da cidade de Franca/SP, foco de nossa pesquisa, é cenário de mudanças nas organizações de produção, na qual houve a transição do modelo fordistataylorista para novas formas de produção. A partir de meados da década de 1980 se observou nos principais países produtores de calçados a aceleração do processo de reestruturação produtiva, em que as empresas num esforço para evitar a retratação de suas perspectivas indústrias de calçados, passaram a estimular a utilização de recursos de microeletrônica e informática (...) objetivando a um grau de automoção (...) que

5 assegurasse contradições de competitividade. Observa-se também a tendência de a confecção de calçados ser realizada em locais diferentes. (ANTUNES, 2006, p.392) Neste novo modelo, o complexo de reestruturação produtiva atingiu as empresas francanas pautadas na divisão do trabalho. Esse movimento com características políticas, econômicas, culturais e sociais atingiu a classe trabalhadora nas suas representações. Diante desta situação, os sindicatos enfraqueceram suas forças de reivindicação, as empresas defenderam a flexibilização do mercado de trabalho, aumentando o trabalho precário sem direitos e proteção social. Esse novo cenário de produção requer que o sistema de metabolismo social do capital necessite cada vez menos de trabalho estável e cada vez mais de trabalho parcial, terceirizado, precarizado. Como o capital pode reduzir muito, mas não pode eliminar completamente o trabalho vivo no processo de produção de mercadorias, ele deve aumentar sem limites o trabalho morto corporificado no maquinário, aumentando a produtividade do trabalho de modo a intensificar as formas de extração do sobretrabalho em tempo cada vez mais reduzido. No setor calçadista francano, essa forma flexibilizada de acumulação capitalista, baseada na reengenharia, na empresa enxuta, teve algumas conseqüências, como: crescente redução do proletariado fabril estável; incremento do novo proletariado, do subproletariado fabril e de serviços, o que tem sido denominado de trabalho precarizado; inclusão precoce e criminosa de crianças no mercado de trabalho; aumento significativo do trabalho feminino; expansão do trabalho em domicílio; conformação da classe trabalhadora. Hoje, Franca possui um total de 760 empresas de calçados, englobando micro, pequenas, médias e grandes empresas. Segundo André Ramos Carloni (2006), a capacidade de produção anual (ano base de 2006) supera 37 milhões de pares com uma receita de aproximadamente US$ 500 milhões por ano em Já a produção em nível nacional fica em torno de 725 milhões de pares anuais, trazendo um faturamento que fica na casa dos US$ 8 bilhões no mesmo período. Consideramos que apesar dessa cifras, ao longo da década de , a indústria calçadista extinguiu pelo menos postos de trabalho nesse período, em sua enorme maioria em decorrência, não da incorporação de maquinaria mais de gerenciamento da produção pelas indústrias. Ao mesmo tempo em que se reduziram

6 drasticamente os postos de trabalho nas indústrias, proliferaram diversas modalidades de trabalho em domicílio e nas bancas de pesponto. A transferência das atividades do corte do interior das fábricas para o domicílio dos sapateiros, além de penalizar o trabalhador pela existência de contratos que garantam constância de fornecimento de trabalho, pela existência de intermediários que leva ao aviltamento dos salários, também o penaliza ao fazê-lo arcar com os custos de instalação do maquinário em sua residência, na maioria dos casos nas garagens ou nos fundos da casa, não possuindo meios de produção adequada e treinamento ao trabalhador, ocasionando diversos problemas como acidentes de trabalho. O local de trabalho e os demais locais da casa se confundem, a exploração do trabalhador passa a não se restringir apenas ao espaço físico da indústria, agora, esta dentro de sua casa. Assim, como conseqüência direta da abertura do mercado para a economia globalizada é possível dizer que em Franca/SP ocorreu uma terceirização acentuada, que se resume numa quádrupla precarização: do trabalho, do emprego, da saúde e da ação sindical. Entre os principais efeitos dessa terceirização sobre as relações e as condições de trabalho, destaca-se: diminuição dos benefícios sociais; salários mais baixos; ausência de equipamentos de proteção /falta de segurança /insalubridade; trabalho menos qualificado; trabalho sem registro em carteira; perda de representação sindical; jornada mais extensa. Todos esses fatores afetam diretamente a identidade dos operários, na qual estas acabam por sofrer transformações. Quanto às alterações na identidade 4 dos operários, cabe destacar que o impacto das relações de trabalho sobre vários aspectos da vida humana constitui-se em assunto dos mais tradicionais em várias áreas do conhecimento. Isso se justifica por várias razões, dentre as quais o fato de que a vida humana adulta se passa, na sua maior parte, no ambiente de trabalho ou em torno de questões pertinentes ao trabalho. Partindo de alguns pressupostos, como o de que os indivíduos agem de acordo com suas crenças, e de que a interiorização de regras e normas se prolonga por toda a vida, tendo em vista a sua participação em novos universos de interação, é possível concluir que ao agirem os indivíduos influenciam e transformam estes mesmos critérios 4 Considera-se identidade como sendo um conjunto de caracteres próprios e exclusivos de uma determinada pessoa. Este conceito, entretanto, está ligado às atividades da pessoa, à sua história de vida, ao futuro, sonhos, fantasias, características de personalidade e outras características relativas ao indivíduo.

7 e padrões nos quais basearam sua ação, adequando-se assim ao que é exigido pelo meio em que vivem, o que é facilmente observado no ambiente de trabalho. Evidenciando este pressuposto, e relacionando-o com o sujeito de nossa pesquisa, o operário do setor calçadista de Franca, observamos que nesta nova rotina, que é estabelecida pelo trabalho, os trabalhadores precisam ser cada vez mais rápidos, para que se adaptem ao ritmo de produção cada vez mais acelerado. Logo, estes acabam se aniquilando perante o trabalho, pois acabam por se transformar em um escravo do tempo, subordinado as leis abstratas e dominado pelo mundo das coisas. Cabe ressaltar, também, que além de passarem a trabalhar mais, estes trabalhadores não possuem um salário condizente, o que acaba por restringi-los ainda mais em seus momentos de não trabalho. O operário não sofre somente com a insuficiência do pagamento. Ele sofre porque a atual sociedade está relegado a um nível inferior, porque está reduzido a uma espécie de servidão. A insuficiência dos salários é apenas uma conseqüência dessa inferioridade e dessa servidão. A classe operaria sofre por estar sujeita a vontade arbitraria dos quadros dirigentes da sociedade, que lhe impõe, fora da fábrica o seu padrão de existência e, dentro da fábrica, suas condições de trabalho. Os sofrimentos na fabrica por causa da arbitrariedade patronal pesam tanto na vida do operário, quanto as privações suportadas fora da fábrica por causa da insuficiência dos salários. (WEIL, 1980, p.113) 5 O trabalhador passa a ter um confronto entre seus valores e as alterações exigidas pelo trabalho, na qual, muitas vezes, sua vida particular perderá um pouco de seu sentido, pois o trabalho ocupará grande parte de seu tempo, ou seja, o trabalhador acaba seguindo a rotina que é estabelecida pelo trabalho. Além disso, cabe acrescentar, que o próprio comportamento do trabalhador dentro de seu ambiente de trabalho muda, pois devido à competição e a intensidade que deveriam ser dadas à realização das tarefas, os trabalhadores deixam de criar vínculos com seus colegas de trabalho, passando os mesmos a se verem como competidores. Através destes dados, é possível ponderar que a vida dos trabalhadores vem sendo moldada pelas tendências conflitantes da globalização e da identidade. Além disso, a revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo 5 Apesar de a autora retratar o cotidiano do trabalhador de 1937, foi possível adequar algumas de suas reflexões no cotidiano dos trabalhadores atuais.

8 introduziram uma nova forma de sociedade, que é caracterizada, principalmente, pela flexibilização e instabilidade do emprego e a individualização da mão- de- obra. Considera-se que precariedade, flexibilização e desregulamentação são características marcantes do processo de reestruturação, de maneira sem precedentes para os assalariados. A flexibilização é considerada uma maneira de combater o desemprego, ela pode ser entendida como: liberdade da empresa para demitir seus empregados, sem penalidades; faculdade da empresa em pagar salários reais mais baixos do que a paridade de trabalho; possibilidade de a empresa subdividir a jornada de trabalho em dia, semana de sua conveniência, mudando os horários e as características por turno, por escala, em tempo parcial, horário flexível; possibilidade de contratar trabalhadores em regime temporário, de fazer contratos por tempo parcial. Logo, ela não é solução para aumentar os índices de ocupação, ao contrário é uma imposição à força de trabalho para que sejam aceitos salários reais mais baixos e em piores condições. Consideramos também, que estes operários acabam se apagando perante o trabalho, pois seu contato fundamental não se dá mais com os outros seres humanos, mas sim com a máquina, a cujo ritmo deve responder com sua ação. Além disso, estes não conhecem mais o resultado final de seu trabalho. O trabalhador torna-se alienado em todo o processo que lhe confere identidade, pois é alienado em relação ao próprio objeto que criou, e conseqüentemente se aliena da atividade, da relação consigo mesmo e com os outros, principalmente os seus familiares. Bibliografia ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 2. ed. São Paulo: Cortez, ANTUNES, Ricardo; SILVA, Maria Aparecida (UFRGS). O Avesso do Trabalho. São Paulo: Expressão Popular, ANTUNES, Ricardo; O caracol e sua concha: ensaios sobre a morfologia do trabalho. São Paulo: Boitempo, ANTUNES, Ricardo (Org.); Riqueza e miséria do trabalho no Brasil. São Paulo: Boitempo,2006. CARLONI, André Ramos. Mentalidade empresarial: das tachinhas das sapatarias à gestão das empresas que incorporaram as linhas de montagem. Franca: Unesp, 2006.

9 Dissertação de Mestrado em Serviço Social da Faculdade de História, Direito e Serviço Social. / Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Franca, CASTELLS, Manuel. O poder da identidade - a era da informação: economia, sociedade e cultura. V.2, 2º ed. Paz e terra. GiDDENS, Anthony. Modernidade e identidade pessoal. Oeiras: Celta Editora, GUIRALDELLI, Reginaldo. Ser negra na precariedade das relações de trabalho. Dissertação de Mestrado em Serviço Social. / Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Franca, IANNI, Octavio. A era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, MARTINELLI, Maria Lúcia. Serviço Social: identidade e alienação. 7. ed. São Paulo: Cortez, NAVARRO, Vera Lucia. Trabalho e trabalhadores do calçado. 1. ed. São Paulo, REZENDE, Vinicius Donizete de. Lutas silenciosas: experiências de vida a partir da memória de velos sapateiros. Trabalho de Conclusão de Curso História Faculdade de História, Direito e Serviço Social UNESP. Franca: UNESP, WEIL, Simone. A Condição Operária e Outros Estudos Sobre a Opressão. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.

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