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1 1 de 11 01/11/ :14 Juntas em drywall O termo drywall é aqui adotado para designar genericamente sistemas construtivos de paredes internas não-estruturais constituídas de chapas de gesso acartonado fixadas em perfis de aço zincado. O sistema é composto, basicamente, pelos seguintes materiais: chapas de gesso acartonado: são do tipo standard (ST), para uso geral em ambientes secos, resistentes à umidade (RU), para uso em locais sujeitos à ação da umidade, de forma intermitente, ou resistentes ao fogo (RF), para uso específico em áreas secas. As chapas devem atender a NBR perfis de aço zincados: responsáveis pela estrutura suporte das paredes, são designados como guias e montantes para estrutura de paredes, e cantoneiras para arremates de canto. Os perfis devem atender a NBR parafusos: empregados para fixação de chapas de gesso a perfis, como guias e montantes; podem ser do tipo ponta agulha ou ponta broca, com tipo de cabeça lentilha ou trombeta. As exigências normativas estão sendo elaboradas no âmbito do PSQ-Drywall (Programa Setorial da Qualidade de Drywall, vinculado ao PBQP-H, Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), inclusive de resistência à corrosão em câmara de névoa salina massas para juntas: empregadas para tratamento e acabamento das juntas entre as chapas de gesso; podem ser massas prontas para o uso ou massas em pó para o preparo na obra. As exigências normativas estão sendo elaboradas no âmbito do PSQ-Drywall, com base na ASTM C475 e textos do CSTB (Centre Scientifique et Technique du Bâtiment) fitas para juntas: utilizadas, juntamente com as massas, para tratamento das juntas entre as chapas de gesso; podem ser fitas de papel microperfurado ou fitas de papel microperfurado com reforço metálico lã mineral: material absorvente acústico, empregado para aumentar o isolamento sonoro das paredes Este artigo limita-se às juntas típicas entre chapas de gesso acartonado, aplicadas internamente, considerando principalmente as chapas com bordas rebaixadas, e aos encontros das paredes de gesso acartonado com forros, pilares, vigas e paredes de alvenaria. Não se aplica a outros tipos de chapas, nem a juntas entre componentes de fachada ou cobertura.

2 2 de 11 01/11/ :14 Características dos materiais utilizados para tratamento das juntas Os materiais essenciais para tratamento das juntas são as massas, prontas para uso ou em pó, e as fitas de papel microperfurado. A tabela 1 indica as características técnicas exigidas para as massas e fitas de acordo com a ASTM C 475. Os valores especificados para cada produto isoladamente ou para o conjunto massa/fita devem ser avaliados por ensaios realizados em laboratório. A figura 1 ilustra alguns desses ensaios. Elementos de projeto Juntas de movimentação nas paredes Recomenda-se adotar juntas de movimentação em paredes de grandes dimensões, para evitar problemas de fissuração por movimentações higrotérmicas. A distância máxima entre as juntas de movimentação deve ser de, preferencialmente, 15 m.

3 3 de 11 01/11/ :14 No caso de paredes simples (uma chapa de gesso em cada face), recomenda-se uma junta de movimentação a cada 50 m2. Para paredes duplas (duas chapas de gesso em cada face), recomenda-se uma junta a cada 70 m2. Juntas flexíveis (ou telescópicas) entre paredes e lajes As folgas deixadas no processo de execução das paredes normalmente são suficientes para evitar problemas de interface com a estrutura do edifício. Todavia, para estruturas com flechas maiores, prever detalhes especiais para acomodação dos esforços, conforme figura 2. Juntas de construção entre as chapas de gesso Juntas verticais As juntas verticais em uma face da parede devem ser desencontradas em relação às da outra face (figura 3-A). No caso de paredes com chapas duplas, as juntas da segunda camada devem ser defasadas da primeira (figura 3-B). Juntas horizontais Recomenda-se evitar as juntas horizontais entre as chapas de gesso, devido à ausência do rebaixo de borda nessa direção para o tratamento das juntas. Portanto, as chapas devem possuir a altura do pé-direito, com cerca de 1 cm a menos, de forma que a folga fique, pelo menos, na parte inferior da parede (figura 4).

4 4 de 11 01/11/ :14 Para paredes com pé-direito maior do que 3 m há necessidade de juntas horizontais, as quais devem ser posicionadas de forma descontínua para evitar a fissuração (figura 5). Juntas entre as chapas na região de esquadrias No alinhamento das esquadrias, as juntas das chapas devem ser preferencialmente desencontradas, tanto para portas como para eventuais aberturas no interior do edifício (figuras 6-A, 6-B e 6-C). Encontros entre paredes de drywall Recomenda-se a previsão de montantes, independentemente da modulação da estrutura, para fixação das paredes perpendiculares entre si (figuras 7-A e 7-B).

5 5 de 11 01/11/ :14 Encontros entre paredes de drywall e vigas (ou pilares) ou paredes de alvenaria Recomenda-se que as chapas de gesso passem continuamente sobre as faces laterais das vigas (ou pilares), conforme figura 8-A. Outra alternativa, caso necessário, seria interromper as chapas no encontro com a face inferior das vigas, ou face de topo de pilares, formando uma espécie de "dente", e tratar a junta conforme o procedimento utilizado para cantos internos (figuras 8-B e 8-C). Não é recomendável interromper a chapa no encontro com fundos de vigas, faces de pilares ou paredes de alvenaria no mesmo alinhamento, como pode ser visto na figura 9-A, o que pode gerar fissuras nessa região, como ilustra a figura 9-B.

6 6 de 11 01/11/ :14 Recomenda-se que os encontros das chapas de gesso com alvenarias ou elementos estruturais como vigas ou pilares sejam sempre perpendiculares, e não em linha, o que possibilita, caso necessário, o emprego de selantes flexíveis nas juntas formadas (figuras 10-A e 10-B). Procedimentos de execução das juntas Antes de iniciar o preparo ou a homogeneização das massas, recomenda-se fazer uma avaliação visual da embalagem para identificar eventuais danos no lacre, data de validade, etc., e uma análise do aspecto da massa para identificar anomalias como a presença de grumos, odor e coloração alterada. Caso sejam identificadas anomalias, recomenda-se não empregar a massa e contatar a assistência técnica do fornecedor. A base para aplicação da massa, ou seja, a superfície das chapas, deve ter sido adequadamente executada e deve ser verificada antes do tratamento das juntas, bem como a fixação dos parafusos, para que suas cabeças estejam faceando o cartão; se os parafusos estiverem com as cabeças salientes, haverá dificuldades na aplicação da massa e, caso contrário, se o parafuso perfurar o cartão, haverá deficiência na fixação das chapas. Caso haja desvios no alinhamento das superfícies da parede, estes permanecerão mesmo depois do tratamento das juntas. Preparo das massas em pó No caso de massas em pó, há a necessidade de adicionar água até que a massa atinja uma consistência que permita trabalhabilidade adequada para trabalho com espátula. Em geral, essa quantidade de água vem especificada

7 7 de 11 01/11/ :14 na embalagem do produto. A mistura pode ser feita manualmente ou utilizando-se o agitador mecânico que, geralmente, consiste numa hélice metálica acoplada a uma furadeira elétrica. A massa resultante deve estar isenta de grumos. As massas não podem ser utilizadas, reutilizadas ou reumedecidas após o início de endurecimento. Homogeneização da massa pronta para uso A homogeneização da massa pronta pode ser feita manualmente ou utilizando-se o agitador mecânico. A massa pronta para uso já tem água na mistura, não devendo ser adicionada mais água na obra, a menos que haja recomendação expressa do fornecedor. O emprego da ferramenta adequada facilita a homogeneização da massa; caso contrário, tem-se a impressão de que a massa não está bem homogênea e que há necessidade de acrescentar água, o que não é adequado. Ferramentas empregadas Para o preparo da massa utiliza-se um batedor ou agitador mecânico (figura 11-A). Para o tratamento das juntas são empregadas espátulas metálicas (tradicional, larga e de ângulo) e desempenadeira metálica, conforme visto na figura 11-B. Tratamento das juntas entre chapas - borda rebaixada Tratar as juntas significa preencher o espaço entre as bordas das chapas de gesso, permitindo o nivelamento e o acabamento desejados. Deve-se utilizar a massa especialmente desenvolvida para isso, ou seja, nunca empregar pasta de gesso comum, massa de fixação, massa corrida ou qualquer outro tipo de massa, o que poderia comprometer o sistema com o surgimento de fissuras ou, até mesmo, destacamentos. Recomendam-se os seguintes procedimentos de execução: 1. Utilizando uma espátula metálica de 150 mm ou 200 mm, espalhar uma certa quantidade de massa para rejunte, preenchendo toda a junta entre as chapas de gesso e cobrindo cerca de 70 mm de cada lado (figura 12-A). Marcar o eixo da junta (centro) com o auxílio da espátula (figura 12-B).

8 8 de 11 01/11/ :14 2. Enquanto a massa ainda estiver úmida, colocar a fita de papel microperfurado sobre a massa, com a saliência da dobra da fita sobre o eixo da junta (figura 13-A). Pressionar firmemente com uma espátula inclinada a 45º, para que o excesso da massa saia pela lateral da fita e para que esta fique bem aderida à massa, evitando-se a formação de bolhas de ar, vazios e enrugamento. Recomenda-se cobrir a fita com uma leve camada de massa para que a mesma não se desprenda, ainda com a massa sobre a fita molhada (figura 13-B). 3. Após a secagem completa, variável em função do tipo de massa, da temperatura e da umidade relativa do ar, aplicar mais uma camada de massa, cuja largura deve ser de pelo menos 75 mm de ambos os lados, a partir do eixo central da junta. 4. Utilizando uma desempenadeira metálica, fazer o acabamento da junta com uma ou mais aplicações de massa, sempre aguardando a secagem completa de cada demão, evitando-se rebaixos (figura 14). É importante o emprego da desempenadeira e não da espátula, pois a largura do acabamento é importante no acabamento da parede; quanto mais largo o acabamento com a massa, melhor será o acabamento da superfície da parede

9 9 de 11 01/11/ :14 5. Após a secagem completa da última demão, as superfícies que recebem massa de rejunte são lixadas, antes da pintura, com lixa envolta em taco de madeira ou outro instrumento de base plana, eliminando rebarbas e ondulações. No caso do emprego de revestimento cerâmico, com argamassa colante, não é necessário tal lixamento. A figura 15 mostra o aspecto das juntas acabadas. As seguintes precauções são importantes: no cruzamento de juntas não é recomendável sobrepor as fitas; sugere-se interromper um dos lados para não criar desníveis nessa região n no caso de vãos maiores do que 3 mm entre chapas ou entre as chapas e os elementos periféricos (paredes, lajes, etc.), recomenda-se calafetar os vãos com massa de colagem ou selantes acrílicos para paredes com mais de uma camada de chapas em uma mesma face, tratam-se as juntas das camadas intermediárias com fita de papel e massa, sem necessidade do acabamento, executando-se a junta completa, com massa e fita de papel, e promovendo o acabamento na camada externa. Juntas entre chapas - borda reta de topo Neste caso, recomenda-se chanfrar a borda realizando-se um corte com estilete num ângulo de aproximadamente 45º em toda a extensão da borda. Para se obter um acabamento adequado, recomenda-se que a largura da junta tratada seja de aproximadamente 60 cm. Tomando-se esses cuidados, o restante do procedimento é análogo ao das juntas entre chapas com bordas rebaixadas. Juntas em cantos Cantos internos

10 10 de 11 01/11/ :14 Aplicar uma camada de massa de cada lado do canto (figura 16-A). Dobrar a fita de papel no eixo pré-marcado, pressionando-a no canto para aderir à massa (figura 16-B). Quando a primeira camada estiver seca aplicar a segunda camada de massa, com largura de pelo menos 75 mm maior do que a primeira camada (figura 16-C). Cantos externos Proteger os cantos externos da ação de choques mecânicos utilizando cantoneira metálica (figura 17). Para regiões de aberturas internas, com pouca probabilidade de impacto, pode-se utilizar cantoneira metálica ou fita de papel microperfurado com reforço metálico. A fita deve ser dobrada no eixo pré-marcado, colocada sobre o canto e comprimida com o auxílio de uma espátula. A cantoneira deve ser aplicada com a ajuda de uma régua, de forma a comprimi-la em todo o seu comprimento. Aplicar as camadas de massa para tratamento das juntas; nunca aplicar em uma única camada espessa, pois podem ocorrer fissuras na massa. Juntas entre paredes e forros ou lajes Nas juntas entre paredes de drywall e forros em drywall, ou entre paredes de drywall e lajes de concreto, o tratamento deve ser executado da forma indicada para cantos internos, sempre com emprego da fita de papel microperfurada e massa para juntas. Dependendo da forma executiva da parede, caso haja folga entre a chapa de gesso e o forro ou a laje, podem ser aplicadas molduras decorativas, tomando-se o cuidado de fixar as molduras somente no forro ou na laje. Leia Mais

11 11 de 11 01/11/ :14 ASTM C Standard specification for joint compound and joint tape for finishing gypsum board. Philadelphia, ASTM C Standard specification for apllication and finishing of gypsum board. Philadelphia, BS Code of practice of dry lining and partitioning using gypsum plasterboard. London, Manual de Montagem de Sistemas Drywall. Editora PINI, Como construir: paredes de chapas de gesso acartonadas. Cláudio Vicente Mitidieri Filho. Revista Téchne no 30. Set/Out NBR Chapas de gesso acartonado - Requisitos. ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). NBR Perfis de aço para sistemas de gesso acartonado - Requisitos. ABNT (Asssociação Brasileira de Normas Técnicas). Método construtivo de vedação vertical interna de chapas de gesso acartonado. Eliana Kimie Taniguti. Dissertação (Mestrado). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. São Paulo, Cláudio Vicente Mitidieri Filho Pesquisador IPT-Cetac Fabiana da Rocha Cleto Assistente de pesquisador IPT-Cetac Josias Marcelino da Silva Químico assistente IPT-DEC

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