Jaqueline Maria de Moraes Gomes (G-UEL) -

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Jaqueline Maria de Moraes Gomes (G-UEL) - jaquemaoraes@hotmail.com"

Transcrição

1 O ETHOS DO ENUNCIADOR NA CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA Jaqueline Maria de Moraes Gomes (G-UEL) - Introdução O presente trabalho está inserido no projeto de pesquisa intitulado Projeto: a inscrição de subjetividades na tipologia discursiva do cotidiano, em desenvolvimento na Universidade Estadual de Londrina e coordenado pelo professor Dr. Luiz Carlos ernandes. Constitui-se numa análise sobre como são realizadas as operações juntamente à memória dos processos discursivos e a organização das relações interdiscursivas na comunicação textual cotidiana. O objetivo geral do mesmo é demonstrar de que modo uma propaganda é feita, segundo algumas teorias relativas à posição do sujeito da enunciação, considerando-se que esta não aparece no discurso e, no caso desse trabalho, também não se apresenta explicitamente no texto da propaganda publicitária. Como objetivo específico tem-se interesse em demonstrar de que maneira o ethos do enunciador, enfim, a imagem do sujeito da enunciação, está agindo numa determinada propaganda publicitária, para assim delimitar suas posições no discurso em termos de valores ideológicos. undamentação Teórica Os termos propaganda e publicidade são complexos no que tange ao sentido imediato de suas terminologias, considerando-se que há diferença em a tratarmos, em dado momento, de propaganda e em outro como publicidade. Quanto a esses binômios, Charaudeau (1983) diz existir diferença entre os termos defendendo ser o termo propaganda o que trata de assuntos mais abrangentes, relacionando-se com questões políticas, religiosas, institucionais e comerciais, e que o termo publicidade seria um termo menos abrangente, voltado e focado em mensagens meramente comerciais e, portanto, fazendo parte de um universo de desejos que se utiliza de disfarces a fim de que consiga alcançar seus reais objetivos, relacionados especificamente à venda de um determinado produto. Bigal (1999) mostra também esse dualismo entre as denominações, e defende que a propaganda divulga idéias de caráter ideológico, enquanto que a publicidade divulga determinado produto, serviço e marca, mas é ligada ao âmbito de divulgação em si, ou seja, à função de tornar público o objeto da exposição. A publicidade, então, segundo a autora, é a que vende o produto e é a responsável por criar, reformular, defender aquilo que se apresenta como um sistema de crença. Já Carvalho (1998) assevera a divisão de classificações taxonômicas como sinônimas, as quais se dirigem à sociedade como um papel que pode ocasionar mudanças comportamentais e mentais, tal como espelhos da realidade da sociedade em que as pessoas estão inseridas no âmbito social, já que a propaganda e a publicidade fazem parte efetiva desse cotidiano. Na defesa de que a propaganda nos passa idéias mais amplas e, por encaixarmos a publicidade num caminho que pretende a venda do produto, é que nós escolhemos as propostas da Análise do Discurso envolvendo as duas denominações com o objetivo de analisar as manifestações ideológicas contidas nesses gêneros textuais tão assemelhados que são a propaganda e a publicidade. Isso porque é através do discurso que conseguimos identificar a prática de produção de textos, é por meio dele que podemos perceber a materialidade das ideologias se concretizando e sendo uma forma palpável da existência material que faz com que o sujeito só se torne o que é devido à sua interação com o outro, como coloca Brandão (1998). O fato de a propaganda e a publicidade serem destinadas ao público faz com que tenhamos na enunciação a presença de um eu que se dirige a um interlocutor que deixa 385

2 marcas da participação ativa na enunciação, ou seja, há sujeitos que enunciam formas lingüísticas que, a partir delas, se enunciam como tal, conforme defende Benveniste (1988). Levamos o ethos em consideração neste ensaio devido ao conceito que se é adotado ao mesmo, segundo Barthes (1975), que defende o termo ethos como sendo, no sentido próprio da palavra, uma conotação. Cabe ao enunciador expressar uma informação e declarar que alguma coisa ou alguém é isso ou aquilo, situação que podemos ver ocorrendo no objeto de estudo desse trabalho: a propaganda publicitária. A construção de um ethos pelo sujeito enunciador de discursos, segundo a Análise do Discurso, faz com que pensemos numa espécie de hiperproteção vinda desse enunciador quando está diante de usuários de seus produtos publicitários. Essa hiperproteção tem sua consolidação por meio do trabalho que o publicitário realiza nas propagandas criadas, conseguindo passar ao tu uma imagem, como se fosse um reflexo da identidade de seu interlocutor, o que é assim definido por iorin: O eu é instaurado no ato de dizer: eu é quem diz eu. A pessoa a quem o eu se dirige é estabelecido como tu. O eu e o tu são actantes da enunciação, porque o primeiro produz o enunciado e o segundo, funcionando como uma espécie de filtro, é levado em consideração pelo eu na construção do enunciado (CORTINA, MARCHEZAN, 2004:117). Em meio a essas colocações em torno do ethos do enunciador e também de considerações relativas às teorias publicitárias, é que concentramos nossa pesquisa na propaganda publicitária do sabão em pó Omo. Por estar presente ou ao menos ser referido na maioria dos lares e se manter no mercado consumidor há 51 anos, a circulação desse produto nos propõe ver, ao longo desse tempo de comércio, muitos tipos de interação que fizeram seu numeroso públicoalvo passar a consumi-lo. Será confrontando as propagandas do detergente em pó Omo, do passado e da atualidade que procuraremos realizar nosso propósito nesse trabalho. Nele, a observação do ethos do enunciador irá, conforme pretendemos, auxiliar na identificação de como o criador publicitário atua quando está produzindo a propaganda, o que ele, por meio do ethos, coloca em consideração na hora de produzir um de publicidade. História do sabão em pó Omo Contrariamente ao que muitos consumidores acreditam, o nome do produto OMO, na verdade, constitui uma sigla a partir de termos do inglês, Old Mother Owl, cuja tradução na língua portuguesa corresponde a Velha Mãe Coruja. O produto recebeu esse nome devido ao efeito de sentido relativo ao zelo materno e sabedoria que a ave pode representar. A ilustração do animal nas caixas do produto foram utilizadas na Inglaterra, mas não em nosso país. A chegada do produto ao Brasil ocorreu no ano de 1957 e os meios de comunicação usados para sua divulgação foram: o rádio, que atiçava a curiosidade de seus ouvintes com um sonoro Oooomooo em sua programação, sem ao menos detalhar sobre o mesmo; e o jornal, no qual procurava-se intrigar os leitores com a pergunta: Mas como? Omo?. Esses não foram os únicos modos de propagação de Omo, pois, na década de 60, a idéia inovadora de um detergente em pó que substituísse o tão usado sabão em pedra acarretava certo receio de que o uso do novo produto fosse rejeitado pelas donas de casa, já acostumadas com todo o tradicional processo exaustivo da lavagem de roupas. Assim, a campanha publicitária ficou mais agressiva: vendedores saíam às ruas, de porta em porta, demonstrando como Omo deveria ser usado e como seus resultados podiam ser eficazes; pequenas apresentações do uso do produto eram realizadas em cines teatros, o que resultou uma ação muito eficiente. Na década de 1970, o sabão Omo já fazia parte do hábito de consumo da família brasileira, e tinha como estratégia publicitária pesquisas de comprovação de eficácia do produto, como aquela divulgada por uma campanha de 1971 chamada Teste São Tomé. A partir de 1975, a campanha de Omo não só se preocupava em elevar o número de seus 386

3 consumidores, como também competia com as marcas de detergente em pó que se alastravam por todo o país. Na década de 80, a campanha do Omo visava à fidelidade de suas consumidoras e, para tanto, utilizou depoimentos de donas de casa objetivando destacar a razão pela preferência ao produto. Já nos anos 90, a mensagem publicitária Omo preocupou-se em enfatizar a atualização e tecnologia dos produtos da marca. Quanto à campanha publicitária, procurou se adaptar às mudanças no estilo de vida de seu público alvo, a mulher profissional e dona de casa, uma vez que a mesma já estava inserida no mercado de trabalho e a mesma não tinha tanto tempo para dedicar-se aos afazeres domésticos. No novo século, a palavra classificatória de suas campanhas de publicidade é inovação. Para tanto, Omo mudou sua motivação funcional, que antes era buscava sua eficácia nas referências à brancura, ao brilho, etc., para enfocar o lado emocional dos consumidores, difundindo, nos mais variados meios de comunicação, propagandas comerciais que, utilizam o slogan Porque se sujar faz bem. A mensagem tenta passar a idéia de que as crianças não precisariam parar de brincar ou de se exercitar porque sujarão as vestimentas, e sim que não deve haver preocupação com as roupas sujas das crianças, uma vez que todo o trabalho para a limpeza ficaria a cargo do detergente em pó. A campanha supracitada revela uma nova fase de abordagem publicitária da marca, que tenta propor uma nova forma de relação entre mães e filhos, segundo a qual as mães devem passar a participar mais ativamente na educação e formação de suas crianças. O ano de 2007 foi marcado pelo aniversário de 50 anos de Omo no Brasil e o início de um estudo sobre a infância do ponto de vista das mães, realizado em 10 países. Conjuntamente a esse estudo, Omo também realiza fóruns e eventos sobre a importância da atividade de brincar para o melhoramento do aprendizado, com a ajuda de especialistas de diversas áreas de conhecimento vizinhas, de diversas partes do mundo, sendo que seus resultados e debates são divididos com pais, psicológicos e educadores (UNILEVER). Análise do corpus As propagandas publicitárias escolhidas para esta análise são duas, sendo que a primeira coincide com o lançamento da marca no Brasil no ano de 1957, e a segunda é a propaganda publicitária que tem sido vinculada atualmente (2008). A primeira a ser analisada, que vem reproduzida a seguir, é a dos tempos antigos, quando temos o produto sabão em pó, de marca Omo, marcado em seu texto pela presença do nome do produto (Omo) aparecendo em destaque nas duas vezes em que é inserido no anúncio, que foi veiculado num jornal da época. Num primeiro olhar, podemos constatar a presença do verbo chegar no pretérito perfeito do indicativo, chegou, que provoca a sensação de deixar claros ao interlocutor, provavelmente um consumidor, fatos que, realmente, considera-se como concluídos, que se localizam no passado de um modo enfático. Reconhece-se também outro verbo, lavar, que se apresenta no modo imperativo, forma de expressar a função de pedido, ordem, súplica, conselho, etc., presente aqui na forma lave. Indica que existe um receptor da mensagem o qual está sendo pressionado, levado à aquisição do produto e, assim, a passar a consumir o mesmo. Esse mesmo modo verbal também é utilizado, segundo Jakobson (1985), para que o receptor decodifique que está sendo identificado no discurso, já que ele pode ser reconhecido como sendo a segunda pessoa do discurso, ou seja, um tu, um vós, você ou vocês. Com esses levantamentos de primeira abordagem da imagem publicitária é que pensamos em quais seriam as premissas de seus criadores ao produzi-la, já que a veiculação da época, 1957, não era tão assídua como nos dias atuais. E refletimos sobre como ele pensou na hora de colocar esses argumentos tão persuasivos ao criar a propaganda, colocando em destaque o produto que o publicitário tinha para vender. 387

4 Como segunda análise, enfocamos a imagem que vem reproduzida a seguir, uma propaganda veiculada nos dias de hoje, que vem estampada como propaganda publicitária televisiva, ou em revistas, em páginas na internet, etc. Notamos, ao olharmos a propaganda, a figura feminina que supostamente é uma mãe, a qual carrega seu filho, abraçando e cheirando-o, uma imagem dotada de cores fortes e vivas, como sendo um primeiro olhar da figura. Apenas depois disso é que voltamos o olhar ao texto que se segue ao lado do nome da marca do detergente em pó: Toda criança tem direito de ser criança. Pelo que sentimos nas propagandas desse sabão em pó, essa estratégia de atrair os olhares dos consumidores pela motivação emocional para fazer sentir é parte da construção da propaganda, espécie de novo jeito que os publicitários arrumaram para obter melhores resultados ao seu trabalho. A propaganda em análise é elaborada com cores fortes e chamativas, bem como centrada numa imagem que se declara verdadeira, ou seja, trabalha-se em conjunto, na exposição enunciativa, elementos que tentam fazer com que não passemos por ela sem ao menos notar o que está sendo colocado ali pelo anunciante. Está presente um tipo de reflexo óptico, pois a pessoa passa a se enxergar na propaganda, tal como assevera Bigal: Na composição poético-estética publicitária, o outro é a própria materialidade do universo sígnico do público-alvo que, suportando seus semantemas, coloca o receptor- consumidor diante de sua própria imagem sígnica, materializada no desenho construído pela equivalência dos signos selecionados (BIGAL, pág. 58). Assim, como na propaganda analisada anteriormente, também nessa, exalta-se a curiosidade do leitor em identificar marcas do ethos do enunciador, do seu criador, suas idéias para a sua tal produção. Podemos perceber que há diferenças bem significativas quando olhamos para as duas propagandas até aqui analisadas, sem que precisemos nos aprofundar em questões teóricas. A propaganda de 1957 foca mais a parte escrita, textual, com a explanação sobre como se deve usar o produto e de como este fará bem ao seu usuário, visto que, naquele tempo, o produto ainda estava sendo introduzido no país. Já na outra propaganda, temos a atenção voltada ao carinho, ao apelo emocional, visual, com destaque maior para o lado social, mas sem se perder a meta inicial, que é a de continuar a vender e produzir efeitos bem particulares aos olhos do público-alvo por meio de propagandas publicitárias como essas. 388

5 Conclusão Percebemos, então, que há notável diferença quando contrapomos uma propaganda e outra, a começar pelo contraste entre as épocas de criação de cada uma e também pela busca de objetivos diferentes, pois o texto de propaganda de cada época estava centrado num tipo diferente de estratégia de venda. Em vista disso, tentaremos, através das análises iniciais aqui feitas, identificar e avaliar como funciona o ethos do enunciador que está presente na construção dessas duas peças de propaganda publicitária. az parte ainda desse tipo de análise do fazer enunciativo analisar o fato de que muitas pessoas passam, com muita freqüência, a adquirir determinado produto, sem ao menos ter consciência da razão que a leva a esse ato. Referências Bibliográficas BARTHES, Roland. A retórica antiga. In COHEN, J. et al. Pesquisas de retórica. Petrópolis: Vozes, p BENVENISTE, E. Problemas de Lingüística Geral I. Trad. Maria da Glória Novak e Maria Luiza Néri. 2ed. Campinas: Pontes, (1ª edição francesa 1966). BIGAL, Solange. O que é criação publicitária (O estético na publicidade). 2 ed.- São Paulo: Nobel, BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Introdução à análise do discurso. Campinas, UNICAMP, CARVALHO, Nelly de. Publicidade. A linguagem da sedução. 2. ed. São Paulo: Ática, CHARAUDEAU, Patrick. Langage et discours: elements de semio- linguistique. Paris: Hachette, CORTINA, Arnaldo. MARCHEZAN, Renata Coelho. Razões e sensibilidades: a semiótica em foco. Araraquara: Laboratório Editorial/ CL/UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, JAKOBSON, Roman. Diálogos. São Paulo, Cultrix, UNILEVER, Centro de História/ História completa de Omo/ Disponível em: <http://www.unilever.com.br> Acesso: 28 de julho

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: Os textos publicitários

Leia mais

CURSO: COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA TURMA: CS3/CS4. Prof. Breno Brito. Apostila 5 OS TIPOS DE CAMPANHAS

CURSO: COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA TURMA: CS3/CS4. Prof. Breno Brito. Apostila 5 OS TIPOS DE CAMPANHAS CURSO: COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA TURMA: CS3/CS4 DESENVOLVIMENTO DE CAMPANHA Apostila 5 OS TIPOS DE CAMPANHAS OUTUBRO 2008 OS TIPOS DE CAMPANHAS Já vimos que campanha publicitária é um

Leia mais

SLOGAN E INTERAÇÃO DE TEMPO, SUJEITO E ESPAÇO: UM ESTUDO DE CASO DO GUARANÁ ANTÁRTICA

SLOGAN E INTERAÇÃO DE TEMPO, SUJEITO E ESPAÇO: UM ESTUDO DE CASO DO GUARANÁ ANTÁRTICA 1 SLOGAN E INTERAÇÃO DE TEMPO, SUJEITO E ESPAÇO: UM ESTUDO DE CASO DO GUARANÁ ANTÁRTICA Bruna Carreira Barcaroli Jéssica Gonçalves Evangelista¹ Orientadora: Profª. Drª. Sheila F. P. de Oliveira Resumo:

Leia mais

O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO. PALAVRAS-CHAVE: propaganda; argumentação; verbo no imperativo; sequência injuntiva.

O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO. PALAVRAS-CHAVE: propaganda; argumentação; verbo no imperativo; sequência injuntiva. O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO Diana de Oliveira MENDONÇA 1 Maíra Dévely Silva BORGES 2 Sunamita Sâmela Simplício da SILVA 3 Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras Modernas/UFRN

Leia mais

O que quer dizer Omo?

O que quer dizer Omo? OMO em constante atualização Desde 1957, quando foi lançado no Brasil, Omo tem a missão de ser mais do que um detergente em pó. No passado, transformou o hábito de lavar roupas, ajudando as mulheres a

Leia mais

AS IMAGENS MIDIÁTICAS EM SALA DE AULA: POR UM DESENVOLVIMENTO CRÍTICO DA LEITURA.

AS IMAGENS MIDIÁTICAS EM SALA DE AULA: POR UM DESENVOLVIMENTO CRÍTICO DA LEITURA. AS IMAGENS MIDIÁTICAS EM SALA DE AULA: POR UM DESENVOLVIMENTO CRÍTICO DA LEITURA. Considerações prévias Erika Fernandes de Souza, UEPB José Augusto Soares Lima, UEPB Vender...comprar...vedar os olhos jogar

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA Anilda Costa Alves Jamile Alves da Silva Leônidas José da Silva Jr Universidade Estadual da Paraíba anildauepb@gmail.com milygta10@hotmail.com

Leia mais

XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas - 2012

XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas - 2012 (DES)ARTICULAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA NOS CURSOS DE LETRAS: IMPLICAÇÕES PARA AS DISCIPLINAS DE PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA I E II. Cássia Regina

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO AULA 2.2 - A SIGNIFICAÇÃO NA ARTE TEXTO DE APOIO 1. A especificidade da informação estética Teixeira Coelho Netto, ao discutir a informação estética, comparando-a à semântica, levanta aspectos muito interessantes.

Leia mais

Do Persuadir para o Educar: o chocolate Baton e a evolução do seu discurso publicitário

Do Persuadir para o Educar: o chocolate Baton e a evolução do seu discurso publicitário Do Persuadir para o Educar: o chocolate Baton e a evolução do seu discurso publicitário Rafael Picello Pascoalini Universidade Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: rafaelpicello@hotmail.com Profa. Ma. Nirave

Leia mais

INVESTIGAÇÃO DOS SENTIDOS NARRATIVOS ENCONTRADOS NO DISCURSO DE AFÁSICOS PARTICIPANTES DE GRUPO DE CONVIVÊNCIA

INVESTIGAÇÃO DOS SENTIDOS NARRATIVOS ENCONTRADOS NO DISCURSO DE AFÁSICOS PARTICIPANTES DE GRUPO DE CONVIVÊNCIA INVESTIGAÇÃO DOS SENTIDOS NARRATIVOS ENCONTRADOS NO DISCURSO DE AFÁSICOS PARTICIPANTES DE GRUPO DE CONVIVÊNCIA Palavras chave: afasia; diálogo; sentido. O estudo tem o objetivo investigar e analisar os

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

Mudanças de paradigmas no estereotipo da mulher na propaganda

Mudanças de paradigmas no estereotipo da mulher na propaganda UMESP Universidade Metodista de São Paulo Mudanças de paradigmas no estereotipo da mulher na propaganda Autoras: Celeste Marinho Manzanete Roberta Baldo Orientador: Profº Dr. Gino Giacomini Filho São Bernardo

Leia mais

Análise do Discurso da Campanha Publicitária de Barack Obama nas eleições norte-americanas

Análise do Discurso da Campanha Publicitária de Barack Obama nas eleições norte-americanas Análise do Discurso da Campanha Publicitária de Barack Obama nas eleições norte-americanas Héber Araújo Brandão, Patricia Dantas Dias Universidade Federal de Pernambuco Índice 1. Introdução 1 2. Fundamentação

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO ANÁLISE DO DISCURSO DA PROPAGANDA MARLBORO SOROCABA 2014 1 Introdução O presente trabalho

Leia mais

A CATEGORIA DE PESSOA NO TEXTO JORNALÍSTICO: UMA ANÁLISE DA SUBJETIVIDADE NA LINGUAGEM

A CATEGORIA DE PESSOA NO TEXTO JORNALÍSTICO: UMA ANÁLISE DA SUBJETIVIDADE NA LINGUAGEM 1 A CATEGORIA DE PESSOA NO TEXTO JORNALÍSTICO: UMA ANÁLISE DA SUBJETIVIDADE NA LINGUAGEM Keila de Quadros Schermack Universidade de Passo Fundo/UPF keila.quadros@terra.com.br Mestrado em Letras RESUMO:

Leia mais

ESTRANGEIRISMOS NA SALA DE AULA: PROPOSTA DE TRABALHO A PARTIR DE TEXTOS PUBLICITÁRIOS Fabiana Kelly de Souza (UFMG) fabksouza@gmail.

ESTRANGEIRISMOS NA SALA DE AULA: PROPOSTA DE TRABALHO A PARTIR DE TEXTOS PUBLICITÁRIOS Fabiana Kelly de Souza (UFMG) fabksouza@gmail. ESTRANGEIRISMOS NA SALA DE AULA: PROPOSTA DE TRABALHO A PARTIR DE TEXTOS PUBLICITÁRIOS Fabiana Kelly de Souza (UFMG) fabksouza@gmail.com 1. Introdução As línguas se modificam de acordo com as necessidades

Leia mais

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES Aline Patrícia da Silva (Departamento de Letras - UFRN) Camila Maria Gomes (Departamento de Letras - UFRN) Orientadora: Profª Dra.

Leia mais

TRANSCRIÇÃO DE LIBRAS NA PERSPECTIVA DA LINGUÍSTICA DA ENUNCIAÇÃO

TRANSCRIÇÃO DE LIBRAS NA PERSPECTIVA DA LINGUÍSTICA DA ENUNCIAÇÃO RESUMO TRANSCRIÇÃO DE LIBRAS NA PERSPECTIVA DA LINGUÍSTICA DA ENUNCIAÇÃO Laura Amaral Kümmel Frydrych (UFRGS) Luiza Milano Surreaux (UFRGS) O presente trabalho propõe apresentar uma abordagem teórico-metodológica

Leia mais

AS PROPAGANDAS DE CERVEJA: UMA ANÁLISE DO DISCURSO MASCULINO

AS PROPAGANDAS DE CERVEJA: UMA ANÁLISE DO DISCURSO MASCULINO 307 AS PROPAGANDAS DE CERVEJA: UMA ANÁLISE DO DISCURSO MASCULINO Ana Paula Ferreira da Silva * - UNIVERSO Lílian Jordão Pessoa Duarte ** - UNIVERSO 0 Considerações Iniciais Por meio dos recursos técnicos

Leia mais

O MODO DE ORGANIZAÇÃO ENUNCIATIVO NAS PUBLICIDADES DA NOVA SCHIN 1

O MODO DE ORGANIZAÇÃO ENUNCIATIVO NAS PUBLICIDADES DA NOVA SCHIN 1 O MOO E ORGANIZAÇÃO ENUNCIATIVO NAS PUBLICIAES A NOVA SCHIN 1 Graciele Silva REZENE (UFMG) 2 Renato de MELLO (UFMG) 3 RESUMO: Neste artigo, analisamos como o anunciante utiliza o modo enunciativo nas publicidades

Leia mais

LEITURA DE TEXTOS GRÁFICO-VISUAIS APOIADA NA ANÁLISE LINGUÍSTICA

LEITURA DE TEXTOS GRÁFICO-VISUAIS APOIADA NA ANÁLISE LINGUÍSTICA LEITURA DE TEXTOS GRÁFICO-VISUAIS APOIADA NA ANÁLISE LINGUÍSTICA Claudia de Souza Teixeira RESUMO:Este artigo objetiva mostrar que, no trabalho com a leitura, o professor de língua materna deve realizar

Leia mais

AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita. CURSO Alfabetização Linguística e Matemática na Educação Infantil

AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita. CURSO Alfabetização Linguística e Matemática na Educação Infantil AULA 1 Os primeiros contatos da criança com a linguagem escrita Meta Retomar alguns conceitos importantes relativos à alfabetização na educação. Infantil. Sugerir práticas que aproximem a criança do código

Leia mais

DA BRANCURA À SUJEIRA:

DA BRANCURA À SUJEIRA: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UFPI CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS - CCHL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS MESTRADO EM LETRAS Breno Ponte de Brito DA BRANCURA À SUJEIRA:

Leia mais

Unidade IV. Ciência - O homem na construção do conhecimento. APRENDER A APRENDER LÍNGUA PORTUGUESA APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Unidade IV. Ciência - O homem na construção do conhecimento. APRENDER A APRENDER LÍNGUA PORTUGUESA APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA A A Unidade IV Ciência - O homem na construção do conhecimento. 2 A A Aula 39.2 Conteúdos: Anúncio publicitário: A construção de um anúncio publicitário. 3 A A Habilidades: Relacionar linguagem verbal

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

Revista Sul-americana de Filosofia e Educação RESAFE A FILOSOFIA E A NOVIDADE DO PENSAMENTO

Revista Sul-americana de Filosofia e Educação RESAFE A FILOSOFIA E A NOVIDADE DO PENSAMENTO 83 Relato de experiência A FILOSOFIA E A NOVIDADE DO PENSAMENTO Vânia Mesquita 1 Resumo: O presente relato busca introduzir a discussão sobre o filosofar em sala de aula como uma importante possibilidade

Leia mais

UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE DICIONÁRIOS* Joelma Aparecida Bressanin joelmaab@hotmail.com Doutoranda Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT)

UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE DICIONÁRIOS* Joelma Aparecida Bressanin joelmaab@hotmail.com Doutoranda Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) Introdução UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE DICIONÁRIOS* Joelma Aparecida Bressanin joelmaab@hotmail.com Doutoranda Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) O projeto História das Ideias Linguísticas 1

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

BLOG: GÊNERO TEXTUAL OU SUPORTE PARA GÊNEROS?

BLOG: GÊNERO TEXTUAL OU SUPORTE PARA GÊNEROS? BLOG: GÊNERO TEXTUAL OU SUPORTE PARA GÊNEROS? Daiane Eloísa dos Santos (G-CLCA-UENP/CJ) Geovana Lourenço de Carvalho (G-CLCA-UENP/CJ) Vera Maria Ramos Pinto (Orientadora-CLCA-UENP/CJ) Resumo: Com base

Leia mais

O GÊNERO MASCULINO NA PUBLICIDADE DE COSMÉTICOS E VESTUÁRIO

O GÊNERO MASCULINO NA PUBLICIDADE DE COSMÉTICOS E VESTUÁRIO O GÊNERO MASCULINO NA PUBLICIDADE DE COSMÉTICOS E VESTUÁRIO Janaína Fernandes Possati Faculdade de Letras Centro de Linguagem e Comunicação janainapossati@bol.com.br Resumo: Objetivamos analisar, sob o

Leia mais

Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário

Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário Jacqueline Calisto Costa Raquel de Paula Pinto Soares RESUMO A abordagem semiótica entende o texto como uma unidade de sentido, independente da linguagem.

Leia mais

Aspectos Visuais e de Representação de um Slogan 1. Luciana da Silva Souza REINO 2 Universidade Federal do Maranhão, Imperatriz, MA

Aspectos Visuais e de Representação de um Slogan 1. Luciana da Silva Souza REINO 2 Universidade Federal do Maranhão, Imperatriz, MA RESUMO Aspectos Visuais e de Representação de um Slogan 1 Luciana da Silva Souza REINO 2 Universidade Federal do Maranhão, Imperatriz, MA O objetivo deste trabalho foi fazer uma análise dos aspectos visuais

Leia mais

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O BINÔMIO ESTADO - FAMÍLIA EM RELAÇÃO À CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA NOS PROGRAMAS TELEVISIVOS

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O BINÔMIO ESTADO - FAMÍLIA EM RELAÇÃO À CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA NOS PROGRAMAS TELEVISIVOS BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O BINÔMIO ESTADO - FAMÍLIA EM RELAÇÃO À CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA NOS PROGRAMAS TELEVISIVOS Elaborado em 04/07 Vitor Vilela Guglinski Graduado em Direito pela Faculdade de Ciências

Leia mais

TÍTULO: TEORIA DA RELEVÂNCIA E DISCURSO PUBLICITÁRIO: UMA ANÁLISE PRAGMÁTICA DA FORMAÇÃO DOS SENTIDOS

TÍTULO: TEORIA DA RELEVÂNCIA E DISCURSO PUBLICITÁRIO: UMA ANÁLISE PRAGMÁTICA DA FORMAÇÃO DOS SENTIDOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: TEORIA DA RELEVÂNCIA E DISCURSO PUBLICITÁRIO: UMA ANÁLISE PRAGMÁTICA DA FORMAÇÃO DOS SENTIDOS

Leia mais

NIVEA Dry Impact 1. Jorge Eduardo MANFRINI 2 Deivi Eduardo OLIARI 3 Centro Universitário Leonardo da Vinci, Indaial, UNIASSELVI, SC

NIVEA Dry Impact 1. Jorge Eduardo MANFRINI 2 Deivi Eduardo OLIARI 3 Centro Universitário Leonardo da Vinci, Indaial, UNIASSELVI, SC NIVEA Dry Impact 1 Jorge Eduardo MANFRINI 2 Deivi Eduardo OLIARI 3 Centro Universitário Leonardo da Vinci, Indaial, UNIASSELVI, SC RESUMO Com o avanço tecnológico e o desenvolvimento do estilo de vida

Leia mais

Desafiando o preconceito: convivendo com as diferenças. Ana Flávia Crispim Lima Luan Frederico Paiva da Silva

Desafiando o preconceito: convivendo com as diferenças. Ana Flávia Crispim Lima Luan Frederico Paiva da Silva Desafiando o preconceito: convivendo com as diferenças Ana Flávia Crispim Lima Luan Frederico Paiva da Silva Pontifícia Universidade Católica de Goiás anaflavia17012010@hotmail.com luan_frederico@yahoo.com

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica POSSIBILIDADES DIDATICO-PEDAGÓGICAS NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA: UMA PROPOSTA ENTRE DOMÍNIOS DE CONHECIMENTOS NA ESCOLA ESTADUAL INDIGENA CENTRAL EDUCAÇÃO BÁSICA KĨSÊDJÊ Rosimeyre Gomes da Silva

Leia mais

José, o coleciona-dor¹. Caio César Budel 2 Letícia Olher Ferrari 3 Fabiana Alves 4 Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná, Guarapuava, PR

José, o coleciona-dor¹. Caio César Budel 2 Letícia Olher Ferrari 3 Fabiana Alves 4 Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná, Guarapuava, PR José, o coleciona-dor¹ Caio César Budel 2 Letícia Olher Ferrari 3 Fabiana Alves 4 Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná, Guarapuava, PR Resumo O trabalho José, o coleciona-dor foi desenvolvido

Leia mais

CULTURA MIDIÁTICA E ADOLESCÊNCIA: O CORPO NA REVISTA CAPRICHO

CULTURA MIDIÁTICA E ADOLESCÊNCIA: O CORPO NA REVISTA CAPRICHO CULTURA MIDIÁTICA E ADOLESCÊNCIA: O CORPO NA REVISTA CAPRICHO Flávia Mantovani Orientadora: Profª. Drª. Márcia Elisa Teté Ramos RESUMO O presente trabalho tem por objetivo apresentar, em linhas gerais,

Leia mais

MONTAGEM DO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO. Profa. Katiuscia Linguagem Publicitária

MONTAGEM DO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO. Profa. Katiuscia Linguagem Publicitária MONTAGEM DO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO Profa. Katiuscia Linguagem Publicitária TEXTO LITERÁRIO E NÃO LITERÁRIO Texto literário: aquele em que há predomínio da função poética e uso especial da linguagem para

Leia mais

FOTONOVELA E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS 1

FOTONOVELA E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS 1 FOTONOVELA E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS 1 Francisco José da Silva ROCHA Filho 2 Nathalia Aparecida Aires da SILVA 3 Sebastião Faustino PEREIRA Filho 4 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal,

Leia mais

XI Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação - SEPesq Centro Universitário Ritter dos Reis

XI Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação - SEPesq Centro Universitário Ritter dos Reis - SEPesq QUESTÕES INOVADORAS DO PROJETO DE DESIGN GRÁFICO PARA A COMUNICAÇÃO DO PRODUTO: análise da aplicação de traços da identidade gaúcha como elemento de persuasão no design gráfico dos rótulos de

Leia mais

O RÁDIO COMO INSTRUMENTO DE PERPETUAÇÃO DA CULTURA DOS POVOS ÉTNICOS DE IJUÍ

O RÁDIO COMO INSTRUMENTO DE PERPETUAÇÃO DA CULTURA DOS POVOS ÉTNICOS DE IJUÍ O RÁDIO COMO INSTRUMENTO DE PERPETUAÇÃO DA CULTURA DOS POVOS ÉTNICOS DE IJUÍ VAN RIEL, Oscar Michel dos Santos 1 ; SANTOS, Janaíne dos 2 Palavras-chave: Linguagem Radiofônica. Cultura. Identidade Étnica.

Leia mais

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I:

Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler. Unidade I: Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Unidade I: 0 Unidade: A Poesia: uma outra maneira para gostar de ler Olá Alunos, Na unidade anterior conhecemos e discutimos um pouco a respeito

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS

INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS Marcus Vinícius Batista Nascimento Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP RESUMO

Leia mais

MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS

MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS MEU MUNDO INTEGRADO: ELABORAÇÃO DE VÍDEO EDUCATIVO SOBRE O PERCURSO DO LÁPIS Orlando José PINTO NETO; Rosana Alves Ribas MORAGAS e-mail: orlando_neto_1@hotmail.com; rosanarmoragas@yahoo.com.br Universidade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SUPORTE PARA A IDENTIFICAÇÃO DE UMA NOTÍCIA SATÍRICA* 1

A IMPORTÂNCIA DO SUPORTE PARA A IDENTIFICAÇÃO DE UMA NOTÍCIA SATÍRICA* 1 A IMPORTÂNCIA DO SUPORTE PARA A IDENTIFICAÇÃO DE UMA NOTÍCIA SATÍRICA* 1 Emanoel Barbosa de Sousa - UFC Maria Lourdilene Vieira Barbosa UFMG Resumo: Considerando os elementos responsáveis pela interpretação

Leia mais

Discurso organizacional: motivando o servidor para o serviço público 1. Lidiane Malagone Pimenta 2

Discurso organizacional: motivando o servidor para o serviço público 1. Lidiane Malagone Pimenta 2 Discurso organizacional: motivando o servidor para o serviço público 1 Lidiane Malagone Pimenta 2 Resumo Uma prefeitura tem a missão de atender bem à população, oferecendo-lhe serviços públicos municipais

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DISCURSIVA DE INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS NA MÍDIA: ITAÚ PERSONNALITÉ E BANCO DO BRASIL

A CONSTITUIÇÃO DISCURSIVA DE INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS NA MÍDIA: ITAÚ PERSONNALITÉ E BANCO DO BRASIL 381 A CONSTITUIÇÃO DISCURSIVA DE INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS NA MÍDIA: ITAÚ PERSONNALITÉ E BANCO DO BRASIL Andréia Nogueira Ferreira UNIFRAN Mª Silvia Olivi Louzada UNIFRAN O universo do discurso engloba os

Leia mais

Porque o homem não muda. Evolui. Um estudo sobre a relação entre masculinidade, paternidade e publicidade na sociedade contemporânea

Porque o homem não muda. Evolui. Um estudo sobre a relação entre masculinidade, paternidade e publicidade na sociedade contemporânea Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder Florianópolis, de 25 a 28 de agosto de 2008 Porque o homem não muda. Evolui. Um estudo sobre a relação entre masculinidade, paternidade e publicidade na sociedade

Leia mais

A PESQUISA NO CAMPO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL: MAIS UM OLHAR

A PESQUISA NO CAMPO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL: MAIS UM OLHAR A PESQUISA NO CAMPO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL: MAIS UM OLHAR Alexandre de Medeiros Motta 1 RESUMO O campo da comunicação é um espaço emocionante para ser sondado e explorado pela pesquisa, principalmente aquelas

Leia mais

O ETHOS PRESENTE NOS JORNAIS GAZETA DO POVO E FOLHA DE LONDRINA

O ETHOS PRESENTE NOS JORNAIS GAZETA DO POVO E FOLHA DE LONDRINA O ETHOS PRESENTE NOS JORNAIS GAZETA DO POVO E FOLHA DE LONDRINA Samantha Isabela Pinto (G-CLCA-UENP/CJ) Fernando Moreno da Silva (Orientador-CLCA-UENP/CJ) Introdução O presente trabalho faz parte do projeto

Leia mais

COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE

COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA: O VÍDEO COMO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO RURAL. Cenira Almeida Sampaio Marta Rocha do Nascimento As tecnologias de comunicação sempre foram tidas como instrumentos facilitadores e

Leia mais

UMA ANÁLISE DE TEXTOS DE ALUNOS NA AULA DE SOCIOLOGIA: (DES)MOTIVAÇÃO PARA A VIDA

UMA ANÁLISE DE TEXTOS DE ALUNOS NA AULA DE SOCIOLOGIA: (DES)MOTIVAÇÃO PARA A VIDA UMA ANÁLISE DE TEXTOS DE ALUNOS NA AULA DE SOCIOLOGIA: (DES)MOTIVAÇÃO PARA A VIDA José de Jesus de Oliveira 1 (Fac. Signorelli) Siderlene Muniz-Oliveira 2 (UTFPR) Resumo: Esta comunicação tem como objetivo

Leia mais

GÊNEROS TEXTUAIS DA MÍDIA IMPRESSA: REFLEXÕES SOBRE A PROPOSTA DE TRABALHO DE UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

GÊNEROS TEXTUAIS DA MÍDIA IMPRESSA: REFLEXÕES SOBRE A PROPOSTA DE TRABALHO DE UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES GÊNEROS TEXTUAIS DA MÍDIA IMPRESSA: REFLEXÕES SOBRE A PROPOSTA DE TRABALHO DE UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES Noelma Cristina Ferreira dos Santos professoranoelma@yahoo.com.br (UEPB) RESUMO Mídias

Leia mais

LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS LEITURA E LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Luziana de Magalhães Catta Preta PG/ UFF Nesta comunicação, conforme já dito no título, desejamos apresentar os resultados parciais de uma pesquisa

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 Prof. Dr. Vanessa Bortulucce A proposta desta comunicação é realizar uma reflexão acerca dos elementos que constituem a estética

Leia mais

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental - SEPesq Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental Renata Faria A. Silva da Rosa Mestranda Letras/Linguística PPGL PUCRS renata.faria@acad.pucrs.br

Leia mais

FACULDADE SATC CURSO DE JORNALISMO PROJETO EDITORIAL PORTAL SATC

FACULDADE SATC CURSO DE JORNALISMO PROJETO EDITORIAL PORTAL SATC FACULDADE SATC CURSO DE JORNALISMO PROJETO EDITORIAL PORTAL SATC 1. Contexto A transmissão e o acesso às informações é uma preocupação constante do ser humano. Ser bem informado e informar bem são, portanto,

Leia mais

Redação para Meios Eletrônicos Prof.: Raquel Susin susin.raquel@gmail.com

Redação para Meios Eletrônicos Prof.: Raquel Susin susin.raquel@gmail.com Redação para Meios Eletrônicos Prof.: Raquel Susin susin.raquel@gmail.com Contrato Pedagógico Ementa Conhecimentos para o cotejo (comparação) da produção textual (verbal e nãoverbal) em peças multi/hipermídiaticas.

Leia mais

O USO DO GÊNERO LETRA DE MÚSICA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICO- DISCURSIVAS DOS ALUNOS

O USO DO GÊNERO LETRA DE MÚSICA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICO- DISCURSIVAS DOS ALUNOS O USO DO GÊNERO LETRA DE MÚSICA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICO- DISCURSIVAS DOS ALUNOS Gilianne Vicente dos Santos; Aline Giseli da Silva Lima; JacineideVirgínia Borges O. da Silva

Leia mais

ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA

ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA Merlânia Lino da Silva (1); Ana Cristina Silva Daxenberger (2) (1) Universidade Federal da Paraíba (CCA), merlaniaareiapb@gmail.com

Leia mais

3 Método 3.1. Entrevistas iniciais

3 Método 3.1. Entrevistas iniciais 3 Método 3.1. Entrevistas iniciais Os primeiros passos para elaboração do questionário foram entrevistas semiestruturadas feitas pelo telefone com o objetivo de descobrir o tempo máximo de lembrança das

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. e Alexsandro da Silva. 1 Andréa Carla Agnes e Silva é dinamizadora do Programa "Escola Aberta", sob orientação de Telma Ferraz Leal

1. INTRODUÇÃO. e Alexsandro da Silva. 1 Andréa Carla Agnes e Silva é dinamizadora do Programa Escola Aberta, sob orientação de Telma Ferraz Leal TÍTULO: OFICINA DE LEITURA: UMA PROPOSTA DINÂMICA PARA FORMAÇÃO DE LEITORES AUTORA: Andréa Carla Agnes e Silva 1 INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Pernambuco Escola Aberta ÁREA TEMÁTICA: Educação 1.

Leia mais

. Instituto Politécnico de Lisboa

. Instituto Politécnico de Lisboa Jorge Veríssimo O CORPO NA PUBLICIDADE Edições Colibri. Instituto Politécnico de Lisboa Biblioteca Nacional Catalogação na Publicação VERÍSSIMO, Jorge, 1966- O corpo na publicidade. (Caminhos do conhecimento

Leia mais

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Avaliação Econômica como instrumento para o aprimoramento da gestão das ações sociais 26/09/2013 Fundação

Leia mais

PROGRAMA FOME ZERO: PRIMEIRAS ANÁLISES DA CAMPANHA TELEVISIVA. Por: Lidiane Malagone Pimenta. Mestranda em Comunicação Midiática Unesp Bauru

PROGRAMA FOME ZERO: PRIMEIRAS ANÁLISES DA CAMPANHA TELEVISIVA. Por: Lidiane Malagone Pimenta. Mestranda em Comunicação Midiática Unesp Bauru PROGRAMA FOME ZERO: PRIMEIRAS ANÁLISES DA CAMPANHA TELEVISIVA Por: Lidiane Malagone Pimenta Mestranda em Comunicação Midiática Unesp Bauru INTRODUÇÃO A campanha televisiva do programa Fome Zero foi lançada

Leia mais

Gênero em foco: CARTA PESSOAL

Gênero em foco: CARTA PESSOAL Gênero em foco: CARTA PESSOAL CARACTERÍSTICAS Definição e finalidade: A carta pessoal é um gênero textual em que o autor do texto se dirige a um interlocutor específico, com o qual pretende estabelecer

Leia mais

A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio

A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio No segundo semestre de 1970, as revistas que publicavam fotonovelas no Brasil ocupavam o segundo lugar em tiragem e circulação, perdendo apenas para as revistas

Leia mais

RESENHA resenha resumo resenha crítica Título: Identificação do resenhista: Referência: Dados sobre o(s) autor(es): Dados sobre a obra: Apreciação:

RESENHA resenha resumo resenha crítica Título: Identificação do resenhista: Referência: Dados sobre o(s) autor(es): Dados sobre a obra: Apreciação: RESENHA Resenha é a apreciação crítica sobre uma determinada obra (livro, artigo, texto, filme, etc.). Trata-se de um breve texto, semelhante a um resumo, que visa comentar um trabalho realizado. Será

Leia mais

O GÊNERO MASCULINO NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO PUBLICITÁRIO EM JORNAIS DO SÉCULO IX E XXI

O GÊNERO MASCULINO NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO PUBLICITÁRIO EM JORNAIS DO SÉCULO IX E XXI 1517 O GÊNERO MASCULINO NA CONSTRUÇÃO DO TEXTO PUBLICITÁRIO EM JORNAIS DO SÉCULO IX E XXI Flaviano Carvalho de Souza Pibic/CNPq - UFPB Ana Cristina de Sousa Aldrigue PROLING - UFPB Muitas mudanças ocorreram

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS RECURSOS COESIVOS NAS PROPAGANDAS DA BOMBRIL

ANÁLISE COMPARATIVA DOS RECURSOS COESIVOS NAS PROPAGANDAS DA BOMBRIL ANÁLISE COMPARATIVA DOS RECURSOS COESIVOS NAS PROPAGANDAS DA BOMBRIL Flávia Barbosa Ilidio Luciana Garcia Monica M. M. Trindade Vinicius Ezau da Silva Michelle Ap.dos Santos Jenyffer S. S. Pereira (G-CLCA-UENP/C

Leia mais

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita.

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita. Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 191 195 O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS MARQUES, Fernanda Vieira ANDRADE, Antonio Carlos Siqueira de Palavras-chave: texto,

Leia mais

Sumário. Introdução... 7

Sumário. Introdução... 7 3 Sumário Introdução... 7 1. Somos especialistas em linguagem corporal... 9 Como os homens se comunicam, 10Comunicação linguística, 10Comunicação não linguística, 10O ato de comunicação, 11Importante:

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ANÁLISE DA NARRATIVA O ALQUIMISTA BASEADA NA ANÁLISE ESTRUTURAL DA NARRATIVA

UMA PROPOSTA DE ANÁLISE DA NARRATIVA O ALQUIMISTA BASEADA NA ANÁLISE ESTRUTURAL DA NARRATIVA UMA PROPOSTA DE ANÁLISE DA NARRATIVA O ALQUIMISTA BASEADA NA ANÁLISE ESTRUTURAL DA NARRATIVA Mestranda Ivi Furloni Ribeiro Resumo: Nosso objetivo neste presente artigo é entender como se constitui a narrativa

Leia mais

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS Caro leitor: O objetivo principal deste Manual de Observação para o Educador: conhecendo melhor a prática profissional

Leia mais

Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS IMESB NÚCLEO DE ETENSÃO E PESQUISA (NUPES) Identificação da Faculdade: IMESB Titulo do projeto: O USO DAS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE MARKETING DE VAREJO E INSTITUCIONAL NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Leia mais

OFICINA SOBRE PORCENTAGEM E SUAS APLICAÇÕES NO COTIDIANO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA PIBIDIANA

OFICINA SOBRE PORCENTAGEM E SUAS APLICAÇÕES NO COTIDIANO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA PIBIDIANA ISSN 2316-7785 OFICINA SOBRE PORCENTAGEM E SUAS APLICAÇÕES NO COTIDIANO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA PIBIDIANA Aline Alves URI- Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões Campus de alinealves_mat@hotmail.com

Leia mais

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, em Cuiabá, 27 de abril de 2009.

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, em Cuiabá, 27 de abril de 2009. RESOLUÇÃO CONSEPE N.º 74, DE 27 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre as alterações curriculares e o Projeto Pedagógico do Curso de Letras, licenciatura, com habilitação em Português e Literaturas, do Instituto

Leia mais

DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR

DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR DA LITERATURA AO TEATRO: LEITURA E CRIAÇÃO NO ESPAÇO ESCOLAR MARINA COELHO PEREIRA (FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI), KAREN CERDEIRA BECK (FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI), TATIANA

Leia mais

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS Petrilson Alan Pinheiro (petrilsonpinheiro@yahoo.com.br petripinheiro@yahoo.com) RESUMO O grande interesse por questões acerca das

Leia mais

BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO

BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO Evandro Santana 1 RESUMO O presente artigo propõe uma análise do processo de tradução à luz das proposições de Mikhail Bakhtin (1895-1975) 1975) no

Leia mais

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 Claudemir Monteiro Lima Secretária de Educação do Estado de São Paulo claudemirmonteiro@terra.com.br João

Leia mais

ENXERGUE O DEFICIENTE VISUAL

ENXERGUE O DEFICIENTE VISUAL ENXERGUE O DEFICIENTE VISUAL Rafael SOARES Emílio MANSUETO Filipe BAXTER Rafael STANGHERLIN Paulo FALABELLA (professor orientador) Centro Universitário de Belo Horizonte Uni-BH, Belo Horizonte, MG Resumo:

Leia mais

A REDAÇÃO PARA O ENEM: COMO FAZER? Professora Maureen

A REDAÇÃO PARA O ENEM: COMO FAZER? Professora Maureen A REDAÇÃO PARA O ENEM: COMO FAZER? Professora Maureen José de Sousa Saramago foi um escritor, argumentista, teatrólogo, ensaísta, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português. Foi galardoado

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

A identidade da mulher nos anúncios do sabão em pó Omo

A identidade da mulher nos anúncios do sabão em pó Omo A identidade da mulher nos anúncios do sabão em pó Omo Cadernos de Maria Ursulina de Moura Santoniero Mestre em Comunicação e Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie RESUMO Este trabalho tem como

Leia mais

(Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo

(Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo (Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo Greciely Cristina da Costa * Resumo: A noção de paráfrase é abordada sob distintas perspectivas lingüísticas. Neste trabalho aponto três

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

Indicadores de resultados de projetos sociais http://www.rits.org.br Leandro Lamas Valarelli

Indicadores de resultados de projetos sociais http://www.rits.org.br Leandro Lamas Valarelli Indicadores de resultados de projetos sociais http://www.rits.org.br Leandro Lamas Valarelli O contexto do debate A idéia da construção de indicadores de resultados para projetos vem ganhado força entre

Leia mais

Jeana Maria de Moura Telles

Jeana Maria de Moura Telles Jeana Maria de Moura Telles Brincar, compartilhar e aprender: A ludicidade como elemento norteador de uma aula mais proveitosa, atrativa e eficaz Araguaína TO 2013 Jeana Maria de Moura Telles Brincar,

Leia mais

A importância da literatura na infância

A importância da literatura na infância A importância da literatura na infância [...] a literatura infantil éum capítulo da literatura. O conhecimento de teoria da literatura e do maior número possível de obras literárias para adultos é bagagem

Leia mais

A navegabilidade nos enunciados das atividades do Curso Mídias

A navegabilidade nos enunciados das atividades do Curso Mídias A navegabilidade nos enunciados das atividades do Curso Mídias Rebeca Rannieli Alves Ribeiro 1 (UFCG/UEPB) Resumo: As atividades do Curso Mídias representam importantes instrumentos utilizados para avaliar

Leia mais

A linguagem publicitária e os recursos lingüísticos utilizados nas campanhas de prevenção à AIDS

A linguagem publicitária e os recursos lingüísticos utilizados nas campanhas de prevenção à AIDS A linguagem publicitária e os recursos lingüísticos utilizados nas campanhas de prevenção à AIDS Neide Aparecida Arruda de Oliveira Carla Brant Wurthmann Saad Cátia Aparecida de Carvalho Nunes Elem Nepomuceno

Leia mais