BOLETIM COPA DO MUNDO 2014 Porto Alegre. Oportunidades de trabalho e qualificação profissional

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2 2 BOLETIM COPA DO MUNDO 2014 Porto Alegre Oportunidades de trabalho e qualificação profissional Sumário Apresentação Dimensionamento das Atividades Características do Turismo (ACTs) ACTs: Caracterização da inserção ocupacional dos trabalhadores residentes em Porto Alegre ACTs: Perfil dos ocupados residentes em Porto Alegre Estudo ocupacional sobre necessidades de qualificação profissional nas ACTs Notas Metodológicas... 23

3 3 Apresentação Porto Alegre se prepara para acolher e atender turistas que chegarão de vários lugares do mundo para assistir aos jogos da Copa do Mundo de Ao lado de investimentos em infraestrutura, um evento dessa magnitude demanda a aplicação de recursos na qualificação profissional especializada dos trabalhadores que serão mobilizados. Para esses trabalhadores, a Copa do Mundo representa uma oportunidade de inserção ou de mobilidade ocupacional ascendente no mercado de trabalho promoção na carreira com rendimentos mais elevados. Os investimentos em qualificação profissional promovem a conciliação dos interesses dos principais envolvidos: trabalhadores qualificados com perspectivas de progressão profissional deverão ter condições e motivação para atender bem à demanda dos turistas nesse período. Mas, para tanto, é essencial que os investimentos em qualificação profissional sejam adequadamente planejados pelos atores sociais. A partir das estatísticas do mercado de trabalho da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA), apuradas ao longo de 2011, o presente estudo objetiva gerar informações para contribuir com o diálogo social quanto à decisão sobre quais cursos de qualificação poderiam ser priorizados pela política pública municipal de qualificação profissional com vistas a Copa. Além desta apresentação e das notas metodológicas ao final do boletim, os quatro capítulos seguintes sintetizam os principais resultados alcançados. O primeiro apresenta o dimensionamento do número de trabalhadores envolvidos nas Atividades Características do Turismo (ACTs) ver notas metodológicas na RMPA e na capital, Porto Alegre. A segunda seção caracteriza a inserção ocupacional dos trabalhadores nessas atividades. Em consonância com a oportunidade de trabalho oferecida nas ACTs, o capítulo três apresenta breve perfil dos trabalhadores atraídos por essas atividades. Concluindo, é realizado estudo sobre as ocupações típicas das atividades turísticas, informação que, ao ser cruzada com outras fontes qualitativas sobre cursos de

4 4 qualificação profissional em Porto Alegre, permite indicar prioridades futuras de investimentos na capacitação do trabalhador.

5 5 1. Dimensionamento das Atividades Características do Turismo (ACTs) Em todo o mundo, os grandes centros urbanos caracterizam-se por concentrarem atividades econômicas relacionadas à prestação de serviços, o que também ocorre no Brasil, sobretudo no ambiente metropolitano nacional. Em 2011, na RMPA, os serviços ocuparam mais da metade dos trabalhadores da região (54,5%), enquanto na capital a participação dos serviços era ainda maior: alcançava 68,8% dos trabalhadores da cidade ( Gráfico 1). GRÁFICO 1 Distribuição dos ocupados no trabalho principal, segundo setores de atividades e Atividades Características do Turismo (ACTs) Região Metropolitana de Porto Alegre e Município de Porto Alegre (Em %) 7,0 4,8 7,0 17,5 18,1 Construção 19,8 Indústria de Transformação 54,5 68,8 Comércio e reparação de veículos Serviços 10,9 11,3 RMPA - Setores RMPA - ACTs POA - Setores POA - ACTs Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. Como as ACTs são essencialmente constituídas pela prestação de serviços é natural a presença expressiva nos grandes centros urbanos. Ademais, são esses os espaços mais mobilizados e demandados em um evento como a Copa do Mundo. Na RMPA, os trabalhadores nas ACTs correspondiam a 10,9% do total de ocupados na região em 2011; em termos absolutos, com um total estimado de ocupados em 191 mil trabalhadores. Em Porto Alegre, o peso dessas atividades foi ligeiramente superior (11,3%); e o número de trabalhadores envolvidos está em cerca de 77 mil indivíduos. Entre as sete atividades que constituem as ACTs, três se destacam pelo volume de ocupados que concentram: transporte, alimentação, cultura e lazer. Juntas, essas

6 6 atividades ocuparam aproximadamente 90% dos trabalhadores, tanto na RMPA quanto em Porto Alegre Tabela 1. TABELA 1 Distribuição e estimativa dos ocupados no trabalho principal, segundo as ACTs Região Metropolitana de Porto Alegre e Município de Porto Alegre RMPA Porto Alegre ACTs Em % Em mil pessoas Em % Em mil pessoas ACTs 100, ,0 77 Agência de viagem (1) (1) (1) (1) Alojamento 3,8 7 (1) (1) Alimentação 34, ,1 26 Cultura e Lazer 11, ,4 13 Transporte 42, ,4 29 Auxiliar do Transporte 5,0 9 (1) (1) Aluguel de Transportes (1) (1) (1) (1) Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT Nota: (1) A amostra não comporta a desagregação para essa categoria No segmento em estudo, as atividades de transporte concentravam o maior número de trabalhadores. Na RMPA, esse contingente alcançou 82 mil trabalhadores em 2011; dos quais 29 mil só na capital. Quanto ao local de residência dos trabalhadores, merece destaque o fato de essa atividade envolver relativamente maior quantidade de pessoas que moram nos municípios do entorno da sede metropolitana. Por outro lado, nas atividades de cultura e lazer predominam ocupados que residem em Porto Alegre. A parcela de trabalhadores incluídos nessa atividade na capital sul-rio-grandense (16,4%) foi superior à registrada no conjunto de municípios que formam a região metropolitana (11,9%). Outra característica importante nos mercados de trabalho metropolitanos é o movimento pendular de trabalhadores entre as cidades dormitórios e a capital das metrópoles. Na RMPA, 28,7% dos ocupados em estabelecimentos no município de Porto Alegre residem nos municípios ao seu entorno. Interessante sublinhar que, no caso das ACTs, esse movimento é ainda mais expressivo: 31,1% dos que trabalham em Porto Alegre residem nos demais municípios da RMPA.

7 7 FIGURA 1 Movimento pendular de trabalhadores na RMPA Fonte: Elaboração: DIEESE Essa informação revela a importância de as políticas de trabalho voltadas para a Copa do Mundo, como a de qualificação profissional, serem direcionadas para a região metropolitana. De outra forma, haverá risco de que não incluam, aproximadamente, um terço do público alvo potencial da política. Informações adicionais indicam, inclusive, que a população residente nos municípios próximos a Porto Alegre seria, justamente, aquela que mais necessita de tais políticas. Ademais, a própria regulação da política de qualificação permite que residentes em outros municípios sejam incluídos nas iniciativas de capacitação na capital da metrópole.

8 8 Coeficientes de Atendimento a Turistas (CATs) Os segmentos analisados neste estudo não atendem, necessariamente, apenas a turistas, mas também a residentes locais. Por exemplo, um restaurante, prestador de serviço de alimentação, pode ser utilizado tanto por turistas quanto por trabalhadores, estudantes etc. Para identificar a proporção de demanda turística das ACTs, o Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Ipea) realizou uma consulta, por meio de telemarketing, a aproximadamente 8 mil estabelecimentos com essas características, distribuídos em cerca de municípios brasileiros. Esse levantamento possibilitou a construção, por unidade da federação, do Coeficiente de Atendimento Turístico (CAT) para cada uma das atividades. O coeficiente revela a proporção das atividades dos estabelecimentos das ACTs dedicada ao atendimento exclusivo de turistas. A aplicação do CAT do Rio Grande do Sul (35,6%) permite estimar que, na RMPA, 68 mil trabalhadores das ACTs estiveram envolvidos diretamente com o atendimento aos turistas nessa região em Para a cidade de Porto Alegre, foram estimados 27 mil trabalhadores. A Tabela 2 apresenta os resultados encontrados. TABELA 2 Estimativa dos ocupados, no trabalho principal, por Coeficiente de Atendimento Turístico (CAT) e segundo Atividades Características do Turismo (ACTs) Região Metropolitana de Porto Alegre e Município de Porto Alegre ACTs RMPA Porto Alegre CAT (1) (em mil pessoas) Estimativa Ponderada pelo CAT RMPA Porto Alegre ACTs , Agência de viagem (2) (2) 0,851 (2) (2) Alojamento 7 (2) 0,779 5 (2) Alimentação , Cultura e Lazer ,124 (2) (2) Transporte , Auxiliar do Transporte 9 (2) 0,129 (2) (2) Aluguel de Transportes (2) (2) 0,350 (2) (2) Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. Notas: (1) CAT das ACTs calculado para o Rio Grande do Sul, com base no Texto para Discussão IPEA 1320 (2008). (2) A amostra não comporta a desagregação para essa categoria.

9 9 2. ACTs: Caracterização da inserção ocupacional dos trabalhadores residentes em Porto Alegre A forma de inserção predominante para os trabalhadores residentes em Porto Alegre é o emprego protegido, que contempla os empregados com carteira assinada, nos setores público e privado, bem como os estatutários do setor público. Reunidos, eles representam 57,2% dos ocupados. Nas ACTs, a proporção de trabalhadores com emprego protegido foi de 57,6%, muito próxima da evidenciada para o total de ocupados residentes na capital gaúcha Gráfico 2. 70,0 GRÁFICO 2 Proporção dos ocupados nas ACTs e demais atividades por formas de inserção ocupacional selecionadas Município de Porto Alegre (Em %) 60,0 57,2 57,6 57,2 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 9,3 10,3 9,2 12,7 17,4 12,1 0,0 Emprego protegido Emprego ilegal Conta Própria Total ACTs Demais atividades Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. Nas formas de inserção por conta própria e emprego ilegal, os trabalhadores das ACTs se diferenciam. A presença dessas duas categorias nas atividades típicas do turismo foi superior à encontrada para os demais ocupados. A parcela de trabalhadores dessas atividades inserida em trabalhos independentes por conta própria foi de 17,4%, enquanto para os demais trabalhadores, a parcela correspondeu a 12,1%. A forma de inserção por emprego ilegal representou 10,3% dos trabalhadores das ACTs e, para os demais ocupados, a proporção foi inferior em 9,2%. Essas informações indicam que os trabalhadores no segmento em estudo caracterizam-se por possuírem vínculos laborais relativamente mais frágeis aos dos outros trabalhadores ocupados, com maior vulnerabilidade e menor segurança, indicando maior precarização das relações de trabalho. Nesse sentido, pode-se afirmar

10 10 que a própria relação de trabalho nas ACTs não favorece a qualificação profissional, uma vez que as perspectivas de progressão profissional com o investimento em qualificação não são claras aos trabalhadores. O tempo de permanência no mesmo posto é outro indicador importante da qualidade da inserção dos trabalhadores no mercado de trabalho. Quando reduzido, caracteriza-se como mercado de trabalho pouco estruturado, com maior rotatividade e, portanto, que confere pouca estabilidade e segurança para o trabalhador planejar a conciliação da vida profissional e pessoal. O tempo de permanência também repercute sobre a qualificação profissional do trabalhador, estando diretamente relacionado com o acúmulo de experiência profissional; uma importante dimensão constitutiva da qualificação profissional. O tempo médio de permanência dos trabalhadores residentes em Porto Alegre foi de 89 meses no mesmo posto, em 2011 Gráfico 3. Especificamente no segmento dos trabalhadores nas ACTs, o tempo médio de permanência foi de 73 meses; enquanto para os demais ocupados atingiu 91 meses. Essa diferença se explica pelo fato de os ocupados nas ACTs se concentrarem nas faixas de permanência inferiores a dois anos Gráfico 4. As estatísticas sobre o tempo de permanência corroboram a constatação de que os trabalhadores ocupados nas ACTs possuem vínculos relativamente mais frágeis e muito sujeitos a rotatividade, enfrentando maiores obstáculos para acumular experiência profissional, importante requisito de qualificação no mercado de trabalho GRÁFICO 3 Tempo médio de permanência dos ocupados dos ocupados nas ACTs e nas demais atividades Município de Porto Alegre (Em meses) Total ACTs Demais atividades 91 Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT.

11 11 70,0 60,0 GRÁFICO 4 Distribuição dos ocupados nas ACTs e demais atividades, segundo tempo de permanência no trabalho atual Município de Porto Alegre ,2 54,8 (Em %) 60,9 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 15,4 17,1 15,2 15,9 12,2 11,4 11,3 12,9 12,6 0,0 Até 6 meses Mais de 6 meses a 1 ano Mais de 1 a 2 anos Mais de 2 anos Total ACTs Demais atividades Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. Os rendimentos auferidos pelos trabalhadores nas ACTs confirmam a precariedade dos vínculos nessas atividades. Entre os trabalhadores residentes em Porto Alegre, em 2011, esses ocupados recebiam rendimento médio mensal de R$1.453, inferior aos ganhos dos trabalhadores em outras atividades, que foi de R$1.971 Tabela 3. TABELA 3 Rendimento médio real (1), rendimento médio real hora e jornada média semanal do total de ocupados (2), dos ocupados nas ACTs e nas demais atividades Município de Porto Alegre Discriminação Porto Alegre Total ACTs Demais atividades Rendimento médio real(1) dos ocupados(2) Jornada média semanal dos ocupados(3) Rendimento médio real(1) por hora dos ocupados(2) 10,64 7,38 10,96 Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT Notas: (1) Inflator utilizado: IPC-IEPE/RS. Valores em reais de junho de 2012 (2) Exclusive os assalariados e os empregados domésticos assalariados que não tiveram remuneração no mês, os trabalhadores familiares sem remuneração salarial e os empregados que receberam exclusivamente em espécie ou benefício (3) Exclusive os ocupados que não trabalharam na semana. Valores em horas semanais Essa desigualdade entre os rendimentos poderia ser produto da menor jornada de trabalho dos trabalhadores nas ACTs. Mas, não é esse o caso. A jornada média semanal dos porto-alegrenses nestas atividades (46 horas semanais) foi superior ao

12 12 número médio de horas trabalhadas pelos demais ocupados (42 horas), bem como acima da jornada legal vigente no Brasil (44 horas semanais). Uma jornada dessa magnitude não permite, aos trabalhadores, tempo suficiente para se qualificarem. Para que a política pública consiga, efetivamente, atingir essa população, será necessário também articular a disposição empresarial em flexibilizar a jornada de trabalho para formação dos seus empregados. A combinação de menores rendimentos e maiores jornadas faz com que o rendimento médio real por hora de trabalho dos ocupados nas ACTs represente apenas 67,3% do recebido pelos demais trabalhadores residentes em Porto Alegre em 2011 Gráfico 5. GRÁFICO 5 Rendimento médio real por hora dos trabalhadores das ACTs em proporção ao dos ocupados nas demais atividades Município de Porto Alegre (Em %) Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. Elaboração: DIEESE, com base na Tabela 3. Essa informação sugere a dificuldade dos trabalhadores das ACTs em financiar a própria qualificação profissional e, portanto, evidencia a necessidade de políticas públicas que subsidiem a capacitação aos indivíduos; seja através da concessão de bolsa de estudos, de passagens para deslocamentos, da oferta de cursos gratuitos, entre outras formas. Concluindo, a inserção ocupacional nas ACTs é marcada pela maior fragilidade da relação de trabalho, maior rotatividade, menores rendimentos e elevada

13 13 jornada. Tais características permitem afirmar que a forma de inserção ocupacional dos trabalhadores nessas atividades é mais frágil e, portanto, com elevado grau de precariedade.

14 14 3. ACTs: Perfil dos ocupados residentes em Porto Alegre A inserção ocupacional característica no segmento em discussão, sabidamente mais frágil e precária, contribui para influenciar o perfil do trabalhador atraído para essas atividades. Em termos de cor, entre os trabalhadores residentes em Porto Alegre, em 2011, a proporção de negros ocupados nas ACTs (14,7%) superou a observada em outras atividades (12,7%) Gráfico 6. A maior dificuldade de inserção dos negros no mercado de trabalho, expresso pela maior taxa de desemprego, conduz essa população a submeter-se a trabalhos menos protegidos, em segmentos laborais específicos, tal como as atividades turísticas. 100% 90% 80% 70% GRÁFICO 6 Distribuição dos ocupados nas ACTs e demais atividades por raça/cor Município de Porto Alegre (Em %) 60% 50% 87,1 85,3 87,3 40% 30% 20% 10% 0% 12,9 14,7 12,7 Total ACTs Demais atividades Negra Não-negra Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT Em relação à idade, os trabalhadores nas ACTs estão sobrerrepresentados nas faixas etárias entre 16 e 39 anos Gráfico 7. Nas faixas etárias acima de 40 anos, a parcela desses trabalhadores é menor que a registrada nas demais atividades. Ainda que a característica de empregar trabalhadores mais jovens guarde relação com a própria natureza das atividades no turismo, que exigem mais energia e dinamismo, também aqui se evidencia uma relação entre vulnerabilidade e trabalho precário. Com maiores dificuldades de inserção laboral, submetidos à condição de desemprego, os jovens são compelidos a aceitar postos de trabalho com vínculos mais frágeis e em condições de trabalho mais precárias, tal como encontrado nas ACTs. A

15 15 expectativa dos jovens com essa sujeição é, para além de uma alternativa de renda, acumular experiência profissional, requisito de contratação importante no mercado de trabalho e que os jovens, normalmente, não conseguem acumular. Um problema dessa situação é que ela não incentiva a permanência no posto, uma vez que, na primeira oportunidade melhor de trabalho que surgir, o jovem provavelmente deixará o setor constatação corroborada pelo menor tempo de permanência dos ocupados nas ACTs. GRÁFICO 7 Proporção dos ocupados nas ACTs e demais atividades por faixa etária Município de Porto Alegre (Em %) 45,0 42,8 39,3 38,8 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 13,914,7 13,8 22,7 22,9 21,4 17,515,2 17,8 10,0 5,0 0,0 6,65,86,7 16 a 24 anos 25 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60 anos e mais Total ACTs Demais atividades Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. A análise da escolaridade dos ocupados nas ACTs revela um perfil de trabalhador com menor grau de instrução frente aos ocupados dos demais setores. Em 2011, a proporção de trabalhadores residentes em Porto Alegre com até ensino médio incompleto atingiu 40,0% nas ACTs e somente 25,5% nas outras atividades A parcela daqueles que completaram o ensino médio ou estão cursando o ensino superior é similar entre os trabalhadores das atividades turísticas (46,5%) e nas demais atividades (43,8%). Por outro lado, a proporção de ocupados nas ACTs na faixa de escolaridade mais elevada, constituída por aqueles com ensino superior completo, é bem menor (13,4%) que a encontrada para os ocupados em outras atividades (30,4%) - Gráfico 8.

16 16 GRÁFICO 8 Proporção dos ocupados nas ACTs e demais atividades por escolaridade Município de Porto Alegre (Em %) 50,0 45,0 44,1 46,5 43,8 40,0 35,0 30,0 28,5 30,4 25,0 23,4 20,0 15,0 12,4 16,6 11,8 14,8 13,7 13,4 10,0 5,0 0,0 Ensino fundamental incompleto (1) Ensino fundamental completo+médio incompleto Ensino médio completo+superior incompleto Ensino superior completo Total ACTs Demais atividades Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. Nota: (1) Inclui os alfabetizados sem escolaridade. A dificuldade de atrair profissionais com maior escolaridade nas ACTs está relacionada com as características da inserção ocupacional oferecida nessas atividades. Em um contexto de expansão econômica e geração de novas oportunidades de trabalho, os trabalhadores que buscam um emprego têm maior liberdade para escolher entre os melhores postos que estão abertos na economia. Nesse sentido, a fragilidade e as condições de trabalho oferecidas nas ACTs podem não estar atraindo exatamente os trabalhadores mais escolarizados. Por fim, nas ACTs há predominância de trabalhadores do sexo masculino (65,7%) Gráfico 9. Nas demais atividades econômicas, a presença de homens e mulheres é mais equitativa respectivamente, 50,7% e 49,3%. Essa característica de gênero das atividades do turismo provavelmente reflita o fato de o segmento dos transportes ter relevância entre as atividades, já que ocupam quase a metade do total de trabalhadores desse segmento e que, pela sua natureza, ainda é um espaço de trabalho tipicamente masculino.

17 17 GRÁFICO 9 Distribuição dos ocupados nas ACTs e demais atividades por sexo Município de Porto Alegre (Em %) 100,0 90,0 80,0 70,0 47,6 34,3 49,3 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 52,4 65,7 50,7 10,0 0,0 Total ACTs Demais atividades Homem Mulher Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT.

18 18 4. Estudo ocupacional sobre necessidades de qualificação profissional nas ACTs A experiência do DIEESE no estudo da inserção ocupacional dos trabalhadores evidencia que tal informação tem o potencial de indicar as áreas do saber mais demandadas pelo mercado de trabalho e, desse modo, subsidiar a definição e a formatação da oferta de cursos de qualificação profissional. Em virtude de Porto Alegre hospedar jogos da Copa do Mundo 2014, interessa aqui informar quais as ocupações mais mobilizadas pelas ACTs na RMPA. Combinada com outras fontes de informações, os dados encontrados a partir das estatísticas do mercado de trabalho sinalizam as prioridades de qualificação profissional da força de trabalho para a sustentação de um evento da magnitude dos jogos da Copa do Mundo. O processamento das informações ocupacionais dos trabalhadores das ACTs na RMPA permitiu a construção de um ranking com as 20 famílias ocupacionais com maior número de ocupados na região (Tabela 4). No topo da lista está a família ocupacional de Garçons, barmen, copeiros e sommeliers, com 9,8% do total de ocupados. Em seguida aparecem os Motoristas, de cargas (9,0%) e de veículos de pequeno e médio porte (8,2%). Merece destaque ainda o segmento de Cozinheiros (7,9%), em quarto lugar no ranking. Cabe sublinhar que as 11 primeiras famílias reúnem um contingente significativo de ocupados, possibilitando a divulgação da proporção de cada uma no total de ocupados nas ACTs. Ademais, é notória a concentração dos trabalhadores no segmento em análise nas 20 famílias ocupacionais com maior número de indivíduos (79,1%). Mais de duas centenas de outras famílias ocupacionais são responsáveis por apenas 20,9% dos ocupados. Desse modo, há fortes evidências para que a política de qualificação profissional porto-alegrense para a Copa do Mundo 2014 possa ser centrada nessas áreas. No sentido de refinar essa análise, para uma indicação mais precisa, a Tabela 4 também apresenta as principais ocupações de cada família ocupacional destacada. Essa informação potencializa subsidiar inclusive a definição do conteúdo a ser enfatizado nos cursos de capacitação profissional que deverão ser ofertados visando à realização da Copa na região.

19 19 TABELA 4 Distribuição dos ocupados, no trabalho principal, nas ACTs por principais famílias ocupacionais e suas ocupações Região Metropolitana de Porto Alegre (%) Ordem Famílias Ocupacionais Distribuição no total das ACTs Ocupações Distribuição no total da família ocupacional 1 Garçons, barmen, copeiros e 9,8 Atendente de lanchonete 56,1 sommeliers Garçom 39,0 Copeiro (2) Barman (2) Garçom (serviços de vinhos) (2) 2 Motoristas de veículos de cargas em Motorista de caminhão (rotas regionais e 9,0 geral internacionais) 79,6 Caminhoneiro autônomo (rotas regionais e internacionais) (2) Motorista operacional de guincho (2) 3 Motoristas de veículos de pequeno e 8,2 Motorista de táxi 55,4 médio porte Motorista de furgão ou veículo similar 36,1 Motorista de carro de passeio (2) 4 Cozinheiros 7,9 Cozinheiro geral 97,6 Cozinheiro industrial (2) Cozinheiro do serviço doméstico (2) 5 Motoristas de ônibus urbanos, metropolitanos e rodoviários 5,6 Motorista de ônibus urbano 81,0 Motorista de ônibus rodoviário (2) 6 Gerentes administrativos, financeiros e de riscos 5,6 Gerente administrativo 96,7 Gerente financeiro (2) 7 Fiscais e cobradores dos transportes Cobrador de transportes coletivos (exceto 4,3 coletivos trem) 81,9 Fiscal de transportes coletivos (exceto trem) (2) Bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) (2) 8 Escriturários em geral, agentes, 4,2 Assistente administrativo 67,7 assistentes e auxiliares administrativos Auxiliar de escritório, em geral (2) Auxiliar de pessoal (2) Auxiliar de serviços de importação e exportação (2) 9 Trabalhadores de cargas e descargas 3,8 Ajudante de motorista (2) de mercadorias Carregador (veículos de transportes terrestres) (2) Carregador (armazém) (2) 10 Trabalhadores auxiliares no serviço de alimentação Carregador (aeronaves) (2) Estivador (2) 3,5 Auxiliar no serviço de alimentação 100,0 (continua)

20 20 Ordem Famílias Ocupacionais Distribuição no total das ACTs Ocupações Distribuição no total da família ocupacional 11 Caixas e bilheteiros (exceto caixa de 2,8 Operador de caixa (2) banco) Bilheteiro de transportes coletivos (2) Emissor de passagens (2) Bilheteiro no serviço de diversões (2) 12 (2) Recepcionista, em geral (2) Recepcionistas Recepcionista de hotel (2) 13 Gerentes de operações comerciais e de assistência técnica (2) Comerciante varejista (2) 14 Gerentes de operações de serviços em (2) Gerente de restaurante (2) empresa de turismo, de alojamento e Gerente de bar (2) alimentação Gerente de hotel (2) 15 Trabalhadores nos serviços de (2) Faxineiro (2) manutenção e conservação de edifícios Trabalhador de serviços de manutenção e logradouros de edifícios e logradouros (2) Gari (2) 16 Técnicos em turismo (2) Organizador de evento (2) Agente de viagem (2) Operador de turismo (2) 17 Motociclistas e ciclistas de entregas Motociclista no transporte de documentos (2) rápidas e pequenos volumes (2) 18 Profissionais da educação física (2) Preparador físico (2) Avaliador físico (2) Preparador de atleta (2) 19 Apontadores e conferentes (2) Operador de caixa (2) 20 Porteiros e vigias (2) Vigia (2) Porteiro de edifícios (2) Porteiro (hotel) (2) Porteiro de locais de diversão (2) Outros - 20,9 - - Total - 100,0 - - Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. Visando apurar o potencial informativo do estudo, a Tabela 5 apresenta o ranking das 20 principais ocupações dos trabalhadores nas ACTs na RMPA.

21 21 Ordem TABELA 5 Distribuição dos ocupados, no trabalho principal, nas ACTs por principais ocupações Região Metropolitana de Porto Alegre (%) Distribuição no total Ocupações das ACTs 1 Cozinheiro geral 7,8 2 Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) 7,1 3 Atendente de lanchonete 5,5 4 Gerente administrativo 5,4 5 Motorista de ônibus urbano 4,6 6 Motorista de táxi 4,5 7 Garçom 3,8 8 Cobrador de transportes coletivos (exceto trem) 3,5 9 Auxiliar no serviço de alimentação 3,5 10 Motorista de furgão ou veículo similar 3,0 11 Assistente administrativo 2,8 12 Ajudante de motorista (2) 13 Operador de caixa (2) 14 Comerciante varejista (2) 15 Faxineiro (2) 16 Caminhoneiro autônomo (rotas regionais e internacionais) (2) 17 Recepcionista, em geral (2) 18 Motociclista no transporte de documentos e pequenos volumes (2) 19 Preparador físico (2) 20 Auxiliar de escritório, em geral (2) Outros - 33,4 Total - 100,0 Fonte: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT. As ocupações listadas na Tabela 5, quando comparadas com as informações sobre os cursos de qualificação profissional programados para 2013, em Porto Alegre, incluídos no Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico), permite identificar as atividades para as quais não foram encontradas iniciativas de capacitação no município. Essas áreas do saber, ainda não cobertas por cursos públicos de qualificação profissional, são destacadas no Quadro 1, e merecem ser consideradas no planejamento dos próximos investimentos em qualificação profissional com vistas à Copa do Mundo de 2014 em Porto Alegre.

22 22 QUADRO 1 Ocupações para as quais não há cursos de qualificação profissional previstos no Pronatec 2013 Porto Alegre Cozinheiro geral Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) Gerente administrativo Motorista de ônibus urbano Motorista de táxi Cobrador de transportes coletivos (exceto trem) Comerciante varejista Faxineiro Caminhoneiro autônomo (rotas regionais e internacionais) Motociclista no transporte de documentos e pequenos volumes Preparador físico Auxiliar de escritório, em geral Fontes: PED-RMPA - Convênio FEE, FGTAS, PMPA, SEADE, DIEESE e apoio MTE/FAT e Pronatec 2013 Porto Alegre. Cabe considerar que a ocupação de Preparador Físico, segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, exige formação de nível, no mínimo, superior. Portanto, os cursos livres de qualificação profissional não atenderiam às necessidades dessa formação. Do mesmo modo, a inserção de Gerente Administrativo, dependendo das funções e atribuições do cargo, também pode exigir formação superior. Por fim, restará saber se as ocupações aqui destacadas como prioritárias não são atendidas por outras iniciativas de capacitação, inclusive privadas. Nesse sentido, e concluindo, é profundamente desejável que s indicações, obtidas a partir das estatísticas, sejam combinadas ainda com outras informações para a definição dos cursos de qualificação a serem realizados. Essas outras informações podem ser levantadas a partir do diálogo social entre governo, empresários e trabalhadores, reunidos em torno das comissões municipais de trabalho, emprego e renda do município.

23 23 Notas Metodológicas Esse estudo baseou-se na definição de Atividades Características do Turismo (ACTs) utilizada pelo Sistema Integrado de Informações sobre o Mercado de Trabalho no setor de Turismo (SIMT), desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Ipea) com apoio da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) e Ministério do Turismo (MTUR). Essas informações podem ser encontradas no Texto para Discussão do Ipea número 1.320, de janeiro de 2008, escrito por Margarida Hatem Pinto Coelho sob o título Distribuição Espacial da Ocupação no Setor de Turismo: Brasil e Regiões. - Divisões da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) 2.0 Domiciliar que compõem as ACTs: 79000: Agências de viagens, operadores turísticos e serviços de reservas; 55000: Alojamento; 56011: Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas; 56012: Serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada; 56020: Serviços ambulantes de alimentação; 90000: Atividades artísticas, criativas e de espetáculos; 91000: Atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental; 92000: Atividades de exploração de jogos de azar e apostas; 93011: Atividades esportivas; 93012: Atividades de condicionamento físico; 93020: Atividades de recreação e lazer; 49010: Transporte ferroviário e metroferroviário; 49030: Transporte rodoviário de passageiros; 49040: Transporte rodoviário de carga; 49090: Outros transportes terrestres; 50000: Transporte aquaviário; 51000: Transporte aéreo; 52020: Atividades auxiliares dos transportes e atividades relacionadas à organização do transporte de carga;

24 : Armazenamento, carga e descarga; 77020: Aluguel de meios de transportes, máquinas e equipamentos sem operador e gestão de ativos intangíveis não financeiros. A abordagem ocupacional deste estudo tomou a Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA), como um todo, por duas razões: i) forte movimento pendular de trabalhadores de Porto Alegre que residem em outros municípios da região, sobretudo nas ACTs; e ii) os trabalhadores residentes nas cidades vizinhas podem fazer cursos de qualificação profissional em Porto Alegre. Cada ACT ocupa trabalhadores com distintas formações, experiências e habilidades, sintetizadas em sua classificação ocupacional. Mas há um volume razoável de ocupações transversais às diversas atividades turísticas. Por isso, o estudo ocupacional reuniu todas as ACTs e considerou as ocupações desse conjunto de trabalhadores, agregadamente. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da RMPA utiliza a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) de O estudo está centrado nas atividades mobilizadas no momento da realização do evento Copa do Mundo Ou seja, não é foco do estudo as atividades demandadas por atividades de preparação da infraestrutura para a Copa (construção, comunicação, etc.), pois muitas dessas obras já estão em andamento e o período de qualificação profissional para essas ocupações já passou. Também não são foco do estudo as atividades auxiliares de saúde e segurança, que serão mais demandadas durante a Copa, mas que dependem de um planejamento público eficiente, já que são áreas de forte presença estatal.

25 25 Escritório Nacional: rua Aurora, 957-1º andar - Centro São Paulo - SP PABX: (011) Fax: (011) Direção Executiva Presidente: Antonio de Sousa - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Osasco e Região - SP Secretária Executiva: Zenaide Honório - APEOESP Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo - SP Vice Presidente: Alberto Soares da Silva - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Energia Elétrica de Campinas - SP Diretor Executivo: Edson Antônio dos Anjos - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas de Máquinas Mecânicas de Material Elétrico de Veículos e Peças Automotivas da Grande Curitiba - PR Diretor Executivo: Josinaldo José de Barros - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Materiais Elétricos de Guarulhos Arujá Mairiporã e Santa Isabel - SP Diretor Executivo: José Carlos Souza - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Energia Elétrica de São Paulo - SP Diretor Executivo: Luis Carlos de Oliveira - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de São Paulo Mogi das Cruzes e Região - SP Diretora Executiva: Mara Luzia Feltes - Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramentos Perícias Informações Pesquisas e de Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul - RS Diretora Executiva: Maria das Graças de Oliveira - Sindicato dos Servidores Públicos Federais do Estado de Pernambuco - PE Diretora Executiva: Marta Soares dos Santos - Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo Osasco e Região - SP Diretor Executivo: Paulo de Tarso Guedes de Brito Costa - Sindicato dos Eletricitários da Bahia - BA Diretor Executivo: Roberto Alves da Silva - Federação dos Trabalhadores em Serviços de Asseio e Conservação Ambiental Urbana e Áreas Verdes do Estado de São Paulo - SP Diretor Executivo: Ângelo Máximo de Oliveira Pinho - Sindicato dos Metalúrgicos do ABC - SP Direção Técnica Clemente Ganz Lúcio diretor técnico Ademir Figueiredo coordenador de estudos e desenvolvimento José Silvestre Prado de Oliveira coordenador de relações sindicais Nelson de Chueri Karam coordenador de educação Rosana de Freitas coordenadora administrativa e financeira Parceria Financiador do estudo: Prefeitura Municipal de Porto Alegre PMPA, através da Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego SMTE. Prefeito do Município de Porto Alegre: José Fortunati Secretário Municipal do Trabalho e Emprego: Pompeo de Mattos Gerente de Qualificação para o Trabalho e Emprego: José Alberto Jonher Gerente da Área de Informações sobre o Mercado de Trabalho: Krishna Daudt

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