Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos"

Transcrição

1 Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos

2 1º Fórum Brasileiro de Custos de Obras Públicas

3 Metodologia de Cálculo Orientação Técnica para Cálculo do Preço de Referência em Licitações de Obras Públicas (Elaborada Originalmente pelo IBEC)

4 Temos que calcular o PREÇO SOCIALMENTE JUSTO (VERDADEIRO)

5 Elaboração de Estimativas de Custos e Auditorias Deverá ser executado por profissional habilitado. Exigência de ART em orçamentos e laudos de auditorias.

6 BDI Único por Contrato Exigência de um BDI único por contrato. BDI sobre fornecimento de materiais: BDI sobre fornecimento de materiais: Aplicável em licitação própria.

7 Exigências Legais Atender ao exigido pela: Lei Nº 8.666/93 das Licitações e; LDO Lei de Diretrizes Orçamentárias Técnica da Engenharia de Custos Legislação Brasileira

8 Lei Nº 8.666/93, art. 7º Definição de Projeto Básico: Entre outros pontos. Existir orçamento detalhado em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários.

9 Lei Nº 8.666/93, art. 7º Plano da Qualidade: Especificações Técnicas ou Memorial Descritivo

10 Planilhas Obrigatórias na Proposta de Preços Cálculo Detalhado dos Encargos Sociais e Complementares Cálculo Detalhado do BDI Composições de Preços Unitários dos Serviços Planilha de Orçamento ou de Quantidades e preços Unitários

11 Plano da Qualidade Projeto Básico de bom nível Especificações Técnicas rigorosas

12 Antes de uma boaobra vem sempre um bom projeto Fonte: SINAENCO

13 Definições Importantes O Preço de Referência de um serviço de engenharia corresponde a uma estimativa de custos, que pode ser definida como: Métodos de projeção dos recursos monetários necessários à realização dos serviços que constituem uma obra ou projeto, de acordo com um plano de execução previamente estabelecido.

14 Estimativa de Custos Nas Estimativas de Custos temos uma Margem de Erro em função da sua origem. O ICEC International Cost Engineering Council apresenta pesquisa sobre o assunto.

15 Estimativa de Custos Nunca o Preço de Referência calculado pelo órgão público será REAL ou EXATO, independe da metodologia adotada. A metodologia adotada no País eleva o ERROem função, principalmente, das falhas hoje verificadas.

16 CENÁRIO ATUAL O Preço de Referênciadas obras públicas está em média 28% abaixo do CUSTOdas empresas prestadoras de serviços. Para Serviços de Consultoria e Obras.

17 Definições Importantes Preço de Referência Unitário = Tabela de Custos (*) Unitários Diretos X BDI de Referência (*) Após aplicação de α ou

18 Composição de Custo Unitário A composição de custo unitário direto de cada serviço deve expressar a realidade de cada obra, isto é: -a composição de custo unitário direto de cada serviço tabelada deve ser revista analiticamente, bem como, através de pesquisa dos preços dos insumos e logística.

19 Atenção ao Adotar uma Tabela A utilização de uma tabela deve ser realizada após a verificação da compatibilidade entre os serviços necessários à construção.

20 Utilização de Tabelas -Exemplo O preço unitário de um serviço de CBUQ em rodovias não se aplica a aeroportos ou vias urbanas. Um custo unitário de um serviço de concreto em uma edificação não se aplica a pontes, barragens e etc.

21 Tabelas Cada empresa pública deve ter sua própria tabela de custos unitários contendo os serviços que lhe são próprios. Estes custos unitários são meramente genéricos não podendo ser definidos como custo unitário direto de um Preço de Referência.

22 Tabela de Custos Unitários As empresas públicas devem definir as composições de Custos Unitários dos Serviços das Tabelas da Faixa Ada Curva ABC através de levantamento de campo.

23 A Composição de Custo Unitário de um Serviço depende, entre outros fatores: Produtividade da Mão de Obra Produtividade da Mão de Obra Técnica executiva Topografia Geotécnica Clima Logística de Materiais

24 Preço Unitário de Referência BDI Referencial É calculado a partir da definição de suas variáveis, após pesquisa realizada nas empresas que normalmente atuam no órgão contratante. BDI Referencial Estas variáveis devem ser definidas em função da ciência de custos, jamais serem adotadas por critérios estatísticos ou estudos acadêmicos.

25 BDI Referencial É possível se calcular o percentual de BDI a ser adotado por um contratante. Este cálculo tem que ser, exclusivamente executado a partir de estudo prático.

26 Preço Unitário de Referência A aplicação da metodologia atual e aqui explicitada, custo direto E o BDI Referencial apresenta uma Margem de Erro elevada. Margem de Erro Margem de Erro de uma Estimativa de Custos (segundo o ICEC) Origem da Estimativa Margem de Erro (+-) Projeto Executivo 5% Projeto Básico 10% a 15%

27 Fórmula do BDI (Todas as variáveis em %) AC Administração Central CF Custo Financeiro S Seguros BDI = GC Garantia Contratual MI Margem de Incerteza e Erro TR Tributos sobre a Receita LB Lucro Bruto = ( (1+AC+CF+S+GC+MI) ) -1 (1-(TR+LB))

28 Administração Central Órgãos Contratantes Depende de pesquisa independente junto as empresas prestadoras de serviços; Empresas Prestadoras de serviços de engenharia: Deve-se respeitar os valores admitidos pelas empresas ou realizar auditoria.

29 Custo Financeiro Corrigir monetariamente a moeda, em função dos critérios de medição e pagamento do contrato. A critério da empresa prestadora de serviço.

30 SEGUROS Para órgãos contratantes deve representar todos os seguros exigidos no Edital de Licitação. Para empresas prestadoras de serviços representará todos os seguros que forem exigidos e aqueles de seu interesse.

31 Garantia Contratual Para o órgão contratante: de acordo com o previsto na Lei Nº 8.666/1993 De acordo com o previsto na Lei Nº 8.666/1993 ou o interesse da empresa prestadora de serviço.

32 Margem de Erro Órgão Público: Prestador de Serviço: Alternativa: Adotar critério estabelecido pelo ICEC. Não deverá adotar esta variável.

33 Tributos sobre a Receita Órgão Público: Prestador de Serviço: Adotar: ISS COFINS PIS Os mesmos

34 Lucro Bruto Lucro Bruto = Lucro Líquido + ( IRPJ + CSLL) IRPJ depende do Regime Tributário

35 Lucro Bruto Órgão Público: Adotar: Convite: Lucro Presumido Prestador de Serviço: Adotar seu Regime Tributário Tomada de Preço e Concorrência: Lucro Real

36 Custo Direto Mobilização e Desmobilização da Obra Instalação do Canteiro de Obras Não incluir estes itens no BDI estes itens. Administração Local

37 Exigências para uma Tabela de Custos Na implantação, por tipologia de obra: Participação da Sociedade Organizada, Consulta Prévia e Grupo de Trabalho para Análise Periódica

38 Tabelas são Genéricas As tabelas de custos unitários são genéricas, isto é, meramente referenciais, portanto, não servindo a elaboração de uma estimativa de custos de um empreendimento de engenharia sem que se adéqüem as mesmas às condições específicas de cada projeto.

39 Falha da Lei A LDO não poderia indicar as tabelas SINAPI e SICRO para qualquer tipo de empreendimento de engenharia. E sim, exigir que cada órgão público criasse sua própria tabela de custos unitários diretos de serviços em função das tipologias de obras e serviços de engenharia que gerenciassem.

40 Manutenção das Tabelas periodicidade de atualização dos insumos periodicidade de atualização das composições de custos unitários dos serviços Grupo de Trabalho para manutenção periódica da Tabela, incluindo sociedade organizada

41 Manutenção das Composições de Custos Preço dos insumos em função da logística Preços unitários em função da quantidade a executar Correções da produtividade por projeto Análise do Custo da Mão de Obra em função da região

42 A Composição de Custos A elaboração de uma composição de custo unitário de um serviço de engenharia só pode ser realizada a partir da apropriação de campo dos coeficientes físicos dos seus insumos.

43 Composições de Custos Referenciais Cf = Cex α Cf é o custo unitário direto final de um serviço projetado; Ceé o custo unitário direto básico de um serviço projetado existente ou conhecido, pode ser de Tabela. Sendo α uma variável que situa-se entre 0,7 e 1,9, ou outro qualquer. Deverá estar fundamentado em situações anteriormente obtidas.

44 Preço Unitário de Serviço da Proposta As tabelas oficiais jamais deveriam servir de base ao cálculo do preço de venda do prestador de serviço. Para não serem livres podemos definir um limite de aceitação. Por exemplo, 30%.

45 Preço Global da Proposta Caso não se adote a variável MI no cálculo do BDI. Deve existir uma Margem de Errode no mínimo 10% sobre o custo calculado. Pode ser a Margem definida pelo ICEC.

46 Custo Referencial X Custo Real Não é razoável adotar as tabelas oficiais de composições de custos unitários diretos de serviços, sem uma análise séria de sua compatibilidade com o projeto em execução. A ausência desta análise eleva drasticamente a Margem de Erro da Estimativa de Custos inviabilizando sua utilização.

47 BDI Referencial Por Faixas de Contratação: (Estes valores são de 1998) Até R$ De R$ a R$ Acima de R$ Ou outros Valores

48 Máxima do BDI O BDI não tem média nem máximo é definido contrato por contrato em razão dos dados da empresa, das condições do edital e da localização e do grau de dificuldade do serviço de engenharia. O contratante pode adotar um valor referencial.

49 BDI é parte da Formação do Preço do Serviço O BDI é justificado através dos percentuais das variáveis que o compõe e a análise de seu percentual só pode ser realizada a partir destas mesmas parcelas. Não é possível analisar o BDI somente pelo seu percentual final, ou ainda, estatisticamente.

50 BDI Existe em toda a Economia: comércio indústria serviços

51 Atualização do Preço de Referência

52 Atualização do Preço de Referência O Preço de Referência deve estar atualizada, mesmo que por índice de reajuste, para a data da licitação.

53 Data Base da Contagem do Reajustamento do Contrato I0

54 Data Base da Contagem do Reajustamento do Contrato I0 Levando-se em conta o estabelecido no item anterior, a Data Basedeve coincidir com a data do orçamento e da data da licitação.

55 Auditorias em Obras Públicas

56 Auditorias em Obras Públicas As auditorias devem levar em conta o que aqui foi estabelecido para o cálculo do Preço de Referência, bem como, a boa técnica da engenharia e, também, da Engenharia de Custos.

57 Norma Técnica Recomendar a adoção da Norma Técnica elaborada pelo IAECE Instituto de Auditorias de Engenharia do Ceará no que se refere a metodologia de Engenharia de Custos.

58 CREA - RJ Efeito da Paralisação de Obras e sua Retomada

59 Efeito da Paralisação de Obras e sua Retomada De acordo com o previsto na Lei das Licitações a paralisação de um contrato exige a remuneração dos efeitos de custo.

60 Estimativa de Custos Corretas Garante a Qualidade da Obra. Reduz corrupção e sonegação fiscal. É socialmente positiva. Garante a estabilidade do mercado de Engenharia.

61 IBEC

SINAPI Modelo de Apresentação

SINAPI Modelo de Apresentação SINAPI Modelo de Apresentação Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil Administrado pela CAIXA Precisão do Preço de Referência Margem de erro elevada MÉTODO DE CÁLCULO DO

Leia mais

Manutenção do Canteiro de Obras

Manutenção do Canteiro de Obras EPI Sinalização de Obra Manutenção do Canteiro de Obras Medicina do Trabalho OBRIGATÓRIO Apresentar o detalhamento de todos os custos unitários constantes da Planilha de Quantidades. Mobilização e

Leia mais

Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias, MSc Mestre em Engenharia Civil - uff Professor do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense

Leia mais

Orientação Técnica Nº IBEC-04/2011

Orientação Técnica Nº IBEC-04/2011 Orientação Técnica Nº IBEC-04/2011 Elaboração de Orçamentos de Referências de Obras Públicas Versão para Órgãos Contratantes (Versão provisória em consulta pública) OT IBEC-04/2011 - Revisão 01-18 Mar

Leia mais

Orientação Técnica Nº IBEC-04/2011

Orientação Técnica Nº IBEC-04/2011 Orientação Técnica Nº IBEC-04/2011 Elaboração de Orçamentos de Referências de Obras Públicas Versão para Órgãos Contratantes (Versão provisória em consulta pública) O IBEC é membro do Conselho Internacional

Leia mais

Análise sobre o atual cenário de contratação de obras públicas Maneiras de cálculo e incidência de BDI

Análise sobre o atual cenário de contratação de obras públicas Maneiras de cálculo e incidência de BDI Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos - Turma nº 07 26/08/2015 Análise sobre o atual cenário de contratação de obras públicas Maneiras de cálculo e incidência

Leia mais

Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos

Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias, MSc Mestre em Engenharia Civil - uff Professor do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense

Leia mais

Os passos e a importância da elaboração adequada de uma planilha orçamentária para licitações de obras públicas

Os passos e a importância da elaboração adequada de uma planilha orçamentária para licitações de obras públicas Os passos e a importância da elaboração adequada de uma planilha orçamentária para licitações de obras públicas Resumo Marilia Ferreira de Oliveira Corrêa mariliaf_18@hotmail.com Gerenciamento de Obras,

Leia mais

CURSO DE ORÇAMENTAÇÃO DE OBRAS DE ENGENHARIA

CURSO DE ORÇAMENTAÇÃO DE OBRAS DE ENGENHARIA GERANDO COMPETITIVIDADE ATRAVÉS DO CONHECIMENTO E DA INOVAÇÃO CURSO DE ORÇAMENTAÇÃO DE OBRAS DE ENGENHARIA LOCAL: CREA-PB. DIAS: 10, 11 e 12 de Junho de 2015. Quarta das 19h às 22h; Quinta das 08h às 12h

Leia mais

1- METODOLOGIA DE ORÇAMENTO DE OBRAS. NOVO CONCEITO PARA O BDI

1- METODOLOGIA DE ORÇAMENTO DE OBRAS. NOVO CONCEITO PARA O BDI 1- METODOLOGIA DE ORÇAMENTO DE OBRAS. NOVO CONCEITO PARA O BDI 1.1- INTRODUÇÃO Para a elaboração de orçamentos consistentes de serviços de engenharia, entende-se que algumas premissas devam prevalecer.

Leia mais

LICITAÇÕES DE OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA

LICITAÇÕES DE OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA LICITAÇÕES DE OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA A NECESSÁRIA VISÃO PANORÂMICA SOB OS OLHARES DO PÚBLICO E DO PRIVADO Carga horária: 16 horas A - A PREVISÃO CONSTITUCIONAL E A LICITAÇÃO 1. Da supremacia das

Leia mais

FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO APERFEIÇOAMENTO ENGENHARIA DE CUSTOS E ORÇAMENTOS TURMA 01 FORMAÇÃO DE CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Ana Milagres do Nascimento Engenheira civil orçamentista

Leia mais

Roteiro de Operacionalização Obras Públicas

Roteiro de Operacionalização Obras Públicas Roteiro de Operacionalização Obras Públicas Jeferson Alves dos Santos # O que analisar? - Superfaturamento sobrepreço, super quantidade e subqualidade. - O que contratar? = características da obra - Com

Leia mais

Gerenciamento da Construção Civil

Gerenciamento da Construção Civil Gerenciamento da Construção Civil FSP - Faculdade Sudoeste Paulista Departamento. Engenharia Civil ENGª. M.Sc. Ana Lúcia de Oliveira Daré Ref.:Orçamento: BDI Benefícios e Despesas Indiretas BDI Benefícios

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS

ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS OBJETIVO ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS 04 E 05 DE SETEMBRO DE 2013 Curitiba/PR Proporcionar o aprimoramento dos servidores envolvidos diretamente na elaboração de orçamentos de obras e

Leia mais

Orientações sobre Bonificações e Despesas Indiretas (BDI)

Orientações sobre Bonificações e Despesas Indiretas (BDI) MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS 11ª INSPETORIA DE CONTABILIDADE E FINANÇAS DO EXÉRCITO Orientações sobre Bonificações e Despesas Indiretas (BDI) Ref: - Acórdão

Leia mais

OBRAS PÚBLICAS: QUESTÕES PRÁTICAS DA LICITAÇÃO AO RECEBIMENTO

OBRAS PÚBLICAS: QUESTÕES PRÁTICAS DA LICITAÇÃO AO RECEBIMENTO FECAM Escola de Gestão Pública Municipal OBRAS PÚBLICAS: QUESTÕES PRÁTICAS DA LICITAÇÃO AO RECEBIMENTO Módulo III Chapecó, março/2012 1 3 Projeto e Orçamento 4 Fiscalização Pedro Jorge Rocha de Oliveira

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CÍVIL - SINAPI

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CÍVIL - SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CÍVIL - SINAPI 1 UTILIZAÇÃO DA TABELA SINAPI: VISÃO DA ÁREA EMPRESARIAL O QUE VEM OCORRENDO NO MERCADO COM APLICAÇÃO DO SISTEMA SINAPI 2 ÍNDICE

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO GOVERNADORIA COMISSÃO CENTRAL PERMANENTE DE LICITAÇÃO CCL ESCLARECIMENTO REF.: CONCORRÊNCIA Nº 008/2015 CCL/MA

ESTADO DO MARANHÃO GOVERNADORIA COMISSÃO CENTRAL PERMANENTE DE LICITAÇÃO CCL ESCLARECIMENTO REF.: CONCORRÊNCIA Nº 008/2015 CCL/MA ESCLARECIMENTO REF.: CONCORRÊNCIA Nº 008/2015 CCL/MA PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 53389/2015 CAEMA REFERÊNCIA Pedido de Esclarecimento ao Edital da Concorrência nº. 008/2015, o qual tem por objeto a contratação

Leia mais

CMA - SENADO FEDERAL

CMA - SENADO FEDERAL CMA - SENADO FEDERAL PARÂMETROS DE PREÇOS PARA OBRAS PÚBLICAS ABR/2010 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria de Fiscalização de Obras Secob/1 André Luiz Mendes ÔNUS DA PROVA A quem cabe demonstrar que

Leia mais

Orientações para Elaboração de Planilhas Orçamentárias de Obras Públicas. 22 e 23 de outubro de 2015 Florianópolis/SC

Orientações para Elaboração de Planilhas Orçamentárias de Obras Públicas. 22 e 23 de outubro de 2015 Florianópolis/SC Orientações para Elaboração de Planilhas Orçamentárias de Obras Públicas 22 e 23 de outubro de 2015 Florianópolis/SC APRESENTAÇÃO O Tribunal de Contas da União lançou, recentemente, um guia denominado

Leia mais

17 de agosto de 2010 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados.

17 de agosto de 2010 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. 17 de agosto de 2010 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para

Leia mais

Planilhas orçamentárias: visão prática

Planilhas orçamentárias: visão prática Capítulo 13 Planilhas orçamentárias: visão prática Sumário: 13.1 Considerações iniciais 13.2 Elaboração da planilha base do orçamento 13.3 Relação dos insumos que serão utilizados e a pesquisa de preços

Leia mais

GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL

GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL FSP - Faculdade Sudoeste Paulista Departamento Engenharia Civil ENGª. M.Sc. Ana Lúcia de Oliveira Daré Cap. 3: OS CUSTOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL 3.1 Custos na construção civil

Leia mais

Construção de Edifícios 20,34% 22,12% 25,00% Construção de Rodovias e Ferrovias 19,60% 20,97% 24,23%

Construção de Edifícios 20,34% 22,12% 25,00% Construção de Rodovias e Ferrovias 19,60% 20,97% 24,23% CE 001/2013 GIDURCX Senhor Prefeito 1. Em atenção ao estabelecido pelo Acórdão 2622/2013 TCU Plenário indicamos a utilização dos seguintes parâmetros para taxas de BDI: VALORES DE BDI POR TIPO DE OBRA

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS

ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS [ ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS "O impacto da desoneração da folha de pagamento na construção civil nos orçamentos" "O uso do Sinapi e de outros sistemas referenciais de custos" "O novo

Leia mais

ORÇAMENTO EM OBRAS DE SANEAMENTO. Como garan4r um bom detalhamento de custos

ORÇAMENTO EM OBRAS DE SANEAMENTO. Como garan4r um bom detalhamento de custos ORÇAMENTO EM OBRAS DE SANEAMENTO Como garan4r um bom detalhamento de custos Eng. Rogério Dorneles Severo, PMP Set/2014 Rogério Dorneles Severo, PMP Profissional com mais de 20 anos de experiência em empreendimentos

Leia mais

PROPOSTAS PARA MELHORIAS NA LEGISLAÇÃO DO RDC - REGIME DIFERENCIADO DE CONTRATAÇÃO

PROPOSTAS PARA MELHORIAS NA LEGISLAÇÃO DO RDC - REGIME DIFERENCIADO DE CONTRATAÇÃO PROPOSTAS PARA MELHORIAS NA LEGISLAÇÃO DO RDC - REGIME DIFERENCIADO DE CONTRATAÇÃO O governo federal estabeleceu, em 2011, uma nova modalidade de licitação conhecida como Regime Diferenciado de Contratações

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A relevância do orçamento detalhado no cumprimento do prazo de execução de contratos de obras públicas Bruno Lima Caldeira de Andrada* Orlando Celso Longo** Resumo: O presente artigo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CGM Nº 001/2010. A CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO, no uso de suas atribuições constitucionais, legais e regimentais;

INSTRUÇÃO NORMATIVA CGM Nº 001/2010. A CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO, no uso de suas atribuições constitucionais, legais e regimentais; INSTRUÇÃO NORMATIVA CGM Nº 001/2010 Estabelece normas, sistematiza e padroniza procedimentos operacionais dos órgãos municipais. A CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO, no uso de suas atribuições constitucionais,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Portos Secretaria de Infraestrutura Portuária. PARECER Nº 003/2014 - GAB-SIP/INPH/SEP/PR Em 21 de maio de 2014

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Portos Secretaria de Infraestrutura Portuária. PARECER Nº 003/2014 - GAB-SIP/INPH/SEP/PR Em 21 de maio de 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Portos Secretaria de Infraestrutura Portuária PARECER Nº 003/2014 - GAB-SIP/INPH/SEP/PR Em 21 de maio de 2014 Ementa: Aprova a metodologia de cálculo do Benefício

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 13/2014 - BNDES ANEXO II MODELO DE PROPOSTA - RETIFICADO PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 13/2014 BNDES LICITANTE: CNPJ:

PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 13/2014 - BNDES ANEXO II MODELO DE PROPOSTA - RETIFICADO PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 13/2014 BNDES LICITANTE: CNPJ: PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 13/2014 - BNDES ANEXO II MODELO DE PROPOSTA - RETIFICADO PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 13/2014 BNDES LICITANTE: CNPJ: ENDEREÇO: TELEFONE: ( ) FAX: ( ) E-MAIL: REPRESENTANTE LEGAL: NACIONALIDADE:

Leia mais

JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Espírito Santo ANEXO 1

JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Espírito Santo ANEXO 1 PROJETO BÁSICO ORÇAMENTO PARA CONCLUSÃO DAS OBRAS DE CONSTRUÇÃO DA SEDE DEFINITIVA 1. OBJETO: Elaboração de planilha orçamentária estimativa e cronograma físico-financeiro para a conclusão das obras do

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NÍVEL MESTRADO

UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NÍVEL MESTRADO UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NÍVEL MESTRADO Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Paulista -

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA DE OBRAS SANEAMENTO E TRÂNSITO MEMORIAL DESCRITIVO

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA DE OBRAS SANEAMENTO E TRÂNSITO MEMORIAL DESCRITIVO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE OSÓRIO SECRETARIA DE OBRAS SANEAMENTO E TRÂNSITO MEMORIAL DESCRITIVO OBJETO: Fechamento de quadra esportiva da Escola Municipal de Ensino Fundamental

Leia mais

ANEXO VII DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DE PROPOSTA COMERCIAL

ANEXO VII DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DE PROPOSTA COMERCIAL ANEXO VII DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO DE PROPOSTA COMERCIAL O objetivo da PROPOSTA COMERCIAL é a definição, por parte da LICITANTE, do VALOR PRESENTE (VP) do percentual de 3% sobre o lucro líquido que

Leia mais

PROC-IBR-EDIF 018/2014 Análise das especificações, quantidades e preços dos Vidros

PROC-IBR-EDIF 018/2014 Análise das especificações, quantidades e preços dos Vidros INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC-IBR-EDIF 018/2014 Análise das especificações, quantidades e preços dos Vidros Primeira

Leia mais

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei nº. 10.435, de 24 de abril de 2002. AUDITORIA INTERNA

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei nº. 10.435, de 24 de abril de 2002. AUDITORIA INTERNA RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº. 07/2010 Setor: Obras Públicas (Assessoria Especial de Obras) Período: 26/07/2010 a 13/08/2010 Legislação Aplicada: - Lei nº. 8.666/93 - Lei nº. 4.320/64 - Lei nº. 6.496/77 -

Leia mais

Objetivo SIMPLES NACIONAL 2015. Lucro Real. Outros Modelos de Tributação. Compreender como funciona o SIMPLES

Objetivo SIMPLES NACIONAL 2015. Lucro Real. Outros Modelos de Tributação. Compreender como funciona o SIMPLES Objetivo SIMPLES NACIONAL 2015 Vicente Sevilha Junior setembro/2014 Compreender como funciona o SIMPLES Entender quais atividades podem ou não optar pelo SIMPLES Analisar as tabelas e percentuais do SIMPLES

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 10

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 10 FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 10 Índice 1. A formação de preços de venda com base no custo do produto...3 2 1. A FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDA COM BASE NO CUSTO DO PRODUTO Os cálculos que serão a seguir

Leia mais

II Congressodo PatrimônioPúblicoe Social do MPSP São Paulo/SP 18/08/2011

II Congressodo PatrimônioPúblicoe Social do MPSP São Paulo/SP 18/08/2011 Alan de Oliveira Lopes Polícia Federal - PF Diretoria Técnico-Científica - DITEC Instituto Nacional de Criminalística - INC Serviço de Perícias de Engenharia - SEPEMA II Congressodo PatrimônioPúblicoe

Leia mais

Tributos em orçamentos

Tributos em orçamentos Tributos em orçamentos Autores: Camila de Carvalho Roldão Natália Garcia Figueiredo Resumo O orçamento é um dos serviços mais importantes a serem realizados antes de se iniciar um projeto. É através dele

Leia mais

Aspectos Tributários

Aspectos Tributários Aspectos Tributários Principais Tributos IMPOSTOS Imposto sobre a Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); Imposto sobre serviços de qualquer natureza

Leia mais

ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL

ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL 1. A PROPOSTA COMERCIAL será constituída de uma Carta Proposta, que trará o valor da CONTRAPRESTAÇÃO PECUNIÁRIA ofertada, através

Leia mais

ESTUDO IBPT Frete marítimo e seu impacto na arrecadação tributária e na inflação

ESTUDO IBPT Frete marítimo e seu impacto na arrecadação tributária e na inflação Junho 2013 ESTUDO IBPT AUMENTO DO FRETE MARÍTIMO NA IMPORTAÇÃO TEM REFLEXOS NA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA E NA INFLAÇÃO Frete marítimo na importação teve aumento de 82,11% em Dólar no período de janeiro de

Leia mais

CURSO COMO PLANEJAR E JULGAR AS CONTRATAÇÕES DE TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE ACORDO COM A IN Nº 02/08 E ALTERAÇÕES

CURSO COMO PLANEJAR E JULGAR AS CONTRATAÇÕES DE TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE ACORDO COM A IN Nº 02/08 E ALTERAÇÕES CURSO COMO PLANEJAR E JULGAR AS CONTRATAÇÕES DE TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE ACORDO COM A IN Nº 02/08 E ALTERAÇÕES PERÍODO DE REALIZAÇÃO E CARGA HORÁRIA O curso será realizado no período de 02 a 05 de

Leia mais

4.2 MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ANÁLISE DE INVESTIMENTOS

4.2 MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ANÁLISE DE INVESTIMENTOS 4 PLANILHA ELETRÔNICA 4.1 CONTEXTO O Capítulo 3 tratou do método de pesquisa utilizado, as etapas e as estratégias adotadas neste trabalho. Neste capítulo, discorre-se sobre a planilha eletrônica desenvolvida

Leia mais

DISEG/COSEG/CGL/SPOA/SE/MJ

DISEG/COSEG/CGL/SPOA/SE/MJ Ref.: Processo nº 08008.000216/2014-11 Interessado: DISEG/COSEG/CGL/SPOA/SE/MJ Objeto: Contratação de empresa especializada na prestação de serviços copeiragem. Brasília, 27 de junho de 2014. RESPOSTA

Leia mais

OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA DE ACORDO COM A LEI Nº 8.666/93 E COM O RDC UM PARALELO ENTRE OS REGIMES

OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA DE ACORDO COM A LEI Nº 8.666/93 E COM O RDC UM PARALELO ENTRE OS REGIMES OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA DE ACORDO COM A LEI Nº 8.666/93 E COM O RDC UM PARALELO ENTRE OS REGIMES Do planejamento e julgamento da licitação até a fiscalização dos contratos 31 de março e 1º de abril

Leia mais

PROC IBR EDIF 028/2014 Análise das especificações, quantidades e preços das Instalações de Prevenção à Incêndio e Pânico

PROC IBR EDIF 028/2014 Análise das especificações, quantidades e preços das Instalações de Prevenção à Incêndio e Pânico INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC IBR EDIF 028/2014 Análise das especificações, quantidades e preços das Instalações de Prevenção

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE METODOLOGIA DE CALCULO DO BDI PARA ORÇAMENTOS DE OBRAS CIVIS NA DIRETORIA DE OBRAS CIVIS DA MARINHA Por: Valéria Teixeira

Leia mais

FLUXO DE CAIXA BÁSICO E ARRENDAMENTOS PORTUÁRIOS

FLUXO DE CAIXA BÁSICO E ARRENDAMENTOS PORTUÁRIOS FLUXO DE CAIXA BÁSICO E ARRENDAMENTOS PORTUÁRIOS Ângelo da Silva Agosto/2011 Conceitos 2 Lucro econômico (L) = Receitas Custos (deve embutir o custo de capital, diferindo do lucro contábil) Um projeto

Leia mais

Quem somos? Nossa Missão:

Quem somos? Nossa Missão: Bem Vindos! Quem somos? A GEPC Consultoria Tributária é uma empresa especializada em consultoria para Farmácias e Drogarias com mais de 6 anos de mercado neste seguimento. Apoiando e atualizando nossos

Leia mais

PROC-IBR-EDIF 010/2014 Análise das especificações, quantidades e preços das Fundações, Cortinas e Muros de Arrimo

PROC-IBR-EDIF 010/2014 Análise das especificações, quantidades e preços das Fundações, Cortinas e Muros de Arrimo INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC-IBR-EDIF 010/2014 Análise das especificações, quantidades e preços das Fundações, Cortinas

Leia mais

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO.

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO. EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO IX - ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA CONCESSÃO. Análise Econômico-financeira da Concessão A licitante deverá apresentar uma análise econômico-financeira da concessão,

Leia mais

REF.: Quesitação da Sociedade Empresária XXXXXXXXXXXXXXXXX, relativa ao Edital de Concorrência n.º 001/2015.

REF.: Quesitação da Sociedade Empresária XXXXXXXXXXXXXXXXX, relativa ao Edital de Concorrência n.º 001/2015. Rio de Janeiro, 27 de fevereiro de 2015. REF.: Quesitação da Sociedade Empresária XXXXXXXXXXXXXXXXX, relativa ao Edital de Concorrência n.º 001/2015. Este documento visa responder às solicitações formuladas

Leia mais

PROC IBR EDIF 01.02.004/2014

PROC IBR EDIF 01.02.004/2014 INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC IBR EDIF 01.02.004/2014 01 - Fase Licitatória 01.02 - Análise das especificações, quantidades

Leia mais

ENCARGOS SOCIAIS. Grupo A. Subtotal. Grupo B. Subtotal. Grupo C. Subtotal Grupo D. Total de Encargos Sociais

ENCARGOS SOCIAIS. Grupo A. Subtotal. Grupo B. Subtotal. Grupo C. Subtotal Grupo D. Total de Encargos Sociais ENCARGOS SOCIAIS 1 INSS 20,00% 2 SESI ou SESC 1,50% 3 SENAI ou SENAC 1,00% 4 INCRA 0,20% 5 Salário Educação 2,50% 6 FGTS 8,00% 7 Seguro Acidente do Trabalho/SAT/INSS 3,00% 8 SEBRAE 0,60% 9 SECONCI 1,00%

Leia mais

Engenharia de Custos aplicada à Construção Civil

Engenharia de Custos aplicada à Construção Civil Engenharia de Custos aplicada à Construção Civil Formação do Preço Modelagem da Obra Modelagem de Custos Premissas Técnicas Contingências de Obra Variação de Desempenho Produtividade da Mão de Obra Consumo

Leia mais

OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA LICITAÇÕES E CONTRATOS

OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA LICITAÇÕES E CONTRATOS OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA LICITAÇÕES E CONTRATOS Instrutora: Adelaide Bittencourt P. Coelho Participação: Paula Romano TCEMG Novembro/2009 IMPORTÂNCIA DO TEMA As obras são a parte mais aparente das

Leia mais

Quant. Vr. Unitário Vr.Total. Percentual. Quant. Vr. Unitário Vr. Total

Quant. Vr. Unitário Vr.Total. Percentual. Quant. Vr. Unitário Vr. Total ANEXO... PLANILHA DE CUSTOS 2º TURNO Quantidades (veículos/diárias): Tipo da contratação: ( ) Terceirizada ( ) Regime da CLT ( ) Cooperativa (Lei nº 5.764/71) ( ) Regime Tributário: ( ) Lucro Real ( )

Leia mais

Supremo Tribunal Federal Secretaria de Controle Interno Coordenadoria de Auditoria e Fiscalização

Supremo Tribunal Federal Secretaria de Controle Interno Coordenadoria de Auditoria e Fiscalização NOTA TÉCNICA Nº 1/2007 SCI Brasília, 13 de dezembro de 2007. Assunto: Definição de limites para BDI nas contratações de serviço com locação de mão-de-obra: 26,44% para o regime de incidência cumulativa

Leia mais

GESTÃO, PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO, PROJETOS E RESULTADOS. EMPRESA REGISTRADA 13-0177

GESTÃO, PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO, PROJETOS E RESULTADOS. EMPRESA REGISTRADA 13-0177 GESTÃO, PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO, PROJETOS E RESULTADOS. EMPRESA REGISTRADA 13-0177 TECHNIQUE A Technique atua desde 1997 nas áreas de infraestrutura, construção civil e industrial, através de consultoria

Leia mais

INSS NA CONSTRUÇÃO CIVIL CND DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

INSS NA CONSTRUÇÃO CIVIL CND DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL INSS NA CONSTRUÇÃO CIVIL CND DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Martelene Carvalhaes EXIGIBILIDADE DA CND A CND Certidão Negativa de Débito relativa às contribuições previdenciárias, será exigida: Pela autoridade

Leia mais

CURSO OBRAS RODOVIÁRIAS : ORÇAMENTO, PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO

CURSO OBRAS RODOVIÁRIAS : ORÇAMENTO, PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO CURSO OBRAS RODOVIÁRIAS : ORÇAMENTO, PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO O setor de transportes rodoviários tem destacada importância no desenvolvimento econômico nacional. Anualmente são disponibilizados recursos

Leia mais

BDI REFERENCIAL COM BASE NO PORTE E LOCALIZAÇÃO DA OBRA

BDI REFERENCIAL COM BASE NO PORTE E LOCALIZAÇÃO DA OBRA BDI REFERENCIAL COM BASE NO PORTE E LOCALIZAÇÃO DA OBRA Alan de Oliveira Lopes / Polícia Federal / alan.aol@dpf.gov.br RESUMO O presente artigo tem por objetivo apresentar à comunidade técnico-científica

Leia mais

1 Ver Castelo (2005). 2 GVconsult (2005).

1 Ver Castelo (2005). 2 GVconsult (2005). A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas na Construção Civil Relatório de Pesquisa Equipe Técnica Prof. Dr. Fernando Garcia Profa. Ms. Ana Maria Castelo Profa.Dra. Maria Antonieta Del Tedesco Lins Avenida

Leia mais

Elaboração de Estimativas de Custos de Referências de Obras Públicas: Versão para Órgãos Contratantes

Elaboração de Estimativas de Custos de Referências de Obras Públicas: Versão para Órgãos Contratantes (Publicada em 30 de janeiro de 2013) Elaboração de Estimativas de Custos de Referências de Obras Públicas: Versão para Órgãos Contratantes Cost Estimation of Reference Budgets in Public Engineering Works:

Leia mais

1.3 FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DA OBRA (3,0 x 1,5 m) 74209/001 M² 4,50 232,82 291,03 1.309,64 2 PAVIMENTAÇÃO 952.

1.3 FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DA OBRA (3,0 x 1,5 m) 74209/001 M² 4,50 232,82 291,03 1.309,64 2 PAVIMENTAÇÃO 952. PLANILHA DE CUSTO - PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA OBRA: PAVIMENTAÇÃO DE VIAS URBANAS abr/14 LOCAL: DIVERSAS VIAS DO MUNICIPIO DE VAZEA DA PALMA - MG DATA BASE SINAPI: MARÇO/2014 BDI: PRAZO DE EXECUÇÃO: 180 dias

Leia mais

PROPOSTAS PARA MELHORIAS NA LEGISLAÇÃO DO RDC - REGIME DIFERENCIADO DE CONTRATAÇÃO

PROPOSTAS PARA MELHORIAS NA LEGISLAÇÃO DO RDC - REGIME DIFERENCIADO DE CONTRATAÇÃO PROPOSTAS PARA MELHORIAS NA LEGISLAÇÃO DO RDC - REGIME DIFERENCIADO DE CONTRATAÇÃO A partir da iniciativa da CBIC e ANEOR em 2009, representantes dos segmentos envolvidos nos serviços de engenharia e obras

Leia mais

O CÁLCULO CUSTOMIZADO DA TAXA DE ENCARGOS SOCIAIS PARA OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL EM ORÇAMENTOS E EM AUDITORIAS DE ENGENHARIA.

O CÁLCULO CUSTOMIZADO DA TAXA DE ENCARGOS SOCIAIS PARA OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL EM ORÇAMENTOS E EM AUDITORIAS DE ENGENHARIA. O CÁLCULO CUSTOMIZADO DA TAXA DE ENCARGOS SOCIAIS PARA OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL EM ORÇAMENTOS E EM AUDITORIAS DE ENGENHARIA. Artigo Técnico (Publicado em www.ibraeng.org) Fortaleza, CE Janeiro, 2013 2

Leia mais

VALEC: Desenvolvimento Sustentável do Brasil 5º CADERNO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS CONCORRÊNCIA Nº 004/2010

VALEC: Desenvolvimento Sustentável do Brasil 5º CADERNO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS CONCORRÊNCIA Nº 004/2010 5º CADERNO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS CONCORRÊNCIA Nº 004/2010 Ficam revogados os Cadernos de Perguntas e Respostas anteriores, não modificando nem alterando a formulação das propostas. 01) Para as Empresas

Leia mais

B D I. Bonificação ou benefício e despesas indiretas

B D I. Bonificação ou benefício e despesas indiretas 2 a capa B D I Bonificação ou benefício e despesas indiretas Apresentação O s profissionais que atuam nas áreas da engenharia, arquitetura e agronomia, se deparam com dificuldades quando chega o momento

Leia mais

ANEXO VII MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL

ANEXO VII MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL ANEXO VII MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL EXPLORAÇÃO, MEDIANTE CONCESSÃO ADMINISTRATIVA, DA GESTÃO DE ÁREAS DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PARQUE ESTADUAL DO SUMIDOURO, MONUMENTO NATURAL ESTADUAL GRUTA REI DO

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS

ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS por PAULO SÉRGIO DE MONTEIRO REIS 1 A planilha de quantitativos e preços nas obras e serviços de engenharia constitui fator fundamental não só para o sucesso

Leia mais

QUESTIONAMENTO 01 SUL AMÉRICA

QUESTIONAMENTO 01 SUL AMÉRICA Fls. QUESTIONAMENTO 01 SUL AMÉRICA Em relação aos Questionamentos efetuados pela empresa Sul América Serviços LTDA, informo que foram analisados pelo Diretor da área solicitante, Sr. Charles, e com base

Leia mais

Memo N.º /2007 Fortaleza, 28 de setembro de 2007. ASSUNTO: Licitação de Obras de Construção Aeroporto de Tauá-Ce.

Memo N.º /2007 Fortaleza, 28 de setembro de 2007. ASSUNTO: Licitação de Obras de Construção Aeroporto de Tauá-Ce. GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA INFRA- ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE EDIFICAÇÕES, RODOVIAS E TRANSPORTES Memo N.º /2007 Fortaleza, 28 de setembro de 2007 Do: CEGOR A: Coordenador de Engenharia ASSUNTO:

Leia mais

Cronograma Físico e de Preço

Cronograma Físico e de Preço Especificação da Construção Capítulo 7 Cronograma Físico e de Preço 7.1 Introdução Ao longo de todo o curso, inserimos uma mensagem alertando para a diferenciação entre os termos preço e custo, que dizia

Leia mais

O Plano de Negócios deverá ser apresentado de acordo com os quadros apresentados abaixo.

O Plano de Negócios deverá ser apresentado de acordo com os quadros apresentados abaixo. ANEXO 7 DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DA PROPOSTA COMERCIAL O objetivo da PROPOSTA COMERCIAL é a definição, por parte da LICITANTE, do valor da oferta pela Outorga da Concessão da Prestação do Serviço Público

Leia mais

40 p., il., 21cm. I. Título : BDI

40 p., il., 21cm. I. Título : BDI BDI - Bonifi cação ou Benefício e Despesas Indiretas / Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais. - Belo Horizonte : Crea-MG, 2007. 40 p., il., 21cm. I. Título : BDI 04 APRESENTAÇÃO

Leia mais

PLEO Planilha Eletrônica de Orçamentos

PLEO Planilha Eletrônica de Orçamentos PLEO Planilha Eletrônica de Orçamentos A montagem de um orçamento consistente é uma ciência. Diferentemente de uma simples estimativa de custos, quando a avaliação é empírica, o orçamento que segue os

Leia mais

ANÁLISE DE BDI DE OBRAS PÚBLICAS PELO MÉTODO DA ESTIMATIVA INTERVALAR Márcio Soares da Rocha

ANÁLISE DE BDI DE OBRAS PÚBLICAS PELO MÉTODO DA ESTIMATIVA INTERVALAR Márcio Soares da Rocha ANÁLISE DE BDI DE OBRAS PÚBLICAS PELO MÉTODO DA ESTIMATIVA INTERVALAR Márcio Soares da Rocha EMENTA: A análise de custos e preços de obras é um dos aspectos mais importantes nas auditorias. Visto que não

Leia mais

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG O QUE É... É a síntese do contrato firmado entre o governo e a sociedade, onde as contribuições da sociedade (receitas) são transformadas em ações do governo (despesas) para

Leia mais

Matriz de Procedimentos. Obras e Serviços de Engenharia

Matriz de Procedimentos. Obras e Serviços de Engenharia Matriz de Procedimentos Obras e Serviços de Engenharia Escopo: Dois processos de maior materialidade executados nos anos de 2011 e 2012. Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação

Leia mais

TARIFA MÉDIA DE CONCESSÃO 2014

TARIFA MÉDIA DE CONCESSÃO 2014 2014 TARIFA MÉDIA DE CONCESSÃO 2014 POTIGÁS DIRETORIA EXECUTIVA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO Este relatório apresenta a metodologia de cálculo da Tarifa Média da POTIGÁS para o ano de 2014, com base no Contrato

Leia mais

PROC IBR EDIF 01.02.003/2014

PROC IBR EDIF 01.02.003/2014 INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC IBR EDIF 01.02.003/2014 01 - Fase Licitatória 01.02 - Análise das especificações, quantidades

Leia mais

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N 15, DE 20 DE DEZEMBRO DE 20 06.

INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N 15, DE 20 DE DEZEMBRO DE 20 06. DNIT MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTÜRA DE TRANSPORTES Setor de Autarquias Norte - Quadra 03 - Lote A - 4 andar BRASÍLIA-DF - BRASIL - CEP 70040-902 INSTRUÇÃO DE SERVIÇO

Leia mais

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO 1 Informações sobre o responsável pela proposta. Nome : Identidade: Órgão Emissor: CPF: Endereço: Bairro: Cidade: Estado: CEP: Telefone: FAX: E-mail Formação Profissional: Atribuições

Leia mais

Curso Elaboração de Planilhas de Orçamento de Obras com o Novo SINAPI São Paulo SP 11 e 12 de dezembro de 2014 Professor André Baeta

Curso Elaboração de Planilhas de Orçamento de Obras com o Novo SINAPI São Paulo SP 11 e 12 de dezembro de 2014 Professor André Baeta Curso Elaboração de Planilhas de Orçamento de Obras com o Novo SINAPI São Paulo SP 11 e 12 de dezembro de 2014 Professor André Baeta OBJETIVO Qualificação de profissionais para a elaboração de orçamentos

Leia mais

CURSO ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS COM O NOVO SINAPI PROFESSOR ANDRÉ BAETA MANAUS/AM 18 E 19 DE FEVEREIRO DE 2016

CURSO ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS COM O NOVO SINAPI PROFESSOR ANDRÉ BAETA MANAUS/AM 18 E 19 DE FEVEREIRO DE 2016 CURSO ELABORAÇÃO DE PLANILHAS DE ORÇAMENTO DE OBRAS COM O NOVO SINAPI PROFESSOR ANDRÉ BAETA MANAUS/AM 18 E 19 DE FEVEREIRO DE 2016 OBJETIVO Qualificação de profissionais para a elaboração de orçamentos

Leia mais

Jurisprudências do TCU - 2014

Jurisprudências do TCU - 2014 Jurisprudências do TCU - 2014 Sobre Licitações e Contratos Administrativos Última Atualização Informativo Nº 227 Sessões do Dia 09 e 10/12/2014 Revisão de Preços É juridicamente inadmissível a revisão

Leia mais

Manual de Custos para Obras Públicas Junho/2013 Volume I Metodologia e Conceitos Joinville: Prefeitura Municipal, 2013-51 p.

Manual de Custos para Obras Públicas Junho/2013 Volume I Metodologia e Conceitos Joinville: Prefeitura Municipal, 2013-51 p. FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE JOINVILLE - IPPUJ (Org.). Manual de Custos para Obras Públicas Junho/2013 Volume I Metodologia e Conceitos Joinville:

Leia mais

Disciplina: Gerenciamento de Obras Informática aplicada ao Gerenciamento de Obras

Disciplina: Gerenciamento de Obras Informática aplicada ao Gerenciamento de Obras Disciplina: Gerenciamento de Obras Informática aplicada ao Gerenciamento de Obras Prof. Ms. Daniele Ornaghi Sant Anna Informática aplicada ao Gerenciamento de Obras Programas computacionais gráficos podem

Leia mais

Melhores práticas, análise de cláusulas

Melhores práticas, análise de cláusulas LICITAÇÕES E CONTRATOS TEMAS POLÊMICOS E OS ENTENDIMENTOS DO TCU E DOS TRIBUNAIS SUPERIORES Pesquisa de preços SRP Revisão, reajuste e repactuação Responsabilidade dos agentes Alterações do contrato Sanções

Leia mais

Plano de Ações Articuladas PAR. Um breve Histórico

Plano de Ações Articuladas PAR. Um breve Histórico Plano de Ações Articuladas PAR Um breve Histórico Plano de Ações Articuladas PAR - PAR 2007-2010 DECRETO Nº 6.094, DE 24 DE ABRIL DE 2007 - Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos

Leia mais

Elaboração de planilhas de orçamento de obras

Elaboração de planilhas de orçamento de obras Elaboração de planilhas de orçamento de obras por PAULO SÉRGIO DE MONTEIRO REIS 1 A planilha de quantitativos e preços nas obras e serviços de engenharia constitui fator fundamental não só para o sucesso

Leia mais

Título: CRITÉRIOS/PARÂMETROS DE ACEITABILIDADE PARA O LDI - LUCRO E DESPESAS INDIRETAS - EM OBRAS PÚBLICAS.

Título: CRITÉRIOS/PARÂMETROS DE ACEITABILIDADE PARA O LDI - LUCRO E DESPESAS INDIRETAS - EM OBRAS PÚBLICAS. Título: CRITÉRIOS/PARÂMETROS DE ACEITABILIDADE PARA O LDI - LUCRO E DESPESAS INDIRETAS - EM OBRAS PÚBLICAS. Apresentação: Daniel Fernandes da Cunha G. Basto Analista de Controle Externo Tribunal de Contas

Leia mais

MANUAL DE METODOLOGIAS E CONCEITOS

MANUAL DE METODOLOGIAS E CONCEITOS SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL MANUAL DE METODOLOGIAS E CONCEITOS Versão: 005 Vigência: 06/2014 Última Atualização: 05/2015 SINAPI - Manual de Metodologias

Leia mais

ÍNDICE 1/64 01 06/12/2005

ÍNDICE 1/64 01 06/12/2005 1/64 ÍNDICE ITEM FLS 1 INTRODUÇÃO 03 2 PROCEDIMENTOS PRELIMINARES 06 2.1 Programa de obras 06 2.1.1 Plano Plurianual 06 2.1.2 Lei de Diretrizes Orçamentárias 07 2.1.3 Lei Orçamentária Anual 07 2.2 Estudo

Leia mais