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1 Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Programa Nacional de Vacinação Boletins Individuais de Saúde, Fichas Individuais de Vacinação, Mapas para recolha de dados estatísticos e módulo de vacinação do SINUS Nº: 10/DT DATA: 22/12/05 Para: Contacto na DGS: Todos os Centros de Saúde e Hospitais do Continente, dos Açores e da Madeira, e outros serviços de saúde que administram vacinas Divisão de Doenças Transmissíveis O Programa Nacional de Vacinação foi alterado e as novas recomendações foram aprovadas por Despacho Ministerial nº 4570/2005 de 9 de Dezembro de 2004, publicado no Diário da República nº 43 II série, de 2 de Março de A 1 de Janeiro de 2006 entra em vigor o novo esquema vacinal do PNV, seguindo as orientações que constam da Circular Normativa nº 08/DT, de 21 de Dezembro de Todos os suportes de informação foram revistos e alterados em função do PNV Em todos os estabelecimentos de saúde onde são administradas vacinas do PNV centros de saúde, hospitais e outros serviços públicos ou privados devem estar disponíveis os instrumentos necessários para que o PNV seja cumprido com rigor. Assim, as Sub-Regiões de Saúde providenciarão para que estejam disponíveis em todos os serviços: a) as Orientações Técnicas (Circular Normativa nº 08/DT, de 21 de Dezembro de 2005) e toda a informação complementar sobre o PNV; b) o Boletim Individual de Saúde (Modelo nº 1553, versão de Dezembro de 2005, exclusivo da Imprensa Nacional Casa da Moeda); c) a Ficha Individual de Vacinação (Modelo nº 1554, exclusivo da Imprensa nacional Casa da Moeda): d) os Mapas (modelos DGS /2006 a /2006), para recolha de dados referentes às doses de vacinas administradas, anexos a esta Circular e da qual fazem parte integrante. O Mapa para registo da vacina contra doença invasiva por Neisseria meningitidis C (MenC), diz respeito apenas à vacinação de rotina no âmbito do PNV. O registo das vacinas administradas no âmbito da Campanha de Vacinação com MenC será efectuada em mapas criados para o efeito e segundo um circuito específico (ver Circular Normativa nº 09/DT, de 22 de Dezembro de 2005). e) Também a partir de Janeiro, o módulo de vacinação do SINUS estará actualizado de acordo com o. Enquanto não estiver disponível o acesso a este módulo por parte dos níveis sub-regional, regional e nacional, os Mapas de inoculações de vacinas deverão ser impressos e enviados pelo mesmo circuito dos Mapas de preenchimento manual. 1

2 Orientações Gerais O cumprimento desta Norma, a par da administração de vacinas eficazes e seguras, garante a qualidade do programa, atingindo o objectivo de proteger o mais precocemente possível os indivíduos, com o mínimo de riscos. Outra informação sobre a utilização dos Boletins e Fichas Individuais de Saúde, na fase de transição do PNV 2000/1 para o consta do ofício remetido aos Conselhos de Administração das ARS e DRS dos Açores e da Madeira em 9 de Novembro de 2005, e do ofício circular nº de 9 de Novembro de 2005 enviado aos Coordenadores das Sub-Regiões de Saúde e aos Responsáveis pela Vacinação. Boletim Individual de Saúde O preenchimento correcto do Boletim permite o registo da história vacinal do indivíduo, de inquestionável importância para o próprio, e ainda a identificação de parâmetros como o lote das vacinas administradas, que são fundamentais para as investigações no âmbito da farmacovigilância. Assim, é de preenchimento obrigatório, a data de administração da vacina, o nome comercial da vacina, o lote e a rúbrica de quem administra a vacina. O preenchimento da data inicia-se pelo ano, seguido do mês e do dia. Sendo o Boletim um documento pessoal, está sujeito a extravios, motivo pelo qual toda a informação contida no mesmo deve também ser registada na Ficha Individual de Vacinação, que fica arquivada nos serviços ou no módulo de vacinação do SINUS, aplicando-se ao seu preenchimento as mesmas recomendações anteriores. Todos os serviços que iniciem a vacinação de um indivíduo são responsáveis pelo fornecimento do respectivo Boletim devidamente preenchido. Quando a vacina é administrada a um indivíduo que já possui um Boletim, mas que não é portador do mesmo, situação aplicável, por exemplo, à vacina contra o tétano e difteria (Td) administrada em serviços de urgência, não deve ser preenchido um novo Boletim. Nestes casos, deve ser cedido ao utente um documento em que conste: a sua identificação; o serviço onde foi administrada a vacina e o respectivo carimbo; a vacina administrada; a data de administração; o nome comercial da vacina; o lote; a rúbrica de quem administrou a vacina. Esta informação será posteriormente transcrita pelo centro de saúde onde o indivíduo é habitualmente vacinado, para o seu Boletim e Ficha Individual de Vacinação (manual ou do módulo de vacinação do SINUS). 2

3 Ficha Individual de Vacinação (manual) A Ficha Individual de Vacinação deve constar do ficheiro existente no centro de saúde ou noutro serviço onde o indivíduo é habitualmente vacinado. Nos hospitais/maternidades, que administram BCG e a primeira dose de vacina contra a hepatite B, não se justifica a abertura de uma Ficha Individual de Vacinação. Nestes casos, os actos vacinais serão registados no processo clínico. Nos hospitais/maternidades que administram aquelas vacinas, serão preenchidos o Boletim Individual de Saúde e os Mapas referidos no ponto seguinte. Quando um indivíduo receber vacinas num centro de saúde/serviço diferente daquele onde é habitualmente vacinado, as mesmas devem ser registadas no respectivo Boletim. Estes centros de saúde/serviços enviarão obrigatoriamente ao centro de saúde da área de residência do indivíduo ou ao serviço de saúde onde está arquivada a Ficha Individual de Vacinação, um documento em que conste: a identificação do indivíduo; o serviço onde foi administrada a vacina e o respectivo carimbo; a vacina administrada; a data de administração; o nome comercial da vacina; o lote; a rúbrica de quem administrou a vacina. Esta informação será posteriormente transcrita para a Ficha Individual de Vacinação. Ficha Individual de Vacinação do módulo de vacinação do SINUS Na generalidade, todos os aspectos referidos no ponto anterior Ficha Individual de Vacinação (manual) aplicam-se ao registo do módulo de vacinação do SINUS, adaptado ao. Mapas para Registo de Inoculações O preenchimento dos Mapas, em anexo (modelo DGS /2006 a /2006), com origem em registos manuais ou no módulo de vacinação do SINUS, é essencial para a estimativa das coberturas vacinais. Foram eliminados os Modelos , e Mensalmente, os serviços que administram vacinas centros de saúde, hospitais e outros enviarão os Mapas devidamente preenchidos às respectivas Sub-Regiões de Saúde e instituições equivalentes, nos Açores e na Madeira. As Sub-Regiões de Saúde enviarão os dados referentes a cada trimestre à Direcção- Geral da Saúde Divisão de Estatística. Ficam revogadas as Circulares Normativas nº 15 DSPS/DT, de 28 de Dezembro de 1999 e nº 09/DT, de 7 de Maio de Ficam ainda sem efeito os conteúdos de ofícios, informações e circulares anteriores que contrariem o disposto na presente Circular. O Director-Geral da Saúde Francisco George 3

4 DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE BCG Vacinação contra a tuberculose 1 mês 2 11 meses 12 meses Mod / 2006

5 VHB Vacinação contra a hepatite B VHB 1 VHB 2 VHB 3 Outras (a) 2 5 anos 6-9 anos 10 anos 1s 12 anos 13 anos 14 anos 15 anos Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais podem ser administradas doses adicionais.

6 DTP w Vacinação contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa (pertussis de célula completa) [Registo das doses remanescentes de DTP w ] DTP w 1 DTP w 2 DTP w 3 DTP w 4 DTP w 5 2 anos 3-4 anos 5 anos 6 anos Mod / 2006

7 Ano Mês / Trimestre Td Vacinação contra o tétano e a difteria Primovacinação (a) Reforços (b) Td 1 Td 2 Td 3 Outras < 7 anos 7-9 anos 10 anos 1s 12 anos 13 anos 14 anos anos anos anos anos 65 anos Mod / 2006 (a) Doses de primovacinação contra o tétano e a difteria (Td) (b) Doses de reforço contra o tétano e a difteria, tendo em conta todas as doses anteriormente recebidas de vacina contra o tétano, em apresentação monovalente (T) ou combinada (DTP w, DTP a, DT ou Td) e da vacina contra a difteria também em qualquer apresentação

8 DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE VIP Vacinação contra a poliomielite (inactivada, injectável) VIP 1 VIP 2 VIP 3 VIP 4 Outras (a) 2 4 anos 5 anos 6 anos 7 anos 8-9 anos anos 19 anos Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais podem ser administradas doses adicionais.

9 Hib Vacinação contra a doença invasiva por Haemophilus influenzae b Hib 1 Hib 2 Hib 3 Hib 4 Outras (a) 2 anos 3-4 anos 5 anos (a) Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais, a vacina Hib pode ser administrada depois dos 4 anos de idade ou podem ser administradas doses adicionais

10 VASPR Vacinação contra o sarampo, a parotidite epidémica e a rubéola VASPR 1 VASPR 2 Outras (a) 2 anos 3 4 anos 5 anos 6 anos 7 anos 8-9 anos anos anos 19 anos Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais podem ser administradas doses adicionais.

11 DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE DTP w Hib Vacinação contra a difteria, o tétano, a tosse convulsa (pertussis de célula completa) e contra a doença invasiva por Haemophilus influenzae b [Registo das doses remanescentes de DTP w Hib] DTP w Hib 1 DTP w Hib 2 DTP w Hib 3 DTP w Hib 4 2 anos 3-4 anos Mod / 2006

12 DTP a Hib Vacinação contra a difteria, o tétano, a tosse convulsa (pertussis acelular) e a doença invasiva por Haemophilus influenzae b DTP a Hib 1 DTP a Hib 2 DTP a Hib 3 DTP a Hib 4 Outras (a) 2 anos 3-4 anos 5 6 anos (a) Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais, a vacina DTP a Hib pode ser administrada até aos 6 anos de idade ou podem ser administradas doses adicionais

13 DTP a VIP - Vacinação contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa (pertussis acelular) DTP a VIP 1 DTP a VIP 2 DTP a VIP 3 DTP a VIP 4 Outras (a) 2-4 anos 5 anos 6 anos Idade desconhecida Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais podem ser administradas doses adicionais.

14 DTP a HibVIP Vacinação contra a difteria, o tétano, a tosse convulsa (pertussis acelular), a doença invasiva por Haemophilus influenzae b e a poliomielite DTP a HibVIP 1 DTP a HibVIP 2 DTP a HibVIP 3 DTP a HibVIP anos 5-6 anos Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais, a vacina DTP a HibVIP pode ser administrada até aos 6 anos de idade ou podem ser administradas doses adicionais

15 DTP a Vacinação contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa (pertussis acelular) DTP a 1 DTP a 2 DTP a 3 DTP a 4 DTP a 5 Outras (a) 2 anos 3-4 anos 5 anos 6 anos Idade desconhecida Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais podem ser administradas doses adicionais.

16 MenC Vacinação contra a doença invasiva por Neisseria meningitidis C (conjugada) PNV pessoas nascidas a partir de Outubro de 2004, inclusive As vacinas efectuadas no âmbito da Campanha da MenC serão registadas em mapas próprios (nascidos a partir de Outubro de 2004) MenC 1 MenC 2 MenC 3 Outras (a) 2 anos 3-5 anos 6 9 anos anos 19 anos (a) Mod / 2006 (a) Em circunstâncias especiais, pode justificar-se a administração de MenC após os 18 anos de idade e/ou podem ser administradas doses adicionais.

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