E L E M E N T O S SAÚDE / 1998 E S T A T Í S T I C O S

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1 M i n i s t é r i o d a S a ú d e D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E E L E M E N T O S SAÚDE / 1998 E S T A T Í S T I C O S L I S B O A

2 Ministério da Saúde DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE ISSN E L E M E N T O S S A Ú D E / E S T A T Í S T I C O S LISBOA Outubro/2000

3 FICHA TÉCNICA Título: ELEMENTOS ESTATÍSTICOS: SAÚDE/98 Autor: DIVISÃO DE ESTATÍSTICA Editor: DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE Av. Álvares Cabral, Lisboa Tel.: Fax: Tiragem: 50 exemplares Composição e impressão: Centro Gráfico/DGS Depósito Legal: 86406/95 ISSN Participaram na execução deste trabalho: DIVISÃO DE ESTATÍSTICA Maria Luísa Sequeira (Chefe de Divisão) José Nunes Martins Ana Lisette Oliveira Fernando Correia Maria Clara Francisco COLABORAÇÃO Núcleo de Informática: Maria Manuela Correia Centro Gráfico/DGS Desenho: Luciano Chastre Reprografia: Perpétua Almeida Dinis Almeida II

4 -SINAIS CONVENCIONAIS Dado confidencial Resultado nulo Dado não disponível Estimativa Dado incompleto Dado rectificado ο Dado inferior a metade da unidade utilizada Nota: Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas indicadas. SIGLAS E ABREVIATURAS UTILIZADAS ARS - Administração Regional de Saúde CAT - Centro de Apoio a Toxicodependentes CIAV - Centro de Informação Anti-venenos CID9 - Classificação Internacional de Doenças e Causas de Morte (9ª Revisão) Cl. - Clínica CMCG - Carreira Médica de Clínica Geral CMH - Carreira Médica Hospitalar CMSP - Carreira Médica de Saúde Pública CPR - Centro Psiquiátrico de Recuperação CRA - Centro Regional de Alcoologia CS - Centros de Saúde CSD - Cuidados de Saúde Diferenciados CSP - Cuidados de Saúde Primários Cir. - Cirurgia DE - Divisão de Estatística Dep. - Departamento DEPS - Departamento de Estudos e Planeamento da Saúde DGS - Direcção-Geral da Saúde DI Dias de internamento Div - Diversas DM - Demora média DPSMIJ - Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental Infantil e Juvenil DRHS - Departamento de Recursos Humanos da Saúde DS/C - Doentes saídos/cama DTP - Difteria, Tétano e Poliomielite ECG - Electrocardiogramas ECD - Elementos Complementares de Diagnóstico ECT - Elementos Complementares de Terapêutica EEG - Electroencefalogramas EEIC - Estabelecimentos de Ensino e Investigação Científica Esc. - Escudos Esp. - Especialidades Espec. - Específica Est - Estabelecimento EUROSTAT - Serviço de Estatística das Comunidades Europeias Ex. - Exames FBCF Formação bruta de capital fixo H - Homens Hab. - Habitantes III

5 HC - Hospitais Centrais HCE - Hospitais Centrais Especializados HE - Hospitais Especializados HD - Hospitais Distritais HDN1 - Hospitais Distritais de Nível 1 HFA - Health For All HG - Hospitais Gerais HP - Hospitais Psiquiátricos IC - Instituto do Consumidor IGIFS - Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde IGFSS - Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social INE - Instituto Nacional de Estatística INFARMED - Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento IGM - Instituto de Genética Médica INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica INS - Inquérito Nacional de Saúde INSA - Instituto Nacional de Saúde IPC - Índice de preços no consumidor IPO - Instituto Português de Oncologia Lot. - Lotação Lx. - Lisboa M - Mulheres MCD - Meios complementares de diagnóstico MCT - Meios complementares de terapêutica Med. - Medicina MQE - Ministério da Qualificação e Emprego Nº - Número Obs/Gin - Obstetrícia/Ginecologia OCDE - Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico OID - Operação Integrada de Desenvolvimento OMS - Organização Mundial de Saúde PIDDAC - Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central PIDR - Programa Integrado de Desenvolvimento Regional PNBpm - Produto Nacional Bruto a preços de mercado PIB - Produto Interno Bruto P.V.P. - Preço de Venda ao Público ROR - Registo Oncológico Regional SAP - Serviço de Atendimento Permanente SM - Saúde Mental SNS - Serviço Nacional de Saúde SO - Serviço de Observação SPTT - Serviço de Prevenção e Tratamento da Toxicodependência S/RS - Sub/Regiões de Saúde TDT - Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica TME - Taxa de Mortalidade Específica TMP - Taxa de Mortalidade Padronizada Tx - Taxa UCI - Unidade de Cuidados Intensivos UE - União Europeia UI - Unidades de Internamento VASPR - Vacina Anti-Sarampo, Poliomielite e Rubéola VG - Verba Gasta IV

6 SUMÁRIO A. Nota de apreciação do sector da saúde I Parte - O sector da saúde no contexto da economia nacional... IX 1. Produção... IX 2. Recursos humanos... X 3. Consumo... XII 4. Investimento... XIV II Parte - Enquadramento demográfico e de situação de saúde em XV 1. Demografia... XV 2. Situação de saúde... XVII III Parte - Recursos em saúde e actividade desenvolvida... XXIII 1. O sector público (SNS) no conjunto do sector da saúde... XXIII 2. Rede global de serviços públicos de saúde: recursos e actividade desenvolvida... XXIV 2.1 Situação em XXIV 2.2 Evolução de curto e de médio prazo... XXIX 2.3 Quadros anexos... XXXVII B. Dados Estatísticos 1. DEMOGRAFIA Indicadores demográficos. Comparações internacionais (países da UE) População residente Movimento da população Indicadores demográficos ESTADO DE SAÚDE Morbilidade Acidentes Comportamentos nocivos à saúde Cobertura vacinal Mortalidade V

7 3. SERVIÇOS DE SAÚDE: OFERTA E UTILIZAÇÃO Rede total de serviços de saúde Centros de saúde Hospitais Saúde mental Toxicodependência RECURSOS HUMANOS Formação Exercício CONSUMOS DO SNS EM BENS E SERVIÇOS PRODUZIDOS POR ENTIDADES CONVENCIONADAS E ORGANISMOS COM ACORDO Medicamentos Elementos complementares de diagnóstico Elementos complementares de terapêutica Consultas, internamentos e tratamentos de fisioterapia DESPESAS EM SAÚDE Despesas correntes do SNS Custos hospitalares por tipo de actividade Investimento Despesas da Segurança Social em saúde CONCEITOS VI

8 A. NOTA DE APRECIAÇÃO DO SECTOR DA SAÚDE Pretendemos de forma o mais abreviada possível e limitada aos dados estatísticos disponíveis dar uma visão do sector da saúde, dos seus recursos e actividades desenvolvidas. Complementarmente juntamos alguns dados sobre os principais problemas de saúde e seu enquadramento demográfico. Resumo de aspectos a destacar relativamente a 1998: a) Demografia Manteve-se praticamente a natalidade (mais 463 nado-vivos), aumentou ligeiramente a mortalidade (mais 1417 óbitos) e por consequência o crescimento natural decresceu um pouco (- 959 indivíduos) em comparação com o ano anterior. Prosseguiu o envelhecimento da população, atingindo o respectivo índice o valor de 90,3%. Continuação da melhoria, embora ligeira (0,2 anos), da esperança de vida à nascença atingindo para o total dos sexos 75,3 anos. Idêntica tendência de melhoria para a esperança de vida aos anos e aos anos. b) Saúde/doença Diminuição acentuada ( casos) do conjunto da morbilidade registada das DDO, excepção para a tuberculose com mais 201 casos novos. Ligeiro decréscimo do número de casos de SIDA registados, o que acontece pela primeira vez (- 20 casos segundo a data da notificação). A estrutura por diagnóstico dos casos de internamento hospitalar que deram origem a alta mantém-se, de modo que perto de metade dos internamentos (47,1%) se deve a doenças do aparelho circulatório (11,9%), do aparelho digestivo (10,9%), lesões e envenenamentos (8,5%), tumores (8,4%) e a doenças do aparelho respiratório (7,4%). Na área dos acidentes teve lugar um ligeiro decréscimo dos acidentes de viação com vítimas e também do respectivo número de vítimas mortais. Quanto aos acidentes de trabalho teriam aumentado razoavelmente (16099). O número de vítimas mortais é desconhecido, não sendo, no entanto, inferior a 452. Perto de 30% dos acidentes de trabalho não dão origem a baixa; 23% obrigam a mais de 30 dias de baixa. Dos acidentes domésticos e de lazer apenas se continua a conhecer a sua distribuição por idades, sexos e causas. Verificam-se nas idades menos avançadas para os indivíduos do sexo masculino, e ao inverso para as mulheres. As causas mais frequentes, em quase 70% dos acidentes, são as quedas e as pancadas. A morbilidade da população activa com emprego continua a desconhecer-se, apenas se sabe o número de dias subsidiados por doença por beneficiário activo do regime geral da Segurança Social. Este número tem vindo a decrescer tendo atingido na década de 90 o valor mais baixo em 1998 (12,0 dias). No que se refere aos consumos nocivos à saúde, nomeadamente ao consumo de tabaco, (INS 1995/96), 18,1% da população inquirida com 10 ou mais anos era fumadora. De entre os fumadores os que mais fumaram tinham idades entre os 25 e os 64 anos (20 a 22 cigarros/dia em média). Quanto ao consumo de bebidas alcoólicas, cerca de metade dos inquiridos com 10 ou VII

9 mais anos, declarou tê-las consumido nos doze meses anteriores. Era a população dos 25 aos 44 anos a mais consumidora, no entanto, o maior consumo médio diário de vinho (> 1 litro) acontece mais entre os mais velhos (45 a 74 anos). A mortalidade infantil e perinatal continuou o seu decréscimo, atingindo as respectivas taxas os valores de 6,%o e 6,7%o. Registaram-se 9 óbitos maternos ou seja mais 3 que em 1997, o que traduz um certo impasse. A estrutura da mortalidade por grupos de causas e por idades manteve-se, acentuando-se tendências já desenhadas em anos anteriores, como sejam quanto às causas de morte tidas como principais: - Crescimento dos óbitos por tumores malignos, doenças do coração, sintomas, sinais e afecções mal definidas, pneumonia e gripe e diabetes. - Decréscimo dos óbitos por acidentes em geral e em especial de trânsito de veículo a motor, aterosclerose, suicídios e homicídios, afecções perinatais, doenças cerebrovasculares. - A mortalidade prematura (antes dos 70 anos) continuou a baixar em geral, sendo de destacar a devida a doenças cerebrovasculares, cardiopatias isquémicas, cirrose do fígado, acidentes de viação, tumores malignos e suicídios. Em relação ao sexo feminino a redução foi maior, excepto para a devida a cirrose do fígado e aos suicídios em que foi idêntica à do sexo masculino. c) Recursos, produção e consumos A nível do Continente no que se refere a serviços prestadores de cuidados de saúde mantém-se o predomínio dos recursos pertencentes ao SNS (77% das camas e 83,9% do pessoal) e consequentemente dos serviços prestados. Manteve-se o reforço e a renovação da rede de hospitais distritais e o consequente crescimento do seu número de camas (lotação praticada: mais 295 camas) e do número de cuidados que prestaram à população: mais 123,0 mil consultas, 130,0 mil urgências, 20,4 mil internamentos e 72,2 mil dias de internamento. O rendimento destes hospitais melhorou traduzindo-se num ligeiro decréscimo da demora média e acréscimo da taxa de ocupação e do número de doentes/cama, sendo a melhoria notória neste caso (+ 2,3). Estes resultados não são independentes do esforço de investimento que se tem feito nesta área hospitalar (72,9% do investimento do PIDDAC a cargo da DGIES). Nos centros de saúde, a oferta de recursos na área do internamento manteve a sua tendência de redução (- 158 camas). Destaca-se como positivo o crescimento de cerca de ½ milhão do número de consultas médicas prestadas e a diminuição do número de atendimentos de urgência, o que acontece a primeira vez nesta década. O financiamento (subsídio de exploração do OE) do SNS tem continuado a crescer (+ 6% que em 1997). A parcela transferida para os hospitais mantém um crescimento relativo ligeiro. Em contrapartida há uma evolução inversa quanto às ARS. Manteve-se o crescimento das despesas do SNS, em termos absolutos e relativamente ao PIB. No entanto, considerando o início da década (1990), o crescimento absoluto das despesas é muito mais acentuado (181,4%) que o seu peso relativamente ao PIB (+ 40,1%). VIII

10 Manteve-se o excedente das despesas em relação ao financiamento. Na área da formação dos recursos humanos há a assinalar um crescimento do número de alunos de enfermagem a frequentar o 1º ano e um decréscimo acentuado do número de alunos diplomados em 1998, o que continuou, embora mais ligeiramente, em Quanto aos técnicos de diagnóstico e de terapêutica mantém-se o crescimento do número de alunos matriculados no 1º ano e a estacionaridade quanto aos diplomados. Manteve-se o crescimento dos recursos humanos do SNS (3600 unidades a mais que em 1997), devido não só ao aumento do número de profissionais de saúde como também de destacar de pessoal auxiliar (1275) e administrativo (1092). No contexto da UE a situação de Portugal para os indicadores considerados é resumidamente a seguinte 1 : - O valor da esperança de vida à nascença continua a ser o mais baixo dos Estados Membros (E.M.). - Quanto à taxa de mortalidade infantil situa-se no grupo de países com os valores mais elevados. Para a taxa de mortalidade perinatal a posição relativa de Portugal é mais confortável. - A taxa de mortalidade padronizada para todas as idades e causas é a mais elevada. - De 1960 a 1997, a mortalidade prematura (abaixo dos 70 anos) quer para o sexo feminino quer para o masculino baixou mais acentuadamente que a média da UE. Aliás, Portugal foi o país com maior redução relativa, o que se explicará por ter partido de patamares mais elevados em Acresce que de 1990 a 1997 também a redução para o sexo feminino foi superior à média dos E.M.. No entanto, e não obstante estas melhorias, a taxa referente ao número de anos de vida potencial perdidos continua a ser superior à média da UE, especialmente para o sexo masculino (Portugal 8424%ooo; UE 6063%ooo). I PARTE O SECTOR DA SAÚDE NO CONTEXTO DA ECONOMIA NACIONAL 2 É nosso objectivo apresentar um conjunto de dados estatísticos seleccionados de diversas fontes que esperamos possam contribuir para uma medida mais próxima do significado do sector da saúde (público e privado) no contexto da economia nacional Produção Os serviços de saúde humana e veterinária contribuíam, em 1995, com 4,0% para o VAB total e a sua produção efectiva representava 2,8% da produção total. 1 Atenção que os valores dos indicadores não se referem em todos os países ao mesmo ano civil, embora os de Portugal sejam sempre relativos a Por falta de dados das Contas Nacionais não foi possível actualizar para 1996 esta I Parte. 3 As principais fontes foram: INE, Contas Nacionais, 1991, 1993, 1995; Inquérito ao Emprego, 1998; Ministério da Educação; Estatísticas da Educação, 1996/97. É de notar que a informação contida nas Contas Nacionais no que se refere á Saúde Humana necessitará de alguns aperfeiçoamentos e de identificação própria dentro dos ramos considerados. IX

11 Conta de produção dos ramos "Serviços Mercantis e não Mercantis de Saúde Humana e Veterinária", 1995 % do total Total Mercantis Não Mercantis (10 6 Esc.) (%) (%) Consumo Intermédio 1, ,5 68,5 Valor Acrescentado Bruto 4, ,6 64,4 Produção efectiva 2, ,5 65,5 Fonte: INE - Contas Nacionais, Recursos Humanos 2.1 Recursos humanos em exercício O enquadramento dos recursos humanos dos sectores prestadores de cuidados de saúde humana e veterinária, em termos de número de indivíduos e de remunerações, na economia global era a seguinte: (%) SNS Em relação à economia global Remunerações Indivíduos Remunerações Indivíduos Sectores mercantis e não mercantis de saúde humana e de veterinária (1995) 80,9 79,8 4,6 2,3 População activa total c/emprego (1998) - 2,4 - - População activa, (sector de serviços) (1998) - 4,8 - - População activa (subsector saúde e serviços sociais) (1998) - 57,4 - - Fonte: INE - Inquérito ao Emprego, 1998 Contas Nacionais, 1995 O valor das remunerações dos sectores mercantis e não mercantis de saúde humana e veterinária representava 4,6% do total do valor das remunerações. Estes mesmos sectores empregavam 2,3% do total dos indivíduos com emprego. X

12 Em 1995, os recursos humanos do Serviço Nacional de Saúde representavam cerca de 80% deste tipo de recursos nos sectores mercantis e não mercantis de saúde humana e de veterinária. Em termos de remunerações o valor relativo era de 80,9%. Em 1998, os recursos humanos do SNS representavam 57,4% da população activa com emprego do subsector saúde e serviços sociais 4. A densidade do emprego em saúde humana e veterinária (por habitantes) era a seguinte, em 1995: - Sectores mercantis - 271,1 - Sectores não mercantis ,6 - Total ,7 2.2 Formação em ciências médicas, saúde e higiene (ensino superior) No ano lectivo 1996/97 encontravam-se matriculados alunos neste ramo de ensino, representando 5,3% do total de alunos matriculados a nível do ensino superior. Cerca de ¾ destes alunos (76,8%) frequentavam o ensino público 5. A distribuição por nível de curso era a seguinte: - Bacharelato 35,0% - Licenciatura - 54,0% - CESE 6-6,5 % - Mestrado e especialização pós-licenciatura 4,4% Os alunos matriculados no 1º ano pela primeira vez (4564) representavam 24,5% do total de matriculados, sendo a sua distribuição por nível de curso a que se segue: - Bacharelato 44,8% - Licenciatura 34,0% - CESE 5 12,9% - Mestrado e especialização pós-licenciatura 8,3% O número de alunos diplomados para o mesmo ano lectivo foi de 4241, ou seja 22,8% do total de matriculados. No ensino privado diplomaram-se 18,2% dos alunos deste ramo de ensino. Os alunos diplomados distribuíram-se por nível de curso do seguinte modo: - Bacharelato 54,2% - Licenciatura 26,9% - CESE 5-14,2% - Doutoramento/Mestrado e especialização pós-licenciatura - 5,6% No ano lectivo 1998/99 as matrículas por cursos traduziram-se em: - Medicina 4139 (690-1º ano) - Medicina Dentária (359-1º ano) - Farmácia (416-1º ano), 4 Os recursos do SNS referem-se apenas aos serviços prestadores de cuidados de saúde. 5 Não se dispõe de informação posterior. 6 Cursos de Estudos Superiores Especializados. XI

13 ou sejam alunos. Em enfermagem (em ), o número de matrículas era 4875, sendo no 1º ano, Na área dos TDT, ano lectivo 1998/99, o total de matrículas representava No que se refere aos cursos de medicina, medicina dentária e farmácia, o número de diplomados em 1997/98 foi respectivamente de: 521, 293 e 323. Diplomaram-se em enfermagem, durante o ano de 1998, 1307 alunos. Os TDT diplomados em 1998 foram 290. Densidade da formação em saúde - Número de alunos diplomados e matriculados por habitantes Tipo de cursos Nº escolas Diplomados Matriculados (1) (2) Medicina 5 4,9 5,1 5,2 39,7 40,1 41,5 Medicina Dentária 6 2,3 2,5 2,9 23,9 23,9 23,7 Farmácia 5 2,8 3,1 3,2 34,1 35,7 36,9 Enfermagem 30 18,6 19,6 13,1 47,2 44,1 48,8 TDT 3 2,5 2,7 2,9 11,7 10,9 14,1 (1) 1997/98 (2) 1998/99 Total 31,1 33,0 27,3 156,6 154,7 165,0 3. Consumo O consumo final do ramo de actividades em causa representa 5,7% do consumo final total. O consumo colectivo representa 66,1 % do consumo final. Consumo final dos serviços de saúde humana e veterinária, 1995 (10 6 Escudos) Consumo Total Valor (%) Serviços mercantis Serviços não mercantis Final , Privado , Colectivo , Fonte: INE - Contas Nacionais, 1995 O consumo final das famílias em saúde representa 5,2% do total do consumo final das famílias. Comparativamente com os gastos efectivos verificamos ser em medicamentos e outros produtos farmacêuticos e cuidados hospitalares que maior peso têm os copagamentos e reembolsos e a procura de serviços públicos. No que se refere a serviços médicos e de enfermagem os gastos efectivos das famílias XII

14 aproximam-se do valor efectivo do seu consumo. Estes serviços representam metade dos gastos das famílias em saúde. XIII

15 Consumo final e gastos das famílias em cuidados médicos e outras despesas de saúde Tipo de bens e serviços Consumo final em saúde (1995) Gastos em saúde (1994/95) 10 6 esc. (%) 10 6 esc. (%) Total ,2 (1) ,6 (2) Medicamentos e outros produtos farmacêuticos , ,1 Aparelhos e material terapêutico , ,1 Serviços médicos e de enfermagem , ,1 Cuidados hospitalares , ,5 Seguros de acidentes pessoais e de saúde 961 0, ,84 Outras despesas em saúde ,28 (1) Em relação ao total do consumo final das famílias ( x 10 6 escudos). (2) Em relação ao total de gastos do agregado familiar - estimativa a partir dos gastos médios por agregado e o número de agregados familiares. Fonte: INE - Contas Nacionais, 1995; IOF 1994/95 4. Investimento A formação bruta de capital fixo pelo ramo serviços de saúde humana e veterinária representou cerca de 76 milhões de contos, em 1995, ou seja 2,0% do total da FBCF. A parte não mercantil corresponde a 5,4% da FBCF da Administração Pública. XIV

16 II PARTE - ENQUADRAMENTO DEMOGRÁFICO E DE SITUAÇÃO DE SAÚDE EM Demográfico Em 1998 a população portuguesa estimada era de 9979,5 mil habitantes, o que representa um acréscimo de 22,2 mil pessoas em relação ao ano anterior e um crescimento de 1,1% desde o início da década. Nasceram em média 11,4 nado-vivos por 1000 habitantes, a que corresponde uma taxa de fecundidade de 44,1%, sendo o índice sintético de fecundidade de 1,46. Manteve-se assim o começo de uma inflexão à tendência decrescente da natalidade iniciada em A taxa de mortalidade cresceu ligeiramente (10,7%). O crescimento natural foi de 7227 habitantes, inferior a Prosseguiu em 1998 o envelhecimento da população. O índice de envelhecimento atingiu 90,3%. Por cada 100 adultos em idade activa existiam: - 24,8 jovens de menos de 15 anos - 22,4 adultos com mais de 65 anos O índice de dependência total decresceu desde 1990 (- 4,3 pontos percentuais) o que se fica a dever ao decréscimo acentuado do índice de dependência dos jovens (- 6,9 pontos percentuais). Em contrapartida o índice de dependência dos idosos aumentou 2,5 pontos percentuais. O índice de envelhecimento quase que aumentou de metade do seu valor em A esperança de vida à nascença (valor médio para 1997/98) aumentou ligeiramente no total e por sexos, assim como aos anos e aos anos. As diferenças entre sexos, para cada um dos grupos de idade referidos, têm-se mantido praticamente idênticas durante esta década. Não obstante as melhorias verificadas, Portugal apresenta o valor mais baixo deste indicador no conjunto dos 15 Estados-membros da U.E. De 1990 para 1997/98 a esperança de vida à nascença quer dos homens quer das mulheres aumentou de 1,5 anos. A esperança de vida dos portugueses era em 1997/98 de 71,7 anos para os homens e de 78,8 anos para as mulheres, sendo no total dos sexos de 75,3. Esperança de vida à nascença e por idades, Portugal /98 Anos Nascença anos anos HM H M HM H M HM H M ,8 70,2 77,3 36,6 33,7 39,3 19,3 17,2 21,2 1994/95 75,1 71,5 78,6 37,6 34,8 40,3 20,1 18,0 22,0 1997/98 75,3 71,7 78,8 37,7 34,8 40,5 20,2 18,0 22,1 Fonte: INE, Estatísticas Demográficas XV

17 A nível de regiões de saúde constata-se que apenas as regiões de saúde Norte e Lisboa e Vale do Tejo apresentam crescimentos demográficos naturais positivos, em 1998: Regiões de Saúde Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve No período em análise ( ) a situação melhorou nas regiões Norte e Lisboa e Vale do Tejo. Na região Algarve haverá uma tendência de melhoria. No que se refere ao envelhecimento destacamos a conhecida situação do Alentejo que atinge, em 1998, por cada 100 activos (15 aos 64 anos) 57,5 dependentes (22,5 com < 15 anos e 35 com 65 e mais anos) e cujo índice de envelhecimento se traduz, naquele ano, em quase 16 habitantes com 65 anos ou mais por cada 10 jovens de menos de 15 anos, situação que se tem vindo a agravar. É também nesta região que as taxas de natalidade e de fecundidade são mais baixas, embora com tendência a melhorar, e a de mortalidade geral mais elevada (15,4%oo). Em situação inversa encontra-se a região Norte com 45 dependentes por cada 100 habitantes com idade activa, a mais alta taxa de natalidade e a mais baixa taxa de mortalidade geral. O índice de envelhecimento atinge apenas 68,7%. Indicadores demográficos e de dependência, por região de saúde, Indicadores demográficos (Taxa) (%o) Indicadores de dependência (%) Regiões Saúde/Anos Índice Total Jovens Idosos Nupcial. Natal. Mortal. Fecund. Envelh. Norte ,6 11,9 8,8 43,8 46,3 28,4 17,9 63, ,5 12,3 9,1 44,9 45,8 27,8 18,1 65, ,5 12,4 8,9 45,6 45,5 27,2 18,3 67, ,5 12,3 8,9 45,1 45,2 26,8 18,4 68,7 Centro ,6 10,1 11,2 40,6 50,9 25,8 25,0 96, ,4 10,4 11,4 41,4 50,4 25,2 25,2 99, ,5 10,5 11,3 41,8 50,0 24,7 25,3 102, ,6 10,4 11,4 41,3 49,7 24,2 25,5 105,1 Lisboa e Vale Tejo ,0 10,3 10,5 39,6 44,0 22,9 21,2 92, ,7 10,6 10,9 41,2 44,3 22,6 21,6 95, ,0 11,0 10,7 42,7 44,6 22,5 22,2 98, ,2 11,3 10,9 44,5 45,0 22,5 22,5 100,2 Alentejo ,2 8,2 14,5 37,4 57,8 23,8 34,1 143, ,7 8,4 15,4 37,8 57,6 23,2 34,4 148, ,3 9,1 14,9 40,8 57,6 22,8 34,8 152, ,1 9,1 15,4 40,2 57,5 22,5 35,0 155,9 Algarve ,2 10,3 13,3 43,4 52,8 25,1 27,7 110, ,7 10,7 13,4 44,7 52,9 24,9 28,0 112, ,3 11,0 13,0 46,2 52,9 24,7 28,2 114, ,3 11,0 12,9 46,2 53,0 24,6 28,4 115,4 Fonte: INE XVI

18 2. Situação de saúde A. Em Morbilidade a) Doenças de declaração obrigatória O número de casos declarados sem a tuberculose é de Deu-se assim um decréscimo acentuado em relação aos dois anos anteriores, o que se deve à diminuição substancial do número de casos notificados de parotidite epidémica. A incidência da tuberculose foi de 44,0%ooo o que corresponde a 4392 casos novos. Manteve-se a tendência de crescimento iniciada em 1997 (+201 casos novos). É de notar o aumento de casos de tuberculose associados à toxicodependência ou infecção pelo HIV. b) SIDA Os casos registados, segundo a data do diagnóstico, foram 806 e por data de notificação 873. Foi a primeira vez que se deu uma inflexão no número de casos registados, a partir de Existiam no total 5588 casos conhecidos registados. Ao analisar os anos de 1997 e 1998 verificamos um decréscimo acentuado no número de casos notificados que referem a transmissão sexual associada a comportamento homo ou bissexual, mas um acréscimo proporcional nos casos referindo como forma de transmissão o contacto heterossexual e o uso de drogas por via endovenosa. Casos de SIDA associados à toxicodependência têm sido notificados em maior número que nas restantes categorias de transmissão, não sendo ainda possível estabelecer a tendência evolutiva decrescente nesta categoria. Assim, e segundo a informação a 31 de Dezembro de 1998, os casos associados à toxicodependência representavam, em 1996, 56,1% dos casos, em 1997 constituíam 61,8% e em 1998, 62,1% dos casos. Da análise da distribuição de casos de SIDA por sexo, constata-se que 84,2% correspondem ao sexo masculino, 15,7% ao sexo feminino e em 4 casos não nos é dada qualquer indicação. Por grupo etário, nos casos em que a idade é conhecida, verifica-se que 85,4% correspondem aos grupos etários entre os 20 e 49 anos. Os grupos etários em que foram notificados um maior número de casos no ano de 1998, correspondem aos anos (125 casos) e aos anos (124 casos) 7. A mortalidade por SIDA tem vindo a decrescer desde 1996, ano em que atingiu o valor máximo de óbitos (1091) 4. c) Tumores 8 Em 1993 o total de casos de tumores registados foi de no conjunto dos três centros de registo oncológico regional. A este número correspondia uma taxa de incidência de 274,4%ooo. Por localização 7 Extraído do relatório sobre a SIDA da Comissão Nacional de Luta Contra a Sida (Dez/98) 8 Não existem dados mais actualizados XVII

19 topográfica destacam-se as seguintes taxas: Peritoneu e orgãos digestivos... 78,7%ooo Orgãos geniturinários... 65,5 Pele... 38,9 Mama (feminina)... 62,2 Sistema respiratório e orgãos intratorácicos... 23,1 Por sexos, a taxa global de incidência era de 269,2%ooo para as mulheres e de 280,0%ooo para os homens. Taxas de incidência de alguns tumores malignos, segundo a localização primitiva e sexo, Portugal 1993 Localização HM H M Todos os tumores 274,4 280,0 269,2 TM da Pele 38,9 37,1 40,6 TM Estômago 27,2 33,8 21,0 TM Pulmão 16,6 28,0 5,9 TM Mama Feminina ,2 TM Próstata - 29,4 - TM Fígado e Vias Biliares 1,8 2,8 0,9 Fonte: ROR, Registo Oncológico Nacional De todos os tumores malignos, é o TM do pulmão o que apresenta maior diferença de incidência entre os sexos, sendo cerca de 5 vezes mais frequente no sexo masculino. A taxa de incidência de TM da mama feminina tem sido muito superior à taxa de mortalidade, o mesmo não acontecendo, por exemplo, com o TM da próstata que apresenta taxas de incidência e de mortalidade muito próximas 9. É de realçar que dos 25 aos 49 anos as taxas de incidência para as mulheres, em cada grupo quinquenal, são praticamente o dobro das verificadas para os homens nas mesmas idades 6. d) Morbilidade hospitalar 10 Com oscilações percentuais mínimas, continuaram em 1998, as: - Doenças do aparelho circulatório... 11,9 % - Doenças do aparelho digestivo... 10,9 % - Lesões e envenenamentos... 8,5 % - Tumores... 8,4 % - Doenças do aparelho respiratório... 7,4 % 9 Relatório A Saúde dos Portugueses, DGS, Não inclui a informação relativa aos seguintes estabelecimentos: Hosp.Psiquiátricos; Inst.Gama Pinto; Sanatório Dr. J.M.A. Júnior e Hospital de Seia. Inclui o Hospital da Prelada (Privado). XVIII

20 a dar origem aos maiores números de casos de internamento, somando no total 47,1% dos casos de internamento. É de realçar que o número de doentes saídos do sexo masculino, é bastante superior ao de mulheres, para os seguintes grupos de doenças: - Doenças infecciosas e parasitárias... 59,0% - Doenças do aparelho circulatório... 53,9% - Doenças do aparelho respiratório... 57,8% - Doenças do aparelho digestivo... 56,0% - Lesões e envenenamentos... 59,2% Cerca de 63% do total dos doentes saídos do sexo masculino situam-se nestes grupos de doenças. Já nos doentes do sexo feminino predominam: - Tumores... 55,4% - Doenças dos nervos e orgãos dos sentidos... 56,3% - Doenças do aparelho genito-urinário... 61,2% e) Doenças profissionais A informação estatística existente é muito incompleta. Apenas dispomos de dados sobre o número de incapacitações permanentes que, em cada ano, deram origem a pensões de reforma. Em 1998 esses casos foram 577, sendo de destacar as dermatoses (104) e a surdez (162). Desde 1995 que tinham vindo a baixar o número de incapacitações permanentes notando-se, em 1998, um ligeiro aumento (+77 casos) Acidentes a) Acidentes de viação Os acidentes de viação registados referem apenas os acidentes com vítimas. O seu número foi 49319, no Continente, ou seja menos 98 que em O número de vítimas baixou (-74 óbitos no momento do acidente) e o de feridos aumentou (+87). O número de pessoas falecidas por acidentes de viação segundo a causa de óbito decresceu em relação a 1997 (-100), tendo sido b) Acidentes de trabalho Segundo as fontes de que dispomos, os acidentes de trabalho totalizaram casos (Portugal), ou sejam mais que no ano anterior. De acordo com as Estatísticas da Justiça, das acções de acidentes de trabalho findas segundo o resultado do acidente, o número de casos de morte transitados em julgado foi 565 no ano em estudo c) Acidentes domésticos e de lazer (ADL) É de relevar a grande percentagem de acidentes até aos 14 anos (35,9% para os homens e 28,1% para as mulheres). As causas responsáveis pela grande maioria dos acidentes desta natureza são as quedas (52,9%) e as pancadas (14,7%). O número de acidentes em indivíduos do sexo masculino tende a diminuir com a idade (20,2% a partir dos 45 anos). Já para as mulheres a situação é inversa (40,2% a partir da mesma idade). XIX

21 2.3 Consumos nocivos à saúde a) Consumo de tabaco Segundo o INS 1995/96, a população inquirida com 10 anos ou mais, 18,1% declarou-se fumadora actual, 11,1% ex-fumadora e 70,8% que nunca havia fumado. É no grupo etário dos 25 aos 44 anos que se encontra a maior percentagem de fumadores, 32,2% A média diária de consumo de cigarros é de 19,5 para a população fumadora de cigarros. b) Consumo de bebidas alcoólicas Segundo o mesmo inquérito, a população inquirida com 10 ou mais anos, 49,1% declarou não ter consumido bebidas alcoólicas nos doze meses anteriores à inquirição. O grupo etário em que a percentagem de não consumidores é mais baixa (29,6%) é o dos 25 aos 44 anos. Da população consumidora de vinho na semana anterior à inquirição, 56% declarou ter consumido em média diariamente, ¼ de litro ou menos. c) Consumo de droga Os casos novos de consumidores de droga que consultaram os serviços de prevenção e tratamento da toxicodependência somaram 8935, registando-se uma diminuição de 248 casos novos relativamente ao ano anterior. Mantém-se o decréscimo de casos novos iniciado em Os casos novos de atendimento desde 1990 somam O número de óbitos por overdose e relacionados com o consumo de droga foi de Mortalidade a) Mortalidade materno-infantil 12 Em 1998 o número de crianças falecidas com idade inferior a um ano foi 680, ou seja, 6,0 crianças por 1000 nado-vivos. A mortalidade de crianças de menos de 28 dias (420 óbitos em 1998, equivalente a 3,7 por 1000 nado-vivos) decresceu também. Os óbitos perinatais diminuíram ligeiramente, apresentando uma taxa de 6,7%o. A mortalidade materna (9 óbitos) aumentou. b) Mortalidade por grandes grupos de causas de morte e por idade As doenças do aparelho circulatório continuam a ser as responsáveis pelo maior número de óbitos (39,9%), ocorrendo fundamentalmente a partir dos 65 anos (89,5% dos casos). Seguem-se os tumores, que deram origem a 20,0% dos óbitos. Se bem que mais de 2/3 destes óbitos tenham lugar a partir dos 65 anos é de salientar constituirem a primeira causa de morte da população em idade activa (28,9%). 11 Não abrange os toxicodependentes que morreram com SIDA ou tuberculose. 12 Inclui a mortalidade registada em "outras residências" e "residências ignoradas", num total de 7 óbitos de crianças de menos de 1 ano. XX

22 O terceiro grande grupo de causas de morte é constituído por óbitos classificados como sintomas, sinais e afecções mal definidas (12,4%). Igualmente é a partir dos 65 anos que mais ocorre (76,7%). É de destacar que na população de 1 a 4 anos 14,8% dos óbitos também estão assim classificados. Esta percentagem sobe para 17,3% para os óbitos de 5 a 14 anos. Por ordem de importância quantitativa são de considerar ainda os óbitos por doenças do aparelho respiratório (8,9%) e os motivados por lesões e envenenamentos (5,0%). Também as mortes por doenças do aparelho respiratório acontecem essencialmente na população de 65 anos e mais de idade (89,0%). Relativamente às lesões e envenenamentos, é na população em idade activa que se dão a maioria dos óbitos (terceira causa de morte). Também esta causa pesa nos óbitos ocorridos no grupo de idades de 1 a 4 anos (27,8%) e entre os 5 e 14 anos (36,2%). Dos restantes grandes grupos de causas de morte são ainda de notar os óbitos devidos a doenças do aparelho digestivo (4,2%) que, embora sejam em maior número a partir dos 65 anos, constituem a quinta causa de morte da população em idade activa. É de notar o peso crescente das doenças infecciosas e parasitárias no grupo da população em idade activa com 5,9% dos óbitos em 1998, o que se deve à SIDA. Cinco maiores grupos de causas de morte em cada grupo etário, Grupos de idade/causas de morte Percentagem de óbitos T.M.E. (%ooo) < 15 anos 1. Lesões e envenenamentos 19,2 19,2 19,6 17,8 15,6 15,4 15,2 13,4 2. Malformações congénitas 19,6 18,9 18,8 21,3 15,9 15,1 14,6 16,0 3. Sintomas, sinais e afecções mal definidas 10,4 11,4 13,8 13,3 8,5 9,1 10,7 10,0 4. Tumores 6,1 7,5 6,5 6,4 5,0 6,0 5,0 4,8 5. D. sistema nervoso central e orgãos dos sentidos 7,6 5,0 6,1 5,9 6,2 4,0 4,7 4,5 Total 63,0 62,0 64,7 64,8 51,2 49,6 50,1 48, anos 1. Tumores 28,4 28,5 29,1 28,9 95,6 97,0 97,1 94,4 2. Doenças do aparelho circulatório 20,9 20,3 19,9 19,9 70,4 69,3 66,4 64,8 3. Lesões e envenenamentos 16,5 15,6 15,1 14,5 55,3 53,3 50,4 47,2 4. Sintomas, sinais e afecções mal definidas 10,9 11,3 12,6 13,1 36,7 38,5 42,1 42,8 5. Doenças do aparelho digestivo 7,6 7,6 7,3 7,3 25,7 25,8 24,2 23,7 Total 84,4 83,3 83,9 83,6 283,7 283,9 280,3 272,8 >= 65 anos 1. Doenças do aparelho circulatório 48,6 48,2 46,4 45,8 2649,1 2696,2 2510,4 2506,3 2. Tumores 17,5 17,1 17,6 17,8 954,4 958,4 950,8 977,3 3. Sintomas, sinais e afecções mal definidas 11,6 12,0 12,2 12,1 932,1 670,2 658,2 665,4 4. Doenças do aparelho respiratório 8,7 9,1 9,9 10,1 476,5 506,1 535,4 554,4 5. Doenças do aparelho digestivo 3,5 3,6 3,5 3,4 190,8 200,6 189,6 187,6 Total 89,9 90,0 89,5 89,3 4902,9 5031,5 4844,4 4891,1 Fonte: INE, Estatísticas Demográficas Dos valores do quadro acima destacamos: - A evolução positiva da mortalidade em crianças e jovens até aos 15 anos, exclusivé, devida a Lesões e envenenamentos e a Doenças do sistema nervoso central e orgãos dos sentidos. Para o mesmo grupo etário verifica-se o agravamento da mortalidade devida a Sintomas, sinais e afecções mal definidas - Para a população em idade activa, a evolução positiva e sistemática da mortalidade por Lesões e envenenamentos. O crescente aumento da mortalidade classificada como Sintomas, sinais e afecções mal definidas e o aumento tendencial da mortalidade por tumores. Verifica-se um decréscimo embora pouco acentuado da mortalidade por Doenças do aparelho circulatório. XXI

23 - Quanto à população adulta com 65 anos ou mais tem lugar um decréscimo da mortalidade por Doenças do aparelho circulatório. Já a mortalidade por Tumores, Sintomas, sinais e afecções mal definidas e por Doenças do aparelho respiratório têm vindo sistematicamente a aumentar. c) Mortalidade segundo as principais causas de morte A principal causa de morte declarada continua a ser as doenças cerebrovasculares (20,5% do total de óbitos) com uma taxa específica de 219,0%ooo. Seguem-se os tumores malignos com 19,6% dos óbitos (209,3%ooo). A terceira causa de morte é motivada pelas doenças do coração (17,0% dos óbitos e a taxa específica de 181,3%ooo). Os sintomas, sinais e afecções mal definidas continuam como a quarta causa de morte declarada (12,4%). São de salientar ainda os óbitos devidos às seguintes causas: - Acidentes - 3,1% - Pneumonia e gripe 4,0% - Diabetes 3,2% - Bronquite crónica, enfisema, asma e outras doenças pulmonares obstrutivas - 2,5% - Doença crónica do fígado e cirrose hepática 1,9%. XXII

24 III PARTE - RECURSOS EM SAÚDE E ACTIVIDADE DESENVOLVIDA 1. - O sector público (SNS) no conjunto do sector da saúde No Continente os recursos em saúde no que se refere a serviços prestadores de cuidados de saúde de internamento somavam 199 estabelecimentos com camas (3,70/1000 Hab.). Destas, 77,0% pertenciam ao SNS e 19,8% ao sector privado. As restantes, 1160, são do sector oficial não público (Ministério da Defesa Nacional, Ministério da Justiça e Ministério da Administração Interna). Na área do ambulatório o número total de estabelecimentos era de 848, sendo 360 centros de saúde (SNS) e 291 postos médicos privados, os restantes postos médicos pertencem ao sector oficial não público (197). Serviços prestadores de cuidados de saúde existentes, Continente, 1998 (1) Tipo de recursos Total SNS (%) Privado (%) Estabelecimentos c/ internamento ,4 (4) 40,2 Centros de saúde 360 (5) 100,0 - Postos médicos ,6 (2) Camas ,0 19,8 Pessoal ,9 20,8 (3) (1) Não inclui os consultórios médicos nem outros estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde, tais como postos de enfermagem, termas, etc. (2) Os restantes postos médicos são oficiais, embora não públicos. (3) Inclui o pessoal dos postos médicos oficiais, donde o valor estar sobreavaliado (4) Não inclui os estabelecimentos de internamento dos SPTT. (5) Valor não correspondente com o fornecido pela DGS. Fonte: INE, Estatísticas da Saúde, 1998 A avaliação do total dos recursos humanos que trabalham nos serviços prestadores considerados não é fácil, dado ser frequente haver profissionais de saúde (médicos, enfermeiros e TDT) que trabalham simultaneamente na área pública e na privada a tempo inteiro ou parcial. Considerando como unidade de medida os postos de trabalho preenchidos temos no total o que obviamente não corresponde a indivíduos. Destes postos de trabalho, 83,9% pertenciam ao sector público (SNS). XXIII

25 A produção de cuidados de saúde pelos recursos atrás referidos, expressa-se pelos seguintes valores: Tipo de prestações Produção total (milhões) SNS (%) Consultas 35,4(1) 91,0 Internamentos 1,1 86,0 Dias de internamento 9,5 71,9 Atendimentos em urgência 11,4 97,4 Intervenções cirúrgicas 0,6 76,7 Partos (2) 94,3 Transplantes (3) 97,0 (1) Não estão consideradas as consultas de ambulatório em consultórios privados. (2) São (3) São 1088, dos quais 1056 foram efectuados no SNS. Inclui os transplantes de osso num total de 317. Fonte: INE, Estatísticas da Saúde, 1998 Lusotransplante Verificamos caber ao SNS a larga maioria da produção. Acima dos 90%, para as consultas, atendimentos urgentes, partos e transplantes Rede global de serviços públicos de saúde (SNS): recursos e actividade desenvolvida Situação em 1998 a) Recursos Em 1998 o número de estabelecimentos de saúde existentes era de 2397, sendo 358 centros de saúde, 1865 extensões, 91 hospitais, 34 estabelecimentos de saúde mental e 49 de apoio a toxicodependentes 14. O número de camas somava (3,01/1000 hab.) sendo assim distribuídas: Centros de saúde... 4,5% Hospitais... 83,5% Saúde Mental ,0% Além dos recursos físicos há a considerar os humanos e os financeiros. 13 Não se inclui nesta análise a produção em formação de base de recursos humanos. 14 Os hospitais deixaram de incluir o Centro de Medicina Física e de Reabilitação de Alcoitão e o Hospital de Sant Ana, pertencentes à Misericórdia de Lisboa. Nos estabelecimentos de saúde mental estão incluídos os departamentos de saúde mental dos hospitais distritais e centrais. 15 Inclui os CAT. XXIV

26 Os recursos humanos contavam em 1998, com efectivos. A distribuição dos efectivos do SNS por grandes grupos profissionais, tipo de serviços e grupos de idade e o grau de cobertura dos profissionais de saúde resumem-se deste modo: Recursos humanos Por grandes grupos profissionais Ratios V.A. % Médicos ,4 Habitante/médico 485 Enfermeiros ,4 Habitante/médico clinica geral 1720 TDT ,5 Habitante/enfermeiro 302 Tec.sup.saúde ,0 Habitante/enfermeiro (C.S.P.) 1499 Restante pes. téc. e téc. Superior ,3 Médico/cama (hospitais) 0,53 Pessoal auxiliar ,7 Enfermeiro/cama (hospitais) 0,92 Pessoal administrativo ,3 Restante Pessoal ,7 Por tipo de serviços (%) Estrutura etária (1997) % Médicos Enfermeiros TDT HC 40,0 < 25-16,2 9,6 HD 30, ,8 36,9 37,9 ARS e Sub-Reg.Saúde 25, ,4 22,4 24,8 SPAE 2, ,0 17,7 21,4 SCSP 0, ,8 6,4 5,8 EEICA 1,2 =>65 2,0 0,5 0,6 Os profissionais de saúde (médicos, enfermeiros e TDT) representavam 53,9% do total de recursos existentes. No sector hospitalar situavam-se 70,2% do total de efectivos existentes e nas sub-regiões de saúde (inclui centros de saúde) 25,5% 16. A quase totalidade do financiamento do SNS, incluindo subsídios de investimento (ARS, Hospitais e Psiquiatria), tem lugar a partir de verbas do OE (88,9%). A somar a estes recursos há a considerar as verbas provenientes de prestações de serviços, outros subsídios de exploração e outros proveitos e ganhos que representam 11,1% da receita total cobrada em SNS Receita cobrada no exercício de 1998 (10 9 esc.): Total (valor consolidado) Subsídios de exploração (IGIF) Subsídio de exploração (Outros) Subsídio de investimento Prestação de serviços Proveitos e Ganhos Extraordinários (valor consolidado) Outros É de sublinhar que os profissionais de saúde que prestavam cuidados directos em 1997, representavam 62,5% do total dos recursos humanos do SNS (médicos 23444, enfermeiros 30622, auxiliares de acção médica 14908, outros paramédicos 913). Os enfermeiros e os auxiliares de acção médica constituíam só por si 40,7%. XXV

27 O subsídio de exploração atribuído através do OE ( mil contos) distribuiu-se pelos serviços deste modo: - ARS... 44,6% - Hospitais... 50,3% - Psiquiatria... 1,5% - Serviços Centrais c/autonomia... 1,6% - Ensino... 1,0% - Diversos... 1,0% No que se refere ao investimento, os montantes, segundo as fontes, foram os seguintes: - PIDDAC 39,7 milhões de contos - Despesa nacional 26,8 " " " - Fundos comunitários (FEDER) 12,9 " " " - Investimentos directos das instituições x b) Cuidados prestados Entre os cuidados de saúde prestados contam-se: (1) Inclui tratamentos de fisioterapia. (2) Não inclui transplantes de osso que são Consultas... 32,4 milhões - Atendimentos em urgência... 11,1 " - Internamentos (DS)... 0,87 " - Dias de internamento... 7,7 " - ECD... 71,4 " - ECT (1)... 8,0 " - Intervenções cirúrgicas ,3 milhares - Partos ,0 " - Transplantes de orgãos (2) A distribuição percentual dos cuidados prestados por tipo de serviços foi a seguinte: Tipo de prestações C.S.Primários Hospitais Saúde Mental (%) Serviço de Apoio a Toxicodependentes Consultas 80,4 18,1 0,7 0,7 Atendimentos em urgência 42,1 57,8 0,1 - Internamentos (DS) 2,2 96,1 1,5 0,2 Intervenções cirúrgicas - 100,0 - - Transplantes - 100,0 - - Partos - 100,0 - - Dias de internamento 4,0 83,8 12,1 0,1 ECD 1,9 98,1 - - XXVI

28 c) Consumos No SNS, para além dos consumos originados pela produção directa dos seus recursos, há a considerar também os consumos de actos (consultas, internamentos, transporte de doentes e ECDT) e de bens (tais como medicamentos e aplicações terapêuticas) adquiridos no sector privado (entidades convencionadas e organismos com acordo) necessários ao tratamento dos seus utentes e para cuja produção não teve capacidade ou vocação. Este último tipo de consumos constitui uma parcela importante das despesas efectuadas como se pode observar: Tipo de consumos Número (mil) Despesas (mil contos) Medicamentos ,3 (1) Consultas 227,0 Internamentos 26,5 Dias de internamento 564,6 Tratamentos de fisioterapia 14412, ECD 50436,5 ECT x Outros x Transporte de doentes x (1) Embalagens O consumo físico de medicamentos comparticipados continuou a crescer embora tivesse havido uma certa desaceleração de 1997 para É a partir do ano de 1995 (inclusivé) que o crescimento mais se acentuou. Desde 1990 o número de receitas aumentou 43,5%, cerca de 11,3 milhões, e o de embalagens 55,4%, perto de 40 milhões. O número de receitas per capita cresceu de 1,3 de 1990 para 1998 e o número de embalagens per capita, para o mesmo período, de 4,0. Em termos financeiros, este consumo, traduziu-se em 170 milhões de contos em 1998, ou seja mais 177,3% que em 1990 (preços correntes). A preços constantes o valor do consumo foi de 106,1 milhões de contos, o que equivale a um aumento de 77,0% desde É de notar que o crescimento do custo a preços correntes foi mais acentuado que o do consumo físico, expresso em embalagens, cerca de três vezes mais. O valor comparticipado per capita foi de 23,1 contos 17 em 1998, com um crescimento de 196,2% desde O peso destas despesas no total de encargos do SNS foi de 18,0% a que corresponde um pequeno decréscimo relativo, em comparação com 1997 (18,5%). Desde 1990 que tem havido um ligeiro crescimento. Em relação ao PIB esse crescimento percentual é maior, cerca de 40% mais que em A taxa média de comparticipação, que foi de 67,5%, decresceu, embora pouco acentuado, em relação a 1990, este decréscimo tem sido sistemático desde 1991, no entanto, durante o ano em estudo houve um ligeiro crescimento (0,3 pontos percentuais). Em 1998, os encargos do SNS com medicamentos comparticipados para o regime normal correspondiam a cerca de 46,0% do total de encargos, enquanto que para os pensionistas esse valor era de 53,1%. 17 Valor calculado com base numa estimativa da população utente do SNS. XXVII

29 Considerando, em termos de preço de venda ao público (PVP), esses medicamentos comparticipados, verificamos que a comparticipação representava 69,2% do PVP para o regime normal e 75,3% para os pensionistas. Há a acrescentar ainda os consumos relativos a serviços requisitados ao exterior pelos hospitais, que somam 3,4 milhões nas áreas dos ECD e de Terapêutica, além de 23,6 milhões de quilómetros efectuados por bombeiros e outros em transportes de doentes. SNS Despesa efectuada em 1998 (mil contos) 18 : Total (valor consolidado) Pessoal Transferências para o sector privado Farmácia (valor consolidado Convenções (valor consolidado) Imobilizado (inclui também verbas dopiddac) Consumos e outros encargos Custos e perdas extraordinárias (valor não consolidado) Do total das despesas acima consideradas destacamos o peso da conta Custos e Perdas extraordinários (19,1%). Verifica-se quanto ao exercício de 1998 um ligeiro decréscimo relativo em Consumos e outros encargos e em Medicamentos. Os encargos com Pessoal mantiveram-se (44%). A execução financeira do PIDDAC distribuiu-se por entidades executoras do seguinte modo: - DGIES, 60% - ARS, 20% - Outros, 20% Das verbas executadas através da DGIES salientamos o investimento realizado no sector hospitalar (90,4%), em especial em hospitais distritais (72,9%). Acrescem ainda para este sector as verbas directamente executadas pelos próprios em equipamento e remodelação num total de milhões de contos e que representa cerca de 16,0% do total do investimento, além de 803,95 mil contos para os IPO. Desta forma do total do investimento realizado pelo PIDDAC, 68,2% foi para construção, beneficiação e equipamento de hospitais centrais (gerais e especializados) e distritais. São ainda de salientar os investimentos em actividades semelhantes referentes a centros de saúde (16,3% - 6,469 milhões de contos) e a instalações escolares (3,1% - 1,250 milhões de contos). A reduzida verba atribuída a Investigação científica e técnica teve um grau de execução de apenas 39,8% (208,747 mil contos). 18 A conta Custos e perdas extraordinárias aqui considerada integra todas as despesas dos anos anteriores que tinham ficado por pagar e as que durante 1998 apareceram, também, relativas a anos anteriores. A despesa relativa a 1998 foi de 978,611 milhões de contos. XXVIII

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