PLANO TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL TERRITÓRIO GRANDE DOURADOS - MS

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1 PLANO TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL TERRITÓRIO GRANDE DOURADOS - MS VITOR HUGO GARBIN CONSULTOR TERRITORIAL MEDSON JANER SILVA RNC/SDT SISTEMATIZAÇÃO l Novembro de 2006

2 LISTA DE SIGLAS E ABREVIAÇÕES AESCA APOMS ATER ATES CIAT Associação Estadual de Cooperação Agrícola. Associação dos Produtores Orgânicos de Mato Grosso do Sul Assistência Técnica e Extensão Rural. Assessoria Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária. Comissão para Implantação das Ações Territoriais. CMDRS Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável. COOPAER CPT EFA EMBRAPA FETAGRI FIEMS FUNAI IAGRO IBGE ICMS IDATERRA INCRA MDA MS ONG PPA PRODEGRAN POLOCENTRO SANESUL SDT SEBRAE SEPLANCT STR UEMS UNIDERP UNIGRAN VABP VAP Cooperativa de Trabalho em Desenvolvimento Rural e Agronegócio. Comissão Pastoral da Terra. Escola Família Agrícola. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Federação dos Trabalhadores na Agricultura. Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul. Fundação Nacional do Índio. Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal de Mato Grosso do Sul. Instituto Brasileiro de Geografia Estatística. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. Instituto de, Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural. Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.. Mato Grosso do Sul Organização não Governamental. Plano Plurianual de Mato Grosso do Sul. Programa de Desenvolvimento da Grande Dourados. Programa de Desenvolvimento dos Cerrados. Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul SA. Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Secretaria Estadual de Planejamento e de Ciência e Tecnologia Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal. Universidade da Grande Dourados. Valor Anual da Produção Animal e Vegetal. Valor Anual da Produção. 2

3 LISTA DE TABELAS Tabela 1. Tabela 2. Municípios que formam o território da Grande Dourados e ano de criação. Evolução da população nos Municípios do território Grande Dourados Tabela 3. Índices Demográficos Municipais do território. 21 Tabela 4. Índices de desenvolvimento 22 Tabela 5. Tabela 6. Tabela 7. Tabela 8. Tabela 9. Tabela 10. Domicílios em situação de pobreza nos municípios do território. Índices de intensidade de pobreza nos Municípios do território Grande Dourados Distribuição das áreas ocupadas pelas diversas atividades econômicas nos municípios do território. Distribuição de propriedades nos municípios do território. Distribuição de pessoal ocupado nos municípios do território Instituições do território Grande Dourados listadas pelos agricultores Tabela 11. Outras instituições existentes no território 40 Tabela 12. Comunidades Negras Rurais do Estado de Mato Grosso do Sul. 51 Quadro 13. Visão de Futuro do território da Grande Dourados. 53 Tabela 14. Ações, Programas e Linhas prioritárias. 56 Tabela 15. Tabela 16. Tabela 17. Projetos do PRONAF Infra-estrutura 2003 no território da Grande Dourados. Projetos do PRONAF Infra-estrutura 2004 no território da Grande Dourados Projetos do PROINF 2005 no território da Grande Dourados Tabela 18. Projetos do PROINF 2006 no território 60 3

4 LISTA DE FIGURAS Figura 1. Microrregiões do território rural da Grande Dourados 13 Figura 2. Mapa dos territórios rurais no Brasil 15 Figura 3. Brasil e Regiões 15 Figura 4. Estado do Mato Grosso do Sul com o território destacado 16 LISTA DE QUADROS Quadro 1. Quadro 2. Estratégia Metodológica de Apoio ao Desenvolvimento Territorial Atividades desenvolvidas durante a vigência do convênio FCR/SDT/MDA Quadro 3. Principais problemas e limitações do território. 46 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1. Relação entre a população urbana e rural nos municípios do território Grande Dourados. 19 Gráfico 2. Distribuição das propriedades por área 28 Gráfico 3 Propriedades por área ocupada 28 Gráfico 4. Valor Anual da Produção Animal e Vegetal por Município 30 Gráfico 5. Produção nas propriedades rurais comparados com tamanho 31 4

5 SUMÁRIO PLANO TERRITORIAL...1 DE... 1 DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL... 1 TERRITÓRIO RURAL DA GRANDE DOURADOS MATO GROSSO DO SUL TERRITÓRIO DA GRANDE DOURADOS... 7 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL APRESENTAÇÃO GERAL INTRODUÇÃO PROCESSO METODOLÓGICO Metodologia das Oficinas Oficinas Realizadas INSTITUCIONALIDADE CIAT Descrição do CIAT DIAGNÓSTICO MAPAS CARACTERIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Identidade Principais indicadores sócio-econômicos A. Índices demográficos: a dimensão do rural no território da Grande Dourados B. A pobreza no território da Grande Dourados C.A economia do território da Grande Dourados: a produção agropecuária e o setor formal urbano...24 D.Características gerais da agricultura familiar no contexto do território Censo Agropecuário E. Análise Sistêmica...33 E.1 Subsistema de Produção...34 E.2 Subsistema de Transformação E.3 Subsistema de Comercialização Institucionalidades A. Ambiente institucional de apoio ANÁLISE DA COMPETITIVIDADE SISTÊMICA E DA QUALIDADE DE VIDA DO TERRITÓRIO Aspectos básicos sobre o capital social no território da Grande Dourados A. Aspectos metodológicos Produtos da agricultura familiar Comercialização Investimentos na Cadeia Produtiva do Leite Associativismo e cooperativismo Estudo de casos positivos...43 Assistência técnica População Indígena

6 Outros...44 B. Quadro Resumo C. Questões relevantes VISÃO DE FUTURO EIXOS INTEGRADORES PROJETOS ESTRATÉGICOS (ESTRUTURANTES) AGENDA DAS AÇÕES TERRITORIAIS CRÉDITOS PROJETO DE SISTEMATIZAÇÃO E ANÁLISE DOS PLANOS TERRITORIAIS DATA E LOCAL

7 PLANO TERRITORIAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL TERRITÓRIO DA GRANDE DOURADOS ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL 1. APRESENTAÇÃO GERAL A decisão do Governo Brasileiro em propor uma política nacional que apoiasse o desenvolvimento sustentável dos territórios rurais, foi resultado de um processo de acúmulos e de reivindicações de setores públicos e organizações da sociedade civil, que avaliaram como sendo necessária a articulação de políticas nacionais com iniciativas locais, segundo uma abordagem inovadora. Esta decisão teve como resultado a proposta de criação da Secretaria de Desenvolvimento Territorial, no âmbito do MDA, e a formulação de dois programas nacionais apresentados no âmbito do Plano Plurianual do Brasil, Esses programas, a própria SDT, os demais órgãos da administração pública federal com ações confluentes no desenvolvimento sustentável, os governos estaduais e municipais, e um vasto número de organizações da sociedade civil e movimentos sociais, além das próprias populações dos territórios rurais, constituem a base política, institucional e humana desta proposta. O enfoque territorial implica no desenvolvimento endógeno e na autogestão. As regiões mais carentes de desenvolvimento são exatamente aquelas que apresentam os mais altos índices de analfabetismo e que sofrem, desde muito tempo, processos de exclusão social, de migração e de desqualificação dos serviços públicos. Essas regiões estão dentre as mais pobres do País e, geralmente, possuem capital social pouco desenvolvido, devido a fatores econômicos (falta de meios, pobreza, desemprego); sociais (dependência, subordinação, pouca organização social); geográficos (isolamento, dificuldade de comunicações, limitantes naturais); educacionais (educação formal deficiente, analfabetismo, baixa informação e capacitação); e práticas políticas (pouca participação, clientelismo). Esses elementos desfavoráveis reduziram dramaticamente as chances da 7

8 cidadania e da participação, acentuando as assimetrias sociais, econômicas e políticas. Em algumas partes, os fatores desagregadores são parcialmente compensados por forte identidade cultural e pela solidariedade, desenvolvidas sobre práticas sociais de Fé, de trabalho conjunto, compartilhamento de recursos naturais escassos e uso comum da terra para criação de animais. Em várias partes, o crescimento e institucionalização do capital social são vistos como uma espécie de ameaça ao poder político local, sendo mesmo comum que ocorram manifestações de alguns líderes locais contra as ações que procuram mediar demandas sociais e políticas públicas, já que a gestão social aparece como uma reivindicação em quase todos os fóruns, associações, sindicatos e outras formas de organização social. São também regiões de capital natural pressionado por escassos recursos, como o semi-árido, ou por desequilíbrios eminentes, como a Amazônia, que requerem sistemas de apropriação fundados na preservação e na gestão cautelosa dos recursos naturais. Portanto, dificultam a apropriação pelo homem do capital natural, ou cobram dele o esgotamento precoce dos recursos naturais, reduzindo seus rendimentos e dificultando as condições de reprodução. Quanto aos condicionantes humanos, social, político e ambiental, as indicações são as recorrentes de todos os estudos, demandas e propostas: - Prioridade para a educação formal, acesso aos serviços de saúde e oportunidades de trabalho, de tal forma a reconstruir o capital humano no espaço de uma geração; - Mobilização, organização, valorização cultural, capacitação, participação e desenvolvimento institucional, para construir o capital social; - Renovação das práticas políticas e garantia de acesso às políticas públicas, para redução da dependência e avanço da gestão social; - Inovações com tecnologias apropriadas e ecologicamente amigáveis, valorização dos recursos locais, difusão de conhecimentos contextualizados, saber fazer democratizados, diversificação econômica, para melhor usar os recursos naturais e preservar o ambiente. Em todos os casos, faz-se necessário: investimentos públicos e privados focados nos territórios, proteção social dos grupos mais frágeis, informação, 8

9 capacitação e assistência técnica de qualidade. Sem esquecer os enfoques transversais temáticos da maior importância, tais como gênero, geração, raça e etnia. A SDT adotou da academia a definição de Território: É um espaço físico, geograficamente definido, geralmente contínuo, compreendendo cidades e campos, caracterizado por critérios multidimensionais, tais como o ambiente, a economia, a sociedade, a cultura, a política e as instituições, e uma população, com grupos sociais relativamente distintos, que se relacionam interna e externamente por meio de processos específicos, onde se pode distinguir um ou mais elementos que indicam identidade e coesão social, cultural e territorial. E para território rural a seguinte definição: São os territórios, conforme anteriormente, onde os critérios multidimensionais que os caracterizam, bem como os elementos mais marcantes que facilitam a coesão social, cultural e territorial, apresentam, explicita ou implicitamente, a predominância de elementos rurais. Nestes territórios incluem-se os espaços urbanizados que compreendem pequenas e médias cidades, vilas e povoados. E para microrregiões rurais: As microrregiões rurais são aquelas que apresentam densidade demográfica menor do que 80 habitantes por km² e população média por município até habitantes. Com este enfoque definiu os critérios de seleção dos territórios rurais, a saber: Lista classificatória das microrregiões nos estados; número de agricultores familiares;número de famílias assentadas; municípios já beneficiados pelo PROINF e pobreza rural (menor IDH). Os quais, depois de selecionados em reuniões do CMDRS, movimentos sociais, associações e entidades representante da agricultura familiar, ocorrerá a homologação pelo CEDRS. 2. INTRODUÇÃO O território Grande Dourados é formado por doze municípios, Dourados, Rio Brilhante, Itaporã, Caarapó, Glória de Dourados, Jateí, Fátima do Sul, Deodápolis, Douradina, Vicentina, Juti e Nova Alvorada do Sul. Estes municípios estão inseridos na região da Grande Dourados. Em 2006, por autorização da CIAT e homologação do CEDRS, ao território foi incorporado o município de Nova Alvorada do Sul. 9

10 A Tabela 1 apresenta todos os municípios que formam o território, bem como a distância para a capital e o seu ano de criação. Tabela 1. Municípios que formam o Território da Grande Dourados e ano de criação. Distância para Município Ano de Criação Campo Grande (Km) Dourados 20/12/ Rio Brilhante 26/09/ Itaporã 10/12/ Caarapó 20/12/ Glória de Dourados 11/11/ Jateí 11/11/ Fátima do Sul 11/12/ Deodápolis 13/05/ Douradina 12/05/ Vicentina 20/06/ Jutí 14/12/ Nova Alvorada do Sul 18/12/ Fonte: SEPLANCT MS, PROCESSO METODOLÓGICO No desenvolvimento das atividades na Fase I (Quadro 1) ocorreram oficinas de sensibilização, mobilização e articulação, assim como a constituição do CIAT, ND e NT. A CIAT através do ND articulou-se politicamente com os CMDRS e as secretarias municipais de agricultura e com a Secretaria de do Estado do Mato Grosso do Sul para estabelecer um arranjo político na implementação de ações de desenvolvimento territorial na Grande Dourados. Na Fase II a qual se refere ao planejamento e gestão do desenvolvimento, realizou-se a oficina de gestão e planejamento territorial da CIAT e a oficina de concepção básica do desenvolvimento territorial. Assim como, o estudo 10

11 propositivo, as linhas estratégicas do desenvolvimento territorial, modelo de gestão e elaboração de projetos setoriais e específicos Metodologia das Oficinas Quadro 1: Estratégia Metodológica de Apoio ao Desenvolvimento Territorial. FASES I - FASE DE SENSIBILIZAÇÃO, MOBILIZAÇÃO E ARTICULAÇÃO II - FASE DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DO DESENVOLVIMENTO III- FASE DE IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETOS, CONTROLE E AVALIAÇÃO Tempo total desde início SETEMBRO DE 2003 A MAIO DE 2004 MAIO DE 2004 A JUNHO 2005 JUNHO 2005 A NOVEMBRO 2005 AÇÃO DE APOIO OFERTA Oficina Nivelamento Conceitual e Metodológico (Estadual) Oficina Nivelamento Conceitual e Metodológico (Territorial) Oficina Planejamento e Gestão Territorial (CIAT) Oficina Concepção Básica do Desenvolvimento Territorial Consultorias: Estudo Propositivo (FCR) Oficina Gestão, Monitoramento e Avaliação do Desenvolvimento Territorial Rural AÇÃO DE AUTO- ORGANIZAÇÃO DEMANDA Acordo territorial, Compromissos territoriais e governamentais, Constituição dos CIAT s, Núcleos Dirigente e Operacional, Levantamento de Informações Preliminares. Formação de grupos de trabalho setores priorizados Aprofundar o conhecimento da realidade; Definição das linhas estratégicas do DT; Consolidar um modelo de gestão; Elaboração de projetos setoriais e específicos. Organização dos Arranjos Institucionais; Articulação de Políticas Públicas; Monitoramento e Avaliação dos Programas e Projetos. Consultorias: PLANO SAFRA (Fundação Cândido Rondon) Oficinas Realizadas Na Fase III e no 2 e 3 Ciclos (Quadro 2) foram realizados quatro oficinas e dois cursos como parte da estratégia da elaboração PTDRS. Ainda nessa fase a SDT/MDA discute nos territórios e também na Grande Dourados a importância da educação do campo e o desenvolvimento territorial. Para tanto foi realizado um seminário estadual com as lideranças do setor. 11

12 Quadro 2 Atividades desenvolvidas durante a vigência do convênio FCR/SDT/MDA. ATIVIDADES LOCAL DATA Planejamento e Gestão Territorial (CIAT) (1ª F II) Dourados 17 a 17/05/05 Concepção Básica do Desenvolvimento Territorial (2ª F II) Dourados 09 a 11/08/05 Gestão, Monitoramento e Avaliação do Desenvolvimento Territorial Rural Sustentável (Fase Dourados 08 e 09/09/05 III) Seminário Estadual de Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial Itaquiraí 08 e 09/11/05 Monitoria e Avaliação do PTDRS (1ª Oficina do 2 Ciclo) Dourados 10 e 11/11/05 Estudo Propositivo da Grande Dourados Território 2004/2005 Plano Safra Territorial Território Nov/05 a Mar/06 Monitoramento das Ações Territoriais (Oficina estadual) Campo Grande 29 e 30/11/05 Monitoria e Avaliação do PTDRS (2ª Oficina do 2 Ciclo) Dourados 09 e 10/03/06 Curso para Núcleos Diretivos e Técnicos das CIATs sobre gestão do PTDRS (Módulo I) Dourados 18 e 20/04/06 Curso para Núcleos Diretivos e Técnicos das CIATs sobre gestão do PTDRS (Módulos II e III) Campo Grande 29 a 31/05/06 Monitoria e Avaliação do PTDRS (3 Ciclo) Dourados 06 e 07/06/06 Desde o início dos trabalhos da SDT realizados no território da Grande Dourados a instituição colegiada é a CIAT (Comissão de instalação das Ações territoriais). Destaca-se como uma ação relevante da CIAT a sua nucleação em duas microrregiões, com o intuito de proporcionar a maior participação dos atores sociais em eventos municipais e a implementação de projetos intermunicipais a saber: - Microrregião I: Deodápolis, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Jateí e Vicentina. - Microrregião II: Caarapó, Douradina, Dourados, Juti, Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante e Itaporã. Figura 1. Microrregiões do território rural da Grande Dourados 12

13 2.2. INSTITUCIONALIDADE CIAT Toda a estratégia de apoio ao desenvolvimento dos territórios rurais que está sendo implementada pela SDT/MDA desde 2003, está alicerçada na concepção de que o território rural deve se constituir em um espaço de integração, articulação e concertação da diversidade de atores sociais, identidades culturais, interesses políticos e políticas públicas que nele se manifestam. Cada território se caracteriza pela diversidade de visões e interesses que buscam construir espaços de concertação, onde ocorrem articulações, entendimentos e negociações. Este espaço deve ser um fórum privilegiado e se constituir numa nova institucionalidade, agora de âmbito territorial, onde seja garantida e legitimada a presença dos diversos atores sociais existentes no espaço do território. A Resolução n o 52 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (CONDRAF), de 16 de fevereiro de 2005, preconiza que as institucionalidades territoriais devem construir espaços nos quais a gestão social do desenvolvimento territorial deve ser concretizada por meio de espaços de debate e concertação, com transparência e participação. 13

14 2.2.2 Descrição do CIAT A configuração atual do CIAT é composta de 38 entidades com direito a voz e voto, sendo doze vagas das Prefeituras, doze vagas dos CMDRs, doze vagas dos STRs, três vagas do IDATERRA, uma vaga dos povos indígenas, uma vaga do MCC, além dos convidados: Universidades, EMBRAPA, IMAD, INCRA, APOMS, FUNAI, FETAGRI e MST. O Núcleo Diretivo sofreu mudanças desde a sua primeira constituição em 2004 no sentido de garantir a paridade e a representatividade entre os atores sociais. Está hoje constituído de onze titulares (três Prefeituras, dois IDATERRA. quatro STRs, um CMDR e uma do MCC) e onze suplentes (sete Prefeituras, um do IDATERRA e três dos CMDRs). A coordenação é exercida pelo representante do IDATERRA de Dourados. O Núcleo Técnico foi reestruturado em sua formação inicial em junho de 2005, abrindo espaço para novas entidades de assistência e de assessoria técnica. Hoje está constituído por técnicos do IDATERRA, IMAD, Prefeituras Municipais, INCRA, FUNAI, APOMS e EMBRAPA. 3. DIAGNÓSTICO O diagnóstico preliminar foi desenvolvido a partir de dados secundários junto a órgãos oficiais estaduais e federais, como IBGE, Ministério da Saúde, Ministério da Fazenda, Secretarias de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. Consta de informações sobre o perfil demográfico do território da Grande Dourados, indicadores sócio-econômicos, aspectos quantitativos da produção agropecuária e da agricultura familiar, além de informações sobre as demandas e ofertas de políticas públicas orientadas para o desenvolvimento rural sustentável. A coleta de dados secundários foi complementada pela análise de documentos e diagnósticos já realizados sobre o território da Grande Dourados. 3.1 MAPAS Figura 2 - Territórios rurais no Brasil 14

15 Fonte: SDT/MDA. Outubro/2006 Figura 3 - Brasil e Regiões Figura 4 - Estado do Mato Grosso do Sul com o território destacado 15

16 3.2 CARACTERIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Identidade O processo de ocupação da região onde se encontram os municípios os doze municípios que formam o território da Grande Dourados iniciou-se com os índios Terenas e Kaiwás, no início do século XVIII, oportunidade em que eles dominaram todo o território compreendido entre o atual município de Rio Brilhante até o Rio Amambaí e desde os campos de Maracajú até o Rio Ivinhema e o Rio Paraná, formando a nação Guaicurus. No século XIX, em decorrência da Guerra do Paraguai (1864/1870), aconteceu uma grande alteração no perfil social da região, fruto da movimentação de milhares de soldados brasileiros e paraguaios disputando militarmente pontos estratégicos da região. Com o fim da Guerra do Paraguai, soldados e ex-escravos ocuparam parte importante da região, iniciando assim, um processo lento, mas contínuo de ocupação pelo homem branco com agricultura de subsistência e criatório de gado, além de pequeno comércio de secos e molhados. 16

17 A Colônia Federal Agrícola de Dourados, criada pelo Decreto nº de 28 de outubro de 1943 a partir de uma iniciativa do Governo Federal que visava a colonização da fronteira com o Paraguai foi exemplo importante de reforma agrária no Brasil. Transformou-se em poucos anos no centro dinâmico da região, recebendo migrantes de todas as partes do Brasil, com destaque para os nordestinos que ali se instalaram em 1943, dando importante contribuição para o crescimento de Dourados e de outras cidades do território surgidas com base no sucesso empresarial da colônia. Nos anos cinqüenta e sessenta, atraídos pelo preço e a fertilidade das terras, agricultores do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e de São Paulo, com capital e bom nível de conhecimento técnico, estabeleceram-se na região contribuindo para a modernização da agricultura e da pecuária. Nos anos setenta e oitenta, a região da Grande Dourados apresentou um vigoroso crescimento econômico estimulado pelos programas federais de apoio à modernização no campo, destacando-se, entre eles, o Programa de Desenvolvimento dos Cerrados POLOCENTRO e o Programa de Desenvolvimento da Grande Dourados - PRODEGRAN, ambos voltados para modernizar a agricultura da região. 1 A tabela a seguir mostra a ordem cronológica de criação dos municípios do território Grande Dourados. A região da Grande Dourados experimentou rápido crescimento econômico ancorado na exploração da grande lavoura (soja, milho e trigo) e na exploração da pecuária. Os índices utilizados para medir o desenvolvimento social indicam claramente o recente processo de desenvolvimento que os municípios da região da Grande Dourados viveram. Em um período de trinta anos, a economia regional transformou-se em importante referência no país, calcada na produção de grãos e da pecuária. Esse processo, no fundamental, ao mesmo tempo em que gerava emprego e renda, provocava fortes danos ao meio ambiente. Em decorrência disso, parcela importante das terras estão degrada, rios antes caudalosos estão assoreados, restando pouco da cobertura vegetal e da 1 O MATO GROSSO DO SUL NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS REGIONAIS DE DESENVOLVIMENTO Profª Drª Silvana de Abreu/UFMS-Dourados Inédito 17

18 fauna regional até então exuberante Principais indicadores sócio-econômicos A. Índices demográficos: a dimensão do rural no território da Grande Dourados Segundo o Censo de 2000, a população do território Grande Dourados é de habitantes e esta população é predominantemente urbana com 83% vivendo na área urbana e 17% na área rural. A maior parte dos habitantes do território (58%) está concentrada no município de Dourados que é também o maior município em extensão. Neste município a população urbana é da ordem de 92% apresentando a maior disparidade entre a população urbana e rural dos municípios que compõem o território. A população do território Grande Dourados representa 13,7% da população total do estado. Da população restante do território, 42% está distribuída nos outros 10 municípios tendo em sua maioria a população urbana superando a população rural. O município de Dourados está situado na região central do território constituindo-se em um grande centro consumidor, já que sua população representa mais da metade da população total do território. O gráfico a seguir mostra a relação entre a população urbana e rural nos municípios que compõe o território. Gráfico 1. Relação entre a população urbana e rural nos municípios do território Grande Dourados. 18

19 Pop. Urbana Pop. Rural 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Dourados Rio Brilhante Caarapó Fátima do Sul Itaporã Deodápolis Glória de Dourados Vicentina Juti Jateí Douradina Censo IBGE-2000 A Tabela 2 mostra os indicadores de densidade demográfica 2, índice de urbanização 3 e razão de dependência 4 nos municípios do território. Os dados sobre a evolução da população entre os anos de 1991 a 2000 mostram que a população do território teve um incremento de indivíduos. Estes mesmos dados apontam um aumento da população urbana devido a mudança de parte da população rural para os centros urbanos em alguns municípios. Os dados apontam um total de pessoas que migraram da área rural para área urbana entre os anos citados. A tabela a seguir mostra o comportamento da população nos municípios do território entre os anos de 1991 a O indicador de Densidade Demográfica mostra a concentração da população humana em relação ao espaço. 3 Índice de Urbanização é comumente usada para classificação das áreas urbanas por tamanho, já que os benefícios e os problemas variam de cidade para cidade, em parte, de acordo com seu tamanho. A urbanização é reconhecida como uma dimensão intrínseca do desenvolvimento social e econômico. 4 Razão de Dependência é expressa pelo quociente entre a população dependente e a população potencialmente ativa. Neste grupo estão incluídas as pessoas entre as idades de 15 a A 64 anos, que em princípio estão inseridas no mercado de trabalho. Por sua vez, a população dependente é composta por pessoas muito jovens de 0 a 14 anos, que em tese, ainda estão fora do mercado e aquelas acima de 65 anos que já estariam aposentadas. 19

20 Tabela 2. Evolução da população nos Municípios do território Grande Dourados Município População total 1991 População total 2000 População rural 1991 População rural 2000 População urbana 1991 População urbana 2000 Caarapó Deodápolis Douradina Dourados Fátima do Sul Glória de Dourados Itaporã Jateí Juti Rio Brilhante Vicentina Total Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil Quando comparado com os índices do estado, a densidade demográfica do território mostra que este ultrapassa em mais de 10 pontos o índice estadual. Enquanto no território a densidade demográfica esta em torno de 16,50 hab/km², o estado apresenta índice de 5,80 hab/km². Porém, dentro do território os índices variam muito tendo municípios como Fátima do Sul com índice superior a 60 hab/km² e Jateí que têm este índice na ordem de 2,10%. Os municípios que têm os menores índices de densidade demográfica, também são os que apresentam elevados índices de razão de dependência, o que pode indicar uma migração da população ativa para municípios que têm melhores condições de trabalho. O Município de Jutí apresenta um dos menores de índice de Densidade Demográfica e é também o que tem o maior índice de razão de dependência que é de 70%. A tabela a seguir mostra os índices citados nos municípios do território. Tabela 3 - Índices Demográficos Municipais do território. 20

21 Municípios Densidade Demográfica (Hab/Km²) Índices Demográficos Índice de Urbanização (%) Razão de Dependência (%) Dourados 40,37 90,89 53,80 Rio Brilhante 5,68 73,66 58,50 Caarapó 9,91 70,78 62,70 Fátima do Sul 60,63 85,19 51,90 Itaporã 12,89 68,82 60,00 Deodápolis 13,65 74,33 57,70 Glória de Dourados 20,41 71,83 54,00 Vicentina 18,63 61,33 52,00 Jutí 3,14 67,56 70,10 Jateí 2,10 32,14 54,70 Douradina 12,80 41,45 62,20 Total do território 16,50 82,54 57,96 Total do Estado 5,80 84,10 55,40 Fonte: Censo IBGE/2000 O IDH-M 5 do território é de 0,733 e está abaixo do índice do estadual que é de 0,778. Dos três indicadores utilizados para compor o IDH-M, a renda é o indicador que apresenta os valores mais baixos e faz com que o IDH-M do território seja baixo. Os indicadores de desenvolvimento humano mostram que não há grandes disparidades entre o IDH-M dos municípios que compõem o território Grande Dourados quando comparados com o índice do estado, do País e de Santa Catarina, que é um dos melhores do país. Quando comparados os índices de longevidade dos municípios percebemos que estes se mantêm dentro de uma faixa sem grandes disparidades com os indicadores estaduais e nacionais tendo inclusive alguns municípios superando o índice do país. O índice de educação mostra que quatro municípios apresentam índice superior ao nacional, refletindo assim o resultado de campanhas para que as crianças estejam na escola. 5 IDH-M Índices de Desenvolvimento Humano Municipal é composto pela média de três índices; Longevidade, Educação e Renda. 21

22 Quando analisado os índices de renda de cada município percebe-se que estes acompanham os índices do território ficando pouco abaixo dos indicadores estaduais, nacionais e de Santa Catarina. Somente o município de Dourados se mantém próximo aos indicadores estadual e nacional. Em todos os índices analisados nota-se que o município de Dourados apresenta excelente desempenho em relação aos demais. É neste município que se concentra a maioria das instituições de ensino, indústrias e também a grande produção agrícola e pecuária do território. A tabela 4 apresenta os índices de desenvolvimento humano nos municípios do território com a apresentação de seus componentes e também estes mesmos índices do estado, do país e em Santa Catarina, estado utilizado como referência. Tabela 4 - Índices de desenvolvimento Município IDH-M IDH-M por componente Longevidade Educação Renda Dourados 0,788 0,758 0,878 0,729 Fátima do Sul 0,751 0,719 0,863 0,671 Rio Brilhante 0,747 0,719 0,840 0,683 Glória de Dourados 0,745 0,741 0,832 0,661 Deodápolis 0,739 0,767 0,813 0,638 Vicentina 0,727 0,719 0,810 0,652 Caarapó 0,715 0,719 0,798 0,629 Jateí 0,715 0,708 0,816 0,620 Douradina 0,713 0,675 0,818 0,647 Itaporã 0,711 0,678 0,809 0,647 Juti 0,710 0,767 0,751 0,611 Território 0,735 0,741 0,854 0,696 Estado 0,778 0,751 0,864 0,718 País 0,761 0,727 0,826 0,723 Santa Catarina 0,814 0,785 0,904 0,754 Fonte: IBGE

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