Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados"

Transcrição

1 Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados Prof. Dr. José Roberto de Oliveira

2 DEFINIÇÃO Define-se por "tratamento de resíduos sólidos" qualquer processo que altere as características, composição ou propriedades do resíduo, de maneira a tornar menos impactante sua disposição final no solo ou simplesmente sua destruição.

3 Podem envolver uma ou mais das seguintes formas de processamento: -conversão dos constituintes agressivos em formas menos perigosas ou insolúveis; -destruição química dos produtos indesejáveis;

4 -separação o da massa de resíduos os constituintes perigosos, com a conseqüente ente reduçã ção o do volume a ser disposto; -alteração o da estrutura química de determinados produtos, tornando mais fácil f sua assimilaçã ção o pelo meio ambiente.

5 Podem ser agrupados em três grandes classes. Processos de tratamento físicos. f. Processos de tratamento químicos.. Processos de tratamento biológicos

6 PRINCIPAIS PROCESSOS -INCINERAÇÃO (tratamento químico), É processo de destruiçã ção o térmica t recomendado para muitos tipos de resíduos; -ESTABILIZAÇÃO(tratamento físico), f Muito útil para a disposiçã ção o de resíduos em aterros e armazenamento

7 -LANDFARMING (tratamento biológico) Método degradaçã ção o de borras oleosas de fundo de tanques de armazenamento de derivados de petróleo, através s do solo.

8 INCINERAÇÃO Decomposição térmica via oxidação à alta temperatura (900ºC A C) - destruição da fração orgânica - redução de volume

9 Vantagens: técnica de destruição permanente recuperação de energia Diminuição de até 95% do volume Desvantagens: dioxinas furanos outros produtos de combustão

10

11

12

13

14

15

16

17 ESTABILIZAÇÃ ÇÃO A estabilizaçã ção o consiste em um estagio de pre-tratamerlto atraves do qual os constituintes perigosos de um resíduo sao translormados e mantidos nas suas formas menos solúveis ou menos tóxicas. t

18 Tais transformaçõ ções se dão d o por: - reaçõ ções químicas e ou físicas f que fixam elementos ou compostos tóxicos t em polímeros inpermeáveis ou em materiais estáveis.

19 Quanto às s características físicas f do resíduo estas podem ou não n o ser alteradas e melhoradas. PROCESSOS MAIS COMUNS: -SOLIDIFICAÇÃO -ENCAPSULAMENTO

20 Solidificação Processo de estabilizaçã ção o (ou fixaçã ção) dos resíduos perigosos a fim de transformá-los em materiais menos poluentes. Isto ocorre através s da adiçã ção o de aglomerantes e produtos químicos, envolvendo reaçõ ções químicas e operaçõ ções físicas f gerando uma massa sólida s e monolítica de resíduo

21 Principais Processos -solidificação o com cimento; - solidificaçã ção o com outros materiais pozolânicos nicos; - solidificaçã ção o com materiais poliméricos; - vitrificaçã ção ou incorporaçã ção o em materiais cerâmicos.

22 Encapsulamento Consiste no envolvimento de resíduos por jaquetas ou camisas de materiais inertes. São o técnicas t que, uma vez garantida a inviabilidade do invólucro, oferecem segurança muito grande contra a lixiviaçã ção o dos poluentes encapsulados.

23 Quando se trata de resíduos perigosos, é ainda usual o acondicionamento do material encapsulado em tambores, antes de seu arma- zenamento ou disposiçã ção.

24 CO-PROCESSAMENTO

25 Inertização Tratamento on site Processo utiliza binder e concreto para inertizar resíduo Tecnologia recente (5 anos) Utilizada na Europa

26 LANDFARMING Landfarming é a denominação oficialmente adotada pela EPA o seguinte tratamento: -o substrato orgânico de um resíduo é degradado biologicamente na camada superior do solo, - os íons metálicos liberados nessa degradação ou presentes nos resíduos são incorporados nessa mesma camada, de forma a não haver contaminação das águas do lençol freático.

27 O sistema de landfarming não requer barreiras físicas, como mantas impermeabilizantes para isolar os constituintes perigosos. Isso é possível, pois o solo funciona como um atenuador dos processos de migração e lixiviação dos constituintes perigosos.

28 Consiste na disposiçã ção o controlada, mediante taxas de aplicaçã ção o definidas, num solo receptor, de um resíduo orgânico e misturá-lo lo, homogeneamente, com a camada fértil f (de 15 a 20 cm da camada superior). Isso facilita o acesso dos microorganismos do solo à camada oleosa e permite a aeraçã ção o da mistura.

29 O processo aeróbico. biodegradativo é eminentemente Através s do revolvimento freqüente ente da mistura, isto é,, através s do fornecimento de oxigênio do ar, a degradaçã ção o desenvolve-se e o resíduo é estabilizado.

30 Os íons presentes nos resíduos e liberados durante o processo, são s o incorporados ao solo até determinados limites e, para acelerá-io e otimizá-io Io,, corretivos são s o adicionados ao solo: -calcário para a correçã ção o do ph, -e e adubos nitrogenados como nutrientes para os microrganismos.

31 O landfarming é realizado em células c operadas em ciclos regenerativos do solo, estimados em um ano. Após s o último ciclo de degradaçã ção o será feito o plantio da cobertura vegetal, evitando-se assim a erosão o do solo.

32 A Petrobras tem utilizado a técnica t de landfarming para o tratamento de resíduos da refinaçã ção o de petróleo, em particular borras oleosas. Ultimamente, começou ou a mandar este tipo de resíduo para o co-processamento

33 LANDFARMING Processo de tratamento em desuso Processo sendo substituídos por bio-pilhas Não há controle de emissões nem do processo

34 Bio-pilhas Tratamento de resíduos sólidos Custo de implantação: Relativamente baixo Custo de operação: R$ / t Pode ser tratamento ou pré-tratamento Para resíduo classe I: piso de concreto, mantas de PEAD, monitoramento de gases, sistema de captação de gases

35 Bio-pilhas Tratamento de resíduos sólidos

36 Bio-pilhas Tratamento de resíduos sólidos

37

38 SOLOS CONTAMINADOS

39 Dessorção Térmica Processo com chama direta Semelhante a um incinerador contendo essencialmente: Incinerador de leito fixo ( o C) Câmara de pós-combustão ( o C) Filtro de Mangas É móvel Pode ser usado para tratamento de solos contaminados Não é destinação final, mas sim pré-tratamento

40 Processo com chama direta Trata material com contaminação de até 10% de hidrocarbonetos Material tratado apresenta 10ppm de hidrocarbonetos Investimento: US$ 1-3milhões Produtividade: 50 mil t / mês Custo de operação: R$ 100 / t Desvantagem: não recupera óleo

41 Dessorção Térmica Solo contaminado Processo com chama direta Filtros Câmara de pós combustão Alimentação Monitoramento Gás Óleo Forno de dessorção Refrigeração Solo descontaminado

42 Dessorção Térmica Processo com chama direta

43 Dessorção Térmica Processo com chama indireta Trata material com mais de 40% de hidrocarbonetos Material tratado apresenta 10ppm de hidrocarbonetos Investimento: US$ 3 milhões ou mais Produtividade: 2 mil t / mês Custo de operação: R$ / t Óleo recuperado: R$ 150 / t Nos EUA é considerado recuperação e não precisa de licença para funcionar

44 Lavagem de solo Processo não recomendado Necessidade de tratamento de efluentes Alto consumo de água: cerca de 10 a 100 vezes maior volume de água que de solo tratado

45 ARMAZENAMENTO

46 Armazenamento

47 Armazenamento

48 Armazenamento

49 Armazenamento

50 Armazenamento

51

52

53

54 Armazenamento Caso seja necessário armazenar: Seguir a NBR de armazenamento de resíduos Manta com ancoragem Impermeabilização do solo Concreto Manta PEAD Sistema de drenagem Rotulagem / Caracterização / Rastreabilidade

55 NORMAS E LEGISLÇÃO: -Portaria Minter n de 20/08/80 -NB1183-Armazenamento de Resíduos Sólidos Perigosos -NB1264-Armazenamento de Resíduos Sólidos Classe II

56

57

58 Armazenamento Custo Compra (R$/t) Rotulagem / Controle (R$/t) Caminhão Carga transportada Custo de frete Recebedor Tambores 130,00 120,00 Transporte Carga seca 18 t Em função da distância Pós-tratamento Maior n o de amostras / rotulagem, etc... Granel - - Caçamba 23 t Em média 30% menor que carga seca Menor custo. Em média 40% menor.

59

Ciências do Ambiente

Ciências do Ambiente Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 18 O Meio Atmosférico III: Controle da Poluição Atmosférica Profª Heloise G. Knapik 2º Semestre/ 2015 1 Controle da Poluição Atmosférica

Leia mais

Compostagem. Gersina N. da R. Carmo Junior

Compostagem. Gersina N. da R. Carmo Junior Compostagem Gersina N. da R. Carmo Junior Compostagem É um processo de transformação da matéria orgânica do lixo em um composto orgânico (húmus). Composto orgânico Produto final da compostagem Compostagem

Leia mais

Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações.

Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. INTRODUÇÃO SUSTENTABILIDADE,

Leia mais

* CESP - Cia Energética de São Paulo Rua da Consolação 1875-15º andar, São Paulo - SP - 01301-100 fone (011) 234-6080 - fax (011) 234-6326

* CESP - Cia Energética de São Paulo Rua da Consolação 1875-15º andar, São Paulo - SP - 01301-100 fone (011) 234-6080 - fax (011) 234-6326 GIA / 09 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO XI GRUPO DE IMPACTOS AMBIENTAIS (GIA) AS EMISSÕES DE POLUENTES NAS USINAS TERMOELÉTRICAS A GÁS NATURAL: UM ESTUDO DE CASO Jean Cesare

Leia mais

Parecer Técnico GEDIN 096/2008 Processo COPAM: 0001/1977/121/2005 CRQ: PR69088D RESUMO

Parecer Técnico GEDIN 096/2008 Processo COPAM: 0001/1977/121/2005 CRQ: PR69088D RESUMO FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE PARECER TÉCNICO Empreendedor: SOCIEDADE EMPREENDIMENTOS INDUSTRIA E COMERCIO S/A - SOEICOM Empreendimento: EMPRESA DE CIMENTOS LIZ S.A DN: Código Classe Atividade: Co-processamento

Leia mais

PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN

PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN A ENGENHO NOVO, sempre atenta ao desenvolvimento de novas tecnologias para produção de etanol, pesquisou e desenvolveu um processo simples e eficiente

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico Cayo César Lopes Pisa Pinto Usinas Termelétricas Vitória 2008 Usinas Termelétricas Trabalho Apresentado à disciplina

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS DATA DE APROVAÇÃO: 22/11/2011 Página 1 de 6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto LW Hidroprimer Nome da empresa Lwart Química Ltda. Endereço Rodovia Marechal Rondon, Km 303,5, Lençóis

Leia mais

Megaplasma Comercial Ltda

Megaplasma Comercial Ltda . Rua Dom Joaquim de Melo, 274 - Moóca CEP 03122-050 - São Paulo - SP - Brasil Fone: (11) 2601-5502 - Fax: (11) 2601-0512 megaplasma@megaplasma.com.br www.megaplasma.com.br P Utilizado nos sistemas de

Leia mais

R.LIGUORI LTDA. AUTOTAL

R.LIGUORI LTDA. AUTOTAL RLIGUORI LTDA AUTOTAL 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Endurecedor p/ Primer Pu Poliuretano Fornecedor: RLiguori Ltda Rua: Noraldino Alves de Lima,75 CEP 07251-170 Guarulhos São

Leia mais

Incineração. Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010

Incineração. Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010 Incineração Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010 O que é Incineração? É a decompos ição de produtos e/ou s ubprodutos via oxidação térmica à alta temperatura (

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGIRS 1 JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGIRS. 2 OBJETIVO O objetivo do PGIRS

Leia mais

EVOLUÇÃO DA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PERIGOSOS NO PÓLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI - BA

EVOLUÇÃO DA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PERIGOSOS NO PÓLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI - BA EVOLUÇÃO DA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PERIGOSOS NO PÓLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI - BA José Artur Lemos Passos Engenheiro Sanitarista e Ambiental pela Universidade Federal da Bahia. Especialista em Gerenciamento

Leia mais

FORMULÁRIO DE AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL- AUA Restaurante, pizzaria, padaria, confeitaria, lanchonete, pastelaria, açougue e hipermercado/supermercado

FORMULÁRIO DE AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL- AUA Restaurante, pizzaria, padaria, confeitaria, lanchonete, pastelaria, açougue e hipermercado/supermercado FORMULÁRIO DE AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL- AUA Restaurante, pizzaria, padaria, confeitaria, lanchonete, pastelaria, açougue e hipermercado/supermercado 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Leia mais

canteiro de obras: compreendendo o conjunto de instalações dimensionadas e implantadas para o apoio às obras, podendo constar de:

canteiro de obras: compreendendo o conjunto de instalações dimensionadas e implantadas para o apoio às obras, podendo constar de: ES MA 04 CANTEIROS DE OBRAS, INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS E EQUIPAMENTOS EM GERAL 1. Generalidades Esta Especificação estabelece os procedimentos a serem observados na instalação e na operação dos canteiros

Leia mais

1. Introdução 2. 2. As funções da embalagem 2. 3. Classificação das embalagens 5. 4. Principais características dos materiais de embalagem 6

1. Introdução 2. 2. As funções da embalagem 2. 3. Classificação das embalagens 5. 4. Principais características dos materiais de embalagem 6 Capítulo I CONCEITOS GERAIS SOBRE EMBALAGEM 1. Introdução 2 2. As funções da embalagem 2 3. Classificação das embalagens 5 4. Principais características dos materiais de embalagem 6 5. O ambiente e a embalagem

Leia mais

III-365 - ANÁLISE DA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS EM UMA REFINARIA DE PETRÓLEO

III-365 - ANÁLISE DA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS EM UMA REFINARIA DE PETRÓLEO III-365 - ANÁLISE DA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS EM UMA REFINARIA DE PETRÓLEO Ana Carolina Kopke Santos (1) Engenheira Ambiental pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas). Juliana

Leia mais

04 unidades prestadoras de serviços à terceiros 05 unidades para os resíduos gerados em processos industriais específicos (Incineradores Cativos)

04 unidades prestadoras de serviços à terceiros 05 unidades para os resíduos gerados em processos industriais específicos (Incineradores Cativos) INCINERADORES DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS 04 unidades prestadoras de serviços à terceiros 05 unidades para os resíduos gerados em processos industriais específicos (Incineradores Cativos) INCINERADORES DE

Leia mais

Controle da Poluição Atmosférica e Sonora

Controle da Poluição Atmosférica e Sonora CEFET-MG Departamento de Engenharia Ambiental Gestão da Qualidade do Ar Controle da Poluição Atmosférica e Sonora Prof. Marcos Vinicius Ribeiro Departamento de Engenharia Ambiental CEFET-MG Belo Horizonte,

Leia mais

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Apoio Logístico Terrestre e Off Shore: Backload de resíduos sólidos em unidades marítimas Vinicius Roveri Docente - Curso Tecnologia

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TR 087 PROCEDIMENTO PARA REMOÇÃO DE TANQUES SUBTERRÂNEOS DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL

TERMO DE REFERÊNCIA TR 087 PROCEDIMENTO PARA REMOÇÃO DE TANQUES SUBTERRÂNEOS DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL TERMO DE REFERÊNCIA TR 087 PROCEDIMENTO PARA REMOÇÃO DE TANQUES SUBTERRÂNEOS DE SISTEMA DE ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL Este documento apresenta o procedimento a ser adotado na remoção

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS DATA DE APROVAÇÃO: 22/11/2011 Página 1 de 6 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto LW 55 - Primer Nome da empresa Lwart Química Ltda. Endereço Rodovia Marechal Rondon, Km 303,5, Lençóis

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Diretoria de Licenciamento Ambiental Coordenação Geral de Transporte, Mineração

Leia mais

Atividades objeto do licenciamento: Código DN 74/04 Descrição Classe

Atividades objeto do licenciamento: Código DN 74/04 Descrição Classe PARECER ÚNICO SUPRAM TM/AP PROTOCOLO Nº 081530/2009 Indexado ao(s) Processo(s) Licenciamento Ambiental Nº 02532/2004/002/2009 LI AMPLIAÇÃO DEFERIMENTO Outorga Portaria Nº 570/2008 Poço tubular Deferida

Leia mais

LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO

LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO 1 LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO 2 DEFINIÇÃO Os sistemas de lagoas de estabilização constituem-se na forma mais simples para tratamento de esgotos, apresentando diversas variantes com

Leia mais

REDUTGREASE 00. Graxa especial para redutores. FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. Nome do Produto: Redutgrease 00

REDUTGREASE 00. Graxa especial para redutores. FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. Nome do Produto: Redutgrease 00 REDUTGREASE 00 Graxa especial para redutores 1 SUBSTÂNCIA / PREPARAÇÃO / IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Nome do Produto: Redutgrease 00 Utilização: Graxa especial para redutores. Empresa: Supreme Indústria e

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS DATA DE APROVAÇÃO: 31/08/2012 Página 1 de 5 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Fabricado por Endereço Vedapac Laje Branco Lwart Química Telefone (14) 3269-5060 Fax (14) 3269-5003 email

Leia mais

Usos A linha MIRA pode ser usada com uma ampla gama de dosificações. É adequada as seguintes aplicações:

Usos A linha MIRA pode ser usada com uma ampla gama de dosificações. É adequada as seguintes aplicações: MIRA Aditivo Plastificante Polifuncional Redutor de Água Descrição A linha MIRA são aditivos polifuncionais para concreto com bom poder de redução de água e com aplicações múltiplas e isento de cloretos.

Leia mais

SISTEMAS DE CALIBRAÇÃO PARA MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR

SISTEMAS DE CALIBRAÇÃO PARA MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR SISTEMAS DE CALIBRAÇÃO PARA MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR Todo programa de monitoramento contínuo da qualidade do ar precisa de algum sistema que forneça uma garantia de que os valores medidos são válidos.

Leia mais

Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais

Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais Legislação Classificação dos Resíduos NORMA ABNT 10.004 CLASSE I - PERIGOSOS CLASSE II - NÃO PERIGOSOS classe II A não inertes

Leia mais

CURSOS E CAMPANHAS PELA INCINERAÇÃO

CURSOS E CAMPANHAS PELA INCINERAÇÃO CURSOS E CAMPANHAS PELA INCINERAÇÃO USILIX BRASIL A MAIOR FRANQUIA DE TRATAMENTO DE LIXO DO MUNDO TRANSFORMAÇÃO DO LIXO EM ENERGIA TRANSFORMAÇÃO DO LIXO EM ENERGIA INCINERADOR INCINERADOR CONFINAMENTO

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos CARBOLÁSTICO 1

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos CARBOLÁSTICO 1 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: Códigos internos de identificação do produto: 112085, 121510, 121610, 112082 e 112080 Nome da empresa: Otto Baumgart Ind. e Com. S/A Endereço:

Leia mais

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR

TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR 1 o SIMPÓSIO SINDIREPA-RS TÉCNICAS DE GESTÃO DE RESÍDUOS EM EMPRESAS DE REPARAÇÃO VEÍCULAR Felipe Saviczki - cntl.att@senairs.org.br Engenheiro Ambiental Técnico de Desenvolvimento - Área de Consultoria

Leia mais

SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20

SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20 Produto: SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20 Última Revisão: 26/11/2014 Pág.: 1 de 6 01 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Principais usos recomendados para a substância ou mistura Nome

Leia mais

SUMÁRIO. Daniel Bortolin02/02/2015 ÍNDICE: ÁREA. Número 80 Título. Aprovação comunicada para Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS; Fernando Cianci/BRA/VERITAS

SUMÁRIO. Daniel Bortolin02/02/2015 ÍNDICE: ÁREA. Número 80 Título. Aprovação comunicada para Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS; Fernando Cianci/BRA/VERITAS Aprovado ' Elaborado por Daniel Bortolin/BRA/VERITAS em 02/02/2015 Verificado por Cintia Kikuchi em 02/02/2015 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 02/02/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

INSTRUMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DEC. 42.159/09 SLAM

INSTRUMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DEC. 42.159/09 SLAM INSTRUMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DEC. 42.159/09 SLAM e MN 050 R5 CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES POLUIDORAS LP (Lei 1356/08 EIA-RIMA) LI (autoriza pré-operação) LO (A.A/DZ-056 R3 CLASSES 4,5 e 6 MN

Leia mais

Q TIC. Produtor/ Fornecedor:... Quimil Indústria e Comércio LTDA

Q TIC. Produtor/ Fornecedor:... Quimil Indústria e Comércio LTDA Revisão: 00 Data de revisão: 12/2011 Página 1 de 9 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto:... Produtor/ Fornecedor:... Endereço:...Via periférica II, 2460 CIA SUL- Simões Filho. Bahia.

Leia mais

Controle da Poluição Atmosférica Parte 1

Controle da Poluição Atmosférica Parte 1 CEFET-MG Departamento de Engenharia Ambiental Gestão da Qualidade do Ar Controle da Poluição Atmosférica Parte 1 Prof. Marcos Vinicius Ribeiro Departamento de Engenharia Ambiental CEFET-MG Belo Horizonte,

Leia mais

Panorama sobre resíduos sólidos

Panorama sobre resíduos sólidos Panorama sobre resíduos sólidos Brasil Dinamarca: Cooperação em Meio Ambiente Setembro de 2009 Principais conceitos (proposta do setor industrial) Resíduos sólidos: qualquer material, substância, objeto

Leia mais

Q LC 01. Produtor/ Fornecedor:... Quimil Indústria e Comércio LTDA

Q LC 01. Produtor/ Fornecedor:... Quimil Indústria e Comércio LTDA Revisão: 00 Data de revisão: 12/2011 Página 1 de 9 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto:... Produtor/ Fornecedor:... Endereço:...Via periférica II, 2460 CIA SUL- Simões Filho. Bahia.

Leia mais

1. Introdução. António Barreto Archer * e João Rui Machado **

1. Introdução. António Barreto Archer * e João Rui Machado ** A Resolução dos Problemas de Poluição Atmosférica Gerados pela Indústria Têxtil através de uma Nova Tecnologia: Precipitação Electrostática a Húmido (Condensing WESP TM ) A precipitação electrostática

Leia mais

Princípios e métodos de esterilização

Princípios e métodos de esterilização Princípios e métodos de esterilização FUNDAMENTOS DE ESTERILIZAÇÃO Bactérias (forma vegetativa ou esporulada) São os menores organismos vivos; Existem em maior número; São as maiores responsáveis pelos

Leia mais

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE ABTCP Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel é uma instituição criada para dar apoio às empresas

Leia mais

Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento.

Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento. Poluição atmosférica decorrente das emissões de material particulado na atividade de coprocessamento de resíduos industriais em fornos de cimento. Benedito Costa Santos Neto

Leia mais

Instituto Federal do Piauí Disciplina: Microbiologia dos alimentos Prof. Regiane Gonçalves. Gabriella Magalhães Gislayne Bianca Teresa Raquel Brito

Instituto Federal do Piauí Disciplina: Microbiologia dos alimentos Prof. Regiane Gonçalves. Gabriella Magalhães Gislayne Bianca Teresa Raquel Brito Instituto Federal do Piauí Disciplina: Microbiologia dos alimentos Prof. Regiane Gonçalves Gabriella Magalhães Gislayne Bianca Teresa Raquel Brito BIORREMEDIAÇÃO Aspectos gerais e aplicação O que é Biorremediação?

Leia mais

feam FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE

feam FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE Parecer Técnico GEDIN 92/2008 Processo COPAM: 1947/2004/001/2005 PARECER TÉCNICO Empreendedor: EMAM EMULSÕES E TRANSPORTE LTDA. Empreendimento: Fabricação de Emulsões

Leia mais

Purgador Termostático de Pressão Balanceada Manual de Instalação e Manutenção

Purgador Termostático de Pressão Balanceada Manual de Instalação e Manutenção Purgador Termostático de Pressão Balanceada Manual de Instalação e Manutenção ÍNDICE Termo de Garantia 1.Descrição 2.Instalação 3.Manutenção 4.Peças de reposição 5.Informações Técnicas 1 TERMO DE GARANTIA

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS GERENCIAMENTO Segundo a resolução CONAMA 302/02 o gerenciamento de resíduos sólidos é definido como: O conjunto de atividades ligadas

Leia mais

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS TECNOLOGIA DE ALIMENTOS NUTRIÇÃO UNIC Profª Andressa Menegaz Conservação por irradiação A irradiação pode servir para: -destruir os microrganismos; -retardar a germinação de certos legumes; -destruir os

Leia mais

DEFERIMENTO Portarias de Outorgas: - APEF Nº: - Reserva legal Nº: - Empreendimento: Carvalho & Veldhuizen Tratamento de Resíduos Ltda

DEFERIMENTO Portarias de Outorgas: - APEF Nº: - Reserva legal Nº: - Empreendimento: Carvalho & Veldhuizen Tratamento de Resíduos Ltda PARECER ÚNICO SUPRAM-ASF PROTOCOLO N º 820379/2008 Indexado ao(s) Processo(s) Licenciamento Ambiental Nº 07622/2007/002/2008 LO DEFERIMENTO Portarias de Outorgas: - APEF Nº: - Reserva legal Nº: - Empreendimento:

Leia mais

TECNOLOGIAS. Disposição Final Ambientalmente Adequada dos Resíduos Sólidos

TECNOLOGIAS. Disposição Final Ambientalmente Adequada dos Resíduos Sólidos TECNOLOGIAS Disposição Final Ambientalmente Adequada dos Resíduos Sólidos Prof. Dr. Aurélio Picanço UFT Pres. ABES Seção TO aureliopicanco@uft.edu.br 1 LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010. CAPÍTULO 2

Leia mais

Óleo Combustível. Informações Técnicas

Óleo Combustível. Informações Técnicas Informações Técnicas 1. Definição e composição... 3 2. Principais aplicações... 3 2.1. Sistemas de combustão de óleo combustível... 3 3. Tipos de óleos combustíveis... 4 4. Requisitos de qualidade e especificação...

Leia mais

Reator Térmico T Inertizante

Reator Térmico T Inertizante Super Zinco Tratamento de Metais Reator Térmico T Inertizante Emilio Arturo Rojas Veloso 2007 INTRODUÇÃO O Brasil gera aproximadamente três milhões de toneladas de resíduos industriais por ano. Os resíduos

Leia mais

Parágrafo único - As fontes estacionárias sujeitas ao monitoramento, semestral, serão aquelas integrantes dos:

Parágrafo único - As fontes estacionárias sujeitas ao monitoramento, semestral, serão aquelas integrantes dos: PORTARIA Nº 111 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008 O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do art. 69 da Constituição Estadual da Constituição

Leia mais

III-123 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL EM ATERROS DE RESÍDUOS SÓLIDOS A PARTIR DE ESTUDOS DE REFERÊNCIA

III-123 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL EM ATERROS DE RESÍDUOS SÓLIDOS A PARTIR DE ESTUDOS DE REFERÊNCIA III-123 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL EM ATERROS DE RESÍDUOS SÓLIDOS A PARTIR DE ESTUDOS DE REFERÊNCIA Vera Lúcia A. de Melo (1) Mestre em Engenharia Civil (Geotecnia) pela UFPE. Aperfeiçoamento em pesquisa no

Leia mais

FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico - 1 - : 013/2013 Elaborada: 29/09/2013 - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Código interno: Empresa: FLEXOTOM INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Leia mais

Informativo Técnico Cabine de pintura. Cortina d água x Filtragem a seco

Informativo Técnico Cabine de pintura. Cortina d água x Filtragem a seco Informativo Técnico Cabine de pintura Cortina d água x Filtragem a seco 1) Cabines com cortina d'água x Cabines com filtragem a seco A Arpi fabrica tanto cabines de pintura com cortina d'água quanto com

Leia mais

Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012. António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up.

Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012. António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up. Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012 António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up.pt Capítulo 3 Baterias Solares As baterias solares, também conhecidas

Leia mais

CADASTRO 10 - Atividades de serviços de saúde

CADASTRO 10 - Atividades de serviços de saúde CADASTRO 10 - Atividades de serviços de saúde 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço para correspondência: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Fone: Fax: E-mail: Descrição da atividade principal:

Leia mais

Equipamentos de Controle de

Equipamentos de Controle de Módulo VI Equipamentos de Controle de Poluição do Ar Equipamentos de Controle de Poluição do Ar Controle da emissão de material particulado Filtros de Manga Coletores Inerciais ou Gravitacionais Coletores

Leia mais

Soluções no transporte de resíduos industrial e comercial. Destino Final de Resíduos

Soluções no transporte de resíduos industrial e comercial. Destino Final de Resíduos Soluções no transporte de resíduos industrial e comercial Destino Final de Resíduos história A empresa foi fundada em 1987 com o antigo nome de Ituplast Comercial Ltda., e dedicava-se incialmente a reciclagem

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Adesivo Multi Fio VerdePág.: (1 of 6) Ficha de Informações de Segurança 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Adesivo Multi Fio Verde Aplicação: Adesivo para grampo

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO MANTA PARA LAMINAÇÃO

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO MANTA PARA LAMINAÇÃO FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO MANTA PARA LAMINAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Manta para Laminação Fabricante: Brasolv Indústria Química Ltda Endereço:

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEMA Nº 02/2000

RESOLUÇÃO CONSEMA Nº 02/2000 RESOLUÇÃO CONSEMA Nº 02/2000 Dispõe de norma sobre o licenciamento ambiental para co-processamento de resíduos em fornos de clínquer. O CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE CONSEMA, no uso de atribuições

Leia mais

Disciplina: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Viviane Japiassú Viana GERENCIAMENTO PARTE 4. Disposição final de resíduos sólidos

Disciplina: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Viviane Japiassú Viana GERENCIAMENTO PARTE 4. Disposição final de resíduos sólidos GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOSS PARTE 4 Disposição final de resíduos sólidos Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Disposição final De acordo com a Resolução CONAMA 358/05, disposição final de

Leia mais

Utilização do óleo vegetal em motores diesel

Utilização do óleo vegetal em motores diesel 30 3 Utilização do óleo vegetal em motores diesel O óleo vegetal é uma alternativa de combustível para a substituição do óleo diesel na utilização de motores veiculares e também estacionários. Como é um

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ PRODUTO: NORMAIS PARAFINAS C 10 - C 13 Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: NORMAIS PARAFINAS C 10 - C 13 Código interno de identificação: Pb0046. Nome da empresa: Petróleo

Leia mais

Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23. Parte I: AR E ENERGIA 37 Capítulo 2: A Química da Estratosfera: A Camada de Ozônio 39

Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23. Parte I: AR E ENERGIA 37 Capítulo 2: A Química da Estratosfera: A Camada de Ozônio 39 Capítulo 1: Introdução à Química Ambiental 23 A NATUREZA DA QUÍMICA AMBIENTAL E A ORGANIZAÇÃO DESTE LIVRO 24 UM ESTUDO DE CASO: OS PRODUTOS QUÍMICOS TÓXICOS E OS RECÉM-NASCIDOS 25 ABORDAGENS PARA A PREVENÇÃO

Leia mais

Casos de estudo de técnicas adoptadas pela indústria

Casos de estudo de técnicas adoptadas pela indústria Casos de estudo de técnicas adoptadas pela indústria Marisa Almeida / Pedro Frade Unidade de Ambiente e Sustentabilidade 29-11-2011 Seminário Qualidade do Ar Coimbra 29.Novembro.2011 1 Conteúdo Documentos

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO FISPQ Página: 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Código interno de identificação do produto: CLORETO DE POTÁSSIO (KCl) Nome da empresa: Endereço: Av. Engº Plínio de Queiroz, s/nº Jardim São Marcos

Leia mais

Bombas de Vácuo e Compressores de Anel Líquido para Indústrias Petroquímicas

Bombas de Vácuo e Compressores de Anel Líquido para Indústrias Petroquímicas Bombas de Vácuo e Compressores de Anel Líquido para Indústrias Petroquímicas Tecnologia Comprovada Há mais de 50 anos, Gardner Denver Nash fornece os mais confiáveis Compressores de Anel Líquido e Bombas

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS CIESP COTIA GMA GRUPO DE MEIO AMBIENTE RONALD FERFILA BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO Valor desconhecido Estima-se a geração de 2,9 milhões de toneladas por ano de resíduos perigosos

Leia mais

24.1011 Sabão em Pasta Atol. Barra 1. IDENTIFICAÇÃO 2. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ

24.1011 Sabão em Pasta Atol. Barra 1. IDENTIFICAÇÃO 2. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS. Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ Página 1 de 7 Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1. Nome do Barra 1.2. Código interno: 24.1011 Sabão em Pasta 1.3. Aplicação: Produto destinado à lavagem de

Leia mais

Legislação ambiental 1: uso regular

Legislação ambiental 1: uso regular Os testes tribológicos foram conduzidos em um equipamento específico para este tipo de análise, porque trabalha com pequenas quantidades de materiais (peça, ferramenta e fluído de corte). Tal equipamento

Leia mais

ODEBRECHT AMBIENTAL. Limpeza Mecanizada de Tanques

ODEBRECHT AMBIENTAL. Limpeza Mecanizada de Tanques ODEBRECHT AMBIENTAL Limpeza Mecanizada de Tanques 2 Diferencial de Mercado Identificação de Sistema de Limpeza de Tanques seguro e eficiente Redução dos riscos associados à Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Leia mais

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR

VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR VIABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DA RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA DE RESÍDUOS POR MEIO DE COMBUSTÍVEL DERIVADO DE RESÍDUO - CDR CONFERÊNCIA WASTE TO ENERGY 2014 MARILIA TISSOT DIRETORA EXECUTIVA VIABILIDADE

Leia mais

ELASTEQ 7000 ARGAMASSA POLIMÉRICA

ELASTEQ 7000 ARGAMASSA POLIMÉRICA ELASTEQ 7000 ARGAMASSA POLIMÉRICA Impermeabilizante à base de resinas termoplásticas e cimentos com aditivos e incorporação de fibras sintéticas (polipropileno). Essa composição resulta em uma membrana

Leia mais

Nome da substância ou mistura: Pata de Vaca Pó Versão: 1

Nome da substância ou mistura: Pata de Vaca Pó Versão: 1 06/05/205. Identificação de 5 Nome da substância ou mistura (nome comercial): Pata de Vaca Pó Principais usos recomendados para a substância ou mistura: Diurético e hipoglicemiante Código interno de identificação

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ nº 006 Revisão: 04 Data: 26/08/2014 Página: 1/5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1.1 Identificação do produto Stanlux Pell 1.2 Principais usos recomendados Masterbatches para plásticos 1.3

Leia mais

Rev Modificação Data Autor Validação. Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido

Rev Modificação Data Autor Validação. Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido Rev Modificação Data Autor Validação Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido Especialidades: Autores do Documento CREA / UF Matrícula valido Sítio GERAL Área do sítio

Leia mais

2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES

2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES Nome do produto: BIOQUAT 1650 Página: (1 of 1) ATENÇÃO: Leia atentamente esta Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico (FISPQ) antes de manusear, usar ou descartar este produto, seguindo as

Leia mais

Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental

Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental Introdução Para minimizar os impactos ambientais muitas tecnologias de tratamento como filtragem, lavagem, queima etc. vem sendo desenvolvidas e utilizadas

Leia mais

Priscila Boer Mazaro. Ciclo de Vida dos Resíduos Industriais

Priscila Boer Mazaro. Ciclo de Vida dos Resíduos Industriais Priscila Boer Mazaro A ESTRE É O LÍDER INCONTESTÁVEL A ESTRE é a maior companhia brasileira do setor de serviços ambientais 18.300 Empregados 40.000 TONS/DIA Todos os tipos de resíduos 4.522 CLIENTES

Leia mais

Instrução Normativa nº 017, de 23 de outubro de 2014.

Instrução Normativa nº 017, de 23 de outubro de 2014. Instrução Normativa nº 017, de 23 de outubro de 2014. O diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo - IDAF, usando das atribuições que lhe confere o artigo 48 do

Leia mais

POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues SOLO O que é solo? Formação do solo Horizontes do solo Evolução da Ocupação do Solo O que é o Solo? Solo é um corpo de material

Leia mais

TRATAMENTO DE CHORUME E PURIFICAÇÃO DE ÁGUAS POR MEMBRANAS: ASPETOS TÉCNICOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS

TRATAMENTO DE CHORUME E PURIFICAÇÃO DE ÁGUAS POR MEMBRANAS: ASPETOS TÉCNICOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS TRATAMENTO DE CHORUME E PURIFICAÇÃO DE ÁGUAS POR MEMBRANAS: ASPETOS TÉCNICOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS TRATAMENTO DE CHORUME O QUE É CHORUME? Lixiviação de água durante o tratamento de resíduos sólidos coleta

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico

Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Nome do produto: Telha Impermeabilizante Incolor Página: 01 / 07 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Telha Impermeabilizante Incolor Código

Leia mais

ESTRATÉGIAS A NÍVEL URBANO. Ilha de Calor

ESTRATÉGIAS A NÍVEL URBANO. Ilha de Calor ESTRATÉGIAS A NÍVEL URBANO Ilha de Calor Ilha de Calor Um projeto sustentável deve enfatizar 3 aspectos: Sombra protetora nos espaços abertos; Pavimentação que não contribua para o aumento da temperatura

Leia mais

Nome da substância ou mistura: Chá verde Versão: 1

Nome da substância ou mistura: Chá verde Versão: 1 06/05/205. Identificação 9 de 5 Nome da substância ou mistura (nome comercial): Chá verde Principais usos recomendados para a substância ou mistura: Oxidante, Código interno de identificação da substância

Leia mais

Sistema de vácuo ICE Condensation Körting. para aplicações em óleo comestível

Sistema de vácuo ICE Condensation Körting. para aplicações em óleo comestível Sistema de vácuo ICE Condensation Körting para aplicações em óleo comestível Sistema de vácuo ICE Condensation No mercado de hoje em dia, o sistema de vácuo ICE Condensation Körting faz sentido! Como todos

Leia mais

Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar. Volume 2. Caracterização da Área

Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar. Volume 2. Caracterização da Área Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar Volume 2 Caracterização da Área 7.5.6 Metal-mecânica No presente trabalho a indústria metal-mecânica

Leia mais

Embalagem Cartonada Longa Vida

Embalagem Cartonada Longa Vida Embalagem Cartonada Longa Vida 1) Objetivo Geral Saber mais sobre a embalagem cartonada e a conservação de alimentos. 2) Objetivo Específico Adquirir conhecimentos sobre a reciclagem da embalagem e seus

Leia mais

Reciclagem do papel: como é feita e qual a sua importância?

Reciclagem do papel: como é feita e qual a sua importância? Reciclagem do papel: como é feita e qual a sua importância? Cristina Pereira Num anterior artigo falámos-lhe da história do papel. Hoje propomo-nos contar como é feito o aproveitamento de papel usado,

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA

ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA ARAÇATUBA 2014 Nome Antônio Paulo da Silva Gama Bruno Roger Hoshino dos Santos Gustavo Chozi Izabela dos Santos Eduardo RA A424BG-5 A546BC-0 A395CC-0 A571BH-6 SISTEMA DE TRATAMENTO

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ NOTA TÉCNICA Compostagem de Resíduos Sólidos Urbanos 1. Definição De acordo com a NBR 13591:1996, a compostagem é um processo de decomposição biológica da fração orgânica biodegradável dos resíduos, efetuado

Leia mais

DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS

DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS DESTINAÇÃO E DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Alternativas tecnológicas disponíveis. Variações de custo e de segurança das operações. Copyright Ecovalor Consultoria

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas BIOCOMBUSTÍVEIS Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o

Leia mais

LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS. NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos

LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS. NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB - RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS NBR 10004/04 - Resíduos Sólidos - Classificação NBR 10005/04 - Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos NBR 10006/04 -

Leia mais

Programa de Gestão de Resíduos da Amazonas Distribuidora de Energia S.A.

Programa de Gestão de Resíduos da Amazonas Distribuidora de Energia S.A. Programa de Gestão de Resíduos da Amazonas Distribuidora de Energia S.A. Apresentação Thiago Flores dos Santos Gerente da Assessoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental EMENTA 1 2 3 Motivação

Leia mais

Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis

Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis Treinamento Multiplicadores NR 20 Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis Inflamáveis Características e propriedades Muitos acidentes são evitados ou atenuados quando as características

Leia mais