Direito Fiscal. A Reforma do IRC. Principais Alterações e Implicações para as Empresas. Direito Fiscal

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Direito Fiscal. A Reforma do IRC. Principais Alterações e Implicações para as Empresas. Direito Fiscal"

Transcrição

1 Direito Fiscal A Reforma do IRC Principais Alterações e Implicações para as Empresas Direito Fiscal 0

2

3 Direito Fiscal A Macedo Vitorino & Associados foi constituída em 1996, concentrando a sua actividade na assessoria a clientes nacionais e estrangeiros em sectores específicos de actividade, de que destacamos o sector financeiro, telecomunicações, energia e infra-estruturas. Desde a sua constituição, a Macedo Vitorino & Associados estabeleceu relações estreitas de correspondência e de parceria com algumas das mais prestigiadas sociedades de advogados internacionais da Europa e dos Estados Unidos, o que nos permite prestar aconselhamento em operações internacionais de forma eficaz. O nosso Grupo de Direito Fiscal está preparado para fornecer todo o tipo de informações e serviços nesta área, nomeadamente: Aconselhamento especializado em matéria de tributação, através de um efectivo planeamento fiscal; Apoio jurídico em fiscalidade internacional; Análise de questões relacionadas com impostos indirectos; Tributação imobiliária e aconselhamento em matéria de fundos imobiliários; Avaliação do regime de Benefícios Fiscais e sua adequação ao perfil e necessidades do cliente; Incentivos fiscais ao investimento; e Elaboração do dossier de preços de transferência. A Macedo Vitorino & Associados é citada em onze das dezoito áreas de trabalho analisadas pelo directório internacional, The European Legal 500, nomeadamente em Banking and Finance, Capital Markets, Project Finance, Corporate, Tax, Telecoms e Litigation. A nossa actuação é ainda destacada pela IFLR 1000 em Project Finance, Corporate Finance e Mergers and Acquisitions e pela Chambers and Partners em Litigation. Se quiser saber mais sobre a Macedo Vitorino & Associados por favor visite o nosso website em ou contacte-nos através de: Tel.: (351) Fax: (351) Esta informação é de carácter genérico, pelo que não deverá ser considerada como aconselhamento profissional e não dispensa a consulta da Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro, publicada em Diário da República, 1.ª série, n.º 11. Caso necessite de aconselhamento jurídico sobre estas matérias deverá contactar um advogado. Caso seja cliente da Macedo Vitorino & Associados, poderá contactar-nos directamente para os contactos acima referidos

4 Índice 1. Introdução Reforma do IRC... 1 Taxas de IRC e derrama estadual... 1 Participation exemption... 2 Dedutibilidade de gastos... 3 Activos intangíveis e o novo regime de patent box... 3 Preços de transferência e subcapitalização... 4 Reporte de prejuízos... 5 Regime especial de tributação de grupos de sociedades... 5 Tributação autónoma sobre veículos automóveis... 6 Regime especial de neutralidade fiscal... 6 Tratamento fiscal dos financiamentos intra-grupo... 7 Transparência fiscal... 7 Regimes especiais aplicáveis às PMEs... 7 Dupla tributação internacional Balanço da reforma... 11

5

6 A Reforma do IRC: Principais Alterações e Implicações para as Empresas 1. Introdução A redução da taxa de IRC, o regime de participation exemption, as novas regras de repatriação de dividendos e o regime de patent box poderão contribuir para o esforço de internacionalização e competitividade das empresas portuguesas e para a captação de investimento estrangeiro. No entanto, a retenção na fonte e o imposto do selo sobre os empréstimos externos podem tornar o sistema fiscal português menos atractivo. Em Janeiro de 2013, o Governo criou uma Comissão para a Reforma do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRC) com o objectivo de realização de uma reforma profunda e abrangente do Código do IRC que promovesse a simplificação deste imposto e a internacionalização e competitividade das empresas portuguesas. De entre as propostas apresentadas pela Comissão várias reuniram o consenso e foram aprovadas pela Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro de 2014, tais como o regime de participation exemption e de patent box, ainda que com alguns desvios face à proposta da Comissão que resultaram das discussões havidas no Parlamento. Em matéria de simplificação, apesar das várias medidas apresentadas, nem todas foram acolhidas, nomeadamente, a substituição da necessidade de aprovação do Governo de determinados actos pela mera comunicação. Para além da importância desta reforma, importa salientar o esforço de consenso na sua aprovação, que poderá contribuir para a tão desejada estabilidade da lei fiscal. Neste estudo, analisamos as principais alterações ao Código do IRC aprovadas pela Lei n.º 2/2014 e as suas implicações para as empresas. 2. Reforma do IRC Taxas de IRC e derrama estadual Tal como proposto pelo Governo ao Parlamento, a taxa geral de IRC foi reduzida de 25% para 23% já em Contudo, na sequência das discussões havidas no Parlamento, foram ainda aprovadas as seguintes alterações: Aplicação de uma taxa de 17% aos primeiros de matéria colectável das entidades qualificadas como PMEs( 1 ), e desde que cumpridas as regras comunitárias de auxílios de minimis; e ( 1 ) Nos termos do anexo ao Decreto-Lei n.º 372/2007, de 6 de Novembro, as categorias de micro, pequenas e médias empresas (PME) distinguem-se da seguinte forma: Categorias Trabalhadores Volume de negócios Balanço total anual Média < 250 <= 50 milhões <= 43 milhões Pequena < 50 <= 10 milhões <= 10 milhões Micro < 10 <= 2 milhões <= 2 milhões 1

7 Direito Fiscal Aplicação de uma derrama estadual de 7% (e de um pagamento adicional por conta de 6,5%) ao lucro tributável superior a 35 milhões. Deste modo, em 2014 passam a incidir sobre o lucro tributável as seguintes taxas de IRC e de derramas municipal e estadual: Lucro tributável PMEs IRC Grandes empresas Derrama municipal Derrama estadual <= % > ; <= 1,5 M - - > 1,5 M; <= 7,5 M 23% <= 1,5% 3% 23% > 7,5 M; <= 35 M 5% > 35 M 7% A redução da taxa geral para 21% em 2015, bem como a sua fixação num intervalo entre 17% e 19% em 2016, será objecto de análise e ponderação por uma comissão de monitorização da reforma, e deverá ser ponderada juntamente com a descida do IRS e do IVA. Ao contrário da proposta inicial do Governo, o valor mínimo do pagamento especial por conta manteve-se nos 1.000, tendo-se mantido o alargamento do prazo para a respectiva dedução de 4 para 6 anos. Participation exemption O regime de participation exemption contempla a isenção de IRC sobre dividendos e mais-valias relativamente a participações detidas por sociedades residentes em Portugal. Para beneficiar deste regime, deverão verificar-se determinados requisitos, nomeadamente: A sociedade que recebe os dividendos deverá deter, directa ou indirectamente, pelo menos 5% do capital social e direitos de voto da sociedade que distribui os lucros por um período ininterrupto de 24 meses; A sociedade que distribui os dividendos não deverá ser residente num país, território ou região sujeito a um regime fiscal claramente mais favorável; e A sociedade que distribui os dividendos deverá estar sujeita a IRC, a um imposto referido no artigo 2.º da Directiva n.º 2011/96/UE, do Conselho, de 30 de Novembro ou um imposto de natureza idêntica ou similar ao IRC, cuja taxa legal aplicável não pode ser inferior a 60% da taxa do IRC. Ficam excluídos deste regime: Os dividendos que constituam gastos dedutíveis da entidade que os distribui; Os dividendos que sejam distribuídos por entidades não sujeitas ou isentas de imposto sobre o rendimento ou que provenham de rendimentos não sujeitos ou 2

8 A Reforma do IRC: Principais Alterações e Implicações para as Empresas isentos nas entidades subafiliadas, salvo quando a entidade que distribui os lucros seja residente (i) num Estado membro da União Europeia ou (ii) num Estado membro do Espaço Económico Europeu que esteja vinculado a cooperação administrativa no domínio da fiscalidade equivalente à estabelecida no âmbito da União Europeia; e As mais-valias resultantes da venda de sociedades em que o valor dos bens imóveis ou dos direitos reais sobre bens imóveis situados em território português, com excepção dos bens imóveis afectos a uma actividade de natureza agrícola, industrial ou comercial que não consista na compra e venda de bens imóveis, represente, directa ou indirectamente, mais de 50% do activo. De notar que em caso de liquidação de sociedades, a diferença positiva entre o resultado da partilha e o custo de aquisição deixou de ser qualificada como rendimento de capital e passou a ser qualificada como mais-valia, ficando por essa razão isenta ao abrigo do regime acima descrito, desde que verificados os respectivos requisitos( 2 ). Dedutibilidade de gastos Foi eliminado o requisito da indispensabilidade, passando a ser dedutíveis todos os gastos e perdas incorridos ou suportados pelo sujeito passivo para obter ou garantir os rendimentos sujeitos a IRC ( 3 ). Os gastos dedutíveis devem ser comprovados documentalmente, independentemente da natureza ou suporte dos documentos utilizados para esse efeito, os quais deverão conter certos elementos identificados na lei. No entanto, quando o fornecedor dos bens ou prestador dos serviços esteja obrigado à emissão de factura ou documento legalmente equiparado, o documento comprovativo das aquisições de bens ou serviços deve obrigatoriamente assumir essa forma. Activos intangíveis e o novo regime de patent box Passa a ser aceite como gasto fiscal o custo de aquisição dos certos activos intangíveis até agora não aceite quando reconhecidos autonomamente nas contas individuais do ( 2 ) Em contrapartida a menos-valia será dedutível mas caso, num dos quatro períodos de tributação posteriores à liquidação, a actividade prosseguida por esta passe a ser exercida por qualquer sócio da sociedade liquidada, ou por pessoa ou entidade que com aquele ou com esta se encontre numa situação de relações especiais, deve ser adicionado ao lucro tributável do referido sócio, nesse período de tributação, o valor da menos-valia que tiver sido deduzida, majorado em 15%. ( 3 ) Desta forma, procurou-se tornar claro que, à semelhança do que vem sendo defendido pela doutrina e jurisprudência, não tem de existir uma necessidade absoluta do gasto para obter os rendimentos. 3

9 Direito Fiscal sujeito passivo durante os primeiros 20 períodos de tributação após o reconhecimento inicial, em partes iguais, a saber: Elementos da propriedade industrial, tais como marcas, alvarás, processos de produção, modelos ou outros direitos assimilados, adquiridos a título oneroso e que não tenham vigência temporal limitada; e O goodwill adquirido numa concentração de actividades empresariais. Esta possibilidade não se aplica aos seguintes activos: Activos intangíveis adquiridos no âmbito de operações de fusão, cisão ou entrada de activos, sujeitas ao regime especial de neutralidade fiscal; Goodwill respeitante a participações sociais; e Activos intangíveis adquiridos a entidades residentes em país, território ou região sujeitos a um regime fiscal claramente mais favorável constante de lista aprovada por portaria do membro do Governo responsável pela área das finanças. Por outro lado, é introduzido um regime de patent box que isenta de tributação 50% dos rendimentos provenientes de contratos que tenham por objecto a cessão ou a utilização temporária de patentes e desenhos ou modelos industriais, desde que verificadas, entre outras, as seguintes condições: Os direitos de propriedade industrial tenham resultado de actividades de investigação e desenvolvimento realizadas ou contratadas pelo sujeito passivo; e O cessionário utilize os direitos de propriedade industrial na prossecução de uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola. Preços de transferência e subcapitalização O regime de preços de transferência é flexibilizado, nomeadamente, com o aumento da percentagem de participação relevante para efeitos da sua aplicação de 10% para 20%. Mantendo a lógica de desincentivar o endividamento excessivo das empresas, é reduzido o limite fixo de dedução dos gastos de financiamento de 3 milhões para 1 milhão, mantendo-se a possibilidade de aplicação do limite variável de 60% do EBITDA em 2014, 50% em 2015, 40% em 2016 e 30% a partir de 2017, se superior. Relativamente a este limite, são introduzidas algumas correcções no cálculo do EBITDA. O reporte dos gastos de financiamento que ultrapassem estes limites para os anos seguintes deixa de ser aplicável quando se verificar uma alteração da titularidade de mais de 50% do capital social ou da maioria dos direitos de voto da sociedade, salvo autorização do Governo. No caso de empresas sujeitas ao Regime Especial de Tributação de Grupos de Sociedades (RETGS), a sociedade dominante pode optar entre aplicar estes limites a cada uma das sociedades individualmente consideradas ou ao grupo. Caso opte por aplicar ao grupo o limite fixo para os gastos de financiamento do grupo corresponderá a 1 milhão, independentemente do número de sociedades pertencentes ao grupo, e a 4

10 A Reforma do IRC: Principais Alterações e Implicações para as Empresas percentagem será aplicada sobre o EBITDA calculado com base no resultado consolidado do grupo. Reporte de prejuízos O prazo para dedução de prejuízos fiscais foi aumentado de 5 para 12 anos, sendo este aumento aplicável apenas aos prejuízos gerados a partir de 1 de Janeiro de Em contrapartida, o limite máximo de prejuízo fiscal dedutível em cada ano é reduzido de 75% para 70% do lucro tributável desse ano, sendo este limite aplicável a prejuízos fiscais gerados antes e após 1 de Janeiro de O direito de deduzir os prejuízos deixa de estar condicionado à não alteração de actividade ou de objecto social da sociedade, não sendo afecto em caso de alteração da titularidade de mais de 50% do capital social ou da maioria dos direitos de voto nas seguintes situações, entre outras: Adquirente detenha ininterruptamente, directa ou indirectamente, mais de 20% do capital social ou da maioria dos direitos de voto da sociedade desde o início do período de tributação a que respeitam os prejuízos; Reestruturação empresarial (e.g. passagem da titularidade do capital social ou dos direitos de voto de directa para indirecta ou vice-versa e operações sujeitas ao regime especial de neutralidade fiscal); Management buy-out; e Sucessões por morte. Nas restantes situações de alteração da titularidade de mais de 50% do capital social ou da maioria dos direitos de voto, o direito a deduzir os prejuízos depende de autorização do Governo. O requerimento deverá ser apresentado 30 dias após a transacção e já não antes da sua ocorrência. Regime especial de tributação de grupos de sociedades O RETGS é flexibilizado com a redução da percentagem mínima de participação de 90% para 75%. Por outro lado, para a determinação do nível de participação exigido passam a considerar-se as participações detidas indirectamente através de sociedades residentes em território português que reúnam os requisitos legalmente exigidos para fazer parte do grupo, mas também sociedades residentes noutro Estado membro da União Europeia ou no Espaço Económico Europeu( 4 ), que sejam detidas, directa ou indirectamente, em, pelo menos, 75% pela sociedade dominante. ( 4 ) Neste caso, desde que exista obrigação de cooperação administrativa no domínio da fiscalidade equivalente à estabelecida no âmbito da União Europeia. 5

11 Direito Fiscal Em caso de fusão entre sociedades do grupo ou caso uma sociedade incorpore uma ou mais sociedades não pertencentes ao grupo, os prejuízos das sociedades fundidas verificados em períodos de tributação anteriores ao do início do regime podem ser deduzidos ao lucro tributável do grupo até ao limite do lucro tributável da nova sociedade ou da sociedade incorporante, desde que a essas operações seja aplicado o regime especial de neutralidade fiscal. Tributação autónoma sobre veículos automóveis Apesar da proposta do Governo contemplar um aumento da tributação autónoma sobre os gastos ou encargos com viaturas ligeiras de passageiros, motos ou motociclos, excluindo os veículos movidos exclusivamente a energia eléctrica, cujo custo de aquisição fosse igual ou superior a , este aumento apenas se verificará para viaturas cujo custo de aquisição seja igual ou superior a Assim, as taxas aplicáveis em 2014 serão as seguintes( 5 ): Custo de aquisição < % 10% >= < % 27,5%, >= % 35% A tributação autónoma não será devida, nomeadamente, quando exista acordo escrito para a atribuição da viatura automóvel ao trabalhador, dado que neste caso a utilização pessoal da viatura pelo trabalhador ficará sujeita a IRS. Regime especial de neutralidade fiscal O regime de neutralidade fiscal é alargado a outras operações de reestruturação empresarial, tais como: Fusões inversas, nas quais a sociedade-mãe é fundida na sua filial; Cisões inversas, nas quais a sociedade-mãe destaca um ou mais ramos da sua actividade, mantendo pelo menos um dos ramos de actividade, para os fundir com uma sua filial; e Fusões e cisões entre sociedades detidas pelo mesmo sócio. Com esta alteração, o legislador resolveu a controvérsia quanto à aplicação do regime de neutralidade fiscal às fusões e cisões inversas, afastando-se da posição adoptada pela administração fiscal relativamente à não aplicação deste regime a estas operações. ( 5 ) Mantém-se o agravamento em 10% quanto aos sujeitos passivos que apresentem prejuízo fiscal no período de tributação. 6

12 A Reforma do IRC: Principais Alterações e Implicações para as Empresas Tratamento fiscal dos financiamentos intra-grupo A dispensa de retenção na fonte nos rendimentos obtidos por SGPS ao abrigo de contratos de suprimentos é alargada a todos os sujeitos passivos residentes, bem como a outras formas de financiamento, incluindo papel comercial e obrigações. Para beneficiar desta dispensa, deverão verificar-se as seguintes condições: O sujeito passivo detenha uma participação na entidade devedora dos rendimentos de mais de 10%, directa ou indirectamente através de outras sociedades em que o sujeito passivo seja dominante; e A participação tenha permanecido na sua titularidade, de modo ininterrupto, durante o ano anterior à data da sua colocação à disposição. Paralelamente, ao abrigo da Lei do OE 2014, verifica-se um alargamento da isenção de imposto do selo aplicável às operações de tesouraria realizadas por SGPS às operações realizadas por todos os sujeitos passivos residentes com sociedades participadas em, pelo menos, 10% (ou cujo valor de aquisição não seja inferior a 5 milhões) ou que estejam em relação de domínio ou de grupo. Transparência fiscal O regime de transparência fiscal deixa ser aplicado apenas a sociedades de profissionais constituídas para o exercício de uma actividade constante da lista referida no artigo 151.º do Código do IRS, passando a aplicar-se a sociedade cujos rendimentos provenham, em mais de 75%, do exercício conjunto ou isolado de actividades profissionais especificamente previstas na referida lista, desde que, cumulativamente, em qualquer dia do período de tributação: O número de sócios não seja superior a cinco; Nenhum sócio seja pessoa colectiva de direito público; e Pelo menos 75% do capital social seja detido por profissionais que exerçam as referidas actividades, total ou parcialmente, através da sociedade. Deste modo, para afastar a aplicação do regime de transparência fiscal em sociedades multidisciplinares, será necessário que a sociedade tenha mais do que cinco sócios e que mais de 25% do capital social seja detido por não profissionais. Regimes especiais aplicáveis às PMEs (a) Regime simplificado Para além da já referida taxa de 17% aplicável aos primeiros de matéria colectável, é criado um regime simplificado para empresas que preencham os seguintes requisitos: Tenham obtido, no período de tributação imediatamente anterior, um montante anual ilíquido de rendimentos não superior a ,00; O total do seu balanço relativo ao período de tributação imediatamente anterior não exceda ,00; Não estejam legalmente obrigados à revisão legal de contas; O respectivo capital social não seja detido em mais de 20%, directa ou indirectamente, por entidades que não preencham alguma das condições acima 7

13 Direito Fiscal referidas, excepto quando sejam sociedades de capital de risco ou investidores de capital de risco; Adoptem o regime de normalização contabilística para microentidades; e Não tenham renunciado à aplicação do regime nos três anos anteriores, com referência à data em que se inicia a aplicação do regime. A matéria colectável relevante para efeitos da aplicação do regime simplificado obtémse através da aplicação de coeficientes sobre os rendimentos e ganhos obtidos, da seguinte forma: Rendimentos e ganhos Coeficiente Vendas de mercadorias e produtos 0,04 Prestações de serviços efectuadas no âmbito de actividades hoteleiras e similares, restauração e bebidas Rendimentos das actividades profissionais constantes da tabela a que se refere o artigo 151.º do Código do IRS Restantes rendimentos de prestações de serviços e subsídios destinados à exploração 0,04 0,75 0,10 Subsídios não destinados à exploração 0,30 Rendimentos provenientes de contratos que tenham por objecto a cessão ou utilização temporária da propriedade intelectual ou industrial ou a prestação de informações respeitantes a uma experiência adquirida no sector industrial, comercial ou científico, dos outros rendimentos de capitais, do resultado positivo de rendimentos prediais, do saldo positivo das mais e menos-valias e dos restantes incrementos patrimoniais 0,95 Incrementos patrimoniais obtidos a título gratuito 1,00 O valor determinado de acordo com estes coeficientes não pode ser inferior a 60% do valor anual da retribuição mensal mínima garantida. (b) Dedução dos lucros reinvestidos A lei do OE 2014 veio permitir às PMEs deduzir à colecta do IRC, nos períodos de tributação que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2014, até 10% dos lucros retidos que sejam reinvestidos em activos elegíveis, no prazo de dois anos contado a partir do final do período de tributação a que correspondam os lucros retidos. Para efeitos desta dedução, o montante máximo dos lucros retidos e reinvestidos, em cada período de tributação, será de , por sujeito passivo, sendo a dedução permitida até à concorrência de 25% da colecta do IRC. Aplicando-se o RETGS, a dedução efectua-se ao montante apurado com base na matéria colectável do grupo até 25% deste valor, não podendo ultrapassar, em relação a cada sociedade e por cada período de tributação, o limite de 25% da colecta que 8

14 A Reforma do IRC: Principais Alterações e Implicações para as Empresas seria apurada pela sociedade que realizou as despesas elegíveis, caso não se aplicasse este regime. (c) Remuneração convencional do capital É permitida às PMEs a dedução de uma importância correspondente a 5% do montante das entradas realizadas, por entregas em dinheiro, pelos sócios, no âmbito da constituição de sociedade ou do aumento do capital social, desde que os sócios sejam exclusivamente pessoas singulares, sociedades de capital de risco ou investidores de capital de risco. Esta remuneração tem como limite por entidade beneficiária, durante um período de três anos, não podendo ultrapassar os limites resultantes das regras comunitárias aplicáveis aos auxílios de minimis. Dupla tributação internacional (a) Repatriação de dividendos A isenção aplicável aos lucros e dividendos colocados à disposição de entidades não residentes com sede na União Europeia é alargada a entidades que detenham uma participação, directa ou indirecta, de pelo menos 5% (e já não 10%) durante um período ininterrupto de 24 meses (em lugar de 1 ano). Por outro lado, passam a beneficiar também desta isenção entidades não residentes com sede num Estado com o qual tenha sido celebrada convenção para evitar a dupla tributação, desde que essa convenção preveja cooperação administrativa no domínio da fiscalidade equivalente à estabelecida no âmbito da União Europeia, que a entidade esteja sujeita a um imposto de natureza idêntica ou similar ao IRC e que a taxa legal aplicável à entidade não seja inferior a 60% da taxa do IRC. (b) Tributação de estabelecimentos estáveis As empresas com sede ou direcção efectiva em território português poderão optar pela exclusão dos lucros e dos prejuízos imputáveis a estabelecimento estável situado fora do território português do seu lucro tributável, desde que se verifiquem cumulativamente os seguintes requisitos: Os lucros imputáveis a esse estabelecimento estável estejam sujeitos e não isentos de um imposto referido no artigo 2.º da Directiva n.º 2011/96/UE, do Conselho, de 30 de Novembro, ou de um imposto de natureza idêntica ou similar ao IRC e a taxa legal aplicável a esses lucros não seja inferior a 60% da taxa do IRC; e Esse estabelecimento estável não esteja localizado em país, território ou região sujeito a um regime fiscal claramente mais favorável constante de lista aprovada por portaria do membro do Governo responsável pela área das finanças. (c) Crédito de imposto por dupla tributação internacional Sempre que não seja possível efectuar a dedução do crédito de imposto por dupla tributação internacional, por insuficiência de colecta no período de tributação em que os rendimentos obtidos no estrangeiro foram incluídos na matéria colectável, o 9

15 Direito Fiscal remanescente pode ser deduzido à colecta dos cinco períodos de tributação seguintes, com o limite que corresponder aos rendimentos obtidos no país em causa incluídos na matéria colectável. (d) Simplificação da documentação exigida a não residentes Seguindo a proposta da Comissão, o Governo flexibilizou as exigências em matéria de documentação necessária para a dispensa de retenção na fonte sobre rendimentos obtidos por não residentes. Assim, não obstante os pressupostos de aplicação dessa dispensa, total ou parcial, de retenção continuarem a dever ser comprovados através da apresentação de formulário de modelo a aprovar por despacho do Governo, as empresas poderão optar por uma das seguintes alternativas: Solicitar a certificação do formulário pelas autoridades competentes do respectivo Estado de residência; ou Fazer acompanhar o formulário de certificado emitido pelas autoridades competentes do respectivo Estado de residência que ateste a sua residência para efeitos fiscais no período em causa e a sujeição a imposto sobre o rendimento nesse Estado. Tendo em conta a dificuldade de algumas empresas obterem a certificação do formulário em certos Estados, esta é sem dúvida uma boa notícia para as empresas portuguesas. (e) Transferência de residência No caso de transferência da residência de uma sociedade com sede ou direcção efectiva em território português para outro Estado membro da União Europeia (ou do Espaço Económico Europeu, desde que exista obrigação de cooperação administrativa no domínio do intercâmbio de informações e da assistência à cobrança equivalente à estabelecida na União Europeia), o imposto poderá ser pago de acordo com uma das seguintes modalidades: Imediatamente, pela totalidade do imposto apurado na declaração de rendimentos apresentada; No ano seguinte àquele em que se verifique, em relação a cada um dos elementos patrimoniais considerados para efeitos do apuramento do imposto, a sua extinção, transmissão, desafectação da actividade da entidade ou transferência, por qualquer título, material ou jurídico, para um território ou país que não seja um Estado membro da União Europeia (ou Espaço Económico Europeu), pela parte do imposto que corresponda ao resultado fiscal relativo a cada elemento individualmente identificado; ou Em fracções anuais de igual montante, correspondentes a um quinto do montante do imposto apurado com início no período de tributação em que ocorre a transferência da residência. O diferimento do pagamento determina o vencimento de juros, à mesma taxa prevista para os juros de mora até à data do pagamento efectivo. 10

16 A Reforma do IRC: Principais Alterações e Implicações para as Empresas Em caso de fundado receio de frustração da cobrança do crédito tributário, poderá ser exigida a prestação de garantia bancária, que corresponda ao montante do imposto acrescido de 25%. Tal como sucedia anteriormente, não haverá lugar a pagamento de imposto caso os elementos patrimoniais permaneçam afectos a um estabelecimento estável da mesma entidade situado em território português e contribuam para o respectivo lucro tributável. 3. Balanço da reforma A reforma do IRC introduziu alterações importantes que poderão aumentar a competitividade das empresas portuguesas e reduzir alguns dos incentivos para a deslocalização das suas sedes para outras jurisdições, tais como a Holanda ou o Luxemburgo. Em particular, o regime de participation exemption, ao alargar a isenção sobre dividendos e mais-valias a participações detidas em empresas não residentes, constitui um importante contributo. Porém, não se pode ignorar que aquelas jurisdições continuam a oferecer vantagens fiscais importantes que a reforma do IRC não acolheu. Em particular, no que respeita ao financiamento das empresas, estas jurisdições oferecem isenções de retenção na fonte sobre os juros e de imposto do selo. Ora, estes factores são importantes na escolha da localização das sedes ou dos veículos de financiamento dos grupos de empresas e continuarão a pesar não só na decisão das empresas portuguesas aquando da sua internacionalização, mas também na decisão de investidores internacionais que pretendam realizar investimentos em Portugal ou na Europa. Não obstante, a reforma do IRC é sem dúvida um importante passo para aproximar o sistema fiscal português dos sistemas fiscais mais avançados da Europa. Espera-se, assim, que contribua não só para aumentar a competitividade e a internacionalização das empresas portuguesas, bem como a captação de investimento estrangeiro. Macedo Vitorino & Associados

16 Janeiro 2014. Reforma do IRC Especial Tax News Flash

16 Janeiro 2014. Reforma do IRC Especial Tax News Flash 16 Janeiro 2014 Reforma do IRC Especial Tax News Flash 2 Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) - Lei da Reforma do IRC Foi publicada a Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro, que aprova a Reforma

Leia mais

O Orçamento de Estado 2011

O Orçamento de Estado 2011 O Orçamento de Estado 2011 Resumo dos aspectos essenciais da Lei do Orçamento de Estado de 2011, Lei n.º 55-A/2010. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Dupla tributação económica Eliminada

Leia mais

O Planeamento das Grandes Empresas

O Planeamento das Grandes Empresas O Planeamento das Grandes Empresas A REFORMA DO IRC: PERSPECTIVAS E CONTRADIÇÕES Universidade Católica Portuguesa Ricardo da Palma Borges Lisboa, 29 de Outubro de 2013 1 Introdução e generalidades Entre

Leia mais

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 As principais novidades/ alterações recentes, em matéria fiscal e contributiva, resultam da aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento para 2010 2013

Leia mais

Proposta de Orçamento do Estado 2014. Proposta de Reforma em sede de IRC. Novembro de 2013

Proposta de Orçamento do Estado 2014. Proposta de Reforma em sede de IRC. Novembro de 2013 Proposta de Orçamento do Estado 2014 e Proposta de Reforma em sede de IRC Novembro de 2013 ORÇAMENTO ESTADO 2013 Proposta de Lei ÍNDICE Imposto sobre o Rendimentos das Pessoas Singulares IRS 4 Segurança

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O INTRODUÇÃO O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património imobiliário

Leia mais

[Month Direito Year] Fiscal [Subtitle First Page]

[Month Direito Year] Fiscal [Subtitle First Page] [Title 2007 First Page] Um Ano em Revista [Month Direito Year] Fiscal [Subtitle First Page] Grupo de Direito Fiscal A Macedo Vitorino & Associados presta assessoria a clientes nacionais e estrangeiros

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O I N T R O D U Ç Ã O O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património

Leia mais

Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro

Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Nota informativa Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015,

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Janeiro 2015

NEWSLETTER FISCAL Janeiro 2015 NEWSLETTER FISCAL Janeiro 2015 Lei do Orçamento de Estado para 2015, Reforma da Tributação das Pessoas Singulares, Reforma da Fiscalidade Verde e Outras Alterações Legislativas Relevantes 1. Introdução

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 175/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 175/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 175/XII Exposição de Motivos A reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) é uma prioridade do Governo desde o início da legislatura. Esta reforma consta, desde

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares.

A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. Estamos à sua disposição para o aconselhar em questões

Leia mais

CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal

CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal CIRCULAR Gabinete Jurídico-Fiscal N/REFª: 41/2014 DATA: 02 de Junho de 2014 Assunto: O IRC e a Reorganização das Estruturas Empresariais Exmos. Senhores, Para conhecimento, junto enviamos a Circular nº

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS PARTE I - Princípios gerais Artigo 1 - Âmbito de aplicação As disposições da parte I do presente Estatuto aplicam-se aos benefícios fiscais nele previstos, sendo extensivas

Leia mais

REFORMA DO IRC. Janeiro de 2014

REFORMA DO IRC. Janeiro de 2014 Janeiro de 2014 REFORMA DO IRC Foi hoje publicada em Diário da República a Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro, que introduz profundas alterações ao Código do IRC, com o intuito de simplificar e modernizar

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013 Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas A presente informação técnica substitui a informação 27/2008,

Leia mais

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (OE 2015) CIRC Artigo 87.º - Taxas n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Artigo 6.º - Sociedades de Profissionais n.º 4, alínea

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro Estado: vigente. Resumo:

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS A declaração modelo 10 destina-se a declarar os rendimentos sujeitos a imposto,

Leia mais

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO O Japão e a República Portuguesa, Desejando celebrar

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC. Seminário Crowe Horwath Fevereiro 2011. 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC. Seminário Crowe Horwath Fevereiro 2011. 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH O CIRC E SUA ADAPTAÇÃO AO SNC 1 1 APRESENTAÇÃO A revogação do POC e o novo Sistema de Normalização Contabilística (SNC) Aspectos fiscais mais relevantes decorrentes da adopção do

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 1 IRC 2 Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros Distribuídos Na sociedade detentora Eliminação da Dupla Tributação nos Lucros auferidos

Leia mais

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Principais medidas da Reforma 2 I. Redução da taxa do IRC - A redução das taxas de IRC é fundamental para a atração de investimento

Leia mais

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei

B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas. Projecto de Proposta de Lei Sociedades Desportivas Análise do regime jurídico e fiscal B) Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal das sociedades desportivas Projecto de Proposta de Lei Regime fiscal específico das sociedades desportivas

Leia mais

IVA - Renúncia à isenção

IVA - Renúncia à isenção IVA - Renúncia à isenção Determinada empresa tem como objecto social, conforme consta na sua declaração de início de actividade, o CAE 70 120 - Compra, construção e arrendamento, administração e gestão

Leia mais

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 O NOVO BANCO vem prestar alguns esclarecimentos que considera úteis para o preenchimento da declaração Modelo 3 de IRS, tomando por base a informação

Leia mais

Fwd: Principais Medidas da Proposta para o OE 2011

Fwd: Principais Medidas da Proposta para o OE 2011 1 de 6 30-11-2010 12:02 Caso não consiga visualizar este email correctamente, por favor clique aqui Nota semanal dos diplomas legais e outros documentos publicados com implicações na área da fiscalidade

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024)

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão ES LOGISTICA Fundo de Investimento Imobiliário Aberto Fundo de Investimento Imobiliário Aberto ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento

Leia mais

www.pwc.com/pt empresarial Jorge Figueiredo

www.pwc.com/pt empresarial Jorge Figueiredo www.pwc.com/pt Fiscalidade pessoal e empresarial Jorge Figueiredo 18 de Fevereiro de 2011 Agenda 1. IRS 1.1 Alterações das taxas 1.2 Outros rendimentos 1.3 Dedução específica Categoria A 1.4 Reporte de

Leia mais

Novo Código Contributivo da Segurança Social

Novo Código Contributivo da Segurança Social Novo Código Contributivo da Segurança Social O Código Contributivo para a Segurança Social, aprovado através da Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro tem a sua entrada em vigor agendada para 1 de Janeiro

Leia mais

Regime de Reavaliações

Regime de Reavaliações Regime de Reavaliações DL 31/98 REAVALIAÇÃO DE BENS - LEGISLAÇÃO Permite aos sujeitos passivos do IRS e do IRC reavaliar os elementos do seu activo imobilizado tangível, afectos ao exercício de uma actividade

Leia mais

É um sistema específico de incentivos fiscais ao investimento realizado pelo sujeito passivo de IRC.

É um sistema específico de incentivos fiscais ao investimento realizado pelo sujeito passivo de IRC. O presente resumo não dispensa a consulta dos respectivos diplomas legais, referentes a cada um dos programas. A sua leitura e análise é essencial para o devido enquadramento de cada caso específico. RFAI

Leia mais

LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI. de investimento

LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI. de investimento LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI Portugal como plataforma de investimento LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM

Leia mais

Smile. it`s a tax guide. Guia do IRS 2013. Fevereiro de 2014

Smile. it`s a tax guide. Guia do IRS 2013. Fevereiro de 2014 Smile it`s a tax guide Guia do IRS 2013 Fevereiro de 2014 Índice Guia do IRS 2013 Smile it s a tax guide 3 Principais alterações em 2013 Residentes Não Habituais O ano de 2013 foi marcado pelo maior aumento

Leia mais

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES DEDUÇÃO DE PERDAS NA CATEGORIA B

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES DEDUÇÃO DE PERDAS NA CATEGORIA B ORÇAMENTO DO ESTADO OE2016 O QUE MUDA? parlamento Proposta de Orçamento do Estado para 2016 - Proposta de Lei no. 12/XIII. Apresentamos aqui as principais medidas de natureza fiscal propostas neste diploma.

Leia mais

IVA transmissão de estabelecimento

IVA transmissão de estabelecimento IVA transmissão de estabelecimento É possível, ao abrigo do artigo 3.º, n.º 4 do CIVA transmitir um estabelecimento (isto é, todo o seu activo) de uma sociedade para um empresário em nome individual no

Leia mais

Principais alterações propostas a nível fiscal para 2016

Principais alterações propostas a nível fiscal para 2016 PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2016 Principais alterações propostas a nível fiscal para 2016 A Proposta de Lei do OE para 2016 apresentada pelo Governo à AR integra um conjunto de alterações

Leia mais

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV Benefícios fiscais às zonas francas Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1- (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL LOE Janeiro 2014. Lei do Orçamento de Estado para 2014

NEWSLETTER FISCAL LOE Janeiro 2014. Lei do Orçamento de Estado para 2014 NEWSLETTER FISCAL LOE Janeiro 2014 Lei do Orçamento de Estado para 2014 1. Introdução No dia 31 de Dezembro de 2013, foi publicada a Lei nº 83-C/2013, que aprova o Orçamento de Estado para 2014. Neste

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 219 12 de novembro de 2014 5759 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto do Presidente da República n.º 101/2014 de 12 de novembro O Presidente da República decreta, nos termos

Leia mais

ANEXO. Prestação de Contas 2011

ANEXO. Prestação de Contas 2011 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da entidade Fluviário de Mora, E.E.M. NIPC: 507 756 754 1.2. Sede Parque Ecológico do Gameiro - Cabeção 1.3. Natureza da Actividade O Fluviário de Mora, é uma

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 4

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 4 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Setembro, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 4 IV Jurisprudência Nacional 5 V Outras informações 6 NEWSLETTER

Leia mais

http://www.iapmei.pt/iapmei-leg-03p.php?lei=7886

http://www.iapmei.pt/iapmei-leg-03p.php?lei=7886 IAPMEI - Legislação - Legislação Nacional - Incentivos-Portaria 1102/2010 de 25 de... Page 1 of 24 Portaria nº 1102/2010 de 25 de Outubro de 2010 DR 207 - SÉRIE I Emitido Por Ministério da Economia, da

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Artigo 1.º Pessoas visadas

Artigo 1.º Pessoas visadas Resolução da Assembleia da República n.º 39/95 Convenção e o Protocolo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América para Evitar a Dupla Tributação e Prevenir a Evasão Fiscal em Matéria de

Leia mais

REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS

REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS 1. Qual é a natureza das importâncias atribuídas aos árbitros pela Federação Portuguesa de Futebol? As importâncias em causa são consideradas rendimentos

Leia mais

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos a. 1) Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares

Leia mais

Orçamento do Estado para 2013

Orçamento do Estado para 2013 Orçamento do Estado para 2013 (versão aprovada na AR) Orçamento do Estado para 2013 O Orçamento do Estado para 2013 já aprovado na Assembleia da República integra um conjunto de medidas fiscais que a seguir

Leia mais

ORÇAMENTO DO ESTADO 2011

ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 1 13 Jan 2011 ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 NELSON BASTOS REVISOR OFICIAL DE CONTAS 2010-2011: Informação Crítica para a Transição Fiscal Parceiros Institucionais Media Partner 2 ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 AGENDA:

Leia mais

Projecto Cidadania - 3º Barómetro

Projecto Cidadania - 3º Barómetro Projecto Cidadania - 3º Barómetro 1. A carga fiscal em 2012 será maior do que em 2011: Sim Não Average Para as famílias? 106 (98.1%) 2 (1.9%) 1.02 108 100.0% Para as empresas? 75 (70.8%) 31 (29.2%) 1.29

Leia mais

ÍNDICE. IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares... 6

ÍNDICE. IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares... 6 Principais Medidas Fiscais Com Incidência na Actividade Empresarial Lei nº 32-B/32, de 30 de Dezembro de 2002 ÍNDICE IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o

Leia mais

MEDIDAS DE CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTAL ADICIONAIS (PENSÕES, AJUDAS DE CUSTO E SUBSÍDIOS DE TRANSPORTE) Introdução

MEDIDAS DE CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTAL ADICIONAIS (PENSÕES, AJUDAS DE CUSTO E SUBSÍDIOS DE TRANSPORTE) Introdução MEDIDAS DE CONSOLIDAÇÃO ORÇAMENTAL ADICIONAIS (PENSÕES, AJUDAS DE CUSTO E SUBSÍDIOS DE TRANSPORTE) Introdução No âmbito da estratégia de consolidação orçamental adoptada pelo Governo, foi também publicado,

Leia mais

CAPÍTULO I Incidência Artigo 1.º Artigo 1.º Pressuposto do imposto Pressuposto do imposto Artigo 2.º Artigo 2.º Sujeitos passivos Sujeitos passivos

CAPÍTULO I Incidência Artigo 1.º Artigo 1.º Pressuposto do imposto Pressuposto do imposto Artigo 2.º Artigo 2.º Sujeitos passivos Sujeitos passivos Anterior Código IRC Artigo 1.º Pressuposto do imposto O imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC) incide sobre os rendimentos obtidos, mesmo quando provenientes de atos ilícitos, no período

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Relatório de Gestão AS ALTA VISTA - Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundo de Investimento Imobiliário Fechado ES ALTA VISTA (CMVM nº 912) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento

Leia mais

Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO

Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO Define os elementos que integram o dossier fiscal, aprova novos mapas de modelo oficial e revoga a Portaria n.º 359/2000, de 20 de Junho A Nos termos do artigo 129.º do Código do Imposto sobre o Rendimento

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X Benefícios fiscais relativos ao mecenato Artigo 61.º Noção de donativo Para efeitos fiscais, os donativos constituem entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos,

Leia mais

QUADRO 07 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL

QUADRO 07 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL 89 QUADRO 07 APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL Este Quadro, A PREENCHER SOMENTE pelas entidades que exerçam, a título principal, uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, QUANDO SUJEITAS

Leia mais

7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 7254 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 288 15 de Dezembro de 2000 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Resolução da Assembleia da República n. o 84/2000 Aprova, para ratificação, a Convenção entre a República Portuguesa

Leia mais

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016 OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016 Última atualização: janeiro 2016 IRS ATÉ AO DIA 11 Entrega da Declaração Mensal de Remunerações, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades devedoras de rendimentos

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos

Leia mais

CÓDIGOS TRIBUTÁRIOS EDIÇÃO DE BOLSO

CÓDIGOS TRIBUTÁRIOS EDIÇÃO DE BOLSO CÓDIGOS TRIBUTÁRIOS EDIÇÃO DE BOLSO (5.ª Edição) Actualização N.º 5 Códigos Tributários Edição de Bolso 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGOS TRIBUTÁRIOS EDIÇÃO DE BOLSO Actualização N.º 5 BDJUR EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA,

Leia mais

Reforma em sede de IRC

Reforma em sede de IRC Reforma em sede de IRC Janeiro de 2014 Reforma Tributação Sociedades IRC REFORMA IRC IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS - Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro Transparência Fiscal O regime da

Leia mais

30 Novembro 2012. Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença

30 Novembro 2012. Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença 30 Novembro 2012 Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença Índice Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) 4 Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) 5 Imposto do selo

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Montante expressos em euros) As notas que se seguem foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas de Relato Financeiro

Leia mais

Fórum Reforma Tributária. Construir o Futuro

Fórum Reforma Tributária. Construir o Futuro Construir o Futuro 18 de Fevereiro de 2015 Agenda A Administração Geral Tributária Procedimento de inspecção fiscal e contencioso O Grande Contribuinte Imposto Industrial Imposto sobre os Rendimentos do

Leia mais

TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007

TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007 TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007 O Bloco de Esquerda apresentou um conjunto de propostas sobre a política fiscal, que permitiriam gerar 960 milhões de euros

Leia mais

II Congresso de Direito Fiscal

II Congresso de Direito Fiscal II Congresso de Direito Fiscal João de Sousa Lisboa, 11 de Outubro de 2011 Tópicos Definições de PME s; Factores fiscais discriminatórios para as PME s; Factores fiscais favoráveis às PME s; Comentários

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES LEGAL FLASH I ANGOLA Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES 2 LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 5 SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Leia mais

Cisão. (Resposta redigida em Abril de 2006) Deste modo, do ponto de vista estritamente contabilístico, atendendo a que todo o projecto foi

Cisão. (Resposta redigida em Abril de 2006) Deste modo, do ponto de vista estritamente contabilístico, atendendo a que todo o projecto foi 60 Consultório Técnico Cisão Uma sociedade anónima concretizou em 31 de Outubro de 2005 uma cisão simples, daí resultando uma outra sociedade por quotas. Sucede que a sociedade cindida tinha na sua contabilidade

Leia mais

O.E. 2012: PROPOSTAS FISCAIS

O.E. 2012: PROPOSTAS FISCAIS PLMJ Partilhamos a Experiência. Inovamos nas Soluções. Outubro 2011 O.E. 2012: PROPOSTAS FISCAIS INDICE I. INTRODUÇÃO 1 II. IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES 1 III. SEGURANÇA SOCIAL 6 IV.

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IRS

Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IRS Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IRS Regulamentação e Tabelas de retenção na fonte do IRS Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas IRC Estatuto dos Benefícios

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 165/86 de 26 de Junho

DECRETO-LEI N.º 165/86 de 26 de Junho DECRETO-LEI N.º 165/86 de 26 de Junho A especial situação geográfica da Madeira e as características bem específicas da sua economia levaram o Governo a autorizar, nos termos do Decreto-Lei n.º 500/80,

Leia mais

Fiscalidade em Tempo de Crise. Partilhamos a Experiência. Inovamos nas Soluções. Lisboa, 6 de Março de 2012

Fiscalidade em Tempo de Crise. Partilhamos a Experiência. Inovamos nas Soluções. Lisboa, 6 de Março de 2012 Fiscalidade em Tempo de Crise Partilhamos a Experiência. Inovamos nas Soluções. Lisboa, 6 de Março de 2012 Síntese das alterações fiscais contidas na Lei do Orçamento do Estado para 2012 Fiscalidade em

Leia mais

GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS

GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS Elaborada em Janeiro de 2013 1 BENEFÍCIOS FISCAIS Conforme artigo 14º e alínea f) do nº2 do artigo33º do Decreto-Lei 307/2009 de 23 de Outubro, alterado pela

Leia mais

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS 1 O E / 2008 IRC 2 Apresentação 1. Acolhimento de recomendações da OCDE 2. Combate à evasão fiscal 3. Aperfeiçoamentos técnico-legislativos 4. Medidas de simplificação

Leia mais

LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012. Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro

LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012. Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012 Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro Principais normas aplicáveis aos Municípios Este é um documento de trabalho que pretende agregar as principais normas aplicáveis

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Apresentação da Sociedade Estágios 2007. Março de 2007

Apresentação da Sociedade Estágios 2007. Março de 2007 Apresentação da Sociedade Estágios 2007 Março de 2007 Introdução A Macedo Vitorino & Associados comemorou em 2006 o seu 10.º Aniversário. Desde a fundação da sociedade, centrámos a nossa actividade na

Leia mais

BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS. novembro de 2013 Nº8/2013

BOLETIM FISCAL 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS. novembro de 2013 Nº8/2013 ÍNDICE 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 2. TEMAS COMUNITÁRIOS 3. TEMAS DE DIREITO 1. LEGISLAÇÃO NACIONAL 1.1 Aviso n.º 102/2013, de 1 de novembro Torna público terem sido cumpridas as formalidades constitucionais

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO BiG Alocação Fundo Autónomo: BiG Alocação Dinâmica Todos os Investimentos têm risco Entidade gestora: Real Vida Seguros, S.A. Avenida de França, 316 2º, Edifício Capitólio 4050-276 Porto Portugal Advertências

Leia mais

Guia Fiscal 2014 ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO FISCAL DE PLMJ

Guia Fiscal 2014 ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO FISCAL DE PLMJ Guia Fiscal 2014 ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO FISCAL DE PLMJ Guia Fiscal 2014 1 - IRS O IRS incide sobre os rendimentos auferidos a nível mundial por pessoas singulares residentes fiscais em Portugal. Tratando-se

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional Cabe ao Estado estabelecer as políticas necessárias para melhorar o desenvolvimento económico

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

Lei do Orçamento do Estado para 2014 Principais medidas fiscais. estabelecimento estável neste território, entre outros.

Lei do Orçamento do Estado para 2014 Principais medidas fiscais. estabelecimento estável neste território, entre outros. N.º 02 8 de Janeiro 2014 Lei do Orçamento do Estado para 2014 Principais medidas fiscais Na sequência da divulgação, no passado mês de Outubro, da Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2014, foi

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813 Diário da República, 1.ª série N.º 73 12 de abril de 2012 1813 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto do Presidente da República n.º 74/2012 de 12 de abril O Presidente da República decreta, nos termos do artigo

Leia mais

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2014 03 1 DESIGNAÇÃO R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS 01 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 1 2 De / / a / / 02 ÁREA

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES DESPACHO Encontra-se previsto no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) para 2010 o projecto da responsabilidade do Instituto da Mobilidade e dos Transportes

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social 2012 3ª Edição Actualização nº 1 CÓDIGO DOS REGIMES CONTRIBUTIVOS DO SISTEMA PREVIDENCIAL DE SEGURANÇA SOCIAL Actualização nº

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado Fevereiro 2011 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3

Leia mais

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Setúbal, 28 de Introdução No âmbito das relações com o sistema desportivo, a partilha de competências entre o Estado e o movimento associativo deverá sempre

Leia mais