Supervisão Efectiva e Desenvolvimento do Mercado de Capitais Praia, Cabo Verde

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1 1 A LAVAGEM DE DINHEIRO E O MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS Supervisão Efectiva e Desenvolvimento do Mercado de Capitais Praia, Cabo Verde Outubro de 2010 James Reese, CFE Gabinete de Cumprimento de Regras, Inspeccao e Exames

2 Índice 2 I. O ponto de partida II. III. Breve resumo sobre os elementos fundamentais de um programa AML O cumprimento das regras prudenciais e os Programas CIP Como pegar nestas questões? A investigação a partir de Bandeiras Vermelhas Algumas bandeiras vermelhas mais comuns e os problemas com que a supervisão prudencial continua a ser confrontada

3 I. O Ponto de Partida 3 Um bom programa AML é formado por várias peças Como o v/ sistema de regulação prudencial está bem organizado, é provável que conte já com estas peças fundamentais Há que ter presente também que existe, hoje em dia, por esse mundo fora, muita regulação pública de boa qualidade perfeitamente disponível para ser adoptada Queiram consultar, em especial, o Aviso da NASD que é obrigatório para os respectivos Membros

4 Relatórios sobre Transacções em Divisas 4 Lei do Sigilo Bancário ( BSA ) Os movimentos de divisas superiores a $ tem de estar documentados CTR, CMIR, e Fichas 8300 As transferências electrónicas de montantes acima dos $3.000 também devem estar documentadas Questões a examinar: O Corretor tem em vigor políticas e procedimentos conformes a estes requisitos? Esses procedimentos estão a ser adequadamente cumpridos? Há movimentos que deveriam ter sido relatados, mas que não foram?

5 Lista dos Problemas mais Frequentes 5 OFAC É o Gabinete de Controlo dos Activos Estrangeiros no Departamento do Tesouro do Governo dos EUA Os Corretores estão proíbidos de ter contactos com as entidades estrangeiras que constem da Lista OFAC A lista inclui: Países Regiões Indivíduos Terroristas Traficantes Organizações Questões a examinar: O Corretor tem em vigor políticas e procedimentos para verificar se os seus clientes, ou os que pretendem tornar-se seus clientes, constam da Lista OFAC? O Corretor faz essa verificação com regularidade? As verificações são automáticas (através de software), ou são feitas à mão?

6 Relatórios sobre Actividades Suspeitas 6 SAR-SF Arquivado junto dos serviços Rede de Investigação de Crimes Financeiros do Departamento do Tesouro ( FinCEN ) Para conhecer a informação contida neste Impresso, consulte Suspicious Activity Reporting Narrative Guidance na web Se nenhum suspeito for identificado, o relatório é arquivado ao fim de 30 a 60 dias Quer o relatório SAR-SF, quer o destino que lhe seja dado, são absolutamente confidenciais Questões a examinar: O Corretor possui políticas e procedimentos para detectar e denunciar transacções suspeitas? Como é que o Corretor considera as actividades suspeitas? Faz listagens das bandeiras vermelhas que servem para despoletar análises mais pormenorizadas? Recorre a meios electrónicos ou confia na verificação manual? Que seguimento dá às bandeiras vermelhas? Como as investiga? Como documenta as suas investigações?

7 Evitar Bancos de Fachada estrangeiros 7 USA PATRIOT Act 313 & 319 Os Corretores não têm de negociar com Bancos de Fachada estrangeiros Um Banco de Fachada é uma entidade constituída num território não regulado e que se auto-denomina Banco Questões a examinar: Quando o Corretor faz operações com Bancos no estrangeiro, certifica-se de que não se trata de um Banco de Fachada? Certifica-se melhor em caso de dúvida, ou de tempos a tempos? Modelos de certificação estão disponíveis no Tesouro dos E.U.A. O Corretor averigua e regista a quem pertence o Banco no estrangeiro, e quem é o seu Banco Correspondente no país?

8 Há que ser Cauteloso com Contas domiciliadas em Private Banks no estrangeiro 8 USA PATRIOT Act 312 Cautelas acrescidas para as contas de Private Banking no estrangeiro Nos EUA, alguns requisitos legais a observar pelos Corretores (mínimo de $1.0 Milhão por operação, etc.) Ponto importante: Esta é uma área onde todos cuidados não são de mais Questões a examinar: O Corretor: Conhece a verdadeira identidade dos funcionários governamentais estrangeiros que são seus clientes? Tem como clientes funcionários de topo, no activo ou já reformados, de órgões executivos, legislativos, administrativos, millitares, ou judiciais de Governos estrangeiros? Procede com a diligência redobrada para detectar fundos que tenham origem em actos de corrupção de funcionários governamentais estrangeiros?

9 Resumo: passámos em revista 9 Os Relatórios sobre movimentos em divisas A verificação das listas de problemas conhecidas Os Relatórios sobre operações suspeitas Como evitar os Bancos de Fachada Os cuidados a ter com Contas abertas em Private Banks no estrangeiro Todos estes tópicos são importantes Abordei-os logo de começo porque, quando se pensa em AML, estes tópicos vêm logo à ideia. Mas as questões que vamos abordar seguidamente representam o verdadeiro núcleo de um Programa AML eficiente

10 II. Cultura de Cumprimento e 10 Programas CIP Vamo-nos concentrar, agora, em duas finalidades que tradicionalmente alicerçam a regulação do Mercado de Valores Mobiliários: Os Corretores devem possuir uma forte Cultura de Cumprimento Os Corretores devem conhecer os seus clientes No domínio dos Programas AML, estas duas finalidades devem aparecer consagrados na lei e na regulação prudencial.

11 Os Corretores devem possuir uma forte Cultura de Cumprimento no domínio de AML 11 USA PATRIOT Act 352 Os Corretores e os Fundos de Investimento devem fixar por escrito Programas que visem o cabal cumprimento dos princípios de AML e que contemplem, pelo menos, os seguintes quatro pontos: 1) O Executivo responsável pela Função cumprir e fazer cumprir (CCO) 2) Políticas, procedimentos e controlos internos 3) Formação (em matéria de cumprir e fazer cumprir ) 4) Auditoria interna independente

12 12 1. O Executivo responsável pela função Segundo NASD: Os Corretores devem conferir ao CCO poderes e competências bastantes para desenhar e fazer cumprir as políticas e os procedimentos no contexto dos Programas AML O CCO deve reportar directamente ao Conselho de Administração ou a um elemento da Direcção Superior cumprir e fazer cumprir Questões a examinar: A maioria dos Corretores nomeou já um CCO Verifique se a pessoa que está a desempenhar a função de CCO tem capacidade para tal? Formação de base Experiência Interacção com a Direcção Superior do Corretor? Quanto tempo dedica aos Programas AML?

13 2. Políticas, Procedimentos & Controlos 13 Segundo NASD: Questões a examinar: As regras internas devem afirmar com clareza o compromisso do Corretor relativamente às medidas de AML e aos esforços globais para detectar, impedir e combater a lavagem de dinheiro O Corretor deve igualmente adoptar procedimentos relativos a: Abertura e movimentação de contas dos empregados Monitorização activa das bandeiras vermelha Canal confidencial por onde o pessoal deve encaminhar as suspeitas violação dos Programas AML As políticas e procedimentos em vigor cobrem todas os pontos que abordámos até agora: elaboração de relatórios, transacções em divisas, verificação de listas negras, etc.? Os riscos especiais a que esse Corretor se encontra exposto, dada a natureza dos seus negócios, estão devidamente tratados? Existe segregação de funções para permitir o controlo recíproco e garantir equilíbrio no exercício dos poderes?

14 3. Formação 14 Segundo NASD: As acções de formação específica em AML deve ser dada sob a responsabilidade directa do CCO ou de outro elemento da Direcção Superior do Corretor Estas acções de formação e reciclagem devem ter lugar pelo menos uma vez por ano O método adequado inclui: Documentação Videos Sistemas Intranet Palestras Memos Questões a examinar: O pessoal está a receber formação adequada às tarefas que tem de executar correntemente? Será que o pessoal afecto à função cumprir e fazer cumprir, à gestão de contas margem e à negociação de Títulos necessita de formação adicional? A formação ensina: A identificar bandeiras vermelhas O que fazer nesses casos? O que se espera do pessoal? Como deve o pessoal proceder? Que registos que devem ser mantidos? Quais as sanções disciplinares?

15 4. Auditoria Independente 15 Segundo NASD: A realização de exames e perícias pode ser levada a efeito por terceiros contratados, ou pessoal do Corretor com competências suficientemente segregadas para garantir a independência dos trabalhos. Deve ter lugar uma vez por ano, no mínimo O Relatório dos trabalhos deve ser entregue à Direcção Superior do Corretor para assegurar que as recomendações são, de facto, respeitadas Questões a examinar: O Corretor procedeu já a exames e perícias? Se sim, esses trabalhos foram levados a efeito sob razoáveis condições de independência? Esses exames e perícias ficaram bem documentados? As recomendações que daí resultaram foram respeitadas?

16 Os Corretores Devem Conhecer os Seus Clientes 16 (Lei) USA PATRIOT Act 326 Os Corretores e os Fundos de Investimento devem ser capazes de demonstrar com razoabilidade que conhecem a verdadeira identidade de cada um dos seus clientes O programa CIP obriga o Corretor: 1) A identificar potenciais clientes antes de se abrir uma conta em nome deles 2) A verificar exaustivamente a identidade dos clientes 3) A manter actualizados os registos relativos a essas verificações

17 1. Identificar Potenciais Clientes 17 Se Pessoas Singulares: Os Corretores devem recolher um conjunto de dados de identificação: Nome Data de nascimento Domicílio ou residência NIF Para os não residentes Número do Passaporte, Ou do Bilhete de Identidade emitido em país estrangeiro Ou outro qualquer documento autêntico emitido por um Governo estrangeiro Se pessoas colectivas: Os Corretores devem recolher um conjunto de dados de identificação: Denominação Social ou Firma Local ou locais de estabelecimento EIN (Número Identificação do Empregador)

18 2. Verificar os Dados recolhidos 18 As regras sugerem diferentes modos de verificar identidades, mas não impõem nenhuma abordagem específica. A verificação não documental pode incluir: Contactar o cliente Obter um relatório sobre (historial de) crédito do cliente Pesquisar dados que são do domínio público Obter referências Obter uma avaliação financeira A verificação documental no caso de pessoas singulares pode incluir o exame do BI com foto, válido, emitido por um Governo estrangeiro A verificação documental no caso de pessoas colectivas pode passar pelo exame de: O Contrato de Sociedade (Estatutos) certificado. Uma licença de exercício de actividade emitida pelo Governo do país de origem O acordo de parceria ou de gestão fiduciária

19 3. Manter sempre Registos Rigorosos 19 O Corretor deve manter em boa ordem determinados registos, incluindo: Toda a documentação sobre a identidade dos clientes A descrição dos documentos usados para identificar o cliente Uma descrição dos métodos usados para verificar a identidade dos e os resultados que esses métodos têm produzido Uma descrição do modo como foram solucionadas as discrepâncias encontradas durante o processo de verificação da identidade dos clientes

20 Questões que a regra CIP pode suscitar 20 O Corretor informa o cliente, em tempo útil, sobre os procedimentos de verificação de identidade que vai adoptar? O Corretor tem em prática políticas e procedimentos para os casos em que os métodos padrão não lhe permitem certificar-se, com razoabilidade, da verdadeira identidade do cliente? Será que as políticas e os procedimentos em vigor: Revelam que o Corretor necessita de recolher mais informações sobre os clientes? Indicam como proceder, quando o Corretor não está familiarizado com a documentação que lhe é apresentada? Indicam como proceder, quando o Corretor chega à conclusão de que não consegue verificar, com suficiente razoabilidade, qual a verdadeira identidade do cliente?

21 III. Bandeiras Vermelhas para inspeccionar 21 1) O cliente revela-se invulgarmente preocupado com o modo como o Corretor dá cumprimento aos Programas AML e ao dever de relato sobre movimentos de divisas 2) Após ser solicitado, o cliente não indica uma origem lícita para os capitais que se propõe movimentar 3) O cliente parece agir como mandatário de alguém que recusa identificar 4) A conta do cliente exibe movimentos gerados por transferências electrónicas inexplicadas ou muito acima do que seria expectável 5) O cliente efectua muitas transferências electrónicas a favor de terceiros sem razão comercial plausível 6) Sem razão plausível, o cliente é titular de várias contas com frequentes transferências de fundos entre contas, ou provenientes de terceiros, ou a favor de terceiros 7) A conta exibe elevados níveis de movimentação de fundos, mas reduzido número de transacções de Títulos 8) O cliente faz um entrega de fundos imediatamente seguida de instruções de transferência a favor de terceiro, sem que haja uma razão comercial plausível 9) O cliente tem por origem um paraíso de lavagem de dinheiro

22 Mais Bandeiras Vermelhas para Inspeccionar 22 1) A Administração do Corretor aprovou o Programa AML no âmbito da função cumprir e fazer cumprir? 2) Esse Programa AML foi submetido a uma auditoria ou exame independente? 3) O Corretor tem bem documentadas todas as diligências que efectuou relacionadas com AML? 4) Bancos estrangeiros certificaram o Corretor como Correspondente? 5) As contas existentes foram passadas a pente fino à luz da Lista OFAC? 6) O Corretor adoptou um novo Plano de Negócios que envolve maior exposição ao risco, e não actualizou o seu programa AML?

23 23 QUESTÕES? Obrigado

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