A inserção injusta causa às pessoas / consumidores danos de ordem moral e em algumas vezes patrimonial, que, reconhecida gera o direito à reparação.

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1 1.1 - Introdução Infelizmente o ajuizamento de ações de indenização por danos materiais e principalmente morais em face de empresas por inclusão indevida do nome de seus clientes em órgãos de proteção ao crédito vem crescendo a cada dia. A inserção injusta causa às pessoas / consumidores danos de ordem moral e em algumas vezes patrimonial, que, reconhecida gera o direito à reparação Responsabilidade subjetiva A inclusão injusta na maioria dos casos é feita por culpa da empresa, loja, fábrica, etc., o que enseja a responsabilidade subjetiva desta(s), fundada na prática de ato ilícito. Pelo CC (art. 927, caput), toda vez que houver a prática de um ato ilícito, o prejuízo dele resultante deve ser reparado (o ato ilícito é fonte de obrigação e uma vez praticado gera para seu autor a obrigação de indenizar a vítima). Art. 927, CC. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187) causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo Elementos do ato ilícito Art. 186, CC. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Este artigo traz o conceito de ato ilícito, bem como seus elementos essenciais. Como elementos do ato ilícito podem ser extraídos: a antijuridicidade, a culpabilidade, o dano e o nexo causal. Veremos a seguir cada um deles para melhor compreendermos a responsabilidade subjetiva Elementos do ato ilícito - antijuridicidade Antijuridicidade: é a contrariedade aos objetivos do Direito (segurança, paz, justiça, etc.). O art. 186 diz: Aquele que, por ação ou omissão...violar direito... Assim, toda ação ou omissão humana que atente contra os objetivos do Direito são antijurídicos. Mas para que o ato seja ilícito não basta que ele seja antijurídico, o agente que o pratica deve saber que seu ato é ilícito para que então possa se provar a culpa. Por exemplo, avançar o sinal de trânsito é ato antijurídico, mas não acarreta conseqüências para o Direito, o ato ilícito sim, pois além de antijurídico, é voluntário e causa dano Elementos do ato ilícito - culpabilidade Culpabilidade: a culpabilidade no Direito Civil, abrange dolo e culpa. O art. 186 do Código Civil referiu-se a culpa em sentido estrito, a distinguindo claramente do dolo (este sendo entendido como violação intencional do dever jurídico). Ambos não se confundem, mas tratando-se de indenização, geram conseqüências idênticas.

2 Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência... Desta expressão retira-se a base da responsabilidade extracontratual por ato ilícito: O DEVER DE RESSARCIR PELA PRÁTICA DE ATO ILÍCITO DECORRE DA CULPA. A culpa significa a conduta censurada e reprovada do agente por falta de diligência, ou melhor, toda vez que houver uma ação ou omissão imperita, imprudente ou negligente, haverá a culpa. Destarte, a ação ou omissão voluntárias podem ser por: falta de cuidado, falta de atenção (negligência); assunção de risco desnecessário (imprudência) e falta técnica de quem, em tese, tem habilidade necessária (imperícia). Ressalta-se que apesar do art. 186 do Código Civil não falar em imperícia, ela encontra-se implícita no seu contexto Elementos do ato ilícito - Dano Dano: o dano constitui o efetivo prejuízo suportado pela vítima. Ele pode ser moral ou patrimonial, mas deve ser atual, certo e lesar efetivamente um bem juridicamente tutelado. Dano patrimonial ou material é aquele que afeta o patrimônio do ofendido; Dano extrapatrimonial ou moral é aquele que afeta a personalidade, nome, imagem, privacidade da vítima, bem como o ânimo psíquico, moral e intelectual desta. Assim, todo dano que cause um distúrbio anormal na vida do indivíduo, será moral. Dano emergente é aquele que gera a diminuição do patrimônio da vítima. Lucro cessante traduz o que a vítima deixou de lucrar com o dano sofrido Elementos do ato ilícito - Nexo causal Nexo causal entre o dano e a culpa: a causa do dano deve estar relacionada com o comportamento do agente para que haja a obrigação de indenizar. O nexo de causalidade é o liame ou relação direta de causa e efeito entre o fato gerador da responsabilidade e o dano Responsabilidade objetiva Como visto anteriormente, o caput do art. 927 do CC delimita a responsabilidade apenas aos praticantes de ato ilícito. Ocorre que, em alguns casos, o nome das pessoas são incluídos nos órgãos de proteção ao crédito por uma empresa independentemente desta agir com culpa nesta inclusão. Assim, entendeu por bem o legislador em ampliar a responsabilidade civil por meio do parágrafo único do mesmo dispositivo. Art. 927, Parágrafo único, CC. Haverá a obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.

3 O parágrafo único deste dispositivo diz que também haverá obrigação de reparar o dano, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. Nestes casos a reparação independe da existência da culpa e é chamada de responsabilidade objetiva. Importa registrar que para o dano originado de uma relação de consumo aplica-se a regra do Código de Defesa do Consumidor: a responsabilidade civil objetiva, haja vista que este equivale a um caso especificado em lei. O CC de 2002 também inovou seguindo o contexto da sociedade atual e dispôs na segunda parte do parágrafo único do art. 927 a responsabilização objetiva, baseada na idéia central do risco. O eminente doutrinador Sílvio de Salvo Venosa, em sua obra de Direito Civil: Responsabilidade Civil, Editora Atlas, 3ª ed. São Paulo. 2003, pág. 17 muito bem explica esta forma de responsabilidade objetiva:... quem, com sua atividade, cria um risco deve suportar o prejuízo que sua conduta acarreta, ainda porque essa atividade de risco lhe proporciona um benefício...qualquer que seja a qualificação do risco, o que importa é sua essência: em todas as situações socialmente relevantes, quando a prova da culpa é um fardo pesado ou intransponível para a vítima, a lei opta por dispensá-la Sistemas de proteção ao crédito Os bancos de dados e cadastros de consumidores que constituem o sistema de proteção ao crédito estão regulamentados basicamente pelo art. 43 e seus parágrafos no CDC. Os bancos de dados e cadastros relativos a consumidores, os serviços de proteção ao crédito e congêneres são considerados entidades de caráter público ( 4º do art. 43, CDC) e por isso estão submetidos ao controle de órgãos públicos. Estas entidades de proteção ao crédito reúnem informações a respeito de pessoas físicas e jurídicas com o objetivo de contribuir para a realização de negócios mais seguros entre consumidores e fornecedores de produtos ou serviços. Devem ser objetivos, claros, verdadeiros e em linguagem de fácil compreensão, não podendo conter informações negativas referentes a período superior a cinco anos ( 1º do art. 43, CDC). Podem ser citados como órgãos de proteção ao crédito o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), a Serasa, o CCF (Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo), o CADIN (Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal), entre outros A inclusão de informações nos órgão de proteção ao crédito e a responsabilidade civil A inclusão do nome do devedor nos bancos de dados de inadimplentes é feita sempre pelo credor. Ocorre que, ultimamente estes credores estão inserindo

4 informações inverídicas e negativas nestes órgãos de proteção ao crédito sobre algumas pessoas, causando-lhes sérios prejuízos quer seja de ordem moral, quer seja de ordem patrimonial. A negativação do nome destas pessoas nestes órgãos sem critérios e de forma injusta gera o dever de reparação. São vários os motivos de inclusão indevida, entre eles podemos citar como mais comuns: Empresa que inseriu e mantém indevidamente nome de cliente em cadastro restritivo de crédito sendo que a dívida já estava paga; Inscrição nestes órgãos por dívida inexistente; INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS - INCLUSÃO DE NOME NO SPC - ABERTURA DE LINHA TELEFÔNICA POR TERCEIRA PESSOA QUE UTILIZOU O CPF DA AUTORA - SERVIÇO REALIZADO ATRAVÉS DE LIGAÇÃO TELEFÔNICA (104) - NEGLIGÊNCIA DA EMPRESA DE TELEFONIA EM NÃO CONFERIR O CPF DITADO PELO TELEFONE E A ALEGAÇÃO DE EMPRÉSTIMO DO CPF - RESPONSABILIDADE DA EMPRESA DE TELEFONIA PELA CONFERÊNCIA DOS DADOS E DOS FATOS ALEGADOS - EMPRESA QUE ASSUME O RISCO - CONFIGURADO O DANO MORAL ATRAVÉS DA INDEVIDA INCLUSÃO NO SPC - JUSTO O QUANTUM INDENIZATÓRIO - IMPROVIMENTO. A inclusão do nome da apelada no SPC é fato incontroverso nos autos, tendo sido indevida, tendo em vista a abertura de conta telefônica por terceiro, utilizando-se do CPF da apelada, sem que a empresa de telefonia-apelante conferisse o alegado empréstimo do CPF e nem mesmo o original do CPF ditado via telefone, restando demonstrada a negligência da empresa; - A inclusão indevida nos cadastros do SPC torna desnecessária a comprovação do dano moral. (Apelação n /001, Relatora DESEMBARGADORA HILDA TEIXEIRA DA COSTA, Décima Terceira Câmara Cível, julgada em 26/1/2006). Inclusão do nome do devedor nos registros de entidades de proteção ao crédito quando a dívida está sendo discutida judicialmente; Lançamento do nome de consumidor gerando restrição cadastral por uma falha na prestação do serviço do fornecedor; EMENTA: BANCO - CHEQUE - FALSIFICAÇÃO - TERCEIRO - TEORIA DO RISCO. Demonstrado que a autora teve seu cadastro lançado junto aos serviços de proteção ao crédito, em decorrência de falsificação de cheque, responde a instituição bancária pelos danos por ela experimentados, em função do risco de sua atividade empresarial. (TJMG, Relator Des. Elpídio Donizetti, 13ª Câmara Cível, Apelação , decisão 17/11/05). 1. Entre outros. Observação: Os órgãos de proteção ao crédito podem concorrer para o dano, caso não providenciem, no prazo legal, a correção ou a exclusão dos dados inexatos dos

5 quais tenham conhecimento. 3, art. 43, CDC.O consumidor, sempre que encontrar inexatidão nos seus dados e cadastros, poderá exigir sua imediata correção, devendo o arquivista, no prazo de cinco dias úteis, comunicar a alteração aos eventuais destinatários das informações incorretas Dano moral e dano material A inscrição indevida pode gerar à vítima duas espécies de danos: os danos morais e os danos materiais. No caso do presente estudo, o dano moral está pautado na ofensa à honra e ao sentimento de dignidade da pessoa. Decorre da própria negativação injusta junto a órgãos de proteção ao crédito, não se exigindo prova de efetivo prejuízo sofrido ou a repercussão do fato. O dano decorre da própria inscrição. É pacífico o entendimento doutrinário e jurisprudencial neste sentido. O lançamento indevido enseja angústia, constrangimento, vergonha, humilhação por algo que a pessoa não deve. Seguem alguns julgados a respeito do assunto: AÇÃO DE INDENIZAÇÃO - NEGATIVAÇÃO DE NOME NO SPC - DANO MORAL CARACTERIZADO - INDENIZAÇÃO DEVIDA - FATURAS -AUSÊNCIA DE ENVIO - DESCONTO EM FOLHA - RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. Sendo firmado contrato que determina a liberação de valores a serem pagos mediante desconto em folha, a rescisão do contrato de trabalho e o descontrole no envio das faturas, ocasionando a inclusão do nome da parte nos órgãos de proteção ao crédito, gera o dever de indenizar. A inclusão indevida do nome do suposto devedor nos cadastros de proteção ao crédito causa injusta lesão à sua honra, garantindo-lhe direito à indenização por dano moral. O dano moral fundado na ofensa à honra e no sentimento de dignidade da pessoa, decorre da própria negativação injusta de seu nome, não se exigindo prova de efetivo prejuízo sofrido pela parte. (TJMG, Relator Des. MOTA E SILVA, 15ª Câmara Cível, Apelação /001, decisão 22/03/2007). DECLARATÓRIA - CADASTRO DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO - INSCRIÇÃO INDEVIDA - DANO MORAL. A inscrição indevida no cadastro de proteção de crédito, pouco importando o tempo de duração desse ato, é fato gerador do dano moral, e inexigível é a prova objetiva do abalo à honra e à reputação sofrida.. (TJMG, Relator Des. Saldanha da Fonseca, Apelação /001(1), decisão 08/02/2006). A reparação por danos morais surge como forma de indenização em dinheiro e visa aliviar, amenizar, consolar, diminuir o sentimento de dor, angústia, humilhação que a pessoa lesada sofre. Ademais, busca também sancionar o lesante para que o mesmo não reitere sua conduta ofensiva. Permanece ainda no meio jurídico uma grande dificuldade para quantificar de forma satisfatória o dano moral, pois o mesmo não possui dimensão monetária, não existem parâmetros seguros para sua fixação.

6 Para chegar ao valor em pecúnia do dano moral, o magistrado leva em consideração algumas circunstâncias que envolvem cada caso. São elas: a intensidade da culpa e do dano; a conduta e a capacidade econômica do ofensor; a gravidade, a natureza e repercussão da ofensa; a situação econômica e social ocupada pelo ofendido e as conseqüências por ele suportadas. No que tange aos danos materiais, estes são devidos quando os valores econômicos (como redução da renda ou da sua perspectiva, repercutindo no padrão de vida da vítima ou na formação de seu patrimônio) são atingidos. Tem como principais características a certeza e atualidade. O dano material, portanto, é aquele suscetível de avaliação pecuniária, podendo ser reparado por reposição em dinheiro, denominador comum da indenização.(sílvio de Salvo Venosa, 2003, pág. 30). Basta que a vítima demonstre que a inscrição em banco de dados de inadimplentes lhe ocasionou danos materiais para ser ressarcido Conclusão Como dito, a prática de uma ação voluntária, seja ela comissiva ou omissiva, lícita ou ilícita, gera a culpa. Se ilícita, o fundamento encontra-se na culpa, que deve ser provada para que se caracterize a responsabilidade. Se lícita, o fundamento encontra-se no risco assumido. A inclusão indevida, quer por culpa da empresa, quer por determinação legal ou risco pela atividade culmina sempre no dever geral de indenizar.

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